FU DADOR E DIRETOR RESPONSÁVEL -- I ALIO PEHEHA ,.No V Redação, Oficinas e Adruinh1tração B J Vi t Ili' d J l d 1~6 • ú • _ ""o ae«» «avaro _ Rua Duque ele Caxias S/N _ CBMPO N lvaldo Pereira No gosto de relvin dlcar as honras de pro- • reta, mas já tinha pre­ venido claramente al­ guns leitores sobre o que esperar do jogo 8esenta x Jardim. Um time agressivo, tasiuan te, bem coordenado em campo (Jardim) e outro lutando apenas com a força do entusiasmo, em um esquema defini­ do. Foi longe o Sessen­ ta, longe até demais. Formado a últlmu. hora, os pupilos de Kalife de­ monstraram que em Be­ la Vista se joga um bom futebol, falt1J.ndo ap,:mas mais entrosamento. O lmpurlante é o treinador amalgnr estes jog»dores num time coeso e com padrão coletivo. Indiscu­ tivel a vitória do E.C. Jardim, 2x0 foi um pla­ car justo e sem dar mar gens a outros comentá­ rios. Agora· lastimável a atitude da torcida pre sente ao estádio fazen­ do do jogo um verdadei to festival de pancada­ ria. A invasão do cam­ po por elementos que se dizem desportista ve­ lo comprovar uma velha tese: estádio sem alam brados é chamariz p/ confusão. Poderiam os "concordar" com brigas entre os jogadores (até num Brasil x Uruguai acontece) mas... a Tor cida Invadir o Campo p/ Surrar Jogadores e e o JJ,1.iz, essa não. La­ mentível e acima de tu do covarde às agressões acontecidas no Estádio Octávio Fontoura. a tor­ cida nuncu deveria to­ mar tal atitude. Paga­ mos para ver um espe­ táculo de futebol e vi- mos uma péssima de­ monstração de esporti­ vidade. Ruim u arbitra­ gem, falhou no segundo gol ele Jardim, fulbou 111 clu. ive em atender as diversas reclamações dos jogadores e folhou pela falta de pulso. o vn­ mo culpar ninguem em MUNIC PIO MITO particular. mai- .. ,,s ele­ mentos que pruvocarum a "guerra caupal" fi­ quem ciente: Voees est5o trab :ilhando contrc o esporte belavistense.. ' , PRCIRA E MM #ti. ituado em região da erra de Maracaju, Antonio ,João. municiplo do sudoeste do Estado, é uma das 1.200 locali­ dades brasileiras despro­ vidas de médico para nssistencia á sua popu­ lação. Para encontrar uma solução para o pro­ blema esteve em visita à Universidade Estadual de Mato Grosso o verea­ dor Arnaldo Marques da Silva que expôs a situa­ çáo do municipio que já cbteve do Funrural e da Pusmat os recursos ne­ cessários para a contra­ tação de um profissional além da ajuda de custo da Prefeitura local. Se­ gundo levantamento dos conselhos regionais de medicina. existem no Pais 72.500 médicos e, no entanto, bá 1.200 mu­ nicipios sem um só [a- cultativo, embora 138 _-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_- destas localidades te- nham mais de 20 mil hu- bitantes.O municipio de Antonio João esta liga­ do aos principais centros sul-matogroseuses como Ponta Porá, Dourados. Maracaju e Campo Gran­ de por ótimas rodovias e tem na agropecuária i-ua principal riquesa po­ rlendo brevemente se destacar junto às demais cidades do Estado, prin­ cipalmente às da região fronteiriça. Os 25 anos do Rotary Club de Beta Vista. O Rotary de nossa cidade comemorou em grande esfüo o seu Ju­ bileu de • Prata. Aguar­ dem a edição especial do dia 30 com a cober­ tura total do aconteci­ mento. Arnaldo Marques (foto) ...,_, o-.a' Brevemente em Jardim: ''O Progressista" - semaná rio composto e impresso em Jc.rdim. E E E Gráfica Editora Vanguarda Impressos em geral - edição