JlGENCII BIINCO DO BRASIL: 
1 Uma demonstração do Dinamismo do povo 
Agricultura Pecuária • Indústria - 
Comércio 
e 
._ "-" . 
-;+} 
. . : 
. , . 
. , ' - 
, 
0 BACO DO BRASIL S/A ESTA 
F ND l)UH E UIHEJ'OH HF.Sl'O;--;S,\'EL IVAL!JO l'EHEIIIA 
• • • 
ANO V 
Redação, Oficinas e Allrninistrnçilo 
Rua Duque de Caxias /l 
ílela Vista 23 de Maio de l!li'li tiemauárlo 
PREFEITO RE PONDE il E TUDIINIES 
1)- O que V.Excia. 
acha rla clivisilo do Esta 
do de !!ato Grosso? 
R - Atualmentt-, com 
o desenvolvimento da 
comunicação, das estra 
das e dos meios de 
transporte, acho inteira 
mente desneces lufa a 
divisão de nosso Estsdo 
Penso que sua maguííica 
exteusão territorial tom 
grandi; importunciu poli 
tico, economica social e comer 
cial e não deve ser encarada 
como um impeocilho, 
mas sim coma nossa 
m11.ior aliada. para atrair 
até nós. as condições de 
''ida e progresso por lo­ 
dos sonhadas. Sou pe!u 
união, que continua sig 
nlficando força - divisão 
ao contrArio, minimiza 
e erJrnquece. 
2) - Quais foram os 
beneficias que UOSSll Cl 
dade obteve com a vin 
da do Governador do 
Estado? 
R- Maior atenção e 
conhecimento por parte 
do Governo, ne uossas 
necessidades e possibili 
dades - com amplos e 
objetivos resultados emn 
todos os campos da ud 
~lni9tração - estudaudo 
111 loi:o, sem burucracla 
l
e Profundamente as me­ 
hores soluções, para os 
~ronteos problemas de 
iela Vista além de du 
Tante três dias transfor 
l?lú.-la em capital do es 
lado, centro de atenções 
de mllllarc!' de brasilei G) - Como funciona 
ros - o que política e a alua I administração da 
históricamente nilo dei Prefeitura? 
Xll de er um lindo coo- R . De acordo com as 
to de fadas. pos ·ibilidades. procuran 
3) • A CEil:T en do .:, aperfeiçoamento 
carnpará 
O 
si,;tem:1. ener necei:sário, a gruade tu­ 
getico em Bela Vista? refa de zelar pela vida 
H. • 'im. a partir da plena da cidade, e cu tu 
cbegudu <la energia de dos os níveis que com 
ürubupung:i. em 1978. poem sua realirlade. 
t)- Quais o l•teilofi 7) _ o que V. E..xcia 
imetliatus pa,·a nossa ci ucbu da aluai Càmarh 
dade tio Prodegrnn? dos Vereadores? 
R - Créctitos 
5) - Qual é a atuei . R - Ativa e altruista 
situação política de nos com elevadas ideias e 
sa cidade? 	grande desejo de colabo 
R . A me1-mn de Uillt1 rar com o executivo mu 
planta sadia. que cr
0
sce nicipal. 
e íloresr.e a luz do sol 
j11depeu<l!::te ria voola N.R: Entrevista feita por 
de dos pessimistas. ! alunas do 1 grau 
ACSA DO ARTESÃO== 
Vai encantar seus olhos 
viver em seu coraçiio 
na beleza e harmonia 
da arte, du in,ipirução 
TEM DE TUDO FEITO A MÃO 
Cerúm!cu. crochés, couro, redes, almofadas, 
flores, cortinas, moveis, toucas, chapéus, roupas 
absolutumente exclt1s1,·as para todas as idades, 
bacheiros, cobertores, ponchos, trabalhos em casu­ 
los, preus, contas, carandá, bambú. bolsas, cintos 
cortinados enfim tudo o que pode criar a imagina­ 
çi'io a preços reulmeutc de ocas1ao. 
A Tradição da Frontalra Autêntica e Verdadoíra só 
• Na CASA DO ARTESÃO 
:berl~ também aos sábados e Domingos em 
permanente exposição. 
Rua: Gu!abá N!! 4:!fl 
Bela Vista - Brasil 
- 
s4V9çaG 
O Prefeito de Bela Vlst,1 que teve a ft-Iit:ida­ 
de de assistir a inauguração da Agencia do 
Banco do Brasil, aqui. em !:leia Vista, em ~0-:'1--1G 
tendo como seu primeiro gerente o grande ami­ 
go Elios Barbosa, traz a sua saudaç1lr, autiga u 
e,te ecitabelecirnento de crédito. reconheceudo 
nele um dos alicerces do desenvolvimento cou 
quistado por esta terra nestes 3) anos de pio­ 
neirismo ;progressista, 
Bela Vista, 20 de maio de 1976° 
Ur. Ruhen de Castro l"into 
Prefeito .luuícipal. 
~3#;ia78 
ME#MT3$ 
Recebemos do Dire­ 
toria :llunicipal da Arena 
uma circular comunican­ 
do a lista dos possíveis 
ci-ndidatos :. vereador 
no pleito de novembro 
próximo. Até o pr .. sente 
momentos, os nomes ão o« se 
guintes: Pedro Palmieri. 
Fiori .!urano, José <la 
Cosi!!. 'Marque;;, Carlos 
Centurião, Osvaldo Tu­ 
rini, .-fonso Dilon Nunes 
Leite, Glaucy Flort-s. 
Nivaldo de Barros Jo­ 
sé Loureiro. Zulmira Os 
snna. ELy Aranjo Rarbn- 
sa, .José Joaquim Fer­ 
reira Souto, Adalberto 
t'Anna. Noedi Laran­ 
jeira e Maria Rita Mu­ 
raoo Garc·ia, 
lte:is as d: 25 32l 
No pr6xi1:.io nº d.-s­ 
te jornal iniciaremos a 
publicação Lle um Traba 
lho do Prof. Stumpi t;C-m 
o objetivo de servir de 
diretiva aos aluam, que 
se destinarem ao exa.Ie 
vestibular de' Filosofia 
Pura.

Ci era 1 
l 
Altcvir Alencur 
Começou comcudo 
pequenus quantidades 
de tachinhas, em casa 
mesmo. Duí deu para 
engolir !O.mina ele l.rnrbe­ 
ar e vidro do lftmpadnll, 
num canto da Pruçu Pa 
ris. 
He!lolveu explorar 
os clrcunt!l.nlltes, o,; tran­ 
seuntes curio110s, cobrau­ 
uo pura ser visto comen­ 
do pequenos objetos me­ 
tálicos. 11lnnjou que a 
profissão oru rentável. 
Prosseguiu . . 
O "show" começa­ 
va geralmente às nove 
bs. du munhã. ele no 
meio da roda-vivu, fa- 
ila algumas mungangus, 
urreduvu logo os troca• 
dos dos "pírus•·. e man­ 
ctavn brasa. 
Partiu p/ repaslos 
maiH uutrie11tcs: pl'ilf!OS 
f!vel:u; de cinto, ferri­ 
nhos de ponta de ca­ 
darços de sapatos, la!­ 
iejoulus, uHineks, agu­ 
lhas, pulseiras de reló· 
gio. 
A certa altura, isto 
é, algum tempo depois 
fol ficando amarelo. Pá­ 
lido como um ímpalu­ 
rlado. Problemas diges­ 
tivos própriamente núo 
tinha. Foi indo perdeu 
o puluc!ur. Ainda assim 
não seuli'l tlor de ca­ 
beça e muito menos de 
Pstúmago. Invocado com 
a siluaçüo, procurou o 
Pronto-Socorro da Vo­ 
luntúrios da Pátria. Ali. 
uma verJadeiru J11Ulli· 
dão de acadêmicos de 
medicina, estagiando, só 
faltou virá-lo pelo aves­ 
so. E tome radiografia 
de cabeça p/ baixo, a- 
breugrafia, vomitórios, 
bombardei'o de raios 
infm-vermelllos e outras 
experíeucias com reati­ 
vos e, injeções rie todos 
os tipo>. 
