II! 
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( 
'V 
f 
S(MANARIO 
INDEPENDENTE 
Fundndor o 
Diretor 
Responsável 
lvaldo Pernlra 
J±LA /JS1A 
Mato Grosso 
Um Jorna1 
servi;o 
D: DE!A VISTA 
. (e 
310ss» 
lo 
Bela Vista -- 15 tle /gosto do l!l7(i 8 Páginas Preço do 
·------~--- 
v' 
Ivaldo Pereira 
Voto som modo e som 6dlo (Slogam de Marcos-r:rclro•Pcrn~mbuco) 
Acima do vll<'lriu 
de Partidos e cnndl­ 
detos, as eleições 
de 16 de Novembro 
próximo representa• 
rão uma vigorosa 
a[irmac,:üo de conscl 
êncla politlcn do po 
vo belavl;;tense. Em 
cima de ordem e de 
llbe1·dnde, ó após u­ 
ma nnóllse I eullsta 
dos candidatos. os 
eleitores manifesta­ 
rüo su8 referênol· 
as pollllcas. A von­ 
tade noberana do 
povo elegerá os fu­ 
turos vereadores de 
nossa CO.muru Mu­ 
nicipal; e, de suma 
lmportíl.ncla o sur­ 
gir da oposiçào, 
principalmente pela 
oportunidade de e 
xtstlr & crltlc11 den­ 
tro da sistemática 
polltlca sempre lem­ 
brando que rotlvlda­ 
de representa o res· 
peito e o acata­ 
mento às diversas 
tcndênclt1s do povo. 
Para Isso é que fa­ 
zem as eleições. É 
por issJ, também, 
que o art. !.• da 
Constituição Brasl­ 
leira declara. "Todo 
o porler emana do 
povo e em seu nome 
é exercido''. Nosso 
pleito de gratidão 
aos senhores Getu­ 
lio Lino, Victor Vi· 
c:ira, Deocleciano de 
Vasconcelo!'l, lide 
fonso Pinheiro, Mon· 
clar Ho a C•m·ca, A­ 
tanaslo de Melo e 
A1l11m Xavier Brnm. 
homologados na Con 
venção d o Movi­ 
mento Democrático 
Brasileiro, reallzncln. 
no dia 25 de Julho 
nu sode cio Clube és· 
portlvo Belavistense. 
Nosso pleito de gra­ 
tidão porque não po 
demos ver e partlcl• 
par da politica tra 
vés elo partido único. 
E este era o caso 
em Bela Vista. O 
Surgimento do Dlre­ 
torlo do M.D.B. mo­ 
tivou estas cantida­ 
tura e, talvez. mo­ 
tivará uinda mal o 
povo bela vistense a 
part'cipar e viver a 
politica, "um tanto 
d e b i I i ta d a ultima­ 
mente". Como disse 
o eminente Presiden, 
te Gel eJ: "Os parti­ 
dos politicos. tanto 
do Governo como da 
Oposição, cada qual 
no papel que l h e s 
cumpre desempenhar 
são assenciais ao es­ 
tilo de vida demc,crá- 
1 A casa do Anesão 
É Bela Vista 
Em nova dimensão 
[7 
•·Jornalismo é uma atitude aberta" 
(Alberto Dlnes) 
O crescimento da TRIBU A e um 
fato inque;;tlonú.vel; somoa adeptos da ii 
Josofia otimistn, acreditamos na força 
do trabalho e na magia do entusiasmo. 
Conforme haviamos prometiclc, lançamos 
a partir deste núnero o jornal em for• 
mato "standard" E mnais um aperfeiça­ 
mento do jornal. que sempre acreditou 
em Bela Vista, principalmente, nas po­ 
tencialidades da imprensa no contexto 
econornico da "Princesa do <pa." Inda­ 
ga-se frequentemente, qual será o futu­ 
ro do jornal em nossa cidade, pode-se 
confiar no destio da TRIBUNA como 
empresa e corno IDEIA?. sim, p-•rque, aci 
ma de tudo, nosso jornal é uma IDEIA 
VlV A. E um grande organismo que vi­ 
bra, sente e sofre com ós acontecimen­ 
tos que dizem respeito a Bela Vista e a 
regiio. Serão ásperos, não obstante, 0 
obstaculos que deveremos enfrentar no 
futuro. que ,s vez:?,-, mostra-se sombr_io, 
mas q:..e a força e a magia do entusIas 
mo ajudarão a colorir. Saberemo" tor 
nar venturo;;os os caminhos adver ar 
que urgirem, pois no interior, a princi 
pal qualidade que deve nortear os tra 
balhoR jornalisticos. é fé. consciente, im­ 
bátlvel, no rutui·o da região e· no cresc1- 
Lllento do jornal: Pouquissimos jornais 
têm vi,la econôm•ca ef Ptivamente sadia. 
A maioria se acha P-ndividada. particular 
menta nos úaencios finJncelras e até 
mesmo com fornecedores de papel. Mas, 
pesquisas foram feitas, e chegaram a con­ 
clusll.o que o ponto básico sobre os 1or­ 
nais, é que o custo é demasiadamente 
alto e 	• 
deve ser diminutdo. Por ser o jornalis­ 
mo urna atividade aberta encontrará 
por i, novos caminhos que o levari!.o 
a establlldade economica. Em nosso ca 
:10, gradatlvam1mtA. alcançaremos uma 
ruclonalidade admiuislrativa quP propor 
cioar4 meios de CRESCERMOS_ sen 
''demasl'.lda ctlrga de sacriflcics 
tfca. como veículos 
de participação do 
povo na organização 
dd Poder e como 
reRponi:úVCIS p e l a 
continuidade de sis­ 
tem representativo", 
Importante, pois, o 
dr·spertur dnu consel­ 
êncta dos joveus que 
ora ingressnm na po­ 
Jit!ca, sempre lem­ 
brando, que sem su­ 
bversão e sem sub­ 
serviência, é preciso 
lutar por um deflen, 
volvimento: com de­ 
mocracia, com inde­ 
pedêncla e com jus­ 
tiça social. Social 
como diRse Metterot­ 
ch" A politica é uma 
peça de muitos atos. 
que se desenrola ine­ 
xorávelmeote". 
1 
O Executor dos cn 
sos Economicos li6, Em 
IJclu Visto, comunica aos 
informantes ,lc que, o Hcn 
censeados não poderá co­ 
hrar óu receber numerá­ 
rio em espécie algum. 
Ilclu Viw, 1-110617<> 
Juio Ccsar de Morais 
O Jornalista 
lVALDO PEIU-:IfL 
esteve em l'ioaquo 
faze11rlo um lexanta­ 
mento da situação 
política daquele Mu­ 
niclplo. Aqur!lll h!s(ó 
.. 
rica cldarle torú co­ 
mo prefeito na pró­ 
xima legislatura um 
poeta e jornalista de 
méritos inconfundí­ 
veis 'Trata-se de Ai 
tevir Alencar, que. 
f 
---- - =---- 
Valorizando o artista 
Falando por suas mãos 
Não há mesmo quem resista 
A casa do Artesão. 
CerO.mica, tecelagem, 
Decoração, roupas 
para todas as idades, 
de da região. 
CASA DO 
tapeçaria. 
exclusivas 
curiosida- 
ARTESÃO 
Rnn: Cuiabã - 489 - Bela Vista-MT. 
Programação do Club Esportivo 
BELA VISTENSE 
o té o clia 1/1/77 
2L/08 - Conj. Los Mensy's 
04/09 - « " 
25/09 - lmbra-Sem 
02 10 - 
30/10 - <t 
06111 • « 
30/11- « 
04112 - « 
21-25/12 - Imbra-Som 
01-01-77 - 
11 
O estudo da;; realicia de;; l 
belavistenses exige qu11se õempre uma 
dupla comparação: com o trabalho de­ 
senvolvido p!!lo prefeito Cttstro Pinto e 
com as reivindicações da ala chama'a 
"progressista-,. Por outro lado, é muito 
.Jiricil aceitar o posicinnamento de c~r­ 
tos elemt:ntos que atitmarn e;.tarê.n a,; 
coisas corri!ndJ mal na atual adminis­ 
tração e, por 0U1ro. aceitar totalmeat>! 1 
a assetiva que ·•sem oposiclo não há 
governo". Não existe a op:>1>ição c!e par-I 
tidos, uté agora, mas existe u O:Josiç:1o 
ao prefeito, quase sempre exercida por 
politicos da própria ARENA. Qualquer 
critica à administração faz parte do con 
texto politico. mas a análise da situa­ 
ção cbegll a ser cômica. Em nosso a­ 
so, cômica. por que aproximam-se as 
eleições e os "bJocos arenistu,; existPn­ 
tes divergem quanto aos meios"'. D,1~ 
conseqt:ências de tão nebulosa situ'J cão 
é que os integrantes do ~1D8 refü'arão 
o,; subsídios p/ a eleição de, pelo me­ 
nos, tres vereadores, o que jâ sera u 2 
vitória p/ o partido "□n oposlcão''. até 
então sem representantes na Câmara. 
Resta-nos egunrdar os ori:neiros pUS$O:i 
dos arenistas e ver s no :nal chegam 
ao cunsPnso, ou melhor, bom senso, de 
unirem as suas. forças pois da maneira 
como estão encarando a política. o re-, 
saltado será a eleição de. no tres, mas} 
ta{vez. a maioria dos vereatores do} 
Movimento Democrático Brasileiro, aqui] 
em Bela Vista, com um terrt'.'no rerlil p/, 
1 
a produção de líderes ! 
pr inal, mantém 
há mais de um ano 
lllll 1 l!'l)Ullll de Cl'O• 
1:íe,, n:t TF. E con• 
si lerado ali o rolo 
compressor, emn vis 
ta dl! sua Jll'Ol'uada 
penetração no selo 
das massas, este li­ 
der :lclem a begc­ 
mo,, l:l poll llca I1a zo 
nu rural e na séde. 
O pl/"O de Nioaque 
tem p1ll' ele grnnde 
tt.d1nira:,dn. S!! bem 
que Awvir Aiencar 
se ma!enha reser­ 
vado e arredio a pu 
blieídale sente-se 
pcrfrilamentr, cm to 
das as c:un:vl:Js so 
ciais. o qun11to ó 
querido e admirado' 
Sua vi,ori:i em Nioa 
que sera csmag,trlo­ 
ra. Sua liclera11çn n­ 
brage o município 
de ponta ponta. 
E no 1oeta que 
o povo nioaqueuae 
depõe :,uaR mais ca­ 
ras esç,ernuças e ve 
a sntisfaçio de RUéJS 
aspirações, de seus 
as2ios. 
