l•UNDADOB E DIHEI'OH HESPONSÁVEL - IVALDO PEHEIHA 
·A mesma únsiu de purticipaçilo que moveu a 'Tri­ 
buna" nos primeiros números impressos nu grn­ 
fica de o CORREIO do Povo (aproveitamos para 
parabenizar o conrracle Fernando Snlcfonha pela 
implaotaçüo do Sistema OF-SET) continua ar­ 
dente na clrnmu íntima de nossu missão; a de bem 
informar o leitor. No dia 20 de Julho de Hl7-l 
inauguramos o nosso parquc gráfico e iniciamos a 
escalada' rumo a emancip:içiio. Hoje, 20 de ,Julho 
de 197ü, planejamos novas invesliclils no setor 
gráfico e editorial, numa harmonia de li-abullJu 
e de confiança nos destinos da Princesa do pa 
Com a posse do dr. Ruben Abott de Castro,' 
Pinto, nasceu umn nova esperança que o tempo 
se encarregou de tornar reulidulle. Algumas 
arestas surgiram, PI'Óprios de homens livres e 
idéias diferentes, mus eoru o mesmos propósitos 
o de. colaborar ativamente para o crescimento 
de Bela Vista; sem que com isso 01·,idás amos 
o papel principal da impren a responsavel e li­ 
vre: o de informar sem partidarismos. As relo­ 
ções da TF com o Executivo beluvistense süo 
as melhores passiveis, o clima de respeito mu- 
1 
tua existe acima das maledicencias de muitos 
que almejam ver o ·'circo p,egar 1·ogo'' só pa­ 
ra assistir o incendio ele camarote··. Esperamos 
que a fogueira surja na mente de Ctlda individuo 
• e se transforme numa motivação a serviço do 
1 
progresso <lo ilunicipio. Hoje, Bela N'ista encon- 
1 
ti-a-s" eugalanada para comemorar o seu 5Sº a­ 
niversario de Em!lncipaçi-Lo Poiitica. Aprov"ilu.- 
m_os pura saudar efusivamente o distiuto homem 
publico Ruben Abotl de Castro Pmto nao so pe­ 
lo muito que tem feito em prol do "verdadeiro 
despertar de Bela Vista" mas pela maneira dig­ 
na e sincera de seu relacioúamento C<•m a im­ 
prensa. que no mc.,mento nada o a.bsorve mais do 
que a missão que lhe foi confiuda Prefellut·a ~lum­ 
cipal - e receba, mais uma vez nobre amigo, o 
apoio incondicional da Tribuna, pois sabemos que 
nossos ideais coadumm, o de ver uma Bela Vis­ 
ta melhor. 
Fe!icitaçõ2s senhor Pl·efeito, extensivas à sua 
senhora, Dona Clotilde de Castro Pinto pela dedi­ 
cação em pról do ensino be!avistense. 
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P.1ra.bc11izo o lnborios-o povo 
b!:'lavistense pela passa­ 
gem do 38.o auiversõ.rio 
de e{llauclpaçilo politica : 
do município. Aproveito 
da oportunidade pura re 
novar minba fé no ho­ 
mem fronteiriço, que es­ 
creve com letras maiús­ 
culus a história de ~ua 
terra e d~ soa gente. Aqui, 
o sentimento de brasilida­ 
de toca fundo os cora­ 
ções, e aqui, todos de­ 
vem buscar novos alen­ 
tos de espera:,ça e de 
patriotismo. 
Parabens Ri-h Vista 
Deputado tfüaldo Rarem 
·, 
, i 
:, 
1 
Documento 
Perdido 
O Sr. Odilon ilurce­ 
los Penzo extraviou seus 
documentos: Carteiru de 
~locarista nº 24777. proa 
tuãrio nº 5919S e Cartei- 
ra de Identidade nº 
91332. expedidos em 
Ponta Por MT. 
Publicação que se 
faz para obtenço da 
-,n via 
Bala Vista. 170776 
Preço deste 
Exemplar 
CrS 2,00 
Rdif1caçüo 
o artigo Prte«li 
no em Cui±hu o!e es­ 
tá arrebentou na tereeira 
e iua, lia- se; deb! 
to! e ! qual ·riu,a 
or:de e'á Aaiüu. ria­ 
se 1aslha. 
''A :i::i;:So cspt.CJ 
que cada uni v++,ru 
o swv dever . 
'jemo: mine:1 
tos e trabalho; de nes­ 
a tu±uagio dependerá 
o iuturo do Brasil Se 
cata brasileio se cOns­ 
cieizar disso. o d>s­ 
[ett ·r do rasil ct:rcia 
chogcr..í mois c::do. 
Gil-o Si!va Santo­ 
Auicc!.o ,'dair 
icgyb Hazire 
Vil:-o.a G. Outra 
Luiz Carlos Ded 
WV!demir Goncalve­ 
Leio E-coar 
(ri to,·ão Il.1rnos 
Eder Ribeiro 
Vera Dutra 
<cFun.cioncrrios 
da 
TRIBUNA» 
. . 
Turimat: Coun•nio 
com a Prefeüura de r.:~­ 
la Vista - Vindo r:le Cu ia­ 
bá. esteve nesta Cià:ide " 
Sr. Antonio G.C.ílernardi­ 
nc, assessor de Turismo. 
que trouxe o convenio 
entre a Turirnat. Er:i­ 
bratur e, a Prefeitura de 
Bela Vii:;ta, o qua! fel 
as31nado pelo Prefeito 
Ruoeu de C11stro Pinto.

Mensagem 
------------------------ ------------- 
A Igreja atista de 
Bel:.i Vhita courrrntula-se 
com a sua cidade, pelo 
ll'llllfiCUi'bO <lo seu 56° 
nulver.;ário de emanei- 
paçüo, fazcnclo votos pP­ 
la suu prosperidade, eu 
futuro hril!Jaule, IJob a 
providência tle Deus. 
Que irmanados todos 
no mesmo ideal façamos 
de ela Vista a cidade 
varonil, cbel:l de amor, 
uuil1o o que sobre-tudo, 
Deus possa vigia-la., e 
guardá-la de lodos o 
perigo!-'. 
Nesta oportunidade 
temus o. alegria ll subida 
honra, em convidar a 
Mas o conto que neste canto eu conto, não 
6 neuhum "co11to do Vigário". Conto neste cau­ 
to o conto da verdade. 
Paru lerubrJ.r-lbe algumatl coisas importantes. 
Por exemplo: que a Imprensa - o Jornal - é 
umn dos meios de comunicaçiío .social de que a 
religião nío pode prescindir. 'Tem jornul na ci­ 
dade Graças a Deus. Que sirva também pra 
semearmos algumas sementes. Sementes das quais 
a!umas "cairão em terra pedregcsa ou uo meio 
tios e.~pinlleirvis, 0u à beira do caminho". E não 
iuüo nadu. Mas outras cairão em terra boa". 
foi ns~irn clestlc o começo foi o próprio 
Cristo que:n disse. 
ümu oulm coit1a a lembrai:. Você n,leu em 
easa O folheto "DEUS CONO~CO,,? Não deu tem­ 
po ai::.du? Ofaa que lss,, é um côstume muito 
bom, que fará de voce tumbem utn homen hom. 
E Fe Yocê .ó. é bom? Eutü.o riciuú melhor. 
:llus tem a bistóri1:1 daquele qu~ disse que 
"amur demais. ser um bom rapaz foi o meu mal". 
Mlls it1s0 é 011da. Não vá no conto dele, 
que nen ele mesmo acredita nisso. 
E voltando ao !o!hcto. Na hora da "vivêucla" 
ele sugeria 2 pontos: Primeiro, dar mais vdor à 
palavra de Deus, ouvindo-a, lendo etc. E segun­ 
do, levar essa palavra uos outros. Como? Ori­ 
entando os filhos pelo Evangelho - dando um pou­ 
co do seu tempo Dhra a catequei;e em qualquer 
de suas formas (Curso de noivos, de batismo etc) 
lançando urna semente de cristianismo nos am­ 
bientes que você frequeuta. Falando francamen­ 
te, você está fazendo isso? 
Aliás, todâ a Liturgia du Domingo passado 
tinha um sentido só. um sentido de uma impor­ 
tância Iunda!1lerital. Era aquele grito de São Pau­ 
lo que àeve ser de cada pessoa batizada. "Ai 
de mim se nüo Evangelizar". 
Nesse ponto. para que ainda tenha alguma 
dúviclu, vai me.is urna palavra do mestre. '·Quem 
me confessar diante do homens tambem eu o 
confessarei diante do pa'. 
todos os belavistenses, 
autoridades, e o povo 
em peral. para assisti­ 
rem hoje, dia 20. um Cul­ 
to Cnutuclo, corn lulciu 
pro isto pura us 10 ll1<, 
como modesta cuntrl!Jui­ 
ção da Igreja. nas pro­ 
gruIações oficiais do 
aniversário da nossa el­ 
dade. Cotamos com a 
presença de todos. 
Parabens ela Vista! 
Parubens Prefeito 
Caatro Pinto! 
David B. de Oliveira 
Documento 
Perdido 
O Sr. Odilon [3urce­ 
los Ponzo extraviou seu~ 
documentos: Carteira de 
lIotorista n!l 2-1777, pron 
tuário n!! 69198 e Cartei- 
ra de Identidade n" 
!l1332. expedidos em 
Ponta Porã ;IT. .,; 
Publicação que se 
faz para obtenção da 
2° via 
Bda Vista. 11/07,íô 
Comércio de Máquinas e Implementos Agrícolas 
"O que importa não é o que se tem, mas o 
que se dá ('I'ratorest dá condições ao agricultor para 
fazer desta terra uma seura de ouro) Não s o que se 
sab~, roas o que se E>osina (Tratorest ensina que 
08 
cnmmhos do futuro, a solução para os problemas que 
assolam a humanidade podem ser resolvidos pela 
Agn_cultura) nuo e o que se pode fazer, mas o que se 
fez (TRATOREST Iêz, está fazendo e muito ainda fará 
pelo lvoreiro, pela indústria agrícola, pelo Esl d 
1 
'1 . . . 	a o, 
pe o t, un1c1pio e pela Pátria). 
TRATOREST: Rua Seboio Crispiu do Rego

Dela Vi»tu 20/07/76 
Erros de Imprensa 
ERROS DE IMPRENSA 
Hadir Cianem 
Transcrito da Folha de Londrina (16-5-76) 
Há anos passados, -l 
lustre colunista da Folha 
de Londrinu publicou 
uma série de excelen­ 
tes artigos sobre temas 
blbllcos. Um deles versa 
va sobre os Salmos de 
Ouvi e tinha por titulo 
«O Salmo Imortal». 
A Folha estava ain­ 
ela na era do linotipo, e 
o linotipista, num cochi­ 
lo desastrado, uo invés 
de salmo imortal, com- 
pOs «O Salmo Imoral». 
O autor ficou profunda­ 
mente agastado e, no ar 
ligo seguinte, verberou 
contra o descaso do lino 
tipista, em um tema de 
tamanha relevância his­ 
tórica e literária. Desne 
cessária a explicação e 
sem razão a mágoa do 
arllculista. Afinal, todos 
os leitores haviam perce 
bido que BP tratava de 
um Salmo Imortal e não 
Imoral, por se tratar do 
Rei Davi e, também, pe­ 
la seriedade e categoria 
de quem assinava o ar­ 
tigo. 
Estes cochllos ocor­ 
rem, frequentemente, pa­ 
ra desapontamento das 
pobres vítimas que as­ 
sinam a matéria da co­ 
luna, mas acabam no a­ 
nedotário da imprensa. 
N6s mesmos, em 
nossas cronicas temos 
sofrido também os aza­ 
res de alguns despauté- 
rios. 
Pior tem acontecido 
com outros. 
Contam que no tem­ 
po do estado Novo, o in­ 
terventor federal da 
Bahia tomou a delibe- 
Aberto dia e noite 
Borracharia Lubrificantes Diesel Gasolina 
Anexo: Lanchonete 
Avenida Visconde de Taunay/Esquina Floria 
no Peixoto 
Perto do Banco do Brasil 
Guia Lopes da Laguna 	ilt. 
Rua 
MEL 
de Leontina do Prado Ferreira 
ProdutQs aituenticios r,m geral, bcbiclns, secos e molhados 
la.tarius em geral 
13 de junho 
Jardim 	Mato Grosso 
rução de ir ao interior 
Inaugurar nm posto de 
saúde. No regime esta- 
1loaovisl!l a rnlha funclo­ 
nava para valer: o DlP 
e a Policia Polltlca não 
davam trégua. A bajula­ 
çáo ern u tonica oficina­ 
lizndu e qualquer tipo 
de contestação dava ca­ 
deia irremediavel. lJm 
jovem médico pleiteava 
norneuçãp para o posto 
e procurou, por todos 
os meios colocar-se em 
evidencia perante os ho­ 
mens do governo prese­ 
tes na cidade. Alí se reu­ 
niram lambem, os pre­ 
feitos dna região postu­ 
lando beneficios para os 
seus municlplos. l1as o 
interventor teceu, peran­ 
te eles, uma série de 
considerações quanto à 
priorlda:ie das rodovias 
sobre quaisquer das de­ 
mais reivindicações for­ 
muladas. O jovem médi­ 
co pegou a deixa e es­ 
creveu, sobre o discur ·o 
do interventor, um arti­ 
go altamente elogioso, a 
que deu por titulo "A 
solução é esta". Mandou 
oublica-lo no semanat·io 
da localidade, recomen­ 
dando muito que o co­ 
locassem na primeira pá­ 
gina e com destaque. 
Mas o tipógrafo de- 
satinado ao invés de 
imprimir "A so- 
lução é esta", imprimiu 
A solução é besta". O 
médico, boje clínico pro­ 
vecto e afumado, ficou 
furibundo. Correu à re­ 
dação du gaztlta, esbra­ 
vejou e exigiu a publí­ 
cação de uma errata, 
com muito destaque, pa 
ra salvaguardar a sua 
reputação de escritor e 
candidato a chefe do 
posto de sáude. Ficou 
tudo combinado. e no 
domingo subsequente, 
quando o novo numero 
do jornal circulou, a er­ 
rata apareceu estaropaJa 
em letras bem grandes 
na primeira página e di­ 
zia: "No artigo do dr. 
Lucas, sobre o discurso 
do sr. Interventor, onde 
se lê "A solução é besta" 
leia-se ·'A solução é ... •• 
- Caros leitores, não 
posso produzir o pala­ 
vrão que saiu impresso 
na errata; tão sujo que 
se torna incompativel 
com a delicadeza da 
crooir.a. 0s próprics cro­ 
nistas do espisódio de 
Carnbronne nün seriam 
capazes, talvez, de repro 
duzir em coluna de jor­ 
nal, a sujeira horrorosa 
que o impiedoso tipógm 
fo deixou gravado na 
memuravel errata. 
Não raro, porém. o 
cochilo de um impressor 
pode redundar na expres­ 
são mais bela de uma 
frase, no mais fino lavor 
de um verso. 
O semanario ·O 
Sertilo", de Lençois, du­ 
rante muitos anos, maan­ 
teve uma coluna cbara­ 
distica, na qual colabo­ 
rava a fins flor da juven­ 
tude estudiosa da região 
A me iro Salles, José 
David Alves, João d'Es­ 
quivel Ganem, João Pina, 
. dentre outros. Carla um 
deles catnva, nos dicio­ 
narios especializados, as 
chaves mais raras, para 
RELOJOARIA, EAMO 
de A. F. Melo 
Consertos de ,elogios em geral 
Relogios de ponto perímetro - olímetro 
Velocímetro Colunas 
"icicncia e responsabilidade a serviço do cliente' 
Rua Marechal Rondon - 513 - Jardim Mt 
PosTe se CRISToVÃO 
f 
de Theobaldo Amaral 
Lavagem - Lubrificação - Troca de Óleo 
Borracharia - Balanceamento de ·Rodas 
Rua Conde de Porto Alegre s/n 
Bela Vista 	Mato Grosso 
deixar atônitos e deso­ 
rientados os demuis con­ 
correntes. Mesclavam a 
amabilidade com a Iro• 
nia, fina, mas impiedosa. 
Em meios aos emb:.i­ 
tes. Amsríno dedicou a 
João Piou esta cburadu: 
«De puro tecido ri'! 
veste um reJ» - 2 e l ( 
Solução: Meroveu). 
O tipógrafo, ao Invés 
de duas e uma, imprimiu 
duas e duas. 
João Pina, apesar 
do cochilo, matou a cha 
rada. Mas re pondeu com 
mord::.cldade: «Ao .meri 
no, que, por um cochllo, 
atrbuiu quatro silabas a 
Meraveu», e, com a de­ 
dicatória, a charada: 
«E dificil um justo udoen 
tado 1 e 1 (Solução: 
malsão). 
Mas o tipógrio come 
teu outra cincada. pois 
em lugar de dl!icil, im­ 
primiu déficil. 
Amerino, extrema­ 
mente vaidoso, perdoou 
a emenda. Assumiu a res 
ponsabilidade pelo cochi­ 
lo que lhe fora atribui­ 
do, mas revidou com ou 
tra seta ervenenada. 
«Meroveu com qua­ 
tro sílabas, 
Foi cochilo do escri­ 
tor; 
E «deficilmente» con­ 
fere. 
Na opinião d o se­ 
nhor? - 2 e 1 ( olução: 
penada). 
Lindo, sem dúvida. 
O mesmo ttpógrafo que 
escangalha um texto po­ 
de também ser causador 
de uma obra prima. 
Venda mais seus 
produtos anunci 
ando na "Tribuna 
da Fronteira" 
IGRIPORi LTDD. 
Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas Adubos e Inseticidas 
Sementes Certificadas Representante Exclusivo TREFLAN 
t 
Rua: Crispim do Rego 180 
Rela Vista Mato Grosso

