FU DADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL -- I ALIO PEHEHA 
,.No V Redação, Oficinas e Adruinh1tração B J Vi t Ili' d J l d 1~6 • ú • 
_	""o ae«» «avaro 
_ Rua Duque ele Caxias S/N 	_ 
CBMPO N 
lvaldo Pereira 
No gosto de relvin 
dlcar as honras de pro- 
• reta, mas já tinha pre­ 
venido claramente al­ 
guns leitores sobre o 
que esperar do jogo 
8esenta x Jardim. Um 
time agressivo, tasiuan 
te, bem coordenado em 
campo (Jardim) e outro 
lutando apenas com a 
força do entusiasmo, 
em um esquema defini­ 
do. Foi longe o Sessen­ 
ta, longe até demais. 
Formado a últlmu. hora, 
os pupilos de Kalife de­ 
monstraram que em Be­ 
la Vista se joga um bom 
futebol, falt1J.ndo ap,:mas 
mais entrosamento. O 
lmpurlante é o treinador 
amalgnr estes jog»dores 
num time coeso e com 
padrão coletivo. Indiscu­ 
tivel a vitória do E.C. 
Jardim, 2x0 foi um pla­ 
car justo e sem dar mar 
gens a outros comentá­ 
rios. Agora· lastimável 
a atitude da torcida pre 
sente ao estádio fazen­ 
do do jogo um verdadei 
to festival de pancada­ 
ria. A invasão do cam­ 
po por elementos que 
se dizem desportista ve­ 
lo comprovar uma velha 
tese: estádio sem alam 
brados é chamariz p/ 
confusão. Poderiam os 
"concordar" com brigas 
entre os jogadores (até 
num Brasil x Uruguai 
acontece) mas... a Tor 
cida Invadir o Campo 
p/ Surrar Jogadores e 
e o JJ,1.iz, essa não. La­ 
mentível e acima de tu 
do covarde às agressões 
acontecidas no Estádio 
Octávio Fontoura. a tor­ 
cida nuncu deveria to­ 
mar tal atitude. Paga­ 
mos para ver um espe­ 
táculo de futebol e vi- 
mos uma péssima de­ 
monstração de esporti­ 
vidade. Ruim u arbitra­ 
gem, falhou no segundo 
gol ele Jardim, fulbou 111 
clu. ive em atender as 
diversas reclamações dos 
jogadores e folhou pela 
falta de pulso. o vn­ 
mo culpar ninguem em 
MUNIC PIO MITO 
particular. mai- .. ,,s ele­ 
mentos que pruvocarum 
a "guerra caupal" fi­ 
quem ciente: Voees 
est5o trab :ilhando contrc 
o esporte belavistense.. 
' 	, 
PRCIRA E MM #ti. 
ituado em região 
da erra de Maracaju, 
Antonio ,João. municiplo 
do sudoeste do Estado, 
é uma das 1.200 locali­ 
dades brasileiras despro­ 
vidas de médico para 
nssistencia á sua popu­ 
lação. Para encontrar 
uma solução para o pro­ 
blema esteve em visita 
à Universidade Estadual 
de Mato Grosso o verea­ 
dor Arnaldo Marques da 
Silva que expôs a situa­ 
çáo do municipio que já 
cbteve do Funrural e da 
Pusmat os recursos ne­ 
cessários para a contra­ 
tação de um profissional 
além da ajuda de custo 
da Prefeitura local. Se­ 
gundo levantamento dos 
conselhos regionais de 
medicina. existem no 
Pais 72.500 médicos e, 
no entanto, bá 1.200 mu­ 
nicipios sem um só [a- 
cultativo, embora 138 _-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_- 
destas localidades te- 
nham mais de 20 mil hu- 
bitantes.O municipio de 
Antonio João esta liga­ 
do aos principais centros 
sul-matogroseuses como 
Ponta Porá, Dourados. 
Maracaju e Campo Gran­ 
de por ótimas rodovias 
e tem na agropecuária 
i-ua principal riquesa po­ 
rlendo brevemente se 
destacar junto às demais 
cidades do Estado, prin­ 
cipalmente às da região 
fronteiriça. 
Os 25 anos do Rotary 
Club de Beta Vista. 
O Rotary de nossa 
cidade comemorou em 
grande esfüo o seu Ju­ 
bileu de • Prata. Aguar­ 
dem a edição especial 
do dia 30 com a cober­ 
tura total do aconteci­ 
mento. 
Arnaldo Marques (foto) 
...,_, 
o-.a' 
Brevemente em Jardim: ''O Progressista" - semaná 
rio composto e impresso em Jc.rdim. 
E E E 
Gráfica Editora Vanguarda Impressos 
em geral - edição de livros - impressos oficiais 
- escolares - comércios - Brevemente em Jardim 
========== MOVEIS DELBfl 
MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMESTIOS • E M GERAL 
SINTOS E ZINCINElll LIDII. 
IYENIDll DUQUE- DE CAXIAS- 446 JARDIM-MI

Hsrins 02 
Iel Vista Mt 06/06/76 	Medicina 
is iifiéis nERnM 
O RESPEITO" 
(Por Flamlnlo Fanti­ 
nl - Jornal Movimento). 
O contundente desa­ 
bafo oontrn u mercantil! 
zuçílo da proflssílo médi­ 
ca feito pelo doutor Pau­ 
lo Musa atingiu inicial­ 
mente vpenus as poucos 
centeuue de leitores do 
jornal E quema, da cl­ 
dadezinha de Fruta!, no 
Trlílngulo llllneiro, ao 
qual ele deu uma entre­ 
vistu. 
ris e de quase 15 mé­ 
dicos. Pura eleR, o CRl1 
n[10 deveria tratnr como 
réu o dr. Paulo Musa, 
mas sim apurar as de- 
11ú11clas por ele formula­ 
das. 
Um mês depois da 
entrevista, contudo, suns 
denúncias irlnm chegar 
no conhecimento do 
Conselho Regionul de 
lledlcina, úrgio encurre 
gado ele fisralizar a obe 
diência aos postulados 
do Código de Ética lllé­ 
dica. Logo, o presidente 
do CRM, Arnaldo Elias, 
torno-:.. pública sun intbn 
ço de levar eu colega 
do Triíngulo :linelro a 
julgamento, por viola­ 
çio do Código de Ética. 
Essa disposiçü levantou 
imediata e ruidosa iusa­ 
tisfação entre os estu­ 
rir.ntes da Faculdade de 
llledicinn da Universid­ 
de E·deral de Minas Ge 
O DÍretórto Acadê­ 
mico Alfredo 13nleua e o 
Cetro de E tudos, de 
l!ediclnn, entidades estu 
dnntl da UFMG, divul­ 
garam amplamente a en 
trevista do semanario 
Esquema e n couvocu­ 
ção feita pelo CRM ao 
médico Paulo Musu, pu­ 
ra que comparece se pe 
rante o órgão. uma As 
sembléia Geral cerca 
de duzentos aluno da 
Fuculdncle de Medicina 
discutiram o as unto, 
chegando a conclusão 
unânime ele que as de· 
nunr.ias "c01 respondem 
ü realidnde", e que "a 
convocuçilo traduz mais 
um meio de cercear a 
liberdade de expres ilo"'. 
