l•UiDA()Olt E IJIHl•:J'tHC HESl'D.SA LI.: l 1l.1)0 l'l.lO·JH ANO V Redação, Q(lcluas e Admlnistraç,1o llu 1 Duque de Caxins S N llela Vista. OH nlt·ur u solução ade quuita 110 problema. Es­ ta soluçlo talvez esteja wa regionalização do jor nal, com seus profissio­ nalR voltando-se exclu i­ vumente purn Rua cida­ de ou rfgiiio, em cuja larefu poderi1lm compe­ lir com os órgãos de Imprensa· dos grandes centros. Concordamo C'llll o jornalista Mauri­ clo Sirutsky que: ··nfio é possivel fazer adu sózi­ nlw, pois o mais lmpor­ tate é formar ume equi pe homog,.mea, integrada por homens capu,:es e que saibam fazer [uncio­ nar a máquina du cvmu­ nicuçiio". Nu opinliio de­ le ·•a impr~nsa no mun­ do inteiro não a traves­ su situação tlU3piclosu, encontrando-se, no mo­ mento. n braços com se­ rias dificuldades, que ele r.nlium os homens que n_ela militam". () jorou­ lI•mo, seguudo o com­ preendemos, tem obriga­ çoes e responsubiliclades q11e vão além do direito de informar. Se informar nio é tudo, a liberdade de in­ formar é quase tudo, disse. l!erta vez· o sr. Her bert Moses, ex presiden- te da ABI, e a imprensn Para ser ·livre, . preci'sa antes de mais nadu sei· economicamente forte, o que só conseguirá atra­ és da venda avulsa e do rech!mento com pu­ b'icidacle. Q nov.o jornal que vai aparecer como resultado da at u a l e_ r i s. e - diz • .Diues ,. Será fruto do mesmo con 'exta cujas . tendencius Principais fizeram-se no­ tar qua,ndo do np;1reçi­ mento du TV nos anos f>O. Pura redescobrir o jomnl. é preciso paclt>n­ lt--mente IJOnlilbar outra vez os contornos de to­ da a velculuçilo. que re­ cebeu o primeiro impac­ to quando u TV come.­ çou u imperar e que agora se confirmnm. " 'e l'Xiflte uma crise nu cha macia "grande impr1:ns•.1" o que dizer da imprensa regional". os pequenú<' e vn tente!:! jornn is oo inti:i rior (segundo Ul_!l jorna lista do E 'TJOAO). Em uos ·o cuso, temos oro­ curndo usar a ••imagina­ ção criadora". buscaudr­ novos cami;;hos e buri­ lando oulrúS ja couheci­ dos. O dilema existe, e os diretores dos peque­ nos jornais buscam so­ lu,;õPs 11 medida que sm· jem as cliíicl!ldadc,; ine­ ,entes ao C•>ntexto admi nistrutivo ..• nossa im­ prensa - matogrossense - é dignn oe elogios n<' tocante 1, maneira comf) resiste 11s inter:-,péries rio tempo. 'entimns na curne, principulruente, á falta de uma esquematl­ zação publicitúria e ma­ terial ln1mano para tra­ ballm no setor. • Geral­ mente, o redator ou di­ retor. é tambem o agen­ ciador de publicidade . e o "espaço" - merCTadoria principal do jornal - e vendido, às vezes, de acm:do com u necessida de econo·mica do.momen to, Não vejo a subven­ cão oficial como medida paliativa para dirimir os "deficits"dos jornais - 1e'mtiramos o -:aso da im prensa paranaeuse - consi derarõos prov!dencia1 es ta subvenção quando es tritamente desvinculada de interesses politicos. Somos partidários da s.ubvenção ·, quando se trata . .d.e- campnnbas. pu­ plicitarias. e não pag~;­ mento grotesco dP mate- ria:; entomendadas. Gra­ ças u Dt•us em nu:,;s:i impren,;a militam pr<,fi,;­ sionais honeRlos que u­ bem St:purnt· o joio do trigo. Quem tem olhos para ver, vê: u TRlílUNA cresceu. e crt>Rceu prin­ cipalmente, pelo apolo rPceblrin ele l!!Pmenlos alheios a politica, e, no mom·euto. 'O que mais prechmmo!', é um, con;; cientização do comercio no sentido de ver as um pias possibilibacles de anunciar no' jornal. Bela Vista pi-t>cisa. e quando falamo!> BEL, VISTA. falamos no comércio be iavistense - de umu ma­ ior participação no qua­ dro de anunciantes da TRIBUNA, sob pen de ve:· um jornal l"cul anunciando t>Xclusiva­ mtnte firmas d,: cirlacles vizinhas. Não qaeremos com isso, manifestar con trariedade eom o comei· cio da ·'Prince.sa do ..pa" simplesmente. unalisu­ mus u questão pelo pris ma da lei da "cuusa e efeito". apiicaYel lam­ bem •10 com,:,rcio: QUEI 'ÃO ANUNCIA -ENDE. QUE::'11 ANUNCIA VENDE ::'l'IUlTO ilAI~. VEt DA ::'IIAIS .ANUNCIANDO NA TRIBUNA DA FRONTEI­ RA. O "eolega" do É, pois é ... publie:ou que: "a profe,;sora floliita )to­ sa Gomes pureve que li'lixou o IIJH e 11ãL1 1,e­ rá mais co1111iduta a n•­ re«dora". Não endossa­ mos us palavras de 'eo lega", pois, o que avo­ teceu, foi simplesmente um reco11lwe,i111ent11 dos méritos da proft'E=Sora­ nomPaclu recente111e11tl' diretora de unu escola municipal- e 11,na medi­ ria upolilica . ..lguuti ele· mentos ligados ao :IUB garantiram a canriirlatu ru. e, o tempo. eterne, aliado da ve.