FUNDADOR E DIETOR RESPONSÁVEL- I»ALO PEILH ANO V Redução, Oficinas e Admin!traço Rua Duque 'e Caxias S N ela Vista 3) de l::i<, de JP7fi -------------------------- -- ---·•·. - !::emauárlo li ■ T Culubú -- «Scdimal» AssulT'lu II direoii o do .Serviço de Loterin do Estado de Mato Grosso o sr. José Afonso Por- A solenidade compare­ tocarro, por indicação ram os srs Carlos Jo e uomeução do gover- sé Avelino de Souza 11udor José G,nrcitL elo Vieira, 'ecretario Cbefe "O que temos feito, o que o Governo tem feito - é patrimônio do Partido. ão é patrimô­ nio dos Presidentes da República. É patrimônio nosso como Partido - repito - porque. evdente­ meuto, !!e o Governo não tivesse o Partido, só se poderi11 realizar uma grande e arnpl!i obrn num pais em diti, dura. e realizo mo tudo isso, foi porque o Partido constitui:.: 11. baHe indispen­ sàvel. Como? Atravé dos votos, através do apo io do Legislativo e do apoio popular que e transmite ao Governo. Quanto a essas realiza­ ções, o Partido nio deve ter construngimento em considerar-!'e partícipe. pois elas são também do Partido e não foram usadas adequadamente." "O que o Governo tem feito ne!'ses onze n­ nos vale e. pena ser estudado e bem proclama­ do pelo Brasil afora. Pois é muita coisa. As rea lizações são grandes. Bem levadas ao povo, o povo sentirá a verrlade do que foi feito e perce berá, em meio às suas dHiculdades, o que essas real!zaçõe-< significam. Hú. necessidade de apli­ carmos, no campo político, o pr1ce:;sn comum de avaliação. Sempre que avaliamos alguma coisa, comparamos. ó conseguiremos o sentido de qualquer grandesa através da comparação. Pois bem, nas realizações do Governo, a popnla çilo do Pais tem que comparar. A situac·ilo é ruim? Mas era oior. Logo' o Governo realizou a!­ guma coisa. O povo vai olhar sempre como .era antes, como é boje. Este trabalho comparativo é essencial, Porque se quisermos julgar as coisas no sentido absoluto' estará tudo sempre ruim­ Em qualquer fase da vida do Pais todo o muo. do quer ser rico, e não pode ser; todo o mundo quer ter automóvel, e não pode; todo o mundu quer ter comida à vontade, barata, e não tem. Por isso é preciso comparar. Temos gue compa­ rar para ver se melhorou, ou nilo melhorou. Comparar aqui dentro, no Pais e comparar com o que acontect1 lá fora. Cumpre, também, mos­ trar o que está sendo feito e o que se projeta realizar nos próximos anos." do Gabinete do Gover­ dor, que no uto re­ presentou o Gover,,a­ rlor Garcia eto; Octá- ORE " a questão geral da ação partidária. aiadu há outro ponto que é vital: o da contrapropa­ gaodn, da ação que temos de de euvolver, para DOS opormosrà propaganda que o adverisArio faz. ·sta propaganda, e Upo ição faz uso talvez a eles isso pareça ser licito dois meios que me permito classificar como mitos e mistificoções. Mas temos que de:.mascarar esse mitos e e!'sas mistificoçõeo. Os mitos o principalmente dois: pri!!leiro, o de que a Oposiçil0 aanhou as eleições de 74 üo é verdade. Eu já disse por várias vezes; a Oposição teve êxitos, êxitos mar cates, e até inesperados' tendo relizado, pro­ gressos .sub tanc1a1s, mas a eleição quem ga­ nhou foi a ARENA. oma dos votos proporcio nais, nos diíerentes Estados, é bem favorável à ARENA. A AREMA fez de uovo maioria no Con­ gresso e na maior parte dus Assembléi3s. O vo­ to partidário, em sua maioria, foi dado à ARE­ NA. E nós nunca exploramos devidamente isso­ Entúo, espalha-se o mito: "A Oposição veucPu" .. E baseado nisto, vem o segundo mito: o rte que a Oposição "já ganhou" a eleição de 76, "Como se a ARENA fosse um partido ba1ido lê-se nos jornais, em toda parte, em manchetes. o que normalmente dizem: "A ARENA perdeu". Ora, isto é um mito que visa apenas à mobiliza­ ção psicológica. na crença de que todo mundo gosta de ficar do ludo do veucedor. E esse lado será o nosso. legitimii mente. Vamos ganhar a eleição. Temos que fazer o esforço de destruir este mito, que está sendo instilado como um veneno todo dia. Alguns ór­ gãos de publicidade, cada qual com se~ motivo, estão plantando essa versão no espírito do povo. Vamos lutar contra isto. mostrar que não é ver­ dade. Que não perdemos a eleição de 74 nem vamos perder a de 76." (Do discurso do Presidente Geisel aos Presiden­ tes dos Diretórios Regionais da ARENA, em 22. 