SEMANARIO 
INDEPEN0ENTr: 
Fu:idador o 
Diretor 
R .. por.aável 
[valdo Pereira 
±la /)514 
Mto Grosso 
F:rn d n d o <' ;n--?-. >-:-•-7~ 1 
... 
1 e 
11n, 
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111 1 
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a i- ] 
11 
Pedro Pedreira 
! 
1 
1 
Como disse Kierkegaard, 
"A vida tem do eer vivida porn a. fren· 
te mas só pode ser entendida par11 
trúll", Os problomus bel11vlstenses, no 
momento, podem ser lllumludos, não 
slio reeolvirloll na suu tota.lldude. Ob­ 
servando ns necee11idndes vitais de Be­ 
la Vista, principalmente as ligadas u tu­ 
rra estrutura, tale como rede de esgo­ 
tos, calçamento, energia elétrica :( me­ 
lhorou, mns inda precisamos mais) co­ 
municações (abrangendo o tõ.o propala.­ 
do luterurbnno ), chcgn.m'>e a urna con­ 
clusão, seoiio otimistn, pelo menos "es­ 
pernnçosn". A atual admiaistração, di­ 
ga-se "Dr Ruben de Ca1tro Pinto, tem 
tncontrndo uma sério de alternativas vá 
lidas no sentido de minorar o sofrimen­ 
to do povo bela vletense, e de. injetar um 
novo espirlto d11 "comunldcu.le" naqueles 
que pensavam e agiam r,m função de 
seu11 interes11es particulares. Não se tro­ 
ta evidenh,mente, de divagações abstra­ 
tas a respeito de fatos e coisao belnvis· 
tenses. E o :{en Cantinho, ondl.'I falo o 
que penso, e sempre penso em função 
de Bela Vista, independentemente ds 
que11tões polílicall. Se bom que a pohti­ 
ca começa a pnrecer Política, e não 
um amontoado de homens dizendo Sim, 
Sim, Sim ... 
Com a ardün tarefa de en 
quadrar nou:i cidade no rol dns comu­ 
nas mal, progre11al1ta11 do grande Mato 
Groi::110, CBStro Pinto, às vezes, atmvea­ 
s momentos espinhosos, clecorrenten do. 
formação do povo belavistense, ou me­ 
lhor, do "psiquismo do povo belaviste- 
1e". Há multa· "trudição", muil'J "no 
meu tempo era sssim" e outras coisi 
nha mais. Admiro muito a tradição. 
Sou até momo tradicionalista. Mas, em 
nosao caeo urge umn monlalidnd~ mai!i 
Aberta mn'ts no tempo, pois a tradição 
~ uma' coii;a lindo mas, é importante re 
petir Klerkegu.rsi: "n vida tem de ser 
vivida para a frente". O nosso prefeito 
Quer Fazer ... Agou... reali:z:nr obrss, 
não ncompanh11r o ritmo do p1ssado' 
mas viver o momento trepidante do pre- 
1tnte. Enecessário captar o espirito 
eon111rut1vo do sr. prdeito (sem formas 
es.b~l111ticns) e colaborr.r, no que for 
possivel pra Vivermos uma nova épo- 
ca Agora tambem queremos fazer par­ 
te da: Tradiçiio, mas queremos, ainda 
Jnals, Construir Uma í;idacle Nova, a­ 
perfeiçoar o pen11amento, poii;, não po­ 
demos 3713:3° q3 O Homem Foi A 
1 
Lua, Logo Irá A Mar~e ~ D~pois ... quPm 
&1.be .•. é o mundo cósmico que se abre. 
Éo ritmo d11. luz e que esse ritmo seja 
ta.tnbom um guia aqui na terrn ... aqu: 
em Bela Vfata. 
"0 ' rda Ire 
Jorre.l pio s 
'irrita a Inter 
mas, opiotl 
vo também' 
R 
t 
Mais Luz e menos Escuri­ 
dão siio os nossos votos. lIais trabalho 
e menos "pessimismo", mais confiança 
em nossos dirigentes, principalmente, 
Confiança no Prefeito Castr~ Pinto, pois. 
tnais que todos, ele -,ilmeJa Uma Sela 
Vtsta Melhor. 
Coatimt em plano desnvolv:menta a nona 
canpah1 de ASSINATURAS OURO. A me. 
ta de !O!l 1L
0-:lno.turui- v1:l '-P tornando rea­ 
liduda a medida que o leitores se compe­ 
net·em da necessidade de crescimento do 
jo1na', A t:prensa neees;ta de u m a em­ 
presa cconofcmente forte pra ser livre 
e independente, Nossos agradecimeutos aos 
senh•>res ._. füm>tu u b a I x o rdaclooaoas. 
Aracy Morin Mendes Gonalve, José 
Lourell'O, Erlnarclo Ocuriz. João Loureiro, 
Pinheiro, Manoel Rodrigues de Miranda. 
Pedro Jor.é Palmierl, Volke Fernaudes Mon­ 
teiro, Peri de Alnidu Melo, Zoé Loureiro 
Pinheiro 'I'iblriçá Loureiro <le Jlmelda, 
,Tac:nto ifollrlgues de ~!lrnndH, _ Pêgo L_ou­ 
rcro de Almeida, Josc Carneiro Junior, 
Atátusio de Almeida Melo, Luiz Ferr,1rndo 
NuneR Rondou, Elia; Barboi;a, Gilberto Al­ 
ves Cot·rêa, Késlo Loureiro Piheiro, Os 
voldo Coimbra Grubert (Jnrdim). V!ilter 
Fscoba.r !'iuoetl, João V:ctor Vuz O_ultm1rães 
Corumilt1. Loureiro de Almeida, Helio Lou­ 
reiro dti Almeida. André Tadeu Ocampos, 
Cesa Pecuarista (Jardim), Carlos Medeiros, 
O!'r.,,r 1-{odrlgues de Araujo, Aleyr Noguei­ 
ra· Goelho (Porto Murtinho) Octavlo Lourei­ 
ro de Almed11, Edilson Vargas Grubert 
(Guia "Lopes d,1 Laguna}. Joao Monteiro 
Mascarenhas, Sidney Monteiro Mascarenhas, 
Alvaro Monteiro Muscrenhas, Amauri Mon­ 
teiro Mascarenhas, Tales Monteiro Masca­ 
renhas e Roberv11l Borgeti. 
Quando iniclumos u companha prome­ 
tinamos aos nossos assinantes O U R O, ur 
jornal em formato ior - cuprimos- 3 
TRIBUNA estó i:end,1 impre11sn em tamanho 
standard Agora. grndo.tivamente, v a m o s 
partir para novos objetivos. 
V'istu entrar no Pla- para o uriultor 
paza. Veremo as- que etá chegando. 
s:m a cidaàe rece- O UlC't.mo se verifi­ 
bcr os bendiclos cu 110a nrnniclpicl'l 
dese prograr de vizinhos. E Ext»te a 
sanoumonlo básico. rnuléda prJnrn, oxis- 
LI com todo in- A reallzAçüo do to a demanda do 
teresse u nota des- obra arflt!ca nas consumo. A induz­ 
se mugnlfico jornal prlnclpni11 ruas con- tría upresta-se 
em que nos dava. correrá para o con- pole com vfal,ilidf.v­ 
conta dos asmnto,; forto dos habitantes de ccouõmícn. Aro­ 
tratados e dus &olu- e colocnaré. Bela Vis pliaçuo do rede ele 
çõcs equacionadas ta em posiçílo de ro !rica. 
pelo Prefeito Rubem levo dontre as de- 
de Castro Pinto em mnls cldadt,3 mato- 
Culnbn. grol!llt-nacs. 
A transferência Usina de asfaJ. 
do contrato com o to-Desde ha. muito 
Blrd para o BNfI co produz C1'lcareo nes 
mo providência ne- se ~fuulcípfo. As ter 
cessátia para Bela ras otio excelentes 
O prefeito municipal de Antonio 
Joiio, /,iii.o Herodes Xavier ,recebeu cor­ 
respondência do seuhor José Otto Sam­ 
Paio assistente do diretor da CEMAT, 
comunicando que clia 5 ie agosto a e:m­ 
proi;u re11.liw.rá tom&da de preços para 
o levantamrnto t0pográfico da linb:t de 
transissüo do ENTRONCAMENTO 
AQUlDABAN a ANTONIO JOAO. Vu1:i. a 
obra dotar a região e o Estaclc de um_a 
inka estrutura energética maig consentu­ 
uéa ern ritmo de desenvolvimento eco 
nômico. A medida bimefici:u.i o munic1- 
pio que, graças a Adminisn-ação dinâmi­ 
ca de Adio Herodes atre+a uma fase de 
"rande nujnnç;i ,economica. e Co, nm tralialbo 
conjunto do Senudor Rachid Saldanha 
Derzi e dos Deputados Paulo Sal~anha 
e Ubaldo Bnrem. Mais una vez o floo,mo 
atende õ.11 reivindicaçõeo do povo frontei• 
rlço 
Jlmo Sr. ,J ornnlista 
Ivnldo Pereira 
Redator da "Tribuna 
da rroutelra" 
Prezndo Redator: 
Ao par dn,i roc­ 
didas solicitada pa­ 
ra ateaJimeolo tíl­ 
pldo às neceeslda­ 
des locai,; t:aberno;; 
gue o Dr. Garmelilo 
To1·rns estuda a Im­ 
plantação t.l.J Jioha 
de alt tentsão no 
Vale do Sudonste. 
