FU DADO]{ E DJHF.fOH HESPo'NSÁVf:L - IVALIJC) PEHEIHA 
l 
Redaçilo, Oficlnati e AdnH11ii1trnçlí.o 
_______ _ __ R_u_a_D_u_q_u_e_,_1e_c_'a_x_·1_u_s_s_
1
N ...._ 	-··--· ··---- 	_.... _ 
ANO V 	Bela Vista O,t de .Jull.Jo de J!l7G emuuárlo Nº 217 
A põs a rnnúncia 
do sr. olke Fernun •es 
Monteiro, (foto) devido a 
problemas particularPs, 
foi empossado o sr. Tale 
Mascarenhas na pre ·i­ 
déncia do Clube do La­ 
ço. O iul>e que re>une 
os pecuatistas du cidade, 
foi () grande re ponsó.vel 
pelo i-uce so das Expo- 
sições Agro-Pecuarias 
realizadas em B. Vista, 
O novo presidente im­ 
formnu a report.ugem 
q:1e: procumrll dar con- 
tinuidade uo trabalho 
desenvolvido pelo r 
Volke :!outeiro que e 
retira para um merecido 
descanso após muita lu­ 
ta em prol do Clul>e. 
e +4·rrp z:7 T ·.-- ·; 
• ..+ 2 
: % 
... :, ' ••.. • ..... : t' 
-~·.:·.~ 
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•, 
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·- ·»i. - 
8:- r; 	a 
... .. ,.;~ ... , ..  ... ~! .. ·-:. • 11. ..... l 
~-- .·• - . 
A 
1 
. p 
Estilo em vigor us 
novas tl!behts de fretes 
e pas agens. tanto do 
onibus intere taduai:- co­ 
mo dos trens da Estrada 
de Ferro Noroeste do 
Brnsil. O reajuste no 
preço das pa;:sageus dos 
onibus interest!lduai fui 
acima de 3» por cento, 
enquanto o das tarifas 
E R 
• 
• 
da OH atingiu 20 por 
ceuto, seja no preço 
<lus tarifa dos transpor­ 
tes de curga . seja na 
de passageiro!". 
De a::ordo com a 
nova tabela. imformada 
pelo DER, passagens 
no carro-comercial in te­ 
resta dual, pra São Pau­ 
lo agora cusL'I. crS t5a, 
21 e no curo-lello crS 
303,71. No tocante à fer­ 
rovfa. um dos fretes mais 
requisitados e o trans­ 
porte de automóveis pe • 
lo trem-pa1<tiageiro ,w­ 
turno que passou de cré 
457,00 pura crS fi-!8,00 
no percurso Campo Gran­ 
de-Corumbá. 
2EM$$#0 4Rg 
PROGRAMAR AS S0LENDAS 
. 
+VIAS DE 7 DE SETEMER?O 
Cuiabá - ( edirnat) - 
A emana da Pátria de­ 
ver ser comemorada 
com o maior destaque 
possível em toJo u Est. 
de MT, conformEe orien­ 
tação do Gov. Garria 
1
eto que, através de 
àecr.-to. r.onstituiu u­ 
ma Comissão Especial. 
pum organizar as fes­ 
tas e co·memoraçõP.s d11 
maior data civica nacio­ 
nal. 
A Comissão. slguu­ 
do o Decreto que tomou 
o n.o '602. de 29 õe ju­ 
nho de 1976. é compos­ 
ta dos 'ecretários Lou­ 
remberg Riheiro Nunes 
Rocha, da Ed. e Cultra, 
José Ferreira d e Freitas 
da Administração e pe­ 
lo Ten. Cel. P.1 Fran­ 
cisco Antunes da Silva 
Gbefe ela Casa Militar. 
devendo a Comissão tun 
clonar sob a .presidencia 
do titular da Past ... da 
Educação. 
A Pátria 
~ 
L6 
Ao ponderar as 
razões do ato o Gov. 
Garcia. Keto e,,n;;idert1 
ser uecessariu u t•f Ptiva 
atuação do Gover1o 
Estadual par11 o !:>cm 
êxito das corr.e;norações 
da ;;ernanu da Patria 
.. m todo o territorio ma 
togrossense, vez que es­ 
ta é a maior Ie sta do 
calendário cívico nacio­ 
nal. 
Higiene 
f	o t	o 	_ 	O	i n 	a t a l i m	e n t o 	- 	R e f e i ç õ e s 	C a s e ir a s 	- 	E · p · t o 	C o r r i d o 	- 	v c	ê 	e n c o na t r a 	n o : 
DOS BOIADEIROS de Milton Xavier 
"O Hotel uns Boi:1dei.,·os oferece toda a comodirlade e possui um bar anexo a serviço dos hóspedes" 
Hospede-se no Hotel dos Boiadeiros e comprove: Excelente Serviço 
.- veuirh Duque de Caxias 4911 lllo lado d:l Jlir.eraçJ.o llodoquena), no centro da Cidade - Jardim _ Mato Grosso

llo-la  j,111 111/07/íb 	Cíeral 
1 
BELAVl TE ...,E: lute por melhores dias 
1, • eleitoral. Do 
aumentando o seu co!g1o 
Eleito d·pende o Progresso de uma le­ 
gião. Homem ão qualificdo como lei- 
tor é homem esquecido. Valorize-se va­ 
lorizundu a sua região. 
R. FI 
MÉDICO 
Mede pelo INPS • IPEMAT 
Jfor,írioe: )lunhil Ilospitul 
13,00- 1600 hs: Posto de Saúde 
16;00 • 19:00 li,: Comultóriu 
R· 15 de 'ovembi-o. 75 - Fone 178 - Bela 'ieta. l 
ll 
, • I Tra n~rn Ít-'-Õf>:. 
TV MORENA- lltano 'e 
à a 13:30 hs das 
16,30 horas 1.00 ho­ 
l'll. A<JS 1-ábudos e rio· 
mingos das J 2.00 horas 
1 
()O hora. Haverá 
a • 	ara 
horários extras . JJ, 
transmissões de jogo8 e 
corridas. 
o chere do Serviço 
de Repetição da 'TV Mo­ 
rena informou à Prefei 
tura lur,kipal os hora· 
rios pura runcionarnento 
du rv em nossa clóude. 
Oe 2" felrn à G" f&i- 
rn, das 11,30 horas; 
De Antonio Remo Penzo 
Novo Laboratório 
de Anáfües Clínicas 
Foi inaugurado re­ 
ceutemen te na cidade de 
,Jardim. o Laboratório 
de Análises Clinicas 
"Luiz Pasteur sob a di 
reção do Farmaceullcc 
Químieo Dr. Luis Gomes 
Hezerra" Funcionando 
em sede própria e cum 
modernas instalaçõe!'!, o 
"Luis Pasteur·· é mais 
uma unidade a serviço 
dt1 'uúde ,Jar<linenr,e, 
rtando uma opção como 
auxiliar n•> diagnóstico 
uo médicos de noss:.. 
Região. Recomendamos 
uma visita ao Jaborntó­ 
rio e parabenizamos Jar­ 
dim por mais esta reali­ 
zação. 
Gráfica e J orna! 
Está em fase de monta­ 
gem as oficinas e reda­ 
ção do jornal "CORREIO 
,J ARDI'. ENSE" sPmaná­ 
rio que iniciar:'.>. suas 
atividades em AGOSTO 
próximo na cidade de 
JARDI:1. A Empresa que 
editará o CORREIO. 
Iuncioudrá lambem no 
setor gráfico :rnma de· 
rnostr&ção do crescente 
pogresso da "Cidade Ca­ 
çula" . 
Fo:çcm seus Pedidos 
. , 
CALENDAROS PARA 
7REUNI D FRONTEIRA 
1977 
BOD QUEND 
"Produtor do Calcáreo Bodoquena" km 54 .- Rodovia Jardim - Porto Murtinho 
"Uma Empresa -que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
Escritorio em Jardim-. Avenida Duque de Caxias (ào lado do Hotel Oiiente) Cx. Postal OS 
LTDll 
- 
Clllll 	- 
REVENDEDOR AUTORIZADO 
VOLKSWAGEM 
Rua: º de Maio 365 
Jardim - Mato G 
. rosso

Política e Governo 
----------------------- 
, 
HmHílla, .- E - No 
contatos mantidos com 
os dirigentes 1111~ionals 
da Are1Ja. o governador 
José Garcia eto, de 
~luto Grosso. mostrou-se 
bastante otimista com re::; 
prito o.os resulta lo'i do 
pleito de novembro pró- 
xlmo. cm seu Estado, a 
ponto de insinuar que a 
vitória se eretlvarã Larn­ 
bém nas grandes cidades 
corno Campo Grande, 
Cnrum bi. t'uiabú. IJc,u­ 
r,ulos. Rrrncionopnlis e 
oulnts. .lguns de ses 
municipios elegem apenas 
I; 
• 
Câmara de Vereadores. 
Com l'P,Speito a Cam­ 
po Grande. Garcia elo 
não lem dúvidas de que 
a ARE'.'lA ganhará o pie 
llo de novembro. Re­ 
conheceu contudo. que 
o MDB poderá aumentar 
a sua bancada municipal 
sem contudo chegar 11. 
conquistar maiol'ia. 