O safado em cario­ 
ca, de Realengo. Com 
l'lario Hattiluni 
Esmerada Fabricação de Pães 
Biscoito - Holacha":- - Doces 
·Com ln,;talação d<> !oderno 
Forno ·•SUPER VULCÃO" E 
Todo Maquinário Recomendado 
Pela Higiene. 
 
 
 Sa:1-d':,m o Gerente e funcionários do Banco 
sro ~J..US1: pela passagem do 30.o Aniversario de 
Instalação da Agencia. 
- Fone: 181 - 
Pça. da Bandeira, 399 Bela Vista -MT 
u frenética atividade de 
avestruz, ganhou o ape­ 
lido de «Baliano». Obte 
ve alta do Pronto->o­ 
corro. Ficou meio des­ 
coufiado po1· ma b ou 
menos um mês. Quando 
menos esperava, volta 
o paladar acompa1úa­ 
do de uma fome canina. 
um apetite de hiena. 
Núo contou conver u. 
Pensou ura pouco e, :lo 
ruciocínio à açilo não 
foi mais que um passo. 
Retomou à Praça Paris e 
pnra as maiores aventu­ 
ras: garrafas de refli­ 
geruntes, tampas de pa­ 
neh, lamparinas de ilan 
dres, fechaduras de por­ 
ta, azelhas de penico... 
e foi em frente. 
Um tal de fiscal da 
!-'aúde púoliea ('!) pcgou­ 
lhe, certa manhã, pc.-lo 
braço, em meio a urna 
de 11u<1S refeiçõe;;, po-lo 
num curro e o carregou 
pura o fim do mundo. 
liabiano, do i;usto, qua­ 
se teve umu inrligestüo. 
O que é tato é que B±­ 
hiano ,;aiu de circulnçilo 
outra vez. Até que, nu­ 
ma ourra linda manhã 
de sol, aparece o homem de 
Deus corado, robusto, bem 
vestido. sorridente, mas 
(Contínua na pag 3) 
Resumo Histórico 
9MRC3 20 RSR S/ (BG.VST} 
1 
. . Ef1;. 19-13, época ainda pioneira, em que 
a iluminação era o luar e o lampeão a queroze­ 
ne, a história economica do municipio aanhou 
impulso novo, com o início dos trabalhos de ins 
talaçao daquele que seria o primeiro estabeleci­ 
mento do gênero: o Banco do Hrasil S.A. • 
.. Na época, existiam poucos prédios co­ 
merc1a1s, quase sempre dos comerciantes ínskila 
dos. Com muita iusistencia, conseguiu-se que 0 
Sr. Armando. Braga, proµrielárío do Bar Tupi. ce 
desse a esquma para a instalação da agencia 
(local onde se encontra a Padaria Central) 
. A chegada do cofre foi um acontecimen 
to na cidade: pesava 2 toneladas e foram neces­ 
sános 1G homen~ para faze-lo entrar pela janela 
. A, agencm. foi inaugurada em 20 de ma­ 
i_o d: HH?, ccntando para l,rnto, com apena" ü 
funcionários, e sendo 1? gerente o Sr. Eii. [ 
bosa. 	• ias ar- 1 
Vencend0 as 1s difi Jd 1 
pela desconfiança e ás.,"!""!ledes. geradas{ 
dos habitantes m . .s ,ou ec1mento naturais 1 
macio ü« maih,,2,JP;grou para a transtor- 
( o omem do campo 
aos poucos deixou de ser • , que i 
hoje é empresário rural 
0
? SlD?ples fazendeiro e 
a d 	• 1nam1zando t tina e· 
nuo os recuros naturais do solo e 1a P. ✓, ~- i- 
servmtlo uinda à vizinha c·d d P-Cua.ia, 
êjpipi ,ri ia".""} "- 
mica o municipiu. 	• econo 
. Em Hns de 1.973. 0 BB • 	1 
vo prédio construido para ru . rnaugurou o no- 
is., em dois pavimentos a~"""?ameto da age ] 
arroid; 	"" unhas moder 
.. r..,}a as. que destacando-s " • _nas e 1 
sentll' a estabilidade e co ,,.e do. demais, faz 
30 
ns1ança adq • •ct 
anos de serviços prestados à ,, l!ritos em 
Conta hoje, com 37 funcio ; _eia V1S_ta. 
sentado pela pessoa do S; ar1os e é repre­ 
Lima (Gt:rente) e ~l!!llls•o • tntonio Gonçalves de 
Fonseca Neto (subgeii "aardo Guedes da 
M4EIS IBM 
MÓVEIS ESTOFÁDOS ELETRO-DOMESTICOS 
STes E ZRAEELA LI. 
A"EN D 	E cus 44s 
EM l 
r

Saudaçõei 
!.a Administração da agência 
Da ('f«Juerda parn u dJreita: 
1" tila: Elins Harb su {Gerente!, Lufa l'llC cio 'a!11· 
(Jnsp l•>r de Srn·1ç>1). llell!',lito ,h l'< ,;ta e Sil;i 
!Contador). '.!·' iila: í·.Ul'li<I(>~ c·,:rilll"º Xui<'r tCuixaJ 
Hel11on ll:1 pli:iln 1tt· :-.ouza f Ftsnl da l 'rt'i:I), 1HI 1 
IIÍIJ lCílE'ZCll (Conll11uo) l' i',•'Ji!(• :-ilva w~c11t 1 
r:'ll'iO) 
Atualmente a agenda do Banco do Br~csil em Bela 
Vista conta com 37 funcionários 
(' gerente do BarH'o tio ilra!>il. 1-r. Antonio 
( e, alves de Limnu, e o :-ub-_:('c·J <.-ulP ,u:.rnsto J1er- 
1 : r o Gueclf's. :.ifirmuram que-: --o cresc·in:enlu ,Ju 
agE:nc·ia do Ball'~O em nos-e,: cidade foi principal 
Q ente devictL:ao cJi:rnmismo do po, o belavistese" 
Ls dois altts mandatários do 1:.n loc,11 vislum­ 
l,ram •·um grau de futuro" para u Priné!esa do _-, p •• 
m dia comum de lrahalho. A aw·n,·ia do 
Banco do Hra,-il c•m 1-lc-la Vi~ta é 11111a 
da,- mai. movimentaJa-, tio doeste. 
RECAI 1ARCHES 
O ponto de encontro do Sociedade murtinhcnse 
Rua Dr. Correa 
Porto Murtlnho 
5fl2 
Mato Grosso 
° .. 
r 
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! r-,/:;A"'-i , -4 J. 	• '..1 J, 1 •'- 
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Crescemos de Maos Dadas com o AG. CULTOR e o povo Belavistcnse 
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Baile das Mães 
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Com sua nO'U Dire­ 
lot-ia <1'> G P.H. hrlurlou 
seu primeiro baile "Ü 
13alle lias :h1Ps'' anima­ 
do 1wlo Conjunto Emba­ 
lo -1. dt' p!'OpriNlacle do 
Clube dos urgentos de 
C. Grautle, que através 
do seu l'rPsidente colo­ 
cou - o assim cumo seu 
Ciube a disposiçfto do 
pu'o Reluvi,;tense. Gran­ 
de n" ,tt, Ps:udantes ora 
residindo em outras pia­ 
gas estiveram presentes 
.s lembranças colocaria 
nas me ·as. parece que 
!'oi um trabalho dai- Sr"" 
d Diretoria. Origi 
nis, parabens. 
1 
l 
i 
l , 
1 
1 
1 
AO SOM DO AGRADÁVEL 
Emlmlo •L dançavam: 
Silvi" - Leilu. Eduardo· 
Luciuue, Preto - lagda. 
