FUNDADOR E DIETOR RESPONSÁVEL- I»ALO PEILH 
ANO V 
Redução, Oficinas e Admin!traço 
Rua Duque 'e Caxias S N 
ela Vista 3) de l::i<, de JP7fi 
-------------------------- -- ---·•·. - 
!::emauárlo 
li 
■	T 
Culubú -- «Scdimal» 
AssulT'lu II direoii o do 
.Serviço de Loterin do 
Estado de Mato Grosso 
o sr. José Afonso Por- A solenidade compare­ 
tocarro, por indicação ram os srs Carlos Jo 
e uomeução do gover- sé Avelino de Souza 
11udor José G,nrcitL elo Vieira, 'ecretario Cbefe 
"O que temos feito, o que o Governo tem 
feito - é patrimônio do Partido. ão é patrimô­ 
nio dos Presidentes da República. É patrimônio 
nosso como Partido - repito - porque. evdente­ 
meuto, !!e o Governo não tivesse o Partido, só 
se poderi11 realizar uma grande e arnpl!i obrn 
num pais em diti, dura. e realizo mo tudo isso, 
foi porque o Partido constitui:.: 11. baHe indispen­ 
sàvel. Como? Atravé dos votos, através do apo 
io do Legislativo e do apoio popular que e 
transmite ao Governo. Quanto a essas realiza­ 
ções, o Partido nio deve ter construngimento 
em considerar-!'e partícipe. pois elas são também 
do Partido e não foram usadas adequadamente." 
"O que o Governo tem feito ne!'ses onze n­ 
nos vale e. pena ser estudado e bem proclama­ 
do pelo Brasil afora. Pois é muita coisa. As rea 
lizações são grandes. Bem levadas ao povo, o 
povo sentirá a verrlade do que foi feito e perce 
berá, em meio às suas dHiculdades, o que essas 
real!zaçõe-< significam. Hú. necessidade de apli­ 
carmos, no campo político, o pr1ce:;sn comum 
de avaliação. Sempre que avaliamos alguma 
coisa, comparamos. ó conseguiremos o sentido 
de qualquer grandesa através da comparação. 
Pois bem, nas realizações do Governo, a popnla 
çilo do Pais tem que comparar. A situac·ilo é 
ruim? Mas era oior. Logo' o Governo realizou a!­ 
guma coisa. O povo vai olhar sempre como .era 
antes, como é boje. Este trabalho comparativo é 
essencial, Porque se quisermos julgar as coisas 
no sentido absoluto' estará tudo sempre ruim­ 
Em qualquer fase da vida do Pais todo o muo. 
do quer ser rico, e não pode ser; todo o mundo 
quer ter automóvel, e não pode; todo o mundu 
quer ter comida à vontade, barata, e não tem. 
Por isso é preciso comparar. Temos gue compa­ 
rar para ver se melhorou, ou nilo melhorou. 
Comparar aqui dentro, no Pais e comparar com 
o que acontect1 lá fora. Cumpre, também, mos­ 
trar o que está sendo feito e o que se projeta 
realizar nos próximos anos." 
do Gabinete do Gover­ 
dor, que no uto re­ 
presentou o Gover,,a­ 
rlor Garcia eto; Octá- 
ORE 
" a questão geral da ação partidária. aiadu 
há outro ponto que é vital: o da contrapropa­ 
gaodn, da ação que temos de de euvolver, para 
DOS opormosrà propaganda que o adverisArio faz. 
·sta propaganda, e Upo ição faz uso talvez 
a eles isso pareça ser licito dois meios que 
me permito classificar como mitos e mistificoções. 
Mas temos que de:.mascarar esse mitos e 
e!'sas mistificoçõeo. Os mitos o principalmente 
dois: pri!!leiro, o de que a Oposiçil0 aanhou as 
eleições de 74 üo é verdade. Eu já disse por 
várias vezes; a Oposição teve êxitos, êxitos mar 
cates, e até inesperados' tendo relizado, pro­ 
gressos .sub tanc1a1s, mas a eleição quem ga­ 
nhou foi a ARENA. oma dos votos proporcio 
nais, nos diíerentes Estados, é bem favorável à 
ARENA. A AREMA fez de uovo maioria no Con­ 
gresso e na maior parte dus Assembléi3s. O vo­ 
to partidário, em sua maioria, foi dado à ARE­ 
NA. E nós nunca exploramos devidamente isso­ 
Entúo, espalha-se o mito: "A Oposição veucPu" .. 
E baseado nisto, vem o segundo mito: o rte que 
a Oposição "já ganhou" a eleição de 76, 
"Como se a ARENA fosse um partido ba1ido 
lê-se nos jornais, em toda parte, em manchetes. 
o que normalmente dizem: "A ARENA perdeu". 
Ora, isto é um mito que visa apenas à mobiliza­ 
ção psicológica. na crença de que todo mundo 
gosta de ficar do ludo do veucedor. E esse lado 
será o nosso. legitimii mente. 
Vamos ganhar a eleição. Temos que fazer 
o esforço de destruir este mito, que está sendo 
instilado como um veneno todo dia. Alguns ór­ 
gãos de publicidade, cada qual com se~ motivo, 
estão plantando essa versão no espírito do povo. 
Vamos lutar contra isto. mostrar que não é ver­ 
dade. Que não perdemos a eleição de 74 nem 
vamos perder a de 76." 
(Do discurso do Presidente Geisel aos Presiden­ 
tes dos Diretórios Regionais da ARENA, 
em 22. 10. 75) 
vlo de Oliveira, SeC'ret. 
da Fazenda - a quem a 
Lemat é vinculada cel. 
Madeira Évora. Secre­ 
tario d e Segurança, 
prof. Aecim Tocantins, 
Presidente do 'i'ribunal 
de Contas do Estado; 
prof. Armando Modesto 
'ecretario Pu rticular do 
Governador, e várias 
outras autorldadeA além 
:le funcionários do or­ 
gão. 
o decorrer du so­ 
lenldacle, o represeo­ 
te do Governador do 
Estado usou da palavra 
para dar o voto de con­ 
fiança do Gov. Garcia 
Neto, bem com:: dese­ 
jar a Portocarrero uma 
profícua ádmlnistração 
à Crente da Lemat. Fa­ 
lou lambem o sr. Jairo 
Paes de Barro8, quem 
responi.iia iutninameu­ 
te pelo Serviço de Lote 
rla do Estado. 
Encerrando a sole­ 
nidade. o sr .. José Afon­ 
so Portocarrero que au­ 
teríormente respondia 
pela ecretari11 do ~er. 
público de Aferiçúo ,1e 
Bens Patrimoniais dos 
ervidores Públicos Ei-­ 
taduais disse: ··Quere­ 
mos externar rte público 
os nossos agradecrmen­ 
tos :. Sua Excelencia o 
governador Garcia ·etc, 
que nos distinguiu cc,m 
sua escolha. fato que 
muito os houra e des­ 
vanece por propiciar­ 
nos a oportuuidade de 
- em escala mais ele­ 
vada-passarmos a compor a 
. . . equipe ad 
ministrativa do seu governo 
constituida de pessoas sabida­ 
mente competentes e que 
Sua Excclênci:i soube com 
capacidade administrativa e 
Lino político forjados nos )on­ 
;::os anos de vida pública a 
serviço do E-tado, escolher e 
distribuir nos diversos setores 
de atividades do eu Governo" 
TRIITOREST - COMERCIO DE MllQUINJlS E IMPLEMENTOS AGRICOLS 
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MMiti»a o " Mil N	s se

Ili i-ta 40r7 
Justi(a 
'Tendo em vistu os 
l11mentúveiR aconl.'Cill1l'll 
lo>- ocorrido;; nu locali· 
qude de Afonso, no nu­ 
n!l'ípio de ,1·e11úpolis. 
lllHÍR [ll'P.Cilmtnenl,', em 
tíren de tenus onde se 
ucha localizada "Fa­ 
zenda União" e que cu! 