lida  Í•tn '1.0/07/ih 
----------- 
Revolução 
Antigo Comandante «h• ílnterin 155111 
do ·Grupo _Panasco Alie em operações de guer 
ru nu ltalrn, paru un<lc foi muito jovem a,n,lu. 
como Cnpilào comis,ionu<lo. o autor ,lo prcH'lll<' 
nrtii:o foi, po,teriormentc, nprrciu<lo In,trutur 
(Cu11111ndu11te ,lt, Uu11·rin) <ln eademia Militar 
das Agulhas Negras. Muito admirado e estimado 
pelos Cndctt·•, cru um pnilriio de rigor e justiça e, 
1wssa função importuntc d,• preparar ~crnçõt·• ,lt, 
futuros Chefes, teve, entre FCUF- uuxilrnn·~, o cn· 
tà<> Tenente Jarhas l'u,sarinhu. 
O General Hélio Lemo,, foi com·idado 
por "Letra!< cm Marchn" pnrn coluhornr ne,tu 
c,liçilo especial porque integra o quadro daquele 
que, indiscutivelmente, mais se destacaram no 
prq,uro, nu cclosio e 1111 lutu pcln monutcnç:)o 
,lo• itlcnis rcvulocionurios de 31 de março de 
1961. 
Pertencente à famosa Turma de o 
vcmhro ,le 1937. <JUC tantos e tito hom Chcfrs 
~•·rou sob a égide do Marechal Mascarenhas de 
,,tomes. o venerai Hélio Lemos comonclou, 
com II i t i cl a e i,n cjn"cl profidêncin~ a 
Artilharia Di,ision/1ria ,ln 3.n Di,is5o rlc Exhci 
cit", com p:mulu cm Cruz Alto (HS). ~ln-. o pon 
to ulto 1le ,cu Gcncrnluto parcc,· ter ,ido a Chc 
fiu cio C,·ntro de Üorumrntuçilo do Exército. 011 
de imprimiu u c,se n11w! 6q:ào clinâmica ele tol 
porte que dt.•u conhc•·imt'nto <lc ~ua imporlâncin 
e con,éqlic.·ntt· rt•~peiro, a tudo o exército: i-ub o. 
•Un Chdin. o C Doe. Ex., até t ntlo incolor. ino 
tloro e int-ípido, mlquiriu ns l'OnlClérÍftic..,s Uc111 
11ítidus e furo,; do 0.11 de ultu importânriu ["'rJ 
um Exército n,odcrno - umn , cz que jú nào H! 
t•ntetu.h· umn forc;n Armntla qut" nào Sl' preocupe 
com a constante descoberta, guarda e pesquisa de 
H'U pn'-"'.ulo. • 
, Transfr, cncin do Gcncrnl Hélio Lc 
1no._ pnr-~ n Hc:-ena. por força de dispositivo lc 
al, interrompe o monumental trabalho que ali 
clé t.lc:-cn't,lvin, no duminií' de ~un maior pu 
jall'.:l fi~ica C mental. ' 
"Hecolhc-se o Hupusu Prnt,·n<la". 
Sempre foi dito e repetido que o objc 
ti,o principal clu Hc,olu~iiu ,li: :n de março cr-.1 o 
De-envolvimento do Orn:--il. t•mbora nR nçõc:- ini 
ciai~ tcnhn111 ~ido rcnliz.ru.lu~ conlr:t u ~uln·crl'-àO e 
u corrup·:lo. 
Mas, é necessário acrescentar que o ob 
jcth·o princir,nl não é simplesmente, o Jcsenvol 
vimento mas, sim, o Desenvolvimento Equilibra 
tlo. em todos os campos tio Poder Nacional e ade 
quadamente tratado com n ~egurança Nt!ccs:;ária. 
O De,t't1'ol'imcnto Equilibrado inclui 
também, como finnlitlndc prcpon<lcrnnlc, o Desen 
'ovimenlo ocial, que compreende a pr(lntoção 
do Dcm-E•tnr cio Ilon,cm Brasileiro. Este é o 
aspcctl' fundamental que define o Modelo de 
Dc~cnvolvinn·nto 'uc Y~lll sendo perseguido pc 
la Revolução d.- J de Março de 1% I, isto é: A 
Democracia Social Brasileira. 
Pura n1clhor l"Jtructedzarrnoc: t"!-1'-t" mo 
<l,•lo, poderíamos esclarecer qu nào seriam ad 
rnitidnE-, nor ex., medidas de desen ulví1nento uo 
campo ,·éonõmico, ,1uc embora contrihuinclo para 
t•11ric1uccimenlo <la~ r-m{1n·~a:1-, não rci-ultt•1u na 
necessária Distribuição e Hen<lu, au homen lira 
sileiro. 
Para ajudarmos a implantação cles
0
e 
~!odeio Socinl é importante <JUt· tenhamo• be111 
l
iretente qu,• o espírito individualista, gerado pe 
o liberulis1J1,> ut6pico ,. pelo capitalismo liberal, 
,. o cspirito r,u!icalistu !!l•ra<lo pelo, cxtri,mismos 
,!e esquerda ou direita, coles uliaclos <lo rntulita 
s;i~mo b11ro<·rático, ,·t'1n cedendo lug:ar a umn til) 
,·., filosofia de vida. Filo,;ofia c••a mui, consen 
tãnca com o caráter do Homem, colocado na tn 
ra pela vontade de Di,u~, que lhe <lo,,u o Livre 
Arbítrio, precioso pntrimíinio do e,plrito, atribulo 
inulienÚ'cl de sua mente. que us i<leolo;.:ias ex6ti 
cas tentarn dc;truir pela vio!i'ncia hrutal. p/ do 
miná-lo, e assim, é, só assim, conseguirem extin 
guir do munt.lo 3 prátie:.1 da verdadeira demora 
eia. Isto por<fUC jumais porlcrá ha, cr clt>mocracia 
sem o devido respeito à <ligni<lu<le Ja pessoa lrn 
mano. 
e procurnrznos alinhar alguns pensa 
111C"n(oS que balizem ou carnctcrizcn1 o marcha da 
Hcvoluçilo de .'ll de mnrço - .'.IIJ!Ull• deles jú in 
corporudos ao Modelo Politico Urn,ilciro e outros 
uindo por ela perseguido repetiríamos os e 
guintes' 
- A Legitimidade do E,tndo Dcmocrá 
tico 13rusilciro é (·ss.-ncial à sua própria força. 
O E,tado deve ser sufiricntt.'111entc for· 
te para fazer-se respeitado, mediante o nplica 
ção de leis atlcquatla, a <lcfo a ,la, imtituiçõc,, 
purticulnrmt·ntc daquelas que 'Ísum n itnpeclir a 
atuação de subversivos que tentem destruir a 
naçilo brn,ilciru. 
0• üircito,; e a,; Libcr<ludes 1111.livi<lu 
ais devem ser cuhi'ac.los e re:-:pcitn<lo~ para que 
E-t! não <·aminhe para o totalitarismo .. 
- A Igualdade de Ouortunidn<le; <le,·e 
ser obj,•10 ele prcocupaç~o permanente <li, todos 
os cidadãos. 
- A Tecnocracia e a Tccnolo"ia não de 
'Ctn rcpn:,cntur um fint cnt si mesmas, nem 
tr::1n:iÍormare1n·5e cru i<lt~olo;.!in, ma..; conHituircm 
upcn:i,, in!itru1ncntos <lo dc::-cnvolviruento. 
- A lnformação nà<> <l~,·e <livul"ar a 
Desinformação ou Meia V cnlade isto é. não Íiode 
deturpar us vt:rdudcs política$~ sociui~, cconôtni 
cas, estatísticas. fiscais internacionais etc., para 
nào cau,.'.ll' pre1u1zos no dcscnvoh-imento cquili 
brado. 
- Prom,,ção <ln ·cre!lcimc-nto t•conôtnico 
npeuas Pdo Cre~cimt:nto cnt si, não intere!"~n no 
hon,cm bra:::ileiro. Por esse motivo é que não t: 
1
n1fírit.'nt<• u p11blil'uç:1o do; ,alon• rio l'.'iB (Pm 
duto iacional Uruco); t! imprescindível tambem 
'!'"' e avalie e divulgue, os valores do l' L (Pro 
duto Nacional Liquido) i-to é aquele- fetiamen 
ce di,tri)midos ao homem ,It, forma d,rt'IJ ou Ili 
<lirt>ta, , i-nndo uo uumruto <le suu renrfa pe,.oal 
ou de bem estar social. 
., Produção ,lc l.leu, <leve vi-ar n atender 
ás ju-tas necessidades do homem corretamente es 
,:oimadas tio supérfluo• par-J e, itar o de•p•·nlicio• 
ÍnPrt'nte a:- e-oc1cclade:-, de con-.urno, o que s,)111cu• 
te d,,," intere<,ar ao lucro i111:•crupulo,o e a cor• 
rupçao. 
A Ilabitaçüo, u .s,i,tê111·ia n Sa(1de, a Edu<·a· 
çào e o cmprc:,:o, coin ~al:lrios co1npatheit-, «levcru 
ser objetivos perseguidos com insistencia, visando 
a renlizar a ju,tJçn social e a atender a, a~piraçiíe, 
de todo, o➔ddadiios. 
-A Alimcntaçiio de crianças e de familiai 
marginalizadas deve requerer a ajuda urgente e 
cun,tante do Estado. 
-A Administração da Grande Empre•a de,e 
e-Lar li::a<la ao intnc,-c nacional, cabendo ao E-­ 
tado_ a orit'nlação. de cal forma que ela pa-se a 
1o.crv1r, realrnenre, a con1unidude brm-ilcira. ~ohrt'· 
tuJo no campo social, paralelamente no Ft:U pro­ 
:.:.re:-l'IO e enru1ucc1mt-nto. 
-A• Empre,as de lédio " pequeno porte 
d ... vem prosperar em Fetor pr6prio, livri, da con· 
correncia com a grande empresa, sendo, para e-e 
fim, orientadas paru o atPndimenlo das pequt:na< 
encon1encJnF1 e de cJu(ros ~etores de consurno, que 
lhes Ft:jnm compen,adorc•. 
-Todas as empr.-,a, dev,·m t>xcrcer ação co• 
munitaria em coordenação com órgãos da ndminiii 
tração pública, repeitadas as necessidades justa 
de tn'eetuncnloii.. 
., Dt:•centr:ilização do Desenvolvimento não 
de,:e ser procur:i<lu Eem que seja adequn<lam .. nre 
articulada ao desenvolvimento regional. para o 
prestigio aos Governos estaduais, evitando--e 
ações diretas das superintendencias que deveriam 
itur-e melhor como integrantes do óq!ào <le 
plonepmentc,. e coordenação federal. 
-A Multiplicação Descentralizada do, )leio;; 
de Pa;!Ull11:nto. , ln<liscriminac;ão do5 Créditos e 
a Corrupção devem ser combatidas e impedidas 
para que se não desprestigiem e destruam as fi­ 
nanas nacionais, prejudicando o desenvolvimento 
- , Par11c1pa~ao <lo Estado no Campo Economi• 
e?, ent ~~ter ~uplementar, pre,·ist.a na Constituí­ 
ção Brasileira, deve er cuidadosamente regulada 
por dispo-jsõe-e ei 	s a, á 
d, ·..q." 	e tem a presença desordenada 
: atl'1 ª?es pú ficas " privadas. Nesta partici ,.,. 
cão deverá er corrigida a atuação goistà d • 
pitalismo Liberal. pela con.oli<l.'.lr·iio d 1'i . • •. 
uh,mo Bra ·1 • d 	> o • eo l .:ip1 
1 
• d . d SL caro. atequado a eonjuncur.i nncio• 
na. d e, en ° também ser concretizada a participa 
ç-..io o emp_regndo nos lucros das en,prefao1. 
(Continua na página segu~nte) 
., 
CALENDA.RIOS PARA 
33UI R FRITEI 
) 
"Produtor 
"Uma 
do 
Murtinho 
Empresa que acredita no Sudoesle e no Novo Mato Grosso" 
Cakáreo Bodoquená" km 54 Rodovia Jardim Porto 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oziente) Cx. Postal 
08