de livros - impressos oficiais - escolares - comércios - Brevemente em Jardim ========== MOVEIS DELBfl MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMESTIOS • E M GERAL SINTOS E ZINCINElll LIDII. IYENIDll DUQUE- DE CAXIAS- 446 JARDIM-MI Hsrins 02 Iel Vista Mt 06/06/76 Medicina is iifiéis nERnM O RESPEITO" (Por Flamlnlo Fanti­ nl - Jornal Movimento). O contundente desa­ bafo oontrn u mercantil! zuçílo da proflssílo médi­ ca feito pelo doutor Pau­ lo Musa atingiu inicial­ mente vpenus as poucos centeuue de leitores do jornal E quema, da cl­ dadezinha de Fruta!, no Trlílngulo llllneiro, ao qual ele deu uma entre­ vistu. ris e de quase 15 mé­ dicos. Pura eleR, o CRl1 n[10 deveria tratnr como réu o dr. Paulo Musa, mas sim apurar as de- 11ú11clas por ele formula­ das. Um mês depois da entrevista, contudo, suns denúncias irlnm chegar no conhecimento do Conselho Regionul de lledlcina, úrgio encurre gado ele fisralizar a obe diência aos postulados do Código de Ética lllé­ dica. Logo, o presidente do CRM, Arnaldo Elias, torno-:.. pública sun intbn ço de levar eu colega do Triíngulo :linelro a julgamento, por viola­ çio do Código de Ética. Essa disposiçü levantou imediata e ruidosa iusa­ tisfação entre os estu­ rir.ntes da Faculdade de llledicinn da Universid­ de E·deral de Minas Ge O DÍretórto Acadê­ mico Alfredo 13nleua e o Cetro de E tudos, de l!ediclnn, entidades estu dnntl da UFMG, divul­ garam amplamente a en trevista do semanario Esquema e n couvocu­ ção feita pelo CRM ao médico Paulo Musu, pu­ ra que comparece se pe rante o órgão. uma As sembléia Geral cerca de duzentos aluno da Fuculdncle de Medicina discutiram o as unto, chegando a conclusão unânime ele que as de· nunr.ias "c01 respondem ü realidnde", e que "a convocuçilo traduz mais um meio de cercear a liberdade de expres ilo"'. Decidiram então apotur a declarações de médico, umpliur o debate a res­ peito du ccmercinliza­ çüo da profição e con­ vidar os represententes POSTO snNTll CATARINA LIA Aberto dia e noite Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina Anexo: Lanchonete Avenida Visconde de Taunay Esquina Floria no Peixoto Perto do Banco do Brasil Gula Lopes da Laguna lllt. do CRM e da Associa­ ço Médica de Minas Gerais para uma dlscus­ silo pública do assunto. Estimulado pela . pronta e inédita solida­ riedade dos estudantes, um grupo de médicos co­ meçou a clrcul!ir um a­ baixo-assinado. no qual estraubavam o julga­ mento de Paulo Musa argumentando que "as denuncias eram infeliz­ mente verdadeiras. de aominio público e já clássicas na literatura médica do Bra il e em outros países". Com 141 assinaturas, in­ cluindo renomados pro­ fssionais, o documento afirraa que "seria de se esperar pelos próprios ordennmentos do Conse­ lho ., em obediência à ética, uma slndicílnciu prévia com o devido si­ gilo nn apuração dos fa tos". E conclui : .. 1 ão há dúvida que a quebra do sigilo, com ampla di­ vulgttção, tem c•>ncreta­ mente u111 caráter inti­ midatório"'. Os resultado oão demoraram. Apenas cin­ co dias depois de anun­ cia r à imprensa sua in­ tensão de levar o caso a julgamento, o presi dente Arnaldo Elias re­ cava e dizia que o mé dico de Frutal upenas ~oi convidado a prestar certos esclarecimeatos e não há nenhuma preten­ ção de julga-lo ou puni­ lo". A Associação Médi­ ca de Minas Gerais, que anteriormente havia se colocado "inteiramente solidária com