FUNDADOR E DIRETOR IIESPONSÁVEL - JVAI.OO Pf.llEIHA 
ANO V 
Redação, Oflcluas e Administração 
Rua Duque fie Caxias / 
Bela Vista 25 de Julho ele l!l7(i 'emauúrlo 
------~'-------------------.L..-------~---~··------'-·-------'•----- 
Convenção da ARENA 
Realizou-se a 18 
passado a Convenção da 
Arena. Ah! houve show 
de ilüerpretaçfi.o da lei 
INFORME JB 
MOfl e Municipio 
Quando o MDl3 acabou de conferir seus votos 
de 1974 alguns de seus dirigentes, iutereseados em 
atropelar os acontecimentos para adiantar dividen­ 
dos à eleição deste ano começaram a fazer decla­ 
ra.vões municipalistas. Velhas afirmações d~ que o 
munlciplo deve ser valorizado em vez de continu­ 
ur a viver como uma parcela do poderio de buro­ 
cratas e governadores. 
Passou-se um ano e o qm, aconteceu? 
Nada. Rigorcsamente nada. 
Di':) 
Com ,ma bancada fe1eral inchada. Com maio­ 
ria em algunas Assembléius e com representnções 
11u111cricnmcn1c dignas em outras, a OpGsiçiio poderia 
sem grandes dificuldades ter elaborado um tipo de 
programa que lhe servisse de base para a campa­ 
nha municipal. 
ü.o o fez por desatenção, pois seus militantes 
estão achando que o essencial é ir oumentando o 
poder de eleição ew eleição e diante rlisso falar 
ruais e estudar ID a i s é pe r d a d e energia. 
Não o fez por confusão, assiID como sua Fun­ 
dação Pedroso Horta não funciona. 
x& 
Finalmente. não o fez por habilidade, pois to­ 
mando-se o caso de São Paulo por exemplo, que 
municipalismo quer o do M.D.B.? O do r. Querela? 
Do Sr. Ulisses GuiIDarães? Do Sr. Franco Montorv? 
Os tres não tem nenhuma po!itica municipalista 
em comum, Alias, em comum só têm a retórica 
contra o _·J-5 que em pelo menos um dos casos é 
sincera e em pelo menos nru outro não o é. 
« 
Resultado: enquanto a Arena não resolve muita 
coisa porque há a suposlçilo de que não exista 
de verdade (1 M.D.B. também não resolve porque, 
uüo se sub~ como, parece ter resolvido 'não existir 
multo. 
(Jornal do Brasil, 20/7 76. 
eleitoral. Pessoa Impor­ 
tante, muito importante 
mesmo . . . fez morrer 
certamente umas duas 
horas de discussões inó­ 
cuas até que UID conaen­ 
so dús con 1enclonals, 
anriou os trabalhos para 
frente. Resultado: Foram 
escolhidos os seguintes 
cidadãos pua candic.la­ 
tos a vereador. 
Para reeleição: 
Carlos Centurião 
Oswaldo Turini 
José S: da C. Marques 
Afonso Dilon Nunes Leite 
João lzidoro Villalba 
José Joaquim Ferreira 
outo 
Dr. Ely de Araujo Bar­ 
bosa 
Moair Paes Rarreto 
Prof. Davic.l Bonfim de 
Oliveira 
oedi Leite Larangeira 
Nivaldo de Barros 
Nove são as cadelrua 
no Legislativo ;1lunicipal 
que serão disputadas com 
muit•, entusiasmo pelos 
candidatos urenlstas que 
aguardam assim, os su­ 
fragios do eleitorado 
consciente de nossa terra. 
Aniversario de 
Bela Vista 
Com muila mag­ 
nificiencia trnnscorreu a 
20 deste mes, os festejos 
do aniversario da cidade. 
O povo, que ailuiu 
é. praça do desfile, é tes­ 
temunho do que aconte­ 
ceu. Hom•e hnstcnmenro dns 
Bandeiras e o desfile. Todos vi­ 
ram a maravilhosa demonstra- 
ção de bom gosto e en­ 
. tusiasmo dos partlcipan- 
JOTíl JOT! 
tcs que prazenteiramen- taduais. Sempre com 
te se engajaram nessa aquela fibra de soldadi­ 
demonstração de poten- nhos mirins sob a coor­ 
cialidade do nosso mui- denação estétics do Prof. 
clplo. 	Marcos P a la c I o , e 
Foi suce so perfeito Ex ma. Sec1·etúriu 
e completo desses abne- de Edm:aç!io Iunicipal 
gados belavistenses que D. Clotilde de Castro 
tão bem soutJeram ele- Pinto e a Ora. Enil Pe­ 
var o nome de sua cida- reir& de ouza. Delega- 
de lá fora. 	da de Ensino. de para- 
Os destaques: As bens pela ótima apre- 
Escolas Municipais e Es- sentação. 
(Continua na última página) 
egundo o Dep. Aldo 
Fagundes, da Comissão Ex«e 
cutiva Nacional do MDB, 
"para as reformas pretendidas 
e indispensáveis ao país, o 
1 DB tem rei te rado que etá 
disposto n contribuir com 
sua reprc:rentaçüo no pt.trJu 
mento"", lembrando "que nun 
cn é demais afirmar que nos 
sa oposição é ao Governo 
não no País". E o presidente 
acional da Arena, Frnnccli 
no Prrcirn, acusa n Oposição 
de critirnr sem oferecer qual 
quer tipo de solução. Afir 
mou, ainda, que na oposição, 
exist e m o s semeadores 
do p e • s i m is m o no pois. 
Politica é isto. É a parti 
ripnçilo de diversa~ tendên 
cias, que num diálogo comum 
clteg::nn n conclusões o respeito 
do bem estar do cidadão e 
das suas ne,,cssidades. 
1
ão 
podemos falar cm politica 
com um partido único. , 
oposição Deve e Precisa exis 
lir. Os cidadãos de tendencias 
emedebi.stas devcn1 nssun1ir e 
participar. A critica construti 
va é necessaria, e nunca es 
cruecendo que os integrantes 
do partido da oposiçil<, s.io 
olhos que enxergam as defiei 
encios e tambem portadores de 
mensagens que visam, acima de 
tudo, o progresso da cidade. O 
debute e a liberdade de crÍli 
ca devem existir como conli 
ções democráticas. 'egundo o 
.-minente S.-nador .Frnnl'O 
Montro; "Na vidn públi,·a. 
como na ciencia, os erro- de 
vem er investigados e nio 
escondidos. ó o dbate e a 
crítica podem rorrÍ!!Ír ª" fa 
lhas e promover o progre--o". 
E nunca é demai lembrar a­ 
palavras do grande to. Ago 
tinho: "Prefiro os que me 
criticam, porque me corrigem 
ao que me adulam porque 
me corrompem. 
