FU DADOH E DIIIEI'OH HE 'PO SÁVEL - J'iLIJO PEflEIHA 
-
_A_N_º __ v __ , __ R_e_d_a_çã_º_·_º_r_1c_l_nn_s_e_A_d_n_i_i11-i-st_r_a_ç_ií_o_, __ R_e_1_u_v_1_s_ln_1' do .fooho ,_e _w_ 7·-H _ .1 s,ma,,o,;o 
Rua Duque rle Caxias ! 	..... 
B M N 
Ih. 
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J 
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l 
No último domingo, es- 
lc jornnl trnnscrt"'CU, nesta 
coluna, artigo de "0 
PROGRE O". de Doura­ 
dos, u respeito dos "pi­ 
caretas" ua imprensa e 
destacou o fato de que 
existem empresas jor 
alistics em Mato Gro 
so organizadas e funcio- 
11ando. Portanto, não é 
uso que continue a 
proliferação de jornai 
que surgem apenas por 
um momento, ou á. ve­ 
zes, apes por um e­ 
leiçüo. qGando existem 
leis que protegem u li­ 
vre empresa no Pais e 
o exerci<:io desta ne,ces­ 
aria profissão. 
Aliás, no caso de Mato 
Grosso, a  imprensa co­ 
mo emprêsa l•1ta com 
grandes dificuldades, a 
começar pelu in<:ompre­ 
ensão de alguns. Extstem 
até os que pensam que 
jor,,al, rádio e televisão 
devem publicar tudo gra­ 
tuitamente, como se gra­ 
tis tossem o papel, a 
t!uta, o equlpa:nento, que 
precisa ser modernizado 
constantemente, o mute­ 
rial de consumo, a luz 
o telefone e assim por 
diante e que não. tives- 
8emos de pagar o lNPS 
o FGTS, o PIS, os demu­ 
is encargos trabalhistas 
como o 13º mes, u folhu 
õe pagam1mto, as agen­ 
cia noticiosas o telex. e 
militas outras despesas. 
Infelizmente. ainda 
existem os que acham 
que Imprensa é apenas 
algo sem maior slg11ifica 
do, esquecendo-se da 
realidade. que é outra. 
bem diferente. Jornalis­ 
To é o conjunto de es­ 
forço mental e físico, de 
despêsas normais dequal 
quer emprêsa, de eucar­ 
gos naturais, que é mo­ 
imentado com o obje­ 
tivo de Informar e for- 
mar 'a opinião pública, 
ma lambem procurundu 
a sua auto-suficiência 
financeira. Aliás. lucro 
não é crime. Por lnal, 
ele é bom para a em­ 
prêsa jornuli lica e rara 
o povo, tanto que o go­ 
vêrno tem um tributo 
chamado Imposto de 
Rendas. Desta m»neira, 
a empre a jo:-aulistica 
que procura o lucro ela 
ê honesta como qualquer 
outra empresa. 
desde que não fuja 110s 
padrõe da moral e da 
lógica. 
Qualquer setor da 
economia nacional que 
não se. organizar e que 
não der lucro está fa­ 
dada a desaparecer e, 
desta maneira. prejudi­ 
car o desenvolvimento 
sócio-economico c!o País. 
Por isto, acreditamos 
que quando um verea­ 
dor ou nm deputado es 
taduol lançar criticas 
contra a imprensa mato 
grossense deve pergun­ 
tar primeiro se o fato 
foi licito. honesto e de 
acordo com os costumes. 
Criticar é facil. O dHícil 
é fazer imprensa Muitos 
querem ter um órgão de 
imprensa, mus poucos 
i-ií o os que se aventu­ 
ram a isto, • pois apenas 
ideal ou vontade de a­ 
parecer não significa o 
funcionamento de qual 
quer jornal, radio ou te­ 
levisão. Seria bom que 
cada vereador e caria 
ceputado estadual, já 
que a critica surgiu nes­ 
ta faixa, tivessem os 
seus respeetlvos órgão 
rle imprensa. Haveria 
mais empregos, 1nais cir 
culação de riquezas. A­ 
contece que fazer lm­ 
prensa é caro. Não é 
brinquedo que se com­ 
pra nu loja ou na buli- 
que. iguem, em T, 
no Brasil e no undo, 
puderá ter, Pternamente 
um órgão cte Imprensa 
só porque gosta, o que 
veria louvavel, em mesmo o 
governo do Estado po,te 
se rlar ao luxo ele ter 
o seu jornal, 1:1 ua r,,­ 
clio ou u sua televisão. 
Pelo menos por eaquau- 
Bela Vista-A Pre 
feitura ilunlclpal de Be­ 
la Vista ingressou em 
juizo com pedido de mis­ 
são de posse do patri­ 
monio do Hospital ão 
Vicente de Paulo, contra 
a Beneficiencia Hospita­ 
lar de Bela Vista. Con­ 
tudo. o Juiz Walter José 
Contrera, desta Comar­ 
ca. aceitou a tese do re­ 
presentante do Mh1isté­ 
rlo PuhUco opinando pela 
improceüência da ação 
pcr falta de amparo le­ 
gal. No seu despacho, o 
juiz ,te Direito de Bela 
Vista foi claro: "Através 
da presente ação de emis­ 
sã de posse pretende 
u Prefeitura ilunicipal 
desta cidada a encampa­ 
ção do Hospital São Vi­ 
cente de Paulo ampara-· 
do na lei municipal n!! 
6-19/75, que autorizou es­ 
sa fiualicia..te. Esta claro 
que a com o amparo de 
lei municipal u Prefeitura 
ilunlclpul de Bela Vista 
pretende imcorporar o 
patrimonlo do Hospital 
São Vicente de Pu.ul•> 1m 
municlplo, fugindo da 
forma 1 e g a I 
to. Ate mesmo a impren 
sa Oficiai coura pela· 
publicnçõe que faz. As­ 
sim sendo, untes te se 
chamar a imprensa de 
mercantilizada, dP.ve-!'e 
primeiro raciocirar me­ 
lhor e fazer funcionai' 
a su11 propria consiencia 
{s vezes, estas criticas 
poderã» ser validas, 
poi a imprensa tumbem 
esta sujeita a e r r a r 
cnmo todos us r'ernais. 
Mas, o importante de 
turln é verHicar ""' e,;ta 
eritiea estu sendo vli­ 
da honesta. ou digna. de 
quem a faz. 
(Eciiloria[ rie o Estado 
de Mato Grosso.) 
própri:l. de intervenção adequados". O Juiz de 
do poder público na pro Direito de Hela Vista 
priedade privda A benficrencia aiuda condenou a Prefei 
ffospitaiar de Bela Vista tura .{uai::ipal desta ci 
é uma pessoa jurídica darie a pagar os honorá 
com disposicão estatuá rio advocatórios, que fo 
ri a (f 1 s. -1 5) ram arbitrados em cinco 
e dessa Iorma so mil cruzeiro . 
mP.uie poderá ser despo 
jadu to seu pat:-irnouir, (O Estudo d:l .late Gros 
através dos meios lega.is so) 
!NPS DESIGN- 
BIOQUIMICO PDRII 
RELA IST 
O Subsecretario Re­ 
gional de Assistencia 
Médica do INPS no Es­ 
talo de Mato Grosso, de 
signou o farmaceutico-bio 
quimico Dr. Ciro Benhur 
Torres Gallo. para soh 
forma de rredeucinl prPs 
lar serviços na especiu­ 
liJade de Ànalises Clini­ 
cas aos bcneficlarios dr. 
INPS cm nossa cidade. O 
credenciamsnto vem pre 
encher uma hcuna no 
setor previdenciario de 
Hsla Vista. que dia a dia 
vê melhorar o padrão de 
atendimento do lNPS. 
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Bruta, Venda de 
madeira Serrada 
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De Antonio Remo Penzo 
Apesar de alguns municipios 
produtores da Grande 
Dourados terem denua­ 
clado grandes perdas na 
colheita de arroz, fJ Sr. 
Dr. Edmundo Taques, 
Secretário da Agricultu­ 
ra, vem confirmando 
a Sllper-safra no Eiitado 
de Mato Gr<'sso, o que 
estimula os empr ... sarios 
que veem na atitude do 
t;r, SecreU:.rio u razão 
de se prosseguir nessa 
cultura que de lato colocou 
ilT como o maior produtor 
do País. 