Correio Jardinen 
se envia felicirr,ções 
ao culto povo nioa.­ 
quense, aprexeutan­ 
do- lhe par,tbens, 
porque io é todo 
dia tJUC se encontra 
um ad,ni11istra:lol' 
intelectu:il o cliuàmi 
co coo Altevir 
Alencar jovem escri 
tcr de renome nacio 
nal. professor e jor­ 
nalista. 
in;i1 Ehi;'ers 
Há dias o Irmão 
Chico denunciou que 
pos tantos unos se 
riam iuiciados as re­ 
fo:·rr,.:s dos ba:1cos 
e altares da Igreja 
Matriz Sto. Afonso, 
e p/ tanto seriam 
g:istos 4.100.0D e 
que esse dinheiro 
s0 scri'.lm obtido 
com a r;<Jl::b.,raçlo 
do p1vo bel: viste!l• 
se, doando qua­ 
ti1 que pu!esse e 
entregando a e lei 
mesmo ou a Sra. 
S:ilomé :leio nll ca­ 
dos padres. Va­ 
mos colabQrar mais 
um! vez e0mn a nos 
s.1 Pm·oquia. pois 
os melhoramentos 
d mure-m:a depenade da 
'oa vontade do Poso c 
-6 Deus poder.l reo:n 
pensar lhes por mais s 
a valerosa colaboração.

, 
Na França foi 
erlada nova lei prol 
btndo o uso dn pu· 
lavr1:t1 eetranjelrna 
em anónulos, em 
programas do rádio, 
de televleüo Ate. 
No Bra111l o De­ 
pul1Ad11 Líglo. Les11n 
Ba&toe tem um pro 
joto tentando Incluir 
o portugulle éomo 
m1ltérlu obrlgntórlu 
no■cursos euperlo 
res. 
Lidlm11 e eces 
sé.ria ·defesa do ldio 
ma pátrio. 
Ha. pouco tempo 
.a Imprensa publicou 
um exerciclo de re 
dação do um vesti 
bulnudo. Tluha ca 
racterh,licns se 
melhantes us dn re 
tlaçüo de um aluno 
de terceiro grau. 
Silo encontradl 
ços ulunoP com dez 
ou rnul11 nnos de es 
tudos que lêm regu 
lam10nte, loterpre 
tum tH·ecurlumente 
e redigem pest-lmu 
mente. 
Nu maioria •lo~ 
coltglos não hu 
mais o hábito ele t·o 
petldos exerclclos 
de leitura, de lntor 
pretuçilo, de ditado, 
de rednçllo. Tam 
bem não são exigi 
dos nas provas. 
Ra exames que 
i;ão feitos à moda 
<la loteria esportiva. 
Apresenl.udus três 
hlpóteRes, o exami 
uundo atlHinala oom 
nm "X" o quud1'1nbo 
de uma das alterna 
tivas. Embora não 
sabendo qual n res 
poRta correta de 
nenhum dos vlu'los 
ponto!l arguidos, uln 
riu assim, o exumi 
nando podP.rá, por 
palpite e pura sorte 
obter não só a ne 
cessárln média para 
aprovação, como 
até um dos primoi 
ros lugares crnre o. 
aprovados. 
Dessa maueir:i, 
havendo um milhar 
e meio de canliidu 
tos para um curso 
com quiuhentos va 
gas, ha realmente 
a pns ·lbilidarle d1- 
11er u metade des­ 
HUS vagas preenchi 
dns por estudantes 
com poucas coudl 
ções básicas pura 
tal curso, podendo 
ainda a maioria da 
outra metade ser 
preenchida por alu 
nos com preparo .i. 
penas aceitável. 
Sc!.(U!ndo ~ cm 
couliuu,t<;,'11 o m •.-:­ 
mo si !e;uJ, porlc­ 
são sair das dlver• 
i::a<, univp;•;,ldadl:'1.1 
formandos com prc• 
cúrio crrnhel'imcm­ 
los do icliolllU p:tll'iG 
o tambem da profis­ 
são quo t•i::collwram. 
É muito fit!l"I<> 
gruve uti~. o falo de 
haver elevado nú­ 
mern de estudantes 
tanto dos úJtimo:,1 
HllO!:I do ' grau, CO· 
mo de uiveis mais 
elevado. que núo 
tem o necessário 
conhecimento do 
vernáculo. 
·-=-..? ... , ·,<, ~-- - ~	4 - -:, 
.·"' .... • ··. -~ 
~ .{ ,., . ... 
) -:~ .... -:. - ,r 
-° 
±2$%. 
: 4' ~ 	) 
,i { 
( ••• ·- ;-·. :-~ 
~.-· :· 
: ,r 
• 1 
S. 
-3 
.4; 
·'{ 
1) 
3 
: 
Consequ (' ll te lll<'rt 
de var-se forma:lo 
a população com 
poU<',ts po-:sihllld:t.-':'. 
ele falnr <', COlll IJJUI 
to 111ouor 11inrJ;1, 
de escrever uma liu 
gunagem correta. 
Dai ser comum 
Yet·c>m pessoaR com 
oilí<·ul<ladPB de co- 
1nunleação que. 
fJUUndo outusinsma­ 
rlas, 110 meio de 
uma rr:1;;e cmp::iC'am, 
gei,;!ir'.u Iam, 1::tilJruce­ 
jum, f{,1gu<>jaru e uiío 
conseguem prosse­ 
~ulr. iu•;apazes que 
são de dar natural 
coutlnuldude a ex- 
. pressão do i;uus idé 
ias. 
EM. BELA VISTA 
EM JARDIM NO 
NO . HOTEL PANO AM 
HOTEL SIRIEMA 
O Idioma pátrio 
tem que continuar 
sendo disciplina bá 
sica, prlorilá1'ia' não 
só nos cursos de 1 n 
e 2ª grnus, mas Iam 
lJem nos de nível 
médio, e mAléria eli 
minatória em todos 
os exumes de admis 
são. 
Desde que seja 
bem mlnistra<lo o 
ensino <lo nosso idio 
ma nos cm·sos aci­ 
ma referidos. não 
vejo a necessidade 
nem a conveniência 
de se tornar obrigll­ 
córío o ensino do 
português nos cur­ 
sos universitários. 
Bela Vista (~tT), 05 
08 1.97(, 
PJ"l'Vn l,
1
i' ... 
me da s!a peUI 
gentileza, atrés 
t--Utl J}I':, l ,t (' ,f; 
a querida "Tj' 
cL, l<'routl'il' .. ," 1· 
ratule-mne co: t 
povo be!astet 
pelo transctur o 
mais um ai e 
rio da n@o me 
qucr-ici,1 ·•Pii .r 
tlo ,pa". o hi f 
destes dois nos 
meio, venho a 
panha 11 do 1:011 a, 
mente o desenol 
meuto de Bela Vi 
cuja pujança já 
faz sentir graças 
erupenlio e Jur·irl 
do atu 11 Pf"fl' 
dando co!:llinuid1 
a arlmlnístr:!çiio 
Sr. CJovls. em c1 
gestão forno-; reu 
dos (a Equipe 
Projeto R(l□d'J" ,. 
neE:sa bosplru,.,
1 
cidade. Com l 
meus melhoreR ,·ot 
de progresso e b 
estar . 
Sincernmwte, 
Dr ,João de Oiirc· 
Rodrigues O,IJ 
41 :-!67 
Sp. 20-7-ífi 
Anuncie 
neste jorr_ .... 
1
,,, 
e tenha 
bons lucros
1
, 
de A. F. :leio 
Conseros de relogios em gci~l 
Rdo;!Ío.; <le pnn!u - perí111e1r., -· oliu:e:I 
Yelodn,ctro - Colu11:• 
"e ficicncia e respenszbilidade a serie de die? 
Rua :Jarechal Rondon - 513 - Jardi[l] ~I: 
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s 	-·•---V••• 
eus melhorns r·. J .- ... .: - 3 • 
FOTONOVELt: lJ". ·, : ·,. 
·j: . 
.,.,,,., ~,. ·-. 
T; - 
• s 	, 
@» ia, aetena 
,, 
.,, 
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. r,i, 
l,)IJ, 
utt ' 
erá, 
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fi 
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mi- 
L1tfa 
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Ja·h 
en 
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depó-ito: de mereudorias realimndo, até a é-pera 
do clrn •·111 tfn,~ 1·ncr.u· l'Jll tgor 11 _1.1nf:t, oh ·•·r,,tdo: 
I.. - O "·'/" de d1·p6-,10 ,·,,m, ,;.,r.í ., ,i­ 
t!nrnr n partir da data da entrada da neredori.a 110 
ur111a1.l·m e .. cr:'1 ,no 111á,i111u dl· ""l•i-. 111r .. ,• ... pod,•n1lo 
-.:r prorruga,ln ln rt'l1H'ntc· por 11,·nr,l(> ,·nt r.• 0 d<·'•O 
itnte e a firma "Mhaeaenuha- Armazena '·+i4 
l.tda'"'. ~t·, por c>t'a-.i.1o ,t, prorrn!!,t~~,o ,I,> pra1.o iJ,• 
d,·pb,ico, r~livcr 1•111 Í/!Or u 1,0,l fa1jfa, ,. l,1 JJtc.•,.,. 
l,•t•t•r/i p/ O 110'0 Clllll l"il(tl, 
l.2 .,, ~l'fVÍ(.'0"'1 d( t°"'lha 111:u·dt•-nhr,1, 
,cr:lu r,·~ju,1(1ris no, prr,·,·11111.1i, <ln S.dario líni­ 
mo, ere que prolesdo pelo Go. Fed .. r,d ,. 
air.né; < n co1111111ien~Jo olo L ', 
02 - A 11pli1'111_':1,, da, t,1rif.1- 11.1 n·,·,•1,dn 
•er:"1, frita c111 Ílln.-:iu lo péso bruto d,· ela tote, 
que sempre deverá ser dividido por i) kg, sendo o 
1prnl'lr111,• rt·,11lcanl1• 11 h.1•!' ,!,· ,·:,h-11!0 ,111,1!11u,·r 
frn,;;1o do n·:-to ~er.'t con ·idcratlo 111:ti.; 11111 ,olu11H· ,h- 
50 kg. 
