"SÓ NÃO HÁ RDfl o ' ANO V Redação Oficlua e Admini tração Rua Duque de Caxias /N Rela Vista. 18 ele Abrll de 1 fl71i Semauárlo N 20.5 FUNDAD0R E DIRETOR RESP0NSAVEL: - IALDO PEREIA Durante mais de 15 dias, o agente do DE­ OP de ão Paulo per­ correram aproximuda­ mente dez mil quilôme­ tros entre os Estudos ne São Paulo, Goiás, i!inas Gerais, Paraná e Mato Grosso, além do Paru­ guai, utilizando aviões e automóveis. Finalmente, o~ 3ti policiai que parli­ eiparam da "Operação Guto", já estão na Capi­ tal paulista, e com a m1ssiío cumprida, puís Guto está vivo, sem ser 11:-ces úrio o pagamento do re gate de quatro milhões de cruzeiros. O delegado Sergio Fleury, que comandou a opera­ ao, afirmou que os se­ questradores foram pre- 6os em Bela Vista. Eles sao elson, Carlos. Wil­ son, Lenir, Elias e Zizi, Que se suicidou no quar­ tel do 10'! Regimento ele Cavalaria, de Bela Vista em Mato Grosso, momen, tos antes de ser removi­ da para São Puulo. Ela Pediu para tomar banho e trocar de roupa. Um policial ficou vigiando, Junto à porta, d0 lado ~e fora. Passados alguns nstames, preocupou-se Sgm o barulho que ou- ., }.ª· Chamou o delegado demar Magalhães e abriram a porta. Ela es­ ava dependurada no ca no do chuveiro, enforca- da com a blusa que lhe foi entregue pela Policia. Desceram-na, um mérti­ co foi chamado às pres­ sa , tentaram fazer mas­ sagem, mns niio ndiun­ tou. Já eslavo morta. PRIMEIRO PRESO "Eu ncho que a Zizi é meia louca.· PNle até niío ser, mas que é e­ rigosa é. Ela queria ma­ tar o garoto de todo o jeito, nos últimos dia;;, e foi eu quer:i não dei­ xei. Cheguei até a bri­ gar com ela por cansa disso". Algemado, senta­ do numa cadeira llO fun­ do do salão principal da Secretaria de Seguran­ ça Publica de São Pau­ to. blusa azul de malha suju, camisa branca to­ talmente empoeirada, calça vermelha, Elias Kitfoury é apresentado pelo secretário Erasmo Dias aos familiares de "Guto", reunldus no sa­ guão: "Olha só o bandi­ do". Em voz baixa, Eli· as defende-se. Entrou na história só nos últimos dias, quando foi encarre gado pelo irmüc Nelson de tomar conta aa crian a, até então apenas cuidada por "Zizl". Elias não sa­ bia que "Zizi" estava morta, e vai contanrlo que eln. queria matar o garoto estava mui­ to enraivecida". Ele e "Zizi' esta­ vam no rancho da fa­ zenda Dom Bosco. en Maracajú, às 4 oras tia madrugada de quartn­ feiru, quando chegurao quatro policiais. "Guto" dormia s:ibre uma mesa velha, coberta por um encerado, agasalbndo com um cobertor e pro- tegido cios mosquito por uma especie de gai- ola ira orn dia cio grande recolbi­ n1t'11lo. o Rilêllt io envol­ viu todas as mordias. Permaneciam fechadus s janelas que ctu vam p. a rua. As mulheres 11io penteavam os ca­ belos nem vuniam a casn. l,;guém ::antnro­ lavu, nem era permitido H!Hi0ViOS, homens não caçadus. As rnmilins mais piedosas não comiam doce e preparavam a­ limentos de véspera e cada pesso~ trocava seu prato de comida com o vizinho. O jejum em ri­ goros, Além dn carne huviu a abstineneia de matlleiga e leite por causa MES saiam p/ permanece Em c•et·tas regiões elo Interior de S , gru­ pos religiosos paravam em frente das cuus, re­ zando pela,; ulmus. No súbado, o ale­ gre repite cios sinos a­ nunciundo a Aleluia, era o sinal p, iuieio de grandes foguetório, com rojões e disparos de es­ plngu Idas. ri-, crin nças batiam t!ffi lut11s ou nos postes de ferre. ~eguin­ e malhuel1o de ,Judas sob forma de grotescos bonecos, npós a leitura de testamento. em ver­ nos Je pé-quebrado ... Alunlmente, os dias consagruclo'- u rememo­ rar u obra da Hedaçiio ria humanidade são, em geral, empregados, co­ mo tempo de luzer em estadias na praia ou campo. Houve, assim, umu mudança de men­ talidade. A idéia de ser­ vir a Des, como precei tua o Primeiro llun; os que e asfixiaram, se ja no leito das aguas ou uai; corrt'tiles de gás, e­ xibem os processos mór bidos das vius resplrató rlal:l, como 110 coso do enfisema ou dos cistos pulmonares; os que ,;e enforcarum carreiam consigo os dolorosos dis túrbioH do sistema uervo 1,0, como &ejam ais neo plasias diversas e a pa ralisla cerebral lnfuntil; os que estllbaçnrum o crilnlo ou deitaram a própria cubeça sob ro das destruidoras, experl mtntnm desarmonias da mesma espécie, notada mente as que se rtlacio nam com o cretfuismo, e os que se atiraram de grande altura reapare cem portanto os padeci­ mentos da distrofia mus cufar progressiva ou da oRteíte difusa. Sr-gunrlo o tipo ,1,- ,uicl dio, direto ou indireto, sur gem as distoniws orgânicas derivadas, que corres pondero a diversas calamida des congênitas, inclusive a mutilação e o câncer, a surdn e a mudez, a crgueira e o lou cura, a representarem terapu tia providencial na cura da alma. Junto de semelhantequa dro« de provnção regenerativa, funciona a ciência n1édica por missionária da redenção, con ·guindo ajudar e melhorar enfermos de conformiducle com os créditos morais que atingiram ou gundo o mere cimento de •1ue di,ponbam. Guarda, pois, a existência como dom