FUNDA DOI E DIETOI IESPONSAEL: -- IVALDO PEITA 
, 
Redaçllo Oficlua e .-dmlnlstraçllo 
ANO V 	ílela Vista, CU de Abril de 1976 Semanário N" 20) 
RUcl Duque de Caxlas SN 
REYO 
Brasilia, (A DA-DS)­ 
Por motivo do 12º nniver 
llúrlo da Revolução de 
Março, o general Anto 
nlo ,I,,rge Correa, minis 
lro chefe do Estado-Ma 
lor das Forças Armadus, 
emitiu u seguinte Ordem 
do Dia: 
Há 12 anos atrás, quan 
do Impera vu a unurquitl 
generalizada em todo 
os setores da vida nncio 
nal e n inJlsciplina se a­ 
lastrava em nossas For 
ças Armadas, quando pu 
recia eminente a instuu 
ração no pais de um e 
gime politico de in pira­ 
çilo marxislaeniuistu. 
surgiu a revoluçlio de 
matço que devolveu a 
ordem e a tranquilidade 
à Naçlio e e tabeleceu 
as bases pura uma mu 
dança renovadorn nos 
métodos e co lume que 
até ,mtüo dominavam e, 
cenário polilico brnsileiro 
Nesses doze anos de 
vicia revolucionária, for 
coso é reconhecer, nüo 
tem sido fácil a comi 
nhada. 
Hoje, quando parecem 
olvidados em alguns 
setores do país, as cau 
sas que determinaram a 
eclosão do movimento 
de 31 de março de 1964, 
cumpre lembrar o que 
de fato ocorreu no Bra 
sil. No foi, apenas, a 
simples troca de gover 
nantes mas, nu realida 
de, uma autêntica revo 
lução em seu mais m 
plo sentido, politico, eco 
nômh:o e social, • revolu 
cão significando altera 
ão profunda de hábitos 
e costumes. nlio condi 
zentes com a mora pú 
bileu e com os justos an 
selos da nacionalidade 
Como tal, nu busca 
desse "desideraturo" te 
ria o Governo 11ue nas 
ceu sob a Inspiração des 
ses sagrados objetivos. 
grandes dificuldades a 
superar, pols nunca foi 
fcil suprimir-se, na vi 
da das oções, a corrup 
ção que lhes corroe as 
entranbos nem, tampou 
co, o unacro11ismo e os 
maus hábitos decorren 
tes de uma atividude po 
lillco administrativa inu­ 
dequada aos interesses 
do pais e ns mais legili 
mas nspil'nções de seu 
povo. 
'o amplo quadro 
das dificuldades a supe 
rur quase todoi, exigindo 
do Governo atitudes ro 
rajosus e totalaerte des 
vinculadas de quaí quer 
compromissos com a po 
puluridade, teriumo ain 
da 11 acrescentar, as de 
correntes da imposturo 
e da solercia dos proces 
os idealizados pelo llo 
vimeoto Comunista Inter 
nacional que embora so 
frendo no Brasil. quar:rln 
da revoluçilo de março, 
uma das muis contuaden 
tes derrotas de sua PXis 
têncla, insiste, nüo obs 
lante, a nos tentar im 
plngir um sistema de vi 
da infenso à nossa cnl 
tura, inteligência e cren 
ça nos volores que bem 
confignrum o caráter e 
a personalidade do ho 
:!!em brasileiro. 
Entretanto, niio b.s­ 
lassem as responsabi­ 
lidades que emanavam 
desse conjunto de situa­ 
ções tão prejudiciais, a 
Naçüo as quuls urriu 
.eliminar, defrontava-se 
o pais, ademais, com 
problemüll não menos 
Importantes a solucio­ 
nar, advindos de sua 
condição de subdesen­ 
volvido e em estágio de 
crescimento lento e des­ 
compassado, mormente 
em relação as suas po- 
tencialidades, que,' não 
estavam senrlo aprovei­ 
taclas em suu justa me­ 
dida, pela falta de uma 
estrutura juridica e or- 
ganizaclonal apropriadas 
e rle, uma pollllcn de 
Governo, cupuz de Im­ 
pulsionar a ação' à 
conquista, tanto quanto 
posstvel aceléruda, de 
seus supremos objetl. 
vos. 
a oportunidade em 
que se comemora em 
todos os quadrnntc,; do 
pais tão siguificativa 
efeméride, de extruor­ 
dioiriu importflocia pu­ 
ra os de inos da pátria, 
ao Invés deste Estado­ 
Maior abordar em suu 
or·le::u do clb u!usiva 
o 120 aniversário d 
revolução de março. te­ 
ma mais de perto liga­ 
do às atividades em cur 
soou seus repercussões 
# 
O prefeito muni­ 
cipal. Ruben de Castro 
Pinto, recebeu do ena­ 
dor Italiv!o Coelho, te­ 
legrama feliritando-::> pe­ 
lu inclusão de Bela Vis­ 
tu no Programa de De­ 
senvnlvimeulo da Gran­ 
de Dourados (PRODE- 
GRAN). Diz o Senador: 
na áreu do desenvolvi­ 
mento ou la segurnça 
naclon:.ls, preferiu vol­ 
tar sua atenção para o 
que considera um cios 
aspectos mais substanti­ 
vos da revoluç,lo hrasi­ 
Jeira, Isto é, as pré>prlus 
razões que lhe deram 
vida e que tem se cons­ 
tituldo, desfo enuí.o. na 
idéia força que vem o­ 
rientundo todas as suas 
realizações. 
Ao reviver, um dos 
episódios de maior rei::­ 
sonància política e oo­ 
clul du hi tória de nos­ 
sa terna e ao enfatizar 
as dificuldades a serem 
superadas pelos que se rumo a seus grandiosos 
dispuseram, patriótica- destinos. 
"Congratulo-me com o 
ilustre c<>rreligionárlo 
p e I o lancamento do 
PRODEGRA que in- 
cluiu o seu muntcipic 
nos beneficios oriundos 
do programa em prol 
do desenvolvimento re­ 
gional e amparo aos 
produtores. 
O que não pode haver numa sociedade que 
busca a perfeição econômica, social e politica é 
o espirito de "dedo no gatilho" contra a impren 
sa. Se um jornal cutucou um fato Inconfortável, 
não é motivo p/ que seja fechado ou silenciado. 
lluis lícito serio mandar investigar e 
punir os responsáveis pelu fato que gerou a de­ 
púncia. Se um jornalista foi i1sistente demais 
em denunciar algum escandalo, mesmo numa em­ 
presa privada, nüo é moiivo p,tri> pedir a censura 
sobre ele. A explicação. o desmentido, a res­ 
posta à altura são mais dignos que o silêncio 
imposto pela censura. Quando governos e elites 
compreenderem isto. os jornalistas serão enten­ 
didos. E poderão ser melhores jornalistas (Al­ 
berto Dines) 
mente. u concretizar os 
objetivos da revolução 
de 31 de março, qu •r o 
EMFA ão só exaltar 
os que direta ou indire­ 
tarnente, conlrlbuirnm 
p a efetivação e c0nso 
lídução do referido <'­ 
veto. como tamb m, 
concita a tortos que lhe 
são suhordiaaclos parn 
que meditem na graves 
res nsabilid:ades que 
nos cabem, na preser­ 
vaçào e salva guarda 
do que ajudamos a cor-i:: 
truil' e no muilo que 
aiurla de nós reclama 
o país para poder pros­ 
seguir em sua escalaria. 
!:iegundo telegra­ 
ma eoviudo ao prefeito 
de nossa cidade pelo 
Senador Italivio Coelho, 
a bancada matogrcs­ 
sense no Senado exa­ 
minou com a Diretoria 
ela CIBRAZE..1l, HA!.°Cü 
00 BRASIL,, COBAL 
e COMI SÃQ FEDERAL 
DE PREÇO • as pro­ 
vidência sobre a arma­ 
zenagem 'il comerciali­ 
zação do arroz em Ma­ 
to Grosso. O Banco do 
Brasil já está adquiriu• 
do arroz dentro o pre­ 
ç0 minim1o de . CrS 71 00 
por fio kilos mais o va­ 
lor da sacaria e I.CM. 
Dentro de poucos dias 
serao criadas agencia 
COBAL em Dourados 
Campo Grande, e Ron­ 
donópofü,. e pagundc 
por arroz_de 1 quali­ 
dade CrS S5,00 por saca. 
O Senador Italiio Coe­ 
lho Vt.!m dedicant.lo um 
caI:Inho todo especial :l 
nossa cidade e somos 
gratos por isso.

--------- 
----------------------------,ü":-;:.:·--~------ 	p;,.,!in 1 ( .! 
l0) 
---------- 
S D OGIS E 
D E 
lnfluênca no 
Cérebro 
O meca::ilsmo du u­ 
çüo das drogas psicoró 
plcus que (lra excitam, 
ora deprimem e sempre 
perturbam o sistema ner 
voso centrul coullnua 
sendo objeto de Intensas 
pesquisas citrntific_us_ por 
parte de bioqutm1cos, 
neurorislólogos e ps1qulu 
tras, Ao certo, sabemos 
que os psicotrópicos in 
nuem posilivumeute no 
complexo do sistema ner 
,·oso: t> central o o pen 
íérlco autõ11omo. Por is 
so, suas manifestações 
repercutem nas esferas 
pslquicu, ,:om3ticu neuru 
vegetativa, que, em ülti 
mn unúlbe, sio aspectos 
diferentes de uma única 
reuliclutle. Sub smi ação. 
deRencadeium-se nllern 
ções na bioquimica e nu 
atividade bioelética do 
orpanismo humano, por 
meios ainda nüo de lo 
do elucidados. 
ra sobro a atlvldudo psi 
quica e suas consequén 
cins somáticas. 