10. 75) vlo de Oliveira, SeC'ret. da Fazenda - a quem a Lemat é vinculada cel. Madeira Évora. Secre­ tario d e Segurança, prof. Aecim Tocantins, Presidente do 'i'ribunal de Contas do Estado; prof. Armando Modesto 'ecretario Pu rticular do Governador, e várias outras autorldadeA além :le funcionários do or­ gão. o decorrer du so­ lenldacle, o represeo­ te do Governador do Estado usou da palavra para dar o voto de con­ fiança do Gov. Garcia Neto, bem com:: dese­ jar a Portocarrero uma profícua ádmlnistração à Crente da Lemat. Fa­ lou lambem o sr. Jairo Paes de Barro8, quem responi.iia iutninameu­ te pelo Serviço de Lote rla do Estado. Encerrando a sole­ nidade. o sr .. José Afon­ so Portocarrero que au­ teríormente respondia pela ecretari11 do ~er. público de Aferiçúo ,1e Bens Patrimoniais dos ervidores Públicos Ei-­ taduais disse: ··Quere­ mos externar rte público os nossos agradecrmen­ tos :. Sua Excelencia o governador Garcia ·etc, que nos distinguiu cc,m sua escolha. fato que muito os houra e des­ vanece por propiciar­ nos a oportuuidade de - em escala mais ele­ vada-passarmos a compor a . . . equipe ad ministrativa do seu governo constituida de pessoas sabida­ mente competentes e que Sua Excclênci:i soube com capacidade administrativa e Lino político forjados nos )on­ ;::os anos de vida pública a serviço do E-tado, escolher e distribuir nos diversos setores de atividades do eu Governo" TRIITOREST - COMERCIO DE MllQUINJlS E IMPLEMENTOS AGRICOLS Adubos TAMOIO e inseticidas - Sementes selecionadas MMiti»a o " Mil N s se Ili i-ta 40r7 Justi(a 'Tendo em vistu os l11mentúveiR aconl.'Cill1l'll lo>- ocorrido;; nu locali· qude de Afonso, no nu­ n!l'ípio de ,1·e11úpolis. lllHÍR [ll'P.Cilmtnenl,', em tíren de tenus onde se ucha localizada "Fa­ zenda União" e que cu! mlnamm com a morte de SEVERINO SOARES DE OLIVEmA. vlllma de homieidl, burbaramente perpetrado por posseiros e ou ivasores uli insta­ ladns, n Secrcilu!'ia ,!e Segurança Pübhena deter minou a insturuçio de Borraclrnriu - Lubrificantes Diei;el Gasolina ,nexo: I ,a nchonete A venida Visconde de Tauny Esquina Flori, .:o l'dxoto Pt·rto do U.11u·o .lo Hra:-il Guia Lopes da Laguna l t. de Theobaldo Amaral Lava:!<'111 • Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - L3alanccamcnto de Rodas Ruu Conde do Porto ,legre s n !lel:I 'ista '.iuto Grosso lnquórtlo, logo iniciado pelo Diretor riu Delega­ cia Geral de Polícia Ci­ vil, que se deslocou pa­ ra a reglüu ucimu meu­ cionucla e lá, upós lubo­ rioso trabalho, tomou co nhecimE:nto da origem dos fatos e, inclusive. determinou a prisão de vtírio:- P(emento8 envol­ vidos no crlme que. em­ br ... nhadr,s na !Tlata e in suflados por terceiros, buscavam, na violencia e no desrespeito às nor­ ma legais, fazer prevu­ lecer supostos direitos. uo arrepio du Lei e da Justiça. Dentre UR pessoui­ dcti:lns - exutamPnle no local em que o delito fo ra covardemeule perpe­ trado nu pessoa de SE­ VERl,NO ~OARE DE OLIVElRA -. encontra vu . se um cidadão que, pes­ teriormeilte, iden tHicou­ se como sendo .J oüo Kauing e que. na quali­ dade de ·•Irmão", perten ce à Preluzir, de Diaman tino. Este, sem que ra­ zão pluusivP! existisi;:e para justificar u SU'l pre sença naquele inidóneo umblenle, vd<• a ser con cluzido para a Delegacia de Policia de Nortelan­ dla ja que. ao i,er ali encontrado, não portava nenhum documento que pudesse sequer IJenti­ fica-lo. Apesar das indignas atitudes assumidaM por quera desu calava os -,:;a­ gradoo preceitos morais e sociais, o preso:< me­ receram de parle oo De legudo Geral tratamento condigno e humano. Sobre a agre3ão que ,Joüo Kauling diz ba ver i;c,[rido. providencias enérgicas serão tomadas a fim de apurar respou­ sabilidade,;, pois contra­ riam orientaç[o •lo Go­ verno atos que firam a dignidade da pes oa hu­ mnaa. Acresca-se. ainda, a círcunstància ne que, so