FUNDADOH E DIR~fOR RESPONSÁVEL - IVALIJO PEREIIIA 
ANO V , __ R_e_d_a_ç_ã_º_• -º-f-ic-iu_ª_· s_e_A_d_m_ln_l_st_r_a_çll_o_, __ B_e_la __ v_1_st_a_27 de .Junho d e 1 !l76 
___J Rua Duque rle Caxias S/N 
Semauárlo o 216 
o 
PETROLEO EM INTON O JO O 
Campo Grande - Diário da Serra 
Cento e cinquenta 
milhões de barris de pe­ 
tróleo com possibilidade 
dP explomçllo foram 
descobertas em quatro 
jazidas localizadas no 
municipio de Antonio 
Mini tério do Exército 
11 Ex - 9a. HM - 4a. DC 
10. Regimento de Cavalaria 
·•Regimento Antonio Je,ão" 
CONC 
Joiio pelo técnico sue,::o 
Rudolph Heins Gerwiog. 
Esta acusou a exis­ 
tência do "ouro negro·· 
em relatório entregue 
ao prefeito da cidade no 
último dia 10, depois 
o 
SERVICO MILITAR 
• 
Destinado aos estu­ 
daates dos 1 e 2 ciclos 
dos estnbelecimento!-1 Ci­ 
vis de Ensiuo iléciio, 
esta sendo lançado em 
todo o terrllóri "> nacio­ 
nal o Concurso anual, 
que é patricionado pela 
Diretoria do serviço ,li­ 
lihu·. 
O tema escolhido 
foi: "O Serviço llililar 
como fator Pioneiro na 
ocupação Física do Ter­ 
ritório Nacional" . 
Os 19e 2 colocados 
no ambitoi: naci.onal se­ 
rão premiados com crS 
6.000,00 (seis mil cru­ 
Zeíos) e CrS 3.000,00 
l tres mil cruzeiros), res­ 
pectivamente. 
PREFEITURA MUNICIPAL 
Edital No 09/76 - Sec. Adm. - 24-06-76 
De ordem do Exm. Sr. Prefeito Municipal. Dr. Ru• 
bem Alberto Abott _de Castro Pinto, torno Público o presente 
Edital, para que Sr. João Antonio da Silva Sobrinho, com­ 
Pareça nesta Prefeitura Municipal, dentro de 30 (rinta) dias 
a contar desta data a fim de tratar de assuntos de seu inte­ 
rese. 
d 
Prefeitura Municipal de Bel" Visia• '.IIT.. ::1 ,le Junho 
e 1.976 
José Maria de Barros e Vasconcelos 
Secretário Administrativo 
de concluir. uma sér!e 
de pesquisa na região. 
Antonio João, sltua­ 
do na fronteira com o 
Paraguai, podera se tor­ 
nar um centro de P.Xplo­ 
raçilo de petróleo caso 
venh!lm ser confirmados 
os estudos do sueco Ru­ 
dolph, segundo os qual, 
as quatro jazidas apre- 
entam potencial sufi­ 
ciente para que sejam 
efetuadas perfurações de 
poços. 
As Jazid·ti,, situadas nas 
im diações do Posto Fis- 
cal e na regiüo rlenoml­ 
nada de ,langaba, tota­ 
lizam 150 milhões de 
barris, possuindo a maior 
delas 75 milhões a 700 
metros do solo. 
euem-se reservas 
menores: uma com • 
milhõe a 709 metros de 
·olo, localizada ao or­ 
le da Manguba e ouln,s 
duas. próxin,as ao r>os • 
to Fiscal, com 19 e 5 
mllhõt!S, respectiv:1mente 
a 600 e 900 metros de 
profundidade. 
Cópias do rela orio 
ED TO - 2 
Procuramos evitar um jornal independente. 
litares, premios de CrS vigoroso, alheio a grupos e a partlúcs pr,lilic:1s. 
2.000,00 (dois mil cruzei-. Un jornal QUP. t'Spelha ucima c!e tudo. sua 
ros) e Crs 1.000,00 (um • fé no homem, no progresso da humanidade; na 
mil cruzeiros) para os : aplicação coerente dtt jus1iça e du leis; na evo 
1e 2 colocados e Oi- : lução htli-rnonic:t <la ;,c,c:ie.1acte. i.o cresrirnento 
plomas de Cooperação global da região e principalmente, no despertar 
Meritória ao autores cios dus polencialiclactes deskt terra onrlP. uas-:emoR, 
cinco melhores traba- . crescemos e onde descausaremos 110 b.;,rço da 
lhos. 	eterniclaàe. Não é facil trilhar o caminho <la li- 
O Concurso cousiRtirfl , berdade, ela, ás vezes, exige renunrii1s e p1·i,·ações 
de monografias sobre- mus no final, a vitoria é a tranquilidacle da co­ 
o tem proposto. a se- siênciu. e a satisfação do dever cumprido. Mais 
rem elaboradas e etre- uma vez se faz necessário Explicar ··b~.m·· a 
gues entre .Junho e A- posição da TRIUNA. Parafraseando um anuncio 
gosto de 1.976. de um jornal da grr.nde impre-nsa: voce conhece um 
Os vencedores rece- bom jornal µelas opiniões que ele niio tem e as 
berão seus prêmios no opiniões da TIUBUN !'. siio os fatos aco•1te-eidos 
Dia do Reservista-16 de quatsquer prismas, mas fatos; as interpreta.ções 
dezembro. 	l'icam a criterio do leitor. 
Os interessados em 
participar devem procu­ 
rar a Seção de rel11ções 
Públical' do tQQ RC. on- 
Ha verá ainda' no de receberão instruções 
amblto das Regiões l1'i- pormenorizad'll'. • 
(Major) Roberto Clavilhe 
cir<'ularam. ontem e-m 
Cuiaba; uma vez que 
seu autor, o técnico 
Gerwing, encontrava-se 
na· Capital do Estndo e 
foi localizado pela Im­ 
prensa io,·al que se a­ 
pressou t--m dar divulg:i­ 
ção ao as uuto. 
EDITDRIDL - 1 
Traduzindo em miu<los, não seguimos a li­ 
nha emedeb!E>ta. ou are-nista, seguimos a linha dis 
informação, e Ili) CISO da informhÇÜ" politica 
ela se processa nos dois partidos. Lógico e evi­ 
d .. nte, noticlarmoR ratos, comentários e análises 
dos politicos filiados ao Movimento Democrático 
Brasileiro e Aliança Renovadora Nacional. Não 
es.t'lmoto mercantilizando a informação e não fa­ 
zemus do jornal um '·balcão de venda de hipo­ 
crisias" . Estamos fazendo um jornalismo sério 
e nossas paginas estão a disposição ·e todos os 
t.-lementos quP soluções para os problemas que 
assolam a comunidade, independentemente- de 
suas cores políticas. desde que uiio firam os 
sagrados princípios emanados da Revolução de 
Março de 1.964 e acima de tudo coaunem com 
os interesses maiores da Patrin fora disso, 
Vamos Trabalhar, pois: "Homem de meu tempo 
tenho Pressa" 
Nem sempre o jornalis­ 
ta tem à sua disposíçiio 
fatos certos e eviden­ 
tes. Não raro couta a­ 
penas com elementos 
inco:npletotJ, que deve tra 
baihar para redigir a 
• noticia ou u. reporU!.gem. 
essa situação é que 
o profissional se revela 
capaz ou incapaz de 
ver na obscuridade ou 
na comp!exidade da 
circunstâncias. para bem 
orientar os leitores. 
Procede então da mes­ 
ma maueira que o me­ 
dico clico, diante da 
cloença ainda indefinida. 
que não obstante preci­ 
u remediar. Pode-se 
então falar de i11tniçào 
jornalística. que, Dresen­ 
te, faz o bom ou mes­ 
mo o grande profissio­ 
ual. A intuição nos diz 
que na última reuniãr~ 
do diretóri<: da Arena 
municipal, fatos desa­ 
gradáveis aconteceram, 
pducipalmente, no to­ 
cante a "harmonia de 
idéias e de objetivos" 
rios elementos perten­ 
centes uo parti.io go­ 
vernista. ,proxima-;;,e o 
período t!leitornl e os 
arenistns belavistenses 
ainda ··aão se encontra­ 
ram•·. É de extrema ne­ 
cessidade uma tomada 
de posição dos homen;; 
que dirigem a Arena 
local, que <·ons.:ientes de 
seus deveres. deve-m 
procurar um "ponto comum" 
onde as idéias divergentes 
conurjam para um consen-o 
onde o re,ult.:ulo maior é a 
Soma, pois no momento, o 
que importll., realmente. é So­ 
mar, pois a divisão trará "ma­ 
leficios ao pan.ido" e algum 
falará por isso.