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'rnc. dt· 50 kg, con ... itll'ranclo, 
. /, mn,s um , ulumc·. 
d A lirma ••L1'-t'.tf"nli:.,; rm~11{·1h Gerai~ 
'votJ. Lt<lu" n:1" r~ po111l,•r:, pt•ln, 1!.ltlo- ao poder ermi 
nativo a H•r,•nt n1iliz.1,Ju, t•orno ~t•n1t·nt,-. c:1-:.1dn 
j bo. pela H"('H;,!t'Jll do,; llll'"1110 .... Tu.t, ia. pt•rrnill'· ;, 111tc·r 
vcnii:ncin permanente de técnicos das partes interes 
sndu-. d11ran1t· a upera(>io, fl,·.tnclo o-. nu•-.1110.., rt•~ 
ponsáveis pelo seu resultado e consequências. 
). As mercadorias depositada- serio 
~l•~urn1Lt, clirl'ti l" Pxl'lu-.i, .uncntt' JH'la firma Masca 
rculrns ,r111;1Zl"H't Gerais Ltuda, e em seu nome. 
05 - ()-; !--t.·rvit;o"' inte•rnü-i ... Jn pri,,tti,o-. 
<lo pt..•:.soal ,ln íirmf la--1.·.tn·nh.1..; rmaZl'U"- (;l'rni-; 
Ltda, sendo permitido no dcpo .. i1n11t,·. ou :--t·u rt·i>rt' 
sentante, a~~i-.tir u t'l't'tw:1o dos me- mo.::. 
O<> - A firum Ia--enrc11ha,; Annaz,~11-- Gl• 
rni➔Ltda nJo f"Ít•1uar:1 n·t•n-,apu· th• n1t-r<-;11lori:'-. 
em sacaria usada contendo "arca legistrada" de 
~roclutos tln ntr·,11111 t"..._p(·,·il', ele tt•rn·iru-... ,ah u .:::cn 
uo untori1.:1.du n utiliznt·,io ela ,narea uri,,inn►por 
que:n1 de ~Jirf"itw 	"" 
07 • A firma la,e~n•nha, n11a,-en- G,• 
rui:- Ltc.b n;o H' oliriga a t'.<"t'll:tr c-111 tlL1 t.' hora 
ÍOnl <lo -.:eu c:pt·dicntl' normal t', q1u111ln n ~,·u cri 
lério se dispuzer a fozl"-lo os JHTÇlh d.1-, 1arifa .. -.e 
?~o n e:omhinar. o tHl':--tno nt·o11tt't.:t.·1ulo <·unt o.: :o-t·r 
iç-o.; nào prt·Yi:-to!-i na trifa. 
OU - Os s,·n iro• pr,·,cadr,, ,n:lo <"ol>r.i<los 
separadamente, isto é; erviço por serviço e 
0
p<"rurilo por opna,ão. 
09 • S<.'r~o confoccionaclo, lloman,•io, ,le 
Saida e EntrncL.1. H'mprc que oc-orn•r tr~1n'."frrt·nc-i:1 
de tncrcadoti,l.;, <l,· unt c-lienlt.• par., o antro, dt"ntro 
do pr6prio urmnzi•m, pagando o cliente toclas n.;. 
despesas anteriores, comprovando o recolhimento 
Jo l<;)I, além dt" ~ah:-ÍU7.t._·r ª"' outras obrigaçe­ 
fiscais. 
10 - A firma ~h"·;irenh.,- rn,.,ún, (;,. 
mais Lda, nio acita para d,·p6~lro ( .. oh hipl1tl'--L' 
lh;um.l) prudnto.;. t' 1n,·n-.uloria-. ~UJt'JtJ.. a '0111hu.:i 
t:1~ C$]Hln~ftnca ou . de tl•or químieo «JtJt• propicie 
decomposição com liberação de calor, que seja 
Perigosas, explosivas, corrosivas, que enalem odo 
:r.-, prcjudil·iai~ ou UlJttcl:l~ ql:t', e,t.·ntu,1lu1cnll :-e 
Jam danosas às instalações do, ;irmar.C:?i-. ou n ou 
tos produtos armazenados, salvo produto .. nuricol,l-. 
:ortt Juta, t'.it~al_ e Al;,!od:o _(t:111 l"',troro ou ran1a), 
desde que t:'lt!Jlltt cu, con,hç'3t•.;; nunuai:,; de ar111:.1 
lcttnmento. npóri prcYin cl:u: .. ifiC",l'àn. 
ArmazonC1mento 
de at' 50 kg. 
far·se-a .) l,a,r ,li, , oln 
c·.ula fr:1,,10 11~ re-lu, 
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J/S. 
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. II I tarifa se entealemn para merea. 
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f,r 111 t'•.ir1d1t i1J1nd,1 ., 11l Jlf ldH.111de, o deposita 
1
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', p.u .1 vleito le verifirpe ,o «da densidade das me+ 
tuas a diz,y.no- ,. p,· 11 d11,. f.q·dt>-, 1li , .. ,... ou 
tra- emha!a:n·, 
. . 12  uwr,·.1 l,,ri 1.; n1j;1.i 111,-1 rnlui111:1◄
le pmio de euro dependerem de densidvle ou 
embalzzm, ó poder), er reeclkd.a- dentro +d 
1· 
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n,ll,;· e e •.d., !,·~·i,l, 11,1.: l.1riC1 dl' ''!..,llro. 
J. •  i11111,1 1 ,. ,,.u·nh 1.. rJ1111.en-i Ct" 
r.1t .. Lcd.1 1..,., n· t 11n 1. 1.í p:-lu 1jp11. <r·• did.,df' t' 
e+ta«do da« mraloria contidas em envoltório in 
,inJ.l,,•i .. , Íi<"1ncl11 ,,d, i1111·ira re--pon .. ,1hilid.11lc• do 
depoitnte, la imdieaão do conteúdo, contante 
do'- IIH'-.rno . .. 
tJ •  firrna :l:, ,·.11·,·nlia< ,ru1au11,, e .. 
rui-. Ltd.1, 11?1> '-(' r1· .. 1H111.:ahili1.1 por flll'í<'Juloria"' 
<'(lll~ pr.11.0 :Il' '''lll'irnento t':-:pir,Hlo c)tt que venha a 
c,]HIJr .--1• 0U1Jot,· o urr11;1/c11.1nu•11fo. J!do drpf1!Jito 
11:lo rrt1r,11l<, dnrJut,· o praio dt" ,.d1cladl·. 
l:i • O p1 odnto 1·1tcarniuhado para c.· ... 1o<"a 
~•·111 rw -ui pra111 d,· d,·p6-i1o fix3do rm 6 (,~i-) 
1111-,1~.i, 'Jll•' pod::r.'1 •cr prorrog:1do 111t:cliuntc- an:'ili._l" 
t{·c11k,1 t• ele 1tc·ortlo t·o1n a~ runcnit"nt'i:11, daFt pnrtc,.i 
i11tt·rc~--:t<I l'". 
1(, • .. wrificaçJo dl' 11113Jq11cr 111crcnrlo 
riu erá feita na presença do dt·po:-itantt· ou cio 
quem o representa, o qual nssinará o termo de e 
rifi,·a~·:11> e d.ir:, eonl1<·eirn,·n1u <ln 'praxo d,. dcp6-ito 
.. obrt: n rt·ft:ritl:1 .. nu·rr:uloria: 11..1 n·eu--~1 ou ~111-.ênda 
do 111t•.,n10 .•  con frré,u·ia otl t.'JJlh• .. t•rá ÍL'ilo na 
prc .. t•n1:;1 d1• du:t'- tt.· .. 1t.·m11n1u-. que n--.inarão o ter 
1110. 
17 • O valor n·al ,!., m,·rcncloria ,.-r:, i1t 
clicado (ll'lo dqH•-ilantc por ocasi:1o do dt·pósitu, 
por na•io de dot·umt111or.. lc.·!.!Ulmt•ntc nc•c.·ito. Em 
f.t1ta dt.'.;q•~ dtH'UIJH•nto..:. indl<·a1l~14, o alor e:'-tubcl~ 
dilo ,.:,•rú ª"' t'ol.H,'Üe.. o{id.1i, r.Ja rorni>-i,ãc, de Fi 
n~tnciani<'ntn cb Produção (preços mínimos). Em ca 
!--O de• Siui .. trn. 41-l inJl'ni1,,1çõ1•1; t-eriio Jiqui,I:id:.11-: de 
aeor,I" ,·11n1 u- d."1u-11b- da, Ap6lic,•s ,·,1al>elcrida, 
p,,lo ln-1i1i:to dl' He-•l':!Urn, Jo Bra,il. 
ID - :, mt•n·.ull)ri,..t f'IH{t1,1nlo p1·nnnn1•ct."ren1 
dt•p1 .. il111fa..; no .. arm;-11,•nc: lia, firma, )lu--rnrenha~ 
rmazt·n-. Gerai, Lttb, <""l:Ín ~llJ<'lt;:t.;. a qualquer 
-.er,·it:o, ith·lu.::in• t·xp11rgo. ret•xnurgo. e poh ilha 
111c11ro <'orn in--ruticid;t. c:Hla 'f'Z <1uc .. t' fizt·r nccc.: 
?-Úrin. ~t• ;1--rirn n <').ig-irrm a .. u;i coJt~t'n~ç:io e hon 
orrle111 de· t•-.f11ç,1~r-m , i--:nulo nJo apcnn~ con.:rrvnr 
a ~u11 nll·rc.:.ulc,ri:.i. nrn'- tamhe1u protc~cr a.._ de 
m:u~ 111crc,1doriu-. <il'poi:.it:Jd.i... 
19 • :o alo de réccl>i111<·nt,, <lus mt'rcadn 
rias nos armazens da firmas Mascarenhas Arma 
,cus Cnais Ltda o Fiel f.mí medir ou eo111ar u, 
l)HC forcn1 -.u.:<•cptívt·i-. de pe<:lf!t'm, rncdição ou 
cont;1:!t-1ti. lwn1 como dt•terminará a exccul'fto do .. 
serviços que se tornarem necessários, cobrando-as 
de acordo cn111 u t:lxa da turifu t"ttt ,i:.:ore 
20- A firma Ma-carenh- Armazrens Ge 
rais Ltda nio re-ponde pela <lifcrcnçu que ,., ,·,•ri 
ficar, que entre os pesos exarados do-, <lot·un1eutos 
qut.• n1·nmp:inh.1rc111 a m...-rcadoria e o constante, di 
go. constatado em ua balança, mesmo t.{uando 
,H'Ol11pan:
1:.1d,t por certificado de peso de Estrada 
de Ferro .. ou Uol'Unh:'nto-. idê:n!ic-o.. ele valor, prc 
valeeeri para todos os efeitos, n pc::,,;o , cri ficado no 
ruzem por ocasião da entrada da mercadoria. 
