5EMANARIO 
INDEPENDENTE 
Fundador o 
OI rotor 
Responsável 
Ivaldo Perelra 
. , 
LA YI1A 
 }.falo Grosso 
- ' ' !	No_224_- _Bela_VIsta__29_de_Agosto_de_1976- 8_Páginas Preço do exemplar Cr$ 2,00 - Fundado em 25-2-72 
'O Verdadeiro 
Jornal n6o se 
limita a lnfor 
mar, é oplnotl 
vo também' 
(Herbert Motes) 
1 
A 
DOMINGO SECO 
T'aí um coia para a Camaru dos vere­ 
nrloree apurar: Por que motlvo o servlço 
nutonomo Responsável pela distribuição da 
gua em nossa cidade, não com parece com 
o precioso liquido aos domingos? 
Justo no dia mais gostoso da semana, 
o referido serviço lucra o registro, e quem 
quiser que vá ao Apa ... ou espere .a feira. 
Indagado a respeito, o funcionário 
responsável limita-se a esclarecer q u e 
"tem chefe e que ele mora em Campo 
Grande" ... Não Pendo de nossa alçada Ir 
adiante, flcn. a BUJ?estllo à quem de direito 
acreditando interpretar com i 11 s o a justa 
Irritação gero 1. 
Ocupações tradicionalmente dominguci 
rae como fazer uma bóia maneira, regar 
as plantas, lavar o carro, tomar seu sau 
to banho etc, síio de11agmdávelmente dlfi 
cultadas, quando não totalmente proibidas 
com o castigo da lei seca ... 
Quem vem da fazenda, ou da pelada, ou 
mesmo da rua empoeirada, e quer pegar 
um nineminha, seja molequa ou d ou tor 
vai de camisa suada.. E os sermões, os 
recintos, profanos e sagrados, os compri 
mentos, o amor dos namorados cheiram a 
• galinha assada ... do almoço ... 
Até quando? e a· pergunta que está na 
bôca de todos - é que esperamos seja en 
caminhada o quanto antes ao distante 
chefe de Campo Grnndf'. A água anda bem 
cara, para nüo pingar no domingo ... 
LE MAR 
CONTRASTE 
(Nioaque) Em concorrida sessão realizada no 
último dia 22, a Aliança Renovado 
ra Nacional de Nioaque prnmoveu HU11 Con 
venção, na sede social do· Laguuu Clube. 
Esteve presente grande número de próce 
res politicos da histórica cidade, além d e 
23 convencionais. 
rigiu à residência do jornalista Altevir 1972, cronista llterA- 
Alencar, par'l comunicar o resultado doe rio do DJ(nio d.a 
trabalnos do Diretório Municipal, visto que Serra, produzindo 
Altevlr não compareceu à Convenção do um art. por dia (300 
Partido. Em sua residência foi servido l! colunas por ano). 
gelro coquetel e, na oportunidade !alou o Polígrafo de rara 
Prefeito Zeno Gazote, enaltecendo fecundidade, é etu­ 
as qualidades do homenageado e EXpressan dante universitário 
Representando o Juiz Eleitoral da do. de público sua irrestrita solidariedade, e professor de Por- 
10.a Zona, compareceu o jornalista Plínlo pois "vejo neste jovem os atributos de um tuguês e Inglês no 
Sélis, da Rádio Difusora de Aquldauana. verdadeiro Jider e o talento de um grande GinAsio e na Escola 
Como era de se esperar, a Arena administrador." 	Normol de Nioaque. 
ali se clndrn. Houve duus listas de can'.!l Em vibrante improviso que impres Como poeta, já es· 
da tos ao pleito de 15 de novembro próxJm•J. sinou profundamente os presentes, Altevlr, creveu e editou se­ 
As sublegr,ndas est!io completas, orador de longos recursos possuidor de te livros. em Forta­ 
sendo que, até o presente momento sómente um magnetismo pessoal contagiante, disse leza, Recife, S o 
a Arena 1 requereu reglsho em JUIZ. estar psicologieamente preparad0 para os Paulo e Campo Grau 
A Arena 1, tendo o poeta e educa embates da campanha e em fase de con de. E também mili­ 
dor Altevir Alencar como candidato a Pre elusão de seu Plano Intensivo de Ação de tar, 1.° Sargento do 
feito e o Dr. Jua:e~ Távora Correm a Vice. Governo (Plaig) Que já "faz uma idéia do Exército Br!l&!leiro, 
obteve no escrutímo 14 votos. A Arena 
2
, peso da cruz que receberá sobre os om condição que o eno­ 
indicando o senhor Enio Cruz Moura (atual jros". Frisou tambem que todos os proble brece mais ainda, 
vice-prefeito) a prefeito e Ed Nogueira pa mas do ilunlcipio são emergentes e exigem identificando-o com 
ra seu vice, recebeu 7 votos. soluções imediatas. Mesmo assim, está pre os principios da Re- 
Após a convenção, os convenci0 prado para o desempenho de cargo de volucão. Nunca foi 
nais, pessoas importantes na sociedade iamanha complexidade. Agradeceu emocio politico. Nasceu no 
Nioaquense, operários, gente humil
d
e, en nado a confiança que o povo da terra lhe Pinuí. E casado. Sua 
fim, uma expressiva massa humana s e di dispensou mesmo em sua ausência na Con • esposa e duas filhas 
venço e prometeu explorar todas as suas moças, são suas alu 
potencialidades interiores " mesmo as ador na3. 
mecidas", em beneficio do povo e da terra. 
E afirmou categoricamente: Em ioaque, o 
Que é Preciso Fazer, Pode Ser Feito. E o 
Que Pode Ser Feito, Eu Faço! 
Integram o "Esquema Altevir Alen 
car" jovens da faixa etária dos 25 aos 40 
anos. Ele mesmo tem 41 anos. Lançou 
candidatos a Vereadores: Pedro Vitoriai) 
da Silva (Professor, estudante da Escola 
Normal, índio da tribo Terena e líder na 
Colonta da Funai em "Água Branca." e 
"Erejão'': Orides iIoraes de Souza, jovem 
comerciante; João Carlos Chern:.ont, funci 
n4rio da municipalidade, com 23 anos d e 
Idade, lider n8 areu estudantil e desportiva, 
!campo 
rran~e. ~a correspond•nl• franc·,~co de Assis Diniz] e que já residiu nos ESlados Unidos; João 
a u u ~ ~ 	Cesar Leite, estudante do 2.o grau; Sebas 
tiüo Ferreira Gomes, comerciante e funcio 
nário público, que tem por reduto o eleito 
ral o "Monte Alto"; Walter Lopes, jovem 
pecuarista e pertencente a tradicional fa 
milia Nioaquense: Terezinla Martinez, estu 
dante ginasial e funcionárifl estadual, re­ 
presentando a mulher nioaquense no "es­ 
quema"; Aristeu Pereira Magalhães. far­ 
maceutico e Waldir Meireles, atual Pres. 
do Poder Legislativo, chefe político na 
Colônia Agrícola de Morrinho. "Essa as­ 
sessoria é fora de série", disse ao repór­ 
ter um observador, no momento em que 
esta equipe foi anunciada ao público. 
Altevir de Alencar, por decais 
conhecido dos leitores da Tribuna da Fron 
teira. jornalista 1:om mais de mil crônicas 
e reportagens publicadas em jornais dos 
mais diversos estados do pais. Foi, em 
Incompreensível a maneira como a Coo 
venço do MDB de Campo Grande solucio 
nou a escolha de seus candidatos a Pleito 
da grande cidade. Walter de Castro, o de 
putado da oposlçào mais votado em Mato 
Grosso merecia melhor tratamen­ 
to de seus correligionários, ele que sen, 
lavor nenhum, um dos mais lidimos politi 
coa matogrossenses que ingressou na pug 
na eleitoral com tamanho prestigio, sem 
COll.t isto querermos elogiar seu partido. que 
finalmente, cometeu um fiasco. se assim 
bem aquilatarmos. 
Ora, se na eleição de 1971 o Dr. Wal 
ter de Castro mereceu o apoio maciço 
dos seus correligionários, cursando ver 
dodeirà surpresa. noti meios politicos do 
Estado a ua eleição tüo brilhantemente 
conquistada, porque agora 11ue ele firmou 
sua reputação de politico de escol, por 
tanto merecedor da mais restrita confino 
ça, vê-se repudiado pêlos companheiros 
que, insensiveis ao mal que estavam acar 
retando ao proprio Partido, olvidaram-no 
lplesmente. 
Em politiea sempre houe e haverá injustiças 
Mas essa foi cruel demais para um 
leal, principalmente que de maneira bri 
lhante vem representando Mato Grosso 
no Congresso 	· 
Comentou-se que esse nobre deputa­ 
do havia desistido de sua candidatura a 
prefeito de Campo Grande em beneficio 
do Dr. Plinio Rocha e que receberia apoio 
nu eleição de 1.978 para o Senado. Ainda 
hem se assim acontecer, pois deisa forma 
a Oposição manterá na Câmara dos Depu­ 
tados, um representante que honrará sem­ 
pre seu Estado e o Partido que o elegeu, 
sem o risco de perder a eleição ao candi­ 
dato da Arena, Dr. Eloy Pereira, que vem 
conquistando força dentro da opinião dos 
mais destacados proceres empenhados na 
batalha· eleitoral para a conquista de cobi­ 
çado posto de comando. 
Jota Jota 
PARAQUEDISTAS 
R%% T 
o-' 
EM CAMPO GRANDE 
O Clube de Paraquedismo Aguias de 
Campo Grande estará se apresentando na 
Base- Aérea de Campo Grande no dia 7 /9/ 
76, em comemoração ao "Dia da Pátria". 
A exibição ocorrerá às 09:00 horat1 prec1 
amente e desta foraa àquele clube esta­ 
rá homenageando a Pátria Brasileira, co­ 
lhendo aplausos e provo::ando grandes e­ 
moções à multidão que se fará presente. 