bre a área antes tspeci­ ficada; medida ju1icial µo ~essória trumita no ,Juízo Civil da Comarca de Diam'lnfino e que ro tineiro é o de respeito que caracteriza atitu- de dos poRseiros e, 011 luvu orei; que, acredita­ rnoi,, inrluenciatlo8 por elemeatof' desavlsadot1 e carentes de sadios idea!M tumultuam, não só o ;1nclameato do feito como, tambem, a paz. e tranquilidade públicas, atitude mullo comum àqueles que procuram Rubverter a ordem e ai; insti!uíçõell uacionali-. Flnalrueute, fica o al .. rta rle que a ecreta riu de Segurança Públi­ ca de Mato Grosso, fiel aos sagrados dispositi­ vos legai , permanecerá iutranslgente na defesa r!e lidimos direito e in­ teresses, cumprindo, ou­ trossim, os ditames in­ flexív.-is determinados pelo Poder Públ!co que representa. SC'cretaria de Segu­ rança Pública. em Cuia· bá. 13 de maio de 19íG. (µ)_ ALOYSIO iJADEIRA E· ORA- Secretário de 't:gurauça Pública. O ponto de encontro da Sociedade murtinhense Rua Dr. Correa 562 Porto J!urtinho :lato Grosso Venda mais seus produtos anun ciando na ··Tribu na da Fronteira" Façam Seus 4 2MI A € Zs ssyl Pedidos na: E CALENDÁRIOS 7.l D3 1977 1f[ ulià 2; % Bodoqu~na" . km 54 - Rodovia Jardim _ Porto M r h "Uma Empr~sa que acredita no Sudoeste e no Novo Mat • G ur m O · 0 rosso" Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado d H t l O. o o e Ilente) Cx. Postal 8 "Produtor bela Vi.ta M 30/05/76 EDITAL ---------------- --· Estado de Mato Grosso - Poder Judiciário -- tomara de Jardim Carlorio do 2.o Oficio Edital de Intimação do Esp. de LucU.io Ernesto Grubert e futuros interessados O Dr. Walter José 1:odrlgues Contrera, ,Ju- 11, de Direito em substt­ alço legal, u esta Co­ arca de Jardim, Est. de Mato Grosso, na for­ ma da Lei ele . Faz Saber, a quun tos o presente edital virem ou ,tele conheci­ mento tiverem, que nos autos do Protesto Judi­ cial contra Allne11ção de Bens, marginado sob n·o Hi/76, em curso por este julzo e .Cartório do 29 oficio, em que figu­ ram como suplicantes Garibalde Ernesto Gru­ bert, Aurora Coirnbra Grubert, Osvaldo Coim­ bra Grubert, Ernestinu Aparecida Gla nsante Grubert, Antonio Luiz Coimbra Gruberl, e Ell­ zabeth Sllveirn Falcão Grubert, 1:1 supllcudos o Esp. de Lucidio Ernesto Grubert, que conslote em Rosalina Penha Gru­ bert, Eulanda Grubert llurbosa, Henriquti Bar­ bosa, Zilda Grubert ria Silva Guilherme da Sil v a, G u m e r e i n d o Euclides, José e Aristi­ des da Cunbn Grubc-rt, Helena Grubert Chave e Lavrador Gomes Cha­ ves, que enten'1endo o que lhe foi requerido pelos suolicantes, INTI­ MA os suplicados para responderem aos termos da referida açil o e rle acordo com 11 petição inicial e respectivo des­ pacho, a Sl'lguir tn.as­ critos: Exmo Sr. Doutor Juiz de Direito da Co­ marca d e Jardlm-Mt. Garlbaldt> Eraesto Gru­ bert e Aurora Coimbra Grubert, brasileiro~. cu­ sados entre si, ele pe­ cuarista, ela do lar, re­ sidentes e domiciliados à Rua·Ten. Eroane de Gusmão, em Jardim-ilt; Osvaldo Coimbra Gru­ bert e Ernestlna Apa­ recida G. Grubert, bra­ sileiros, cai::ados entre si, ele pecuarista, ela do lar, residentes à Rua Ten. Bernardes, em Jar­ dlm-Mt; Antonio Luiz ·Coimbra GruberL e Eli­ zabeth Silveira Falcão Gruber.t, brasilelroP, ca­ sados entre si, tilP aca- dêmko d~ lledlclna, ela do lar, residentes e do mciliados em Cumpo Grande-Mt, por seu ad­ vogado que esta subs­ creve, (mandatos anexos, doct1. 1, 2 e 3), vem a presença de V. Exa., para requerer um Pro­ testo .Judicial Contru A­ llenaçllo de Bens obser• vactas u8 normus do arllgo 867 e seguintes do Código de ProcAsso Civil, contra o Espólio de Lucídlo Ernesto Gru­ bart, cujo inventário tra mita por esta Conmrca «Cartório do 1° Oficio», nu pessoa la Inventa­ riante e Contru Rosalina da Penha ürubert, bra­ sileira, viúvnu, proprieta­ rla, resHleuLo em Guia Lopr.s da Luguna-Mt, à Av. Visconde de 'l'aunul e tambem contra os her delros do referido espó­ lio: Eulanda Grubert Barbosa e e8poso Hen­ rique Barbosu, brasilei­ ro8, casados entre si, Pia do lar, ele pecuaris­ ta, residentes na Fazen­ da «Massaróca, nesta Comarca; Zilba