FU DADOH E DIIIEI'OH HE 'PO SÁVEL - J'iLIJO PEflEIHA - _A_N_º __ v __ , __ R_e_d_a_çã_º_·_º_r_1c_l_nn_s_e_A_d_n_i_i11-i-st_r_a_ç_ií_o_, __ R_e_1_u_v_1_s_ln_1' do .fooho ,_e _w_ 7·-H _ .1 s,ma,,o,;o Rua Duque rle Caxias ! ..... B M N Ih. l J l l No último domingo, es- lc jornnl trnnscrt"'CU, nesta coluna, artigo de "0 PROGRE O". de Doura­ dos, u respeito dos "pi­ caretas" ua imprensa e destacou o fato de que existem empresas jor alistics em Mato Gro so organizadas e funcio- 11ando. Portanto, não é uso que continue a proliferação de jornai que surgem apenas por um momento, ou á. ve­ zes, apes por um e­ leiçüo. qGando existem leis que protegem u li­ vre empresa no Pais e o exerci<:io desta ne,ces­ aria profissão. Aliás, no caso de Mato Grosso, a imprensa co­ mo emprêsa l•1ta com grandes dificuldades, a começar pelu in<:ompre­ ensão de alguns. Extstem até os que pensam que jor,,al, rádio e televisão devem publicar tudo gra­ tuitamente, como se gra­ tis tossem o papel, a t!uta, o equlpa:nento, que precisa ser modernizado constantemente, o mute­ rial de consumo, a luz o telefone e assim por diante e que não. tives- 8emos de pagar o lNPS o FGTS, o PIS, os demu­ is encargos trabalhistas como o 13º mes, u folhu õe pagam1mto, as agen­ cia noticiosas o telex. e militas outras despesas. Infelizmente. ainda existem os que acham que Imprensa é apenas algo sem maior slg11ifica do, esquecendo-se da realidade. que é outra. bem diferente. Jornalis­ To é o conjunto de es­ forço mental e físico, de despêsas normais dequal quer emprêsa, de eucar­ gos naturais, que é mo­ imentado com o obje­ tivo de Informar e for- mar 'a opinião pública, ma lambem procurundu a sua auto-suficiência financeira. Aliás. lucro não é crime. Por lnal, ele é bom para a em­ prêsa jornuli lica e rara o povo, tanto que o go­ vêrno tem um tributo chamado Imposto de Rendas. Desta m»neira, a empre a jo:-aulistica que procura o lucro ela ê honesta como qualquer outra empresa. desde que não fuja 110s padrõe da moral e da lógica. Qualquer setor da economia nacional que não se. organizar e que não der lucro está fa­ dada a desaparecer e, desta maneira. prejudi­ car o desenvolvimento sócio-economico c!o País. Por isto, acreditamos que quando um verea­ dor ou nm deputado es taduol lançar criticas contra a imprensa mato grossense deve pergun­ tar primeiro se o fato foi licito. honesto e de acordo com os costumes. Criticar é facil. O dHícil é fazer imprensa Muitos querem ter um órgão de imprensa, mus poucos i-ií o os que se aventu­ ram a isto, • pois apenas ideal ou vontade de a­ parecer não significa o funcionamento de qual quer jornal, radio ou te­ levisão. Seria bom que cada vereador e caria ceputado estadual, já que a critica surgiu nes­ ta faixa, tivessem os seus respeetlvos órgão rle imprensa. Haveria mais empregos, 1nais cir culação de riquezas. A­ contece que fazer lm­ prensa é caro. Não é brinquedo que se com­ pra nu loja ou na buli- que. iguem, em T, no Brasil e no undo, puderá ter, Pternamente um órgão cte Imprensa só porque gosta, o que veria louvavel, em mesmo o governo do Estado po,te se rlar ao luxo ele ter o seu jornal, 1:1 ua r,,­ clio ou u sua televisão. Pelo menos por eaquau- Bela Vista-A Pre feitura ilunlclpal de Be­ la Vista ingressou em juizo com pedido de mis­ são de posse do patri­ monio do Hospital ão Vicente de Paulo, contra a Beneficiencia Hospita­ lar de Bela Vista. Con­ tudo. o Juiz Walter José Contrera, desta Comar­ ca. aceitou a tese do