"SÓ NÃO HÁ RDfl 
o 
' 
ANO V 
Redação Oficlua e Admini tração 
Rua Duque de Caxias /N 
Rela Vista. 18 ele Abrll de 1 fl71i Semauárlo N 20.5 
FUNDAD0R E DIRETOR RESP0NSAVEL: - IALDO PEREIA 
Durante mais de 15 
dias, o agente do DE­ 
OP de ão Paulo per­ 
correram aproximuda­ 
mente dez mil quilôme­ 
tros entre os Estudos ne 
São Paulo, Goiás, i!inas 
Gerais, Paraná e Mato 
Grosso, além do Paru­ 
guai, utilizando aviões e 
automóveis. Finalmente, 
o~ 3ti policiai que parli­ 
eiparam da "Operação 
Guto", já estão na Capi­ 
tal paulista, e com a 
m1ssiío cumprida, puís 
Guto está vivo, sem ser 
11:-ces úrio o pagamento 
do re gate de quatro 
milhões de cruzeiros. O 
delegado Sergio Fleury, 
que comandou a opera­ 
ao, afirmou que os se­ 
questradores foram pre- 
6os em Bela Vista. Eles 
sao elson, Carlos. Wil­ 
son, Lenir, Elias e Zizi, 
Que se suicidou no quar­ 
tel do 10'! Regimento ele 
Cavalaria, de Bela Vista 
em Mato Grosso, momen, 
tos antes de ser removi­ 
da para São Puulo. Ela 
Pediu para tomar banho 
e trocar de roupa. Um 
policial ficou vigiando, 
Junto à porta, d0 lado 
~e fora. Passados alguns 
nstames, preocupou-se 
Sgm o barulho que ou- 
., }.ª· Chamou o delegado 
demar Magalhães e 
abriram a porta. Ela es­ 
ava dependurada no ca 
no do chuveiro, enforca- 
da com a blusa que lhe 
foi entregue pela Policia. 
Desceram-na, um mérti­ 
co foi chamado às pres­ 
sa , tentaram fazer mas­ 
sagem, mns niio ndiun­ 
tou. Já eslavo morta. 
PRIMEIRO 
PRESO 
"Eu ncho que a Zizi 
é meia louca.· PNle até 
niío ser, mas que é e­ 
rigosa é. Ela queria ma­ 
tar o garoto de todo o 
jeito, nos últimos dia;;, 
e foi eu quer:i não dei­ 
xei. Cheguei até a bri­ 
gar com ela por cansa 
disso". Algemado, senta­ 
do numa cadeira llO fun­ 
do do salão principal da 
Secretaria de Seguran­ 
ça Publica de São Pau­ 
to. blusa azul de malha 
suju, camisa branca to­ 
talmente empoeirada, 
calça vermelha, Elias 
Kitfoury é apresentado 
pelo secretário Erasmo 
Dias aos familiares de 
"Guto", reunldus no sa­ 
guão: "Olha só o bandi­ 
do". Em voz baixa, Eli· 
as defende-se. Entrou na 
história só nos últimos 
dias, quando foi encarre 
gado pelo irmüc Nelson 
de tomar conta aa crian 
a, até então apenas cuidada 
por "Zizl". Elias não sa­ 
bia que "Zizi" estava 
morta, e vai contanrlo 
que eln. queria matar o 
garoto estava mui­ 
to enraivecida". 
Ele e "Zizi' esta­ 
vam no rancho da fa­ 
zenda Dom Bosco. en 
Maracajú, às 4 oras tia 
madrugada de quartn­ 
feiru, quando chegurao 
quatro policiais. "Guto" 
dormia s:ibre uma mesa 
velha, coberta por um 
encerado, agasalbndo 
com um cobertor e pro- 
tegido cios mosquito 
por uma especie de gai- 
ola <lEI te!&.. • 
"Eu me entreguei 
logo quando eles disse­ 
rum qne eram da Poli­ 
cia, mas Zizi resistiu e 
comecou a gritar, até 
que Jbr, calaram a bÕca' 
- r.ontinua a voz com 
.ucentuauo sotaque cai­ 
pira. "Quando cheguei 
na delegacia de Bela 
Vista, meus irmãos e 
meu prio Lenir Acosta 
estavam lá, "presos. Ai 
um policial atirou no 
meu irm:1o algemado, fe 
rindo-o a perna. De­ 
pois, eu ouvi Zízi gritar 
dentro da prisão e ou­ 
vi cli.zer que ele, estava 
muito mal ele vida". 
Sua história não di­ 
fere das outras: Nelson 
e "Zizi" planejaram ') 
sequestro. "O dinheiro 
seria pata sairmos da 
miséria em que a firma 
Aokl nos deixou, inclu- 
sive passando [ome. 
Meu irmão Ne!s. n, des­ 
de que foi acionado há 
quatro uuos pela .'Jki 
S. A. e perdeu udo o 
que tiaba. inclusive I,os­ 
sa úicu herança, uma 
ruzenda de 820 alquei­ 
res, 110 &ui dP ~-íuto 
Grosso. só pensava em 
se Yinrrar cio· fumiliu 
um dr. 
Registrando 
"Zizi" era muito in­ 
teligente e disse a meus 
irmãos que ela seques­ 
traria o garoto em Dra­ 
cena, nem que tivesse 
trahullrnr um uno como 
empregada. O garoto 
comigo. só dizia qve 
queria voltar para Dra­ 
c•e1ia e i!U o vigiava 
com uma faca. 
(O Est. de .!nto Grosso) 
0 9/5U350 DEZ CEI5L 
EM CUIAÁ E 
DURADOS (RAG..4) 
4% 
- »- 
Secretaria da Agricultura está 
pescadores (Leia na pag. 7)

Lha Vier M 1/ot76 	Religião 
co 
; . rigol'0llU obBor­ 
vilnclu da 8emuna San­ 
ta sempre foi apanagio 
<le gNações elo brasi 
leiros. 
.s lmugenll r qun­ 
dros de snntos eram 
cobr1rloP. oom pano ro­ 
xo. O lrnbalho l'l'H sus­ 
penso do meio-diu de 
Quinta-feira até o dia 
seguinte no Domingo 
de Póscon. denoml11udo 
segunda-feira de Pas 
quela. Pul't1'am . as mói; 
dos moinhos e o mon­ 
jolos cessuvam o pilar 
OS grillS. 
A Sexta-ft>ira orn 
dia cio grande recolbi­ 
n1t'11lo. o Rilêllt io envol­ 
viu todas as mordias. 
Permaneciam fechadus 
s janelas que ctu vam 
p. a rua. As mulheres 
11io penteavam os ca­ 
belos nem vuniam a 
casn. l,;guém ::antnro­ 
lavu, nem era permitido 
H!Hi0ViOS, 
homens não 
caçadus. 
As rnmilins mais 
piedosas não comiam 
doce e preparavam a­ 
limentos de véspera e 
cada pesso~ trocava seu 
prato de comida com o 
vizinho. O jejum em ri­ 
goros, Além dn carne 
huviu a abstineneia de 
matlleiga e leite por 
causa 
MES 
saiam p/ permanece 
Em c•et·tas regiões 
elo Interior de S , gru­ 
pos religiosos paravam 
em frente das cuus, re­ 
zando pela,; ulmus. 
No súbado, o ale­ 
gre repite cios sinos a­ 
nunciundo a Aleluia, 
era o sinal p, iuieio de 
grandes foguetório, com 
rojões e disparos de es­ 
plngu Idas. ri-, crin nças 
batiam t!ffi lut11s ou nos 
postes de ferre. ~eguin­ 
e malhuel1o de ,Judas 
sob forma de grotescos 
bonecos, npós a leitura 
de testamento. em ver­ 
nos Je pé-quebrado ... 
Alunlmente, os dias 
consagruclo'- u rememo­ 
rar u obra da Hedaçiio 
ria humanidade são, em 
geral, empregados, co­ 
mo tempo de luzer em 
estadias na praia ou 
campo. Houve, assim, 
umu mudança de men­ 
talidade. A idéia de ser­ 
vir a Des, como precei 
tua o Primeiro llun<ia­ 
meuto do Decálogo, es­ 
ta sendo sub lltulrla pela 
preocupação rio prazer. 
e ns manirestações 
ele fervor religioso de 
outrora colam no olvido 
uma tra rllção. contudo, 
na maioria dos lugares 
a procissão do encontro 
reallzudu com a Imagem 
do Bom 
Ros e de N. 'enhora dus 
Dores. 
espada; 
do 
qun l a 
truje 
rosto, 
cujo coração é 
tr,111Rpa!1SUd0 
enterro, 
de 
,Jesus dos Pas- 
e a 
Verônlca, 
,•éu negro e110obrinrto o 
de 
lnullerável, 
por uma 
procissão 
durante a 
em 
luto. com um 
tempos em 
tempos, para e entoa n 
melo:!ia tradicionl, en- 
quanto dt:senrola o pano 
com a efígie ensanguen 
de ,lesus. 
Quem não anuncia 
Vende Quem anun­ 
cia Vende Muito 
Mais. 
Anuncie os seu 
Produtos no Jornal 
Tribuna da Fronteira 
COLUNA ESPIRITA 
SUICIDIO 
No suicidio intencio 
nal, em as atenuantes 
da moléstia ou da 1!!110 
raucia, há que coside 
rar niio 1JÓlllente o pro 
blema da infração antes 
as Leis Divinas, mas 
também o ato de violên 
ela que a cria lura come 
t'il contra si mesma, utra 
vês da premedítação 
mais prc,funda, com re 
morso mais amplo. 
Atormentada de dor, 
a consciência desperta 
no oivel de ,rnmbra a 
que se precipitou, supor 
tando cornpulso1'iarneote 
as companhias que ele 
geu para si própria, pe 
lo tempo lndlSJ•ensável 
à justa renovação. 
r.ontudo, 0i, resulta 
dos não se circunscre 
veru aus fenõmeuos de 
sofrlmenlO i:itímo, por 
que surgem os desequllí 
brios ct'n!!equentes nas 
t!□ergias do corpo espl 
ritual, com lrn positivos 
ele reajuste em exlstlin 
clai; próximas. 