Agradecimento 
Agradeço sinceramente a 
coloboruçiio das pessoas não 
filiadas no Sindicato Rural de 
Bela Vista. que numa demons 
trnção inequlvoca de solidarie­ 
dade participaram ativamente 
das solenidades comemorativas 
no 58,0 aniversário de Bela 
Vista. Participar é dever de 
todos e o, distintos amigos 
demonstraram o seu amor à 
terra e às datas maiores de 
nossa história. lluito obrigado. 
Corumila Loureiro d e Almeida 
MINERDÇÜO BODOQUEND LTDI 
Produtor do Calcáreo Bodoquena km 54 • - Rodovia Jardim - Pto. Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso'' 
. em Jardim Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 08 
Escritori0 
----------------------------------1

11<-lu  iHu 'i,.í/lfil7h 	Política e Cioverno 
listai» ta Mil.um 
lstio lariol te tlsiri e ela My«u - IRl 
'tendia Mio! te 'al» os - R] 
Projeto Fundiário Jo,dlm • BR-13/T • 7 (Dr) 
Senhores P!'Op1 ietários Rurai 
O lmtituto Nul'i,,11al ,1,· Colonizução tJ 
Hdormo ;,;,í,ri11 • INCHA, através do l'rujeto funtliurio 
Jardim, vem promovendo a ratificação das alincaçóe e 
concessões de teras, feitas pelo Estado de Meto Grosso na 
Faixa de Fronteiras, cem amparo legal o l.o do Artigo 
5.o da Lei 1917 de 06-0 l-66 e Art. l.o do Dec.Lei n.o 
II de 18.08.75. 
Pede·se colaboração dos senhores 
proprietários_e posuidore, a qualquer título, de terras 
sitmulu, nu forxu de ISO km ao longo da Fronteira, pnru 
'!llt' co1111rnrcç11111 ao Projeto Furaliitrio, em Jardim -MT, 
0111(., po, crilo ,,btcr mniureH informnçõc·s a TC>[H'Ílo <lo pro 
cesso rntificut6rio. 
A regularização fundiária na faixa de 
fronteirt1• {, Lnrefo riu maior importiincin no contexto da 
l'oHtirn ,"ráriu Nucionnl t•, ma rl'nliu,çào Yirá proporcio 
ar in@meros beneficios à coletividade, representados por 
muior bem estar sociul, garantia de créditos bancários, e­ 
gurança nos negócios imobiliários, etc, bem como po-ibili 
tnrú um nu:lhor conhc,·1111ento e cr>ntrol.- rio, 11116wis situa 
dos na faixa de,Fronteiras, com vistas, até mesmo, à Scgu 
rança acional. 
OB : O Projeto Fundiário Jardim, com 
sede em Jardim MT à Av. ÜLlCJUP, de 
Caxias n.o 989, tem Jurisdição so­ 
bre os seguintes Municípios: 
lituana [ante), Aasrio parte), Ali João, Bela Vista, 
Bonilo, Caracol, Guia lopes di lagüna, Jardim, Maracaju, Miran­ 
da (parle]. llioaque, Porto Murlinho, Si~rolandia (parle]. e le­ 
renos (parle). 
Procure a sede Regional do 
Incra e regularize sru imóvel Rmal. 
G UI NETO JÍ TRIB L PIIRR 
A (o CRETIZAÇÃO D 
- 
FE ROVIA DE C AB 
Culabá - O Governa- :iiulstro Dirceu de Araú­ 
<lor G11rcia 'elo, rm vir· jo ogueira, dos lrans­ 
lude ela Inclusão de Cuia- portes, já acionando ati­ 
bá no Plano Nacional ele vldadeg governamentais 
Viação Ferroviária, eu- para o problema. olici­ 
cuminhou mensngern ao tou o Governador: O Go- 
ECBITO li CHES 
O ponto de encontro do Sociedade murtinhense 
Rua Dr. Correa 562 
Porto· Murtinho Mato Grosso 
$5.39+< - 9-<o-- --+0+-«<9-«-5.- 
a s a P e eu a r'i s ta ltda - J 
j 
t Produtos Vctt•rinários e • Agrfroln5, Ferrn~cns. * 
f ,rti~os de :lontarin e Mntcrin.is de: Comtruçuo ~ 
$ cm Geral 	K 
X v. Duque de Caxias, 606 1 
i 
~ C. P, Fone: 157 Jardim ,'.iC.'r.: 
%i{sses::ex«os<o<o<0 o0 o<<..s.is 
4E/li 
ILIA & ERRE 
# #.MI 
EZ E±éIRM 
Cuiabá - O governador Garcia 
Neto assinou decreto. publicado no Diário Oficial 
do Estado no <lia 1º-7-76, copcec!~ndc, auxílio fi­ 
nanceiro para a Prefeitura Municipal de Caracol. 
para aplicação na ampliação e melhoria na rede 
de distribuição de energia elétrica daquela muni­ 
cipalidade. Curacol cst.á loraliz.ndn nn Faixa de Fron­ 
teira do Brasil com o país amigo do Paraguai. 
vemo do Estado de Ma­ 
to Grosso manifesta sua 
grande satisfação em 
virtude do íuobllo Prcsl• 
denle da Ilepúbllca ler 
sancionado a Lei LJº G.:'14li 
em G do corrente, Inclu­ 
iuclo D'> plauo nacloual 
de Viação a ligação l'er­ 
roviária entre Rublnéla 
(SP) . Aparecida do 'Ta­ 
boado, H.ondonópolls e 
Culnbá. 
"Apelo ao eminente 
Ministro dos Transportes 
a inclusão no orçamento 
do próximo exerclclo, 
dotação t>specífi<:a tlesti• 
nada à estudos ti proje­ 
tos para a referida obrn". 
Pura o Preslde-nte da 
Rede Ferroviária Fede­ 
ral. dr. Stanley Fot·Les 
Batista. o Chefe do Go­ 
verno .:!e llato Gros&o 
encaminhou me-nsagem 
semelhante, reiterando a 
inclusão no orçamento 
da União para o próxi­ 
mo exercício, de dotação 
específica para estudos 
e projetos da ferrovia 
que ligará Cuiabá a 
São Paulo. 
fRIBUIIA DA fRONHIRA 
Funclndo em 25 / 0-2 I 72 
Redator -Chefe - doa/do /]mira 
"As opiniões emitidas nos artigos assinados no 
represcntam o ponto de vista do jornal, podendo até ser 
contrárias a este. As opiniões do Jornal, acham se expressas 
nos Editorais e nos: comen,anos não :i.ssinndos"' 
TRl~UNA J?A FRON1:EIHA_ é umu publicação dn Empresa 
Grafico Trrbunn da Fronteira. 