GrulJert da '!lva e o esposo Guilherme da ilva, bra silelros, casados entre si, elu do lar, ele pe­ cuarista, reaideotes neste cidade; Gumercindo, Eu­ clides, José e Aristides da Cunha Grubert, to­ dos brasileiros, maiores, incupazes, resitentes nflst11. Comarca, represen lados pela sua Curadora Eulancta Grubert Barbo­ sa , residente no ende­ reço supra citado; He­ loua Grubert Chaves e esposo Lavrador Gomes Chaves, brasileiros, ca­ sados entre si, ela do lur, ele pecuarista, resi­ dente em Guia Lopes da Laguna-Mt, tendo em vista o que passu a ex­ por: 1%)- Os F A TO S. Os suplicantes pro­ puseram contra o espó­ lio de Lucídio Ernesto Grubert, Rosaliaa da Penha Grubert, Eur:lldes José da Cunha Grubert, cujo feito encontra-se em trll.mHI pelo Cartó­ rio do 2-~ OHclo desta Comarca, uma Ação De­ claratória Cumulada Com Perdns e Danos (doe. 4), que, se houver pronuoolamento do or­ gão jurisdicional declà. rando uulo os atos so bre os quis e pede pronunciamento, haverá danos de elevada monta u ser em res84reidos pe­ los réus; 2)- Os danos e perdas u serem resar cidos ao8 AA, cu8o e­ ju denhtrttclo nulo os atos prutlc11dos peloH Incapazes. versam sobre umu gleba de terras com a area de 2.000 hectares e melrof.l (duas mil hectares). 3· 0 )- Suce de flntretnnto, qu':3 uo lnvrntârio do lalt,cicto Lucldio Ernesto Grubert acha-se em fase de ho­ mologação de partilha ou. já decorrendo o pro. zo da entença homolo gutória dti partilha, e os herdeiros do "de cu­ ju ". de µosse cios bens adquiridos poderão v en­ der os di 1.os bens e dei­ xar os AA. sem qual­ quer garantia pelos da­ nos ::rlundo ria decre­ tuçàu de nulidade do uto. sendo que o valor. da ação proposta pelos a u t o r e s é de CrS 4.0C0.000,00 ( quatro mi· !hões tie cruzeiros). o que justifica plenamente a pretensão dos autores em requerer u presente medida. O direito con­ sidera o fraude contra credores um ato passí­ vel de anulação, e. em­ bora tenham sidos os réus citados validurnen­ te e por isso o Juizo tornou-e prevento, in­ duz litispendência e fez a coisa litigiosa, os pe­ ticionários a fim de pro­ ver à conservação fl ressalva ,1e seus diri cieleta velhu. Era büo em burra, ainda não e­ xistla i;aMo l'-111 pó. Co nhecln u cl atlolesreute, il'l'c•primível e impl'tum,o. lllui;: hcou, como se diz, entre a cruz e a rspada, clesron fiando que :quilo estava fadado a um destes ca s•,s amargos em que e, amor já 111-u,ce morto. Vidrado na garota por quem se upuixonou de estalo", passou a alime:1tal" no subcons ciente uma espécie de esperança morta, um so nho C'U<:i. P.mboi-a se lhe afigurasse irrealizável. o embevecia e nrra luva. A meninn era rica ... ele. paupérrimo. Mesmo s si;na, pelo smm, pelo não, deu pura espera-la na sida de seu colégio, es condido por entre 110S truucos de taquara. 11a avenida qu,i ncavu em rrente ao colégio da eli te, o Colégio dus Irmãs ... estabelecimento dirigido por freiras, já se vê. Quando uvi lava Lúcia entn, dezenas de ou tras clegiuis, todns cnm O llH!filll(J •111irorme, titlU coruçno Rú falta vu sltar do peito, fl cavu puls1111clo mulH nce lerado. Refeito do usto (à slmplc>1, preseuça da moça). pennunccin por minuto:; o polJ1e tupazl nho como que sut.pensu cio cht1o. Numa dessas tardes, quando ela, depois de uma pruva mui sucedlrla deixava a escola sôzi ha, Paulinho a seguiu por algum tempo, e, af!i to, tremulo, t'i1co,m1u: - Oi. Lúcln! (t-e11tiu um gosto de sungue e umu tontura violenta) - (Ji..Con,o é me3mo seu nome? (recorrlou-se de que foram apresen 1i:.