SEMANARIO 
tMDEPENDENTE 
• " 
• fundador e 
Diretor 
Responaóvel 
[valdo Pereira 
• 3212 /151 
dk ato Groro 
,. 
·•o Vordod=1 
Jornal nfto •• 
!imlt:1 a lnfor 
mnar, é oplnotl 
vo também' 
(Herbert Mores] 
' ±i'd _!	No_225 ela_V1rt 5_de_Setembro_de 1076--- 8 Pina+ Pro do exemplar Cr$ 2,00 - Fundado em 25-2-72 
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da 
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ai 
"Temos a cada lnst11nle, a cada 
minuto, diáriamente em nossu vi la a o­ 
portunidade de Servir. A hunidade de­ 
ve conjugar mais o verbo Servir. pois, 1 
esseocla do humanl:ano está em ervir. 
O Rotary ó capaz de levar os homeaa a 
se compreenderem melhor, o nieto se ea • 
contra o seu papel primordial: Um mun 
do melhor. Como obi;ervou Gnn•lhl em 
sua■mowórlne, os meios que nos podem 
levar à verdade e à dignidade !ló podem 
str verdadelroll e dignos. Bsses meios 
o preciat da justificação dos fins 
pois justificam-se por si mesmos. Assim 
t Roary, jm;tifica-se por si mesmo, pela 
mensagem ltruistn e de compreensão que 
leva a todo homem de boa vontuae··. 
Com e&tne paluvrns o dr. Luiz Mnoocl 
da Cruz Valente, Oov. do distrito 451, deu 
Inicio a sua palestra aos rotarianos de 
Bela Vistn, realizada no centro Educacio 
11111. Com a presença dos rotarianos Hor 
teoclo Rou Escobar, Nestor Alcldes Alma­ 
da, Alvaro Mnecnrenhn11, Sidney Monteiro 
Ma&carenhas. Noedi Leite Laranjeira, Ro­ 
berval Borges, Eduardo Ocariz, Clrc- Be- 
11hur Torre11 Gnllo, José Garlbaldi, J 0!l.cyr 
Marque11 Morelru (Atunl Presidente), Clo­ 
rias Marcolino de Olh•eira, Ivaldo Pereira, 
Alberto Salamene, Antonio Enrique Bnz­ 
_o, Vladimir Padilha, Carlos Edy de iJ. 
Sfedeiros, Pedro Palmieri o Gilberto Alves 
Correa, a usembléin do Clube transcorreu 
IIUtn clima de intenso companheirismo e 
Participação dos presentes. Enfocando u 
ntceutdn.àe de. uma Participação Ativa 
do Rotary nos problemas da comunidade 
0 gov. Valente disse que num mundo con 
turbado, onde o desalento, n desunião, a 
deslealdade e ·a falta de amor ao próximo 
llnp1r11m, é a roda deatnda uma motiva­ 
lo de melhores dins. Prosseguiu: "Faça 
Rotary cm 1ua casa dando um exemplo 
dignilicnntc· àqueles pnra quem somos se­ 
UI idoloe: .nos101 filhos, nonos rotariu­ 
lloa dg futuro". O Governador que reside 
•tn Penapolil (Sp) velo em companhia de 
•ua esposa d. Marlo Amella e do compn­ 
llheiro Nilson Gome• e esposu, que, segun 
do u palavra• de Vo.lcnte ... "está em to­ 
das". 
JANTAR FESTIO 
A noite, no salíio do Gremio Pe­ 
dro Rufino a Casa da Amizade ofereceu 
Uln jantar o Gov .. com a presença dos 
Totarianos belsvistenses e esposas, assim 
como de tnúmeroll convidadoe. Destacn­ 
taoa a presença doa rotarianos de Pto. 
urtinho Horaéio Cardln do, Santos (atu­ 
}} Pres. do cfub), eu pai Vahlcmar Leite 
Os Santos, Luiz Augusto Codorniz e dos 
r. Manuel Rodriguea de Miranda e upo­ 
•a. Fer1tandea Alves Gomu Filho e es• 
Poaa, Flori Wurano e esposa, João L. Pl­ 
llhilro e esposa, Luciano Moreno e es- 
posa, Carlos A. Ocariz ( o populur Chachl­ 
tol e os mílnino!! ,Jeforaon Morolrn e Flá­ 
vio Gar1bslcH. 