-daue. se '.:!ncurregará de cli ·sip:,r as dl!vir!as .. ·><·X· ' olta Redonda SPEIAIS o Governo pncil:'a Je Y1>'-. trnl,alha­ dores do Bresil-não só do esforço cunlinuaclo cie vossos bruços "l'Í..1 do reis, mais 8obretudo do apnio de vontatle,; ind'>­ máveis, confia:vtes de falo uo e!evado propósi­ to que uns auima o da reclt>nçfw do homem bra sileiro dus ciúnde. e elos campos . "Em meio n um pa- norama intera acional .Trabalhadores Brasiieiros Em· nossas proprias mãos repousam tan­ t" no:;s·o ·pl'esebte ··côruo • nOt:.! lioR 110- vos UI Clima de ordem e de paz de eguranç;t e ,lt'St'l!Yol·. i111c1111,. d<· t abalho e pleno empre­ go. o qu'e nos enche e ju,-to oi·gull>o e• :rn:-i (r,1,: a certeza de êxito pleno num futuro melh , cada desafio, ovo, unte µort!11lü!- criativict11de 110- va e u energia relobra­ cla de nosi:a vo11tude .. :· ·Notórias já se tor­ nam us propriedades que ffit'U ~O'er110 'Píll U:l'HIO ao desenvolvimento so­ •·ial, prrwurawlo t>,;te:;­ dcr à po1-uluçáo t•H!a dn !'ai,;, ui, beus da pr,, du<;iio". 1 "l'm dos pr:ibiem:1:­ que estamos en[reutan­ cJr, com vigor mali c·om a maturidacle da, i-o:u­ ÇÕf-f dd'initiva:s. é o dois aaláriot: nomiuai,; está fadado ao fracasso pe!o que gera ele tpn,;õ;,s lnflaciona­ rh.is. de limitação d.,,; oportunidade ele emp:-e­ go e de mutilação d potencial de poupunça e desenvolvimento. Nossa expnienciu. anterior. i~ Revolução de 19!>"1. t: ex perier.cia - semell.Jantea em outros .países desu­ bonam - deíinlti•·ameote esse distributiv;smo erno cional " _ a próxima Edicao: Prefeito Ruben de Castro Pinto presta contas ao po,·o - --------------------------------- -------~-· -------- ---- 11 Ji(l.1 02, • o0ovo (rônias ----------------------------------- HOMENAGEM MÃES Professora Felicia Ajala Hverl ideia mais lu11,lno½11 lnll um C'lnto, Quantas histórias eia coa ta a acu le,1lar " filho, a velar por elt•, sem desprender os olhos do berço. Quantas lagrimas si Ieudo:-1:1 s derr,tuia 1 l0 't'l' um filho pa.-tir? Só a m:l•• dulcifica nossas dores, destroi nl)S:-1,lll tri8l('7.il1', M'U sor­ riso acariciante é uma aurora le esperança sem fim. , m.it· é para o !to- iijlillffi CPdo, mui cedo ... que partiu pura o alem n minha mle;,;inlrn querion. AquelC's que alegrn­ meute hoje festejttlll sua,; miies adoradas tendo a relicidatle de poRsul-lu cornu são venturosos!. .. 011 minha mãezinha quase nilo a conhe­ ci pPr nos le1xurem tãu pequenoi: ll mim e a outro seu nllliubo em teus afugos de carlnbos guiundo-110s os passos llncarninbando-nos na vida, o osso lado qulzera ter permanecido, mas os altos nesiguinio de Deus furtaram de teu pla­ nos o qual 11ii.o íoi a tua acerba dor quando a morte arrancou-te do braços do esposo bem amado e dos inocente.;, nlbiuhos. Na data rle boje tu te encontras na pa­ tria u 'oi-ação de filho órfão de aconchego mater nu com as i;úplicas ardentes que a ti dirijo pa­ ra que lú du céu prnteja teus filhinhos que aqui deixaste. CLODOMIRO CAMARA CANTO Dr. lbracio Cardin dos Santos Ciru:gião Dentista Run rn. FORlil MU1íl:!JO co.m. unro fI1 ( ~ m} ~~1 r-~J~~ g;;g rs à&3 &.t:it&-sk o ponto de encontro da Sociedade murtinhcnse Rua Dr. Correu - 562 Porto Murtinho - lato Grosso PüS10 Sa €±32R53 L33 Aberto dia e noite Borracharia- Lubrificantes Die. el Gasolina nexo: l .anchonelt' Avenida Vi conde de Taunay Esquina Fiori,1 no Peixoto Pcrlo do Banco do llra,il Guia Lopes dn Laguna - It. - CRES9vão POSIG SR3 de Theo!:ialdo Amoral lavagem - Lubrificação • Troca de Óleo Borracharia . Balanceamento de Hodas Rua Conde de Porto Alegre s u Bela Vista - Mato Grosso nH'lll o :-imlwlo da vidu e a terra palpitante que adere "" cor,1ç11o como as raizes do solo. O coração de müe é impenetravel abismo de bondaile e r!edicaçilo, 1..1111 í11H•11tw oceano rle amcr que suplanta, num só olhar nbl'llngc todo o tesouro do universo. Mãe; rosa aberta em cada eoraç:w, nomP pe­ quenino que vnlr por um destino. Sua luz nos le­ va para um munntl• são mmdos pam fins censité rios - E em beneficio dos próprios informantes. O Suc1-11-1so do Recenseamento d9pende da exutl­ dl.o das ln!ormações prcstndas. ==DR. ISA< LENO PRUJANSKY== F1,- Aol,tculc .