mlnamm com a morte 
de SEVERINO SOARES 
DE OLIVEmA. vlllma de 
homieidl, burbaramente 
perpetrado por posseiros 
e ou ivasores uli insta­ 
ladns, n Secrcilu!'ia ,!e 
Segurança Pübhena deter 
minou a insturuçio de 
Borraclrnriu - Lubrificantes Diei;el Gasolina 
,nexo: I ,a nchonete 
A venida Visconde de Tauny Esquina Flori, 
.:o l'dxoto 
Pt·rto do U.11u·o .lo Hra:-il 
Guia Lopes da Laguna l t. 
de Theobaldo Amaral 
Lava:!<'111 • Lubrificação - Troca de Óleo 
Borracharia - L3alanccamcnto de Rodas 
Ruu Conde do Porto ,legre s n 
!lel:I 'ista 	'.iuto Grosso 
lnquórtlo, logo iniciado 
pelo Diretor riu Delega­ 
cia Geral de Polícia Ci­ 
vil, que se deslocou pa­ 
ra a reglüu ucimu meu­ 
cionucla e lá, upós lubo­ 
rioso trabalho, tomou co 
nhecimE:nto da origem 
dos fatos e, inclusive. 
determinou a prisão de 
vtírio:- P(emento8 envol­ 
vidos no crlme que. em­ 
br ... nhadr,s na !Tlata e in 
suflados por terceiros, 
buscavam, na violencia 
e no desrespeito às nor­ 
ma legais, fazer prevu­ 
lecer supostos direitos. 
uo arrepio du Lei e da 
Justiça. 
Dentre UR pessoui­ 
dcti:lns - exutamPnle no 
local em que o delito fo 
ra covardemeule perpe­ 
trado nu pessoa de SE­ 
VERl,NO ~OARE DE 
OLIVElRA -. encontra vu 
. se um cidadão que, pes­ 
teriormeilte, iden tHicou­ 
se como sendo .J oüo 
Kauing e que. na quali­ 
dade de ·•Irmão", perten 
ce à Preluzir, de Diaman 
tino. Este, sem que ra­ 
zão pluusivP! existisi;:e 
para justificar u SU'l pre 
sença naquele inidóneo 
umblenle, vd<• a ser con 
cluzido para a Delegacia 
de Policia de Nortelan­ 
dla ja que. ao i,er ali 
encontrado, não portava 
nenhum documento que 
pudesse sequer IJenti­ 
fica-lo. 
Apesar das indignas 
atitudes assumidaM por 
quera desu calava os -,:;a­ 
gradoo preceitos morais 
e sociais, o preso:< me­ 
receram de parle oo De 
legudo Geral tratamento 
condigno e humano. 
Sobre a agre3ão 
que ,Joüo Kauling diz ba 
ver i;c,[rido. providencias 
enérgicas serão tomadas 
a fim de apurar respou­ 
sabilidade,;, pois contra­ 
riam orientaç[o •lo Go­ 
verno atos que firam a 
dignidade da pes oa hu­ 
mnaa. 
Acresca-se. ainda, a 
círcunstància ne que, so 
bre a área antes tspeci­ 
ficada; medida ju1icial 
µo ~essória trumita no 
,Juízo Civil da Comarca 
de Diam'lnfino e que ro 
tineiro é o de respeito 
que caracteriza atitu- 
de dos poRseiros e, 011 
luvu orei; que, acredita­ 
rnoi,, inrluenciatlo8 por 
elemeatof' desavlsadot1 
e carentes de sadios 
idea!M tumultuam, não 
só o ;1nclameato do feito 
como, tambem, a paz. e 
tranquilidade públicas, 
atitude mullo comum 
àqueles que procuram 
Rubverter a ordem e ai; 
insti!uíçõell uacionali-. 
Flnalrueute, fica o 
al .. rta rle que a ecreta 
riu de Segurança Públi­ 
ca de Mato Grosso, fiel 
aos sagrados dispositi­ 
vos legai , permanecerá 
iutranslgente na defesa 
r!e lidimos direito e in­ 
teresses, cumprindo, ou­ 
trossim, os ditames in­ 
flexív.-is determinados 
pelo Poder Públ!co que 
representa. 
SC'cretaria de Segu­ 
rança Pública. em Cuia· 
bá. 13 de maio de 19íG. 
(µ)_ ALOYSIO iJADEIRA 
E· ORA- Secretário de 
't:gurauça Pública. 
O ponto de encontro da Sociedade murtinhense 
Rua Dr. Correa 562 
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Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d H t l O. 
o o e Ilente) Cx. Postal 8 
"Produtor

bela Vi.ta M 30/05/76 
EDITAL 
---------------- --· 
Estado de Mato Grosso - Poder Judiciário -- tomara de Jardim Carlorio do 2.o Oficio 
Edital de Intimação do Esp. de LucU.io Ernesto Grubert e futuros interessados 
O Dr. Walter José 
1:odrlgues Contrera, ,Ju- 
11, de Direito em substt­ 
alço legal, u esta Co­ 
arca de Jardim, Est. 
de Mato Grosso, na for­ 
ma da Lei ele . 
Faz Saber, a quun 
tos o presente edital 
virem ou ,tele conheci­ 
mento tiverem, que nos 
autos do Protesto Judi­ 
cial contra Allne11ção 
de Bens, marginado sob 
n·o Hi/76, em curso por 
este julzo e .Cartório do 
29 oficio, em que figu­ 
ram como suplicantes 
Garibalde Ernesto Gru­ 
bert, Aurora Coirnbra 
Grubert, Osvaldo Coim­ 
bra Grubert, Ernestinu 
Aparecida Gla nsante 
Grubert, Antonio Luiz 
Coimbra Gruberl, e Ell­ 
zabeth Sllveirn Falcão 
Grubert, 1:1 supllcudos o 
Esp. de Lucidio Ernesto 
Grubert, que conslote 
em Rosalina Penha Gru­ 
bert, Eulanda Grubert 
llurbosa, Henriquti Bar­ 
bosa, Zilda Grubert ria 
Silva Guilherme da Sil 
v a, G u m e r e i n d o 
Euclides, José e Aristi­ 
des da Cunbn Grubc-rt, 
Helena Grubert Chave 
e Lavrador Gomes Cha­ 
ves, que enten'1endo o 
que lhe foi requerido 
pelos suolicantes, INTI­ 
MA os suplicados para 
responderem aos termos 
da referida açil o e rle 
acordo com 11 petição 
inicial e respectivo des­ 
pacho, a Sl'lguir tn.as­ 
critos: Exmo Sr. Doutor 
Juiz de Direito da Co­ 
marca d e Jardlm-Mt. 
Garlbaldt> Eraesto Gru­ 
bert e Aurora Coimbra 
Grubert, brasileiro~. cu­ 
sados entre si, ele pe­ 
cuarista, ela do lar, re­ 
sidentes e domiciliados 
à Rua·Ten. Eroane de 
Gusmão, em Jardim-ilt; 
Osvaldo Coimbra Gru­ 
bert e Ernestlna Apa­ 
recida G. Grubert, bra­ 
sileiros, cai::ados entre 
si, ele pecuarista, ela 
do lar, residentes à Rua 
Ten. Bernardes, em Jar­ 
dlm-Mt; Antonio Luiz 
·Coimbra GruberL e Eli­ 
zabeth Silveira Falcão 
Gruber.t, brasilelroP, ca­ 
sados entre si, tilP aca- 
dêmko d~ lledlclna, ela 
do lar, residentes e do 
mciliados em Cumpo 
Grande-Mt, por seu ad­ 
vogado que esta subs­ 
creve, (mandatos anexos, 
doct1. 1, 2 e 3), vem a 
presença de V. Exa., 
para requerer um Pro­ 
testo .Judicial Contru A­ 
llenaçllo de Bens obser• 
vactas u8 normus do 
arllgo 867 e seguintes 
do Código de ProcAsso 
Civil, contra o Espólio 
de Lucídlo Ernesto Gru­ 
bart, cujo inventário tra 
mita por esta Conmrca 
«Cartório do 1° Oficio», 
nu pessoa la Inventa­ 
riante e Contru Rosalina 
da Penha ürubert, bra­ 
sileira, viúvnu, proprieta­ 
rla, resHleuLo em Guia 
Lopr.s da Luguna-Mt, à 
Av. Visconde de 'l'aunul 
e tambem contra os her 
delros do referido espó­ 
lio: Eulanda Grubert 
Barbosa e e8poso Hen­ 
rique Barbosu, brasilei­ 
ro8, casados entre si, 
Pia do lar, ele pecuaris­ 
ta, residentes na Fazen­ 
da «Massaróca, nesta 
Comarca; Zilba GrulJert 
da '!lva e o esposo 
Guilherme da ilva, bra 
silelros, casados entre 
si, elu do lar, ele pe­ 
cuarista, reaideotes neste 
cidade; Gumercindo, Eu­ 
clides, José e Aristides 
da Cunha Grubert, to­ 
dos brasileiros, maiores, 
incupazes, resitentes 
nflst11. Comarca, represen 
lados pela sua Curadora 
Eulancta Grubert Barbo­ 
sa , residente no ende­ 
reço supra citado; He­ 
loua Grubert Chaves e 
esposo Lavrador Gomes 
Chaves, brasileiros, ca­ 
sados entre si, ela do 
lur, ele pecuarista, resi­ 
dente em Guia Lopes 
da Laguna-Mt, tendo em 
vista o que passu a ex­ 
por: 1%)- Os F A TO S. 