Decidiram então apotur a 
declarações de médico, 
umpliur o debate a res­ 
peito du ccmercinliza­ 
çüo da profição e con­ 
vidar os represententes 
POSTO snNTll CATARINA LIA 
Aberto dia e noite 
Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete 
Avenida Visconde de Taunay Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Gula Lopes da Laguna lllt. 
do CRM e da Associa­ 
ço Médica de Minas 
Gerais para uma dlscus­ 
silo pública do assunto. 
Estimulado pela . 
pronta e inédita solida­ 
riedade dos estudantes, 
um grupo de médicos co­ 
meçou a clrcul!ir um a­ 
baixo-assinado. no qual 
estraubavam o julga­ 
mento de Paulo Musa 
argumentando que "as 
denuncias eram infeliz­ 
mente verdadeiras. de 
aominio público e já 
clássicas na literatura 
médica do Bra il e em 
outros países". 
Com 141 assinaturas, in­ 
cluindo renomados pro­ 
fssionais, o documento 
afirraa que "seria de se 
esperar pelos próprios 
ordennmentos do Conse­ 
lho ., em obediência à 
ética, uma slndicílnciu 
prévia com o devido si­ 
gilo nn apuração dos fa 
tos". E conclui : .. 
1
ão 
há dúvida que a quebra 
do sigilo, com ampla di­ 
vulgttção, tem c•>ncreta­ 
mente u111 caráter inti­ 
midatório"'. 
Os resultado oão 
demoraram. Apenas cin­ 
co dias depois de anun­ 
cia r à imprensa sua in­ 
tensão de levar o caso 
a julgamento, o presi 
dente Arnaldo Elias re­ 
cava e dizia que o mé 
dico de Frutal upenas 
~oi convidado a prestar 
certos esclarecimeatos e 
não há nenhuma preten­ 
ção de julga-lo ou puni­ 
lo". A Associação Médi­ 
ca de Minas Gerais, que 
anteriormente havia se 
colocado "inteiramente 
solidária com o conselho, 
apesar de nunca termos 
ouvido ralar no nome des 
te médico"', passou a as­ 
sumir uma atitude mai.s 
cautelosa -- distribuiu 
um pres-release à Im­ 
prensa, datado de oito 
dias antes, dizendo que 
o problema não era da 
sua alçada. Aos estudan 
tes de Medicina, que já 
.haviam formalizado o 
convite para o debate 
público, marcado para a 
última segunda-feira, o 
presidente da AMMG, Jo 
sé de Laurentys Medei­ 
ros, repondeu que jul­ 
gava pouco oportuna a 
data sugerida", por ser 
antes do dia marcado 
para a audiência entre 
o CRM e Paulo Musa. 
Em Fruta, cidadezi­ 
nha próxima à UberHl.n­ 
dia, com cerca de vinte 
mil habitantes, onde es­ 
teve Movimento na se­ 
mana passada, a reper­ 
cussão tinha sido das 
mflis favoráveis ao dr. 
Paulo Musa, "figura 
muit<' conheciJu. e popu­ 
lar aqui, na definição 
dos mercadores. O sema­ 
nário Esquema, que cir­ 
culou no dia de maio 
dedicou toda sua primei­ 
ra página ao desdobra­ 
meato ria entrevista. bi­ 
potecaundo apoio ao mé­ 
dico "que disse umu ver­ 
dade tão antiga quanto 
o Juramento de Hipócra­ 
tes . No começo da se­ 
mana passada, um gru­ 
po de Jovens da cidade 
planejava fretar um ôni­ 
bus para comparecer à 
audiência em Belo Hori­ 
zonte. 
O motivo alegado lnlcl­ 
almente para justUiçar 
li possível aplicação de 
uma punição à Paulo 
Mussa era a infração do 
artigos º. e 91º do Có­ 
digo de Etica, que esta­ 
belecem que as críticas 
acs "atos que infringem 
o8 postulados éticos ou 
as di5posições legais 
que regem o exercício 
da profi Pão·• não pode­ 
rão ser feitas publica­ 
mente, como no caso de 
uma tntrevista à Impren­ 
sa. Ao contrário, o mé­ 
dico "deve dar conbeci­ 
mento ao CRM com dis­ 
crição e fundamento". 
Segundo o presidente do 
CRM. Musa "generalizou 
fatos isolados e formu­ 
lou criticas que a nossa 
classe médica não mere 
ce, infringindo os princí­ 
pios de apreço e solida­ 
riedade que refletem a 
harmonia da classe e 
lhe aumentam o concei­ 
to púhlico". Por seu la­ 
do, Paulo Musa desde o 
principio confirmou suas 
declaraçõci; com a mes­ 
ma firmeza com que fi­ 
zera a criticas, desta­ 
cando que. se transgre­ 
diu o codign de ética 
medica "violou-o onde 
devia ser violado". 
Um dos médicos que 
(Continuo no pog. 03) 
FIOiil MURDNO 
MÉDICO 
Atende pelo INPS e IPEMAT 
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------------ 
Avenida Teodoro Sativa

Hela Vi»t 06/6/76 	Mediina 
"OS MÉDICOS PERDERAM O RESPEITO" 
(Continuação) 
organizou o abaixo-assi­ 
nado afirmou a Movi­ 
mento que ,a l'IXlgência 
de sigilo nos processos 
•·caracteriza a Indisposi­ 
ção generalizada dos 
Conselhos Regionais de 
Medicino em apurar ns 
denúncias apresentadas. 
contribuindo pnra abafar 
os casos de abusos na 
profissão": No caso do 
médico de Frutal a pre 
"ª em -puni-lo tem o pa­ 
pel de intlmidur :i cltSSe 
médica em gerol neste 
tipo de denúncia. Aliás, 
a perspectiva de conter 
as denúncias chega a 
casos extremos como 
por exemplo, a: atitude 
do presidente da A11socl 
ação Médica BraCJllelra, 
que tomou a Iniciativa 
de procurar o lllnlstro 
da Justiça, solicitando a 
Interferência do Serviço 
de Censura do Departa­ 
mento da Polícia Fede­ 
ral oo sentido de evitar 
a publh!u.ção de maté­ 
rias considerada@ Incon­ 
venientes para o concel 
to da classe médica". 
Paulo Musa foi ao 
CR I na tarde de quarta 
feira da semana p .. ssa­ 
da. Prestou depoimento 
durante duas horas e 
mela e, segundo disse à 
imprensa depois, mante­ 
ve as declaraçõl's. O 
presidente do Conselho. 
Arnaldo Autonlo Elias. 
disse que o "depoimen­ 
to vai ser analizado" 
mas que "não xiste 
nenhuma denúncia con­ 
creta a ser apurada". 
D EN EVI 
P- O que é mala Im­ 
portante na vida huma­ 
na ? 
R- O respeito de ca­ 
da um n si mesmo. 
P- O que e tá obran­ 
do no mundo atual ? 
R- De re 1.Jeito. desa­ 
mor, ambição desenírea­ 
da. Os homen não se 
reiipeitandu ni.lo pode se 
amar. Enganar aos ou­ 
tros. hoje tornou- e si­ 
nonlmo de esperteza. O 
bom comerciante hoje, 
é o que melhor engnnn 
OR seus freguese . O me 
lhor profissional lil.Jeral 
é o que mais complica 
o caso: o advogado que 
faz o processo se arras­ 
tar, o médico que pede 
ao doente mil exumes 
desnecessários ete. 