re­ presentante do Mh1isté­ rlo PuhUco opinando pela improceüência da ação pcr falta de amparo le­ gal. No seu despacho, o juiz ,te Direito de Bela Vista foi claro: "Através da presente ação de emis­ sã de posse pretende u Prefeitura ilunicipal desta cidada a encampa­ ção do Hospital São Vi­ cente de Paulo ampara-· do na lei municipal n!! 6-19/75, que autorizou es­ sa fiualicia..te. Esta claro que a com o amparo de lei municipal u Prefeitura ilunlclpul de Bela Vista pretende imcorporar o patrimonlo do Hospital São Vicente de Pu.ul•> 1m municlplo, fugindo da forma 1 e g a I to. Ate mesmo a impren sa Oficiai coura pela· publicnçõe que faz. As­ sim sendo, untes te se chamar a imprensa de mercantilizada, dP.ve-!'e primeiro raciocirar me­ lhor e fazer funcionai' a su11 propria consiencia {s vezes, estas criticas poderã» ser validas, poi a imprensa tumbem esta sujeita a e r r a r cnmo todos us r'ernais. Mas, o importante de turln é verHicar ""' e,;ta eritiea estu sendo vli­ da honesta. ou digna. de quem a faz. (Eciiloria[ rie o Estado de Mato Grosso.) própri:l. de intervenção adequados". O Juiz de do poder público na pro Direito de Hela Vista priedade privda A benficrencia aiuda condenou a Prefei ffospitaiar de Bela Vista tura .{uai::ipal desta ci é uma pessoa jurídica darie a pagar os honorá com disposicão estatuá rio advocatórios, que fo ri a (f 1 s. -1 5) ram arbitrados em cinco e dessa Iorma so mil cruzeiro . mP.uie poderá ser despo jadu to seu pat:-irnouir, (O Estudo d:l .late Gros através dos meios lega.is so) !NPS DESIGN- BIOQUIMICO PDRII RELA IST O Subsecretario Re­ gional de Assistencia Médica do INPS no Es­ talo de Mato Grosso, de signou o farmaceutico-bio quimico Dr. Ciro Benhur Torres Gallo. para soh forma de rredeucinl prPs lar serviços na especiu­ liJade de Ànalises Clini­ cas aos bcneficlarios dr. INPS cm nossa cidade. O credenciamsnto vem pre encher uma hcuna no setor previdenciario de Hsla Vista. que dia a dia vê melhorar o padrão de atendimento do lNPS. Pre.co deste Exemplar Cr$ 2,00 ela Vista Mt 13/0o/70 Politia e ú0VeID@@o INDICADOR PROFISSIONIL DR. JOilCYR M. MOREIRi Médico - veterinário [IRO: {a I- Vila Mililar DtlA VISfA DR. EVERALDO A. ROCHA U[DICO - CRI,! 400 lrll Endereço: Resid. R. Cel. Ponce - 856 Porto Murtinho Mt. HAR0LDO MEDEIROS ADVOGADO 0AB - T :183 CPF 008-295870 Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista - T Dra. Maria Aparecida Zanda .rcela de coutribulçüo numa linha m o d e r a cl a, no eII ido de que não fosse- ., ' IRIHUNA DA fROHfflRA Fundado m. 1/. BUOllf!lJOl·ll em 25 /02/ 72 Redator -Chefe - lealdo [?reira "As opiniões emitidas nos artigos assinados não reprcsen1nm o ponlo de vista do jornal, podendo olé 1cr contrários a este. As opiniões do Jornal, acham sr expressas nos Editorais e nos comentários não assinados' TRIBUNA DA FRO. 'TEIRA é uma publicação da Empresa Gráfica Tribuna do fronteiro. lllCI. 1ST. llillllll-l Assinatura Anual Dela Vistn CrS 100,00 Demais Municipios CrS 12000 Redação, Administração e Oficinas Rua Duque de Caias s/n Bela Vista- Mato Grosso mos amanhã acusados te ocorrido no final do de entravadores das o- periodo legislativo de bras do Estado. Depois 7, lembrando em apar­ de um ano de crédito te pelo deputado ,Jesus de confiança au Gover- Gaeta, que julga haver no... recebemos como a bancada oposiclonh;la rrcompeosa a demissão sofrido desconsideração elos adeptos do MOR'' - das maiores por parte havendo, para reforço do llder da