\ilitar de Clinica Mlia no Fuldade de ,\didna tfc sJo Bulo, por eizlo do Ministro da Guerra • Er-Chefe de Reumatolo­ ia wo lo«pitsl «da benefini de Sto Paulo· FrAwwitente de Cardiolo ri nua Clinica OLt+ria da Faculdade de Medicina de to Bulo- Ex-A»si hnlr 'e Gastroenterolois nx Escol Paulista de Medicina - Clinica Milia C iru r in - leumtologia - Gincolori • F n ,lo n in o lo g h • ,;utroe.ntcrologi:a Neurologia 'Traumatologia Fiiterupia Eletrónica • Medicinas Pi somatica Medicina Espertia- to«ri tria Consultório - Galeria Popular N.o 9 1 Horn rio - Diu riamente elas G.30 ús inclus!ve aos Sabadcs Ponta Poril - 19 horas Mato Grot!so !RIBJNA DA fROHHIRA Funthulo ('li 25/U2/i2 Redator - Chefe ..:J11,1/d,, Parira As opiniões emitidas nos artigos assinados vão n·p~• .. rutam o pnnto de ,·ii-tn do jornal. podendo até ser contrárias a etr. l opiniões tlo Jornal. nchn•se e:,:pre!-sa nos Etlitoriail" l' nos comentários não a-sinado" THIUli:-.A DA FHONTF.IHA é uma publicaç.iio . Eu, Go­ etbe Escobar Nunes. Es­ crivão cio Segundo Oficio o datilografei e subRcre- ""· Dr. Valter José Rodrigues Cont-rera Juiz de Direito. q1a• ,•1111-id,·r.t ,l:t , .. lt·icJw1' _hi, anuais fator de-educativo porque facilita a corrupeào pela compra de , º'º"• nr10A 111111110 e,.. corrup1un• . .; f.' 11.( t·urrupll,-. .. l'ur., • ri' de trabalhar, principalmente no interior, e ires o lima emocional ti,· l'lllllJUOl1=-a t·lt·itoraL dw t! .. :,,... , iolentu. O.. ,·aho,.: t'lci 4 torai- que representam al "1111- , o(u.t. o- ,·hrírtt..: IJUt': [leram alzun- voto- tambem, normalmente ficam indóceis, apregoando força que nio po-um e já de olho nu rfj. ulu:iro qne -.ão tomar ,1,. .. candidatos menos avisado-, num verdadeiro festival de lril.l,, tlt· ,oto,i; t.}llf"' coman­ dam. E-ta a , enladt· nua J Desencontro Na área admini-trati­ a. le acordo com o deputa tio arr1ii-1a o ,-i;;fr-n-u1 :.atual traz o prrr11a11t"nlt" um :!º' rrnador e seu- prefeito-s um deles está ~nc:·erranr:,:icnmentt", a coincidencíu num bipartidnrim>O capenga, caolho t' totalmente. nu111 .PO!-Íci..,nan1t-nto intpostn do, ,,,la poliiic--J. bem como •~um:t tt11:.11izaç-..1o incon:pren .. ivel da . pulitiC!l p:trtidárii. pos partido político no Brtt ,., 1 pa!-7'0U a ~t"r órgão do Govc,rno Fed.-ral - e,p.:ci::.1 •nentt" o r,.artido que apoia o Governo " .. J MÓVEIS DELBB JIVENID!l MÓVEIS ESTOFADOS ELETROS-DOMESTICOS EM CiERAL SINTOS E ZIINCIINELUI LTDD. DUQUE DE CllXlllS 446 JARDIM-MI r í Entrevista Jota Jota Quando há tres anos 11tt·az la11ça1r10H nas oolu nas da "Tribuna lia. Fronlt•lrn'', n idéia de ~•· monlal' aqui, um frl gorlfif!o, jú llnbumos 011 IH180d seguras de que u potr.11rinliriad0 de i:lel11 'isla e l'Pgit1 11 podel'ia ~uportar Pssa lnclusll'lu contlnuamtlnlc, niio HÓ pelo nú111ero dE: !'eSe'­ que siio CXj)Ol'tllUII!:< 'l(U­ nlmtlnle, como vhrnnrlo o gurlo rio Pill'uguay, clacfa 11 proximidaclt• de suus vastas fuzendas de criu­ çào, que sorüo l'dforços certos purn a c11111lnuicl11 de da safra unual. y A itl~i,1 foi lur.çada, o jorn.l continu,iu por diversus edições fazendo E advertencia aos Srs. pe­ eunaristns sobre a pro missorn oportunitla 1Je cio lucrnllvo negócio. sem nenhum l'esultarlo. A expansão dos grandes Nnnreeucliml'n tos na maioria dos cen tros indut;lrla!s do pais, está compelindo os em p.-esúrioH tlc vh1ão a pro curarem ~li, de pl'<·Yt' l'encla o Sul, que p0s 31e us melhores característi cas própria~ para us a :t vldadeR puslol'll e ngrí colu. Dai u vinda Plll busca de tetTUS e 11111 teria J)l'lma p1 suas novns intlm, trlus tão lucrutlva~ como n!lnhuma oulr11 llll i,osi;n EstaJo. E o lançaento do Píl.ODEGHAI pelo IICl, sn emint111t11 Prealdoute que está impulsionando Mato G1 oss0. É o nosso gover nador ür. Garda Neto e ua p esliglo,;a equipe lm.talu ndo-se pn1· t,·ês dias em Bela Vista, dan do continuitlulle udmir:hi lMtiva cio Est,Lclo c1rn1 grnude proveltn, a rerer cussiio favorável em to GHJL ele Leo11liua dr• Prado Ferreira l'rmluto!'> nlintt'nti<-ini- t'lll g:cn,I, bcbiclu-.., :lt"·CO!'i e molhados lata ria em geral Rua 13 de juobo Jardim 380 Mato Grosso d0s os quatlrnnl,·s rlo Brasil e centos economni ecos mais iurp tantes ajucl:!dll JJPla puhlld 1,t clt' velcul11cla pel.1 1111 ()l'Clllill i;aer tama11lw crnpt·••f'll· tlimento. Por isso tu lo., é com justa satisfação que o re pórlel' co;1111i:lcu ans he JavislCIIS':'.'S que 1111 E'!H~OII tru 11a d:lallr. 