O Governador do Distrito 451, 
preferiu brilhantes palvras a respeito do 
Rotary de nosr.a cidade. enfocando, prin­ 
cipalmente, "a sua tradição, suas caracte 
ristlcas Internacionais". Sinto alegrla imen 
sa em estar aqui com voces, vejo qu, a 
roda está girando ... vejo o Rotary viver 
em cada rotariano de Bela 'ista... e por 
ver tudo isto, é que parabenizo a 
todos, principalmente, pela escolha de ■eu 
presidente ... J oacyr },forques More1rn ... coo1 
ciente ... ativo ... responsavel... homem que 
se prt1parou para dirigir o Rotary do Be­ 
la Vista. Exímio orndor, Luiz Valente ca­ 
tivou a todos pela simpatia e conheci­ 
mento, e, ao cumprimentar o r. Tito Du­ 
arte, que tomava posse naquela noite, 
destacou, "o seu brilhante currlculo que 
por si demonstrn o tipo de pesson que é". 
Foi uma noite de fcAtn e de muito compn 
nhelrlsmo. 
O clube distribuiu o boletim "O 
Companheiro·· que foi um11. grata iur­ 
pres~ aos presentes, merecendo elogios 
do Gov. Um trabalho dos compaaheiro11 
Ivaldo, Roberval, Razznno e Pedro, que 
em 'prazo "record" cumprirn.m a promes­ 
sa: Entregar o Boletim quando da Vi11ita 
do Governador. 
Arnlo, 20/08/76 
Sr. Vereador Ar 
naldo Marques ds 
Silva 
Càmnrn llunlclpol 
Aatolo João MI 
Nobre Pntrlclo 
Saudando o cor­ 
dla] e fraternalmun- 
te estamos divulga­ 
do os Melhores Ve­ 
readores do uno de 
1076 desse Est. E, 
congrutulando • nos 
com a laboriosa o 
ordeira ente desse 
Município pela mero 
c1dn claesificução 
do caro Vereador, 
encarecvmos a no­ 
ce8idade d e sua 
presença que multo 
nos honrará na 19 
íleunlilo da Famllla 
Municipalista Bra,!l­ 
leira a realizar-se dia 
09-10 76 ua «Cidade 
Canção» do Paraná­ 
Mariogá. E se o a­ 
migo !or casado, Ie 
ve 8sua esp08a, p0is 
ela. vai a c.lorar e val 
guardar dessa via­ 
gem uma lmperecf­ 
vel recordação. 
Por favor con­ 
firme sua presença 
escrevendo ou datl­ 
lograf•rndo Agora ao 
dr. Sílvio M. de Bar 
ros. Faça força p/ 
Ir a Mariugê'I, pois 
t11lvez seja esta a 
ultima reunião, uma 
vez que nosso «de­ 
ficit« vem crescen 
do desde 1957 e o 
ffilX. cada vez me­ 
nor. Assim participe 
desta que poderâ 
Fer a ultima Reuni- 
Ac■inado- ASSISTENCIA TECNICA MORE- ão da Familia A.uni 
O Gov. Valente par~benizou o NA• KANTARO OGAWA . Chefe do Setor cipulisttt Brasileira. 