~ [Sl_ llnlllll•l 
Assinatura 
Bela Vista 
Demais :'lunicipios 
Anual 
CrS 100,00 
CrS 120,0 O 
R~dnçào, Administração e Oficinas - Hua Duque de 
Caxias s/n Cx. Postal z3- Bel Vista- .Mat.o Grosso 
Telegrama 
Campo Grande MT 
20-07-76 
Prefeito :'.'lunlclpal 
. Bela Vista Mt 
Razões força IDdior 
impede-me CC'mparecer 
hoje Bela Vista. queira 
emmente Prefeito rece­ 
ber minhas efusivas 
congratulações pela Fe­ 
cunoa administração 
vem fazendo sobre tu­ 
do pela valorização ho­ 
mem reside essa bela 
t:idade f.rontelriça pt seu 
intermedio transmito au­ 
toridades et povo bela­ 
vlstense cumprimentos 
transcorrer aniversario 
município pt 
s d s 
Dep- Ruben Figuelro 
EDIR LUCIDNO 
São Paulo 
Mato Grosso 
"LA MINA DE OURO" 
DESMllTIIMENTO 
Tupã Fone 2751 
Bela Vista <Hotel Panorama)

Política e <ioverno 
SERGIO -CRUZ RE U o 
Culttbó. - Em decluru­ 
ções à i111prm1H1 credencia 
du na /.!lsembléla Legis­ 
latlva, o Deputado Ser­ 
glo Cruz Secretario Ge­ 
ral do MDB afirmou que 
o Diretório Regional já 
encaminhou circular a 
todos os diretórios mu­ 
lllcipals contendo orlen­ 
tução quanto a forma do 
proceder unte as pres­ 
sões ele!torahi que estilo 
sendo esboçadas em to­ 
cio o Estado contm 
candidatos da MDB. Se­ 
gundo • Sergio Cruz, "o 
mais vil de todos os ex­ 
pedientes é a coação mo­ 
ral, exercila por algu .. s 
Delegados de Poliela, 
sob a Influencia malévo­ 
la do cbefes politicus lo­ 
cais". 
Mai:; adiante citou 
,Jaciara, Dom Aquino e 
Barra rio Garças como 
munlcipioa 0nde a poli­ 
cia jó. intimou a direção 
dos partidos a fornecer 
Informações acerca das 
atividades partidárias, 
"o que na opinliio do 
parlamentar. é imoral e 
caracteriza abuso do po­ 
der de Policia". 
A circular do dire­ 
tório lembra aos prc'<i· 
dentee de diretórios mu­ 
nicipais que os metlmos 
devem obedecer sómente 
as disposições da Lei, 
com orientação do Juiz 
Eleitoral e da Assessoria 
Jurídica do Regional e 
recomenda que qualquer 
translgencia por parte de 
autoridades deve ser i­ 
mediatamente denuncia­ 
da nos termos ria Lei 
ü_rganlca dos partidoR 
Pollfü:os e de Cúdigo E· 
Jeitoral. 
Tranquilidade possivel 
Sergio Cruz finalizou 
dizendo que "o Diretório 
Regional está ao lado 
de todos os compauhel- 
ro, sempre atento para 
que a campanha de 1976 
seja mareadn pela tran1- 
quililade demoerátieu' 
Delegado de Po!teia 
não é Juiz Eleitoral e 
deve colocar-se em seu 
lugar. 
Manoel Brltos extraviou se1ai doeumeutos, Car­ 
teira de Identidade para estrangeiro expedida em 
Golania, Registro de Nascimento, carteira de Re 
servista., Publicação que se faz JJUtú obteuçãn da 
2% via 
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E II4. E. II 11·0 
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J 
O Doutor Valter 
,José Roclrl[!ues Con­ 
trera, Juiz de Direito 
dn Comarca de Bela 
Vlst.n, Estado de ll'I', 
na forma da lei, etc; 
Fz saber que 
po1· êste juizo e Cartó­ 
rio do 1.° Orlclo inove 
os termos de uma Ação 
de Exeouçiio por Titulo 
Extra judicial requericlu 
por , Cla. • ltaú de Inyes­ 
timento, Crédito e Fi­ 
nnnclament0 contra Ar­ 
oelino Muchado e Goral­ 
<lino Vieira de Almeida, 
do teõr seguinte: 
Exmo. Sr. Dr. 
.Juiz de Direito da Co­ 
nrn t·ca de Bela Vistn-:lt. 
Cir.. Iluú de lnvestiruea­ 
to, Crédito e Financia­ 
mento, com Sl'lde un ca­ 
pltnl do füitado SP. à 
Rua Bon. Vista, l ili. nes 
te ato representada por 
deu advogatdo que esa 
subscreve (doe. 1), vem 
r'>m fundamento nn urt. 
585, inciso I, do l.ódigo 
de Proeesso Civll, pro­ 
mover u presente Ação 
ele Execução de Quan­ 
tia Certa Solvente, con­ 
tra Areelino Machado, 
lJrasileil'o, cosado, pe­ 
cuarista, residente nes­ 
t'tl ilunicipio de Bela 
Vista-ll'll, e coutra Ge­ 
raldino Vieira de Almei­ 
da. brus., casado, pe­ 
cuarista, residente neste 
município de Bela Vis­ 
ta-ilt, pelos motivos que 
pass:i a expor: A Supll- 
• cante e credora dos su­ 
pllcatlos da importS.ncia 
de Cr$ 9.185,67 «nove 
mil, cento e oitenta e 
cinco cruzeiros e séssen 
tu e seto centavos» re­ 
presentodn por uma uo­ 
ta promissória; emitida 
pelo primeiro rnplicndo 
e avaliz11cla pelo segun­ 
do ldoc. 2), vencida, 
protestada (doce. 3) e 
não pagu, vincularia 11.0· 
contrato (doe: 4). Bal­ 
da dos todos os esforços 
para o ,·ecebimeufo· a­ 
migável da divida, a 
suplicante outra alterna­ 
tiva não tem senão· a 
presente Execução re­ 
quereudo a V. Exa. se 
dige mndar citar os 
suplicados para, paga­ 
rem o débito principal 
de CrS !1.185,67 «nove 
mil. ceuto e oitenta. e 
cinco cruzeiros e sessenta 
e sete centavos», acres 
cido de juros de mora 
decles o vencimento, des 
Dr. Ciro Benhur Torres Gallo 
Fim-bioquímico 
Bioquímica - Hematologia - Bacteriologia - Urináli-c 
Harasitologia - Soroloi (Toxoplasmose) • Liquorlogia 
Cultura de Urina - Diag. Chagas - Enzim·elogia 
-----· 
pesa de protesto, custa do. O referido é verda­ 
judlclals e bouorérlos de e .dou fé. Bela ViRtu 
udvocatícios que forem «ilt» 21 de janell'O de 
arbitrados ~ob pena de, 197G. O Oficial dA Jus­ 
nllo o fazendu em 24 hs: tiça «a» Marlo Euripe­ 
serem peuhorudos tau- des Mamede. Despacho. 