21 - ..-...i <pa·hr:.1~ 11onnais de rnerca<lori:1=, 
('nmpro,:ub ... por 1lo~um(·nr:u:::.10, não .;.ão Jc n·'-pou 
sabilidale da firma Mascarenhas Armazens Gerais 
l.td:i., que C'narcl.J.ntu. :-L"mpn.· n~ ju!--tificará por t:'!" 
t.·rito. ..10 clit·nte <JU!lHlo ;;olicitmlo. 
22 - .\•nlnnnn. n1crl'ncloriâ ,:-1...•r-..í cntre;::ue 
.. cm que nntc, :O:l'iu111 p:t!!a:,;. a~ t.a.a-; e <lcmnis de:1. 
pe .. a:- a 1.1ut." t..'qt'jan1 :-ujcit n..:, 110Ucndo indU,.:,i,·c a 
Ílrrn,1 fJ .. Llrtn:, , .. •tc1.1,,,.11c (;er ... i-. Lda reter a 
1111 íl' 1d,n1.1 :.Jt{~ <111
1
• "cJ..tJ;I liqt:i,J.ulu.11 o- cl(·l1iln" t', 
r ocorrerem retirada periais,as depea devem 
-,·r p.1:.,.h pn>1h>r<·i1111:.1'1.u•ntt·. 
2- a retirada de qualquer mercado 
ria é imyrereile! a d·solução do documento 
qur a r.·pre.,•ut,·~ bt·n1 t.•1,iuo a entrq~., do n·cibo 
no 'flui o drp1> ·itante de Iara que rc<"cheu a ,..ua 
mercadoria em perfeito -tudo de eonervação 
q11:1n1i,Lulc e· p..--o, Jicandr, a firma ,l.1•r.1r<'nÍ1H 
Annlltt'IJ. c;,•rui, L1,l.1, i,t'nl.; d~ cpul11uer rc-pon n 
1,ilid.Hlr fuwr,,. 1w!.1 m,·-rníl, 
2f- A retirada úe mercaJori.i, íi11:wcin 
cl11., 1..(, ,-er.í po.;, -ivel mediante a devolução dos rt'S 
1wrtiu,- IÍlu!,H, .'io t·o-o d,· n•cirada pJrcinl, e'ia 
deverá ser rfr111Jd.1 medi rnr .. a11Lori2:1do formal do 
fi1111,11.·i.1dor, '-endo <JUt' da entrega dos ,al<lo14 it·rú 
t'XÍ!.!icla a aprt:""t'ntaçáo do re~pcctivo titulo. 
25- No ca .. o dr- vend.t ou fin.1nt•jan1ento 
dt· protluto- arm:izen;.11J,,;i,. o vendedor ou Iinuncia 
dor cl,·,·n.í rc-;!Jtar todll< <H deLito• aludido clr 
tnl tt1t·n•,:icloria. 
26 - Em caso de >t•mla tran,í.-rênfia 
pareia! de lole drr••►-i1~do, U paru·la  er111ida ou 
tran~fcrida H·r..í ourÍ!!at6ri;1n1t.·ntf" separnd.1: a fiut 
d,· pcrmilir sua perfri1n i<lt'11tificJçií,,, correndo to 
,Iu-. a!' fi<•,..pr--n"' por cont.1 cio novo depoctitante . 
'l..7 • 01 JM:,.!:'UlJcntu~ cb~ tJX:li' de arn1azc 
nazens e serviços entuais referentes ao n:-cebi 
mt"nln dJ .. uirrc:uloria1o1 do-. arma7.t'n.-. cb. firma Ar 
mazéns, digo da firma !a,,·arenlrn, Armaun• Ge 
r.tÍI' I..1d.1, /1ocler:io ~rr cfctuadoj 110 .uto d.t entracfa 
<las lllt'ff,11 orius ou no fim de cana período ,le 30 
(lrintu) dia; y.-ncidu•. 
2) A- mercadorias destinadas a prestação 
tlt'! ~cn i<:o.:, <leve-rã o fer rdirodai; do Arnwz<·m até 
.1 (trrs) dia- npó, o término do• ,cn iços. Findo 
e.rc prazo, scr:lo lotea1la, e t-1>.adas normalmcnLe 
como mercadorias destinadas a deposito. 
29 • :'i1h, H:rjo fornecida~ amostra• de 
mcrcatlorb.s e nem '-erá prrmitido a furação de Fa 
curias l'-cn1 c .. tar pre,,:eute o próprio cliente ou reu 
preposto legal ou ,c-111 EUJ ordem escriL1. 
30 - ;'o horário s•ra o ntcndiru:nto 
no, amrnzen< é de 7.30 às 11·0 e das 13:00 il• 17;00 
h,. de -~~unda à ,extu feira, e ooa sábado• (: das 
U;00 à, 11:30 l,,. O c,aitorfo ,6menle eXJJédirá or 
dcm de entrega de merc,doria- alt"! a, 17,09 hs, de 
,t'i:unda a sexta feira e, nu, eaLadoi nté ns 11:00 h.•. 
:li • O, carna omissos ,erá rernlvi<lo pe 
la udmini,tr:iç-jo da firma :'íu,cnrenhus Armazens 
G<.'r:>iP Lldn, no<I yrtmod {s dir-º· nos termos da le 
gislação que regula o seu func1on:1n1eoto. 
BRASIL Este é um País que vai pra frente. 
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I«la Vi»ta, 15/4/76 
"A" PESAGENS 
1 - Rodoviária por veiculo 
1.1 - Pum nilo depositante - cr$ 40,00 
1.2- Para doposltonte . . .... . . Isento 
2 -Mnnunl, por volumo 
2.1 - Pum n!lo depositante. , . crS 0,2.í 
2.2 - Para depositante. ...Isento 
Expllcnç!lo 1: 
- A pesagem, tunto 1·odovlúrlu como 
mnnual, {) obrigatória na entrada o na 
salda. 
- No caso de trnnsfere>ncla legal, 
com permnnêncla em depósito. a nllo pe· 
eagem du mercadoria será <lo Inteira res­ 
ponsabilidade do adquirente, dovendo ser 
anotada no novo dccumento de entrnlla 
emitido. 
- Quando da pesngem em bolunçn 
de terceiros e conhecida como idônea pe· 
la firma Mascarenhas Armzens Gerais 
Ltdu, e nfol'ida r,elo DNP~l «Departnrcen• 
to Nnclonol de Pesos e lledldas», a co­ 
brança será bseada na importilacla paga 
à firma que executou a pesagem, mais a 
taxa de Admlnlstrnção. 
- Os serviços de pesagens, feitos em 
horário fora do expediente, serão acres• 
cldos de 100 % ( cem por cento) para par­ 
tlculnres o não depositantes. 
"8" • Mão de Obra Específica 
- Na descarga / Empilhaçiio e Desem• 
pilhação/Carga 
1.1 - Da pesagem rodoviário crS 0,90 
1.2 - Da pesagem manual crS t,00 
Explicação 2: 
- Compreendem os serviços desen­ 
volvidos no Jocfll da pesagem uté a for• 
mnçlio da pilha. 
• No caso de pesagem eru bulunca 
de Terceiros, inclul•se a cobrança destes 
serviços, além do exposto na explicação 1. 
2 - Na Remoção ·--·--- --··-------·- crS 0,90 
Explicação 3: 
- Compreendem os serviços de Desern 
pilhacão. deslocamento e formação de no­ 
va pilha. 
3 - Nu Marcação .. ·-- -· . .. crS 0,15 
Explicação 4: 
- Esta operação é realizada a pedi· 
do do dep<>sitante ou quando a firma Mas­ 
carenhas_ Armazem; Gerais Ltdu, julgar 
necessária e consiste nu identificação dos 
volumes, mediante carimbo próprio ou es­ 
crita a pincel, de acordo com o exigido 
pelo cliente. 
4 - Na llmpAza imples, Pré·Limpeza e na 
Padronização, "por pega" .... -··· crS 1,50 
E..xplicação 5: 
- Entende-se por "pega" a 
mão de obra de movimentação de sacaria 
para a execução dos serviços técnicos. 
5 -. Na Costura, "pur pega" ... crS O GO 
Explicação 6: 	' 
- A mão-de-obra ou "pega" neste 
serviço é aquela originária da desempi• 
lhação e empilhação. 
"C" • Serviços 'l'écnicos Operacionais 
1 - Ensaque ou Reensaque, por volu- 
/Ex
me_li_ ã 
7 
-·--·-··crS 2,60 
p caç· o : 
- Compreende a Desempilhação a 
pesagem dos volumes, o acerto de peso 
a costura na boca dos sacos e a empi­ 
lhação. 
• Parz. esta operação a firma forne- 
rá o mterial necessário. 
Está Incluído Neste Serviço a Müo-de-Obra 
2 • Polvilhamento, Pulveriza.çilo ou Nl!bU­ 
llzaçúo por volume de 50 kg ou fração 
crS O :JO 
.. ·- ' 
1spica@to 8: 
- CnuRJsto no lrntamentr prevoullvo 
por perlodo de 30 (trinta) dias, ou reali­ 
zada a julzo da fü'ma Marcarenhus Arma­ 
zens Gol'Uls Ltdn, sempre que se fizer n?.· 
cPssá rlu u exe.:ução. 
Está fucluldo Nesto Serviço a Mo-de-Obra. 
2- Serviços Especluls na Limpeza e Pré· 
Limpeza .. .... . . .. . ... -··---·• __ crS 0,li0 
Explicação 9: 
Consiste na limpeza executada iso­ 
Jadomento da secagem, a pedldo de ter­ 
celros ou de não depositante, devido a 
lllOvimentação total do Seca<lor. 
4 - Expurgo, por volume de 50 kg crS 0,90 
Explicnçiio 10: 
• Esta operação será realizada a 
juizo dn firma Mascarenhas Armazens 
Gernls Ltda. em mercadorias depositadas, 
sob condições de fol'Uecer melhor conser 
vação e permanencin do produto em de· 
pó,litu, executv do após o primeiro polvi• 
lbumento preventivo pulverização ou ne­ 
bulização. 
Está incluído neste Snviço a ~lão•de•Obra. 