A uçllo dos psico!ró 
picos sobre um desses 
dois sistemas, em detri 
menlo tio outro, proces 
a-se através dos "me 
dia dores quimicos", isto 
é, substâncias encontra 
das nas determinações 
do i,istemn nervoso cen­ 
tral incumbidas de exer 
cer us runções rle intei­ 
mediárias nu transmis 
so dos fluxos nervosos. 
Através cios mediadores 
químicos, ai- drogns psi 
cotrópicas ugirlam sobre 
n formação reticular, a­ 
tua ndo.oru por redução 
ora por ução antagônica, 
ora competivamente, ora 
uh1<i1l por intérmédio de 
outros rnecunismos não 
de todo conhecidos. 
A "norndrelian" se 
ria o mediador químico 
de sistema ergotrópico, 
enquanto a "serotonina", 
o lo sistema trofotrópi 
co. Através desses meca 
nismos complexos é que 
vai surgir u predominfi.n 
mecanismo 
Ação 
de 
ela do sistema excitador 
ou a prevalência do is 
tema depressor. 
Uso Legal 
Uso Ilegal 
e 
QUE MANCIDI 
MINHI GENTE 
A teoria de Hess es 
lnbelecPu a hipotétieu 
existência ele dois gran 
des sistemas localizados 
no •llencéfalo, exerct!nto 
cada um dele-;, ação dia 
metralmente oposta. 
O sistema ergotró 
pico: exerce uma ativida 
de excitadora, elevando o 
tono psíquico, com suas 
. consequencias 
- O sistema tro(otró 
pico: exerce umn ação 
eminentemente rlepresso 
Oração 
sr. apresentador, 
Ver. Eruei-tro L. Cahla!l 
eu sei muito hem, que 
v .8. nllo é sociólogo. 
Mas não se concebe de 
maneira alguma, "isso 
não poderia acontecer, 
ou ter aconteciJo". Uma 
falha deste tamanho. 
Que falha gritante, 
A maior parte das omitir as chamadas dos 
drogis pslcotrópicm, tem nossos ilustres Juiz de 
uso médico, isto é, uso Direito, e Promotor Pú 
legal na merlicion. A blíco, pura comporem ou 
morfina, por exemplo, melhor tomarem lugar 
aluda hoje, é o melhor na mesa do nosso Go 
medicamento unalgésico vemadt:r, quando a ua 
[ diminui QU tira a dor]. visita aqui em nossa cí 
Os mérlicos podem e às cinde. visita essa que 
vezes devem receitar muito nos honrou, e se 
substâncias psicotrópicas efetivou graças a dedica 
uo tratamento de Si!US ção e dênodo de homens 
pacientes, conhecendo Po lustres. como o Ten Cel. 
rém, bem a consti uiçue Pires, Prof. Oswaldo Co 
psicossomúlica deles pa- imbra Grubert, Sr. Edmil 
ru evitar o perigo de son B. Escobar, Sr. José 
elas criarem dependên Carlos Medeiros Rocha, 
eia - - O problema com e O Sr. Alcides Cavalhei 
11s subslO.ndas psícolró ro Flõres o nosso irres 
picas capazes de criar trito candidato a prefei 
ucpendênclu p, iquica ou to de Jardim. Explican 
n ica está no. seu uso do: sem os mínimos de 
ilega, isto é com a au talhes, só pelo alto. Na 
to-administração, com_o véspera ou anti-vé pera. 
abuso, sem supervrsuo o r. Governador havia 
rédica. 	cancelado e transferido 
para o dia 10 de abril 
deste a sua visita, em 
ao Espirita Santo 
Espirilo unto você 
que me esclarece tudo. 
que ilumina todos os 
caminhos para que 
eu atinja o meu ideal. 
Você que me dá o dum 
divino de perdoar e es 
quecer o mal que me fa 
zem, e que todos os ins 
lantes de minha vida es 
tá comigo, eu quero nes 
te curto diálogo, agrade 
cor-lhe por tudo e cofir 
mar mais uma vez que 
eu nunca quero me sepa 
rur de você, por maior 
que seja a ilusão mate 
riul niío será o miuimo 
da vontade que sinto ele 
um de dia estar com vo 
cê e todos os meus ir 
mãos nu glória perpétua 
Obrigado mais uma vez. 
(A pessoa devera fazer 
esta oração 3 dias segui 
dos sem dizer o pedido, 
dentro de 3 is, será 
alcancda a graça por 
mais ditícil que seja) Pu 
blicar asssim que rece 
ber a graça . 
Publicada por ter recebi 
do uma graça. 
Z.M. 
virtude de um mal enten 
1ido, ou má informação. 
I3em Isso fica de ludo, 
pois o nosso Garcia eto veio 
e ficamos por demais a 
tis feitos, pois o nosso 
povo correspondeu a con 
tento. Parabens povo de 
Jardim, e tambem para 
bens povo de Gula Lo 
pes da Laguna. Mas o 
que ão pode ficar de 
Judo, é este erro, esse 
esquecimento, ao meu 
ver clamoroso. Penulti 
ma chamada, Dr. Sílvio 
A. Barbela. nosso ,Juiz 
de Direito, última chama 
dna, Dr. Hilton nosso Pro 
motor Público. Essa é 
que foi a maçada, pois 
até um aluno do primei 
ro grau sabe o que re 
pre:ento o Jlinlstério Pú 
blico. Sabe que o Sr. 
Juiz de Direito, é autor! 
dade máxima em uma 
cidade, sabe também. o 
que responde a cadeira 
de uma promotoria, Sr. 
Apresentador. dê uma 
pequena estudada em 
um organograma social, 
e tenho certeza que da 
próxima vez. não passa 
remos esse vi::xame. 
Mas que vexnme meu 
Deus. 
O deputado fede­ 
ral Walter de Castro 
«MDB-MT» assumiu nes­ 
ta semana a· presidên­ 
cia da Comissão de 
Saúde, da Câmara dos 
Deputados conforme te­ 
lexograma euviadu ao 
diretor da TRIBU A 
DA FRONTEIRA. 
O médico campo­ 
grandense eleito pelo 
sul do Estado p/ o Par­ 
lamento Federal aeres­ 
centa que se coloca ao 
J. Refrei 
WALTER UE CASTRO MI COMISSO 
, .. 
DE SIUDE Di CliMllRfà 
"inteiro dispor desse 
conceituado órgão de 
Imprensa" 
A presidência de 
Comissões na Câmara e 
um posto bastante dis­ 
putaoo pelos parlamen­ 
tares devido a sua im­ 
portância na deliberação 
de projetos da Lei e 
Walter de Castro mercê 
a sua capacidade profis­ 
sional foi conduzido ao 
posto após vntação de 
seüs colegas. 
= COE&CIG E CEREM UNIÃO BGRICOLI LTDD. 
"Uma Firma Que Ajudei a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR Bl, • 
- 1 e o povo ielavistense 
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------------------------------------------------ .~ -·- 
Rotary 
O QUE 
, 
E 
Em 1962 o Iotary superior. O propósito de 
Jnlernnolonul desenvol fnteract é proporciouur 
veu um novo tipo de Clu aos jovens de trabalha 
be, pura estudantes cur rem Juntos em uma 0011 
sando qualquer um dos fraternização mundial de 
quatro anos precedentes dicada a prestação de 
ao uivei unlversllárlo ou ervlços de desenvolvi 
INTERICT 
AEROCLUBE DE· JARDIM 
O Aeroclube de Jardim encontra-se em 
funcionamento e a disposição dos interes 
sados em brevetar- e 
O Aeroclube Adquiriu uma aeronave no­ 
va de treinamento 
WRIIS (MI O hlwr st. 
Walburgues Machado Vieira no 
AEROPORTO DE JARDIM 
"Dgntha 
'r rumane 
1" 11,SSA li 
(UJ.O 
Dias 15 e l6 de maio 
Dia 15 Eliminatória e 
DE 
16 Final 
Em Comcrnornçilo ao Aniversário da Cidade o JOCKEY 
Promoverá uma das Grandes Atrações Turfis_tas 
Com uma "Penca sem_ Reserva'' com Animais de 
Toàos os Estados do ílrasil 
Oategrossenses prestigiem um dos Medres Ueekey em 
Cnnchn Hcln do IJrnsil • 
lnacio Guette Melges 
Cirurgião - Dentistc 
Consultas com Hora Marcada 
Rua Duque Caxias - :.!89 
Jardim - MT. 
rueulo de comrreeusiio 
internacional. Os alvos 
do programa são dignos 
de not.a: recolher e de 
seuvolver urna liderança 
r.oustrutlva e Integridade 
pessoul, crlur uma cons 
clênrlu da lmporlAnch 
do lar e du familia: a­ 
prender respeitar os 
direitos dos demais, da 
responsabilidade indivi 
dual como base do su 
cesso pessoal 
da melhoria du comuni 
dade e das realizações 
de grupos; recouhecer o 
mérito de todas as ocu 
pações úteis de como 
servir a sociedade; pro 
porclonar oportunidades 
para maior reconheci 
mnento e compreensão 
dos assuntos da comuni 
dade, nacionais e mun­ 
diais. 