O último 'show", coroado de suces­ 
sos. ocorreu na cidade de Aquidauana no 
dia' 15 de agosto próximo passado, data 
em que aquela cidade completava mais um 
aao de emancipação político-administrativo 
Dentre os 12 paraquedistas que saltarão 3 
são do município de Bela Vista ·Mt, a sa- 
ber. 
Luiz Carlos R. Antunes, filho do co­ 
nhecido casal Bonifacia e Mário R. Antu- 
e 
nes. • 
Geraldo Escobar Pinheiro e Edmun- 
do Beoites. 	. 
O clube manteve contatos com autori­ 
dades de Hela Vista para uma apresenta­ 
ção de paraquedismo no decorrer do mês 
de dezembro, sendo que os apresentadores 
serão as ÁguiaR BelaVistenses acima citadas 
De parabens, está o povo de Bela Vista, 
pois sua primeira equipe de paraquedistM 
esté. s11 preparando para presentear o po­ 
vo de sua cidade com um emocionante 
eepetáculo .. 
RETIFICAÇÃO 
Na edição anterior, na coluna "Caracol 
Informa publicamos umo nota a respeito de iregu· 
laridades na "Escola Castelo Branco", 
Não se trata desta, escla e sim, da Escola 
Ruben de Castro Pinto de Caracol- Por 
um lamentável erro de revisão os aome5 
foram trocados. Nossas escusa8 a dire­ 
toria da Escola sstel Branco. 
A DIREÇÃO 
Juarez Távora 
Correia, membro de 
importante família 
dtl região, Cirurgião 
Dentista formado 
pela Universidade 
da Bahit1. Clinica e 
rc•aide. em Ni?aque. 
Homem de sólida 
formação moral, hu­ 
mll!le e comedlJo, 
levará. consigo p/ a 
Prefeitura, como Vi­ 
ce Prefeito. o tiro­ 
cinio de alto funcio­ 
nário do INPS e a 
vivência noa gran­ 
des centros: Rio de 
Janeiro, SP e Salva 
dor. Conhece gran­ 
de parte do Brasil, 
é tambem homem 
de palavra fácil, ad­ 
mirado por todos". 
«Atenderei ao che 
mamento rle meu po 
vo, para ajudar Al­ 
tevir a cclocar Ni­ 
oaque no seu devi 
do lugar, no conjun­ 
to dos .Municiplos 
progressistas de meu 
Estado, sempre vol­ 
tado para o pro­ 
gresso e empenha­ 
do no bem-estar de 
minhu gente». 
CffiMUNICADD 
Comunicamos que a par 
ir da próxima semans 
•·O Cn.mmbo" rdnicfará 
suas atividades, circulan 
do como suplemento do 
Jornal Tribuna da Fron 
teira. A Direção

-------- ........ _ 
Jlrln Ví,rn • llt 
Trib ma da Fronteira 
E 
UMA FIRMA DO GRU O P TR LHA AG ICOLA 
,, 
Rua Barão do Rio Branco u·.o 2322 Fone 4-2983 
(CAMPO GRAIE MT) 
Rua Gaigans, 
EM BEUl VISii 
N.o 
uc 
581 Fone 2751 
o 
(Tupã-SP) 
■
Laboratório de Análises Clínicas 
"Louis Pasteur" 
Cx.- Postal::!- Fone:152 - Jardim - MT 
. 1'lais uma opção como au.riliar no diagn6, 
,"" "", ,"mencia 1dica, atende.e a qualquer 
ora o 1a ou noite. 
Técnico • Resp. Luiz Gomes Bezerra. 
Farme. Qaimico • CRF - 20, 055/62 
RUft 
RVE ªDEDOR AUTORIZADO 
l.o DE Maio 365 Jardim Mate Erosso 
l'oderíamu• ,lizcr qualquer coirn ,i111p:11icn e 
este domingo. ± 	: 
sonora ., 1 e, porque lo os pais, os maio 
Principamen , 
res responsáveis pelo nos+o suco. 
{+amos falando com pe>o4· 
• • 	~ r li tinta 
J
t < u~ e-.tu p!wina é no~Fa, ,•arnow !1 a 
ª 1 
1 
r: louo ,
1
ue não ( 1 q u e só no 
e o papel para quer "r' j <l rle, 
Mas que fiqui: 110 mente e to os aqu 
pape. . . 
que tem um P,,eha d. humanidade através da 
n :,:rande a 	1 
história, os velhos sempre ficam para 1ra8. Mgun 
relutam. Mas são exemplos isolados. 1 d 
O que ocontece é que costumamos n ian onnr 
os velhos no caminho.· . 
Desligamos os mais antigos, jogando·os em 
qualquer canto. 
N6s os cscon<lemos. 
6a os ignoramo. 	. ± 
As vezes, tiramos deles até mesmo o direito 
de conviver com neto• e bisnr tos. 
Olhe bem um ro~lo de 70, 80, 90 nn'>•• 
O que você vê'! 
Tristeza, piedade, desencanto, quase sempre. 
Exatamute o contrário do que deveria er. 
Úma pessoa que che:,:ou aos oitenta anos, é 
1 
um grande patrimônio humano, 
f: o 6nico elo de ligação vivo, que temo, 
com os anos anteriores f nos•a exietêucin. 
f: a expcriêncin profunda e silenciosa, rnma 
da à custa de suor e lágrimas. 
f: uma homenagem à natureza, s e rn est.arda 
lhnço. ~ 	. 
Uma demonstração de amor e resp e 1 lo à 
existência. 	. ? 
Por que, então, jogar um velhinho num asilot 
Ou, por que isolá-Yo culturalmente, soc1alm-,11 
te. economicamente fisicamente, espiritualmente, 
asiluudo-o num quarto dos fundos de no;,n cn,;a. 
Fale mais com os velhos. 
Aprenda com elea. 
Dê a eles algum trabalho. . 
Eles sabem muito mais do <Jue voei: 1ma:.:ina. 
Eles passaram por tudo o que você está pns . 
1 .ando agora, e passarnm por t u<lo o q u e j 
você vai passar depois. 	1 
Os velhos podem ser 6teis. 
Os 'elbos podem dar conselhos. 
Os velhos falam, os velhc-s riem, os velhos 
choram, os velhos t~m grandes idéias e também 1 
erram. 
Eles •6 precisam de uma oportunidade. 
. E é _bom que todos nós pensemos um ponr,o 
nisso, hoje. 
Porque esse será o nosso fotur(), 
GENTIEZ DA GAKC 
E REVISTAS €CIIELANI 
___ BELA VISTA .M.T 
E 
EIS 
VOLKSWA<iEM

Bel Vista • Mato Grosso 
-
--------=-----Tribuna dn Fr,rnrcira 	l' • U;(Jlld fl 1) ] ________ __::, __ 
INDICIDOR PR FISS ONIIL 
DR. JORCYR M. MORERft r. loracio ar!in dos Santos 
29/876 
Médico • Veterinário 
EHDlRlCO: Casa n.o lO • Vila Mililar 
em YISlA III 60$:0 
Labor a to r i o de Analises Clinicas 
Dr. Everaldo • Rocha 
I» - (II! 40O III 
Endereço: Res. R.Cel. Ponce 
856 Porto Murtinho Mt 
HAROLDO MEDEIROS 
0AB - MT !183 
CPF 008-295870 
Rua 15 da Nonrnbro 177 - Bela Vista 
Ora. Maria ilparecida Z. Grella 
-~- r.._. Cirurgiã - Dentista (CR0-387) 
Odontopediatria Prótese em geral 
"Consulta com hora marcada" 
Dr. João e. Palmieri 
CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 
1° andar, Fone Residencia. 4-4385 
Campo Grande - Mato Grosso 
Cirurgião Dentista 
RUA DR. 
PORlO MUílllllHO 
conm. 286 
1,1410 GROSSO 
ADVOGADO 
ffifí;(C})J'.f {.)}l]ô - Rua 3 de Outubro 
(A0 LADO DA €C)13AI 
Bela Vista Mato Gro11so 
Qr. GIL MARCOS SAUT 
a)0640 
- OAB/IH 951 
Rua ren. Azam~uja li.o 032 - BOIIIIO • IH 
Dr. José Atanasio Neto 
Advogado 
Escritório: Av. Duque de Caxias, 78 
Credenciado - INPS - IPEMAT 
Dr. Ciro Bauhur Torres Gallo 
Bioquímica • ilt'rnQlolo;,:ia • fücteriulo;:ia • Urináli,e 
Para-itologia • Sorologia (Toxoplamose) • Liquorlogia 
Cultura de Urina . Diaz. Chagas - Enzimelogia 
Rua Cel Juvêncio 225 Jardim Mt Ja
rd
im 
ilato Grosso 
lnacio Ciuitte Melges 
Cirurgião • Dentista 
C R O - 126 - M T 
Atende-se pelo INP • IPEMAT • IPASE 
Rua Duque de Caxias - 289 
Jardim - MT. 
Para Vereador 
Reeleja Afonso Dilon 
Nunes Leite 
Para Vereador 
Sebastião Godoy 
-A ENA - 
A2ACOL 
Para Vereador 
Oscar f errnira Leite 
- EN - 
Vote E111 Nermito ~e Souza 
PARA VEREADOR 
- ARENA - 
€AACOL 
Produtor do Calcáreo Bodoquena km 54 - Rodoyia Jardim - Porto. Murtinho - 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso'' 
Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Po,tal 08 
G-->Ges@ é i6Gis±t 
o-x-90±0-96 €006-08$ 082 8086 
(d630e&4 $04464@ 6t@4 
Móueis Estof ~dos flelr®-d@mesticos em Geral 
SITOS E ZAELLA LT. 
Avenida Duque de Caxias, 446 JARDIM Mato Grosso 
- a 
1 1 1 
a= 
Ili 
U) 
4 
:::, 
tr 
.... 
CII 
ac: 
:.1 
c3 s 
a 
U) 
o 
CI 
':..} 
..... Ili 
a:: 
"t:1 
...., o .... 
» 
e.) 
.... 
- i::i.. 
e: 
.. 
8 
t, .... 