O governa4 r José 
Garcia Neto admitiu ,10 
ddxnr o gabinete do pre­ 
sidente da Arena. depu­ 
tado Francelino Pereira, 
GUe •·a institucionulizn­ 
ção do Pais poderá ,,cor­ 
rer até n fim do governo 
Geieel, de de que a elas• 
se po!itica não redicalize 
os de,bnte'', acrecentar1d•1: 
''Não devemos ser radi­ 
cais em naJo. na viela. 
A radiculizar.;ão tem 
impedido a inEtituciona­ 
lização pela qual eu tra­ 
ço. Isto não deve cons­ 
tituir surprêsu, porque 
sou um democrata. 1 üu 
posso viver senão na de­ 
mo".!racia que, upe ar de 
seus def P.itos' é o regi­ 
me em que o pobre vive 
melhor" A proposito de 
uma pergunta obi"e a 
colaboração que, neste 
entido, o MDB poderia 
dar, respondeu: Garcia 
Neto: "A oposição nüo 
ajuua. Alguns de ,;eus lí­ 
deres. stm. Admito seja 
neçessátia a colaboração 
cl'ls doí partido-. e niio 
escondo os pecados do 
meu. Ela (ARENA) tamn­ 
bém tem e precisa não 
radicalizar o processo. 
O governador mato­ 
grossense aventou com 
Francelino Po::i"<:!iru a iria 
do presidente areuistu ú 
Cuio bá. no rróxirco sát>a­ 
do, para eneerrar o I Sim­ 
pósio da ARENA Jovem. 
Laboratório de Análises (línicas i 
R. Antonio Mria Colho 579. Fone 547 • Belista . Mt 
Credenciado- IP - IPEMAT 
E- 	' 
Foi extraviada Car 
telra de lde11tidad(• para 
estrangeiro, permaneute, 
.!odeio 1!l n" ;JGlil per-­ 
tence11te a Elio S-1nchez 
~lontero, re,;i<leute Pm 
Bela Vista. 
Publkação que se faz 
para obtenção da 2 via 
Preco de-te 
Exemplar 
Cr 2.00 
Dr. Ciro Behur Torres Gallo 
Fa,m•Oioquimiro 
Uioquimica - Hematologia - Bacteriologia - Lrinli-e 
Para-itologia - orologia (Toxopla-mose)- Liquorlogia 
Cultura de Urina - Diag. Chaga- - Enzimel+gia 
São Paulo 
Mato Grosso 
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"L.AMA'NA DE OURO" 
DESMATAMENTO 
Tupã Fone 2751 
Bela Vista (H.::>t?l ?.:xnora.n.:r) 
Nascemos para servir e crescer 
Madeiras de tolr a esscie (Psrob1, Jatob-:Í, !Pâ, et:::) - P.ronta: e.:itraga - Bo!ls preço.s 
Destoca- Terraplanagem - Açude,- --- EmbP-irameuto 
Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 
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MOVEIS DELBII 
MÓVEIS ESTOFADOS ELETRO-DOMÊSTIOS EM <iERAL 
SANTOS E ZINCANELUl LTDB. 
BVENIDll DUQUE DE CUIAS 446 JBRDIM-MT

lll'ln . i,1.1 O 11(1717(, 
Balanço 
Balu11t·t·le d!' receita l' d,·--rw.,a, r<·ft·rc11IP. 
HECEITA 
1 • .1 ENSA 1,11), IJ E::i 
A- /1 '0 DE l!Yi 1 
111:iTÓHICO Suh totul 
Recebido de Aábito Lenin, 
IIH.''-t'"' ,lt' juJl.o n clt·1.t·mhro :11,0.ou 
lee«·bido de Gentil aras 
da lo-a, meses de março e 
ubril 
lteer·bido de Luiz Gonzaga de 
Arullju me:-c: .. tlt• "t'ft'mlno a 
dr,.-mbro 
llt••·rhiclo d,• Luiz F, rnarulo 
Nunes 11•,rulilo, me,1•• rle ju 
llio a rlcZt·111l1ro. 
ler«bilo de Pedro José Pal 
11tit'rÍ, 11•,·~ ,Ir tonio 
llt•1'chicl11 ,J,. J, .. (, ·lhrry Mor 
çolu. mt•~t•.a dt• >:t'lt'mhro u 
dezembro 	2oo,oo 
lecebido de Mario Matillani meses de 
setembroe dezembro 2oo,oo 
Recc·hido rlc Alberto Salnmr 
,w. rnt•~ de junriro 
H.-,·c·bi,lo d., ornio Gndoy. 
mese de junho, etembro e 
<lr-zt•mhro 
Ht·rebiclo de· Jos(• Grrolclo 
Boceia, meses de junho a de 
embro 
R.-r.-1,i,lo ,lt: ,muury )lont<i 
ro Ma.enrenhas, meses de 
janeiro a dezembro 
H,·,·,·hi,lo ,Ic• Alvaro Montei 
ro :la ... t·art·nhn,. mr,t•=- dr ju­ 
lho u tl,tzrmhro 
11,crbiclo clr Tak, ;lnuteirn 
:lu .. C'arrnhu1' .. m,·1-c .. de junho 
n th•zcmbro 
fü•c1•hi,lo ,J,, lunr,d Hudri• 
gues le Miranda, meses de 
julho a dezembro 
ll<'t'ebi,lo ,lc Joilo Lour,iro l'i 
nht-"ir-o tn•~""''" de julho n dr- 
zembro 
Hcl'c·bi,lo ,!,· Zoé Lo,urc•irn l'i­ 
nlwiro, me .. e~ ,l~ jnnt:iro. ír-- 
reiro, abril julho a de 
1embr-o 
20o.oo 
:oo,o,, 
lo.no 
J5o,oo 
30o.0o 
:oo,ou 
:i'lo,no 
ll· ANO OE 1975 
Hcct'bido ,lc Wolk.. Fernan- 
des Monteiro, meses de janei• 
ru 11 d,•zc.•mbro 
Recebido de Luiz Gonzaga 
de Araújo. 1nc:-c:: de! jnnci;u 
n dezembro 
Recehi,!., el<" ~l.irin Batilani 
meses le janeiro a dezembro 
lecebik de Luiz E+nado 
;uur:- l{ourl:lo. nw .. t""- lft• ju 
rwiro n cft.•zcmbro. 
P.t•c1•bicln ele Héli,1 l.oar<"iro 
de .zllmcidu. rru:sci. de jnneiro 
a dezembro 
Hc,·ehi,lu ,h• Atnuur' ~lc,ntei• 
ro Mascarenhas meses d j­ 
eiro a «dezembro, 
Re,·ebiclo ,lt· Joao Loutriro 
Piuhc.·iro. m~ .. e~ eh• ju11rirn n 
dezembro. 	• 
Recebido de Pego Loureiro 
:lt- .lmc1da, mr,-t'i, ,lc j:.mt>iro 
11 clezcmbro. 
Hc,•i:bi,lo ele Marwrl Hodri. 
ues de Miranda; meses de 
Janeiro a dezembro, 
llrcehi,lo ~!' Tales Monteiro 
Mascarenhs, meses de janei­ 
ro n ,lt"1.rmbro. 
Hcccbido de Àlvnro ~lont.ciro 
,lascnrt"nhu;l. tnt"i-t:E.li dta janei• 
ro u dezembro. 
Ur-ccbic!o de Jo,é ,lhery Mar 
çolla, mNes dr janeiro n de­ 
zembro. 
Hebido de Edson Guilh,·r- 
me Biauchi. me:-e:1, de janeiro 
a dezembro,. 
l(=ebieln do, ,~ábito Lrncina 
nu·"'..-i'l ele janeiro 11 outubro_ 
H.-.-ebielu elt- San! Sihrira de 
&rros.me1o~ dr j:andro a de­ 
Zt".mbro. 
lecebido de Afon-o l:arneiw 
Pinheiro, me-es de janeiro a 
derembro. 
n...._-ebidu d<" Luiz Frrnande-. 
l2o.oo 
lo,oo 
l2o,ao 
lo,oo 
l2o,oo 
l:?o.oo 
l:!o.oo 
loo.oo 
12o,oo 
l2o,oo 
Totul 
a<, 
DE 
periodo de 09 de llan;o Jc 1975 a 26 
lli-túrit·o 	Suh Tot.,I 
lllt'•<·s de j,111ciro ,, dt'umhro l:lo,oo 
H,·ci-hiclu de• Euclo l'inhdru. 
meses de janeiro w dezembro 
H~n·hiclo ri,, Zoé Lourdro Pin 
lu·iro, uee de janeiro a de-. 
7A•rnhro. 
ANO DE l9í6 
lecebido d .. 'olke Fernandr• 
~lontdro, t11e1-ct1 de janeiro a 
12o,oo 
muarço 
ALUGUEL DO HE TAURA ' 
TE. 
llcc,·biclo ti~ Sihério• Cnture• 
ba du Silva. 
lll• 'END, DE , 'BIAI 
llcc,·biclo ele Luiz Gonzaga de 
/lra6Jo, referenti, venda de 
quatro tourinhos. 