Bela Vi-t 20/07/7 
Política e Cioverno 
Depois de furta pu­ 
blicidade respeito a vin­ 
da 11 Mato Grosso do 
Presldtmle Nuclonul da 
ARENA, o Sr. Presidente 
do DlrtitCJrio Regional a­ 
tenciosamente mandou 
telegrama ao Diretório 
Municipal convlclundo-o 
a mundor representante 
seu parn a recepção da­ 
quele pnrlam','lnlnr e po­ 
Jltlco no aeroporto Inter­ 
nacional de Varzea 
Grande no dia 2G,G. Real 
mente buvia chegado a 
Cuiabá representantes de 
quase todas us Cl(udes 
de Mato Grosso e no 
aeroporto era notado 
grnnLle ufluencla de poli 
tlcos que aguardavam 
aquela autoridade que 
encerraria no dia seguiu 
te o 1.o Semlnó.rio de 
ELA ISTE SE: lute por melhores dias 
aurnentandn o cu colégio eleitoral. Do 
Eleitor depende o Progre . o de uma Re­ 
gião. Homem não qualificado como elei- 
tor é homem esquecido. Valorize-se va­ 
lorizando a sua região. 
Estudos politicos promo 
vido pela Ala Jovem da 
ARENA- AJA. 
A euforia tocou a 
raia do mais contagian­ 
te entusiasmo dos arenis­ 
tas ao receberem com 
palmas a pessoa slmpáll­ 
cu de Franceli110 Pereira. 
Com o prograna pre­ 
parado, Culabú foi séde, 
durante dois dias, de de­ 
bates entre as mais ex­ 
pressivus personalidades 
polilicas do interior, c!o 
Governo do Estudo. par­ 
lamentares e represen­ 
tantes dtJ Dirntórios com 
S. Exu. que nessas visi­ 
tas aos Estados brasileiros vem 
conferindo u situação da Are­ 
nu, e/ vista U próximuf.l elei­ 
ções de novembro. 
Um dos pontos altos da 
visita foi o encontro as 
_ Laboratório de Análises. Clínicas 
R. Antonio Maria Coelho 359 - Fone 547 - Belista - Mt 
. 
Credenciado INPS IPEMAT 
' 
Dr. Ciro Beolrnr Torres Gallo 
Far m-Bioquimico 
Bioquimica - Hematologia - Bacteriologia - Urinálise 
Parasitologia - 3orologia (Toxoplasmose)- Liquorlogia 
Cultura de 'rina • Dia±. Chagas • Enzimelogia 
---- 
Laboratório de Análises Clínicas 
"Louis Pasteur·• 
Cx.- Postal:!- Fone:152 - Jardim - MT 
Mais uma opção como auxiliar no diagnóstico em ur­ 
eneia Médica, atende-se u qualquer liorn do dia ou noite. 
Técnico . ·Resp. Luiz Gomes Bezerra, 
Fr. Quimieo - CRF - 20: 055/62 
15 horas, na assembléia 
com politicos urenistas 
como Pl'efellos. vcreaoo­ 
res, deputados e demais 
representunt!.ls dos dire­ 
tórios municipais. 
Depois de bem su­ 
cedida apreclaçllo sobre 
o cnmporlumento do 
Partido por todos os 
Estudos que já percor­ 
reu, S. Exa. quis saber 
dos representantes pre­ 
sentes como estava a 
situação du Arena em 
suas cidades, pelo que o 
Sr. Presidente do Regio­ 
uai, Dr. Enio Vieirn foi 
indicando as pesi!Olld 
que rela!J,riám ourante 
tres minutos, as ocor­ 
reucias mais salientes 
com referencia o pleito 
que SP; aproxima. De 
um modo geral, as decla 
rações foram otimistas 
a não ser alguns repre­ 
sentantes que tiveram 
dificuldades em fazer 
um relatório, mesmo 
simbolico, mas realista. 
O fortalecimento do 
Partido ficnu amplamen­ 
te testado comn o resul­ 
tudo positivo verificado 
nessa maratonu que 
foi uma prestação de 
contas do responsáveis 
em cada • município pela 
vitória da Arena, a 15 
de novembro. Real­ 
mente é o que vai acontecer. 
A noite, no Club 
Dom Bosco, houve a 
olenidade do ,mcerm­ 
mento do l imposio de 
Estudos polilicos promo 
vido pela Ala Jovem 
da Arena-AJA. Discur­ 
sos do Presidente da 
Ala (muito bom), de um 
universitário, do sr. Pre­ 
Ieito de Cuiabá dr. Rodri 
gues Palma, do sr. Go­ 
vernador do Estado e 
finalmente o de . Exa. 
o Sr. Presidente Nacio­ 
nal. da Arena, que em 
espetacular oração, ar­ 
rebentou a atenção de 
todos, tal a eloquencia, 
profuncfo conhecimento 
do tema que debateu e 
a quase arrogancia de 
suns a f irmações 
expoetss com elevada 
sabedoria. 
S. Exa. regressou 
no dia segurnt1• paru 
Amsllia, levando :is me­ 
lhores imprecs,;ões ela 
culluru. ltospitalldade e 
comunicabilidade dos 
matOgrossenses, além do 
seu arraigado apeyo uo 
Partido da [evolução 
Arenu. 
lota Jotv 
rP 
p 2, 
pi h.i 
E:s 
Prof. J. Barro 
Depois que meu ranchão deixei nu Cancha, 
dez anos faz que nunca reais f'U vi. 
as serenatas das suar, corre 1eira8 
e meus canúrios ... nunca mais ouvi! 
Depois que meu ranchão deixei nu cnchu, 
e o roseiral. que nunca mais eu vi. 
a:: pombaH-rolas ao morre:· do sol, 
e os papagaios ... nunca mui ouvi! 
Depois que meu ranchão deixei na cancha, 
e os bentevis, que nunca mais eu vi, 
as juritis cantando ave-marias, 
e as saracuras. .. nunca mais ouvi ! 
Depois que meu raochão deixei na Caacbu, 
os rouxinóis, que nunca mais eu vi, 
e os velhos guk5 dando-me notíci..is 
das madrugadas ... nunca mnuis ouvi ! 
Depois que meu ranchão deixei na Caacba, 
. e os c.,rdcai;., que nunca mais eu vi, 
os queros-queros e as arapongas, 
e as sururinas ... nunca mais ouvi! 
Depois que meu ranchão deixei na Cancha, 
e meu pomar, que nunca mais eu vi, 
as sinfonias dos meus passarinhos 
na voz cio Apa ... unca mais ouvi! 
Depois que meu rancbão dfixei na cancha, 
e seu praiõeF<, que nuoca mais eu vi, 
aquelas alvoradas domiogoeiras 
de vocês todos ... nunca mais ouvi ! 
... E depois que deixei nossa fronteira 
com seus feitiços d'alma guarani, 
nossos luares cheios t.le guarâoias ... 
e de harpas tristes ... nunca n,ais ouvi ! 
Este poemet•; foi dedicado, em Aquid·auana, à 
eminente professora Dra. Nely Loureiró a quem 
transmiti o .;argo de Diretor do antigo Ginásio Es 
tadual de Bela Vista, por haver sido ncmeado pa 
ra o Colégio Estadual Cândido ~!ariano, de Aqui 
dauana. 
ERCIO E CE E COLI LTD li 
,, Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o povo Belavistense 
Avenida Teodoro Sativa 
Perto da Ponte Internacional

lela Vi.ta Z0/07/70 
Diversos 
(Continuação) 
Altevir Alencar 
Finalizando a parte sobre o que foi dito com 
respeito a Pitúgoras e uu escola é essa a rela- 
çlo dos números. 	. Ili 
Quanto us poluri.taclPs: 1) Lim1taclo e - 
mitndo· 2) Par e impur (o 2 é o primeiro nº ~ar 
e o 3 6 0 primeiro _impar; 3) Unidáde e_pluralida 
de· 4) Esquerda-Direita; ) Masculino-Feminino; 
6) Quietude-Movimento; 7) Réto-Curvo: 8) Claro-Es­ 
curo: 9) Mau-Bom e 10» Quadrilatero-c~longo. 
Quanto ao Simbolismo: 1, Raza1J; 2, Opl 
nião; 3, Santidade; 4, ,Justiça; 5, Matrimônio; G. ~ 
principio da vida; 7, A Saúde;_ 8, O amor, 
1
U; ami­ 
zade; 9, Justiça em grlí.u supenor e !O, o Numero 
sugrado e Perteilo. 	. 
Quanto ás mullrnres famosas como pitágo- 
ras temos: Timyca, Flllys, Cratesicléia, 'Teano, 
. Lastenéla. Abrotéllu, Execrutéiu, Filiasia. Tursems 
Pisinode, isteadousa, Hoiõ, üabelyka, Kaleanckna, 
Ekelõ, Keilonis e iluia. 
111 - ELE TA 
Importnção gregu e principal_~enle Jônica, 
nnra Q Sul da Itália. Flm·eceu em Elem e é Xeno­ 
fanes o seu fundador. o quul nasceu em Colofon 
na Asia menor. 
Refuta o politeismo e o Autropoforruismo 
e Admite u unidade de Deus. egundo Parmênides 
o principio primordial das coisas é o Ser. 
Z!!nüo. com suas cavilações e paradoxos 
preludia cs ofütas, que seguirão nu ordem a es­ 
tas notas. 
Parmênides natural de Eléiu, eus emas. 
"E Mister dizer e pensar que o ser é, pois é poe 
sivel que seja; mas o nudn, uün é passivei: isto, é 
o que rogo consideres." 
Xenófanes de Col1.,fon - é um predeces­ 
soi· dos Eleatas. "O Con::eito cio ser, uno e lavaria 
V'c!l. p~rmnnece com eleatas, fundamento de sua 
doutrina. 
Zeno 'de Eléin, é con iderndo por Aristó­ 
tele , como o fundador da Dialética. Seu método 
é o principio rte conti-adição. 
Milisso de amos. Mantem o conceito eleá 
tico da unidade, da eternidade, dn homogeneidude 
da unilormidadt- e da imobilidade do Ser. 
«1 u próximo nº nbordare::nus as ictéias dos 
Sofistas, para ctepois então entrar no Segu:::rto Pe­ 
riodo da Filosofia Grega.» 
Gostaríamos de saber otravéz de cartas à 
redoçfto desta folha da receptividade que esté ten 
do este nosso modei-to esforço de conduzir u Ju­ 
ventude cursante do 2 Grau, com os nossos ex 
alunos e estimados leitores. 
Ao dezesseis anos 
RORERTO trabalhava 
num jornal. como garoto 
de reoação. Dava seu 
duro durante o dia e, 
para variar, estudava à 
noite, num colégio de 
subúrbio. Estava termi­ 
nando o ginasial. De o­ 
rigem humilde e nebulo- 
O ponto de encontro da Sociedade murtínhenso· 
Rua Dr. Conea 
Porto Murtinho 
562 
Mato Grosso 
fRIBUIIA DA fROIIHIRA 
Fundado ern 25102./ í2 
Redator -Chefe - ,.Joaldo /lcrrira 
As opiniões emitidas nos artigos assinados na 
representam o ponto de vista do joronl, podendo até acr 
contrárias a este. As opiniões do Jornal, acham-se expressas 
nos Editorais e nos comentários nüo assinados" 
TIUBUNA DA FRONTEIRA uma publicaçao da Empresa 
Gráfica Tribuna da fronteira. 
EE. H. UIL±± z1-2 
Bela 
Assinatura 
Vista 
Demais lIunidpios 
rua. m. ll!:lii!l.J 
Anual 
CrS 100,00 
CrS 120,0 o 
Redação, Administraçno e Oficina, . Hun Duque de 
Caxias /n Cx. Postal 23 - Bel Via- Mato Grosso 
p;4>+-- - -< ---coo-o-o-o--2${ 
m. • - . . . - ~ 
, ( a s a Pe e u a ri s ta ltda *- 
i 
~ Produtos V clcriuúri,,. e A::rfrolas, Fcrrngcns, ~ 
l ,rtigos de .Montaria e lllnteriuis de Cotstruçfo ~ 
j m Geral 	f 
XI. Av. Duque de Caxias, 606 :i 
l'> 	x.i 
} c.e, roe: 1s7 0oca a.} 
8is.soo<z<<o.o<os<o-<o.s s<soo.os.os2: 
t.linis léria da nuricullura · 
lnslilulo Nacional de .lnitra t Relam Agi - 11/CRn 
Coordeníidoria Regionzl de Maio Grosso - CR-13 
Projeto Fundiário Jardim - CR-13/T - 7 (DF) 
Senhores Proprietário Rurais 
O Instituto 'aci,,nnl de Colonizarão e 
Reforma Agrária• llCHA. atravé, do Projeto Fundiario 
Jnrdim, vem promovendo n ratificação das alinearões e 
concessões de terras, feitas pelo Estado de Meto Grosso na 
Faixa de Fronteiras, com amparo legal ao l.o do_Ario 
o.o da Lei 4947 de 06-0-J.-66 e Art. l.o do Dec.Lei a.o 
I414 de 18.08.75. 
Pede-se a colaboração dos senhores 
Proprietários e possuidores, a qualquer titulo, de terras 
situadas na faixa de 150 km ao longo da Fronteira, para 
que compareçam no Projeto Fundiário, cm Jardim -MT, 
onde poderilo ,,btcr maiores informações n respeito do pro 
cesso ra1ificat6rio. 
A regularização fundiária na faixa de 
fronteiras é tarefa da maior importância no contexto d4 
Política Agrúria Nacional e, sua realiznç.io virá proporcio 
nnr inúmeros beneficios à coletividade, representados por 
mnior bem estar sociul, garantia de créditos bancários, se. 
urança nos _negócios imobiliários, etc, bem como posi1;1, 
ará um melhor conhecimento e controle dos imóvis situa 
dos na faixa de Fronteiras, com vistas, até mesmo, à Segu 
rança Nacional. 
ORS: O Projetp Fundiário Jardim, com 
sede em Jardim MT à Av. Daque de 
Càxias n.o 989, tem Jurisdição so­ 
bre os seguintes Municípios: 
ltiluag [pgtel, _ lastitio [parte], ltoi fá, Rela Vista. 
filo, arar.l, ia lopes d lajua, krti, lararájir, li­ 
da !parle). Nroaque, Poria ldurlmho, Sidrolandia (Darle], e Te­ 
reaos (parle L 
Procure a sede Regional do 
Incra e regularize seu imóvel Rural. 
sa nilo alimcntavu HO­ 
nhos muito altos para 
o futuro, se bem que 
o Destino, em seu silên­ 
cio eloquento, lhe ace­ 
nasse com um Jug:ir ao 
sol. na maturldude. 'l'u· 
duvia, o rapaz era p0é­ 
ta. Já rasblcavu seus 
sonetinhos. E ser poeta 
é uma coi à muilo séria. 
Namorava uma mo- 
ça, digo, era unrnoraclo 
por uma moça. Digo as­ 
sim porque IRENE linba 
vinte e três anos. Não 
era feia. Rel«tirnmente 
inteligente, estudava 0- 
doutologia. IRENE per­ 
tencia a tro.dlcional fa­ 
milia local. Ela mesma 
teceu toda a irama emo­ 
clooul, povoando a ca­ 
beça do garoto de ilu­ 
sões e fantasias. 
Pondt-rado, sensato 
em alguns lotantes (por­ 
que todo poéta é doido 
varrido) , muitas vezes 
ROBERTO dizia que não 
vislumbrava sequer um 
fio de esperança naque- 
le namoro ( ele c:i:Jamava 
romance, não era própria 
mente namoro), tendo 
em vista er muito pobre 
sustentando mãe viúva e 
irmüozinbos menores. J. 
RENE, nestas ocasiões, 
refutava seus argumen­ 
tos, acrescentando que 
o amor estava acima de 
todaR estas coavençõt?f' 
sociais, todas elas tolas 
e banais. O namoro ía 
para a frente (que ele 
não era caranguejo para 
andar para trás), embo­ 
ra meio encobertn · aos 
olhos do mundo circun­ 
dante. A garota não que­ 
ria que suas colegas de 
faculdade soubessem do 
"romance". Ora por ou­ 
tra mandava cartas a 
ROBERTO, umas cartas 
replenadas de promes­ 
sas de amor perene, e­ 
terno. Perfumava estas 
cartas. anexando-lhes 
uma flor, geralmente um 
trevo de quatro folhas 
trabalhado entre as pá­ 
gias de livro. Duas a 
três vezes por semana 
passava pela redação do 
jornal, falava a sós e 
ligeiramente com o ra­ 
paz, entregando-lhe vin- 
te ou trinta cruzeiros 
(era o do cigarro) . Te­ 
lefooa va. mandava c;s.r­ 
tões-postais. Quando es­ 
Lava .. com a cachorra", 
telefonava umas cinco 
vezes por dfa. 
Os encontros do ca­ 
sal eram furtivos, sem­ 
pre acobertados pelo 
manto negro da noite. 
(ConttnuaJ 
;;