..... CF) 
m: d 
- ir;_ CD d2 
G> "" 
a.. 1%. 
o 
i-, 
a 
e 
MLl 
ge 
a 
..... - la .... e.a 
- 
3 .... - .... cu 
C...,- 
- 
a: 
- Ml 
-= a:: 
- 
.... 
e= ... 
-- 
ca 
a 
cu 
- 
o 
a:, cn 
» a:: 
- .... 
ra 
- 
3 
ca.. 
J 
' 
1 
' 
) 
Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas - Adubos e Inseticidas 
$±M2399'12$ €2331)1€2424$ » 33327±$±3)12y73 ±CU5PJ0 7332%123) 
Rua Crispim do Rego, 180 	Rela ·Vista 	Mato Grosso

29-8-76 Pagina 4 
"" "" "1 " " 
SAL Hll OERZI 
SISTEMA TELECOMUNICAÇOES EM MATO GROSSO 
ça e Desenvolvimento Nacional. 
Saldanha Derzi tnmbem so referiu 
eloglosamllnte ao Pres. da Telecomunica­ 
ç0es de Mato Grosso (TELEMAT), Guido 
Antonio Barbosa Fregpani, bem como a 
toclos os seus funcionários, dizendo que 
todos são homens capazAs e dlnO.mlcor,, fn 
zendo um grande trabalho em beneficio 
cio povo matogroosense. 
Saldanha Derzl, disse a!nda que 
MT se prepara dinamicamente pa:.-a o ano 
2 mil. 
Lamentou o operoso parlamentar núo ser 
possível comparPcer a essas inaugurações 
pois tinha compromissos Inadiáveis no 
Congresso [acional onde exerce a ruoç!l.o 
de Vice-Llder do Govêr□o, no· Senado Fe­ 
deral, onde matérias dos mais altos lnte­ 
resses da República estavam em votação. 
llaoHestou ainda da Alta Tribuna 
da República sua felicidade em ver lIato 
Gros o mterligodo e moderolz11do. 
O enador aldaoha Derzl, foi um 
dos grandes batalhadores pela idéia da 
Telebrás, hoje a grande realidade noci­ 
onal. 
Congratulou-se com o Govêroo e 
o povo matogrossense por este grande e­ 
vento, que coloca Mato Grosso entre os 
grandes Estado& desenvolvidos do Brasil. 
lgradeceu sua Excia. em nome 
do povo de Mato Grosso a presença do 
linistro das 'Telecomunicações nas inau­ 
gm·ações citados. 
Ao terminar Derzl leu da Tribuna 
o documento dando os oúmeroR de termi­ 
nais telefônicos de caia lluolcipio benefi­ 
ciado. 
Rondooópolis; 2 mil terminals"!com 
circuito DDD. Caceres. 500 terminais Poco 
né 400 terminais, Cuiabá; ampliação de 
termrnuis para 4.500 (ODO), Itaporã. 300 
terminois. Fátima do Sul 500 terminais. 
Rio _Brilhante; 200 terminais. Campo Gran­ 
de; mauguração oficial da 2.a etapa DOO. 
O Senador Saldanha Oerzl (ARE­ 
NA-MT) congratulou-se, com o Ministro 
das Comunicações, Euclides Quandt de O­ 
liveira, em CuiRbt, pelfl inluguração do 
slsterot1. de Discagem Direta Operacional, 
ligando as cidades de Pocone, Kondonópo­ 
lls, Cáceras, Cu!abá, Itapor!l., Fátima do Sul, 
Rio Brilhante e Campo Granrle, ufümando 
que, 1lentro de um ano, todo o interior 
matogrosseose deverá estar interligado pe 
lo DDO. 
Disse o rtopresentante arenista que 
o Ministro Quandt - "um homem simples, 
humilde, mas de uma grande energia no 
cumprimento do dever"- tem conseguido 
dlnamtznr a sua Pasta, realizando uma o­ 
bro extraordinária que é a telecomu­ 
nicacão em todo o País, num trabalho que 
segundo disse, é indispensável à eguro.o- 
D. FIORI MUNO 
MÉDICO 
RE IÃO on 
J · RNIMIT 
JOR ALISTAS DO SUL ... 
P RTICIPARAO 
Para prestar es 
clareclmentos A ele­ 
ger nova Diretoria, 
o administrador do 
Sindicato dos Jorna­ 
listas Profls ionals 
no Estado de Mato 
Grosso, Ruy Sant'A­ 
na dos Santos, es­ 
tó convocando todos 
os mllltautes na Im­ 
prensa matogrosseo- 
Stl a participarem 
da reuoHí.o prevista 
p/ as 09,30hs do dia 
11 de setembro pró­ 
ximo, na ala de 
reuniões da Delega­ 
cf Regional do 'Tra 
balho, em Cuiabá. 
"Os propósitos do 
Jornamut, reiterou 
o administrador, es­ 
tão voltados à va- 
Dr. Pedro Jo e' p 1 •• 
a me1r1 
Atende pelo I PS e IPEMAT 
Horários: Manhã ' - Hospir.nl 
13;00 • - 16;00 hs: Posto de Saúde 
1 
16,00- 19,00 hs: Consultório B 
R 15 d N 	ela Vista M t G 
~1_. __ e_1_ov_e_m_b_ro~,_7_s_._F_o~n~e~l~7~8--.~B~e~ln:.....:_V=is~tn~ • ...!...---------=-=~ª=º rOSSO 
Advocacia Agrária 
Ratificação Títulos Terra Faixa Fronteira 
Rua 15 de ovembro, 160 
lorização e no 1 
tulecimento do 
dlcalismo que; trn 
cedendo as latenç 
es, se traduum el 
ações concretas e 
beneficio da diz 
mica sindicalista' 
A reunião, ressul 
tou ainda R11y San:i' 
Anna, ocorrerá ap 
entendimentos Ii 
tidos com o dele,;,1 
do Regional do Tr.­ 
balho, J oúo fü: 
Dias de Moura R 
lho. 
Atendendo a coo 
vocação do admloi, 
tr'.ldor do J ornarnal 
militantes da l 
prensa do Sul d 
E ·tado movimeo!Jlm· 
se a fim de formar 
delegação que pqt , 
cipará da reu _). 
1
l.. 
do dia 11 de sete□
bro. 
L 1% 
Nasc_emos para Servir e crescer 
Madeiras de toda a especie (Peroba, J atobá !Pê etc) .:..... p t . , , ron a entrega - Bo 
Destoca - Terraplanagem - Açudes - Embeiramento m 
Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 
preço· 
Posto Sê.o 
e ristovão 
de Theoboldo 
Amaral 
Lavaegm 
Lubrificação 
Troca de Óleo 
Borracharia 
Balanceamento 
de Rodas 
Rua Conde de 
Porto Alegre s, 
Bela Vista 
1 
Mato Grosso [ 
;..._______ 
Documento Perdld 
IIz Nolasco ex!r"; 
ou seu certitig". 
Propriedade N ,J 
012, expedido e;, 
06/75, da Camio$, 
Tipo Chevrolet, C-0·_ 
Verde. Ano Fabri? 
çis ró;y, cgiéi;"; 
A B R 11515 P .P 4' 3, 
FE- 0848 
M 
- Horrach_aria dia e noile • tubrilicante a preca de Fornecedores - Super troca ." Monteiro Sá ~ 
"@4 6 ssó o arre» 
Jardim 
AIELL I 
Cia Ltda.

Bela Vista, Mt 
Trlbum1 da Fronteira 	29/03176 
ALTERACÃO 
$ 
fC.ME.RI 
DO ONTT ATO SOCIAL DA SOCIE.DADE 
E 
- 
110 IGRICOLI L TUI 
lIéreules José Talini, brasileiro, casndo. 
do cornórc10, rcM'dentc e domicilin<lo nu Av. Teo,lo 
ro Sntivn, "'ª município do llcln Vii.tu Estudo de 
Mato Grosso, CPF n,o 0211260621 e portador da Car 
teira de Identidade n.0 459701 SE/AS S 142I2. ex 
pedida pelo Instituto de Identificação do Estado do 
lio Grande do Sul. 
Florentino Cassimiro 'Talini, brasileiro, 
viuvo, do comércio, residente e domiciliado na Av. 
Teodoro Sativa, s/n municipio de Dela Vista., E-ta 
do de Mato Grosso, CPF n,o 063761950, e portador 
ela Carteira de Identidade n.o 16.279-S E 3311-5 V 
2112, expedida p e l o Instituto de ldentificnçáo do 
Estado de Mato Grosso. 
JlrlefoFo de !Jarros Loureiro, brasileiro, 
solteiro, maior. do comércio, residente e domiciliado 
I 
Há multo o que se observar e 
mesmo aprender nas pes,;oas, no que res­ 
peita à exteriorização de seus sentimen­ 
tos ou de determinados estados de espíri­ 
to. 
Jesus Cristo nuncu sorriu. Foi 
visto, multa vezes, chorando. Em seu mix­ 
to de dl vlno e de humano, tinha nas fa­ 
ces e nos olhos a doçura encantadora e 
comovente, o ar angelical que existe en­ 
tre a lr!Rteza e a nostalgia. 
Conheço um Indivíduo que só vi­ 
ve rindo. Mesmo quando está sozinho, mui 
ta" vezes esboça um leve sorriso, e tem 
para o mundo um bl'ilho dlnmantino no 
olhar. Que maravilha deve ser seu mun­ 
rio Interior! E pobre, conquanto parece 
não enxergar os riscos Infelizes que o ro­ 
deiam, tratando a todos desvalidos e a­ 
bastados, com urbanidade e alegria conta­ 
giante e afetuoso. Quem estiver deprimi. 
do, mesmo sem o dizer, conversando com 
Ple cinco minutos, sai da fossa, automati­ 
camente. se revigora, cria nova alma. 