o conselho, apesar de nunca termos ouvido ralar no nome des te médico"', passou a as­ sumir uma atitude mai.s cautelosa -- distribuiu um pres-release à Im­ prensa, datado de oito dias antes, dizendo que o problema não era da sua alçada. Aos estudan tes de Medicina, que já .haviam formalizado o convite para o debate público, marcado para a última segunda-feira, o presidente da AMMG, Jo sé de Laurentys Medei­ ros, repondeu que jul­ gava pouco oportuna a data sugerida", por ser antes do dia marcado para a audiência entre o CRM e Paulo Musa. Em Fruta, cidadezi­ nha próxima à UberHl.n­ dia, com cerca de vinte mil habitantes, onde es­ teve Movimento na se­ mana passada, a reper­ cussão tinha sido das mflis favoráveis ao dr. Paulo Musa, "figura muit<' conheciJu. e popu­ lar aqui, na definição dos mercadores. O sema­ nário Esquema, que cir­ culou no dia de maio dedicou toda sua primei­ ra página ao desdobra­ meato ria entrevista. bi­ potecaundo apoio ao mé­ dico "que disse umu ver­ dade tão antiga quanto o Juramento de Hipócra­ tes . No começo da se­ mana passada, um gru­ po de Jovens da cidade planejava fretar um ôni­ bus para comparecer à audiência em Belo Hori­ zonte. O motivo alegado lnlcl­ almente para justUiçar li possível aplicação de uma punição à Paulo Mussa era a infração do artigos º. e 91º do Có­ digo de Etica, que esta­ belecem que as críticas acs "atos que infringem o8 postulados éticos ou as di5posições legais que regem o exercício da profi Pão·• não pode­ rão ser feitas publica­ mente, como no caso de uma tntrevista à Impren­ sa. Ao contrário, o mé­ dico "deve dar conbeci­ mento ao CRM com dis­ crição e fundamento". Segundo o presidente do CRM. Musa "generalizou fatos isolados e formu­ lou criticas que a nossa classe médica não mere ce, infringindo os princí­ pios de apreço e solida­ riedade que refletem a harmonia da classe e lhe aumentam o concei­ to púhlico". Por seu la­ do, Paulo Musa desde o principio confirmou suas declaraçõci; com a mes­ ma firmeza com que fi­ zera a criticas, desta­ cando que. se transgre­ diu o codign de ética medica "violou-o onde devia ser violado". Um dos médicos que (Continuo no pog. 03) FIOiil MURDNO MÉDICO Atende pelo INPS e IPEMAT Horários: Mha- H z.,, rospta 13,00- 16,00 hs: Posto de Saae 16,00- 19,00 hs: Consul6ri R- 15 de Novembro, 75 - Fone 178 _ DR. Bela Vista. COMERCIO E ~EREDIS UNIÃO DGRICDLA LTDA " Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VIST' Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Perto da Ponte Internacional ------------ Avenida Teodoro Sativa Hela Vi»t 06/6/76 Mediina "OS MÉDICOS PERDERAM O RESPEITO" (Continuação) organizou o abaixo-assi­ nado afirmou a Movi­ mento que ,a l'IXlgência de sigilo nos processos •·caracteriza a Indisposi­ ção generalizada dos Conselhos Regionais de Medicino em apurar ns denúncias apresentadas. contribuindo pnra abafar os casos de abusos na profissão": No caso do médico de Frutal a pre "ª em -puni-lo tem o pa­ pel de intlmidur :i cltSSe médica em gerol neste tipo de denúncia. Aliás, a perspectiva de conter as denúncias chega a casos extremos como por exemplo, a: atitude do presidente da A11socl ação Médica BraCJllelra, que tomou a Iniciativa de procurar o lllnlstro da Justiça, solicitando a Interferência do Serviço de Censura do Departa­ mento da Polícia Fede­ ral oo sentido de evitar a publh!u.