O Que Fazem os 
lnleract Clubes? 
Os projetos e ativi- 
eludes do Interact Clube 
são faieiados e levados 
a efeito pelos 
próprios membroR sócios 
do clube. Cada clube de 
termina o sei próprio 
programa de projetos 
Todos os Interact 
Clubes devem realizar 
dois projetos principais 
anualmente, um destina 
do a servir escola, ou 
comunidade. Os exem 
plos de atividades dos 
lateract. Clubes. 
GEIS 
Serviços Internacionais 
Auxílio a pessoas 
especificas no exterior. 
-Emparcelramento de 
c l u b e s envolvendo 
troca de correspondência 
Intt:rcâmblo de jovens 
hospitalidade a visitan 
te" do exterior - Partici 
pação em serviços à co 
muoldade mundial - Reu 
nião modelo das Nações 
Unidas. 
Serviços a Escola e 
À Comunidade 
Doações de presen 
tes ou diuheiro u esco 
las da comunidade, a fim 
de proporch>nur melho 
ria - Comunhas de ci 
dadania. Assistência a 
organizção de adultos 
e inslitu!çõe:i carlt.ativaH 
educacionais de saúde. - 
Assistência aos excepcio 
nais e uos pobres. Cem 
panha de cortesia. - Pré 
mios u estudantes por 
serviços prestados, civis 
mo, realizações ucadéml 
cas. - Fundos para boi 
sas de estu,!01- - Calf'lpa 
nha de analfabetismo 
Programas de informa 
ções ocupacior,uii-. 
Quando de sua es­ 
tada em Dourados. o 
governador Garcia eto 
afirmou: "O presiJenle 
Geisel gosta do povo, 
quer conversar ,:om o 
povo, por Isso, as popu­ 
lações dos municip1os 
da região da Grande 
Dourados deve compa­ 
recer às ruas p/ rece­ 
be-lo no próximo dia 
nove de abril, quando 
ele aqui estiver para 
lançar em pruça públi­ 
ca o plano de Desen­ 
volvimento da Grande 
Dourados - PRODEGRAN 
Tais declarações feitas 
pelo Governador Garcia 
Neto, ao discursar na 
soleniclude de inaugura 
ção da Escola de Pri­ 
meiro Grau "D. Antonia 
Siqueira Capilé", na pre· 
sença das mais desta­ 
cadas autoridades da 
região, do vice-goveu­ 
dor Có.ssio Leite de Bar­ 
ros e demais integrantes 
de sua r.omiliva. Já em 
Ponta Porã, ressll.ltou 
Garcia Neto que "a his­ 
tória de Mato Grosso 
será escrita 
e m d u a s ép o c a s: 
Antes e depois dl}S Gaú 
cho, afirmou ao ser ho­ 
meaageado juntamente 
com seu secretariado e 
colaboradores, pela co­ 
lônia do Rio Grande do 
Sul residente em Ponta 
Porü. Ao analisar o et>­ 
forço de brasileiros de 
todos o s recantos do 
País pelo progresso e 
desenvolvimento de MT, 
•·como eu próprio··. o 
governador Garcia Neto 
destacou a participação 
dos gaúchos p1'incipal­ 
mente no setor agrícola 
boje um dos esteios da 
economia matogrossen­ 
se. 
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Exemplar (r$ 2,00 
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Campo Gran;le 
Mato Grosso 
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(Ao lado da Ciretran) 
Bela Vista ilato Grosso 
DR. GIL MARCOS SAUT 
. Advogado 
OAB/MT 951 
BONITO - III 
EDUCIÇãO: MT 
INOVA EM PONTES E 
RODOVII 
Jardim- A Escola 
Técniru de Pontes e Ro 
dovias instaladas pelo 
governador José Garcia 
Nele surgiu de convênio 
firmado entre o Eelado 
de Mato Grosso, através 
da Secretaria de Educa­ 
ão, e na Comissão d· Estradas 
de Rodagens, sediada nes 
ta cidade, e se propõe a 
formar em upeaus quu 
lro ano técnicos de ní 
vel médio na construção 
de estradas, pontes e em 
pavimentação, que deve 
rão ser ab olvidas pelo 
mercado trabalho da re­ 
gião sudoeste do Estado. 
Pelo couvêoio e Go'erno 
do Estado pagará os pro 
fessores - em sua maio 
ria oficieis engenheiros 
da CER-3, enqm,nto esta 
cederá uas instalações- 
canteiros de obras e la 
boratórios de solos e re 
sistência de materiais, 
1 
dentre outros- para as 
aulas práticas e estágios 
Idealizada pelo tenente. 
coronel Sanctus Pires a 
Escola (a única no gêne 
ro em todo o Mato Gros 
so], recebeu apolo total 
do governador Garcia 
eto e do ecretârio de 
Educação e Cultura, pro 
fessor Louremberg Nu 
ne,; Rocba, que vê per 
feitamente enquadrada 
UI} esplrlto da reforma 
do ensino por seu ca:á 
ter eminentemente profis 
sionalizante. 
Importancia 
Ao proferir a aula 
inaugural na instalação 
da Escola Técnica de Ro 
do vias e Ponte o gover 
na dor Garcia Neto 
depois de ressaltar 
a importancta da rodo 
vias como fator de lote 
grução e de progresso 
afirmou que a 
e 
: 
Campo Grande - O T - 
senador Jarbus Passar. 'ar a nao marginalização 
a de lideranças". 
nho (ARENA-PA) que, es 
leve nesta r.idiide para 
participar da inaugura 
ção da agência do Ban 
co Sul Brasileiro, a[ir 
mou que o ex-governa 
dor Pedrossian "é impres 
cindivel à Arena nas pró 
ximas eleições", enfati 
zando a necessidade de 
que "todos devem lutar 
para reconquistar O ter 
reno perdido, numa luta 
No periodo da tarde 
Passarinho (que é vice­ 
presidente nacional do 
Partido) esteve em com 
panhia do prefeito Levy 
Dias na residência de 
Pedro Pedrossian, iendo 
encontrado-o totalinente 
desprevenido: dormindo 
No encontro os tres lide 
res trocaram idéias, mas 
como normalmente acon 
que será inteligente na tece o teo d 
• r as conver 
medida em que se proeu sações não foi revelado 
i n t e g r ação entre 
us mais importantes re 
giões micro-económica • 
de Mato Grosso "é um 
fato" - como que confir­ 
mando o pensamento do 
ex-presidente Wa hlng 
too Luiz segundo o qual 
governo "é abrir estra 
das". Ao reafirmar o pio 
neirismo do curso- an 
tes lembrado pelo secre 
birio da Educação, pro 
fessor Louremberg Nunes 
Rocba, o Chefe do Exe 
cutlvo mutogrossense jus 
tificou a escolha de Jar 
dim como l•,cal da Esco 
la de r,odovias e Pontes 
graça3 à tradição e a 
técnica desenvolvida bá 
mais de o anos na região udo 
este do Estado pela Comis 
são de Estradas de Ro 
dagens que ali funciona 
mantida pelo Exército 
Brasileiro. 
N 
DV 
PASSARINHO 
IT 
O senador paraense, 
relacionando a volta de 
Pedrosslan ao governo 
de JIato Grosso, disse 
"desejo tudo de bom ao 
povo e ao Estado de 
Mato Grosso. Consequen 
temente desejo que o dr. 
Pedrossian tenha todas 
as oportunidades não 
só no Estado, como tam 
bém fora dele". 
Preço deste 
Exemplar r$ 2,00 
1

. ./ 
l' DADO EM I DE MAIO DE 1.17.'í 
"Eu Sou o Caminho, A Verdade o a Vida" (je5115 Cri!to) 
Bela Vistu ABRIL 
o 
12 [ 
Ano I 
hs ruis caput« são - 
quele» qar e encontram afi 
nado-s, Iran-formam a ida 
numa feliz melodia outro . 
de-afinados cota o mundo, 
l
1t-rdt"J!I u L,·ft-r..1 d,, , Jn:u d,~ 
ouor ao sol, e fazem da a­ 
la apena« a noite em e-tre­ 
las, não lhes importando que 
elas rejam rotas de pranto, 
iluminados por no»a vm­ 
preen+lo, 
CERTO senso do valor próprio é essen­ 
clnl, se é quti havemos de estar contentes, e 
cumprir as expectativas de Deus a nosso respei­ 
to. 
No nos podemos erguer a grandes altu­ 
ras se nos sentimos deslltuírlos de valor e se 
pensamos que não temos nenhuma imporUl.ncia 
p/ ninguém. Só nos esforçamos ao máximo 
quando sentimos que alguém se interessa por 
nós. 
Assim Jesus ensinou a. Seus discípulos - e 
1 
n nós, Seus seguidores do séeulo vinte que 
Deus tem profundo interesse em nós. Uma vez 
que Ele observa até quando cai uma andorinha, 
quanto mais se interessa no que nos diz res­ 
peito! 
Que nos torna valiosos ? Certamente nüo 
os ingreclientes químicos de que se compõe nos­ 
so corpo. em nossa boa aparencla ou façanhas· 
atléticas. A fonte de nosso valor é Deus. 