EIPHf.STDIO 1 'HECEDIDO 
Rc•ccbido tfe 'olkc Fernnndc,; 
~lonteiro. 
V- l'OHCENTAGDI HECEDI 
º"· 
lecebido da I Vu.Expo,içàol75 
porccntngt:'111 devida de ncorJo 
com o con'rnio de 26 de ma­ 
io 75. frito com o Sindicato 
Hnrol. 
soma 
' 1 - oras Prrn i S!-6rins 
Hdcrente Titulo Palrimoniul 
Hcccbido de Pêi:o Loureiro 
ele ,lmeirlu 	:l.500,00 
Heccbiclo ele Tule, )lascure- 
n ha< 	2.5CO·OO 
H,,c,bido dt" Afonso Carneiro 
Pinheiro 	2.500,00 
llcccbido de Amuury lllontei­ 
ro ,lnc.cnn•nhui- 
REFEHENTE LEILiO 
Hcr .. biclo ele Afonso Pinheiro -1.000.00 
TOT,L tia IIECEIT, 
:-alue• recebido da Diretoria 
anterior 
SO)lA. 
0ESl'E 'A 
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Jornal Tribuna ela l:'ront.-ira 
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-1
9
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13175 • 15175 • li/75 - 20/75 
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Industria e Comércio de'"lIn. 
deita• Rocbn e &ttil:mi'Ltdn 
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Haroldo de Vasconcelos P;. L "50,ll 
heiros. Recibo, - 18/75 
-!
17
;,, 22175, 26175, Wi6, 
IJ5176, l!!/76, 18176, :?ll?'- 
23176 	"' 
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taurante do Club do Laço 
Silvério Catureba da Silva, I 
Not.a• S~. todas de 3o.o7.75 
Casa Tnunfal lf. 282 
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25,co 
2<>.oo 
6.o9CJ,OO 
Jo.o<,o,oo 
8.m,o,oo 
-1.Ulo,no 
29.165,29 
.58.06.5,29 
11.000,00 
72.06.5.29 
2.359.·IO 
7U21.69 
E VISTA 
' 0(' junho d • 1976 
f 
1 
! 
'l'r2uspo;,te 
Eugénio Gomes· 
Ca .. a Primavera, 
3.3396 
Ca-a Nova Ní 291:l 
Banco do Jlru,il SI, Doe. 
de De·pea 01/75, 0J/76 
(;r:ífica Puprubel, fü:r. -1.11 
Jo.é G. Flores H.-c. 01176 
De. Hdiv Lour,-iro ele Al- 
meida Hec. 21175 
Eudo Louceiro Pinluiro l1e,·. 
<n-76 
Sub Total 
Hec. 11176 Uo,oo 
M 333o, 
Procure na b 
. anca de ReVistas 
Jo,oo 
.25,oo 
12,oo 
350,00 
-150,00 
l.250,00 
1.300,00 
B- Re,tituitüo de Emprétimo 
Wolke Fernandes Monteiro 
Hecibo8 o:i-75 06-7.'i 16-75 
C- EÇ IPA)IENTO:, 
Foto Trirolor f. 717 1.300,00 
D- BE • DIÓVF.J 
Rosalíno Aqain., Hec. I.3-76 
Gr.-i?6rio E•j>indola Hec. 08-75 
lo-i5 	5.noo,oo 
Luiz Gonzaga de Araújo 
H«c. 11-7:, 	2.IJ26,oo 
Comércír, .- !rui. Sta Luzia 
'f n.o l&H •lúoJ 
IllSTORICO 
Eugenio Gomes Rec. 11176 
Cn,a lnumnci,,na[ Nf 2o-19 
1957 18o4 
Ferrnfono dos antos 
füc. oll.76 
Cn,a Prim,n era I.'íL -lo29:i 
Ind. e Com. de Madeiras Ho 
cha e Bauilani Ltda 'f 108 113 2'778 99 
E) COllISSÃ O de COllHÀNÇA 
Tadeu Hodri~e•~ Hecibos de: 
l7·o4.75 3o.o-1.í5 oS.oS.75 
B.oS.75 22.oS.7.5 16.o6.7S 
J7.oi.75 19.oi.75 11.
0
8.65 
13-08-75 01-10-75 30-12-75 
05-02-76 06-ü2-76 11-03-7(i 
14-06-76 07-02-76 568 00 
OMA 	64.194,!ÍO 74.424,69 
Transporte da folha anterior 6-J.19-1.90 74.121.69 
Comissão de Cobrador 	• ' 
~ebostião Guedes Correa Re •. 
bo de 17.04.75 e, 
Saldo que passa para n nova dire- 41.00 64.235,90 
tono 
lida Vi,tu 11T .,,., d J I 10.188.79 
- ,..., e . ua to de 1976. 
Zoé Loureiro Pinheiro 
Tesoureiro 
Wolke Fernandra Monteiro 
l'atriio 
-1.lllo,oo 
2.700.00 
l.213,60 
uh total 
2Jo,oo 
308,00 
d0,00 
250,0o 
Ci.nelandia 
Total 
To1<1I 
l00.00 
~ manews 
é 5 mgy[és ê jigmrg 
?23 a ciãg 
e PBRa as Famas 
Roupas 'aves ;ar 
Guaras é se.ç._9"usares ma± 
muitas ca!o;:as. bl !)ara os Cilrr.as frios: 
,macacões e saíd usoes, camisõe:;. 
e,egantes. COnjunt~~ dte Pllra,a. Vestidos 
• a, eurs e man•ô 
M d 	• • s. 
o a malha para fazer à 
• Puloveres. gorros mão ou à máqu,na: 
• •·me: as e luvas. 
Moldes com,~ 
flores Para vestÍd~s Para bord.;r: 
e figuras para blu de festas. 1!:tras 
• sas espo, li·as. 
Aprenda a • l 
suas roupas. e !"'Ult,plicar 
A má±5ü I 
1
, '! ! 1 ~ 'Ã e DE~H'õl ,1<1 
-__"7i e, 1] 
--..::...:::::: ~:.~, I·• 
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8

Ialdo Pereira 
uplemento do Jornal 
Tril,uua ,IJ FrorHt'ira 
leligio-o e Filos6fico 
"Eu Sou o Caminho, A Verdade e a Vide." 
Btl.1 'i,ru - _,l1 1 1_11_11_11_,_-,<~----l---~~-··.o_-_~: :_·~"~)-~l--'---'------ 
Fundado em 25/75 
Para coollecimenln elas pessoa que 
0
_os Plltlirnm informaçõe- sol>re .luçoua· 
eus fins e ol>jeti•1os, pul>licamos n­ 
JIXO vários dos artigos que di;;c1pliua111 
!li~ ação no comnucto sr:cial. 
l- A Maçonaria não é uma seita. 
~- A ~laçonaria nüo sustenta dogmas 
bi .3 :- A Maçonaria niw pretende su- 
litair-se à religião de cada um. 
e·, 4 - A Maçonaria coloca-se lmpur­ 
~al _entr~ todas a. crenças religiosas e 
"as tilosóticas, e acima de todas as 
d as controvérsia para fazer da liher­ 
ª
11
: de pensamento o seu l'undumento. 
da n - A .laçonaria deL·a livre ll ca­ 
glli um dos eu;; membros adotnr e se­ 
os r a religião dt sun t>le-ição. sem que 
Outros _ada tenham u censurar Ihe 
!ê 6 - Aquele que chegu :i portu dos 
,""templos, a Maçonaria diz: Tú serás 
li_o único diretor du ta conscieneia 
as 
1 
- Aquel9 que é conduzidü entre 
ie 1.
0lunas de saus templo:;, u ~luçooaria 
Pe~ ara. - Aqui nioguem te interpelPrA 
 sua ~rença, nem te injuriará por ela. 
tec· - Aquele que toma lugar no seu 
a""" a Maçonaria assegura: A n_ubre­ 
liao. e tuas ações e a tua sinceridade 
lla te o Jirelto de serem aqui o unwo 
te~ua P.rençu. Se estás errado. tal~res 11 
l'ás aJe te ilumine, mas tu te eucammba- 
Jlara ela livremente. 
l'ip} - Em matéria 1lt'! religiil.o, o prln­ 
lo[e deyer do tilaçon é o da prática da 
,"Hheia absoluta em relação às cren­ 
dt~ alheias, no elevado intnito dP, a 
!Jeito !los i:eus 11111;gonismos, upro­ 
"" todos os homens de boa vontade 
ª bandeira da Fraternidade. 
~e 
1!º - · No seio da Maçonaria, os homens 
bosttJ~as as religiões podem reunir-se sem 
,"ar-se e, numa atmosféra da paz 
Peida de, trocar as snas idéias em 
l>usca de aperfeiçoamento moral d humuridauie 
11 - , maçonal"ia é S•!mpre a lüe earlnl10,,;, 110 
meio cta;: lutas fruticidas. 