Arena; ''falo de sua argumentação, inusitado" proclama o e reportado ao inclte Avenida Visconde de Tauuay_!Esquina Flori,1 no Peixoto l'crlo ,lo IJunco do Brasil Guia Loper da Laguna Mt - - POSTO sao CRISTOVilO de Theobaldo Amaral Lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo Borracharia - Balanceamento de Roda­ Rua Conde de Porto Alegre s 'a Bela Vista Matct Gros;;o RECIINTO LIINCHES O ponto de encontro da Sociedade murtinhense Rua Dr. Correu 562 Porto ilurllnho llato Grosso cnsn etuL de Leontina do Prado Ferreira Produtos alimenticios rm geral, bebidas, secos e molhados latarias em geral Rua 13 de junho 280 Ja.rdim Mato Grosso ver, rtlf!elíu de maneira bem clara o menospre­ zo que este Governo quer devotar à bancada da oposição.'' Prometeu retornar ao asunto. Contra !ismo e dismo eito letive freis III) o radica· o Esquer Sessão de 1li 03/7U Ocupou a trlbuna para, de inicio, historiar a sua conduta no exer­ cicio da liderança do MDB na Assembléia em 1975, afirmando qu ... faz oposição moderada pur ser contra o radlcaliR­ mo e o "Squeràlsmo. ma é politico sempre disposto a votar todas as proposiçõe que fo­ rem do interesse de ,'.'lt, do interesse do povo. Agradeceu a todos os seus pares pelo pres­ tigio, pela compreensão, pela humanidade, pelo respeito que sempre lhe dispensaram; destacando sua vontade de prestigi­ ar o novo líder da opo­ sição, deputado Carlos Bezerra, por quem fora sempre respeiado na gestão passada. O orador mereceu palavras de elogio, pe­ la sua atuaçií o de líder, do deputado Edson Pi­ res, que falou pela lide­ rança da Arena; e encer rcu seu pronunciamento com a frase: "Com Deus pela liberdade. Cami­ nhemos juntos para um Hrasil maior." Venda mais seus produtos anun ciando na THibu na da Fronteira" 1 1 Comércio de Tratores e Máquinas Agrícolas Adubos e Inseticidas l Sementes Certificadas Representante exclusivo TREFLAN 1- Rua: Crispim do Rego 180 Bela Vista Mato Grosso 1 --------------------------J IGRIPORã LTDI ela Vi-a 16/76 Histórico M O prllHl'Ule histórico pt·etende upresenlut· os aspectos gerais do Mu­ nteiplo de PORTO MUR­ TlNHO, consldernrlo àreu de egurunça Noclonol e. purtanlo,merecedor da ute11<,:i.o do Estudo de Muto Grosso e da União, puro oi; problemas que ó iligem, no sentido de propor soluções imediu­ tus e de retorno econo­ mlco pura u sobreviven­ cia do llunklpo. de.s de plantas. sem o que não er11111 possivel o cultivo rucional da erva-mate em conolções de compensar us despe­ sus com o melhorame­ to do produto. e ' ouro e o diu­ nrnnle tiverem incgávtil lofluenciu no povoamen- to de grarde parte ,io solo mutogrossense, pre­ vocaudo o surgimento de vnrios núcleos humano!l que, lutando entra o obstaculos naturais de reglõe,s Inteiramente de • co1ahecid11s. u ervu-runle, influiu de muneiru pre­ ponderante na região iul de Mato Grosso forman­ d11 um verdadeiro ciclo de progresso, desenvol­ veucto uma industria que seguindo os passos riu pecuariu, os poucos foi se tornauct,, um podero­ sos sustentáculo à eco­ omia ae vasta região no estado, compreendendo nada mhenos de 9 muni clplos macugrossenses. Quuudo expulsos das missõe . os castelhanos levu,rum cúusigo t) se­ gredo do melhor mate, cujos processos. poste­ i-iormeuto. foram esque cidos. quando então os guaranis voltaram a em pregar os primitivos sistemas, com pequenas melhorias. A erva-mate (llex matogrossense ) en trou no l:lrusil por ilalo Grosso, trazendo, consi­ go entretanto, o mesmo rudlmenturisrno de cul­ tivo