Os suplicantes pro­ 
puseram contra o espó­ 
lio de Lucídio Ernesto 
Grubert, Rosaliaa da 
Penha Grubert, Eur:lldes 
José da Cunha Grubert, 
cujo feito encontra-se 
em trll.mHI pelo Cartó­ 
rio do 2-~ OHclo desta 
Comarca, uma Ação De­ 
claratória Cumulada 
Com Perdns e Danos 
(doe. 4), que, se houver 
pronuoolamento do or­ 
gão jurisdicional declà. 
rando uulo os atos so 
bre os quis e pede 
pronunciamento, haverá 
danos de elevada monta 
u ser em res84reidos pe­ 
los réus; 2)- Os danos 
e perdas u serem resar 
cidos ao8 AA, cu8o e­ 
ju denhtrttclo nulo os 
atos prutlc11dos peloH 
Incapazes. versam sobre 
umu gleba de terras 
com a area de 2.000 
hectares e melrof.l (duas 
mil hectares). 3·
0
)- Suce 
de flntretnnto, qu':3 uo 
lnvrntârio do lalt,cicto 
Lucldio Ernesto Grubert 
acha-se em fase de ho­ 
mologação de partilha 
ou. já decorrendo o pro. 
zo da entença homolo 
gutória dti partilha, e 
os herdeiros do "de cu­ 
ju ". de µosse cios bens 
adquiridos poderão v en­ 
der os di
1.os bens e dei­ 
xar os AA. sem qual­ 
quer garantia pelos da­ 
nos ::rlundo ria decre­ 
tuçàu de nulidade do 
uto. sendo que o valor. 
da ação proposta pelos 
a u t o r e s é de CrS 
4.0C0.000,00 ( quatro mi· 
!hões tie cruzeiros). o 
que justifica plenamente 
a pretensão dos autores 
em requerer u presente 
medida. O direito con­ 
sidera o fraude contra 
credores um ato passí­ 
vel de anulação, e. em­ 
bora tenham sidos os 
réus citados validurnen­ 
te e por isso o Juizo 
tornou-e prevento, in­ 
duz litispendência e fez 
a coisa litigiosa, os pe­ 
ticionários a fim de pro­ 
ver à conservação fl 
ressalva ,1e seus dir<litos 
e evitar que, de futl!ro, 
qualquer adquireate a­ 
legue boa-fé, Vem Pro­ 
testar, nos termo dos 
arts. 867 e segs. do Có­ 
digo de Processo Civil 
como realmente protes­ 
to Anular. pelos meios 
regulares d e direito 
Qualquer Venda . Que 
Venha A Ser Feita Com 
Relação Aos Bens Oue 
Os Suplicados Adquirem 
Do Espólio De Lucidio 
Eraesto Grubert, salvo 
se os adquirente deposi­ 
tar o preço u conformi 
dade do art. 108 do Có­ 
dlgr, CML Nesta Condl­ 
çõe, requerem a V. 
Exa.. que tomando por 
H•rmn o presente pr - 
teto, tele +jum citados 
os 1mplicadoR. e puhlica­ 
tos Editais pela Impren­ 
sa Oficiais e Jornais de 
Circulação esta região 
para co11hecimento de 
t ... rcelros interessados io 
certos e não sabidos. 
Outrcssirn, requer. que 
os suplicados sejam iatí 
ma<los pessoalme11te ou 
via seus representantes 
legais, e. pagai; as cus­ 
t11s e prE:encbhlas as de 
mais formallc!ucles legais 
sejnm entregues ao8 8u­ 
plicantes os autos, lnde­ 
pendentemente de trasla 
cio ,1.-cnrrido• 48 ( quareata 
e oito) horas. N. Termcs. 
P. deferimento. Dá-se à 
presente o valor d e 
1.C
1
1lO,OO (um mil cruzei­ 
ros) para efeitos fiscais. 
Jardim, li de maio de 
Hl7ü. (a} .Joeltwn l!arti­ 
aez Peixoto. :-..rlv. 0AB/ 
4t, I036, CPF.050598141 563 
e-pacho de fI. 02. D.R.A. 
Efetue-se o protesto na 
forma requerida. Jat. 
Jardim., 11/05/76. (a) 
Walter josé Rodrigues 
Contrera, Juiz de Direito 
em substltuJçiio legal a 
esta Comarca. E para. 
que chegue ao conheci­ 
mento doa Interessados, 
expediu-se o presente 
Edital, que serA arlxado 
por extrato no Forum. 
no lugar de costume e 
publicado na Imprensa 
Oficial e ,Joroulii de Cir­ 
culação na região, na 
forma da lei. Oado e 
passado nesta cidade e 
Comarca de Jardim, Eat 
de Mt. no Cartório do 
~-
0 
Oficio, aos treze di­ 
as do mes de maio de 
mil novecentos e eten­ 
ta e seis. Eu Elder Pe­ 
reira Correu. Escrevente 
ôo • Civil, o datilografei, 
conferi, subscrevo e as­ 
sino. 
Dr. Walter J of:!é R. 
Contrera 
Juiz de Direito em subs 
tltuição legal. 
___ Or. J,-aac Lcno Prujanf-ky _ 
Ex-A--i-tente Militar de Clínica Médica a Faculdade de 
Medicina de Suo Paulo, por designação do Ministro da 
Guerra- Exs-Chefe de Ieumtologia uo Ho-pitl da Bene 
ficência de ão Palo- Ex-A-si-tente de Cardiologia na 
Clinica Ob-tétrica da Faculdade de Medicina de 5o Haulo 
Ex-A--itente de Gotroenterologia na E-cola rali»ta de 
Medi<inn· Clínica Médica Cirurgia - Heumatologia • Gire­ 
ecologia- Endocrinologia- Gastroentvrologia 'urologia 
Traumatologia Fisioterapia Eletronica - Medicina Psico-o 
matica - Medicina E-poria - Geriatria. 
Consultório- Galeria Popular No 9 
11,,niriu • Diuriam ente das o:30 às 19 hs 
Inclusive aos abados 
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CDSII 
Jardim 
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latarias em geral 
13 de junho 
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==--=---=--- _- MOVEIS DELBD ===~~== 
MÓVEIS ESTOFADOS ELElRO-DOMESTICOS 
SINIOS E ZINCllNtlLI LTDII. 
DUQUE DE CDXlllS - 44& 
EM GERAL 
JARDIM-MI

I'rins 04 
tt i. w vos5o 	anlíd	- 
------------------------- 
Altevir Alencar 
Em lD,í0, 1'11ullnho 
era um uroto de cutor. 