11 :-ir. E•li'1 Hadurú ,J1111i•;r. ullí- mando as tlocume.,ta çes da aquisição que ft•z. de terras para is talação da Firm FIGO AI suu representada, para a industria de varae E' c1 .. rivudoi.. Prorurando fnzl.'r :11- gumus deetaraçõe,; , 'l'r!unna, sobre a inieia ti vu em anda.nento, IV.o. nos recebeu com gentil€ za que lhe peculiar e concedeu-nos a entreis­ l1L que seguP: P. -' Sabt'ntt>R nós da Triuuua da rrv11ll:'ira que v.::;u.. está adquiri11 do propric-tlartes rurais veste muaicipio, com in tenção tia Firma que re­ prcsenlas m,,niar atJUi Pm 13el:1 Vbta. 111nu i11 clustria farta, "' mais u instala­ ('ÜO da 'ila Operaria. Tambem fiz a uqui­ siçü& tle uma Fa1,enrta de :!li.Ol/0 llcts. no muni­ eip1J rle Porto 111rti111.Jo e que sei virá tJe ~upor­ te de g;:do para Ffl!GO- :L 1' Ltda. !'. - Qual u i11.lu,;tria prlnrlpal a que se clt"s­ lina t::'Lo extensas terras adquiririas '! R -O Grupo Formador de-te Pmpreeudimc•11to é de o­ rig~m mineira e paulis­ ta. e forma un.a só fa­ milia Cunlijo - Batln:-ó - que nc, Rio e :-. Paulo ja possuem uma cadeia liP casas especializacl,is e111 produtoi- boYinos. ca prinos, suin,,s. galinu- SERRARIA CASTELO Compra de Madeira Bruta, Venda de madeira Serrada Antonio ,João - ilt. De Antonio Remo Penzo eeos ete., tendo aore um engenheiro especia- lista em Trigorilieos e c•11lafarlo.. tlr. J-llJerl '011 Eighenh. rN'<·m eh<• µ-arlo da Alem11nha, vi- 111111- f'lllÜO U J)Oill­ "º· e esta dentro do cro rwgrama di>i;te ª''º· qu,• a contill'Ução do Frlgo- 11111t em terras malogros sens, Ias precisa­ lllPnte 11esle 1:1unlcipio, seja con<'lulltameuto tntal das re e!!, dos porco . c:oe­ lll.·,s. ovelhas cahrítos SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO ESCHLTÓRIO Rua 3 de Outubro (Ao lado da Cirelran) Belu Vista Mato Grosso ... ::.::: DR. GIL MARCOS SAUT Advouado t, 8/4 49 Rua len. Azam~uia K.o 320 - oomo - m ===Dr. José Atanasio Neto=== ADVOG.0 Escritório: A v. Duque de Caxias, 788 - ,Jar"<; > deixar úe agnutecer •> Sr. ,l:i nu io Gomes ele .lei<.,. d•• quem :.1clqulrlmo11 as tf'r rus ne te municipio e de .lurliuhu e que tem iR, gereul•! do Hotel Panorama que nos tem proporclonacto uti>nções especiais e fazendo e­ tirmos como se eti 'e­ emos em nossa propriau cu . E a to.loR :~ quem fom,,s apresentados 11e,· sa nos.:a estadia e que tio gentis foram. Espe­ cialmenle ao jornalista que ora me entrevista QUP, deu-me oponunida· de de l'SdarPl'er aos í:1- teresado: o que ser o o Frigomat Ltda em ter ras bela vlstenseR. Cúrno 1101-tl"S leito­ res veem. se Deus qui· zer. Be:a Vist.n dará um salto à freente. pois é com otimismo e traba lho, que se coust;:rJi ai· guma coisa ) MINERllÇliO BODOQUEND lTDfl "Produtor do alcáreo Bodquena" km 54 - Rvia Jardim - Porto .~hrtinh:> "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao laio do Hotel Oriente) Cx. Postal 8 Calçados para senhoras, cavalheiros, crianças, artigos esportivos você SllPITIIRII REI DAS BOTAS encontra Artigos para montarias em geral malas, botas, etc. Avenida Duque de Caxias, 826 J di ar m Mato Grosso na Opinião 11, , E, p , E • • • Pedro Pedreira i "MITO GRO. li li Atenção Pois hoje jogam no Estadio Octávio F,,utoura (o Maracarni belavii;­ teuse. Ili ... hl ... hl ... ) Sessenta x Esporte Clube ,Jardim. IRRO quer rllílet· que lerewoR ondus e murolas à vonla• de. Como sempre os •· velhos cusos e conversos n1o vc,Jlar i tona. Inda muis se levanr os PITI conta que o jog,, é 110 " ;lnracuml Brluvlstense (bl ... hi ... ) = É brabo A gente chegar no final da se­ mana prft l'azer uma crônica clepoiEl ele uma eRtlcuda à «Pauliceia,,, Não há no­ vidade ulgunla e a gente tem que a­ guentar UH filosofadati de última hora na redação, né Iuformrs .. ==rn=== Nossos Agrndecimentos uos «mestres I­ val os que eles perderam no jo­ go de domingo pp. , fez nos lembrar as atuações do Corintians de SP (transam, transam, e ficam na transação. gols, que são alegria do povo, Neca) mus vamns Partir para outra ... Hoje tem mais ... E Recebemos telegrnmn d11 ~rn. Tl-'reza Cristina Lou­ reiro comunicando que: "ão Sou Mais Candidata à Prefeito de ,Jarc!lm ... é pois é.. == Ao escrever cada palavra é uma drcísão, cada ln­ fnrmu ção, uma c!Pcisão. cada orientação, dech,ão. Durante torto o tempo de ,ma atividade