<1os uu Festu de :São João). - Paulo. Mas podem e chumur de Pauliuho. Eu queria te dizer uma coi su ... - Pode falar. - Vamos sent·tr na quele banco ali, só um minutinho, t? Tá -- Olha. LúP.ia: desde o dia em que te coube ci. nuquela l'eslini.Ju Je São J o:io, uüo pensei mais em outra coisa. a não ser em ti. Niio te e· queco um :;ó instnnte. Tvdas dS noitt!S, quando vou' para o meu colégio. passo em frente à tua casa. e :!li fico um tem po enorme, na espemc cu de l• ver ao menos por um instante. Quando ti' vejo, fieo feliz. Quan­ do não te vejo. pros i g,,. vou-me embom. E uiio aprende mais nada. eu que era o !Delhor alu no da classe... porque o professor está falando numa coisa e !'U pensan do em outra, que és tu ... Quero que saibas que eu ti' amo com todas as forcas do meu coração ... Ou porque a cantuca, ia gênua E> sincera. fosse dose para elefante, ou mesmo pelo ch,,que do inesperado. Lúcia levan tou-se automáttcameute l'ltuu o rapaz ali apar vulhado bem dentro dos olhos. Apertou os livros que trazia de eucoutro uo peito... e ufastou-se Hem <.llzer uma só pula vra. Paulo J'icc,u P.Rlátlco exlrem..ttnE>ntc humilha ·lo. Naquela noite o jo vem proletário experl mentou, clehaixo de uma fossa tremcuda, pensun cio mil e uma colsats, o seu prlmelrc> porre ( de cucbuçu mesmo. como convém a um pobre a­ paixonado). Dias depois, por aca so, houve um reencontro Neste inlerlm Lúcia teve tempo ele rer:etir. Nada dinse a ringuém. Come çu a uchá-Io audacioso e "apresentado". Depois, concluiu que ele era muito <.lo peitudo. Por l'im, ·em (-osquecer ap pa lavras rio moço, pus.sou a admirá-lo por sua sin­ ceridade. Foi indo, foi iurio gamou também. Ela mesma orovoco11 o en contro de que estou fu Janelo aqui: mandou um bilhetinho para a fábrica <.le sabão, isto é, para Paulo, r.a fábrica em que trabalhava come vendedor ambulante. Fi­ cou estabelecido que o namoro Eeria "só ele o­ lhar". porque a distanda social entre os da noilu. Até que cm dia, ela o ebumou, à Fale.la do CcMglo: Paulinho, quauclo você tiver de taman os, fedendo a sabão e !'Uor, não se aproxime de mim. Minhas colegas l'lcurüo ralun<.lo de mim! Está certo, meu amor. Eu aceito nosso amor. Eu aceito 1osso numoro assira mesmo! , mor. não. Lem bre-se que você é que me ama. Eu upenus o tolero. entende'? Nunca mais se en contraram. :-:uas mão1-1 jamais se tocaram, nem mesmo pa:a " úllirno adeus, quarrrlo o rapaz partiu para o Rio de Ja neiro, em busca, já não digo de melhores clias. mas de dias menos a margus. Em 1968 o Dr. Pau lo Silveira, como profe or de Dit-eito Jnternacio nal Priva<.lo d a tradicio oal Faculdade de Direito do Recife, compareceu à solenidade de formatu ra de uma turma da Es­ cola ;;perior de Eofer magem, na qualidade de representante do Magní fico Reitor da Universi dade Federal. Era uma noite cálida de verão. Após a solenidade, hou e um coquetel. 0 professa, foi então solicitado por um gar on a ir a uma sa!inhi.a ondo se t'ncontnnum rrl'":-- icru:ins de ca ridades. Ursa delas depois de pedi-lo para -entar. falou: Doutor, o senhor não está mt- recortl:1ndo'! - O pro fe ssor pensou. franslu o cenbo. filou a freirn bem dentro dos olhos e disse, Sinceramente, fr­ manziuha, IH1o lll(;l lem­ bro da 1,•rnhoru. E fácil compn·ender, traio com muita, pessoas, Inclusi­ ve com religlosaR assim, em face ria ulta enverga <.lura do cargo que de sempenho n,, magistério 1mpnlor. Perdôe-me ... náQ sou bom fisíonomls ta.. . - Sou a irmã Tern sinha ele ,JesuR, das Car- melitas. O senhor ainda se recorda de Lú­ cia, aquela moça <.le Te­ resina, que estudava no Colégio das Irmãs?... sou eu. Pout!us nnos ap6A sua saica de lá. para o Rio de ,Janeiro, eu entrei para o conveuto ... o senhor jé casou? - ,Já. Tenho quatro filhos. Por causa de vo cê. Lúcia, eu nunca rnai.s voltei à minha terra. Dr. Paulo Silveira, que há muito não bebia, saiu dali, entrou num bar e pediu uma g>1rrafa rie ui que. Deixou o bar lá pela três hora du madrugad2, cruzando as ruas solitárias em zi­ guezague. Percorreu ou tras ruas mais vazias e siltncic,,:;as. Chegou ao seu Juxouso apartamen te, chamando gato com padre e tomando benção a cachorro. DR. FIOR! MURg!I@ M.'ÉDICO tende pelo LNPS e IPEMAT flor.