I:! e ~laço11:1ria é a mediadora dos interesses pi­ 
vades e das paixões pes oais em ehoqnP. 
li! A :laçurwria é a ú11leu força C'upaz fie apaziauar 
o odios religiosos quando •lPsenc .. 1, t'ado--. º 
O trabalho. nas suas ,·ariadí:-simas expressõP,-1. 
indiscuu,·eJu;entE: é a mola de todas a:: conquistas 
que enobrecem o Espirito. 1o f.:E:nrla da evolução. 
Em contrapc,s11,:ao, a p!•t;gulça atrofia os abençoa­ 
do' recurso:, de auto-aprim'lramento quP toóo homen 
truz em si mesmo. por mercê da bondadt- ,1e Deus. 
O ~spii-ito 9-uando d<!spi:rt.:.i a consciência para 
us realidades cósmeus da vida, não mais podemes 
escorar-se n~ oc10s1dude. J~;-o acontecendo. por alaum 
motivo fortuito, ele passa a sofrer um complexo de 
rnul1hdade tilo rntens•, que nao resiste e então 
entra um estado de ansiedade dolorosa: Dai ~ 
trabalho ser uma necessidade. vital da ulma. 
O t1·aoalho maotéai o dinamismo energético 
dilata a inteligencia e dá ao ser equilíbrio e s'~reni: 
dade. 
Ociosidade é vazio. 
Trabalho é substância. 
Ociosidade é dispersão. 
Trabalho é integração. 
Ociosidiide é inércia,' 
Trabalho é ação edificante. 
Ociosidade é morte. 
Trabaldo é viJa. 
"b.'u vim para que tenhais vida em abnodaneiu ... 
'"Aquele que crer em mim, ainda que esteja morto, 
viverA''.

O CD DE DL 
Pastor Rubens Lopes 
Você sabe nadar? 
Nilo? 
E pena. Porque nadar é um exercício sauda­ 
vel e ao mesmo tAmpo deliciosv. 
;las uil o se aborreçu por isso porque o a­ 
i óslolo Pedro lambem não sabia nudar. 
Tanto que por pouco não morria ufogudo 
em certa ocasião: 
"reparando, porém, na força do vento, te­ 
ve medo, e começando a submergi!·, gritou: 1:-al­ 
va-me, Senhor! 
E. prontumente. Jesus estendE:u a mão. tornou-o 
t! lhe •lhsse: 
"homem de pequena fé, por que duvida ·te?'" 
(Mateus 14:30-31) 
Teria Pedro ricado de enxabido diante cio 
companheiros por esta frnquezt1? 
::ie ficou niío sabemo . ;las uma coisa é 
certa. e houve fraqueza houve tambem muita coragem. 
Estavam os upó tolos no meio do lago só­ 
zlnhos, ::iem a preseuc11 de Jesus. 
c!c madrugada- seria entre 3 e 6 horns 
ela rnunlul- tudo ainda escuro e o mar agita­ 
do P o vento c,,ntrãrio. um vultu deslizou na 
í1gua, em direção a eles. 
Houve pílnico a borclo porque aqueles homens 
crarn supersticioso.; e cuidavam ~er um fantas­ 
ma, gritaram. Mus Jesus aquele vulto mistes 
rioso ua -Je~us- disse-lhes tmnquilumente:·'ten 
de bom âuin:o, sou eu." 
Entiiv Pedro ralou res.,lutamP.nte: 
"se és lu. euhor, ma:, la-me ir ter conti­ 
go por subre os águus:· (lat 142) 
PRIMEI. FIO D@ 
Antecip:rndo u sua descida no pró­ 
ximo àiu quutr,> de julho. data do bicente­ 
uário dos Estados Unidos, a nave nüo tri­ 
pulada norte-americana Vlldug I euviou a prI 
melra loto de Marte. A cilada loto mostra u­ 
ma áreu de quatro mil quilometras quadrados 
Seria aquele pedido uma iofiinlilidade? Um 
capricho de criança? 
Não porque J esu~ lhe disse: 
"Vem!" 
E ele foi, começando a andar ·obre a su· 
perficie líquida. 
Há uma lição preciosa naquela estranha 
perigosa caminhada: o cristianismo ê uma a· 
ventura. Um romance. Um desafio. Envolve 
risco1. 
Se o c-r1stii.o tem uma vida de rotina, !le 
Rmerrão. de mesmice é porque professa um 
.;;vungelho que está longe de ser autêntico. Um 
Evangelho mutilado e uma religião pifia. Por­ 
que o cristão é coo vocado para realizar o 1m 
possível: crisliani mo (,. a relfo-ião impo sivel. 
Crlstiani, mo é ascensão. Ê idealismo.É es­ 
calada: E alpinismo. Alpini-mo no ao sentido especific' 
de galgar os Alpes, mas no sentido genérico 
dEI subu· a grande altitude . o Ernngelbo e 
ave de vôo altc e não rasteiro . Em outras pu 
lavras:o cristo deve andar sobre as águas_ 
po1 não foi isso que Jesus fez naquela ocas1ao 
Quando Pedro de ceu do batco para o mar 
estava apenas seguindo as pisadas do Mestre. 
Con,o as seguia na terra firme. Pedro era . 
unfibio. 
·r 1 • tã 
" • _ '1C o cris • o deve ser como ele: anfíbio. 
rtüo na terra como na água 
lesmo qae ão póssá indar. Mesmo que 
nuo saiba n dar. 
Ou não é cristão pelo menos. digno desse 
nome. ' 
lfiNETII MARTE 
que embora muito acidentada, f,{ a e•coll · d / pouso JJ 
sonda A_mesma ikiéi eí"#kóé 
de ocorreneia de agua em Marte 
O 
que dA 
mais importaneia à conquista humana dáquel 
planêta • • · 
UMA COMUNICAÇÃO RECEBIDA DO ESPAÇO 
(Leia na última página)

(Continuação do .<, anterior) 
cimento o desenvolvimento, a emanação, u ex­ 
pl'essão evoJuclonAl'iU do sei' supremo... ada 
mui!l simples do que in,uginar o sistemn !lolar 
corno ümJ emc.naçüo do er·supremo. algo ge­ 
rado por uma vida central, uma expre são da 
Vida qu11 d1 01·ige01 aos polos -no seu interior, 
que cunhecemo: como consciência e matéria . 
.  almn h11mana é um rrngme11to iudiYidunlizu­ 
do da vida divina ... é liternlmente uma centelha 
do fogo divino. 'e nu seu tnteriot· estão as C!l­ 
racteristicu latente ela luz'r.entrul da qual se 
oi-iglnoú:· Seguncl.o os tf>osc>fü,tas, a &!ma é um:t 
~lllanução 1luer11l• rte 'Deus, ; e como eh é ua 
•própria essê1Jciu, entendemos por· qitr os eteo o 
listas dizetn que homem é um deu em po- 
tencial" . 	• • • •• •• ' 
·' l'.Js teosoflsta •• acreditam firmen'itnte na 
reencarnação, e que vivemos diversas existen­ 
Ias n terru. •A alma'.· ct-epois·da' morte, uasce 
uma· oulra pessoa. lembrançu da existencia 
8tJlerior de tpnrece. -a nllo er ·em certo ca­ 
Mos e ob certas condições, como sob hipnose 
ou num trau e. Es~n é a e·xµlicação, Pgnndo 
fs teosofistas, do sentimento que nos ocorre 
alguma voze~ de "termo e tadl'} aqui aates" 
A teosofia combina a doutrina hindu da 
teenc:iroaçüo com (l teoria da evolução. A 
rt ahn,1. na· diversas • fu es de renascimento. 
li evoluiu até se tornar' fi:Jnln>ente consciente 
de sua ide11Lidade com o ser puro, que os tco- 
Sofislas chamam mntnveca. • • • • 
.. A palavra Karma em síinscrilc significa 
1 °bra·•, <,u "del,tino", e é empregada para ex­ 
J lllica,- a teoria de que o individuo re­ 
~ebe recompensas ou l!astigos pc,n· _ suas açoes 
Uas ou mas;nu: próxima reencarnação, e nilo 
1 
~~s_La vida ·ou· no tempo ~ut'p.i!o 
1
llh )!!lgameoto 
l11uo. • Os' • teosofistas acreditam que 
llOJ. homem cego ou aleiju~n. c,u que sofrt dtl 
{'m defeito fisico, está pagado pelos peca- 
os Cumelidos numa vida anterwr. E qesta 
lllanelra que ·explicam as· sofrimentos, do iudi­ 
,duo inoente; uma pessoa inocente e que so­ 
l~' está sencio castigada pelos pacados cnme­ 
~dos numa existência prév:a. llabatm11 é uma 
4
_lra palavra sáascrila, e significa "alguma 
ç?"leé' Os te»sofistas empregam este termo 
["à os satos de seu culto, individuas fora 
cotum que.,acumul:-!r.Àm toda .. • sabedoria 
,"Ondade de suas existencias anteriores. ln­ 
k,,""os-come o,Jud, Mais68,6 So:Pulo e 
lros são co!is1deraoos mabatmas pelo~ teo- 
sofista!". i-lguos acreditam mesmo que Jesus 
era um mahatma. Segundo umà teoria de An­ 
nie Besant, Jesus naRceu em 105 a. C:., e es­ 
tuuou o ocultismo no Egito e ua Judia, uté 
ser possuldo por um Hu<l!i que .entrou no seu 
corpo no batismo e que deixou pouco ,antes 
da crucificção. Antie Besunt. mais tarde. le 
v
1iu uu teoria ao ponto de dizei' que seu fi­ 
lho adotivo era o ove Meissas. 