Conheço outro que, por contraste 
vive constantemente zangado, a cara fe­ 
chada (assim como quem passou a noite 
fuçando ribo.ncPim), o ceuho sempre frnn­ 
zido. Tanto é assim que, ainda jovem, 
já está com a testa cheia de rugas. Tem 
vinte e poucos anos de idade, mas carre­ 
ga uma ~parência de velho e as feições 
de um revoltado. E relativamonte rico, 
herdeiro de considerável fortuna, bem nas 
cido, goza boa saúde, Reus negócios pros­ 
peram. A esposa é linda (está na cara) 
é esposa de rico, só pode ser bonita, 
mas leva uma vida de cüo. Ele tra­ 
ta a mulher por cima dos beiços (dizem 
até que ela já arranjou um poeta para 
compensar as amarguras matrimoniais, co 
mo se poeta fosse remédio para e~sas coi­ 
sas, meu - Deus!). Este homem é um touro 
bravio. uma onça acuada. Constantemente 
revoltado ... e o que é pior, trata todo 
mundo com hostilldade. Este deve carre­ 
gar um inferno dantesco rlentro do cora­ 
ção! 
Seriedade, minha gente, não é si­ 
sudez. O verdadeiro lider obtém a colabo­ 
ração ~spontâneo. do seu grupo, levando 
os problemas mais intrincados na base da 
esportiva, até encontrar uma solução, uma 
saida lógica. Não precisa nem ser líder. 
Basta ser humano. 
• Os casais de nawor·ados gerulmen 
te andam alegres, sorridentes, achando o 
mundo cor de rosa. Depois de casados 
(também geraltn0nte) adquirem uma serie­ 
dade imprenssionante, passam a falar pou 
co, trancam-se dentro de si mesmos, dan 
, a Hua Gal. O6rio, 835 municipio e cidade de Be 
la Vista, E-tado de Mato Grosso, CPF n.o 002012601 
e portador da Carteira de Identidade n.o 4.628.784- 
E3333-1 4222, expedida pela cercaria de Segurança 
Pública do Estado de São Paulo, componentes da 
sociedade Comércio de Cereais União Agricola Ltda. 
estabelecida na Av. Teodoro Sativa, -n, Mun. e ci 
dade de Bela Vista. Coarcial do Est em Cuiabí 
sob n.o 38,092, por despacho dado em 11 de Nov. de 
197·1 resolvem de comun ocordo alterar o Contrato 
Sociui. uaA condições e cláusulas 1eguintc1. 
Da Denominação 
A sociedude Comercio de Cereais União 
Agrícola Ltda denominar-s.--a doravante Armazl:ns 
Gerais Agricola Ltda 
Da capacidade do Armazenamento _ 
A capacidade consta dr. uma capacidade para l250tn 
(Hum mil duzentas e cincoenta toneladas) que corres 
pondem a 25.ooo se (vinte e cinco mil sacas) de cere 
ais de 50 kg (cincoenta quilos) cada, 
do a entender ue o mundo passou de cor Oos Objetivos comerciais o_u _ Sociais 
do rosa a preto, de estalo. E depo!E; de ca Sociedade terá por objetivo Fundamental, 
sado que dilo adt~UB às ilusões da vida doravante sacagem e Armazenagem de Cereais. 
de sonhos. Existem os melancólicos por Do capital 
E t 
- O Capital s<>clal que er:i de crS 450.000,00 (Qna 
naureza, os triste de nascença. 8.e8 nao trocentos e cinco mil cruzeiros), fica elevado para 
silo brutos, Pelo contrário, s!io até tratá- crS 465.ooo,oo (Quatrocentos e sessenta e cinco mil 
veis, dóceis Sentimentais, prece que fo- cruzeiros) sendo o aumento de capital intgrali 
ram picados pela mosca tsé-tsé, aquela zado e distributdo da seguinte forma: 
que dá tristeza e, depois, sono. 	A) Hércules José Talini, aumentará ua 
h d 
t li d· cota de capital de cr$ 135.ooo.~o (cento e tnn!JI. e 
Ac O uma gran e o ce zere Gnco mil cruzeiros) para. er$ l56.000,00 (cento e cin 
que o intelectual deve andar com O peito cocnta e cinco mil cruzeiros) os quais integralizará 
estufado feito peru de quintal. Tiro isto o nto da a.sinatnra ria presente Alternçáo contraiu 
por mim, que sou um Intelectual fora de ai r lo.ooo,oo (dez mil cruzeiros) em moeda corren 
série, talvez 
O 
maior do Brasil, e não an. te 'acioaal, e o restante crS lo.000.00 (dez m,l cru 
do ussim cheto de vento . . . 	zciro) inte"rnli7.nrá atê 31 de Dezembro de 1976 em 
1 b 
• moeda cor;ente Nacional. 
Os medíocres as supostas celebri- By Florentino Casimiro Tlini, aumentará 
dades, sim, vivem cheios de ar como os soa cota dr capital de cr l35.000,00 (cento e tnn 
balões meteorológicos. A modéstia comuoi ta e cinco mil cruzeiro) para crS L55.ooo,oo (cento e 
cativa é o ornamento do mérito. Querem cincoenta e cinco mil crULeiros) os quais integraliza 
i h rá no ato da assinatura da preeente Alternçllo co,.tra 
exemplo? Jorge Amado, embora. na m n d tu
3
1 crS lo.ooo (dez mil cruzei.roa) em moe~a correl'! 
abalizudíssima opinião, não seja uma suml te acional, e 
O re,tante crS Io.000,00 (dez mil cruzei 
dade, é uma cultura de que_todos nós nos ros) integralizará até 31 dr. Dezembro de 1976, um 
orgulhamos. E um dos nossos maiores ro- bem em "moeda corrente Nacional. 
mnncistas vivos. Seus livros estão tradu- C) Ildefonso de Barros Loureiro, aumenta 
zidos e vendendo nos Esta.dos Unidos. Mé rá sua cota de cnpitnl do crS 135.ooo.oo (cento e trin 
ln e cinco mil cruzeiros) para crS 155 000,00 (cento 
xico. Argeotinn, Canadá, França, Europa e e cincoenta e cinco mil cruzeiros) os quui• integrali 
Bahia. Pois Jorge Amado é um gozador, 8- zará no ato da assinatura da presente'Alteração con 
legre, irrequieto, amigo do pescador, do trotuol c.rS l~.000,00 (dez mil cruzeiros) rm moeda 
vai redor de ruas (gari é frescura descul- corrente acional, c º. restante cr$ lo.000,00 (dez 
Pe
"' a m· palavra1í) é amiO'O também do, m,I cruzeiros) mtegrnhuu-á até 31 de_ Dezembro de 
P 
u• d ªR • bll p d 
O 
lh 1976, lambem em moeda corrente Nacional. 
res. u epu cu. o em o ar uas re- 
vistas, nos jornais, seu sorriso larg0, aber­ 
to. descontnido bonachão, mostrando uns 
dentes horriveis, cariados e. sujos. Sabe 
viver em paz com Deus e com a bomba 
atômic.:a. 
Altevir Alencar 
Conta o venerável desembarg11dor 
Fernando Lopes Sobrinho que Silvio Ro­ 
mero na melhor forma de sua intelectu- · 
alidade, crítico literário nivelado a José 
Veríssimo e Ararlpe Júnior, Silvio Rome. 
ro era, mesmo então, circunspecto congê­ 
nito. Tambem jamais alguém o viu sor­ 
rir: Sua cara parecia o tronco de uma ca­ 
jazeira. Cala dão olhar agressivo. Andava· 
permanentemente imerso em profundas me 
dltações. Certa ocasião este beletrista e 
professor examinava uma turma do 2.o 
• ano da Faculdade de Direito do Rie • de' 
Janeiro. Exame oral. Ora, como em toda 
sala de auia tem um enrolador, quando 
chegou a vez de um pilantra, por sinal pe 
dante e tolo, o emérito educador per 
guatou; "O que é Direito?". Resposta: Di­ 
reito, professor, é o circulo dentro do qual 
nos obramos! O velho mestre largou aque 
Ia gargalhada: Há hâ-há hááá! Em segui­ 
da feçhou,se em CO,J'iB e disse: Meu fl. 
lho, eu perguntei o que é Direito. Não lhe 
perguutei o que é penico. 
Do admlstração 
A Sociedade doravante será ndmini•trad3 
pelos três sócios, atuando todos eles como sócios 
gerentes e todos terão direito a nmn retirada mensal 
n titulo de "Pro.Labore" a qual nunca poderá se.r 
maior no má..·dmo permitido peln Legislação do lm 
posto de Renda em vigor. Os sócios assim assinarão 
pela firma Armazéns Gernie União A_gricola Ltda. 
Hércules José Tolini; Armazens Gerais União Agrico 
ln Ltdn. Florentino Casimiro Talini - Armazéns 
Gernie União Agricoln Ltda. Ildefonso de Barros 
Loureiro_ 
Disposições Finais 
As demais cláusulas constantes em contra­ 
to permanecerão inalteradas. 
E, por estarem justos e contratados, assi 
nam o presente instrumento de Alteração contratual, 
em S cinco) vias de ignal teor e forma, e com eles 
rluas testeronnhas e tudo presentes. Bela Vista MT. 
o5 de Abril de 1976. Hércules José Talini, F1orenli 
no Cnssimiro Tnlini, Ildefonso de Barros Loureiro, 
Te1temunhas. Alfredo Olgeclr Heck e Roque Joa­ 
quim Paez. 
Junta Comercial do Estado de Mato Grosso 
Certidão 
Certifico que, por dedsào dn 2a. TURllA, 
primeira via da presente Alteração Contrat=I. 
registrada sob o no. 38092. 
Cuiab4, 14/04/76. 