U.·la Vi.ia '.l.7106176 
Política e Cioverno 
CISA DO ESTUDANTE 
Discurso pronunciado pelo deputado Sergio Cruz (sessão de 10-06-76) 
No flua! det1te co- l'lo voltar tanto no lem­ 
ll'P11lúrlú sobre o ensl- po, se quiséssemos ficar 
,,o Bnperlor, volto a(ls em 1973 ti consultar os 
meus leir.pos de jornu- mais da Cfimara Munl­ 
llsrno, para relembrar clpal Je Cnmpú Grande. 
movimentos que incre Lú vamos encon lrar rei­ 
mentnmos em ('ampo terados apelos da profes 
Oroncle, nos idos de sora elly Hache, ma­ 
l!lli8, qu11udo ntruvés nlfeslações dirigidas às 
de artigos pnru o unll- mais atlas uutl)r(darles 
go Jornal do Comércio do Ensino em Mato 
l' crônicas par:.. a Há- Grosso e no Brasil. vi­ 
,lio OHusorn. mlnho pri- snndo aqulsitnr moradia 
melra estiu;iio nu clda- para o universitário, 
rle morena, defendia- vindo de outras cidades 
111<,!l ti Cnsn do Estudun- e de outros Estadc,s. 
lt". N11o seria necrssá- Está alrdu muiio 
POSTO sno CRISTOVio 
de Theobaldo A.moral 
lavagem- Lubrificação • Troca <lc Óleo 
Borracharia- Balanceamento de Rodas 
Ruu Conde dr Porto Alegre u 
Bela Vista 
Mato Grosso 
ECDNTO LllNCHE 
O ponto de encontro da Sociedade murtinhense 
Rua Dr. Correu 562 
Porto :lurtinho 
ilnto Grosso 
rerente para ser esque­ 
cido com tanta facilida­ 
de, um Expediente des­ 
la Casa ao Governador 
do ERlado, de oulof'ia 
do eminente Deputnd.­ 
José Amando solicitan­ 
do u construção da u­ 
sa cio Estudante CulabA, 
Campo Grande, Doura­ 
dos, Cvrumbá, Hondonú 
pollR, Aquldauana e 
Trêô Lagoas. E. foi no 
ajuntamento das propos 
tas pussadas com a 
preocupação no presen­ 
te que. 1•presen1arnos - 
este Oeputarlo e o De­ 
putado José AmauJo - 
um projeto de lei criun­ 
dl) " 'i lema Estadual 
de Hubitaçilo Estuduu 
til". O prnjt:to Habites. 
elaborado após um 
Nesuusllvo trabalho· ele 
pesquisa, que no levu 
a todas as cidades on- 
- de funcionam línlvel'si­ 
dade Estadual de tlato 
Grosso, está em trans­ 
missão nesta Casa e se­ 
rá, como dissemos em 
sua justificativa, a co­ 
laboração dt:sle Podei· ... 
será um trabalho, um 
SArv!ço pres.ad•J pelo 
Legislativo aos e tu­ 
dantes de Mato Grosso. 
Quando apresenta­ 
mos o projeto d Habitacão Estu 
oantíl, não o l'lzemos 
esc11 vacando méritos. 
A proposta, pela boues 
fülat.le que revela o 
seu contexto. procura, 
busca apenas a solução 
o preenchimento de u­ 
ma grande lacuna na 
atividade estudantil de 
Mato Grosso. No entan­ 
to, qual não foi a nossa 
surpresa, ao ler nos J cr­ 
nats de Campo Grande, 
do . ':'ihmo domingo, 
11 
noticia de que, atenden­ 
rlo pedido da Arena 
,Jovem. o Sr. Governit­ 
dor decidira pela nons­ 
truçáo da Casa do Es­ 
tudante em ollos clda­ 
rles de Estudo. E a so­ 
presa maior foi exata­ 
menle conslnthr que o 
porta-,·oz da noticia foi 
o llder do Governo, foi 
um colega Deputa1o, 
um colega do Deputado 
iérgio Cruz. um cole- 
g-u di-1 flepurudo ,José 
rmanrlo, um Deput.a,10 
que. por sua função de 
liL1er vive o dia-artla 
teste Prlameuto com 
muito ma;s intensidade. 
E a supre ·a não será 
tio upreedente se não 
partisse de um Deputa 
do, pois sabendo das 
limitaçõrs u que esta 
submetido o Poder Le­ 
gisitivo, não seria es­ 
Lrunbavel a desinforma­ 
çào rio !:>r. Governador 
na cêreu da alivirtude • 
parlamentares. Partindo 
de um deputado. que 
ármo tru tau lo zelo pe- 
lo exercicio d e sua 
função eletiva, sou 
c:ornu m a a o b r a 
para desprestigiar, uin­ 
da mai . o trabalho tão 
pou:·o di~ulgado, tão pou 
co ac:rcd1tado do,., reprn­ 
seu_tante do po,•o. E a 
urttculação é de tanto 
Primarismo. rt!vestida de 
~unto deboche que. ao 
aves dc se atribuir a 
revindicação aos dire­ 
tor10s ne:ademicos, t'llli 
dades que sempre luta­ 
ram pe!a Casa do Estu­ 
daute, já que aos Depu­ 
tados pode perfeitamen­ 
te ser este mérit:, dá-se 
a primazia do pedido à 
Arena Jovem. Não que 
u Arena Jo,em não te­ 
na o direito de pedir 
Muito pelo e:ontrãr· • 
Ale 
. 10, a 
na jovem pode e de­ 
ve pedir. Assima como 
deve ser aterdida. No 
eutanto. Casa de Estu­ 
dante, e isto antecede ao 
bipartida.rismo, antecede 
á Arena jovem, por um 
principio ellco e n,oral 
pvr um principio de res­ 
peito aos diretórios aca­ 
dêml<:os e oq leglllmos 
repre entunte do povo 
sobrepõe a qualquer In­ 
teresse parlidátl•>R, está 
acima de qualquer pre­ 
tensão µurarnenle Alei­ 
torai e não deve ser usa­ 
da apenas como mais 
urna promessa poliflra 
em ve:pera de eleição. 
Eu lamento o que tcou­ 
teceu, () quP está acou 
tecen,10. mas nã•> e pe­ 
ra vn outra coisa. 
Agora va,uos espe­ 
rur que a Arena jovem 
seJa contem;;lada com a 
!Jalerni;!u<te do rrRtaU · 
ranre da Cidade Univer­ 
sita ria. com o recoube· 
cimento do Curso de 
Engenharia da Universi­ 
dade Estadu·d e com a 
extensão das redes ur­ 
banas de energia elétri­ 
ca na cidade de Campo 
Grande. 
Era êste o meu pro­ 
nunciamento. 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
. Foi extra Vl!!.da a f'11 r 
leira de Identidade para 
estrangeiro. permaneute, 
Modelo Hl 112 3684. per- 
(encente a Elo < Sn 
• anc e 
}{9tero. residente em 
ela Vista. 
Publi<'ação que se faz 
para obtenção da 2ª via 
RECEBEMOS FOLHINHAS E CALENDÁRIOS PARA 
I" ""ee v NA 	iisuii _i mori#a 
.1977 
•.• ..N%ME9Mj vau tua 
"U E 	- 
0 
ov1a Jardim p 
ma mpresa que acre:iita no Sudoeste e N - orto Murtinho 
E 	. 	no ovo Mato Grosso" 
, scritorio em Jardim_ Avenida Duque d C . 
e axtas ( ao lado 
--------· 
do Hotel Oriente) C 
• P.otal 08

bela Vi»ta 27/06/70 
Politica e Cioverno 
1 N T E R ,p R E T A N D O ... 
Dr. Jac6 Stein 
DEMOCRDCIII E O 
RI 5 OU O DECRETO 4 77 
este planeta em 
que vivemos, sômeute 
nu sociedade humanll. 
encontramos o governo 
chamado democrático. 
Entre as rormlgas 
e abelhas, por exemplo 
qne tambem vivem em 
Roeledade. nunca se ou­ 
viu dizer que tenham 
trocado seu Ralnudo por 
um regime democrá­ 
tico. Porque isso? Porque 
no llmago da democracia 
vive a chama da liber­ 
dade. E livre NÓ pode 
ser um ente inteligente 
e racionai. Entre as for­ 
migas, não há democra­ 
eit porque não há. liber­ 
dade. Na socledude hu­ 
mana, porque existe li­ 
berdade. a melhor formu 
de governo é a democrá­ 
tloa. Entretanto, toda a 
liberdudo tem llmitt!s . 
Não é absoluta . .-Lé 
o mar, que é imenso e 
livre, tem us al'8ia. da 
praia para segura-lo. 
Nós lambem temos que 
ser segurados. Temos 
nossas areias. E se niio 
formos segura,1os por prin 
cipios, por leis ou nor­ 
mas. seremos egurados 
pela policia ... 
Por aí se vê que a 
democracia pura não 
existe. Oemocrnci:1 s,Hu 
limites é utopia. 
Existem diversas for­ 
mas de governos demo- 
1.:ráticos. Exii-te a demo­ 
cracia popular, a qual 
posiiui apeaos o nome de 
llt.>mocraciu. pois em re­ 
gines totalitários nio 
há liberdade. Existe a 
democracia lib_era 1, 011 :!e 
Impera o exagero de 11- 
bertlnugem . 
Existe a democracia 
oclal, que é u nossa 
1 
rlemocracla. Onde há li­ 
berdade com responsu· 
bilida de. 
Interessante é notar 
que toda a forma de de­ 
mocracia tem sua pró­ 
µril deresa, sua prote­ 
ção. 
A democracia popu­ 
lar é definida pelo tacão 
do tirano e pelos cam­ 
pos de con..:entração. 
A democracia libe­ 
ral procura suu autode­ 
fesa o peeguismo, nus 
greves clirigírtas e n&s 
ubveuções preparada!!. 
A democraciu social 
se defende com ato lns­ 
tilucionuls e com decre­ 
to tipo 477, que uão 
ão tt>tmírlos por aqueles 
que nada devem. 
O , 1 ;í e o ,tecreto 
477 são apenas proteçã,i 
para o povo, contra a 
subvert<ão e a ttnarquiu. 
O povo quer lrnbu­ 
ihar com tranquilidade 
e ,wgurnuça. O povo sa­ 
lHl qun o progresso só 
pode ser fruto du urdem 
pois sem urdem não há 
paz nem progresso. 
O NACIONAL 
BONITO E MIRIND 
RECEBEM BJUDfl PI a 
Preço de te 
Exemplar 
€r$ 2.00 
DR. FIOiil MURBNO 
MÉDICO •• 
Atende pelo INPS e IPEMAT 
Horúrios: Mnnhà Hu,<pitnl . 
13:00- 16;00 hs: Po-to de Saúde 
16:00- 19;00 hs: Consultório 
R, 15 de Novembro, 75 - Fone 178 - Bela Vis-ta. 
O Governo do Es­ 
tado de Mato Grrr.so. 
atru vés da ecretarlu. 
de Educação e Culturn, 
tem fornecido ajuda fi­ 
nanceira para vários 
muoiclpios do Estado, in­ 
clulnclo-se na relação 
Honito II Miranda, os 
únicos do sudoeste que 
foram beneficiados. 
a longa lista de 
municipioc, beneficiados 
(mais de 30) predomi­ 
naram os municipios do 
1 orle de, Estado. 
Dos recursos curre- 
d 
NOVO "DEUS" AA OAEI NOVE 
Urna conceituada re 
vistu ulemã-ocidenlul re 
vela o ··culto da per o 
nalictade" que e desen 
volve em torno do dila 
dor marxista da Coréia 
do Norte, Kim ll-5ung. 
PREFEITURA MUNICIP./l 
Decreto 
- 
EDUCflCftO 
ados para a área da 
Educação Ili) jfunlclpio 
de Bocito ;:!t>staca-se a­ 
queles destinados à um­ 
pliação dn• Escoln• Rurais. 
·Para· n municlpio 
de Miranda as verbos 
foram p/ arr.µlíaçãc, e 
rerorma de diver8os 
e ·tabelecimentos dE' en­ 
sino na rede municipal. 
obras que vem eendn 
realizadus 'Jb a clmà­ 
mica admiaislração do 
Prefeito Mirandense E­ 
riberto Gimenez. 
Dirigente supr+mo 
do Partido Comunista 
norte-corea:io, II-Sung 
de (i;-l anos. está sundo 
mais cultuado do que 
Stalin e ilao. Ele permi­ 
tiu que fosse foiheadu a 
10/76 de 2 de Junho d· 1976. 
A respeito de novas 
verbas. informou fontes 
do Palácio Palaguás 
que o Secretário Lou­ 
remberg Ribeiro Nunes 
Rocha deverá realizar 
nova1< aplicações para 
a Eclucaçfio nu área mu 
uicipal. com recursos 
proveoieotes do Polama 
zonia Promuniciplo , 
alem do ~xcesso do Su­ 
lario Educação. quota 
Unidade Federal. a­ 
lem de outras Verbas 
Federais. 
ouro sua está!ua de 2} 
metro de altura. situada 
per.o da Capital_! 
' 
Dá nova deno- 
minação _ao Colégio Téc 
nico de Contabilidade 
Muieipal". 
o ... Rubea A . .bbctt 
de Castro Pinto, Prefei­ 
to Municipal de Bela 
Vista, Est. de Mato Gros 
so, usando dps atribui-, 
ções. que lhe, cão confe- . 
ridas,.:em Lei. ·etc. 
Considera.ado 
tts ncvàs ,denoíniuações 
(1.
0 
e 2º Graus), introdu • 
zlelas pela Lei o.o 5.G9:!; 
- Considt>rando a 
exigência <ia -Secretaria 
de Educacão e Cultura 
do Estado para 11plic,1- 
ção daquelas novas de 
Os ol>jetos que II­ 
ung toca nas suas a­ 
presentações publicas ou 
são protegidos por um 
véu ou colocador em 
redomas de _vidro, com 
a data em que !oram 
usados, mesmo que se 
trate de uma cadeira. 
um cinzeiro, 0u 
11n1 fl"ero 
lupif ... 
nominações necessária 
às Escolas Municipais, Nos ônibus da cai- 
etc. • 	tal norltl·coreana. ,,s ctc',is 
D e C ret a primeiros lugares atrás 
ART. 1:- O Colégio do motorista nunca são 
Técnico de Conabilida- ocupados. Pintados de 
de de Helu Vista passa branco e enfeitados com 
a fenommar-se "Escola flores. esses assentos 
de 2 Grau dr. Joaquim vago simbolizam que o 
Murtinho". 	noo "deus" está tum- 
ART. 2 Esta de- ben viajudo no vei- 
cret.i entrara- em vigor culo ... 
na data de sua publica- 
ção, revogadas as dis- Venda mais seus· 
posições em Contrário. 
José Barros produtos 
Secrt de Administração 
Dr. Ruben A. Abbott 
de Castro Pinto 
Prefoito )lunicipal 
anun 
ciando na, ··Tribu 
na der Fronteira" 
COMERCIO E CEREIIS 
. 	. UNIÃO AGRICOLI LTDlm 
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Perto da Ponte lntemaclonal 
3Ml.1