Como a teuscfia é essencialmente um 
culto religió o. sua comparação cnm o cri,;tia­ 
nismo ~ ínevitávd. Há muilas diínenç<i>< t'J:­ 
tre o dois culto1-, e a maior parte dos --cu­ 
cliosos c·onsiaeram que u ll•o,:ofia é antu.:rbtü 
por rialureza. Os le0s01'ist's ucredtlatn qut> os 
pecados pes ôais são expiados por uma sér:e 
ele reen..:arnaçilo, terminando finalmente na 
absorção do ego /ndiv1•iual. , teosofül é ori­ 
entar em sua 01·igem. é gnóstica em seu Yoca­ 
bulario e cristã apen_at- em sua terminolol!ia 
usada lul·ez com a rnteução de imitar o cris­ 
tiauism<'. 
A teosofia não prega umn rPdeator 
nem a liber:tade do poder do pet·,1do. ne~ 
tampouco u esperaneu de um mundo futuro 
e em tudo is " está em opo:::1ç/ío Direta aos 
ensinamento do cristianismi,. 
. Como escreveu Aonie Beant: Ninguem 
ao se tornar teosofista. precisa 1·enunciar ao 
budismo ou Jiindnism.>: a única r!iferença, é 
que passará a ter uma compreensão maior de 
sua próoria _fé". A teosofi:1, por outrn lado 
prega a idéia de uma "assembléia mundial de 
rdigíões", ondt- pessoas de todas i::.s creuçus 
podem discutir livremente e verdade. Isto toe­ 
rou mamvilboso se todas as reli!iões fossem 
essencialmente a mesm.. mas evidentemente 
não/são.. +.1sg' • . 5s, • z 
O emb!e1T1a da Sociedade Teo_sôflca afirma:"Não 
existe re1igião mais elevada do qae a verdadf"'' 
O sentimento expresso nesta frase é admiravel 
mas a peguuta final nos deixa em suspensos: 
O que. é a verdade? . 
A verdade diferente pura lodo . • No fim o 
individuo deve decidir o que é verdade para 
ele, e isto se torna sua crença, sua convicção. 
(Planeta Especi1:1l) 
" Flore-s de São: ,João . . · , 
r { °! ) .s' j ! 	«t , • 1 ' 
No matagal e a margem das estradas, as 
flores de cipó-de-São-João se estl'lade auri-ru­ 
bra&. esbraseadas. falando-me da infancia, ao 
coração.

O CllMINHO 
, 'O 11 - 01107176 - HELA 'ISTA • MT. 
PLINEJIMENTO 
PIROQUIIIL 
UMA COMUNICAÇÃO 
RECEBIDA DO ESPAÇO 
a opiniiio de Cnrl Jung._ "os dis:~o.s _voadores 
são verelaeleirus aparições materiais[...) em 
qualquer relução com o nosse, mucelo". Para 
Albert Einstein, "indiscutivelmente. alguns vi­ 
ram algo". Para Pierre Closlerrnann, •• ao de 
'>l'igem extratene;;tre". egundo Hermann Oberth 
plont>iro da astronuuuca, "eles nos visitam há 
mll,rnloP". fü•~es e outros depo1rnentos ttl.>rem 
A Voz do Elltruplunt>lúrlos, de Ashtar Sheran 
Ecliloru .. Pongetti-trn.dução de Angl'!Jica :-iten­ 
(ghei Colle 254 paginas), um livro que, afinal 
não truta diretamente de discos voudore . A 
obra pretende contar (o original é em aleruiío), 
uma comunicação recebida meciiunicumAnle, 
ele autoria do comandante da frota extraplane 
turia. dh·lgidu aos homens da lnra sobre os 
objetivos de suu mi,são. Ashtar Sheruu tem 
tres dos seus comunicados transcril06 na obra 
os quais afirnam em resumo, que; 1) existe um 
mundo espiritual, 2) 
outros plunetas são habitados 3) existe uma 
humidade universal, 4) outros planetas são 
muito mnis adiantados que a terra. fi) a hu­ 
a idade da terra está em processo de dege­ 
nt-ração, GJ os extraterrt-uos te-m por mistlão 
:,judar os humanos e 7) os homens da terra 
devPm evil:1r o perigo maior: a I1utc;deslrnição. 
s mensagens começam com urna decla­ 
ração rle paz:,·· ão fazemos guPrra de con­ 
quista". O poder dos visitantes do paço se 
exprime por meio de lei& e Pll!ttnações de raios. 
Os extrapluneti.rios confessam que fazem 
espionagem; rnus. se suas il:te1Jçõei:; são paci­ 
ficas, uào llil nuda a temer. por parte dos ser­ 
viços de segurançu dos diver,,(ls paíse:<. "Visi­ 
tamos vossos mini!ltério., militares sem sermos 
notados." Os pC'rllos sabem que os discos voa­ 
dores existem, mas ignoram sua invencibilid­ 
de •• s leis do UniYerso, o livr1:: arbilrio. tudo é 
explicado por Ashtnt· Sherau. Mas sua revela­ 
ção multi intert>ssantt é a que diz i'PSpeito nos 
1:1njos. referJdos nos livros reHgiosos de várias 
culturas. Ele~ são howens de corpo mais sutil 
que os t<-rrestres. Elias e Moisés. da Bíblia 
l'orum hóspt>des ele naves dos extraterrenos se: 
gundu Sher,m. Rua última advertencla é sÔbre 
o perigo das explo!lões nucleares. que podem 
"abrir uma brecha no fundo do m&.r. por onde 
o oceanu se precipitaria" . Seria o fim ,la Ter­ 
ra. "Uraa igual explosão já se deu em vosso 
sistema solar" . 
MES DE JULHO 
Diu 1 - Ultreia 
« 2 • Hora antu 
« 3/4 Quermesse 
« 3 - 15:liQ hs. - Reu11íã0 dos Jt,vens 
:G::-J0 ::is. - Reunião da Legião de :lari:l 
« 4 • Dia do Papa 
Curso de Noi·os 
Culto em todas as Capelas 
« ;j - Reunião dos Coroinhas 
Reunião do FC. Grupo 1 
« 6 - Hi:00 he. - ilissa em Nunca Te Vi 
Reunião do ~IFC. Grupo 2 
« 7 - Reunião dos Coo1·denadores doi: etores 
Reunião do MFC. Grupo 3 
Novenas 	M 
« 8 • Cu_rso db formação para os Pudres P 
u lll- 1.:i:00 hs. Reunião dos Jovens 
15:30 hs. Reunião do Grnpo Vocacion~l 
)(l;:-JO h • Reunião da Legião de "!arui 
« 11- culto __ em todas as Capelas 
« 12- Reunião dos Coroinhas 
« 13- Missa em Caracol 
r,eunião da Equipe r:entrnl do FC 
« 14- Novenas 
« 17- 15_:_?0 h!l. Reunião dos Juvens . 
16:30 hs. Reunião da Legião de Mar1~ 
« .1 • Cuto em todas as Capelas 
« 20- Aniversário da Cidaa 
. ihssa em Agua Doce 
« 21- Novenas 
" 2:-l- Curso de Batismo 
« 23-
2
4-25 Quermesse 
u 24- 15_:_oo hs. Reunião dos Jovene- 
16
:
00 
hs. Reuniuo do Grupo Vocacio% 
.., }%3 hs. Reuíio da Leéío de iíari 
_.,_ atízados 
Culto em toj 
o: ?- it· • as as Capelas 
_,_ 1 t_ssa na Cancha 
Missa do MF° 
" 28- Novenas ' 
" 31- 15:oo hs R , 
16só i. +,"""p}3o,dos Joyen8, » 
ieuniiüo da Legião de M 
Ouça a N 
oven,. de Nossa 
Tod• - 
as as quarta- f . 
> (eiras pela 
Educação R 
ural do Campo 
Senhor? 
Raclio 
Grande'

11,·la Ví~,,. 111107/71, 
Crônica 
QUEM DIMINUI o DESEJO IUMENJI A FELICID DE 
Texto de Jophir Silva 
A uuRenciu do de­ 
ejo é um dos fatores 
essenclals para que o 
homem atinja a fellt1I· 
tlade. Mal' o que vem a 
ser felicidade há de per­ 
guntar alguem? Desde 
quando o homem len, 
conseguido raciocinar o 
seu objetivo principal 
es(á orientando 110 sen• 
tido dessa busca. Foi 
através de.;sa miragem 
que ele Duscou enfren­ 
tar o desconhecimento. 
NesNa busca descobriu 
outra terras e OUl!'OS 
mat·es c_orrneguindo com 
Isso chegar até onde 
nunca bavia sonhado. 
lo se deparar com ou­ 
t r o o horizontes, v I u 
que a l l e r a m a I s 
propicio ao Heu efll'l· 
queclmento. É Colombo 
tal como um vlHlonúrlo. 
bui.ca11do seguir o poen­ 
te puru encontrar o le 
vante até dar de encon­ 
tro rom um coutlneute 
até eutão desconhecido. 