Z<' nnoR. Filho d!! um o­ 
erário, moruvu nos ar 
redores de 'Teresina e 
VE'nd!n Aabno nurnn l>i 
cieleta velhu. Era büo 
em burra, ainda não e­ 
xistla i;aMo l'-111 pó. Co 
nhecln u cl<indr como n 
palma de RU1• mfio, por 
que nduva de merecoa 
ria .-111 mcrceurin ol'ere 
('l'ílÚv O Jll'f1duto l'SíllltnU 
tivo. Estudavs à noite, 
duras penuas, o Colé 
gio Ehtndual cln Piaui 
(antigo Liceu Piauiene 
e hoje Col(•gio Est,Hlual 
Zaerias de Gois). Aju 
d a v II e m c :1 s 11 
com os trocodos que 
ivu com suor do 
rosto e do corpo to Jo. 
uma vez que havia ir 
mi"ios 11tenorps que elP. 
Numa l'e.;ta ele f-iio 
João veio a couhecer 
urua g,1rotn ele tre;:e a­ 
nos ele ida<.le, chamacl11 
Lúcia. Experim"11tou pe 
la prlmeiru vpz n seusa 
çào indescritivel do 
amor, nquel!' amor <le> 
atlolesreute, il'l'c•primível 
e impl'tum,o. lllui;: hcou, 
como se diz, entre a 
cruz e a rspada, clesron 
fiando que :quilo estava 
fadado a um destes ca 
s•,s amargos em que e, 
amor já 111-u,ce morto. 
Vidrado na garota 
por quem se upuixonou 
de estalo", passou a 
alime:1tal" no subcons 
ciente uma espécie de 
esperança morta, um so 
nho C'U<:i. P.mboi-a se lhe 
afigurasse irrealizável. 
o embevecia e nrra luva. 
A meninn era rica ... ele. 
paupérrimo. Mesmo s 
si;na, pelo smm, pelo não, 
deu pura espera-la na 
sida de seu colégio, es 
condido por entre 110S 
truucos de taquara. 11a 
avenida qu,i ncavu em 
rrente ao colégio da eli 
te, o Colégio dus Irmãs ... 
estabelecimento dirigido 
por freiras, já se vê. 
Quando uvi lava Lúcia 
entn, dezenas de ou 
tras clegiuis, todns cnm 
O llH!filll(J •111irorme, titlU 
coruçno Rú falta vu 
sltar do peito, fl 
cavu puls1111clo mulH nce 
lerado. Refeito do usto 
(à slmplc>1, preseuça da 
moça). pennunccin por 
minuto:; o polJ1e tupazl 
nho como que sut.pensu 
cio cht1o. 
Numa dessas tardes, 
quando ela, depois de 
uma pruva mui sucedlrla 
deixava a escola sôzi 
ha, Paulinho a seguiu 
por algum tempo, e, af!i 
to, tremulo, t'i1co,m1u: 
- Oi. Lúcln! (t-e11tiu 
um gosto de sungue e 
umu tontura violenta) 
- (Ji..Con,o é me3mo 
seu nome? (recorrlou-se 
de que foram apresen 
1i:.<1os uu Festu de :São 
João). 
- Paulo. Mas podem e 
chumur de Pauliuho. Eu 
queria te dizer uma coi 
su ... 
- Pode falar. 
- Vamos sent·tr na 
quele banco ali, só um 
minutinho, t? Tá 
-- Olha. LúP.ia: desde 
o dia em que te coube 
ci. nuquela l'eslini.Ju Je 
São J o:io, uüo pensei 
mais em outra coisa. a 
não ser em ti. Niio te e· 
queco um :;ó instnnte. 
Tvdas dS noitt!S, quando 
vou' para o meu colégio. 
passo em frente à tua 
casa. e :!li fico um tem 
po enorme, na espemc 
cu de l• ver ao menos 
por um instante. Quando 
ti' vejo, fieo feliz. Quan­ 
do não te vejo. pros i 
g,,. vou-me embom. E 
uiio aprende mais nada. 
eu que era o !Delhor alu 
no da classe... porque o 
professor está falando 
numa coisa e !'U pensan 
do em outra, que és tu ... 
Quero que saibas que 
eu ti' amo com todas as 
forcas do meu coração ... 
Ou porque a cantuca, ia 
gênua E> sincera. fosse 
dose para elefante, ou 
mesmo pelo ch,,que do 
inesperado. Lúcia levan 
tou-se automáttcameute 
l'ltuu o rapaz ali apar 
vulhado bem dentro dos 
olhos. Apertou os livros 
que trazia de eucoutro 
uo peito... e ufastou-se 
Hem <.llzer uma só pula 
vra. Paulo J'icc,u P.Rlátlco 
exlrem..ttnE>ntc humilha 
·lo. Naquela noite o jo 
vem proletário experl 
mentou, clehaixo de uma 
fossa tremcuda, pensun 
cio mil e uma colsats, o 
seu prlmelrc> porre ( de 
cucbuçu mesmo. como 
convém a um pobre a­ 
paixonado). 
Dias depois, por aca 
so, houve um reencontro 
Neste inlerlm Lúcia teve 
tempo ele rer:etir. Nada 
dinse a ringuém. Come 
çu a uchá-Io audacioso 
e "apresentado". Depois, 
concluiu que ele era 
muito <.lo peitudo. Por 
l'im, ·em (-osquecer ap pa 
lavras rio moço, pus.sou 
a admirá-lo por sua sin­ 
ceridade. Foi indo, foi 
iurio gamou também. Ela 
mesma orovoco11 o en 
contro de que estou fu 
Janelo aqui: mandou um 
bilhetinho para a fábrica 
<.le sabão, isto é, para 
Paulo, r.a fábrica em 
que trabalhava come 
vendedor ambulante. Fi­ 
cou estabelecido que o 
namoro Eeria "só ele o­ 
lhar". porque a distanda 
social entre os <!ois era 
muico grande. Desde en­ 
tão Paulinho perdia a 
prim2ira aula, postado 
junto u um po te de ilu­ 
minação pública, à ehu 
va, ao sereno, em frente 
u mansão da jovem, an­ 
sioso. Lúcia, só de Der 
versa (ou mesmo porque 
fosse mulher), embora 
apalxonadu e lenrio a to 
do in tante uns versi 
nhos que o rapaz havia 
escrito, em raríssimas 
ocasiões aparecia na ja­ 
nela ... e desaparecia co 
mo um relâmpago, tão 
logo se certifica va du 
pres"nca, lá do outro la 
do da rua, do rapazinho 
impaciente. Noutras opor 
tunidâde&, chegava ligei 
ramente até ao Jardim 
da bda rel'idência, retor 
ando célere, fingindo 
não ter visto Paulinho. 
acobeJ'Lnrlo pelo manl:> 
da noilu. 
Até que cm dia, ela 
o ebumou, à Fale.la do 
CcMglo: 
Paulinho, quauclo 
você tiver de taman 
os, fedendo a sabão e 
!'Uor, não se aproxime 
de mim. Minhas colegas 
l'lcurüo ralun<.lo de mim! 
Está certo, meu 
amor. Eu aceito nosso 
amor. Eu aceito 1osso 
numoro assira mesmo! 
, mor. não. Lem 
bre-se que você é que 
me ama. Eu upenus o 
tolero. entende'? 
Nunca mais se en 
contraram. :-:uas mão1-1 
jamais se tocaram, nem 
mesmo pa:a " úllirno 
adeus, quarrrlo o rapaz 
partiu para o Rio de Ja 
neiro, em busca, já não 
digo de melhores clias. 
mas de dias menos a 
margus. 
Em 1968 o Dr. Pau 
lo Silveira, como profe 
or de Dit-eito Jnternacio 
nal Priva<.lo d a tradicio 
oal Faculdade de Direito 
do Recife, compareceu 
à solenidade de formatu 
ra de uma turma da Es­ 
cola ;;perior de Eofer 
magem, na qualidade de 
representante do Magní 
fico Reitor da Universi 
dade Federal. Era uma 
noite cálida de verão. 