É incrivel que, quau 
do do lançamento do Pro 
degran, tudo ia bem e 
logo depois, começaram 
a surgir as denuncia& da 
quebra anunciadas até 
o limite de 75%, exage­ 
ro que estava em verda- 
, deira contradição com 
as estimativas do Banco 
do Brasil, que essa que­ 
bra não excedia a 25% 
o que é razoavel. Por 
lss1, a confirmação da­ 
qula autoridade sobre 
a colheita de 30.000 
de sacas, que realente 
é uma super-safra. 
Jota Jota. 
I 
O CAFE 
PODE SER 
TABELADO 
Brasilia - Ao mesmo 
tempo que o Banco do 
Btssil anunciava 1t libe­ 
ração de novas linhas 
de crédito para atender 
as necessidades de capi 
tal de giro das empre­ 
ilas torrefadoras ne café. 
observadores a.firmava!D 
que o café será o DróXi­ 
mo produto a sofrer in­ 
tervençáo do Gove,rno. 
Para controlar sua par 
icipação Da composição 
dos indices de custo de 
vida e na inflação. As 
opiniões coincidem colll 
0 
pronunciamento do mi­ 
nistro Mário Henrique 
Simonsen, da Fazenda. 
(AND A)

Homenagem 
. 
,, 
"Se o Brasil de hoje parasse, estaria simplesmente retrocedendo 
Cada minuto perdido tem um efeito multiplicador e negativo. 
Cada minuto ganho é uma vitória sobre o Calendário e a• Folhinha que 
estão marcando as páginas do desenvolvimento nacional 
Nosso objetivo é a prosperidade e o bem estar do povo. 
D CÔMIIRII MUNICIPAL DE P. MORTINHO 
PIRIIBENIZll OS MURTINHENSES 
DE 
INTECiRADOS 
NVOLYIMENTISTI 
BIS L 
NO CONTEXTO 
DO 
"Parabens Porto Murtinho pelo 64.o aniversário'' 
II FRRRI AIS PRISIIIE] MLSNY RIMEIR IRES. II»O RIXA, R0RERI) ?II. IBIIO CIROIN 0 SIM10$ 
N 
..... mas aqueles que falam em violência, que 
falam em arbitrio, que fulam em sevicias, em su 
ma aqueles que vivem denegrindo o que a Re­ 
voluciio fez, têm que sair tio cubículo. em que 
vivem e abrir as jaaP.las. Têm que olhar para 
tora e ver o que se passa no mundo e concluir 
então que o Brasil talvez. dentro das suas difi­ 
culdaies, é uma das ações mais felizes do uni- 
verso" ( Presidente Geisel ) ' 
Estamos vivendo momentos marcantes na vida de Porto 
Murtinho, em que não sobrevive qualquer dúvida quanto a nossa 
afirmação como município próspero e integrado na Filosofia 
Construtiva do Governo Federal e Estadual, como afirmou o 
presidente Geisel, dirigindo- se aos presidentes dos nossos Diretórios 
Regionais: "() que temos feito - O que o governo tem feito, é 
p1.ttrimonio do· Partido".° • 
Nesta data em que Porto Murtinho comemora se!J 
64.o aniversário, o diretório Municipal da Arena 
RENOV~ SUJl FÉ NO PROGRESSO MURTINHENSE'' 
ALCIR NOCiUEIRA COELHO 
!. 
PRESIDENTE

eh Vi M 13/06/76 	Homenagem 
---------- 
·O que importa não é o que se tem, mas, o que e da' 
ão é o que se sabe, mas o que se ensina. 
ào é e, que se pode fazer, mas o que se faz; 
S 
. . , 	la • ,, 
ervr assm e pagar nossas cot ts por viver 
r 
'
6ROTARY CLUBE DE PORTO MURTI HO SAUDA 
AUTORIDADES E LABORIOSO POVO MURTINIEEISE PELA 
, . 
PASSAGEM DO 6 ANIVERSÁRIO DO MUNIIPIO" 
Horácio Car<lin dos Santo - Presidente 
Luiz Sergio Ilelo - Vice Presidente 
1elson Ramão itorio da Silva - l.o ecretário 
Clemente Alves - 2.ú ecrdário 
Luiz guero - l.o Tesoureiro 
Robcrcy Vitorio da Silva - 2.o Serretário 
Ndson Ribeiro Fere.,; - Oirl"tor do Protocolo 
----------- 
São Paulo 
Mato Grosso 
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Tupã Fone 2751 
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Nascemos para servir e crescer 
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D 	' • • -- ron a entrega B 
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SllltlOS E ZIINCllNELUl LTDD. 
DUQUE DE cn11as 44& JIRDIM-MT 
r

Beh Vita M 13/06/76 
Polltica e Governo 
H'agi 67 
o 
NOSSI · PARCELA DE GONTRIBUIÇIO 
Deputado Cleómene- 'unes (MDB) 
1 
SeilBIIo de 16/03/?U 
Analisou os termos 
da Mensagem do Gover­ 
no à As11ombléla Legis­ 
lativa, considerando-a 
um '·amontoado de pa­ 
péis que não do real­ 
mente uma dimensão 
daquilo que ocorreu nos 
,12 meAos da ad,ulnlslra- 
çllo", pois, segundo o 
parlamentar, a Mensa­ 
gem "está eivada de 
êrros e contém multas. 
Inverdades... e permltlu­ 
ae o Governador valer­ 
se dela como mais uma 
peça politlca de sua pro 
moção pessoal", citando, 
como inverdade, as o­ 
bras inacabadas de um 
edllicio de cinco pavi­ 
mentos em Campo Gran 
de, apontado na Men­ 
sagem como pntrlcamen 
te concluldo; para, mais 
.. 
adiante, mostrar a di8- 
torção verificada entre 
os anunciados 428 km 
de estradas construidos 
pelo Dermat em 1075, 
enquanto a Secretaria 
de Viação e Obras pú­ 
bUca11 assegura que fo- 
rum 611 km8. 
O parlamentar te­ 
ceu prolongadas consl­ 
jerações a respeito dus 
finalidades rio órgão es­ 
tudual denomindo Tu­ 
rlmat, cuja atuação, se­ 
gundo seu entendimento, 
não vem corresponden­ 
do às suas reais floall­ 
dades. 
"Mó: demo ao Go­ 
vernador uo ano passa­ 
do a uossu p1>.rcela de 
coutribulçüo numa linha 
m o d e r a cl a, no eII 
ido de que não fosse- 
., 
' 
IRIHUNA DA fROHfflRA 
Fundado 
m. 1/. BUOllf!lJOl·ll 
em 25 /02/ 72 
Redator -Chefe - lealdo [?reira 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não 
reprcsen1nm o ponlo de vista do jornal, podendo olé 1cr 
contrários a este. As opiniões do Jornal, acham sr expressas 
nos Editorais e nos comentários não assinados' 
TRIBUNA DA FRO. 'TEIRA é uma publicação da Empresa 
Gráfica Tribuna do fronteiro. 
lllCI. 1ST. llillllll-l 
Assinatura Anual 
Dela Vistn 	CrS 100,00 
Demais Municipios CrS 12000 
Redação, Administração e Oficinas Rua Duque de 
Caias s/n Bela Vista- Mato Grosso 
mos amanhã acusados te ocorrido no final do 
de entravadores das o- periodo legislativo de 
bras do Estado. Depois 7, lembrando em apar­ 
de um ano de crédito te pelo deputado ,Jesus 
de confiança au Gover- Gaeta, que julga haver 
no... recebemos como a bancada oposiclonh;la 
rrcompeosa a demissão sofrido desconsideração 
elos adeptos do MOR'' - das maiores por parte 
havendo, para reforço do llder da Arena; ''falo 
de sua argumentação, inusitado" proclama o 
e reportado ao incl<len- orador "que, a meu 
POSTO SPNTD Cftl!RINI LTDft 
Aberto dia e noite 
Borracharia - Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: r .a nchont>te 
Avenida Visconde de Tauuay_!Esquina Flori,1 
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l'crlo ,lo IJunco do Brasil 
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- - 
POSTO sao CRISTOVilO 
de Theobaldo Amaral 
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ver, rtlf!elíu de maneira 
bem clara o menospre­ 
zo que este Governo 
quer devotar à bancada 
da oposição.'' 
Prometeu retornar 
ao asunto. 
Contra 
!ismo e 
dismo 
eito letive freis III) 
o radica· 
o Esquer 
Sessão de 1li 03/7U 
Ocupou a trlbuna 
para, de inicio, historiar 
a sua conduta no exer­ 
cicio da liderança do 
MDB na Assembléia em 
1975, afirmando qu ... faz 
oposição moderada pur 
ser contra o radlcaliR­ 
mo e o "Squeràlsmo. 
ma é politico sempre 
disposto a votar todas 
as proposiçõe que fo­ 
rem do interesse de ,'.'lt, 
do interesse do povo. 