diária- e já vimos que esta não se limita ao horõrio de trabalho-o jornalista t0ma decisões" (Alberto Oines) =e= O público· belavistense não gostou tio Comentário publicado na coluna "Pu11to ele Vis!it" a respeito do Ernando Francisco Gasco, um Homem integro. trnbalhaclor, h 1J11esto e acima rle tuclo: um homem de luta. Gasco é um rapaz de grande quilate, é dessas pessc•aR t·ai·as qm· fazem de seu dia a dia uma eterna escada rumo ao cresci 1:-,ento. =a Nada e ninguem o désani111a. AtruvE> i-ou momentos difí­ veis em nuossa cidade, e soube suplanta­ los com niuita luta e espil'ito de sacri­ ficio. Gasco v para Aquidauana, re­ tornarà aos ba!leos rsr:ol:u·rs e seguirá a voz intima de sua vocação: Direito. Temos uhRolula certez:1 de que os so­ nhos deste moço idealista se tornarão realidade, pois a força que o move, é u mesma que transforma situações e pes­ soas: Vona!e... uma férrea Vontade de vencer. . . ( O articulista do '·Ponto de Vistu" concorda co!!l tudo isso e mui to muis . . . viu Gasco ... +­ O jornalista~ sn be que, ao redigir uma nota de tres linilas, pode estur destruindo uma repu­ taçiio e uma vida. Trabalhando nos bas tidores ela inforrnnçilo. avalia a força que possui. Para ele. um limite, simplésrnente . praticada. nem é bela nem feia" ... E. pois é ... Medi­ tem. ::=:m== Repercutiu em Porto :[urtinho a crouka O Proble- - Gil C ma Nosso de Cada Dia, enfocando as «taxas da Sic,tn ». Os "homen da i­ can" Vi itarão aquela cidade.. .(reéa­ dinho para o ielsou) =­ O Rotary Club de Bela Vista comemorará a 2) do conente o seu 'Jubileu de Prata". Gran des festividales estão sendo progra'nu­ t..!as pelo tradicional clube de serviço... - E a professora Rosita Hosa Gomes deixou de e can didata à candidata a vereadora pe­ lo MDB'. Parece-nos que deixou, iuclusi ve, de ser partidária do «mad:abra-a. St·gundo comentários surgidos na cidade: ·•a vida é assim mesmo, os fatos se transformam, as idéias se modificam, e a vida continua co:n suas surpr ele Jar­ dim dá muito mais valor à Tribuna do que os !)ulavistuivõei- que lhe silo conferidus em Lei, ete. Counllll"l'il ndo 11<1 no­ vns denominações tlº e 2 Grnm:) ntrnciuzicla,; pela Lei de Ensino Nº 5.fül:2, Considerando a exi­ geuciu da Secretariu de E<111cnvii11 e Cultura do Estado, d 11plicação «desss novus denominu­ coes obrigatórius para o registro das Escolas PrnjL'lo de Lei Municipais. Drcretu Artigc• Jº - O Colégio 'l'<'lcnico erlo .. de Castro Pinto Prefeito Municipal. JlpJ:1 Viien Al­ berto Abbott de Castro Prnto, Prefeito Municipal rle Bela ist, Estudo de ?lato Grosso, sanciono a seguinte Lei: Arlii!O l'' - Pela prr­ srnte tica o Cl.J.efe cio Executivo Municipal riu­ torlzado a assinar Con­ veuio com o órgão da Campanha Nacional de Tendo em vista que llflB clciçõefi rrulízad11H no dia 10 de abr!l Ol' HJ7H, em que doK 11 ( qua renta e um) sócios em condições de votarem comparect>ram t> Yo(arnm :JO (trinta), al•:a11ça 11110 consequt'ntemenlt> o quo­ rum de dois terços. e que, decorridos os 15 !i­ a8 para iuterposição de recurso por quem •Ir di­ reito, no houve recurso u Dlretol'la cio ,'lndicato Rural de tela Vista, co­ munica, dP. ucorcio c•om e, Artigo 70 tia l'ortul'ia MT0 3.437 de 0 de de­ zambro cJt.> l!J7-L que foi eleilu a seguinte chapa única apn•senrnda: DIRETORIA Efetivos Victot· Pen:rn Alimentação E·colar. pa­ ra execução do Prugra­ ma Pinheii'O .!alio Loureiro •IP ,1- lll-?Íol:t DELEGADOS SENTANTES Eíeth''>S ,lrn1o ilt!eto11:>o ,Jacinto REPHE- .llra11 do mesmo Sindicato Hural. às OH.OU horas. Hela 'ista ~li, :lO de ahril úe 1970. Rodrigues de Presidente do indicato Hun.rl úe Bela Vltita Agradecimento da Diretoria do Hopital "ão Yicente de Paula às e­ guinte peso0as. 1 - ra. Araci .leudes Gonçalves pela doação ele trinta e um (31) Jen­ çoi e vinte- e duas (22) fronha&. 2.o Sr: Luis Gonzaga de Araujo pela doação de wanti· mentas (produção pró· pria ) trazidos de seu "ítio ao Hospital 3 • 'r: :lã rio A. Ro­ drigue por serviços prestados gratuitamente a entidade. Preço deste exemplar Cr$ 2,00 -~~-=·=COMERCIO E CEREIIIS UNI- O IIGRICOLI LTDD . "Uma Firma Crescemos de Avenida Teodoro Sativa Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" Mãos Dadas com o AGRICULTOR Perto da Ponte Internacional e o povo Be!a,istense zlA J1512 1 i J t . r. ------------------- ------------ ------------- ---------- -- -----·-·---- Jlrl• j.1.1. l1 U')•lt.il7o Esportes PO José Glaucy Flores PlllCftR MUDO FEZ JUSTiÇll n J RDl E Vi T Bom público compa­ receu ao Eiou~ atuações de Ezequiel. Coruja e Arrnnio, foi a gnrnnlla com que contou o quadro beluvlstense parn manter intocta, a sua mela. As poµçn1< bo­ las que C 1ll1~egulurn -cht!