ção de maté­ rias considerada@ Incon­ venientes para o concel to da classe médica". Paulo Musa foi ao CR I na tarde de quarta feira da semana p .. ssa­ da. Prestou depoimento durante duas horas e mela e, segundo disse à imprensa depois, mante­ ve as declaraçõl's. O presidente do Conselho. Arnaldo Autonlo Elias. disse que o "depoimen­ to vai ser analizado" mas que "não xiste nenhuma denúncia con­ creta a ser apurada". D EN EVI P- O que é mala Im­ portante na vida huma­ na ? R- O respeito de ca­ da um n si mesmo. P- O que e tá obran­ do no mundo atual ? R- De re 1.Jeito. desa­ mor, ambição desenírea­ da. Os homen não se reiipeitandu ni.lo pode se amar. Enganar aos ou­ tros. hoje tornou- e si­ nonlmo de esperteza. O bom comerciante hoje, é o que melhor engnnn OR seus freguese . O me lhor profissional lil.Jeral é o que mais complica o caso: o advogado que faz o processo se arras­ tar, o médico que pede ao doente mil exumes desnecessários ete. P- O que o homen, procura _incessantemen­ te ? R- O homem procura incessante!llente a feli­ cidade, mas raríssimos süo os que a conseguem. Para se sentir feliz são tantos os fatores que aparentemente tem que ser satisfeitoe, que nós, homens comuns, medío­ cres, parece impossivel alcançar. E no entanto a receita da felicida1le está contida em uma ú­ nica e curta frase de São Francisco de Assis. Frase que encerra todos os compêndios de f i 1 o s o f i a existentes: - "O homem feliz é o que se conten­ ta com o que tem". P- Admite que a ciên­ cia e a religião serãc sempre antagonlcas ? . R- Acho que não há antagonismo entre a ci- encla e n religifl<' pois houve grandes cientistas adeptos fervorosos de religiões. como houve religiosos, que se torna­ ram grandes cientistas. Apeou. acho que, em determinado momentos históricos, determinadas religiões, por seus che­ fes politicos, procuram a todo custo frear o processo cientifico. Quan do, por exemplo, a Igre­ ja Catolica, na Idade Média, punin com a pe­ na de morte os que se atreviam a estudar o o corpo humuno por meio da dissecação. Quando esta mesrua i­ greju queimou Nino Gior dano Hruno e quase fez o mesmo com Galileu por terem eles provado que a terra é que gira­ va em torno do oi. Há uma série enorme de exemplos como estes em que vemos, sempre as religiões tentando fre­ ar o progresso. Mas a curiosidade do bomem é tremenda. Ele procura pesquisa, progride sem­ pre. E sempre vence aos que lhes querem impedir de ir adiante. P- O que representa vencer na vida ? R- Vencer na vida é estar tranquilo consigo mesmo. P- No Brasil os mé­ dicos foram-se por vo­ cação ou por quererem um status ? H.- Não acredtto em vocação. Acredito. Isso sim que haja pessoas responsáveis e irrespo- sáveis. Vocaçilo não Como um rapaz que nuca viveu os prnl.JJe­ mas de um hospital, po­ de dizer que tem vocu­ çi.lo plrn médir.o? Ele pode se empolgur por algum filme 0u r<'rnaucc ou casos que ouve con­ tar. Mas vocacão, não. Por várias c!rcuu tan· cio , nunca por vucução o inllividuo escolhe a profissão. dependeo­ d o de suas qualidades morais, intelectuais e de sua formação. Dentro deste meu rucio­ cinio alguns vão ser mé dicos simplE:smente por­ que precisam de uma profi .. ão par:, 1rnb:1lhar, ou­ tros por pensar em ganhar bem, outros a procura dn tatus. A maneira de cada um e portar vai depender das qualidades que citei acima. P- Como situa a nedicina no pais ? R- ou tentar resumir o que penso, pcrque acho este um problema muito sério. Os médicos, de um mo­ do geral, perderam o respeito por si mesmos, e, em cone­ quencia, desnior:t.lizarnm cou, a profies:lo 'l,_UC já não merece mais o respeito do povo. R:í uma crise mornl muito grande da classe médicn. Todos os postulados agrados da ética médica, tão respeitados até 20 ou 30 anos atras, são violenta­ dos a todo inslllnte. Cirurgiões n indicar opc rntões desnecessnríni!