l•UiDA()Olt E IJIHl•:J'tHC HESl'D.SA LI.: l 1l.1)0 l'l.lO·JH  
ANO V 
Redação, Q(lcluas e Admlnistraç,1o 
llu 1 Duque de Caxins S N 
llela Vista. OH <le Maio clt' 1076 :,-pn•a1111 rio 20s 
CRIDTIVID DE 
JOR RLISMO 
I vai do Pereira 
Os jomuis eufrl!olam 
séria c1·lse, exigindo dns 
pcssons que trabalhllrn 
no setor multa crintlvl­ 
dude e disposição put n 
enl:'>nlt·ur u solução ade 
quuita 110 problema. Es­ 
ta soluçlo talvez esteja 
wa regionalização do jor 
nal, com seus profissio­ 
nalR voltando-se exclu i­ 
vumente purn Rua cida­ 
de ou rfgiiio, em cuja 
larefu poderi1lm compe­ 
lir com os órgãos de 
Imprensa· dos grandes 
centros. Concordamo 
C'llll o jornalista Mauri­ 
clo Sirutsky que: ··nfio é 
possivel fazer adu sózi­ 
nlw, pois o mais lmpor­ 
tate é formar ume equi 
pe homog,.mea, integrada 
por homens capu,:es e 
que saibam fazer [uncio­ 
nar a máquina du cvmu­ 
nicuçiio". Nu opinliio de­ 
le ·•a impr~nsa no mun­ 
do inteiro não a traves­ 
su situação tlU3piclosu, 
encontrando-se, no mo­ 
mento. n braços com se­ 
rias dificuldades, que ele 
r.nlium os homens que 
n_ela militam". () jorou­ 
lI•mo, seguudo o com­ 
preendemos, tem obriga­ 
çoes e responsubiliclades 
q11e vão além do direito 
de informar. 
Se informar nio é 
tudo, a liberdade de in­ 
formar é quase tudo, 
disse. l!erta vez· o sr. Her 
bert Moses, ex presiden- 
te da ABI, e a imprensn 
Para ser ·livre, . preci'sa 
antes de mais nadu sei· 
economicamente forte, o 
que só conseguirá atra­ 
és da venda avulsa e 
do rech!mento com pu­ 
b'icidacle. Q nov.o jornal 
que vai aparecer como 
resultado da at u a l 
e_ r i s. e - diz • .Diues ,. 
Será fruto do mesmo con 
'exta cujas . tendencius 
Principais fizeram-se no­ 
tar qua,ndo do np;1reçi­ 
mento du TV nos anos 
f>O. Pura redescobrir o 
jomnl. é preciso paclt>n­ 
lt--mente IJOnlilbar outra 
vez os contornos de to­ 
da a velculuçilo. que re­ 
cebeu o primeiro impac­ 
to quando u TV come.­ 
çou u imperar e que 
agora se confirmnm. " 'e 
l'Xiflte uma crise nu cha 
macia "grande impr1:ns•.1" 
o que dizer da imprensa 
regional". os pequenú<' e 
vn tente!:! jornn is oo inti:i 
rior (segundo Ul_!l jorna 
lista do E 'TJOAO). Em 
uos ·o cuso, temos oro­ 
curndo usar a ••imagina­ 
ção criadora". buscaudr­ 
novos cami;;hos e buri­ 
lando oulrúS ja couheci­ 
dos. O dilema existe, e 
os diretores dos peque­ 
nos jornais buscam so­ 
lu,;õPs 11 medida que sm· 
jem as cliíicl!ldadc,; ine­ 
,entes ao C•>ntexto admi 
nistrutivo ..•  nossa im­ 
prensa - matogrossense 
- é dignn oe elogios n<' 
tocante 1, maneira comf) 
resiste 11s inter:-,péries 
rio tempo. 'entimns na 
curne, principulruente, á 
falta de uma esquematl­ 
zação publicitúria e ma­ 
terial ln1mano para tra­ 
ballm no setor. • Geral­ 
mente, o redator ou di­ 
retor. é tambem o agen­ 
ciador de publicidade . e 
o "espaço" - merCTadoria 
principal do jornal - e 
vendido, às vezes, de 
acm:do com u necessida 
de econo·mica do.momen 
to, Não vejo a subven­ 
cão oficial como medida 
paliativa para dirimir os 
"deficits"dos jornais - 
1e'mtiramos o -:aso da im 
prensa paranaeuse - consi 
derarõos prov!dencia1 es 
ta subvenção quando es 
tritamente desvinculada 
de interesses politicos. 
Somos partidários da 
s.ubvenção ·, quando se 
trata . .d.e- campnnbas. pu­ 
plicitarias. e não pag~;­ 
mento grotesco dP mate- 
ria:; entomendadas. Gra­ 
ças u Dt•us em nu:,;s:i 
impren,;a militam pr<,fi,;­ 
sionais honeRlos que u­ 
bem St:purnt· o joio do 
trigo. Quem tem olhos 
para ver, vê: u TRlílUNA 
cresceu. e crt>Rceu prin­ 
cipalmente, pelo apolo 
rPceblrin ele l!!Pmenlos 
alheios a politica, e, no 
mom·euto. 'O que mais 
prechmmo!', é um, con;; 
cientização do comercio 
no sentido de ver as um 
pias possibilibacles de 
anunciar no' jornal. Bela 
Vista pi-t>cisa. e quando 
falamo!> BEL, VISTA. 
falamos no comércio be 
iavistense - de umu ma­ 
ior participação no qua­ 
dro de anunciantes da 
TRIBUNA, sob pen de 
ve:· um jornal l"cul 
anunciando t>Xclusiva­ 
mtnte firmas d,: cirlacles 
vizinhas. Não qaeremos 
com isso, manifestar con 
trariedade eom o comei· 
cio da ·'Prince.sa do ..pa" 
simplesmente. unalisu­ 
mus u questão pelo pris 
ma da lei da "cuusa e 
efeito". apiicaYel lam­ 
bem •10 com,:,rcio: QUEI 
'ÃO ANUNCIA -ENDE. 
QUE::'11 ANUNCIA VENDE 
::'l'IUlTO ilAI~. VEt DA 
::'IIAIS .ANUNCIANDO NA 
TRIBUNA DA FRONTEI­ 
RA. 
O "eolega" do É, 
pois é ... publie:ou que: 
"a profe,;sora floliita )to­ 
sa Gomes pureve que 
li'lixou o IIJH e 11ãL1 1,e­ 
rá mais co1111iduta a n•­ 
re«dora". Não endossa­ 
mos us palavras de 'eo 
lega", pois, o que avo­ 
teceu, foi simplesmente 
um reco11lwe,i111ent11 dos 
méritos da proft'E=Sora­ 
nomPaclu recente111e11tl' 
diretora de unu escola 
municipal- e 11,na medi­ 
ria upolilica . ..lguuti ele· 
mentos ligados ao :IUB 
garantiram a canriirlatu 
ru. e, o tempo. eterne, 
aliado da ve.-daue. se 
'.:!ncurregará de cli ·sip:,r 
as dl!vir!as .. 
·><·X· 
' olta 
Redonda 
SPEIAIS 
o Governo 
pncil:'a Je Y1>'-. trnl,alha­ 
dores do Bresil-não só 
do esforço cunlinuaclo 
cie vossos bruços "l'Í..1 do 
reis, mais 8obretudo do 
apnio de vontatle,; ind'>­ 
máveis, confia:vtes de 
falo uo e!evado propósi­ 
to que uns auima o da 
reclt>nçfw do homem bra 
sileiro dus ciúnde. e 
elos campos . 
"Em meio n um pa- 
norama intera acional 
.Trabalhadores Brasiieiros 
Em· nossas proprias mãos repousam tan­ 
t" no:;s·o ·pl'esebte ··côruo • nOt:.!<O - futuro.---- • - 
Participante·. de uma· história pacifica- j 
o brasileiro constroio seu . ;:nurrdo com ordem e 
t:m paz. 	. . . 
Dotado de personalid ... de - altiva, amadu. 
reci<lo pelos desun,os .ie sua grandeza .. u .. Brasil 
• dt:clka-se. diuturnumente. a. construir as bases 
de - uma - grande Nção. 
Todos S'lmos • trabalhadores nesta obra 
porte a tosa. . • •. . • : e• .. __ , ..,·.: ,., 
-; • - Ao trobatha<lor de. todos cs recaatQ~ _,:io 
Pais, ·rendo !1QUL p,,i,,, mi,,:ia hcimenagem .pes;;o 
ai e a do Q:-ove.rno da Revolução, no dh Uni ver 
sal do Trabalho: - • (Presidente· Gelsel) ' • 
eivado de complexos 
probletnat', o Bnu,il t•n­ 
l'n•ota hoj(; des,> lioR 110- 
vos UI Clima de ordem 
e de paz de eguranç;t 
e ,lt'St'l!Yol·. i111c1111,. d<· 
t abalho e pleno empre­ 
go. o qu'e nos enche e 
ju,-to oi·gull>o e• :rn:-i (r,1,: 
a certeza de êxito pleno 
num futuro melh , 
cada desafio, ovo, unte 
µort!11lü!- criativict11de 110- 
va e u energia relobra­ 
cla de nosi:a vo11tude .. :· 
·Notórias já se tor­ 
nam us propriedades que 
ffit'U ~O'er110 'Píll U:l'HIO 
ao desenvolvimento so­ 
•·ial, prrwurawlo t>,;te:;­ 
dcr à po1-uluçáo t•H!a 
dn !'ai,;, ui, beus da pr,, 
du<;iio". 
1 
"l'm dos pr:ibiem:1:­ 
que estamos en[reutan­ 
cJr, com vigor mali c·om 
a maturidacle da, i-o:u­ 
ÇÕf-f dd'initiva:s. é o <!:! 
melhor dtlilrlbuir;,i o •li:' 
renda'' 
O dis:io tvisn Icii 
que tente atenuar :JS 
desigualdades ini:vi:nu­ 
ais pela p;·o<ligalid::de 
110 rPajustt> dois aaláriot: 
nomiuai,; está fadado ao 
fracasso pe!o que gera 
ele tpn,;õ;,s lnflaciona­ 
rh.is. de limitação d.,,; 
oportunidade ele emp:-e­ 
go e de mutilação d 
potencial de poupunça e 
desenvolvimento. Nossa 
expnienciu. anterior. i~ 
Revolução de 19!>"1. t: ex 
perier.cia - semell.Jantea 
em outros .países desu­ 
bonam - deíinlti•·ameote 
esse distributiv;smo erno 
cional " _ 
a próxima Edicao: 
Prefeito Ruben 
de Castro Pinto 
presta contas ao po,·o

-
--------------------------------- -------~-· -------- ---- 11 Ji(l.1 02, 
• o0ovo 	(rônias 
----------------------------------- 
HOMENAGEM MÃES 
Professora Felicia Ajala 
Hverl ideia mais 
lu11,lno½11 <lo que se co­ 
memorar o <ll11 dos müei,? 