Agradeceu a todos 
os seus pares pelo pres­ 
tigio, pela compreensão, 
pela humanidade, pelo 
respeito que sempre lhe 
dispensaram; destacando 
sua vontade de prestigi­ 
ar o novo líder da opo­ 
sição, deputado Carlos 
Bezerra, por quem fora 
sempre respeiado na 
gestão passada. 
O orador mereceu 
palavras de elogio, pe­ 
la sua atuaçií o de líder, 
do deputado Edson Pi­ 
res, que falou pela lide­ 
rança da Arena; e encer 
rcu seu pronunciamento 
com a frase: "Com Deus 
pela liberdade. Cami­ 
nhemos juntos para um 
Hrasil maior." 
Venda mais seus 
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ela Vi-a 16/76 
Histórico 
M 
O prllHl'Ule histórico 
pt·etende upresenlut· os 
aspectos gerais do Mu­ 
nteiplo de PORTO MUR­ 
TlNHO, consldernrlo àreu 
de egurunça Noclonol 
e. purtanlo,merecedor da 
ute11<,:i.o do Estudo de 
Muto Grosso e da União, 
puro oi; problemas que ó 
iligem, no sentido de 
propor soluções imediu­ 
tus e de retorno econo­ 
mlco pura u sobreviven­ 
cia do llunklpo. 
de.s de plantas. sem o 
que não er11111 possivel 
o cultivo rucional da 
erva-mate em conolções 
de compensar us despe­ 
sus com o melhorame­ 
to do produto. 
e ' ouro e o diu­ 
nrnnle tiverem incgávtil 
lofluenciu no povoamen- 
to de grarde parte ,io 
solo mutogrossense, pre­ 
vocaudo o surgimento de 
vnrios núcleos humano!l 
que, lutando entra o 
obstaculos naturais de 
reglõe,s Inteiramente de • 
co1ahecid11s. u ervu-runle, 
influiu de muneiru pre­ 
ponderante na região iul 
de Mato Grosso forman­ 
d11 um verdadeiro ciclo 
de progresso, desenvol­ 
veucto uma industria que 
seguindo os passos riu 
pecuariu, os poucos foi 
se tornauct,, um podero­ 
sos sustentáculo à eco­ 
omia ae vasta região no 
estado, compreendendo 
nada mhenos de 9 muni 
clplos macugrossenses. 
Quuudo expulsos das 
missõe . os castelhanos 
levu,rum cúusigo t) se­ 
gredo do melhor mate, 
cujos processos. poste­ 
i-iormeuto. foram esque 
cidos. quando então os 
guaranis voltaram a em 
pregar os primitivos 
sistemas, com pequenas 
melhorias. A erva-mate 
(llex matogrossense ) en 
trou no l:lrusil por ilalo 
Grosso, trazendo, consi­ 
go entretanto, o mesmo 
rudlmenturisrno de cul­ 
tivo preca ri slllll) Rpro­ 
veitamento industrial, a­ 
té entio st>guido pelo 
guuru11is. Foi seu intro­ 
dutor uos campos e ma­ 
tos de Mato Gro. so o 
comereiunte e industrial 
Thomuz LaranjeiI'a. que 
dele tomou conhecime- 
to quando, integrando a 
comissão de limites da 
rrouteira 3tasil-Puragual 
che[iadu por Eneus Gal 
vào, ruais tarde Barão 
de Maracaju, teve opor­ 
tunidade de percorrer 
extensas regiões. tom li n 
do enlio o i,rime,ro con­ 
tacto com a maravilho 
sa erva. Recvrrendv a 
proteção de Maracaju. 
não tevt> ele diriculcta­ 
des em conseguir o con­ 
gresso pura explorar a 
ervu- mate em Mato 
Grosso. Depois de logos 
eutendlmentos com o 
Governo lmperinl, oa<le 
não faltou a interfereu­ 
cia de outros Interessados 
na exploração da ervn­ 
mate. Larangeira conse­ 
guiu o negócio a sombra 
de um estabelecimento 
de crédito especlalmentP. 
organizado para tal fim: 
O Banco Rio !lato Gros­ 
so. Daí surgiu a ·•r.om­ 
panhia Mate Larangeira", 
que outra coisa não era 
no entender de Antonio 
Oriundo do Puragu­ 
ui, ode existia com 
ubunduncia nos terrenos 
propícios uo seu desen­ 
volvimento, u erva-ma· 
• te era grundemenle a­ 
preciaria pelos guarnuis. 
que dela faziam uso pl 
os mais diversos fins, 
suas qualidades medici­ 
ais foram logo reco­ 
nhecidas pelos castelha­ 
nos, que cuidaram de 
planejar o aproveita­ 
mento para fini; econo­ 
mlcos, iniciando uma 
série de medidas que 
visavam o· aprlmoramen 
to do produto e prote­ 
ção da árvore que o 
produzia. Os naturais, 
porem. obstinavam-se 
em nã:. romecer as mu- 
Corre a da Costa, se7úo 
melo de ludibriar a lei 
de conce:;sõt:s em 'igor, 
du qual o ílauco tomou 
quase todas as ações, 
dividindo upenns um pe­ 
queno número delus en­ 
tre os s1:1us própios em­ 
pregados a alguns ami­ 
gos do Dr. J oaqulm llur­ 
liullo, 1rntão seu presiden­ 
te. Efetivamente. o Ban­ 
co Rio Mulo GrClS"O pos­ 
suia ações da companhia 
P uume.ro de 14.540, o 
Dr. Joquim Murtinho, 100 
e Thomas Larungeira, 
110. Entretanto a dire­ 
ção jo Banco agiu com 
tanln bnbilirlude que tem­ 
pos depois, conseguia 
que Antonio Correu da 
Costa aceitasse sua 
superintendenciu em Ma- 
t1J Grosso. paru a qual 
rol nomeado em 1 92. 
Nu qualidude de superin­ 
Len·lenle do Banco. o Dr. 
Antonio Correu tratou 
de escolher um local pa­ 
ra centralizar o embar- 
que de toda a produção 
da i:iJustriu extrativa da 
erva - mate, tenclo então 
e colhido, para Isso. a 
fuzenda "Tres Harrus". 
a margem esquerda do 
ric Paraguai. cerca de 
0 km a contate da 
burra do Apa, tendo co­ 
mo origem a fazenda 
"Tres llarrus •• de pro­ 
priedade do major Boa­ 
ventura da llota, mais­ 
tarde adquiriàa pelo !3an­ 
co Rio Mato Grosso. ob 
11. proteção da Companhia 
Mate Lamngelm, Porto 
'.lurtinho. que já era fre­ 
gaesh pela Ressoluçii.o 
de 10 de Abril de 1900 
progrediu satisfatória­ 
mente até 1902, q• . .mudo 
o Banco Rio e Mato 
Grosso entrou em liqul­ 
dação, seguido Ego após 
da Cia. llate Larangeira 
que pela Lei n·
0 
373, de 
t9 de maio de 1903, te­ 
ve autorização para 
rrans[eJir a concessão 
À firma Larangeira- 
1lendes & Cia organiza­ 
da e com sede em Rue 
nos Aires de 1907 a Re- 
solução n 477, de 31 
de Agosto da Assembié­ 
ia Legislativa, autorizou 
o Goveruo do Estado a 
entrar de acordo com 
os Uces8ores do Banco 
Rio e Mato Grosso a tim 
de expropriar 3.600 hec­ 
tares de terras para o 
rocio du Ireguesta de 
PORTO MORTINHO. 
Quatro anos depois, em 
1911, a lei nº 5HO. de 
20 de setembro, criava 
o Municlpio de PORTO 
MURTINHO e elevava 
ao mesmo tempo. o en­ 
tão distrito de Igual to• 
pônim0 à categoria de 
vila, Lei essa que. 
em HJ12, (oi promulgada 
pelo Decreto Estadual 
nº 310, de 2 de abril. A 
Lei Orçatnentária uº 8111 
de > de dezembro de 
191!-J. criav1' a Comarca 
de Porto Murtinho, com 
os mesmos limite do llu­ 
nlcipio, que teve a sua 
sede elevada a catego­ 
ria rle cidade, em 1926. 
pela Lei nº 962, de l2 
de julho, Nas sucessivas 
divisões territoriais, ad­ 
ministrativas e judiciárias 
do E tudo. o Município 
de l'orto Murtinao per­ 
maneceu no quadro ter­ 
ritorial sem qualquer 
alleracão. quando por 
forca do Decreto-Lei o.o 
5. 12, de 13 de setem­ 
bro de 1943. que criou 
os territórios federais. 
passou a Integrar O de 
Ponta Porii.. Em 1 de 
setembro de 1946 0 Mu­ 
nicípio de Porto' llurli­ 
nho. foi reincorporado 
ao Estado de Mato Gros­ 
so. 