P- O que o homen, 
procura _incessantemen­ 
te ? 
R- O homem procura 
incessante!llente a feli­ 
cidade, mas raríssimos 
süo os que a conseguem. 
Para se sentir feliz são 
tantos os fatores que 
aparentemente tem que 
ser satisfeitoe, que nós, 
homens comuns, medío­ 
cres, parece impossivel 
alcançar. E no entanto 
a receita da felicida1le 
está contida em uma ú­ 
nica e curta frase de 
São Francisco de Assis. 
Frase que encerra todos os 
compêndios de f i 1 o s o f i a 
existentes: - "O homem 
feliz é o que se conten­ 
ta com o que tem". 
P- Admite que a ciên­ 
cia e a religião serãc 
sempre antagonlcas ? 
. R- Acho que não há 
antagonismo entre a ci- 
encla e n religifl<' pois 
houve grandes cientistas 
adeptos fervorosos de 
religiões. como houve 
religiosos, que se torna­ 
ram grandes cientistas. 
Apeou. acho que, em 
determinado momentos 
históricos, determinadas 
religiões, por seus che­ 
fes politicos, procuram 
a todo custo frear o 
processo cientifico. Quan 
do, por exemplo, a Igre­ 
ja Catolica, na Idade 
Média, punin com a pe­ 
na de morte os que se 
atreviam a estudar o 
o corpo humuno por 
meio da dissecação. 
Quando esta mesrua i­ 
greju queimou Nino Gior 
dano Hruno e quase fez 
o mesmo com Galileu 
por terem eles provado 
que a terra é que gira­ 
va em torno do oi. Há 
uma série enorme de 
exemplos como estes 
em que vemos, sempre 
as religiões tentando fre­ 
ar o progresso. Mas a 
curiosidade do bomem 
é tremenda. Ele procura 
pesquisa, progride sem­ 
pre. 
E sempre vence aos que 
lhes querem impedir de 
ir adiante. 
P- O que representa 
vencer na vida ? 
R- Vencer na vida é 
estar tranquilo consigo 
mesmo. 
P- No Brasil os mé­ 
dicos foram-se por vo­ 
cação ou por quererem 
um status ? 
H.- Não acredtto em 
vocação. Acredito. Isso 
sim que haja pessoas 
responsáveis e irrespo- 
sáveis. Vocaçilo não 
Como um rapaz que 
nuca viveu os prnl.JJe­ 
mas de um hospital, po­ 
de dizer que tem vocu­ 
çi.lo plrn médir.o? Ele 
pode se empolgur por 
algum filme 0u r<'rnaucc 
ou casos que ouve con­ 
tar. Mas vocacão, não. 
Por várias c!rcuu tan· 
cio , nunca por vucução 
o inllividuo escolhe a 
profissão. dependeo­ 
d o de suas qualidades 
morais, intelectuais e 
de sua formação. 
Dentro deste meu rucio­ 
cinio alguns vão ser mé 
dicos simplE:smente por­ 
que precisam de uma 
profi .. ão par:, 1rnb:1lhar, ou­ 
tros por pensar em ganhar 
bem, outros a procura dn 
tatus. A maneira de cada um 
e portar vai depender das 
qualidades que citei acima. 
P- Como situa a nedicina 
no pais ? 
R- ou tentar resumir o 
que penso, pcrque acho este 
um problema muito sério. 
Os médicos, de um mo­ 
do geral, perderam o respeito 
por si mesmos, e, em cone­ 
quencia, desnior:t.lizarnm cou, 
a profies:lo 'l,_UC já não merece 
mais o respeito do povo. R:í 
uma crise mornl muito grande 
da classe médicn. Todos os 
postulados agrados da ética 
médica, tão respeitados até 20 
ou 30 anos atras, são violenta­ 
dos a todo inslllnte. 
Cirurgiões n indicar opc 
rntões desnecessnríni!-. Uculis 
tas, donos das rendosas 6ti 
ca receitando óculos dispen 
savcis. Clinico a pedir série 
infindavel de exames porque 
tem por centagem nos labora 
tórios. Radiografias solicitadas 
sem necessidade alguma. Cesa 
rianns feitas como se fossem 
brinqnedos. O pediatra que 
para justificar a consulta feita 
substitui o leite materno por 
leite artificial. O atestado mé 
dico para jutificar faltas aos 
serviço, vendidos pelo preço 
de uma consulta. A espciali 
dales médicas criadas por 
necessidade cientifica paan 
do a jogo comercial da classe: 
o clínico manda o doente pa 
ra o radiologista, este o envia 
'
,aro n µiru·colo(!i~t.a.., o ;?int'<'O 
ogista o manda ao laboratoris 
111... enquanlo h,,uver dinhe, 
ro! 
Enfim, falta total de 1,,, 
nestidade, de principios, de 
honradez e acima de tudo, 
de cnridode. Tripudiar assim 
sobre um t-er humuno doentt". 
nrces,i1ando lllnlo de ajuda. 
E pen•ar-,e que até bem 
pouco tempo era uma profis 
süu tilo d1gnn. tào honrada .. 
A figura do médico impunha 
respeito. 
É verdade que ainda e 
xistem daqueles médicos idea 
listas, conscientrs, estudiosos. 
las são em grande minoria e 
ucabhm ,ufocados. marginali­ 
zados. 
O porque de ta trans 
formaçiio na classe médica se 
rin outro capítulo a analisar, 
mas creio que não cabe a 
mim, nem aqui. 
P- Como situo a saúde do 
brasileiro? 
H- f: sabido. ,,ficialmen 
te divulgado pela Organi 
ação Mundial de Saúde, que 
dois tc.rçus da humanidade é 
constituida de subnutridos. 
Como nos países mais 
evoluidos a fome é menor. 
nós, os povos subdesenvol 
vidos, contribuimos, é eviden 
te, com uma. taxa muito ma 
ior para a formação daquela 
média. Ora, um homem sub 
nutrido, por isso só, já é um 
individuo doente. E mais ain 
da; CS!Jl subnutriç.ão na infaneia 
causa danos irreparáveis para 
o resto da vida, mesmo que 
ele venha algum dia a se nu 
trir melhor. Em 'º" grande 
maioria, o quadro da saúde 
do brasileiro é uma calamida 
de; subnutrido, com hábitos 
de higiene pmticnmente nulos 
(falta de aparelhagem sanití 
ria, falta de água tratada 
descalço, com os dentes po 
dres), com hábito. alimenta 
re completamente deficientes 
m quantidade pre!a pobre 
za e em qualidade por 
mil crendices, O brasileiro x 
po-to a um em no de mo 
l-tia- tropicais e infecciosa­ 
ào apreentando qualqurr de 
fesa organica, um verdadei 
ro pasto para tas praga. 
Sempre Melhor 
Não se diga pior 
e: momento algum. 
Se voce já cooirn­ 
gue escutar com paci­ 
ência nas horaP difíceis ... 
e pede silenciar a 
própria irril8ção nas 
horas amargas ... 
Se tem ânimo para 
sofrer em lamentação... 
Se j suporta os 
problemas da própria 
casa, procurando solu­ 
cioná-los sem azedume 
e sem queLxa ... 
e tem força para calar 
esse ou aquele ussuoto 
infeliz .. 
Se respeita o. lilJer­ 
dade dos .. 
e agueutu a Vi.sita 
da enfermidade sem a­ 
larmar o ambiente onde 
se encontre ... 