preca ri slllll) Rpro­ veitamento industrial, a­ té entio st>guido pelo guuru11is. Foi seu intro­ dutor uos campos e ma­ tos de Mato Gro. so o comereiunte e industrial Thomuz LaranjeiI'a. que dele tomou conhecime- to quando, integrando a comissão de limites da rrouteira 3tasil-Puragual che[iadu por Eneus Gal vào, ruais tarde Barão de Maracaju, teve opor­ tunidade de percorrer extensas regiões. tom li n do enlio o i,rime,ro con­ tacto com a maravilho sa erva. Recvrrendv a proteção de Maracaju. não tevt> ele diriculcta­ des em conseguir o con­ gresso pura explorar a ervu- mate em Mato Grosso. Depois de logos eutendlmentos com o Governo lmperinl, oa de dezembro de 191!-J. criav1' a Comarca de Porto Murtinho, com os mesmos limite do llu­ nlcipio, que teve a sua sede elevada a catego­ ria rle cidade, em 1926. pela Lei nº 962, de l2 de julho, Nas sucessivas divisões territoriais, ad­ ministrativas e judiciárias do E tudo. o Município de l'orto Murtinao per­ maneceu no quadro ter­ ritorial sem qualquer alleracão. quando por forca do Decreto-Lei o.o 5. 12, de 13 de setem­ bro de 1943. que criou os territórios federais. passou a Integrar O de Ponta Porii.. Em 1 de setembro de 1946 0 Mu­ nicípio de Porto' llurli­ nho. foi reincorporado ao Estado de Mato Gros­ so. Aspectos Físicos O Municipio de Por to Murtinho faz parte da zooa da baixada Sul do pantanal matogros,;ecse integrando-se na bacia platina, banhado que é pelo R. Paraguai. Limita­ se com os municípios de Corumba, Caracol, Boni­ to. Miranda e com a Re­ pública do Paraguai. DIs- ta da capital do Estado 703 km em linha reta e pela rodovia, 1.103 km Suas coordenadas geogrd ficas são: S 21.o 42 30 e w 57,o 52 30. Porto ~furtlaho pos­ l!UÍ uma altitude de !:!O melro!' acima do uivei do mar i, sua topografia é regular, sendo o peri­ metro urbano orallca­ menle plano e as harran cas do rio Paraguai es­ tão em pivel mais eleva­ do que a sede do munl­ clpio. O clirua é classifica­ do como do tipo tropical úmldo, comum a todos os municlplvs situados no pantanal matogros- ense, O período das chuvas na região têm início no mês de dezem­ bro. indo até maio, sen­ do mais intenso no pe­ riodo de janeiro a março Sua extensã•> territorial é de 16.5 O km2, corres­ pondendo a 13% do Estado e uma populacão de 11.571 habitantes, sig­ nificando menos de 1 habitante por km2. É banhado pelo rio Para­ guai, e rio Apa, rio Perdi do e o Córrego iutaca. , o lunicipio estão loca­ lizadas a serras do Pa­ pagaio. ão Francisco, 'ão Migusl e Bodoquena- AspeclOS Saciais Porto Murtiuho pos­ sui 1.500 edificacões na zona urbana. em cons truçao de madeira e de alvearia. A zona rural apresenta-se com 1530 edificações, em sua gran de parte em condições precárias. Os meios de comu­ D1cação se resumem 1a Empresa de Cor .. eio Te­ légrufos, em rádios trans m1ssores oficiais e parti­ culares e uma empresa de ónibus que liga o mu mtcipio a Jardim (218kID da sede ), Campo Gran- (Contlnua na pag. 09) .,1 r lRilTOREST - COMERCIO DE MllQUINIS E IMPLEMENTOS IGRICOLIS Adubos TAMOIO e inseticidas - Sementes selecionadas Rua: Sebasliàa Crispim da Reuo 316 Bela Yista - "" ""t _l lll ggg leh Vi.ta M Is/0o/7 Cieral t , E, POIS , E ... .. A lmpren1;u possui o poder que merece Um Jornal conduzido por um homem honesto e de bow senso, que dissesse sempre a ver­ dade, poderia muclnr a lace ele um paíR" (Glu­ llo rle Benedeltl, ex-dlre tor de .. La Stampa·•, de 'l'urln) _ Oi! Em Porto ilurtlnhu os candldatoR u vereador