Anos atrás, um bizarro vaso suiço, de 
cerca de trinta centimetros de altura, foi ofere­ 
cido em leilão. O leiloeiro nüo contou a his­ 
tória do vaso, mas só chamou a atenção ao fa­ 
to de ele datar de 1763 A. C. ua beleza lho 
proclamava a genuinidade. Lance se sucedia a 
lance, até que foi atinglndo o preço de 20.000 
dólares.E por esse fabuloso valor foi ele vendi- 
edo. Pensai, porém, nisto: Esse objeto de genui- 
. na antiguidade fora uma vez apenas um bloco 
de argila comum. Que lhe dera tanto valor ? O 
labor e a habilidade do artista que o moldam 
com cuidado e paciencln. 
Diz a Escritura Sagrada: "Mas agora, ó 
enhor, Tu és nosso Pai; oós o bairo, e Tu o 
nosso Oleiro; e todos nós obra das Tuas mãos". 
Isuias 61:8. É a mil.o-de-obra divina em nossa vi­ 
da que nos faz de valor. Quando chegamos a 
Cristo como pecadores, somos quase vis. Deus, 
porém, nos toma como ao barro e nos remodela 
à ~ua imagem. Escreve-nos a lei no coração. 
Comunica-nos elevados ldeals, desígnio 
nobres, divinos 
na fronte o 
principios. Depois, escreve-nos 
Seu nome. 
Assim Deus nos faz de valor, como um 
rnlliounrio que ponha sua assinatura em um che 
que. Se algum dia formos tentados a nos sentir 
de pouco valor aos olhos de Deus, olhemos ao 
Calvário. Ali o Soberano do Universo por nós 
pagou infinito preço. Com um pt·eçc, assim, que 
responsabilidade a nos!.a de viver corno fllhos e 
filhas do Rei. 
- I. H. WOOD JR. 
Certa vez, um muçulmano dirigiu-se a um 
de seus líderes religiosos e perguntou: "Se eu 
comer umas tâmaras estarei transgredindo os 
mandamentos de nossa religião?" 
·- Nã<', re.;pondeu o juiz. 
...:.. E se eu puser um pouco d'agua? . 
- Tambem não. . 
- E um pouqla_ho de fermento é errado? 
- O h, não 
- Eotü.o por que é que o vinho de tâmara 
é proibido pela leis de nossa religião, sé 
consiste apenas destes tres ingredientes? 
O Cácti pensou um momento e então disse: 
Se eu lhe jogar pó na cabeça isto lhe 
causara alguma dor? 
Nenhuma. 
!-.. E se eu acrescentasse um pouco d'agua, 
iria machuct-lo? 
Acho que não. 
- E se tu misturar o pó e água e depois 
queimá-los bem até virar tijolo, e daí 
joga-lo em suu cabeça?

O CA.IINIIO 
AIIIL 
N M JUNTOS ·E FOR· 
SERÁ QUE É COMUNIDADE? 
Preparar a terra para Semente 
Leitara do Texto da Vida 
• Um Foto da Vida que fax Pensar 
Quando um povo inteiro decide cuminhar 
unto, deve haver um minimo de ordem e dis 
iplina, senão dá confusão e cada um acubará 
uzendo o que. bem entende. Além disso, o po 
vo dove saber para onde vui a caminhada. 
Ninguém participa de uma vlugom, dn qual des 
conhece o destino. Pois bem, certa vez, um 
grupo de leigos teve um atrito bem forte com o 
blsj)o eru torno da organização dos "Cursilhos 
Foram falar com ele e expuseram u PUI~ opinão. 
Foi uma conversa franca, em que ambos coloca 
Vtlm 08 set:s argumentos. A certa altura, o bl po 
afirmou: "A disciplina é a viga mestra da minha 
diocese e disso üo abro müo!" Um dos leigos 
então perguntou: "E quando o senhor tiver a dio 
cese bem disciplinada, para onde vai com ela e 
o que fará com ela?" Não houve resposta. O bis 
po só repelia: "Mas a disciplina é muito impor 
lante! • 
Aprofundar o Fato da Vida para ver se acontece 
também conosco 
A Terra Cavda Recebe a Semente 
Leitura do Texto da Biblia 
Oração, Leitura, Silêncio 
Dirigente: Uns Insistem mais na discipiina du 
runte u viagem, outros mais no destino da viu 
gem. Dai urgem conflitos. Jesus tomou parle no 
conflito. Vamos ouvir duas leituras, uma do E­ 
vangelho de Silo· !arcos e outra de 8. Mateus: 
São Marcos 7,9-13 
9. Jesus âi se aos fariseus e doutores da lei: 
·Vocês conseguem sempre um jeito de esva 
ziar o mandamento de Deus, para fazer valer a 
sua própria tradição. 
!O. Por exemplo, Moisés mandou: Honra teu 
pai e tua mãe, e quem rogar pragas sobre pai 
ou mãe deve ser morto. 
Dirigente - O ussunto é delicado. ão com 
pelo a nós julgarmos us intenções dos pessoa . 
Isso compele a Deus. Vamos apenas querer des 
cobrir o lugar e a runçüo que bispos, podres e 
leigos devem ocupar dentro da Igreja, para que 
ela seja realmente comunidade: 
1. Antigamente, os leigos acreditavam cegarnen 
te no que os padres diziam. Hoje, porém, elesque 
rem sabei· o porquê das coisas e perguntam não 
só ao padre mas atê ao bispo. Os leigos têm di São Mateus 23,23 e 5,17 
reito do fazer estas perguntas ao bispo? Por , 23. "Vocês pagam o dizimo até da hortelã, da 
que sim? Por que não? 	ervn doce ou de qualquer plantinha, e deixam 
2. Conhece algum conflito semelhante entre de larlo os preceitos mais importantes. da lei, co 
leigos e padres? Conte como foi? 	mo a justiça, a misericórdia e a fidelidade . 
3. Qual seria u causa destes conflitos, cada Vocês deveriam fazer estas coisas, sem des 
vez mais frequentes na Igreja de boje? prezar aquelas.· 	' 
Será que é só desobediência ou ignorância 
dos leigos? O que achn? É um sinal positivo ou 
negativo o rato de haver esses. conflitos? 
' 4. O bispo repetia: "A disciplina é a viga mes 
tra da minha diocese". Você concorda com Isso? 
. Por que? Há outras vigas na Igreja, mais impor 
lantes do que a disciplina? Quais. Por que? 
5. Qual deveria ser a atitude tanto dos leigos 
como dos padres e bispos. para que não só ca 
minhem juntos mas também formem comunida 
de'? O que deveria mudar nos padres e nos bis 
pos? O que .deveria mudar nos leigos? 
11. ri!ns vocês dizem: O cidadão que declarar 
ao pai ou à müe. 
"Quero consagrar a Deus tudo aquilo com 
que eu lhes poderia ser útil'_'. 
12. A esse vocês proibem que aidn faça qual­ 
quer coisa para o pai ou a mãe. 
13. Desta maneira, vocês anulam a Palavra de 
Deus em favor da sua tradição. 
• há mais coisas desse tipo que vocês fazem. 
_17. Não pensem que vim para acabar com a 
lei ou com os profetas. Não vim para acabar 
com essas leis, mas para que sejam observaJas 
plenamente". · • · 
Descobrir a Mensagem do Texto para 
o Problema da Vida 
_Dirigente: Vamos ver até onde este texto da 
Biblia pode ajudar-nos na solução • do problema 
que abordamos: " : :.- ' •

O CMIINIIO 
AJJHL 
I. Insistir en coisinhas pequenas e esquecer a 
observância dos preceitos mais importantes, isso 
cotece também hoje na Igreja? Dê alguns e­ 
emplo bem concretos. 
2. A reuovução da Igrcfa procura refazer o A­ 
qullibrlo entre os "mandamentos•· e a ''tradiçito", 
entre o objellvo du viagem da fé e a disciplina 
durante a viagem. Dê um exemplo disso. 
3. Voltando à pergunta dos lelgos ao bispo, 
que· resposta você daria a eles? 1'01· que? 
4. Um caboclo dizln: "Pura conhecer o valor 
de um cristão, núo olho o que ele faz dentro da 
Igreja, mas sim o que faz fora dela". Concorda 
com ele? Sim ou não? Por que? 
5. Alguns leigos uchum que u função deles na 
Igreja consiste em ajudar melhor o padre. 
Concorda com isso? Sim ou nüo? Qual deveria 
ser a poslç!io do leigo? 
G. Qual a missão da Igreja no mundo de ho 
je, no bairro onde você vive? 
7. O que vamos 
para ocupar o 
do e ela Igreja? 