Se desculpa ofensas 
reconhecendo que somos 
tambem capazes de o­ 
fender ... 
Se procura o traba­ 
lho com alegria ... 
Se confia em Deus 
e espera por Deus, ssm 
desesperar, sejam quais 
sejam as circunstancias 
da vida ... 
Então, voce já terá 
melhorado muito e pros 
i,eguirá sempre melhor. 
TRDTOREST COMERCIO DE MAQUINAS 
Adubos TAMOIO e inseticidas --Sementes selecionadas 
tis isris ti " Mie !	» I 
E IMPLEMENTOS AGRICOUIS

bela Vi.ta 06/6/76 
Crônica 
UM EX-COMBATENTE 
Altevir Alencar 
Todas ue tardes o 
pobre homem mutilado 
passava pela cnlçuda do 
Colégio. Parava, por ins 
tantos, obFervaudo atra 
vés das grudes que cer 
cam o estabelecimento, 
os bandos de colegiais 
em recreio, 1mmt1 ulga 
zurra própria da mocida 
de. Não orn mendigo. ó 
linha uma perna. A ou 
tra fora amputada à ai 
turu cio joelho. Andava 
arrimado a uma muleta 
e a um cajado. Envellle 
ciclo precocemente, ao 
drnjoso ... ero eles as cria 
luras paru quem a vida, 
ao invés de se constituir, 
um presente de Deus, 
era um martírio uma 
amarga provaçil.o. Esse 
homem era (digamos 
assim) um "coude 
nado à vidu" De modo 
invariável a garotada 
ao avistar o desgraçado, 
corri em sua direção, 
subia nas grades e come 
çuva a gritaria: Pernee­ 
ta! Perneeeta!! 
Profundamente triste 
cabisbaixo. mis humi 
llmdo aindll, o infeliz se 
afastava silencioso, pe 
uosamento, npoiad • na 
rústtea :letu de pana, 
muleta que suportuva 
dois pesos: o do corpo 
mutilado do homem e 
sua carga de sofrimen 
tos e amarguras. 
E. frente uo Colégio 
mora um Coronel rt-for 
mudo <ln Policia do Es 
tado. Homem conserva 
dor, nacionalista, reto. 
Mantinha a cara fchuda 
por trás de seus bigodes 
brancús. eso.:ondenclo, 
por trú;; ele óculos Je 
aros grossos, um olhnr 
'1e linee. olhos vivos e 
atentos. olhos de UI"' 
verdadeiro soldado. 
O Coronel assistia 
diáriamente àquela cena 
constrangedora, sentado 
num banco de seu jar 
dim residencial. Nestus 
ocuslõeA o velho militar 
muntinha-se impassível. 
mas visivelmente revol 
tudo. Uma tarde, não su 
portou mais. Após a gri 
tarla dos estudantes que 
atiraram pedrs e ma 
gas podres no mutilado 
o Coronel foi ló dentro, 
vestiu o colete e o pale 
tó, po8 o chapéu na ca 
beça, empunhou a benga 
la, atravessou a rua pi 
saneio duro e foi bater 
à porta do Colégio. O 
Diretor do Educandário o 
recebeu com urbanidade. 
A autoridade 
desejava dirigir a p. 
lavru os estudantes em 
coujunto. Foi ateudldo 
em seu desejo, imediata 
mente. uspenderam-se as aulas 
No auditório do Co 
légio estava a moior ba 
gunça do mundo. A mo 
lec·ada gritava. cuspia, 
assobiuva, urrava. Uns 
puxando os cabelo de 
outros. Mocinhas adoles 
contes S':!ntavam- e nas 
filas da frente, de mini- 
aia, cruzavam as per 
nus mostrando até a ( es 
paço pllra ú nome [elo} 
numa atitude u que os 
cretinos chamam de 
"deslniblda'', de coutrai 
du··. e eu chamo de "eí 
nica", "senvergonha ' 
Quanclo o Diretor ubiu 
ao palco com o Coronel 
e burulho diminui (mas 
não acabou). Apre enta 
do à assistência como 
uma alla pat,mte da For 
ça Públlca. o Coronel 
recebeu uma salva de 
palmas (mais de moleca 
gem que de admiraçiio 
e respeito). Con!irmou 
sua apreentaçlo. Flu­ 
eute. 
11aturnlmente comunica· 
tlvo, de gestos fidalgos 
e elegantes, foi "entran­ 
do" na estudantada de 
leve, sinuoRO, maleà vel. 
certo ... como fuca em 
melancia. Aplicou em 
instantes a mais diplo­ 
mática e arrasadora li­ 
ção de educação moral 
e cristã. Disse que assis­ 
tiu, abismado e com o coração 
sangrando, tudos os dias 
ao drama degradante 
cto apupos, às pedradas 
atiradas ao homt10 de 
uma perna só. Recordou 
que ninguen é profeta 
em sua terra, que Jesus 
também rom apedrejado, 
insulunndo, cuspido, o­ 
fendido com palavras 
que cortam a própria 
ulmu. Explicou que esta 
seria a mais desumana 
forma de se dirigir a um 
Herói al!ional (Aí II ba­ 
gunça no auditório ter­ 
minou no duro). "Aque­ 
le pobre velho a quem 
vocês dirigem impropé­ 
rios. que hoje perambu­ 
la pela ruas da ci­ 
dade. síleucil'so como 
um vulto, arra11tandn ua 
carga de sofrimentos, 
domo coisa esquechla, 
tem um crédito muito 
grande no coração de 
uma Pàtria ingrata a in- 
justa como ,·ocõ,;. O Bra­ 
sil precisou dele em mo 
mPutos ungusliosos. Ele, 
como vocês agora, já 
foi jovem. Mal saído da 
adolescência o Brasil en­ 
trou em guerra contra 
os pa!ses do Eixo (Ale­ 
manha- Japão- Itália). 
eu nome é iIA OEL. 
MANOEL fel para a guer 
ra, como soldado do 
Hrasil. Lá, nos campos 
tenebrosos e gelados de 
batalha, elevou com seu 
heroísmo, bem alto. o 
nome do Rrasli, garantiu 
a segurança da Pátria­ 
nos mais terrivei om, 
bates travados no Vale 
do Rio Pó: ilootese, Ca- 
maiore, opressasso, 
ilonte Castelo, Porreta 
Termi. Lutou para que 
nós boje pudéssemos vi­ 
ver ne te clima de paz 
e de prosperidude. Lu 
tou de armas nas mão 
noites e dias, contra um 
Inimigo audaz e tradi 
clonalmente rico e pode 
roso. Hoje, e quecido e 
obscuro, é um pária que 
arrasta pelas vias públi­ 
cus sua dor, não mai 
refletindo, nem de longe 
a figura do belo e es­ 
belto combate, jovem e 
esperançoso que vc,ltou 
uo Brasil coberto de 
Rua 
CllSil 
glórJas e de medalhas. 
Afinal, meus jovens, es­ 
te é o destino amargo 
dos bravos, dos corajo­ 
sos, dos velhos soldados. 
Re8peitem-no: Ele é dig­ 
no do nosso respeito: 
Da nossa admiração. So 
bretudo, da nossa gra­ 
tidão: 
A esta altura o au­ 
ditório estava 111Jencioso 
como uma porta, como 
vldo até às lágrimas. 