5 - Secagem com equipamento apropriado 
5.1 - os produtos com até 18% (De­ 
zolto por cento) com acerto de peso e 
costura na boca do suco, por volume de 
50 kg -·--· -·-· -···-··-·- -···· ... -· ... ·-·- _crS 5,50 
5.2 - De produtos com teor acima do 
18% (Dezoito por e e ato) por unida de de 
umidaàe ... -----·-···--·-·-·-·-···- •·--••·-· -·· cr~ 0,38 
Expli<!nção 11: 
- Esta operação é executada logo 
upós us pré-limpezas ou Limpeza :Simples 
e consiste aa redução dos tenres exces• 
sivos de umidade aos niveis recomenda­ 
dos pela firma lluscarenhus Armazena 
Gerais Ltdu, indispensáveis à conservação 
e armazenamento do cereal ou gràcs lumi• 
nosos. 
Nu cobrança deste serviço não es• 
tão incluidos os valores: da Pré-Limpeza 
ou Limpeza Simples e dos "pegas", con­ 
forme item B- n" 4 e item C n 6, os 
quais deverão ser cobrado uas respecti• 
vas guias de serviço. 
6- ecagern Especial A combinar 
- A explicação especial consiste na re 
dução do teores de umid».de dos grãos 
destinados a semente, cuja operação se 
realizará a temperaturns inferiores. 
7 • Pré-Limpeza ou Limpeza imples, por 
vol. de 50 kg crS 1,50. • 
Explicação 13: 
- Consiste na limpeza dos cereais e 
grão.;; leguminosos 
- Cada repasse constitui nova ope­ 
ruçüo. 
- Neste serviço, quando executado 
isolado da secagem a pedido do depositm, 
te, não eEtá incluido "a pega" que de­ 
verá ser cobrada de acordo com o item 
B n.° 4 e o núnerc de "pegas". • 
. • Quando esta operação for em coo 
Junto com a secagem, u llão•de-obra 
"por pega" deverá ser cobrada de acordo 
com o item B -n.° 4, e o números de 
«pegas». 
8 - Costura ou Ilernendo, p o r i::oco 
erS O,lií 
Explicação i4:' 
- Este serviço será executado à jui­ 
zo da flt'ma . fosca renhas Armazeus Geralt; 
Ltda. 
• Eucoutm•so Incluído todo o mate· 
ria! utilizado menos as «pegas» que serfio 
cobrados cfe. item n. 5, 
''D" Serviços Admíni,;trvtivos e de 
Expediente 
1 - Seguro obrigatório u 211000 p,mel'I 
crS 0,002 
Explica·ão 15: 
- De garantfn. aos Contratos Ile­ 
ajustúvels contra Incêndio da seguradora, 
em nome da firma Mascarenhas Armazens 
Gerai3 Ltdu com a finalidade oferecer aos 
depositantes: segurança e proteção sobre 
os produtos armazenados. 
- Txa incidente sobre o valor do 
lote, com ouse no pl'êço mínimo vigente 
E válido também o preço de mercado no 
cálculo do seguro. 
2 - Taxa de Adrnlaistração, por voluma 
de 50 kg 	crS 0,20 
Explicação 1li: 
ERta taxa índice. obrigatóriamente por 
vol. de 50 kg, nos serviços. Técnicos Ope 
rncionais e no Armazenamento, inclusive 
na pe agem em balança de terceiros. sen 
do decorrentes da administração e pres'la• 
ção de Sen·iços da firma Mascarenhas Ar­ 
mazens Gerais Ltda. 
2- Ad-Valorem s/Emissão de Warrant ou 
Rec. de • Depósito crS O lJQ3 
Explic..:ção 17: - -· • ....... ' 
- Esta taxa índice sobre o valor do 
lote. obtido no l:iudo de clasMificaçifo, va• 
lor este que se multiplicado pela taxa de 
0,008. 
- o caso de produto.que não atinja 
a cluss1ftcaçao ofJcia I o valor considera do 
será ~e. 20 % abaixo do preço mínimo. 
E • Armazenamento 
1 - Produtos Agricolas 
1.1 • por volume de 50 kg. 
a) Depositado do dia lº até o dia 
J;i do mes crS 1,10 
b) Depositado do dia 1G até o úl­ 
timo do mes crS 0,70 
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Licitação 
A Cornlssi1o de 
l!cltaç;io do 10'
1 
íle­ 
gimento de Cavala- 
ria, torna•se público 
que uo dia 20 de a­ 
gosto de 1.fl7G timl­ 
tirú. nonvitcs para ll· 
quisição dos seguin­ 
tes artigos para forj ,, 
necimeLJto da trop:v. 
1. Pão comum: ele 
primeira qualldade:• 
u)-Média mensal de 
fornecimento:- 5.500 
(Cinco mil e qul· 
nhentos) kgs. 
b )·Início de !<Jroeci• 
me11to:- 1" de Outu• 
bro de 1.!:171i. 
c)•Término do forne­ 
cimento:- 31 de De­ 
zembro de 1.070. 
2. Frango (abatido)­ 
a)- Média meusal de 
fornecimento:- 1.200 / 
(hum mil e duze'l· J 
tos] kgs. r- • 
b)-Inlcio do forneci- ..., 1' ~ 
mento:•1º de Outu· 
bro de 1.97G. . 
c)•Término do forne j 
cimento:- 31 de De- j 
zernbro ,te 1.975. /
1 
Quartel em R. V .. 
)lt J0/08176 
Jo-é Ales de oliveira ] 
Maj Ca - Presidente 
Joacyr Marques Moreira 
lo. fen 'er. rurmbro 
Sihio Homero Pinro Ho 
drigues 2o. Ten R/2 Int 
Secretário 
U. 1SEM ENO FRUISIY 
Ex-assistente Militar de CIni MA; 
Medicina de Sao Pulo, ",, 'dia na Faculdade de 
Guerra _E-Chefe de e~, !igualo do Mini.ro de 
cenci dé si si-i~.,""" j° J!o·pil d_ ei- 
oh • • • • ' ente " a di 1 • d C • • 
ca r-tétrica da Fuculdade de ::! dl . r o1oga a lini- 
Assistente de Gastroenterol, • -''!mna de SJo Paulo - E- 
:. Md;- C; oga na Ecola d 1.d:.=. CLi 
mea Medica Cirurgia- Heum;t} .:- .(ç;. ele.cina- li- 
nologia -Ga-troenéot».i'?]""ogia.'ineelogia- Endocr«­ 
terapia Eletronica- Medi "Iozia -Traurotologia -Fisio­ 
tiva- Geriatria. cossomatica- Medecina Espor- 
Consultorio. Galeria Popular N" 
9 
T I 
• - elef. 321 {R, d, D E° 
Horário - Diariamente das 6,30 19, (cado) E:s Era 
• as hs. inclusive aos Sabados 
co 
, 
E 
Avenida Teodoro Sativa 
Perto da Ponte Internacional 
o Povo B ] 
e avistense

BE Vi+4. 15/0/76 
Campo Grontlo • Do Corrcsponclcnt·c 
, Francisco do sl; Dinl 
No período de 1G a 22 de ugôato 
do corrente no, dar-se-á início as festas 
( comemorativas do 77. universarlo de 
Campo Grande. 
A 8omana clu r.ulturn Rerú l'eali­ 
zada no ugutio do Circulo Militar onde 
lodtu; HH rarnH!ençõt>R du Cultura terá seu 
momento de lestaque. Asim começa o 
aulvcrsó.rlo da ·'Cidade iloreuu": 
Dia 16 
As 20:0lJ hH. - Abertura Ol'icial pe­ 
lu Prol'. Jlcícl!'l Pimentel - Scc. de Ed. e 
Cullurn do Municipio. 
As 20:30 - Danças folclóricas pelo 
corpo de danças cla :li CE - (Moderna As 
soclaçüo Campogrnndrnse de Estudantes) 
sob a direção ela Professora Nedie. 
Dia 17 
ÀB 20:00 bs. • Hora do Violão - 
Do CIssico ao Popular - Direçl1o do Prof. 
Sllvio de Oliveira Paes. 
M 
Teatro 
Dia 18 
As 20:no hs. - Primeira Parte 
vfvo Prot. Américo Calheiros. 
As ~1:30 ils. - SE:>resta. • 
Dia 19 
As 20:00 hs. :presentação do 
Conservatório Ma!0grossense de Música 
sob direção da Professora 'Tunita :lencles. 
Dia 20 
• üo (, prech-i1J 
que seja homem, 
bsta ser hu:nano: 
basln ter sentimen­ 
to, basta ter corn­ 
çüo. Deve saber 
compartillw:· dores e 
!erias; precisa sa­ 
ber falar e saber 
calar, Robrclut!o sa­ 
!)er ouvir; tem que 
otar 'e poeslu. de 
mudrugadu, do rnú­ 
siea, de sol e ele 
lua; deve ter um 
grnnde amor por 
1tlguéru ou, enlüo, 
sentir rnlta de não 
tet· este amor; tem 
que saber guardar 
segredo Nem se sa­ 
cril'icur. Nilo é pre­ 
ciso ser de primeira 
rnüo, nem 6 imprnns­ 
cindível ser de segun 
ela; pode ter sido 
enganado; pode jé. 
ter cometido !'altas. 
Não é preciso que 
seja puro, nem que 
seja de toclo impu- 
do ro, mas mi o deve 
ser vulgar; tem que 
sentir os dias tris­ 
tes e saber respei- 
tá-los; tem que sa- 
ber re:rnnciur em 
favor de :ilguém. 
Deve ter um ideal, 
e, no caso de nüo 
o ter, devo sentir o 
amigo que se ea­ 
tristeçn com uma 
separação, que a­ 
que com•;vMo e 
e c o m to- 
As 20:00 hs. - Recital de Poesias 
e Jogral com expressão corporal, dfrigido 
i Pelos Profl•ssoret> Alzira e Orlando Monge 
li, Equipe lndt>peniPntc> da Arte • EIA. 
Dia 21 
··~ .is 20:00 bs. - Festival Je .lúsica 
j Suem no Teatro Glauce Hoch:t, com um 
l'orul de ..J.00 Yozes. 
Dia 22 
As 19.00 bs - Comemoração "Dia 
~acional do Folchre.'· Danças Nacionais 
! Estrangeiras a cargo do <'Orpo ele dan- 
ias d.a ?lf.CE. 
As 21:30 bs. - Capoeira. sob a cli· 
·eção do Mestre MANO. 
No decorrer du Semana Cuhurnl 
l Coorclenaçlio Estadual do :lobral/Sul/mt 
!Stá promov(•ndo a maior exposição de 
rtes Plásticas e Artesano lo já vistn. em 
Campo Grade, sob a direção do Prof 
.'taneisco de Assis Diuiz - Agente Cultural 
. As telas que serf10 -expostas na 
emana Cultural. foram exibidas e clssi 
1cuclas nu Bienal em SP e ju se encontram 
iIu pede1· do responsu v.el pela exposição. 