Joio Barbosa Cararurá 
Secretário Geral 
a 
foi 
RfPJn!C4 ff DfHII/A DO 
Bfüll 
Isto • Ia /ss» 
Coma d hrli 
!tio h 1: 0litio 
mandato d'e 
Intimação 
O Dr. Valter José 
Rodrigues Contrera, Ju 
i de Direito em subs 
tituição legal da Comar 
ca de Jardim, Estado 
de Mato Grosso, na for 
ma da lei, rtc • , , 
M A N D A, s qual 
quer um do Oficiais 
de Justiça deste Juízo 
no qual for este e n 
trcue, indo por nim 
devidamente assinado 
que, em seu cumprimen 
to, Intime-·, nata o 
marca o Sr. Bento Fer 
nandes Leite, brasileiro, 
viúvo, pecuarÍ!C.a, re,i• 
deutc nesta cidade de 
Jardim. pura responder 
nos termos da ação de 
n.o 588176, de "Protesto 
Jurlicinl Contra Aline 
nçào de Bens", que lhe 
move a requerente Naure 
linn dos Santos, que cor 
re por este Julzo e Ca.r 
tório de l.o Oficio, para 
que se abstenha da venda 
de bena imóveis, semo 
ventes e móveis, poden 
do contesta-la ob pena 
dr. revelia, nos termo• 
e de acordo com II c6 
pia da petição anexa, e 
despacho cio MM Juis 
de Direito em Subst. 
legal, com o teor seguin 
te: D.E.A. Defiro o 
proteto, salvo o ;,cdido 
de averbação, eis que, 
não enconlni. amparo na 
Jurisprudência. Int. Jar 
dim, 21/1)6176. (n) Dr. 
Walter Jo•é Rodrigue, 
Contrera, Juiz de Direi 
to em Subst. legal. Cum 
pra se com observancia 
das cautelas de estilo. 
Dada e passada neta 
cidade e Comarca de 
Jardim, Est. de MT, ao, 
viute e cinco dias do 
mes de Junho de mil no 
vecentos e setenta e 
•ei•. Eu Escrevente Ju 
ramcntndo do Cartório 
do l.o Oficio o datilo 
grafei e subeerevu. 
O Juiz de Direito 
Valter José Rodrigue, 
Contrera 
Juiz de Direito cm Su­ 
bst. legal 
Anuncie 
neste 
jornal 
Colabore 
o. esporte de 
Bela 
com 
Vista 
e o m p ar e ce ndo 
na quadra do 
C.E.B 
- J 
, 
i 
f 
1 
~ 
R» u LIDA 
"Uma Firma Que Ajuda a Construir a Nova BELA VISTA" 
Gres cemos de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o Povo Belavistense 
Avenida Teodoro SatJvaD Perto da Ponte Internacional IDUA VQSiVA 	IM.l

Bel Vi«ta • M 
Tribuna ,la Frouteirn 
Página n.o 6 .. --- 
Estado de Mato Grosso 
Comarca de Rela Vista • Cartório do 2.o Ofkio 
EDITAL DE CITA~ÃO COM PRASO 
E T INTII (30) 011S 
EDITIL 
- 
' 
tl j 
O dr. Vnhcr Jos6 llo 
drigues Contrera, Juiz 
de Direito du Comnrcn 
de Dcl11 Visto, fütu,lo de 
Moto Grosso, na forma 
da lei, ele ... 
Faz Saber ao» que 
o presente Edital virem 
ou dele conhecimento 
i-iverem, com o prazo de 
trinln (30) dins, que c, 
ta Waldemar Pai, brasi 
leiro, casado, comerei 
rio, residente em lugar 
incerlo e ignorado, p/ com 
puccer cn~ Juizo muniíe• 
1nr·EC nos termos do Des 
quite Judicial, requerido 
por Franciw1 Malheiro• 
Paim, tudo confórmne pe 
tição abaixo transcrito;­ 
Exmo Sr, Dr Juiz de 
Direi10 da comarca de 
Deln Vista-MT, Francis 
ca Malheiros Paim, bra 
»ileiru, casado, lides do 
lnr, residenle e domici 
liuda neslo cidade Es1n 
do u1rnvés de Assislen 
cio Judiciúria Grn1ui1n, 
cnrln de provisilo iuclu 
sa vem a presença de 
V.' Exn. requerer Dcsqui 
te judicial contra Valde 
mar Poim, braeileiro, cn 
sndo, comerciário, resi 
denlc e domiciliado em 
lugar incerlo e ignorado 
pelo■fotos e íundamen 
tos, que paun a enume 
FAZ SABER a todos quan­ 
tos o presente EDITAL virem ou dele 
conhecimento tiverem que na séde deste 
Juízo, no edificio do Formn e aia das 
Audiências, no dia 13 de setembro de 
1976, às 9.00_ horas. o r. Porteiro dos 
Auditórios João Hilário Pereira, levnrd a pri· 
melra Praça Oil bens penhorados na Exe­ 
cuçlo que Banco ltn.ú / A move contra 
Edson lIedelros de Moraes, em trO.mlle 
por êste Juizo e Cartório do 2º Oficio e 
para eventual 2° praça designo o dia 04 
de Outubro de 1.976, às 9.00 horas no 
mesmo local, para os seguintes bens pe­ 
. nhorn.dos; qun.lrocentes 1, cincoenla e 
dois ( 452) heclares de terras pastais e 
lavradias da fazenda Vista Alegre, e In­ 
vernada Chava de Ouro, neste municipio 
transcrito sob n 20.067 ns. 49, livro 3-K, 
avaliada em duzentos e vinte e seis mil 
cruzeiros (crS 226.000,00), valor por quan­ 
to será levad para ser arrematado pa­ 
ra quem maior oferta oferecer, acima do. 
avaliação, sendo feita a. venda a visto, ou 
mediante fiador lconeo pelo prazo de 
três dias. E, para que ninguém alegue 
lgnor!l.ncia, expedi o presente Edital que 
será tmblicn.do ria Imprnnsn. Oficial do 
Estado e duaR vezes em jornal diário, 
na forma de lei. O Que Cumpra com in­ 
teira observo.nela das prescrições legais. 
Dado e passado nesta cidade de Bela Vis­ 
ta, Estado de Mato Grosso, aos dezeseis 
dias do mês de agosto do ano de mil no­ 
vecentos e setenta e seis. Eu Goeth Esco­ 
bar Nunes, Escrivão do Segundo Oficio, n 
fiz datilogro.far, subscrevo. 
Dr. Valter José Rodrigues Contrera. 
Juiz de Direito 
Cerilmlcn., tecelagem, 
Decoração, roupas 
para todas as idades, 
de da região. 
CASA DO 
rar: a) Em 22 de junho 
de 1961, co111rni11 núpciaF 
com O requeriJo, confor 
me ccrlidào inclusa; b• 
que deu• união, ti,•ernm 
ires íilbo,, Wnnderley, 
Vitoria e Gloria e Wal 
decy, cerlidões nco;;1.11da,; 
e» ucedeu então, um 
hiato inesperado na vida 
da requerente, po1 a 
partir de 1972, o reqae 
rido abnndonou o lar 
conjugnl volunlnriomenle 
&ern rnotl•o nlt?'-!'" npa 
rcnlc, nunca mais retor 
nnndo até estu dn1n. es 
rondo em lugar incerto 
e nilo 1nbid;, deixando 
filhos menores; d· que 
0 casal não tem imóvel 
algum a partilhar; e 
Consequentemente, etá 
o Dr. Valter José Rodrlgues..------------7 
Contrera, J u i z de Direito da 
Comarca de Bela Vista, Estado A casa do Artesão 
de ln.to Grosrrn, na forma da É Bela Vista 
lei, etc; 	Em nova dimen11!!.o 
Valorizando o artista 
Falando por suas mãos 
Não há ml:!smo quem resista 
A casa do Artesão. 
ta peça ria. 
exclusivas 
curiosida- 
Rn: Cuiabá - 489 - Bela Vista-MT. 
Programação do Club, E portivo 
BELA VISTENSE 
até o dia 1/1/77 
21/08 - Conj. Los 11.ensy's 
04/09 - « p 
25/09 - lmbra-Sem 
02/10 - _ 
30/10 - lmbra-Rom 
06/11- 
30/11 - Imbra-Som 
04112 - 
21-25/12 - Imbra-Som 
01- 10-77 « 
delineado, que o requer! 
do transgrediu dispo+iti 
tivo de li, ou )a, d 
bandono de lar conjugal 
durante mais de dou 
ano continuos, sendo 
que argumento nce 
vários para que o requ 
rente ycça ,le-qu1h:, Pº'" 
o c6digo civil, artigo 317 
inci•o Í V. usaim o íncnl 
ta: Pelo exposto, requer 
a V. Exu, n "cituçno do 
requerido em todos o 
termos desta, e e•rnndo 
o réu em lugar incerto 
e ignorado, eja o mes 
mo citado por edital, se 
gundo artigo 231 item I 
e li da lei processual 
civil, para que dentro do 
prazo legal conteste que 
rendo e : final condena 
do. requerendo igualmen 
te em sentença que pas 
ará a assinar seu nome 
de solteira. Fronciacn 
i'lalheiro. Prolestn por 
prova 1cuemunhal, peri 
ciais, enfim, todos os 
meios de provo _permiti 
dos em direito. Gozando 
do, benefícios da Assis 
rencin Judicilirin Gratuito 
DAR, com os documen 
tos inclu,os. Pede Defe 
rimento. Dcln Visto, 15 
de março de 1976 «a· 
dr. ergio Roberto Pe 
rondi. O presente Edital 
será afixado no lugar de 
coslume e Jlublicudo e 
nn formo da lei e seu 
prazo, que correrá da 
primeiro rublicnção, con 
siderar-se-a tr11mcorrido 
assim que decorram os 
trint:i ,3o• dias fixndos 
e assim perfr.ltn a cil.ll 
ç.lo. Dado e pnesndo nes 
ta cidade de Deln Vislll, 
Est. de MT aos primei 
ros dias do mee de ju 
nho do ano de mil nove 
centos e se1en1a e seis. 
Eu, Escrivão do segundo 
Oficio, o fiz datilografei, 
subscrevo. 
1 
SERRARIA CASTELO 
Dr. Valter José Hodri 
gues Contrera 
Juiz de Direi10 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2,00 
-----·~ 
Compra de Madei- 
ra bruta Venda de 
madeira Serrada 
Antonio João Mt 
De Antonio Remo Penzo 
··n 
DE RO ESTOS!i: 
- Cartório do 1.o Oficio ·i· sa. 
co 
Eu José Avelino e Silva, oficial do rgisJ II. 