írios: .lunhã Hospital 13;00 - 16:00 As: Posto de saúde 16:00 - 19:00 h,: Consultório R- 15 de Novembro, 75 - Fone 178 _ Bela 1 1 1 Vista. REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: 1 de Maio 365 Jardim - Mato Grosso l l 1 ela Vi.ta Mt J0/05/76 Prefeitura --- --· --------- PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA DR. JOilCYIR M. Médico • veterinário [IRIO. {A9 .0 I - Iih IiIar ' BHA VISl4 O IEIR& I.IAIO GROSSO + EVERALDO A. ROCHA l,l(OICO - CRU (00 MI Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto Murtinho M. HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO OAll • )IT :183 • CPF 008-295870 Rua 15 de Novembro 177 - ela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda Cirella Cirurgiã - Dentista (CRO-387) Odontopediatria Prótese em geral - Raio X "Consulta com hora marcada" Rua C'el. Juvêncio 225 - Jardim Mt Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 3304: 291 03)10 320312 €0±l10, 328 10 2)2433, %0N? BZQZN)lA. 3»3335 Campo Grande Mato Grosso Dr. Horacio (ardin dos San os Cirurgião RUA DR. 70RIO III1O Dentista u, 25» MAfO GROSSO SEII 5S8EITO FERROE ADVOGADO ESCRITÓRIO Rua 3 de Outubro (Ao lado ela Ciretran) Bela Vista Mato Grosso DR. GIL MARCOS SAUT Advogado ta I. Azanij I.t 03 0.3/1 95 BONIIO - Ml , • ISE TRIIASIO NETO Advogado Escritório: A v. Duque de Caxias, 7 Jardim Mato Grosso lnacio Ciuitte Melges Cirurgião • Dentistc C R O - 126 -- MT Atende-se pelo IJllPS • IPEMAT • IPASE Rua Duque de Caxias - 289 . Jardim - MT. SERRARIA CASTELO Compra de Madeira ' ' . Bruta, Venda de madeira Serrada Antonio João - ilt. De Antonio Remo Penzo ela Vista-Mt., 12 de maio de 1!)íli. O1. n 6/76 - Sec. Adm Do:-Prefeito Municipal do Bela Vifltu. Jo:- Exrno. Sr. Presi­ dente da Camara Muni­ cipul. .i,;r;- Comuulca Sanção de Lei Apraz - me comuni­ car a V. Excb., que foi sancionada pelo Po­ der Executive auieipal a Lei " 653 i, de 12 de maio de 1976, que dispõe sobre a autori­ zuçúo pu1·a firmar con­ venio com a Campanha Nacional de JJimenta­ ção Escolar. Atencio,mmeute Ur. RulJen Albeno A. de Castro Pinto. Prefetro .1luuic1pal. 22± Lei n·º ü:ia•7Ci - De 12 de maio de 1976. "Autoriza o Chefe do Executivo a assinar Convenio com a Cam­ panha Nacional de Ali­ mentação Escolar, para os fins que especifica:.- Faço saber que a Camara Municipal apro­ vou e eu Dr. Huben Al­ berto Abbott de Cas­ tro Pinto, prefeito Muni­ cipal, de Bela Vista, llt saciono a seguinte Lei:- 1'.rt. J·º - P e l a presente fica o Chefe do Executivo Municiai autori .. adv a assinar Convenio com o órgão - da Campanha Nacional de Alirueutação Escolar para execução do Pro­ grama de Educação e Assistencia- Alimentar ao Escolar. de couforrui dade com as cláusulas constantes d o Ajuste Anexo. ArL 2-2 - E s t a Lei entrarà em vigor na. data de na publicação . revogadas as disposi­ ções em contrario. Prefeitura ilunicipal de Helu. Vista-ilT, 11 de maio de 1976. Dr. Ruben Alberto A. de Castro Pinto Prefeito JIunicip_a.1 DOCUMENTO PERDIDO Sebastião Zacarias. extraviou seus âocu­ meutos: Carteira de I­ dentidade, Titulo de E­ leitor e Caderneta de Reservista. Publicação que se faz para obttnção da 2 via. Bela. Vista, maio 1976. 11,·1:i Vi,ra .J()J.:/'io Politica e Cioverno DEMOCRII ÚNICI , G •' ° •. J f ' ' • 5 Cuiabá -"Nilo há centemente, com o Che­ sulda numa ditadura e fe do Governo, revelada temos que fazer tudo pa- durante o 1° :-:irnp6f"io de ra que o país permane- Estudos Polítwos que se ça e melhore o regime realiw nesta Capital. dtmocrót!co que abra- O Governador abriu ú çou". Ê uma afirmação impó lo e disse, ainda do Presidente Geisel re- que "as nossas Forças colhida pelo Governador Armadas não formam de Mato Grosso, Sr. Gat· uma casta social. como eia elo, durante entre- ocorre em outros paf~ ... s vista que manteve, 1·e- o que leva os militares Desenvolvimento de um programa de Vestibular da Rio de Janeiro e da Faculdade de Letras. Procurando incentivar • o jovem esta ári­ d11. regiüo de Estudo que é a do cnmpo da Filoso­ fia Pura, uuda mais será este ncsso pequeno tru bulho senão mostrar as belezas do caminho, num compacto ree:umo, do que. possivelmente depois incPntivudos pela beleza do assunto e o amadu­ recimento dos Idéias e dos Ideais dos Estudantes Beluvistenses, apareçam aqueles que de futuro serão. outros tantos no Brasil, faróis que ilumina­ riio aqueles que os precederem; se tal escope o fim for alcançado rom este meu pobre esforço. me durei por bem pago, de vez que, iniciei sua elaboração nos idos de Dezembro de Hl70 e so­ mente hoje o dou a apreciação dos meus ex alu­ nos e muito queridos jovens. Isto posto, vamos ao assunto, in1r.iundo pelos doze cupitulos em resumo de suas purtes e depois o desenvolvimento de cada um deles. 