tos ele seus· b_ens quun- Vistos, etc. Defiro o pe­ 
los cllegueru e bastem dido de arresto. Expe­ 
para soluço do princl- ça-se Mandado de ar­ 
pul e meis encargo8 resto. Iut. Bela Vista, 
(arl. Ci59 do CPC), Iicn- 25-02-76 «a» Dr. Valter 
do d&scle logo lnllmndos José RodrigueR Contre­ 
para orerecerem eml.Jar rn. Auto de Arresto. Aos 
gos à presente na for- vinte e sois dias do mes 
ma da lei. Recaindo a de fevereiro do ano de 
penhora em beus imó- mil novecentos e seten­ 
veis, requer-se, desde ta e seis, nesta cidade 
jú, sejam também lnii- e Comarca de Bela Vis­ 
mudas as eRposas doR tu, Estadu de Mato Gros­ 
suplicados, curnpriudo-se so, nós Oficiais de Jus­ 
assim, o dispositivo con- liça, em cumprimento ao 
tido uo $ 1 do art. 669 Mandado de arresto, nos 
do C'PC. exµedindo-se dil'igirnos ao Hunco Haú 
mudado paru sua res- S/A. , agência desta ci­ 
pectivt1 Inscrição 110 P.e- dnck. e sendo aí prucl'l­ 
gistro ele Imóveis com- demos o arresto da im­ 
petente. u eventualida- portancia de Cr$ 6.035,00 
de de niio virem a ser (seis mil e, trinta. e cinco 
encontrados os suplica- cruzeiros)que se encon­ 
dos, requer/ a upli- trava depositada na con­ 
<:anle que o Sr. Ofü:i«l ta corrente do Executivo 
de Justiça promova o Arcelino Macha do, cuja 
urrestc dos bens dos 1rnportancia depositamos 
devedores, tantos quen- no Cartório do 1º Oficio 
tos bastem para a exe- a diposição da presente 
cuçüo, consoante dispos Execução. Procect.rnte 
to no art. 653 do Cóai- outras diligencias, arreo­ 
go de Processo Civil. tamos também o seguiu­ 
Requerendo os benefi- te bem imóvel perten­ 
cios do art. li2 e eeus cente ao E.-xecutado Ar­ 
pnrilgrafos, ;,rotesto pe- celino Machado: Lote 
lo depoimento pessoal rural nº· 144. do 'úcleo 
dos suplicµdos sob pena Colonial do Itá, com a 
de coufissão, inquirição área d..i 6 has (seis hec­ 
rle testemunhas, vistori- tares) devidamente trans­ 
as, pericias, juntada crito no R.G.I. sob o nº 
de novus documentos t2.955. ás ns. 87 do livro 
e demais provas em di- 3-G. Feito o arresto do 
reito admitidas, atribu- referido lmóvel, deposi­ 
indo-se à presente o va- tamos- o m e, s m o· em 
lor de CrS 9.185,67 e mãos do Depositário Pú­ 
mais encargos a serem blico desta Comarca, Sr. 
apurados oportunameu
0 João FJilario Perer:.. que 
te. Nestes têrmos. p. assume com responsabi- 
±e@s.os..e», @, se to v sitie 5- P9Sra g@ €CRISTOVg 
12 de dezembro de 1975 da mais, foi encerrado U _ R 
(a) p.p. Dr. Pedro José este-.auto, que depois-de 
Palmiérl. D espu c h o. lido e achado conforme de Theobaldo Amaral 
DRA. Cite-se o réu pa- vai devidamente ussina- l 
~a pagar o débito eru do, inclusive por duas avagem - Lubrificação - Troca de Óleo 
-4 homs, s,,b pena de testemunhas (a) Gullher- R 	' 
p_en~o~a, Int: Bela Vista, me· da H.nsa; Murio Eu- orracbarià -· Balanceamento de Rodas 
15/12/75 (a) Dr. Valter· ripedes Mamede; Pedro Rua Conde d p t 
José Rodrigues Contre- VergiUo da snvà· João 	e oro Alegre s/n 
ra. Certidão do Oficial Hilario Perera. Testemu- Bela Vista 
ae Justa. cerürico., ias aéj jauãj@oro- """"@"	""- 
haver em cumprimento drigues e Osvaldo Eàhe- -
1
--~:-:-----------:----------: 
ao mandato retre e sua verria Baita. Por • lnter- 
respeitável__assinatura, médio d presente ãk Loboratório de Análises dínias 
ter me dirigido aos lo- tal, com prazo: de Vint 	11 
cais: Bela Vista, Cara- dias. _ficai citados } 	"Louts Pàsteur" 
col e Alto Caracol, não CELlNO MACHADO Cx 	• 
encontrando o paradei- Geraldino Vieira d 	x- Postal:4- Fone:152 - Jardim - MT 
ro dos senhores Arceli- meida para oporem e, Mais ums opao como a vá1, 
'1 h d G b 	• y,- 	urrar no diagnóstico em ur- 
no Machado e íeraldi- )argos à presente exe. gencia Médica, atende-se q 
V 
_ 	. ' ""º 
8 
qua: quer hora do dia ou noite. 
no ieira de Almeida, cuçao, sob pena de re- 
que e_ncontram em lu- velia. O pre11ente Edital 	Técníco - Hesp. Luiz Gome« Bezerra. 
gar incerto e não sabi- (Cont. na pág }n, 	Fr. Qisto - CRF - 20. os5/2 
 	• segu nte) 	- = 
CAIRIA LIE [ 
l 
Gasolina 
Aberto dia e noite 
Borracharia - Lubrl[icantes Diesel 
Anexo: Lanchonete 
A venída Visconde de· 'füuoay /Esquina Florla 
no Peixoto 
Pato do Banco do Brasil 
Guia Lopes• da. Laguna Mt. 
RELOJOARIA 
de A. F. Melo 
Consertos de reloglos em geral 
Rclogios de ponto perímetro olímetro 
--V-elodmetro - Coluna, 
"8fldwcía e ·,espo11sabilidadt! a savlço do cliente" 
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16;00 • 1900 hs: Consultório 
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Mato Grosso

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M1aro Gr. o 
Hepública Fecl. do lha il - Est. de M. Gros<o - Poder Judiciario - Com. dr B. V-ta - Cat. do 1.o Oficio 
O Doutor Vlter Jo 
sé Rodrlgueo Coull·era, 
,Juiz de üirello da Co 
manrca de Bela Vista, Es 
tado de Mato Grosso, 
nn forrou da Lei, eto ... 