Aspectos Físicos 
O Municipio de Por 
to Murtinho faz parte da 
zooa da baixada Sul do 
pantanal matogros,;ecse 
integrando-se na bacia 
platina, banhado que é 
pelo R. Paraguai. Limita­ 
se com os municípios de 
Corumba, Caracol, Boni­ 
to. Miranda e com a Re­ 
pública do Paraguai. DIs- 
ta da capital do Estado 
703 km em linha reta e 
pela rodovia, 1.103 km 
Suas coordenadas geogrd 
ficas são: S 21.o 42 30 
e w 57,o 52 30. 
Porto ~furtlaho pos­ 
l!UÍ uma altitude de !:!O 
melro!' acima do uivei 
do mar i, sua topografia 
é regular, sendo o peri­ 
metro urbano orallca­ 
menle plano e as harran 
cas do rio Paraguai es­ 
tão em pivel mais eleva­ 
do que a sede do munl­ 
clpio. 
O clirua é classifica­ 
do como do tipo tropical 
úmldo, comum a todos 
os municlplvs situados 
no pantanal matogros- 
ense, O período das 
chuvas na região têm 
início no mês de dezem­ 
bro. indo até maio, sen­ 
do mais intenso no pe­ 
riodo de janeiro a março 
Sua extensã•> territorial 
é de 16.5 O km2, corres­ 
pondendo a 13% do 
Estado e uma populacão 
de 11.571 habitantes, sig­ 
nificando menos de 1 
habitante por km2. É 
banhado pelo rio Para­ 
guai, e rio Apa, rio Perdi 
do e o Córrego iutaca. 
, o lunicipio estão loca­ 
lizadas a serras do Pa­ 
pagaio. ão Francisco, 
'ão Migusl e Bodoquena- 
AspeclOS Saciais 
Porto Murtiuho pos­ 
sui 1.500 edificacões na 
zona urbana. em cons 
truçao de madeira e de 
alvearia. A zona rural 
apresenta-se com 1530 
edificações, em sua gran 
de parte em condições 
precárias. 
Os meios de comu­ 
D1cação se resumem 1a 
Empresa de Cor .. eio Te­ 
légrufos, em rádios trans 
m1ssores oficiais e parti­ 
culares e uma empresa 
de ónibus que liga o mu 
mtcipio a Jardim (218kID 
da sede ), Campo Gran- 
(Contlnua na pag. 09) 
.,1 
r 
lRilTOREST - COMERCIO DE MllQUINIS E IMPLEMENTOS 
IGRICOLIS 
Adubos TAMOIO e inseticidas - Sementes selecionadas 
Rua: Sebasliàa Crispim da Reuo 316 	Bela Yista 
- 	"" ""t _l	lll ggg

leh Vi.ta M Is/0o/7 
Cieral 
t 
, 
E, POIS 
, 
E ... 
.. A lmpren1;u possui 
o poder que merece 
Um Jornal conduzido 
por um homem honesto 
e de bow senso, que 
dissesse sempre a ver­ 
dade, poderia muclnr a 
lace ele um paíR" (Glu­ 
llo rle Benedeltl, ex-dlre 
tor de .. La Stampa·•, de 
'l'urln) 
_ Oi! 
Em Porto ilurtlnhu os 
candldatoR u vereador 
começam a polarizar as 
atenções do eleltomdo. 
Um nome vem se de ta­ 
cando peloR nntecencl,.n­ 
tes ele bem servir a c:i­ 
munldade, é o du rn. 
Jand!ra Coe-lho, ee-pc.sa 
do flX·[ll'8feltn Aleír Coe­ 
lho. l:iua candidatura é 
um reconbecimouto do 
papel que a mulher mur 
tlnbem,e reprosenla na 
vld!!. sóclo-economica clu 
munlclpio. 
%i ! 
Falando em 
Porto lurlinho. o muni­ 
cipiu ela fronteira come­ 
mora hoje o sou li-to 
aniversario. O prefeito 
ll,lefon1-o ::i•,ures ela Sil­ 
va não programou a 
festividades de praxe 
devido. prrn•~ipalmenle. 
a politica d? contenção 
de despe:-ns". :las os 
de F ~lix H- Feres 
[lo h:to ta (stara Rriari] 
aúda o 6L1,e, aniver:-ário de Porto 
Murtinlw 
1 
1 
DR. FIO MJR32113 
MEDICO 
Atende pcl,, INP e IEMAT 
lloririo,: )lunbà Hospital 
13:00 • - 16:00 h,: Posto de Sa6clc 
16;00- 1900 h: Consultório 
R 15 de Novembro, 75 - Fone 178 - Bela Vi.-ta. 
m ut·tlnhenses esUlo 11a­ 
liRfeltos com o prefeito 
nomeado pelo Governa­ 
dor Garcia elo. pois 
rfentro em breve Porto 
Murtinho receberá inú­ 
meras melhorias, entre 
elas: Calçamento da 
Rua Principal, 1Jalt1 Dois 
Grupos Geradores, Esta­ 
ção de Ti-a lamento 
D'AGUA, forum. lust!J.la­ 
ção da 43ª CIRETRA 
A -Ciret,an 
já é uma renli,lud,· , ;, din 6 
pp foi inaugurada , preen 
ça de dezenas de pes- 
oas. Foi nomeado o r. 
Odir ioares para che­ 
fia ria mesma, e com 
a colaboração da 2 Cia 
o transito em Porto Mur 
tinho re.:ellt'rá ,oluç:lo dt•finiti 
vn 
O Governador 
Garcia eto estará em 
Porto :lurtinho no Baal 
de Julho para lançar a 
pedra fundamental do 
rorurn e na oportunidade 
t'Pceberá o título de Ci­ 
dadão :lurlinhense. 
egundo informações do 
presidente do Diretório 
Municipal do :1.O.B de 
Rela Vista, os prováveis 
candidatos a vereador 
no próximo pleito pelo 
partido são os seguintes 
A tanasio ilelo, Getulio 
Lino, Oscar Rodrigues 
de Araujo, Deocleciano 
ue Vas-:oncelos. lldelfon­ 
so Pinheiro, Pedro Ge­ 
raldo Melo, Rosita Ros:1. 
Gomes. Oldemir Ossuna 
Haroldc Vasconcelos Pi 
beiro, Lamindo Rodri­ 
gues, Vitor Vieira, Mon­ 
clar Rosa Correa, Daut 
Pinto de Almeida e Arlnn 
Xavier Hrum. Informou 
o Dr. Carlos Edy Sá ile­ 
deiros, presidente do 
Diretório, que a Conven­ 
ção Partidária está mar­ 
cada para o dia 11 de_ 
.iulho. no Club Esportivo 
6elavistensé. 
Crônica 
na Tribuna 
06-76 
' 
de Altevir Alencar publicada 
da Fronteira, n.o 213 de 06/ 
Ilustre e prezado ,ll..-vir: 
Aprecl11dor que sou 
da bou literutu a, logi­ 
ecamente sou constate 
leitor das suas belas 
crônicas que uos de!ei­ 
tam com a suu !orm 
escorreita, bonita e 
com o l:'eu conteú h e­ 
moclont1nte. humano. 
A sua última pu'lli­ 
cação na . ':rn,,a d:i 
Fr<'nt-irn, "l/1,. Ex-corn­ 
batente". belissima come 
as clernai11. ria sua parto 
fioal da murgP-m a mais 
de urna interpretação, 
sendo a expressa eon­ 
traditória com o princi- 
pai do relato Notei a­ 
notei. guurdei. Muito 
porém. iaelusie ex-e»I 
batentes. Iicrzmn choca­ 
dos e pedem uma expli­ 
cação que esclareça bem 
a realidade ds fatos 
enunciados de mineira 
qu> não paire qualquer 
dúvida que PJ!O J,,p a ii 
gur:. rh-; r,•hia•; ,.,_ 
De;: í,• já ag: 1 lecer, 
do sua pasivel e ide­ 
ração subscrevo me cor­ 
dia] e ate:uci suent. 
Bela 'j;;t,1 l,, 
10 0(i 7!i 
Adalberto R. Jt Sanl'.ll:rn 
f u trer l d tolos os ti#tis. tncir is ulorid;­ 
des ti:is ou militars qualt mil 4.a anuis i [1@»s. 
lenle carrorn,er a nossa juvenlude. 