1) Definição, divisão e importancia da Historia da Filosofia. 2) Primeiro Perlodo ela Filosofia Grega: As escolas: Jônica, Pitngóric:u e Eleática: Os 'ofistas. 3) Segundo Periodo da Filosofia Grega· Só­ erntes, Plutào e Aristóteles -!) Terceiro Periodo da Filosefia Grego: Epi­ t·urismo e Neoplatonismo. 5) Filosofia Cristã. Sto. Agostinho. 6) Filosofia Medieval Carater Geral da Es­ colastica. S!!o • Tomás de Aquino. Duns Scoto, Guilherme de Occam e Rogério Ba coo. _7) Fil0sofia iloderno. Descartes Spinosa e Leibniz 8) Espiritismo Inglês. 1- Looke, 2- Berkeley e 3 Hume 9) 1 Kant - A Ulosotia pós-klliunos, 2 Hegel niversidade Federal do Prof. Uicenciado) Stumpf e 3 Schopenhnuser. 10) Po-itlvismo Augusto Conte 11) Pragmatismo Wiliam ,James 12) l•'llosol'ia de Be•!rl íJergsou. I- Definição. Diviso e Importância da His­ toria da Filoi-ot'iu. a) D E F I N I Ç Ã O. Fík>soíia é tiência da causa derradeira à Luz da Razão. Cillncia, porque (> um CCJnhecimento certo por reio de demonstrações; Das causas Uerrudeirais em h1se dos prin­ eipios em que se baseia "O Ser' A Luz d_a Hazão. porque as suas demons­ traç('ies i-ão 1eitas com os auxílios que o pensa­ mento humano nos pode dur. Outras 1!eriuições segundo esclarecidos ho­ mens de nensameuto e filósofos: "É própriu sabedoria tal qual couvem 4 natureza do Homem (Jacques .111 ri•a:ar· "Toda cienci da Natureza é filosofia e toda filosofia verdadeira é uma ciecia natural" «Ernesto Recker» "A filosofia é algo intermediário entre a teologia f a ciencia. Toúo Oogma. '}Ua,1to ao que ulf-rap:1sf.a o conhl'cimento definido perteuce a Teologia. Todo conhecimento definido. pertence à cIenc!a. Entre a teologin e a ciencia. existe uma terra de mguem, exposta ao ataques de ambos os campos. Essa terra de Ninguem é a filosc,fia" «Bertrauct Russel» · "E o amor pelo saber - é uma concepção geral do munrto da qual se pode deduzir certa forma de conduta (gregos)" «Georges Politzer «continua nc proximo n deste jornal». , E brasileiros passada a tempestade, a entrega­ rem o poder aos civi,; e nos Políticos". O Sr Garcia eto acha que ":,; frase repressiva do regimo já pa sou", recoubecen contrário - sali­ entou - ·'na unnrquia e desordem da década passada elas quiseram apenae alvar as i;:;stitui ções". Não vamos esconder. ,lgumas ioju:stiças fo­ ram praticadas. mas se cc,mpararmos nossa Re­ volucão / a de outros países te mos que bater palmas para ela acrescentou O r. Garcia Netv apelou ªº" joveus are­ nistas no sentido de que "a Revolução precisa da vitória uas eleições de novembro, para fir­ mar o regire democrá­ ticn. no Brasil''. Voltcu, depois, a advertir politico­ e Jovens com a interro g4ção: "O que será de nos se os resultado das próximas eleiçõe;; forem aesfavoráveis? Prt­ Cisamos dessa vitória p;e Ta não retroagirmos no tempo". NI@ AGRICLA LIDÁ " Uma Firma Que Ajuda a Construir N '{ a ova BELA VISTA" 1 Crescemos de Mos Dadas com o AGRICULTOR j' e o povo Belavistens Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte lnt.rnaclonal .lJEl.:. 'JJ;:;-r ,;. COMERCIO E CEREAIS r { L H.-111 Vi,1a :IOl!i/1(1 Hospital B PEDIDO ProceHo de (•mi••ilo dn Posse n'o '1:7176 llr11ucrcnle:• l'rrfeitura Muni<-ipal de Ueln Viela Hequ,~r1dn:• Direloriu cln n. IIMpitnlur flrnr o patrimonio rio llospitnl S. "icente de Pr,ulo no ;lunici pio fugineclficos a saber, a desapro pnação o u expropriação, a requisição, a servidão admi ni8trntivn e n ocupaçao tem poraria (Direito administra tivo Bnmlerro • Ed,çuo 1966 p. 492). Portanto, trot11n1lo••e a Bcncficencia Hospit:ila.r de Bela Vista de pessoa juddi ea nao poderia o poder pú blieo Municipal encampar o patrimonio dessa instituição de saúde não ser empre ,;ando o meio esp.,c(fico legal prlíprio. u .,.1,..,, a1ra,h d,· u ão de desapropriação ou pro pria,~o ,1.