., 
l 
t.lte tir 
(ontinu.aço) 
01:orn· que ri.O ilEl1- 
TO trabalhava bem no 
jornal e nua garota, Ti­ 
aha a mãos ligeiras. 
Jlexível, e a boca i11een­ 
dludu pela ardência ile 
uma juve1JtU!líl Rolltúria 
e deserta de ufetoi-.. De 
modo quP, 11esser, instan 
tes nüo ti!ndo muita no­ 
ção elo lllcance de 1,eus 
at(Ji:l, "Ull1USSl:IV'l" h·ene 
como quem prepara tri­ 
go para lazer pastéis. 
Elu também aes!:'es ins­ 
tuntes, iu ao outro mun­ 
co e , oitava. Com quin­ 
ze minutos ele "bolina" 
a moça subld pt:I08 mu­ 
ros ele coslus, suíu dull 
abraso du e cansada, 
exausta, suada, trêmula. 
Mas sempre recomendan 
do ao garoto que guu r­ 
dasse reservas, não dis­ 
sesse nada u ninguém. 
<lalor-cllt>fe m:inrJPu cha­ 
mar o jovem a seu es­ 
critório: 
~leu rilho, voe-e tem 
evidentes inclinações 
poéticas. Está Pstu1lancio 
é trnhalhado1·. Olhe, o 
o amor é unia t'lor atra­ 
ente mas que, pum oi­ 
poélas, só vieeja à ueira 
elos abismos. Aquela se­ 
nhorita que vor•p namo­ 
ra estfl lhe bot!rndo pa­ 
ra tr{•.s. Anda de mflos 
cindas com um seu cole­ 
ga de estudos. Observei 
inlo hoje- quando estive 
na faculd·Hie de Odonto­ 
logia vis1t:rnclo seu Jirt!­ 
tor. Presta atenção: não 
seju uspimnle n carro, 
rapaz! Pode ir trabu­ 
lhar ... RO HERTO pediu 
dispensn do resto do 
expediente, foi à Cfl$ll. 
fez um pacote dns car­ 
tas e pôs o relógio no 
bolso, Entrou num bar e 
começou a beber cacha­ 
ça. Bebeu muito. Picou 
alto COOIO o diabo. To­ 
wou du cauetu e esae­ 
veu num papel, qualquer 
coi a. Leu e decorcu o 
que escrevera. Para en­ 
curtar a conversa, saiu 
do bur cambaleando em 
direção à cus~ de IRENE 
Lá um belo dia Ire­ 
ne deu de presente a 
Roberto um relógio de 
ouro que encontrnru num 
velho baú de casu e 
que pertencera a seu fa 
lt:cido avô. Era um tal 
de "Patec Pl.lellipe''. Es- 
te relôgio correu algu­ 
mas vezes numa rifa 
que Roberto inventara. 
Esta rifa corria ;;empre 
aos sábados. num bar 
de péssima fama, exis­ 
tente em frente ao jor­ 
nal onde trabalhava. To­ 
da vida quem "ganhava" 
era Jorge - outro meni­ 
no de redação que o 
restituía num local pré­ 
determinaclo, isto, depois 
de I eceber a metade do 
"apurado" na "ação en­ 
tre amigos•·. Certa feita 
'> relôgio caiu de uma 
mesa ao cbão, quebran­ 
do a corda. Ficou para­ 
do por falta de verba 
Para o conserto ... e sa­ 
iu da rifu que já estava. 
ficando manjada. Ora, 
três coisas a gente não 
consegue esconder: fu­ 
maça, tosse e amor. To­ 
dos no jornnl subiam do 
namoro de ROBERTO, 
embora uioguem comen­ 
tasse. Numa tarde o Re- 
C!Jegou, bateu pal­ 
mas. IRENE atravessou o 
jardim da man ão. em 
dizer palavra, Roberto 
entregou- lbe o pacote e 
o relógio ... e o papel. Gi 
rou sobre os colcanha 
res e se retirou por ci 
ma dos próprios passos 
até d e s a p a. r e c "' r. 
la úllirnu vez, dentro do 
véu na noite. Sôfrega, 
tremula, Irene recolheu 
-se ao seu quarto. Ab~iu 
o pacote de curtas suas 
olhou para o relógio pa 
rado e li>u, com olhes em 
lágrimas imersos, o que 
estava escrito no papel 
zinbo: 
lenrnr 
Vim deixar tunas 'artas 
l••u,; i'0ll':ttot-. 
Flores já murchas e 
cartões-puslJi,;... 
As tuas curtas úmi!as 
le extratos. 
, um p
111Jre coraçüo 
que amou demais. 
DeYoJ,·o-te, a del"pe:to 
dos malt.-atot-. 
Estes presentes que não 
quero :nais. 
E has de lembrar de 
mim, nos eutre,,to.:, 
Lendo os meus versos 
tão sentimentais. 
E este relógio de ouro 
que me deste, 
Que. se presente assim 
tu não tiveste, 
Tiveste o afeto de ut 
sincero atdor ... 
Toma c relógio que fi­ 
eou parado, 
Talvez de dor. talvez 
envergonhado 
De haver mnrcaclo us 
horas dese urnor! 
ilaonel fü itos 
extrn viou seus docu­ 
mentos, Curtdra de 1- 
denlictacte para estran­ 
geiro expedid:i. em Goi­ 
auia, Registro de 'as­ 
cimento, -:;arteira de Re­ 
servista. Publicação que 
se faz para obtenção 
da 2 viu. 
Mala Perdida 
O Ex-Treinhdor 
de Jardim o "Paragua­ 
io" Brito,; pede o obsé­ 
quio ele entregar sua 
muln cxtr.n·ind:t à flia. João T(o 
saem Jardim. pois a mes 
ma contém recortes de 
jornais e documi!:::tos 
de imma importância. 
O PRESIDE! da comi s« 'o Di- 
re!ório Municipal do dovima,o [eroe·tio ir! 
siteiro [h5- do uniept» @e 	a, t - 
do de Mato Grosso, a !ermt da legil ç.o elo­ 
rol vigente, convoca os senhores Mie«abro do li. 
retotio luvicia1l e o r. Delega lo de 'a vii » • 
eomnaee-em a OE'CÃO 4{'N{CIP Ai a re 
Jlí',ll" .( 110 li•t :_::j dt• .1•1'11 J rJ 1 (',)l'l'c'!!lP ;1111> t. • 
197U, ás 9.00 horas, a tua eb 'o Cri«pim do 
{tégo, N" 389 (Clube Esportivo listes) nesta 
cidu!e, para as deliberações da segui te. 
OfWEJ lH) D,. 
Escol ie candidatos do P'ai.lo u Verea.lo- 
res à Câmara Municipal, de Gela Vrsta. pu:a us 
eleições do dia 13 qe Novenbo de 1+7vi 
ela Vista, ML. 1» de J±Iro ·e 197i. 
D, Carl Edy de Medeiros. 
Presiiente da Comissío iecuivu. 
Ri@': Eleln M Mi- (slh» ? # 3 Gs1 
ti'er Jdsi - de hsb - si» t 1! $i 
sé Rodrigues Centrer, 
Juiz de Direito da Co 
r7arca de Bela Vista, Es 
tado de ,!alo Grosso. 
na forma da Lei. ett• ... 
Faz ·abr a todos quanto o 
pre:;ente Edital virem1 ou 
dele conhecimento tive 
rem. que no cli,t 10 ele 
A gôsto de l!i7H, :ís 9,0n 
horas. no átrio du Foi um 
nesta <.:idade. o Porteiro 
dos Auditórios, ,J oãn Hi 
lario Perera, levara à 
praç11 us bens penhortl 
dos nos autos ,Je Proces 
so de Execução que ('ia. 
ltaú de Inveslimento, 
Créditn e financiamento 
move contra Orlando Ro 
drigue , e não hanrndo 
licilantt's desde já fica 
designado o dia 20 tie 
Agôsto de 1!176, ás 9.00 
O Doutor Valt er Jo cia de Cr 4.000.00 (q 
tl'O mil t!l'U'./,l'ii'O'-), ··,do: 
por q u a n t o er d 
levado à praça para ser 
,u-n-mataJo por qw·.11 
maior lance der e o!'Pr!a 
o!'erec.:er ac:imc1 riu a ,·a 
Ji;u,;fio. 8P11clo a 'erirl.t 
feita à vista ou medi:r li 
t1-1 fi;t,hr idôt:PO pelo 
rzo de 3 dis. E oara 
que inguém alegue igao 
rància, foi rletermi1iadu 
; expedição do presente 
Edital que sed ~tfixatl.1 
e puhl!cado na io;·ma 
du l<!i. O qu .. cumpr..i-!,e 
oosen·a,Jas LIS pre,;cri 
ções legais. Da·lo e pas 
sado !lPsla c.:id:.ic!e e Co 
mnarca de Bela Vist, 
Estado de Mato Grosso 
aos 2 dias do mês 
de junho do ano de mil 
noYecento e setenta e 
seis. Eu, Pedro Vergilio 
hora:- para u eventual da Silva (Escrevente ju 
seguuda praça. sendo O ra , entado, o datilogra 
seguinte o bem penbor11;- rei e assiuo. 
do: Uma casa de madei 
ra, c.iberta -Je telhas, e­ 
dificada no lote de ter 
reno urbano numero 63- 
cln da rua General Osó 
rio, medindo l5x:10 me 
tro-, devidamente trans 
crito no R.G.I. sob o :;;" 
19.623, à fl:;. 272. do li 
vro :1-j. cujo bem foi a­ 
valiado pela import<.io 
Dr. Valter José fü,cJri 
gues Contrera. 
Juiz de Direito 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2.00 
---------------- -----------~---------------------