-. Uculis tas, donos das rendosas 6ti ca receitando óculos dispen savcis. Clinico a pedir série infindavel de exames porque tem por centagem nos labora tórios. Radiografias solicitadas sem necessidade alguma. Cesa rianns feitas como se fossem brinqnedos. O pediatra que para justificar a consulta feita substitui o leite materno por leite artificial. O atestado mé dico para jutificar faltas aos serviço, vendidos pelo preço de uma consulta. A espciali dales médicas criadas por necessidade cientifica paan do a jogo comercial da classe: o clínico manda o doente pa ra o radiologista, este o envia ' ,aro n µiru·colo(!i~t.a.., o ;?int'<'O ogista o manda ao laboratoris 111... enquanlo h,,uver dinhe, ro! Enfim, falta total de 1,,, nestidade, de principios, de honradez e acima de tudo, de cnridode. Tripudiar assim sobre um t-er humuno doentt". nrces,i1ando lllnlo de ajuda. E pen•ar-,e que até bem pouco tempo era uma profis süu tilo d1gnn. tào honrada .. A figura do médico impunha respeito. É verdade que ainda e xistem daqueles médicos idea listas, conscientrs, estudiosos. las são em grande minoria e ucabhm ,ufocados. marginali­ zados. O porque de ta trans formaçiio na classe médica se rin outro capítulo a analisar, mas creio que não cabe a mim, nem aqui. P- Como situo a saúde do brasileiro? H- f: sabido. ,,ficialmen te divulgado pela Organi ação Mundial de Saúde, que dois tc.rçus da humanidade é constituida de subnutridos. Como nos países mais evoluidos a fome é menor. nós, os povos subdesenvol vidos, contribuimos, é eviden te, com uma. taxa muito ma ior para a formação daquela média. Ora, um homem sub nutrido, por isso só, já é um individuo doente. E mais ain da; CS!Jl subnutriç.ão na infaneia causa danos irreparáveis para o resto da vida, mesmo que ele venha algum dia a se nu trir melhor. Em 'º" grande maioria, o quadro da saúde do brasileiro é uma calamida de; subnutrido, com hábitos de higiene pmticnmente nulos (falta de aparelhagem sanití ria, falta de água tratada descalço, com os dentes po dres), com hábito. alimenta re completamente deficientes m quantidade pre!a pobre za e em qualidade por mil crendices, O brasileiro x po-to a um em no de mo l-tia- tropicais e infecciosa­ ào apreentando qualqurr de fesa organica, um verdadei ro pasto para tas praga. Sempre Melhor Não se diga pior e: momento algum. Se voce já cooirn­ gue escutar com paci­ ência nas horaP difíceis ... e pede silenciar a própria irril8ção nas horas amargas ... Se tem ânimo para sofrer em lamentação... Se j suporta os problemas da própria casa, procurando solu­ cioná-los sem azedume e sem queLxa ... e tem força para calar esse ou aquele ussuoto infeliz .. Se respeita o. lilJer­ dade dos .. e agueutu a Vi.sita da enfermidade sem a­ larmar o ambiente onde se encontre ... Se desculpa ofensas reconhecendo que somos tambem capazes de o­ fender ... Se procura o traba­ lho com alegria ... Se confia em Deus e espera por Deus, ssm desesperar, sejam