~ 
ti] 
• Acompanhando o Dec:envoh·im,-nto 
de Porto Mortinho Parabeniza .,,.. 
autoridades e o povo Martinaen-e 
pela Passagem do 64.o Aniver-ario 
do Muninipio" 
E CERED S 
" Uma Firma Que Ajuda a _Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemo:- de _Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa 
Perto da Ponte Internacional

lela Vista Mt 1306/7 
Histórico 
--------------- 
r: 
(Continuação) 
de, Ntouque, il1uracujú, 
Sitrolatdia e ao Et:,tu cio 
tle ~11u Paulo. ,pesar 
da beleza e nuvegabi!i­ 
tla<le do rio l'!lragual 
não é servido por ne­ 
nhuma eml.Jurc11çiio nu­ 
eional, sendo que por 
viu fluviul se comunica 
c<·m Corumbá e ,ssuu­ 
çI1o do Purugual. Por 
viu uéreu uiio e servido 
11l'm mesmo pelo cone 
lo Hl'l'l'O nacional. A vi­ 
da •'nl'ial ctu d da le se 
reune ta um cinema, 
um est,11Iio ci(J futel>ol e 
um clubP Rocil:l. O mu- 
11iclpio contu r.om um 
hospital, dois médieos 
l~ lloiR gu bineles 1entári­ 
ON. Aguu pu rn ulrnstecl­ 
lllt'ntu elu cid11de não é 
lmtuda. sPnrlo captada 
diretamente lo rio Para­ 
guai pla SA'EMAT 
u rede de distribuição 
ubnstece 13 da popula­ 
ç:1o ela c1da,,e. Nào con­ 
ta com rede de esgoto 
nem fossa séptica, as 
águas H•n·!dns silo 'e.;­ 
coudus 1rnperficialrnen­ 
te, As runus nüo são pn­ 
vimentudas, sendo todas 
eh, i;olo 11>1turnl. A edu­ 
cnç11o co11 .. 1í1ui um dos 
graves problemus do 
~lunkipi<,, devido a ia­ 
rlul'11clu da fronteira, 011 
de prolifera o dialeto 
,, guuraui" em delrimen­ 
_da lingua Portuguesa 
ESCOLAS ESTADUAIS 
a) E,n·olu de 1° Grau 
Cluudio tle Oliveir,:, 1 a 
8ª série• 
b) Es oi:; 1° Grau 31 de 
M'arco, 1" a I séries 
e) Escola de 2 Gru Jo­ 
~e lknifucio ( l 'urso 1 or­ 
ma i e Tt>cnico rle Con­ 
tabili<incll' ), 
ESCOLAS MUNICIPAIS 
a) Escola de 1 Grau 
'Thomas Luraugelra, 1º 
a 4 sérIes. 
li 12 cloz,, escotns rurai:­ 
Escola ele t9 Grau 
N. Senhora das Graças 
do J a lV séries. 
Total de alunos mu­ 
trlculndos no ensino de 
l·º Grau em 1975 inclu­ 
indo escolas murtlcipais. 
estaduais e particula­ 
t·es . . . . . 1.850 alunos 
Tulul de aluuos mntrlcu 
lndos no ~º Grau .... 
.. , . 70 alunos. 
Os g-enrroi; allmen­ 
ticlos são importado~ 
dos gru i,des centros 
A base econômica. 
do 1lunicípio é II pecuá­ 
riu, que é praticada da 
maneira extensiva. A 
iutlustria de transforma­ 
çilo ( t.1xlraçio do tu11ino 
cerne do quel>racho ). a 
agricultum (arroz, café, 
milho. mand!ocu, Jrnen­ 
doim e soja), contribui 
com u purc,!la mi11ima 
par" u economia local. 
Umu Agênciu cio Bnuro 
do l:lrui,il runciona 110 
~lunicipio. co11c-edencJ,, 
empréstimos na Carteira 
de Crédito ugropecunrio. 
É nbastt>c!do n penas 
por duas turbinas u die­ 
sel, que produzem 3:'JIJ 
K V/, está previRto uo 
plano de Govemo do 
Estudo uma usina Ter­ 
mo-elétrica de 1 MW 
pura l!l7G. 
. , rodovia que liga 
Campo Grande a Poro 
1lurtlnh<.'. é de condições 
precãriun e o isolumen­ 
lo do Munieipio dos 
grardPs centro , provo­ 
cu desinteresse dos em­ 
presnri,1s dl' qut> se ins­ 
talem Para Hl7 . está 
previsto uma rodovia p/ 
Porto .lurtmho, clentro 
ela !I Mlhu Rodoviária 
!o Pentaual. 
Das atividades eco­ 
nomicas do ~lunicíp!•) 
destaca-se u pecuária e 
o PXtrativ
1smo do que­ 
bracho. A ati•idade in­ 
dustrial se concreta n:.i 
fábrica ele tanino para 
cnrtume (Flornstal Hra­ 
sileirn SI A), que se de­ 
senvolvt>u com des•.aque 
na rt>gião, constiluind,· 
mais de 30 anos em 
Rubstunt·iul fonte <lt- ren­ 
da. ALualmentP esta ati­ 
vidade se encontra de­ 
cadente por falta de in­ 
fra-estrutura básica. prin 
clpalm:mte estradas. Par 
ticipa significativamente 
da renda lntern11 o se­ 
tor agropecuário e suai, 
perspectivas ruturas de 
incremento da pl'Odução 
apreHentam-se com um­ 
plcH poaslbllldades. 
Demonstrativo da 
evolução da Receita e 
Despesas em 1974. 
Receita 
1974 - CrS 1.810. 055,:17 
1975 - CrS ::!.055.19-1,lG 
Despesa 
197-1 CrS 1.8:!2.331 ,80 
1975 - CrS 1,859.825,51 
Estaimlivn da Receilll e 
Det:.pesa pllra o exerclclo 
dr 1976 CrS 2.734. 724,00 
Pura que Porto Mur­ 
tinho tenha o mesmo 
crescimento uceutuado 
cJa mn lo ria dos munici­ 
pio matogrvssenses, se­ 
ria necessario dotá- lo 
de infra estrutura própria 
no desenvolvimento du 
pecuária e prlucipalmen­ 
te da agricultura. 
, produção agrh:ola 
anunl vem decrescendo 
nos últimos ano8, apesar 
ctas co::idiçõe excepcio­ 
nais de seu solo e do 
grande incremP.uto da 
cafeicultura que atual­ 
mente possue mais de 
cinco milhões de pés 
plantados, n&tadamente 
nas localir!ades de Ter­ 
ra ' P.rmelhél e Fazenda 
Gurvelo. Ressalta -se que 
as últimas geadas que 
rlagelararn .-, 'ui tlo Es­ 
tado. multo pouco atin­ 
giram 011 C!lfezais do ilu­ 
nicípio, o que abre gran­ 
oes perspectivos para 
a :,ma ampli:.ção. 
O setor industriul 
do ilu11icipio, tem no 
aproveitarrento do que­ 
bracho a sua maior ex­ 
pressão. A industri11 t-Io­ 
restal Brasileira / A que 
nesse ramo emprega cer­ 
ca de 400 pessoas, por 
falta de estradas para o 
escoamento ela matéria 
prima. vem so mantendo 
precáriamente, com teo­ 
denci1.1 a eu cerrar • f'Uas 
atividades a cmto prazo 
<' que causaria um grav~ 
proble;na social. 
Relevante também é 
o potencial madeireiro 
do municipio que não é 
convenientemente explorado 
por falta de meios de 
transporte • adequados 
para o escoamento da 
eipal de dar o dt•vido 
o ntendimenuto ao seu 
PJun o llodovjj rio. Haja 
visto que pura u coner 
vaçfio dos trt•cbos exiF• 
tente, conta a Prefellu­ 
rn com a Inestimável 
c,wperaçüo de empre­ 
aros locais através de [orne­ 
·menos de combustíveis e a­ 
limntaçio à equipe rodovia. 
ria, CUJO equipamento é 
composto de uma ruoto­ 
niveJao91 a, e m bons 
condições e quatro cu­ 
mwhõei; praticameIJte 
a boletos. 
Quanto ao setor hl­ 
droviáril), é importante 
1Jestacar que as duas 
empre1'.us que operavam 
na região. 'Serviço de 
Nu vegação Bacia do 
Prata e Emuresas Mi­ 
gueis Ltdu," parallzararn 
uus atividades por mo­ 
tivos alheios ao entendi­ 
mento da administração 
Municipal. 