Ensino 
A Secretaria da E­ 
duração e Cultura de 
M[T' deverá equipar, den- estabelecimentos eco­ 
ro de breves dias, 1! lares com conjuntos de 
CI ISM • N S ESéOLIS 
tau farras 
parn u 
que t!Pl'Yirào 
apresentação 
 
1 
2) Primeiro leriodo da Filosofia_Grega: _. 
As Escolas: Jonie. Pitagorica e Eleitia O- ofi-ta°. , 
l.a Jônica Os Jónios antigos, especulam o principio básico do 
(lniverso, ou .eju u materia primitiva de que se formam todas 
us coisas a) Tnlt· ... l"OIII a ideia da agua geradora de todas 
a- coisas; b) Anaximedes conlue que o primeiro principio 
o r t• n ,·idu m sopro e) Auaximanlro· em a agua, 
o ar porém um +elemento indeterminado que se pode tran­ 
formar em toda as coisas, ) Jônos posteriores ao contra­ 
rio dos antigo-. procuram re-oler o problema do movimento 
e da tran-formação dos corpos. w. flerclito. tudo se acha 
em perpétua mudança. u relidadre um vir a ser continuo. E 
sendo o fogo elemento movrel por exceleneia, é rele o principio 
básico de todas as coisas, b. Fipedóeles- Todos os corpos ào 
cn111poslo dt> ,r, Agua. Terra e F, gi,, em pro11ur(:Õt>S 
diversas. As nudanças resultam das combinações 
ou sepumçõe,- ,testes eleml'nlos sob nçilo do Amor 
!IU do ó,lio e) ,naxngoras - com a concepçio das 
partlculni:: minim:,~ as homeomérir.s, com pl'úprie­ 
dade rlifl'rentes, mas lrausrornrnçõ~ pr,,cluzidus 
po!' um1I l1!telige11ciu di tit:.t11 e superior U<' mun.:lo 
:!.º J PITAGORlCA. 
1 )Pitugoras é ,, [undndur da escola. que põe o ele­ 
mento pl'imorc!ial das coisas, do numero "Nascido 
em 'ano., em Crofona rund'lu uma assocl·Içilo ci­ 
enti!ico-ético- polilir11. Os pitagoricos ufirmur,Im a 
esfericidade da terra e Oi! rlemui corpo a rotação 
da l~rra e a revolução cios corpos cele~tes. 
Em morl, o conceito de harmoniu, as práticas 
acelicas e ablnenciai!'; com relação a metempsico• 
!-'e é u reincutnoção dos A mas. 
egundo alguns Yoi Pitágor:•s. discípulo de Fe­ 
récides de iros e dt: Anuxágorus. inda que Yusti­ 
di a a citação dos nomes dos Pitagoricos ilustrei:. 
Os citaremos encarecendo aos aluno de 2° grau 
(Continuação) 
que nos derem a satlsraçüo de ler estas modestas 
linhas, irem aos infóllos Enciclopédicos cuidando 
ele conhecer algo a respeito daqueles citados que 
mais lhes despertar ínteres,;e, Ei-los: Cercops, Pe­ 
Irônio de Hllem, Bromino e Hipaso de Metaponto 
Caiifouio de Caídos, Demoçedes de cr_ofcna, Parme 
nlseo de iletaponto, Epicàrnio de Siracusa, Icco, 
Paronio ' melaias (me. lre de Permentdes, xulo, 
Boidas, Treasialas, 'Teodoro de Ciren+, Eurito rle 
Crotonu. Lys!R a quem se atribuem os" Versos À_u­ 
treos ", Arquipos de Tare_nlo, Opslmo? de ~e9u1m 
Fui e as de: Calcedonia, Eaopedes de Qmo . Hlpocra­ 
tes de Quios. Oct-lo de Leucaia, Nieetas e Ecfanto 
de 'iracusa Xeaófilo dél Cálcis, OiocleR Equecrates 
Polinaslro, Faulonio, .-rio Proso de Cirene, a miclas 
e Clênias de 1'urenlo. Damônio .Fi111.i11s de Siracu­ 
sa imos, Miônide,, Euframor, icónio de 1'areoln 
:!- Oi cipul0 de Pilagoras(Proximos e posteriores 
1- Filolau 2)Arquitas de tarento 3 Aleinen de Cro­ 
foua 4) Hipodam de ilileto 5- Teofrasto G- Cri lóxe- 
110 de Tarento 7- Epicarmo ae Cõs. - Heraclioes de 
Ponto 9-Endemo 10-Dlcearco de lessenia 11-Duris 
de nmns 12 Andrônlo 13 Teapompo 14-/antes de 
Cizico 15-Andrócides 16- Hipobofos 17- Eforo 18- 
Diorloro de Eretria ln-~toderalo de Gades 19-Apolô 
nio de 'Nana 20- icômaco de Gerasa. 
As idéias e os pensnrnentos filosóficot1 de Pitágo­ 
ras encontraram éco lambem n& inteligeacia femi­ 
ni:!a, senão repa semos para gáudio da mulher 
pensadora dos nossos dias o nomes ilustres da • 
mulheres rio passado que sentiram a beleza do 
Cúnceilo filo;;ófico de Pitagoras, como sejam. 
dos Colégios . em festl­ 
vidades civicas. A fan­ 
rarriis que i;erão dlstrl­ 
buidar1 ac.s estubí'lecl­ 
ruentos eduraclonais t•J· 
rilo 21 instrumento . ca­ 
da uma, dentro do ga­ 
barito juvenil. 
A distribuição da11 
12 fanfarras faz parte 
do programa de melho­ 
ria do departamentos 
de esportes e educaçiin 
física dos colégios e, 
também. para que haja 
malcr bril!lantitmio nas 
festividades e desfíleR 
t!Scolares, por ocasião 
das comemorações cí­ 
vicaR. 
Incentivo 
eguudo o "<'Cretá­ 
rio Louremberg Kunes 
Rocha, a orientaçár, g,1: 
vernamental no KetI s 
Educação prevê o inces: 
tivo e aplicação rle re­ 
cursos a curto prazo 
nas áreas de esportes e 
civismo, notadamente por -r o 
Governadcr Garcia ~{pln 
um dos maiore!:I iocenti­ 
vadorei- dos: espc,rteil 
em Mato Grosso, em 
todas as áreas. 
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De quem a calp.a? 
Um garoto de ape­ 
na onze anos de idade 
morreu recentemete nu­ 
ma cidade gaúi:!1a, vitl· 
ma dt' gravNi queimadu­ 
rus, Ate aqui, um futo 
triste, porém não raro. 
Ocorre qur o meni­ 
no tentou Imitar o que 
assistira na TV, em pro­ 
grama de alcance nacto­ 
nal, no qual um homem 
embebia suaR vestes em 
álcool, ateava fogo e de­ 
pois atirava-e numa pls­ 
eia, em n±da sofrer. 
em virtude de um prndu­ 
to químico que neutrali­ 
zan1 o calot·. 
'e:rlo-se soziuho, o infe­ 
liz garoto, impressionado 
com a prova na IV der 
ramou álcool sobre i e 
pôs fogo. Morreu dois 
<fias depois. c,>m honiveís 
queimaduras. 
Amigos do Urso ... 
Ecologia, defesa de es­ 
pécies em extiuçilo. etc .. 
ão temas da atualidade. 
Entretanto, nao se deve 
exagerar. Nos E.U.A. su­ 
cedeu um !ulu sintomuli­ 
co. 
Ourante a construção de 
um oleoduto no Alaska, 
um enorme urso polar. 
em e tudo de bibernaçüo 
foi 1:n<:ontrndo em sua 
loca. 
Que fazer com o a­ 
uimal? A ecologia guu­ 
hou a discussão; os tu­ 
bos Iorcim desviados do 
traçado original· o que 
cus teu apenas 24 mibões 
t!e ctólares ( cerca de t:i0 
milhõei< .Je cruzeir,,s). 
Uesta forma, o urso po­ 
de continuar tranquila 
mente em seu profundo 
sono hibernai, para 
grau de satisfação de 
,;eus amigos ... 
Tecnologia àm;ricana 
para Noscou 
Desde 1972. os EU A 
venderam à Russia cer­ 
ca de 1Ci0 maquinas <le 
precisão. as quais o­ 
dem fabricar a "bola 
m!nlatura" . usada em 
sistema de millseis múl­ 
tiplos. 
O joraal "Washing­ 
tou Post". que difundiu 
ess11 inexplicável ajuda 
c.:nnplr.ta a noticia com 
a informação de que é 
difícil manter o segredo 
do processo industrial. 
porque muitas empresas 
norte-Americana operam 
na Európa e Jnpão, on­ 
de há funcionários co­ 
muni&las.

Geral 
, 
Cesar Gouveia 
,H re1:1luR iunlnns ntiu­ 
em seu climx na co­ 
memoração de ão João 
Butistu. O precursor do 
Messius é aprrsentndo 
sob II forma de um rne­ 
nino de cabelos loiros e 
encumúolndol' e sua erí­ 
gle encontra-se no alto 
do 1t111stro, t>lemento ne­ 
cessário du festa. 
n noite fi'iu, em 
t,,rno <la fogueira. reune­ 
se o dono da festa - que 
eostumu ter o mesruo 
nonie do ,mntu - pnrentes 
e conhecidos. A festivi­ 
inde é bem demarcada 
por tipos diversos de co- 
• mictus e bebidas, de acor­ 
do com us várias re­ 
giões brasileiras. 
!os Estuclos do· Nordes­ 
te, hú toda espécie de 
rlerivados ele milho. Be­ 
be-se nguarclnt,te com 
frutas d» terr. 
Na região centro-Sul, os 
:ilimt•ntos principais são 
churr,,sco. pinhlli:>, bata­ 
ta ti ••ce assac!a, pipoca, 
!!.mendolm torrado. O 
''quentão" é a bebida. 
tracllclonul. 
' : 
RI a 
IQ 
E 
Em meio u cliverti­ 
meutos, espocar dos fo­ 
gos de artificio, a foguei­ 
ra crepitante é o centro 
de cnnvergenciu. 'ela se 
realiza uma verdadeira 
Instituição nacional: o 
comparlrio. 
No dia de São ,João 
- em geral camemorado 
na véspera. 23 de Junho 
duas pessoas snl!nm a 
fogueira e a partir dai, 
pussam u tratar-se pura 
SPmpre de "cClmf)adre" 
ou ''comadre". 
As reluções entre os 
dois. em certos casos. 
chegam a ser mais for­ 
tes que os laços de fa­ 
milia. 
Preço de::tc 
Exemplar 
CrS 2.00 
Cuiabó •- O Oover­ 
oador nnrcia ~etc· au­ 
torizou à Companhia tle 
Saneamento de Mato 
Grosso. ANEMIAT, 
que i•oicle us obras de 
asseutamento na rede 
de destribuição e fnea 
us ligoçõPs domicilinrPs 
de água em Aquidaua 
na, Miranda e Porto 
Murtirho, obras que 
custar/lo cet'ca d<! 550 
mil ..:ruzeiros. 
Nus tres cidudes. 
Mir1rndn. Aquiciauaua e 
Porto Murtin'.Jo seriio 
as entndos l:i mil e ôOO 
metros lineares de re­ 
de de ctistnbuiçilo de 
água. sendo 2 mil em 
Miranda; 2 mil em Por­ 
to Murtinho e 1 UiO0 em 
Aquidauu::a. 
Ligações 
PDS10 SDNTD CIIT!RINll LTDl! 
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no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes d11 Laguna 
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de Leontina do Prado Ferreira 
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latarias em geral 
13 de junho 
Jardim 
e molhados 
?.tato Grosso 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Foi extra viudo os 
documeutos da moto 
nuarca' Yamaha trail 125, 
uno· de fabricaçãe 1975 
oQ do motor 487-100777, 
cor vermelha, de proprie­ 
dade de Aramis Galea­ 
no Branílilo Publicação 
que se faz para obten­ 
ção da 2Q via. 
Venda mais seus 
produtos anun 
ciando na THibu 
na da Fronteira" 
Informn a Sanemat 
que. uu prln,eira etapa 
serão feitas cem lii,ra­ 
çõos domiciliares em ,li 
rnda, cem em Porto 
:iJurttnho. deveuuo er 
maior o 0·
0 
em Aqui­ 
dua na. 
Reputlica fteralin do Brasil 
[s!âdo de Maio Grosso 
Poder JJdiciário • 
Comarca de Bela Vis!a 
Car!oriJ do 1.o Olicio 
EDITDL DE LEILÃO 
O Doutor V lilter ,J u­ 
sé R_odrigues Contrera. 
Juiz de Direito <ia Co­ 
marca de Bela Vista. 
Estado de Mato Grosso, 
na fot·ma da lei, etc; 
Faz 111> ber a todos 
qu::nto o presente Edi- 
tl virem ou dele co­ 
ohecimeoto tiverem. que 
ao dia 2s de junho de 
19i6, às 9.00 hs. no á­ 
trio do Forum desta 
Comarca. o Pcrteiro dos 
Auditórios. Sr. João Hi­ 
lurio Perera. levará a 
leilão os bens penhora­ 
dos nos autos de Carta 
Precatória depreenda 
pelo Juiz de Direito da 
Comarca de Nova Lon­ 
drina-PR, extraida dos 
autos de Reclamações 
Trabalhista que Manoel 
Loureiro de Carvalho e 
Outros movem contra 
Waldemar Lebedenco 
sendo os seguintes os 
btms penhorartos: 36 
(trinta e seis) bois de 2 
(ilois) anos de idace, 
sem defeito físico al­ 
gum, mestiço e zebu­ 
o8 quais foram valia, 
A Sanemut já publi­ 
eou o edital de licftaçào 
para referidas obras no 
Diário Oficial do Esta­ 
do e, segundo 111< previ­ 
sões, os trabalhos de''<'· 
rão er iniciados em cur 
to prazo. 
dos pela importância 
total de Crs 37.800,00 
(li'iota e sete. mll e oito 
centos cruzeiros), valor 
por ouauto serão leva­ 
dos à leilãc, para serem 
arrematados por quem 
naior lance der. acima 
da avaliação, senão 11 
venda feita à vista ou medi- 
note f1adc,r Ídôaeo pe­ 
~ prazo ,de tres dias. 
..... para que ninguém 
11legue ignorância, foí 
determinaao a experti­ 
dição do presente Edi­ 
tal, qur será afixado no 
lugar de costume e pu­ 
blicado nu Imprensa lo­ 
cal. nos termos.dà Conso 
lidação das Leis Traba­ 
lhistas. Dado e passado 
nesta cidade e Comar­ 
ca de Bela Vfata. E<Jl 
de MT, aos dezenove 
dias do mes de maio do 
ano de mil novecentos 
setenta e seis. Eu Pe­ 
dro Vergilio da Silva 
Escrevente Juramentado 
o datilografei e assino. 
Dr Valter José Rodri 
gues Contrera. 
Juiz de Direito 
J 
CllBL 
REVENDEDOR AUTORIZADO 
VOLKSWAGEM 
Rua: 1° de Maio 365 
Jardim - Mato Grouo 
1 
J 
1 
j