KiKo - :-Jeuzinha. Colvara 
Ni::a, Luiz- ~lanu. Oswul- 
1!0 - Rosita, tambem, 
Cirlene. Henrique, Mari- 
RESEI S 
MULTI?LI.Ai 
Com o Ululo ::.cima 
será a presentado em ju­ 
lho a peça r!e autoria 
do inteligente jovem 
.dão Carlos. 
A referida peça foi 
comentada na residên­ 
r:ia da Srl!l. Gilca Lino. 
,><,-X-X·X··><--><,-XX·X-><-X-.><:X-X-;,<X-><·:XcX·><:·X•-;,<,,-(,')>,:;.~ 
} FES IS SERVE BEM { 
, "ao visamos lucro e sim bem servír" -~ 
" Rua Eduardo Peixoto nº 145 	M 
{ Bela Vista 	?lato Grosso f 
·»o,-o&o-c G «- o- «GG GC«GoGit««G 
za, Conrado, Olinda, A­ 
na :!arfa. 
Em animado bate papo 
Zildn Catureba e Gil­ 
ca Lino em companhia 
de seu L O V E 
Fátima Baita, (foto) dinomica funcionária do B.B, 
breve estará fazendo o curso para Caixa do Banco, 
Su ... muito Su ... 
Compra de !ladeira 
llru ta. V t'nda de 
madeira Serrada 
Antonio João - ;1lt. 
De Antonio RPmo Penzo 
onde foram reunidos (18 
personagens e diversas 
pessoa"!. :luif, uma vez 
foi percebido o dlnaml~­ 
mo e espírítú de eomu­ 
nicação da Gilca. I'vra­ 
béns Adfio Carlos, para 
bens Gilca . 
VITÓRIA DE 
BELA VISTA 
Apesar Ja chuva in­ 
tensa domingc p.p. Bel:l 
Vista pode sentir o sa­ 
bor da vitória. quando 
o E. C. Ses;,enta derro­ 
tou a Seleção de Aqui­ 
dauana por 4 x2. 
ANIVERSÁRIO 
Dia: 8 - 1;; prlmaverus 
da meninn - moça Lucia­ 
ne 
Dia: 12 - Dia dai; enfer­ 
meiras 
Dia í5 - Valdir dos an­ 
tos Lino 
Dia 17 - Riooberto .Adri­ 
ano Velasqüez 
Dia 22- C i d a Coelho 
Visitando 
A city Sra. ;1fajor 
Gay C. Galvão (:lagali) 
que lambem nos trouxe 
um exemplar do livro 
Temas de Ontem e ele 
Sempre" que será lan­ 
ado dia 28 cm Campo Gnu­ 
de. Autor: _Major Gay ou ja 
Hoberto Silveira" 
,. i 	REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: 1'' de? Maio 365 
Jardim - Moto Grosso 
l 
r 
r

Gerai 
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16:00 • 19:00 hs: Cousuh6rio 
R- 15 de Novembro, 75 - Fone 178 - Bela Vir,ta. 
. . li,-o. Cereudo pelos 
velhos e novos admira­ 
d:J1'e!-, conversa val, eon 
,·e1·:,n vem, :ipo tou. de 
estalo ô) cruzeiros vo 
mo devoraria, ali. 1111 
hora, uma Ida 1·:.zia, 
dPRl!l ()Ul' vr>m com b:t­ 
nha d!' porco. 
Com a lata ··Iubrin<'l1da··. 
ganhou a upo;ita frnnqui 
lamente. Ue bmhuja co­ 
me1-! ainda um ,;alto de 
Continuo;õo 
i,;:1p.1to rfe,11·,., df' !rnl'i':l· 
cha. !Aa u!a sobrem1es1. 
Embolsuu a grana e de­ 
apure·eu, pedindo pas­ 
l':t!!P111. [)0 lilCÍII -J.1 ITJIJ!­ 
tírJúo. 
Dia l'Pg'Uintr- la es! t 
o pilantra 111,rnrh11tlo 
uma brasa vive!etutu. 
1Ioj1- "lial1h11u" é 'l b 1i-­ 
l',l-<le-:,ço da Pr 1~·a l'a11-.. 
,li ele dt>iL-, P J·nla Ot­ 
polieiai::- jú :,em ,e ím- 
por·t/(m 111 , is com ele () 
ii-cal ae sautte p±biire: 
/Hlíl('il llllli, dt•U ,, ... (',ll'll", 
FESTA PATRONAL. 
MA.RiA AS.ADORA 
GRAN BINGO - 76 
1- Un ,Juega de Comedor de fórica, 6 sii!±s 
y crsulero. 
2- Un ,Juego de liviug cn11 sora car11a. 
3- Una Bicicleta Monuareit, 
4- Unu Coe;ina a Gas (4 i10rnalha:s). 
5- Uua Vaca. 
ü- 200.ü0 Crs. 
7- Una Radio (2 bancias) 
- - Una Olla a presión t5 litros) 
9- Una Planchu. elétrica. 
10- Un Cu:.idro tle la Virgen. 
Domingo: 2:l de mayo Estadio Parroquinl 
11 bs. - Servicio dt> Ca II tina 
A:lbe ión: 20,00 Crs. 
rnmu11A DA rno1mrnn 
Fundurlo t'lll 2.0:, / 02 / 7:! 
Redator -Chefe • Jvnld,, /.Jueim 
"As opiniões emitida- no- arti!a- na--inados ão 
representam o ponto de vista do jornal, podendo urf -cr 
contrário~ a ~:-tr!. ::o- opiniõc:!t do Jornal, acham sr expre--a­ 
nos Editorais e nos comentários não assinados 
THlBl'i'iA D. FHO:TEll{.- é un,., publimçàu ,b :,rn1ir~-a 
Gráfira Tribuna ,h fronteira. 	o~~.J c::IT~Ci.i m.d! r.wii□í:13ÍS 
m. !f. ro1i:t.fü WlHl 
Assinatura 
B,·la Vista 
11emai!" Municipio~ 
Anual 
Ct1mru, para um J!I U 
pro d tu'is!ts tIeticu- 
11<>- úl111,tr 11 .. 1 pe:dct, 
ovinho era tolha (que 
l' travagaeta, disse ele 
olhando para o' brasil4t 
111Jo·· ). Ulllil li tJ-..;1 rit· 
e1;11ro l' 1/lll c•qnl de 
mulht:'r ( .l.1d" 111 1 ·..,__) 
Muda, de gaiato deu 
ma mor!ila ao fundo 
do mace±o de un tbe­ 
lurlo que p:i~-.ou enlr,· 
ele e II t·,:unl'ra do g-:-i1J­ 
go. 
CrS 100,00 
CrS l2rl.O O 
Hedru.:fio, .,.dmini:-trJ<:ãu ~ Ofi,·in:1-- - Hua Duque de 
Caixns ,ln - Dela Yi,ta }b10 Gro-•o 
·[3«hiato" é arista 
indo e Yollauclo. • Ft'Z 
uma aposta, registrada 
em c·:u·lóri•:, C'/Jlll o~ fun • 
cionários do llL<Jll'O Cl­ 
t.rnmariuo, para <·or1ll'I'. 
hem 110 eer11ro da l'r 1,;a 
:-;ae11t- l'!:'11u, um '!'lh<, 
cami11bão ,li'a-ltomeo 
do depósi'.•• .!11 DETE.:,..' 
a eorr,t>çar pela carroce­ 
ria Ficou c~tabeleeido 
que poderá usur serras 
pura '•dirniuui!-" u,; pe­ 
ças maiores. 
.Já e::<lti "('(,nl'Pll[l'a­ 
do", se prPparaudo. Díi 
que vai c<Jme1' o e:, mi­ 
nhão em no'e mt>se1-: •·e. 
ainda vou sair daqui 
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12do G:- héiçn,- pa­ 
ra tod,> mundo ,·e:r .. :· 
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"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do.Hotel Oriente) Cx. Postal 8

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cionários da mais tradicio­ 
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l qins • t 
"O Progresso não se dá nem se pede: Conquista-se" 
"Nestes 30 anos de 
prol'icuu atuuç·üo l'iÓ­ 
clo-1;>c:or1omlca, o ilun 
co do Brasil conquis 
lou um lugar todo 
especial nos cora 
çõe!l belnvlstem,e1-1. 