quais sejam as circunstancias da vida ... Então, voce já terá melhorado muito e pros i,eguirá sempre melhor. TRDTOREST COMERCIO DE MAQUINAS Adubos TAMOIO e inseticidas --Sementes selecionadas tis isris ti " Mie ! » I E IMPLEMENTOS AGRICOUIS bela Vi.ta 06/6/76 Crônica UM EX-COMBATENTE Altevir Alencar Todas ue tardes o pobre homem mutilado passava pela cnlçuda do Colégio. Parava, por ins tantos, obFervaudo atra vés das grudes que cer cam o estabelecimento, os bandos de colegiais em recreio, 1mmt1 ulga zurra própria da mocida de. Não orn mendigo. ó linha uma perna. A ou tra fora amputada à ai turu cio joelho. Andava arrimado a uma muleta e a um cajado. Envellle ciclo precocemente, ao drnjoso ... ero eles as cria luras paru quem a vida, ao invés de se constituir, um presente de Deus, era um martírio uma amarga provaçil.o. Esse homem era (digamos assim) um "coude nado à vidu" De modo invariável a garotada ao avistar o desgraçado, corri em sua direção, subia nas grades e come çuva a gritaria: Pernee­ ta! Perneeeta!! Profundamente triste cabisbaixo. mis humi llmdo aindll, o infeliz se afastava silencioso, pe uosamento, npoiad • na rústtea :letu de pana, muleta que suportuva dois pesos: o do corpo mutilado do homem e sua carga de sofrimen tos e amarguras. E. frente uo Colégio mora um Coronel rt-for mudo s e a ôrgüos públicos de mo do geral contendo as ln­ formações necessúriaR à conrecçio da CEDULA DE IDENTIDADE, Responsável e honesta'' Deputado Sergio Cruz(MDB) (Sessão ele :!5/03, ill) Para declarar que. "de acordo com a ori­ entação ela nossa lldc­ rançu. u atuação du bancada do J8 serú de apoio exclusivo às reivindicações popula­ lares. Será de oposição séria, raspon:aá vel e ho­ nest:i.. Em seguida, comentou longamente um expedi­ ente da Cemat ch,·gnndo à C'nsa em resposta a sua sugestão para que fosse l'Or,stitui,to um ul'U po de Trn bulho 1•or a­ queli,, órgiio estadual, incumbido de promover estudos com vistn à e­ laboração de projetos p:ira solucionar a carên­ cia dP energia elétrica na região sudoeste do Estadc; quando o ora­ dor teceu criticai; ao llnguajar utilizi.clo n:i. carta-resposta, "manja­ damente tecnicista, ou seja. falar bastante e não dizer nada" se- gundo explica o orador· "0 que temo pro­ curado fazer, desde que assumimos o mandato esta Casa. é apontar soluções." E cita a ob­ servação do presidente nacional ela Arena, de­ putado Francelino Perei ra, para Que oMDB a­ ponte soluções e não f&ça demagogia. ·•Esta é uma lição que o go­ vernador de MT sida não aprendeu·• - ob;,er­ va o orador. E para completar sua explana­ ção anterior: "Este pro blemu de energia p.étri­ para o sudoeste só terá solução efetiva. com programa corajoso, ·em timidez, seu o raquitis­ mo que tt'm marcado as andanças eleitorais de nascimento ou de Cll· sarnento ou ainda o Cer­ tificado de Reservista ( original ) ;Titulo de elei­ tor ( original ) ; 3 ( três ) fotografias, tamanho 5x7 em papel liso, brilhante, fundo branco, l-lodlll ador- Deputado Horácio Cerz6simo (Arena) Sessão de 15/03176 Por iudic'lçüo da li derança da ARE A, o de pulado Horácio Cerzósi mo usou da tribuna pa ra "externar os nossos senti- meatos civicos e mesmo efetivos... e exteriorizar o prisma que norteia nossos passos de homem público e quais o obje tivos que desejamo: al­ cançar." Após suuclar a seu;; eminentes pares com con fessada amizade e res peito, confia em que