Continuamo!! lutae­ 
do por esse em­ 
preendlmento. 
Têm o i;entldo de provi- 1 
denc1al r.onvite à meditação ns palavra,; 
proferidas pelo dr. Sidney :!outeiro Mns 
cnrenhas, dinâmico homem de empresa 
belavistene, numa tarde fri11 em que 
"dlalogã.vnmos a respeito do futuro de 
Bela Vista, principalmente no tocante • Plano Ef•colzir - 
ao comércio e a indústria.. desde já felicito o 
"A Ialh mais grave do prcfeít<> e o. familio. 
belovistaose, em geral, é nii.o acreclltnr belavistense por es­ 
nas potencialidades da região e no des- e plano que se se- 
d B I V
• t t • guirá à ussinatura 
pertnr e e n l!! a como coo ro agr jo con,êuio-Munici­ 
cola". A tarde estn va fria, mas a Ke- 
daçiio da Tribuna "quente" com ª" idé pío•Secrfltaria da E­ 
ilu, e comentárioi; entre pea11ons que a- du..:açlío. 
cred•tam no municipio e no seu cre ci­ 
mento. O Empreendimento dos Irmãos 
Mascarenbe.11 vem comprovar a vela 
tese de que a "ontade é soberana e 
trá.z consigo uma 11çiio dina.micn". Arro­ 
j11dos e confiantes, os Mnscnren.hns mar 
cam dia a ctia., novos pontos a or do 
propalucio despertar bela viGteo-.c. Não 
ss poderia deL'car de ~logl.1.r publica­ 
mente est':!11 empre11ário1, principalmente 
pttl<l exemplo, que, sem dúvida, rier:i se­ 
guido. Epoca d• desafios, o homem de 
ação merece um voto d" louvor. Precisa­ 
mos mais de técnico, atunntos, do q/ pollt1 
cos "promessi«tas". Ainda veremos surgir 
a síntese do politico-t~cnico. exercendo 
com brilho a nobre tarefa de coudutor 
e de11bravador de cami,,ho11 . Hli pouc_o 
tempo recebemos uma carta de uma lei­ 
tor perguntando porque não divulga­ 
vámos o trabalho dos Irmãos Mascare­ 
nhas. E porque existe um ie.np o 
para tudo, até .mesmo 
para falar do próprio tempo. O saudoso 
Alvaro Mascarenhas. deverá estar ,or­ 
rindo ao ver que os seus filho_s estão 
seguindo as suas pagadas de pioneiro. 
Este Editorial é um ugradecimHto. Um 
,incero agradecimento aos homens que 
«vivem em:ritmo de futuro», aos ho­ 
mens que passam pel11 Yidn, como to­ 
dos os outros, ma, ao passss.rem pela 
vida, deixum marca.11 pot1ltivas e exem­ 
plos ,.. 11orem 111guldoe. 
Dermnt- O Dr. 
Carlos Saldunbn. ho 
mem do iatcrlor e 
da Fronlcim ten.a si 
do incausavol no 
desdobrar-se em n­ 
leudiIDento aos mu­ 
nicípios. 
Telefone Jnter­ 
urbano - Nossos mu 
IllC!plOS, o.nterlor­ 
[l}ente Isolados es­ 
tão de pnrabens pe­ 
la PXecução do pro­ 
grama de telefonJti 
do Mioistérío de co 
municaçõei; - jé. di­ 
versas cidades estio 
servidus e numero­ 
sas outras tem com 
pras de equJpameu­ 
lo a demnis provi­ 
dencias em anda­ 
mento. 
Gostei da pr?s 
taç!lo de conts do 
Pref. o Povo. 
É por Isso que 
escrevo no jornal le 
vando minha s,.ti!'!& 
çiio pelo que ocorre 
assegurando o pro 
gresso de Bela Vista 
é o bem estar de 11e11 
povo. 
Cordialmente 
Snd Italivio Coelho.

'fril,un:i d-a fro11!r ira 
Mel.a [ktia t_ mal • (tal te #ah tm- tatr li#si 
Coma t. 8h 'it - (atis te 14 li 
EDl 
CD 
O D1·. Valter José 
E cnacão 
o as 
11.odl'lgues 
Co11tT01·u, J u I z de Direito da 
Comarca de llela Vltltu, Estado 
de Mato Grosso, nu forma da 
lei eto; 
FAZ SJll.;H. q1rn por êst1:1 
,Juízo e Cartório do 1.o Oficio move os tõr­ 
Iro de um Processo de Execução de quau­ 
tia cert conta devedor so]vete requeri 
do por MODESTO CARDOSO contr GE­ 
RALUINO VlElll, DE , J. ,i l•.I ll., cio teor 
seguinte: Exm1o Sr. Juiz de Direito da Co­ 
marea de Bela Vista • Mt aODESTO CAI­ 
DOSO, l•rasilelro. desquih1!0, L' grlcultor, 
rrslcleute e domiciliado nesta clducle d e 
Bela Vista - lllt., por seu 1:<ivogudo lnfrn­ 
ussluado, vem com tuudu meu to no art. 585, 
incl@o I, do Código de Processo Civil, pro­ 
mover a presente Execuçüo d e quantia 
certa contra devedor solveute, contm GE­ 
RALDINO VIElRA DE AUIEIDA, brnsllelro, 
comerclnnto, residente nesta cidade de Be­ 
lo. Vlstu-Mt., à run Santo /!ouso, n.o 1097, 
pelos motivos que passa a expor; 1. O Su 
plicante é credor do Suplicado da lropor­ 
Ulncia da CtS 10.000,00 (dez mil cruzeiros) 
representada por umc1 notn promist:1ória. e 
mitlda em deta de 27 de janeiro de 1976 
e venoidu em dnta de 11 ile março de 
1976, sem que o devedor se dignasse hon 
ro.r o seu pagamento, 2: Baldados todos 
os esforços parn o recebimento a,nigável 
da dívida, o Suplicante outra alternativa 
não tem senão a pr1:sente execução reque 
rendo a V. Ex.o.. se digne mandar citar o 
Suplica,Jo para pagur o débito principal 
de Cr$ 10.000,00 (dez mil cruzeiros) acres 
cldo de juros de mora desde o vencimen 
to, custas judiciais e honoràrios udvocatí 
cios que forem arbitrados sob pena de, 
nllo o fazendo em 24. hora-i, serem penho­ 
rados tantos de seus bens quantos bastem 
para a solução do principal e muis encar­ 
gos (art. 659 do C.P.C.). Hc1rndo desde lo­ 
go intimado para o!erecer embargos á pre 
sente na form da lei. 3. Recaindo a 
penhora em bens imóveis, requer-BE' desde 
já, seja também intimada a esposa do upli 
cada, cumprindo-se assim. o dispositivo 
contido no s$ 1°do «rt, 669 do <:.P.C., ex 
pedindo-se mandado para sua respectiva 
inscrição no Registro de Imóveis compe­ 
tente. 4. 
Na eventualidade de nõ.o vir a ser encon 
trado o Suplicado requer o 'uplicante que 
o Sr. Oficial de Justiça promova o arres­ 
to dos bens do devedor, tantos quantos 
bastem para a execução, consoante o dls 
posto no art. 653 do C.P.C. 5. Requerendo 
os heneficios do art. 172 e seus pai-ógra­ 
los, protesta pelo depoimento pessoal do 
Suplicado, sob pena de confissão, inquiri- 
ção de testemunhas, vistorias, pericias, 
juntada de novos documentos e derais 
provns cm direito 11dmilldaR, atribuindo-se 
á presente o valor de Cr$ 10.000,00 (ctez 
mil cruzeiros) 6 mais encargos a rem a 
purndos oportunamente. Nestes têrrooi,;, 
P. deferimento. Uela Vista, Mt., 03 de 
junho de 1976 () Dr. Pedro José Palmle 
ri. Despacho: D.R.A. Cita-se o devedor pa 
ra pagar o débito em 24. horas, sob pena 
de penhora de seus bens. Bela Vista, U7 / 
f6/76 (u) Dr. 'alter José Rodrlguo~ Con­ 
trera. Segundo Despacho: Vistos, etc. Cila­ 
se o réu por Edital na fot·ma da lei. Bela 
Vista, 13/08/76 (a) Dr. Valter José Roctrl· 
gues Cotrera. E constando do referido 
processo que o executado encontra-se em 
lugur Incerto e nilo sabido, fica o mesmo 
por intermédio do preser,te Edital. cem 
prazo de vinte dias, citado para opor em­ 
bargos á presente execução, querendo, 
sob pena de revelia. O presente sera afi­ 
xado no Forum no lugar de costume e 
publicado na forma da lei, parn que uão 
se alegue ignorância. O Que Cumpra-se, 
Observudas As Prescrições Leg11is. Dado 
e passado nesta cidade e Comarca de Be 
la Vista, Estado de Mato Grosso, aos de­ 
zes!?ols dias domes de agosto do ano de mil 
novecentos e setenta e Pela. 