Sua :..luação uilo se 
restringe as opera 
ções bu11cáríus, seu 
alcance é muito ::rni 
or; é o Vt:rdndeiro 
pulmão ele Rela Vis 
t, e, com muito or­ 
gulho. euvio minhas 
cordias saudações 
aos funcionários pe­ 
la pus agem do 30 
Aniversário ela ins 
taluçilo da agencia 
em Relu Vl8ta. 
·Nesta data. 2) de 
Maio., a ayéncia do 
Banco do Brasil S A. 
C•llJlClTJOl'í1 O ,-('U lllli 
ver,:ár:o em Bela Vit-fa. 
São 30 anos de inten 
sa participação na cc 
munuilade belavstense 
O cammha do prores 
i-o não admite alterna 
tiva. a sua lei básica 
é o tra»alho 
coutírruo e otimist 1 
Parabenizo os J'uncionú. 
rios e o povo bela vis 
tense pela altivez. pu­ 
ciencia, dignidade e 
constancia demonstra 
da nestes 30 anos. O 
povo belavistense e a 
a••(rncia do Banco rlo 
?asil nesta cidade, 
eoni-troem o Grande 
Futuro. preconizado pe 
los maiores de nos!<a 
história". 
"ire o 30. i:siris d a;à d b:» o iasil en 8. Vil 
DP-putado Horácio Cerzó.,imo 
1 
SERGIO ROBERTO PEOR 
ADVOGADO 
ESCRITÓRIO' Rua 3 de Outubro 
(Ao lado da Ciretranj 
Bela Vista Mato Grosso 
.·.-:,:·: .. : DR. GIL MARCOS SAUT .. - -· 
Advogado 
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Rua len. Azambuja li.o 032 - • BOlllf O - Ml 
====Dr. José Atanasio Neto==== 
ADVOGADO . 
Escritório: Av. Duque de Caxias, 788 - Jardim :lt. 
lnacio. Ciuitte Melges 
Cirurgião • Dentista 
CR O - 126- .! T 
A d I IN·l'S _ IPBIAT - IP.-SE 
tene-se peo . • 
• - 289 
Ruu. Duque de Caxias 
,Jardim - MT. 
# ig 
TEM 
A TRIHUNA DA FRONTEIRA comemo 
rou, há poucos dias, seu quarto aniversário. 
Ao prezado amigo e jornaUsta Ivaldo 
Pereira os nossos efusivos parabens, extensivos 
à sua encantadora esposa, Da. Maria Estela, 
que vive, tumben., as emoções, as tensões e as 
angustias do jornal do interior. 
Neste destaque. niio vamos nos esque­ 
cer da briosa equipe de gráficos - Aniceto A­ 
dair, G!lson Silva Santos, Luis Carlos Dedé, 
Nagib Hazime. Wilson G. Outra, e Eder Ribei­ 
ro - que abrilhantam a "Tribuna'" e vive com 
ela os dias das vacas gordas e os dias das va­ 
cas magras, com aquele mesmo espirito que ani 
mou Guttemberg, no albor da imprensa. manuse­ 
ando tipos de madeira.. 
A todos da «T:-ibuna da Fronteíran. in­ 
cluindo seus colab(lr-..idores José Joaquim Fer­ 
reira Souto. Dr. Hnroldo Medeiros, Rosita Rosa 
Gomes, ,J. Refrei. e Altevir Alencar, n0sso Ira­ 
terno abraço e a solidariedade de a RE11RA­ 
DA DA LAGUNA. 
Faleceu o 
Capitão Mário 
Monteiro 
Aquidauao11 - Fale 
ceu nesta cidade o capi 
tão J!ãrio 1Ionteiro. O 
seu sepultamento ocor 
reu sábadl) às oitos bo 
ras da manhã. O extinto 
foi o primeiro presidente 
e fundador da Associa 
ção dos Jornalistas de A 
quidauaoa. O seu passa­ 
mento ocorreu na última 
sexta - feira às 11,30 ho­ 
ras. O capitão :Uário 
1Ionteiro, elemento de 
destaque em ..quidauana 
onde foi um dos funda­ 
dores da Arena, era re­ 
present.nnte da Federa­ 
ção Matogrossense de 
Futebol e ocupou fun­ 
çõe~ de destaque nas 
mais Jiferentes aUvid:i.- 
des desta cidade. 
----·-----------------1. (O Progresso 11,0517G)

Entrevista 
---------------·-·-·· ------------- 
Jota Jota 
Cc.ntlnuumos hoje a 
tllvulgu1· as coisas boaf! 
do !leia• Vista. 
Nosso interesse é 
maio' nlnrla porque so 
pr~nclc uo proble:nn fl· 
nanceiro, o crédito, u 
maneira do ser da cria• 
tlvldade cios homens 
quo ll'abnlbu m unidos, 
com a flnalida,le de pl'O· 
duzirem riquezas, com 
o mesmo !deu! de grnu­ 
deza da Pátria. De um 
lado, o Banco quti fi­ 
nancia os projetos, de 
outr0 lado os empresa­ 
rios que pro,luzem, co­ 
mercializ:1m e pagam 
seull compromissos com 
a fonte do crédito. Um 
conjunto cntt-eluçado do 
dlnhr.lro, trabalho P a­ 
ção honellla dos bene­ 
l'icl(lrlns. 
Pum cheqarmoR ao 
comt)Ç•) ele coiRa tão ú­ 
lll a lodos. Pt'"CU!'alll<>R 
o St·. Antonio Gonçalves 
de Limn, operogo <xe­ 
renle do Banco do Bra­ 
sil p' eolreviRta-lo, o 
que nos supreendeu sua 
cordialidade e tu.o e:-­ 
poata nea satisfação em 
nos atrnder. Eotil.o dis­ 
semos-lbr: r. Gerente, 
'fH!~lJ Ti DA FRONTEI­ 
RA tem o propósito de 
publicar periodicamente 
entrevista com autori­ 
dades, empresarios e 
pessoas destacadas dn 
cidade puru a continui­ 
dade da divulgaçüo de 
Bela Vista. como vimos 
razend•), pondo ao al­ 
cauc.? de nossos leitores, 
as Informações úteis so­ 
bre us últimns couquis­ 
tns do municipio no 
campo politico e socio­ 
econo;nico, 
Ao ensejo do 30º 
aniversario da instala­ 
ção aqui, da Agencia 
de Bela Vista do Banco 
do Brasil S/ A, o Sr. co­ 
mo o seu atual Gerente, 
tem sr>b"<' seus ombros 
respc1r.,mlliiidad1i b e m 
def:::it!.1 de importanl?. 
turera do Estabelecimen 
to do Cl'étlilo ne.;tu ci­ 
dade. qu,1I soja o fi11nn­ 
ciamento de Empresas 
comt,t·cl;,iis e Iudu.-;trl.!is 
bem como Oti va!111·,>sos 
homens do eumpo que 
expanàc•ni .. nui;su pe­ 
cuurla e multlplic:i. de 
uno p' uno a hvourn 
mecaui,:t1da que ompol­ 
gu os belavistn-e co 
o 8êll cn•:;cime:ito. 
erit de grnucle ,a­ 
h,1 rarn o nosso joraa! 
se ll Sr. llO'- CO!itt•<i:•,-8l' 
11 dest•jnd,: entrevista 
do nosso roteiro, c,>m 
rtaJ:1s que fil•t lam 1> r,·­ 
flexo ,1a ov11!11',:'i o na 
maior C't!'u :!ti ~'.i'é,lltu 
do Pais, 9geneia de e­ 
la Vi,-:.a. 