E assim que após de 
terminado tempo de re 
t-ducação, aos círculos 
.de trabalhos fronteiriços 
da Terra, os suicidas 
são habitualmente rein 
ternados no plano car 
uai, em regime de bospi 
talização na cela física, 
que llles reflete as penas 
e angústias na forrua Je 
enfermidades e inibições 
er-nos-á fácil desse 
modo, identificá-lu!I, no 
berço em que repontam, 
entremostrando a expia 
ção a que se acolhsm 
Os que ~e envenena 
ram, conforme os tóxicos 
de que se valeram, re 
scemn trazendo as afec 
ções valvulares, os acha 
ques do aparelho digesti 
vo, as doenças do san 
gue e as âisruuções en 
docrinl<.a;, tanto qua1110 
outros males de etiolo 
ia obseuru, os que i 
ceudiuram a própria car 
ne runnrgum as ag-rurnR 
da Ictlose ou do pêufig'>; 
os que e asfixiaram, se 
ja no leito das aguas ou 
uai; corrt'tiles de gás, e­ 
xibem os processos mór 
bidos das vius resplrató 
rlal:l, como 110 coso do 
enfisema ou dos cistos 
pulmonares; os que ,;e 
enforcarum carreiam 
consigo os dolorosos dis 
túrbioH do sistema uervo 
1,0, como &ejam ais neo 
plasias diversas e a pa 
ralisla cerebral lnfuntil; 
os que estllbaçnrum o 
crilnlo ou deitaram a 
própria cubeça sob ro 
das destruidoras, experl 
mtntnm desarmonias da 
mesma espécie, notada 
mente as que se rtlacio 
nam com o cretfuismo, 
e os que se atiraram de 
grande altura reapare 
cem portanto os padeci­ 
mentos da distrofia mus 
cufar progressiva ou da 
oRteíte difusa. 
Sr-gunrlo o tipo ,1,- ,uicl 
dio, direto ou indireto, sur 
gem as distoniws orgânicas 
derivadas, que corres 
pondero a diversas calamida 
des congênitas, inclusive a 
mutilação e o câncer, a surdn 
e a mudez, a crgueira e o lou 
cura, a representarem terapu 
tia providencial na cura da 
alma. 
Junto de semelhantequa 
dro« de provnção regenerativa, 
funciona a ciência n1édica por 
missionária da redenção, con 
·guindo ajudar e melhorar 
enfermos de conformiducle 
com os créditos morais que 
atingiram ou gundo o mere 
cimento de •1ue di,ponbam. 
Guarda, pois, a existência 
como dom inefável, porque 
teu corpo é ,cmprr- im1rum<'n 
10 di,·ino, para que ride aprcn 
das a crescer para a luz e n 
viver para o nn,or. ante a g.16 
ria de Deu. 
(P i na extraido d a obra d e 	F ra n ci sco 
ido X«i«. "Retirito d· E·ri 
I 
RECEBEMOS. FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 
Façam Seus Pedidos na: GRDFICn TRIBUNll Dll FRDNTEIRI 
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OAB/Ml 951 
ummo - Mt 
Violência gera vio­ 
lêcia. Isto ufio é novi­ 
dade. Ofender é um ato 
puramente animul, e a­ 
sume requeinte varia­ 
díssimos entre os sere11 
humanos. Há os que re­ 
cebem as ofensas com 
aturlidde, muitas ve­ 
zes com um sorriso nus 
lábios. Estes consideram 
a ofen.m como um tee­ 
te à sua capu cidade de 
suportar a lgnorilucia 
alheia e a maldade hu­ 
mana. Outr11s existem 
que explodem com 11 
mesma itensdude da ex­ 
plosão que o feriu. Pou­ 
quíssimos ôUO o estoi­ 
cos que nem sequer to­ 
mam conhecimento do 
golpes desferidos por 
se11s semelimntes e, con­ 
trariando toda as leis 
do sentlmeuto generali­ 
zado, recebem e acolhem 
as agressõPs injustas co 
mo elogios ao seu me­ 
recimento. 
ócrate, de tanto 
sofrer, adquiriu uma pa­ 
ciência sem limites. Xan 
tipa, inconsequente, mu­ 
lher imbecll, irndimentou 
a sereuiclade do [1lnsofo, 
r.nsinando-o, com ua 
burrice, a refrear os lm­ 
pulos. Em delerminaJa 
ocasiáo os [ofoqueircs 
(que já os havia na Gré 
eia Antiga) foram dizer­ 
lhe que um grnpo de ini­ 
migos estava falando 
mal da sua pessoa. Res­ 
pondeu: N.~ illNHA AU­ 
SÊN8IA PODEil ATÉ 
MIE MATAR! 
• Qu:i.ndo o Papa Pau­ 
lo ili contratou Michelan 
gelo Ruonarotti para pin 
tar o ·•Juizo Finar·, • na 
Capela S_fxtina, no Vati­ 
cano, era Mestre de-ieri 
mõni! da Santa Sé o 
Cardeal Biuggio de Ce­ 
sena, um desses tipos 
que se intrometem no 
que não lhes :!iz respei­ 
to. Era exatamente um 
desses que pensam po­ 
der s'egtJThr e erguer du 
as melancii>s com uma 
só mflo. Deu· para .visi­ 
tar diariamente o gran­ 
de pintor em seu atelier 
- que era a própria Ca­ 
pela Sixtlna, -, opinando 
sem ser solicitado, criti­ 
cando o que nãc enten- 
Altevir Alencar 
ilia, perturbando o am­ 
biente, atrapal11undo o 
trabalho em que Buon­ 
rotti canalizava toda a 
sua cap,1clda dP l'l'iadora 
genial. Inúlgnado com 
os nus que se iam jun­ 
tando i1. imensa cr,moo­ 
s!ção, brnrio11 que aqui­ 
lo em uma imoralidade, 
umu falia de respeito 
ao cri,-tiunismo. 
Vingando-se a seu mo 
do. Mlchelunge!r, 13uo11a­ 
rottl retratou, com extra 
ordinária fidelld11Je, Biag 
gio no meio elas figura11 
q u e se e n e o n t r a­ 
vum no Inferno. O r'ar­ 
deal, indignaúistsilTlll. foi 
ar, 'umo Pontiíice e con­ 
t.ou o eu,-o. Encoiar1za­ 
do. mesmo reconllec ... n­ 
do ser impossivel ncon1- 
trar outro pintor à altu­ 
ra de rn.o grande 1arefa. 
pediu ao Papa que cha­ 
masse o urttsta. ordena 
do-lhe a tirá-lo de tão 
vexatória situação. fa!o 
que teria, ao longo rios 
séculos. rr.percussfio tiio 
duradoura quanto pro­ 
funda e negativa para 
i. . 'elirntou aiuda que 
o irreverência do artista 
levaru-o a permanecer 
vestido com tndas as 
paramentas cardinalíci­ 
as, entre uma multidão 
compietaweute nua, coi- 
sa ridícula e deprimente. 
Paulo Ili (que já <·o­ 
nheeia bastante seu Mes 
re-de-erimônia) sorriu 
da ocorn'ncla, pPnLleran­ 
do ntlo lhe ficar bem i­ 
cursionar pelos dominios 
da pintura. pvis nunea 
empunham nem pineel 
1em paleta. 
Ante n. insfslencia 
do Cardeal, disse: "Se 
ele te tivesse colocado 
n grpo das almas do 
Purgatório. eu. com mul­ 
to esforce, poderia fazer 
ulguma coisa por ti ten­ 
tando junco a Deus e a 
Buunarotli. relirur-ie da• 
li. Mas sabes perfeita­ 
mente que meu pode,· 
ão chega até uo Infer­ 
no, iaggio!". 
O autor destes es­ 
critos ainda não foi 
Roma, não visitou o Va­ 
ticano. Tarnbem nüo de­ 
eja conhecer o Inferno 
nm o Purgatório. Do 
me,;mo rnurlo, não vê 
muita possibilidade de 
ir raru o Céu. Toda via. 
afirmam que ainda hoje, 
quem observar o aires­ 
co cio ',Juízo Finar·. lá 
no Vaticano, notará num 
ângulo da direita. no 
melo do inferno, trii;le .,. 
parnmPntedo. o • inf Plíz 
Cardeal Biugiric, de Ce-­ 
sena. 
GEASEL: 
S0FIAI IS €O/ERG 
, 
CONFIO EM V0S» 
«CGlnIg EM MIM. 
tDMO EU 
DR. ISA LENO PRUJANSKr-== 
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Política e Ciovemo 
Ezins 0» 
- 
1,/3R AD} PARA 
A.EIRM.A GEISEL. 
, 
, 
OS I R SPO· SA VEIS, 
É a seguinte a it,­ 
tegru do pronunciumen­ 
to do chefe da Nação. 
"Através de vós, 
dirijo-me renlmento a 
todo o povo de Mato 
Grosso. Desejo, desde 
logo. ugrudecer-vos a 
colhidn generosa que 
me fzeu, u mim e 
aos meus companhd­ 
t·us de trabalho que vi­ 
ernm comigo hoje a 
Cuiabú. 
Como governante, 
é evidente que sou sen­ 
sivel u estas demonstra­ 
ções poi)ulares, porque 
elas servem para que, 
conscientemente, eu me 
sinltl como cumpriodú 
o meu dever. Estas ma­ 
uife tnções trazem em 
si um significado que, 
pura quem se devota à 
causa pública, represer­ 
ta urna com pensoçúo 
pelos s11nHidos cotidia­ 
nos que e fazem. 
passar a usufruir as van­ 
tag<'ns tecnológicas em 
grun<le esc:da com a 
exploração da jazida 
de Urueum. 