inefável, porque teu corpo é ,cmprr- im1rum<'n 10 di,·ino, para que ride aprcn das a crescer para a luz e n viver para o nn,or. ante a g.16 ria de Deu. (P i na extraido d a obra d e F ra n ci sco ido X«i«. "Retirito d· E·ri I RECEBEMOS. FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 Façam Seus Pedidos na: GRDFICn TRIBUNll Dll FRDNTEIRI Calçados para senhoras, esportivos você llP • TIIRlll REI DIIS BOTAS cavalheiros, crianças, artigos Artigos para montarias em geral malas, botas, etc. Avenida Duque de Caxias, 826 encontra Jardim - Mato G rosso na ,. l ela i-ta. M 180/70 --------------------------------- Crônica INDICllDOR PROFISSIONIIL DR. JORCYR M. MOREIRD Médico • Veterinário lllO[R[CO: Cm n.o IO - Vila lilililar II IISl II 6«:D ~-EVERALDOA.ROCHA OI- RI III Endereço: Resid. 856 R. Cel. Ponce - Porto Murtinho M. HAROLDO MEDEIRO ADVUG,0 0AB- )IT 118..1 Cl'F U0B-295.8i0 Rua 15 de ovemubro 177- Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Cirurgiã - Dentista (CR0-387) Zanda Grella Odontopediatria Prótese em gerul - Rolo X "Consulta com hora marcada" Rua Cel. Juvêncio 225 - Jardim t Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA OE OLHOS YINGINÇI DE A M GUEL 1 a3: 2y109)0 MA) €o±LA0, 32 10 242248, 03y 92)ZNyCIA. 3+305 Campo Grande Mato Grosso SE,IGIO RGEI.Ta ERONDI ADVOGADO E CRITÓRIO Rua 3 de Outubro (Ao lado da' Ciretran) Bela Vista Mato Grusso = DR. GIL MARCOS SAUT ~-::=; Advogado Rua len. Azambuja H.o 320 OAB/Ml 951 ummo - Mt Violência gera vio­ lêcia. Isto ufio é novi­ dade. Ofender é um ato puramente animul, e a­ sume requeinte varia­ díssimos entre os sere11 humanos. Há os que re­ cebem as ofensas com aturlidde, muitas ve­ zes com um sorriso nus lábios. Estes consideram a ofen.m como um tee­ te à sua capu cidade de suportar a lgnorilucia alheia e a maldade hu­ mana. Outr11s existem que explodem com 11 mesma itensdude da ex­ plosão que o feriu. Pou­ quíssimos ôUO o estoi­ cos que nem sequer to­ mam conhecimento do golpes desferidos por se11s semelimntes e, con­ trariando toda as leis do sentlmeuto generali­ zado, recebem e acolhem as agressõPs injustas co mo elogios ao seu me­ recimento. ócrate, de tanto sofrer, adquiriu uma pa­ ciência sem limites. Xan tipa, inconsequente, mu­ lher imbecll, irndimentou a sereuiclade do [1lnsofo, r.nsinando-o, com ua burrice, a refrear os lm­ pulos. Em delerminaJa ocasiáo os [ofoqueircs (que já os havia na Gré eia Antiga) foram dizer­ lhe que um grnpo de ini­ migos estava falando mal da sua pessoa. Res­ pondeu: N.~ illNHA AU­ SÊN8IA PODEil ATÉ MIE MATAR! • Qu:i.ndo o Papa Pau­ lo ili contratou Michelan gelo Ruonarotti para pin tar o ·•Juizo Finar·, • na Capela S_fxtina, no Vati­ cano, era Mestre de-ieri mõni! da Santa Sé o Cardeal Biuggio de Ce­ sena, um desses tipos que se intrometem no que não lhes :!iz respei­ to. Era exatamente um desses que pensam po­ der s'egtJThr e erguer du as melancii>s com uma só mflo. Deu· para .visi­ tar diariamente o gran­ de pintor em seu atelier - que era a própria Ca­ pela Sixtlna, -, opinando sem ser solicitado, criti­ cando o que nãc enten- Altevir Alencar ilia, perturbando o am­ biente, atrapal11undo o trabalho em que Buon­ rotti canalizava toda a sua cap,1clda dP l'l'iadora genial. Inúlgnado com os nus que se iam jun­ tando i1. imensa cr,moo­ s!ção, brnrio11 que aqui­ lo em uma imoralidade, umu falia de respeito ao cri,-tiunismo. Vingando-se a seu mo do. Mlchelunge!r, 13uo11a­ rottl retratou, com extra ordinária fidelld11Je, Biag gio no meio elas figura11 q u e se e n e o n t r a­ vum no Inferno. O r'ar­ deal, indignaúistsilTlll. foi ar, 'umo Pontiíice e con­ t.ou o eu,-o. Encoiar1za­ do. mesmo reconllec ... n­ do ser impossivel ncon1- trar outro pintor à altu­ ra de rn.o grande 1arefa. pediu ao Papa que cha­ masse o urttsta. ordena do-lhe a tirá-lo de tão vexatória situação. fa!o que teria, ao longo rios séculos. rr.percussfio tiio duradoura quanto pro­ funda e negativa para i. . 'elirntou aiuda que o irreverência do artista levaru-o a permanecer vestido com tndas as paramentas cardinalíci­ as, entre uma multidão compietaweute nua, coi- sa ridícula e deprimente. Paulo Ili (que já <·o­ nheeia bastante seu Mes re-de-erimônia) sorriu da ocorn'ncla, pPnLleran­ do ntlo lhe ficar bem i­ cursionar pelos dominios da pintura. pvis nunea empunham nem pineel 1em paleta. Ante n. insfslencia do Cardeal, disse: "Se ele te tivesse colocado n grpo das almas do Purgatório. eu. com mul­ to esforce, poderia fazer ulguma coisa por ti ten­ tando junco a Deus e a Buunarotli. relirur-ie da• li. Mas sabes perfeita­ mente que meu pode,· ão chega até uo Infer­ no, iaggio!". O autor destes es­ critos ainda não foi Roma, não visitou o Va­ ticano. Tarnbem nüo de­ eja conhecer o Inferno nm o Purgatório. Do me,;mo rnurlo, não vê muita possibilidade de ir raru o Céu. Toda via. afirmam que ainda hoje, quem observar o aires­ co cio ',Juízo Finar·. lá no Vaticano, notará num ângulo da direita. no melo do inferno, trii;le .,. parnmPntedo. o • inf Plíz Cardeal Biugiric, de Ce-­ sena. GEASEL: S0FIAI IS €O/ERG , CONFIO EM V0S» «CGlnIg EM MIM. tDMO EU DR. ISA LENO PRUJANSKr-== fx- Aai»tente Militar de Clinica MI±ieas na Faculdade de Medicina de Sao Pulo, por designação do Ministro da Guerra - Er-Chefe de Reumatolo­ ia no llewpirsl das Beneficência de S.