Faz subcr n todos quanto o 
presente Edital vh·em ou 
Jele conhecimento tlvr 
rem, que no dia 10 de 
' j 
u 
1-gosto de 1976, ás 9,00 drigues, e não havendo da rua General 06- 
horas, no átTlo du Fomm l!citautes descia já fica 1·ln, me~!intlo 13:-:.)l me 
nesln cidade, o Porteiro designado o dia 2) de tro, devidamnevte tran. 
dos Auditórios, João 1Ii Agooto do 1070, ás !J,(JO crito no R.G.I. sob o ;;" 
lario Perera, levará à borHH p!ii'U a eventual 10.G::!3, à !'Is. 27"l.. do li 
pruç1l oR bens penhora. segunda prnça, sendo o vro :1-j. cujo bcr1 To! n­ 
dos nos autos de Proces seguinte o bem penhora valiado JJt>la importún 
so de Execução que Cla. do: Uma casa de maclel eia de CrS -1.llOO.OO ( qua 
Itaú de Investimento, ra. c,iberla de telhas, e- tro mil crnzelroRJ, valor 
Crédito e Financiamento diflcada no lote de ter por q u unto e r á 
move contra Orlando Ro reno urbauo numero ü3- levud1J à pmç:> para ser 
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arremnatalo por quem 
maior lance der e oiern 
oferecer acinta da v9 
li:ção, sendo a venda 
fella à  i',tu ou rnt•l!b:1 
te fiador idóneo pelo 
prazo de 3 dfus. E pura 
que ninguém alegue i4.o 
rü11cln, foi determlnudu 
a expedição do presente 
Edit :l qu~ será nfix,Hlo 
e publicado 1111 forma 
du lei. O que cumpra-se 
observadas as prescri 
ções legais. D)ado e pa 
saio nesta cidade e Co 
mnurca de Be!a Vil 
Estdo de M!ato Grosso 
aos 22 dias do mês 
de junho do uoo de mil 
novecentos e 3etetutt e 
seis. Eu, Peclro V Ci'[~ilio , 
da :-;i[va (Escre,·euLe ju 
raventado, o datilogra 
fei e assíuo. 
Dr. Vaiter José Rodri 
gues Contera. 
,Juiz tle Direi!o 
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:· :·:_;_: DR. GIL MARCOS 
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será afixado no F:-rum 
e no lugar de costume 
e publicado na forma d!i 
lei. para que não se n­ 
legue igaorancia. O que 
Cumprn-se, observad,ts 
as prescrições legais. 
Dado e passado es­ 
ta. ci<lade e comarca de 
Bela Vista, Estado de 
~latoGrosso, aos vinte 
e um dias do mes de Ju­ 
nho do ano de mil no­ 
vecentos e setenta e 
seis. Eu (Pedro Vergilio 
da Silva), Escrevente 
Juramentado, o datilo­ 
grd..fei e assino. 
Dr. Ve.lter José Rodri­ 
gues Contrera 
Juiz de Direito 
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ando na ·•Tribuna 
da Fronteira" 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2,00

Iela Vi ta 2ri7o 	Crônica 
O cmponllo em u-, 
uuuc:iur o Evangelho aos, 
homens do nosso tempo­ 
animados pela espera!­ 
ça, mas uo mesmo tempo 
1 ., 
Altevir Alencar 
' 
l·. 
f 
 
torturados pelo medo e 
pela ungúslla é sem du­ 
vida um serviço pres­ 
tado à comunidade dos 
cristãos, bem como a 
toda a humanidade." 
Essas são as palavras 
com que Paulo VI abre 
sua última ·•exorll!Çiln 
Apostólica" antigamerte 
A coragem muis terrivel é aquela a que a 
uee;essidude nos obriga. Este tipo de corugem 
é geralmente inupost ao soldado a guerra, 
onde etilá em jogo sua própria vid. Tr­ 
ta-se de umu corugem caracterizada pela facul 
dade de sobrepujar o medo, movido o ho­ 
mem pelo instinto de conservação. Verifica-se, 
por exemplo, que u aveziba 1o seu niuho 
ataca o gavllio ou a cobra que lhe quer 
devorar os Ulhoteis. Por sinal. está sobejamen 
te provdo que quem tem c, tem medo. 
. Uin dia destes, conhecido professor de 
caratê, brutamontes de uns 120 kilos, que dó. 
aulas em SP, com "Academia" e tudo, ensinan­ 
do seus alunos a se defenderem de um inimigo 
amado de faca ou revólver ( en@iuando a léc­ 
uicu de ataque e defesa, digamos assim), esta­ 
va tomando umus e outrus num boteco do Brts. 
Em dado momento passou a discutir com um 
µobre "melado" esquelético. O bêbado .estava se 
tornando inconveniente ao meio. O professor 
perguntou ao português, dono do bar, se podia 
por o esqueleto pnra Tom. relo fundo das cl­ 
ças. O «portuga» disse que sim, mas que tives­ 
se cuidado p/ n!i.o machucar o rapaz que, mes­ 
mo bêbado, "dava lucr(l à casa". O professor 
chamou a atenção dos presentes p/ uma demonstração de 
sua fortaleza física, fez uma digressão, explicando que 
iria fazer o possível para não ferir o "farrapo 
humano". Pegou o infeliz pelos fundilhos (com 
uma mão) e com um giro de coi·po deu-lhe uma 
impulsão tão violenta que o desgraçado foi se 
entender lá íora, na colçada. Levantou-se como 
uma fer11 asf:anlrnda, sacou de uma faca tipo 
apeixelm» (era pernambucano) e investiu. Correu 
todo mundo. O "Portuga" agachou-se covarde­ 
mente por trás do balcüo. O professor pulou 
daqui, pulou dali, desviando-s dos golpes da 
"peixeira". E o melado magricelo, como k,uco, 
tome foca, tome foca filho de uma p (e,paço par .. o nome 
feio). Quando alcançou a porta, partiu em desa­ 
balada carreira. rua fora mais parecendo uma. 
bula ... o cachaceiro atrás, em perseguição, 
empuhando a faca. Acho que o professor com 
faixa preta e diploma ainda hoje está correndo 
por este mundo de Deus, de onde se conclui 
que, covarde é aquele que na hora do perigo, 
pesa com as pernas. 
"Temor Dommini principium sapientia" 
(O temor de Deus é o prlnclplo da sabedoria) 
está certo. Mas entre temor e medo há uma dis­ 
Ui.nela aatronomica. Valente, portanto, é aquele 
zr7.:%.±:±2#: 
aos seus generais: Só tenho medo quando tenho 
medo: o tal medo, por sinal, não é privi­ 
légio d a s criaturas humanas. O bse r­ 
vamos por todos os lados: os animais ditos inle­ 
ricres também são suas vítimas. Sabe-se que as 
reras têm medo do homem. A não ser quando 
estão es[omeadas, ramélicas. Nestes casos elas 
; 1 
> 
.-­ 
{"+ 
chanmvum de ''eucíclica 
que não deixa de ser um4 
palavra meio rrvezada). 