"Mato Grosso dei­ 
xou de i:;er apPllUS a 
grande expressão geo 
grát'icn do pnssu<lo, dei­ 
xou ele i;er a terra rle­ 
vastada e conquistada 
o elos bandeirantes de 
séculos anteriores, dei­ 
xou ele ser ,tpc>nas a 
extensn ft onteira. em 
grande parte sem vidu, 
que mantinhamos com 
n Bolivia e com o Pn­ 
ragu,1 i; rleixou rle ser o 
imenso território isolado 
que o Brasil conhecia, 
que servia ao Brasil, 
mas que não se benefi­ 
ciava da civilização real 
de nosso pnís. Hoje, Ma 
to Grosso, por uma é­ 
rie de circunstânt:ias, 
está integrado no País, 
em frunco rlesenvolvi­ 
mento, produzindo e rea 
lizuudo, não só em be­ 
neficlo próprio, mas em 
beneficio ne toda a n:i­ 
ção. Aqui e desenvol­ 
veu extraordináriamen­ 
Le n agricultura, se de- ''Guordo lem­ 
senvolven a pecuária, e brança de uma visita 
a miuerução cte em- • que há vários anos pas- 
' sados quando presldeo- 
l>riooária que era, vai te da petrobrás, recebi 
"TuJo ir RO foi po­ 
,;ível, no decorrer cios 
unos, graças a intenso 
trabalho. sohretuclo no 
setor dos transportes e 
das comunirações, que 
uproximnram :lato Grcs 
so do restante <lo País. 
Rodovias, ferrovias, cir­ 
cuitos telefôulcoti, telex 
aproximaram realmente 
esta região do coração 
lo Pis. Aeredito que 
ílrasília, em grunde par­ 
te, lenha Bido lambem 
um fator pi este maior 
desenvolvimento: 
"O governo federal 
senti' tudo isso. sente 
u necessidades que Ma 
lo Grosso tem de maio­ 
res investimeutos, e pro 
cura, dentro das possi­ 
bilídades, atender a es­ 
sas necessidades, na con 
vieção de que, desenvoJ 
vendo Mto Grosso, na 
realidade estau1os de­ 
senvolvendo o Brasil. 
do eutiio governador de 
Mato Grosso, o sr. ,José 
Frug-elll. Dizia-me ele 
que o aspecto crítico do 
desenvolvinento de Ma­ 
to Grosso estava no e­ 
tor de energia. A ener­ 
gia em Mato Gro so ou 
uãr> existia ou era extru 
ordinariamente caru. Ha 
via carência de força 
elPtrica e o pouco de 
que se dispunha era o­ 
nerado com uma tariía 
muito alta. No setor cio 
petróleo, então os pre­ 
ço;, eram quase proibiti­ 
vos. 
"Hoje, já não mais. 
na direção da retrobrás, 
mus na preslrlência da 
República, me é posai• 
vel, graças à atuação 
do ministério das Minas 
e E!!ergia, dar uma so­ 
lução a esses dois gran­ 
des problemas. Nüo fal­ 
tará mais energia elé­ 
trica, nem ela será ven­ 
úida a preços e6corchan­ 
tes. e nem se tornará 
demasiado oneroso o 
suprimento de petróleo, 
sobretudo para aqueles 
que dele precisam para 
ú i-eu labor ou agricul­ 
tura, nas máquinas agrí· 
colas. Colocamos assim 
continua na pag. 
06 
RECEBEMOS FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 
Façam Seus Pedidos na: •• GRllFICll TRIBUen nn FRDNTEIRB 
SEME /CIO E CEREDI U !âO IGRICOLI LTDJI. 
" Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR· e _,. B l . 
·. · 	o povo íelavistense 
Perto da Ponte Internacional 3l) y]51y 
:....------------·------------ 
Avenida Teodoro Sativa 
f

ela Vi-ta M I/o7, 
Entrevista 
ENTREVISTA 
Uma bela jovem es­ 
tudande e um udolescen 
te bastante ativo, na lar 
de de qulula-felrn, dia 
25-8-?íl, IH'OCUl'Uram-rne 
para que lheri desse urna 
entrevista, determinados 
que foram por eu8 pro 
fessores, como rege o 
curriculun do Colégio. 
A matérin consiste 
em três perguntas sobre 
11 administração munlci 
pai de Bela Vista, da se 
gulnte forma: 
1a. - O que representa 
a atual admi1Jistraçilo pa 
ra o progresso bela vis 
teuse? 
28.- Quais as molhe 
rias surgidas últlmamen 
te'? • 
3ª - Existe algum 
plano de obras para es 
te ano? Quais? 
Então, vamos ao Ira 
A coisa que mala balhu. 
trnz-me satisfação é Iro 
car Idéias, dialogar com 
os jovem,, princiµulmen 
te os que levam a sério 
os seus e tudos. Por is· 
6o, tomei o maior lnte 
resst> em atende-los, mes 
mo levando em conta 
que ajudar a mocidade 
a conquistar novos co 
uhecimentos é dever iu 
declina vel que cabe aos 
adultos que tenham com 
preensão nítida do com 
promlsso que lhe é afeto 
na sociedade ,Hn que vi 
ve.É um processo e auxi 
liur os dedicados profes 
sores a sua missão de 
educar, trazendo ao alu 
no uma novidade - en 
trar em contato com 
pessoas estranhas ao es 
tabelecimento de ensino 
em que aprende, buscan 
do soluções para suas li 
Ções - que não constam 
<los livros didáticos que 
Usam. 
É multo bom isto. 
pura melhornr stlus co 
nhecimentos, indo bus 
car fora do Colégio, us 
respostas coerentes que 
necessitam parn soluclo 
nar seus problemas lm 
postos pelos profeirnores, 
além de tomar contato 
com "os mais velhos'', dos 
quais muitas vezes lor 
1rn-se verdadeiro amigo. 
É com essa finalida • 
de que me expresso or 
gulhoso por ter sido lem 
brado para esta faina 
tão agradável quanto ú­ 
til para nós, pois ambos es 
tão aprendendo.Os novos 
tomam vigor com as sur 
prP.sus q::e lhe trnzem 
certas coisas uuvas pum 
seus conhecimentos, e 
os velhos exercitam-se, 
para que o já 11 prendido 
não descambe para o es 
quecimento. 
A primeira pergunta: 
O que representa a a­ 
tual administração para 
o progresso bela vistenuse 
Eu direi: Muito. Realmen 
te u nos 11 cidade pns 
sou anos e hnos sem 
progredir devido os cor 
riqueiros sistemas ado 
tados por Prefeitos que 
assumiam o <)argo sem 
o preparo sufici ·nte pa 
ra dirigir com eficieneia 
o nc,seo municipio, pas 
suado mais das vezes co 
piando e executando as 
maneiras empíricas ado 
tadus por seus anteces 
sores que nem sempre 
tinham capacidade ou ti 
no administrativo, Jevan 
do a coisa como rece 
bium, sem estimulo d_e 
ambiente como também 
pela falta de entrosameo 
to com o Poder Central 
que os poderia ajudar 
técnica ou mesmo fiuan 
ceiramente µara que pu 
dessem dar um passo à 
O estudante adquire uma freute no desenvolvimen 
oportunidade diferente to. 
Agora não. Aprnxl 
mase o mês de Abril 
quando, a 2D, completa 
r o primeiro ano de a­ 
dministração atual - a 
do Gal. Dr. Rub<::u A.A. 
de Castro Plnlo - u Pre 
feito amigo de Jlelu Vis­ 
ta, o home,11 talhado pa 
ru esse mlstér. Grande 
administrador, possuidor 
de vastoR conheclmen 
tos, bomer,, ptJblfco ex 
perleule, tendo ji). dado 
provall quando lo! depu 
tado estadual por Bela 
Vista pelo muito benefi 
cio que trnuxe para nos 
sa cidade, como também 
quando Secreturil) de 
Educaç(LO e Saúde do Es 
tudo, conseguindo melho 
rar multo a situação nei; 
ses setores em Muto 
Grosso, levando a cada 
rincão do Estado, a pre­ 
sença da sua Secretaria 
atuante e pródiga em a­ 
tendimento uo povo, cri 
ndo muitas escolas nas 
séde-, como tu zonu ru 
ral de quu e todos 
os municipios malogros 
senses, sem-Jescuidar ela 
suúde do povo 
Homem de larga visão, 
sua atenção presente 
mente está voltada úi­ 
camente. a serviço do po 
vo belavislense, haja vis 
ta os melhoramentos i­ 
troduzidos na SU!l novel 
gestão - melhoramento 
da ooesa luz - urbaniza­ 
ção. com inauguração 
de uma praça - transfor 
mação do bairro de A­ 
gua-Doce e outros melho 
ramentos que. apesar de 
cmto prazo, já dá para 
observar que o seu iule 
resse, dedicação e grau­ 
de amor a esta terra 
que escolheu para viver, 
resultarão em melhora 
mentos que irão satisfa 
zer plenamente as exi­ 
geocia.s de todos os be 
lavistenses para soer 
guer <>ste rincão maravi 
lhoso que é Bela Vista, 
a ua terra xtremada 
Pátria de v o e < s 
todos eséolares qut lnl 
cfam a vida cheios de 
esperanças novas uer;te 
Bra ·li gra11dlo o e bel'> 
que outras nações olham 
e espera:!! eja em breve 
uma grande potencia, 
defensora das llberrJacles 
do holllem de todo o 
muado da paz e tranqui 
liiade, do trabalho pro 
pulsor de seus filos. 
Só a vinda para a­ 
qui. rio governo cio Esta­ 
do, sob i;eus uuspicio1<, 
já é uma grandeza du 
admlnistrnçiio atual, tra­ 
zenao-o graças seu 
prestigio junto Jo go­ 
vernador, o que I1!itu­ 
ralmente nos trará gran 
des beneíiclos, como en, 
toda região circunvizi• 
nha. pois essa conquis­ 
ta repercute por todo o 
Estado. 
Estas são as razões 
que representam, no 
menu entender, o progres 
so pura a nossa bela 
Vista, certamente com 
o valioso auxilio e en­ 
tusiasmo dos estudantes 
que serão os administra 
Clores do futuro, esse 
porvir que· lhes apega 
ao coração de brasilei­ 
ros patriotas. Estudem. 
Quunto e segunda 
pergunta. tenho a gruta 
satif:,fação de reldtar 
todos os melhorameutos 
conquistados nesta a­ 
d ministração, no curto 
espaço de tempo, que 
não são poueos. Nenhum 
outro Prefeito fez tanto 
e tão poucu tempo. 