Oração Final 
fnzer d· e c o n c r e t o 
nosso lugar dentro mun- 
T.rês Breves Reflexões pa_ra 
quem quiser 
Lo Reflexão 
Antigamente, a Igreja era semelhante a um 
trem. O trem segue a bitola <los Mlhos, cujo rumo 
já estó. trnçudo. Jfavendo carvão ou eletricidide 
o trem chegará. Basta seguir os trilhos. O p_o~u 
entrava no ti-em da Igreja, con[iand,o ma pos1çuo 
certa dos trilhos e aceitava tudo com a maior 
naturalidade. Os bispos e os padres, os chefes 
do trem, nüo precisam conhecer o destino da via­ 
gem. Seu único trabalho era manter a ordem e 
a disciplina dentro do trem, durante a viagem 
Ora, quando numa ·balança todo o peso cai de 
um lado só ambos os lados ficam fora da posi 
• çilo certa. já não dá para balançar. Fica tudo 
parado. A 'Igreja ficou parada. Alguns se acostu 
muram com isso e acham que a balança da Igre 
ia é para iicar assim mesmo: os leigos. a massa 
do puvl), com falta de peso; os bispos e os pa 
dres, um punhado de gente. com excesso de peso 
2.o Reflexão 
Hoje, graças a Deus, os leigos estão retomgn 
do peso. O resultado é que a Igreja começou a 
balançar de novo. Os trilhos estão sendo substi 
tuidos pelo asfalto. O trem transformou-se em. 
caminhão. Já não basta manter a ordem no cu 
minliUo. 
Agora, tem que estudar a estrada e aber 
para onde vai a viagem. Ilá muita cois que de 
ve er feita, muito serviço que deve ser presta 
do: revisão e conserto do mctor, estudar o ma 
pa para não entrar em desvios; cuidar do óleo 
e da gasolina; ficar de olho na estrada para evi 
tar buracos; não perder de vista o objetivo da 
viagem. Todos devem colaborar, pois uloguém 
passou antes por esta pi,trada. .rn 11íio 
basta um mandar, e os outros ficarem quietinhos. 
Um só não dá conta do recado. Está nascendo, 
aos poucos, uma nova disciplina. Ela consiste 
em organizar todas as pessoas que viajam 110 
caminhfLo, para que cada um contribua para o 
bom funcionumento cio mesmo, a fim rle que pos 
sam todos chegar no seu destino e cumprir a sua 
missão. Todos têm que ocupar o seu lugar, S()L u 
coordenação du supervisor do trabalho, que é o 
bispo. 
3.a Heflexão 
A missão do cristão não consiste em obser 
var bem a cliscíplina dentro da Igreja. B o contrário: 
a disciplina dentro da Igreja existe para o cristão 
poder executar bem a sua mi siíl) n,, mundo. A 
Cabeça não existe para u chapéu, mas o chap(m 
para a cabeça. O chapéu muda conforme a mu 
dança da cabeça. Chapéu de criança uúo cubP 
em cnbeça <ie velho. O que não muda. porém, é 
a vontade de se ter sempre a cabeça coberta 
om dius de chuva e de frio. O que não muda é 
a Igreja ter sempre aquela ordem e disciplina 
que são -necessárias para ela poder atingir o ob 
je_(ivo da viagem da fé. 'Tem sentido perder- mui 
to tempo _em discuir corde paramentos, comu 
ulüi.o na mão ou jejum de uma ou três horas, e 
não perceber o:i milhões que passam fome, mor­ 
rem de injustiça, sofrem violência? Qual o objeti 
vo da viagem da fé? Qual ?- Jisciplina que con 
vêm? Qual' a missão dll Igreja no mundo? 
O CAMINHO 
- "Noticiário ·Hcligio,o de Bela Vista" 
EDITOR: Ialdo Pereira 
'OFICINAS 
COMPOSIÇÃO: Nazyb lime Wilson Ga!do Data 
PLGIN,ÇÃO: It.lilio A. de Sou . .ta 
IM P R ESS	Ã O : Li: C. 	D	t & 
ltedação e Administração: Haa Duque de Caxias s/n 
Bela Vista - llato Grosso 
(Composto e Impresso na Gráfica Tribuna da Fronteira) 
1

-HTO 
ela 'tia- ubrl - dne 1 
VIGÁIO. Pe. Haroldo Harri--on • CsSI. 
VIGÁRIO COADJUTOR: Pe. Adriano Franz0i. CSSI 
--~--------------. 
Horario das Missas 
Matriz de Santo Afonso 
Biriamente às l}.oo horas, eeeto os Sábados 
Ounrtn fciru: 
Novena às 16oo horas 
Missa com Novena às 19oo horas 
Domingo • às 7,30 horas e às 19,0o. 
Capela do Espirito Santo 
Qurta- feira 
Missa com novena às 6.30 horas 
Novena às 16.30 horas 
Sábado às l8.oo horas 
Domingo às 18oo horas 
Ministros Extrordinários da Eucaristia: 
São pessoas que, por causa da carencia de Saeer­ 
dotes e tnmanho territorinl Jn Pnr6quiu, receberam tlo 
bispo Diocesano, autorização para distribuir a S»ma. Eu­ 
caristia na Paróquia de Santo Afonso de Bela Mista. 
S ã o o s guintes os m i n i s t r o s d a E u c a r is t i n : 
Irmilo Frnnci,cn Scholl C. S. S. TI. 
lrmà Lucinda Galvão de Cetro 
Irma Angelin 
Irmã Em ,!e Jesus !lati.tu 
Vi]on Nabhan e Raimundo dos Santos 
ES%E PERA COGERERçO 
S MISSAS MÊS BE AGRA 
Capela do .Divino Espirito Santo 
Dia. 3 - Sa.budo - Bastião e Gercy 
Dia 4 - Domingo - Odila e Alberto 
Diu 10 - Saba.do - Adão e Emilia 
Dia 11 - Domingo - Miguel o Faustina 
Dia 17 - Saba.do - Raimundo e Josefa 
Dia 18 • Domingo - Hideck e Leida 
Dia 24- Saba.do - • Pedro e Amparo 
Dia 25 - Domingo - Bastião <-' Gercy 
1 ° - Eseola de Dkigentes 
2 - Jioru Sunla o Viu Sacra 
e 4 - Quermesse 
- Reunião dos Joveus - 15:00 horas 
« Vocacional - 16:00 «. 
» Legião de Maria 16:30 « 
Dia 4 - Missa em Nunca Te Ví 
Culto - Caracol - Agua Doce 
Cancha - DamaquG 
Dla 5 - Reunião dos Coroinhas 
« do MFC - Grupo 1 
Dia 6 - Reunião do MFC - Grupo 2 
Diu 7 - « do » - Grupo 3 
Reunião dos Coordenadores de Setores 
Novena 
Dia 8 - Formação contiriwl dos Padres 
Escola de Dirigentes 
Diu D - Retiro dos Puclres 
Via Sacra 
Dia 10 - 15:00 horas - Reunião dos Jovens 
16:30 horas - Reunião da Legião de Mariv 
Curacól 
Dia 11 - llissa em Agua Doce Dom. tle Ramo;; 
Cultoe Procissão Caracol - Cancha 
Nunca Te Vi e Damaquê 
Diu 12 - Reunião do Subsecretariado do Cur­ 
silho - Reunião dos Coroinhas 
Via Sacra na Cancha 
Dia 13 - Reunião da Equipe Central do MFC. 
(Avaliação do C. de 
1oivos 
Via acra na Cancha 
Diu 15 - Quinta-foira Santa - Adoração até 
meia Noite - Via Sacra na Cancha 
Dia 1!:I - Sexta-feira Santa - Via Sacro nas 
Capelas - Visitas ao Santissimo 
Dia 18 - llissa em Caracol - Pascoa 
Culto - unca Te Vi - Agua Doce 
Cancha - Dama.quê 
Dia Hl - Reuniãc, dos Coroinhas 
Dia 20 • Reunião da Equipe Central da Paro­ 
quia 
Dia 
Din 
Diu :J 
(( 3 
Matriz de Santo Afonso 
Diu 4 - Domingo - João e Nazir 
Dia 11 - Domingo Antonio e Nair 
Dia 18 - Doaiiugo • - Genil e Enoly 
Dia 25 • Domingo - Jerci e Solomé 
Dia 21 - ovenus 
Dia 22 Ultreia 
Dia 23 - Curso de Batismo 
Dia 24 - 15:00 h/ Reunião dos Jovens - 16:30 
Legião de Maria 
Dia 25 llissa DI Cancha e cultos nas ou- 
tras Capelas - Batizados 
Dia 28 - Reunião dos Coordenadores de Se- 
tores - Novenas. 
Dia 29 . 
Escola de Dirigentes - Tratar: UI- 
treia interparoquial). 
•

IL i-ta, Mt 0101/7 
Crônica 
Alte vir Alencar 
Sempre tive grande 
admiração a esses advo­ 
gados que se metem 
pelo luterlor, anos a 
fio, no mister honroso 
di:, sua profissão. Mui­ 
tos deles, mui saldos 
da Faculdude, ubauáo­ 
num ns cupltnls, as ci­ 
dades grandes e ainda 
as oportunidades que elas 
lhes oferecem nu uova 
carreira, passam u per­ 
correr as mais longin­ 
quas cidadezinhas do 
sertlo, sofl endo a agres 
slvldacle do meio, expe­ 
rimentando o descon­ 
forto,· passando priva­ 
ções, esquecidos de seus 
companheiros de estu­ 
dos superiores de seus 
familiares. .- 1 g u n s, 
depois dessa peregrina­ 
ção ao longo dos cami­ 
nhos e dos anos, retor­ 
nam às origens. Outros, 
ali se deixam ficar p/ 
o resto da vida ... u­ 
ma vida obscura, isola­ 
da, amargando a "nos­ 
talgia das distancias". 