Lembrar o dta de ho­ 
je ó encher de moiotlius 
manhãs e espalhar 
musica em tudo, porqu 
míie 6 felicidade. 
Não Roa poolisa, se 
fosse diria em J·,elas ri 
m:..R loao o amor que 
canta en, meu coração 
agradecivlo. 
,lún! pull1vra quA rn 
le pelo mais belo d:M 
hinos, primeira oração 
que ;1 criança balbucia, 
ultimo nome a ser tnvo- 
cado, c,rn:rnlo, :rnxiJio, 
confia1ç1. 
O <'ihar de m.11l é 
doce e terno C'>lnll um 
C'lnto, 
Quantas histórias 
eia coa ta a acu le,1lar " 
filho, a velar por elt•, 
sem desprender os olhos 
do berço. 
Quantas lagrimas si 
Ieudo:-1:1 s derr,tuia 
1
l0 
't'l' um filho pa.-tir? 
Só a m:l•• dulcifica 
nossas dores, destroi 
nl)S:-1,lll tri8l('7.il1', M'U sor­ 
riso acariciante é uma 
aurora le esperança sem 
fim. 
, m.it· é para o !to- 
iijlillffi 
CPdo, mui cedo ... que partiu pura o alem 
n minha mle;,;inlrn querion. AquelC's que alegrn­ 
meute hoje festejttlll sua,; miies adoradas tendo 
a relicidatle de poRsul-lu cornu são venturosos!. .. 
011 minha mãezinha quase nilo a conhe­ 
ci pPr<li-:i nos olhares de minha primeil·:i infan• 
da, o qual niic, foi possivel as e;,,.erçus e virtu­ 
des bem proclamadas por todos que u conhece­ 
ran duquela santa que me deu o ser virtudes 
111ls simbolizo em todas essus estrelas de primei 
rn grnndeza os qunis se podem dar o titulo bon­ 
doso de "Mãe". 
Cresci e perdurou em mim um vó.cuo im 
preenchivel oriundo da falta de beueficio que e 
ria derramudo sobre min partindo rio maternal 
coração. 
Hoje que ns ten;pestndes da vida envol­ 
vem todas as prorunrtezns de minha alma sinto 
falta imensa deste grande e unic0 coração capnz 
tle L'sponta:1Pan11•nte compreender-me nas mágo 
us c.impurtilbando-se 110 nmurissimo calice que 
estou a sofrer. 
~linha mãe onde estús?. nüo ouvês os 
grito,; a11gustioso ele teu !ilhlnho órfão, não se••! 
gurnnrnnte uão ern este o S"U desejo, miíe que­ 
l'ida. tlt> nos le1xurem tãu pequenoi: ll mim e a 
outro seu nllliubo em teus afugos de carlnbos 
guiundo-110s os passos llncarninbando-nos na vida, 
o osso lado qulzera ter permanecido, mas os 
altos nesiguinio de Deus furtaram de teu pla­ 
nos o qual 11ii.o íoi a tua acerba dor quando a 
morte arrancou-te do braços do esposo bem 
amado e dos inocente.;, nlbiuhos. 
Na data rle boje tu te encontras na pa­ 
tria <los eleitos e por igual os demais filhos que 
oferecem brindes às suas miíes eu te ofereço 
múg<,us e saudadPs mui sentidas que brotam de 
mi>u 'oi-ação de filho órfão de aconchego mater 
nu com as i;úplicas ardentes que a ti dirijo pa­ 
ra que lú du céu prnteja teus filhinhos que aqui 
deixaste. 
CLODOMIRO CAMARA CANTO 
Dr. lbracio Cardin dos Santos 
Ciru:gião Dentista 
Run rn. 
FORlil MU1íl:!JO 
co.m. 
unro 
fI1 ( ~
m} ~~1 r-~J~~ g;;g 
rs à&3 &.t:it&-sk 
o ponto de encontro da Sociedade murtinhcnse 
Rua Dr. Correu - 562 
Porto Murtinho - lato Grosso 
PüS10 Sa €±32R53 L33 
Aberto dia e noite 
Borracharia- Lubrificantes Die. el Gasolina 
nexo: l .anchonelt' 
Avenida Vi conde de Taunay Esquina Fiori,1 
no Peixoto 
Pcrlo do Banco do llra,il 
Guia Lopes dn Laguna - It. 
- 
CRES9vão POSIG SR3 
de Theo!:ialdo Amoral 
lavagem - Lubrificação • Troca de Óleo 
Borracharia . 
Balanceamento de Hodas 
Rua Conde de Porto Alegre s u 
Bela Vista - Mato Grosso 
nH'lll o :-imlwlo da vidu 
e a terra palpitante que 
adere "" cor,1ç11o como 
as raizes do solo. 
O coração de müe 
é impenetravel abismo 
de bondaile e r!edicaçilo, 
1..1111 í11H•11tw oceano rle 
amcr que suplanta, num 
só olhar nbl'llngc todo o 
tesouro do universo. 
Mãe; rosa aberta em 
cada eoraç:w, nomP pe­ 
quenino que vnlr por um 
destino. Sua luz nos le­ 
va para um mun<lo de 
paz, e nosa jornadu e 
ahre de rosas, voce mãe­ 
zlnba caminha ao noss 1 
lado. 
Me! doce fantasia 
colorJJa. cai<telo de azul 
mara viiba. ·ioee cornç.lo 
que mi111lu alma evoca 
em bu,:ca de claridade·. 
~liiezínha, um dia 
quando voce partir para 
;.erupr,· SPU vulto prnte­ 
i<,r t'Staru ,;empn· em 
nossas vda, porque 
seutimos em nós em ca­ 
da palpllilr rio coraçilo, 
pnrque ·eu amor é eter­ 
no e estará sempre jun­ 
to de seus iilhos no gri­ 
to pungente da saudade. 
Para ela o fll'l:,ito de 
gratidão de todas as fi­ 
lhas que boje podem 
abraçar a ua querida 
mãezinha. 
, E a Deus eu faç 
esta prece ... 
1 Senhot·. muito obri­ 
gado por ter até hoje a 
mrnba mãe viva muito 
obrigado, por te; feito a 
mulhP.r mãe porque sem 
ela o mundo deixaria de 
er mundo. 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Roque Joaquim Pa­ 
es, extraviou • seus do• 
cumentos: Carteira de 
Id_entidade. Prontuario, 
Titulo '1e Eleitor e C.I.C. 
Publicação que se faz p/ 
obtençao da 2a via 
O Brasil cresce: O Censo Mede 
A Industria se Desenvolve· O censo mede 
Â Agricultura se Expande: O censo mede 
O Comércio se intensifica: O C('llSO mede: 
Os Serviços se Ampliam· O r.en. o mede 
Ajude a fazer os censos Econômicos .

LEMA T 
LEMIT: MIIS UM CIRRO 
PREMIADO PIRA DELI VISTI 
A Senhora Ana Rocha de Oliveira 
foi a grande premiada em Bela Vista 
Ganhou um VolksWagen ''O" km. 
é coisa nossa... coisa da gente 
. 
COM IRKOO BRILHEIES DAR LÊ!AIAS 
O€CE NÃO PERDE wR 
O dinheiro que voce aplica comprando os bilhetes da Lemat 
reverte em seu próprio beneficio 
A LOTERIA DO ESTADO DE MATO CiROSSO 
Todas as semanas (extrações as sexta-feiras) CrS 100,000.00 
e um carro --O km" e uma infinidades de premios menores

01 
Eleições 
O CetHlO Agropecuário será Iniciado daqui 
11 pou,:uR dins, Os dudos foroecld:is aos recen 
seatlorl•s sàrr.->ntl• são mmdos pam fins censité 
rios - E em beneficio dos próprios informantes. 
O Suc1-11-1so do Recenseamento d9pende da exutl­ 
dl.o das ln!ormações prcstndas. 
==DR. ISA< LENO PRUJANSKY== 
F1,- Aol,tculc .\ilitar de Clinica Mlia no Fuldade de ,\didna tfc 
sJo Bulo, por eizlo do Ministro da Guerra • Er-Chefe de Reumatolo­ 
ia wo lo«pitsl «da benefini de Sto Paulo· FrAwwitente de Cardiolo 
ri nua Clinica OLt+ria da Faculdade de Medicina de to Bulo- Ex-A»si 
hnlr 'e Gastroenterolois nx Escol Paulista de Medicina - Clinica Milia 
C iru r in - leumtologia - Gincolori • F n ,lo n in o lo g h 	• ,;utroe.ntcrologi:a 
Neurologia 'Traumatologia Fiiterupia Eletrónica • Medicinas Pi somatica 
Medicina Espertia- to«ri tria 
Consultório - Galeria Popular N.o 9 
1 
Horn rio - Diu riamente elas G.30 ús 
inclus!ve aos Sabadcs 
Ponta Poril - 
19 horas 
Mato Grot!so 
!RIBJNA DA fROHHIRA 
Funthulo ('li 25/U2/i2 
Redator - Chefe ..:J11,1/d,, Parira 
As opiniões emitidas nos artigos assinados vão 
n·p~• .. rutam o pnnto de ,·ii-tn do jornal. podendo até ser 
contrárias a etr. l opiniões tlo Jornal. nchn•se e:,:pre!-sa 
nos Etlitoriail" l' nos comentários não a-sinado" 
THIUli:-.A DA FHONTF.IHA é uma publicaç.iio <la Empre,a 
Grifie Tribuna tio fronteira. 
Assinatura Anual 
lida Vi.ia 	CrS 100.0 
0.-mai, )lunicipios CrS 120.0 
Hua Duque de 
)lato Grosso 
GDSTÍIO MULLER 
IITRCI E EIÇOES 
81-DNUIIS 
tio, prrjudica se-ilente 
a marha da alnin-travão 
pública e agita no Bra-il in­ 
teiro, tirado o povo dr u 
afazeres e da tranquilidade 
qur desfrutam. 
Gato Muller explica 
O IJeputndo Ga-tü" 
Muller ,la Arena de Mato 
Gros110. :ohuu u _atacar a 
xistênia no Brasil, de eli­ 
çõe a cada dois anos, l-to 
na npíniàu rln parl11111t..·ntnr. 
olérn de s~r fator <lt'rr-<lum 
Estado do Moto Grosso 
Comarca do Bola Visto 
Cartório do 21! Oficio 
O Doutor Valter 
José R0drigues Contrera 
Juiz de Direito da Co­ 
marca ele Bela Vista, 
E!üado tle llato Grns,;o, 
na rm ma da lei, etc ... 