ão Paulo- Fr.Assistente de Cindialo ia na Clinies Ob«tétrica ds Faculdade de Mliina de So Pulo - E-A»is tente de Gastroeterologia n Escola Palita de Me!ieina - Clinica Mhiea Cirurgia · Reumatologia - Ginecologia - Endocrinologia - Gastreenterolia Neurologia Traumatologia Fisioterapia Eletrenia - Medicinas Hiecomatia Medicina Esportiva - Geriatria Consultório - Galeria Popular N.o 9 Horario - Diariamente das 6.30 às 19 horas inclusive aos Sabadcs Ponta Porã Maio Grosso Política e Ciovemo Ezins 0» - 1,/3R AD} PARA A.EIRM.A GEISEL. , , OS I R SPO· SA VEIS, É a seguinte a it,­ tegru do pronunciumen­ to do chefe da Nação. "Através de vós, dirijo-me renlmento a todo o povo de Mato Grosso. Desejo, desde logo. ugrudecer-vos a colhidn generosa que me fzeu, u mim e aos meus companhd­ t·us de trabalho que vi­ ernm comigo hoje a Cuiabú. Como governante, é evidente que sou sen­ sivel u estas demonstra­ ções poi)ulares, porque elas servem para que, conscientemente, eu me sinltl como cumpriodú o meu dever. Estas ma­ uife tnções trazem em si um significado que, pura quem se devota à causa pública, represer­ ta urna com pensoçúo pelos s11nHidos cotidia­ nos que e fazem. passar a usufruir as van­ tag<'ns tecnológicas em grunnas a extensn ft onteira. em grande parte sem vidu, que mantinhamos com n Bolivia e com o Pn­ ragu,1 i; rleixou rle ser o imenso território isolado que o Brasil conhecia, que servia ao Brasil, mas que não se benefi­ ciava da civilização real de nosso pnís. Hoje, Ma to Grosso, por uma é­ rie de circunstânt:ias, está integrado no País, em frunco rlesenvolvi­ mento, produzindo e rea lizuudo, não só em be­ neficlo próprio, mas em beneficio ne toda a n:i­ ção. Aqui e desenvol­ veu extraordináriamen­ Le n agricultura, se de- ''Guordo lem­ senvolven a pecuária, e brança de uma visita a miuerução cte em- • que há vários anos pas- ' sados quando presldeo- l>riooária que era, vai te da petrobrás, recebi "TuJo ir RO foi po­ ,;ível, no decorrer cios unos, graças a intenso trabalho. sohretuclo no setor dos transportes e das comunirações, que uproximnram :lato Grcs so do restante existia ou era extru ordinariamente caru. Ha via carência de força elPtrica e o pouco de que se dispunha era o­ nerado com uma tariía muito alta. No setor cio petróleo, então os pre­ ço;, eram quase proibiti­ vos. "Hoje, já não mais. na direção da retrobrás, mus na preslrlência da República, me é posai• vel, graças à atuação do ministério das Minas e E!!ergia, dar uma so­ lução a esses dois gran­ des problemas. Nüo fal­ tará mais energia elé­ trica, nem ela será ven­ úida a preços e6corchan­ tes. e nem se tornará demasiado oneroso o suprimento de petróleo, sobretudo para aqueles que dele precisam para ú i-eu labor ou agricul­ tura, nas máquinas agrí· colas. Colocamos assim continua na pag. 06 RECEBEMOS FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 1977 Façam Seus Pedidos na: •• GRllFICll TRIBUen nn FRDNTEIRB SEME /CIO E CEREDI U !âO IGRICOLI LTDJI. " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR· e _,. B l . ·. · o povo íelavistense Perto da Ponte Internacional 3l) y]51y :....------------·------------ Avenida Teodoro Sativa f ela Vi-ta M I/o7, Entrevista ENTREVISTA Uma bela jovem es­ tudande e um udolescen te bastante ativo, na lar de de qulula-felrn, dia 25-8-?íl, IH'OCUl'Uram-rne para que lheri desse urna entrevista, determinados que foram por eu8 pro fessores, como rege o curriculun do Colégio. A matérin consiste em três perguntas sobre 11 administração munlci pai de Bela Vista, da se gulnte forma: 1a. - O que representa a atual admi1Jistraçilo pa ra o progresso bela vis teuse? 28.- Quais as molhe rias surgidas últlmamen te'? • 3ª - Existe algum plano de obras para es te ano? Quais? Então, vamos ao Ira A coisa que mala balhu. trnz-me satisfação é Iro car Idéias, dialogar com os jovem,, princiµulmen te os que levam a sério os seus e tudos. Por is· 6o, tomei o maior lnte resst> em atende-los, mes mo levando em conta que ajudar a mocidade a conquistar novos co uhecimentos é dever iu declina vel que cabe aos adultos que tenham com preensão nítida do com promlsso que lhe é afeto na sociedade ,Hn que vi ve.