1 
• 6 . ·, e Jirolt'•tos cinta c1tlncli- e comaro d}tra 
1 e 1111 'C:I• • J 'f G ;,.· Í • 
Dela Vi•ia, 0 E.,cado e ., ato ro»n.r,a 1,r,r, 10 
da lei etc... 	1' 1 • 1 ,/ma 
Faço saber ao que o presente datal varem ou d!l. 
.'' conhecimento que e encontram rm L (ln, ui 
}}"" ksni is-, • 9. e«a ih@l«. ri[até 
protesto por falta de pagamento e/ ou aceite ou de·{ner' 
volução, os seguintes títulos: 	[II 
l) Apresentado pelo lhnco do Ur,,,1 foi 
/A 
a)- Duplicata n. 1.12: vencimento; 2)0 
76 valor crS 5 I0; Emitida pela firma Emxovais Il: 
da Madeira Ltda. contra Judite G. iou4 ., 
2)-- Apresentados pelo r. Sludaru :'i,,,. 
cc 
çã 
re 
kawa. 	,- ., 3/01;5 4o 
-Nota Promissória n. 02/05, vencimento ó/ ' 
valor crS 8:J-l,80. Emitida por Adoni Ferreira d 4a 
il,n. 	3010,;rr ;o 
b)ota Promissoria n. 03/05, vencimento ' a 
valor 1.000,00, Emitida por Adoms Ferreira da ~,!. 
ja Promissória _n.04/05, vencimento 03/065, rus 
valor crS 1.000,00. Emitido por Adon1s FermrJ dJ de 
ilva. 	, .: de 
d) Not.n Promissoria n. 05/05 encimento: 
30'07175 Valor Cr$ lo0o,oo. Emitida por Adori 
Ferreira da Silvo. 
3) Apresentndos pelo firma Martin• Cowrr• 
cio Imporlação e Exportação Ltda. 
a) Duplicata n. 163313vencimento. com 
aprescnt.açilo da mesma, valor crS 3.561,76. Ei z '1,_ 
conlra Celson Lopes. 	met 
b) Duplicala 11. 163332, vencimento, com a aprew:• con 
toção da mesma, Ynlor cr ,1.3 i-l,52. Emitida cor.ti! no, 
i'.llnnurl Vicente Lopes 	loc 
c)Duplicat.a n. 163316, vencimento:c.?rn a oprr "p 
senl.llção da me,mn, valor crS :!.862.20. Em111da conto 
Manuel Vicente Lopes 	ra 
-l)AprcsentndosJ,ela Credicard. Cia. de Ta· 
rismo, Promoções e A miniurnçilo. . trar 
a) Nolll Promissória n, 03710, vencimrnto. 
1 t çã 
tn valor crS 5,1.()92,11. Emitida por Wnldemar 1'.~ ra 
reira 
b)/ iota Promissória n. 09668 ,vencimeolo nlor d O( 
12.397,28. Emitida por Waldemar Moreira. , SQ 
5) apresentado pelo r. Hito Loureiro. 	1 
a) Nota Promissoria NQ 08; vencimento: :JII ! e 
03/76; valor crS 525,00. Emitida por Silíl 
1
, nH 
no Vieira 	!is 
E por ter sido ímposslvel encontrar os rl~ 1 cã 
vedores ou seus paradeiros. pelo prestf, ..,fl. 
edital que será afixado no lo.:al de cos. p1 
me e publicado devida ou darem as 'at 
zões de sua recusa e no mesmo tempo, t.l 
I
a 
falta de pagamento, ou compartcimwto not/i::-~ -· 
do competente protesto no prazo lt!l3' ldf: 
Prazo: 3 dias a partir da publica" b 
Bela _Y_ista-Mt., 24 do agosto de 19~- •
9
1' 
O Oficial de Registro de Protest
0
• Pro 
p 
FAÇA UMA FESTA ONDE VALE TROCAR QUASE TUDO! 
D 	• 
CONHECA OS MÉTODOS 
DE PROLONGAR 'A VIDA 00S ALIMENTOS! 
E OUTROS ASSUN;OS FASCINANTES! 
DE 
sul 
REVISTAS CINEL(N_IJ 
v 
'.lll 
e 
u 
li 
 
-

J«eh Vista M+ 
Tribuna da Fronteira 
"IQU , 
Campo Grande (do ·correspondente) 
y 
Ao aproximar-se o mes de agosto 
+ em razão da crença popular cio que 
gosto é o mes de cachorro louco', pre- 
~
:~ndl'IDOB com C!!le despretencloso ll'ab•tlho, 
Har algumas informações úteis aos leito­ 
re~ deste jornal, certos que com isso esta­ 
remos prestando mai um trabalho a nos­ 
m populaçllo. 
A ruivo. ó transmitida alrnvés do 
.:ontato direto com o u.nlmnl ooutamlnaclo, 
dus o virus que está na saliva, só pene­ 
•• tra no corpo quando enoontru um ferimen 
"; aberto, como é o caso da mordida. U­ 
I 
1 
,J111 vez no corpo, começa a caminhar em 
,Zlreço ao cérebro, através dos nervos, 
pan,;té atingir a meriula onde eRtli o sistema 
,u de- 1ervoso central. Quando chega ali e co­ 
.
1 
1
-neça a corroe-lo é que a doença se manl 
•
1 
!estn. 
'
111
-06 No animal principalmente o 
1
1 :àc - esse ciclo, chamado de incuba­ 
i- ;ão, dura de 12 a 60 dias. podendo, ex­ 
·epclonalmente, ser mais prolongado no 
'5, 1omem, 40 a 120 dias, dependendo do lu­ 
da ar onde foi mordido ou arranhado. Quan 
- _
5 
o mnls próximo ao cérebro, mais curto 
íl- i a período de incubaçüo. 
Os animais mais senslveis ao vi- 
5, us silo o cão e o gato, mas a raiva po­ 
la !e atingir qualquer um deles, Inclusive os 
ie grande porte. 
No Animal 
arranhada por um animal, este deve ser 
encaminhado uo hospital, pura exames do 
unlmal 1:wguirlor; ele obsorv:,ç.lo. Em caso 
da inexistência de tal assistencia, em ci­ 
dade do interior, o dono do auimal deve­ 
rá mante-lo preso em local que não haja 
contato com outros animais ou pessoas 
e observar as reações e sintomas. 
A pessoa mordida ou arranhada 
por sua vez, pr cura um médico ou o 
proIJto socorro, ondn toma a vacina con 
tra o tétano ou o reforço, no caso da pes­ 
soa já ter sido vacinada. 
Depois, aguarda 10 dias enquanto 
o animal é observado sob supervisão de 
uHslstêncla médica. Se durnnte esses 10 
dias o animal fugir, morrer de outra doen 
ça ou 'presentar os sintomas da raiva, a 
vitima 60fre. o trat11mento que varia con­ 
forme o locl do ferimento e a idade da 
pessoa. 
. O TRATAMENTO 
4 
1o animal, a doença se manifesta 
z..# 'res formas que formam o ciclo. Pri- 
-..,. n'eÍrnmente, o animal ncu diferente. des­ 
onfiado, nüo atende aos chamados do do­ 
" 1o, rejeita alimentos e procura sempre os 
e locais escuros. É o período chamado 
<a 
1
'prodromlda" que antecipa a doeuça e du- 
1'11 de 01 a 02 dias. 
A medida que o virus vai pene- 
• ando no sistemu nervoso vem a excltu­ 
J• Çúu e o animal fica furioso, morde e ge­ 
ralmente foge de casa. Durante esse peri­ 
rS odo, z a 3 dias, ele atacu a todas as pes­ 
soas e morde paus e pedras 
/ Quando o virus atinge o c:érebro 
l~ ! a medida que o vai destruindo, o anl­ 
tnal fica cambalennte: é a chamada parn- 
1 
dt llsin. As patas não o sustentam, a respira 
,. lo fica ofegante, a lingua pendente e a 
,;.J l_nvação abundante (espumante). É iá ll 
ra Prestação final, que termina com a morte 
através dà asfixia. Este ciclo dura de 
· na a 10 dine. 
1
1 · Mas apenas um dos sintomas po- 
;'' de surgir e os outros passarem desperce- 
0
• bidos. 'Então, o dono elo animal que apre 
S. sente qualquer daqueles sintomas deve 
6
• Procurar - incontinenti - o veterinário 
ara o diagnóstico. 
NO HOMEM· 
. No bom em adquire n doença a tra­ 
Q és da mordida ou arranhão de um ani- 
l 11 al contaminado. Em seu corpo o virus 
ague o mesmo ciclo que no animal só 
ue num período mais longo, de 40 a_ 120 
ias. Quando uma pessoa é mordida ou 
'' 
No combate á ra!vn humuna, a 
aplicaçílo d~ vacinas vnria conforme o lo­ 
cal da mordida ou arranhão. e o Ierimen 
to for nos membros inferiores, são aplica­ 
das 14 vucioaa: se for nos membros supe­ 
riores 21 vacinas. Se. for na cabeça, 28 va 
clnas, que süo aplicadas diaríamente no 
abdomem e sub-cutaneas. A quantidade va 
ria courorme a idade. até 10 anos, melo 
ceu1imetro cúbico diariamente: ar.ima de 10 
anos, um cm cúbico diariamente. Esse tra­ 
tamento serve apenas para a mordida que 
está· sendo tratada. Se a pessoa voltar a 
ser mordida e novamente comprovada a 
raiva, uecessita de novo tratamento. 
Prevenção 
As vacinas ão preventivas ao ho 
mem e ao animal, isto. porque: Quando 
manifestada a raiva, não há cura: A raiva é 
:lortal. Um animal que nunca tenha toma­ 
do a "anli-rábica", necessita de duns do­ 
ses quando o fizer, com o espaço de 30 
dios entre uma e outra. Depois, deve ser 
vacinada uma vez por ano. 
Onde Fazer 
Procure sendo o caso ser sempre 
1:onsullndo por um médico. Quanto ao a­ 
nimal, sómente, confie em· veterinários. 
ão permita que seu animal seja consulta 
do, tratado ou vacinado por leigos, curi­ 
osos 011 charlatãos. E não se esqueça: Co­ 
labore para a Erradicação da Raiva, vaci­ 
ne seu cüo uu.u vez por ano - não o dei 
xe solto na rua. 