C0m oi-sa ilna:tclade 
gosia,iamos que ,, sr. 
nos respolesse as per­ 
guntas abaixo: 
P • :-,r. (zPrente, 11estle 
longo: anos vem 
o Banco <lo Br,,sil t·on­ 
tribuido com parcelas 
signific:t1vas de ajuda, 
ao seu nlc:mce. p u de­ 
senv'll'imcnto economi­ 
co deste muuicipio. Gos­ 
taríamos que o Sr. no 
di,;se se como operou 
esta ajudc1 tão salutar, 
que gradativamente foi 
consolidando o no so 
n,eio de produção, ~u­ 
jo progretlso, que em 
evolução constante, ti1 m 
bem foi causa objetiva 
d11 transformação que o 
pero11 na agência desta 
cidade ? 
R - Esta ajuda referi- 
da e o processo 
de corisolidaçüo dos 
mE-ios de produção nada 
mais ~ão que o rel'lexo 
do dinamismo, honesti­ 
dade e capacidade de 
trabalho do povo bela­ 
v!steni;e. Ao Banco do 
Brasil cabe o papel de 
ioserir-se num conjunto 
de medidas integradas, 
parte du Politica Econô­ 
mica Nacional, que visa 
estimular prlncipalmt!nte 
E-Assistente Militar de Clinica Mdica na Facul<lnd.- ,J,. 
Medicina _de_Sao Polo. por deizsço ·lo Mi..o d. 
Guerras- E·Chefe de ileu:tologia no IJo .. p:lnl cl" H-.•nt·· 
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CHrica Ob-ética da Faculdade de M!eEiein de 3o Pl 
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{cologia - Endocrinologia- Gastroetrrologia Nenrolo±ia 
Traur.atolo;a Ti-ioerapi Eletroniea - Medicina Pico<o 
rnatil'U • ~lt",li•·i,,n E., ... porti,n - Geriatria. 
I!cririo - Diariawete das 6:30 2s 19 hs 
Inclusive ao- xabado- 
tL ugropt!CU:'.ll'ill, IJ.J. PX­ 
plorucno em bat'es em­ 
pr,iHa1•fuls modernu,. de 
muueirns que pot-:sa. 
CO!ll lllUÍOl' efit:!êucia, 
tleHemptnhur papel lm­ 
porl,llte na eslr,üégla 
nllcl'lrlill dt! uei-onvo!vi­ 
menlo, A fertllluade e 
diver .. mcaç:1o de solo, 
a gr,rnde disponibilidade 
ú~ t11n·a e o dinamismo 
já r·•is~alta<lo do povo 
bdavle;t:.!u:;e, s:10 ulg-ur1s 
dos fatores básicos da 
potencial i,latle emergen­ 
te em nossa regiúo, m­ 
purnda peia ussii-tencia 
!'re li: [r-iu ofei-t'cidu polu 
B.111co ,lo Rrasil 
P - ~t>nclo e:;te mu•1i- 
ci:1in dti ativi-la­ 
de otsradu ma agrope 
cuam1, q11:tis u1-1 linbas 
clt> crA lito ;.tun.ili ao al• 
c:anca tos po tutores? 
R - Pu,·u ateuoimt!ulo 
d:ts ,1ece!'sidadl'8 crecliti 
eis de n0ssú !grOpe­ 
cwtrist:is m.1ntemoi- as 
sC'g-uir,tes lii1has de cré­ 
dito: 
Kecursos Próprios do 
Banco: 
a) - custeio agricola e 
pecuário, c1,m ju­ 
ros de lG¾ até C r s 
31.640.00 e 15% nos fi­ 
nanciamentos que ultra­ 
passarem esses valorPs. 
O prazo do custeio a­ 
grír:ola é de safra e o 
pecuário é de: 1 a. 3 a­ 
nos; 
b) • investimento fi- 
xus e semi-fixos 
incluindo a aquisiçã~ 
de matrizes, reproduto­ 
res, camionetas e ma­ 
quinas e impleméntos 
agrícolas. Os juros tam 
bem de 10% e 15% a.a. 
dependendo dos valores 
dos financiamentos. Os 
prazos concédidos i;ão 
de até 5 anos, 
. e) - comercialização 
da produção agrí­ 
cola, incluindo o desco­ 
to de Notas Promissó­ 
rias Rurais e t1rmazena­ 
mento. Os juros são 
15% a.a. ou 1,6% uo 
mês. , 
Out~os Recursos: 
a) - Prodepe - Progra­ 
ma do desenvolvimento 
da pecué;ia da corta 
com taxas de juros de 
1 a.a. e prazo& cte 
até t2 anos. Os fign­ 
<:1ameutos da ASpéc.ie 
vi;;am a elevnçüo da 
taxa de produtiviuade 
da pecuári:1 bovina Os 
financiumentras, a exem­ 
plo dos demais Proara­ 
mas.. são concedido; a­ 
través de projetos ela­ 
hor.ulo..i e aproados pelo Cnn­ 
depe, nos quais são progra­ 
mados todos os inves­ 
t
1
mentos necessb.rfos pa- 
ü 
ra um racional funcionamento 
das propriedades ruru:s; 
!J) - Prouugem - Pro­ 
gmma Nacionul d~ ,r­ 
ma7,uuagi-m de.atinado a 
fii?nnr,iar lnvesllmcnfos 
no setor de armazena­ 
gem, através de coob· 
truçiío, umpllação <:: mo­ 
deraização de urmzéns 
e Rilos de diferentes ti­ 
pos e nivds, uestiuad1>s 
à guarda e co11sPrv:1çtlo 
de produtos agrícolas. 
Os financiamento são 
c<>ocedldos uos prazrJi; 
de até 10 anos i):.rra a:-­ 
mazeo1:1geci a nirnl ele 
fazenda e até 8 anos P/ 
armaze1Jagem interme­ 
diária e terminal. Os 
juros Fiio de 80/0 a.a. para 
ni,d ele fozeuda e 15 o/o a..i. 
para niv~l intennedi.lria t! 
ltrminuL 
r) • Procal • Prozrama :'a, 
ci:,nal do Calcário ,­ 
!!rjeoln corn obieti, o háF-icu 
de uumcnrnr a produth·idad.­ 
das terras, com o clt·cor-rente 
in<.·r~mento nus rendai do, 
agricultores, por meio de di­ 
fui-ão de pr5t ic.1 de c,,rreçüo 
de arid,-z ,!ris solo;;. E--e; fi. 
nanciamentos, com taxa de 
juros nula, ão solicitados no 
lfonco ntravé, de rstudo, tec­ 
nico-. O prazo é de 5 anos, 
1nclu111do 2 de <·.:irência. 
l'. - Fxi-tindo ern Bda 'i, 
ta hrmu~ ituportador:as e ex 
port!ulorai:-, com razoavel ativi 
cl:idc. niio ro,::i1ou o Banco. 
cinda. ria idéia de instalar o 
CACEX"/ 
H •. A(ndn nilo plei1eamoe 
!lo D1r.-çao Gemi do Banco a 
inclusão da agência de Bel 
ista como integrzte do 
grupo Cnc~x (Coridra ele Co­ 
n1ercio Exterior). pc,r não coa 
tarmo ... <:0!11 t'ficicnte si.t:·rema 
d_e ,C'?1:1un,r-ac.io~ que no, J>OS· 
ibilite dar o_exato cumpri­ 
mrento as atribuições legais 
decorrcntes do, -,rt. 19 e 
59 
du Lei 4.595, de :H/1216-1 ,, 
às normas, decisões« e cri. 
nos estabelecidos pelo Con­ 
selho Nacional de C«mr·5, 
Exter,,or. _.pu.J;1.., º"' ,cr,.i-04- 
de atendimento de emi& 
de guias de importação e f-­ 
calização do mtercimbio C<)• 
mercml com tl.'.tcrior s.ào de 
nlc.ndn do agencia. pi 
O 
que 
contamos com um funcioná­ 
t10 c:-pectnhnt"n(e trcinudo 
p' essas tarefas. É nossa in­ 
t.en"".º·. de futuro, quando as 
couchçuc.--s fon.·,u f:n-o .. 
pleitenr a inclusão cl "'"""• 
filial no ;:rupo Cacex~ nossa 
P - Acha o sr. que os ne• 
ocos dos empresarios 
hd::a, tt'ten!'t•i,:.. c-.tão anrnt"n• 
""," num rito ai- fa:6rio't 
- Sim. Os empreendi- 
pau@- as ii& "]; 
dirimir quaisquer dúid4- 
qu::11111 u pro,p1:rida,! - 
lt'lltiali<locle de 
11
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a- das- capai? ";io 
maz.en.s (Yc:·r:i •. . • < e ar• 
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ar instalação; os armazens 
nivel de fazenda; , , " a 
mentos maciços ,"vesti­ 
iwpl«neto-, "mina. 