É um processo e auxi liur os dedicados profes sores a sua missão de educar, trazendo ao alu no uma novidade - en trar em contato com pessoas estranhas ao es tabelecimento de ensino em que aprende, buscan do soluções para suas li Ções - que não constam ste rincão maravi lhoso que é Bela Vista, a ua terra xtremada Pátria de v o e < s todos eséolares qut lnl cfam a vida cheios de esperanças novas uer;te Bra ·li gra11dlo o e bel'> que outras nações olham e espera:!! eja em breve uma grande potencia, defensora das llberrJacles do holllem de todo o muado da paz e tranqui liiade, do trabalho pro pulsor de seus filos. Só a vinda para a­ qui. rio governo cio Esta­ do, sob i;eus uuspicio1<, já é uma grandeza du admlnistrnçiio atual, tra­ zenao-o graças seu prestigio junto Jo go­ vernador, o que I1!itu­ ralmente nos trará gran des beneíiclos, como en, toda região circunvizi• nha. pois essa conquis­ ta repercute por todo o Estado. Estas são as razões que representam, no menu entender, o progres so pura a nossa bela Vista, certamente com o valioso auxilio e en­ tusiasmo dos estudantes que serão os administra Clores do futuro, esse porvir que· lhes apega ao coração de brasilei­ ros patriotas. Estudem. Quunto e segunda pergunta. tenho a gruta satif:,fação de reldtar todos os melhorameutos conquistados nesta a­ d ministração, no curto espaço de tempo, que não são poueos. Nenhum outro Prefeito fez tanto e tão poucu tempo. Começarei a dizer sobre a LUZ - Luz que !!OS faltllva, energia que nos faltava parn os apa relhos elélto-domésticos geladeiras, ferro de eu gomar, radios etc. Aí es tá a luz brilhante ilumi nando nossos lares. Há quanto tempo não tínuha­ mos luz nas ruas Ago ra, estão elas iluminadas para serem aproveita das por vocês nus sua idas à noite ao colégio. Tudo aproveita essa vi da da luz abundante, os bares, as casas de dizer sões o lazer dos belavis tenses nus praças e 1O na satisfação de evitar mos a irritação que nos trazia u falta de en<>rgla São tres motores novi­ nhos de 250 KVA daui­ ridos recentemente por essa admir1i>nruçil o vig-l lante, que rsU1o forne cendo energia para a cl dade. Outros rnelhornmen tos: A pruçu Castro AI ves, iuaugurn da pelo nos so Governador. A urba nização da Aveuida Teo _ doro Sutin1. , rer.;odc laçüo do haino de Agua i doce, abertura de suas ruas abauladas e limpu, com placas dos seus res pí!Ctivos 11omes. A i11au ~, guração também pelo Sr ÜO ema dor, nesse haino de Agua-doce de belo erlificic, da Escola '·São Geraldo" com amplo es­ paço par,l recreio dos ,tlunos, campo para cu) lura de leguminosas e hortigrangeiros, quando os ,,Junos mesmo serüe> cultivadores. A reforma ela Ü!'io.i ElP.trica, com grandes melhoramentos uas instalações e a •:ous tração du casa de adrni uistração. A construção do grande parque de veiculos da Prefeitura, com espaçosa uflcirrn de concertos. .. mellloria 100 o/o da praia do Rio Apa., com limpeza total do gramado e: extirpado o mato que a circunda va. A abertura da Ave n.ida enador Pinheiro Cont. na pag. 08 '1TENÇÍ10, FDZENDEIROS, llGRICULTORES E o Sucesso do Censo Agropecuario depende da exatidão dos dados fornecidos ao~ Recenseadores Ajude a Fazer o Censo e colabore com o Rrasil em Desenvolvimento ---·-- -- ------------- • I Politica e Governo H+nina 0o SEL z E , DO .T E E {J Mato Grosso no nível cloB demolR Estudos do l'nís e em ,·audições 1'Nilmcnte co(Tlpellltvns. "Acho que dessa forma, trabalhando jnun­ tos -- seiu no eurnpo economico, eja o eum po 80Clal. C' llll't'!llO na óreu poli'eu marchu­ ndo juntos, podemos rcn lrnt'lllP ,•isu11 lizu r um rutura melhor. Futuro que teremos que coas- truir na buse do enten­ dimento, da cooperuçio, e, sobretudo, com reu­ lismo, em ordema, com p.1z, longe de agitações. Iouge dus ambições dotl saudosistas, que vivem muitus vezes num mun­ do irreal, tlO!lhnndo com um p:lf.satlo que niio vollurú. "Mas aqueles que se quei Dizem que o pvo xam, que falam em violen vive triste, privado de da. em mis!'>rin, que r llum liberdade, oprimido e em sevicias, om suma, sob o urbilrI0 da violén- aqueles que vivem de­ ciu. Não creio. A acolhi negrindo o que a revo­ da que me fazemn, as Iuçüo faz tem que sair fisionomias que eu vejo do cuhiculo em que vi­ aqui, como vi em outrns vem e abrir us janelas; regiões envolvldas, correspondentes à nossa extensão lt!1Tlloriul e ao vulto de nossa populn1- ção, o UraRII nunca Rerú um grande país. Se nós queremos UH egurar o bem-estar do nús-o po­ vo e v;ver num concer­ to Internacional de uma grande noção. temos que crescer em ngrlcuflura e pecuária, antes de mais nada". Com estas pala­ vras, num ,!iscuno feito de improviso, o preslrlen­ te Ernesto G11lsel lançou um dos maiores proje­ tos agropecuários ofici­ ciuis dos últimos tempos o Programa Dourados. O progrnmu nbrange 22 muuiclpios de Mato Oras so, que coustituem a Grunde Oourados, e pre­ vê investimentos de 1 bi­ lhão e 700 milhões de cruzeiros. O chefe da ação fez seu discurso perante uma multidão de cerca de cinco mil pessoas, no final da mnanhü e sob for­ te chuva, que prejudicou uma presença maior de populares, prevista pe­ los organizadores do ato. Os presentes, após a o lenidade, participaram de um churrasco, orga­ nizado pela Prefeitura de Dourafos II para o qual foram abatidos mu­ i de 100 bois. O pr1:sidente da Re­ pública chegou a Doura­ dos, procedente de Cuia­ bá, acompanhado do go- ministros Alysson Pauli- ceu Nogueira, dos 'l'rans­ portes, Rangel Reis, do Interior, e Shigeaki Ue­ ki, das Minas e Energia. ,pós o lançamento do Prodegrun, na