Essa Exoreação e 
datada do 8 de Dezem- 
/· 
1 
. . 
' t ?:."-A--- 
atacam inpulsionadas pela necessidade de saciar 
sua fome, já que "entendem" que se não come­ 
rem, morrerão. Ou sofrerão muito, visto ter a 
fome cara de. herege. Esta questão de valentia 
é muito relativa, at11rnmelba-Re ao futebol: não 
tem lógica. 
Cardoso passara o eábado numa Jarra com 
alguns amigos, na cidade. Lá para as dez da 
uoile, alto e graduado, tomou um ônibus e se 
manctou para o subúrbio distante em busca de 
sua cosa. Ia tão bêbado que foi preciso o troca­ 
dor tirar _o dinheiro de seu bolso para cobrar a 
passagem. Nil.o podia nem se mexer. Não podia 
nem mesmo meter a mão no bolso. Saltou perto 
de casa, cambaleanrio. Queria "tomar mais uma" 
para dormir "naquela base". Não pode entrar no 
barzinho da esquina porque estavam ali três 
desordeiros do bairro, os quais, bebericando, já 
haviam quebrado mesas, esmurrado o dono do 
bar e posto vários fregueses a correr. Cardoso 
chega á casa e leva o maior cacete de dona 
Odete a esposa. Apanhou de tudo até de tampa 
de panela. Saiu dali danado da vida entrou 
110 dito bar. 	' 
Bota uma cana dupla aqui! (e bateu com a 
mãe, no balcão). 
. Os desordeiros "acharam" que ele não devia 
mais bebor, porque já estava "se apag 1do" 
e com um "galo" a esta. atracou-se h l',, 
ta luta corporal com os marginais, queb 
C"ra d 	. "'' , rou a 
e um com uma cadeira aplicou tr d 
chute no estomago de outro. Saiu ao emeo 
0 
t 
• é . . • s murros 
com o terceiro at ao meio da rua. Deu-Ih 
porção de pancadas doidas. Derrubou o .,"a 
te e ficou sentado em cima dele até qu "l° 
dio-patrulha chegou. Quando entrou os vad;"[ 
dona Justa , recebeu os agradeci 
graduado que comandava a equipe d~ntos do 
em bom som: 	, e lsse alto 
Sargento, eu apanho de minha mulher. Mas 
de homem, negativo! 
Leia e Assine 
Tribuna da Fronteira" 
bro do ano passado 
Portanto, os(á alndti 
quenliulw. /ssuuto: A 
Evnngelizuçiio do mundo 
Contemporaneo. 
Neste canto aqui, 
não vui dar, é obvio, 
nem para um brevíssimo 
apanlladinho do lmpor­ 
tante documento. E nem 
é minha intenção. O que 
quero hoje é apenas 
lembrar aos leilor(•s da 
Tribuna a necessidade de 
embasarmos nossa Fé 
em conhecimentos ade­ 
quados (isso é um modo 
bonito de dizer: temos 
que estudar a nossa Re­ 
ligião). 
"Esta fé - diz o pa­ 
pa a certa altura da­ 
quele documen lo. hoje 
confrontada com o se· 
cularismo e com o ate­ 
ismo militante, é quase 
sempre uma Ié exposta 
a provações e amea­ 
çada, e mais ainda, u­ 
ma fé assediada e com­ 
batida. Ela corre o ris­ 
co de morrer de asfi­ 
xia ou de lmanição se 
não for alimentada e 
aparada todos os di­ 
as." 
Ese alimento e es­ 
se amparo é que nos 
virão do estudo da nos­ 
sa Religião. E depois, 
é claro, niio vamos que 
rer engordar sózlnhos. 
mas levar esse amparo 
aos outros tambem. 
A forma de cada. 
um levar essa Boa No­ 
va aos outros (e estou 
presummdo que os lei­ 
tores já sabem que "e­ 
vangelho" quer dizer 
lSPo: "boa nova" "no­ 
ticia gostosa," coisas as­ 
sim) a forma, digo, de 
levur essa Noticia Gos­ 
tosa aos outros, vai de­ 
pender dos talentos de 
cada um. Mas é uma o­ 
brigação de todos. Ago­ 
ra, a forma mais básica 
e primaria, é a vivên­ 
cia de sua Fé. Quer di­ 
zer, coerencia entre o 
que se crê e o que se vi­ 
ve. Ou ainda, viver o 
Evangelho. Ou mais mi­ 
udo, praticar sua reli- 
gião. • 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2.00

Dela Vi-ta 25/07/70 
Politica e Cioverno 
SEMANA DR PÍTRID DEPUTADO ESTÁ CERTO DE QUE O 
COMISSÃO ESPECIAL PRESIDENTE DESEJA APE:RFEIÇOAR 
ELABORA PROCiRAMA O RECilME 
Brasiliu- Na opi- superior, o Chefe da Nu­ 
nlão do Dep. Murllu Ha- ção tem seguramente o 
daró (Arena-MG), quem o sentido exato dos ru­ 
lê ou ouve o Pres. Gel- os da História. 
sei não pode duvidar de 
eu propósito de pro­ 
mover profundas rafor­ 
mas no país, e obser­ 
vou que r.om nltida vi­ 
são dos acontecimen­ 
tos e dotado de cultura 
Culabó. (SEDIMAT) 
O Secretário Lourem­ 
berg Nunes Rocha, da 
fülucaçlio e Cultura. 
Pres. da Comissão Es­ 
pecial encarregada da 
programação das come­ 
morações da Sem1rna 
da Pátria, que terá Iní­ 
clo à 1 de Setembro, 
informa que em tempo 
Hábil todas as regiões 
do Estado receberão o­ 
rientação e normas p/ 
as utividades cívicas a 
Semana da Pátria, que 
culminarão com a mai­ 
or resta Nacional, o 7 
de Setembro. 
A Comissüo Espe­ 
cial foi n0meada pelo 
Gov. Garcia Neto, at.ra- 
vés de Decreto e é for­ 
muda pelo Sel!retário 
da Educuçõ.o, na Pre­ 
vidência, o Ten. Cel. 
Francisco Antunes da 
Silva, ·chefe ,ta Casa 
Militar da Governadorla 
o do Secretário da Ad­ 
ministração, José Fer­ 
reira de Freitas 
Maior Festa Cívica 
No Decreto que cri­ 
ou a r.omlssilo, o Gov. 
Garcia Neto externou a 
intenção oficial de que 
todo o Estado de .Mato 
Grosso participe e co­ 
memore das festivida­ 
des da Semana da Pá­ 
tria a maior festa cívi­ 
ca na Náçilo. 