Fnz saber a todo;, 
quun tos o presen • 
te EDITAL virllm ou 
dele conhecimento tive­ 
rem que, nu sede deste 
Juízo, no Edifício do Fo­ 
rum e Sala das audien­ 
cias, no dia quatro (0-1) 
de Junho de l97U. às 
nove (09) horas, o Por­ 
teiro do A11clitorios J o­ 
ão Hilário Pereira, levu­ 
rá 1t primeira Pt·açu os 
bens penhorado na Exe­ 
cução que Petrominas 
Campanbia Nacional de 
Petróleo move contra 
Posto de Serviços Bela 
Vista, em tramites por 
este Juizo e Cartorio 
do Segundo Oficio, e 
para eventual Segunda 
Praça designo o dia 
quatorze (14) de junho 
de 1976, no mesmo ho­ 
rario e !'lC:tl, para os 
seguintes bens penhora­ 
dos: Uil (01) lote de 
terreuo urbano deternii­ 
nad<' pela letra "A" da 
quadra n49 Ja plan 
ta cadastral desta ci­ 
dade de Bela Vista, par 
te da antiga ~bacara nº 
12, medindo 50 metros 
de frente por oitenta (80) 
dilo<: tia r.-.-,1te ao5 fu1,­ 
rlos. u<lquirirlos coufor­ 
rne traPseriçilo 1rº 
:!0.70:!, á folha 7 do 
Livr<, :J-1. a valido em 
oitenta tres mil cruzPí­ 
r.1s (CrS R;I.Oíl0,D0). v,t· 
lor por quanto será if'­ 
vado a Pruça para :;er 
anemahtdo para quem 
maior lance oferecer u­ 
r.ima ria avaliação. sen­ 
do feita a venda a vis­ 
ta, ou mediante fiador 
Jdoneo pelo prazo de 
Irei- (03) rlia'l. E. para 
que oinguem possa a­ 
Jeg:,r iguoruncia. man­ 
rlei expedir o prPseute 
Edital que será publica 
do na Imprensa Oficial 
do Estaclo e duas ;rezes 
no jurnal <lesta cidade. 
na forma da lei. O que 
cumpra com iutefru ob­ 
servancia das prescri­ 
ções legais. Dado e i.,as 
sa!lo ue.sta cidade e co­ 
marca de Bela Vista Est. 
de Mt, aos seis (06) dius 
do mes ,je abril do ano 
de mil nov&cEóntos e 
setenta e sei'>. Eu, Go­ 
etbe Escobar Nunes. Es­ 
crivão cio Segundo Oficio 
o datilografei e subRcre- 
""· 
Dr. Valter José 
Rodrigues Cont-rera 
Juiz de Direito. 
q1a• ,•1111-id,·r.t ,l:t , .. lt·icJw1' _hi, 
anuais fator de-educativo 
porque facilita a corrupeào 
pela compra de , º'º"• nr10A 
111111110 e,.. corrup1un• . .; f.' 11.( 
t·urrupll,-. 
.. l'ur., • ri' de trabalhar, 
principalmente no interior, 
e ires o lima emocional 
ti,· l'lllllJUOl1=-a t·lt·itoraL dw t! .. 
:,,... , iolentu. O.. ,·aho,.: t'lci
4 
torai- que representam al 
"1111- , o(u.t. o- ,·hrírtt..: IJUt': 
[leram alzun- voto- tambem, 
normalmente ficam indóceis, 
apregoando força que nio 
po-um e já de olho nu rfj. 
ulu:iro qne -.ão tomar ,1,. .. 
candidatos menos avisado-, 
num verdadeiro festival de 
lril.l,, tlt· ,oto,i; t.}llf"' coman­ 
dam. E-ta a , enladt· nua 
J 
Desencontro 
Na área admini-trati­ 
a. le acordo com o deputa 
tio arr1ii-1a o ,-i;;fr-n-u1 :.atual 
traz o prrr11a11t"nlt" <lt'1-enco11• 
tro entre os ov. ta«duais e 
,nunit·ÍpaÍ"-. Ós- prt·feitoê ad· 
rnini--tr-.un dt,Í/ili nno,.., com nm 
Go,. e doí~ a110:1 (•on1 outro. 
Qu,ndo rni 1,a,.-nclo nfirm•· 
(·d.o entrt> um :!º' rrnador e 
seu- prefeito-s um deles está 
~nc:·erran<lo !!t"U ruandato. 
•• Da[ ddendermn< . ..­ 
nt>r:,:icnmentt", a coincidencíu 
<lt: manrlato:- .. como ~e e-Et..l"a 

,ondo t'n1 p1ati<·a antf"'d da 
{,., olu~·ào ,le 1961. Na époc'1. 
r,ta .-ra u111a a,pimçào de 
torln n <"lar:-e política' 
A uge+tão de Ga-­ 
tãn )lulla pfque oe atinja a 
coincidencia de rnandatoll é 
imple; os prefeitos eleito 
em novembro deste ano te 
riam um mandato de apre 
11:l?i doí::. ann.l.. Auton1atJca• 
mente, emn 1978, atingir-se-ia 
o objetivo, isto é, a coind .. 
dencia dos mandatos eletivos. 
E isto. ainda segundo 
o representante mato-grossn 
te, faz especialmente nr 
~t'F~<.tr10 .... na presente cuu .. 
)untura, em que se vive a 
pol,ttt':> num bipartidnrim>O 
capenga, caolho t' totalmente. 
nu111 .PO!-Íci..,nan1t-nto intpostn 
do, ,,,la poliiic--J. bem como 
•~um:t tt11:.11izaç-..1o incon:pren .. 
ivel da . pulitiC!l p:trtidárii. 
pos partido político no Brtt 
,., 1 pa!-7'0U a ~t"r órgão do 
Govc,rno Fed.-ral - e,p.:ci::.1 
•nentt" o r,.artido que apoia o 
Governo " .. 
J 
MÓVEIS DELBB 
JIVENID!l 
MÓVEIS ESTOFADOS ELETROS-DOMESTICOS EM CiERAL 
SINTOS E ZIINCIINELUI LTDD. 
DUQUE DE CllXlllS 446 JARDIM-MI 
r 
í

Entrevista 
Jota Jota 
Quando há tres anos 
11tt·az la11ça1r10H nas oolu 
nas da "Tribuna lia. 
Fronlt•lrn'', n idéia de 
~•· monlal' aqui, um frl 
gorlfif!o, jú llnbumos 011 
IH180d seguras de que u 
potr.11rinliriad0 de i:lel11 
'isla e l'Pgit1
11 podel'ia 
~uportar Pssa lnclusll'lu 
contlnuamtlnlc, niio HÓ 
pelo nú111ero dE: !'eSe'­ 
que siio CXj)Ol'tllUII!:< 'l(U­ 
nlmtlnle, como vhrnnrlo o 
gurlo rio Pill'uguay, clacfa 
11 proximidaclt• de suus 
vastas fuzendas de criu­ 
çào, que sorüo l'dforços 
certos purn a c11111lnuicl11 
de da safra unual. 
y A itl~i,1 foi lur.çada, 
o jorn.l continu,iu por 
diversus edições fazendo 
E advertencia aos Srs. pe­ 
eunaristns sobre a pro 
missorn oportunitla
1Je cio 
lucrnllvo negócio. sem 
nenhum l'esultarlo. 
A expansão dos 
grandes Nnnreeucliml'n 
tos na maioria dos cen 
tros indut;lrla!s do pais, 
está compelindo os em 
p.-esúrioH tlc vh1ão a pro 
curarem ~li, de pl'<·Yt' 
l'encla o Sul, que p0s 31e 
us melhores característi 
cas própria~ para us a :t 
vldadeR puslol'll e ngrí 
colu. Dai u vinda Plll 
busca de tetTUS e 11111 teria 
J)l'lma p1 suas novns intlm, 
trlus tão lucrutlva~ como 
n!lnhuma oulr11 llll i,osi;n 
EstaJo. 
E o lançaento do 
Píl.ODEGHAI pelo IICl, sn 
emint111t11 Prealdoute que 
está impulsionando Mato 
G1 oss0. É o nosso gover 
nador ür. Garda Neto 
e ua p esliglo,;a equipe 
lm.talu ndo-se pn1· t,·ês 
dias em Bela Vista, dan 
do continuitlulle udmir:hi 
lMtiva cio Est,Lclo c1rn1 
grnude proveltn, a rerer 
cussiio favorável em to 
GHJL 
ele Leo11liua dr• Prado Ferreira 
l'rmluto!'> nlintt'nti<-ini- t'lll g:cn,I, bcbiclu-.., :lt"·CO!'i e molhados 
lata ria em geral 
Rua 13 de juobo 
Jardim 
380 
Mato Grosso 
d0s os quatlrnnl,·s rlo 
Brasil e centos economni 
ecos mais iurp tantes 
ajucl:!dll JJPla puhlld 1,t 
clt' velcul11cla pel.1 1111 
()l'Clllill i;a<!li, p j.Jil li lÓtir·a 
fizeram com que u:a 
Empresa de vu!to voltas 
se eu8 0lhos para Ps!As 
camplu:.1s apt11:- parn l'P· 
Cl'l>er tama11lw crnpt·••f'll· 
tlimento. 
Por isso tu lo., é com 
justa satisfação que o re 
pórlel' co;1111i:lcu ans he 
JavislCIIS':'.'S que 1111 E'!H~OII 
tru 11a d:lallr. 11 :-ir. E•li'1 
Hadurú ,J1111i•;r. ullí- 
mando as tlocume.,ta 
çes da aquisição que 
ft•z. de terras para is 
talação da Firm FIGO AI 
suu representada, para 
a industria de varae E' 
c1 .. rivudoi.. 
Prorurando fnzl.'r :11- 
gumus deetaraçõe,; , 
'l'r!unna, sobre a inieia ti 
vu em anda.nento, IV.o. 
nos recebeu com gentil€ 
za que lhe peculiar e 
concedeu-nos a entreis­ 
l1L que seguP: 
P. -' Sabt'ntt>R nós da 
Triuuua da rrv11ll:'ira 
que v.::;u.. está adquiri11 
do propric-tlartes rurais 
veste muaicipio, com in 
tenção tia Firma que re­ 
prcsenlas m,,niar atJUi 
Pm 13el:1 Vbta. 111nu i11 
clustria <te produt•)s agrn 
-pecual'ios. l'<•derá V.~11 
nos adiantar ulg"Jnin coi 
Nobre e+se empreendi 
meto'? 