C IJBL 
produção. Dada a su.i 
1ocalizução, o dl'oenvnl 
vlmento do muuiciplu <le 
Porto Murtinho é de lu 
teresPe nacional, vistos 
potisulr exte1111a l'ulxa 
de fronteira com o Para 
guai, onde se localizam 
del'tacumentos militarPs 
precuriamente ervid s 
por meios de trausp,,rtH; 
A únlci, rodona que 
apresenta condições oor 
mai, ele tráfego é a tm 
267 qu.i interliga Port,1 
lllurlinho a Jaraimn, úni­ 
ca rodovia federal no 
Municipio. Na área esta­ 
duul a rodovia ~IT-:fü4 
está proietada para ir:­ 
terligar a sede do .!u­ 
niclplo a Caracol e a 
MT-739, em fase de e­ 
xecuçã0 pelo Dermut 
irá ligar Bonito a Porto 
Lídia, em conexão un 
sistema viário do l'rocle 
pran, já com 90 Km 
construidos a partir de 
Bonito. Da fundamentl 
importáncia do desenvol Assim, as reivi11di­ 
vimento cio Mwticinio p C<tÇÕf'S do Muolcipi<' por 
a execução, a curt; pra un.t~~ de prioridade, 
z_o, das Malhas Rodoviá nos diversos setores vlá 
rias I e U do Prodepan. rloi, são: 
visto ser o trecho Porto No Setor Rodovílirio: 
Murtinho a Campo dos Implantação da: Rodoviás 
Indios, locado no senti- Porto illurtinho - 
do Iongitudioal que cor- vam. dos fndios (243 km J 
tando praticamente todo Entroncamento RR- 
º. lllunlc_ipio servirá de ~o7 lngazeira, (60 km! 
e1xo a diversas estradas ;;_ En!roncamt>oto BR- 
altmentadords que dre- 27 Coloia Cachoeira 
nará a prorlução até os (U kIn) 
mercados nacionais ,,. Entroncamento f!R- 
internacionais, atura "T Faz. Cervelo (42km) 
de diversos portos do . a. rérmino da Rodo- 
rio Paraguai; da Malba via 111'!' - 739 Bonito - ) 
Rodoviária Estadual e Pt·" L1<1ia g (90 km) 
Nac da Ferrovia NOk. :'O SETOR 1110HOflARI0: 
A_ Malha Rodovian ~, Con
st
rucao d6 Porto 
Muuicipal é praticaaen, ''UYial no rio Paraguai. 
te inexistente, consta- m Porto :'llurtinb, caos­ 
do de 175 Km de este. ante do PNV, conforme 
l
ddist de penetração. em Lei nº a917. 
e ? natural. com pre- . 
2
- OutN!s providen­ 
cAr1as condições de trá- f
1
~ no sentld~· de res­ 
fego nos período,; das ª ~lecer o transporte 
chuvas. A bixa arre,_ luvial da região. 
daçao da Prefeitura, no- V 
tadamete Do Fundo R 'enda mais seus 
doviário Nacional 
altos custos da c,,, Produtos anun 
çao e conservação de 
[""?1,gg,, ias@io ciando na ·THbu 
ministração Muni- na d 
- a Fronteira'' 
REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM} 
Rua: 1 de Maio 365 
r 
l

Política 	'agi 1 
Deputado Jesus Gaeta (MDB) 
Sessão de 22/03/i'O 
De Inicio, lastimou o 
ruto de o Governo não 
conseguir os recursos 
necessirlos para execu­ 
tur as obras de uma pon­ 
te sobre o rio manso,pa­ 
ra, em seguida, comentar 
a notíoiu sobre a vinda 
o esta Capital do emlnen 
te P1 esldento da Repú­ 
blica, general Ernesto 
Gel el, afirmando que 
nã0 deixarão o Presiden­ 
te saber que Cuiabá ,.não 
dispõe de rede de esgo­ 
tos; que a sua p >pulução 
é constantemente amea- 
çadu pelo tifo; que o I­ 
cllce de mortalidade In­ 
funlll ftre a Rensibtlidu­ 
de do mais cruel, cio ma 
is brnlo." 
Na expressão cio 
orador, o Sr. Presidente 
Erne -to Geisel verá pe­ 
nas uma mullidiio super 
lotando o estHdio a u:,luu 
di-lo .. e o Gc;vernudor 
sorrindo. Lembra a hones 
ta Pn·ocupuçiin <lo Pre­ 
sidente da ltepúhlica com 
o., prnblemus <lo nosso 
Estado e informa que 
emlssarlo do ministério 
dos Transportes, por re- 
b)- Divisão 
1)- Teoria da Ciência 
2)- Teoria dos Valores 
3)- Teoria do mundo 
e do Homem ... 
j 
«Lógica 
«Gnosiologiu 
«Epistemologia 
-Axiologia 
-Etica 
-Estética 
-Filosofia <.lu Religião 
( ou Hieroeofia) 
»Cosmologia 
Vejama.~ ent!ío: 
Lóg!c,1:- é u ciência das leis ideais cio peneamea­ 
to. e a arte de as aplicar corretamente, à 
procura e à demonstmçõo da Verdade. 
Gnosiologla:- é a Jiscipliua que filosórica,nente, 
estuda. sob todo· os aspecto possiveis o 
conhecimento hum1tno. 
Nota do grego Gnósis - que sigoifina .::onhecimento. 
Epistemologia:- é a disciplina que estuda teorica­ 
mente, o saber cinetifico, justificado pela 
filosofia, verdat.leira lógica do saber cien­ 
tífico. 
Nota do grego Episteme- todo saber e toda ciên­ 
cia. 
Desta forma procuramos detalhar t> definir o 
que primeira parte da divisão, ou seja a Teorir, 
da Ciencla. 
Prossigamos agora com a segunda parte A Teo­ 
ria dos Valores: 
Axiologia:- teoria dos valores, que investiga a 
natureza, a essencia, e os diversos aspec 
tos que o valor pode tomar na especula­ 
ção humana. 
ota; do grego Axios, valor valia e Logos, teoria 
Et!ca: - Como disciplina filosófica, a ética distin- 
» Antropolosia filosófica 
( ou Antropogofia) 
(Continuação) 
gue-se de todo saber meramente pratico e normati 
vo, por quunto contitue o conhecimento dos va­ 
ores Morais seudo portanto. o l'undamento lilosó­ 
fico da conduta humana. 
Noto. Do grego ETHO '-que significa costume. to­ 
da via é com Aristólf:les que pa:-sa o ser a ciencia 
da Moral 
Es'tética: é a l'ilosofiu da arte e tem por objeto o 
.,fazer" lrnmono isto é. a obra, a ser reproduzida 
pelo homem, estude por conseguinte as cbra hu 
manas sob o ponto de vista dos principias uiver­ 
suis que a devem orientar. 
Notu:- cio grego Aisthetico . filosofia da arte. do 
belo. da critica e do bom gosto, sensação «teoria 
do belo». 
Filosofia da religião:- é seu estudo no sistema da 
Filosofia, em o qual examina os ratos rorn animo 
de encontrar neles as determinações e!l.,enciuis ela 
fé religiosa. Aquela que contenba mais puras es- 
sas determinações erá a mal perfeita. 
'gora então procuraremos 1e!inir a ter­ 
ceira e última parte de que se constitue a letra 
b deste nosso primeiro ponto ele um programa de 
Vestibular. 
Cosmolngia: é disciplina que estuda as leis gerais 
e a contribuição cio Universo quer sobre o ponto 
ele vista esperimental, como sob o metafísico. 
1
ota.:- do grego khosmos- uiverso organiza<lo. 
Antropologia Filosófica: E o ramo da filosofia. que 
coocerne a- essencia e ao carater distintivo do bo­ 
mem e o lugar que ele ocupa no Universo. 
Nota: Elementos Gregos Antro-Pos, hon,em Logos 
palavra tratado. 
Na próxima publicação dt>stc> jornal inicia- 
remos o 2 ponto ou seja: Primeiro Período da 
Filosofia grega 
comendução do Presi­ 
dente, estivera Pm mato 
Grosso para saber a ra­ 
zão de a Cidacle da Fron­ 
lelra (Corumbá) contl­ 
uuar ílhada e aR obras 
do PRODEPAN afio cor­ 
responderem aos altos 
recursos liberados a fa­ 
vor rJaqueh• Programa 
fedem! •· definindn a es­ 
trada Transpautaneira 
como sendo "elefante 
branco. obra <'riminosa 
da administração pas a-da 
.. O povo de Corumbá 
esperava, agora com o 
PRODBPA , u uu aida 
rodoviária, e viu seu de­ 
sejo suforaJo no Gover­ 
ro passado pela idéia in­ 
feliz da Transpantaueira" 
Ao flnalizr.r, o depu­ 
tado Jesus Gaeta decla­ 
ra sua esperança de as­ 
sistir na Nação. .. o exer­ 
cicio amplo da demo:!ra­ 
cia. porém, com ordem 
com l"ensatez. trazendo 
p:!rP. o tabuleim úa dis­ 
puta a verdade, renegn 
do a mentira, a falsÍda­ 
de. a hipocri ·ia e o en­ 
godo." 