Começarei a dizer 
sobre a LUZ - Luz que 
!!OS faltllva, energia que 
nos faltava parn os apa 
relhos elélto-domésticos 
geladeiras, ferro de eu 
gomar, radios etc. Aí es 
tá a luz brilhante ilumi 
nando nossos lares. Há 
quanto tempo não tínuha­ 
mos luz nas ruas Ago 
ra, estão elas iluminadas 
para serem aproveita 
das por vocês nus sua 
idas à noite ao colégio. 
Tudo aproveita essa vi 
da da luz abundante, os 
bares, as casas de dizer 
sões o lazer dos belavis 
tenses nus praças e 1O 
na satisfação de evitar 
mos a irritação que nos 
trazia u falta de en<>rgla 
São tres motores novi­ 
nhos de 250 KVA daui­ 
ridos recentemente por 
essa admir1i>nruçil o vig-l 
lante, que rsU1o forne 
cendo energia para a cl 
dade. 
Outros rnelhornmen 
tos: A pruçu Castro AI 
ves, iuaugurn da pelo nos 
so Governador. A urba 
nização da Aveuida Teo _ 
doro Sutin1. , rer.;odc 
laçüo do haino de Agua i 
doce, abertura de suas 
ruas abauladas e limpu, 
com placas dos seus res 
pí!Ctivos 11omes. A i11au ~, 
guração também pelo Sr 
ÜO ema dor, nesse haino 
de Agua-doce de belo 
erlificic, da Escola '·São 
Geraldo" com amplo es­ 
paço par,l recreio dos 
,tlunos, campo para cu) 
lura de leguminosas e 
hortigrangeiros, quando 
os ,,Junos mesmo serüe> 
cultivadores. A reforma 
ela Ü!'io.i ElP.trica, com 
grandes melhoramentos 
uas instalações e a •:ous 
tração du casa de adrni 
uistração. A construção 
do grande parque de 
veiculos da Prefeitura, 
com espaçosa uflcirrn de 
concertos. .. mellloria 
100 o/o da praia do Rio 
Apa., com limpeza total 
do gramado e: extirpado 
o mato que a circunda 
va. A abertura da Ave 
n.ida enador Pinheiro 
Cont. na pag. 08 
'1TENÇÍ10, FDZENDEIROS, llGRICULTORES E 
o Sucesso do Censo Agropecuario depende da exatidão dos dados 
fornecidos ao~ Recenseadores 
Ajude a Fazer o Censo e colabore com o Rrasil em Desenvolvimento

---·-- -- ------------- 
• I 
Politica e Governo 
H+nina 0o 
SEL z E 
, 
DO .T 
E E 
{J 
Mato Grosso no nível 
cloB demolR Estudos do 
l'nís e em ,·audições 
1'Nilmcnte co(Tlpellltvns. 
"Acho que dessa 
forma, trabalhando jnun­ 
tos -- seiu no eurnpo 
economico, eja o eum 
po 80Clal. C' llll't'!llO na 
óreu poli'eu marchu­ 
ndo juntos, podemos 
rcn lrnt'lllP ,•isu11 lizu r um 
rutura melhor. Futuro 
que teremos que coas- 
truir na buse do enten­ 
dimento, da cooperuçio, 
e, sobretudo, com reu­ 
lismo, em ordema, com 
p.1z, longe de agitações. 
Iouge dus ambições dotl 
saudosistas, que vivem 
muitus vezes num mun­ 
do irreal, tlO!lhnndo com 
um p:lf.satlo que niio 
vollurú. 
"Mas aqueles que se quei 
Dizem que o pvo xam, que falam em violen 
vive triste, privado de da. em mis!'>rin, que r llum 
liberdade, oprimido e em sevicias, om suma, 
sob o urbilrI0 da violén- aqueles que vivem de­ 
ciu. Não creio. A acolhi negrindo o que a revo­ 
da que me fazemn, as Iuçüo faz tem que sair 
fisionomias que eu vejo do cuhiculo em que vi­ 
aqui, como vi em outrns vem e abrir us janelas; 
regiões <lo Ptiís, nüo tPm que olhar pnra fol"n 
concordam com i o v~r 
O 
que se passa no 
s mudo, e concluir, então 
Creio que o povo está que o füusil, talvez, 
muito mais do meu lu- dentro das uu dificul- 
do, do Governo e do 
lado da Revoluçfto. Nó 
Todos os cidadãus são 
livres e todos vivem 
com ampla liberdade 
Só nio há liberdade 
pura oi lrre11ponsávels. 
Ha trbalho. Quem qui­ 
ser trabalhur e quem tl­ 
ver lguma hnllllltnção 
i.em,,re encnntrarú tra 
bulho. E possivel que os 
imlúrios sejum baixos, 
que u vida ·i-leja clifícfl 
qu,, u inflação nos rou • 
be gra nele parte do nos­ 
so esforço. Mas o 1eno­ 
meno é geral. Este não 
é um problema upenas 
nosso nem é um pro­ 
blema negiigeeito por 
nós. É um problen que 
constantemente procura­ 
mos resolver, com de• 
d!caçii_o e C'llll esforço, 
e suna-lo dentro das 
nost-as possibiliclndes. 
dades, é urna das un- 
ções mai felizes do 
temo um regime livre. no s0 univer·o". 
CSi NüL 
de Leontiua do Prado Ferreira 
Produtos alimenticios rm geral, bebidas, secos e molhados 
latarias em geral 
Rua 13 de junho 
Jardim 
350 
llato Grosso 
DOURADOS "Sem 
uma agricultra e uma pe­ 
cuúl'la det>envolvldas, 
correspondentes à nossa 
extensão lt!1Tlloriul e ao 
vulto de nossa populn1- 
ção, o UraRII nunca Rerú 
um grande país. Se nós 
queremos UH egurar o 
bem-estar do nús-o po­ 
vo e v;ver num concer­ 
to Internacional de uma 
grande noção. temos que 
crescer em ngrlcuflura e 
pecuária, antes de mais 
nada". Com estas pala­ 
vras, num ,!iscuno feito 
de improviso, o preslrlen­ 
te Ernesto G11lsel lançou 
um dos maiores proje­ 
tos agropecuários ofici­ 
ciuis dos últimos tempos 
o Programa Dourados. 
O progrnmu nbrange 22 
muuiclpios de Mato Oras 
so, que coustituem a 
Grunde Oourados, e pre­ 
vê investimentos de 1 bi­ 
lhão e 700 milhões de 
cruzeiros. 
O chefe da ação 
fez seu discurso perante 
uma multidão de cerca 
de cinco mil pessoas, no 
final da mnanhü e sob for­ 
te chuva, que prejudicou 
uma presença maior de 
populares, prevista pe­ 
los organizadores do ato. 
Os presentes, após a o 
lenidade, participaram 
de um churrasco, orga­ 
nizado pela Prefeitura 
de Dourafos II para o 
qual foram abatidos mu­ 
i de 100 bois. 
O pr1:sidente da Re­ 
pública chegou a Doura­ 
dos, procedente de Cuia­ 
bá, acompanhado do go- 
ministros Alysson Pauli- 
ceu Nogueira, dos 'l'rans­ 
portes, Rangel Reis, do 
Interior, e Shigeaki Ue­ 
ki, das Minas e Energia. 
,pós o lançamento 
do Prodegrun, na praça 
principal dnu cidade, o ge 
uerul Gelsel seguiu a pé, 
protegido por guarda­ 
chuvas, até a Prefeitura, 
onde concedeu audíevci­ 
a3. 
Depois do almoço, o 
presidente da República 
e sua comitiva seguiram 
para o anoporto local, 
de onde embarcaram de 
regresso a Brasilia, via 
C::.mpo Grande, encerrao 
do dois dias de visita 
o.o Estado de Mato Gros 
80. 
o 
É a seguinte a ínte­ 
gra do discurso pronun­ 
ciado pelo pre;;idente 
Geisel, durante a soleni­ 
dade de lançamento do 
Prodegran: 
"Agrndeço a acolhi­ 
da que me fazem, inclu­ 
sive vencendo a intem­ 
périe das chuvas. que 
se manifesta desde on­ 
tem, aqui. Vim a Doura­ 
dos com a iotençãu de 
lançar este Programa de 
Desenvolvimento desta 
região. Podia tê-lo feito 
no próprio Palácio do 
Plaoallo, em Brasília, 
mas achei pue, pela sua 
importân<.!ia, pelo objeti­ 
vo que se tem em vista 
vernador Garcia 'elo, 
de ilato Grosso, e dos seoça de voces. 
end1do e possivelmente 
r;erá melhor executado, 
porque nelo não está 
apenaH o gove:rno fede­ 
ral. Está cug,1jutlo Iam• 
bem o Estado de :-Olato 
Grosso e estão engaja­ 
dos todos os habitante 
desta grande região". 
"Desde o inicio do 
meu governo tenho des 
tacado a lmporIBncla 
que se deve atribuir ao 
des e n v o I v I m e n t o 
da agricultura e da pe 
cuárin. A agricultura e 
u pecuária são as bases 
esenciais da riqueza cto 
nosso Pais. Sem uma a­ 
gricultura e uma pecná 
ria desenvolvidas, corre!! 
poadentes à nossa ex 
tensão territorial e ao 
vulto de nossa populu 
ção, o Brasil nunca será 
um grande Pais. e nó8 
queremos assegurar o 
bem-estar do no11s0 povo 
e viver num concerto 
internucional de uma 
grandP !iÇão, tomos 
que crescer em agricul 
tura e pecuária antes 
de mais nada. 
• Nes e sentido, a re 
gião da Grande Doura 
dos é extraordinarian:ea 
te favorável não só pelo 
seu subsolo new pelo seu 
clima, nem ,;õmente 
pelo sua con- 
dição geográfica. mas 
principalmente pelo seu 
povo. Originários de di 
ferentes regiões do Pais 
do Nordeste e sobretudo 
do ~ul da região do .Rio 
Grande e de anta Cata 
com este programa, era rina, aqui se misturam, 
preferível fazê-lo na pre harmoniosamente, dlfe 
rentes correntes. todas 
imbuídas de um meswo 
neli, da Agricultura, Dir- ma será melhor compre- (Cont. na Pag. Oi) 
"Assim este progra- 
1 
MINE ação 
"Produtor do Calcáreo Bodoquena" 
"Uma 
km 
BODOQUENII 
Rodovia Jardim Porto Murtinho 
Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
54 - 
LTDD 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias {ao lado do H t l O - ) . al 8 
o e riente Caix. Post

------------------------------------------ 
Política e Governo 
(CONT. 011 
GEISEL 
QUE ... 
sentimento de naclonull 
dade. O llrasilelrn é um 
só. Viva onde vi ver, des 
do o Amuzonus até o 
Rio Gmnde. 