Após a solenidade, hou 
e um coquetel. 0 professa, 
foi então solicitado por um gar 
on a ir a uma sa!inhi.a ondo se 
t'ncontnnum rrl'":-- icru:ins de ca 
ridades. Ursa delas depois de 
pedi-lo para -entar. falou: 
Doutor, o senhor não está 
mt- recortl:1ndo'! - O pro 
fe ssor pensou. franslu o 
cenbo. filou a freirn 
bem dentro dos olhos e 
disse, Sinceramente, fr­ 
manziuha, IH1o lll(;l lem­ 
bro da 1,•rnhoru. E fácil 
compn·ender, traio com 
muita, pessoas, Inclusi­ 
ve com religlosaR assim, 
em face ria ulta enverga 
<.lura do cargo que de 
sempenho n,, magistério 
1mpnlor. Perdôe-me ... 
náQ sou bom fisíonomls 
ta.. 	. 
- Sou a irmã Tern 
sinha ele ,JesuR, das Car- 
melitas. O senhor 
ainda se recorda de Lú­ 
cia, aquela moça <.le Te­ 
resina, que estudava no 
Colégio das Irmãs?... sou 
eu. Pout!us nnos ap6A 
sua saica de lá. para o 
Rio de ,Janeiro, eu 
entrei para o conveuto ... 
o senhor jé casou? 
- ,Já. Tenho quatro 
filhos. Por causa de vo 
cê. Lúcia, eu nunca rnai.s 
voltei à minha terra. 
Dr. Paulo Silveira, 
que há muito não bebia, 
saiu dali, entrou num 
bar e pediu uma g>1rrafa 
rie ui que. Deixou o bar 
lá pela três hora 
du madrugad2, cruzando 
as ruas solitárias em zi­ 
guezague. Percorreu ou 
tras ruas mais vazias e 
siltncic,,:;as. Chegou ao 
seu Juxouso apartamen 
te, chamando gato com 
padre e tomando benção 
a cachorro. 
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Antonio João - ilt. 
De Antonio Remo Penzo 
ela Vista-Mt., 12 
de maio de 1!)íli. 
O1. n 6/76 - Sec. Adm 
Do:-Prefeito Municipal 
do Bela Vifltu. 
Jo:- Exrno. Sr. Presi­ 
dente da Camara Muni­ 
cipul. 
.i,;r;- Comuulca Sanção 
de Lei 
Apraz - me comuni­ 
car a V. Excb., que 
foi sancionada pelo Po­ 
der Executive auieipal 
a Lei " 653 i, de 12 
de maio de 1976, que 
dispõe sobre a autori­ 
zuçúo pu1·a firmar con­ 
venio com a Campanha 
Nacional de JJimenta­ 
ção Escolar. 
Atencio,mmeute 
Ur. RulJen Albeno 
A. de Castro Pinto. 
Prefetro .1luuic1pal. 
22± 
Lei n·º ü:ia•7Ci - De 
12 de maio de 1976. 
"Autoriza o Chefe 
do Executivo a assinar 
Convenio com a Cam­ 
panha Nacional de Ali­ 
mentação Escolar, para 
os fins que especifica:.- 
Faço saber que a 
Camara Municipal apro­ 
vou e eu Dr. Huben Al­ 
berto Abbott de Cas­ 
tro Pinto, prefeito Muni­ 
cipal, de Bela Vista, llt 
saciono a seguinte Lei:- 
1'.rt. J·º - P e l a 
presente fica o Chefe 
do Executivo Municiai 
autori .. adv a assinar 
Convenio com o órgão 
- da Campanha Nacional 
de Alirueutação Escolar 
para execução do Pro­ 
grama de Educação e 
Assistencia- Alimentar 
ao Escolar. de couforrui 
dade com as cláusulas 
constantes d o Ajuste 
Anexo. 
ArL 2-2 - E s t a 
Lei entrarà em vigor na. 
data de na publicação . 
revogadas as disposi­ 
ções em contrario. 
Prefeitura ilunicipal 
de Helu. Vista-ilT, 11 
de maio de 1976. 
Dr. Ruben Alberto 
A. de Castro Pinto 
Prefeito JIunicip_a.1 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Sebastião Zacarias. 
extraviou seus âocu­ 
meutos: Carteira de I­ 
dentidade, Titulo de E­ 
leitor e Caderneta de 
Reservista. 
Publicação que se 
faz para obttnção da 
2 via. 
Bela. Vista, maio 1976.

11,·1:i Vi,ra .J()J.:/'io Politica e Cioverno 
DEMOCRII 
ÚNICI 
, 
G 
•' 
° •. 
J f 
' ' 
• 5 
Cuiabá -"Nilo há centemente, com o Che­ 
sulda numa ditadura e fe do Governo, revelada 
temos que fazer tudo pa- durante o 1° :-:irnp6f"io de 
ra que o país permane- Estudos Polítwos que se 
ça e melhore o regime realiw nesta Capital. 
dtmocrót!co que abra- O Governador abriu ú 
çou". Ê uma afirmação impó lo e disse, ainda 
do Presidente Geisel re- que "as nossas Forças 
colhida pelo Governador Armadas não formam 
de Mato Grosso, Sr. Gat· uma casta social. como 
eia elo, durante entre- ocorre em outros paf~ ... s 
vista que manteve, 1·e- o que leva os militares 
Desenvolvimento de um programa de Vestibular da 
Rio de Janeiro e da Faculdade de Letras. 
Procurando incentivar • o jovem esta ári­ 
d11. regiüo de Estudo que é a do cnmpo da Filoso­ 
fia Pura, uuda mais será este ncsso pequeno tru 
bulho senão mostrar as belezas do caminho, num 
compacto ree:umo, do que. possivelmente depois 
incPntivudos pela beleza do assunto e o amadu­ 
recimento dos Idéias e dos Ideais dos Estudantes 
Beluvistenses, apareçam aqueles que de futuro 
serão. outros tantos no Brasil, faróis que ilumina­ 
riio aqueles que os precederem; se tal escope o 
fim for alcançado rom este meu pobre esforço. 
me durei por bem pago, de vez que, iniciei sua 
elaboração nos idos de Dezembro de Hl70 e so­ 
mente hoje o dou a apreciação dos meus ex alu­ 
nos e muito queridos jovens. 
Isto posto, vamos ao assunto, in1r.iundo pelos 
doze cupitulos em resumo de suas purtes e depois 
o desenvolvimento de cada um deles. 
1) Definição, divisão e importancia da Historia 
da Filosofia. 
2) Primeiro Perlodo ela Filosofia Grega: As 
escolas: Jônica, Pitngóric:u e Eleática: Os 
'ofistas. 
3) Segundo Periodo da Filosofia Grega· Só­ 
erntes, Plutào e Aristóteles 
-!) Terceiro Periodo da Filosefia Grego: Epi­ 
t·urismo e Neoplatonismo. 
5) Filosofia Cristã. Sto. Agostinho. 
6) Filosofia Medieval Carater Geral da Es­ 
colastica. S!!o • Tomás de Aquino. Duns 
Scoto, Guilherme de Occam e Rogério Ba 
coo. 
_7) Fil0sofia iloderno. Descartes Spinosa e 
Leibniz 
8) Espiritismo Inglês. 1- Looke, 2- Berkeley 
e 3 Hume 
9) 1 Kant - A Ulosotia pós-klliunos, 2 Hegel 
niversidade Federal do 
Prof. Uicenciado) Stumpf 
e 3 Schopenhnuser. 
10) Po-itlvismo Augusto Conte 
11) Pragmatismo Wiliam ,James 
12) l•'llosol'ia de Be•!rl íJergsou. 
I- Definição. Diviso e Importância da His­ 
toria da Filoi-ot'iu. 
a) D E F I N I Ç Ã O. 
Fík>soíia é tiência da causa derradeira 
à Luz da Razão. 
Cillncia, porque (> um CCJnhecimento certo 
por reio de demonstrações; 
Das causas Uerrudeirais em h1se dos prin­ 
eipios em que se baseia "O Ser' 
A Luz d_a Hazão. porque as suas demons­ 
traç('ies i-ão 1eitas com os auxílios que o pensa­ 
mento humano nos pode dur. 