­ gar com perigo à mela t-ram abafadas pela ca­ tegorh, e pela tarimba do Alluil', que provou ser o melhor goleiro du cidncle. O brança tle uma falta. Aos 25 e 28 minutos J'uul11:1la <'111 do­ is belos tiros à s ia fei­ tura de fora ,la urcJ e ac,s 4,1 Cul;1ba110. rece­ .)endo ~m pr,1fundldarle um lançamPnlo de Pau­ lista, perde aquela que Reria a nlHior oportu11i­ clude de gol cl11 parlidu no pr·lmeiro tempo. O quadro jardlnense volta melhor para a ela pu compl1>rnenta1·. mas, 11ota-se que falta objeti­ vidade uo seu ataque, pois mesmo dominu anrlo terriloríalment<>, seus atucanles não <'hegavum u meta ele .-!fair, t.,nto que. num rápic'o co11trn· 11taque é o time beluvis- 1ense que chega us por­ tas do arco jardinense, CCJII, !Yao pen! •1Hlo ura gol feio, após uma tre­ JTlf•ncla C11seii e mn ntem o ZERO , ZE­ RO. que ao final i-:e ccnsl!tuiu em jusliça. ú atuaçílo elos dois qua­ d.-os. Atuação ponderada e cot rela de Larlisla u DE ViSTA de Ojyveira, que contu con; o bom trabalho ·le ltwl•>lfo P do auxili::r jardiene. :':11) potll'rÍ,llllOS rlt•l xnur de registrar o exee­ lente desempenho do !Ienul' • Kmlú ,,o jc1:,!o contra .Jardim. quarrnu entraram em substituiçio ao Gurgo r- l'auihta () meio de campo ganlwu nova dimensão com presença dos dois faro tos. O time be!visterse tem ampla, l'.Olldi 1 ;õPs de PllCrJ1,trar o eU 'u­ mi11hr,. Niiu ;:ab ... mos co­ mo Pslá a .;ituP-ç,io ele ln'lc!'Íção de jog,1dore::-. mac; 11111,1 coiFa afirma­ mos com covicço ubso luta. i,;e e:.lin•:- inseriio é muilo maii- pela s,.Ja cundiçã•,1 Jc lidem !IÇ:I " .. deutro de v!to, do qt pelo seu Futebol. qu" tambem + bastante ape eiavel. o Ferra» tem Iu ar nesse time.. E, pre eiso de ulguem que gri­ te cante !entro !e ('UllllH)... Ft•l'J,I•) ,·. o ide:d. Preocupa-nos 1s eu!l tusos de H'auilstt te tiueg» para este iomti­ o, Mhas, pelo amor de Deus... deixem o tia no de volante ! ! ! E o úmtco que podera ofern­ .::er t·o1HliçüeH d'? jo:,!o aoi, po11tas e print:lpal- mente ao ]v«n. A se eoloeur o (3aio de volta a latora! direta, é recomendável que e co­ lr,quº tarnh •1Jl 11utro ptill tt esquerda at· a próxima ami­ gs... Meus amigos. Melhorou a irn:,gem do quadro bela vistense junto a ua torcida, as­ sim como niio eslá ruim d sua siluuçüo uo Tor­ neio Assis Cbateuubri­ and. A esta altura ds acontecimentos estamos com 4 poutos peruidos em 3 jcg-os e dependen­ do muito mais de nó.; mesmos do que dos 011- ti·os piú·ticipantes. RecP beremos Jardim e rqui­ dauanu «em casa» e en· frentaremos o quadro de Mirnda no seu ter­ reio. Qua11rô diziam h• poucos rlias na nossa c,oluna que 9-evería ba­ ver uma alter11çüo, com o Coruja e o Guego mu dÚ.ndo de posição era nossa pretensão dar maior liberda,te de ação ao Baiano. - Todo mun­ do viu, o Coruja jogan­ do de bt:que C.intral cpm " Tolerlo na Lates ral Jireila, sem produ­ zir um terço daquilo que sabem. Felizmente, no jugo contra Jardim ns coisas voltaram para os seus devi,nSi"U. O Coruja é indubitaveinen te quarto Zugu seria fixado na Lateral clii-eita. posiç,1o onde por ,·ariaF. vezes já jogou e onde rende muito bem. «certa vez jogu udo ne-sa pu;.iç:1o em Porto :lurlinlH,. fol­ uté procurado para dar autógrafos. peltJ seu bri !bante desempenho na posição .. ) Com tal pro­ videncia o Buiano sel'ia, o ,nédio volante cio ti­ me, e as coisas se com­ plicariam sobremaneira pura o adversáriu ... cer­ to ?.. Dessa fvrm~ o quadro seria , formado com Altair , Guego, Toe ledo,· Coruja é Arrauio Baiano. Paulista e Tucu «ouKirilÓ•. Cuia bano. Nel sioho e Ivan. Esse seria o esquadrão que seria formado rm decorrenciá das mndanças que sugerimos. ' Mas. agora' com ex­ celente produçiio cio Eze­ quiel na lateral direita. nova opção pode ser a­ proveitada talvez até com. melhore!j r.esulta-. d,os ..