CD H 
I n1ldo Pereira 
suplemento ,lo Jornal 
- Tribuna da Fronteira 
~ 
Semanário Cirntífit·o 
leligio-o e Filo-ófirn 
''Eu Sou o Caminho, A Verdade e a Vide;'' (.Jesus Cristo} 
lldn Vi,tn - Mt 27/06176 1 N.o -16 ANO li Funda,lo em 2/5/75 
SER 
Por O. Ft>rnando Gome~ 
e o mundo do homens quisesse ver o 
Parlre com os olhos do Evangelho, muita coi­ 
i-as seria e clarecida. ilas e sa é a tarefo 
mais clifícil do próprh Padre: dar olhos critl­ 
t:l'l~ ao mundo, niiu tanto para que o ll!uudo 
o compreenda, mas pura que co111preenrla Deus 
• que se fez nosso irmão. Cristo, o primein, Pa­ 
dre, continua nos wut:os Padres que ele me·­ 
mu consiilui partícipe de seu Sace1·do::io :11- 
ulsterial. 
Hoje, mais do que em outros tempos, o Pa 
dre é vitima de uma consplraçuo tácita, não 
tanto contra a sua pe:soa, mas contra a n,is­ 
so que exerce. em espirito de fé, sem uma 
visão clara cio :'ltlstério de l,risto, nem mesmo 
os Padres poderiam compreender pot·quo agem 
em nome e com poderes de Cristo. Talves por 
'isso algun: desfalecem nua caminhada, olhan­ 
do mais para si mAsm,· do que para Cristo ou 
" pra a fé que auirnu a ua Igreja" 
, maioria dl)s cristãos, sobretudo cios ins­ 
ta!ados na vida ou acomodados ás mtoerms 
que envolvem o mundo. gostaria que o Padre 
fosse um anjo de carne e osso, acessivel. im­ 
pecuvel, incolor e amorfo, â. mercê dos capri­ 
chos e dos interesses terrenos, O politico o de 
·ejarlu coaw 'l seu cabo eleitoral. O coerei­ 
nte, como o propagllndlsta ele .::ua mercadoria 
O grnnde industrial. como o pára-rai,o de seus 
lucros. O ditador. como o para-choque de 
suas nrb!tru riedades. 
Cdsto, porrm, o cnamou e o constituiu 
seu Ministro. Por meio dele, continua a viver 
110 meio dos homens, cumprindo a Missão que 
recebeu do Pai: levar a Boa Nova aos pobres 
sarar os coruções contritos, anunciar u todos 
u redenção, dar vista aos que querem ver, de­ 
fender os direitos dos iojustiçndos, libertar os 
oprimidos. proclamar a misericordia Jo Senhor 
(Ct. Lc 4. 16-21 ). 
Ai está a chave do enigm, Apesar dos pesa­ 
res, o Padre, ml!ito rnais do que Ministro de 
Estado, é Ministro de Deus a serviço do Povo 
Sua força e eticienela silo de ordem diferente 
de tudo o faz a gran1ez11. e. o sucesso na or­ 
dem temporal. Surge, por isso, uma aparente 
contradição ou mesmo um oonjunt.:> de contra- 
diçõed, segunrlo o ângulo de visão de cacla 
um. O Padre, como tal. não funciona á base 
de recursos. O trabalho que realiza está subor 
dinado ao tempo, ao espaço, às leis, às estru­ 
turus. ma destina- e a conduzir os homeus 
ao que bá-de-vir e já veio. Situa-se fora cio 
tempo, além do espaço, acima da lei. dtsvin­ 
culudo 1a« estruturas que servew apenas pa­ 
ra regular ou ordeuur o que é transitório. ter­ 
reno, temporal. Como conciliar tudo isw? Co­ 
mo poderá o Padre convencer-se e convencer 
os outros de que, nes e aparente conflito, na­ 
da hã contraditório? Ao contrário, há perfeita 
harmouiu ~ntre direitos e deveres, entre p1·e­ 
sente e futuro, entre caminhada e ponto de che­ 
gada. 
Homem entre os homens.é ao mesmo tem­ 
po pessoa concreta, sensh, el, humana. carrega­ 
,10 de falhas, eutreta,Jlo portador de prerruga­ 
tiva que os pocleru!io não podem alcançar, 
nem as urmus conseguem destruir. emelhaute 
ai) animal, ao veículo, ao leito io rio, trnnsporta 
por v~us st:m sentir, sem percebt:r. sem inuti 
lizar, os teso11ros do prcgress.o, du clvilizaçãe, 
e da ré. 
No é ele a santidade, a justiça. a paz. E, porem, o 
fio escondido e frágil que transmite.a energia e a luz 
d'quele que é Caminho., Verdade " ida. 
(Que proporção haveria entre o 
fiozinho de cobre e a forçn Jo ú!namu?) Portador J.­ 
Cri:-to pda mi..::-:io <ili(• Jhe foi conferida, sua grandeza 
seu "-tatu-"-eu cito, consistem em ser fel ao mandato, 
mnas sua realização como pessoa e ua felicidade residem 
no exercieio da vocação cristã, comum a todos os ho­ 
mcns, que e resumem em dar testemunho da morte • 
da ressurreição de Cri-to por meio do sofrimento, do 
trabalho rt!,pon>nvd, ,ia E,per.int.a dh·inn que nãn ilud.-. 
ão lhe basta ser canal. Deve ser concha a conservar 
a água, a plenificar.se dela e fuzê--ln 1ransbordur. O D.-­ 
cn:to Prebyterurum Ordinis no. 6,, relembra com as - 
guintes palavras o dever que tem o Padre de dedicar--e 
em favor dos outros: "Compete aos acerdotes, enquanto 
educ:idores da ~';• ctudnr, por si uu 
por. outrem, que os fiéis cheguem no Espiriro Santo a 
cultivar a vocação pessoal segundo o Evangelho, a uma 
caridade sincera e operosa e á 1berdade. pelá quál Cri-, 
nos hbcrtou· . 
Ser Padre é, pois, ser livre e libertar os outros, pa­ 
ra que todos po-amos possuir a " gloriosa liberdade d 
filhos de Deus" (Ron 8,21).

O termo teosofia vem do grego e signifi­ 
ca llternlmt-ulc sabedoria diviuu. A ·ociedade 
'l'eosófica é uma orgunlz.oçãn religills1, embo­ 
bora não seja no entido comum. Segundo u 
definiçfio da própriu ocledude, é "Umu ocie­ 
dade de pessoas de boa voutade de todas_as 
ruçu e religiões que lutam pelas reluçoes 
melhores entre os individuo e a nuções. A 
·ociedade Teo ,')fictt esro,·çu-se parn que as 
pessoas encontrem a verdade espontaneumenle 
e organizem suas vidas em função desta des­ 
coberta" . 
Os três objetivo principuis da sociedade 
fi.u: 1) Formar núcleo da Fraternidade Univer­ 
ul du Humanidade sem rli tiuçii.o de raça. 
credo, Rexo, clua e ou cor. 21 Encorajar o es­ 
tudo da religião, da filosofia e dvs ciências. 
3) luvestiar as lei desconhecidas au natu- 
rezu e os poderes !utentes no homem. 
l o pu:;sarlo, o terceiro item era dHt!rente: 
·'Realizar umn invel'ligaçüo sistemutlcu !.los 
poderes misticos de vidu e da mntéria, ou do 
que e denomina usualmente ocullismo". Este 
parágr,1fo no esclarece obre o objetivo ver­ 
dadeiro da iociedade Teosófica. Embora suu 
meta eja unir os povos de todos os credos, 
a sociedade concidera algo mais importante 
as religiões que têm muito a dizer sobre os 
"poderes mistico do vida e da matéria" , A 
teosr>fl11 procura aurnnger a religião, 11 riioso­ 
fia e as ciências, juntamente com uma· parte 
do mistici,;mu. 
1
um artigo escrito para The New chaff- 
Herzog Religios Eocyclopeclia, J. H. Russel diz 
que ,:,s ensmamentos da Sociedade Teosófica 
são •· ... ao mesmo tempo religiosos, filosóficos 
e cientificos, postulando um principio eterno, 
imutável, presente em toda parte, sendo a ori­ 
gem de todas as outras manifestações. Deste 
pricipio deveria periódicamente o universo in­ 
teiro, manife.;tando os dois aspectos de espiri­ 
ta e du matéria, da vida tl da forma, positivo 
e negativo, os rois pólos da natureza entM os 
quais o universo é criado. Estes dois aspectos 
sil.o instlpuravelmente unidos; por conseguintes 
toda matéria é anin,ada pela vida procura ex­ 
pressr-se pelas formas. Toda vida sendo fun­ 
damentalmente única com a vida da existen­ 
cia suprema que contém em germe todas as 
caracterlsticas Ela sua origem. a evolução é 
apenas o desdobrar destas potenciaaliddes di­ 
divlnas geradas pelaN circunstil.nclas criadas 
p2las diversas condições da natureza. O ui­ 
verso vi ivel é apenas uma pequeeu pa:·te 
deste campo da evolução" . 
De todos os cultos e seitas conheci.las, 
somente seis foram fundados ou fortemente 
influenclaclos por al!{umas mulheres: a ciência 
Cristã por Mary BuKer Eddy; a Unidade por 
yrtle Fillmore; o Espiritismo pelas irmãs 
Fox; as Testemunbas de Jeová por Marie Rus­ 
sel; o Movimento de missão pela Paz pela ir­ 
mi Peny e s companheira Mary; e n socie­ 
dide Tt-osófir:a por Helena Biavatsky e rnnie 
He·unt. 
A palavra "teo ofla" foi usada inicialmen- 
te no terceiro éculo por um filó~ofo bastante • 
conbecido, Amónio Secas, que foi o mestre de 
Plotioo. i111 , na realidade. a teosofia foi criatia 
pelas religiões do Oriente, sendo fortemente 
influenciada por elas. Até mesmos os escrltos 
da Buda exerceram certa influência sobre as 
doutrinas; teusóficui:. O Carater oriental da o­ 
ciedade de Teosófica transparece claramente 
no fato de ua sede e ·tar localizada em Adyar 
ao ul da india. 
A. Sociedade Teosófica americana foi funfada 
em 1785, em Nova York, por uma russa, ma 
dume Helena nlavatsky. Helena Petrovuu. nas­ 
ceu na Russia en 1831. Seu pai era Peter Hahn 
descendente de uma familia nubre alemã. 
Aos_1T anos, Helena casou-e com o gene­ 
rul czarista Blavatsky. Ele era alguns anos 
mais velho do que ela, e Helena o abandonou 
apenas três meses depois do cassmeoto ão 
era urn_u muiher muito tolerante e possuia, além 
do mais, um temperamento explosivo. Dizem 
que se casou com o general Blavatsky para 
desmintir sua governanta. Esta, num momento 
de raiva, dissera que nem mesmo um homem 
velho como 
O 
general jamais se casaria com 
uma megera como Helena. Pouco depois de 
abandonar o marido, Heiena viajou àurante 
alguns anos. Interessou-se pelas religiões mís­ 
ticas e estudou-as formas no ·et«e Idia 
no Egito, na Améri Dete, na Indiu. 
regressar resiã, "!C e em outros paises._ Ao 
e fundou ill JU a_gum tempo em Nova York 
dois homen I a Sociedade Teos6fica com mais 
Jud e s, " o coronel li. S. Ollcott e W. O. 
d ".,}; amos acre@diva iore 
Quatro anos depois Helena partiu dos 
Estados Unidos, primeiro com c!estino à Indi: 
(Continua na Póglna 
031