Eu (Pedro Vorglllo da Silva), Escrevente 
,1 uramentado, o datilografei e assino. 
Dr. Valter Jose Rodrigues Contrera 
Juiz de Direito 
FAÇA UMA FESTA ONDE VALE TROCAR QUASE TUDO 1 
o 
CONHEÇA OS MÉTODOS • 
OE PROLONGAR A VIDA DOS ALIMENTOS 1 
• 
E OUTROS ASSUNTOS FASCINANTES! 
SE 
D S 
Cuinbá - O Se 
nador Rnchid Saldanha 
Derzi (Arenn-:IT) acusou 
o MDB de "estruturar 
um plano organizado cm 
todo o Brasil com o oh 
jctivo d e de, moruliwr 
os poderes con!'lituidos 
e a Arena, denunciando 
fatos como o• abusos co 
metidos pelos superfun 
cionários c o m mordo 
mio.'". 
O enador entende 
que c .. as denúncias não 
são o melhor caminho 
escolbido para o Brasil 
e ara a dt:mocrncm pe 
los setores da Oposição_ 
Anundou para a pr6xi 
ma semana "um discur 
so defendendo n intc,.ri 
dnde do Presidente l:r 
neto Geisel". 
- O Pres. Geisel é 
o homem que mais tem 
lutnd~ . pc11 abertura dc­ 
mocrática no pais, mas 
apesar dessa luln lc:, e 
obstinad,t. lidcr:mçns frus 
Iradas n :i o querem com 
l 
USII 
- 
o 
--------- 
SERRARA 
prccndcr esta atitude do 
Pres. Geisel - di1se. 
O Senador atribuiu 
às lideranças frustradas 
" setores pertencentes 
radicalismo da Opori 
çao, mas negou-se a c1 
tar nomes, acrescentando 
que em todos os meios 
de atividade, uté da fm 
prensa, existem profissi 
onats que manifestam, n 
»eu ver, "tendencias s 
tranlws". A firmou ainda 
o Sr. Saldanha Derzi que 
o Legislativo e a impren 
•~ scrào as primeira, ,,{ 
timas de um regime de 
cxceçiio e não E este o 
caminho que almejamos 
para o Brasil". 
Q.JL 
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: ·-·;: i. t23 
... ~ .. ,....,. - ri i.t +.os.5.is! 
Compra de Madei- 
ra bruta Venda de 
madeira Serrada 
Antonio João - Mt 
De Antonio Remo Penzo 
zaga=ee de?g22 
Mm amportante : 
0HOMEM PRECISA 
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[»@ Ut·A ULHER? 
Saiba 
O que é curetagem de útero. 
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For. • 
""ONOVELA: UMA CHAMA DE AMOR 
J•~:-:= -;..--:?"~~ ''-'"'' - 
,w «.+ ± .sr 8 
"r 	e.3; 
• -·~- , ~ ~ 
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««'si < s = 
de Revistas Cinelandia 
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Tril,·rn.i <h rr,rnieíra 
EDIR 
UMA FIRMA DO (i· 
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AGRICOLA 
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•• - ·.. La " ".:?e . o'-' r.--% 
• •• 	{syj:ir, :2çê.:si 
ê±@gjg± :2i. és gt #=ss 
Rua Rio Branco U.o 2322 - fone 
CiRANfOE ª Mi) 
l 
Barão do 
(CAMPO 
CAIS, 1o 584 
- 
(TUPA ª 
Rua 
.. 
t-2983 
fone 2751 
Em Bela Vista (Hotel Panorama) Em Jardim (Hotel Siriema) 
DEVEMOS 
A ARENA precisa obter num ampla vitória nas 
rlciç,1es dnte ano, expresa rão apna» no maior 
n.o de Prefeituras que vamos conquistar, mas tam 
hem na soma dos votos carreados para na nossa le 
grndo. Tudo deve ser feito para que a 15 de nu 
vembro nlcnncemo• uma vitorio total. 
E~IDOHA mnni<'ipnl, porque cliFf)Uta,ln no úmbíto 
dos muoici{.io,, essa eleiç:lo tem inrg~vcl Eignifica 
do nacional. E que pela ,•itória da Arrnn vnmo9 ele 
monFtrar a vial>1liclurlc do nos,o l'urrído como u­ 
porte polhico da Hevoluçilo, e , omo ínHrumento 
catnliZJJdor do apoio popular à Revolução e ao Gov., 
e oferecer ao Presidente ErneFt1> Geisel na condi­ 
ções de que necessita para levar n bom-U!rmo o 
seu projeto de deun,·olvuncolo polltico e de aper 
fciçoameoto democrático. 
d 
f dever, poi,, de cada arenista, cmpenhnr-1e com 
o máximo de ,ua• forç;i•, do ,eu entu,ínsmo e d 
sua capacidade de conCfuÍ•rnr o voto populnr, 
pnrn que a Arena nilo falte às expectativas da Na­ 
çào nem à confiança do l'res .. Geisel. Prccisnmoa 
vencer e vencer bem, n,u grandes cidncles como 
nos pequenos Municípios para que, nnjorit.'irio1 
nas Prefeitura nas Câmaras de Verradore,, con• 
tinucmos assefurnndo no país o estabilidade polit.1- 
Cll cm que hoje vivemos, e que é fundnmenrnl pi o 
trabalho que conduz ao desenvolvimento econõmico 
e social· 
O momento, pois, não é de dispensar, mas 
somnr esforços. Nenhum voto deve ser perdido, e 
neubnm corupanb.-iro deve omitir-se ou ser impedi 
do de participar da eleição. 
foi por esttt razão que o Plnnu ncional dt' Ação 
Partidárin, nprovndo em rcuniüo do Uiretório Na 
cionnl, recomendou como estratégia do l'artido paro 
as eleições de novembro n mais irrestrilJl utiliu 
ção das sublegendas, como formn dr snbleaen,fos 
Como forma de amplinr n nossa margem de "vit6ri~ 
e permitir que todos os companheiros com )ideran 
ça participem da t:lcíçao e, desse modo, Ie .. em para 
n no .. a legenda os votos que possam obter nas área­ 
de opinião pública e correutes da populnçiiu sobre a 
qual exerçam moior ou menor pa.rceln de influencia 
~• Direl~rios Regionai~, reunidos peln dirrçflo na 
cional, rstão atuando Junto aos Diretórios Munici 
pais visando a cumprir essa diretriz, que é ·o de im 
pedir que sejam marginalizados do prouuo eleito 
ral grupo• puúdá.rios expressivos. A eles devcml'a 
dar participação otrnvés de sublcgendns. 
M. 
seus reiterndos pronunciamentos aos eco.a cor 
rcligionáríos - o qne demonstra o ,eu gr,,nde inte­ 
resse pelo partido, que deseja ver cada vez mais for 
rc e consolídndo - o Prcs. Ernesto Gei,el tem CJl 
fatiZJJdo n necessidade de uma vit6rfa da Arco:, cm 
todn linha, como necessária à consolidnção dos ideaia 
da Revolução. 
Torna-,c, port:into, imperioso reunir to 
du as nossas energias e não dispensar II menor co 
lahor.içilo. 
ºmomento exige de todo arcnista este gc,to de 
compreensão e de grandeza. Agora, o que deve p.re 
TCUecer é a conveniência maior do partido, ncima de 
qualquer ontn. 
Na eleição de 15 de Novembro os intcre• 
ses pessoais ou de grupo,, por mais legítimos, de 
-.-cm ceder lugar aos snperioru interesse• dn Arena, 
do Gov. e da Revolução. 
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O Depnrt11mento 
do Pollcln Federal 
comunl!!n ao público 
,geral, que a pr 
tur do próximo dia 
1ó, de agosto Dele 
g ola de Policia Fe­ 
dera em Ponln. Po· 
r/Mt., passará ex 
pedlJ ··v11110 Pollcl11 
dé Salda", com Car­ 
telr do ldentidade 
nos turh1lns brusllc­ 
ro roldente em 
Mulo Grosso que se 
dl'f1tln11m 110 Paru­ 
uah,_, Argentina, 
ío Uruguai e no 
Chllo·sem o que as 
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entinos, Uruguaios 
e Chilenos, residen­ 
tes no Bi-aFil nu con 
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te, portadores du 
carteira de ldeatlda 
de respectiva e da 
cédula do pais de 
origem, desde que 
se dlrigam a esses 
países. 