- Mantenha-se o E­ zequiel na lateral direi-. ta e leve o Guego pa.ra a meia direita, para fa­ zer o meio de campo junto com o Baiano e o Paulista. Fienariu de fr1 le poderá r~e•!e,,111rar j{ as suas verdadeiras cnu­ •lições, com um preparo l'isiC'c• enntliceulP.. i>'!'O snbem·1s. não c,-:t;'t 'i<'ll· ti o reilo' p l' l a " ausencias que mostramos o quadro ainda depen»leria de um traba- lbo facil 01-e, 1'!' ,Jo[w Ka!ife. que n ,lr­ bilro do e:icnotro t->nlr·" ,Jardim e ,quiclaua11:1. rPulizadr, em .',quid:Jtt· :ma. pelo turno i11icial (1x0 p Jardim) não con,;lou na "umula w; l'Xpulsões rios joga,tores jllla. e deveria como castigo ser eaquadrnJc.: na justiça desporti,·a. que aplica para .tais ca­ sos. penas bastante ri­ go::-osas. ·Parece que nem ssa providencia foi tomada. ' tese. O • grupinho de. beneméritos é com;>os­ to pelos. srs O!demir, Ossuoa. . Laucidio. Rios Teteco Lageano e Abra ão Zaca.rías ,~. Fizeram os, compoaeutes ·do gru­ pinho o que muito só­ cio nem síquer pé.nsou. Parabens turma!! .. OSSO DE o· A Crónlea, pela «ua pro pi-ia 111111111•za. tclll IJlUllll kl'llll'illilllÇll COlll pieis de beltu de e­ trndu. (Jus tl'lltit'UlllCri prum, admiram u sua beleza e os motivos que' encerram n 8tua existen­ t:111; outrc•K simplesmente • jogam pedras. E conuhe <:l'rdo "a!i regraH do j,1- go" que nos propusemos a estar :,qul Hu111antd­ mente, Nosxo arudeei­ mentos aqueles que con sideraram vportua o le vantan:r11to n l1·ibulntes. rco11tece entretanto. que às vezes, e isto é eomum, 110,; deparamos l'lllll O IJl•o)lt•nHI •·fu ,l de tussunto' quando so- 1110!' ubrigndos a rec-or­ rer à criação da imugi- 11açflu e rumauclo um d­ garro e outro, buscar, irnzer cio runr!o alguma cnisn que pssu ser util (' que POf.SI t:n1io11tl'HI' '-' sua l'itwlidarle e justifi­ car a t.UII presença nes­ ta colu,,a. verdade é que li té nteSlll O II fn lia tlt ussuuto - e isto uté certo ponto é bom - po­ cle :a.e 1·011i;tituir num pro blemu nosso de cuda dia ... :!as. exatamente qunndv busc-úYamos tra­ zer .. la uo fuwlo" um as,;unto que pudessl:' ser palpitante. eis que o pro blema passa pela nossa ruu. leY:rntundo poeira e t1'l buse elos 70 a sn Ki­ lometros p,1r hora. r:: ,·er duele amigos .... YeloC'i c 1ade rle certos motoi-is­ tus nas ruui-: bela vistPn­ ses se constitui realtnen­ te uum grande problema. Em primeiro lugar pel:is perigos que acarreta a terce1r11s. geralmente ino centes ptdestres e por• que não diur a si pro­ rio. Mas, o aprt-ssadi­ nho tem a mania de di­ zer que é bom 110 volan te. que corrP ;!orque sa­ he etc. etc. (aqucls. len- 1-!ª lenga que uüo justi­ fica nada ... ) Aconteci, e Isto é o aue talvez os ··pés pesad11s" nil.o se lembram. ou não obser­ vum por iguorancill pró­ pria. é que em nosta cl dade o prúblema, alem de ser uma infração aos limites de veloclclade permitidos, se constitui umna berrante falta de ecluc1tçiio ! ! ! Sim; falta tl1• cducaçfio 111e81110 , ... pur.1 com u ramilia, COIII os ('/)IIICHChrnte,, com tuclc, e coni lodm,. Então +e voee passar numa poça d'aguna u mil, e jour Iara uum pede:Hr•.·. por :ic:t<'0 n,1o •~ uma mart·1111to falta te educação? Claro que é, Então é verdude tum­ bem que jvgur poeira IHl C:ti'ia nll11•iu. llll mer­ cadorta clu comPrclanle. 110 tecido da loja ve te­ chio tnm!Jem ,) raita d1• repéito ao proximo... E bom que o apressadi- 11ho, vá nndar c•llllll qui ser lá pelas estradas € que üeus o proteja pura não e11co11trur ele mau jeito uma ,Jamanta. No cidade, ão! aqui os Jimi : .. s elt> velocidade cujas plnras t•stf10 ui lllP:-1110, Jevem ser respeilaclu!'!, por obedien::io as leis e por respeito nos mora­ lores, cujas casas íicum exp tas u sujeira pro­ Yt'11ie11te dtos euxunndas de poeira que os rtis­ tás provoc:am. E intt>res­ sauti• sulit-nlur que den­ tre tais uriistas. muitas vezei; temos o clespra­ :r.et· ele Yer ·•gente boa" •Jn cidade razendo com que u gente passe o espanador fora de hora naquilo que eleve 8l'r mantido limpo. 'e voce duvida, espia una pouco. O Vereador Turinl, qurr a todo custo as tar CINELANDIA BAR Orgulhosamente Apresenta E OQUE (FOTOS E SOCIEDllDE)-- - . NO CEB multo embalo e curtição no sarunu dançante pro­ movido por ,;studautes da 8 serie. Grande nu­ mero de jovens 11legrtt­ vum o ambiente. Entre lautos que lá se diverti­ am destaqut-i: Edvnldo - Vera, Rosalino - Odete, ,Joaquim • l'ida, Conrado Falima. Notei e Anotei em animado bat11 papo em suus mesas: Neuzi­ nha, Magda, Murcia, Lu­ curne, Nica. Ann. lia. Ja ne, Sandra. Tombem Ales: La Franchi, Silvio, Ode­ var e Geraldo. o CHURRASCO Calurc bá esta rã promo­ vendo suculento churras co. dl& 9 no Clube do Laço. Vamos levar l"amãe para lã. taruyas, muito embora a granrJe m11ioría du,-. !'PUS companheiros de casa ejam contrario, pela questão estetlea da cida de. Claro esta que o d1- amico vereador quer úo o quebra molas. porque tararugus ó po d m {ser adaptadas ao asfalto. O tempo (jUe se le­ va para chegar du Pra­ ça Aivaro Mascarenhas m; l111rrliaçõrs do quar· tel é dr a minutos, "ª lrn:ae de 30 Km p hora. Nflo provoca u íncumo­ cla poeira (' é uo, bom tempo. 