'.- E um verdadeiro 
J)1'11Zl'r t;"r •11l,C'ÍSl,l(lt1 
por um órgão de impren 
u e mais ainda por er 
o ,eit·ulo de dirnlf!ac:io 
d .. ..:ta prnmii;:;ura l'irla<IP 
de Deli Vista. Relarn 
te estou adquirido ter 
rni:; 11este muuicipio. mais 
precisamente »K+ heeta 
res para a Í!lslalaç:í,, do 
rimat Lt!u. A razio 
cteslu quuutidatlP de ter­ 
ras se tortt simples de 
l-t-1' ( OlllJ)r1-e11(1i<la <leYJ­ 
do u p..-rspeeti, a do su­ 
cesso que o Frigon:st 
ira ler 11este mu11icipi11 
011,Jr. a mlltéria prima (> 
farta, "' mais u instala­ 
('ÜO da 'ila Operaria. 
Tambem fiz a uqui­ 
siçü& tle uma Fa1,enrta 
de :!li.Ol/0 llcts. no muni­ 
eip1J rle Porto 111rti111.Jo 
e que sei virá tJe ~upor­ 
te de g;:do para Ffl!GO- 
:L 1' Ltda. 
!'. - Qual u i11.lu,;tria 
prlnrlpal a que se clt"s­ 
lina t::'Lo extensas terras 
adquiririas '! 
R -O Grupo Formador de-te 
Pmpreeudimc•11to é de o­ 
rig~m mineira e paulis­ 
ta. e forma un.a só fa­ 
milia Cunlijo - Batln:-ó - 
que nc, Rio e :-. Paulo 
ja possuem uma cadeia 
liP casas especializacl,is 
e111 produtoi- boYinos. ca 
prinos, suin,,s. galinu- 
SERRARIA CASTELO 
Compra de Madeira 
Bruta, Venda de 
madeira Serrada 
Antonio ,João - ilt. 
De Antonio Remo Penzo 
eeos ete., tendo aore 
um engenheiro especia- 
lista em Trigorilieos e 
c•11lafarlo.. tlr. J-llJerl 
'011 Eighenh. rN'<·m eh<• 
µ-arlo da Alem11nha, vi- 
111111- f'lllÜO U J)Oi<Slhlllcli'.­ 
de de montarmos alo 
moderno de rande al 
CtllH'P 1,ara a PCOII0llliil 
da rt-gicio P, 11atur11lrue11 
te. nudoual. 
P.- Resolvi los seus 
ohjelivtJs pr1orit:.rios. 
qual a açüo imt•diata a 
t'umprir com relação ln­ 
t·roe da Empresa '? 
H. - E o 110~<10 objt>ll­ 
"º· e esta dentro do cro 
rwgrama di>i;te ª''º· qu,• 
a contill'Ução do Frlgo- 
11111t em terras malogros 
sens, Ias precisa­ 
lllPnte 11esle 1:1unlcipio, 
seja con<'lul<lo ale 11brJI 
ou maio de 1977; parn 
isto já fizemos os le­ 
Yarrtamenlos e mensura 
d,, terrc•no adquirido 
eo;;t;rndo com a compro 
varia e lão conher.lrfa 
capacidade do Dr. Car­ 
los Dóbes, que está ul­ 
timan:to as plantas de 
localização do es1abele­ 
clmento. 
P. - V. ~a. fez um ;,s­ 
tudo. IDPsmo superficlt1l 
sobre as condições elo 
municipio. para sediai­ 
eslal.Jeleeimento de t;i­ 
manba objetividade e­ 
conumi<.:u ? 
R. - Pera chegarmo 
a conclui-ão de QU':! esta 
1<eria a região Jdeal prn 
cedemos um levanwmen 
to Pocio-economlco da 
regao e r.hegamos a 
um denominadcr comum 
onde der.;on trava ser 
o município de B. Vista. 
o municipin mais indi­ 
cado para receber um 
empreendimento desse 
porte. não pelas condi­ 
ções aluais mas sim pe­ 
l11s coodiçõPs futuras, 
porque :icreclit11010s 110 
progresso e desenvolvi­ 
mento orrtenado e cons­ 
ciencioso deste municí­ 
pio que é provido de 
tiio boas terras e a- 
Continua 
.,,. 
1 
1 
i 
.. 
CIJDL 
REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: 1 de Maio 365 	.Jardim - Mato Grosso

Entrevista 
INDICIIDOR PROF ISSIONftl 
DR. JOICYR M. MOREIRA 
Médico • veterinário 
lNDlRlCO: Casa n.o IO • Vila Mililar 
BllA VISIA MAIO CROS~O 
DR. EVERALDO A. ROCHA 
MlDICO • CRM too I.H 
Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 
856 Porto Murtinho Mt. 
HAR0LD0 MEDEIROS 
AD'OGADO 
OAU • )IT :W:l 
Cl'F 00H,295U70 
Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista - ~!T 
Dra. Maria Aparecida Zanda Grella 
Cirurgiã - Deatista (CR0-387) 
Odontopediatria Prótese em geral - Ralo X 
"Consulta com hora marcada" 
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Dr. João C. Palmieri 
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1.0 A)D243, 20N 3Z)±NC)A. 33305 
Campo Grande 	Mato Grosso 
DIVULGANDO BELI VISTA 
(Continuação) 
guada1<, sem falur 110 po 
vo bom e hospitulel:·o 
que com t<Ull vontarte 
de crescer e ver süa éi· 
dnde aparecn no crm,­ 
rlo cRla•tual e dedo­ 
bra em atençilo com 01; 
for:H,lelro,; que aqui 
cbega ,, para impulsio­ 
nar o desenvolvimento. 
P. - Quando então co- 
1neçtniío UB 1118:lS inl­ 
cl11ls ele impla:Jtaçllo de 
Uio Importante infciuti­ 
va. •i do írlgurlfico? 
R. - Como eu disse a­ 
cima, depende da con- 
clusão das plantas de 
localização. 
Certo é que devera 
ser conr-luld<, a con'lll'u· 
ç:io 110 prazo de un u­ 
no, se tudo acontecer 
como previsto. 
P.- A Empresa visa 
outras industrias, mesmo 
corrélataK A prinC'ipal '? 
R - Frigomat Ltda. 
irá no o abater e Iri 
orificar carne mas tum 
hem industrializar todos 
o,; sub-pro<lutofl com o 
11 provt>ltameuto tntal das 
re e!!, dos porco . c:oe­ 
lll.·,s. ovelhas cahrítos 
SERGIO ROBERTO PERONDI 
ADVOGADO 
ESCHLTÓRIO Rua 3 de Outubro 
(Ao lado da Cirelran) 
Belu Vista Mato Grosso 
... ::.::: DR. GIL MARCOS SAUT 
Advouado 
t, 
8/4 49 
Rua len. Azam~uia K.o 320 - oomo - m 
===Dr. José Atanasio Neto=== 
ADVOG. 0 
Escritório: A v. Duque de Caxias, 788 - ,Jar<li:n .lt. 
lnacio Ciuitte Melges 
Cirurgião • Dentlst:: 
C H O - 126 - )! T 
A1en<le-,e pelo lNP • Il'E:'IAT • IPA 'E 
Rur. Duque de Caxias - 28!) 
.Jardim - .IT. 
t'lt'. 
Como pode ver é 
interesse do Frigont 
estimular tambem outras 
criações o lado la pe 
cuaria, ria io bem e 
ptc!Prá oar Ullltl pOlf'II· 
ciali11aclo r:n,oavel uo 
pequPno e mé11io produ• 
!OI'. 
ara que isso e 
torne realidade Fijomal 
construirá anexo ac es­ 
tabeleim·nto, urna Esvo­ 
Ia Profii;i;lo mi e Centro 
de P'esquis.a Agro-Pecu1 
ria. 1u 1•1 per1e.u·e11te ao 
cole do Figomut 
Lt<ta. 
- :-;',io p:>"<; > deixar 
úe agnutecer •> Sr. ,l:i 
nu io Gomes ele .lei<.,. d•• 
quem :.1clqulrlmo11 as tf'r 
rus ne te municipio e 
de .lurliuhu e que tem 
i<IU Ofl.f'H l CÍ('Cl'OIIP Íll· 
cativel pata nos mos­ 
trar os eoiss b as desta 
pacata cldadr tle llela 
'Jsta. sempre gentil, e­ 
licito, e11coraja<lor e oli· 
mi ta. , duua lngracia 
Hrltt>R, gereul•! do Hotel 
Panorama que nos tem 
proporclonacto uti>nções 
especiais e fazendo e­ 
tirmos como se eti 'e­ 
emos em nossa propriau 
cu . 
E a to.loR :~ quem 
fom,,s apresentados 11e,· 
sa nos.:a estadia e que 
tio gentis foram. Espe­ 
cialmenle ao jornalista 
que ora me entrevista 
QUP, deu-me oponunida· 
de de l'SdarPl'er aos í:1- 
teresado: o que ser o 
o Frigomat Ltda em ter 
ras bela vlstenseR. 
Cúrno 1101-tl"S leito­ 
res veem. se Deus qui· 
zer. Be:a Vist.n dará um 
salto à freente. pois é 
com otimismo e traba 
lho, que se coust;:rJi ai· 
guma coisa 
) 
MINERllÇliO BODOQUEND lTDfl 
"Produtor do alcáreo Bodquena" km 54 - Rvia Jardim - Porto .~hrtinh:> 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao laio do Hotel Oriente) Cx. Postal 8 
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encontra 
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ar m Mato Grosso 
na

Opinião 
11, 
, 
E, p 
, 
E • • • 
Pedro Pedreira 
i "MITO GRO. 
li 
li 
Atenção 
Pois hoje jogam no Estadio 
Octávio F,,utoura (o Maracarni belavii;­ 
teuse. Ili ... hl ... hl ... ) Sessenta x 
Esporte Clube ,Jardim. IRRO quer rllílet· 
que lerewoR ondus e murolas à vonla• 
de. Como sempre os •· velhos cusos e 
conversos n1o vc,Jlar i tona. Inda muis 
se levanr os PITI conta que o jog,, é 110 
" ;lnracuml Brluvlstense (bl ... hi ... ) 
= 
É brabo 
A gente chegar no final da se­ 
mana prft l'azer uma crônica clepoiEl ele 
uma eRtlcuda à «Pauliceia,,, Não há no­ 
vidade ulgunla e a gente tem que a­ 
guentar UH filosofadati de última hora 
na redação, né Iuformrs .. 