Outras 1!eriuições segundo esclarecidos ho­ 
mens de nensameuto e filósofos: 
"É própriu sabedoria tal qual couvem 4 
natureza do Homem (Jacques .111 ri•a:ar· 
"Toda cienci da Natureza é filosofia e 
toda filosofia verdadeira é uma ciecia natural" 
«Ernesto Recker» 
"A filosofia é algo intermediário entre a 
teologia f a ciencia. Toúo Oogma. '}Ua,1to ao que 
ulf-rap:1sf.a o conhl'cimento definido perteuce a 
Teologia. Todo conhecimento definido. pertence à 
cIenc!a. 
Entre a teologin e a ciencia. existe uma 
terra de mguem, exposta ao ataques de ambos 
os campos. Essa terra de Ninguem é a filosc,fia" 
«Bertrauct Russel» 	· 
"E o amor pelo saber - é uma concepção 
geral do munrto da qual se pode deduzir certa 
forma de conduta (gregos)" «Georges Politzer 
«continua nc proximo n deste jornal». 
, 
E 
brasileiros passada a 
tempestade, a entrega­ 
rem o poder aos civi,; e 
nos Políticos". 
O Sr Garcia eto acha 
que ":,; frase repressiva 
do regimo já pa sou", 
recoubecen<lo que "a 
Revoluc,;ão teve que fu­ 
gir a alguns procedlmen­ 
tos democráticos para a­ 
firmar -se" 
Comparação 
Por isso" - acres­ 
Cl"lllou - é que os jo­ 
vens Dão poderiam en­ 
tender e:;ta fo e repres­ 
siva, mas ela já passou''. 
O Governador Garcia 
Neto disse, ainda que ua 
Forças no país "têm sua 
base de formação na 
classe média e jamais 
ambicionaram tomar o 
Poder para detê-lo inde­ 
finidamente ou enfaixa­ 
lo". A'> contrário - sali­ 
entou - ·'na unnrquia e 
desordem da década 
passada elas quiseram 
apenae alvar as i;:;stitui 
ções". 
Não vamos esconder. 
,lgumas ioju:stiças fo­ 
ram praticadas. mas se 
cc,mpararmos nossa Re­ 
volucão / a de outros países te 
mos que bater palmas 
para ela acrescentou 
O r. Garcia Netv 
apelou ªº" joveus are­ 
nistas no sentido de que 
"a Revolução precisa 
da vitória uas eleições 
de novembro, para fir­ 
mar o regire democrá­ 
ticn. no Brasil''. Voltcu, 
depois, a advertir politico­ 
e Jovens com a interro 
g4ção: "O que será de 
nos se os resultado 
das próximas eleiçõe;; 
forem aesfavoráveis? Prt­ 
Cisamos dessa vitória p;e 
Ta não retroagirmos no 
tempo". 
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Posse n'o '1:7176 
llr11ucrcnle:• l'rrfeitura 
Muni<-ipal de Ueln Viela 
Hequ,~r1dn:• Direloriu cln 
n. IIMpitnlur <le Beln ' i,1:1 
S,•ntençn;• 
Vi,to, e11•, 
A l'rcíei1uru l111nici1ml 
tle Bela Vista ingressou em 
Jui1,o com pedido dt" emi••ilo 
de Posse do patrimonio rio 
llo.pitnl S. 'ic,·nte rle !'nulo 
contra o Beneficenciu llo•· 
pitnlnr de llelu Vistu, 1111 
l
,e,rnu tio ;eu repn·,entunll• 
t':,tnl. ult'f,!UUdo no <'onteíulo 
rio perlirlo inicial que o po• 
rler Exccuti, o Municipal en­ 
campou por intcrt'"'t' público 
o Ilospllal S. Vit·,·nte rlc 
Paulo pelu 1.-i iluniripnl wo 
<•19175, •uncionurlo cm 1,1 ele 
Nme,nbro de 1975, hem t·o• 
TIIO que t'lll JS de fevereiro 
,!e 1976 promoveu uma 11011• 
íicnçio j11dici11l u llenclicen• 
cin Ho,pitnlar II í_im de que 
no prazo ,lc ;!O •trinta• drns 
IRIBUIIA DA fROlmlRA 
Fundado cm 
Redator -Chefe • J11r1lcl,, /J,·r;ir,1 
44
ii; opiniões emitidos nos nrtigott R!-l~inados nào 
rcprc~cmnm o pomo de vista do jornnl, podendo até ser 
contrários u cst,·. A• opiniiies do Jomnl. nchnm· se expressa, 
nos Editornis e no!-1 comentários não n.;j;inuclu~" 
THIBU1 A DA FHONTEIHA é uma publicação da E111pre,n 
Gráfico Trihuno do l"ronlrirn. 
m. ir. ouoms tClll-ll l!SCI. [SI. llnll1ll-l 
Assinatura Anual 
llcln Vi.iu 
Dcmuis ~lunicipios 
Hcdoçào, Administrnç:o e 
Caxias s/n- llelo Vis111 
2.5 I 02 I 12 
CrS 100,0<l 
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1- 
2- 
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Domingo: 30 de mayo Estadio Parroquial 
11 hs. - Servicio de Cantma 
Adhesión: 20,00 Crs. 
fizesse entrega à municipali 
rlurle <lo patrimônio ,Jo n·Í<' 
rido Hospital. Pede finalmn 
te uo Poder Jurlit-ií,rio II d· 
111ç3o riu Dirr1oriu riu Brnr• 
íiciencia llo,pitalur 11u pe• 
rn:1 de ""ª prr,id•nlt' parn 
demitir-se da posse do pu• 
trimonio hospi1.11lur. 
Juntou u l'rt'Ít'Íturu ;lu 
nicipal º" clocu111e11tos rle 
n~ os fü<JUC 21. Dc,·idumrntl" 
citudn o Beneíicrnriu llo• 
pitolnr conleFlou a oçào (fl,. 
ó usque 33). impugnando o 
yufor <lodo a cau•n (em nprn 
rn) e juntando os documentos 
,le íls. 3-1 usque 3!1. 
,ncxou o, fb. 39 pedido t'/ fun 
ciumento no nrt. S·odo mo Es• 
tututo Prore,rnol Civil pn~ 
nando pela ileµolidncle ria 
Direturiu d a Oeneficrncio 
llo,pitnlnr e juntando os do­ 
cumentos de íls. ,IOl-15. , 
resposta foi oíerrcidu as rt,. 
47. 
O represrntnntl' do Mi­ 
nistério Público maniíestou-se 
os rt,. 51 opinando pda im• 
proc,•dencin da nçilo por íoltn 
de amparo 1.-,:ul. 
f: o relutorio. 
l'u»o o ,1.-ciclir. 
través d n prrsenlt: 
Açilo de (mi.silo d.- l'o,,e 
pretende a l'rdciturn Muni 
cipnl de B.-lo Vi,1n n encnm• 
paçilo cio llospirnl . Vicen 
te de !'nulo nmpururlo no lei 
iluni.-ipnl ,n, 6-19'7.:; que 
nulorizou es.u finalidade. 
Está claro, que a Prdci 
tura Municipal de Bel is 
tn pretende rum o amparo 
nu lei llunicipa.1 incoq>flrnr 
o patrimonio rio llospitnl S. 
"icente de Pr,ulo no ;lunici 
pio fugin<lo da fora legal pro 
prin de interwnçllo do poder 
publico na propric:lndt• prirnrla. 
A Ucneficcnciu llo,pi1alnr 
de Oela Vistn (· u 1110 pe,rnn 
jurídica, com disposição es 
tatuário (fl,. .Jj] e rle»u for 
ma sómente poderá er des 
pojada do seu patrimonio 
através dos mreios legais ade 
qundos. 
Ensina o insigne tratadista 
ndministruti'o, Hdy Lopes 
Meireles <JUC n i111cn·enç,o 
do Poder Público nn pruprie 
dade privada pode dar-se 
utmn:s rlos se;:u1ntes 1ne10§ 
e•>eclficos a saber, a desapro 
pnação o u expropriação, a 
requisição, a servidão admi 
ni8trntivn e n ocupaçao tem 
poraria (Direito administra 
tivo Bnmlerro • Ed,çuo 1966 
p. 492). 