começam a polarizar as atenções do eleltomdo. Um nome vem se de ta­ cando peloR nntecencl,.n­ tes ele bem servir a c:i­ munldade, é o du rn. Jand!ra Coe-lho, ee-pc.sa do flX·[ll'8feltn Aleír Coe­ lho. l:iua candidatura é um reconbecimouto do papel que a mulher mur tlnbem,e reprosenla na vld!!. sóclo-economica clu munlclpio. %i ! Falando em Porto lurlinho. o muni­ cipiu ela fronteira come­ mora hoje o sou li-to aniversario. O prefeito ll,lefon1-o ::i•,ures ela Sil­ va não programou a festividades de praxe devido. prrn•~ipalmenle. a politica d? contenção de despe:-ns". :las os de F ~lix H- Feres [lo h:to ta (stara Rriari] aúda o 6L1,e, aniver:-ário de Porto Murtinlw 1 1 DR. FIO MJR32113 MEDICO Atende pcl,, INP e IEMAT lloririo,: )lunbà Hospital 13:00 • - 16:00 h,: Posto de Sa6clc 16;00- 1900 h: Consultório R 15 de Novembro, 75 - Fone 178 - Bela Vi.-ta. m ut·tlnhenses esUlo 11a­ liRfeltos com o prefeito nomeado pelo Governa­ dor Garcia elo. pois rfentro em breve Porto Murtinho receberá inú­ meras melhorias, entre elas: Calçamento da Rua Principal, 1Jalt1 Dois Grupos Geradores, Esta­ ção de Ti-a lamento D'AGUA, forum. lust!J.la­ ção da 43ª CIRETRA A -Ciret,an já é uma renli,lud,· , ;, din 6 pp foi inaugurada , preen ça de dezenas de pes- oas. Foi nomeado o r. Odir ioares para che­ fia ria mesma, e com a colaboração da 2 Cia o transito em Porto Mur tinho re.:ellt'rá ,oluç:lo dt•finiti vn O Governador Garcia eto estará em Porto :lurtinho no Baal de Julho para lançar a pedra fundamental do rorurn e na oportunidade t'Pceberá o título de Ci­ dadão :lurlinhense. egundo informações do presidente do Diretório Municipal do :1.O.B de Rela Vista, os prováveis candidatos a vereador no próximo pleito pelo partido são os seguintes A tanasio ilelo, Getulio Lino, Oscar Rodrigues de Araujo, Deocleciano ue Vas-:oncelos. lldelfon­ so Pinheiro, Pedro Ge­ raldo Melo, Rosita Ros:1. Gomes. Oldemir Ossuna Haroldc Vasconcelos Pi beiro, Lamindo Rodri­ gues, Vitor Vieira, Mon­ clar Rosa Correa, Daut Pinto de Almeida e Arlnn Xavier Hrum. Informou o Dr. Carlos Edy Sá ile­ deiros, presidente do Diretório, que a Conven­ ção Partidária está mar­ cada para o dia 11 de_ .iulho. no Club Esportivo 6elavistensé. Crônica na Tribuna 06-76 ' de Altevir Alencar publicada da Fronteira, n.o 213 de 06/ Ilustre e prezado ,ll..-vir: Aprecl11dor que sou da bou literutu a, logi­ ecamente sou constate leitor das suas belas crônicas que uos de!ei­ tam com a suu !orm escorreita, bonita e com o l:'eu conteú h e­ moclont1nte. humano. A sua última pu'lli­ cação na . ':rn,,a d:i Fr<'nt-irn, "l/1,. Ex-corn­ batente". belissima come as clernai11. ria sua parto fioal da murgP-m a mais de urna interpretação, sendo a expressa eon­ traditória com o princi- pai do relato Notei a­ notei. guurdei. Muito porém. iaelusie ex-e»I batentes. Iicrzmn choca­ dos e pedem uma expli­ cação que esclareça bem a realidade ds fatos enunciados de mineira qu> não paire qualquer dúvida que PJ!O J,,p a ii gur:. rh-; r,•hia•; ,.,_ De;: í,• já ag: 1 lecer, do sua pasivel e ide­ ração subscrevo me cor­ dia] e ate:uci suent. Bela 'j;;t,1 l,, 10 0(i 7!i Adalberto R. Jt Sanl'.ll:rn f u trer l d tolos os ti#tis. tncir is ulorid;­ des ti:is ou militars qualt mil 4.a anuis i [1@»s. lenle carrorn,er a nossa juvenlude. ~ ti] • Acompanhando o Dec:envoh·im,-nto de Porto Mortinho Parabeniza .,,.. autoridades e o povo Martinaen-e pela Passagem do 64.o Aniver-ario do Muninipio" E CERED S " Uma Firma Que Ajuda