==rn=== 
Nossos 
Agrndecimentos uos «mestres I­ 
val<lluo /.. Tasca, Argeu Santurem e 
Decio Azambuja Ilha», do "Ü 1 »cional " 
de Passo Fundo. Estamos aprendouc!o 
== ru == 
Uma das coisas 
Que too ho quase eertn. é a candi­ 
datura rle Noedi Leite Laruujeira à Cã­ 
mara Municipal. O rapsz possue amplas 
possibilidades e com o apoio do arnal 
pres. da Câmara. Ped,·o Pi:lmieri, se e- 
lege ft.cil . . l'tcil ... 
=e= 
Recebemos 
Da direção (lê-RP Chefia) um re­ 
cu_do (lê-~e umu Oràem): "explicar ao µú 
bhco a posição da Diretorill tio jr:rnul 
com referencia os últimos comentá­ 
rios esportivos publicados na T" No 
Exi,ediente lê-sP.: ''rs opiniões emitidas 
nos artigos assinad•S nii.o representam 
o pouto ele vista do jorna!. podeudo até 
ser contrárias a este··. Os comentários 
assinados pelo 1. G. Flores são de sua 
inteira responsabilidade. 
- A direção 
da Tribuna da Fronteira reco­ 
nhece u trabf! lho produtivo que vem de­ 
senvolvt:indo a L. E. B., e tambem o di­ 
amismo dos dirigentes do Sessenta. A 
1uclusão do tradicional clube no Torneio 
Assis Cbuteaubriand foi uma vitória dos 
atuais dirigentes, mas ... o articulista 
Flores possue Ampla Liberdade P/ Criti­ 
car Ou Elogiar as Atuações dos Jogado­ 
res, dos Técnicos e dos Dirigentes 
é a sua funçào ... 
- 
Falando nos 
PUpilos de Kalife, gostamos da atuução 
do Sessenta (ou selec,:ão belavistense?) 
no encontro contra o E. C, .JarJim. Ago 
ra: os meninos precisam treinar chutes 
a gol, poit> os que eles perderam no jo­ 
go de domingo pp. , fez nos lembrar as 
atuações do Corintians de SP (transam, 
transam, e ficam na transação. gols, que 
são alegria do povo, Neca) mus vamns 
Partir para outra ... Hoje tem mais ... 
E 
Recebemos 
telegrnmn d11 ~rn. Tl-'reza Cristina Lou­ 
reiro comunicando que: "ão Sou Mais 
Candidata à Prefeito de ,Jarc!lm ... é 
pois é.. 
== 
Ao escrever 
cada palavra é uma drcísão, cada ln­ 
fnrmu ção, uma c!Pcisão. cada orientação, 
dech,ão. Durante torto o tempo de ,ma 
atividade diária- e já vimos que esta 
não se limita ao horõrio de trabalho-o 
jornalista t0ma decisões" 
(Alberto Oines) 
=e= 
O público· belavistense 
não gostou tio Comentário publicado na 
coluna "Pu11to ele Vis!it" a respeito do 
Ernando Francisco Gasco, um Homem 
integro. trnbalhaclor, h
1J11esto e acima 
rle tuclo: um homem de luta. Gasco é 
um rapaz de grande quilate, é dessas 
pessc•aR t·ai·as qm· fazem de seu dia 
a dia uma eterna escada rumo ao cresci 
1:-,ento. 
=a 
Nada e ninguem 
o désani111a. AtruvE> i-ou momentos difí­ 
veis em nuossa cidade, e soube suplanta­ 
los com niuita luta e espil'ito de sacri­ 
ficio. Gasco v para Aquidauana, re­ 
tornarà aos ba!leos rsr:ol:u·rs e seguirá 
a voz intima de sua vocação: Direito. 
Temos uhRolula certez:1 de que os so­ 
nhos deste moço idealista se tornarão 
realidade, pois a força que o move, é u 
mesma que transforma situações e pes­ 
soas: Vona!e... uma férrea Vontade 
de vencer. . . ( O articulista do '·Ponto 
de Vistu" concorda co!!l tudo isso e mui 
to muis . . . viu Gasco ... 
+­ 
O jornalista~ 
sn be que, ao redigir uma nota de tres 
linilas, pode estur destruindo uma repu­ 
taçiio e uma vida. Trabalhando nos bas 
tidores ela inforrnnçilo. avalia a força 
que possui. Para ele. um limite, <lesde 
que niio i;eja arbill'lil'io. é mais conJor­ 
tá vel e protetor que a impuuicta'1e 
(alberto Dines) 
=n= 
Segundo 
Platão: "toda a ação. com efeito. é as 
sim que se aµresenta: em si mesma, en­ 
quant:> simplésrnente . praticada. nem é 
bela nem feia" ... E. pois é ... Medi­ 
tem. 
::=:m== 
Repercutiu 
em Porto :[urtinho a crouka O Proble- 
- Gil C 
ma Nosso de Cada Dia, enfocando as 
«taxas da Sic,tn ». Os "homen da i­ 
can" Vi itarão aquela cidade.. .(reéa­ 
dinho para o ielsou) 
=­ 
O Rotary 
Club de Bela Vista comemorará a 2) do 
conente o seu 'Jubileu de Prata". Gran 
des festividales estão sendo progra'nu­ 
t..!as pelo tradicional clube de serviço... 
- E a professora 
Rosita Hosa Gomes deixou de e can 
didata à candidata a vereadora pe­ 
lo MDB'. Parece-nos que deixou, iuclusi 
ve, de ser partidária do «mad:abra-a. 
St·gundo comentários surgidos na cidade: 
·•a vida é assim mesmo, os fatos se 
transformam, as idéias se modificam, e 
a vida continua co:n suas surpr<! as. HUUH 
lições e seus imprevistos, e se ão Ios- 
e assim, que graça teria ... lti...ili...hl... 
-­ E o Jota Jota 
chegou a redação. Entui!iasrnaclo, vihraa 
te, polemico e . . . Politico. Para ele, 
u Arena fatura fácil o próximo pleilo, e 
•'aviso aos uavegantes: Política é com o 
J ola Jota ... ( hi. .. bi. .. 111 ... ) 
== 
Os comentários 
conllnuum ... muita gente não gost;1 <lesta 
coluna dizem que é ironica thi... hi... h...) ma que fa 
l:1 verdaje, fala ... e é a Coluaa do Povo ... 
--m-- 
Gostamos 
da CTuneira como torce o ::ir. José da 
Silva (o popular Zeca Preto) pai do pre­ 
feito de Jardim. O Zeca é lvrcedor vi­ 
brate, mas esportista na acepção ela 
palavra. Agora: ele "machucou" muito 
bela vistenses quando comeutaram us pu 
blicações du úllima edição. Diss~ o Zeca: 
"Voces não saberu. mas o povt> ele Jar­ 
dim dá muito mais valor à Tribuna do 
que os !)ulavist<?nstos. Pergunt.:,m &o Di­ 
rernr quantos jornais vão parn Jardim; 
a quantos ficam aqui, e tem mais, quem 
dá mr,is propaganda µara o J ornai. O 
comércio de Bela Vista ou de Jardim?. 
pois é ... o Zeca tem razão ... e a ver­ 
dade deve ser dita ... 
== 
Falando 
no Zeca, ele ja tomou posição com refe­ 
rencia ao candidato a prefeitú da Cidade 
Caçula. Apoio total ao jovem Ernando 
;fo.rifoe Barbosa, o poder jovem na Pre­ 
feitura. O Zeca disse que a época é de 
Renovação e Jardim só terá a ganhar 
elegendo o atuante Ernando. É. pois é ... 
== 
Ah ... ele 
falou tambem que o vice do Er.;anào 
"poderá ser" o Zauri Bartolino da Cruz .. 
um politicu moderado e com grande in­ 
Iluenri.a na cidade ... 
E no 
dia 14 de maio, aniversário de Jardim, 
a TF lançará uma edição especial ...

----------··-·---- 
-----·------ 
11,·lu  i-t.,. ,IL O'J'lfilil, 	Utilidade Publica 
PREFEITURA MUNICIPAL 
DE BELA VISTA - MT. 
Decreto n.o 6/76 de 03 maio de 1976 
IJá novu deno­ 
minaçào uo Colégio 'l'P.c­ 
uleo de Contabilidade 
Municipal 
Dr. Rubcn Jlbcrfo 
Abboll de Castro Pinto 
Prdollo ~luuiclpnl de Bo­ 
la Vista, füitn(io de ilu­ 
t Grosso, usando das 
11trll>uivõei- que lhe silo 
conferidus em Lei, ete. 
Counllll"l'il ndo 11<1 no­ 
vns denominações tlº e 2 
Grnm:) ntrnciuzicla,; pela 
Lei de Ensino Nº 5.fül:2, 
Considerando a exi­ 
geuciu da Secretariu de 
E<111cnvii11 e Cultura do 
Estado, d 11plicação 
«desss novus denominu­ 
coes obrigatórius para 
o registro das Escolas 
PrnjL'lo de Lei 
Municipais. 
Drcretu 
Artigc• Jº - O Colégio 
'l'<'lcnico <le Contabilidade 
~luniclpul. criado pela 
Lili 
O 447, de 28 de No­ 
vembro de 1.0U2 passa 
a denominar-se Escola 
iluniclpal de 2° Grau. 
de Comér<•lo Ur. ,Joa­ 
quim ilurtln ho. 
Artigo 2- Este Decreto 
eutrnrú em vigor no da­ 
t,a de ,ma publicação, 
revogadas as disposi­ 
cões em contrário. 
Rela Vista - M'l'., 
03 de :!aio ele 1.07ü. 
Dr. Ruben All>erlo 
.. de Castro Pinto 
Prefeito Municipal. 
JlpJ:1 Vii<tu lt, fl.J. 
de Maio de 1976 
Of '' 53 76 - See. Adm. 
Do:- Prefeito luni­ 
dpal de Bela Vi ta. 
Ao: Exm" sr. Presi­ 
dente da Camara Muni 
eipl. 
,ss- Projeto de Lei ( hn­ 
camiobt1 ). 
Encaminho a V. 
Excla .. o Prnjeto de Lei 
n" 04-76 de 0-1 de maio 
rle 197ü. que dispõe so­ 
bre assinatura de Con­ 
venio com a Campanha 
·acional ele Alimentação 
Escolar, solicitando a 
aprvação por essa E­ 
grégia Câmarn de Verea 
dores. 
Atenciu amente 
Dr. Ruben Alberto Ab­ 
bott de Castro Pinto. 
Prefeito Municipal. 
. -llí6 d,,. 4 de maio àc 1976 
, utoriza o Lefe 
•lo Execulivo u assii,ar 
Convenio com a Cumpa­ 
nbo Nacional de Alimen­ 
tação Escolar, pura os 
!ins que especi!ica. 