Portanto, trot11n1lo••e a 
Bcncficencia Hospit:ila.r de 
Bela Vista de pessoa juddi 
ea nao poderia o poder pú 
blieo Municipal encampar o 
patrimonio dessa instituição 
de saúde não ser empre 
,;ando o meio esp.,c(fico legal 
prlíprio. u .,.1,..,, a1ra,h d,· u 
ão de desapropriação ou pro 
pria,~o ,1.-po-iwnrlo 1111 pro 
eeo propriatóri u alor 
,rnal do imóvel para irnitir 
na per. 
cessario, tambem a- 
crescentar qur a ação de lmis 
são de Possr na istemática 
do atual Código de Procro 
Ch·il. uãn rxr'-tt' de forra 
au1t,110111a. 
Sulit"ntou, rnuiro hrrn o 
douto advogado da ré di 
ferença existente entre a t"ll<·:1111 
pação e a clc,apropriaç11o. :'>a 
encampacão o poder públi,·o. 
upodern·•C dt' ,en iço• públiro 
o b j ., to d e ,·on,·e-,:lo 
anterior, existindo por cun 
t-(":!Uinte um ,í,a·ufo f'ntn· u 
poder público e o concesá 
rio (contrato). 'u t"n<·:.1111p:H;ão 
o Poder Público apodaa·-~ 
do bem objeto ,la roncr:-siu 
:intt'S ,lo térininn do contrato 
n:lo constiluindu dt'i:i-a forma 
meio de intervenção do poder 
público nu prupricdarle pri,•n,la. 
Nn ,-nr-ampaçào o lwm 
é de nnlurt'Za púhliro. ron 
Ct'<lido no particular atra,f,­ 
do contrato. 
l'ortnnto. f.t"ndo a Bene 
ficellCia lJo~pitafar pt>t-'-Oll 
juridiea. privacl~ diriJ!.Í<la pur 
uma cliretorin e regjdu pur 
desposições estatutários, vão 
pode o poder público muni 
cipul ,ular-,c do instituto ria 
en<.·nmpnçãu. mas J,,.irn cln rle~a 
proprinçã11 para opoclnar·•e 
do pntri111011io da Ucneficen 
eia llospi1alur de Bela Vista 
a-im rendo, a Prefei 
tura Municipal dt" Bda vista 
não 1cm o rlir.-ito da açàu 
porqut." inexi,:,-1~ o direito n 
enc:unpnçüo, Ensina Teixei 
ra Freitas que "nua acepção ú 
nicn do térmo, .açiin é o mt'Ín 
de algurem fazer r-m juizo de:: 
dirdto (CorH-olitfaç:jo da_,. Jri~ 
civis pag. 16). Preleciona a 
redo no ::.r-u lnctituziont' di 
l'roC1.·<lura Ci, il <pie .. ,odn n 
açào prc,upõe n exi-tenria de 
um direito e a violaç.ào d,, 
.nesmo." O que legitima a 
ação no dizer de Eduardo G. 
Conture (fundamentos cio 
Direito l'ror.t":-,-ual CióL t! o 
poder juridico que tem 1orlo 
o 1-ujcito de aprcjõ.e:ntar•·5r- aos 
órgão jurisdicionais p/ recla 
mar-lhes a ,-a11::::foç.ilo dr uma 
pretensão. 
• Ensina Joã:, ~lontciro 
teorio do Processo Civil "que 
J.nlC!'J de invocar o offrjo do 
Juiz pnra que s afirma n 
existeneia de uma relação de 
direito contestada ou simples 
mente a.meaçnd:i a,-e.riguar O!l 
fundnmentns da ,un pretcn 
Eoào, o vcrtl3deii-c Cl'copo da 
ação a intcntar•:c., os pressu 
poato.1l e requisitos de sua 
admis.ibilidnde." 
Assim sendo, tres requi 
.. jfo.., ,.,'io ,u-c,~ ..... arin, pari, u 
exercicio do direito de aça», 
a abr a possibilidade juri 
dica do pedido, legitimicio 
ud causam" e o interesse «de 
a;,:jr, Jnr_xi .. lintlo .. p1,,l1p.1rr <lo• 
rlmento- acima mencionado+ 
inexiste o direito de ação 
o cao em tela, a Prefeitura 
.lunicipnl ri.- 11'. não lt'm rt 
pu--ibilirla,I,· juritli,·a do pe 
dido, eis que a encampe+o 
11ilo f dr-apropri,u:.Ju ,,u,.. ,. 
a forma legal iuoe.a 
para o ao ri«t,te. 'ida 
que a preào n ,lllljJolC;:1o 
~,·ja u--ada <:0111'1 ... i11uni111.1 
de <f,. .. aproprÍut;Jo. H'tn a 11Jr 
lhor teia jurídica. hurra 
►t·mprt.. a ru·t't',.,idndr tia ju..; 
ta prévia indenização em 
dinheiro prevista em canune 
nt1J .. ti1ucional para a :!nn,rth 
do direito de propie«d+de. 
Qu:.snln a al,•:,..JU;lo tpu· 
n Diretoria Ja IJ,·r1t•fit·t'JH"Ía 
llo,pitular ri~ B.-fu  r<la (íl•. 
39) é ilegal a ua con-titui 
çlo atual pela inobservania 
<lo:: <le,-JH•--ici, cH ,..►lntuáriu .. 
tal fato encontra·+e articulado 
na P's'ª ,.,.,il,ulur •fk 0·1 .. 
Pn·lac-iona o artigo 29 ,lo 
Codigo de Proee-o tivil que 
(JUBtufo o autor houver omi 
tido na petição inicial pedido 
que JI,-, er.t lfrilo four, •Ó 
por ução di-tinta poderá for 
noulá ln. 
J ... ro Pº"'º• dou pr-la 
carência do Direito de ação 
pela ausencia da pu ... •iiLilicfud~ 
juridit.--a do pedido e conclerío 
a l',d .. ituru )funi,·iual ,J., 
Uela · i:-t.a na!l t·u.-tu· .. prort•.., 
l"Uai.r n honorário~ eh• :uh o 
gado que arhí1ru t'III CrS 
.000,0o ·cinco mil cruzeiros 
nos trrmo do arL 1:0. p.ar-.í 
grafo # do código de Hoce 
o Civil. Nos termos do art 
475 inciso II do Código de 
Processo iíl recorro de 0fiei 
o para o Egrégio Tribunal de 
Ju,tiç:1 d o t-tado de .tT. 
l'.IU 
B. Vi-tn O(V05176 
O. 'aher Jo,é H. Conlrt'r.t 
Juiz de Oi1ei1o 
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Bela Vista Mato Grosso

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••• 
Pedro Pedreira 
"A Idéias complexas estio construidas 
snhre idi•lnK muito simples. Estas ão o resulta 
do tlc impressões, frutos das nossas experiências' 
lilavld l111mt•) 
l IBUNll DI FRITEIRA 
"Ürgilo ludepeudenLe à :erviço da 
,'no V - Rel:l Vista - ;1IT. - :10 lú 7(i - Nº '.!I'..! 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$' 2.00 
ct. 
"lhrnt 11olid11 11110 1-1i proilw; 110 máximo, coa 
xeue-se limitur sua circulação", (Dines) 
------~>::lrJi: _ 
O presidente dn l'àmnra ~!u1ilt:lp11l. Pedro Pul­ 
mi,.rl. r"Cl'hru rio pre,;itltrnte <ln 'l'ELE.,1.1', Dr. 
Gui.to Fregopanl, comunicuçlo prorrogando u ins 
tal«go dos .ele[ones interurbanos em [eh Vista 
Surdo Fregnpui... razões alheias t nossa Vou4 
de, tais como utras das foreeedores contruta'os 
par lo necimento tos equipamentos destinados d 
um;lição !os serviços nessu loclilde, tivemos 
que elstecer um: pouco o nosso cronograma U 
is!leão, o que dever es!ar corchuido nos pró 
ximo,; (iO (tlt'l'Sl'nla) 1!1:11-·· 
Em 11oss11 cidade o C,,mnndunte Hélio d<.' f'aH 
trn Pinto. visitando fumilires e revendo os umlge> 
l lOilS ViudaH. 