Francisco de Assis Diniz. 
VOTE EM GETULIO 
L4NO 
Para . Vereador 
PARA VEREADOR 
M.D.B 
NIVALDO DE BARROS 
TKIBUNil on FRO 
Fundado em 25-02- 72 
Redator-Chefe - .Joafdo ]]mira 
"As opiniões emitidas no artigos as+ina 
dos não representam o ponto de vista do jornal 
podendo ser até contráriasa este. As opiniões do 
Jornnl, nchum-,e expreF ns nos Edítonuis e nos 
coment6rios não assinados" 
----------------- 
"Tribuna do Fronteirn" é uma publit·nção 
do Emprern Grnficu Tribuno <la Fronteirn 
CGC. MF, 05.201.26/ 0001-90 Ias€r, 15059234-3 
Assinatura Anual 
Ilcfu Vista Cr$ 100,00 
Demais Municípios CrS 120,00 
Rc<lnçilo e Oficiuus • Hua Ottque de Caxias 
mn Cx. Postal 23 - Bela YisL, - :ln10 Grosso 
de Antonio R. B. lIelo 
Consertos de relogios em geral 
Helogios de ponto - perímetro - olfmetro 
Velocímetro- Colun•• 
''e(iciwcia e rtsponsabilidadt a serviço do cliente" 
Rua Marechal Rondon - 513 - Jardim Mt 
i . 
1 Casa Pecuansta 
1 
Produtos Veterinários 
e Agricol, Ferrageus 
Artigos de Montaria 
e Materiais de 
Construção em Geral 
v. Duque de Ca­ 
xias - 606 
Fono: 157 
.Jardim 
Mato Grosso 
Anuncie 
neste 
jornal 
Docurnen!os 
Perdidos 
Lldlo Rlquelme 
extraviou seus do 
cumetos, Carteira 
de Identidade (CPF,) 
Registro de Nasci­ 
mento. 
Publicaçü.o que 
se faz para obten­ 
ção <la 2.ª via. 
Em 22/8. 76 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2,00 
DR. ISAIC LEHO PRUJilHSKY 
Ex-Assistente Militar de Clinica Médica na Faculdade de 
Medicina de ão Psulo, por dcFi:;nnçào do ;linistro de 
Guerra Ex-Chefe de Reumatologia no Hospital da llenefi• 
ccncia de São Paulo - Ex-As,i.tente di, Cardiologia da Clíni­ 
a Obstétrica da Faculdade de Medicina de São Paulo - Ex­ 
Assistente de Gastroenterologia na Escola de :lledicina - CI­ 
nica Médica Cirurgia - Reumatologia -Ginecologia- Endocro­ 
nologia - Gastroentérolo@ia - eurologia -Traumotologia - Fisio­ 
terapia Eletronica - Medicina Psicossomatica - Medicina Espor- 
• tivn - Geriatria. 
Consultoria - Galeria Popular, N? 9 - Telef. 321 (Recado) Ponta Porã 
Horário - Diariamente das 6,30 às 19 bs. inclusive aos Sabado& 
RECANTO 
LANCHES 
O ponto de 
ncontro da Socie 
ade murtlnhense 
Rua Dr. Correa 
N!! 562 
Murttnho 
Mato Grosso 
Higiene - Conforto - Útim·o atendimento - Refeições Caseiras - Espeto Corrido - você encontra no: 
s de Milton Xavier 
"O Hotel dos Boiadeiros oferece toda a comodidade e possui um bar anexo a serviço dos hóspedes" 
Hospede-se no Hotel dos Boiadeiros e comprove: Excelente Serviço 
Avenida _Duque de Caxias 40) (ao lado da Mineração lodoquena), no centro da Cidade - Jardim - Mato Grosso 
:------------------_-_-_-_-_-_-_-_-:_-_-_-_-_-_-:_-_-_-_·:_-_-_-_-_-_-_-:_-:- __ -_-:_-_-_-_-_-:_-_-_-_-_-_-:_-_-_-: 	--; 
TRilTO - 
COMERCIO DE MDQUINftS E IMPLEMENTOS ·aGRICOLIS 
 
Adubos TAMOIO e inseticidas --- Sementes selecionadas 
Rua: Sebasliâo Crispim do Rego 316 	Bela Yisla Maio 6rossn

- 
DIDLOGO 
1. Rehalr. 
Conslderando oportuna a 
dlsposlç!lo ao diálogo, revelada ern nota 
da redaçilo que> ncom~nubou II tliv11lg11çllo 
de minha carta 1/8 76 volto u dirigir-lhe 
algums palavrus, a nda sohrn o mesmo 
a11s11nto. 
Desta vez, começo pela 
Imprensa luglêsa, cltuda pur· sua pessoa, 
como 11 melhor do mundo. Re>almente, ali 
existe condlçilo do profunda p11rlicipaçllo 
rio leitor na confocçllo do jornnl, Mas isto 
Sr. redator, tanto por seu funtáatlco grou 
de polltiznçllo, como prlocipnlmente pela 
Quolldado de iformuçio que dlsyõe. 
Entro outras coisos, di· 
agruma-lores e revisores suo esco!hiàos a 
dedo, t1ubmetendo-se periodicamente a ri· 
gorosos testes de conhecimento, que vão 
desde a Hngua fnglêsu, até us malt1 1;utls 
concepções e tendênclui; do jornalismo a, 
lual, o dai pra fora ... Pois ao i;orn do Blg· 
Ben, só quem 1;ube se dá bem ... 
Outra peculíartdude /para ai 
guns a mais notl'lvel) du melhor imprensa 
do mundo, consisto na rernunere.çiio (sim 
senhor ... ) lmpllclta •1 qutt:quer tipo de cola 
boração. As famosas cartas dos leitores 
citadas em sun nota, sl o pagas e 
muito bem, na clvllizuda Ilha do oorte! E 
ai do jornal que trocar santa por aatu na 
terra da rainha: a; sempre muito mal... 
Os herdeiros de Shakespe 
are são por demais zelosos de suas cria· 
ções e não perdoam as cochiladas, princi 
pulment!' em serviço ... Casos famosos co 
mo o da virgula que encheu de libras o 
bolso do autor, fazem a delicia dos "pro 
tegldos das musas", t11o sacrificados em 
outras part•·s do mundo! • Cultivando ao 
mesmo· tempo, o que Ironicamente o povo 
denominou; " o último orgulho nacional'' ... 
(já que a outrora •'rainha dos mares", úl­ 
tlmamente anda melo mal..) 
Em têrmos de imprensa, 
contudo, o que para êles há multo tempo 
é fato concreto, p/ nós ainda é remoto i­ 
deal. Donde se conclui, que qualquer com­ 
paração é mero culturalismo e que em 
qualquer lugar a única maneira de desper 
tar o leitor é melhorar o jornal!. .. 
Reconhecendo seu esforço 
nesse sentido, a opinião pública de Bela 
Vista. não tem lhe negado apoio, tanto da 
parte do povo, como do execulivo muni 
clpal. Cooperando cada vez mais para 
que a Tribuna assuma seu verdadeiro pa­ 
pel na comunidade, propiciando-lhe efeti• 
vas condições de cre~cimeoto, ela nüo me­ 
rece de maneira nenhuma a injusta cate­ 
goria de u.morfa, muito menos ser respoa­ 
sabillzadR por atribuições exclusiva e; do jor· 
nal. 
No meu caso, por exem­ 
plo, ao contrário do que insinuou o dlstia 
to redator, acompanho atentamente as pu­ 
blicações da Tribuna. 'Tratando-se de um 
semanário, desconheço evidentemente seu 
"dia a dia" ... l'las de tres anos pata cn, 
nilo houve sequer um número que lenhe. 
deixado de ler. 
Minha crítica é séria sin 
cera, e bem intencionada. AS repoda­ 
gens «atenção pura o plural, revisor!. .. » 
aludidas na 1 carta, foram lidas, aoultsa 
das, qualificadas francameute. Ar:. omissões 
apontadaR com objetividada. Seria Isto pos 
sível Sl'l.lll conhecimento dhs mesmai:,? ... 
txatamente por acompn- 
. nhá-lus é que tenho direito e condições 
de crltlcá-lus . .-final, numa época como a 
no.asa, quem 11e dispõe 11. criar um jornl, 
se1a em Londres ou Bela Vista, tem que 
saber fazer uma notícia, tem que dar con 
la, pelo menos do noticiário local - inde­ 
pendente de .qualquer colaborução «"extra­ 
redação"». 
. Poderia entrar em . deta- 
lhes, matéria pur matéria nltada, cada 
qual com seus «porqués». Deixo isto, po­ 
rém. p'ra quem me lê. Acrescentando 
que afio vejo porque o critério na sele 
ção e divulgação dos fatos, tenha que se 
·•motivar'' no interesse do; que poderiam 
colaborar com a redação"!... Pdreoe-me 
mal.a coa11equente que ele se motive no 
compromisso oom a verdade (Código 
de honra de todo bom Jornalista). Pas- 
tJar a limpo a memória do tudo que o ô­ 
lbo viu, o ouvido registrou, o coração sen 
tiu. 'Trazer a informação ao nivel dos fu­ 
los. ou pelo menos um nível acima da que· 
rida água do Apu ... Porque tanto a implacá­ 
vel e divina lel conhecida como r.ausa e 
efeito, soberana neste planeta, não per­ 
doa: Quem dá, tem que receber. . E para 
cada nova ml'iqulaa que a Trlbuua conse­ 
guh· ( e aqui meus pambéa11 pela "caçull· 
nha"!.) mais e ma.is Couteúdo o povo vai 
exigir ... 
Sócrates e Platão, por e­ 
xemplo, com o JJerdão do referido colabo­ 
rador, dispensam explicação!. Quem real­ 
mente chega a compreende-los, jamais 
tem u pretensão de explica-los... Amhos 
gastaram muiln massa cinzeut.a para nos 
dflix11r o teRouro que deixaram: sublimes 
verdades claramente expost.is. e o objeti 
vo é levá-las ao povo com proveito, por 
que não usar suas simples palavras, aces 
síveis até às crianças? Iuúmeras são as 
boas traduções, até em edições de bolso dos 
iluminados filósofos. Agora, confusas erudi­ 
ções ninguém. mas ninguém mesmo engole. 