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yri4ade: a- aaa! Pro­ 
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me- inve-in,,,,""G o- cnr. 
de recursos oriundo. 
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rio ::i!'Íonul, . 'l'"' ohjdi1n111 
e-timu!ar a utilização de te- 
11iea ru!'ionnl ,lc 11li111en1n<_:j11 
do ado e aperfeiçoar o Ilia• 
urjo cio r.-h:inho h<lÍno, Tu­ 
do j •• ., faz parle ,la infn,e•tru 
lura, P. a La,e ,ó lida paru u 
.-frti,a~:lo do prore .. o de 
dt·H'll'ohi111ento~ 
Como pudt'mos noLnr, 
:io 11poderia ur de outra ma• 
11e·irn a fi[o,:ufia udorad:t pe 
lo l:bnco pam u atendimento 
dr. ►<'li• dienlc,. 
E notavel o me,·aní,rno 
e,n íuut:iona111ento ru·--""a 1•;1 
a de crédito que fo,·ilit,, .. , 
bremaneira qualquer tipo 
!"íuoru·ianJt'nto parn a prodJ 
,;Jo .... :iu poderia H"r ,le outro 
jeito quando a alta direção 
du Uam·o H:m <:11111prin,lu 
Í!t'lmt·rHt: u.s 1lireth:h 1ruc·a 
daa: por esse ilustre estadista 
tJUt' t_, o no◄.. o presidente da 
Hrpúl,lic:i.. Cri. Ernesto Gei 
sei que tem norteado o ►t'U 
Governo, na impiedosa inte 
grado nacional, a valorização 
do homem brasileiro, o re 
pc-ilo á pr.;,.oa hurnana, prin 
e«palmeie o {homem qu 
labu1a no campo, dando- he 
u, 111,-· o, ele 1rahallrnr Lerr., 
produzir riquezas e ec-c utíJ 
à Otl':Ío. 
Em plena llernluçào, 
com todos re oluciouário~ 
u nw.nt"ira certa de acelerar o 
no,ao ilescnvolvirnento tão ai 
mnejado: agora, mais que nunca, 
eperançado na agricultura doe 
nosso país que aumenta a 
e.ida ar:o, realizaçü<J dos lro- 
1ue!h de , i-ào do---go, erno~ e: 
lnt'Hb financeir<.ti-•"oh.ado-. ao 
c:mprt::;!'
0 de investimentos na 
pro<luc_·ãu para nth·ar a et:0110• 
rnia n:iciona). j>ro.)pÍciando 
CJ ht"m-t"t-t.ur do no-.:-=o po,o. 
Com resposta tão claras 
e prt-Ch•:J.i <lo iluslrt"' Gerente 
re-ta à Trihuna da Fronteira 
felicitar as classes produtores 
e os homens que trabalham, 
)lt'la foc1lidade que ILes s:Io 
dadas_ pelo importante eeta• 
bele cimento de crédito como 
tam:bem agradecer imensamen 
tt: ao :--r. Antonio Conçahes. 
dê Lima. jovem e atuante 
Gerente da Ageniia do Banco 
do Bra_-il. pelo trabalho de 
esclarecimento que nos pre­ 
tbun. ~111, corno é. ao J>úhlico 
d:...,1:-lt::n..:e. 
PERDIDO 
ebastuao Zacarias. 
extraviou seus docu- 
mentos: Carteira de I­ 
d~ntidade,, Titulo de E­ 
leitor e Caderneta de 
Reservista. 
f Publicaciio que se 
.,:.z . Para obtenção da 
-- V1a. 
Beill ViRtn, maio 1976. 
1

Iela Vi.ta Mi 2/05/70 
É Pois É 
l'e wa », 
, 
Meu propósito 
nilo é o de ensinar aqui 
o método que cada um 
dov~ seguir para bem 
conduzir a sua própria 
rnzilo, mas sómente mos 
Irar de que maueh·u pro 
curei conduzir a minha" 
(DE CARTES) 
É, Pois, É ... 
a agencia do Banco do 
Urusil em nossa r.idade, 
camemom o eu 30º nni 
Vt>rsário. Nossas bomenu 
geus ao gerent·, sub-ge­ 
rente e funcionários, e 
os nossos respeitos e n<I 
mlraçüo ao ploneirn . O 
"BANCÃO" (é, pois é ... ) 
cresceu aqui mt tel'r:nlrn 
e como cresc1:,u ... 
Interessante frizar 
(e não olvidamos isso) 
que a GRAFiCA TRIBU­ 
NA nasceu graças ao 
BANCO DO BRA IL 1 u 
ma época de de crença, 
de dúvid!I , de comentá­ 
ris maldosos, o RAN­ 
CAO confiou na gente, 
e ai está ... é. pois é ... 
{spi/ti d» 03ss» 
é assim: gente traba­ 
lha, pa1-1su "maus momen 
los", ma~ trabalha ... 
tr111.Jalhu ... e. cria uma 
"cvut·aça de otimismo" 
e um belo dia o ··sol 
volta a b:·ilhar" ... 
O tempo anda 
"meio nublado" mas a 
fé redobrou., e novos a­ 
minhos estão sendo des­ 
bra vados. As vezes, lem­ 
bramo - nos dos primeiro 
passos do Banco cio Hra­ 
sil em Bela Visía. Segun­ 
do o Sr. Eiias L3 tt·hosa. 
primeiro gerenin PJJ! nos• 
sa cidade.... •• naquele 
tempo a cidarle n:i.o ti­ 
nha luz; só o lumpiüo a 
querzeue. )e gás nem 
se tir,lm uoticiu. Erum 
pouros o prédios co­ 
merciais. quase lodos 
cios próprios comercian­ 
tes in talado . E o Ban­ 
co nílo construia. só alu­ 
gava. Com muita insis­ 
teocia, conseguiu - e que 
o sr. Armando Braga, 
então proprietário do 
Har TUPI (locul onde 
e tão o !::lar do Xandé e 
de Leontina cio Prado Ferreira 
Produtos alime nticios rm geral, be bid as, secos e mo lhados 
latari11s em geral 
L
ua 13 
Jardim 
----------------- 
de· junho 
Mato Grosso 
Dr. Horacio Cardin dos Santos 
Cirurgião • Dentista 
RUA DR. 
roRrn MURil!IHO 
CORR[d, 
l.lAlO 
286 
GROSSO 
a Padul'ia cio i;r. ~lál'io O breve resurno 
Halilani) cedeRse a es- 
qui::a para lrn;talaçiio da histórico forneci1o pelo não sei se muita gente 
agencia (exatamente a sr. Elias Barbosa, mos- sabe... mrs: a história 
esquina da padaria). A Lra aos pessimistas e der lo +:co do Brasil é a 
chegada do cofre foi rotistas (devia: isolar historia do crescimento 
um acoctecimenlo na ci- esta gente) o que faz o brasileiro... sacrifieio 
<lacte; pesava duas to- TRrE.LIIO ... a FE... hProh,rno l' il '11'. Ff: .. 
nc.!ladas e foram preciso 
1G homens para fazê - lo 
ar « 'i@ti e. 9Li#} E#3E 
não queremos ,,n1 esta 
A age.:icia iniciou Pl<lição. ELOG' ft l>E- 
MAIS O BANCO (não 
preciso adular o banco - 
pala n·as de um I•orn ... r­ 
cinte ) mas; dar valor 
e reconhecer um rato in 
questionável; quun,lo a­ 
qui chegamos o !Janco 
funcion.i ,·a onde alu·ll­ 
mente é U'TI:t fírrr: de 
exportação. (perto d sr. 