Poder Judiciário - Comarca de Jardim - Cartório do 2.0 Of icío 
-------~}tfü',J _ 
T;{[UNA estará r0sente as festividades c 
n:1•mor,1ti,as do ... luLileu <ln Pr;1ta l!o Holury Cluh. 
O eredor Afonso Dilon Nunes Leite (roto) 
e' programando u suu enumpanha para a reelel 
g;o à Camara de Vereadores. O conhecido homem 
público reune condições ptu "guhut os votos e 
,·.-::~urins ao Jlll"llrlr> (.RE:-1, r· sir, pa:uvnu, c.le e­ 
)l'll:l',:l<.'S i~aclos n , p.1rtiüo goven,ista. 
r . 
' . 
'• ,, 
' 
. --·" . , } 
'·,s.4 ovneat1rios sgiios recentemente. o 
tu2/;+wvretri to Diretorio da Arena, Nivaldo 
o !artas, é um dos pouees lidere,; que desponta 
wm ~o 1:t>11a1·lo poht1co belavisleuse"' Sua candida 
tur.i a vert>:11lor é Fato Co:i. uma:lo e. re·1lmente 
sua p1·Pt-en(.'a ll C,rnar
1
1 diuamiz::rn os debates em 
• prol. de _ _uma Be,l:l VhH:1 me11•>r. Cum a caudldatu 
1 a de Nivaldo de Barros, recebe os eleito:es bt­ 
lavisiensei:: uma npçüo PO~lTiiA para o cesenvol 
vimento da Pri:?ce:::a do Apu. 
D DE 
O Doutor 'lvlo , pu­ 
recilltJ llarbeta, ,Juiz de 
Direito desta Comarea 
llt' iarrllm. Estado de Ma­ 
to liro,;so. nu forma da 
lei ele ... 
F,tz ;::tlwr. 11 quantos o 
presente editul virem ou 
iele conhecimento tive­ 
rem. que. dos aut0,; mar­ 
gintHlo'> sob nº 34 7H, Je 
execução de devedor 
s·>l'eute. en, curso por 
este .Juizo e Cartório do 
:!.11 Oficio. que ute111:encto 
a certidüo informatiYa 
cio Uíiciul de ,Justiça, 
que afirma estar a cilan­ 
ria POI lugar incerto e 
nãu sabido e 11 provoca­ 
ção cio credur Juiro ;1lo- 
1·etlini. tci ... xpedirlo o 
presente edital que sera 
afixado na sede ri este 
Juiz!) e puhlicndo na lm­ 
prs11sa Oficial, com o 
pruz<• de trinta dins. Ci 
la e Intima a Sra. Emili- 
a o'l Romeiro. da ação 
<le execução bem cumo 
•l<,· auto oe arresto e. cte­ 
posito º" ri,: 11. através 
do qual foi concri tndo 
o seguhte imo,·el... 
u;n lute de tene110 urba­ 
no sn, medindo o dito 
lote :lO:dO. com todas 
as benfeitorias existeutes 
t>rtl avaliuciio prévia, li­ 
mitando-se au norte com 
a uv. Presidente Varga,;; 
ao oeste cum terras de 
Arlindo F. Ribeiro; a les­ 
te com terras de Auisi-> 
Pereira da Silva e ao 
sul com quem de direito 
situado em Guia Lopes 
da Laguna, devidamente 
tmnscrito no Registro de 
!moveis desta Comarca 
sob 1242, às folhas 61, 
do livro 3-A e de confor: 
midade com o despacho 
- 
nçno 
li 
(:Xagerado pelo MM Juiz 
de Uírl.!ito de~ta Comar­ 
ca. às rrs 1(jvº, do .~t-gul11- 
te teor: Cite-se a devedo­ 
ra com prazo de 30 dias, 
• lntlrnaudo-a do &rresto 
ele fls. ,J.180-líCi. (a) Sílvio 
Apureciclo Barbeta, Juz 
rle Dirt-ito. O que Se Cum­ 
pra N 11 Form>1 Da Lei­ 
Dado e passado nei-ta 
cidade e Comarca de 
,rartllm. Estado de Mato 
Grosso, uo Cartório do 
:l" OfJ. . iO'l vlul.P. e nove 
e dias do me1:1 de abril 
ce mil novecentos e e­ 
tenta e se!K. Eu, Elrler 
Pereira Correu. Escre­ 
vente do Civil, o rtatilo­ 
grafei. conferí, subscrevo 
e ª" !no. 
Dr. Sílvio Aparecido Bar­ 
bela .Jmz de Direito 
f DijTAL DE PROTESTOS 
Cartório do J.o Oficio 
Eu. Jo- Avelino e il­ 
a, Oficial do legistro de 
Imóveis e Protesto desta ci­ 
dde e Comarca de Bela Vis 
ta, do E-tado de lt., na For 
ma da Lei etc ••• 
Faço ~raber uo:i qnt'" o 
prt·:--t.·nte! t"'dital vin:rn ou tlt·­ 
le tiverem conhecimento 
que se encontram em cartó­ 
rio. à rua C,ro,,el Dia,. 9-18. 
neta cidade. para protestos 
por_ falto tlc~ pa;::ameuto t'/ou 
aceite os guintes titulos 
1- apresentadt>s pe­ 
lo B:iuc,, do Hras1l 'IA. 
,- Oupli,·ata n'<> 01179176-), 
no valor de Cri,o0o.o 
vencida em 26+!/7 emitida 
p e l a íiru,J: l,ul. r Com· 
,lc: Tol•lo, H1nn Ltda .. contra 
u Sr. Ucisy lc:ry Corra e­ 
nha. 
B- Dup!irala ,,.,. ~91/7S. no 
, nlor _ <l~ CrS27.n lo.110.. , .:nc .. 
cm 15/3/76, emitida pela fir 
ma Com. <le :llaqu.ina, ,. lm 
plemcnto~ Uouradc:n:-c Lula· 
conlnl Sr. Jo,é Scberer. 
2- Apresentada e e­ 
mitidl' pela firma Gu..L­ 
vlra Ltda. 
A- Duplicalll n·o o87/i5. 
,·enc. cm 21-02-76, valor CrS 
Z_?.llo,uo, contra Ri<·h:ir:!L 
Kunl Balko. 
3- Apresentada pe­ 
lo Banco Itaú S.A. 
A- Nota Promissória d o 
contr:ito A u t o b n n k n·o 
5.=i2o l 6f10008. , encida e m 
,.:i-o:-76, no valor de CrS 
8.515.50 emitida à favor da 
Cia. ilaÚ d.- Jn,·e,timentu, 
<:rétlito e Financiamento. con 
lm Nd,nn Ormay. 
4- Aprese1Jtado e 
Emitido por Casa de 
)lv6eis Progresso. 
A- Dupl. ll'O o3/i6-3. ,enc. 
em I l/oJf'i6. no , alor de CrS 
:loo .. oo, contra. Alexandrina 
d.a Hucha. 
. E pur ta ,ido impoi'• 
sn•el enconlrar o~ Jc:,edort:, 
ou ,eu,; _Para<leiro-. pelt. prc­ 
Ft'lltc rclitul que: tter.1 afixudo 
n~ Loc:11 de co,tume e pu· 
blicado pela imprensa local 
intimo-1!" pJ..ra_ pa.gnrem a im 
portancia devida ou darem 
ns razões de ~ua recusa e no 
meEmo tempo.., ná falta de 
pagamento ou compnrecina·n 
to, noufico-o& do. ~ompttt"'nu· 
prolc>to no prazo legal. 
. Prazo <le- 3 dias a con· 
t.ar da publica:ã'<k _, 
Bela Vista-M!t, 27 de jan. 1976. 
O Ofinul do Hegistro de Pr 
lt:=-lOit. 
j 
I • !D-~ lRIDL BELB VISTI 
Nasce:mos para servir e crescer 	• 
MadeirCI de toda a especie (Peroba Jatobá: !Pê et ) p 
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Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35