to dos hajam retorua<:lo aos trabalhos "com vontade férrea de novamente reencetarmos as lutas em favor do nosso pov'l e em favor do aprimors meato do regime cl ~mo crático ... pois, hoje, so mos melhores conhecedo res da complexidade po lítica". O parlamentar are nista falou de suas con vieções dtmocrãticas t'diterando seu incondi cional apoio às medidas revolucionãriu adota da.s a partir de 64, as­ sim como rejtistrou sua fiel colaborllÇão em fa­ vor do fortalecimento no, sem retoque, de pa­ letó e gravata vem sorriso. l'ara requerer 2 via, apresen mr a11 publicações em jornal, Os documentos serão devolvidos no ato do atendimento. A partir de agora, Atestados de Antecen­ dentes só serão forneci­ dos aos portadores da nova Cedula de Identida­ de, anexa declaração da firma ou órgão que soli- Pagina 0o cita o atestado. Ainda sobre fotogra­ fias. elas deverão conhir no verso o endereço completo do fotógrafo em carimbo de borracha, h•gível, bem como não serão aceitas as fotos de pessoas do sexo mascnlino com cabelos no rosto, e também não serE.o aceitas fotos de "5 minutos". NOSSOS PASSOS DE HOMEM PUBLICO var que nossos governantes estão atentos aos reclamo populare, e lodo fazendo p/ diminarem os males, e ofe tecerem melhores condições de vida para o povo. Referindo-r<: ao pleito de no,·embro deste ano, o dcpultldo r.onsidem "imperio o que se faça sentir nossa participnç.ão efetiva nas lutas eleitomis ... com espirilo mo cleraclor, de modo a amainar o ânimo!'. C•tm um conjunto de es forços em favor do bem co mum:" P:irn finalizar, sintetizo eu pensamento a respeito dos deveres do homem públi­ co: 'não nos deixemos levar pelo radicalim10 e, acima da! s eparaçõrs partidária•, deve mos lutar com patriotismo e amor em favor do Brasil e do povo matogrossense." e I J n L· da Rgremiuçilo oartldá­ ria em cujo quadro" se encontra integrado. Lembrou que no a­ no em curso serão re­ formuladas as adminis­ trações municipais e. dos seus resultados se­ rão extraidos "os refle­ xos preponderantes pa­ ra u C0llii0lidação do chamado "milagre bra­ sileiro." 'Sendo o nosso pais uma potencia emer gente segundo a ex­ pressão do 'ecretario de Estado americano _ o, Brasil e considerado, amda, na atual conjuntu­ ra interoaciooal como sento um oasis de paz e de progresso, apesar da co_nturbação, do ·ódio das mcompreensões e­ xistentes em toda a fa­ ce da terra:·. "Diante de tantas distorções, de tantos e go,smos e falta de a­ mor là fora, devemos ap-adecer a Deus pelo C,!Dla de. ordem pública "Pgu ie a familia brasi e ra expressou co m v ee meneia o deputado Horácio Cer zóimo, todavia, declarou que }9o povo traves uma a- de dificuldades, mas ele e ente confortado por obser Documemto Perdido . Foi extraviado na cidade de Dourados M.T. O certificado de Reser­ vi sta expedido em Foz de Iguaçú e Carteira de motonsta expedida em Cascavel do Paraná de propriedade de Luiz Car- },Nagr, por@ãr ã e', Sã3s5o, residente e_ a Vista l1.T Publicação que se faz Para obtenção da 24 via. l ,. REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM Rua: lq de Maio 365 Jardim -- Mete ,., .. , .... l r Calendário Eleitoral ----------------- , O CBLENDDR O E - Pura orientar o pú­ llllco « Tribuna da Fronteira » insere a re lação das datas de hn­ porlllncla referente no pleito que Sfl forlrá u 15 de ovembro de 1076, atingindo até apu­ ração final dos sufrug!