- 
DIPLOMllCIP on REVOLUÇllO 
A linha diplomática da revolução 
brasileira apresenta conotações significativas de 
uma filosofia de ação externa plenamente compa­ 
tivel com as reivindicações realistai; da Nação, a­ 
firmou o deputado Célio Marques Fernandes (Are 
na-RS) que considera a gestão do chanceler A­ 
zeredo da Silveira, "segundo os padrões politico 
pré-estabelecidos pelo Presidénte Geisel''. positiva 
e fecunda. 
Leia e Assine 
"Tribuna da Fronteira" 
O que me pare­ 
ce mais significativo 
em suu linha de pensa­ 
mento - disse-- é a 
busca constante das a­ 
justa:las à vida brasilei- 
O deputado Francisco Libardoni 
(MDB-SC), analizando a situação agropecuária do 
Pais, sustentou que correções de vultc devem ser 
promovidas na área, a começar pelo crédito rural 
não apenas por ser fator decisivo na atual con­ 
juntura como pelas graves falhas que o desvir­ 
tuam. 
Observou o parlamentar que a U· 
tilizaçilo do crédito é vexatória e até humilhante 
para o ruralista, sempre vistl) pelos organismos 
crediticios oficiais como SI! mendigasse favores. 
Toda sorte de dificuldade!', ao que acrescentou, 
lhe e imposta, contrastando com o tratamento dis­ 
pensado á industria e ao comércio. 
IDADE LIMITE 
O deputado João Vargas (Arena­ 
PR) congratulou-se com o Pree. E:-nesto Geisel pe 
la sanção da lei que eleva para 0 anos a idade­ 
limite para ingresso no serviço público. 
SERRARIA 
- 
• 
1 
± 
s. 
CASTELO 
Compra de Madeira 
Bruta, Venda de 
madeira Serrada 
Antonio João - Mt. 
De Antonio Remo Penzo 
o 
L 
ra, sem confinamentos 
doutrinários ou prisio­ 
neiras de estereotipo d 
palpitante realidade us 
citada pela dluamlC1a da 
vida social. Creio que 
tal missão terá êxito na 
n,edida que todos os se 
tores da vida nacional 
igualmente se compene­ 
trarem de sua parcela 
de responsabilidade. 
Oracão ao 
Espirito Santo 
Espirito Santo 
você que me esclarece 
tudo que ilumina todl)!i os 
meus caminhos para que 
eu atinja o meu ideal. 
Você que me dá o dom 
divino de perdoar e es 
quecer o m a l q u e 
me fazem, e que to 
dos os instantes de mi­ 
nha vida está comigo, 
eu quero neste curto 
dial'>go, agradecer-lhe 
por tudo e confirmar 
muts uma vez que eu 
nunca quero me separar 
de você, por maior que 
seja a ilusão material 
não será o mínimo da 
vontade que E-into de um 
dia estar com você e 
todos os meus irmãos 
na gloria perpétua. Obri­ 
ga.do mais l!ma vez. (A 
pessoa deverá fazer es­ 
ta oração 3 dias segui­ 
dos sem dizer o pedido 
dentro de 3 dias, será 
alcançada a graça por 
mais dificil que seja) 
publicar assim que re­ 
ceber a graça. Publicado 
por ter recebido uma 
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TRIBUNA DA FRONTEIRR 
"Orgo Independente à Serviço da legião" 
Ano V-- Bela Vista MI.- 2507/76--N 220 
ICONTECEU 
(Continuação da primeira 
Sindicato Rural de Bela Vista 
ENFOQUE: 
(FATOS E SOCIEDADE) 
BftllE 
O GPR eogulanou­ 
se para receber gde. o!l 
do associado,; e visltun­ 
te pura o baile do u­ 
nlvnrsárlo da cidade. 
Presonçus marcantes 
na alegre festa foi a do 
Prefeito dr. Ruben rle 
Castro Pinto, e u 1.
8 
duma do município ra. 
Clotilde. 
Sr. e 'ra. Tadeu O­ 
campos prefeito muni­ 
cipal de Caracol. 
Tambem anotei os 
cusois: Dr. Perondl-Cris 
tina, dr. Hélio-Carmem, 
dr. João :.lurque,; e 'ra, 
dr. João Garcia-M. Rita 
dr. Milton Loureiro e 
rua., (Jardim). Prestigi­ 
nutlo a altigre noitada. 
notei a linda cocadinha 
Otuvia Loureiro, us me­ 
ninas-moças Jane Mas­ 
carenlas e 13olitu, To­ 
ninho-Marinice ( ela ele­ 
gunte) Zeca Batillaui e 
sua lourissima noiva, To­ 
racu-J ussuru Nazurtilh, 
Atvuro-Perciliana, Guto 
-Bllu, Pedro-Tutu, 0- 
raldo-Tereza, e o casal- 
7inho mais jovem da 
festa: Tudó e Cristiano. 
Tambem foram destaque 
Gen1l-Enoly, Alvair-C:. 
tarina, J oüo-Neide 
Dilon-Dorin ha, Osvaldo: 
Rosita (ele super anima 
do) Julio llelo-Veronica 
Dequinho-Maria, Feran­ 
clinho-Zenobia (ela num 
ch.ic estill• chinês) Ave­ 
lino-Celeste, Tadeu-Ma­ 
riza, La Franchi-50lange, 
Tunica, O jovem dr. 
Carlinhos Miranda Cu 
tureba e seu ]ove, Sgt 
Borges e ra, Eviluzio-El 
pidia, Eder-Edinels. 
ANIVERSÁRIOS 
Eudo L. Pinheiro 
Pego Loureiro 
Bernadete P. Rondo 
Dia 20 pp. o Rr. Lá­ 
zuro Correa, c popular 
Lazinllo, comemornu 
seu nat com suculento 
c h u r r ueo n a 
S U U f U Z e n d U 01.:le 
não faltou o alegre coa 
juuto que acompanha os 
cantores 1'ony / ,Jerry, 
q/ deram um lindo show. 
Alem de inúmeros pa­ 
rentes e convidados rie 
outras pingas, anotei 
os bela vis tenses: Dr. 
Carlinho • Beatriz. (}ari­ 
baldi-uely. Clovis-Ana. 
Oscar Sulomüo-Madale­ 
na, Edvldo-Vera, Ata­ 
nazio Melo e ra. Ara­ 
mi -Reca, Irlelfonso-Beth 
Güo-Tati, Lourde Esco­ 
bar. elson Coelllo, Peie­ 
o, Laurindo-Iracem, 
Geroldu ilelo - Juniee, 
lambem presentes gde. 
nº. de nmigos do sr. La­ 
zinho de Relia Vista 
Paraguai. 
Ao aniversariante 
que mostrou ser um ex­ 
celente anfitrião. os nos 
sos cumprimentos pela 
data natalícia. 