NOVA RUA -- A 
Pre[eiluru constrói uma 
nova rua, ligando u a­ 
venida Teodoro Sativa 
u. Estuçiío Trnu-,m!ssora 
ela TELDLT. 
Dentro ele poucos 
dius, o belavlstfluse terá 
mais uma ru11 trnfegt'lval, 
à t'Ull dlspoR!ção. Ligará 
a cidade i: Praça do 
Nbanclepá. Numa bomrna 
gem às figuras históricas 
de Belu Vista, no eu 
nuscer, a Prefeitura 
convencionou dur o no­ 
me de Rua: Frauclsco de 
Azevedo Pedra, o baiano 
ilustre que 8e encantou 
cm estas plagas e aqui 
e radicou, 1elxando a 
geração dos Pedras be­ 
lvistenses (Pompilio, 
Penedo e Pedro). 
t·ede de Energia Elétrica 
da Usina local às Esta­ 
çõeR Hoceptora e Trans­ 
missoru, num comprimen­ 
to linear de quase ::3.000 
melt·os. 
Nestas condições, 
dentro de poucos dias, 
se Deus o permitir. !3ela 
Vista terá a grande sn­ 
tist"ação d<, poder falar 
à distvcinu, co qual­ 
quer eanto do no;;so 
l3rnsil. 
1
OT A ESCOLA - Ain 
da e ·tp mes. serú inicia­ 
da a c,rnstruçii.o de mais 
um Escola. Terá seis 
salus de aula e as de­ 
peudêncius a•miulstrati­ 
·as indispensáveis. Para 
tanto, a Prefeitura com­ 
p1·ou do Sr. Aeirio Ma­ 
ciel da Silva um tcrrenu 
de 120x 120, entre as 
ruas Marechal Deodoro 
e Barão do Triunfo. E a 
oportunidade que se a- 
bre para mais de 400 
crianças ali estuda1·em. 
5ervico de Telefone 
Interurbano 
Servtços de Teletone 
It e r urb a u o - CrS 
200.00!l,Oll (duzentos mil 
cruzeiros )- esta é a quan­ 
ti:.t que a Preh,iturn Jlu­ 
uieipul de Bela Visla 
está ga laudo para que 
o Belavistense tenha o 
,11reil·J d,; possuir um te­ 
leione interurbano u seu 
serviço. 
O povo precisu se 
concieutizar que 1} cida­ 
de lhe pertence. E pre­ 
ciso que ele participe 
da sua vicia. cumprindo 
us suas obrigações ct., 
cidudíio para com o erá­ 
rio :'llu:iicipal. sem o que 
a múquina administra ti­ 
va nii.!> pórle funcionar. 
A Prefeitura vem fa­ 
zendo a parte que lhe 
compete, num esforço 
inaudito para cumprir o 
seu Clever. ssim é que 
no setor de Telecoruu­ 
uicaçií.o. está fazendo 
tudo quanto lhe é possí­ 
vel pura que não perca­ 
mos esta rara oportuni­ 
dade de ter o teldone 
interurbano na nossa 
cidade. 
A Prefeitura saldcu 
todas as dividas da ud­ 
ministração passada pa­ 
ra com o Fundo Nncio­ 
nal ,te Telecomunici.ções 
e está agora fazendo 
todus as despesas para 
dar a infra estrutura axl­ 
gida pela Telemat. como 
a construçãu e instalação 
das estações receptora 
e traosmissora da Tele­ 
mat e a E:,Xpunsão da 
O Doutor Vultel' 
José Rodrigues Con- 
• trera, Juiz de Direito 
da Comarca de Bela 
Vista, Estado de MT, 
na rormu da lei, etc; 
Faz saber que 
por êste juizo e Cartó 
rio do 1.º Oficio IJlOVe 
o::: terrno1:1 de uma Açiio 
de Execução por Titulo 
Extra judicial requerida 
por Cia. Itaú de Inves­ 
limeuto, Credito e Fi­ 
naneiumnento contra Ar­ 
celino :!achado e Geral­ 
dino Vieira de Almeida, 
<lo teô1· seguinte: 
PATROL.--t11ENTO 
DE RUAS - Para que ke­ 
la Vista possa receber, 
no dia io seu aniversá­ 
rio, dia 20 do corrente, 
terça-feira. os seus isi 
tantes. to:las ruas ela ci­ 
dade 10mm novamente 
patroladas, numa exten­ 
são Norte - ~ui de mais 
de 5.000 metro da Agua 
DocE:: ao S,-.rrudinho e de 
mais 3.060 netros o en­ 
tido Leste-Oeste. Para 
conservação desta. ruas, 
é preciso que o Poprie­ 
tário colabore com a Pre 
feitura, ~on. ervando-a 
limpas e planas, não jo­ 
gando nelas por exemplo 
as águas servidas das su 
11s casas ou ctos seus 
estabelecimentos, forman 
do valetas e erosões, que 
enreium o aspecto da ci­ 
dade e prejudicam o t1·á­ 
(ego dos veículos. 
PRAÇA ULMERINDO 
XA VlER - E a denomína­ 
çilo qu~ a Prefeítura deu 
á praça, aonde se acha 
instalada a Estação Re­ 
ceptora da TELEilAT. 
Exmo. Sr. . Dr. 
,Juiz de Direito da C­ 
marca de Bela Vista-Mt. 
Cia. Iaú de Investimen­ 
to, ré:lito e Financia­ 
monto, com sede Da cu­ 
pital do Estado SP. à 
Rua Boa 
I ista, 17G. nes 
te uto representada por 
seu advogado que esa 
subscreve (doc. 1 ), vem 
C()ffi í'•rndameutu n<> art. 
5185, inciso I, do código 
ele Processo Civil, pro­ 
mover a presente Ação 
de Execução de Quan­ 
tia Certa Solvente. con­ 
tra Arceliuc, :.iaclltLdo, 
brasileiro, casado, pe­ 
cuarista, residente nes­ 
te Municipio de Bela 
Vista-Mt, e coutm Ge­ 
raldino Vieira de Almei­ 
da. bras., casado, pe­ 
cuuri ta. res;deute neste 
municipio de Bela Vis­ 
ta-:'llt. pelos motivos que 
passa a expor: A upli­ 
eante é credora dos su­ 
plicados da importância 
de CrS 9.1 5,67 «nove 
mil, cento e oitenta e 
cinco cruzeiros e sessen 
tu e sete r.entavos» re­ 
preséutnda por uma no­ 
ta promissória, emitida 
pelo primeiro suplicado 
e avaliznda pelo segun­ 
do ldoc. 2), vencida, 
protestada (doe. 3) e 
não paga, viocularta ao 
contrato (doe. 4). Bal­ 
dados todos os esforços 
para o ;·ecebimento a­ 
migável da dívida. a 
suplicante outra alterna- 
tiva não tem senã<' a 
presente Exlc'cução re­ 
querendo a V. Exu. se 
digne mr.ndar citar llS 
suplicados para paga­ 
rem o débito principal 
ele CrS !1.185,67 «nove 
mil. cento e oitenta e 
cinco cruzeiros e sessenta 
e sete centavos». acres 
cido ele Juros de mora 
desde o vencimento. des 
Trata-se de uma ho­ 
menagem a um cidadão 
virtuoso que viveu em 
Bela Vista, cluraute mui­ 
tos anos. aqui ccnstit11iu 
uma familia di.-tintn e honrada 
e aq"ui prestou reais ser­ 
viços à comunidade. 
fffi 
pesa de protesto, custa 
judiciais e honor&rios 
advocaticios que forem 
arbitrados sob pena de. 
não o fazendv em 24 hs: 
serem penhorado tan­ 
tos de seus bens quat­ 
tos cheguem e basteI 
para eoluçfi'> do princi­ 
pal e mais encargo5s 
(urt. 659 do CPC). fic:rn­ 
do cibl'tle logo intimados 
para oferecerem embar 
gos à presente na lor­ 
ma da lei. Recaiudo a 
penhora em bens imó­ 
veis, requer-se, desde 
já, sejam também inti­ 
madas as esposat- .doH 
suplicados. cumprindo-se 
assim, o dispositivo con­ 
tido no $ 1 do art. 669 
elo C'PC, exµedindo-Re 
maut•arlo para sua res­ 
peetiva inscrição no He­ 
gi':;tro de Imóveis com­ 
petente. Na evect:.mlida­ 
de ue nüo v!rem a ser 
encoutrndos os suplica­ 
dos, requer a supli­ 
unte que o !::ir. Ofieial 
de Justiça promova o 
arresto dos ber,s dos 
devedores, tantos qun­ 
tos bastem para a exe­ 
cuçii", consoante dispCls 
to no art (653 do Cócti­ 
go de Proce:;so Civil. 
Requerendo os benefi­ 
cios do art. 172 e eeus 
parágrafos, protesto pe­ 
lo depoimento pessoal 
dos suplicados sob pena 
ele confissão, inquirição 
rle testemunhas, vistori- 
as, pericias, juntada 
de novos documentos 
e demai provas 'lm di - 
reito admitidas, atribu­ 
indo-se à presente o va­ 
lor de CrS 9.ll:>5,67 e 
mais encargos a serem 
apura.dos opo:rtuna:nen- 
te. Nestes têrmos, p. 
deferimento. Rela Vista, 
12 de de:zembro de 1975 
(a) p.p. Dr. Pedro José 
Palmiéri. D e e p a e h o. 
DRA. -cite-se o réu pa­ 
ra pagar o débito em 
24 horas, sb pena de 
penhora. lnt. Bela Vista. 
15/12/75 (a) Dr. Vslter 
José Rodrigues Contre­ 
ra. Certidão do Oficial 
ae Justiça. Certifico. 
haver em cumprimento 
ao mandato retre e sua 
re!.'pP.itável assinatura. 
ter me dirigido aos lo­ 
cais: Bela Vista, Cara­ 
col e Alto Caracol, não 
encontrando o paradei­ 
ro doa aenhores Arceli­ 
no Machado e Geraldi­ 
no Vieira de Almeida, 
que encoutram em lu­ 
gar inr.erto e não sabi- 
do. O referido é verda­ 
de e dou r<i. Bela Vislh 
«Mt» 2I de janeiro de 
W7G. O Oficial r!P. ,J ui-1- 
tiça «u» Mario Euripe­ 
des Mamede. Despacho. 
Vistos, etc. Def!l'o o po­ 
dido de uncsto. Expo­ 
ça-se Mandado de ar­ 
resto. Int. Bela Vista. 
25-02-76 «u» Dr. Valter 
José RodrigueR Cootre­ 
ra. Auto de Arresto. Aos 
vinte e seis dias do mes 
de fevereiro do ano .de 
mil novecentos e seten­ 
ta e seis, nesta cidade 
e Comarca de Bela Vis­ 
tu Estado de Mato Gros­ 
s0, nós Oficiais de Jus­ 
tiça, em cumprimento ao 
Mandado de arresto, 1os 
dirigimos ao Hauco !tu~ 
/A., agência desta cI­ 
dade, e sendo ai proce­ 
demos o arresto da irn­ 
porancia de Cr$ 6.035.00 
(seis mil e trinta e ciuco 
cruzeiros)que se encon­ 
trava depositadu uu con­ 
ta corrente do Executivo 
Arcelino :l!aclwdo, cuja 
imporlancia depositamos 
no Cartório do 1° Oficio 
a diposição da preseute 
Exeeução. Proced,mte 
C"'utras diligencias, uneG­ 
ta mos também o seguin­ 
te bem imóvel perLen­ 
cente ao Executado Ar­ 
celino :!achado: Lote 
rural n 144. do Núcleo 
Colonial do Há, com a 
área dr! 6 has (seis hec­ 
tares) devidamente trans­ 
crito no R.G.l. sob o nº 
12.9,'>:5. ás Ils. 87 d o livro 
3-G. Feito o arresto do 
referido imóvel, deposi­ 
tamos o m e s m o em 
mãos do Depositário Pú­ 
blico desta Comar::a, Sr. 
João FJilario Perer~. que 
assume com responsabi­ 
lidade do seu cargo. Na­ 
da mais. foi encerrado 
este auto, que depois de 
lido e achado conforme 
vai devidamente assina­ 
do, inclusive por duas 
testemunhas (a) Guilher­ 
me da l:tnsa; t1lario Eu­ 
riper!es :iamede; Pedro 
VergUio da Silva; João 
Hilario Perera. 'Testemu­ 
nhas (as) Claudionor Ro­ 
drigues e Osvaldo Eche­ 
verria Baita. Por inter­ 
médio do presente Edi­ 
tal, com prazo de vinte 
dias. ficam citados AR­ 
GELINO l1.-GHADO e 
Gernldíno Vieira de Al­ 
meida para oporem em­ 
bargos à presente exe­ 
cução, sob pena de re­ 
velia. O presente Edital 
(Cont. na pág seguinte) 
) 
..)

Sociedade 
HFOQUE: ( l ) 
Bacharelou-se em 
Economia, pula Faculda 
de1:1 lntegrarla!i BenueL do 
Rio de ,Janeiro, no dia 
ri p.p. o ,Jovem bela vis­ 
tense Antonio A. Urble- 
111 Cuporossl, a ele de­ 
sejaIDQS sucessos na 
curreirn que abraçou. 
J00A4$ D3 0030 
Foi comemorado em 
grande estilo os 50 anos 
de vida conjugal do 
casal: Pompilio Pedra 
Eurlqueta. Inúmeros coo­ 
convidados de outras 
Plagas flzeram•se presen­ 
tes, tanto brasileiros 
como paraguaios. 
O dia 14 foi sauda­ 
<lo com ineaquecivel se­ 
renata. Ao meio dia utll 
suculimto churrasco aos 
parentes e visitantes. 
A noite a Igreja de­ 
corada com discrição e 
originalidade recebeu o 
casal para renovarem as 
promessas do matrimoni­ 
o, após a missa de ção 
de Graças, os anfitriões 
(o casal filhas e genros) 
abt·ll'am as portas do 
G.P.R. para um delicio­ 
so jantar onde a deco­ 
ração do Clube como a 
mesa principal eucau­ 
tou a todos. 
O jantar foi servido 
ao som de musica (con­ 
junto Paraguaio) 
!pós o jantar, servi 
ram em lindas bandejas 
decoradas, bombons e do 
ces e por fün acompanha 
do de t:hampauha o bolo. 
A abundancia dos 
comes e bebes foi do a­ 
grado geral. 
As madames e srtus 
llpresenturam-se c o m 
muito charme e elegan­ 
cia. 
22+2 
No dio. 5 p.p. n Ra­ 
dio Z.P. 23, da cidade 
vizinha de Bella Vista 
Paraguai, completou 5 
anos de atividades. 
Para comemorarem 
a data organizou uma 
brincadeira no C.E.B. 
Foi suces ·o total. 
Parabenizamos eu 
diretor Valério Penha e 
sua equipe. 
O C.E.B voltou a brilhar 
como nos velhos tempos 
graças a perseverança 
e otimismo do dinamico 
Caluréba. 
Os homens mais só­ 
brios porem elegantes. 
Ao casal desejamos 
que brindem muitos a- 
nus de feliz vida a dois. sis 
Aniveisários do mês 
Dia 8 Euoly de As- 
Dia 17 Eda Cardi- 
na! 
Carmem Ne li s 
Dia 18 Osvaldo Gomes. 
Dia 6 Olimpio Re­ 
calde 
Dia 28 Sgto Gerey Silva 
• 30 Sr Onir Serra L. 
Ola 15 ,Jaqueline Barros 
(Fil!Ja do Casal aul de 
Banos e Sra. 
Georgiu Loureiro 
Alegrando o ambiente (Filha do casal Antero 
Húbado p.p destaquei: Loureiro e Zeli 
Veco - Lenira, Guego - Ce 
cilia, Major Alves e Sr", 
Nenito Perrupato-Hilda, 
1lvio- Marilene, Preto 
Magda e grande nume­ 
ro de jovens que ora 
estão em férias. 
Documento 
Perdido 
', 
O Sr. Odilon Barce­ 
los Pt•uzo extraviou seu!' 
documentos: Carteiru de 
Motorista n 24777. pron 
luário uº 59198 e Cartei- 
ra de Identidade nº 
9133'2. expedidos em 
Ponta Por MT. 
Dia 11 idney Esco­ 
bar 
Dia 13 Ana Maria 
Lopes 	Publicaçii o que se 
,José Glaucy Flores faz pum obtenção da 
• Dia 14 Gi!son Silva ~u via 
autos 	Bala Vista. 05 07 76 
- 
( A 
, 
(Continuação) 
será afi>rndo 110 Fr:rum 
o 110 lugar ele co ·turne 
e publlcadn ua l'orrnu da 
lei, para que não se a­ 
legue 1gnoruncia. O que 
Cumpra-se, observad'1s 
as prescrições legais. 
Dado e passado nes­ 
ta cidade e comarca de 
Kela Vista. Estado de 
Mato Grosso, aos vinte 
e um dias do mes de Ju­ 
o!Jo cio ano de mil no­ 
vecentos e i::elenla e 
seis. Eu (Pedro Vergilio 
da ilva), Escreveute 
,Jurameutado, o dalilc­ 
grafei e assino. 
Dr. Valter José Rouri­ 
gues Contrera 
.Jui7. de Oil'eilo 
Venda mais seus 
produtos anunci 
ando na' ··Tribuna 
da Fronteira" 
A C0MISSA0 
##Erro 
De Bela Vista, Mt. Através de eu pre­ 
sidente e de todos os membro: do Di_ 
retório, Saúdam ao glorioso Povo de Be­ 
la Vi!-ta pela passagem do Aniversário da 
Cidaàe. 
Dr- Carlos Edy Sá de Medeiros 
PRESIDENTE.