As prlmeirns explora- 
ções da nova terra. che- nwntos e vida-.., 11u111P11- 
gou-sfl a couelusüo que tnuclo seu 1:ab1•cf,,J <f,, 
ali existiu riquezas. E conhecimentos, alargan­ 
elas tem sido a fonte do os eus horizontes es­ 
ger:ttlorn. pelo menos plrituai:-. om t;'i' 'l' l'Oll· 
em parte, para alguns, tato vai crescendo um 
do que convencionou temor pelo de,couheci­ 
chumar fellcldude. O alii do P huc;ca lnteriorrnen­ 
de aumenti•r i;eus te11ou- Ll' a soluçáo dos pro­ 
ros levou O'l homens a hlemaH que o 11fllgc. 
associarem e claí oaseeu dt-1;cl1, há muito. , pos­ 
a necessidade de aper se de riquezas t'lwgu u 
felçoumonto. Graças a conclu;.:1o de que nüo é 
essa coudlção, o homem () principal meio d ... re­ 
entrn em con la to com licidade, parlhdo a hu •. 
outrns tipos de pensa- ca de outras descober- 
D 
i-;. JOllCVR M. MORIEl!U! 
1 
Médico - veterinário 
EUDm~o· Cm no 1D • Vila /,lili!ar 
- 
8[lA Vim MAIO GROSSO 
Dr. Horacio (ardln d o 5 Santos 
Cirurgião Dentista 
DR. EVERALDO A:ROCHA 
MtlllCO • CRl,I 400 ldl 
Endereço: Resid. 
856 Porto 
R. Gel. Ponce - 
Murtinho Mt. 
i 
HAR0LDO MEDEIROS 
ADVOGADO 
OA ll - MT :183 
CPF 008-295870 
Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista - T 
Dra. Maria Aparecida Zanda Grella 
Cirurgiã : Dentista (CR0-387) 
OdontC'pediatrla· ·Prótese em g~râl - Raio X 
i "Consulta com hora marcada" ' 
Rua C'el. Juvêncio 225 • Jardim Mt 
Dr. João C. Palmieri 
1 • 
CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS . 
... 
a3u2: A4291 00910 M12.2913 &€O2L0, 42 
. ' ' 
1.
0 A290.233, %0983 33s)3€)a. a+3335 
Campo Grande 	Mato Grosso 
RUA 
J r□Rrn UUR!IIIHO 
coam, 
1mo • 6R03SO 
SERGIO ROBERTO PER3SI 
,. 	1 
. 
ADVOGADO 
ESCRITÓRIO 
(Ao lado da C:iretran) 
Bela Vista 
Rua 3 de Outubro 
Mato Grosso 
t/::: DR. GIL MARCOS SAUT ·: 
Advogado 
Rua len. Azamouja N.o 032 
OAB//Al 951 
- oomro - m 
DR. • JOSÉ BTllNDSIO NETO 
Advogado 
a 
Escritório: Av.- Duque de Caxias, 788 
Jardim • • - .. Mato Grosso 
, 
lnacio Ciuitte Melges 
,Cirurgião_: Dentist= 
C R O - 126 -- MT 
Atende-ae pelo INPS • lPEMAT - IPASE 
Rua Duque de Caxias - :IB9 
,Jardim • llT. 
t s, acabando por ·les 
cobrir no prazer um me 
o pelo qual conse!ue 
estar satisfeito por al 
uns instantes. Porém o 
uso Imoderado o leva d 
fiocicdudt;>. .:,aci:!do. ,, 
tédio u handnnn 1-f>U pi,- 
colerijo e e insta 
110'Uflll'Ol<• e!II <;(•U <·O 
ração. , PQl',JUJl'içilo ba­ 
te novamente à suas 
portas ja que não con 
i-eg-uiu euconfl'nr ') ca.­ 
mrnho qu ... bu,wa"a. Per 
de-+e nu imensft:tde de 
1<uas elucubra(:Õ1'8 tP,1 • 
atdo encontra la Pau­ 
latinamente, u:ia voz 
interior {a cocienela) 
fula-lhe o coração da 
necessidade de deixar 
Os DIaZeTeN e Is Coitas 
da vida p:ira de'içar-+e 
a a!go superior que ain­ 
da não conseguiu Iobri­ 
gar. mal( que senti> den­ 
tro de si com u:na cer­ 
ta iuq_ui..-taçiio. lfol"ugfa­ 
se em 2''"'1! interior. E 
quanto mais se dist,111- 
da das cartilhas do de­ 
sejo vai-se ampliando 
esse muurlo lntedor. A­ 
quela ausiedudP. que o 
dominava :rnt1:.s. 'JUacrlo 
tentava conquistar 11 
mundo já uáo ~ mai,; 
a razão de sua vida. 
tr&usl"ere par coisas 
abstratas eu desejo e 
com isso a puz vai pe­ 
netrando de'agariuho em 
seu <:er. a,;sim como uma 
névoa que penetra em 
u;na sala quandu a por- 
ta se abre. Já se sente 
maís aliviado, nüo tem 
mais os arrouboe por 
coisas que já não fazem 
p•lrte do :;eu "mocius-vi 
vendi". Libertou-s1::. A o 
se libertar descobre que 
a sua sonhada fe:lic!da­ 
de, está denti-o de ,;J. 
já não sent"l necessida~ 
de de bcsc-a-Ja 14 fora, 
enco!!trou-a tií o perto, 
estava tão facil a<• sen 
alcance, p1,rem qua.ntas 
âcres e lágrimas lhe 
custou para alcança-la. 
· - 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
Foi extraviado, os 
documentos da moto 
ruarca Yamaba tra.il 125. 
ano de. fabricação 1975 
n do motor .J.87-100777, 
cor vermelha. de proprie­ 
dade <je Arnmis G-alea­ 
no Branilão. Pu.bUcação 
que se faz para obten­ 
ção da 2!l Via.

ela i-ta 0 llú7/7h 
Sociedade 
LMICHORETE 
ORGUlHOSDMENTE 
CINELANDII 
ftPRESENTB 
BAILES 
Los Gluneors animaram com 
grnndr nl! de joveus que cumpurecerum 
p, mais um fim de semana· alegre. 
O GPR nbriu suas portas pura o lilo 
esperado Halle de .:i. João, onde grnnds n de as­ 
sociadcs se fez presente. Com pipocas, amendoins. 
quentão, fogueira etc ... , o GPR iniciou HUU'I f Psli­ 
vldndes junlua,;. a qual foi .. encerrada com o tra­ 
diolonal "casame11to caipira A logo apus um aul­ 
mucio baile, onde nüo .faltou: arar.., shot, cbuplm 
etc ... 
SOM 
uo CEB 
seu 
FESTAS 
Na Vila illlil!lr Cios Oficiais foi organizaria 
irn11cle fogueirn ., uma rlegn, quadrilha. onde a­ 
lia faltou. pura divertir 1:s apreciadores das festas 
juninus. 
Tambem nn E11.:!. ~lunicipnl Jarbvs Passa 
riaho, orn .;oi.> a Direção du clinn,nicu prof. Nilza 
rol realizaria uma Quermesse com müitus rliver-­ 
i;ões, oo<.te até quadrilha e fogueira uio ru lta• 
rnm. Apesar cio tempo que e s t a ' a 
pouco convidativo, os trbalhos de Nilza e sua 
... quipe de pr P e funciovarias, forum coroados de 
êxitos. 
ANIVERS-ARIOS 
Dia 216 - Jo Pleutin 
« 256 - Oclevnr Bur!wsa 
« » - Futima Sanches, 1ilha cio casal gto Ge- 
raldo e re. or residiudo em 'Tres Lugous. 
Dia 6- 15 os de Fntin.a Mari 
« :1 7 - Wilon G. Dutra (nosso tuacionario) 
« 25/6- O conereiunte Nilsun A. Araújo o po­ 
pular gaúcho. e 1-un irmã g-e:neu Vilma L. de Araü 
jo. resi:!ente em Sapueuia do :-ui - H.G.S. 
Dia 30 O6 15 anos ele Lucy Velsquez 
CASAMENTO 
Diu 26 pp. uniram-se em matrimonio o jovem ca­ 
sal Hlginn e Eniida, a voces uma vida-a-dois che­ 
ia de felicidades. 
NOIVADO 
C'oiocnu argolinhas na direita a jovem Denize 
Deltry. que atualmente reside em Ponta Porü. 
DESFILE ESTUDANTIL 
Silo grandes os preparativos dos Estudantes da Cily, 
para o Desfile no dia 20/7, comemorativo ao anl 
versário dn cidade. A expectatJVd é grande em 
torno das multas apresenwçõe:l que t1er/Io feitas 
pelas Escolas Estaduais e Muaklpals 
TEATRO 
Um trabalho que só terá Sucesrn, se feito com esf Pr­ 
ço de todo o elenco. Assistindo um ensaio, notei que 
as artistas da peça "Crescei nas não r,mltiplical" 
não falta eese el'plrito de (;Oluboração en, equipe 
Br~ve, ••• brflve estará seudo apresentado.. Vamos 
prestigiar. Teatro é Cullura. 