-po-iwnrlo 1111 pro eeo propriatóri u alor ,rnal do imóvel para irnitir na per. cessario, tambem a- crescentar qur a ação de lmis são de Possr na istemática do atual Código de Procro Ch·il. uãn rxr'-tt' de forra au1t,110111a. Sulit"ntou, rnuiro hrrn o douto advogado da ré di ferença existente entre a t"ll<·:1111 pação e a clc,apropriaç11o. :'>a encampacão o poder públi,·o. upodern·•C dt' ,en iço• públiro o b j ., to d e ,·on,·e-,:lo anterior, existindo por cun t-(":!Uinte um ,í,a·ufo f'ntn· u poder público e o concesá rio (contrato). 'u t"n<·:.1111p:H;ão o Poder Público apodaa·-~ do bem objeto ,la roncr:-siu :intt'S ,lo térininn do contrato n:lo constiluindu dt'i:i-a forma meio de intervenção do poder público nu prupricdarle pri,•n,la. Nn ,-nr-ampaçào o lwm é de nnlurt'Za púhliro. ron Ct't-'-Oll juridiea. privacl~ diriJ!.Í::lrJi: _ O presidente dn l'àmnra ~!u1ilt:lp11l. Pedro Pul­ mi,.rl. r"Cl'hru rio pre,;itltrnte l lOilS ViudaH. Poder Judiciário - Comarca de Jardim - Cartório do 2.0 Of icío -------~}tfü',J _ T;{[UNA estará r0sente as festividades c n:1•mor,1ti,as do ... luLileu (.RE:-1, r· sir, pa:uvnu, c.le e­ )l'll:l',:l<.'S i~aclos n , p.1rtiüo goven,ista. r . ' . '• ,, ' . --·" . , } '·,s.4 ovneat1rios sgiios recentemente. o tu2/;+wvretri to Diretorio da Arena, Nivaldo o !artas, é um dos pouees lidere,; que desponta wm ~o 1:t>11a1·lo poht1co belavisleuse"' Sua candida tur.i a vert>:11lor é Fato Co:i. uma:lo e. re·1lmente sua p1·Pt-en(.'a ll C,rnar 1 1 diuamiz::rn os debates em • prol. de _ _uma Be,l:l VhH:1 me11•>r. Cum a caudldatu 1 a de Nivaldo de Barros, recebe os eleito:es bt­ lavisiensei:: uma npçüo PO~lTiiA para o cesenvol vimento da Pri:?ce:::a do Apu. D DE O Doutor 'lvlo , pu­ recilltJ llarbeta, ,Juiz de Direito desta Comarea llt' iarrllm. Estado de Ma­ to liro,;so. nu forma da lei ele ... F,tz ;::tlwr. 11 quantos o presente editul virem ou iele conhecimento tive­ rem. que. dos aut0,; mar­ gintHlo'> sob nº 34 7H, Je execução de devedor s·>l'eute. en, curso por este .Juizo e Cartório do :!.11 Oficio. que ute111:encto a certidüo informatiYa cio Uíiciul de ,Justiça, que afirma estar a cilan­ ria POI lugar incerto e nãu sabido e 11 provoca­ ção cio credur Juiro ;1lo- 1·etlini. tci ... xpedirlo o presente edital que sera afixado na sede ri este Juiz!) e puhlicndo na lm­ prs11sa Oficial, com o pruz<• de trinta dins. Ci la e Intima a Sra. Emili- a o'l Romeiro. da ação rtl avaliuciio prévia, li­ mitando-se au norte com a uv. Presidente Varga,;; ao oeste cum terras de Arlindo F. Ribeiro; a les­ te com terras de Auisi-> Pereira da Silva e ao sul com quem de direito situado em Guia Lopes da Laguna, devidamente tmnscrito no Registro de !moveis desta Comarca sob 1242, às folhas 61, do livro 3-A e de confor: midade com o despacho - nçno li (:Xagerado pelo MM Juiz de Uírl.!ito de~ta Comar­ ca. às rrs 1(jvº, do .~t-gul11- te teor: Cite-se a devedo­ ra com prazo de 30 dias, • lntlrnaudo-a do &rresto ele fls. ,J.180-líCi. (a) Sílvio Apureciclo Barbeta, Juz rle Dirt-ito. O que Se Cum­ pra N 11 Form>1 Da Lei­ Dado e passado nei-ta cidade e Comarca de ,rartllm. Estado de Mato Grosso, uo Cartório do :l" OfJ. . iO'l vlul.P. e nove e dias do me1:1 de abril ce mil novecentos e e­ tenta e se!K. Eu, Elrler Pereira Correu. Escre­ vente do Civil, o rtatilo­ grafei. conferí, subscrevo e ª" !no. Dr. Sílvio Aparecido Bar­ bela .Jmz de Direito f DijTAL DE PROTESTOS Cartório do J.o Oficio Eu. Jo- Avelino e il­ a, Oficial do legistro de Imóveis e Protesto desta ci­ dde e Comarca de Bela Vis ta, do E-tado de lt., na For ma da Lei etc ••• Faço ~raber uo:i qnt'" o prt·:--t.·nte! t"'dital vin:rn ou tlt·­ le tiverem conhecimento que se encontram em cartó­ rio. à rua C,ro,,el Dia,. 9-18. neta cidade. para protestos por_ falto tlc~ pa;::ameuto t'/ou aceite os guintes titulos 1- apresentadt>s pe­ lo B:iuc,, do Hras1l 'IA. ,- Oupli,·ata n'<> 01179176-), no valor de Cri,o0o.o vencida em 26+!/7 emitida p e l a íiru,J: l,ul. r Com· ,lc: Tol•lo, H1nn Ltda .. contra u Sr. Ucisy lc:ry Corra e­ nha. B- Dup!irala ,,.,. ~91/7S. no , nlor _ to no prazo legal. . Prazo