praça principal dnu cidade, o ge uerul Gelsel seguiu a pé, protegido por guarda­ chuvas, até a Prefeitura, onde concedeu audíevci­ a3. Depois do almoço, o presidente da República e sua comitiva seguiram para o anoporto local, de onde embarcaram de regresso a Brasilia, via C::.mpo Grande, encerrao do dois dias de visita o.o Estado de Mato Gros 80. o É a seguinte a ínte­ gra do discurso pronun­ ciado pelo pre;;idente Geisel, durante a soleni­ dade de lançamento do Prodegran: "Agrndeço a acolhi­ da que me fazem, inclu­ sive vencendo a intem­ périe das chuvas. que se manifesta desde on­ tem, aqui. Vim a Doura­ dos com a iotençãu de lançar este Programa de Desenvolvimento desta região. Podia tê-lo feito no próprio Palácio do Plaoallo, em Brasília, mas achei pue, pela sua importân<.!ia, pelo objeti­ vo que se tem em vista vernador Garcia 'elo, de ilato Grosso, e dos seoça de voces. end1do e possivelmente r;erá melhor executado, porque nelo não está apenaH o gove:rno fede­ ral. Está cug,1jutlo Iam• bem o Estado de :-Olato Grosso e estão engaja­ dos todos os habitante desta grande região". "Desde o inicio do meu governo tenho des tacado a lmporIBncla que se deve atribuir ao des e n v o I v I m e n t o da agricultura e da pe cuárin. A agricultura e u pecuária são as bases esenciais da riqueza cto nosso Pais. Sem uma a­ gricultura e uma pecná ria desenvolvidas, corre!! poadentes à nossa ex tensão territorial e ao vulto de nossa populu ção, o Brasil nunca será um grande Pais. e nó8 queremos assegurar o bem-estar do no11s0 povo e viver num concerto internucional de uma grandP !iÇão, tomos que crescer em agricul tura e pecuária antes de mais nada. • Nes e sentido, a re gião da Grande Doura dos é extraordinarian:ea te favorável não só pelo seu subsolo new pelo seu clima, nem ,;õmente pelo sua con- dição geográfica. mas principalmente pelo seu povo. Originários de di ferentes regiões do Pais do Nordeste e sobretudo do ~ul da região do .Rio Grande e de anta Cata com este programa, era rina, aqui se misturam, preferível fazê-lo na pre harmoniosamente, dlfe rentes correntes. todas imbuídas de um meswo neli, da Agricultura, Dir- ma será melhor compre- (Cont. na Pag. Oi) "Assim este progra- 1 MINE ação "Produtor do Calcáreo Bodoquena" "Uma km BODOQUENII Rodovia Jardim Porto Murtinho Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 54 - LTDD Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias {ao lado do H t l O - ) . al 8 o e riente Caix. Post ------------------------------------------ Política e Governo (CONT. 011 GEISEL QUE ... sentimento de naclonull dade. O llrasilelrn é um só. Viva onde vi ver, des do o Amuzonus até o Rio Gmnde. "Ao esforço A no trabalho que nqul se rca llznm, ~orna-se agora, cm maior proporçllo, u apoio do governo rede ral. Preocupa-nos assegu rnr uma h,fm-e truturn que µossa garantir este progresso de desenvolvi mento agropecuário, com estradas, eco energia elétrica, assistência técnica, que são vins de escoamento. São outros proces os, in clnsive de natureza oclal que permitirão que nós andemos mais rapida mente, niio RÓ no lnteres se Imediato da popula çiio que aqui vive, ma , principalmente, no meu ponto de ·lista, do inte resse geral da ação. "O programa está lançado. Agora, sem dú­ vida, vem a parle mais difieil. que é a de execu tá-lo. Ele só valerá pelo resultnclo dessa execu çiio. Pura es e resullurlo, eu conclamo a todos, pa ra que nol! unnmos, para que não vivamos isola dos, pura que o governo nilo esleia só. E o povo também não esteja só. Mas, ao contrário, inspirados nos Ideais das realizações da Revolução de 64, deve mos caminhar juntos no PAGINA 06) SECR TIRlft DiZ l Interesse da grandeza do Brasil". - ,, T n llRENft 1 as audiências que concedeu, o presidente Gelsel ouviu, do ex-go vernador Pedro Pedros sian, uma expoi:;icão "rea li tn" sobre as possillili dueles dn Arena nus pró ximas eleições munici pais, ouvindo que o ~ID13 "é um adversário respeitável, sobretudo pela sua quuliclude". A­ tualmente, o MDB possui apeoas um municlpio em Mato Gro so, mas as previsões são dei que aumente este número para 30. Ao contrário de Gei sei, PedrO!'slan não atri- bui muita importâucla ao pleito, afirmando que ele não servirá para afe rir a tendência popular, porque em todos oi; Es tados existem muuicípios e áreas de segurança onde não se realizam eleições. Outro dttalhe: as disputas aíio pessouis e não própriamente par fülárias. p Cuiallá - O Gover­ no do Estado, utrà vés da eceetaria da Agri­ cultura, utru vês do con­ vênio com a Superinten­ dêocia de Desenvolvi­ mento da Pesca- UDE­ PE está promovendo o regisêro de pe cadores profissionais e amado­ res, bem como de Clu­ bes e Associações Ama­ doristicus de Pesca em todo o Estado de ilato Grosso. O objetivo principal desse registro, segundo o exE:cutor do convênio, Lodovico Escarmanhanl, visa a legalização dos pesc11dores matogrossen­ ses e a criação do ca­ dastro geral da pesca. Esrarmaohani disse aio- da: "temos a necessida­ de de iniciar- um