BAILE 
DEPUTIDO 
GJISJÍO MUllER 
JUSTIFICI - SE 
Sabacln dia 3 - Sensacional baile no Club Esp. 
bela vistense, animado pelo coujunto «Os ándalos 
vindos de Araçatuba. 
rcompnuhundo o conjuuto Tomny/.Jerry, que rla­ 
riln um Show, sábado no Cie São Cristovão e a noi­ 
te no Baile Será algo diferente, vamos prestigiar 
pois com a cbega,ta de muito estudantes em fé 
rias o ambiente l"Slurá animadiE>i:imo, 
CARTA À REçã@ 
O Prefeito Dr. Ru­ 
ben de Caeiro Pinto, re­ 
cebeu cio Deputado Fe­ 
deral Dr. Gastão Muller 
a seguinte correspoudeo­ 
cla justlflcuudo l:lUa au­ 
sQncla na lnstalaçllo do 
Governo do Estado ne­ 
ta cidade, nos dias 18, 
19 e 20 de Março último. 
Recebi, com ruull:, 
honra, o couvlte para 
estar presente às 1oleol• 
dades de lnstalação do 
Governo do Estado por 
alguns dia~. nessa pro­ 
gressista cidade. 
Infellzmentti, não me 
fof posslvel, estar preseo 
te. Faço votos que o a­ 
contecimento tenha tfdo 
real êxito, com grandes 
benefielos para Eela Vis 
ta e regl/Io geo-econo­ 
mica. 
.!uito obrigado pelo con 
vlte. 
Aqui, como sempre as 
ordens, atenciosamente, 
Deputado Gastão Muller 
DOCUMENTO 
PERDIDO 
IImo. Sr. 
DO. Diretur da Tribuna clcl FrootPira 
Bela Vista - MT 
Prezado ·r. 
l 
ConformeSV. SR'! Pode perceber do inclu- 
so , oc1.1me!lto: o r. odolfo Heiuz Host Ger­ 
iug nos enviou um levantamento de Rguie st 
s1a realrzado oeste muuicipio .ie Guia 
1 
ª tesde 
Laguna. MT. 	0pes Ia 
Desss levantamento. foi constata. . 
des reservas Petroliteras, a qual a$,,"" grun 
v a di nl "· 30licita.nos a 
• que divulgue neste respeitável jornal 
Certo de contar com a aten ã · 
aprov~ito 'Ío ensejo para renovar 
O 
ç O de V. S!! 
>ilta ccnsideração. 	~ V<1tos de 
Atenciosame,,tt' 
Ranolfo P_ereira da Silva _J 
Prefeito Municipal 
-- --- -...:_ . 
:--- ,~--- --------- ~- ~------~---~-. 
BREVEMENTE -EM JIIRDIM 
lei. CRIE.U JARDIHEAIr 
André RoDJelro: 
extra vlou seu Certlfka­ 
do dt propriedade o.o 
120 9.26, expedido em 
5/3/75 do veículo marca 
Yolkswagem Kombl. mo­ 
delo Perua. tipo camlone 
ta. C0!' azul, D.O CJB!lSÍ 
B - 305 7210 ano Fabrica· 
çãu 1963. Placx FE 0823, 
expedido pela Ciretrao 
de Guia Lopes da Lagu­ 
na. Publicação que se 
faz para obtenção da 
2.a via. 
• Venda mais seus 
Produtos anuncí 
ando na "Tribuna 
da Fronteira" 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2.00

Agricultura 
} •.. 1 j 
POSTO SDNTII CIITDRINll LTDI 
A berlo dia ,. 11ni1t· 
Aorrachuría -:-- Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: I ,a nchonele 	/ 
Jv<mlda Visconde de Taunay/Esquina Fiorlll ! 
no Peixoto 
Perto do Baneo do Brasil 
Gula Lopes da Laguna 
BB GIIRDNTE 
É ' 
Ml. 
cnsn BIUL 
de Leontina do Prado Fenelra 
Produtos alimenticios m geral, bebidas, ecos e molhado, 
h; tarias em geral 
nua 13 de junho 
Jardim 
%0 
~lato Grosso 
lRIBU!IA OA fROIH[IRA 
Funtludo t'ltl 2.5 I 02 / 7'! 
Redator -Chefe - ..:lvald,, /Jcrcir,1 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados não 
reprcscnturn o ponto de vistn ,lo jornul, podendo uté .=cr 
contrários n t'!llt!. AE- opini<le~ do Jornnl, nchntn·::.t• expre:,:;~oz,1 
nos Editorais e nos comentários não assinados" 
TR!ll NA DA FHO TEI HA é uma publicação la Empresa 
Grníicn Tribunn dn l'routéirn. • 
m. Kf. Ol.2DI m O:ll-!D llstl fSl. ll[i)ml-l 
Assinatura Anual 
Bela Vista 	CrS 100,00 
Demais Municipios CrS 120,0 O 
Redação, Administração e Oficina-- lua Duque de 
Cnx,ns s/n Cx. Postal :l3 - Bela Vista Mato Grosso 
O Banco tlu l-3ra8II tem 
recursos ulicieutes pa­ 
ru n,,anclar u aqui içilu 
ele -10 mil tmtore,; e ou­ 
tt•oi; lmplement'li- agri­ 
colas até n fírrnl do ano 
como clrsejarn oi- fahrl· 
entes desses equipe 
menutos, disse em ra­ 
silia o presidente do 
Banco, Angelo 'lamon 
de Sa. 
io ltio Grande do 
Sul, o presidente do >inu 
de Theobnld:, Amaral 
Lavagem - Lubrificação - Trcwa de· Últ>o 
Borracharia - Balanceamento d,· H:ida-. 
Rua Conde cl,. Porto ,lt>gre ,., 11 
Bela Vista 	la'o Grs+o 
O ponto do encontro da Socledad!! mvrtinhcnse 
Rua Dr. Correa 562 
Porto ~Iurtinho 
dicato de Maqui:s e 
Jmpl 1:Jf'11to,; ,g1ieola-. 
manifestou confiança nu 
m;J alt<'rnç:1o ela politka 
ele Crôdilo a partir de 
agosto, "porque nethu 
ma autoridacle 11cg-1l que 
deven1o aurg-ir 1111vlda­ 
cles t' refornn1Inçõ1:-,". 
O Presidente do 
Batuco do Brasil disse 
que o v::lor unitário dos 
tratorex e nr{tqulnas a­ 
ricolas gira em torno 
de ('rS ltJIJ mil. Corn 
base 11es ·e valor uoitó.­ 
:-io, pura flua,11:lar An 
mll mâquinns siio neees­ 
saríos CrS 4 llilhÕHS e 
esse montante é possi­ 
vel conseguir. 
8egu11d1) ,ug-elo Ca 1- 
mon de '{á SÔ
11lt>ílle l!O 
periodo janeiro-abril o 
Ba11co do Brasil fbau­ 
ciou a aqui içiln de 
43.697 trntore:s e outros 
irnplementos ag-l'lcol11!<, 
~plicando CrS 1.:l;i;'i ml- 
1hões 
Mesmo se queixan­ 
do de urn aperto no 
crédito o presidente do 
Sindicato de Mé quinas 
Agrícolas do Rio Gran­ 
de do Sul Eudes Anti­ 
eles Missio, disse nenhum 
iodu,;trial reduziu sua 
produção. Ao contrario 
todos e tão produzindo 
o.ais e alguns até do­ 
bram a produção. Ele 
espera maior facilidade 
de crétlito, na co icção 
de que " governo t!Vlta­ 
rá asfixfar o setor de 
máquinas agrícolas. 
COMEREI E CEREM 
" Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA. VISTA" 
Crescemo de Maos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistcn:-e 
Avenida Teodoro Sativa Perto ·da Ponte Internacional 
-------------- _-_-_-_-_-_-_·:._-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_·:_-_-_-_-_-_-_-_-_-:._-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_·:_-_-:._-_-_-_-_-_-_-_-_-_---- ------- 
TRilTOREST _- COMERCIO DE MAQUINAS E 
Adubos TAMOIO e inseticidas --- sementes selecionadas 
Ru3: Sebaslião Crispim do Rego 376 	Bela Vista fülo Grom .__ 	......:..:....;.;....;...._...:.... _ __,;;....__--;- 	-,- _ 
d» 
IGRIPORD L - DI.- 
Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas Adubos e Inseticidas 
Sementes Certificadas Representante Exclusivo TREFLAN 
Rua: Crispim do Rego 180 	Rela Vista Mato Grosso

É, POIS 
Pedro Pedreira 
Vnllou ~ companheiro dot-: INFOH­ 
MIES ESPECIAIS, nesta edição com "par­ 
eas" noticias, mas prometendo força 10- 
tal n próxima. Com a volta do titular 
dos INFORMES, o nosso É, POIS E.. 
volta no estilo "antigo'. As notiela re; 
gltunls serio prlmuzla dos INFURMUi, 
quanto no é pois ~ ... bem ... u Direção 
sabe o que faz. 