a _Construir a Nova BELA VISTA" Crescemo:- de _Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense Avenida Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional lela Vista Mt 1306/7 Histórico --------------- r: (Continuação) de, Ntouque, il1uracujú, Sitrolatdia e ao Et:,tu cio tle ~11u Paulo. ,pesar da beleza e nuvegabi!i­ tlaol e um clubP Rocil:l. O mu- 11iclpio contu r.om um hospital, dois médieos l~ lloiR gu bineles 1entári­ ON. Aguu pu rn ulrnstecl­ lllt'ntu elu cid11de não é lmtuda. sPnrlo captada diretamente lo rio Para­ guai pla SA'EMAT u rede de distribuição ubnstece 13 da popula­ ç:1o ela c1da,,e. Nào con­ ta com rede de esgoto nem fossa séptica, as águas H•n·!dns silo 'e.;­ coudus 1rnperficialrnen­ te, As runus nüo são pn­ vimentudas, sendo todas eh, i;olo 11>1turnl. A edu­ cnç11o co11 .. 1í1ui um dos graves problemus do ~lunkipi<,, devido a ia­ rlul'11clu da fronteira, 011 de prolifera o dialeto ,, guuraui" em delrimen­ _da lingua Portuguesa ESCOLAS ESTADUAIS a) E,n·olu de 1° Grau Cluudio tle Oliveir,:, 1 a 8ª série• b) Es oi:; 1° Grau 31 de M'arco, 1" a I séries e) Escola de 2 Gru Jo­ ~e lknifucio ( l 'urso 1 or­ ma i e Tt>cnico rle Con­ tabiliracho ). a agricultum (arroz, café, milho. mand!ocu, Jrnen­ doim e soja), contribui com u purc,!la mi11ima par" u economia local. Umu Agênciu cio Bnuro do l:lrui,il runciona 110 ~lunicipio. co11c-edencJ,, empréstimos na Carteira de Crédito ugropecunrio. É nbastt>c!do n penas por duas turbinas u die­ sel, que produzem 3:'JIJ K V/, está previRto uo plano de Govemo do Estudo uma usina Ter­ mo-elétrica de 1 MW pura l!l7G. . , rodovia que liga Campo Grande a Poro 1lurtlnh<.'. é de condições precãriun e o isolumen­ lo do Munieipio dos grardPs centro , provo­ cu desinteresse dos em­ presnri,1s dl' qut> se ins­ talem Para Hl7 . está previsto uma rodovia p/ Porto .lurtmho, clentro ela !I Mlhu Rodoviária !o Pentaual. Das atividades eco­ nomicas do ~lunicíp!•) destaca-se u pecuária e o PXtrativ 1smo do que­ bracho. A ati•idade in­ dustrial se concreta n:.i fábrica ele tanino para cnrtume (Flornstal Hra­ sileirn SI A), que se de­ senvolvt>u com des•.aque na rt>gião, constiluind,· mais de 30 anos em Rubstunt·iul fonte oto BR- altmentadords que dre- 27 Coloia Cachoeira nará a prorlução até os (U kIn) mercados nacionais ,,. Entroncamento f!R- internacionais, atura "T Faz. Cervelo (42km) de diversos portos do . a. rérmino da Rodo- rio Paraguai; da Malba via 111'!' - 739 Bonito - ) Rodoviária Estadual e Pt·" L1<1ia g (90 km) Nac da Ferrovia NOk. :'O SETOR 1110HOflARI0: A_ Malha Rodovian ~, Con st rucao d6 Porto Muuicipal é praticaaen, ''UYial no rio Paraguai. te inexistente, consta- m Porto :'llurtinb, caos­ do de 175 Km de este. ante do PNV, conforme l ddist de penetração. em Lei nº a917. e ? natural. com pre- . 2 - OutN!s providen­ cAr1as condições de trá- f 1 ~ no sentld~· de res­ fego nos período,; das ª ~lecer o transporte chuvas. A bixa arre,_ luvial da região. daçao da Prefeitura, no- V tadamete Do Fundo R 'enda mais seus doviário Nacional altos custos da c,,, Produtos anun çao e conservação de [""?1,gg,, ias@io ciando na ·THbu ministração Muni- na d - a Fronteira'' REVENDEDOR AUTORIZADO VOLKSWAGEM} Rua: 1 de Maio 365 r l Política 'agi 1 Deputado Jesus Gaeta (MDB) Sessão de 22/03/i'O De Inicio, lastimou o ruto de o Governo não conseguir os recursos necessirlos para execu­ tur as obras de uma pon­ te sobre o rio manso,pa­ ra, em seguida, comentar a notíoiu