Mensagem 
o 
.. Purnhc-nizu o Julwrin .. n pu, o 
belavi-tens pela pa .... :1;_!t'III dn .)B.n 
aniversário de Emancipação polituca 
do municipio. A "Princesa do Apa" 
, Í t' lioje 1 • ,,·u, mt'lhon·s din•, O 
contexto desenvolvimnenti»ta do novo 
J11110 (;t<»rn, fozt'111 tlt• 11,·la 'i,111 
um eemplo a ser seguido", 
Borrac~aria ~ia e noile - lubri!ican!es a preca de lornecedores 
surrn rnoc11 Df íllrn 
''Equipe Técnica a serviço do Cliente", 
Avenida Duque de Caxias - Jardim - J!T 
"A conjuntura iuterna­ 
' cional trouxe ao Brasil novos desali­ 
o. o repto lançado aos brasileiros, é o 
de encarar face a f,ll'<' os p1·ohlerrrn1- e 
bui'cur ·oluçõe:1< alravéf. de, um clima de 
1
' orcll'ffi e de tl'Jb:tllw. Até o momeulo 
O!>(HllJO vencendo. 
,1 
]} 	Nosso papel nu história 
Íj é gruudloso, deixuremo!I às gerúções 
!: ruturas um legado de libra e do trnbalho. 
l
1 
Hoje, Bela Vit-ta. pequenlnu célula nu 
} grande organismo chamado Brasil, co- 
PAR ABENS BEL A ISTENSES ! -are 
1 
I 1/ 	Xos a ciducle também 
l enfrenta desafios novos, problenrns e 
·1 !/ circuflstãnclas, mas, aqui, tambem, o es- 
!
1 ~~ rr n i ri jfrl íl'õ8) f.fü~.r ·l r ~,1~1 : :, pirito de lula dos b,.ISJleiros es~á pre- 
. rrHr ~~ ] 11 u f.' ! 1p:11n1i ~l ,: sente, e vamos vencendo gradativamen- 
• ·luJn[:h tfj T'. . .: 1P ~LJI ~ te a luta contra a e~tagnuçiio. Nosso,; 
i votos de suces,rn ao pr,.ficuo administra­ ., 
, dor Dr. Ruben de Castre Pinto, ao povo 
: e às autoridades que fazem desta terra 
urna "Sentinela do Brasil". 
Comércio de Tratores e Máquinas Agrícolas 
Adubos e lnsenticidas Sementes Certificadas 
Representante Exclusivo Treilan 
" Irmana-se às come­ 
moraçõos do 58° aniversário de 
Beln Vista, enviando à cada 
belavistense, especialmente ao 
homem do campo, seus melho­ 
res votos de sucesso e de in­ 
lt·msu. participação no deseo-..,o]­ 
vimento regional." 
"Aqui o futuro está presente, e o seu nome é 
TRABALHO" 
Rua Crispim do Re!!o - 180 - 8.-!a r· t ( 
~ , 1s a Mt) 
. - 
Belavistense: 
1 1 
Maria Hatillani 
Presidente rla AHENA. Municipal. 
Serviços Autcrizados Volksv1Tagen 
Revendedor Pneus 
Revendedor Copagaz 
- 
iID@ibUD !m fill 
Firestone 
I 
1 
1 
I 
> 
)

eh Vista 20/07/76 
Rotary 
- ROTIIRY E SEU SIGNIFICADO 
"Rotory é um ldoal 
em ação". 
Rotary significa con 
sideraçlio e auxilio ao 
próximo. 
"Rotry é a expe 
rfônola de homens de 
crenças diferentes, opi 
niões diferentes e de ua 
olonalldades diferentes, 
moldando-se em compa 
nheirismo, onde quer 
que se encontrem". 
Muitas outras defini­ 
ções poderiam ser acres 
cantadas a essas, diferen 
tes em terminologia, mas 
semelbautes ew seus coo 
ceitos. Fuadalmentalmen 
te, Rotary é um compa 
nhelrlsmo mundial de 
homens de negócios 
e profissionais que acei­ 
taram o Ideal de servir, 
individual e coletívamen 
te, como uma verdadeira 
base para alcançar o 
sucesso e a felicidade 
na sua vitla pessoal, de 
negócios e da comunida 
de. 
Em Rotary, a consi 
deração ao próximo é 
lida como a base de ser 
vir e ser útil a outros 
é a sua forna de expres 
são. Juntos constituem o 
ideal de servir rotário. 
Para conseguir êsse 
ideal, Rotary auxilia os 
homens a desenvolverem 
ns suas habilidades, a 
Um de prestarem servi 
ços em suas ocupações 
e nas comunidades. 
Rotary nüo é uma 
organizaçiio secreta. Ro 
tary niio pretende suplan 
tar on interferir com 
qualquer organização re 
ligiosa ou política. Seu 
programa de atividades 
está em harmonia com 
tôdus as religiões e niio 
Interfere em absoluto 
• com as convicções polí 
ticas dos rotarianos. Ro 
lary espera de seus só 
cios leald<ide para com 
a rellgiiio e para com a 
Pátria. 
Rotary nasceu dn 
Idéia de um homem sol 
túrlo desejoso de amlza 
de e companheirismo. 
Despe início, os ideais 
de Rotary de amizade, 
de companheirismo e de 
serviço a outrem, espu 
lharam-se aos seis contl 
neotes, sendo aceitos 
práticamente pur homens 
de todas as raças, de 
muitas reigiõed o dife 
rentes cores polltlcas 
por mais de 654.500 exe 
cutlvcs de negócios e 
profissionais em 146 paí 
ses e regiões geográfl 
cus do mundo. 
Rotary Clube 
O plano de associação 
em Rotary é original e 
único dentre as organi­ 
zaçõe de erviço. Os 
Rotary Clubs procuram 
fazer com que os seus 
quadro sociais sejam 
um verdadeiro ccrte 
transversal da comunida 
de, em suas atividades 
e interesses, elecionan­ 
do homens qualificados 
para socios. cujos locai 
de negocio ou residencía 
estejam situad0s fna co­ 
munidade 'e que se dedi­ 
quem pessoal e ativamen 
te a negocios, ou profis- 
ões, reconbecidos ainda 
niio representadoA no 
clube. 
O rotarianos procu­ 
ram exemplificar os seus 
lemas"Dar de i Antes 
de Pensur ena i" e 
Mais se Beneficia Quem 
Melhor Serve," atraves 
das suas relações comer 
ciais, profissionais, soci­ 
ais e cívicas, colocando a 
obrigação de servir o 
próximo acima dos dese 
jos de vantagens pesso­ 
ais. 
O estabelecimento 
de um Rotary Club liga 
a sua comunidade a ci­ 
dades á volta do mundo 
nas quais outros homens 
organizaram Rotary Clu­ 
bs, a fim de dar expres­ 
silo ao seu deHejo de 
servir. A sua associação 
com outros Rofc1.ry Cluhs 
em base Internacional. 
os seus programas e uti 
vidades e a sua singular 
orientação no recruta­ 
mento de sócios, dão u 
Rotary e a seu clube 
permanencia e estabilida 
de. 
Programa de Rotary 
O programa de Rotary 
está expresso no seu o­ 
bjetivo, que é estimular 
e fomentar o ideal de 
ervir_ como bastl de to­ 
do emprendimento digno 
promovendo e apoiando: 
Primeiro. O desen­ 
volvimento de. companbei 
rismo como elemento 
capaz de proporcionar 
oportunidades de servir; 
egundo. O reconhe­ 
cimento do mérito de tô­ 
da oeupaço útil e a di­ 
Iu ão das normas de éti­ 
ca profissional; 
Terceiro. A melhoria 
da comunidade pela con­ 
duta exemplar de cada 
um na uu vida pública 
e privada; e 
Quarto. A aproxima­ 
ção dos profüsionai de 
todo Mundo, visando a 
consolidação das boas 
relações da cooperação 
e da paz entre as naçõeti. 
Flnalldabos 
Pouco depois da organi­ 
zação do primeiro Rcta­ 
ry Club, verificou-se que 
o Rotary poderia servir 
uma fioalldadA muito 
mais extensa do que o 
• seu alvo inicial de pro­ 
mover compreensão e 
companhelr!smo entre 
homens de negocios e 
profissionais. Rotary tor­ 
nou-se logo um fator im- 
portante nas mais 
variadas atividades 
em beneficio 
das comunidades, em 
trabalho .:onstrutivos 
para auxilio r r.rianças a­ 
leijudas, e menos privi­ 
legiadas, e ainda no es­ 
tímulo para a prática de 
elevadas normas de éti­ 
ca, nas relações profi­ 
ssionais e de negocio . 
A medida que os i­ 
deais de Rotary, de u­ 
mnizade e auxilio ao pró­ 
ximo fora-se propagan­ 
do de pais a pais, tor­ 
nou-se evidente que Ho­ 
tary poderia constituir 
urna força poderosa pa­ 
ra o desenvolvimento 
da boa vontade interna­ 
cional. Assim, através do 
seu alcance mundial de 
companheiri mo e amiza­ 
de dos homens de uégo­ 
cios e profissionais, uni­ 
dos pelo ideal de servir 
Rotary tem se empenha- 
MÉDICO 
Atende pelo INPS e IPEMAT 
Horários: ,lnnhã 
. 13;00 l6;00 hs: 
16,00- 1900 hs: 
R- 15 de 
Hospital 
Posto de Saúde 
Consultório 
ovembro, 75 - Fone 17 - Bela Vista 
SERRARIA CASTELO 
Compra de Madeira 
Bruta, Venda de 
madeira Serrada 
Antonio João - Mt. 
De Antonio Remo Penzo 
do em fomentar e esti­ 
mular o desenvolvimenu­ 
to da boa vontade, com­ 
prensão e amlzade não 
sómente entre seus só­ 
cios, mas lambem entre 
todos os povos do mun­ 
do. 
ORIGEM e DESEN­ 
VOLVDIE TO 
O primeiro Rotary 
CIub do mundo foi fun­ 
dado em Chicago, no 
principio do Século, por 
Paul Harris, nm jovem 
advogado. 
Era sua idéia orga­ 
nizar um Club que reu­ 
nisse amigavelmente um 
grupo de representantes 
dos diversos ramos do 
negocios e profissões, 
um club onde o, soclos 
pudessem reavivar a a­ 
mizade, comoaniherismo 
e mútua compreensão 
que. quando jovens, ti­ 
nuham conhecido na vida 
de cidades pequenas, 
donde a maioria provi­ 
nha. 
Em 23 de fevereiro 
de 1905 o Rotary Ciub 
de Chicago se reuolu 
pela primeira vez. For­ 
mou-se então o nucleo 
para os milhares de Ilo­ 
tary Clus que maus tar­ 
de se organizaram em 
todo o mundo. Paul Har­ 
ris denominou "Rotary 
Club" n nova organiza­ 
ção porque originalmen­ 
te os sócios se reuniam 
em rotação em seus vá­ 
rios locais de negócios. 
O numero de sócios 
do clube aumentou ra­ 
pidamente. a tal ponto 
que. não sendo mais pos­ 
sivei reunirem-se no 
local de negocio de ca­ 
da um começaram a reu­ 
nir-se semanalmente ao 
redor da mesa do almo­ 
ço ou do jantar. Essas 
reuniões semanais são 
agora realizadas pelos 
Rotary Clubs ao redor 
do mundo. 
Cada um dos ho­ 
mens que se reuniu a 
Paul Harris para orga­ 
nizar e clube se dedica­ 
va a uma diferénte for­ 
ma de servir o público 
Essa base de asso­ 
ciação um sócio repre­ 
sentativo para cada ne­ 
gocio ou profissão tor­ 
nou-se uma das pedras 
fundamentais do movi­ 
ment.o rotário.

Mensagem 
1 
. 
 
1 
 
1 
1 
•d 
WJ 
" la psszn Mica ode diz e a li pote mrt 
monlan~as, enconlramos um dos meios mais prálicos e 
sábios para alcancar o sucesso 
Mineração Bodoquena, produtora do 
cálcareo Bodoquena, é uma empresa que aore­ 
dita no udoeste. Sabemos que . a mais dificil 
batalha é a luta· contra a auto-limitação. Época 
de desafios; época de chamamento; não pode­ 
riamos limitar a nossa maneira de fazer indús­ 
tria: Produção -. Confiança • Fibra. Bem, foi pre­ 
ciso sermos um pouco audaciosos, mas quem na 
indústria ou no comércio, sendo tímido, leva o 
negócio a frente. Tudo isso é Fé, na região, 
no homem, nu governo e nas potencialidades do 
OVO MATO GROSSO 
±l2 V$7A: $ N00$ Sr7o$O$ C0Mm) 
223NY os ±LA A$324 62M0 2 $2240$ 10M1 2N)/±a5á- 
!f.ll©. Aproveitamos para agradecermos as valiosas co­ 
laborações de: L ui z C a r l o s a z a r e t, Ata­ 
nasio Gomes de Melo e Prefeitura Municipal. 
na fase de implantação da Indústria. 
u 
Fidelis Bortoletto 
Diret.or Comercinl 
Antonio Aranha 
Dir. Administrativo 
Og Kube 
Dir. Industrial 
Usina - Rodovia Jardim » Porto Murtinho - km 54 
Escritório - R. Duque de Caxias - 6S0 Jardim - Mal 
Grosso 
----- 
4 
&11 
) 
J

ela Vista 20/07/76 
Diversos 
DECLIRIDI I GUERRD ao JOGO 
DE BICHO 
,, 
Começou a ser mon­ 
tado !!ffi Campo Grande 
todo um esquema para 
combater o '·jogo do bi­ 
cho" . Para tanto o se­ 
crrtúrlo da Segurança, 
Madeira Évora, manteve 
demorada reunião com 
os delegados locais, nas 
dependenclus da delega- 
ela Reglonul. 
Alem do delegado 
Jullo Ishikawa, delegado 
da Central de Policia e 
respondendo lnterlnamen 
te pela Regional esta­ 
vam os delegados distri­ 
tais do Amambal, Cru­ 
zeiro e Jardim Paulista. 
GftRCIII NETO: H LEMAT EST 
Acompanhando ao se­ 
cretario de egurança, 
da reunião ele portas fe­ 
chadas, estavam o major 
Zuzl Alves da llvu, di­ 
retor da Delegacia Ge­ 
ral de Cuiubá, e o dr. 
Joaquim Ramalho dos 
atos, diretor estadunl 
do Departamento de or- 
SEND'O PREJUDIC 
dem e Politica Social bate ao jogo do Bicho" 
DOPS. 	GOVERNADOR 
Logo o.pós a reunião 
que teve a duração de 
aproximadamente uma 
hora, o próprio Madeira 
Évora declarava que o 
assunto era especifica­ 
mente "o inicio ao com- 
r-;. HlllCVl!l M. MOim[!OOII 
1 
Médico - veterinário 
EIIOrnttO: Cm n.o rn - Vila lilililar 
MElI II5IM III» $R05 
II - RI 
Endereço: Resid. 
856 
400 MI 
R. Cel. Ponce - 
Porto Murtinho Mt. 
HAR0LDO MEDEIROS 
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Dr. João (. Palmieri 
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Bela Vista Mato Grusso 
- DR. GII ·-···:.::::. . ..., MARCOS 
Advogado 
Ru Ii. Amup .o 032 
MI8/./1 S5 
- BO!llfO - lill 
# 
U. ISE ATARES! METO 
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Escritório: Av. Duque de Caxias, 78s8 
Jardim 	ilato Grosso 
lnacio Ciuitte Melges 
Cirurgião - Dentist; 
C R O - 126 - ..l! T 
Att,nde-■e pelo INPS - IPEMAT • IP.ASE 
Rua Duque de Caxias - 289 
Jardim - MT. 
"Esta é uma arien­ 
tação direta do Governa­ 
dor Garcia Neto''. afir­ 
ma o ecrctúrlo. ''Segun­ 
do ele o crescimento e 
a prática úo jogo de bi­ 
cho em Campo Grande 
vem prejudicando en­ 
r,ivelmente a Loteria do 
E tudc,, Len,at. e a or­ 
dem é de combate-lo im­ 
placvelmete". 
Em virtude de "ordem 
expressa" do Chefe do 
Executivo do Estado, co­ 
mo salientou Madeira 
Évora, um esquema es­ 
tá sendo montado em 
Conjunto pelos delegados 
da cidade pura que Jiaja 
um combate intensivo 
ao jogo, a ser iniciado 
imediatamente. 
Uma série de medi­ 
das especiais estão en­ 
do tomados e estudos de 
combate direto ao jogo 
e bancas do '·b:cl.to". 
entreta1ito nada foi anun­ 
ciado oficialmente a não 
ser o que anunciou o 
secretário Madeira Evo­ 
ra. O fato do bacharel 
Ishikawa estar acumu­ 
lando fuoçõe;; de dele­ 
gado c,mtral e regional 
que confere a responsa­ 
bilidade de coordenar as 
medidas de "defesa da 
Lemat, contra o jogo de 
bicho", até a volta do 
titular Aloisio de Olivei­ 
ra. (DS) 
Documento 
Perdido 
André Romeiro ex­ 
traviou seu certificado 
de propriedade nº 120 926 
expedido em 5/3/75 do 
veiculo marca Volkswa­ 
gem Kombi modeio Pe­ 
rua, tipo camioneta cor 
azul , n.o cbassis B-3o5 
- 7210 ano de fabricação 
1963. Placa FE 0823, ex­ 
pedido pela Ciretran ae 
Guia Lopes da Laguoa. 
Publicação que 'se faz 
para obtenção da 2 via. 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2.00