Deco) prédio modesto, 
tamente do caminhão. 
eus trabalhos de insta­ 
lação em 25 de selem 
bro de 1945, endo inau­ 
gurada 8 meses !lepois, 
e;n 20 de maio ele 19-Hi. 
O primeiro depósito toi 
!'eito pelo sr. Filhote 
Rondüo, na época, co~ 
respondente do Banco 
uu ci,tade. O município 
contava com 300.000 ca­ 
beças de gado, os veí­ 
culos eram i)Ouco e º" 
fazendeiros aiastartvs do 
Banco. Deu lucro desde 
o primeiro seme tre (ig­ 
noro os balanço do tem 
po da moratória aos pe­ 
cuaristas). Teve sempre 
aplicação segura e não 
me consta que tinha cré­ 
ditos em liquidação, pe­ 
lo me,nos UÜO tinha. , 
agencia foi criada por 
suge tüu do Jnspern1· 
Heráclito da Costa :lar- 
ques. 
Coisa linda 
que é o PROGRESSO; 
até. parece que "mágicos 
movem os cordões do 
destino, principalmente 
para os que acreditam 
no [uturo grandioso". 
não somos adeptos cio 
'uper-homem da Nietzs 
cbe" mas admiramos pa 
cus os ··vencedores". 
Aqueles homens que sa­ 
bem dnr a volta por ci­ 
ma. 
Preço deste 
exemplar 
Cr$ 2,00 
, 
Falando no Banco 
o nusso gr:rncie amigo 
Augusto geraardo Gue­ 
<.les da Fonseca ."eto 
tnonH: gr::inde p&ra um 
grande coruçiio e uma 
grande personalidade) 
vai ser transferido para 
aviai. O Augusto foi 
promovido, ira coma!ar 
a abertma de uma agen 
eia naquele próspero mu 
nicípio. I□dependente, cil-' 
11ossas "parear- transa­ 
ções bancarias" ( A TRI­ 
BUNA POR ENQUANTO 
ENG: TINHA . O CAI­ 
PO ECONOMICO) nossas 
está proYocaodo ·'celeu­ 
mas". poi o "esmo ,oor 
daz do articulista provo 
ca nauseas·•. Falou um 
·'bonaco deslu--: brado''. 
liio te.:u oacln. não. Des­ 
ta vez "vamos perdoar•·. 
Esta edição é FE TNA. 
no;;sa homenagem ao 
BB. Na próxima a res­ 
posta virá (hi ... hi • .. 
pou:os funcioná:is. etc. 
etc. Isso uio az nuito 
tempo mio. loi ll, l'J:' 
CO AOS ATRAS. O 
progresso foi vertigiuoso, 
hoje o prédio onde fun­ 
cion t agenciu do Ban­ 
co ri·• rail, é um 1)():-, 
MAIORES DO S'DOES­ 
TE, se nã, for o maior. 
Ln!o: JUSTIÇA SE; 
FUT.. 
relações abrangem um 
campo llJITO .l,IOR. o 
ca mno das idéias perten 
ceute. a uma familia de 
joraalistas e homens de 
letras. o GUEDES CO­ 
NHECE as agruras da 
profissão. Mesmo com a 
1 ris tez:.. quP ,,ua ida pro 
vocará. MEUS ELOGIOS. 
SINCEROS ELOGIOS. no 
is a vida é uma eterna 
ESCrLD.. e o bom a­ 
mig_o dur:'.: um salto tipo 
,JOAO DO PULO. Voce 
mere::e ... 
hi ... ). Recado para os 
dois amigos vereadores 
que , umR.:'I! DE:!AI5 
A COLUi'i.-: 1a próxima 
falaremos de politica e 
de políticos, rnus não se 
esquecam:··SER POLITf­ 
('O NO BRASIL NÃO É 
TER VIDA FACIL" (MIU­ 
RILO MELO FILHO) 
O Brasil cresce: O Censo Mede 
A Industria se De:.envolve. O censo mede 
A Auricultura se E:i..rpande: O censo mede 
e 
O Comércio se intensifica: O censo mede 
Os Serviços se Ampliam· O censo mede 
Ajude a fazer os censos Econômicos .

Transcorre hoje o 
tripéslmo aniversário da 
instalação em Dela V'is­ 
lrt ,la igcncia do [3anco 
,to Bru li. 
Lembrar dos anoR 
paHBudos. tla uluuçito 
de •,;e notúvcl Eslahele· 
cimento de crédito em 
uoi;sa. oltlude, da peque­ 
na monta dot1 seus ue­ 
góclos naquela epocu, 
e comparur com o pro­ 
greso fbuloso conquls­ 
tudo lJtt utuulidnde, e 
recordar ns tus,•s m111s 
inuciantes du uovel 
inslllulçll.o em uossn ter 
rn, que lutou, mas ven­ 
ceu. 
A Agencia de Bela 
Vist koi instalada a 20 
de llaio de 19-ín e Ioi 
o seu primeiro Gerenlt' 
0 Sr. Elias Rurh,isa. 
hoje Emprei,úrio ,•ilorio­ 
so em nossa cit!ade. 
que llnhn como nuxilin 
res alguns funcionários. 
A"sede inicial foi 
umu sab da atual P.· 
D.Rl. CENTRAL cio .'r. 
urio Batilluni. Ali os 
bel visteses começa­ 
rmi a receber os bene­ 
rteios do pr!luE:iro llan­ 
co que se instalnra n:i 
cidade, plonoirismo de 
brasileiros. 
A ,·Inda d,:i Banco 
do Brasil trouxe iuuslt:1. 
do enlusiai:11,0 i popu­ 
lação. princípalruent~ _uo 
comércio e empresanos 
que se servium de Ban­ 
cos de Cumpc Grande 
e ,quldauana. para suas 
tnrnsnções comerciais. 
Muitos 1oram os srs. 
Gerentes inclicndo!' pels 
Matriz para gerirem u 
Agencia de Bel Vista 
todos eles cavnlhelros 
ele ree;:,uhecicla cu puci­ 
de profissional, como 
tumbem cidadirn,; qne 
gozavam de real prefltigi- 
o na sociedade loc:nl. al­ 
guns deles constituindo 
suas l'nmíll,s aqui. Cnni 
muito pmzer lembramos 
los rs. Benedito Costa 
e Silva, segundo Geren­ 
te. José liragibe, Hum 
bL•t·to :lcuezes, Licínio 
Passurelli. Anto:ilo Zal­ 
tur Amiky, Olavo .rau­ 
tes Matos. Luiz Carloc; 
Nazareth e Laurival 
Duarte. 
Da modesta iustala­ 
çil.o inicl.al na s.i.la em 
irente da atual Agencia 
quando os trabalhos a 
1.:oite eram feitos com 
luz de lampiões, os ne­ 
gocios prosperarum com 
rapidez a ponto de exi­ 
gir mais nmcionários e 
melhoria nus instalações 
ocasionando a mudança 
para novo e espaçoso 
prédio da Rua General 
Osorio. onde permane­ 
ceu funcionanelo por 
muitos anos, ainda na 
gestüo do Sr. Elias. 
.pesa l' d e outros 
Banco;; concorrentes le­ 
rem aqut instalado u­ 
genclas, o Bunco d 
0 
Brasil foi sempre o pre­ 
f,·rieln pcl~ rnultiplicídu,1.- ele• 
facilidade os negócios com ou 
tras praças do Pais e es 
truug-cirus, com :.is qurus 
mantinha o mantcm ne­ 
ocios. 