F8J #JARRO 
MÉDICO 
Atende pelo 11'PS e IPEAT 
1 Hor(irio,;: )lunhl • llospitul 
1300- 16;00 h-: Posto de Snúdc 
16:00 • 1900 hs: Consultório 
-!::,. 15 Jc No,c•mhro, i5 • Fone 178 • Ilda 'iHu 
rande vácuo que 
isto deixa. 'Tem que 
ter ressonauiciu 
humanas; tem que 
lei' vontade de se 
integrar ao muudo 
e nn <'Dso de uilo 
ser realizado este 
deverá ser um dos 
seus objetivos nu. vi 
da. Sc•uclo que o 
priucirwl oujctiv,, é: 
"Ser ;migo''. 
'(L.,er aruJ,,o (> 
sentir pena ds pes­ 
soas tristes o com­ 
JJl'l'<-'nd er o iruenso 
vazio dos i;ollt:11los. 
Deve lei· peuu <los 
que tivernm e per­ 
deram coisas que­ 
ridas. Deve gostar 
de crianças. 1Pm que 
ser D. Quixote, sem 
contudo cltJsprezar 
Sancho. 
Procur.1-se um 
amigo para pasaear, 
gostar dos mesmos 
gostares, ouvir mú­ 
cisa, ler; não precisa ser 
homem mas deve ser hu 
muno. 
Ír1rocura-se um 
.-. 
laboratório de Análises Clínicas 
"Louis Pasteur" 
Cx.- Postal:!- Fone:152 - Jardim - MT 
Mais uma opção como nuxili:ir no cli::iunbs 
tico cm ur;:cncia ,Iédica, otei11lc-,e a IJllalqucr 
hora do dia ou noite. 
Técnico • Hcsp. Luiz Gomes 13czcrrn. 
F.uin. QuimiC"o - CRF • :?O: Oã5/b'1. 
TI#.J 0M {R0IEIRA 
Fundndo em 2/5/72 
Redator -Chefe • Jr,a/d" /Jcrâr,, 
·A- opiniões emitidas nos artigos assinados 
não representam o ponto de i..tn do jornal, po 
lendo até ser contrárias a este. As opiniões do 
Jornal, acham- se expressas nos Editorias e nos co 
naentâri_oe niio a-._..:in:Hlo.s"' 
TRIBUNA DA FRONTEIRA é: umu publicação 
da Empn•;a Grúfica Tribuna <la fron1..-irn. 
CGC. ~f. Ol1,11El,C'.ll·!D l!tí. i!SI. ll:lSt'.1-l 
Assinatura Anual 
Bda 'istn 
Dcrnui, )Iuni<:ipio• 
Cr:5 100,00 
CrS 120,0J 
Ilcdaç-:,o Admini,trnçuo e Oficinas • Rua Du 
que de Caxias s/n Ci. Po•tal Z3 
13d:i Vista 	)lnto Gro,ao 
do o coração deso­ 
ie a nossa volta p 
breve, e tqIe e to ­ 
movn qua!JIIO elia­ 
mutlo cl • amiuo. 
rocur se um 
umigo para vão en­ 
louquecer; p/ e po­ 
der contar o que 
80 vlu de belo e 
triste durante o ciía; 
do sutos, das tris­ 
tezus e das alegrias. 
Um amigo qu • não 
fole em politica, 
que saiba cou ,er­ 
sar de coisa:, sim­ 
ples; de 01 valho, de 
chuva e cias recor­ 
dações de infúacla; 
a quem <:e diga por­ 
que rn I <'Oi.su é as­ 
sim; e fazer pergun­ 
tas íntimas e a 
quem se possa cou­ 
tar COISUfl írillmas. 
Procura-se um ami­ 
go que não te­ 
nha medo ele apon 
lar um rlefeito e, 
qunndo o faça, sai­ 
ba como fazê-lo 
com delicadeza. 
Procura-se um 
t:mígo para não vi­ 
ver debruçado no 
passado em busca 
de memórias, que 
tiaibu d:::1· esmolas a 
quem mereça; que 
nos bata no orubro 
sorrindo ou cboran­ 
dtJ, mas uos chame 
de amigo. 
f rocura-se um 
amigo que nos diga 
que vale a pena vi­ 
ver, não porque a 
vil.ia é h<-'la, mi.s 
porque já se tem um 
amigo p/ não faze­ 
lo sofrer. 
D» rocm·a-se um 
amigo que creia em 
nós; que não seja 
irônico; que saiba 
nos defender de co­ 
ração Hvre e com 
tod;.i f t· a a q u e z a, 
quani!c, iJrmos ataca 
dos. 
f rocura-se uc:i 
amigo para se ter 
consciência de que 
ainda se vive. 
Por fuvor ..... pro­ 
cura-se rm amigo. 
(.utor 
desconhecido) 
·º 08-76 
9-8-76 
Vanda laês Gonçalves extra­ 
viou ,ma R.G N.o 349969 expedida 
em Ponta Porà-Nlt. P□hlie,ação que 
so fz para obtenção da 2a. via. 
Rela Vista 15/08/76 
1 
---- 
TEVE.DEDO 
RUil · 1.e OE Maio 365 
De ordm do contribuintes:- Size- 
Esmo. Sr. Prefeito mando Martins - Jo­ 
Municipal, dr. Hu- ão Hlenritz - Se­ 
ben MAberto Abott bastião Dias da Sll­ 
tJ • Cul:'trn Pioto, fi- va - Cal'in Coelho 
cam iulirlla(l(iJ a XavJcir c Jrthut· Pau 
comparecerem nes- lo Francisco Loubet. 
ta Pefeitura, no Prefeitura Muui­ 
prazo de :.lo (lrlnn) clpal ele llclu VitJla 
dias desta data, p, :'llt, !J de .ir,osto de 
U!'SUTJ(O" ele !JOUS l!J7ü. 
Juleresse junto 1.10 ,José Afaria do 
Instituto Nacional Barros e Vasconce- 
do Colonização e los. 
Rdorma Agrú1'ia.- 'ecrclf'1rio 
l0>'CRA, os segu!ules Aumlnlstrutlvo. 
A' 
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FAÇA UMA FESTA ONDE VAL!: TROCAR QUASE TUDO 1 
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DE PROLONGAil A VWA DOS AUMENTOS! 
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IJrlo Ví;tri, J:í!O/l/76 
J. G. Araujo Jorge 
U 
• N~ jo r1ull"l'1 <1t10 se cinr,
1i1,se no ti:ilco, eo!ta de tIutlwr. Só ma vez, nu- ao, o r O • 
1 ma entrevista, qulso ria saber mais, rele eu não resistiria à alguns, está iuro. 
b 1 i 
• ·1 ,, tor1t,1ç,.-to ele 1·oul)u1· .~,;;,. ucrc•CC'nt:iriu 
ram sn. cr quu era, r a-1:'e a0 espr1o, à • 	" 
para mim a mulher nlmn, à personalicla- algum veraos de outros. Vinicius não 
Ideal. Flelcumcnte'? de. Se a p,wguuta Vinlclus, da r;ua Re- se rel'cre, por exem- 
f@OOffiJ 
plo, aos cabelos 
E para mim mas 
que os 0lhos, que 05 
ló bios, G'l cu belos 
são um elenrento 
de importância deli 
uitivn. , ,_.O Ptnol lu 
í',Hll íl[) 'JJ/l o rosto, 
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soltos, pura que d 
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Jl0(''1Í(t ('Olll l'lL· . ,J.' 
}l<'-l'f!Ullld num J)O('lll 
"J vi1<ão t'IJ 
teu pescoço bran 
co. vufn,J1 
como um templo, 
prlo ,·éu do l<'u:; e· 
llelo, louros l!Ul' o 
descubro/ 1101-, úcli 
rios do minha ft!a 
Riu:/ :.h! 11üo ser{t i 
to poesin'?'' 
E uurn outro 
"Golllo ele cnt!H• ' 
ns rnílos com os l~ 
UR cu I.Jelos/ COtn 
um lavradoÍ· a reco 
Iher, feliz/ as louru 
messes de uma far 
tu colheita." 
Nilo importa, e ' 
tretnnto, a cor, 
tom que apresento 
podem fazer noJt· 
tarde ou manhã, v· 
rem c:urregados d 
sombra ou ele so 
"Quando em teus e 
belos louros/ ou n 
groa/ mergulha 
rosto/ parece qu 
faz sempre sol-po! 
to que a noite ma. 
sumente nos me 
olhos desce". 
Importa é q 
sejam bastas, esvo' 
çantes como gaze 
como painas, com 
sonhos. Em matérJ/ 
de mulher sou contlf.· 
qualquer raclon· 
mento. Suhscrever 
em q/ pese a mín 
vocação soclali~- • 
aquele verso de V 
nicius; " ... E que ex 
ta um grande Ia 
fudio dorsal". Ta 
bem já confessa 
Gosto de tuas cot 
tas ( como um arc~
1 
flexível) que se ai 
gam em duas lu' 
imensas, gemlnadasj' 
:Ias estas :re 
postas não iservfría 
a pergunta do ent 
vi::itador. 
:'tulher ideal. p 
ra mim? 
Lembro-me d 
que respondi qu 
ideal é sempre 
mulher que a gea! 
gosta, e que no 
compreende. Mu 
peasei depois no a:: 
sunto. e nasceu 
poema. A multe 
ideal, única, te 
seis faces. 
Seis face,; que a t.o 
nam múltipla, e infi 
mta, pr.ra a nos~ 
vida a nossa ternu 
ra, O nosso amor 
Ka rnalidnde. M to 
das as mullie:·cs o 
nlUlher· que a gani 
uma. 
e 
Rua 
- 
1 Drn. 
1 
1
1 
Cirt: 
Üd( 
1 
c

li, la , i la . l:i/0:)/'j(í 
----~-------- ------------- 
Prof• J. Barros 
li PRO - 
. 	. ,--íHindo no ,lr·.filc 110 tlia 
20,_ (H'1trr1•u•11_11· IHlH'r lirl11 r•or a' (•<lt' 
( 
1 opurl 11110 
xioma: ) imposto que a g-eutc pn!!·• fn7. 0 pro 
f!>'t'•'O flll(' a (!cllh' e. 
L,·111 IH 11-1111· a•,oduç:lo d,· iJ(·ia,; 
que, uo voltar p Dela i-ta, disposto a reintegrar­ 
em com minha família na comunidade belavisten-e 
na qunl viemos vinte dois nos, depois que 
conheci o_plano administrativos do Prefeito dr. 