traba- lho dtl cadastramento para conhecermos, prin­ cipalmeute, a força de trabalho ocupada com a pesca'' e eresventou, 'po!s pesar de Mato Grosso apresentar um dos maiores potenciai de pesca do Pais não possuimos dados e infor mações capazei; ele 1101-1 auxiliar a formulação da política pesqueira" Para se registrar, o pescador µrol'issioaal ou amador, necessita de apresentar. na St-creta­ ria ela Agricultura. ou nos v«rios Postos de Fiscalização du Pesca. um documento de iden­ tidade, duas foto e o registro da embarcação, se porventura potH•UÍI', e pagar uma 'axa. Para o registro de pescadores rolisionais não será cobrado taxa e o« Clu­ bes e Associações Ama­ doristicas de Pesca pa­ garão uma taxa no V'.l- Jor do salário miuimo da capital. AEROL!BE DE 3AR4M4 O Aeroclube de Jardim encontra-e em funcionamento e a disposição dos intere sados em brevetar-se O Aeroclube Adquiriu uma aeronave no­ va de treinamento II7RIMES {I 0 Isnls sg. Walburgues Machado Vieira no AEROPORTO DE J.RDDl REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: 1!! de Mala • 563 Jardim - Mata Grauo 11,-1,, Vi--1t1 ~!1 Ili/O llil> Entrevista Dr. Horacio Cardin dos Santos Cirurgião Dentista RUA DR. roam M@1111110 CORR[ft, III 208 GROSSO 05) ••• O r,onto do encontro da Sociedade murtlnhcnso lua Dr, Correu 562 Porto Murtinho Mato Grosso , lu:rto H que placas de sinalização do a Divina Providencia ilu transito, sujem as ruas, mine suas Inteligencias a tirem lixo nas ruas ris- pura que no futuro, se­ quem as paredes limpas jam bons putriolas, se Iinalmeute lnteresf.:rndo fuçam cidadãos honra- • nos por tudo, a fim de dos, para gloria de su:is que forasteiros que por familias, dos seus ami­ aqul pu sem e vejem gos e sobre tudo da que sGrnos db um povo Grande Patrla Grasilelra. ordeiro e educado e que Estudem! jé alcançamos um está José ,loaçulrn Ferreira gio de alto grau de, civl Sotv Presidente Deseja a Vitória Completa da ARENA "De nada nos adiu ções. lembrou lhes que tu ganhar num municipio deveriam fazer compara com 200 mil eleitores e ções e mostrar como o perder em outro com povo vivia antes da Revo mm mil. A nossa vitoria lução e depois está nas mãos dos enho "É evidente - enfatf res. Ergurn u cabeça e zou - que eu como pre trabalhem". O conselho sidente, gostaria de ver foi dado pelo presidente todos os joven:: no meu Ernesto Geisel aos 24 partido. llas, se eles qui prefeitos de Mato Gros serem lr para O i1D8 es o, recebidos em uudiên tá bem, desde que se de ela eepecial no Palácio rilquem a uma oposição Aleocustro. Antes, o che autêntica". fe do governo já havia Bancada mobiliza do a bancada fe derul da Arena e os membros da ARENA Jo­ vem pura lançarem com ardor à campanha muni cipal, divulgando as reu lizuções da Revolução e a fazerem comparações para o eleitorado, da vi da antes e depois de HJ64. Aos Jovens Com os arenistas jo v_en_s, Geisel voltou a ins sistir na necessidade de participação dos estudan tes nn politica, mas fora da "universidade "Esta participação • resslfltou _ e porque o Brasil preci sa renovar as suas lide­ rancas politicas". Quao do os Jovens lhe dif,searm que estavam deseovol vendo um _grande traba­ lho para a vitória do par hdo nas próXimas elei Ao receber as ban cadas da Arena na As sembléia e Congresso Na ctonal o presiJente da República pediu-lhes taro bém mais iniciativa na campanha eleitoral pare. permitir a , itória do partido. "A oposição- alintou • na da tem a ofer.:cer. ,ó ,·rltirn-. Este é o seu papel. N6s ao contrário, temos tudo. sem a realizações do governo como se foe,em ns rea.lizaçiios do parti do porque: o partido é o go verno". Fortalecer o Partido . . Par:, os observadores po líticos, a enfase dada pelo pre sidente à necc.sidade de os areniwtas assumirem as obras governamentais, divulgando-u Junto aos eleitores representa mais um esforço para forale cer o partido. Ao mesmo tr-m po, Gci,d dc-ixou clara a in tenção da Revolução de re pondcr iruediatnmentc à!I C'ri ticas formulada- pela opo-ição- .. Politica e Cioverno DERZI REJEITA PROJETO PREJUDICI L p as ENTIDBDES FILINTROPICII - Brasília A Comis- so de Finanças do Se­ udo Federal aprovou parecer do enador Sal­ danha Derzi {ARENA­ MT), opinando pela rejel ção de projeto-de-let que pretendia r.stabelecer normas "para expAdiçüo de certificado de Antida­ des de fins filantrópicos". Citndn propoRiçfío pretendia tornar válido, já a partir da data de entrada do requerimento da entidade interessada junto ao Conse)hl) Nacio nal rle Serviço Social, o certificado de "eu lldaile de fins filantrópiC'ls·•, do­ cumento necessário para que possa qualquer en­ tidade gozar do benefí­ cio da isenção da con­ tributção previdenciária. Em seu parecer coo trário ao projeto, o Se- ambos os casos não ha­ nador Saldanha Derzi via sido dada olução fez ver que, 'pretenden- ao problema., dai purque do a proposição que a chegava mesmo a afir­ valldacle cio certiticaclo mur que u proposição seja contada a partir da seria ineficaz. O que su­ entrada do requerimento