'Tal foi o progresso 
alcauçado, que a espa 
çosa e anllga ageuch1 
iú. não tinha capacidade 
u9ra conter suas Ativi­ 
dades, evesRitando_de 
melhores iustulações. 
llc:rnltou dui. a Aclmi­ 
niRh'iH,:á:i resolver ud­ 
quirir terreno e nrnuror 
construir o modero pré 
dio que se situa na l'r,1 
ça Alvaro Mascarenhas, 
inauo·urudo na Gestuo 
uo Gernale Luiz Cttrlos 
Nazareth, em 1973. 
Como as questões e­ 
cunomicas de Bela Vis­ 
ta estavam fa-;,oreclcos 
pelus grandei: lavouras 
e w.ais ativo sua pecua­ 
riu mi ter tornou-i;fl um 
plir, ou melhor, dupii­ 
cnr o espaço util do 
p1·édlo, truusYorrnando-o 
110 belo placio que 
ostenta todo requisito 
parn n suo Hnalidarle ' 
corou tiuntJem <> confor- 
to qüe oferece aos run­ 
clonúrios, alem cios seus 
modornos n:;eios de cc,­ 
municuçilo, tr:rnsforma­ 
ção essa que aconteceu 
bá mais ele um ano na 
resto do sr. Laurival 
Duarte. 
Atualmente a A{'!­ 
cía de Oelu V1t1:a ,,,ta 
sob a direção do ;1 ,.,,,,1 
Sr. Antonio Goa!·" 
de Lima, que ozu «e "" 
ral estima da +oeiel«d 
bela vlrilensEI e c1,.il 11111- 
ça dos inúmeros eliea­ 
ses do Banco. 
N6s, belavlstem,eN, 
nos regosijamos por es­ 
ta dalu multo significa­ 
tiva, aniversário da Jns­ 
to.Jução du Agencia do 
ünnco do Brnsll uqul. 
'}UC de um modo espe- 
eia! trouxe este progreS 
so intenso à nossa que­ 
ri!a Bela Vista. 
Parabens uo sr. Ge­ 
rente e seus eficientes 
au:lliares. 
,Jota ,Jota 
"Orgão Indepenuente a 
Serviço da Regifi.o" 
Ano V Bela Vista MT. 23 076 N" 211 
TELEMAT O Verea- 
A 
ui 
IM » III 
dor Dr. Fiori Mvrano, rei 
tera pedido no Dr. Gul­ 
do Antonio Burbosa Frn­ 
ga. presidente da TELE­ 
K1À 1'. no sentido de so­ 
licitar inforraaçõei- a res­ 
peito da data em que 
será instulado nnsta ci­ 
dade de Belu Vista, o 
sistem1• telefônico inte­ 
rurbano. 
Lembrar elo tempo 
ido. quanc!o ucanbaca 
em u11 Agcncin, dimi­ 
nut<> o r:~ ele seus tun­ 
cionarios e modestos 
seus ,a·gúcios e verme, 
hajo.: a majeslttde de su­ 
" agencia que é mani­ 
vulaúu por dezenas de 
funciouú,ios hábeis e 
prei<tath·os. r,.. avaliur­ 
mo;: o qu;,.nto vale uma 
íolciativa feliz; a clori­ 
videncia dus Srs. Dire­ 
tores ugazes que previ­ 
ram o nosso progresso, 
IUlplianclo tarnbem as 
reas do seu &nco, 
servincn o Brasil. 
O Vereador Afonso Di 
lon Nunes Leite, encami­ 
nhou Indicação ao Exmº 
'r. Prefdtc ;)luni
1;lpnl, a­ 
través da qual reitera 
as providências do Exe­ 
cutivo. visando a prolbi­ 
çlo de jogar o Lixo nas 
ruas que dá kente ao 
CenlrC' Educacional. 
Fu.larmos em Banco 
cio Brasil hoje, é men­ 
cionar uma das entida­ 
des de crédito de maior 
renome no cenário fi­ 
nancell·o do mundo, com 
suas agencias espalhll­ 
das nas maiores praças 
dos cinco continentes, 
localizadus em Lon:lres, 
Paris, New York. To­ 
quio, Beirute e outras, 
e quase todas ali capi­ 
tais dos paises da Amé­ 
rica do Sul. J11zendo pre 
sente o Brasil, a sua 
pujante r,conomiu. e o lnbor 
positivo do seu povo. 
Corumbá, 12 de 
IImo. r 
Abclallah Sain, 
Caixc. Postal 
Rua Conde de 
mio de 1H76. 
CMXA ECOHôMICA 
O Vereador Afonso 
Dilon Nunes Leite, rece 
beu Oficio do DO. Sena­ 
dor Its!lívio Coelho. dan­ 
<io apoio a abertura de 
uma. Agência da Caixa 
Econômica Federal, ues· 
ta cidade. 
Abaixo transcreve· 
mos o referido OI!cio. 
n"" 2! - Pela Vista - MT. 
Porto Alegre. s/n. 
Prezado Senhor, 
~núde e Pa1. p/ o eahor são 
meus votos. 
Por intermédio do meu amigo :laleba. 
l recebi uma· caixa com raizes :lilagrosas (fórmu­ 
la n. 1). pedida p.' um médico de 'orne Breno 
i1'1edeiros Guimariies, pessoa que apesar ele RUO 
enfermidade continua su.i vida dedicada a aten­ 
der os menos ravorecicos da sorte. 
O Dr. fkeno, foi opernclo no l{io de Ja­ 
neiro. do ia1estiuo, sendo constatado tratar-se 
de cuncn; essa operação foi feita no mes de 
janeiro do corrente ano. 
Tilo log,, soube que o senhor. ert1 pos­ 
suidor de uma órmula pura curar canzer, pedi 
por intermédio do Matebu e ele já tomou como 
foi prescrito, infelizmente na sexta feira ele 
voitou a ter Heptite pois com esa é a segunda 
vez que ele é acometido desse mal. dura~te cs 
1 
õias que vem t?rnando o m.,Jinim.-nLo enviado por 
V. Sa., ele sentiu melhor disposição e já estava 1 
frequentando o ho_spital e atendendo i.lguns C'>- 
entes, por~m contmuava a seontir dores ao lado 
da operção. 
N,a o_portu_niclade peço • ao senhor reme­ 
ter nova medica;o para o DI. Breno, com meu 
endereço - José Lmns, Agencia da Receita Fe­ 
deral em Corumba. ou poderá entregar at- &. 
Gilberto, Encarreipido do Posto da Receita Fe­ 
deral em Bela - 1sta p/ ele remeter-me.. 
Quero que o Sr. mande umas raizes 
1 
a sra. Elza Bueno, que est.á acometida d P. 
mal nos seios, ela deve ter 48 anos. esse 
Que Jesus vos proteja hoje e 
que possa continuar sua missão ã ,PPPre e 
lt d 
"' en er os 
necess a os. 	(José Llns) 
Brasllia 5 de maio 
de 19íG 
IImo. r. 
Vereador Afonso 
Nunes Leite 
Dilon 
DO. Presidente da Cama 
ra Municipal 
13elu vista - MT. 
Senhor Presidente: 
Acuso o recebimen­ 
to do seu ofício acampa 
nhado da cópia da Rei­ 
vindicação feita ao Dire 
tor Geral da Caixa Eco­ 
nomica Federal, visando 
a abertura de uma Agen 
eia neste progressista 
municipio. 
DevÓ dizer ao Pre­ 
zado Presidente que da­ 
rei todo apoio para o 
assunto e espero que, 
em curto prazo, será re­ 
alizada a aspiração :!es­ 
te povo trabalhartor de 
liela Vista. 
Atenciosamente, 
Senador Italivio Coelho. 
Dr. Pedro José Pulmieri 
Presidente da Cârama 
Osvaldo Turini - Secre­ 
tário 
Quem Não anuncia vende 
Quem anuncia mde muito mais 
Anuncie na Tribuna da fronteira 
Para mder mais