Rotary local pela criação do Rotnry de Eletrônico Repetição. 	Os. Vamos rea 
Plo. 1-lurtinho e afirmou que o Rotary de 2. Com zs pessoas abaixo podemos executur lizar conjuntamente 
Jardim e Guia Lopes "brevemente se tor- o ncima expo,to, qul.l ainda esclareço CJUe a 13.a Expo. !ostra 
nará uma realidade". É Bela Vista que se já está instalado em Antonio João, Mt- refe- de Jornais de todo 
destaca, é o Rutnry de nona cidade que, ride material. 3. BelaTiatensea preci1111.mos o Brasil. E, como 
dia a dia vive a mensagem de Paul Har- ainda. adquirir um novo Equipamento de re- VS. deve saber, Ma 
ris (fundador do Rotary) ... Servir ... - nrva para que a imagem não sofra aolução rlngá conta coa o 
Cile continuida<le, vamos colaborar. 4. Dr Pe- canal 8 de TV. B, 
dro Joaé Palmiore- Sidney Mucarenhas- eis os melhores Ve 
Manoel Rodrigues do Miranda- Sr MlU'io Ba- readores de MT, 76 
ttilani, Joaé Carneiro Junior, Agencia do 1- Felix Balaniuc-ve 
Banco do Brasil S/A, ar Wolke Monteiro- Zoé reador do Ano-CG 
Pinheiro- sr Eudo Pinheiro- Joã.CI PinhE:iro- 2- Arnaldo Marque■
ar Helio Battilani- sr Ulisses Pinto de A]- da Silva-Antonio João 
meida.- sr Tomaz Vieira- Antonio Garbim 
3
• José Francisco Mar 
Suli T bi h 
..,. que• Neto Tres La,.ou 
ar man e c erany- ar nestor Alcides i- Mao! José da Silva- 
Almada- ir Diocleciano Va1concelo11 Rondonopolis 5 . ..ruildo 
ifos,ahiro Fuk,ia- sr Roslltnd Fernandes- r Tulio Iermuth Jaeiara 6Ame 
Loureiro- ar Abraão Zacuiaa• ■r Ger.tldo Tebicbcru• rico Monteiro Salgado­ 
ny- Dr Ely de Arujo Barbosa- Antonio Urbictll• Dourados 7-Jair de Oli 
Cap C&1tro- Arinidc■Pcrrupat.o• ara Isbe.h da Rocha veira·Aquidall:lDa 8 ll , 
l!atto1 ar Gilbcrlo- Otllcilio Lima arOsvaldo Turi• don Maximiano Peres­ 
ni- sr NivaldoB srros. Dr Walter Contrera- er Gentil Kondepenolis 9 - Jesé Jeé da 
Var:;as d .. Ro,a- ■r Arnaldo Barreto- sra Joanitu Pal- Silva. Aautado J0 Morl■Nua­ 
micre- 1r Wil■on Antunc1 sr Bigode- e Oficiai■e rth Ha-(uiabá Hars (oacours: E 
Sargento• do 10.o R C. 	n1 H 
Bela Vi■ta. Mt- l.o S.t .. mbro de 1.976 	n • onorolo d1 .lqoloo Ro 
chedo, Hors Concour,- 
F.unicio lfarçal Ro■a • C:h Rcp TV B. Vi11a Miguel Adib-D.iamantino 
Criação de 
a 
e 
] 
LA 
Outros 
i.'.HJC 
clubes 
Càsa do Ortesão 
Nãc importa a sua idade 
Há uma cas na cidade 
Onde você vai achar 
Lembranças de Bela Vista 
Criadas por miios do artistas 
Que todos vão ndorar 
O presente maia bacana 
ú ''recuerdo" mais legal 
Aquele que a gente ama 
E que ao bol■o não faz mal 
Só no Artesão, irmão ... 
Originalidade e imaginaçiio 
é com a casa do Artesão. 
Rua Cuiabá 489 - Bela Vista Mt. 
AJ?ENA i:M AÇAO 
016.! .. .amigo eleitor 
Coroo vl.i A votnçüo, 
Aí vem mês de Novembro 
Por isso é quo te lembro 
Vote com muito a.mor 
Em cnndldato da Revolução. 
Estejas 11empre precavido 
Usando muita atenção, 
Escolha iseu candlda.to 
Cabra que, sem desacato 
Faz discussão, é utrevido 
Defendendo ·a Ruvoluçüo. 