TEOSOFIA 
(Continuação da pag. 2) 
depois mudou-se PÍ Loodres. Foi ali que W. 
O. Judge dividiu a sociedade em 1895. Mais 
tarde a sua organização foi dividida. Igual­ 
mente em dois movimentos, a Fraternidade 
Universal ocledade Teosófica da· América. 
Judg(-1 dirigiu a ociedade Teosóflca de Adyar 
até sua morte em 1896. Madame Blavatsky fun­ 
deu tambem a Escola Esotérica de Teosofia, em 
Londres. Dotada de uma inteligência au­ 
toritária Heleua Ria vatsky fazi!l -se notar por 
sua presença imponente e seus olhos hipnoti­ 
cos. Dirigiu a ociedade Teosóflca cum mão 
firme até o momento da morte em 1 91. Alia 
rle certa forma, continuou a dirigi-la me mo 
depois de morta, graças, ás obra, que deixou, 
como !si Revelada e A Doutrina P.crela. Atu­ 
almente. muitos leosoflsta consider·am e la úl­ 
tima obra divinamente inspirada e fuzem dela 
sua Biblia. 
Aunie Wood Besnant, a quem ruadame 131avats­ 
ky associara o destino da sociedacts, dirigiu a 
organização até o momento de sua morte em 
Hl33. sendo o membro mais importante du o­ 
ciedade Teosórica Brilanlca, alem de exercer 
uma forte inrtuoncia junto à sede principal da 
ociedade na lndia. Fundou o Colegio Central 
Hindu em Benares, a India, em 1 '9 , e a liga 
Indiana em 19IG. foi eleita presidente do Coa­ 
gres o indiano, atuando àe manPira Jecisiva 
sobre a vida politica da índia. • 
A:rnle 8esaut respeitava religiosamente os en­ 
sinamnentos de madume lavatsky e foi sempre 
uma discípula extremamente dedicada. Pessoal­ 
mente .nnie fiesnnt era uma mulher muito 
religiosa e mi tica. Por exemplo. e.m 1925. a­ 
tribuiu a seu filho adotivo 
Krlslmamurti, o titulo fautlstico de Chefe mes­ 
siânico e RPene:arnação do lleslre :lo mundo 
Depois de sua morte, George Arundale e C. J­ 
nara Jodos assumiram a direção da Socieda­ 
de Teosóficn. A tPosofia não ensina as doutri­ 
da redenção e do castigo, e náo oferece per­ 
chl•> p.1r..1 os pecados a não ser través de 
UJ.1..1 série de reencarnações, uté atingir o De­ 
vachan, o conceito de céu dos te0sofistas. No 
existe tampouco a condenação eterna pura os 
l)flC'ados humanos, somente os terrores do ka­ 
maloKa, que é um equivalente do Inferno, um 
estarlll interme<!iãrio no qual ú pecador aguaI·­ 
da li reecarnaçao. Anule Resant escr.eveu que 
o kamalokn é" ...s ombrio, pesado, _sinistro. Os 
homens revelam ali suas paixões na sua nu­ 
dez mais hedionda... manifestam seus apetites 
insatisfeitos, seu odio e desejo de vingança "... 
Sobre a Sociedade Teosóflca, um autor obser­ 
vou:"A Sociedade Teosó[ica ensina possuir tre- 
objetivos principais: 1) formar um uúcleo da 
fraternidade humana, sem . distinção de raça 
sexo' credo, casta ou cor;2)Incenti7ar o estu 
do comparativo das religiões por melo da filo­ 
sofia e das ciências; 3) investigar as leis des­ 
conhecidas da natureza e os poderes latentes 
no homem, A aceitação de primeiro objetivo é 
um 
:equlslto para o individuo ser membro <la o­ 
ciedade; os outros dois são opcional . A socie­ 
dade não µossui ctógma oem credo, é inteira­ 
mente eclética e inclui entre seus membros 
individuos de todas as fés ou de oenhurna. Pxi­ 
giado dos 11deptos a pen as a tolerancia 
pela crença doa outros, como gostariam que os 
outros demostrassem pela sua". 
Os teosofi tas i<ientHicum Deus com o uni­ 
verso e nunca o concideram distinto ou supe 
rior ao mundo criado. Madame Bla vatsky dei­ 
xou isto bem claro num dos seus escritos. 
"Acreditamos em Deus-no Deus dos cris­ 
tãos. no Deus du Biblia? Não, Rejeitamos a 
idéia de um Deus pessoal, extracósmíco ou 
antropomórfico. Vosso Deus e tá em toda 
parte, no interior e em volta de cada particu­ 
la invislvel de àtomo, em cada molécula divi­ 
sivel. ossa divindade é o ser eterno em evo­ 
lução permanente, e não o criador do univer­ 
so." Annie Besant escreveu certa vez: "O ho­ 
meru é ~ma inteligência espiritual, um frag­ 
mento do divino vestido na matéria". E seu 
filho adotivo, Krishnamurti, afirmou: " ... vocei> 
são Deus e só desejam o que Deus deseja; mas 
precisam descer bem fundo para encontrar 
Deus no seu interior, e ouvir sua voz, que é 
a voz de voces mesmos ... " 
L. W. Rogers, no seu livro Elementary 
Phlisophy, disse o seguinte sobre a teos::fia· 
"Na essencia divina, no poder latente e na 
espiritualidade em poteacial, o homem é uma 
imagem d e Deus, porque é parte d'Ele. Encon tramos a 
mesma idéia ncs salmos, com _a afirmação 
sois deuses'. Se a idéia da imanência de. Denq 
for correta •. º homem é um fragm .. nto perfeito 
da conciência do ser supremo, e um Deus em­ 
brionário, aestiaado a levar seus poderes laJ 
tente a uma expresüo perfeita. A unidade da 
vida foi afirmada explicitamente por Jesus ... 
Podemos d1ze1: que a humanidade é parte 
de Deus como as folhas süo parte da árvores 
não do sentido de. serem criadas pela árvore 
como o homem cria uma máquina, mas o 
sentido em que são a emanação e a purte • 
viva da árvore. Foi desta forma apenas que 
Deus criou o homem. A humanidude é 
O 
cres- 
(Contlnua na proxima Edição)

AA 
OS SEGREDOS DE VENUS 
O Planeta Veous sempre foi um enig­ 
ma para os estudiosos. E mesmo depois da 
visita das ondas automáticlls i[ariner-2 e 5 
O CllMIHHO 
mandrie Cientifico, 'Religioso e Hiiosolice 
ANO li - 27106/76 - BELA VI 'TA - T 
, 
EU OIS 
ESTRELAS 
INVISIVEIS 
Uma das descobertas mais espetaculares 
da moderna astronomia é de que existem es­ 
trelas e outros corpos celestes cuja luz não 
é visivel aos olhos humanos. . 
Elas "brilham" com certos tipos de onda 
de radio, com luz ultravioleta e com raios X. 
Pura "ver" esses corpos celetites, é preci­ 
so utilizar instrumentos sensíves instalados em 
foguetes ou satélites artificiais, da atmorfera, 
que serve de filtro natural. 
Hoje em dia, já são conhecidos mais de 
120 corpos celestes invisiveis, que emitem si­ 
nais de raios X. A lisia inclui, pelo menos, 
uma estrela. de neutros, um quaser, duas galá­ 
xias distantes e dezenas de estrelas próximas. 
. Foi em junho de 1962 que um foguete do 
Instituto de 1'e!nologia de Massachussets, Ian­ 
çado de White Sands, no Novo México de­ 
tectou a primeira das fontes invisiveis de 
aios X-uma estrela da Constelação do Es­ 
corpião. 
O mais ativo descobridor dessas fontes 
foi o satélite de Uhuru, lançado de uma plata­ 
forma Outuante ancorada junto da costa do 
Kênia. 
O Uhuru descobriu mais de 2P novas fon­ 
tes de RaioR X no espaço. 
• (Extraido de "Planeta".) 
norte-americanas. &_ Venera-2 i. 3, soviéticas, 
ainda ocultava muitos mistérics. Algumas des 
sas dúvidas foram 8gora parcialmente escla­ 
recidas por outra nave automâ llca. o llarlner 
10, que passou junto a Venus no dia 6 de fe­ 
vereiro e voa agora para ilercurio. Segundo 
os técnicos do laboratól'io de jato propnli-fio. 
de Pesaden, na Califórnia, as Informações e 
fotografias enviadas pelo satélite provum que 
o planeta vênus está rodado por nuvens de vapores á 
cidos e que o processo de formação foi dife 
fer~ute do da Terra. Aparentemente as radia­ 
çõe solares exercem grande influencia na 
atmosfera venusiana, não só porque aquele 
planeta está mais próximo do sol mas prin­ 
cipalmente porque ele não possui, como a 
Terra, cordões de radiação que filtrem essas 
radiações. O Vento olar rustija assim as ca­ 
madas superiores da atmosfera de Veaus, iu­ 
corporando-lhes grandes quantidades de bi­ 
drogenio. Werner uomi disse que as fotos en 
viadas pelo lariner•lO mostram a ação em 
aPpiral dos ventos nu atmosfera de Venus so­ 
prando do Equador para os polos, e confir­ 
mundo uma hipótese proposta em 1735 pelo 
ustronomo ingles George Aadley. 
EFLEXiO 
O homem é sempre livre para usar com 
responsabilidade própria, as forças naturais 
podendo retroceder até o abismo se não qui­ 
ser se esforçar pessolamente para realizar a 
sua hbertaç11.o 
(Pietro Ubaldi "Fragmentos de pensamento e 
de Paixão" 
+ E?E7 
Não adianta o auxilio do plano Superior 
quando o bomem não se preocupa. em rete- lo'. 
Antes de tudo, é preciso purificar o vaso 
humano para que se não perca a essência 
divina. 
(Bezerra de Menezes "Taça de Luz") 
A dor é nossa companheira até 
O momen­ 
to de nossa integração total com a Divina 
Lei. 
(Meimei "Dicionario da alma")