Faço saber que a 
C'amura ~iunlcipal apro­ 
vou P eu Dr. Rul>en Al­ 
berto Abbott de Castro 
Prnto, Prefeito Municipal 
rle Bela ist, Estudo de 
?lato Grosso, sanciono a 
seguinte Lei: 
Arlii!O l'' - Pela prr­ 
srnte tica o Cl.J.efe cio 
Executivo Municipal riu­ 
torlzado a assinar Con­ 
veuio com o órgão da 
Campanha Nacional de 
Tendo em vista que 
llflB clciçõefi rrulízad11H 
no dia 10 de abr!l Ol' 
HJ7H, em que doK 11 ( qua 
renta e um) sócios em 
condições de votarem 
comparect>ram t> Yo(arnm 
:JO (trinta), al•:a11ça 11110 
consequt'ntemenlt> o quo­ 
rum de dois terços. e 
que, decorridos os 15 !i­ 
a8 para iuterposição de 
recurso por quem •Ir di­ 
reito, no houve recurso 
u Dlretol'la cio ,'lndicato 
Rural de tela Vista, co­ 
munica, dP. ucorcio c•om 
e, Artigo 70 tia l'ortul'ia 
MT0 3.437 de 0 de de­ 
zambro cJt.> l!J7-L que foi 
eleilu a seguinte chapa 
única apn•senrnda: 
DIRETORIA 
Efetivos 
Victot· Pen:rn 
Alimentação E·colar. pa­ 
ra execução do Prugra­ 
ma <!e Eàucuçilo e Assis 
tenciu. Alimentar ao Es­ 
color. de conformidade 
com as cluusulus cous­ 
tantes do Ajuste anexo. 
Artigo 2º - Esta Lei 
entraré. em vigor na da­ 
ta de llU. public:1ção. re 
,,ogudas as disposições 
em contrário. 
Prefeitura Municipal 
Bela Vista T, U4 
maio de l.97ü, 
Dr. Ruben Alberto A. 
de Castro Pinto 
PREFEITO ilU tlClPAL 
S • DICI TO URIIL DE 
BE I VISTA • MT. 
COMUNICADO 
Presidente 
Vice-PreRidente 
1 ecretario 
2º Secreta1'io 
1º 'l'esourP.iro 
2º « 
Biblioteca rio 
Orador Oíiciul 
uplentes 
Relator 
'ecretario 
Vogais 
de 
de Diretor 
ecretario 
SUplentes 
Gentil Vargas da Hoa 
Deocleciano de V'uscon­ 
C'elo. 
Suplente 
Roberval Borges 
Etlvuldo 1-ialontií() 
Epaminonla Escobar 
CO:-,/SELHO Fl:-iC.L 
Efetivos 
Walter Escobar Nunes 
Pery de Ameila Mello 
Zoé Loureiro Pinheiro 
up»lentes 
Corumila Loureiro de 
, lmtida 
i· uu,, Lourem> Pinheii'O 
.!alio Loureiro •IP ,1- 
lll-?Íol:t 
DELEGADOS 
SENTANTES 
Eíeth''>S 
,lrn1o ilt!eto11:>o 
,Jacinto 
REPHE- .llra11<la 
Pinheiro 
Gremio dos Sub-Ten. e Sgt. Pedro Rufino 
Cesarino Ocampos 
Henoni Constante Manfrin 
Nilton [{orlrigue - :'llartini: 
Antonio A. L. 1-lissaco 
lrineu :lolina Gutierrez 
lzabelino R l<'.cbeverria 
utouio .lurllns 
Paulino P. Wnneke 
Walter Marcelo Jordão 
Esli Rodrigue da Silva 
Con:-elho fi!'cal 
Jairo ,te ·ouza Rocirigue 
Luz Carlo Chaves 
Osvaldo Luiz tlo Couto 
,José !3e11edito Autunes 
Cofüelho Técnico 
Altivo As unção G. liecker 
lliguel Lima de 'ouza 
D,trnasio Arce 
Dario Rodrigues dos ...,autos 
Eloi l:Iitlelbrando dP Oli'eira 
Vice-Presidente Responde11r!o pelo Pre 
sidente G 'SPR 
lUl'allO 
Hélio Loureiro 
meícla 
Suplentes 
A!berto alamene 
Luiz Gozaga de Araujo 
fie AI- 
Sentlo que por esse 
motivo man.a o dia 15 
de maio de 1076, para 11 
posse dos eleitos, o que 
t-t• realizi..rá 11a setlt> do 
mesmo Sindicato Hural. 
às OH.OU horas. 
Hela 'ista ~li, :lO de 
ahril úe 1970. 
Rodrigues de 
Presidente do indicato 
Hun.rl úe Bela Vltita 
Agradecimento da 
Diretoria do Hopital "ão 
Yicente de Paula às e­ 
guinte peso0as. 
1 - ra. Araci .leudes 
Gonçalves pela doação 
ele trinta e um (31) Jen­ 
çoi e vinte- e duas (22) 
fronha&. 
2.o Sr: Luis Gonzaga de Araujo 
pela doação de wanti· 
mentas (produção pró· 
pria ) trazidos de seu 
"ítio ao Hospital 
3 • 'r: :lã rio A. Ro­ 
drigue por serviços 
prestados gratuitamente 
a entidade. 
Preço deste exemplar 
Cr$ 2,00 
-~~-=·=COMERCIO E CEREIIIS UNI- O IIGRICOLI LTDD . 
"Uma Firma 
Crescemos de 
Avenida Teodoro Sativa 
Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Mãos Dadas com o AGRICULTOR 
Perto da Ponte Internacional 
e o povo Be!a,istense 
zlA J1512 
1 
i 
J 
t . 
r.

------------------- ------------ ------------- ---------- -- -----·-·---- 
Jlrl•  j.1.1. l1 U')•lt.il7o 	Esportes 
PO 
José Glaucy Flores 
PlllCftR MUDO FEZ JUSTiÇll n J RDl E Vi T 
Bom público compa­ 
receu ao Ei<tfllio .Oclll­ 
vlo Fonllllll'U, para Vl'l' 
o 1·cc!wo11lro enlrn Bela 
Vlt;ta e ,Jardim no do­ 
mln({o, ctiu ~ do correnlt:. 
A deslucud11 a tuuçii o 
de 'Toledo, na Zaga Ce 
trl e matn reulirmu­ 
çiíu chts ultimas l>ou~ 
atuações de Ezequiel. 
Coruja e Arrnnio, foi a 
gnrnnlla com que contou 
o quadro beluvlstense 
parn manter intocta, a 
sua mela. As poµçn1< bo­ 
las que C
1ll1~egulurn -cht!­ 
gar com perigo à mela 
t-ram abafadas pela ca­ 
tegorh, e pela tarimba 
do Alluil', que provou 
ser o melhor goleiro du 
cidncle. 
O <lomin!o inicial 
dns ações du particln, 
esteve por conta do ti­ 
lnt! belavitense, que uos 
primeiros 20 minutos es • 
teve por diversas vezes 
presente á rneln adverc;á 
ria em bus('a cl o gn 1. 
Ivan. num m·uzumento 
ela direita aos -l minutos 
poderia ter :1ll:n1wado o 
balão em condições de 
~nl, mas 11[10 teve n pi­ 
que nece'ssilrio. Cuiuba­ 
n<, ao 5 minutos. extra­ 
viou boa oporluniclacle. 
Nelsi11bo. rlepois de joga 
da bem cu ,rdeuuda ele • 
de o meiu de c,tmpJ, 
deixou fim suspenst' n 
torcida be:a ri tense per­ 
deudu grande chance ele 
gol, aos 10 minutos. 
A partir d•,s 10 mi­ 
nutos, u quadro jardi­ 
uense, toma as rédes 
da partida f' passa a 
pressionar com mais 
aHnc<J, sendo franco, o 
corr bate no meio de c:111) 
po. Foram os instantes 
em que destacou-se : a 
retaguarda bela vistense, 
com Altair. Ez~quiel. To 
ledo, Coruja e· ,franio. 
intercepluuclo !IS ações 
do adversário.' Houve 
atê o momentv em que 
Arrunio ""perdeu ,l linha" 
aplkanco um poutupé 
o ponteiro direito jurdi­ 
hense, gesto que não foi 
visto peío excelente ,i,r­ 
bitro Lndislau de Olivei­ 
ra, da LEMC de Ct1,mpo 
Grande. O <'Orreto ban­ 
deirinha d11 Jardim. viu. 
mas, fez '"vista grossa" 
no lance. Apa1·echi.·. ,nul­ 
to bem o meio campi,stn 
Taninha, na equipe . de 
J!lrdim e era o coorde­ 
llador de toda n equipe 
do meio para a [rente. 
Nei.,e período por qua­ 
tro ve,es o time lielavis 
tense, visitou a defesa 
jurditHHl8('. Aos :!ii, Cuia­ 
bano na C<>brança tle 
uma falta. Aos 25 e 28 
minutos J'uul11:1la <'111 do­ 
is belos tiros à s ia fei­ 
tura de fora ,la urcJ e 
ac,s 4,1 Cul;1ba110. rece­ 
.)endo ~m pr,1fundldarle 
um lançamPnlo de Pau­ 
lista, perde aquela que 
Reria a nlHior oportu11i­ 
clude de gol cl11 parlidu 
no pr·lmeiro tempo. 
O quadro jardlnense 
volta melhor para a ela 
pu compl1>rnenta1·. mas, 
11ota-se que falta objeti­ 
vidade uo seu ataque, 
pois mesmo dominu anrlo 
terriloríalment<>, seus 
atucanles não <'hegavum 
u meta ele .-!fair, t.,nto 
que. num rápic'o co11trn· 
11taque é o time beluvis- 
1ense que chega us por­ 
tas do arco jardinense, 
CCJII, !Yao pen! •1Hlo ura 
gol feio, após uma tre­ 
JTlf•ncla C<llllll fie clPIJ(l'O 
<la área. Novo contra-uta 
qu•• e Nelsinaho recebe 
sõzl11ho partiu 'ln par,l o 
arco, o oleiro sai e o 
at11ca11le preeíplla-sc• l'hu 
!anelo para r,,rn. Er,, 
n,uior a p1·e,;silo !lo qua 
dro visitante, nesta se­ 
guncl:. etapn. Numa ca­ 
heçaclu do seu centro­ 
av11nte c<,m o gol vazio 
,Jarcllm percle u 1<u,1 opor 
t1111lclade aot1 20 minutos. 