A sede da Su- 
perintendeocla Re­ 
gional do D.J>.F. em 
Mato Groso, sita na 
Rua 13 de llalo n!! 
2.505 em Campo 
Graode/MT., conll- 
nuarâ expedindo 
tambem o referido 
visto. 
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Run: Cuiabá - 489 - Bela Vista.-MT. 
PREFEITURA 
MUNICIPAL 
Bela Vista-MT, 12 de agosto de 1976. 
- Atendendo solicitação da Su­ 
perintendencia Nacional do abastecimento 
U AH, publica-se para conhecimento 
dos Interessados, a Tubela de novos pre­ 
ço8 para o café:- 
- café torrado, no atacado kgr cr$ 37 73 
- lucro varejiata crS 3,77 • ' 
Preço varejo erg 41.50 
- café moído, no atac1:tdo crS 37,73 
- lucro varejista crS 3,02 
Preço no varejo crS 4.0,75 
- café a vácuo, no atacado crS38,63 
- lucro varejista cr$ 3,09 
Preço no varejo crS 4.1 72 
- café exportação. alaca'do cr$ 40,37 
lucro varejista crS 3,23 
Preço no varejo, crS43,60 . 
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Tribuna da Fontira 
- MAIS 
f tottpe morrer de medo do morrer 
Na relidádé, o que faz medo é a vida, 
• no a m9rte. Com muita propriedade, 
diz O'' poe-ta. d i 
0 ,Qu ... ~9' íITIPPfq.z jperder o norte, 
Me acovarda me intimida 
.,No,1 o, çettyza da morte.. 
Mus a inc11rte· a du vida! 
ir'u. «o'Ndijaf' s6, que dolxr do 
1 
fumar nilc, ó )DpJezlnl.;,,É multo mas f(icll o 
encbacelro d@lar u cachaça ou o joga­ 
dor ,q, baralho1,O i1garro é um vício des- 
 
1 
graçndo. Dá depel.d~nêlu'. fí9loa e psiqui­ 
caOnogro deixá de fumar na certeza 
mais certa do m'un'do do que, mais dia, 
; mil nos dina, voltará a fumar. Sutirlco, Ber­ 
nrd Shaw disse certa ocaslão: Deixar de 
fumai· é a coisa mais fácil do mundo. 
• Eu memo já deixei umas quarenta vo- 
zes! 	• 
Todo mundo tem medo 
de vir a· contrair cO.ncer. Mas não deixa 
de fumar porque, se a ciência afirma que 
70% doa tabagistas morrem de cllncer ma 
Is cedo ou mais tarde (???), todo mundo 
tem a esperança de ser lncluldo nos 30% 
restantes. !foraram? 
Quando Lampllio andava 
pelos sertões nordestinos saqueando cida­ 
des; fazendas e vilarejos, assombrando 
quatro Estudos, lutando contrn a. polícia 
Militar destes quatro Estados, aterrorizan­ 
do as populações bertanejas, 11udt1closa­ 
mj!lte., ameaçando Governadores, a situa- 
"&ãb 'era demasiadamente tensa e vexató­ 
fl. 'A crueldade de seus atos é que man­ 
•füíli~· Lampião em evidência. A simples 
menção de eeu nome causava um pavor­ 
•pfi'nko. Para evacuar uma ciclo.de, basta- 
va que. algum gaiato dissesse: "Lampião 
vem aí com seu bando!'. Deram-se então 
os / primeiros caso de pavor coletivo, on- 
de'tima ·multidão se acovardava diante de 
ünr 16 homem. Facínora ten-lvel, matava 
cruelmente. No roubava: tomava à força 
[9cttcos;e, algumas vezes dava o que 
ilu;vllJ:tPma.do aos pobres ou aos se,us as 
clas. Desonrava, prendia, surrava e hu­ 
JI!jll}a:va. r Verdadeiro vândalo, espécie de 
'Atila Brasileiro", por onde passava deixa­ 
.ya_f!eu rastro de sangue e de misérias. Era 
temido e realmente temível. Não respeita­ 
va autoridade constituída. Zombava dos 
volantes policiais, emascula va soldados 
da ··policia e mutuava denunci:tdores (al­ 
i°aguete•). Mas tinha medo de Deus e 
do Padre Cicero do Juazeiro. Andava com 
escapulários, rosarios, bentinhos. soldava 
medalhas com efígies r!e santos nos ca 
boa_ dos punhal, com que i:angrava suas 
Vitlmaa e, de tempo em tempo, atravessa 
va desertas regiões agrestt,s, chegava 
ao Juazeiro - no sul do Ceará - para to 
mar a bênção ao Padre Cícero }.'lamiio 
Batista. Jato, n a i m b e c i 1 
Ilusão de que assim 
proc11dendo, ficaria redimido de seus cri­ 
mes cada vez mais bárbaros e revoltantes 
conquistando um lugar no Céu da Glória. 
i Numa escaldante tarde de verão, des­ 
~cando-se com seus cabras entre o Rio 
HTande do Norte e o Ceará, o bandoleiro 
perdeu-se completamente uo meio da cha- 
, padu sem ponto de referência. E ssim an 
dou por longas horas, desorientado e (co­ 
mo era Hder uato) orientunrlo seu bando 
desvairado. A certa altura uvJslou um ma 
tulo moutado num jumento. O sertanejo a 
o animal estavam Imóveis. parecendo uma 
esta tua equestre. Dir-se ia que o jumen 
Allevlr Alencar 
tinho tum bem estava com medo. É' que o 
caipira, apavorado até i. medula, a sim 
pies vista do criminoso, petrJiicou se. Fi 
xou o olhar num ponto qualquer do bori 
zonte distante, ficando ali, estatlco. Li.tm 
pião aproximou e dele e perguntou: "Ca 
bra senvergonha, onde diabo e que eu os 
tou?". O pobre, gaguejando, balbuciou: 
" a Fazenda anta Roso., do Coronel Chi 
có Gurgel. Daqui a mela legua ja e o Cea 
ra ... ". Lampião vocijerou, empinando-se na 
sela da montaria: ''Olha, cretino, se tu ti­ 
ver me enganando eu volto aqui e como 
teu figo (fígado) com farinha e cachara;". 
Deu de redeas ao animal e voltou a se 
reunir ao bando. Logo a seguir, perlue­ 
trando o horizonte, viu n erra do Apodi 
limite entre os dois Estados-. Orientou-se 
é lógico. Resolveu presentear o caporrelro 
com um pacote de cigarros. Voltou ate 
ele, que aindu ei;ta va lá, imóvel, na me3- 
ma posição, escanchado em seu jumentinho 
Travou-se entre os dois o seguinte dialo­ 
go: 
- Fi da peste, tu fuma? (Filho da pes­ 
te, tu fumas?) 
- Fumo "seu·• Capitão. Mas se o senhor 
quizer eu deixo o vicio ... 
Laboratório de Análises Clínicas 
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Mais uma opção como aurilinr no diagnós 
tico em urgencia Médica, atende-se a qualquer 
boro do dia ou noite. 
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Técnico - Rcsp. Luiz Gomes Bezerra. 
Frm. Quimico - CRF - 20: 055/62 
O CANTO DO VIGARIO 
,. Edificante e animudor o modo como 
o povo Belavistene responde e correspon­ 
de á• convocaçõea da Paróquia. A!uns 
exemplo recenter: a Festa de Santo Afon­ 
so, o Dia dos Pois, a Quermeue. E mal~ 
distante um pouco, a Missa dos casais, e 
11. festa de Corpu!l Crlsll. 
No Dia doa Pais, 
todas as Missas estiveram superlotadus 
Quem chegou um pouqulul:Jo atr:!1rndo, e 
teve quti ficar segurando a parede nos fundo 
da Igreja, pode perceber bem isso. /go­ 
ra resta aos homens que silo pr.11, e ;:f:­ 
slm possuem a ·Jignldade de purtlclp11r do 
poder criador de Deus, resta, digo, as u­ 
mlr a responsabilidade de trunsmltlr aos 
filhos, pelo eu modo de ser, n autentica 
irnngem de Deus. Que todas as orações 
feitas nesse dia, levem os pais a reco­ 
nhecerem qne, diante de Deus, nioguern 
passa de criancinha. E não l:Jà nada mais 
consolador do que poder se dirigir a eh, 
como "o Pai do Céu". 
É justo reconhecer que um dos 
!atores lmportontce para o extraordinário 
êxito <la quermesse de fim de julho, foi o 
esforçd e õ trabalho Insano do casal coor­ 
denador, Clóvls e Ana Ollvelra e dos seus 
auxiliares. A eles, a comunidade paroquial 
deseja repetir publicament6 o seu bem sin­ 
cero "muito obrigado" 
E já que estamos no assunto, 
aproveitamos o "Canto do Vigário" para 
lambem agradecer muito cordialmente o 
Sr. Ivaldo Peri>lra e snu eqclpe da TR!ílU­ 
NA DA FRO TEfRA. Toda semana os fiéis 
encontram o boletinzioho no fioal do Fo­ 
lheto ''Ueu1: Conosco". 