CASAMENTO 
Dr. Benjamim e Ja­ 
ciru dis eram o im Pe­ 
rante Deus no dia 16 
na capelinha da resi­ 
dencia do Padres, um 
acontecimento bastante 
romanlico, onde um re­ 
duzido n de convida­ 
dos, alem dos parentes 
estiveram presentes. 
E, no dia 17 peran­ 
te os homens, para lo­ 
go em seguida, empre­ 
enderem sua viagem de 
lua de mel, que tem 
por roteiro; Rio, Poços 
de Caldas e Bahia. A 
voces muitas feliciaades. 
Sindica lo Rural dP 
Bela Vista - Uma ·as 
coisas extraordinárias q/ 
uconteceu em Bela Vista 
foi o espetacular deriflle 
de maquinas, lmplemen­ 
tos agric'llas, velculoe e 
ca vale:lrot1 da campanha 
( os valentes vaqueiros 
e domadores) promovido 
pelo indicato Rural. 
Esta in11tltulção lm­ 
portantussima para um 
munlclplo do economia 
úgropecuuriu como é 
Dela Vista, desde muito 
tempo nilo dava sluu.l de 
vida, nunca desfilou. en­ 
tretanto, agora, sob a 
presldencia Jo popular 
Titi, como chamam o 
r. Vitor Penzo, homem 
simples, mas trabalhador 
Bicho da 
Muito liuclo o carri­ 
nho do r Professor Car­ 
valho e sua Exma. espo­ 
su que apresenta rum to­ 
da n fase da criação do 
bicho da seda e sua in­ 
dustrialização aqui. 
Formldavel a crian­ 
ças com toda a roupa e 
chapeuzinhos cheios dos 
bichinhos tão mansos e 
inofensivo , que, epe:ar 
disso, não deixaram de 
gerar alguma desconfian 
ç no meio feminino, ao 
verem as crianças por­ 
tando aquela novidade. 
Mais uma rica industria 
a aumentar a potenciali­ 
dade do nosso rincão a­ 
mudo. Muito bonito, Sr. 
Profeseor, continue; va­ 
mos rasgar seda para 
os que nil.o acreditam 
em nós. 
Carros 
eda 
A legóriros. 
Página) 
Telegrama 
De Cuiabá Mt 
20-07-76 
Receba vossa Ex.e. 
et queira transmitir to­ 
da opulação belavis­ 
tense meus sinceros 
cumprimentos et votos 
prosperidade crescente 
quando comemoramos 
ma;s um aniversario e­ 
mancipação politica es­ 
sa futurosa cidade pt 
Saudações 
Dep. Ruben Figueiro 
,-----·---------- 
A apre 
sentação foi conviocen 
te. Muito bom gosto, es­ 
mero nos vestuários e 
riqueza de cores. Os pro 
motores dessa magnifica 
apresentação, merecem 
os maiores elogios pelo 
trabalho dellcado e difi­ 
cil que manipularam com 
tanto carinho. 
Outras apresenta- 
ções estiveram a altura 
dos seus promotores-be­ 
leza. 
A honrado que soube 
conquistar a simpatia e 
amizade do povo bela­ 
vistense, apesar de upe­ 
nas dois meses ter assu­ 
mido a gePlão. já pode­ 
mos avaliar o seu pres­ 
tigio na meio rural, con­ 
seguindo arregimentar 
tantas maquinas, lauta 
geIJle do . campo, tão 
mura vllboso dest'ile que 
muito o recomenda. Que 
o Si'. Vltor continue lo­ 
dos os anos com essa 
valorosa colaboração, 
divulgando nossa cidade 
com tudo de melhor 
que ela po sue um vul­ 
toso lnvesllmento para 
a produção agrícola e 
produtos pastori 
Parabeos. 
0 nos o Regimento 
Antonio João 
O clímax do 
desfile, lodos os anos, é 
quando passa pela fren­ 
te do palanque, a galo­ 
pe, essa tropa lo nos8o 
Exército. Arrebata a mul 
tidão. É a sua garbosa 
postura, a disciplina dos 
seus componentee, os fo­ 
gosos ginetes e a harmo 
nia na observação cios 
itens regulamentares (pa­ 
ra quem entende ), foi 
uma. apresentação lnes­ 
quecivel. O te Regimen 
to Antonio João, menina 
dos olbos do be!avisten­ 
se ! 
Pedra Fundamental 
Cnauguraçõe 
. Na tarde des- 
se dia alegre, 15 horas 
foi lançada a pedra fun­ 
damental do Colegio de 
seis salas que será edifi­ 
cado no bairro Nhú-arutn 
na parte alta da rua 
marechal Deodoro, nos 
arredores da cidade. Fa­ 
!aram no ato o nosso 
igníssimo Prefeito, D 
Castro Pinto. o caará' 
to a vereador J.J. Ferrei­ 
ra Souto e o aplaudido 
Professor J .if. de Barros 
e Vasconcellos, eficiente 
Secretario de Adminis­ 
tração llunicipal. 
Inauguradas também 
a praça 'Imerindo Xa­ 
vier, na Vila Nova e em 
seguida a Estaçúo trnnf!­ 
missora da TELEAT-a 
que nos dará o telefone 
interurbano. Logu depois 
Inauguração da rua Fra 
cisco de Azevedo Pedra. 
no extremo da Av. Tyeo 
doro Saliva. 
As lnaugurncões da 
praça e rua c!lodus, f;•­ 
lou o nosso Prefeito, fa­ 
zendo elogio às persona­ 
lidades que delxarum os 
seu nomes à posteri­ 
dade, dada u importa­ 
cla e mérito reconheci­ 
dos pelo povo de nossa 
terra, pelo multo de Jm­ 
porlu.nte que fizeram pa 
ra o desenvolvimento so 
eia! de Bela Vista. 
Logo depois desses 
atos, a lnauguraçii o da 
Estação lransmü;sora da 
Telernat, no alto do ba­ 
irro Nhandepá, na Agua 
-doce. 
Houve uma visita à 
Escola São Geraldo, da 
qual a ativa reportagem 
da Folha de Londrina 
sucursa! de Dourados 
quis fazer um "close" 
para a Televisão. 
Por tudo tão bem 
tão bom que estava, não 
economizamos elogios 
para lodos que tomaram 
parle no maravilhoso 
desfile, bem como pro­ 
motores. Tudo muito bo­ 
nito. O povo adorou. Fi­ 
cará gravado em nossa 
memória generosa como 
comemoramos a passu­ 
gem dos 58 anos de e­ 
maccipação política de 
Bela Vista. 
Jota Jota 
COMERCIO E CEREDIS UNIÃO IIGRICOLII LTDA . 
.. Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Crescemos de Mãos Dadss com o AGRICULTOR e 
0 
Avenida Teodoro Sativa 
Perto da Ponte Internacional 
povo Belavistense