"Ao esforço A no 
trabalho que nqul se rca 
llznm, ~orna-se agora, 
cm maior proporçllo, u 
apoio do governo rede 
ral. Preocupa-nos assegu 
rnr uma h,fm-e truturn 
que µossa garantir este 
progresso de desenvolvi 
mento agropecuário, com 
estradas, eco energia elétrica, 
assistência técnica, que 
são vins de escoamento. 
São outros proces os, in 
clnsive de natureza oclal 
que permitirão que nós 
andemos mais rapida 
mente, niio RÓ no lnteres 
se Imediato da popula 
çiio que aqui vive, ma , 
principalmente, no meu 
ponto de ·lista, do inte 
resse geral da ação. 
"O programa está 
lançado. Agora, sem dú­ 
vida, vem a parle mais 
difieil. que é a de execu 
tá-lo. Ele só valerá pelo 
resultnclo dessa execu 
çiio. Pura es e resullurlo, 
eu conclamo a todos, pa 
ra que nol! unnmos, para 
que não vivamos isola 
dos, pura que o governo 
nilo esleia só. E o povo 
também não esteja só. Mas, ao 
contrário, inspirados nos 
Ideais das realizações da 
Revolução de 64, deve 
mos caminhar juntos no 
PAGINA 06) 
SECR TIRlft 
DiZ l 
Interesse da grandeza 
do Brasil". 
- 
,, 
T 
n llRENft 
1
as audiências que 
concedeu, o presidente 
Gelsel ouviu, do ex-go 
vernador Pedro Pedros 
sian, uma expoi:;icão "rea 
li tn" sobre as possillili 
dueles dn Arena nus pró 
ximas eleições munici 
pais, ouvindo que o 
~ID13 "é um adversário 
respeitável, sobretudo 
pela sua quuliclude". A­ 
tualmente, o MDB possui 
apeoas um municlpio 
em Mato Gro so, mas 
as previsões são dei que 
aumente este número 
para 30. 
Ao contrário de Gei 
sei, PedrO!'slan não atri- 
bui muita importâucla 
ao pleito, afirmando que 
ele não servirá para afe 
rir a tendência popular, 
porque em todos oi; Es 
tados existem muuicípios 
e áreas de segurança 
onde não se realizam 
eleições. Outro dttalhe: 
as disputas aíio pessouis 
e não própriamente par 
fülárias. 
p 
Cuiallá - O Gover­ 
no do Estado, utrà vés 
da eceetaria da Agri­ 
cultura, utru vês do con­ 
vênio com a Superinten­ 
dêocia de Desenvolvi­ 
mento da Pesca- UDE­ 
PE está promovendo o 
regisêro de pe cadores 
profissionais e amado­ 
res, bem como de Clu­ 
bes e Associações Ama­ 
doristicus de Pesca em 
todo o Estado de ilato 
Grosso. 
O objetivo principal 
desse registro, segundo 
o exE:cutor do convênio, 
Lodovico Escarmanhanl, 
visa a legalização dos 
pesc11dores matogrossen­ 
ses e a criação do ca­ 
dastro geral da pesca. 
Esrarmaohani disse aio- 
da: "temos a necessida­ 
de de iniciar- um traba- 
lho dtl cadastramento 
para conhecermos, prin­ 
cipalmeute, a força de 
trabalho ocupada com a 
pesca'' e eresventou, 
'po!s pesar de Mato 
Grosso apresentar um 
dos maiores potenciai 
de pesca do Pais não 
possuimos dados e infor 
mações capazei; ele 1101-1 
auxiliar a formulação 
da política pesqueira" 
Para se registrar, o 
pescador µrol'issioaal ou 
amador, necessita de 
apresentar. na St-creta­ 
ria ela Agricultura. ou 
nos v«rios Postos de 
Fiscalização du Pesca. 
um documento de iden­ 
tidade, duas foto e o 
registro da embarcação, 
se porventura potH•UÍI', e 
pagar uma 'axa. Para o 
registro de pescadores 
rolisionais não será 
cobrado taxa e o« Clu­ 
bes e Associações Ama­ 
doristicas de Pesca pa­ 
garão uma taxa no V'.l- 
Jor do salário miuimo 
da capital. 
AEROL!BE DE 3AR4M4 
O Aeroclube de Jardim encontra-e em 
funcionamento e a disposição dos intere 
sados em brevetar-se 
O Aeroclube Adquiriu uma aeronave no­ 
va de treinamento 
II7RIMES {I 0 Isnls sg. 
Walburgues Machado Vieira no 
AEROPORTO DE J.RDDl 
REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: 1!! de Mala • 563 
Jardim - Mata Grauo

11,-1,, Vi--1t1 ~!1 Ili/O llil> Entrevista 
Dr. Horacio Cardin dos Santos 
Cirurgião Dentista 
RUA DR. 
roam M@1111110 
CORR[ft, 
III 
208 
GROSSO 
05) 
••• 
O r,onto do encontro da Sociedade murtlnhcnso 
lua Dr, Correu 562 
Porto Murtinho Mato Grosso 
, lu:rto <lin ,. noite 
Borrncha1fa - Lubrificantes Uiesel Gasolina 
Anexo: l ,anchonele 
A veuida Visconde de Taunuy Esquina f'loritl 
no Peixoto 
Perto do Baco do Brasil 
Guia Lopes da Laguun 
de Theobaldo Amaral 
Lavagem- Lubrificação - Troca de Óleo 
llor:·acharia - 13alanccamento de Rodas 
Rua Conde de Porto Alegre s/n 
Bela Vista 	Mato Grosso 
lRIBUliA OA fROHl[IRA 
Fundn,lo cm 25 I 02 I 72 
Editor - Chefe • Joo/o,, /)adr,1 
Colaboradores 
· José Joaquim Ferreira Souto, 
Dr. Haroldo Medeiros, losita Rosa Gomes, losé Glaucy Fio• 
res, J Refrey 
TRIBUNA DA FRO'TEIA é uma publicação da Enrpre-a 
Gráfica I nbunn tia l· rontcirn. 
Sa IS1 II3943 
Assinatura 
Bela 'i,tn 
Demais Municipios 
Anual 
CrS 100,00 
CrS 120,00 
llctlaçàu, Ailmini.irnç:lo " Oficinni • Rua Duque de 
Caxias 3-n- Bela Vi-ta ;luto Gro,sn 
lnacio Guette Melges 
Cirurgião • Dentlst:: 
C. H. o -- 126- M. T. 
Aend-+e pelo INPS - IPEMAT - IPASE 
Rua Duque Caxias - 289 
,Jardim - MT. 
colfl breve acabamento 
ria obra. Concerto de es 
tradas do municipio. He­ 
cuperação de todos os 
veículos da Prcfollura, 
todos imprestaveis que 
el'.ltuvnm, com grande 
despezu de peças e aces 
!'Orios. 
Et1tes, são os traba­ 
lhos desta udmlnlstração 
n,1R últimas semunas e 
outros em andamento. 
Sobre a terceira per 
gunta, respondo que exis 
te sim, um plano de o­ 
bras para este ano. Niio 
há administrador públl 
co que possu gerir sua 
repartiçúu sem um plu 
riuuual para executar. 
Tudo é plunej/do: Orça 
mento dt.,. receita e des 
peza, plano de obras pú 
bllcas, ..:onser·,açiio de 
e tradas e pontes, cons 
tl'ução de vius. despe as 
cum a Educação, Suúde. 
transporte. aqui ição de 
máquinas e utencilhos. 
combustiveis, vencimen 
os do pessoal servidor, 
turio é plunejudo, revisto 
e executado com muito 
zelo e curinhv, para que 
o povo veja que seu pa 
trirnooio esta sendo bem 
conduzido sem as falhas 
de antes, cujos adminis 
trndores trouxeram des 
credito à Prefeiturn, pois 
se não fosse issu e us 
dividas encontradas e 
quase todas já pagas 
então, mais teriamos re 
cebid.o desse udrninlslra 
dor coueto, uclmiravel 
que é o Dr. Rubeo de 
Castro Pinto, honesto 
austero sem deixar de 
ser bom. nlém tia grnn 
do capacidade 'de traba­ 
lho. Ê um exemplP pu 
ru os jovens. 