Esse traballv> é feito gracio;;amente e 
com muit,1 boa vuntade, como contribui­ 
ção à comunidade.Palma para eles. 
eu filho, sobrinho, ou afilhado 
manifestou alguma vez ::i. vontade de ser 
padre? Você u!io sabe se é "vocação" 
me&mo. ou o gurí está ,,iafluído'' por ai 
guém? Fale com um dos padres da Paró­ 
quia, hoje mesmo. Asseguro que ele11 ::ão 
vão ca::regar o menino imediatamente 
para o eminário. Mas eles têm mais prá­ 
tica -para julgar. 
de Antonio R. 8. Melo 
Consertos de reloglos em geral 
"Sficiencia e responsabilidade a serviço da cliente" 
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SEMANA 
DA 
SP - O l'omnndanlr 
do II Ereito, nreral 
Dileruindo ! Go. 
mes Monteiro, dr acordo 
com orientação do Minis 
tro do Exército Gal. Sil 
io Couto Coelho da Fro 
ta, de que as festiida 
de« referente no 7 de er 
Saembro, /ciln rtalmrn 
te nacional, devem ntin 
ir a todos os brasileiros 
e motivá los a urna par 
ticipação efetiva cima 
de quaisquer diseções 
pretende impr' mr nete 
no, conotação e ninente 
mente clvicn às <'Orlltn10 
raço da Semana da 
Párrin. 
Ao contrario do 
que tom acoutecldo 
qunodo os festejos 
relativos ao Ola da 
Independência ti- 
nham sentido upe- 
uus militar, este ano 
aqueles festejos em 
São Paulo dovcm 
Per dirigidos pela co 
munldade civil com 
a participação da 
área militar como 
parte integr,mte que 
dola ó. Assim, nas 
comemorações da 
Semana da Pátria, 
que se iniciará no 
dia 29 deste mês e • 
que terá ponto cul 
minante na parada 
de 7 de Setembro,· o 
li Exérc!to partlcjpa 
rá em igualdade de 
condições com as 
autoridades ri vis. 
O comandante 
do li Exército dese 
ja maior participa 
çúo do povo na Se 
mana da Pátria, que 
é a máxima data 
l:Jistórlca da nação 
Relogio, de ponto - perímetro - ollmetro e cujo objetivo deve 
Velocímetro Coluruu ser u conscientiza 
çüo popular para 
um Brasil melhor. 
Para esta fioaU 
dade, o general de 
exército Dilermando 
Gomes Monteiro dls 
se que está encon 
trando a ruaior rece 
ptividade, por parte 
das autoridades e 
entidades civis. EJe 
espera que, este ano 
as comemorações 
do Sete de Setembro 
em São Paulo, te 
nham maior amplltu 
de do que nos anos 
anteriores. 
A organização 
dos festejos da se 
mana da Pátria e· da 
parada de Sete de 
Setembrc> de3Le ano 
estará a cargo do; 
Governo do €a. de S. 
Paulo, da Prefeitu 
ra da Capital, do ll 
Exército, IV_ Coma 
do Aéré6 Regional, 
I Distrito Naval. : De 
legacia Regional do • 
Trabalho, Siodici.to : 
de Trabalhadores, , 
entidades representa ' 
tivas da'. Agr-íaÚltura 
lhdustrla e do Comer 
cio, cone. SESI SEN 
AC. Lojaslaçontcas . 
Rota.ry Club 'e-Llons, 
Clube e saciedade de 
·- -S:migos-'de- Batrror.-- 
1 
1 
1

TriLarrs da fronttira 
O CANTO 
DO VIGARIO 
/. celebração da 
F.ucarl!!lluu (a Mlssll) 
é o memorial vivo 
deixado por Cristo 
pnrn reunir a sua l· 
reja, u fmllla do 
lllbos tio Deus. 
A MIss é um ri­ 
o. Tem Inicio 1111 Ul­ 
timn Cela, é u pas­ 
coa uovu, que no ri­ 
to torn11 presente o 
foto histórico du Re­ 
tlençlio .. ter. Pás­ 
coa ún!Ct:l tlD FOUS 
momentos de Reden­ 
ç!1o e de ,llançu, a­ 
tra "ée dos quni11. os 
crletflos "redimidos 
no Sangue de Cristo 
são povo real e sa­ 
cerdotal de Deus" 
(,poc. 5, 9). 
., 
crnmenlo do sanrHl­ 
cio de Cristo. 
Desde uquele 
Domingo em que 
C1 bilo ressuscitou, 
primeiro dia de uma 
nov vida, a Igreja 
no cessa de obede­ 
cer á suu vontade, 
e celebra o sacrifi­ 
clo ela f'U!l Cl'IIZ. 
A Eucaristia é o 
centro du Rede,,çúo 
e dn Aliança, no cen­ 
tro de toda a blslà­ 
rla engrada, Isto é, 
de lodo o desenvol­ 
vimento da ação di­ 
vina que move os 
homens em dlreçlio 
u s11lv11çiio eterna. 
Esta salvação e­ 
terna é o objeto de 
todas as promessas 
divinas, desde o Gê 
nesis até o último 
profeta. E o inicio 
do Reino de Deus, 
alem do qual os 
cristãos nada mais 
esperam, porque na 1') 
celebração da Euca  
rlslin tem tudo o 
que Deus podia dar, 
lhes. 
"Deus amuou tanto o 
mundo, que sucriíi­ 
cou seu Filho 
Unigênito" (jo. 3, 16) 
• A missa é o sa- 
O In-tilulll Nacional de Colonir.nçlo ,.. llllefo~- 
A 
,. .. INCHA através du Coordenação t'~JO 
a grara - . • . ,. . d E d de ilnto 
nal dos Projetos Fundiários lo ta4o l 2.J'l de 
Gro;w. CRl'F'/MT. criada a Portaria no. • • • . , 
2o de agosto de i9is com fundamento n9,_"""" 
3. ão fr«to no. 76.91, a 28 de nove"",, , 
1975, co@binado com o di-poso no a",%"R;< 
Decreto Lei no. 1AI4, de de agosto lc 1.:4 
50. da Lei no· 4917, de 6 de abril de 1.966, conyo- 
c
u torlos os detcntorCA de t1tulos st1Jc110s n rn11f11::1· 
. I, My, ·I D eritivo n egur 
ção, abrangidos pelo Menoral ecr q, .:." 
trull
scrito u npn,
8cntnren1 Feue titulo e crnau o 
• 	: 3 s paragra 
cumentos, relacionados no artigo 40, e seu d 
1
975 
tos do beeret 76.691,_d 28 de novembro , {/' 
a partir das 8 horas do dia 16 de agosto e d • ~ 
A presentação dos citado& ,locurnelos ever 
f 
• Sede do Pro·1eto Fundiário de 
ser c11u nn 	o 989 
Jardim, a rua Duque de Caxias, n- , 
Caixa Postal, 47, em Jardim - MT. 
A nlo presentação dos citados documentos 
importará em rcstriçõe• legn,e relau_v~mente aos •· 
111
6,·eis cujos detentores nilo !e hnb1l,1tarem no pro 
cesso ratificntório no pro:z.o nc1m11 c111pulndo, 
Esse cenhecimen 
co deverá leva-lo a 
um p1,rliclpação sem 
pre mais alegre, 
mals facll, viva, 
consciente e frutuo­ 
su nas celebrações 
Eucarísticas. Pois a 
Missa é a última e 
perene Pascoa de 
Cristo, 11 total Reden 
ção. 
Da Revista de Litur 
gia 
Serviço Público Federal 
Ministério da Agricultura , - INCRA 
,:. l D Colonização e Reforma Agrár 
Instituto acional )e ""·. F, 4ir' do Estado de 
Cordenação Regional dos Projeto__ !4raro " 
Mato Grosso - CRPF/MI 
EDITAL COM PRAZO DE 60 OIIS 
Memorial Descritivo Roteiro 
O presente memorial refere-se ": ~r~n para ra• 
tíficnçilo de Tilulos situados no municipio de Bela 
Vista, ?tinto Grosso. 	. 
1 
A referida arca possui' conformnçõ~ irregu ar 
estando quase sua 101.nlidndc compreend,dn entre o 
Rio Cnrncol e Piripucu, tendo como confrontante 
ul em toda n sua extensão o Hio Caracol, a ias- 
cente 
O 
Hio Piripucu, Córregos S. Luiz e Córrego 
Santa Vitoria. 
O 
IP de reftrfuria e<ia juuto n ddein 
ponto • 	• 1 f • , 
bocadurs do Hío Caracol no Apa, partindo da 
ue.se o Hio Caracol acima ate a a cabeceira n­ 
caido si @ peso ii i«tgrci.",, 8;;' 
egue-e em linha eca numa distancia le li h, 
,. ) 71.025 E uté encontrar o ponto 2 
no rumo u ." . d d { . 