'üo i-iio i;pmeu­ te os Orgãos especiuli­ zntlo,; os rP3ponsuveít. pelos problemas da co­ n•unldaele. E 1,ecet-s,nlo que os proprios mtegran tes de ·sa comunidarlt> culaburem consciente mente. respeita11elo e cor rlginrlo. É bem melhor des­ perdiçar um ternpi11ho a mais, mostrando repei­ to us leis e ao proximo, elo que ganhar tempo as custns do repudio cios outros. ' ; sermos obrigados a abordar nesta éluna as consequencia8 <-x:; ANIVERSARIOS Dia t - l ano de exill­ tencla do Boletim Reli­ gioso "O Caminho" Uia 3 - Celso Uia 4 - Vera Outra, Es­ tela V. Pereira. Antero Loureiro, Froilan CarJo­ zo Dia 9 - Sandra Outra. e l.> anlnhos de Elizabeth A. Silva "O amor de )nãe é o raio mais ari1.ente que a se irradia daquele foco de amor de familia" 1iB D F TEIRD. 1 FOR ÇÕES .O! CAMARA M-UNICIP AL DE BELA V·IST A Sessão Ordinária do da O305-76. EXPEDIENTE !:,ob 11 PrrFicJ.-ncia do Vereador Pedro ,Jo­ só Palmiri, esteve reu­ nirla a C'amHra lunki­ pal. rc·gislranrlP·Se a au­ t.cncla sorrente do Ve­ read,1r Carlos l'euturliio. Oficias Recebidos: Fornecimento de Energia elétrica: O Sr. Prdeilo :!uui cipal, através do or. 11" fíl /71i. !Jresta informa­ ções sobre o requerimeu to do Verrndor Fiori Murano, no qul solici­ tava infot·maçõt>s sobre os horários oficiais rio fornecimento de eoP.rgia elétrica Infm·ma o cbe­ fe do Executivo que a­ tualmente u cidadt tem à sua disposição mais üe 1000 kvas, para aten dirneolo às suas neces­ sidacteR Relembra o vul tos•> deficit de liO.0IJ0,00 recebido no serviço por ocusiilo ria sua investi­ dura 110 cargo e iufor­ rna que presentemente o consumo à da ordem d e 1.000 litros d iáríos. limite que não pode ser ultrapas6ado. sob pena de romper-se o equili­ brio que vem sendo mantido entre a receita e despe,;as. Especifica finalmente os horlrios atuais do fornecimento que é; Manhã. das 7 às 11.00 hs: 'I'arde, .das 14 as 16,00 bs. e a Noite das 18 as 23,00 hs. - Através de uma Comisi;ão da Camara foi submetida à aprecie­ cão de S. Exci». o sr. Pre feito Municipal. na. ter­ ça-feira, em audlencla uo seu gabinete, uma pequena alteração nos horários, ficando de ser estudada a possiblidade de se adotar o seguinte' Manhã. das 7 às 11.00. Ta_rde uas -14.U0 às-16,:-JÓ e -a Noite da~ 17 30 às 23, nos dias • de seinana Ac.s sábadus e àomin~ gotJ - o horário seria al­ terado somente na par­ te da tarde, ou seja; l5,oo à Meia Noite, ii. reto. ' 1 do Inhoatin ... O sr. Prefeito Muni­ cipal, encaml11hou otl­ eio à Cumaru. utenden­ tlu à Jurlicl!çüo do Ve­ re,1elo:· ,José Glauc) Flo­ res. que solicitava re­ parns na ERtraela que demanda à região cio lnboatin. - E;;clarece o cilere d.) Executivo no seu Expediente que o i-:erviço poelerá 1,er rea­ lizado, desej ndo entre­ taoto, manter um conta• tn rlirelo com os lntues sa•los para falar sohtc o Ut-SUllt0. - o Ver. au­ tor da solicítaçãc>, vai providenciar a pre&ença do mesmos ao gabine­ te do Executivo .lunícl­ pal. limentação Escolar O ofício n!' 53-7(i. encaminha o Projetode /d n-o 04-7G, que autori.7..a o Chefe do Executivo ~ llSi.inar Convenio """ a Campanha Nacional de A limentação Escolar. O Ex pediende foi encaminha­ do à Comissão de Pare ceres e será votada na proxlma sessão ordlr,á· ria. Rua Alvares Cabral O Vereador Osvaldo Turini, transformou em Indicação ao sr. Preieit'> Municipal, um abaixo a1:1sina1lo dos moradores ela Rua Alvares Cabral, que llohcítam diversos reparos na sua rua e adjacencias, Reclamam os signatários que exis­ tem atoleiros e buracos. que prerlsam ser repa­ rados, face às suas pás s1 mas condições de trê­ fego. Vila NOYI O vereador Osvldo Turini, apresentou Indi­ cação Verbal para que se oficie ao: Exmo. Sr. Prefeito Municipal Rei­ terando pedido, da ex­ tençio, da rede elétri­ ca da. Vila Nova.