Huben de ( .. 1-lrn l'in111, t• npó, 17 nnos de au,i-n 
ei forçada constatei e+ta alvissareira agitação de 
progresso, quiesei em trazer ao P'refeito a par 
cela de minha colaboração, modesta, é claro, po 
rém conviente, porque o lnten-o esforço n·ali 
7,uclor do Prefeito, embora ainda em preambu 
lo, 11i11 p111lc: "''r i11c!if,·re111r uo dthd:lo hrlu,·istru 
>t', (' ('lllll'llllllll ua cooperação pelo futuro du 
dclucl,· e )tl'ln v11loriznç:lo ,!e ,1111 (!Clllé. Minl111 uri 
ruclc, d,· homem desta fronteira, como 111c con 
sidero há trinta e cio anos, me fu1. stntir tocla 
u responsabilidade que pesa a este "intruso' orn 
Yin<lo ,•,p1111ln1H•111111•1110.,, ulrahlo prlo; encun 
t,1111,•nto• <la 1,•rra l' c11tÍo <ln simputin do st·u 
povo. 
Contudo ... uào pu<le esqui 
yar•llltl ,lc um impacto quando me ,lei a cxami 
nar as disponibilidades <lo erário municipal. As· 
1o.i111, por t•~cmplo, - e upenas ete, quando me­ 
dl'ti'c 1111 rcr.-ilu orçada do lmpoRto l r,•dinl r. 
361.:JOh.7;; co111 urrec11d11çilo rcnlizadn de ope 
m1s Cr.-19,·l 1:1.21, uté ugora. 
Lc'nnclo·FC cm conta <JUC de modo 
geral nas ,!t•111uis rubricas 1ríburúria1 conclicio 
nnntc• ele 11uni~c111cr rnzõe.i ele trabalho e prop6 
q: 
r' 
1': 
JJl! 
itos de progresso oscilam entre paralelos de 
análoga obsten,ão, conclui.se que as diretrizes 
da administração municipal, embora não cjar 
h-'ra;o· de gabinete, e embora ao choque da 
Mio i-cm dei-ivsente à. soluço- recla 
madas por nossa« necessidades prioritárias atin 
gem as raias da temeridade, e rJ,•t. .. a 1e111cridaclt 
lavem parte os parques já montados das esta 
ores receptora e tran-mi-ora de comunicações 
11,'lcrurh:urn<, qu,- cu•l:arucu :i Prefriluru Cr. 
l.!ú.llOO, ou apliação da área 11rh,111a, c·otu nrni, de 
l0) ruas abertas e nive lat!.,,, luz & forçn, l'r<HllO 
'ocorro, mais ecolas, calçamento, em uma, a to 
talização das real,zaçci<·~ ,lurnJoru• •J II t• 11 11, 
fasrtnam ... 
. . , ,s c•trnturn~ h!,~icas r,11 que 
nossas reivindicações e apoiam identificam-e 
com nas objetivações específicas da administração 
municipal, cujos planos a nada mais visam que no 
•cutulo •lt' !nle(!ruç:io real nu icll'ário du llc"'lu 
ção, e por isso mesmo essas reivindicações formu­ 
ltt111-noi um repto 1111rev.-rsh·cl, •tthorrlinon<lo-:.~ 
u_muclança de po;ições e uu ubJntlono de con.•crun 
l1~111os políllcos ruinosos e pro,critos. O repto 
é este: - progredir ou retrogradar. 
Estão abertas as portas do fu 
turo. Progresso ou dccaclência ClJllflCIOllUIII UB ai• 
1ernot1,·us de que dispomos, 
E,ta C'idncle é um lr.,u<lo ele 
l~abnlho. f:. um putrin1ünio de ciYiemo e'de patrio 
tismo. Deixaram-no de exemplo seu,; conslruto 
reE, para que seus descendentes sigam seus exem 
plos, Devemos pois fazer dn poll1ica o melhor 
u~o, e oss1m ec 11npõc umn tomndn <le comciêncin, 
uuu coortlt nn, Jo .f,-. forcas. uma conjunào dt· iu 
tereses re-o!tos p/ oerngnnto de nossa capai 
dade para os benefícios com que a leuluçào os 
a-mal. 	• 
Compreenda-e tão que a 
lnrc.fa à 1111••.1 fr,·urr l· l,Jrt f, 11,· ,;,11plc, , i,btl., 
ni.,t tare[., fOTJ11trn Üt• 1otl,, • tatefa de indelini 
el responsabilidade coletiva, que fia utão à 
conla ,1,, s no+o compromissos céicos [ IJ,l ( urn 
n terra que nos dá o p:io, e teu dado a fortuna 
no" 'JlH" ther..trn u ÍiJrlUrt . .: de fazeremn na aqui, 
Pessulmente tenho uma dí 
vida para com t'•IJ. fro111eir,I, CJII~ lwj•· r•t·rl('II('(' 
ao meu patrimônio de ba-ili:ladre, e vali para 
prosseguir, como outrora, mas um no eu« e 
pr1:c111li111cnro- clt' (lrcJ•JJt'ri,b,le. Enrrt•I """ pt<a· 
me a convicção de que não atingiremos +a al 
mejada prosperidade. em a nos-a participa,4o no 
1-t'U procr'"r-o, e ~t•rr1 a JU"lu cc:, ,1/>ret·n-ão Jo ~,..uli 
do moral daquele axioma, o 'Iºª porém, face às 
realidades que no de-afiam eu me permito pa 
rodinr em maneira mais categórica: - 5ó o im 
posto que sr paga pode comprar o progre·o que 
se quer... 
Preço deste Exemplar 
2,00 
~· 
e 
gai 
coe 
mil 
on 
-+j0 
,·e 
i 
ulh 
de' 
• MACYR MA. M9REIRA 
Dr. Horacio Cardin dos Santos 
Médico - Veterinário 
Cirurgião Dentista 
(021R!0: a9 .8 1D - Vila Mililar 	RUn DR. conm. 288 
Btl~ VISln MMO GROSSO 
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Bela Vista i[uto Grosso 
DR. GIL MARCOS SAUT 
Advogado 
OAB//.IT 951 
Rua lea. Azam~uja N.o 032 - BOIIIIO - MI 
Escritório: Av. Duque de Caxias, 788 
.Jardim 
Advogado 
Mato Grosso 
Garcia Neto quer 
enquadrar deputado 
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lnacio Ciuitte Melges 
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Atende••e pelo INPS • ll'E~IAT • IPASE 
Rua Duque de Caxias - 289 
Jardim :11'. 
Mato Grosso 
Cuiubá - O Go­ 
vernaclor de lIT, 
Sr. Garcia 'eto, a­ 
nunciou ontem que 
vai process<tr, pela 
Lei de Segurança 
Nacional, o Deput::.­ 
do estadual Carlos 
Bezerra, do ilDB, 
autor de denúncia 
srtbre suposos des­ 
mandos e abusos e­ 
x.istentes no Gov. 
do Estado. 
O dep. acusou 
o Governador de ba 
ver, e11tre outras ir­ 
regularidades, uome 
do 25 parentes pa­ 
ra cargos públicos. 
O GoY. Garcia 
Neto afirma que a 
denúncia é falsu. 
púis a quase totali 
dade dos nomes a­ 
pontados não ~or­ 
respoade a parenllis 
seus e, entre os pou 
cos realmente liga- 
dos por laços de 
parentesco, o dep. 
citou a mull.Jer jo 
Chefe du Executivo 
que é presidente dá 
Fundação de Promo 
ção Social, sem na­ 
da receber. 
Tambem é cita­ 
da a Iílha do Gcv. 
que nada recebe pe 
los Si!rviços qnP. 
prest,t.. O sec. ue 
Justiça foi facumbi­ 
do pelo Gov. Gar­ 
cia Neto das provi­ 
dêncii:.s Jecrais onra 
instauraçãoº do Do- 
cesso. • 
Preço destt 
Exemplar 
CrS 2,00 
/ OlllÍR!'líO de 
lic-ilaçZio lfl, 10° Jlu­ 
ttitnentu do Cavnla­ 
!1,1, d~ uC'Ot'do eom 
o dlll'relo L1•i n" :!OO 
de 25 de Fevereiro 
de J.!)07, rC'liOIVO H· 
trvé deste P<lilal, 
i aceitar proposta pa­ 
rn uqul!ilC11o cio car­ 
tH! ven!ti dl• primei­ 
ra qua!!cladc, corn­ 
preendendo em quar 
tos traseiros e dun­ 
tciroi- e no múximo 
uma costch,. ulll) 
cnnlu1do mai,; que 
20% dA osso uu pe­ 
so bruto, para forne 
clme11!0 da. tropa. 
no ;;er!ocio de 1 ° 
de Outubro a 31 do 
Dezembro Jo l:Orren 
to ano. 
1. :'11,;dia mensal do 
forneclme1·to:. G.000 
(Seis mil) qu los a­ 
proxlmaríu rnente 
2. Local de entrega 
das propustas: Fisc:i 
Ji:wç.io A<l:ninistrn ti­ 
va. 
3. Receberá as pro­ 
postas:- Fiscal Admi 
nistrutivo. 
4. Duta da énlregu:- 
10,00 horas do t.:!u 
2G de Agosto de 
1.97G. 
/,. 
J ' 
'"".'•·io <le julga- 
• .. ' ..... "'. at:a- 
Irv«as& < 
--- ço. 
- -- .J 
G. Local de inforrn<1- 
ções: Fiscalízaçã.o 
,<lu:iui.,;traliva ou Sv 
7. <;ondições <la 
apres2ntações Estu:- 
cadastrado no 
CGClF e 10º RC. 
8. Acsírw tura. do 
contra to: 27 de A 
gosto de 197G. 
Quartel em P 
tll :iJl.10 (' 
de 1.97 
José AI/ 
veira .:__ 
Presidenttr. 
.J oat:yr ~farr 
reira 1º Teu • -- .. 
Membro 
~ilvi0 Romero Pinto 
Rodrigues 2º Ten 
p/:2 int Secretráio. 
Documento 
Perdido 
Lidio Riqut>lme 
ex1rn ,•i,iu seus do­ 
cur,le'lto,-, Carteira 
de l_dt>nlicade (CPF), 
Registro de Ncsci· 
rueoto. 
Publicnçi'io C' 
se faz par a ot' 
ÇÜO ·Ju 2."

TRIBUNI DA FRO TEI li 
"Orgão lndcpc11do11le ll Serviço du Hc~ifio'· 
Ano V - Bela Vista - M'l'. - 1009/76 r,. ' ~'..!'..! 