Quando ja ía se retiran­ 
do do palco; uma das 
moçus segurou o Coro 
oel, respeltosamerte, pe 
la manga do paletó: 
Senhor Coronel, a­ 
quela perna que lhe 
falta... ele a perdeu na 
guerra contra os alemã­ 
es? ... 
No, minha rílha. 
Aquilo foi uma cachaça 
dolca que e!A tomou, 
de senvergonha que é, 
trepou numa mesa para 
fazer um discurso. caiu 
e quebrou a perna e a 
cara! ... 
E 8aiu pisando du­ 
ro. 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
BIUL 
de Leoutioa de, Prado Ferreira 
Produtos alimenticios m geral, bebidas, 
latarias em geral 
13 de junho 
ecos e molhado-s 
Jardim 
Mato Grosso 
O Sr. José Francisco da 
Uva Filho peroeu seus 
documentos e pede quem 
achar favor entregar na 
Prefeitura iluniclpal de 
Jardim P.G.U. - 200.066 
Carteira C. .H 200.066 
Carteira Profissional 'B" 
ata 24,09 74 - EXP. 
PI3{ Ciretran. 
publicaçüc que se faz 
caso nao os encontre pa 
ra obtenção da 2' via 
RECEBEMOS FOLHINHAS E .CALENDÁRIOS PARA 
1977 
Façam Seus Pedidos na: GRftflCA TRIBUNtl Dll fRONJflRI 
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De Antonio Remo Penzo 
Cuiabá - (SEOIIATJ 
Após estudos mlnuncio­ 
sos elaborados pela Se­ 
cretaria de Aclmlnlstrn­ 
ção, contundo com dados 
fornecidos pelo Ipemat, 
foi concluldo, há poucoa 
rllas. novo quadro e, as 
im o texto legal relacionado 
do com o novo quadro de 
pessoal de Instituto Previ 
denciário :lo Estado. 
Aprovado ao 
tra bulho pelo Sr. Gover­ 
nador, a matél'ia de veu­ 
cimentos dos ~euhores 
Diretores, reclassHicuçã o 
do pessoul d,, apoio, e, 
!':!Sim aumento numérico 
de -ervldores, face à ex­ 
pansão dos serviços da­ 
quela Autarquia. que, em 
breve. pus ará a ier mai­ 
or número de agencias 
Por outro lado, 
o senhores médicos. 
dentista e farmaceuticos 
ter-ao substancial aumen­ 
to de vencimentos, pas­ 
sando para CrS 3.000,0íl 
3.750,00,4.500,00 e 5.250.00, 
dependendo da carga ho­ 
rária diária (4 horas),cur­ 
sos que tenha e • terupo 
de exercicio profissional. 
NEY BRllGii 
ADMITE 
Mercantilismo 
Brasília - A existen­ 
cia de um acentuado grau 
de mercantilis::no naEI ati­ 
vidade., exercida pelos 
médicos brasileiros foi 
admitido públicamente pe 
lo ministro da Educação, 
Ney Braga. 
O ministro contudo 
eximiu o sistema de en­ 
sino desta responsabili­ 
dade dizendo tratar-se 
de um problema de fisca­ 
lização a ser exercida 
pelo Ministério do Tra­ 
balho através do Conse­ 
lho Federal de Medicina. 
Segundo Ney Braga,o es­ 
tudante de medicina já 
recebe da Universidade 
os ensinamentos de ética 
profü:sional, raconhecen­ 
do todavia a gravidade 
do problema. 
O MEC solicitará às 
instituições de ensino 
uma maior ênfase nos 
cursos de medicina aos 
estudos sociológicos. co­ 
mo antropologia e psico­ 
logia social. nu tentativa 
de _humanizar um pouco 
m1Is os novos médienns.

Iela Vista Mfr 06/06/76 
Politia e 0Velo 
C, DULD DE IDENTIDBDE 
ONIZIDI 
, 
Cuiabá - (SEDIMAT) 
As cédulas de ldeotlda­ 
des em ~11'. n partir do­ 
dia 20 desse mfit! já c11- 
tio sendo confecciona 
das dentro do "Padrão 
Nacional", obedecendo 
normas da Academia 
Naciou:d 111• Polícia em 
consonll.ndu r.om a Poli 
cla Federal após encon­ 
tro nacional de dirigen­ 
tes de Órgãos Givis rle 
ldentiflcuçiítl em Brasilia. 
Instrução nesse sen­ 
tido, a ecretarla de 'e­ 
gurançu Pública do Esta 
do de Mato Grosso, atra­ 
vés do Instituto de Iden­ 
tificação do Estado, aca 
bu da distrlbnir circula­ 
lares à Imprensa, rotógra­ 
gruros, despacbautt>s e 
a ôrgüos públicos de mo 
do geral contendo as ln­ 
formações necessúriaR à 
conrecçio da CEDULA 
DE IDENTIDADE, 
Responsável e honesta'' 
Deputado Sergio Cruz(MDB) 
(Sessão ele :!5/03, ill) 
Para declarar que. 
"de acordo com a ori­ 
entação ela nossa lldc­ 
rançu. u atuação du 
bancada do J 8 serú 
de apoio exclusivo às 
reivindicações popula­ 
lares. Será de oposição 
séria, raspon:aá vel e ho­ 
nest:i.. 
Em seguida, comentou 
longamente um expedi­ 
ente da Cemat ch,·gnndo 
à C'nsa em resposta a 
sua sugestão para que 
fosse l'Or,stitui,to um ul'U 
po de Trn bulho 1•or a­ 
queli,, órgiio estadual, 
incumbido de promover 
estudos com vistn à e­ 
laboração de projetos 
p:ira solucionar a carên­ 
cia dP energia elétrica 
na região sudoeste do 
Estadc; quando o ora­ 
dor teceu criticai; ao 
llnguajar utilizi.clo n:i. 
carta-resposta, "manja­ 
damente tecnicista, ou 
seja. falar bastante e 
não dizer nada" se- 
gundo explica o orador· 
"0 que temo pro­ 
curado fazer, desde que 
assumimos o mandato 
esta Casa. é apontar 
soluções." E cita a ob­ 
servação do presidente 
nacional ela Arena, de­ 
putado Francelino Perei 
ra, para Que oMDB a­ 
ponte soluções e não 
f&ça demagogia. ·•Esta 
é uma lição que o go­ 
vernador de MT sida 
não aprendeu·• - ob;,er­ 
va o orador. E para 
completar sua explana­ 
ção anterior: "Este pro 
blemu de energia p.étri­ 
para o sudoeste só terá 
solução efetiva. com 
programa corajoso, ·em 
timidez, seu o raquitis­ 
mo que tt'm marcado as 
andanças eleitorais <lo 
Dr. G•Hcia Neto, ponti. 
lhadus de bunquetes 
reuniões partidárias, ~ 
ele um rosário de pro­ 
messas do tamanho de 
sua incapacidade geren­ 
eia!' 