sobre a vinda o esta Capital do emlnen te P1 esldento da Repú­ blica, general Ernesto Gel el, afirmando que nã0 deixarão o Presiden­ te saber que Cuiabá ,.não dispõe de rede de esgo­ tos; que a sua p >pulução é constantemente amea- çadu pelo tifo; que o I­ cllce de mortalidade In­ funlll ftre a Rensibtlidu­ de do mais cruel, cio ma is brnlo." Na expressão cio orador, o Sr. Presidente Erne -to Geisel verá pe­ nas uma mullidiio super lotando o estHdio a u:,luu di-lo .. e o Gc;vernudor sorrindo. Lembra a hones ta Pn·ocupuçiin definir o que primeira parte da divisão, ou seja a Teorir, da Ciencla. Prossigamos agora com a segunda parte A Teo­ ria dos Valores: Axiologia:- teoria dos valores, que investiga a natureza, a essencia, e os diversos aspec tos que o valor pode tomar na especula­ ção humana. ota; do grego Axios, valor valia e Logos, teoria Et!ca: - Como disciplina filosófica, a ética distin- » Antropolosia filosófica ( ou Antropogofia) (Continuação) gue-se de todo saber meramente pratico e normati vo, por quunto contitue o conhecimento dos va­ ores Morais seudo portanto. o l'undamento lilosó­ fico da conduta humana. Noto. Do grego ETHO '-que significa costume. to­ da via é com Aristólf:les que pa:-sa o ser a ciencia da Moral Es'tética: é a l'ilosofiu da arte e tem por objeto o .,fazer" lrnmono isto é. a obra, a ser reproduzida pelo homem, estude por conseguinte as cbra hu manas sob o ponto de vista dos principias uiver­ suis que a devem orientar. Notu:- cio grego Aisthetico . filosofia da arte. do belo. da critica e do bom gosto, sensação «teoria do belo». Filosofia da religião:- é seu estudo no sistema da Filosofia, em o qual examina os ratos rorn animo de encontrar neles as determinações e!l.,enciuis ela fé religiosa. Aquela que contenba mais puras es- sas determinações erá a mal perfeita. 'gora então procuraremos 1e!inir a ter­ ceira e última parte de que se constitue a letra b deste nosso primeiro ponto ele um programa de Vestibular. Cosmolngia: é disciplina que estuda as leis gerais e a contribuição cio Universo quer sobre o ponto ele vista esperimental, como sob o metafísico. 1 ota.:- do grego khosmos- uiverso organizastc> jornal inicia- remos o 2 ponto ou seja: Primeiro Período da Filosofia grega comendução do Presi­ dente, estivera Pm mato Grosso para saber a ra­ zão de a Cidacle da Fron­ lelra (Corumbá) contl­ uuar ílhada e aR obras do PRODEPAN afio cor­ responderem aos altos recursos liberados a fa­ vor rJaqueh• Programa fedem! •· definindn a es­ trada Transpautaneira como sendo "elefante branco. obra <'riminosa da administração pas a-da .. O povo de Corumbá esperava, agora com o PRODBPA , u uu aida rodoviária, e viu seu de­ sejo suforaJo no Gover­ ro passado pela idéia in­ feliz da Transpantaueira" Ao flnalizr.r, o depu­ tado Jesus Gaeta decla­ ra sua esperança de as­ sistir na Nação. .. o exer­ cicio amplo da demo:!ra­ cia. porém, com ordem com l"ensatez. trazendo p:!rP. o tabuleim úa dis­ puta a verdade, renegn do a mentira, a falsÍda­ de. a hipocri ·ia e o en­ godo." DOCUMENTO PERII!DO Sebastião Zacarias. extraviou seus àocu­ meutos: Carteira de I­ dentidade, Titulo de E­ leitor e Caderneta de Reservista. Publicação que se faz para obtenção da 2i! via. Bela Vista, Junho 1976. 