Diretor Responsável Ivaldo Pereira 
Suplemento do Jornal 
Tribuna da Fronteira 
emanário Cientifico 
Religioso e Filosófico 
"Eu Sou o Caminho, A Verdade e a Vida" (0sus Criste) 
1 
20/06r.6 .o.):; ANO li Fundndo cm 21;.,175 J 
Dcln Vi,tn - ,lt 	_._, 	v _ _ _, 	_, 	_ 
"A história se a Hem em movimentos pen­ 
dulares e a comunicação se desenvolve, utra­ 
vés dela, de forma iJênlica. O vai-e-vem ritma­ 
do e inexorável é, pele meno , a melhor ma­ 
neira de representar vi uulmente ii 11ialética 
do crescimento -maturação -contenção dos pro­ 
cessos históricos, sociais e, nuturalmente, da 
comunicação humana. Aplicando-se o prinei­ 
pio do desenvolvimento pendular à comunica­ 
ção, pe1 r.ebe-se nele três tempos clisliutos. O 
primeiro tempo ocorre quu.ndo SA inventa ou 
se aperfeiçoa um novo veiculo; neste momen­ 
to, ele é seletivo, porque desconhecido. Depois 
de divulgado o seu uso, torna-se massificado 
para, finalmente, em nova fase e, evitando o 
desgaste, acomodar-se e conter-se outra vez. 
Assim fala o "papa do jornalismo", Alber­ 
to Dlnes, a respeito das tendências da comu­ 
nicação e Jo jornalismo no mundo em crise. 
Atendendo ao apelo de inúmeros leitores e 
após um estuJo minucioso das tendênci!l!l da 
comunicação no mundo de hoje, a Editaria de 
O CAMINHO resolve acompanhar (1,ão sn tra­ 
ta de copiur, mas de aperfeiçoar) a linha se­ 
guida por inúmeros jornais franceses e ingle­ 
ses: o de manter seman lmente um suplemen­ 
to cientifico -filosófico -religioso. É a ânsia de 
sempre procurar atender aos diversos tipos 
de leitores da TRIHUNA DA FRONTEIRA. Nos 
dias atuais, quando a genta olha o mundo e 
vê que o fantástico é tão real e o absurdo 
tão palpável, que a presença de O CAMINHO 
eolétic11 poderá ujudar a entender melhor as 
Ivaldo Pereira 
coisas ao no so redor. Há muito tempo pre­ 
tendíamos editar um semanário de tendências 
diversas, abrangendo todos os campos do co­ 
hrecimento humano, principalmente aqueles que 
ajudam o homne a despertar e fazer deste 
mundo um mundo mais de amor e, de harmonia 
do que um mundo onde as filosofias se cho­ 
cam. O surgimento de O CAMINHO não foi uma 
idéia momeataneu, foi mais uma semente que 
germinou após anos e anos de maturação. 
Continuaremos a servir as Igrejas através 
d'ls publicações usuais: artigos, circulos bibli­ 
Cfls, avisos, etc, mas, serviremos acima de tu­ 
do o ideal de Cristo: AMAR O PRÓXIMO CO­ 
MO A I MESMO. E o nosso próximo, o nosso 
irmão de escalada, não pensa e não age co­ 
mo nós; possua suas Tendências, possua a sua 
maneira de pensar, e visando isto é que O 
CAMINHO a partir desta semana passa a ser 
um suplemento semanário de diversas ten­ 
dências nunca esquecendo que o ideal que nos 
move é o de um mundo melhor e a mensagem 
prmclpal é aquela que permanece viva séculos e 
séculos após o ilelgo Rabi ter se sacrmcado 
pelos homens-por nós -EU SOU O CAMINHO, 
A VERDADE E A VIDA. 
Ouça as quartas feiras a novena 
de Nossa Senhora pela Rádio 
Educação Rural de Campo Grande 
1 NBDI SE CRIO, TUDO SÊ TRllNSFORMD 1

F ME DO NTO 
Luiz Goulart 
Quando os olhos pousam numa peque­ 
na fragimentção do Universo, parecem ador­ 
mecer no efêmero da matéria que dizemos 
morta. porém, através da ligação de todas as 
partes frngrnentadas, o homem que coloca a 
sua mente no ponto exato da concentração, 
chega à unidade da Energia absoluta. 
Deus se completa, na sua volta cíclico 
em tudo quanto existe. E, circularmente. enten­ 
de-se melhor o Uni ero, se manifestado ou 
imunifestodo, desde que se coloque dentro dr. 
ruente a idade do infinito ... Se quisermos ter 
a nuçiio mais definida de Dens, iuternamente. 
nxemos a m1:1nte nc ponto lufinito da unidade· 
Teremos, então, a escadaria ascenclonal 
que ,•ai, rlestle n cogltaçiio ootidiuna, à umpli­ 
di'io Ilimitada, até o não entetJdimento do pen­ 
samento humano, que ua sua ascenção s e 
transforma em vibração e passa a perder-Fie 
no iuíinito, como claridade Eterno ... 
Tenhamos segurança Inabalável na U- 
R 
Sem qualquer prcblema u bordo, o 
.:::argueiro liberiano navega calmamente, io- 
consciente de que, há alguns minutos. estava 
cruzando as águas misteriosas do "túmulo d 
allO.ntico", o famoso " Triangulo das Her-­ 
mudas" Foi na primeira quinta-feira de De 
zembro passado, às primeiras horas da ma- 
nhã. llinut,JS mais tarde, dezenas de barcos 
de socorros corriam para a área, a fim de 
resgatar, das águas in[estadu de tubarões, os 
24 tripulantes do cargueiro Drosia. Os primei­ 
ros dezesseis marinheiros salvo!' não conse­ 
guiam explicàr o naufrágio: Tudo aconteceu 
ti1o rapidamente que não tivemos tempo, se­ 
quer, para enviar uma mensagem de socorro". 
O capitão, entre os sobreviventes, explicou 
que o barco afundou inesperadamente. em 
apenas alguns minutos, apesar do "tempo bom 
com ·ventos moderados e ondas de apenas de 
• l metro de altura". 
nidade Eterna da Vida - Esse instrumento 
maravilhoso de uma só corda, que é a corda 
do Amor .. da Quietude, é da devoção no senti­ 
do exato, como Integração no Universo. EIs 
porque não deve haver, no instante de prece. 
a multiplícação dos problemas pessoais, nem 
a preferenciu por este ou aquele motivo. Que 
seju a prece foco de Luz dirigido à Unidade 
da vida, para que Deus raça da alma do ho­ 
mem a sua Morada. Sim. O homem prezo ao 
Infinito tem a morada do infinito em seu coração. O homem 
dissociado do Infinito é um finito de portas e janelas fe 
chadas para Deus. Necessario se faz, porém. 
que nos integremos em nossa alma, para que 
ela nao e traüsform,i numa mern Abstração. 
ossa alma não existirá para nos 
enquanto não a compreendermos como o per­ 
fuwe d_a vibração divina a nos impulsionar, a 
nos amimar, a nos tanger para o alto como 
bater de asas na vibração da Eternidade. 
UDIIS 
Reflexão 
Gostaríamos de ser, muitas vezes, o nu ,a, 
p" "#,pmos reroos.os ii!". .a 
o n um • me ou n urna peç.n n"o 
nos ao desempenho de uma 4' raro transportamo 
uimos, em larga espécie, mn. """""zens. S pos 
quado menos esperamos mund ~""Fatia. eniüo, 
mina-nos quase que eompletumente. nocsn cnaçào do- 
."%2".%"%pk; ii« os «e • 
teatro interno ou mcsm~onta _ciue reprC$ent..amoa no 
• 1 à d' • extenormcnte. O que é 
mpiantaçi o a moda, senão a vulnerabilidd d a 
so eu'? Vestem-se, principalmente ale te nos­ 
que a moda contrarie até o seu 5k,, mulheres, mesmo 
Mas se é "Inoda . dize P r e sua dignidade... 
Eearo que, ate #"",,,g r aos fger? 
à sociedade. co ; ""scmos obrigasoes 
Os Caracteres firme suo d "" integralmente. 
Mlorente quid ie $?z; jflasneiado. 
forças interiores. Devemos e bito o cultuo das 
contribuirmo» coe no. j,,}, _ omo+-_ai de 
ra bem de nosso próximo{ ~'l ':t .
1 
Ade definida pa­ 
nos levarmos no arastaã,"{}. 'iremos largas a 
duzem tanta • "ente à ã',"P e (6real»s que co­ 
dades..." fota Ie suas próprias quali-

9 E 
'enhor. 
Hoje eu vi um mnrido surrar uma mulher. 
Vi umu mãe chorando. 
Vi uma criança traumatizada de tanto ver so­ 
frimento e desemor. 
Vi uma mulhor sem l11r, uma filha em casa. 
Vi um pai que nüu urna seus filhos, que não 
ujudn em nada, quando ajuda é a base de 
reclnmnções e lamurias. . 
É ... eu vi este pai comer e Jogar o reto da 
comida ó pura não dar para a criança . 
Eu vi uma netinha triste e desiludida 
Sabe?! ela é uma criança e precisa de amor. 
Vi gente em saber onde ir. pois a enchente 
já e tá hwaudo suas casas. 
Vi moças, nem bem moças, umas meninas que 
se entregam aos vicios e que querem ser mu- 
lher. 	- 
Vi o joven caminhar com tampoe nos ouvi: 
elo e com óculo escuros 
É ... eu acho que não queriam escutar a VAr­ 
dade e ver os seus próprios erro . 
Eu vi alunos que vão pura a escola e não as­ 
si te:n nulas, pois nu metade do caminho en­ 
contram- e com os outrns errados _e vão Juntos 
gomo cegos. 
É senhor, eu vi mães chorando, porque estio 
de iludidos com o filhus que criaram cou tan­ 
to carinho e hoje não sabem fazer mais do 
que dizer que da não pussa de uma quadrada. 
abe, eu vi também um homem que vai à igreja 
reza 'como Santo e, ao sair de lá começa a 
crílicar os outros. aqueles que tanto precisam 
de apoio e de amor. 
É , enbor; pC1r outro lado eu vi um 
monte de criança!! brincando de roda. 
Um monte de alunos assistindo 11t-, 
aulas. 
Um monte de maridos amando bUas 
mulheres+. 
Vi os pais se enlendeudo com os filhos. 
Vi o! jovens procurando se enc ·trar 
Vi crianças sadias e alegres. 
Vi uma mesa po tu com tutlo o que 
pode-se imaginar. 
Vi uma igreja onde todo rezam de 
mão: dadas e falam com o coração. 
li um lugar onde não havfa calú.1i'l. 
Vi um lugar onde não havia falsidade. 
S&be o que eu vi Senhor? 
Eu vi você, vi todos juntos contigo. 
' i todos num só, todos em ti. 
Como foi lindo, foi lindo ver aquele 
amor que voce plantou rena cer; aquela paz 
que voce trouxe, reviver. 
Como foi Iludo ... foi muito lindo. 
(Sânia) 
Em algumas de suas passagens. o Nevo 
Testamento previve o homem contra o que 
chama de ·• falsos prof é tas". No final dos tem­ 
poR-e estie seria um dos sinais apontados no 
Apocalipse - muitos mestres e líderes religio­ 
sos intestariQ.m o mundo, e milhões de pessoas 
serium iludidas por eles. Os chefes político 
lambem poderiam ser incluídos nesse rol. 
Quundo a humanidade estivesse dividida e a­ 
tormenutada pelas dúvidas, o Juizo Final -ou 
o inicio <la Era do Aquario estaria próximo. 
Para Paul Bruuton, em A Crise Espiritual do 
Homem, esses tempos ja chegaram, nesse livro 
(Editora Pensamento 262 paginas - tradução 
de Octavio Mendes Cajado), o autor lembra 
que a salvação " não pode ser encontrada fo­ 
ra de nós mesmos, mas apenas no mais fundo 
de nosso ser". A incapacidade hu:nana para· 
construir uma sociedade equilibrada e justa 
''é essencialmente uma incapacidude moral" 
e qualquer revolução deve começar pelo espi- 
rito. Os problemas do mal os excessos da ida 
de da máquina, o conceito de felicidade o dom 
da profecia, a crise da ciência, üo alguns dos 
temas abordados por Brunton nessa obra. A 
busca de ulguma coisa, que pode parecer vaga 
mas é bastante real no íntimo do homem, é"" a 
grande tarefa do homem moderno. Paul Brunton 
lembra que existe a evolução, m•.1s afirma que 
esse desenvolvimento pode ser travado ou 
apressado pelo ser humano. A idéia de que 4 
evolução cuidará de tudo deixa o individuo em 
estado de inércia. A mais freqüente das per­ 
guntas, entre os que tomam conhecimento da 
quela busca espiritual, é:Quanto tempo será 
necessário até que a meta final sej& atingida?"' 
A resposta, extraida pelo autor de toda uma 
vida dedicada a essa pesquisa:" Enquanto o 
eu supremo for apenas uma idéia, não conheci 
da e pão experimentada em todos os momen­ 
tos do dia, durante a vigília e durante· o sono 
a busca terá de continuar".