• t a Fazenda Livrada, la! segue- 
•" ris no irri@s 4, 7:.,"e2," {% 
ma ele S 27o. E, cortando a rodovia BI n 
m antes do ponto À, deste ponto gu·e com ru 
d 
q4, E nuna distancia de :,.B()0m e corta 
"," "j í ' oó do ponto 3, si±iodo si 
!o n 	d d • d. 89o 
mo o ponto l, sezuinlo-e lar o rumo e ' 
E a distancia d, 7.200m, cortundo a rodovia BR-267 
a 2.000 
111 do ponto 4, segue-se por um aramado 
ate encontrar o ponto 5 de referencia, daí egue-+e 
or um aromaclo no rumo de 7io.10 E numa dis 
{ia de 4.250m ate o ponto 6. gue.se dai por 
uma linha sccn no rumo de $ 200.30 E numa dis 
tincia de 10,400m onde se encontra o ponto T jun 
to a cabeceira do Córrego 5. Luiz, seguindo-se dai 
corrego abaixo nté o ponto !l, numa distancia de 5. 
900m, não se levando em consideração a inuosida 
de do Córrego (medida em linha reta), dai segue-e 
em linha Feca no rumo de 830.40 E numa distan 
eia de 3.500m até encontrar o ponto 9, Junto n cn 
bcceiro do Córreµo unta Vitoria, seguindo-e daí o 
Córrego antu Vitória abaixo até a sua desemboca 
dum no Córrrgo . Luiz, no ponlo 10, 1cgue-1e o 
Córrego . Luiz abaixo até sua . desembocadura no 
Rio Piripucu no ponto ll, Eeµurndo••e ~n{ o Htu 
Piripucu até n sua de•embocadura do Hio Apa no 
ponto 12 do ponto 12 &c"ue-se o Rio Apa abaixo 
até o ponto MP na desembocadura no Jtio Caracol, 
fechado assim a úrea em qurstão, dando a mema 
urna conformação irregular, com área aproxnnnda 
de 218.000,0000 Ha. 
Os dados em referencia foram retirados do ma 
pa rodu,·iário do E.tudo de Matoi Grosso. 
As distâncias e rumos menc onndo• no prescn 
te ilemoriul silo medidas nproximadns 
Cuinbá • ;IT., 22 de julho de 1.976. 
Aluunir Wollmann 
Coordenador Regional de PF's/ ilT. 
Edital N.o 09/76 - Sec. Hdm. 
Posto SAo 
CrJstovao 
de Theobaldo 
Amaral 
' 1 
Deve ser preo- 
cupnçlío constante 
de todo o crisliio 
conseiente conhecer 
cmpre mais pleua­ 
menle II revelação 
de Deus por seu 
filh•i Jesus Cristo, 
Palavrn que se fez 
h•>mern morreu na 
truz e se deu em 
alimc>nto a Igreja. 
Preço de te 
Exemplar 
Cr$ 2,00 
Programação do Club E portivo 
BELA VISTENSE 
até o dia 1/1/77 
2t/08 - Conj. Los Meusy's 
04/09 - « » 
25/09 - lmbra-Sem 
02 10 - 
30/10 - Imbra-Som 
06/1.1 - 
30/11- Imbra-Som 
04/12 - 
21-25/12 - Imbra-Som 
01- 10- 77 « 
De ordem do Exmº. 
Sr. Prefeito Munici­ 
pal, Dr. Ruben AIber­ 
to Abbott de Ca&tro 
Pinto, torno público 
o presente Edital, pa­ 
ra que os ra. PRU­ 
DÉNCIO CAMPO A­ 
NO HERN ARDO ES­ 
PINDOLA E SRª. 
ARTINA CAMPOSSA- 
NO. compareçam nes­ 
ta Prefeitura Munici­ 
pal, dentro de 30 di­ 
a8a contar desta da­ 
ta a fim de tratarem 
de assuntos de 8ous 
interesses 
Profeitura Municipal. 
Bela Vista • 17-08-76 
José M. B. Vasconcelos 
ecretário Adm. 
lavagem 
Lubrificnção 
Troca de Óleo 
Borracharia 
Balanceamento 
de Rodas 
Run Conde d• 1 
Porto Alegre s/n 
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Lidlo Rtque)me ub 
extraviou seus do- úv 
cumetos, Carteira elo 1 
de Identidade (CPF), em 
Registro de Nasci- ·ert. 
mento. 
Publlcação que za 
se faz para obten- õe11 
ção da 2.ª via. Ião 
Em 22/8,-76 raor 
vanda toes Goca1 ??""" 
ves extraviou sua lov~ 
R.G. N.o 349969 ex omo 
podida em P. Porã ma 
Mt. Publicação que iasa 
se faz para obten- e p 
ção da 2a vi a. r 
Bela Vista 22-08-76 ais 
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1 DOU( 
Pa 
)VO. ( 
-

- 
REYOLUÇBO ,CONTIN .... 
O presidente Ernesto Golsel, [alando de 1:nproviao para cerca de 25 mil 
, durnnto a ina uuração da novo estaco rodoviárta de Jaú, no Estado ,", 
u)o, afirmou quo seu governo 6 "urn Goveruo da íl1Jvoluç!:io e é uma continuação 
Governos que me precederam desde 194", Eis na intogr o pronunciamento 
presldento: 
DISCURSO DO 
PRESIDENTE 
"E com grande satisfação que eu me 
ncontro boje neHll.l cidade de J aú, como 
i hoje de manhã grande o meu prazer 
passar algumas hors em Bauru. Nes 
~s vlsltue, tive a oportunidade de manter 
pontatos com a população que aqui vivo, 
nhecer os seus problemas, os seus deRe 
e e, sobretudo, ns suas rcullzações. 
Acrt!dlto que o contato entre gover­ 
ntes e governados, um pouco fora de pro 
colo e numn intimidade mais humana é de 
ai proveito sobre tudo p/ quam governa. 
Então, nll.o é apenas a comemoração 
aniversário do Jaú que me traz aqui. 
É também n preocupação de vos coube 
r, e de conhecer, sobretudo os vossos 
oblemas. 
Agradeço, profundamente penhorado 
mnnUestaçõos de apreço e mesmo de 
rlnho com que fui recebido. Essas manl 
elmt[staçõos su constituem para mim, sem 
dorida, um grande prêmio pelo esforço, 
leira lo trabalho quo venho realiznndo· no de 
;PF), mpenho de minha árdua tarern de go 
Nasci· roar o Brasil, 
Agradeço-vos, poi, e dou-vos a cer- 
qut[za que esse carinho e essas manifestu­ 
obter:l/e de alegria que manifestastes por oca 
via. o da minha vinda são pra mim ex­ 
/8:76 ordinarlamAote maiores. 
• Meu Governo e um Governe; da Re 7o 
,
1 
çõ.o. E' uma continuação dos Governos 
O, ge me precederam desde 1964. E é um 
""bverno que se desenvolve e se realiza. 
lô9  mo já. multas vezes disse, dentro de 
por 
1 
. a doutrina, que e a doutrina que inte­ 
qu_ ssa o nosso pais no estágio que ele vi 
obte presentemente. 
L, 
76 
Ein primeiro lugar é a ordem. E' um 
08-l is que vive em paz, sen con'litos, num 
biente propicio ao trabalho. Em segui­ 
' é o desenvolvimento do pais de for 
integra da para que elo possa figurar no 
gar que lhe cabo no meio das Nações 
m uma população feliz e com deseovol 
mento político, econômico e social. 
E' sem dúvida uma tarefa difícil, prin- 
)ntari• almente num pais tão grande como o 
sso, onde os problemas se multiplicamn 
c,eral 11!.o sempre maiores do que os recursos 
que podemos dispor. 
Contudo, contamos com o apoio do 
ca- uo povo. 	, 
Contamo, com o apoio do, nosso Par- 
o. 
E apesar das incompreensões, dos criti 
s demagógicas, das distorções que nos 
em, sobretudo agora que se o.vizinha. 
u nova catupaoha política para as eh,I 
es de 15 de novembro. continua.mo!! de 
beça erguida e confiantes, lutando, tra- 
• - lbando, para sermos dignos de nossos 
lepaasndos e construirmos o Brasil que 
~ nosaois filhos merecem. 
: Para isso, eu conto com o apoio do 
vo. Conto que o povo apoiará o meu 
1 
.1 
ssO 
Governo. Que o povo dlHccrnirá da crítica 
mallazeja á verdade que se per á Iuz 
do dia das, realizações que são efetuadas 
constantemente. So inúmerns, são múlti­ 
plas em todos os setores. Basta comparar o 
dia de ontem com o do l.loje, e Imaginar o 
venturoso diu de umunbã 
Conl<' convosco e confiante de que em 
15 do novembro como em outras oportu- 
nidades saberemos vencer. 