PREÇO DESTE EXEMPLDR 
CR$ 2,00 
PARA REQUERER 
Pura o interessado 
requerer sua Carttira ou 
Cedulu de Identidade dr­ 
ve apresentar os seguin­ 
teõ documentos: certidã'> 
de nascimento ou de Cll· 
sarnento ou ainda o Cer­ 
tificado de Reservista 
( original ) ;Titulo de elei­ 
tor ( original ) ; 3 ( três ) 
fotografias, tamanho 5x7 
em papel liso, brilhante, 
fundo branco, l-lodlll ador- 
Deputado Horácio Cerz6simo (Arena) 
Sessão de 15/03176 
Por iudic'lçüo da li 
derança da ARE A, o de 
pulado Horácio Cerzósi 
mo usou da tribuna pa 
ra "externar os nossos senti- 
meatos civicos e mesmo 
efetivos... e exteriorizar 
o prisma que norteia 
nossos passos de homem 
público e quais o obje 
tivos que desejamo: al­ 
cançar." 
Após suuclar a seu;; 
eminentes pares com con 
fessada amizade e res 
peito, confia em que to 
dos hajam retorua<:lo aos 
trabalhos "com vontade 
férrea de novamente 
reencetarmos as lutas 
em favor do nosso pov'l 
e em favor do aprimors 
meato do regime cl ~mo 
crático ... pois, hoje, so 
mos melhores conhecedo 
res da complexidade po 
lítica". 
O parlamentar are 
nista falou de suas con 
vieções dtmocrãticas 
t'diterando seu incondi 
cional apoio às medidas 
revolucionãriu adota 
da.s a partir de 64, as­ 
sim como rejtistrou sua 
fiel colaborllÇão em fa­ 
vor do fortalecimento 
no, sem retoque, de pa­ 
letó e gravata vem sorriso. l'ara 
requerer 2 via, apresen 
mr a11 publicações em 
jornal, Os documentos 
serão devolvidos no ato 
do atendimento. 
A partir de agora, 
Atestados de Antecen­ 
dentes só serão forneci­ 
dos aos portadores da 
nova Cedula de Identida­ 
de, anexa declaração da 
firma ou órgão que soli- 
Pagina 0o 
cita o atestado. 
Ainda sobre fotogra­ 
fias. elas deverão conhir 
no verso o endereço 
completo do fotógrafo 
em carimbo de borracha, 
h•gível, bem como não 
serão aceitas as fotos 
de pessoas do sexo 
mascnlino com cabelos 
no rosto, e também não 
serE.o aceitas fotos de 
"5 minutos". 
NOSSOS PASSOS DE HOMEM PUBLICO 
var que nossos governantes 
estão atentos aos reclamo 
populare, e lodo fazendo p/ 
diminarem os males, e ofe 
tecerem melhores condições de 
vida para o povo. 
Referindo-r<: ao pleito 
de no,·embro deste ano, o 
dcpultldo r.onsidem "imperio 
o que se faça sentir nossa 
participnç.ão efetiva nas lutas 
eleitomis ... com espirilo mo 
cleraclor, de modo a amainar o 
ânimo!'. C•tm um conjunto de es 
forços em favor do bem co 
mum:" P:irn finalizar, sintetizo 
eu pensamento a respeito 
dos deveres do homem públi­ 
co: 'não nos deixemos levar 
pelo radicalim10 e, acima da! 
s
eparaçõrs partidária•, deve 
mos lutar com patriotismo e 
amor em favor do Brasil e 
do povo matogrossense." 
e I J n L· 
da Rgremiuçilo oartldá­ 
ria em cujo quadro" se 
encontra integrado. 
Lembrou que no a­ 
no em curso serão re­ 
formuladas as adminis­ 
trações municipais e. 
dos seus resultados se­ 
rão extraidos "os refle­ 
xos preponderantes pa­ 
ra u C0llii0lidação do 
chamado "milagre bra­ 
sileiro." 'Sendo o nosso 
pais uma potencia emer 
gente segundo a ex­ 
pressão do 'ecretario 
de Estado americano _ 
o, Brasil e considerado, 
amda, na atual conjuntu­ 
ra interoaciooal como 
sento um oasis de paz 
e de progresso, apesar 
da co_nturbação, do ·ódio 
das mcompreensões e­ 
xistentes em toda a fa­ 
ce da terra:·. 
"Diante de tantas 
distorções, de tantos e 
go,smos e falta de a­ 
mor là fora, devemos 
ap-adecer a Deus pelo 
C,!Dla de. ordem pública 
"Pgu ie a familia brasi 
e ra expressou co m 	v ee 
meneia o deputado Horácio Cer 
zóimo, todavia, declarou que 
}9o povo traves uma 
a- de dificuldades, mas ele 
e ente confortado por obser 
Documemto 
Perdido 
. Foi extraviado na 
cidade de Dourados M.T. 
O certificado de Reser­ 
vi
sta 
expedido em Foz 
de Iguaçú e Carteira de 
motonsta expedida em 
Cascavel do Paraná de 
propriedade de Luiz Car- 
},Nagr, por@ãr ã 
e', Sã3s5o, residente 
e_ a Vista l1.T 
Publicação que se faz 
Para obtenção da 24 via. 
l 
,. 
REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM 
Rua: lq de Maio 365 
Jardim -- Mete ,., .. , .... 
l 
r

Calendário Eleitoral 
----------------- 
, 
O CBLENDDR O E - 
Pura orientar o pú­ 
llllco « Tribuna da 
Fronteira » insere a re 
lação das datas de hn­ 
porlllncla referente no 
pleito que Sfl forlrá u 
15 de ovembro de 
1076, atingindo até apu­ 
ração final dos sufrug!­ 
os (25 de novemllro ). 
As eleições são para 
escolha de Prefeitos, VE­ 
e-Prefeitos e Vereado­ 
res. 
15 de Maio 
1 - Último dia para 
o eleitor filiur-se ao pur­ 
lldo e, sob sua legenda 
poder disputar a eleição 
de prefeto, vice prefei­ 
o ou vereador; 
2· último dia para o 
prefeito reuuuciar, a rim 
rje poder concorrer a 
vereador; 3- inicio do 
ptuzo no curso do qual 
se tornará Inelegível, 
para prefeito ou vice­ 
prefeitu, quem os 1,uce • 
der ou substituir e, bern 
assim, o conjuge, ou os 
parentes cvnsauguineos 
ou ufin,; daquele,;, até 
terceiro grau ou por adoção; l­ 
inicio do prazo no curso do 
qual se tornará inele­ 
givel, para vereador, o 
vice-prefeito que suce­ 
der ou substituir o pre- 
folto bem assim o con 
juge ou os parentes con 
sanguíneos ou aiins da­ 
quele, até o terceiro 
grnu ou por acloçüo. 
19 de Maio 
Inicio do prazo, que 
vigorá até o dia 27 de 
agosto, para o partido, 
em convenção munici­ 
pal, escolher candidatos 
e iustltuir sublegendas. 
6 de Agosto 
Enüerramr.nto do a­ 
listamento eleitoral e 
de transferenciu do do­ 
micilio de ele:tol'eS. 
15 de Agosto 
último dia para de­ 
sincompatibilizaç:1o, nos 
casos previstos em lei 
dos candidatos u pre­ 
feito e vice-prefeito; 2- 
dat!l a parlir da qual. 
durante tre: meses, o 
p11rtldo poderá fazer fuo 
cionar. das 14 à 22 hs. 
alto-ratantes ou arnpli­ 
ficn:::lores. de voz, na 
sede, depen<lr.ncia e ve­ 
iculo seus. 