Dela Vi-ta 20/7/7 	Diversos 
,, 
RELI VI VII - ÁREA PRIORITÁRIA DE INTERESSE TURISTICO 
Comunicação q u e 
raz ao PreftJlto ele 1.iela 
Vlsl.u, o Direto:· da. TU­ 
RIM,'!', Dfl. Paulo Rena­ 
to de C·1stro Ploto. 
Culubú - MT. Nº ü88(il71i 
Data: 00/07 l7U !fora: 
14,10 
Deatlnalúrlo: Ur. Ruben 
tle Castro Pinto 
Prefeito Municipal de 
Bela Vista - JIT. 
S/N Lame11tavelmen­ 
Lt> irnpossilJliitnJo estar 
fü;lcamente em minha 
cldadt> nat.ul 111, lra11scur 
RO do seu anlverbário 
vg por estar na • presen­ 
te <lata na EMBRATUR 
Rio de Janeiro relvlndl- 
Continuação 
-A Vio]c,ncia, disseminada hoje em Ioda, n• 
nações do mundo, precisa ser 
pcrf,·iramcme cntcmli,lu 1_iam ser corrc111mc111c 
,·ombatidu. O combale à nolt·ncia com :.plicaçào 
constllnh· FÓmentc da ,,iolcnciu, con1.otitui prática 
dcstruliva. Violc,nrin contra ,·iolt•nciu tem 
eu lugar e oportunidades adequadas. 
A :-EGUILlÇA NACIOXAL, 1rntuda 
em todos os campos do Poder acional, deve re­ 
vestir-se de aspectos particulares, quando aplicada 
no campo militar, com emprego de Força Armada 
Neste caso, coo é 6bvio, trata se da 
SEGUíl,,NÇA ~lILITAR própriumcntc di1a que 
por nutro la,lo nüo prt'seindt, ela co pur1icip3ç:)o 
de ações concorrentes, proinovidas em todos os 
lemais campos do Poder Nacional. 
Cub,, n, FOHÇ/S ,IDIADAS, como é 
C'i<lcnlc, u atuação relativa u SEGUIIANÇA ~!ili 
tar. Mas devem ser levlas em conta todas as 
n<j'üc~ cru rculiza'ii.o nos <lcm,,iE- Cn111pos do Poder 
Nncional. inclu-:Í't'" uipH•lus rcfrrl"ntc~ no t::.tnpr('"O 
dus Policia• Est.u,lu:1ia. 	"' 
O EMPREGO DAS POLICIAS ESTA­ 
DUAIS, nos casos de Segurança Interna deve pro­ 
c,•dcr <lu FOHÇAS AH !ADAS, consitlcrucln o 
vulto da ameaça. Por este motivo devem ser ade­ 
qudamente equiparadas e in -truidas, em todos 
os aspectos que valorizen a sua formação. 
llá porlnnlo um LlllTE DE Ol'OHTUNI- 
1), D E entre o emprego das Forçns Arnrnd,is e o 
das Policias embora não haja limites entre elas 
cando assuntos •le inte­ 
resse TuriRmo de MT vg 
desejo fransmílír ao po- 
vo de Hela Vista - T 
08 me:.:s mais sinceros 
efusivos votos de saúde 
vg Progresso el Paz el 
tllzer-lhes que o )luolci­ 
pío de B. Vista alt-avés 
do Decreto Lei nº 71791 
de 31 de janeiro de 73 
l
fIT)fM 
B#!j 
L'!J 
et Resolução CNTlJR nº 
817 foí incluido c,1mo á­ 
rea priorilúria i;e in!eres 
se 'l'urístíco PT. 
Foi extraviado os documentos da moto 
marca Yamaha lruíl 125, ano de fabrlcaçfio 197, 
nº do motor -187-100777 cor vennelba, de proprie­ 
dade de Armis Galeano Brandão. Publicação 
que se faz para obtenção da 2° vlu. 
<Jllunto nos aspcdo• ela Informução e o da l'revrn· 
riio Norrnulrncnte ns Força'! ele, Tcrn supt'rintt:n­ 
<l,·m o pl:uwjamcnto e a condução da, nç<ic• ,!«­ 
Segurança Interna nn maioria das areas do País 
cm quulr1ucr ai111:1ção ele nmeuça. 
O T• .. tl'HE.GU ,las FOHÇA::i AIDIAD.S im• 
põe consideraces de aspectos relacionados com 
n Formaçio Moral e l'rofi<sional de F<!Uo Con• ha­ 
tentes e com as consequências da utili:t.-11<.ào do 
Podt•r rnilitar. purqut: :!ua nt_<io não é cliplonlJtica. 
• O DESENVOLVDIENTO E O EMPREGO 
das Forças Armadas não devem afetar ou com­ 
prometer não só os aspectos morais da formação 
do combatente. mu5, t:uu l>rm, as modalidades de 
uplic,içào ,la• rcspccti,·aF doutrinn• de opcrai;õc,s 
militares para que essas Forças não invertam as 
priorid,dc, de ua missão Constitucional. Os Che­ 
fes militares devem estar atentos para evitar os 
dcturpaçüc,. ~ualmenle, n·-ultanlcs du infiltração 
de idéias subversivas. 
DEVE SEH ACELE!t:DA A CO:'<SOLI­ 
DAÇJO DA DE~IOCRACJA SOCLL BRASILEI­ 
HA considerudu a di-ponibilirlndc de prazo, pois 
o Brasil inda constitui um casis de tranquilidade 
nc,tc mundo rnmultua,lo. Condiçõc.; de instahili­ 
duclc, que porventura venham a ocorrer, difit·ul• 
tarão a realização dos propósitos ria He'olução. 
pesar de todos os fatores contrarios 
graças a Deus, a união elu; Forças Armadas e n-;; 
bon1 cntc.n<lirncnto entre os ch, .. f~:; re-.pon:-itveiE-­ 
pclo dc,11110 desta grande nação, a Hevol ução 
SDS 
Dr. Pnulo Renato de 
Castro Pln to 
Dlrntor da TURn!AT. 
IJra-ilPira de .1] de .lan;o d,· 19íi l ,·t·nt, no• pou• 
co; H! con•oli,lando, dentro do delinc:un.-nto <Jue 
acabamo• ,le npre,cntar, ••'f!U1tJo no,,<, e11te1uli­ 
me11to pc:'oO!II. 
Assim chegamos à conclu,:io ,Je <JUI:' náo 
foi feito em vuo, o .lovimenlo d.- 19(~1. Hepre· 
senta ele mais umn f,u-c da evolu .. üo do próprio 
Bra,il. Outra, fnse, se sucederão, ·ccrtunwnle. 
Não fos,.-111 homens dedrlirlo•, lídere, in· 
c::,nte
0te, rio pa•sado e do presente, que cle,tfo 
JíJ a .12 a110., ante" vinham preparando ,1 açJo que 
cclvdm t•m .11 de .lnrço ,Je 1961, não 1:,tarfomo, 
hoje no estagio de desenvolvimento que nos ene 
contramos, as vé-peras de nos transformarmos 
nun12 grande potência rnuu<lial, se Deus quiser. 
. Daí porque renfirmumcs que os chefe, ck 
hoJc de_, em .-,tar atento para impedir o boic-ote 
ao urgirento de nova lideranças, pois, certa· 
mente, os novos líderes do futuro, juntamente 
com outros já existentes e experimentados, facil­ 
mente mobilizado, erão aqueles que e apresen­ 
tarão e~poutancomcutc, no t"n--o da oc•orrencia de 
novos lances da [evolução, porventura necessários 
quo, cXIJam coru~em e tlcci,ão. A falta de líderf' 
poderá acarretar sérios problema- a marrha dct 
H_evolução IJmsileira. E,perumos t" dcaej:,mos que 
somente o m_c(hor nconlcta, porque confiamo; ou 
geração de dirigentes da nação e na juventude 
rnilttar. 
"Que Deu; abençoe o Bm-il~ ... 
São Paulo 
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-------~---------~-------~~··_:_~?_:- ! ~W'. 
1 (, í 
Hojc·: 20 de· Julho 
J'.nfl·cr1<úl'lc, du ci­ 
tlade, FestividadPs pro­ 
"ran,nrlus pelu muuici­ 
palidade para comemo­ 
rar u data. Desl'Iles de 
Escolas. a tos cívicos, 
inaugurações. 
Tambt•m é dia de re­ 
mc11101·a1·rnos os tempos 
pus±dos. Peitos dos 
nossos nnlecessores, le­ 
gando-nos um território 
disputnclo por estrangei­ 
ros; lernbraudo Llaqu·e­ 
les brnvos que Lrilhuu­ 
do invios sertões, aqui 
ed!Iicnrnm esln nore­ 
,!ente citlade, cuj() futu­ 
ro cle grundeza conrta­ 
ram à nós, nu juventu­ 
de brasileira, que dure­ 
mos continuidade es­ 
s obra de construção 
dn nossa nacionalidade, 
corno nação livre, domi­ 
ando e civilizando es­ 
ta extensa fronteira do 
Brasil. Lembrando lam­ 
bem dos brnvos solda­ 
dos que :iqui tombaram, 
defondeudo este torl'iio 
querido, aqueles que 
assiualaram paginas bri­ 
lhantes da nossa hlstó­ 
l'iu pó.Iria. 
Saudade que ficou: 
Em • todos os nnos 
qu~ pussar.tm, ueste diu. 
o maior orgulho do be­ 
la vistense era ver a pus 
sageru, no desfile, entre 
outrns coisas lindas, do 
Celégio Sto. Afonso. cu­ 
jos alunos, com seu gar 
bo, uniforme azul e 
branco ruuilo bonito. 
suas bandeiras multico­ 
res, sua fo.afarra famosa, 
seus atletas de ambos 
os sexos aprumados, 
suas lindas nlunns <liciplina- 
das e aquela grnça ame 
uu da petizada miuda na 
cadencia dos tambores. 
Que belezn! Quanto en­ 
tusiasmo naqueles cora­ 
ções jovens! Quanto ze­ 
lo dos prnfessores e das 
bc:.uíssima!! Jrmüs de S. 
Vicente de Paulo! O ri­ 
gor dos Dlrete>res, quer 
na aprt:!sentação, como 
na disciplina ! 
Este ano não mai1:1 
desfila o garbos'> Colé­ 
gio Sto. Afonso. 
Por questões legais, 
l'oi extinta essa institui­ 
çitc, do;; P,ldl'es Ilecle11- 
toristas que por mais de 
,to a nos ta uto ler.1 sc,1·­ 
vido Bela Vista e seu 
povo, l!UlH' nu Jleliglüo 
como educando e instrn­ 
iudo gcraçõe~ de pa tri­ 
cios nossos que vivem 
!1esta front<'il'l.l. 
Dil'icilmente tornare­ 
mos a ver oul1•;t vez, 
mesmo simbolicamente 
em u lo cívico. o desfi­ 
le do Colégio Sto l'on­ 
so, que Lautos aplausos 
ill'lUIICUV,l. 
Prestemos com tes­ 
peito, uma homenagem 
u esses religiosos vetei 
tores IA peso das 
Irmãs Lueindn e Age­ 
lina, us plrmel.ra~ do cn­ 
Hino naquele Coll'g-io, 
ainda resilentes aqui e 
It pessou do boníssimo 
e estim:ulu P. Brnncl.lo, 
seu último Diretor. Já 
uusenle. cuju amizude 
deixou raizes nos cora­ 
ções bela vi ·tenses. 
Uma saucl.1de que fic,1u. 
Efeito,; da ln.,;t. do Governo cm U. Vi:-ta 
O Sr. Governador e 
sua opet'Ot<U equipe aqui 
estiveram em Março go­ 
verllando o Est. duran­ 
te tres dias, e muitos 
foram os beuel'icios de 
providências tomadas 
para o atendimento das 
reivindicações cio povo 
da região, p1·i11clpalmen 
te desta cidade. Os efei­ 
tos estão ct1egundo. 
A Telemat com ~s 
torres de recepção insta 
ladas no alto de Nhan­ 
depá. O nosso incausa­ 
s:'..Yel Prefeito já man­ 
dou estender a rede de 
euergi-1. cletrica -até lá 
para que seu fuacic!la­ 
meoto não retarde e ou 
tl'llfi p1·ovirleucias toma- 
O sr. Secretário dr.· 
Louremberg {ibeiro Nu- 
11es Rocha tl'Ubalhou iu­ 
teusameate para sanar 
os problemas educacio­ 
nais da região e dá pleno 
u poio a Del. Regional de 
Bela Vista uo mistér de 
coordenar o ensino. 
Para. um melhor de­ 
senvolver do periodo le 
tivo, destinou dois con­ 
juutos gera<lores de e­ 
nergia elétrica os qua1s 
foram asseutados na 
E!'..:ola E:itndual de 1.
0 
e 2.o graus Cel. Pedro 
Jo~é Rufino. em Jardim 
e Escolo Estadual prof. 
Salomé de Melo Rocha. 
em Gula Lopes da Lagu 
na. 
das para que o n0ssD 
telel'oue mude de aspec­ 
to imecliatamente e pos­ 
samos dcnlrn de poucos 
di:rn ligar u outms ci­ 
dades do Estude,, bem 
como . do Pais. 
Multo bo_m. 
De Cuiabó.. um Sr. 
Eugcuheiro da Cemut 
manuou dizer ao no,;so 
Prefeito. por meu int,.n·­ 
medio, que prepare um 
terreno de 250 x 250 
mts, para nele sei· ina­ 
taluda a estação rcbai­ 
xaclorn da energia de 
Urnbupungii. puru. fins 
de 1()77. Uma promessa 
alviçareira. 
:lelbn!' ainda. 
A Sec. <le E<l. e Cultura funcionou com 
muito Proveito. Vejamos 
Oc:,mpo.;, P1·,•1,•ito ltwi, 
clpul. já Pi'O• ;ue•neir)U o 
ittcie és obras, 
Tom·m no muni­ 
eipio de Guia Lopes da 
Laguna, o )r. Lourem­ 
berz firmou conveio 
com a Prefeito Muntei­ 
pal. no rn!or de (',-; 
250.000.00 «duzentos e 
cinqu,•nlu Júi! cruz, i­ 
l'Oi-l" par;, a reYoi·mtt 
r:orn nmplwc;-:ifl d•~ duas 
slas de au!-s::1, ria 
Esc0f:t E R l a tl u a l 
Prof". S ..: 1 o rn é du 
~.leio Ho.:llu. Cinuuenta 
J)Ol' cento da verba j(t 
foi liberada e aprovei­ 
canelo Oh dia,; de Iél'i:t:i, 
r.r. refoi ma p. e.,lú ,.:~a­ 
do feita. 
Pelo memorando 2S5- 
Drere 76 a Dra. Eil Pe. 
rdru de S.;uzu. Dei. R.c­ 
gioual rle Eclucaçiio e 
Areuu kc:-:l t''itá func:Ío;iando 
:-=o domingo. diu IS, 
!J lls, inicio da Conven­ 
çJo :Hu:iieip 11 jo Pai'li­ 
do da Il.evoiuçüo-,renn­ 
pam a eFc:r.!lla de canu 
didatas á vereadores lia 
''Ele" Andou ai 
"Ele'' V<"io eu'úrico. 
diss<.'-me um amigo, rh- 
do as p t~ m p u s, 
quando 1 1, e pt:1·- 
guntarnm sobl'e o lar.­ 
çamento de suu candi­ 
datura em Cuiabl. 
Ora essa, mnis que 
Destinou livros rlidá justa derooa,trnç:lo. 
ticos de nivel I a V[ Por isso, certamente 
da 1.o grau, a todos os veio visitar o sub-dire­ 
aJunos das Escolas Es- tóriozi11h0, deitando uns 
tuduais e :l!uoiclpai!' c1,, tiçiiusiahos na fornalha 
Bela Vista e Pto. :11ur- da maquina para não en­ 
tiaho, além de fazer u- ferrujur as l'enugens 
ma complemeutaçü.o a 
outros municipios da 
Dt·ec. 
Firmou coovenio 
com a Prefeitura :[uni- - 
cipal de Caracol, ao va­ 
lor de (cento e quaren­ 
ta mil cruzeiros) CrS 
!Hl>.000,00 para a refor­ 
ma da Escola • Estadual 
de l.o grau dr. Ruben 
de Castro Pinto. Já li­ 
bercu a primeirn parce­ 
la da verba (50% do 
valor) e o sr. Thadeu 
Francelin,, em 
Cuiabá 
A propósito, muitos 
curiosos tem abordado a 
mim sobre esse c:1so 
Querem saber como 
foi. Vamos aguardar .Se 
o Sr. Ivaldo der espaço 
no jornal segtúnte, con­ 
tarei o que aconteceu. 
Esperem. 
( 'll i [ d l ,l 
;;olicilou 
'i 1.1 
, ! <·, J. l(' 1 O ei '.' 
1•:. mi  0 de 2o 
r,a! ' o mnttnl +,0 
de ·Jardim. O ;c. ·' 
de 2i-}·73, ubkica !o ao 
i).0 LJ.() li lj] ('): 1 ,, !'•' 
feril scala. com ln 
ili:acio Ie Pontes e 
E!tiicacües, que fe se 
l'JIC'<JC1:,, l:JP JH .),•Jl J 
furioamento desae 
matço do corrente ato 
no prédio da ±scola de 
lo grau Cal. Felicio, 
pertencente + CER-! 
A Escola !ueionará 
nÓs moldes do Si{c+i 
Estadual ie Eiueaã» e 
o p:>SS!l:!l ael!rlillbl,; ll· 
vo e loceate serão pt­ 
yos pelo Estado. 
O n0ss» Gove.o 
1::;tú trairnlliu!Jrlo. 
Camara. que dispus:7o 
as eleições da } de 
Nove.abro vin!ouro. 
'o próximo n.o m:is 
rlc!,,lhes. 
que tnml.Jeru 
necessita lubriticant. 
pois a turma estava re­ 
:r:1i,lu, um !a1!lo juru;·ú 
0r falta da presença 
do c.:tle!·e, sem ::u..::tenul 
1o0 pra no menos 
unas fofocas... !gora 
J)fJderá dtl!' iuicio pnca 
a campnnha de 7ô. 'ai 
haver tanta valer:tia por­ 
que ninguem St-C!Ul'H '> 
hon,em... Ainda ln-m 
que dos prós e contnu; 
tutlo durá. cerco. 
Documento 
Perdido 
O Sr. Odilon Barce­ 
los Penzo extraviou seus 
documentos: Carteiru ele 
~Iotorista n!! 2-1777. pron 
tu'.irio ng 59198 e Cartei­ 
ra de Identidade n'l 
91332. expedidos em 
Ponta Porã lT. 
Publicação que se 
l'nz para obtençào da 
2 via 
Bela Vista. 2 ;07, 7ü 
- 
Higiene _ Conforto - Ótimo atendimento 
DO 
Refeições Caseiras - Espeto Corrido - você encontra no: 
o DE de Milton Xavler 
"O Hotel dos Boiadeiros o[erece toda a comodidade e possui um bar anexo a serviço dos hóspedes" 
Hospede-se no Hotel dos Boiadeiros e comprave: Excelanto Serviço 
Avenida Duque de Caxias -!9!> (ao lado d:l :iineraç.l:l ll:>doqu?ua), no centro da Cidade - Jardi-n - I.1to Grasse,