Vor.!ês siio curiosos 
perguntam qual o plano 
pura este ano.. Tenho 
que responder. E preciso 
satisfazer os seus dese 
30s. Então saibam: Além 
das obras cilada<; já e­ 
xecutadae:, teremos para 
este auo ainda, constru 
cão de outras estradas 
e c_onservação de outt-as 
mais pura escoamento 
da produção,' prossegui 
mento da urbanização 
da cidade. O mesmo tra 
bulho feito em Agua-do 
ce, será feito também 
em Nunca-te-vi. Serradi­ 
nho e Cancha, o que é 
bom. alargando nossa ci 
dade. Teremos muito em 
breve uma Estaçtlo Rodo 
viária, Unidades Sanita 
rias municipais 8 outrc,s 
serV1ços que serão exe 
cutados em carater de 
urgeneia caso seja eces lização. 
srio. Agora, na surpreza Essas são as pre- 
é que teremos dentro de missas que e8pramos 
3 meses sem tardar, o dos jovens estudantes, 
serviço telefonico auto guardiãos do nosso be 
múlieo. inclusive o inter estar, da tranquilidade 
rurbano, pelo qual podo do 11ost-o povo. 
remos falar cum qual Crelo ter cumprido 
quer cidade do Brasil e com razoavel informa- 
do muralo. Nilo é boin? cilo, a inquirição das 
Por i vocês podo uus perguntus, Iodas 
!':10 calcular como o nos elas cheluR de lnterei;: ·e 
so inca1,savel P1·efoito pc,Jo que acontece nu 
trabalha em nosso bene Prefeitura Municipal no 
ficlo da cidade e uté de toriante sua adrnir1!1<lrn­ 
n6s mesmo. não úcharn? çiio por osHc 11,rn,em 
Portanto, compete-nos publico de reconhecido 
ajuóa-lo. Ajudando-o a valor que é lambem 
conservar tudo que já amigo de todos nós. 
se fez. Zelando peloa jar .gora, o meu abra­ 
dlns, não pet·mitlnclo que ço e um beijo u cada 
moleques o maltratem um de voces que deram­ 
e queb!'em lampacl'..16 dos me a honra cle;;tu entre­ 
postes, que danil'ique m vis tu. e faço voh>H que 
placas de sinalização do a Divina Providencia ilu 
transito, sujem as ruas, mine suas Inteligencias 
a tirem lixo nas ruas ris- pura que no futuro, se­ 
quem as paredes limpas jam bons putriolas, se 
Iinalmeute lnteresf.:rndo fuçam cidadãos honra- 
• nos por tudo, a fim de dos, para gloria de su:is 
que forasteiros que por familias, dos seus ami­ 
aqul pu sem e vejem gos e sobre tudo da 
que sGrnos db um povo Grande Patrla Grasilelra. 
ordeiro e educado e que Estudem! 
jé alcançamos um está José ,loaçulrn Ferreira 
gio de alto grau de, civl Sotv 
Presidente Deseja a Vitória 
Completa da ARENA 
"De nada nos adiu ções. lembrou lhes que 
tu ganhar num municipio deveriam fazer compara 
com 200 mil eleitores e ções e mostrar como o 
perder em outro com povo vivia antes da Revo 
mm mil. A nossa vitoria lução e depois 
está nas mãos dos enho "É evidente - enfatf 
res. Ergurn u cabeça e zou - que eu como pre 
trabalhem". O conselho sidente, gostaria de ver 
foi dado pelo presidente todos os joven:: no meu 
Ernesto Geisel aos 24 partido. llas, se eles qui 
prefeitos de Mato Gros serem lr para O i1D8 es 
o, recebidos em uudiên tá bem, desde que se de 
ela eepecial no Palácio rilquem a uma oposição 
Aleocustro. Antes, o che autêntica". 
fe do governo já havia Bancada 
mobiliza do a bancada fe 
derul da Arena e os 
membros da ARENA Jo­ 
vem pura lançarem com 
ardor à campanha muni 
cipal, divulgando as reu 
lizuções da Revolução e 
a fazerem comparações 
para o eleitorado, da vi 
da antes e depois de 
HJ64. 
Aos Jovens 
Com os arenistas jo 
v_en_s, Geisel voltou a ins 
sistir na necessidade de 
participação dos estudan 
tes nn politica, mas fora 
da "universidade "Esta 
participação • resslfltou _ 
e porque o Brasil preci 
sa renovar as suas lide­ 
rancas politicas". Quao 
do os Jovens lhe dif,searm 
que estavam deseovol 
vendo um _grande traba­ 
lho para a vitória do par 
hdo nas próXimas elei 
Ao receber as ban 
cadas da Arena na As 
sembléia e Congresso Na 
ctonal o presiJente da 
República pediu-lhes taro 
bém mais iniciativa na 
campanha eleitoral pare. 
permitir a , itória do partido. 
"A oposição- alintou • na 
da tem a ofer.:cer. ,ó ,·rltirn-. 
Este é o seu papel. N6s ao 
contrário, temos tudo. sem a 
realizações do governo como se 
foe,em ns rea.lizaçiios do parti 
do porque: o partido é o go 
verno". 
Fortalecer o Partido 
. . Par:, os observadores po 
líticos, a enfase dada pelo pre 
sidente à necc.sidade de os 
areniwtas assumirem as obras 
governamentais, divulgando-u 
Junto aos eleitores representa 
mais um esforço para forale 
cer o partido. Ao mesmo tr-m 
po, Gci,d dc-ixou clara a in 
tenção da Revolução de re 
pondcr iruediatnmentc à!I C'ri 
ticas formulada- pela opo-ição- 
..

Politica e Cioverno 
DERZI REJEITA PROJETO PREJUDICI L 
p 
as ENTIDBDES FILINTROPICII 
 - 
Brasília A Comis- 
so de Finanças do Se­ 
udo Federal aprovou 
parecer do enador Sal­ 
danha Derzi {ARENA­ 
MT), opinando pela rejel 
ção de projeto-de-let que 
pretendia r.stabelecer 
normas "para expAdiçüo 
de certificado de Antida­ 
des de fins filantrópicos". 
Citndn propoRiçfío 
pretendia tornar válido, 
já a partir da data de 
entrada do requerimento 
da entidade interessada 
junto ao Conse)hl) Nacio 
nal rle Serviço Social, o 
certificado de "eu lldaile 
de fins filantrópiC'ls·•, do­ 
cumento necessário para 
que possa qualquer en­ 
tidade gozar do benefí­ 
cio da isenção da con­ 
tributção previdenciária. 
Em seu parecer coo 
trário ao projeto, o Se- ambos os casos não ha­ 
nador Saldanha Derzi via sido dada olução 
fez ver que, 'pretenden- ao problema., dai purque 
do a proposição que a chegava mesmo a afir­ 
valldacle cio certiticaclo mur que u proposição 
seja contada a partir da seria ineficaz. O que su­ 
entrada do requerimento gere o Senador arenlsta 
junto ao CNSS, de duas do Mato Grosso é que 
uma. ou a entidade se se dê cumprimento ao 
beue!iclaria da isenção peereto já existente que 
sem provar sua hahilila- 
Çãl), o que seria ilegal deteria a expedição 
ou a concessão do bene- de certificado provisó­ 
ficio retroagiria àquela rio a es as entidades, 
data, fazendo com que válido por dois anos com 
a entidade beneficiada, o qual elas se habllltam 
quites até então com ao benefício. Agir rle ou 
suas obrigações previ- tra maneira sei-la acarr<' 
lar consequências nega­ 
tivas ao sistema previ- 
denciárias, pretendeSS"' 
ressa1·cimento do que já 
houvesse recolhido". 
denciário sem nenhuma 
Entendeu o Senador vantagem para as entl­ 
Salrlaaha Derzl, que em dades filantrópicas. 
~r------------------ 
BICHO OI SÊDD 
BOM NEGÓCIO 
,, 
Com 6 Hectares dr. Amoreira 
Você mensalmente Cria 60. gramas de Semente 
A um preço de CrS 
E um Barracão de 7 mts. X 30 mts. 
E produz 180 quilos de casulos (produção média) 
22,00 o quilo (preço médio) 
PORQUE ... 
Você Investe· Pouco 
Com seus próprios recursos você constr6i seu barracão; com 2 esteios, caibramento e ripamento de bambu, 
cobertura de sapé. fechamento de capim, bambu ou coqueiro. ESTÁ PRONTO SEU BARRAC.ii.O. 
A ProJução é Imediata e mensal 
Voce passa a ter uma renda mensal garantida 
Você não corre nenhum risco 	. 
A amoreira e o bicho da sêda não sofrem pela séca ou por muita chuva. 
O mercado é garantido 	_ 
O carulo do bicho da sêda é para exportação. océ conta com um mercado e um preço sempre aumentando 
Você consegue as mudas de amoreira com facilidade. A Prefeitura está fazendo canteiro de mudas 
A amoreira é uma cultura permanente. Ela permite 18 anos de exploração seguida. 
A Prefeitura Municlp11l colocou um técn!co à sua disposição. Aproveitem. 
Você já poda contar com a experiência de outros. Já existem 2 cria1ores em Bela Vista. Eles 
podem dizer o quanto estão ganhando com o bicho da sêda. 
O Que Você Está Esperando? 
GDNHE 
--.- Procure 
CRIE- -BICHO DA SÊDA 
DINHEIRO! 
Informações com 
pre. p?do de Seu±a Caralho -- Ec!tua O±racial d: Bela 'aa 
•••

----------:----------------·---- 
amara é Notiia (/ard)	'' 
JIRDIM: CiMIRI É NOTICII 
Proposição N.o 12/76 - EMB. 
Exmo. Sr. Presidente da éârnara Municipal de Jardim-MI. 
Indiaão N.o 09/76 - EMB 
Nos T'ermos de nos- bulções representa!iv s 
so Regimento Interno e após ouvido o Plenário 
no uso ile mlnhus alrl- nesta Casa, seja encaml- 
Seleção de Auxiliar de 
Escrita n.o 120 
O Banco do Brasil S.A., Agência de Bela 
Vista MT, comunica uos interessados, que no 
dia 02. 05. 76, domingo, reulizar-se-ão os Exa­ 
mes de auxiliar de Escrita, em Guia Lo es da 
Lguna MT, no prédio da Escola do 1 Grau 
«Salomé de Mello Rocha», obedecendo os se­ 
guintes horários: 
:30 min. - Slnul de fechamento da enlmrla do 
prédio e entrada dos candidatos nas 
salas de provas, 
6:4r> ruiu. - Distribuição de material pura o 
Questionário; 
12:05 mnin. - término das provas escritas. 
Observação 
1)- Não será dda posse a qualquer can­ 
didato aprovado cujo: documento! re­ 
gistrem data de nascimento fora dos limi­ 
tes permitidos no ato da inscrição, 
2)- 
1
ão será perm!Udo, em nen!Juma hipó­ 
tese. o uso do máquinas de calcular 
durante o perlodo de realizaçiio das orovas; 
3)- A prova de Datilografia será realizada 
posteriormente, em data a ser divulgada 
na ocasião oportuna. apenas para os 
candidatos aprovado: na provas: Psico­ 
lógica, de Portugues e de ilatemalica. 
Nota Importante 
Os candidatos dcveriio trazer consigo 
os resper.tivos: Cartão de Inscrição, 01 caneta es­ 
ferográfica, 01 lápis n 2 e 0t borracha. 
Bela Vista mt., 07.04.76. 