O advogado que se 
fixa nas vilas, povoados 
e aldeias perdidas nos 
confins do sertão, faz 
votos da mais absoluta 
abnegação e de extre­ 
ma humildade. Geral­ 
mente e estiolam, en­ 
velhecendo antes do 
tempo, perdidos na imen 
sido do Brasil Virgem, 
presos que ficaram à 
área de seu trabalho, 
embrutecendo-se no con­ 
viveo demorado com a 
rusticidade do cumpo e 
com a santa ignorância 
do sertanejo. 
Há poucos dias fiz 
referência aqui a um 
desses " apóstolos da 
Justiça ": QUINTlNHO 
CUNHA. Ele viveu num 
constante vai-e-vem en­ 
tre o sertão e o mar, 
andarilho, peregrino. 
Foi poeta de nomeada, 
e o ter sido, garantiu­ 
lhe fama que ainda per- 
durn, não só nas pági­ 
nas palpitantes dos Ji­ 
Vl'ClS que escreveu, co­ 
mo também no coraçílo 
do povo cearense. Ora. 
dor ele longos recursos, 
dono de uma versnlillda 
de Impressionante e Im­ 
pressionadora, improvi­ 
sador, cheio de magne­ 
tismo pessoal e de uma 
flexibilidade expresslo­ 
nal rar, profundo co­ 
nhecedor da jurispru­ 
dência e de toda uma 
vasta bibliografia jurí­ 
rlica, psicólO!!O, boêmio 
e . . . seresteiro. NAo 
obstante a viJa desre­ 
grada que levou (casou­ 
se quatro vezes e OLto 
foi feliz em uma só 
destas experiências), pus 
sou a figurar entre os 
melhnres causidlcos de 
sua évoca. Transitava 
livremênte do cível ao 
crime. Dava preferencia 
à criminalistica. Provi­ 
sionado de muitos fo­ 
ros. defensor dos mais 
terríveis facinoras, "Pa­ 
drinho rios Celerados" 
defendeu criminosos in- 
• defensú veis e abraçava 
p/ vencer, causas on­ 
de outro não encuntra­ 
rin jurisprudência de a­ 
poio. Estava em toda 
parte onde houvesse li!:· 
sassinos e algum dinhei­ 
ro: no norte (nos Iohu­ 
ruuns), no Sul (na Cha­ 
padas do Araripe), no 
alto sertão, nos vilare­ 
jos do litoral, sempre 
dentro dos limites geo­ 
gráficos de sua terra, 
o Ceará. Em seu natu- 
ral exagero o povo afir 
mava que " o Doutor 
Quintinho Cunha nunca 
perdeu uma causa ••. 
Feliz o u infelizmente, 
isto não é . verdade. Ele 
perdeu algumas delas: 
era humano e, por isto 
mesmo, falível. Quero 
dizer: nlo foi ímpar, 
foi dos melhores. Per­ 
deu lgumus contendas 
judiciárias porque, corno 
j:i expliquei, costumava 
esposar questões onde 
não havia jurisprudên­ 
cia. Elevou por vàrlus 
vezes, uA voz de es­ 
tcntor eu1 defesa de us­ 
suslnos j{l condenados 
pela brutolidude dos pró 
prios crimes, homicidas 
monstruosos, absoluta­ 
mente revoltantes. Co­ 
mo ó nutnral, defendeu 
réus de patrocínio fácil, 
promotores sem veemcn­ 
cia, juizes sem· autorifa­ 
de, jurado sem motiva­ 
ção nPm ,1iscernlmento. 
Entre o sério E· o burles 
co, participou de lnteres 
suutes julgamentos. 
llrncion11rel aqui dois 
casos. Dois, apenas: 
Em 10-15. em Ja­ 
gcaribe, QUINT!NO de­ 
fendeu um fnmigerudo 
homicida de nome João 
Vital, alcunhado "Vaca 
Braba". Esse elemento, 
de péssimo antecedentes 
era assassino nuto, tipo 
asqueroso, lombrosiano, 
portador realmente de 
urna tara congr-nita. E 
o que era pior: odiado 
pela população da re­ 
gião por sua impulsão 
irresislivPl p/ o r.rime. 
Já havia cometi­ 
do muitos outros cri­ 
mes da mesma natureza 
em Mossoró. Em Jagua­ 
ribe estavu sendo sub­ 
metido a julgamento por 
homicídio praticado de 
modo crnef e búrlluro, 
requintado e revoltante, 
a feira daquela cidade. 
deferindo vinte e 
tantas facadas num po­ 
l.Jre aleijado ln:!efe,w. 
sob as Vl!-.las do povo. 
QUJNTJNO dt>fendera, i➔
to é, sustentara durante 
quatro horai;, a tese de 
violenta emoção, insis­ 
tindo no detalhe de que 
seu constituinte, <:on,o 
bom rilho, matou p, ma­ 
tar a fome que devora­ 
va sua santa mãe r a 
mãe dele Vaca Braba]: 
dizendo que a velhinha 
arrastava uma c•·uz ele 
indizíveis sofrimentos ao 
longo da vida, e já es­ 
tava com oiteuta anos. 
era uma desgrvçade la­ 
vadeira, viúva, tubercu­ 
losa, etc e tal. Conclu­ 
são: o réu foi absolvido 
e aiu da sala rio jurí 
debaixo de uma c:omo­ 
vedora e estrondosa nl 
va de palmas .. . dos 
jurados, promotor e s­ 
sistentes. 
Terminada essa ses­ 
são do juri o poeta 
QUINTJNO esta 'a to­ 
mundo u m u cerveja. 
bem geladinha (u m a 
loura suada, corno ele 
dizia) num bar das pru­ 
ximidarles, quando o juiz, 
aproximando-se respei­ 
tosamente, tomou lugar 
à mesa. Emocionado e 
com o s olhos rasos 
Rua 
Jardim 
BIUL 
de Leontina do Prado Ferreira 
Produtos alimenticios cm geral, bebidas, 
latarias em geral 
13 de junho 
co 
3s0 
molhados I 
Mato Grosso 
d'aunu, disse: Oout+r 
QUINHINO CUNHA, e­ 
tou profuudatuete sen­ 
sibilizado com quele 
caso. Estou impressio­ 
nado mesmo. O réu foi 
solto.. mas eu queria 
amparut, uju lar a po­ 
bre mezinha dele... 
onde ela mora, Douto 
Eu sei lá se 
aquele ,-:em - vergonha 
tem nrüc rnpnz! 
"Penso que a le­ 
mnocraciu seja um siste­ 
ma que parte do pres­ 
suposto de que ninguém 
possni uma verdade. A 
v1àu democrática vive 
do coufronto, isto é ria 
possibilidade de ter-se 
sobre vários problemas, 
dE-srle os lernufi políticos 
gerais aos temas coere 
tos que interessam :i 
vida do país, uma ati'll· 
de modéstia e humil­ 
dade, reconhecendo que 
ninguém pode sentir-se 
depositário da 'erdudtc> ... 
O mesmo direi sobre o 
conceito de honestilade 
àe um homem público. 
Tanto que devo coufcs­ 
sr a humilhação que 
experimentei quando 
muitos ressaltaram a 
minha presumivel hones 
tidade. Para mim e pu­ 
ra todos nós, homeIs 
de Partidos, pareceu-me 
humilhante, realmente 
iucômoda, n importâul'iu 
que atribuíram a este 
foto que ucredito seia 
caracteristico de uma 
grande parte da classe 
polilica italiana. Ioc!usi­ 
ve porque conbecend•1 
bem as limitações du 
minha inteligência, não 
gostaria que a minha 
presumivel honestidade 
fosse confundida ou ex­ 
plic::da como a maior 
dessas minhas limita­ 
ções." - (,Jfi) 
(Palavras do Deputado 
Benigno Zuccagnini 
Parlamento Italiano) 
MINERllÇIÍO BODOQUENI lTD 
"Produtor do (alcãreo Bodoquena
11 
km 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
1 
Escritorio em Jardim - venida Duque de Caxias (a lado do Hotel Oiente) Cai. Postal 8

-----------------------------~-------·------- 	l".•:.1 11 !)(, 
osso IeP 
-----~ ---~-- 
A V 
l'alavrn 
e:nirlade. 
de Amor ó idade. 
Foi da palavra t­ 
cuda de luz que lluurh1- 
Nüo d(•i;preZfti a pa- J"l I t te, pelos ia os ma IJI'• 
lavra de Amor e Frater 
Si d Oesmatas, llesoca, ncu1es e Te
1
rnolmauem. 
firn lamele til:h t itie1 
I.Ir o» o S1. 'Ihlle [snt!r Is mo o:lo R.» Mi 
bel Vi.-ta 
Mato Groo 
de Theobaldo Amaral 
Lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo 
IJor:-acbaria - 13alanccamcnto de Rodas 
Huu Conde dr Porto Alegre s,'n 
Bela Vlstn 	1lato Gros!!o 
1RI8 II II HBIIA 
Furuln<lo em 25/02/ 72 
Editor - Chefe • .J,,,,IJ,, /Jaârn 
Gerente - iilsen iloa }antes 
0%1€)AS 
Chafe - dtnicte dtdair 
Paginaç5o • .!).lilh• dl. .S,·u,,1 
Impressão • .fuiz Carl,•s !J)~clé 
Composição - agi G'azime N'ilsen ô. 'puta 
Luiz Goulart 
noq o couselho que te 
tornou o vitorioso sobre 
us fraquezas do instinto. 