Em Cuiab, o rpresentante da ARE­ 
NA Belavistense no encontro com o 1 re­ 
sidente acional d ARENA, Francelino 
Pe1·eim. no sulio nobre du Assembléia, 
supnr Jot11do, com políllco11 do todo o 
Estndo, ufirmou o i,egulnte: "Hiilu Vista 
está Je parabéns. nós lançamos um can­ 
dlduto à deputado estadual. foi eleito; 
depois o lançamos deputdo federal 
foi eleito; e este homem será o futuro 
governad
1
or dr 1llat0 Grosso. Falamos nu 
Deputado UB/LOO HAREM, o muis vo-' 
tado no último pleito. Em Bela Vista ele 
Iniciou sua vida polltka''. O repreHt:n· 
tnnte da Arena? José Joaquim Ferrelrn 
Soutú. E dt>i? 
E, :E 
, Prdeltura ~lunlclpal de Be­ 
la Vista vem deuicancto especial aten­ 
ção uI, setor educr,cional. Recentumeute 
a ~lunlcipalldade co1,strulu nt Escola 
Jurbus Pussuriuho um pavilhão de<iicu­ 
do u merenda escolu1·; urna iniciativa 
pioneirr.. em todo o Estado. Interessante 
frisur, que no setor, muitas modUiC!iÇÕes 
foram efetudus, e uma delas, merece 
registro esptc!ul: . criuçil.v da Escola 
(e , rle • e O!icio1-, umu seara o nele ger­ 
mlmirilo os ímuros artiíices e urtistns 
belavistenses. E urna iniciativa digna de 
respeito e ele toao oapoio da comunidade. 
E) ?E 
, 
E ... 
lRIBUNI 
OI FRONTEIRA 
"Orgão Independente 
- ..,	u776 N !I7 
Ano V- Bela Vi ·ta -· .I l'. 
Beg-undo lnformaçõeR do pref. 
Huben de Castro Pinto, brevemente +e­ 
rá expandido o serviço de energia elétri 
ca à dlvorsoR balrrotl belavlslt:!nRcB. De 
inicio, os bairro que receberão estes 
bencricioR serão: Antonio ,João, Alto da 
Cancha VILI OVA. 
Falando na Energln (elétrica, 
bem entendido) ela melhorou multo e a 
encampação do Serviço Municipal. de E­ 
nergia Elétrica pela ·cemat não vai d_e­ 
roorur multo. O diretor da Cemat afir­ 
mou ao pref. de Bela Vista que "mais 
d,ils mot11res serão envlndos à nossa cl· 
dade e haverá-uma modernização geral 
da atual rede. 
E a en~rgia (psíquica, de 
trabalho) dos homens que lhlam com o 
comércio e a industria belavisten e anda 
prrcisaodo de uma "nova carga··. O im­ 
portante no momento é trabalhar com 
ré, otlmh!mo, pois, "as circunsldnc1as exI­ 
gem grande (orça de vontade, mus, o 
que é certo, a situação tende a melhorar. 
Fé minha gente, Fé ... 
Em Guia Lopes da Laguna co­ 
meta-se u po sibilidade de lançar o 
uome de José Freire a vice-prefeito nas 
próximas eleições. Existt> um "grupo'' 
de politicos ru vora veis a candidatura. 
1· momeu_to nada há de concreto, ape­ 
nas conjunturas inerentes a qualquer 
rase politicu. Agor&: que o rapaz é bom 
c:.indirlato Pão resta a menor dúvi a. 
Brevemente será inaugurado em 
Jardin,. a Edilt,r:1 Correio ,lar,1i111•1tst> 
dedicada a impressão de livros, revis­ 
ta:;,, tmprt>ssus e o mals imµortautc:-: 1;1u 
jornal ~en•auúrio que circulará em tod,l 
a regiilo. O jornal está sendo 11101,tamlo 
e sera inaugurado o mes de .gosto 
próximo. 
Quanto a nossa Tribuna, vai de 
Yento em popa. Estaml:S aguardando a 
chegada de mas uma m±quina impres­ 
soru plana para editar um jornal iuior 
E :'llelhor. A Tribuua é um p&trimonio <IP 
um povo e este povo está culaburandu 
para o seu crescimento ... 
J Ei 
Estilo sondo assentadas pela Prefei­ 
tura Munieipl as bases para a-s Recepto­ 
toras e Transmissoras da Telemat. A liga­ 
ção energetica. para as bases cUSlará 
uos cofres da prefeitura a importauda de 
:!0.000.P0 . O pi.ano para estllS ligações 
já foi eluborado pela CEMAT e breve­ 
mente tudo estará soluciouado. Telefone 
iuh:rurbauu. energia elétrica farta, estra­ 
das, culçume11tos. tudo vira a seu devi­ 
do tempo ... 
E ?E! 
ri11da Gub Lopes: e, jornal Cor­ 
reio Jardinf'n~e circulará tumbem na. 
progressista cidade-histórica. O prefeito 
ianolfo Pereir: da ilva hipotecou sua 
solidariedade ao lançamento de o Cor­ 
reio. 
E ::E 
. . . Em Jardim o povão comenta. o 
eqmhbr10 dos candidatos a prefeito mu­ 
ieipal. ão Cinco Nomes que disputa­ 
rao a prefneucm dos eleitores. Até 
0 
pr?sente momento, sPgunct·o cómeutário·· 
a referencia do eleitorado está dividid: 
eutre Ct,rlos ilcdeiros (i101:3) e Alcides 
Flores (Arena) 
X 2EL- 
. Falando no Alcides. e popular 
l:idoca, _ele merece todo o carinho da 
população jrdinense pela maneira que 
sempe tratou os bumüdes e menos favo­ 
recidos pela sorte, no exercício de su 
profissão. • · a 
i E?E 
--.....,..... 
E o nosso particular amigo Carlos 
lledetros, pohtlco mnuente, vive Jardi 
dorme e acorda pensando no tutu+"{ 
Cidade Caçula. O páreo 1 vai ser • 
ro .•. duro rutsruo minha gente. 
De reto 
e,. 11176 _ de 01/07176 
Dr. Ruben Albert() Abbott de Cas­ 
tro Pinto Prefeito ~luaiclpul t.le Bclu 
Vista, Estado de Mato Grosso. usnn- 
do das uas atribuições legais, 
Decreta 
Artigo 1%- A Comissão do Mobral 
c!e Bela Vista, ficará constltuldà pelos 
seguintes membros. 
Preslde,,te: Enll Pereira de Souza 
Epede: Adão Carlos Batista 
Emobe: Adão Carlos Batista 
Erape: Ch1u<1lonor Rodrigues 
Aproe: Gl"rla Loureiro Battllanl 
Ecult: Slrla Guedes Con-ea 
Erafe: José Penzo, Ensug: Edil Tereza 
de Souza. Pontes, 'esec: Marie, E. Mamed. 
Artigo 2.° Este decreto entrará em 
vigor na dai.a de sua publicação revo 
gadas as disposições em contrario. 
7 Prefeitura :lunlcipal de Bela Vlsta- 
Ot de julho ele 197ll. 
Dr. Ruben Alberto .. A de Castro 
Piuto 
Prefeito M uniclpal 
José Rnrros 
ecret. Administrativo 
Melhoram as perspectivas de 76 
P / Mário Henrique Slmonsem, <ÂC. da (Jaz. 
Não foram pouco o brasileiros que 
começaram esl.é ano de 1976 envoll111 
numa densa atmoafera de pesslmisn::e,. 
e_robora nenhum iudicador objetivo auto­ 
rIza-se esse estado de esprito. 
Tambem ão ão poucos que se encon­ 
tram numa poradoxul frlitude achando 
que o conjuntooúo país V>ti 'mal mas 
que seu negócio vai bem. ' 
'a realidade, atravessamos 11inda u­ 
ma _fase rle adaptação ao choque trau­ 
máttco que nos foi causado pelo novo 
_preço do petróleo. Mas a verdade é que 
estamos _pagando a cr;se em prestações 
suaves. 'I emos a curto prazo amplas n­ 
portunidades de substituir as importaçãe 
e assim, não apenas contribuir para o 
equilibrio no balanço de paaamentos co 
mo aceln·ar o crescimento ~acional 
_ O desempenho das 
exportações doravante excederá 
as e x p e c ta t ! v a s. A inflação a­ 
pos urna rase de- acidentalidade. tende a 
emagrecer. O nível de emprego prosse­ 
gue extremamente alto não havendo 
Pots, qualquer fundamento de temores 
mais graves quanto • 
ã d - . a sua sustentação e 
o pro~•rio crl::scimento economico. 
di,_'3 credores externos continuam 
"}"Pado uma total coutanca ao ra 
'á#.,"; Pro«encitas ã soei 
vem adotando.que 
O 
!l'Overno Hrosileiro 
Recentemente, L . 
um ministo brit" . em ond.res. um 
como um a..{"?}" classificou o Brasil 
muita questão d h virtuoso e fazemos 
Quando e o_nrar essa reputação. 
este a.no dilic· estivermos encerrando 
miio mais ~? r@rvrvéí que iaj4 
de desânimo. oes e otimismo do que 
1-.tancbete