Aos 22, uma gigantesC'a 
(lpf1-11t1 de ,l111ir sah·a 
as core::1 belr. Yii-t1>11seii e 
mn ntem o ZERO , ZE­ 
RO. que ao final i-:e 
ccnsl!tuiu em jusliça. ú 
atuaçílo elos dois qua­ 
d.-os. 
Atuação ponderada 
e cot rela de Larlisla u 
DE ViSTA 
de Ojyveira, que contu 
con; o bom trabalho ·le 
ltwl•>lfo P do auxili::r 
jardiene. 
:':11) potll'rÍ,llllOS rlt•l 
xnur de registrar o exee­ 
lente desempenho do 
!Ienul' • Kmlú ,,o jc1:,!o 
contra .Jardim. quarrnu 
entraram em substituiçio 
ao Gurgo r- l'auihta () 
meio de campo ganlwu 
nova dimensão com 
presença dos dois faro 
tos. 
O time be!visterse 
tem ampla, l'.Olldi
1
;õPs 
de PllCrJ1,trar o eU 'u­ 
mi11hr,. Niiu ;:ab ... mos co­ 
mo Pslá a .;ituP-ç,io ele 
ln'lc!'Íção de jog,1dore::-. 
mac; 11111,1 coiFa afirma­ 
mos com covicço ubso 
luta. i,;e e:.lin•:- inseriio 
é muilo maii- pela s,.Ja 
cundiçã•,1 Jc lidem !IÇ:I 
" .. 
deutro de v!to, do qt 
pelo seu Futebol. qu" 
tambem + bastante ape 
eiavel. o Ferra» tem Iu 
ar nesse time.. E, pre 
eiso de ulguem que gri­ 
te cante !entro !e 
('UllllH)... Ft•l'J,I•) ,·. o 
ide:d. 
Preocupa-nos 1s eu!l 
tusos de H'auilstt te 
tiueg» para este iomti­ 
o, Mhas, pelo amor de 
Deus... deixem o tia 
no de volante ! ! ! E o 
úmtco que podera ofern­ 
.::er t·o1HliçüeH d'? jo:,!o 
aoi, po11tas e print:lpal- 
mente ao ]v«n. A se 
eoloeur o (3aio de 
volta a latora! direta, é 
recomendável que e co­ 
lr,quº tarnh •1Jl 11utro ptill 
tt esquerda 
at· a próxima ami­ 
gs... 
Meus amigos. 
Melhorou a irn:,gem 
do quadro bela vistense 
junto a ua torcida, as­ 
sim como niio eslá ruim 
d sua siluuçüo uo Tor­ 
neio Assis Cbateuubri­ 
and. A esta altura ds 
acontecimentos estamos 
com 4 poutos peruidos 
em 3 jcg-os e dependen­ 
do muito mais de nó.; 
mesmos do que dos 011- 
ti·os piú·ticipantes. RecP 
beremos Jardim e rqui­ 
dauanu «em casa» e en· 
frentaremos o quadro 
de Mirnda no seu ter­ 
reio. 
Qua11rô diziam h• 
poucos rlias na nossa 
c,oluna que 9-evería ba­ 
ver uma alter11çüo, com 
o Coruja e o Guego mu 
dÚ.ndo de posição era 
nossa pretensão dar 
maior liberda,te de ação 
ao Baiano. - Todo mun­ 
do viu, o Coruja jogan­ 
do de bt:que C.intral 
cpm " Tolerlo na Lates 
ral Jireila, sem produ­ 
zir um terço daquilo 
que sabem. Felizmente, 
no jugo contra Jardim 
ns coisas voltaram para 
os seus devi,<ll)S. Jugart:s 
e os dois jogadores se 
constituirnm nas melho­ 
res presenças no esqua­ 
driio beluvistense. E ne­ 
cessârio saber, que o. 
Toledo, pelas suas ca­ 
racteristicas · , • próRi:las. 
precisa ser fixado na 
Zaga Central, onde ele. 
não terá muita chance 
de prender demais o 
balão e interceptando 
bem. cumo é de sua 
feitura, produz muito 
mais p( a det't>nSi"U. O 
Coruja é indubitaveinen 
te quarto Zugu<lirn, e 
..:li eleve ser m:111tido. - 
l:lem; cornPutamos lam­ 
bem sobn• a mudança 
do Guego. 
1
a nossa 1)­ 
piniüo, para dar libcr<la­ 
de ele ação :ti) Baian,,. 
o Gueg•> seria fixado na 
Lateral clii-eita. posiç,1o 
onde por ,·ariaF. vezes 
já jogou e onde rende 
muito bem. «certa vez 
jogu udo ne-sa pu;.iç:1o 
em Porto :lurlinlH,. fol­ 
uté procurado para dar 
autógrafos. peltJ seu bri 
!bante desempenho na 
posição .. ) Com tal pro­ 
videncia o Buiano sel'ia, 
o ,nédio volante cio ti­ 
me, e as coisas se com­ 
plicariam sobremaneira 
pura o adversáriu ... cer­ 
to ?.. Dessa fvrm~ o 
quadro seria , formado 
com Altair , Guego, Toe 
ledo,· Coruja é Arrauio 
Baiano. Paulista e Tucu 
«ouKirilÓ•. Cuia bano. Nel 
sioho e Ivan. Esse seria 
o esquadrão que seria formado 
rm decorrenciá das mndanças 
que sugerimos. 
' Mas. agora' com ex­ 
celente produçiio cio Eze­ 
quiel na lateral direita. 
nova opção pode ser a­ 
proveitada talvez até 
com. melhore!j r.esulta-. 
d,os ..- Mantenha-se o E­ 
zequiel na lateral direi-. 
ta e leve o Guego pa.ra 
a meia direita, para fa­ 
zer o meio de campo 
junto com o Baiano e 
o Paulista. Fienariu de 
f<irn o Tucu. que i-:omc>r1 
le poderá r~e•!e,,111rar j{ 
as suas verdadeiras cnu­ 
•lições, com um preparo 
l'isiC'c• enntliceulP.. i>'!'O 
snbem·1s. não c,-:t;'t 'i<'ll· 
ti o reilo' p l' l a " 
ausencias <!oi; 
j,.gaelnres a-is treiuoi::. 
(Os atiet,ts precisam ler 
maior interesse pelos 
trd11ame11tos e compa­ 
reet•r) 
Tambern oulro íutor 
é fundamentai. Mesmo 
com a formaçii'> que 
mostramos o quadro 
ainda depen»leria de um traba- 
lbo facil <le ser deseno!ri 
do dentro de campo. - E 
necessario o recuo dos 
;Jontas pata ajudn r o 
toque e :1s s.iirlas a par 
tir da meia •:anclrn. Os 
pontas Jvam e C'uiabano 
estão correudu da bola 
e isto é sumamente er­ 
rado. Devem os pontas 
jogar aberto t! recucnrto 
de forn:.a nccnta:.ula~ Só a~.:irn 
as coisns poderão dar 
certo daqut 
para a frente e é o que 
espP,_ramos. • _ 
UMPEZ! 
Ato digno de nota foi 
u providencia tomada 
p.or um grupu de ver. 
da,Ieiros amigos llQ Clu­ 
be Belavistense, que 'por 
conta . próprl!l,. ~om .. re-, 
cursos ang-ariacj_oi; ,ttr-a­ 
vés de una . •:yaquinha'.' 
mandaram efetuar uma 
limµeza éID regra no 
pátio do clube Belavis- 
Tom:..mos conlleci- 
mento através do Vice 
Presidente da Liga Es­ 
pnrtiv:J I lela ,·is:t->01-e, 1'!' 
,Jo[w Ka!ife. que n ,lr­ 
bilro do e:icnotro t->nlr·" 
,Jardim e ,quiclaua11:1. 
rPulizadr, em .',quid:Jtt· 
:ma. pelo turno i11icial 
(1x0 p Jardim) não 
con,;lou na "umula w; 
l'Xpulsões rios joga,tores 
jlll<lineni:es. que foram. 
e:n número de ::l naque­ 
le llia. - Foi uma ver­ 
dadeira fajutagem de 
sS.>a. e deveria como 
castigo ser eaquadrnJc.: 
na justiça desporti,·a. 
que aplica para .tais ca­ 
sos. penas bastante ri­ 
go::-osas. ·Parece que 
nem ssa providencia 
foi tomada. 
' 
tese. O • grupinho de. 
beneméritos é com;>os­ 
to pelos. srs O!demir, 
Ossuoa. . Laucidio. Rios 
Teteco Lageano e Abra 
ão Zaca.rías ,~. Fizeram 
os, compoaeutes ·do gru­ 
pinho o que muito só­ 
cio nem síquer pé.nsou. 
Parabens turma!! ..

OSSO DE 
o· 
A Crónlea, pela «ua 
pro pi-ia 111111111•za. tclll 
IJlUllll kl'llll'illilllÇll COlll 
pieis de beltu de e­ 
trndu. (Jus tl'lltit'UlllCri 
prum, admiram u sua 
beleza e os motivos que' 
encerram n 8tua existen­ 
t:111; outrc•K simplesmente 
• jogam pedras. E conuhe 
<:l'rdo "a!i regraH do j,1- 
go" que nos propusemos 
a estar :,qul Hu111antd­ 
mente, Nosxo arudeei­ 
mentos aqueles que con 
sideraram vportua o le 
vantan:r11to <ln "le!Jrt'" 
do problema SI€CAM. Nós 
honestamente, esperamo8 
(Jlll' Slll'lU 0" !'PUS cl'l'l­ 
loS, 1•om proveitos rud­ 
p,·ocoi-. tanto pura os 
com;10s1tores e autores. 
como t11111he111 para os 
c<>n l1·ibulntes. 
rco11tece entretanto. 
que às vezes, e isto é 
eomum, 110,; deparamos 
l'lllll O IJl•o)lt•nHI •·fu ,l 
de tussunto' quando so- 
1110!' ubrigndos a rec-or­ 
rer à criação da imugi- 
11açflu e rumauclo um d­ 
garro e outro, buscar, 
irnzer cio runr!o alguma 
cnisn que pssu ser util 
(' que POf.SI t:n1io11tl'HI' '-' 
sua l'itwlidarle e justifi­ 
car a t.UII presença nes­ 
ta colu,,a. verdade é 
que li té nteSlll O II fn lia 
tlt ussuuto - e isto uté 
certo ponto é bom - po­ 
cle :a.e 1·011i;tituir num pro 
blemu nosso de cuda 
dia ... 