Pela palavra, trans­ 
ruile ureto u filhos e 
amigos. Pela palavra. 
teus olhos se iluminu­ 
raru com us letras do 
Evangelho e pudeslt> 
Ler e compreender a 
~lensagem redentora, 
desde que, em criança, 
o carlullo da professora 
chamou tua atenção p/ 
us letras e p/ us palu­ 
vras du Cartilbu. 
Ninguém. por Isso 
pode desprestigiar a pala 
v r a daqueles q u e 
orientam, daqm•les que 
divulgam o Amor e n Paz. 
Nilo Leste, por aca­ 
so, o Evnogrlho q11e, 
com palavras orientou 
teue passos no relo ca­ 
minho que segues ? 
ão leste ou não 
ouviste, as palavras de 
Jez-us que ordenam: 
"Ide o Pregai"? 
Tenho diante de 
mim as Escrituras Sa­ 
gradas. 
: ju
1gar pt-lo con­ 
ceito dos indiferente 
à bou palavra. queimar: 
se-ia a kibliu, queimar­ 
se-iu o Evangelho de 
JeSU": ... 
Sã{) palavras. As 
mesmas palavras que 
respeitamos· e divulga­ 
mos. As mesmas que 
alimentam minha alma. 
Departrunonto de C'irculaçiio 
era Lucia Dutrn e Cri,tó, ão Hum os 
Uepartnmento de Cobruoçus 
E<ler Hihciro 
Colaboradores 
José Joaquim Ferreira outo, 
Dr. Haroldo Medeiros, Ioita ltosa Gomes, José Glauey Flo­ 
«·•· J. Hdrry 
Diretor Responsável - holde B?reira 
TRIBUNA DA FRONTEIRA é uma pub'lição da Emprea 
Gráfica Tribuna da Fronteira. 
• IE. III±to! 1 IL 1SI 
Diretora - Maria E-tela Vela-quez Pereira 
ledaco, Administração e Oficinas- lua Duque de 
Caia- >-n Bela Mista - Mato Gro-+o 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados no represcn 
tami o ponto de vista do jornal, podendo até er contrária 
a este, A opinião do jornal, acha-c expressa nos Editoriais 
e nos comentários nào assinados 
ao descubro nelas 
menos valor do que no 
Pão que alimenta meu 
corpo. 
Pe!o co::itró.rio, o 
que me leva a busar 
Honestamente o Püo de 
totlos os dias, süo as 
pala vras orientadorus 
que li e ouvi dos textos 
e dos lábios tocados de 
{mor. 
into, como a Ca­ 
ridade maior, aquela 
que nasce da palavra 
que ensina, orienta e 
conforta. 
Repito: Palavra de 
Amor é Carir!ade. 
RÓSCO O 
ARIE5 2113 u 20/4 
o exija o impossível de ninguém, pois to 
dos podem fa7.er ,:;l)mcutc aquilo que (• humano. 
Portauto é lJom niio pedir dcnwfs. 
TOURO 21 4 a 2015 
Respeite a opinião aa pessoa amada 
conforme os seu. planos uo pense 
GEMEOS 2115 a 2016 
Nilo pense tanto cm "pecados" e prolbiçõeti, poi,; 
tudo li- ·o não serve para emlquecer o seu da a 
dia. 
e turlo ,mirá 
cm 11egócios. 
CANCER 21 6 a 20/7 
Domine o uervosismo e dc•monstre maior 
capacidade de controle. Talvez seja isso que u 
pessoa amada e pera de você. 
LEÃO 21/7 a 20/8 
Jdie os seus planos de viagem em beneficio 
da pessoa amada. Isto pode resultar cm mais 
burmonia. 
VIRGEM 21, 8 a 20, 9 
Aguarde noticias de pessoas influentes e que 
estão ctispostas a ajudá-lo em seus problemas 
pessoais. 
LIBRA 21/9 a 20,'10 
Planeje com muito cuidado a sua próxima sema 
na. pois é preciso render bem mais do que a pas 
sada. 
ESCORPIÃO 21. 10 a 20/11 
Pen e na beleza de um silêncio feito de cal 
ma e sem mentiras. Cheio de ternura em ama­ 
nhã 
SAGITÁRIO 21/11 a 20/12 
Procure encontrar termos certos para definir 
a sua incerteza ou sua felicidade. Para tudo e­ 
xiste a palavri1. certa. Pense nisso. 
CAPRICÓRNIO 21112 a 20, 1 
Não pregue moral, sem ter muita certezo do 
que estiver ralando. Dia neutro para o amor. 
AQUÁRIO 21/1 a 20/2 
Aproveite a beleza do dia sem tentar Iiloso 
fur. eja feliz e evite arrependimentos. 
PEIXES 21/2 a 20, 3 
Não use jamais o dedo em riste, pois essa 
atitude demonstra apenas i.,.norância e não au- 
toridade. • "' 
PREÇO DESTE - EXEMPLlR 
CR$ 2,00 
r Calçados para senhoras, cavalheiros, crianças, artigos esportivos você encontra 
Artigos para montarias em geral malas, botas, etc. 
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na 
'1 
(

I«la ira. Mi 0o/76 
Justiça 
-------·---- 
------------------·- 
PRISÃO 
.JuHtumente no mo 
mento em que jurlHtas, 
que compõe u Cornls;;ão 
de Reviso do projeto 
tio reforma do Código 
fie Processo Penal, tro.­ 
mltnndo atualmente nu 
Càmum dos Deputados, 
exclulrum n prisão i,ro­ 
visórla que nela se ,:on­ 
sagrava, procurando dar 
ao Ministério Público 
competência p/ decreté­ 
la; na prlmelrn Confe­ 
r8ncln Nnclonni dos rs. 
Secretários de Seguran­ 
ça. recentemente reali­ 
zada em Brnsilia L<'gl­ 
tou-se dn instltuiçllo da 
prisão cnutelur, ou sejn, 
ela detenção de ,mspei­ 
tos pi avoriguações, de­ 
cretndn por delegado de 
1iollcia, sem prévia au­ 
torização do Juiz, até 
que seja julgado o pe­ 
dlro de prisão preventi­ 
va. 
propoetu, j fl que vem 
restringir a llberdudc 
individual, assegurada 
ra Constituição Federal 
e, ainda, na declarnção 
Universal dos Direitos 
1-IumanoR, a que o 
Brasil aderiu em HJ-18. 
Do parte Isso, é 
necessério considerar­ 
se, r:onforme acentuou o 
Doutor Raimundo Candl­ 
do, Professor de Direi 
to Penal; Processual 
e Sistemas Penitenciá• 
rios. n a UnlvE1rsi1iade 
Federul de Minas Gerais. 
«Admitida a priFiio 
cautelar, qualquer sus­ 
peita levará o policial 
11 prender uma pessoa, 
sem dar satisfuçllo h. nin­ 
guém. Essa prisão é pe­ 
rigosa, " obretudo em 
Fase do Cárater Extre­ 
mamente ubjetivo do 
Critério Vnloralivo de 
I preposição vem <ua necessidade». 
de encoutro ao § 12, 
do art 153, da vigente 
Constitutçllo Federal, já A propósito do ns­ 
que referido dispo illvo sunto, 
0 
Wnistro Allo- 
constitucional somente 
udmite p1·isõe em fia- mar Baleeiro, Ex-Presi- 
grnnte delito ou por or- dente do Supremo Tri­ 
dom e crlta de uulorí- 
dode competente, o bunal FPdernl asseverou 
Juiz. 	que: 
É, portanto, in- «Niio se pode dur 
coni:lilucional a referida aos delegados de po- 
Jicia «Um Ci.Jeque em 
ílranro» ... 
O jurista Serrano 
eves, d e sua parle. 
ufl!'TUOU qw,; 
«O s 'ecreliíríos 
de Segurança esquece­ 
ram-se de que o Cód!· 
go de processo Pcnul 
tem vtgê,rnln em todo o 
território n:1cional e 11/lo 
apenas nas grandes 
capital . Isto 11ignifica 
que no Interior do País, 
nos sertões onde ainda 
!mpera o coronelismo e 
polilicuf{em, as pri-õrs 
poderilo ocorrer p o r 
simples suspeição, sem 
qualquer prova». 
Sob vários outros 
aspectos potll• !H'r rle· 
111011s
1
.rado a in'lahili - 
du de da atoção da 
prisão cautelar propos­ 
ta na confe1êncla Xu­ 
eiona! dos Srs. Secretá­ 
rios de Segurança. 
Cabundo-rros, co- 
;G"S r > 
* (asa Pecuarista Ltda i 
i 	ã 
f Produtos Veterinários e Agrícolas, Ferragens. Yf 
} Artigos de Montaria e Materiais de Construção f 
$ c. 	} 
*,' Av. Duque do Caxias, 606 X 
*-'. 	, x 
e. P. 2 - Fone: 157 Jur,1im ,ílC:[. X 
W?5,2.sr 9:±6 - --o.. %± 
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Avenida Visconde de Taunay E quina FloriJ. 
no Peixoto 
Perto do Oanco do Orn•il 
Guia Lopes da Laguna 
mo dever defender 1 
ordem juri•lírn ,. a Cons 
lilulç:io d Ieptblica 
pugnar pela bo aplica­ 
çáo das leis e ráptda 
adminuistração da justiça, 
e contribuir p o aper­ 
feiçoamento dus insti­ 
tuleões jurídicas, uiio 
podemos deixar de no 
coloca rrno.~ c:011 tra a ado 
ção da medida propost, 
já que a institucionali­ 
zação dessa prisão cat!­ 
telar iuportaria em e­ 
normne retrocesso no 
se relaciona com u a­ 
mntía dos direitos indi­ 
vid11ais. 