Banco do Brasil S/A - Bela Vista Mt. 
Antonio Gonçalves de Lima 
Gerente 
Amaro Gonçalves 
Subgerente Iut·
0 
nhada o Exmo. Sr. 'Pre­ 
feito Muulclpal, 1NDICAN 
DO a necessidade de 
mandar com a maior 
brevidade possível, recu­ 
perur a ESTRADA MU­ 
NICIPAL JD-10, no tre­ 
cho compreedido nentre 
Vila Gaúcha até u 
Ponte sobre o Rio Per­ 
dido, divisa com o Mu­ 
nlr.ipio de Porto Murll­ 
rho e a JD-3, no trecho 
do entroncamento com a. 
JD-10 até a Colônia do 
Curvelo. pelos motivos 
expostos em noss11 ex­ 
posição justificativa aba! 
xo. 
Exposição 
Justificativa: 
enbor Presidente, 
enhore Vereadores, 
Exrno. Sr. Prefeito Mu­ 
nicipal, em visita aque­ 
la rica região agrícola 
de nossa Municipalidade, 
sentimos de perto a 
1:1.preensiio e dPsespero 
dos ruralistas e agricul­ 
tores daquela região, no 
que concerne ao péssi­ 
mo estado de trafego das 
rodovias municipais: JD- 
3 e J D-10, nos trechos 
mencionados no corpo 
da Indicação objeto des­ 
ta exposição de motives; 
estando praticamente in­ 
transilàvel em virtude 
de enormes valas, bura­ 
cos e atoleiros ocasiona 
li.os pela erosão das últi 
mas chuvas, dado a irre 
gulatidalle e declividade 
do terreno daquela regi­ 
ao. 
Por estes motivos e 
reconher.endo a- imperio­ 
sa necessidade daquelas 
vias de acesso e escoa­ 
mento de produção, mor 
mente ueste período de 
safra, Indicamos ao che­ 
fe do Executivo a nec:es 
sidade de providencir 
com a motor brevidade 
possível a recuperação 
daquelas rodovias muni­ 
cipais. 
A título de sugestão 
e dado ao acarretamen­ 
to de serviços do maqul 
nário do DER. sugeri­ 
mos ao Exmo. r. Pre­ 
feito ou Diretor de Obras 
Públicas do Município a 
entrar em contato com 
Proposição n.o 11/76 - EMB; 
Exmo. r. Presidente <la Câmar;1 Municipal 
de Jardim - Mt. 
Requerimento n.o 04/76 - EMB. 
Nos termos dos arti­ 
gos 105 e 110 do Rgi­ 
mento Interno da Câma­ 
ra Municipal, REQUEIRO 
à Presidenclu, após ou­ 
vido o Plenária da Ca­ 
sa, sl:lja encaminba do 
expediente ao Chefe do 
Executivo Municipal re­ 
querendo cópia em uma 
via dos seguintes mapas: 
1.) Do Município de Jar­ 
dim; 
2.) Mapa Rodoviário Mu­ 
nicipal; 
3.) Mapa da Zona Urba­ 
na do Município. 
Nestes Termos 
P. E. Dererimento 
Exposição 
Justificativa 
Senhor Presidente, 
Senhoras Vereadores, 
como justificativa do 
osso requerimento sa­ 
lienta mos a necessidade 
que temos dos mencio­ 
nados mapas para: 
1)- Estudo dos projetos 
de loteamentos, enviajos 
ao Legislativo para apre 
c.açao; 
2)- Orientação das pro- 
o Chefe da Pntrul!Ja lt.o• 
dovlárla do JJEIU!liT, 
ora em operação cm 
nosso Município, para 
ver a viabilidate desta 
Patrulha efetuar os ser­ 
viços de recuperação 
das estradas municipais, 
objeto desta INDICAÇÃO. 
É a nossa Justifica­ 
tiva. 
ER A DO MARTINS 
BARBOSA 
Vereador da AR EN A 
posições dos Senhores 
Vereadores, como seja: - 
(áreas para expansão 
urbana, pontes, estrada8, 
para construção e recu­ 
peração, etc), 
3)- Estudo para a nova 
delimitação cio períme­ 
tro urbano e urbanizá­ 
vel do llunlcípio; 
4)- Estudos dos pedidos 
de doações de áreas do 
Patrimonlo Público; 
5)- Orientação de eodere 
çaJTJento, numeração e 
denominaçáo de ruas; 
6)- Delimitação de áreas 
e setores: Comercial, In­ 
dustrial, Residencial, etc. 
enhores Vereado­ 
re8, Senhor Presidente. 
estas são algumas das 
uecessidades que temos 
e dependemos dos ma­ 
pas ora requeridos, para 
podermos ver, estudar e 
analizar com clareza, 
certeza e justiça todas 
as matérias de Interesse 
de nosso Município que 
tramitar por este Poder. 
É nossa Justificativa. 
ERNANDO MARTINS 
BARBOSA 
Vereador da AR EN A 
MÓVEIS DELBB 
MÓVEIS ESTOFADOS ELETROS-DOMESTICOS EM CiERAL 
SDltTOS E ZANCIINELUI LTDD. 
llVENIDB DUQUE DE CllXlllS 
446 JARDIM-MT 
~ 
l 
r 
> 
i

M io. w »o 	Politia e 
-----------~---------.: __ _:u_o_ve_r_n_o 	1·~_c:_,._, _' 1 _ 
EDITAL 
N.O 09/76 
De ordem do Excelentís!llmo Seuhor OePem­ 
bargador P1·eRidente do Tribui1al de Justiça do 
Estudo de Mato Grosso, faço público quo se acha 
aberta, pelo prnzo de li-lnta (;30) dias, 11 luscrl· 
ção o concurso pru provimento efetivo do cnr 
go de Zelador do Furum da Comarca de Bela 
Vista. 
O concurso será realizado nu forma -previs• 
ta pelo Provimento nQ Ill/75, do Conselho Supe­ 
rJ_or da Maglstruturu, procP.dundo-se as it.1sc1·!­ 
.,:oes un flede du Comarca. 
Poderão inscrever-se brai;Jleiros maiores de 
21 e menores de 40 nnos, que tenham boa con­ 
duta comprovada atra vP-s de atestados fürúudos 
pelas autoridades ,Judiciária e policial dti sua 
reqldeuclu e que fuçam prova de quitação com 
o serviço militar e Justiça Eleltorul. 
O concur o constará de provas escritas das 
seguintes matérias: PORTUGUf:S E ARIT~!ÉTICA. 
SPcretaria do Tribunal de Justiça, em Cuia­ 
bá, 05 de abril de 1.97li. 
Dra. llaria do Carmo Arruda 
Diretora Geral 
FREFEITO MAU#C. 
EE EELA WET-MT 
BARÉM: MILITARES DEVEMA.DVO<iAR 
IH A-III. 0artigo 
+t, da lei no t! de 27 te 
abril de 196; .- E tatuto d , 
ordem dos A«dogados lo 
Hra-.il ·gunlo o drputalo 
baldo Bum AH A-MI 
constitui dipoitio, draconiua 
no t'III rt•ht· ,) ., nílirun•.;i 
que e formam m alvoracia 
impedindo-lhes o eeteíe» 
da prof-áo, de-de qur o 
on-ilera incompatiei, oh 
a alegação de que reduz a 
independeneia profissional. 
rzauvntou que o wulitarr 
iorra«dos em outta- pro[isoe 
Jih ·r,1:, 1·111110 l,·diri11.1. 
lar@ria. Odontologia. En­ 
enharia e Economia não 
sofrem qualquer restrição, 
daí porque entende «deva 
ver revta 111,11eria, priru·i• 
palmente no toante ao di- - 
positivo no- artigos }i. ló e 
86 do Etatuto da Ordem dos 
Advogado- do Ira-il 
Edital 1 .o 01/76 - Sec. Adm. 
Em I de Abril de 1.976. 
De ordem· do Sr. 30 (Trinta) clias a con­ 
Prefeito 11lunicipal, Dr. tur desta data ll fim de 
Ruben • Alberto Abbott tratar de assuntos de 
de Castro Pinto. toruo seus interesses. 
Público o presente Edi- 
tal, purn que os Srs. 
Ambrósio Mor!ningo e 
Ramão 11Iurfines, com­ 
pareçt1m nesta Prefeitu­ 
ra Municipal, dentro de 
Prefeitura· lluuicipal 
de Bela Vista-Mt., 14 de 
Abril de 1 976 
Jvü.o Esteviio de Castro 
Secretário AJminis. 
O deputado areniR- anunciado pelo ~re,;idtm­ 
ta, lla:·co Antonio Cus- te Geisel. Segundo o 
tel10 lirunco (SP). culpa parhunentnr, eles exer­ 
radicals de esquerda e cem pressões e colacarr: 
de direita por atrasarem a presidêr.cia em um ro­ 
o -processo de distensilo go cru·,udo que preten- 
DESMliUlDORll 
Srrito d: esmolas, lesta., lutes e IEt).my2. 
firma allamenle capacilada e idânea 
Ir com o Sr. W iler [soar Is st Rio Ao a 
Mato Gro-so 
SERRARIA CASTELO 
Compra de Madeira 
Bruta, Venda de 
madeira Serrada 
Antonio· João - Ml 
' 
De Antonio Remo Penzo 
_ ______ _:, 	-.! 
de t.-aurnatizar o prncei;­ 
so. I1-so tudo. por vnern 
seus objE<tivos frust,·a­ 
rloR. Castetlo Bran<:fl la­ 
!IJentu as c•u;saçÕt>i! por­ 
que acrt>rlila no Poder 
,Judiciúrio, capaz de pu- 
11ir os que i:1juriam. ca­ 
luuiam e cilfom:,m, n.us 
não concorrl:1 com • os 
que pretendem tumultu­ 
ar " pais. a fi111 de anu­ 
lar a vontade (!') presi­ 
dente Geisel e do povo, 
basicam1:11te 'e,rntrísta, 
de rP.democratlzaçiio. li­ 
berdade lndiviJual e re - 
peito aos direitos hum­ 
no1:1. 