gere o Senador arenlsta junto ao CNSS, de duas do Mato Grosso é que uma. ou a entidade se se dê cumprimento ao beue!iclaria da isenção peereto já existente que sem provar sua hahilila- Çãl), o que seria ilegal deteria a expedição ou a concessão do bene- de certificado provisó­ ficio retroagiria àquela rio a es as entidades, data, fazendo com que válido por dois anos com a entidade beneficiada, o qual elas se habllltam quites até então com ao benefício. Agir rle ou suas obrigações previ- tra maneira sei-la acarr<' lar consequências nega­ tivas ao sistema previ- denciárias, pretendeSS"' ressa1·cimento do que já houvesse recolhido". denciário sem nenhuma Entendeu o Senador vantagem para as entl­ Salrlaaha Derzl, que em dades filantrópicas. ~r------------------ BICHO OI SÊDD BOM NEGÓCIO ,, Com 6 Hectares dr. Amoreira Você mensalmente Cria 60. gramas de Semente A um preço de CrS E um Barracão de 7 mts. X 30 mts. E produz 180 quilos de casulos (produção média) 22,00 o quilo (preço médio) PORQUE ... Você Investe· Pouco Com seus próprios recursos você constr6i seu barracão; com 2 esteios, caibramento e ripamento de bambu, cobertura de sapé. fechamento de capim, bambu ou coqueiro. ESTÁ PRONTO SEU BARRAC.ii.O. A ProJução é Imediata e mensal Voce passa a ter uma renda mensal garantida Você não corre nenhum risco . A amoreira e o bicho da sêda não sofrem pela séca ou por muita chuva. O mercado é garantido _ O carulo do bicho da sêda é para exportação. océ conta com um mercado e um preço sempre aumentando Você consegue as mudas de amoreira com facilidade. A Prefeitura está fazendo canteiro de mudas A amoreira é uma cultura permanente. Ela permite 18 anos de exploração seguida. A Prefeitura Municlp11l colocou um técn!co à sua disposição. Aproveitem. Você já poda contar com a experiência de outros. Já existem 2 cria1ores em Bela Vista. Eles podem dizer o quanto estão ganhando com o bicho da sêda. O Que Você Está Esperando? GDNHE --.- Procure CRIE- -BICHO DA SÊDA DINHEIRO! Informações com pre. p?do de Seu±a Caralho -- Ec!tua O±racial d: Bela 'aa ••• ----------:----------------·---- amara é Notiia (/ard) '' JIRDIM: CiMIRI É NOTICII Proposição N.o 12/76 - EMB. Exmo. Sr. Presidente da éârnara Municipal de Jardim-MI. Indiaão N.o 09/76 - EMB Nos T'ermos de nos- bulções representa!iv s so Regimento Interno e após ouvido o Plenário no uso ile mlnhus alrl- nesta Casa, seja encaml- Seleção de Auxiliar de Escrita n.o 120 O Banco do Brasil S.A., Agência de Bela Vista MT, comunica uos interessados, que no dia 02. 05. 76, domingo, reulizar-se-ão os Exa­ mes de auxiliar de Escrita, em Guia Lo es da Lguna MT, no prédio da Escola do 1 Grau «Salomé de Mello Rocha», obedecendo os se­ guintes horários: :30 min. - Slnul de fechamento da enlmrla do prédio e entrada dos candidatos nas salas de provas, 6:4r> ruiu. - Distribuição de material pura o Questionário; 12:05 mnin. - término das provas escritas. Observação 1)- Não será dda posse a qualquer can­ didato aprovado cujo: documento! re­ gistrem data de nascimento fora dos limi­ tes permitidos no ato da inscrição, 2)- 1 ão será perm!Udo, em nen!Juma hipó­ tese. o uso do máquinas de calcular durante o perlodo de realizaçiio das orovas; 3)- A prova de Datilografia será realizada posteriormente, em data a ser divulgada na ocasião oportuna. apenas para os candidatos aprovado: na provas: Psico­ lógica, de Portugues e de ilatemalica. Nota Importante Os candidatos dcveriio trazer consigo os resper.tivos: Cartão de Inscrição, 01 caneta es­ ferográfica, 01 lápis n 2 e 0t borracha. Bela Vista mt., 07.04.76. Banco do Brasil S/A - Bela Vista Mt. Antonio Gonçalves de Lima Gerente Amaro Gonçalves Subgerente Iut· 0 nhada o Exmo. Sr. 'Pre­ feito Muulclpal, 1NDICAN DO a necessidade de mandar com a maior brevidade possível, recu­ perur a ESTRADA MU­ NICIPAL JD-10, no tre­ cho compreedido nentre Vila Gaúcha até u Ponte sobre o Rio Per­ dido, divisa com o Mu­ nlr.ipio de Porto Murll­ rho e a JD-3, no trecho do entroncamento com a. JD-10 até a Colônia do Curvelo. pelos motivos expostos em noss11 ex­ posição justificativa aba! xo. Exposição Justificativa: enbor Presidente, enhore Vereadores, Exrno. Sr. Prefeito Mu­ nicipal, em visita aque­ la rica região agrícola de nossa Municipalidade, sentimos de perto a 1:1.preensiio e dPsespero dos ruralistas e agricul­ tores daquela região, no que concerne ao péssi­ mo estado de trafego das rodovias municipais: JD- 3 e J D-10, nos trechos mencionados no corpo da Indicação objeto des­ ta exposição de motives; estando praticamente in­ transilàvel em virtude de enormes valas, bura­ cos e atoleiros ocasiona li.os pela erosão das últi mas chuvas, dado a irre gulatidalle e declividade do terreno daquela regi­ ao. Por estes motivos e reconher.endo a- imperio­ sa necessidade daquelas vias de acesso e escoa­ mento de produção, mor mente ueste período de safra, Indicamos ao che­ fe do Executivo a nec:es sidade de providencir com a motor brevidade possível a recuperação daquelas rodovias