AciC'!ll/1 ü,. os Íl!S· 
litutofl d a prisúo t>r11 
flagraute delito e o da 
pris:io prt!verrtlva. con­ 
siguudos do Código de 
Processo Penal, garun­ 
tem os melos ulicien­ 
tes p q u e policia 
cumpra sua missão. 
:il t. 
SERRARIA CASTELO 
Compra de Madeira 
Bruta, Venda de 
madeira Serrada 
Antonio João - ilt. 
De Antonio Remo Penzo 
7 
~ 
f 
l 
.........:..~ ~ -- j 
Dr. ,JOILCE de ,fLÚ,JO 
Pre!l. O,rl-f'vrumbá 
* O gru ode grito: 
«a Imprensa não J1-1nça 
qualqurr mensagem oti­ 
mista. Só pega o pessi­ 
mismo». Não sei oão. 
mas em terra de cego 
quem tem um dtio po­ 
de ser fuzilado... Pelo 
jei1u tem geule cor,fun­ 
dindo «Nabueodonosor 
com trabuco r:u boca 
do senhor» . 
·':--ão pedimo:: de­ 
rnab, pleiteando sejurn 
assegurados à Imprense 
condições necessárias 
ao cuwpriu,eato de sua 
missão social, que é 
de informar, discutir e 
esclarecer". (A. B. l) 
CIJBL 
REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: 1 de Maio - 563 	Jardim - M::ito Grosso

TRIBONll Dll FRONTEIRll 
Orio Independente a Serviço da leio" 
.'l'I'. -- OI ll 1,,-,1·, --· N" ~0:1 Ano V -- llcla ViHla -- ., 
MIIS 
DEPUTIDD 
ENFOQ E 
DE) (FI so 
orna 
IVERS/RIOS 
D111 27 pp. Kóslnho em uma linda festa 
estilo campestre recebe u os umigos, Seus pais, 
Kóslo e Maria, numa alta demonslruçilo de etique­ 
ta e bom gosto deram à festa o nome de "Festa 
do Boiadeiro", nu Fazenda Marilándia. Diversas 
senhoritas e garo!tas vestiram o estilo Camponesu. 
Os nmlgos de Késinho o traje Boiadeiro. A de­ 
curuçüo em estilo próprio, h lodos encantou. 
Dia 26 - Telmn Regina Outra 
« 29 - Edson w .. iill'y Aquino de Souza 
Aos aniversariantes os nossos parubens. 
Clube de nossa cidade teve na 
G·a feira pp. mais um dos seus agradáveis jantar 
reslivu. Com a presença dos rotorianos e ras. e 
de luúmeros convidados transcorreu uma noitnda 
agradével. 
zorra 
O Belavistense Ambrósio Alem. formado 
pelo Centro PrPfissional de Cniabá em euferma­ 
gem Obstetriciu e Perllutria, após muito tempo 
voltou a visitar suu Terra 'atai. 
Vitória 
O jovem dr. Paulo H. de Castro Pinto, '10 
dia 1 p. saiu-se vitorioso em Tres Lagoas na 
defesa que fez ao Réu Edmundot Alves de Oliveira 
incurso nas sançõe:;: do artigo 121 do Cod. Peal 
com a votação dE> 5 a 2. Parubeus 
cnssacõEs: 
LYSâNEIIS 
Brasília.- o Presi­ 
deute da Repúblicn, ou­ 
vido o Conselho de 
Segurallc;.a Nucíonul, cus 
Aou O mandato purla­ 
mentar do rlepututlo Ly­ 
sanes Maciel (DBR.D). 
+u8pendendo seus di- 
11-5 PEGft 
MACIEL 
reitos políticos por dez 
0110 .. 
O anúncio da Cf •• 
ação foi feito pelo us­ 
sessor de imprensa da 
Presidência da Rupbli­ 
ca. Humberto Barreto, 
rom a seguinte nota. 
NFORMES 
ESPECIAIS 
o prefeito Castro Pinto recebeu do clepula­ 
tado Nelson Ramos, presidente da ;s,;ombléla Le­ 
glslntl va, carta ugradecendo a acolhida que teve 
em nossa cidade por ocasião da Instalação do Go 
vemo do Estu,lo. 
s	i· 
Também. o Desembargador Domingos Sa­ 
vio füandão enviou telegrama ao noRso prefeito 
agradecendo as amabilidades e gentllezas rece­ 
bidas em nossa cidade. 
O artigo publicado na edição anterior. 
lnlltulado "Um breve comentário" repercutiu " ... 
e muito. Parece que tem gente confundindo .. "Na 
bucodonozor com trabuco na boca do senhor . 
. . • -)';(-i)!I(; - • •• .. 
3E±0; 	E o prefeito de Porto Murtinho, Idelfonso 
Soures da ilva, vem administrando o mumclpto 
PIS E MESTRES 	com mullu seriedade e abnegação. Pai ece que 
Di 29 pp. no GPR às 19:30 hs. realizou- e ele. colocou a "casa em ordem" e agora partirá 
a t·ª Reunião de Pais e Mestes. a referida reu- . parn as reallzaçoes. 
niio houve votação para u escolha cio Pre ldenle .-----------------------. 
ela ,ssoelnçiio. [:'oi eleito o r. dr. Hélio Lourairo. 
l'rnsldiu os trnballos a Inteligente professora 8Gi!es no Clube Esportivo Be!avister.s~ 
Odeie Paes ele Barros. Esperamos e acreditamos 
nesta ARsocinção, poi& proporcionará maiores es- Dia 17 - Baile da Aleluia 
clurecime11tos na formnçüo do Educando de nos a 
1 Dia 1/5 - Promoção Estudantl 
Cidncle. 
'l'ambem foi oferecido aos presentes uma Dia a ·s . Promoção Estudantil 
peça Teatral de fundamento hi tórlco, sob a o- 
rie11tnçüo do d!nllmico Adão Carlos. 
R10 (ANDA) - O CJP 
revelou o primeiro au­ 
mentv de envergadura, 
concedido este ano à 
indústria automobilisti 
ca, encabeçando os mo­ 
delos Volksvogen, AIIa 
Romeo e os caminhões 
FNM, CANTA VAfiI e 
MERCEDES BENZ. Hoje 
o CIP anuncia ns rea­ 
justes para outras mar­ 
cas de automóveis. 
Assim é que a Bra­ 
silla teve um reajuste 
RECINTO LINCHES 
O ponto de encontro da Sociedade murtlnhense 
Rua Dr: Correu 562 
Porto 1lurlinho 
Mato Grosso 
O presidente da 
Itepúblic<.1, uu ... lnc!o o 
Conselho de Segurança 
Nacional, ass lnou de 
ereto cassando o Ian­ 
dato eletivo do dep 
federal Lslneas Maciel 
e suspendendo-Ih os 
direitos politicos por 
dez anos. 
Na sessão da Cama­ 
ru dos Deputados, rea­ 
lizarla no dia 30 de 
rnnl'ÇO re,!em-filldo, o 
<;Jluclo ex-parlamentar - 
cuja atuação, dentro e 
fora do Congresso, sem­ 
pre se caracterizou pe­ 
la contestação à revo­ 
lução- proferiu violen­ 
to discurso; repelindo 
graves ofensas ao gq­ 
veroo e ao regime 
vlgente". 
Carta a Redação 
Prezado Senhor: 
Tenho u grata satls­ 
façilo de lhe comunicar 
que, P.Pl eleição realiza­ 
da ontem 16/03/7G, fui 
escolhido pelos nobres 
pares para lídP.r da Ban 
cada d o lovlmento 
Democrátlr:o Brasileiro 
bem como para Vice 
Líder o deputado Cléo­ 
menes Nunes da Cunha. 
Atenciosamente 
Dep. Carlos Bezzerra 
Líder du Bancada do 
f. D. B. 
ÇO 
de 9.54 %: a Variant. 
9,37 %; o Sedan-1.300, 
9,43%; o Sedua-1300-L. 
9,39% e Sedan 1600, 
9,29%. A "Kombi" só a 
partir rle 1!! de junho 
sofrerá um acréscimo 
de 6,60%. O Alia Ro­ 
meo modelo 2.300 foi 
reajustado 7,79%. Os 
caminhões FN-180 em 
5,83%; FNM-810 em 
4,58%; o Scania Vabís 
L 110 em 10.19%; o 
LS-110 em 10,71% o LT· 
110 em 8,57%; e LK-140 
em 13.06%; o B-110 em 
1 t,86% e o B-115 em 
11,22%. Os Mercedes 
Henz sofreram um acres 
cimo que vão de 10,62% 
a 19,94%. 
' 
RECEBEMOS- FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 
Façam Seus Pedidos na: GRlflCfl TRIBUNA OI fRONTflRI 
r 
1 
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