DOCUMENTO 
PERII!DO 
Sebastião Zacarias. 
extraviou seus àocu­ 
meutos: Carteira de I­ 
dentidade, Titulo de E­ 
leitor e Caderneta de 
Reservista. 
Publicação que se 
faz para obtenção da 
2i! via. 
Bela Vista, Junho 1976. 
1 
1 
; 
RECEBEMOS FOLHINHAS E CALE· DARIOS PARA 1977 
Façam Seus Pedidos as SRFICA TRIRUIR DIA FRONTEIRA 
MINERDÇIIO B0DOQUERI LI 
"Produtor do aláreo Bodoquena" km 54 - o1via Jdin - 3ro Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
Escritorio em Jardim - Aveµida Duque de Caxias (ao lado do Hotel 01ie.nte) Cx. Postal 8

Adalberto R. de Sant'Ana 
Embora a t1l11011lmla 
011tre os dol11 termos 
trniu J)f'rfolta, é hibllo 
•omrngracln 1l~slgnul'• e 
Educaçf111 o Ei•sl110 que 
é d11do uo sentido de 
formação dos llonll Ul'lu,; 
e costumes de 0011(orml· 
datle oom os Ideais da 
socled1Hle e da clvillzu• 
çilo. e11quanto quE- Ensl• 
no npll('H·1<e u Instrução, 
no ensino que é minis­ 
trado de qualquer mate­ 
ria 
Durante certo perío­ 
,10 uma <•orn•nte cm efi· 
tudio~o• • ele, pi·oblemu 
educaçilo l'11tendeu que 
8•1 uilo devia fu;wr quul 
quer restrlçii.o ll'IS lllllU· 
ruis impulsos tlu criança 
para eoitar-se a rorma­ 
cüo dE' complexoH, 11uda 
devia ser-lhe proibido. 
~luitos pai· uns 
por quererem demo8- 
trnr qu•~ !'Rltl vam P.n, 
em clia com os dllamAs 
da tH.iucaçüo moderou, 
outrog por i11capaci1iade 
ele e fazerem obedE'cer, 
uulros aiudu por puro 
relaxamento - deixam 
as crlH nças crescerem u 
eu bel prazer, fuzenclo 
e dlzAndo que bem en­ 
tendiam, praticando as 
maiore barbaridade , 
verdadeiro monstrengos 
ens:rndecidos. 
'eguindo essa mo- 
/ educação e o en­ 
sino sempre foro m e 
trnmp,·e serão ele magna 
lmpClrlà11ciu. Ueve mere­ 
cei· cont1,1uuclame1:le t 
maior ,ttenção mi.o só 
dus autorld·1des goverm~ 
mentuls. mas lambem 
e p1-iuclµalmente de to­ 
dos aqueles que direta­ 
mente tem o riever Je 
ministrá-los; p1is e metl­ 
tres. 
J ouvi eminentn 
con[erE'ncistu, <·ateclráti­ 
r.o da • Universiclorle do 
Hio .d" ,Junciro. ifürnar 
que llO!i pui cn bE' u e­ 
ducação; aos prnfesso­ 
res é <ludo o encllrgo 
du Instrução. 
Quct'-me, porém, pa­ 
recer que é obriguçio 
primordial. ,le"er lndo­ 
dioá rr,I, tanto dos pni 
como dos professores. 
eclUCll' o melhor possi­ 
ve ll. inlâncitl e a juve11 
tude. Compele u <>s pais 
educar t• provill111 ciar 
para que o;; filhos fre­ 
quentem os estubeleci­ 
m,:,nto;; tle ensino; é tÍ<l al­ 
cada dns mestres educar 
e lu::-truir. 
No pode os pais 
querer tranf.ferir aos 
professorPs total incuru­ 
hênciu rtt• educur e de 
instruir. Tmnbem não 110- 
clem os mestres querer 
eximir-e do dever de 
11clucur. 
T»ntn <le uns como 
dos oulros é u rei;pousa 
bllldade riu tornrnçiio du 
persomilldade, do desen 
volvime11to da mentnlt• 
<lude, do aprimoramento 
Jct iut-,lectualldade, ~a in­ 
fancla e da juventude. 
daqueles qu'3 terão no 
futuro a re:;ponsabllida­ 
de de eour.ar, de Instru­ 
ir. de produzir. de orie!l 
tar, de defender. de go­ 
vernar. 
Tnmbem s•1bre as 
autorillade~ org,p1lzado­ 
ras e d.trigentes do en­ 
sino, e dos legisladorrs 
da matéria. re::ai con11l­ 
derevel parcela de l'f'S· 
ponsabllidude. 
Ressalte-se que a e­ 
ducação e o ensino ln­ 
Iluem direta e decisiva­ 
mente no rleseuvolv1men 
to e na civilização dos 
povos. 
dt:-t·na ei;cola muitni; cri­ 
a11çt18 lOl"llUl"ar,1 !'0 jo· 
vens completamente de­ 
,n•nC'amiuhai!oH, de1-wri· 
eu ta dos debate11do-8e 
cnutra a durn 1·ealldude 
da vida, u PJlll'(:chocu­ 
reru •!ie eutro oi; limlle11 
estubelocido1, pelas cli· 
versas leis que regem 
o cidadão d1, um povo 
civilizado. 
A maioria dos mar­ 
gina! por não ter fre­ 
quentado e colas, mas 
certamente não será pe 
queno o n dos que são 
re ullanles da tal escola 
moderna, pleno tle per­ 
missividade. 
A experiepcia pro­ 
cluzlu rapidamente tilo 
bárbaro Irutos que to· 
ctos puderam vn, em­ 
bom tardiamente, que 
a famigerada educação 
moderna é pé ima. é 
pura e simplesmente fui 
ta de educaçã<', com a 
"Orf,!ilo Independente à ervlço da Região" 
Ano V - Bela Vista - tlT. - 13 OG
176 - • 211 
ROTARY É PERFEITO? 
Conta-se que P,rnl Harrls, já bastante ldoeo. 
vivia seus últimus dia., 110 recesso tranquilo de seu 
lar. quaudo uumu tarcle. foi vi iludo por um jovem 
e impetuoso rolario.110 qut- lhe dirigu, inllólit,1men­ 
te. a t-P.guint,, pergunta: "ROTARY E PERFEITO?". 
Com o seu olhar prolunrto. di forçando ligeiro 
e honrtosu orriso entre os lábios. o nosso grundE' 
e inesquet:ivel fundador respo1.1deu com muita sirr.­ 
;>licidurte aquela pergunta tnnrJaz, dl:,:endo: "Não. 
meu fillw. J!raÇas a üeus R<llc:s ry mlu é· perfeito, 
mas ele é absoluwmente perfectível. de'penrleoclo 
apun&s ,la sua coiaboraçào. da suu participaçàu 
e <lo seu entnsiusmo de novo Rotariano. Aiii:i!", a 
cada momento, você poderá tor.1,n· Rotary mais 
pelfeito··. 
P,1ul Harrls, que jú viviu nessu época o~ e!'­ 
pleuJores da fama de ter sido o u.rquilt>lo ideali­ 
zudor de obra lào tropolgante e tão vitoriosa, po­ 
del'ia, evidenlt>mentl', ter eludo uma outra resposta 
mais altiva porém menos "aioa. eucerrando tl'ês 
gruarles lições. l11iclalment1:, Paul Harris nos ensina 
n i,;ermos humildes, reconhecendo que, por mais vi 
toriosas que sejum as uossas acões e as nossas 
idéia11. de,·Mecios sempre consiJerà-las ínacabadai 
e ú espern de novos impul,;cs. O segundo conceito 
profundo que tiramos da resposta de Paul Harris 
é o do esplrilo arejado de renovação. Já bastante 
idoso ele tlnba o dJreito de ter seus pensamentos 
cristalizados t> fossilizados, achando-os definitiva­ 
mente certos; mas aquele homem. inspirado. nos 
deu também uma demonstração de seu espirilo re­ 
novador, sempre aberto e pronto a receber nevas 
sugestoes, vleando maior perfeição. A terceira li­ 
ção, pal'u mim a mais linda, é a da v1,lorlzaçào do 
homem, que é rotariano. O diálogo francl• aberto 
I:' fraterno entre um neófito e um gl'ande co~hecedcr 
de Rotary. nos mostra que cada um de nós tem 
u11111 mensagem que precisa ser 'IUvlda respeitada 
e acatada. O rotariano de trinta anos ou o rot,iri­ 
ano de trinta minutos tem a mesma possibilidade 
qe fazer ouvir a sua voz e de pr<1clamar o seu 
ponto .de ,·1sta. desde que haja critério, bom senso 
tnieràncla e amor à verdttde. 