D[JCUMEMiO 
FE}ADO 
Foi estraviud<> na 
Cidade de Dourados-MT, 
o Certificado ae Reser­ 
vista expedido em Foz 
de lguaçú e Carteira. de 
Motorista expedida em 
CaE>:,a.vel-Pr. de Proprie­ 
dade de Luis Carlos .la.­ 
ier portador· da CJ. nº 
8.'l3M0, residente: em Be­ 
la Vista-1ll Publica.cão· 
que se faz para obten­ 
ção da 2 via.

PORTI 
Preço de-te 
Exemplar 
r$ 2.00 
. 
E; 
., 
e 
• l'-1- 
t J 
_( .. 
-- 
) 
- 
l lBU D 
"Orgüo Independente a 
- 
F ONTEI 
Serviço da Região" 
Ano V- lela Vista- MT. 18 I 76N" 205 
VIS E 
P ESHG E O ESPiJ lf DE 
TERRA. 
1 
• 
0%$1 
é 
O público esportivo 
beluvistense, esperou 
J)lll"ll VCl' ll t!UU equipe, 
que participa atuuimen­ 
te do Torneio Assis 
Chateuubriand, compe­ 
tição esportiva de am­ 
bito Psludunl, promo­ 
vlclu pelo Diario da Ser­ 
ra e pela LEEC de 
Campo Grande. 
Dois jogos já ha­ 
viam si elo rea lizarlos 
fora daqui, um em Jur­ 
dim, no quul u derrota 
de 2 tentos n O. clwgou 
u se constituir em su 
prestu (espervu se um 
revés mtor) e o seun­ 
do em Aquidauana on­ 
de o placar negativo 
l'o! de 5 a O, pi o qua­ 
dro Aqule1uunnP-nse. Fa­ 
lava-se em elementos 
que nüo tinha recebido 
o pnistigio necessàrio 
por parte da direção 
tbcuica, e que não ha­ 
viam participado dl) jo­ 
go· reulizudos. A opini­ 
ão contrária sobre a e - 
culnçüo do qun1lro bela­ 
visteuse era falu natu­ 
rul. se levarmos em con 
i;idernção que 1) Brn il 
é composto de em mi­ 
Ihões de 'Tecnicos de 
Futebol" e é a!ural 
que us opiuiões si! di­ 
vergem. D,mtro dessa 
proporçii o liela Vista, 
tem pelo menos 18.000 
Técnicas, que gostam i­ 
mensumente de comentar 
e crifü·ar. nias que não 
gostam de en!inr as mii­ 
os nos bolsos pura lirur 
uns trocados e pagar o 
seu ingesso. (Lembramos 
de quantus curas conhe­ 
cidas, estavam subidos 
em carrocerias de cami­ 
u hões, em po içi°Lo rídi­ 
culus. do ludo de (l)ra 
do Esltldio. uo dia do 
jogo, que ele esperava 
ver p/ rriticar depoi ... ) 
Enfim veio o jogo 
contra MIRANDA, no 
domingo dia 11, O publi­ 
co esportivo de nossa 
citlt1de, até que presti- 
glou, pois a clirnçào da 
Liga comentou que a 
renda rol boa, mas 11ão 
ofereceu à imprensa o 
totul. O quudro lwluvis­ 
tem,e u,;undo a in,lumcn 
túria do Sessenta Espor­ 
te Clube, das mais 
saudáveis tradições es 
portivas da cirlncle. mui­ 
tu embora contando em 
sua:: fileirus. com uma 
colc-!11 dl' valores em 
sua forma de seleção. 
cuja seleção, como sem­ 
pre acontece, no está 
perfeitamente entrosada 
t(•cnica u1entt>. ( Chega rum 
até dizer que o próprio 
Sessenta, com os seus 
valores naturais, dariam 
muior trabalho ao udver 
s ~ rio;) 
O JOGO 
O quadro e calado 
Pt enfrl!ntar o Cruzeiro 
de :lirandu. entrou em 
campo. contundo em 
suas filcirus com o dois 
elemento , que, de acor­ 
do com os comentários 
haviam sido desprestigi­ 
udos nos jogo realiza­ 
dos [om daqui. Cuiuba- 
110 e Paulista estavam 
em Campo .. !!!.. jú era 
uma esperança ... O ,Jo­ 
go começa e o quadro 
bela vistense, aparece de 
forma entusiasmado, ata­ 
cando bem e bu can<lo 
consolida;• uma vitória 
que lhe erin muito util 
à e Ili ullura dos acon­ 
tecimentos. Cuinbauo a­ 
parecia correndo e lu­ 
tando, como nunca vi­ 
mos. Paulista era abso­ 
luta na meia cancha e 
seu espirito de luta 
trunspai-ecia amplamen­ 
te. Parec-e que o quadro 
desta feita estuvu bem 
... e estava- realmente. 
Quiz a razrro, que os 
dois jogacfores fossem 
participantes Jirelos dos 
4 gols do quadro local, 
com cuiabuno marcando 
3 e Paulista, após uma 
bomba sensacional nu- 
ma cobrança de falta, 
proporcionara ao arquei• 
ro udversál'io uuJét larga 
da de hola nos pés de Ivan 
que faturou com tran­ 
quilidnde. O placar l'inal 
do encontro foi de •l 
tentos a 4. O Quadro 
bela vistense que vencia 
por 4 u , até os 35 mi­ 
nutos finai.;, não encon 
Irou a trnnqulliuade su­ 
ficiente pura 1:1egurar o 
marcador. numa de­ 
monstração <ie que al­ 
gum "grito li de fora" es­ 
tva faltando. Talvez 
somente ist::: tenha fal­ 
tado na hora certa, pois 
o atletas, dentro da 
suas limitada condições 
correspodernm plenamen 
te. mesmo porque o 
quadro ilirundense, es­ 
t, treinando o muico tempo e 
é amplamente prestigi­ 
ado on sua cidade, por 
tudo e por todos 
Temos agora os. jo­ 
gos, aqui, coutra Jardim 
e Aquidauan. Temos 
elementos, temos boas 
jogadores, que colocados 
nos lugares c-ertos e ori­ 
entados corretamente 
poderão nos proporcio­ 
nar a "til.o esperada ale­ 
gria". 
Destaque especial 
para as utuaçõe~ de Cu! 
uba'lo, Paulista. Nelsi­ 
nho (gmude trunfo para 
um esquema) e Ezequiel 
(entrou no segundo tem­ 
po). 
Queremos acreditar, 
que "endeusaram" dema 
is o jovem goleiro Car­ 
los depois dP. suais apre­ 
sentações em Jardim e 
Aquldauana. Quer nos 
parecer que o garoto 
sentiu qualquer coisa e 
mudou até a sua postu­ 
ra anatomica dentro da 
cancha. Isto prejudicou. 
Basta ao garoto lembrar 
se de grande'! ídolos que 
apesar. de grande;;;, nun­ 
ca "mudaram o seu jei­ 
tiio". 
A Arbitragem 
Pode raJar quem 
qul!,er, mas o Roclolfo, 
é e ilerá sempre o me­ 
lhor arbitro de nossa ci­ 
dade. Dentro das suas 
condições normais. é 
claro ... Os c,Jrtões ama­ 
relos, foram aplícados 
corretamente, a Expul­ 
são do lateral direito 
cio quadro bela vistense 
(o Baiano) foi correta. 
Afinal, quem conhece a 
regulamentl!ção rto car­ 
tão amarelo, rleve saber 
que o mesmo não pode 
ser aplicado DUAS VE­ 
ZE a um mesmo atleta 
, 
e hu vendo esta necessl­ 
dade o SEGUNDO será 
inevitalmente o VERME­ 
LHO. O Raiano, ufinnl 
das contas, como outros 
atletas de time local, es 
tavum mesmo procura­ 
do uma expulsão, pois 
eram multas as reciuma• 
ções infuricladas. 
Os Bandeirinhas VI• 
tor e DIIson S1poli, esti­ 
veram bem. Muito bem 
até, pois não aparece­ 
ram na partida. O Espor 
ti ta sabe que arbitra­ 
gem que não aparece é 
a melhor. 
Recebemos da dirr.toria da Escola 
Castelo Braoco, ofício solicitando esclarecimento a 
respeito da nota publicada nesta coluna na edi­ 
ção de 11 de abril. onde alertávamos aquela dire­ 
toria a respeito de um elemento (funcionário da 
escola) que agredia os alunos (ainda agride?). 
alvaguurdaudo o (s) tome (s) de nosso (s) infor­ 
mante (s) e de ncord,:, com os priacíplos sagrados 
do jornalismo (manter em segredo suas fonte de 
!nfc•rmações.) te, os a dizer o seguinte:o fato é 
real, existe tal Individuo, e a escola deverá proce 
der a ·'necessária fiscalização" e puni-lo com ri 
gor. Quanto ao jornal, simplesmente denuncia­ 
mos um fato (um triste fato) e, quando Calamos 
em AGREDIR, fal«mos em agressão fsica e mo­ 
ral. 
1
ão te10os tempo e muito menos vontade de 
polemizar; que a diretoria abra os olhos para a 
realidade e verá que tal individuo e fácil de re­ 
conhece~. "V_eja quc,m reclamou mais. quem procu 
rou exphcaçoes, quem sentiu a voz sublime da ra 
zão e, a personalidade cativante do "bravo" sur­ 
girá das trevas de sua 10consciência. Cor:.fiamos 
na aplicação da justii,:a e do bom senso, Repeti­ 
mo,:: deveres mais sagrados nos chamam, deixe­ 
mvs o problema a critério da escola sem esque­ 
ce:- que a TRlBU. TA esta vigilando quando se tra­ 
ta de problemas ioereutes a'> setor eelucacional e 
a juventude, causas primordiais para o surgimen­ 
to do bom cidadão de amanhã ... 
C E?:. 
• "A perfei_ção é divina, não humana. Enüío o 
i verno realiza o que pode e confia que o povo 
também realizará tudo aquilo de que for capaz, e 
que é de inenso valor porque representa o esfor­ 
ço de um conjunto. Confiai em mim. Conlia! no Go­ 
verno, como eu confio em vós". (Presidente Gel­ 
sei em Passo •F'ttndo". 1 
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