17 de Agosto 
Data a purlir da 
qu·ll é vedada a utiliza­ 
ção, em campanha eiei­ 
toral, de veiculo e em­ 
barcações pertencentes 
IRIU! N [ROMEIRA 
Fundado 25 /02/72 
Redator -Chefe • dut1!do /Jurira 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não 
representam o ponto de vista do jornal, podendo até ser 
contrários a este. As opiniões do Jornal, acham-se expressas 
nos Editorais e nos comentários não assinados' 
TRlllUNA DA FHONTElllA é uma publicação da Empresa 
Gráfica Tdbuna da fronceirn. 
R. ME. 2Lz± o!! 1 III. 1u-1 
Assinatura Anual 
Bela Vista 	Cr$ 100,00 
Demais Muuicipios CrS l20,0 O 
Redação, Admiuistrnç:lo e Oficina, Rua Duque de 
Caxias s/n Bela Vista Mato Grosso 
ao poder público, inclu­ 
slve suas autarquius e 
so.::ledades de economia 
mista 
17 de Agosto 
Ultimo dia para o 
partido realizar a con­ 
vençãc; nrnnlcipul desti­ 
nada a escolha de cun­ 
didatos a prefeito e vi­ 
ce-prefeito e vereador. 
6 de Setembro 
Encerramento às J 8 
hs., do prazo pura en· 
trea, no Cartório Elei­ 
toral, do requerimento 
de registros de candi­ 
datos un plntto munici­ 
pal. 
15 de Setembro 
Ultimo cliu para cle­ 
sincumpatibilização. nus 
cu ·os µrevisto em lei, 
rios candidate, a verea­ 
dor. 
I! de Outubro 
Encerramento d o 
prazo para julgamento 
do pedido de registro o 
cundidatos, inclusive aGs 
que tiverem sido in­ 
pugnados. 
14 de Outubro 
Inicio do prazo de 
30 dias durante o qual 
o partido· disporá de ho 
. rários para propaganda 
grt!tuita, atru ves de e­ 
missoras ile rádios e te­ 
le visão de qualquer po­ 
teuciu. A partir deste 
momento, será permiti­ 
da, como proganda elei­ 
torul paga, apenas a di­ 
vulgação, pela imprensa 
escrita, do curriculum 
vitae do candidato e do 
n de seu registro na 
.Justiça Eleitoral, bem 
como o partido a que 
pertenee. 
16 de Outubro 
1- Instalação, pela 
Justiça Eleitoral, nu se­ 
de de cada Município 
de comissão especial de 
transporte; 2- encerra­ 
mento do prazo para a 
Executiva Municipal in­ 
dicar ao Juiz .Eleitoral 
os membros do comitê 
interpartidário de inspe- com inicio às hs. e 
ço. 	encerramento às 17 hs. 
5 de Novembro 16 de Novembro 
Encerramento d o Inicio, às S hs, da 
prazo para o eleitor re- apuração, pelas Juntas 
querer a 2 via de sen Eleitorais. 
titulo perdido ou extra- 
25 
de Novembro 
viado. 
l2 de Novembro. 
Térruiuo !ls 23 hs. 
do período de pro;a­ 
ganda gratuita através 
do rádio e da televisão 
13 de Novembro 
Encerramento. à s 
i ns. do prazo para 
propaganda politka me­ 
diante comidos ou reu­ 
niões púllllc,,s. 
15 de Novembro 
Eleição paro os cur 
gos de prefeito, ,•ic .... 
prefeito e vereador, 
Encerramento o o 
prazo paru apuração 
rrnH ,Juntas Elr•itornls. 
NOTA: Este calen 
lario Eleitoral está su­ 
jeito a alteração no que 
se refere a propaganda 
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Sessão ~e 11 /03/16 
De sun açfio parla­ 
mentar, o orndor urtrma: 
"é tonto o que u geute 
pede e slo poucas llR 
vezes em que o gente é 
ntencllda que ... n08 eI­ 
tlmos mendigos da demo­ 
craclu... torubndo • se 
desnecessária, por ser 
demnsladnmenle funtusio 
sa, no meu entender, 
uma preslaçiio dt1 contas 
de um dos mais humll­ 
des integrantes deste pu­ 
der Rem forÇUR" , polt1 u 
"lugar-c<nnum consagrou 
n asserçt<, que bem de­ 
l'lne e, sombrio condicio­ 
namento do processo le­ 
gislativo brasileiro, qual 
Rejn: un Deputado, todo 
o direito de peJlr; no 
Goverundor, todo o do­ 
ver de negar." 
lndependônclu parlomdll· 
tar, resta u marginall7.h­ 
ção, açoitada pelos ven­ 
tos da pen1eguiçüu poll­ 
tlca, das presi-ões de 
toda ordem.'' 
Mencionou as decla­ 
rações dos Prereltos do 
GronJe Dourados regis­ 
tradas pela imprensa nacional 
a respeito da real situação po 
lilicu do E,tado p11ru, entüo, 
cliza 'luc •'.lalu Gro,;o f,_,i 
acometido de uma moléstia 
ukunhudn de oligarcia, cujo 
n-méclio será exposlo cm 15 
de novembro, quando o mato 
grossense marginalizado, ur 
rado pela indiferença de um 
Governo prolcxo e andej, fa­ 
zer o seu manifesto, em rui 
do", ntru, és do ,•oto conscicn 
te .... 
Falou de uma mioo­ 
ria situacionista que se 
acomoda om troca de 
pequenos favores admi­ 
nistrativo e aqueles ma­ 
Is deãtemidos que se ar­ 
riscam •'à 1went•;ra dn 
portamento rastrejante da poli 
tia de aliciamento coereto, 
orientodu dirt'l11111rnlt' pelo 
Palácio Paiazuis, e citou o 
Centro Educacional de Aqui­ 
dauana", onde· segundo o 
pnrlamcntnr "'(oi rnuntuôo u111 
posto de inscrição partidária 
i'o1ene,ncnlt· nherto BOA (uncio 
nárius do Educunclúrio pdo 
prbprio Covernoclor". 
Analisou a apreensão 
dos nossos produtores quanto 
no prohlemn da cnrêncrn de 
vias de ucesso para rscoamen 
to do grande ,afro ogrltolo, 
e comentou os problemas d 
armazenamento... tacando u 
incupncidnde do Poder Públi 
co cm tlnr no agricultor condi 
çõ<s para qur o frnto do co 
lhei1a niio seja impiedc»nmcn 
re trogotlu pelo abandono da 
estradas vicinis e pela inope 
raia da ,CASEMAT". 
inda, censurou o "com- 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
O r. José Francisco da 
'llva Filho perdeu seus 
documentos e pede quem 
uchar favor entregar na 
Prefeitura Municipal de 
Jardim P.G.U. - 200.0GG 
Carttiira C. .H 200.0GG 
Carteira Profissional "B" 
0ata 2409 /74 - EXP. 
P/31ª Ciretra!!. 
publicaçiic: que se faz 
caso não os encontre, pa 
ra obtenção da 2ª via 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
d t
,. ,'i Serviço da 
·Orgão Indepenlene 
Hcgiflo'' 
, 
E, 
, 
OI E ... 