(Transcrito do Boletim Lenç6!s Rotário) 
CO!Hi<'ljUCIICÍU lógica e 
deRHtllr<)!,II. 
,Já hoje os c,;tudio- 
s O 8 t-N)Jt'Ciuliza•]ON 
d o Uf!f,UlllO 
reconhecem que ha a­ 
bsoluta UPce,;l:'!ílr1<ltl de 
se educar, de se llbc1- 
plinar convenientemen.e 
a infuuclu. e a juv!'ntude 
para se ter o actullo devi 
damente prepurad,, e • 
assumir as funções que 
lhe cuberão uo c0ntex- 
JUIZ CONCEDE ENTREVISTA 
Á ESTUDANTES 
,Juno, da !la. Série J., 
lo. grau do Colégio Ca-telo 
Branco querem saber do an 
lamento das quretoes leito 
r.,i, tla 1711. Zona, Jr,lu Co• 
murca. Pnm l11nto. foram en­ 
rre,·israr S. Exa. o ~I. Jui,: 
eleitoral que em certa+ res 
postas claras, pos ao alcance 
do- estudantes o mecanismo 
eleitoral que orientará ns elei 
ções ele , éreadore• u 15 ,!e 
o,·embrn ,·ind,,uro. 
Abaixo, a integra da 
oportuna entrevista: 
r. Dr. Juiz: O, coorlu­ 
intes alunos da !ln. ,éri..- dn 
l.o Grau do Colégio Castelo 
Branco, ,1..-,r.a cida<le. qu.- 
i nrumbicln!i ,le entrt=vi-=lar 
. Exa. a respeito dos assunu 
tos eleitorais, ao enejo da 
nproximação <la-. eleições dt: 
No't:tnbro v-iudourfl, vetn à 
nrc .. rnçn tlc V. Exa. com as 
;eguintcil pt.r!,!Untn:- t'"1-clare,·e 
doras: 
p. Sr. Dr. Juiz: A legislaçào 
eleitoral e ,n , i"'or não 
foi ainda ohernda p~>r qual 
quer novo dispositivo do >u 
penor Tnbunal Ele11ornl '! 
R- . lc::islaçào eleitoral wm 
~cndo conr1,antt'mt"rilt- nherada 
por novas disposiçôe- eleito 
rais visando o legi. atender a 
t'.'volução r ª"' nece~~idade:.o1 :-o 
cii- da coletividade brasileira. 
P. Neste Municipio a elei 
ão apena- para o legisla 
ti,·o munic:ipal ou tamben 
abrange o executivo. isto é, 
a do l'relcilo ~!unicipal'! 
I- No nos-o municipo, a 
eleição abrange apenas o le 
islativo municipal em decor 
rencia do município encontrar 
e na faixo de:: fruntcirn e de 
clarudo de 5egurnnça !'iacio 
n.a.l por ... E:c.a o PrcPidcnte 
dm Hepública. 
p. l'ia eleição dos ,..,._ ve 
rcadorct- que nlWJ.lmt:nte ~ão 
Sete, haverá aumento de ca 
deiras na Camara em virtude 
do cresdmento con,-1:inte do 
n·o de eleitores ? 
R- Possivelmente o nosso 
mumcipio talvez consiga au 
mcntar o n·o de cadeiras no 
legiltivo municipal. depen 
dcndo e.ic fato de todo o 
cid:idiio bcla,•i.icn,e procur.ar 
". Ju.iiça Elcitor.1. tirar o seu 
tuulo e ,~ir :i tomar-~ dd:a 
dão 
P- ll_eriti•i'imo Juiz: Quan 
'º! rle1U1~ estio inscritos 
ate a preente dal!l n rte mu 
nicipio de Bela Vista. 
<JWlnto, na 1711. Zona Ele·,e 
ral? 	o 
. R- Até o me, de Abril dia 
30 
existem no municipi 
l.9;!8 c-1..-itore,., sendo 258.'l 
do :-exo ma,-c e :!-.IS femininO 
a zona eleitoral e; 
}, zé_a do seis o +ái 
u e'e1tores, 
Aí está com,no os e-eol 
tt • e interessam pela« coisa 
tv 1rnci11l co11amltf1rio. 
Os beneméritos me 
tres, diretores, delega­ 
dos de ensino, que de• 
nodamente se !'ucdflcom 
para ministrar, iuspecio• 
n11r e tluperviHio11ar a 
ecluc·açi1 o e o f-lli<ino. 
são dignos do no 0 
mais veeruentes aplausos 
s:io credoreR da nossa 
mai!l g111cera grntldllo. 
Bela 'ista ;1ll, O:l de 
junho de 197ü. 
do nos-o municipio, princi 
p.:ilrnenre .-1.-iç<i.-• ,1ur vi,am 
a_escolha dos cidadão que 
irão rcprt-~t'nt.ar o po, o de 
nu<õa cidaJ., na Cnmara ~luni 
cipal. t'nlro•undo de.de já na 
palpitante questão polític.i 
que deve interessar a todo 
jndi, iduo conscientt" do,i, t-cus 
deveres perante 11 colirividada 
de 8Ua con, ÍYencia, como r 
prnpri11 nação. 
Eleição é política que 
gira em toro do interese 
coletivo. No rerir. democr­ 
IÍ<'O, todo cidadão é ltvre e 
goza de liberdade, é um a 
lor d.-nrro de todo poi, s6 
assim poderemos imaginar 
un,a democracia perfeita, 
quando todos os homem 
tem garantidos seus direito» 
outogados por lei, perante a 
qual todos são iguais. como 
no regime brasileiro, por ex. 
Aos político.:, a ideia der 
e joe escolares já é uma 
esperança para o futuro, poi• 
veem nos seus geto, a for 
muç.:lo de, uma no mentali­ 
dade que etá ressurgindo em 
nos juventude untes ligada 
a vicios condenaveis (toxicos 
etc). dcmo~trnndo n,,uro no,a 
personalidade, atitude correta 
digna de encomios, longe 
daquela conduta excêntrica e 
em coerencina na ,·ida cotidí• 
ana. E bom que isso venha 
acontecendo. Que as escolas 
pro<lu7..a111 boni; cidadãos pur.J 
a no .. !'>a socit"da<le. t.ào modr.,.... 
nu. que requer homerur. equili• 
brado,. de cultura, po,suid,,­ 
res de inteligencias lúcidas 
paru eoderem pro•e=irem n• 
('aminhada St"n:1 firn ~lado a Ja ... 
<lo com t, progresso grandio~o 
qur aguarda a nosa querida 
Patnn. 
Que e .. n juventude bra.;i• 
leiru .•~ BJ~oi': na política de­ 
mocrnt 1ca,.,eJ11m bons demo­ 
<'r:itas, eorque. como disse o 
mestre dos mestres .. Aristo1.c­ 
lena sua grilndiol'B obra . PO­ 
LITICA:" A democracia teu· 
a ua origem rui cre.nça de que 
s;cndo os homens iguais sob 
ceno aspcct.o., o são ~cm tudo.~ 
,. H. o ::rnndc pensador 
Jose_ H.,nriquc odó. diz:i:r: 
" A democ-racia e a iencia 
são, efetivamente, os dois in­ 
ubstituiveis suporte sob os 
~~g nos.ga eivilizat,.".ào de.can· 
Os jovens devem meditar 
obre isso e buscar um solido 
conhecimento nas colas, ad­ 
quirindo os meios da propria 
Ji.Obrc,rn CDC'l:> n-o futuro qu:in· 
do uma surpreendente inova- 
4o mental exigir dos bomen 
virtudes morais que os ampa 
rem no rc, oluc-ionurio turbi 
IhJo de idéias e novas inen 
ÇÜt-s que o avanço ininterrupto 
da nos«a civilização reserva-o 
J>ara dm~ nào muitos rt""moto, 
J 
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