­ os (25 de novemllro ). As eleições são para escolha de Prefeitos, VE­ e-Prefeitos e Vereado­ res. 15 de Maio 1 - Último dia para o eleitor filiur-se ao pur­ lldo e, sob sua legenda poder disputar a eleição de prefeto, vice prefei­ o ou vereador; 2· último dia para o prefeito reuuuciar, a rim rje poder concorrer a vereador; 3- inicio do ptuzo no curso do qual se tornará Inelegível, para prefeito ou vice­ prefeitu, quem os 1,uce • der ou substituir e, bern assim, o conjuge, ou os parentes cvnsauguineos ou ufin,; daquele,;, até terceiro grau ou por adoção; l­ inicio do prazo no curso do qual se tornará inele­ givel, para vereador, o vice-prefeito que suce­ der ou substituir o pre- folto bem assim o con juge ou os parentes con sanguíneos ou aiins da­ quele, até o terceiro grnu ou por acloçüo. 19 de Maio Inicio do prazo, que vigorá até o dia 27 de agosto, para o partido, em convenção munici­ pal, escolher candidatos e iustltuir sublegendas. 6 de Agosto Enüerramr.nto do a­ listamento eleitoral e de transferenciu do do­ micilio de ele:tol'eS. 15 de Agosto último dia para de­ sincompatibilizaç:1o, nos casos previstos em lei dos candidatos u pre­ feito e vice-prefeito; 2- dat!l a parlir da qual. durante tre: meses, o p11rtldo poderá fazer fuo cionar. das 14 à 22 hs. alto-ratantes ou arnpli­ ficn:::lores. de voz, na sede, depen->- ->---cp: ~ . C a s a P e e u a ri s t a Ltda 1 } K } Produtos Veterinários e Agrícolas, Ferragens, , Artigos de Montaria e Materiais de Corstruçao # À c«o { * Av. Duque de Caxias, 606 i 1 C. P. - Fone: 157 ,Jardim ..'.ilC:[., ->-<<>-c>-13- ><<&;G <<0cc> redor de 50 pessoas. As faixas e cartazes eram reco­ lhidotl após a manifestação ao escritôrlo da "Anistiu luteracional para 110 dia seguinte se­ rem distribuidos uovalllente. Em consequPnCI~ dn crise iuternaciooll. a taxa de desemprego da Europa anda ao redor de 8% a 15%. e os mani[estautes são recruta­ dos entre os desempregados, que consideram um biscate. O fato explica a disputa entre eles pa ra carregarem os cartazes ou as faixas, já que por este serviço são melhor remuot1rado11. USS 20,00 Poucos jornais brasileiros noticiaram que entre as faixas havia uma que dizia; •·L1- berdude pura cs homosexuais". No Brasil não existo falta de liberdade para esse tipo de ati­ vidade, não chega ao ponto de haver legislação que permita o casamento entre . homens como na Inglaterra. Talvez as faixas dAsse tipo los11em dirigidas às familias residentes na lude::,endencla ou Mostardeiro as qual.a tem solicitados medida da policia contra os "ln.vestis" que transfor­ maram essas ruas em areaa de op,..rações, com visivel mal-estar para as familias residentes. O jornal Ingles Dally Express, de cir- '' EM LONDRES Carlos M. de Assis culação de 2.982.loo exemplares diários, publi­ C'OU em mancbete - "Geisei dl>. uma bofetada na esquerda", referindo-se à respo~td do Presi­ dente Geisel à comi,;são que pretendia fazer uma investigação no Brasil. O presidente Ge!sel não pediu que u m 11. comlsaão b r a s i I e i r a fosse a Londrei1 investigar os atentados aos direitos e.la pessoas humana, quando bom­ baP explod&m em restaurantes de Londres fa­ zendo vitimas inocentes e indefesas. E os ·'au­ tenlicos·· do krasil imaglna,·am que 11ãc seriam cassados por causa ndições para uma d e cracia estável no Brasil. 1e5o- Palams da Pmidente Geisel (Cuiabá. 8 de abril de 1976 _ i--o lndepen_denr.1a - 880.