muni­ cipais. A título de sugestão e dado ao acarretamen­ to de serviços do maqul nário do DER. sugeri­ mos ao Exmo. r. Pre­ feito ou Diretor de Obras Públicas do Município a entrar em contato com Proposição n.o 11/76 - EMB; Exmo. r. Presidente i M io. w »o Politia e -----------~---------.: __ _:u_o_ve_r_n_o 1·~_c:_,._, _' 1 _ EDITAL N.O 09/76 De ordem do Excelentís!llmo Seuhor OePem­ bargador P1·eRidente do Tribui1al de Justiça do Estudo de Mato Grosso, faço público quo se acha aberta, pelo prnzo de li-lnta (;30) dias, 11 luscrl· ção o concurso pru provimento efetivo do cnr go de Zelador do Furum da Comarca de Bela Vista. O concurso será realizado nu forma -previs• ta pelo Provimento nQ Ill/75, do Conselho Supe­ rJ_or da Maglstruturu, procP.dundo-se as it.1sc1·!­ .,:oes un flede du Comarca. Poderão inscrever-se brai;Jleiros maiores de 21 e menores de 40 nnos, que tenham boa con­ duta comprovada atra vP-s de atestados fürúudos pelas autoridades ,Judiciária e policial dti sua reqldeuclu e que fuçam prova de quitação com o serviço militar e Justiça Eleltorul. O concur o constará de provas escritas das seguintes matérias: PORTUGUf:S E ARIT~!ÉTICA. SPcretaria do Tribunal de Justiça, em Cuia­ bá, 05 de abril de 1.97li. Dra. llaria do Carmo Arruda Diretora Geral FREFEITO MAU#C. EE EELA WET-MT BARÉM: MILITARES DEVEMA.DVOi! por­ que acrt>rlila no Poder ,Judiciúrio, capaz de pu- 11ir os que i:1juriam. ca­ luuiam e cilfom:,m, n.us não concorrl:1 com • os que pretendem tumultu­ ar " pais. a fi111 de anu­ lar a vontade (!') presi­ dente Geisel e do povo, basicam1:11te 'e,rntrísta, de rP.democratlzaçiio. li­ berdade lndiviJual e re - peito aos direitos hum­ no1:1. D[JCUMEMiO FE}ADO Foi estraviud<> na Cidade de Dourados-MT, o Certificado ae Reser­ vista expedido em Foz de lguaçú e Carteira. de Motorista expedida em CaE>:,a.vel-Pr. de Proprie­ dade de Luis Carlos .la.­ ier portador· da CJ. nº 8.'l3M0, residente: em Be­ la Vista-1ll Publica.cão· que se faz para obten­ ção da 2 via. PORTI Preço de-te Exemplar r$ 2.00 . E; ., e • l'-1- t J _( .. -- ) - l lBU D "Orgüo Independente a - F ONTEI Serviço da Região" Ano V- lela Vista- MT. 18 I 76N" 205 VIS E P ESHG E O ESPiJ lf DE TERRA. 1 • 0%$1 é O público esportivo beluvistense, esperou J)lll"ll VCl' ll t!UU equipe, que participa atuuimen­ te do Torneio Assis Chateuubriand, compe­ tição esportiva de am­ bito Psludunl, promo­ vlclu pelo Diario da Ser­ ra e pela LEEC de Campo Grande. Dois jogos já ha­ viam si elo rea lizarlos fora daqui, um em Jur­ dim, no quul u derrota de 2 tentos n O. clwgou u se constituir em su prestu (espervu se um revés mtor) e o seun­ do em Aquidauana on­ de o placar negativo l'o! de 5 a O, pi o qua­ dro Aqule1uunnP-nse. Fa­ lava-se em elementos que nüo tinha recebido o pnistigio necessàrio por parte da direção tbcuica, e que não ha­ viam participado dl) jo­ go· reulizudos. A opini­ ão contrária sobre a e - culnçüo do qun1lro bela­ visteuse era falu natu­ rul. se levarmos em con i;idernção que 1) Brn il é composto de em mi­ Ihões de 'Tecnicos de Futebol" e é a!ural que us opiuiões si! di­ vergem. D,mtro dessa proporçii o liela Vista, tem pelo menos 18.000 Técnicas, que gostam i­ mensumente de comentar e crifü·ar. nias que não gostam de en!inr as mii­ os nos bolsos pura lirur uns trocados e pagar o seu ingesso. (Lembramos de quantus curas conhe­ cidas, estavam subidos em carrocerias de cami­ u hões, em po içi°Lo rídi­ culus. do ludo de (l)ra do Esltldio. uo dia do jogo, que ele esperava ver p/ rriticar depoi ... ) Enfim veio o jogo contra MIRANDA, no domingo dia 11, O publi­ co esportivo de nossa citlt1de, até que presti- glou, pois a clirnçào da Liga comentou que a renda rol boa, mas 11ão ofereceu à imprensa o totul. O quudro lwluvis­ tem,e u,;undo a in,lumcn túria do Sessenta Espor­ te Clube, das mais saudáveis tradições es portivas da cirlncle. mui­ tu embora contando em sua:: fileirus. com uma colc-!11 dl' valores em sua forma de seleção. cuja seleção, como sem­ pre acontece, no está perfeitamente entrosada t(•cnica u1entt>. ( Chega rum até dizer que o próprio Sessenta, com os seus valores naturais, dariam muior trabalho ao udver s ~ rio;) O JOGO O quadro e calado Pt enfrl!ntar o Cruzeiro de :lirandu. entrou em campo. contundo em suas filcirus com o dois elemento , que, de acor­ do com os comentários haviam sido desprestigi­ udos nos jogo realiza­ dos [om daqui. Cuiuba- 110 e Paulista estavam em Campo .. !!!.. jú era uma esperança ... O ,Jo­ go começa e o quadro bela vistense, aparece de forma entusiasmado, ata­ cando bem e bu can setor eelucacional e a juventude, causas primordiais para o surgimen­ to do bom cidadão de amanhã ... C E?:. • "A perfei_ção é divina, não humana. Enüío o i verno realiza o que pode e confia que o povo também realizará tudo aquilo de que for capaz, e que é de inenso valor porque representa o esfor­ ço de um conjunto. Confiai em mim. Conlia! no Go­ verno, como eu confio em vós". (Presidente Gel­ sei em Passo •F'ttndo". 1 1