CORDÇÕO, ULTRD-SOM 
Um aparelho capaz de filmar o cora­ 
ção humano com ondas ultra-sônicas. Essri 
O CIIMINHO 
Semanário Cientifico, 'Religioso e Gil0solice 
ANO II- 20/06/77 -- DELA VISTA - ~lT 
E S T D TÍ S TI CDS 
SOBRE DV NIS 
O Centro de estudos de Objetos Voa­ 
dores fio Identificados (EUA) deverá publi­ 
cur em breve um estudo estatístico e analiti 
co da grande "onda" de aparições de discos 
voadores ocorrida em 1973. egundo declarou 
recentemente o físico norte-americano 1•rof. 
J. Allen Hynek (criador do Centro), sua orga­ 
nização recebe em média um relatório por 
dia, proveniente elas mais variadas partes do 
mundo. Esses relatórios suo arquivados para 
posterior análise e comparação. (9 Centro 
montem uma linha telefonica p.:rrnanentemeu­ 
te aberta para receber relatório verbais de 
pessoas que tenham testemunhado um desses 
fenomenos. 
FUNDIÇÃO 
. A 
BTOMICD 
Substituir o carvão mineral pelo átomo 
como f~nte de calor para a produção do aço'. 
é o objetivo dos técnicos do chamado Clube 
Europeu do Aço Atômico. A operação já é 
passivei ma!' enfrenta ainda dois graves obs­ 
tácuhs: o alto custo dos investimentos inicias 
eu nece&sldade de ct-ntrais atômicas realmente 
poderosas.Os estudos prosseguem, e, a primei­ 
ra usina atômica para fundir aço pode funcio­ 
nar na Europa antes de 1980. 
noticia, que parece atingir as fronteiras da 
ficção cientifica, traz o aval do dr. Tony Whit 
tingham, do departamento de Ultra-Pons do 
Hospital Geral de Newcastle, Inglaterra. Esse 
aparelho poderá fornecer imugens em uma tela 
como as de tE,levisão, cinco a dez vezes mais 
uílldas do q/ qualquer dos equipamentos de foto­ 
grafia cardíaca atualmente em uso. Ao con­ 
trario dos ralos x us ondos ultra-sônicas não 
uletam os orgãos examinados. A imagem for­ 
mada pelas ondas serve para orientar os mé­ 
clicos na análise de lesões e outros problemas. 
- 
A S A LVAC A O 
• 	D 
DO TEMPLO 
O templo egipcio-greco-romano de Philae 
que esteve ameaçado de destruição pelas 
m_undaçoei- da_ grande barragem de Assuã-já 
nao corre perigo: está sendo desmontado pe­ 
dra por pedra e reconstruido mais adiante na 
ilhota de Agilkia., distante 700 metros do lugar 
original. 
O PERIGO DOS 
MOTORES POTENTES - 
DAS ASTRONA VEIS 
A Academia de Ciencias dos Est U . 
dos acaba de liberar urna verba de 
7 
ilh_ni­ 
de dólares (cerca de 55 milhões de c m . oei;: 
P
a N 	ruzeiros) 
;"" que a iasa prossiga os estudos sobre a in- 
uencm dos voos de astronaves arraoés das altas 
camadas da atmos!era da Terra.. Acred' 
que as emissões dos motores das grande ita-se 
tronaves do futuro poderão alterar "9s­ 
brio quumco e eletrostático da atmosf eq4- 
teraudo assim o clima do planeta 
O 
em, ª - 
tores em construção deverão red,]' "Ovos mo 
mnenos 10% as emissões dos mo{ em pelo 
• 	.ores «tuais.

. Crônica 
.... 
as CDRTIS NDO ME M JI 
Altevir Alencar 
Recebi hoje duas 
cartas de leitores desta 
coluna .• Julgo se necei1- 
sárlo tecer alguns co­ 
mentários sobre estus 
missivas - que estllo. 
aqui sobre minha mesa 
de trabalho -, por sua 
singularidade. 
A primeira delas, 
cio senhor Hu.nberto 
Calanllo, que se diz 
esludunte d o ensino 
médio. Faz-me dois pe­ 
didos:· 
- Que fale aqui nes 
11.1 seção a respeito da 
obra e da vida de Emi-1 
le Bronle, autora dt, 
"A Casa. dos Ventos 
Uivantes" 
-- Que transcreva 
oplaiões e conceito de 
peasadores, com rolnçiio 
ao tema MULHER. 
Agrndeço, dr:. ma­ 
neira mais sincera, os 
elogios que o jovem 
estudante mne destina. 
Dizer q
11e nã() mereço 
estes elogios seria· cre­ 
tinice, porque todo mun­ 
do sabe e proc-lama que 
eu sou um cara fora­ 
·de-sérle ... e eu te­ 
nho obrigação de acre­ 
ditar no que o,· povo 
diz, não é '?. Desejo-lhe 
êxitos nos el:ltudos. Mas, 
com refação uo primei­ 
ro pedido, sugiro que 
procure uma enciclopé­ 
dia e aprenda sozinho, 
a fazer eus trabalhos 
escolareM, suas pesqu~ 
sas. A prática aproxima 
a gente da perfeição. 
Quanto uo segundo, lá 
vai mecha: 
- •· A vida da mulher 
poâe ser dividida em 
tres rases: sonhu de 
amor. vida de umor. 
prnntn cte amor". - L. 
Boers 
. - ·•Inspinu· amor é 
incanssante aspiração 
das mulheres". - E. Bei­ 
sel 
IRIBm 04 fHOllfflRA 
Fundado en: 25 /02 / 7'1. 
Redator -Chefe • ,.J,,,i/do /Jueira 
As opiniões emitidas nos artigos assinados não 
representam o ponto de vista do jornal, podendo até +er 
contrários a este. As opiniões do Jornal, acham e expressas 
nos Editorais e nos comentários não a-sina«do" 
Tl'.IUUN A DA FHONl'EI I{, é unrn public.,çàu ilu Empn·,u 
(,ritfic.n Trihuna da Fronteira. 
C6C. lf. IIJ.lCI 5 C1-A2 IS L51 119224-9 
Assinatura Anual 
Bela 'ista 	CrS 100,00 
1 
Dt!muis ~lunicipios CrS 1:20.0 O 
ledaçao, Adnini-tração e Oficina- - Rua Duque de 
Caias /n C. Hastal z3 Bela Vista - :lato Grosso 
- A boca feminina é 
uma rto1· cujo perfeito 
clesabt'ochar são as pa­ 
lavra8. EU TE AMO!' 
- Hamerllng 
- '"A mulher é um 
sei· de cabelos longos 
e Jrléias curtas". Sho­ 
penha ver 
- "A ruulher é um 
enigma que só tem de­ 
cifração depois do ca­ 
samento". - Calderon 
de La Barca. 
- "É cowlição natu­ 
ral das mutheres de pre­ 
zar quem as uma e a­ 
mar quem as despreza". 
- Cervantes 
- "Conselho de mu- 
lher é· pouco . . . ma3 
quem o segue é louco". 
- Tayllrand 
- • '".fenos mui te fará 
1) homem que te pen,e• 
guir que a mulher te 
seguir" - Baltazar Gra 
cian 
- "Os dois tipos de 
t essous mais insupor­ 
táveis são os homens 
que se julgam geniais 
e as mulheres que se 
julgam irresistiveis". 
- Asselln 
"A mulher é rni­ 
nha do mundo e esera­ 
ve de um desejo". - Ba­ 
lza<: 
- "A mulher sem 
ernura é uma monstruo 
sida de social tais a­ 
iucla que o !!ornem sem 
coragem". • Augusto 
Comte 
A segunda carta e 
um saco-rle-gatos. Não 
eatendi direito. Tem a 
forma de uma caixa-de­ 
paaca<!a:a. verdadeiro 
tratado de pornogrnfia. 
as,-inad1t por A nora Cul­ 
e. Isto me cheira a D- 
• eudôuimo. Pressnmo que 
se trate aa mulher. Diz. 
entre outras "11 ma biliclu- 
des·•. quti eu nã'l passo 
de um tarado, conquista 
dor de mulheres casadas 
judeu brmiileiro (?). mo­ 
leque safado, gozador 
barato ...e por ai vai. 
Deseja esta criutunl 
saber (não sei pura 
que). o seguinte: 
- Se eu sou carioca 
- Se sou rico 
- Se vou me candida­ 
tar a deputado estadual 
- Su jú levei uma 11una 
- Se pret<>ndo criar ver 
gonha na cara. 
R e p 0 S La S, 
- Não 
- Não 
- Não 
- No 
- Tambl'm n:1o. 
El. 3EIE .9u.cA 
0 L M8 T3::LH5/#0, 
O J0mali:;la Hé:io 
Leite. um dos expoentes 
da imprens11 de lato 
Gros1:<u, atuulmente t'Xt'I' 
cedo utividades profis 
~ionni:-. em Cuíabá e 
Cumpn Grande atenden 
do solicitaçã,, de i11úme 
ros de ,;pus amigoti e 
adimiradores irá cl seu nome à 
con·,enção municipal da 
Arena em ugôsto próxi 
mo corno um <los futuros 
candidato:,; à Câmara de 
Vereadores da Cicade 
Morena. 
,lá mantendo os con 
talos inlciaii.. Hêlio Leite 
no rlia 1fi últimv foi a 
graciado no Lar do Tra­ 
balha dor com um magni 
fico Diploma. oferecido 
pela comunidade rlaque 
la vila. 
E no dia 23 último, 
juntu mente cum os ra 
di:lli!-taf< H rlP !'aula Fí 
lho e .Joel Sil·a J'.;i ai 
vo de honrosa humeua 
gem. no llest.aurn11te Pa 
noramieo, qu:alo re·e 
beram das miios d l!JU 
meras person<!lídudei; li11 
das placas de prata ofe 
recicla pelos seus au,igos 
e admira'ores por oca 
sião da passagem 4os 
seus aniversários. 
Hélio LeilP- falando 
à reµr,rtagem salieulou 
que tudo fará pata cn 
responder à confiança 
que vem recebendo ela 
população campcgran 
deose que assim de.st>ja 
tê-lo como u,n dos seuq 
porta-vezes no legislati 
vo da Cidade :lorern,. 
BELAVlSTENSE: lute por melhores dia­ 
aumentando o seu colégio eleitoral. Do 
Eleitor depende o Progresso de ama {e_ 
gião. Homem não qualificdo como elei- 
lor é homem e,;quer.idu. 
loriz'lndo a sua região. 
lalorizt:-i-e va- 
TRBTOREST _ ·coMERc10 Dt f 
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Mato Grosso