Obrigado". 
O Dr. Valter José Rodrlgue11 
Contrern, Juiz do Direito da 
Comarca de Bela Vista, Estado 
ele Mato Grosso, na forma da 
lei, etc; 
FAZ SABER u todos quantos 
o presente EDITAL virem ou dele conhe­ 
cimendo tiverem que na séde dt>ste Juízo, 
no Edificio do Forurn e Sala das AudlênciaP, 
no dia 13 de setembro d o 1976, às 9.00 
horas. o r. Porteiro d os Auditórios João 
Hil11rio Perera, levará a primeira Praça os 
bens penhorados na Execução Banco Itnú 
SI A move contra Edson Medeiros de Mo­ 
roes. em tró.mite por êste Juízo e Cartório 
do 2.o Oficio e para eventual 2.n pra ç n 
designo o dia 04 do Outubro d e 1976, às 
9.00 horas no mesmo locnl, para os segui­ 
te bens penhorados: quatrocentos e cioco­ 
enta e dois (452) hectares de terras pasta­ 
le e lavrndias da Fazenda ViRta Alegre, e 
Invernada Chave de Ouro, neste município, 
transcrito sob o.o 20.067 fls. 49, livro 3-K. 
avaliada cm duzentos e vinte e seis m 11 
(cruzeiros crS 226.000,00), valor por quanto 
será levada para s e r arremataào p a r a 
quem maior oferta oferecer, acima da ava­ 
liação, st>ndo feita a venda a vista, ou me­ 
diante fiador idoneo pelo prazo de tres di­ 
as. E, para que ninguem alegue ignorância, 
expedi o presente Edital· que será publica 
do na Imprensa Oficial do Estado e du­ 
ns vezes em jornal diário, na forma da lei. 
O QUE CUllPRA com inteira observância 
das prescrições legais. Dado e passado nes­ 
ta cidade de Bela Vista, Estado d e Mato 
Grosso, aos dezesseis dias do mes de Agos­ 
to do ano de mil novecentos e seteatl. e 
seis. Eu Goeth Escobar Nunes Escrivão do 
Segundo OUclo, o fiz datilogrnfar, subscrevo. 
Dr. Valter José Rodrigues Contrera 
Juiz de Direito 
LA CHO 
"Orgulhosamente presenta'' 
Sábado p.p. no 
G.P.R. foi realizado 
um jantar de despe 
dl :Ia aos aspirantes 
que esllvornm esta­ 
giando no 10 R.C. 
por 45 dias. Fize- 
ram-se presentes. 
alem da presença 
marcante do Coman 
dante do 10º Il.C. 
outras patentes mili­ 
tares em companhia 
de familiares, ussim 
como inúmeros con 
vidados civis Recita 
raro verso!' de Auto 
ria do SubTen. Do 
roty. ele me+mo, 
sua filha Behtriz e 
o Ten. Colvord. Des 
tacou-se pela sua 
simpatia o asp. Al 
fredo Gomes. Todos 
deixavnm trarspare 
cer a satisfaçiic qu:! 
sentiam por esiarem 
naquele ambiente a­ 
coll!e(lor e de cor­ 
dialidudtt. Oportuna­ 
mente publicaremos 
os versos recitados. 
Catureba movi­ 
mentando o "Tradi­ 
cional'' (CEB). Mais 
uma noitada alegre 
marcou o fim de se­ 
mana beluvistense. 
E isso ai... positivis­ 
mo e vontade de 
Trabalhar não dece 
pcionn ninguem. 
• O Companheiro 
é o boletim mensal 
do Rotary Club de 
H.V. que começou a 
circular dia l!) pp. 
Falando em Rotary 
estaré. entre nós no 
próximo dia 29 o go 
vernador do Distrito 
451, Luis Manoel da 
Cruz Valente 
-- - 
Aniversariantes 
T ELA DIA 
3 
do mês 
Dia Gal. Ernesto 
Gel ·el- Presidente da 
República 
Ola 3 Catbía C'ilene 
» 5 Nllda Gonçal­ 
ve 
Dia 8 Crldban A. 
Palacio, Fernanda 
Hondii.o, Eder Romel • 
ro ,Jr. e Silvia Crls­ 
tiane Viede8. 
Passando alguns 
dias com seus farci­ 
liares, vindo de S. P. 
o jovem Odi11J Ocam 
pos. Tambern a geol 
tora do popular Ir­ 
mão Chico ma ta ndo 
saudades do [lho 
querido. Encanta.da 
com a simpatia dos 
belavistenses a para 
guia, Miriam Galea 
no. 
Contribuição 
conlrlhuiram e cotl 
nua esperando mais 
contribuições pera 
Terminar as peque­ 
nas reformas que e­ 
tá fazendo na Igreja 
matriz. Os bancos e 
os ul!ares ficaram 
llnrto;i envernl:t.aclos. 
Agora é a vez da 
pintura, depende da 
comprceusão do po­ 
vo para que ela e 
realize o mais rápi­ 
do possvel. A Igre­ 
ja do Caracol tum­ 
bém está sendo re­ 
for;ada com a co­ 
labração do povo. 
A Igreja S. José de 
Pontn Porã foi pela 
1 vez pintada, gra­ 
as a um r. que 
doou todo o dinhei­ 
ro para a pintura da 
mesrnL. Vumos cola­ 
borar com a. nossa 
paróquia sua bela 
apresentação depen­ 
de de nós. 
Passo horas agradá 
veis na Lanchonato 
O Irmão Chico Cinalandla 
agradece aos que já 
Fundado em 25-02-72 
Redator-Chefe - Caldo p2reira 
"As opiriõ emitidas nos zrtiros assira 
do• 11:io representam o ponto de vista do jornal 
podendoser até contráriasa este. _As cpinies do 
Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos 
comenLi.rios não assinados" 
Tribuna da Fronteira" é uma publicação 
dn Empresa Grnficn Tribuna da F'ronlena 
CGC. MF. 05.201.266/ 0001-90 1ser, 15039234-3 
Assinatura Anual 
Bela Vista CrS 100,00 
Demrus .lunicipio• CrS 120.00 
Redação e Oficinas - Rua Duque de Carias 
S/n C:. Postal 23- Bela Visa - Mato Grsso 
PO 
de Monteiro Sá e Cia Ltda. 
Borracharia dia e noite - lubrilicante a preço de f oroecedores - Super troca de óleo 
"EQUIPE TEC ICA, A SERVIÇO DO CtlENTEu 
Avenida Duque de Caxias 	Jardim 	Mato Grosso

TRIBUNI OI FRONTEIRI 
L 
IMFORM 1 
,, 
ER 
' 	• Pedro Pedreira 
, 
[SI[ l II RIS QIE III PR IR ![ 
•• 
O Mlulelro Arnaldo Prleto revelou 
quo de todos od episódlot1 que ,-mvolveram 
a mordomia de ua residência, tem procu­ 
rado superar qualquer Interpretação, "l>UB 
cnudo esclarecer, oom serr.nlclude e tra­ 
qullldade, certo de que verdade vence­ 
rá. Não tenho nada 1.L esconder de nln­ 
guem", 
POLITICA 
A ARENA carcolense lançou 0os 
nomes de Irineu eto, Valdete, Avelino Go­ 
doy. Atzto Ayala, Oscar Ferrelr Leite, 
,dalr Ferreiro, Bernardo lbr.nhez, Eder Ro­ 
cha Sebusti:'lJ CTodoy, Arcenío AI··· ,o, Ra­ 
mon Fernandes, Hermlto de Souza. E Tirso 
Fnrelra Leite, candidatos à Câmara Muni- , 
cipul 
E 
G 
DO ROT 
Nos.a idade ró 
palco de grnde ontr 
nto rota«rio, quan o 4 
29 de Agosto estará cn 
M LA VIST 
 
1 
li 
Li 
CC7> 
O presidente do M.D.B. Sr. U!im:,s 
Gulmariles defendeu em conferência na 
Assemblél~ "o direito ó informaçilo e á li 
vre munl[estação de pensamento como ar­ 
mas contra o subdesenvolvimento". A cen 
aura, segundo ele, compõe e 'perpetua a 
estrutura do subsenvolvhnonto, opondo-se 
à sua ruptura pelas forças da justiça so­ 
cial, da eduoaçüo e da produtividade. 