1 1 ; RECEBEMOS FOLHINHAS E CALE· DARIOS PARA 1977 Façam Seus Pedidos as SRFICA TRIRUIR DIA FRONTEIRA MINERDÇIIO B0DOQUERI LI "Produtor do aláreo Bodoquena" km 54 - o1via Jdin - 3ro Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" Escritorio em Jardim - Aveµida Duque de Caxias (ao lado do Hotel 01ie.nte) Cx. Postal 8 Adalberto R. de Sant'Ana Embora a t1l11011lmla 011tre os dol11 termos trniu J)f'rfolta, é hibllo •omrngracln 1l~slgnul'• e Educaçf111 o Ei•sl110 que é d11do uo sentido de formação dos llonll Ul'lu,; e costumes de 0011(orml· datle oom os Ideais da socled1Hle e da clvillzu• çilo. e11quanto quE- Ensl• no npll('H·1s pais educar t• provill111 ciar para que o;; filhos fre­ quentem os estubeleci­ m,:,nto;; tle ensino; é tÍlicidurte aquela pergunta tnnrJaz, dl:,:endo: "Não. meu fillw. J!raÇas a üeus Rlo ideali­ zudor de obra lào tropolgante e tão vitoriosa, po­ del'ia, evidenlt>mentl', ter eludo uma outra resposta mais altiva porém menos "aioa. eucerrando tl'ês gruarles lições. l11iclalment1:, Paul Harris nos ensina n i,;ermos humildes, reconhecendo que, por mais vi toriosas que sejum as uossas acões e as nossas idéia11. de,·Mecios sempre consiJerà-las ínacabadai e ú espern de novos impul,;cs. O segundo conceito profundo que tiramos da resposta de Paul Harris é o do esplrilo arejado de renovação. Já bastante idoso ele tlnba o dJreito de ter seus pensamentos cristalizados t> fossilizados, achando-os definitiva­ mente certos; mas aquele homem. inspirado. nos deu também uma demonstração de seu espirilo re­ novador, sempre aberto e pronto a receber nevas sugestoes, vleando maior perfeição. A terceira li­ ção, pal'u mim a mais linda, é a da v1,lorlzaçào do homem, que é rotariano. O diálogo francl• aberto I:' fraterno entre um neófito e um gl'ande co~hecedcr de Rotary. nos mostra que cada um de nós tem u11111 mensagem que precisa ser 'IUvlda respeitada e acatada. O rotariano de trinta anos ou o rot,iri­ ano de trinta minutos tem a mesma possibilidade qe fazer ouvir a sua voz e de pr<1clamar o seu ponto .de ,·1sta. desde que haja critério, bom senso tnieràncla e amor à verdttde. (Transcrito do Boletim Lenç6!s Rotário) CO!Hi<'ljUCIICÍU lógica e deRHtllr<)!,II. ,Já hoje os c,;tudio- s O 8 t-N)Jt'Ciuliza•]ON d o Uf!f,UlllO reconhecem que ha a­ bsoluta UPce,;l:'!ílr1r qual quer novo dispositivo do >u penor Tnbunal Ele11ornl '! R- . lc::islaçào eleitoral wm ~cndo conr1,antt'mt"rilt- nherada por novas disposiçôe- eleito rais visando o legi. atender a t'.'volução r ª"' nece~~idade:.o1 :-o cii- da coletividade brasileira. P. Neste Municipio a elei ão apena- para o legisla ti,·o munic:ipal ou tamben abrange o executivo. isto é, a do l'relcilo ~!unicipal'! I- No nos-o municipo, a eleição abrange apenas o le islativo municipal em decor rencia do município encontrar e na faixo de:: fruntcirn e de clarudo de 5egurnnça !'iacio n.a.l por ... E:c.a o PrcPidcnte dm Hepública. p. l'ia eleição dos ,..,._ ve rcadorct- que nlWJ.lmt:nte ~ão Sete, haverá aumento de ca deiras na Camara em virtude do cresdmento con,-1:inte do n·o de eleitores ? R- Possivelmente o nosso mumcipio talvez consiga au mcntar o n·o de cadeiras no legiltivo municipal. depen dcndo e.ic fato de todo o cid:idiio bcla,•i.icn,e procur.ar ". Ju.iiça Elcitor.1. tirar o seu tuulo e ,~ir :i tomar-~ dd:a dão P- ll_eriti•i'imo Juiz: Quan 'º! rle1U1~ estio inscritos ate a preente dal!l n rte mu nicipio de Bela Vista. a socit"da n-o futuro qu:in· do uma surpreendente inova- 4o mental exigir dos bomen virtudes morais que os ampa rem no rc, oluc-ionurio turbi IhJo de idéias e novas inen ÇÜt-s que o avanço ininterrupto da nos«a civilização reserva-o J>ara dm~ nào muitos rt""moto, J ) 1 .. [