P'rorna para o desfile do dia '2007 76, 
55 Aniversario d emancipação política de Bela 
1 i 111. 
1 
1 
l 
1 
1 
l 
Baile em homenagem à cidade no Gremio 
Pedro Rufino 22.) horas do dia 1!J-07-7H. 
AlvornJa festiva - llii..l 20 ás 06,00 llon1&. 
;liiiAa Curnpal - 07,00 horas (Praça Alvaro 
Mscarenlas.) 
lfostoumer1to da Lnndt-iru - 8,30 horas Pra 
ça AI va L'O ~.1:rnearenha,i . . . .. 
Hevi. tu - 0!1,liD lloras Intet0 do desfile. 
J.,00 ]lrrn::- Lunç1.11nc•11to ua. Pedra l'undu­ 
nrnnlal do colf>gfo clt.! 0G salur de aulns, 1.ia ma 
M1nechul Deodoro. 
t(j 00 horaA - Visita à. Estação Rccepl(ll'a 
do Telefoa~ lnlen1rlrnno nu Pça. Ulmerindo Xavier 
15.,30 horas Inauguração da rua Francisco 
de Azevedo Pedrn. 
1G,OO horas Visita à Estação Trn1rnmissora 
do Telefono Interurbano, na Praça N!Júndepú. 
1(),00 borus Culto :'llusicul em ação de 
Graças por mais um auiverslrio da cidade às 19,00 
hor!ls, na 1 Igreja Batista. 
Dr. Ruben de Castro Pinto 
Prefeito Municipal 
, 
-,,2 
9 
v5 
.,. 
(l:J!:l□
Hoje, dia ~O: de julho. aniversário de 11o!'sa 
querida "Prince::;a do Apn";o povão contente ven­ 
do a banda pussar. Contente. mai:; Cn11teute ~lesmo 
de se estar o prefeito Ruben do Castro Pinto(que 
por sinal mereceu Editorial ne,:ta edição). pois, 
grudutivamente. vê as •·melhorias prometidas" pelo 
Govemo do Estado tornurem-se reairlade. Está 
eoulnule, lamJém, µor ver o trubo.lho que seu fi­ 
lho Dr. Paulo Renato d& Citstro Pinto vem desen­ 
vo)·endo 1·;·enle ari Departamento de progrnmaç-ilo 
da TUR~iiT. O Hil10 da terra núo esquece o tor­ 
rii.o na tal.- e tudo 1az parn que o goYernc:, lembre 
tntnlwm das potencialidad~s turísticus <!a região. 
Hoje. ludo é alPgi'ia ... 
mEm 
Joia Jota ficou retraido 
pudera: o homem roi vedete em Cµmbú. O ''velho 
jovem" está prep:1.randv. ::i. sua campanha e tniio 
indica que na próxima legislaturn . eslará pre_s('nte 
ua egrégia casu do legislativo. 
± 
Agr.ra: muito fôlego pam as gmndes noticias: Bre 
Ye. ~luilo Breve ... telefone interurbano gr.1çus ao 
e•Iorço du Preloito Castro Pinto ... Belu Vblu. inclu­ 
ída no roteiro turístico do Estado, grnças ao trahu.-. 
1110 do Dr. Paulo Renato de Castro Pinto ...EM 1977 
(promessa objetiYu) Energia de Urubupungá ...e O 
impórtanle: a Prefeitura imldvu todas as dividas 
da ndmiaistl'Ur;à<> passada pUia com o fundo Nacio 
11al de telecomunicações, reformou e reestruturou 
Todas as Escolas Municipais, Transtornou o Prédio 
1la Usina de Euergi:1 Elétrica (que por sinal eslÁ. 
juncio1u111clo e 13em ... ). putrola sistematicamente IS 
ruas rJa cidade e efetua uuYas aberturas de ruas 
oude se faz necessúrio. é a tlinamica Admiuistra­ 
gio Castro Pinto que dia a diu transforma o aspee 
ln da c·icladi:1 .. 
±E± 
Quanto u politica, o mat· está tranqüilo r, as em­ 
bireações navegam calmamente. Vamos guardar 
o pleito e renovar u nossa Camara. Arena X M.D.B 
Esperumos que :lo coní'ronto saia homens íntegro,; 
dispostos u lutar paio progresso do rnunicipio.- 
9; 
Dia ao do eorrenle t:ircularà o primeiro uúme­ 
rn do jornal "Correio ·Jardiuense". mais uma orga­ 
nizaçüo Tiunu a serviço do povo matogrossense. 
üDO ;!(i i(i 
Cuiabà - MT 
'!n 11 du julho rle 
1D71i. 
Sr. Prefeito 
l1011ro-me em díri­ 
gir-me a V. Exclu. para 
envial'-lhe a mlulla sau­ 
dução ao povo de mi­ 
nha lena. nu sua ilur,­ 
trn pessoa. e dirigente 
má:..:imo dos destiuos 
dessa comunidade mu­ 
nicipal. . 
Quando Uela Viata 
comemora os seus 58 
anos de emancipaçii.o 
polítlcu, nós que a par 
de dirigirmos um órgJo 
do Go,·. do Estado, 
que tem sido amplamen­ 
te pl'esligiado pelos be­ 
la vislem,es desde o seu 
funcionameuto ·como au­ 
tarqu!u do Estado, so­ 
mos honrosarue,,le filhoi; 
dessa terra de tantas e 
gloriosas trudiçõe!': de 
devotamento e amor à 
pátria uúo poderíumos 
E" 1O T 
no ondtil. 
Permitimo-nos soli 
cil r o. '. Exdu. lJUI' 
seja o portador desta 
manifeataçilo uo uos:10 
povo, à iluAlradu Cilmu­ 
ra Municipal e a todas 
us demais autoridades 
coustituídn.$ du noflso 
muoiclpio, trnnsmítínr'.o­ 
llle" os vows que fa­ 
ze11108 de um progrcs-;;u 
cacla vez mais aceotua­ 
do. Oue todos os 
seus filhos, resi<lenles 
e ausentei- se cougre­ 
guem em esforços, e 
com o mesmo pen,mmeu­ 
to, numa i'rutuoHa unlüo, 
num!! troca de opiniõe,; 
Idéias e experiências e-u 
r:ontrem sempre os me­ 
ios que resultem no cres 
ceo te progresso de nos­ 
sa terra evidentes bene­ 
fícios para todoa. 
É com enorme su­ 
ti-fação que enviamos 
esta saudação, como 
belavisteuse, e cowo di- 
•·Orgão lndepeudente à Serviço da Região" 
,no ' - Bela Vista MT. 20. 07/7G - r'iº 219 
0MM 
l4 
A)- GRUP.rilENTO de EDUCANDARIOS ESTA~ 
DLJS. 
1- Fanfana. 
2 - Carro Alegórico da DREC. 
3- Escola Estadual d~ 1º e 2° Grau Castelo Bnnco 
-1- Escola Estadual de 1 ° Grau Generoso Ponce. 
5- Escola Estadual de 1 ° Grau Ester Silva. • 
B}- Grupamento de Edncandarios Municipais 
1 - Fanfarra. 
2- Escola Municipal de 2.0 Grau Dr. Joaquim i.Iur­ 
tmho. 
3- Escola Municipal de 1.o Grau Jarbas Passarinho. 
4- Escola :-!uu1c1pr.d .Jardim de Infância e Pré-Pri­ 
mát'io Castélinho Encantado. 
5 - Escc>la lIunicipal de 1 ° Grau Costa Reúna 
6 • Escolll. lIunicipal de 1º Grnu Serradinho. • 
7 - Escola Municipal de 1° Grau Nunca-Te-Vi 
8- Esco1a r-lunícpal rle 1º Grau São C!en;enie. 
9- Ese»la Municipal de 1 Grau São Patricio 
10 Escola Municipal de 1" Grau Marechl óndon 
11 - Escuta :u~nicipal de lº Grau Fugu4. 
12 - Escola lJurticipal 1e l't Grau Pedregal. 
13- Fscola Municipal de 1° Grau Agua Doce. 
14- Escolu Municipal de lº Grau São Geraldo 
15 - Esco!a '.hrnic_ipal de l" Grau de Artes e Oiicios 
Engenheiro Ga.rcm Neto. 
C) - Grup:i.menLo de Curros Alegoricos_ 
1 - Cõ.SU d<> Artesão 
2 - Caça l' Pescu 
3 - Cocn-Cot::i. 
D)- Grnpamento :llecm1izndo Ag-ricola. 
E)· Grupamento de Cavaleiros Ciis. 
f,) • 10n Regimento de C'avalurin - 
G)- Crnpame:110 Hipomotorizuclo CiYil. 
retor do Serviço de Lo 
trina do Estado de MT 
em Vossa pesoa, que 
por seu amor á ela 
Vista, sempre se dedi­ 
cou aos interesses de 
nos:u l<'fl'a. 
Renovando nossos 
voto,; <le elevadu estitna 
e consideração 
A lenclot:aruenle. 
José Afouso 1-'orloearrc­ 
ro. 
Oração 
cxo Espírito Santo 
Espírito Sauto você 
que me esclurece tudo 
que ilumlna todos os 
meus caminhos parn que 
eu atinja o meu itleul. 
Você que me cJá u dom 
divino de perdoar e es­ 
quecet ·o mal que me ;a 
zem, e que todos os ias­ 
tau les de minha vicia es 
tá comigo, eu quero nes 
te curto 'liálogo, agrade 
cer-lhe por trdo e con­ 
lirrna1· mais uma vez 
que eu nunca quero me 
sep_arar de vooê, por 
mmor que seja a Husüo 
material não Eerá o mi­ 
n_irno da vontade que 
.smto de um dia es­ 
tar com você e todos os 
meus irmüos na gloria 
perpétua. Obrigado muiF 
uma vez. (A pessoa de­ 
verá fazer esta oraç1lo 
3 dias seguidos sem di­ 
zer o pedido dentl'o óe 
3 dias, será alcançada a 
graça por mais difícil 
que seja) publicar assiro 
ue receber a graça. 
Publicado por ter recebi 
do uma graça. 
Nice da Costa Miranda 
Candidates 
da ARENA 
Osva.ldo Turini 
Carlos Centu1·ião 
Dr. Eiy de Araujc Barbo 
sa 
José J. Ferreira Souto 
lg,2 S. cosi ir«ses 
ilou :'.'íunes Leite 
Noedi Larangeira 
-Toao Villalt>a 
iJ_oaci:r Cmz Barreto 
Nivaldo de Barros 
David Bonfim de Olivei­ 
ru 
Todos escolbido,; p<'· 
la Couvenção reulizde 
dominQ"o, diu JS, 7 7íi 
)