Quando se amordaça pnra a polilicn os 
microfones, os videos e os prelos de jor­ 
nais e revistas, constatnmoil com amargu­ 
rn e humilhação, quo coiucideatementtl, 
uca foi maior o acesso das multidões á 
inforrua.çiio -disse. 	• 
CC> 
Já o "Ministro dna Fazenda, Mario Hen• 
rique Stmonsen disse:" o pais vive uma e­ 
poca de turbulência e quem nüo aceitar 
um pouco de turbulência e as regras da 
conjuntura deve abandouur o avião (jor­ 
nal do firasil 13/8/76 
lOCIHS 
O conhecido advogado Pedro José 
Palmleri, desenvolvendo amplo trabalho 1 
respeito do problema do tArras na faixa de 
fronteira. O brilhante causídico tem pes­ 
quisado e encontra-8e apto a fomecer 
quaisquer tipo ne inf11rmuções. a respeito 
Falando no Presidente da Câmara. o mes­ 
mo colocou um ponto final nos boatos 
que propagavan.. o seu afastamento da po 
litlca. Afirmou a reportagem que a poli­ 
está no meu sangue e não vejo como a 
bandona-la, estou simplesmente aguardan­ 
do o desenrolar dos aconterimentos e tra­ 
balhando mais as bases A niio me alienan 
do como muitos afirmaram. A ARENA em 
nossa cidade está coesa e as perspectivas 
do partido 1,ão as melhort1s passiveis. A 
escalada. do MDE(dlvulgari>l por este con­ 
ceituado orgão) é mais uma frente que se 
aproxima. mas a ARENA está muitobem 
agasalhada para resistir ãs pequenas in­ 
temperies." 
1 
i 
' ' 
Em cuntuto com o 
sr. Getulio Lino. cuu­ 
didato à Câmarn 
Municipal, sentimcs seu 
entusiasno e von­ 
tade tle colaborar 
com Bela Vista. Ge­ 
tulío Lino niio faz 
a p'.llilica de discór­ 
dias, ele bust•a 
uma sintese ond,
1 o 
resultado maior é o 
progresso i.le Bela 
V:st!l. ·•t"ríso hem" 
-diz ele-- não bus­ 
co desencontros e 
rivalidades, busco 
i:oluções, e o local 
mais propício para 
Indicar e Solucionar 
Am.L."lcie 
neste jornal 
e tenha 
bons lucrosl .. 
CAEIC 
O nome do sr. Hermlto de Souza, 
um d o o lde.uliz11dores para a criação do 
Ginásio de Uurncol, desoonta como um dos 
provãvels eleito, pois o équlllbrod'> e respon­ 
s6. vel polillco, é um d os exemplo8 arenls­ 
tns n o munlclplo. H<1rmlto, atualmente, é 
secretário da Câmara Munlclp!il exercendo 
com brilho su11s funções. e tudo Indica que 
o povo de Caracol, m a 1 11 uma vez, dará 
voz a razão e reelegera Hermito de Souza 
para a clvlcn tarefa de " orientar e plelle­ 
ar 11. respeito das neceasldedea do p o v o 
caracolense". 
gg 
Outro n o m e que vem merecenào 
ampla adesão 0011 meios pollticos de Caracol, 
é o de Sebastião Godoy. filho de tradicional 
familia curacolense. ~ o a II a reportage,m 
procurou o distinto pecu11rlsta, que, lnda­ 
g;i.do a respeito de sua candldnturn A­ 
marn Municipal, afirmou: "N o s s o tempo 
exige presa, e quando falo em pressa fa­ 
lo em partlc!par. O chamamento de nossos 
maiores exige um participação, p o i s não 
p o d e m o s cruzar os braços· e esperar o 
futuro. Tombem quero colaborar par a o 
crescimento deste rlnc!lo, mmnusculo si m, 
mas pertencente i.o ORA~DE BRASIL e 
como brasileiro, politlco p ós revolução, 
Quero Participar, Trabalhando; é na Câmn­ 
r que poderei ser útil ao povo de minha" 
Cidade" 
g 
A renovação está imperando ete 
ano em Caracol, inúmeros cidadãos re■pon­ 
deram à chamada do p11rtldo e PDtre elea 
Tirso Ferreira Leite. Jovem. dlnamico, lm­ 
buldo de alto esplrho ctvlco, e I e tambem 
i n fo r m o u a r e p o r t a g e m o porque 
de sua candidatura. ''.Não vejo como dei­ 
xar de aceitar o pedido dos companheiros 
e <lo povo. sendo Brasileiro, e dotado Je 
certas qualida<ies, sem falsa modeslla, que 
poderão ser úteis no trabalho legislativo. 
O povo suhe, mais do que ninguom, q u e a 
necessidade vital do momento, s li o deter­ 
minadas obras de infra estrutura que hons 
verea'ores poderão col11bort1r com o Exe­ 
cutivo no sentido de sana-las."' 
ENSINO 
problemas é a uossa 
Cií.ruara ~runicipal. 
Espero que o povo 
se compenetre de 
que a Oposição 
Contrutiva E Coo 
ciente Prerisa Exis­ 
tir, sob peua de ver­ 
mos uma polillca 
apática e sem utra- ,,--------------·---- 
ti vos 
Alguns Alunso da Escola de 1,o e 2.o 
Grau G11stelo Branco estão descontentes com 
a direção do Colégio. Principalmente os for. 
mandos que "ceccberem um diploma pró­ 
visorio e até agora o oficill não foi entre 
gue. Procurarenuo ma1ores ia[orações a 
respeito. pois Existem ouras denuncias de 
irregularidades ... 
Dr. Pedro 
Advocacia Agrária 
Ru:t 15 de 
Bela Vista 
José Palmeiri 
Novembro, 160 
Mato Grosso 
:.::ativeram rm nos~a cidude, cm vJ­ 
sltu de fnspE'çtlo, o Secretário rle Seguru.n­ 
çu Publica d e Mato Grosso, Coronel Ma­ 
de·r •1 .É,vorn <' o Dil'etor do !Jetran. TeoPn• 
te Edu Xavier. N4 18.0 Ciretran. iigida 
pelo responsável e capacitado Fernandes 
Alves comes Filho, tudo corre u contento 
e sem queixas. Falando na Ciretr, par 
benizamos o seu titular pP!a roant>ira fidal­ 
ga que dirige aquele orglo. Que o Diretor 
do Oetrnn 1 e v e as melhores lrnpressoes, 
pois, em Bela Vista, tudo e s t fJ. tranquilo. 
Quunto a Delegacia de Policia, esperamos 
que o Major Stumph tenha relvindir.ado 
melhores condições para exercer com mais 
brilh11ntismo a sua esplnhos11 mlEsãu de ze­ 
lar pela !!egurnnça pública. 
Madeira Évora,· Sea. Seg. Pública 
Ten. Edu Xavier Diretor de DETRAH 
será o teva abordsd 
dircaro que le pr 
ciar no Rotary Ch 
cal. 
O :-r. Valn,tr, 
dente ema Penspoli + 
conferenciará tan } 
cor o preidut_d 
be locai, Joaeyr Marq 
Moreira, e outros dj 
gene, pra colher iuf 
ruções obre o p 
de atividades de ei 
do cluh para etc ad 
lle ofrever ug ti 
role assuntos adi in 
trativos rotário e e 
ers disreow Prob! m 
' t 
vi•audu o aper t'IÇ<HII] 
toe do Rotary d 
la Vista. Valente 
dos 350 Governadores 
tório no mundo inei 
que representams o 'l 
ry lnt.ernncionul em 
tritos compostos de c 
bes membros. Cada !fd 
cio dínrito rnpervi, o' do 
os clubN em rna Ir de 
otary, uma organiza4 de 
internncíonal de urviç µ 
JJnrn horuens, conta :u 
mais de tre• quart<>: r 
milbi!o de 16cio1, t afl 
17.000 clube,, no mv d ( 
ínieiro, Sócio do Ro·a. Vt, 
Club de Pennpoli,, <, ,. (' 
Valente é médico e 
utor da •Clinica dr. L 1 • 
iz Valente•. t 
Ele foi eleito ;0 dO 
na Convenção Interna 
na! do Iotary, em Ne 
Orleans, Louisians, te 
julho de l97ú, e exercer 
o cargo até 30 de jub t 
de 1977. po 
tur 
h . 
( ,. 
1 
r 
Documento 
Perdido 
Enil Pereira de 
Souza declara par& 
os devidos fins que 
extraviou, sua. Car­ 
teira de Identidade 
Publicação q•:r 
se faz para o 
tenção da 2" vii 
Bela Vi■ta 22/08/76 
ATENCÃO 
> 
Amanhã na quu.· 
dra do Befo vlstellll': 
Gráfica x Operário 
Greroio x Satélite 
Acompanhe o 
campeonato abert: 
de "Futebol de Si 
lão". Desportista; 
prestigien o esport ' 
ae sua cidade, e to: 
ça pelo seu cl ub· .. 
EIR M 
Senhor Chefe: 
De acordo com a Re 
s.olução do Cotr:i.a no. 
504/76, artigos 43 e 4l 
de 10 de junho de J.976, 
n partir do dia 20 do 
corrente mê, de..-erá 1e: 
exigido o examue Picoté 
nico pi o cadidatoa .; ol· 
tenção dn C.N.H. em tu 
do.s as ceta.gorias. 
San<àçõe, 
EU XAVIER 
DIROTOR 
Feruunde,: A.h-eo Gome, 
Filho 
Chefe du IS.. Citttn- 
r. 
no 
nlc 
.,'.