Vereador poderá acumulàr cargo f sco!a São 
Arena 
O fu11do11{ufo pul>Jl­ 
co com lllUIIÚHIO eleti­ 
vo poderá ucunular 
duu11 ru11ções, qunuclo u 
ole1çuo rur pura verea • 
dor. Esta questão foi 
dtscipli11aclu, ontem. por 
uma Comissão Mixta do 
Congresso, que ulternu 
a Cuwitlluiçüu parn pPl'­ 
mlllr esse ar.11mulo de 
funções. Por outro ludo, 
() CongrbSS0, fOI' faliu 
de pronunciumeuto n­ 
uul cio plcnurlo. decidiu 
arquivar emeallu conf:l!­ 
luciouul que permite 11 
remu11eruçui1 do vlce-pre 
feito, que ja é fixada 
em lei estadual. 
A decisão da comis­ 
síio ,lixta saiu úe uma 
upreciação conjunta de 
+ete propostas de emen- 
1h1s co11slitut:io11uis. to­ 
das upretit:'1,wda:- na 
Camura por Depu1u1l<,,­ 
das dois iartidcs. A 
l'lllenda unificadora. j 
uprovadu, dispõe que 
niin h11n•rà afast:.imento 
da funçilo publica, quun 
do o servidor, (federal, 
estadual ou municipal) 
da udmh,istraçilo direta 
ou indireta for eleito ve 
rendor. clt•sde que haja 
compntlblli<lacle de bo­ 
mrios - hipótese em que 
,;erí:im 11cumuladr,s lam­ 
bem os vencimentos e 
vuntagent'l. Ms esse ve­ 
rr:adur seria Impedido. 
no 1:1mbllo da 
acl111inlHlraç11o publica, 
ditetu ou inrllrela. de 
ncupur ca1·go 11m cc,mh;­ 
dio ou ele ::iceitu r t'lll· 
prego ou runç:1o, H11lvo 
por concurso. Se o ser­ 
vlclor foi· Pleito para 
Manauto federal ou es- 
1 ,dual. tera que se urus 
tar da l'.inção publicn .. 
Cal'c ror tleito 1-'ret'eilo. 
embora tn bem se afas 
tando de serviço publi­ 
,:e. podera optar por 
uma di.18 rlU:.lS l'lWIUlle­ 
l"ilÇÕeR. [transnitu de O 
Estado de São Peulo, 
tle J!l ll:> li!i.1 
No em:bito estalal, 
deputaio Arton Reis, 
da Arenu. ja tomou pro­ 
videncis para efetil·nr 
essa medida r)., Comi,­ 
süo '.lixta rio 1'.,rngrei;so. 
S.meles te li; 
iuma rtdulga ,Je­ 
mo11slrnr;io dP shnpu­ 
tfa ao ensl110 de Inicia­ 
ção ,1gric'ola aos uluno:-1 
da E ·cola Hurai Silo Ge 
raldo, de .-guu Doce, 
idt>allza e posta em p:·a­ 
tlt:a pe1'> uosso prefeito 
rir. Hube11 de G,:strn 
l'i11to. <1 Sr. '.lllton ~'JSU. 
proprietério da Firma: 
Comercial Import:,clc,ra 
e Exprtalota Bela Vis­ 
ta Ltrln.. nüo qul-. ven­ 
der -,emPnles de trigo 
para o pi rnlio pela pe­ 
tizadu. e sim, generosu­ 
mente ofertou uma saca 
do produto. parn esti­ 
mulo do goRto pela ag1i 
C'UllUll. 
O :---r. PrPfeilo, em 
oficio. ugra.lPceu Ps a 
valiosa c,1opPração. 
Ge-;tc, bom de ser imi­ 
tarln. 
"Orgiio lnclependentP à :-erviço da ílegi:lo" 
.-no ' - !leia Vi ta - :'IIT. - 27 6 ?li - N" 216 
No dia :!:J. reuníu­ 
RP o Dirteorio Muniei­ 
pal ele Arena paru de­ 
liberar sobr • a data dt: 
CcnHoção fJ. e:.colbu 
dos cauclldalos a ver,·u­ 
dores la Gamara, fi­ 
e ,ndo marcado o dia 
18 de Julho vindouro. 
Sao prováveis can 
didatos; A reeleição 
dos utuai!:I vereador<"' 
Oswalclo Turínl. dr. Fio­ 
ri Murano., .José im­ 
pliclo da Costa :'llurquei!, 
Carlos CPnturião t: ..­ 
fonso Dilor1 Nunes IA!l- 
TelPgrama clu dia 
18. do sr. dr. Enuio ii­ 
r . l'resirlente do Dire­ 
t0ri,1 Ileg-ic,nal a,> 
i-res:cleote do Diretorio 
Municipal, comunicou u 
vinda. a 2Ll do cnrre11te. 
o Cnial>á. O() ~r. Deputado 
Federa I Francel,uo !'e­ 
reir,1. Pr~sideute Xacio­ 
nu l riu Are,icl e pediu 
representutes para a 
recepçfiu no uereoporto 
do ilustre int:nerante. 
Foi ele ignado o compa 
nbeiro :-;outo. que se­ 
guiu a :!5 para aquela 
cnpital. 
,Jota ,Jota 
PREFEITURA MUNl(IP AL DE ELA VISTA 
, Dcln  i,cn, 21 d.- Junho de 1976 
De ordem do r. Prefeito_Municipal. Gal. RI Dr 
lubem Aberto Abhstt de astro Pinto, pelo presente ficam 
con'uluclo n comparecerem na sede da Prefeitura os rguinte 
contribuintes responsáveis para com o Fisco Municipal, (Lei 
n.o 603 d· IA de Fevereiro de 1973) afim de quitarem eus 
r-pectivos débitos, vencidos desde março do corrente ano. 
Advgados 
Dr. Kesio Loureiro Pinheiro 
Ur. Cnrlo, F<ly Sá ,1.- .1.-,lt-iros 
Dr. >ergi» Roberto Perondi 
UrJ. )lnrilza . Cnrnciro Pinheiro 
Odontologia' 
Dr. G,•rnldo J.- Souzn Ho-n 
Dr. nelin Loun:iro de Almeida 
Comuclos 
• .A lvaro Pereira 
Antonio Cuevas 
Anuclrtn Beniic-t- 
Ahorn_Jn A. l'c": de _lmportnção e Exportação Lula. 
,11101120 M. Urb1eln Zavalla Importação e E.xpnrcatão 
Aurclia llrundào Ddrnllc 
Ari Ricardo llrnndào 
Dnrnlina Dorbo,a 
F.liza Ro<"ha Jura 
Erasmo Are 
Et-mnldina Loun:iro l'into 
Filomeno Aguero Martins 
aonornta E'rcita 
Horucio Benri.9ue llrum 
Importação e t.xporuçào São Marcos Lda 
h•o Lope• Bcnites 
Firnu, Calcario Jardim 
João ,ln Silva Barc,,to, 
João Paim Rodrigues 
Leonora Cristald 
Lu,o Comercial Lda 
:hnncl Gome• Canalho 
Maurício Nunes 
Maria A. Coronel 
Maria lzabel Jacques 
~larin Curdoso 
Mercedes Martins 
Miguel Delalles 
Miguel Are 
Narci ... ,, Ortiz 
Neodemo Duarte 
Oliio Tamioso 
Oruritr.bo Muoni 
Paul;, Loubc,t 
Pedro Paulo Aguero 
Pedro -lnrtin,·, l'ires 
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rof. J Barn,._, Sec:ret. Admini•tnti", e 
tributação. 
te; ntiliíl 01{ candlda­ 
tos José Joaquim Fet 
reira Souto. Ur. Ely 
de traujo 1-lurhona ~i­ 
valdo de Barros, David 
fio11fim e Nol·di Lar,111- 
jelra. 
Outros ea11did11tos 
ainda poderão surir a­ 
té aquela dela. 
Edital de Protestos 
Cartorio do lo. Oficio 
Eu José Avelino da il­ 
,u, Ufici.11 do Jlq:i,1ro de 
lmóveis e Protestos desta 
t·idad,• t" Cumun:a di- Urlo 
i-ta, do E-tado de Mato 
Gro .... o., na forma da Lei, 
freie ha {SE! III8 ""·r» sr os w· 
o prevente edital virem ou 
dele tiverrm conhecimento 
que se encontram em artó 
rio., à Hua Coronel Dia., nu a 
9 l, ne-ta cidade, pata pro 
testo por Culta de p,1;..,lllH ulo 
e/ou aceite ou devoluçào, o 
"'eguintt::- titu?o•: 
l- Apresentados por 
Baneo lcaú !:,/ , 
a- Nota Promi- ,-uriu cf<, 
Concrato Credid1t"I, "·" 
0 18.233654.00-3: en. 3ovo7o 
alor-aldo Cr U.ú.13.90; E- 
mitida por Haul l.lrit.-•, 
b- .ota Promi,rnri~ do 
Contraio Credichek n.o 
lllll-.W7o7-HJ<J-1; Vencimci.LO 
IU/IJ.1/,ó; 'nlor-Suldu Cr:S 
l.909,
1
lU; [mitidn por Jonc• 
.IourJ do Amaral 
2,. Apresenwda Por Cre<li• 
card • Cia de turiuuo, Promo· 
çôe• e Administração. 
a- Nota Promi-,6rii,. n.o 
09918- h,ndmento !5/UJ/75 
Valor Cr:S 2.,J(17.20; Emitida 
por Amancio Hamon Homr-iro 
b • r<>lll Promi,soria n.u ()<). 
711 • lencimento l-1101/7,;  a· 
lur CrS -1.835.92; Eruitiua por 
Jarro A<lalbert.o Frrreira. 
.. J-_Apre•cntadas por For<I 
hnunctadoras ::,/, 
a• ola Promi@sorin o.o 09· 
2: l V f"ncin1ento a vista: Valor 
CrS í58.0U Emitjda por Lirco 
Ferreira Ldtt:. 
b· ~ota Promi.;--órw 
no I5/24 Vencimento a u-ta 
Vnlor CrS :.'.100,UO Emitida 
por César .Folrentirn .rrt'douclo 
e.- Nota Promis@oria no 16/ 
2-1 Yêncim<"nlo a VÍ!ita VnJor 
CrS 2.100,00 Emitid.a por Cé­ 
sar flort:ntim Arredondo. 
4- Apn,sentadas por cam. 
panha Riograndenee de Adu­ 
bos, C.H.A. 
a Duplic:ita no 215J) Venci• 
mento 02·12.75 Vulor cr$ 74. 
100,00 Emitida contra Armiu 
Bruno Lachmann 
. Duplicata no :2-17 Ven­ 
~•mento O'Ll:!.75 ,·,ilor cr$ 60. 
500,00 Emitida contra Armin 
Bruno Lichmann. 
Apreseatana por Ca,-,i,.ino Lo­ 
pcs·- 
a) Nota Promissora u.,, o]. 
Vencuncnto 3ofol/í5 Valor 
Cr$ ~.ooo, on. cmüidu por 
Floriano Benites.. 
E por ter sido impo;.síH·l 
encon1ar os deledorcs oa seu• 
parndeiros, pelo presente cdi­ 
Llll que sera afixado no local 
de costume e pnblicado pela 
m,pren,a !'!cal intim_<>'<>s para 
pag:,rcm a 1mportancia devida 
ou darem as razõeii de i"WI 
recusa e no mesmo tempo, na 
falt;a de J>aj:amento ou eompa• 
recimento .. D••li.fic,o.os do co1n­ 
!;:tcnte protesto no prazo Je- 
Pr:,v.o .1 dias e partir da pu• 
bhraç,tu. 
IJc.la 'i•ta-lh. 25 de Junho 
de 1.976. 
Cartorio do 1.o Oficio 
i 
I 
..