ICO 
Política 
Nn Jrrnn ,!,· lld,1 
Vistn, 111,!11 111.11I. Dentro 
clri ru111co1 di119 Jit•riu, n·• 
istrados os ll eandida­ 
tos escolhidos na Cu11- 
veneão do Partido, oeor 
ridu' a Jll riu rni·s li111.lu. 
(n tanp te 
Continumn os 1111• 
pnocs. A Convenção da 
An·nn e•tf1 11111nwl11 pu­ 
rn o dia 22 11,•,ft'. O IIH'· 
,li,•o r vcn•:ulor IJr. S,•. 
l,aFti:1o Eluy l'c,r~ira u.:,·i 
1011 11 cn11cl11l11t11ra 11poi11- 
tla pelas correntes do 
Dr. Gnrciu Neto (UDN) 
e ~enBtlor Mcrulce Cana• 
Jc·(PSD). Qunnto ao tlrn 
mndo !,loco in,lcpcntlcn• 
te cuntinun aq11t·ln inccr 
teza e mi,tcrio. E;t:lo 
fazendo d«·mn:,:o:.:in, cxcrs 
siva f?Ulilicidad~ ,lt·,-nc­ 
ce•sanu em torno de 
umn simpleb suh-lc:;endu. 
Em P. Porã 
,..., 
Segue o movimento 
com gr1111de expecluti,·a 
a fuvor da Arena, que, 
la como cá sc,mpre domi 
nou a paradu 
Em Jardim 
Nestn flnrcccntc ci­ 
tludc 11 situnç:lo da Are­ 
nn melhorou muito. O 
Partido da Hcrnluçào 
tem duus sub-legendas. 
A Arena I, sub legenda 
rccomendn,·el, esta a me 
rcccr a prefcrcnciu :lo 
povo _dessa prospera cida 
de, eis que estão rcgu· 
trndos ncln os nome, de 
politicos mais em ""iden 
eia ntualmcntc co11corrc11 
tes no pleito de NoYcm­ 
bro Um Cidocn para bi­ 
s:ir •un elciç~o a Prcfci 
tum hlunicip11l; um Os f ---~-- - -1 
wvaldo_Grulen- sr.------ y''J 
, gd,uh, _ "'''J:"' .. . •r::L_ 
. .-;e­ 
ík..-««-@f »roíssa de 
.1, • noYo poh11co que muno Alcides C· 	•. • 
L. 
+ 4 
l 
r 
Totlc, .... ,-f,.....; f'UÍ1t·r11 :1111 
otimismo perfeito e es. 
t.1u tle hriud.1 .-.oll1J 11:, 
conquista de adeptos as 
~llfl-t t::111didatur1P•. JJ:lrn 
1pu· 1...,•j:1111 1:lt·ito~. Ur., 
 O!:'! 
1·m J,n·, t• forú juiJ ao rt~ 
t·oul1rri11H·t1to dn ,..,•u po 
n, l'"lu trnl1.1ll111 'I'"' 
vem desenvolvendo 
pura :-l II IH'III t·-.tur e 
l
,rugn• .... o ,Ja t·icladc•; uru 
)r. Di l'i,·ro, 111,·,lko 
11111ilo t·ulto. j1,r11:.11i,..tn 
experiente e {JPli1i,·o ti,· 
raça, não previam de 
maiores neomios para 
uas eleições, ba-ta o po 
vo enxergar e escolher 
o« melhores, 
,linha pn•, isi1o: 
E,,a ,nh l<'gc111la venccrr.. 
[sludanles ijue se deslacam 
E,tivcrnm visitando 
eus familiares há dias, 
os 1·stucluntes da F.E.I. 
-- ------- 
de São Iernardo do Cam 
1
10, Í.;unLirtl11c· du Siln 
·t·111:uuJ, ... 'JlW ,·uuduir,Í 
,• .. fe :lllf> u l·>. une, cJf' 
Eneenlaria Mecaica e o 
benquito jovem acade 
rni,·n de wrdi1·i11:1 Car 
linho- unes re-prectia 
mente filhos dos vses u;. 
migo- Ro-tad F. ler 
nandt• .. e t''"Pº'"ª P. do 
IJr. Cario- unes e po 
1-ill flrlHllllf'lllO'i flct uo .. -u 
'-Ol'ir,l.ult•. 
T:1111hem du_'t{OU o 
jot'll1 1· intt·li::<·ntr l't•ry 
l.uiz, , iudo tlt' llrn~ilin, 
c·11t  i-.itn aos parentes, 
1',·rr Luiz. apczar "ª >IIU 
pout·a ida,Ii· corHJUÍsfou 
recomendavel aprovação 
110 ,c,tibular _jlura En­ 
enharia na Universida­ 
dc Fednul de Drusiliu. 
Este• jo,·cns r.spe­ 
rançoso~. serão o; donos 
cm futuro pro:dmo, do 
nosso mais justo orgulo, 
pelo muito que dão de 
si para conquistarem se­ 
us titulos como homens 
que se fazem para o en· 
rcquccimcnto da nossa 
culturn. 
ERNANDO A TI S 
Candidato a preleil!! pela Arena li de Jardim 
BARBOSA 
, 
.li'. .1 ,·urnr. 0- 
ic-uhnrt'• re1.dhi-1.H .-,1 ,u 
contr:.t o po i, <"0,11 o n::­ 
u1t-r1ru ('011 .. id, r.1,d do 
preço do produto, a 
znia de pequeno atutwT 
tu do ai ',tra e dn urroh 1 
de boi gordo em 5lo 
Paulo para exporta.o. 
C:: 11111,1 (•OÍ>3 '1111' 
merece e-tudo, a fim de 
qur não haja prejudica- 
, o ... 
Vamos ser jus­ 
tos, o aumento de 
CSr :·l,00 pi a caruc 
de 3.
11
, 1;acril'ica os 
pobres, e eles nada 
tem a ver com pl'e­ 
ços de exportação 
do frlgorlficos que 
não areta o preço 
de vacas aqui. Esta­ 
mos fazendo urna 
detalbnda pesquü,a 
sobre esses assun- 
tos JJ' Ulll'l ('(IIJCiU­ 
i::lo a 1<er tl'!UC'11da 
aos. or~.t0-i C0llll'O· 
Ju,forc..:. Pan•(·e-110:l 
que o ,Jnrnil _0 o rnu 
is COUl!H'l'E'llt·J'O, !JO 
is só aumento! CrS 
1 OU 01 carn com 
osso, o produto 
mais consumido pe­ 
la pohreLa. mnnleu­ 
do pre<;o antigo pa­ 
ru as carnes de 2. ..i 
e l.u, j,;[') é. cr·• 
1'.?,0U e Cr3 H 00 
respectivamc1Jle. ,­ 
inda bem. 
Anuncie 
neste jornal 
.r. Jose e Iene ar B. Di r 
Com muito ju­ 
bilo assinalamos a 
entrada na Arenn 
de Jardim, como 
eauditla(o a vcrc• 
advr dn Cil111arn ~tu 
nicipal o ilus(ro 
modico e ,Jornalistn 
dr. Di Piero, pessou 
que goza de grande 
prc;;Iigio na reglfio 
vindo assim enrique 
ccr a suu-legeudu 
rena I do Partido 
da f{cvoluçfio que, 
sem nenhuma duvi­ 
da. será a vitoriosa 
pois que, cm mo­ 
mento de real luci­ 
dez alguns bem in­ 
tercionuclos cld11dão 
de Jardim souba- 
ram hroni, 
to escolheren 
llll's (!(' !tom~, 
mulheres resE 
'CÍll, C'OllCÍ{'!!lt•! 
f_!ntntlc f''/'tn 
de um pove 
soerr,ulrneu10 ,
1 
polilíco - f't'o• 
1 
Escolheraru ti 
que fozen, j1í a·, 
peito o ac!a. 
t.le seus c1,uu1 , 
Eutre eloe., r,,, 
null.sla cu1ér::, 
ja cultura sij 
elevar l.Jem nl:( 
u cidade, cu;o ·' 
o escolheu p:m 
rPpresentaute r, 
gislutivo Mu 
,IO[!l ,Jo'.1 
Câmara e Noticia 
Osvaldo Grubert 
í 
J 
No Exped!ente da Se:so;ão da C:: 
ll1uaicípal de Bela Vü,ta, realizada 
09 do corcente mês, foram apre~ea /( 
as SPguíntes maté-r'iae: 
A Câmara sol:dta ao Exmo. Sr Pr 
lo :luoiclpai, as necessarlas providénci; 
que diz respeito a Coleta de Lixo, Do 
llar; 
Foi encaminhado ao ~xmo. Sr. P:I 
to :luniclpal uma solicitação no i;eotidü 
ser enviado a Câmara Municipal um' R~ 
1-io d'ns Oespesas realizada!! p/ Uzica Ef. 
ca nos meses de Maio e Junho do corri 
ano por solicitação do Vereador O.;r 
Turini; 
Ofício ao llmo. Sr. Dr. Guidu Ao1 
Barbo;aa Fraoa DD. Diretor Presideote! 
TELE:f! 1' i;;ll~itando informações. se jl 
enco1Jtro prevhHa a data de rnstalaç~o 
~,ervíço Interurbano nesta cidade; 
Oficio ao Exmo 'sr. Prefeito ifua: 
solkilaodo informações. sobre o au!: 
da Taxa Teh-foncia e foi autorizada eel 
previa e qual a fout~ que c1ulori.z0~ 
1 
med1c:!a 	' 
Dr. Pedro Jose Palmlerl - reestaete , 
Osvaldo Turioi - Secretario 
:-------'1 Zaury Bartoli_uo da Cruz, 
Vice Prefc1to de Jardin, Candidato a 
pela Arena II 
. ; 
Venda maI'- 
seus produtos' 
Anunciando !l 
Jornal Tribuo'.l 
Fronteira l 
1 
1 
;.... e 
da 
Documento J. 
Perdido 
Lidio Riqui1 
extraviou seu:' ~J 
cumentos. Car; 
ele Jclentidarle (~~-i 
Registro de _.J! 
mento. ,. 
Publicação,2, 
se raz para 
0
1:;" 
ção ,fa 2. • l'J,· 
Vanda Inês G0? 
ves exna'ioU ',, 
R.G. N.o 3-l99ô9 ) 
pedida i,m P. f,, 
~lt. Publicaçiío ; 
se fa.z pora. 
0
• • 
ço da 2. !% 
Bela Vlst.1. !
11
• •