Pedro Pedreira 
o jogo de domingo p.p. não agradou 
Lamentáveis os aconte 
cimento ocorrido, nu E,wclio 
OCTAVIO FONTO HA, quan 
cio a torcida invadiu o campo 
pnrn 'URRAH o juiz da par 
tida e jogadores. Lamentamos 
profundamente porque os ntu 
ais diri:!entes da LED junto 
com os dirigentes do essen 
.tu tudo fazem para ele,·ar o 
bom nome do esporte bela­ 
vi-tens e elementos "desre 
parndoo para frequentarem 
0 t:. redr J»se hlieii 
entusiasmado com o funciona .. 
mento do INP • no Tiospital 
. Vicente de Paulo. Diz o 
presidente da Câmuru "que 
tudo esta funcionando cm 
perfeito harmonia cxccutondo 
o l.N PS local a verdadeira po 
litica social do governo revo 
lucionnrio- 
ambiente público" e+tragam a 
fc•to ,. d e m o n í' l r n m 
que ainda o "In» 
tmto animal é mni, forte t' 
a. feras despertam". Hidícu 
lo...Lamentavel...e queira De 
u que nunca mais aconteça. 
Briga entre os jogadores, ain 
da v .. i, mas n torcida invadir 
o campo ... invadir o campo é 
Laruentav.-1... E o policiamen 
to? 
Comentários 
e mais comentários a respeito 
doo nome• que n Tribuna 
vem promcvendo; Nivaldo 
de Barros e Afonrn Dilon 
Nunf'• Leite. Os comeotiírios 
"ganham dia a dia no rontex 
to~ opiniões fnvoraveis e tu· 
do indica que o atual secretá 
rio do Diretório e o atuante 
vereador serão elementot de 
proa no c•quema do portido 
governista. 
.OS "P 
O noticioso da imprensa nacional niio 
revelou a parte oculta dos protestos feitos pela 
esquerda contra a vit;itu cio Presidente Geisel à 
Inglnlerrn. AR m11nifesluçõe P.squerdlslas na lo­ 
gla terra e Eunç sío organizadas por escrito­ 
rios t:'~peciuizados, que pura tal pagam os mu­ 
nlfestu11tes segundo o papel a desempe11bar na 
manifestação. Assim, os carregadores de cartuzes 
ou fuiXll8 ganham uss~o.ou e O cumpnrecimeoto 
com gritos vale U Sl0,00. Este fulo explica o 
o comparecimento em grupos organizados. Em 
Londres o n de manifestantes andava a•> redor 
de 50 pessoas. As faixas e cartazes eram reco­ 
lhidotl após a manifestação ao escritôrlo da 
"Anistiu luteracional para 110 dia seguinte se­ 
rem distribuidos uovalllente. 
Em consequPnCI~ dn crise iuternaciooll. 
a taxa de desemprego da Europa anda ao redor 
de 8% a 15%. e os mani[estautes são recruta­ 
dos entre os desempregados, que consideram 
um biscate. O fato explica a disputa entre eles pa 
ra carregarem os cartazes ou as faixas, já que 
por este serviço são melhor remuot1rado11. USS 
20,00 
Poucos jornais brasileiros noticiaram 
que entre as faixas havia uma que dizia; •·L1- 
berdude pura cs homosexuais". No Brasil não 
existo falta de liberdade para esse tipo de ati­ 
vidade, não chega ao ponto de haver legislação 
que permita o casamento entre . homens como 
na Inglaterra. Talvez as faixas dAsse tipo los11em 
dirigidas às familias residentes na lude::,endencla 
ou Mostardeiro as qual.a tem solicitados medida 
da policia contra os "ln.vestis" que transfor­ 
maram essas ruas em areaa de op,..rações, com 
visivel mal-estar para as familias residentes. 
O jornal Ingles Dally Express, de cir- 
'' EM LONDRES 
Carlos M. de Assis 
culação de 2.982.loo exemplares diários, publi­ 
C'OU em mancbete - "Geisei dl>. uma bofetada 
na esquerda", referindo-se à respo~td do Presi­ 
dente Geisel à comi,;são que pretendia fazer 
uma investigação no Brasil. O presidente Ge!sel 
não pediu que u m 11. comlsaão b r a s i I e i r a 
fosse a Londrei1 investigar os atentados 
aos direitos e.la pessoas humana, quando bom­ 
baP explod&m em restaurantes de Londres fa­ 
zendo vitimas inocentes e indefesas. E os ·'au­ 
tenlicos·· do krasil imaglna,·am que 11ãc seriam 
cassados por causa <la visita uo exterior do 
Prts!Jrnte. o qual temeria as repercussões .das 
esquerdas _da França é Inglaterra. O Presidente 
Ge1;;el nuu teme os comunas e seus aliados 
nsm aqui. nem em qualquer lugar do mundo ' 
. 
1 
• . _O "autentico" Getulio Dias em entre- 
v.sta à imprensa, admitiu implicitamente o 11.polo 
aos manifestantes de Londres, qu1rndo disse "Oi­ 
r~l_tos humano~ sii? como matemática. quiml-:a 
fmca, um patnmomo da Humanidade". O pres­ 
sldente Gelsel está certo quando diz que a "O" 
tensão" será lenta, gradual e segura ote 
18 
cassações não necessitam serem tão ie~tas m as 
duais e seguras. Caso as cassações conti • gra 
em "passo de tartaruga" dillcUmente ao f~eJD 
11eu governo terá as c<>ndições para uma d e 
cracia estável no Brasil. 	1e5o- 
Palams da Pmidente Geisel 
(Cuiabá. 8 de abril de 1976 _ i--o 
lndepen_denr.1a - 880. <ta República _ ~- da 
Revolução Redentora). - "Nós temos 
1
--. da 
me livre, todo■01 cidadão são liv llill regI­ 
vivem com e pela iierd@d. s6 a {j%, '9d@s 
para 01 lrresponlláveia." a erdade 
Estamos 
aguardando os nomes dos 
candidato• d candidatos pelo 
:MDD. O silêncio, ou melhor. 
a expectativa é grande no me 
10 politico belavistens. 
Pela grande 
humildade 
D. Arncy Moreira ,Men 
des Gonçalves, nunca permi 
uu que fizessemos qualquer 
alusão ao seu nome. Mas ho 
je., CIO! perdoe D. Ar.:icy. te 
nwa qur. agradece-la de públi 
co 0 apoio que dedica à no! 
,;a TF. A querida senborn º"' 
nossos sinceros agradecimen 
tos .. 
Esta endo 
cada d i " mais difícil 
rnnnter cm funcionameJJtO 
uma. indústria grifica cm Be­ 
l~ V"!"-. A prometida :'ener­ 
ria elétrica, não vem satisfa­ 
zndo as ncc:cssidndcs e somos 
obngadoe II Fazer Mileres­ 
Na pare da manha em, 3 
horas para imprimir 
O jornal 
e múmcros •crviço1 ç.ifieo.-' 
A pane da tarde não podemo• 
contar_ pois a mesma é "du­ 
vidosa'.. vem ou não vem" 
E: a pergunta crucial que !a· 
item o, 1mprcosores da TRl· 
BUNA. Esperamos que a» 
promessas' sejam cumprida 
pois da maneira como estão 
a8 coisa, ahc.rnativa será 
mudar o "centro das ativida­ 
U;' da _TF. dciundo aqui cm 
la V lSlcl n ncce•sário p,in 
fzer sobreviver TRIBUNA 
atender o poucos pedidos 
i;raficos da cidade. Aqui nio 
podemos penar em ampliação 
devido, principalmente, a "es 
ca .. a eneria". E verdade-­ 
uma triste verdade... mas ver­ 
dade. 
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