:!as. exatamente 
qunndv busc-úYamos tra­ 
zer .. la uo fuwlo" um 
as,;unto que pudessl:' ser 
palpitante. eis que o pro 
blema passa pela nossa 
ruu. leY:rntundo poeira e 
t1'l buse elos 70 a sn Ki­ 
lometros p,1r hora. r:: ,·er 
duele amigos ....  YeloC'i 
c
1ade rle certos motoi-is­ 
tus nas ruui-: bela vistPn­ 
ses se constitui realtnen­ 
te uum grande problema. 
Em primeiro lugar pel:is 
perigos que acarreta a 
terce1r11s. geralmente ino 
centes ptdestres e por• 
que não diur a si pro­ 
rio. Mas, o aprt-ssadi­ 
nho tem a mania de di­ 
zer que é bom 110 volan 
te. que corrP ;!orque sa­ 
he etc. etc. (aqucls. len- 
1-!ª lenga que uüo justi­ 
fica nada ... ) Aconteci, 
e Isto é o aue talvez os 
··pés pesad11s" nil.o se 
lembram. ou não obser­ 
vum por iguorancill pró­ 
pria. é que em nosta cl 
dade o prúblema, alem 
de ser uma infração aos 
limites de veloclclade 
permitidos, se constitui 
umna berrante falta de 
ecluc1tçiio ! ! ! Sim; falta 
tl1• cducaçfio 111e81110 , ... 
pur.1 com u ramilia, 
COIII os ('/)IIICHChrnte,, 
com tuclc, e coni lodm,. 
Então +e voee passar 
numa poça d'aguna u 
mil, e jour Iara uum 
pede:Hr•.·. por :ic:t<'0 n,1o 
•~ uma mart·1111to falta 
te educação? Claro que 
é, Então é verdude tum­ 
bem que jvgur poeira 
IHl C:ti'ia nll11•iu. llll mer­ 
cadorta clu comPrclanle. 
110 tecido da loja ve te­ 
chio tnm!Jem ,) raita d1• 
repéito ao proximo... 
E bom que o apressadi- 
11ho, vá nndar c•llllll qui 
ser lá pelas estradas € 
que üeus o proteja pura 
não e11co11trur ele mau 
jeito uma ,Jamanta. No 
cidade, ão! aqui os Jimi 
: .. s elt> velocidade cujas 
plnras t•stf10 ui lllP:-1110, 
Jevem ser respeilaclu!'!, 
por obedien::io as leis e 
por respeito nos mora­ 
lores, cujas casas íicum 
exp tas u sujeira pro­ 
Yt'11ie11te dtos euxunndas 
de poeira que os rtis­ 
tás provoc:am. E intt>res­ 
sauti• sulit-nlur que den­ 
tre tais uriistas. muitas 
vezei; temos o clespra­ 
:r.et· ele Yer ·•gente boa" 
•Jn cidade razendo com 
que u gente passe o 
espanador fora de hora 
naquilo que eleve 8l'r 
mantido limpo. 'e voce 
duvida, espia una pouco. 
O Vereador Turinl, 
qurr a todo custo as tar 
CINELANDIA BAR 
Orgulhosamente Apresenta 
E OQUE 
(FOTOS E SOCIEDllDE)-- - . 
NO CEB 
multo embalo e curtição 
no sarunu dançante pro­ 
movido por ,;studautes 
da 8 serie. Grande nu­ 
mero de jovens 11legrtt­ 
vum o ambiente. Entre 
lautos que lá se diverti­ 
am destaqut-i: Edvnldo - 
Vera, Rosalino - Odete, 
,Joaquim • l'ida, Conrado 
Falima. Notei e Anotei 
em animado bat11 papo 
em suus mesas: Neuzi­ 
nha, Magda, Murcia, Lu­ 
curne, Nica. Ann. lia. Ja 
ne, Sandra. Tombem Ales: 
La Franchi, Silvio, Ode­ 
var e Geraldo. 
o 
CHURRASCO 
Calurc bá esta rã promo­ 
vendo suculento churras 
co. dl& 9 no Clube do 
Laço. Vamos levar 
l"amãe para lã. 
taruyas, muito embora a 
granrJe m11ioría du,-. !'PUS 
companheiros de casa 
ejam contrario, pela 
questão estetlea da cida 
de. Claro esta que o d1- 
amico vereador quer 
úo o quebra molas. 
porque tararugus ó po 
d m {ser adaptadas ao 
asfalto. 
O tempo (jUe se le­ 
va para chegar du Pra­ 
ça Aivaro Mascarenhas 
m; l111rrliaçõrs do quar· 
tel é dr a minutos, "ª 
lrn:ae de 30 Km p hora. 
Nflo provoca u íncumo­ 
cla poeira (' é uo, bom 
tempo. 'üo i-iio i;pmeu­ 
te os Orgãos especiuli­ 
zntlo,; os rP3ponsuveít. 
pelos problemas da co­ 
n•unldaele. E 1,ecet-s,nlo 
que os proprios mtegran 
tes de ·sa comunidarlt> 
culaburem consciente 
mente. respeita11elo e cor 
rlginrlo. 
É bem melhor des­ 
perdiçar um ternpi11ho a 
mais, mostrando repei­ 
to us leis e ao proximo, 
elo que ganhar tempo as 
custns do repudio cios 
outros. ' 
; sermos obrigados 
a abordar nesta éluna 
as consequencia8 <trama 
ticas do det-ret-peito ás 
leis do transito. somos 
de parecer que é bem 
melhor bu car na falta 
ele assuntc,. um lema pa 
1 escrever. 
te a proxima amigos ... 
FEIJOAüA 
rs alun11s ::lo 3° Normal 
estarii.c, servindo u::na 
bem preparada feijoada 
no dia 16 no CEH. Cola­ 
bore com fü:tudantes de 
Suu Cidade. 
s><-x:; 
ANIVERSARIOS 
Dia t - l ano de exill­ 
tencla do Boletim Reli­ 
gioso "O Caminho" 
Uia 3 - Celso 
Uia 4 - Vera Outra, Es­ 
tela V. Pereira. Antero 
Loureiro, Froilan CarJo­ 
zo 
Dia 9 - Sandra Outra. e 
l.> anlnhos de Elizabeth 
A. Silva 
"O amor de )nãe é 
o raio mais ari1.ente que 
a se irradia daquele foco 
de amor de familia" 
1iB D F TEIRD. 
1 FOR ÇÕES .O! 
CAMARA M-UNICIP AL 
DE BELA V·IST A 
Sessão Ordinária 
do da O305-76. 
EXPEDIENTE 
!:,ob 11 PrrFicJ.-ncia 
do Vereador Pedro ,Jo­ 
só Palmiri, esteve reu­ 
nirla a C'amHra lunki­ 
pal. rc·gislranrlP·Se a au­ 
t.cncla sorrente do Ve­ 
read,1r Carlos l'euturliio. 
Oficias Recebidos: 
Fornecimento de Energia 
elétrica: 
O Sr. Prdeilo :!uui 
cipal, através do or. 11" 
fíl /71i. !Jresta informa­ 
ções sobre o requerimeu 
to do Verrndor Fiori 
Murano, no qul solici­ 
tava infot·maçõt>s sobre 
os horários oficiais rio 
fornecimento de eoP.rgia 
elétrica Infm·ma o cbe­ 
fe do Executivo que a­ 
tualmente u cidadt tem 
à sua disposição mais 
üe 1000 kvas, para aten 
dirneolo às suas neces­ 
sidacteR Relembra o vul 
tos•> deficit de liO.0IJ0,00 
recebido no serviço por 
ocusiilo ria sua investi­ 
dura 110 cargo e iufor­ 
rna que presentemente 
o consumo à da ordem 
d e 1.000 litros d iáríos. 
limite que não pode ser 
ultrapas6ado. sob pena 
de romper-se o equili­ 
brio que vem sendo 
mantido entre a receita 
e despe,;as. Especifica 
finalmente os horlrios 
atuais do fornecimento 
que é; Manhã. das 7 às 
11.00 hs: 'I'arde, .das 14 
as 16,00 bs. e a Noite 
das 18 as 23,00 hs. 
- Através de uma 
Comisi;ão da Camara 
foi submetida à aprecie­ 
cão de S. Exci». o sr. Pre 
feito Municipal. na. ter­ 
ça-feira, em audlencla 
uo seu gabinete, uma 
pequena alteração nos 
horários, ficando de ser 
estudada a possiblidade 
de se adotar o seguinte' 
Manhã. das 7 às 11.00. 
Ta_rde uas -14.U0 às-16,:-JÓ 
e -a Noite da~ 17 30 às 
23, nos dias • de seinana 
Ac.s sábadus e àomin~ 
gotJ - o horário seria al­ 
terado somente na par­ 
te da tarde, ou seja; 
l5,oo à Meia Noite, ii. 
reto. 	' 
1 
do Inhoatin ... 
O sr. Prefeito Muni­ 
cipal, encaml11hou otl­ 
eio à Cumaru. utenden­ 
tlu à Jurlicl!çüo do Ve­ 
re,1elo:· ,José Glauc) Flo­ 
res. que solicitava re­ 
parns na ERtraela que 
demanda à região cio 
lnboatin. - E;;clarece o 
cilere d.) Executivo no 
seu Expediente que o 
i-:erviço poelerá 1,er rea­ 
lizado, desej ndo entre­ 
taoto, manter um conta• 
tn rlirelo com os lntues 
sa•los para falar sohtc 
o Ut-SUllt0. - o Ver. au­ 
tor da solicítaçãc>, vai 
providenciar a pre&ença 
do mesmos ao gabine­ 
te do Executivo .lunícl­ 
pal. 
limentação Escolar 
O ofício n!' 53-7(i. 
encaminha o Projetode /d 
n-o 04-7G, que autori.7..a 
o Chefe do Executivo ~ 
llSi.inar Convenio """ a 
Campanha Nacional de A 
limentação Escolar. O Ex 
pediende foi encaminha­ 
do à Comissão de Pare 
ceres e será votada na 
proxlma sessão ordlr,á· 
ria. 
Rua Alvares Cabral 
O Vereador Osvaldo 
Turini, transformou em 
Indicação ao sr. Preieit'> 
Municipal, um abaixo 
a1:1sina1lo dos moradores 
ela Rua Alvares Cabral, 
que llohcítam diversos 
reparos na sua rua e 
adjacencias, Reclamam 
os signatários que exis­ 
tem atoleiros e buracos. 
que prerlsam ser repa­ 
rados, face às suas pás 
s1
mas condições de trê­ 
fego. 
Vila NOYI 
O vereador Osvldo 
Turini, apresentou Indi­ 
cação Verbal para que 
se oficie ao: Exmo. Sr. 
Prefeito Municipal Rei­ 
terando pedido, da ex­ 
tençio, da rede elétri­ 
ca da. Vila Nova.