Acho que até ema não engole, pressentindo 
o perlgc de ficar com o gogó mole!.. 
Quem quer conhecer o 
i;abor indefinível. mora vllhoso, e cada vez 
mais raro da água pura, só tem uma coi­ 
sa. n faz&r: achar uma fonte, chegar-se a 
ela, e desfrutá-la a vontade. Quem quer 
alocar o "bruto materialismo" com Sócra­ 
tes e Pintão, nada melhor que pisar fir­ 
me neste chão e deixar fluir pela boca 
dos proprios, sun. lição imortal. 
Afinar, êles foram dos pri 
meiros a reconhecer, que o povo quer e 
precisa snber, o que se passa a sua volla. 
o que se fêz, o que se faz, o que vai se 
fazer. Não faltando à Tribuna, atualmen­ 
te, nem material nem equipamento p/ tal. 
o que depender de mim 
tilStou pronta a colaborar. Que.ado tenhÓ 
o que dizer, nada me custa falar.. Espe­ 
rando, de sua parte, uma certa garantia 
de revisão e tipografia, pois estimo mtiito 
meus «tils ·es» e só assino meus próprios er­ 
ros, suficientes p'ra mim ... Numa frase co 
mo o célebre «JJ porém, engasgou», se 
você esquece o ponto p'ra risada, quem 
engasga é o leitor!.. E que dizer se além 
clli-s~, o trabalho de Aracy, vira elogio de 
Ary .... 
O lwrr,em jfl foi 
definido mil veres. As 
difiniçôes variam desde 
o ponto de vista filo6fico 
ao puramente humorí­ 
tiro. O homem, diz De­ 
au111urclrni-, difrrc do• 
animais no beber em 
te r rede e 	n o 	a m a r e m 
tôdas a, ;,crnçÍ>c>'. l:'nra 
Antaole Trance, o que 
distingue o homem dos 
outros animais é a men 
tira e n litcraturn. Há 
um clichê I ã o •lhc• 
quanto o primeiro apren 
diz de sociológo; o ho 
mem é um anin,al ,ocial. 
Entre outras coisas, isso 
significa reconhecimento 
implícito de ua necessi 
dude d e comunicaio, 
que é o meio como êle 
transmite aos outros u 
as mensagens. C e l in 
Cherry diz que "comuni 
car-e é, de nlgum modo 
associar e. Verifica-se 
nu caria da 11uer' ·la Lc· 
:'lar, urn autêntico pr.ra­ 
dor: demonstra a leito 
ru um conhccirnenlo jor 
nalístico no seu todo, e 
ao mesmo tempo, um 
tornl de,conhecimento, 
pura no dizer outra coi 
a, do Cuncionamenlo de 
um jornal interiorano, 
Fala na redação de not[ 
cias, como se desconhe 
ce5i::emoi: as regras primá 
rins do jornalismo, tais 
como: lécnicu do •lt:ed•, 
piramide invertida, suite, 
texto legenda e até mes 
mo do "copy-desk". Qual 
qur.r jornalista sabe que 
no redigir uma notícia, 
há que se ter em mente, 
de início, as interroga­ 
çues. segu111tes, tilo ,·e 
lbas quanto atuais: Quê? 
Quem! Onde? Ounndo? 
Como? Por que? • fere. 
mos, então: Quê e Quem 
- n subst11ncia; Onde? 
Quando'/ Como? Por que? 
- os acidentes. m su· 
jeito, um complemento 
direto, complementos cir 
cunstnncinis. Aí estão a 
ossnturn e n muFculnturn 
da notícia. A crítica, ca 
rn Le-.fnr é o ato de 
emitir julgamento sõhre 
obra de arte, no caso 
da crhicn no jornal u­ 
ma crilica 1?ráfico-jo'rnn 
Hstica. 
- Exercer n crflicn 
-friso iInchndo de Assis 
afigura-se a alguns quc 
é uma tarefo '5cil como 
n outros!pnrccc igunln1en­ 
te fncil a tnrefo do Leis 
lador; mos. p/ exercet n 
rrlticn, é preciso ter al­ 
guma coiso mais que um 
simples desejo de folar à 
multidão. oce, caríssima 
Le Mar, fala em "nível jor 
nlístico, em redação 
de mntérins, que, "mui 
tas vezes. a realidade, 
r---------------------:•ao simplesmente fotos 
promocionai d e coisas 
te gente que, na comuni 
dnde, nilo represent,ir-jo 
noticia". Saiba: não é n 
quantidade de informa­ 
ções emitida que é im 
-:--:-:---:-----------•----- portante paro II ação; an 
Ano V - Bela Vista - lIT. - 28/08/76 N 224l e. a quantidade 
de . ·rnformnção capaz 
"---------------·------.l•tle pe?etra: .º suliciente 
num dispositivo de arma 
dndo 
••• 
Divertido é lembrar 
em 'unea-Te-Vi!.. 
Le Mar 
14-08-76 
Bela Vista l1T. 
Londres, nn- 
TRIU DA FRONTEIRg 
''Orgüo Independente à Serviço da Região" 
PIIRII VERE 
NOTI DJI REDJIÇIO 
E 
.Nelson Ramão Leite 
zenamento e comunicação, de modo a erir à­ 
tilho à Ação, oee em sua carta, diz que na l 
terra existe condições de profunda participa 
leitor n confecção do joral, por seu fintá4 
grau de Politização e pela Qualidade de hf, 
ã» que di-põe. 
Ora, Le-:'llnr: n '',11hlimc 1,i d 
causa e efeito, soberana neste planeta, no perda 
uma opinião pública amorfa, produz jornais raq 
cos, continuo com esta as-rtva, com um pare 
e: quando falo em participação do povo bel±ia 
e na confecção do jornal, não peço matérias "et 
r.-daçJo", t'lllt•ntb t':,rf-•iurn lciforu falo na par 
paço "economia do leitor", Para um jornl et 
íl! .l,Í rr'!• })r('('i.a Ft'r t'COllOflli(·u111rnte forte. ( 
mo noticiar fatos e notícias "exclusivamente de li, 
Vista",se o nosso faturanto em publicidade e as 
natura aqui, não tinge 30 o/o do global. Suo fat 
coo e»te que a leitora desconhece e "injnu-tum 
e" transforma em críticas; ão inúmeros os prol 
ma que Desconhece por não "viver" o cotidianj 
ri..- um jornal interiorano, O diretor, o Hcrforor, e 
Uirrtor romercial, o vendedor de assinaturas, lo 
mesma pe-oa, caríssima Le Mar e isro, nio se 
prend..- em bancos das Escolas d e Comunica&e 
lsso se aprende vivendo ns agruras de uma imprej 
a que busca aperfeiçoar-se tendo e o 111 o 111odi14 
grandes jornais. guardadas as devidas proporções d 
Equipamentos Técnicos, Com referência aos Erro 
Gráficos, Iria II Tribuna n.o 219 e quanto u miu 
alocução à impren,a inglesa, a J.-itoru de,·e ;abt 
que foi em Londres, precisamente em 1808, que d 
culou o primeiro jornal brasileiro. 
F.ru a manifestação do joro,L 
mo caboclo fora de nossns fronteiras, ainda que r 
fJetindo da primeira a úhimn página assunto 
temas de inlerc,sc~ nacional. 
im, com Hipólito da Cos 
em Londres, o Irasil ingressava no jornalismo pro 
priamenle dito . E por isso que coneidero imporu, 
te fri•nr u influencia dos jornais ingleses na formt 
çiio de nossa imprensa, principalmente no seu ap 
to gráfico e no seu "amor a livre manifesrnçàu d, 
pensamento", 
ilo estamos tão longe do! p 
droes dos jornais ingleses, baja vista o re·peito ; 
n opinião mu11dinl nutre pelos nossos grande, .j1. 
nais (Jornal do Brnsil, O fütndo de Sãô l'aalo, O 
Globo, etc, etc). Quanto na peculiaridades dos it 
gleses, são próprias dos ingleses. O nosso povo 
jovem, a nossa imprensa é jovem, e as possibilidi 
des de atingirmos um Alto lível, são alentador.• 
pois não temos o problema do desgaste, citado pela 
leitora, pois, na terra da "outrora rainha dos mar' 
a8 coisas nilo nndam bem últimamente", O que é i 
Verdade? O que o POVO quer? Voce decconber, 
ns atuai, conjunturas"? Pois, diz: Qunndo tenho o 
Que Dizer, Nada Me Custa Falar". É a expresso 
máxima da verdade? ua voz intima concorda cot 
e•ta nfirmatÍ'a? "Quem quer conhecer o sabor ia 
definível, mnra'ilho,o, e cada vez mais rnro d,,. 
gua puru, s6 t.,:rn uruy coisa a fazer: acbar uma foo 
te, chegar.se n eln e Desfruta-la a Vontade". 
•• ão Le-Mar .•• quero ser ur "" 
~o d ~:;ua somente. Um Lago é muito. Um füu' ~ 
emais. E o Mar, Imenso pi o meu destino. Qu•r•: '­ 
ser um copo d agua. De água yurn, trnnquiln, EqÍ) 
tremer. Fecbndn em mim. guardando u 
111 raio dr 
sol que nela vier bater. Mas sendo um t.-opo D'águ: 
deixarei gotas de minha alma para mntar a ed 
{#,] "o «nha Rio., Fonte. aro sr A6 
•Divertido .. divertido é ch 
T
mem lembrnr iInrrc, Venus, Tnu•Ceti ... e viver 
errn-. 
, ·Divertido.. é ver a fruta qu 
no arvore parece doce e que muitas vezes tofll.1• 
se umnrgn nos labios. 
Em Caricia de agosto 
um importante tema: 
O HO · E PRECISA 
MAIS DE SEXO 
DO QUE A MULHER? 
De Revistas Cinelandia