&colh.1 eempre o melhor, 
Daquele, n 11eu dltspor, 
Aprezentacos pela Arona 
Que m1is prece açucena 
Gent11 qut: traz d, cor 
Legfolação, 1:c:ja o que for. 
Ao ez;colhcrei: candldzi.to 
Lt:mbrtHrn do .r.mlgCo 
O que escreve, o Jota Jota, 
Que!, narla de idiota 
Sendo eleito, de lmt1di!l.to 
Defenderá a Revolução. 
Este candid11to é bom, 
Velho que não nega logo 
Briga, pinta o sete, 
Em tudo que ee mtti, 
Mantém o m@smo tom. 
Som derrotn, no epilogo. 
Este Candidato .... é BOM. 
Transcrição de recibo:- DA ASSISTENCIA 
ThCNICA MORiNA 
1. Recebi do Sr Ennicio Marçal Rosa, de 
Bela Vista, Mt- à quantia de Cr$ 15.0U0,00 
(Quinze mil cruzeiro11), pua confecção e 
estágio abaixo discriminados:- · 
01. Um ampliador Linear pua 35' W- para 
Rep de Antonio João- Mt 02. Boostertran­ 
sistorizado- para Rep Antonio Joii.o- Mt 
03 .UmBooster valvular - par Rep de Be­ 
lu Vista- Mt. 04. E,tágio para Sr. Floriano 
Nunes (Hospedagen e Alimeutação para. 15 
dias, pr recuperação dos Equipamentos 
de trausmissão de Bela Vista e Antonio João 
bem como consertos de Televisores.) 
Campo Grand:, Mt- 05 de Julho de 1.976 
Uf. U. ,. - [U.C. 
TCllBUNA 00 
INTE!lhJR

Pagina 0! 
Tribana da Fronteira 
Servico Público Federal 
' 
ln,lltuto Nacional do Colonlzação e 
Reforma Agrarla INCHA 
Cordenaç6e Regiona( dos Projetos 
Fundiários do Estado do Moto Grosso 
CHPFIMT 
O Instituto Nacional de Colonização e llefor 
ma Agrária· I ACHA, través« da Coordenação Iegio 
nl do+ P'rojeto-_Fundiários do Estado de Mato 
Grosso CRPF/T, eriada a Portaria n.o L213, d- 
26 de Agosto de 1975 com fundamento n o urtigo 
3o do Decreto n.o 76691, de } e novembro de 
1975, combinado com_o lipo-to_nos artigos_2o do 
Dért Lei n.o 1MI, de Í! de Agosto de 1975 e 
5.o da Lei 11.11 •1.917, ,lc 6 ,lc nbril de 1.966, 1·011,·ocn 
todos os detentores de títulos sujeitos a ratificaçMo, 
abrangidos pelos Memorial Descritivo a seguir trans 
erito, u presentarem enus títulos e demais doeumen 
tos, relacionados no urtipo S.o e seus parágrafos do 
Decreto 76691 de 28 dé novembro de 1975, a partir 
das B8 horas do dia 16 de go»to de 197. 
A apre»entaçào dos citados documentos deverá 
er feita na Sedo do Projeto Fundiário de 
Jardim, o rua Duque do Caxias, n.o 989, 
caixa Postol, 47, em Jardim • MT. 
A !1io nprescntnçílo d o • citados documentos 
importnrá em restrições legais relativamente aos 
im6vcis cujos detentores 11iu "' hubilitnre111 uo pro 
cesso rntificut6rio no prnzo ncimn cstipulutlo 
Memorial Desrritivo Roteiro 
O presente memorinl rcícn, rn n nrcn pnru rntl 
(icnção de Titulos situudos no municipio de llcln 
Visto, Muto Grosso 
A referida area possui conformação irregular 
estando quase sun lvln idnde Ctllnprcentlidn entre o 
Rio Cnrocol e Piripucn, rendo romo cnnfrontnllle 
ui cm toda a ma extensão o Hio . pn o Poente em 
toda sua extcn,ào o Hio Cnrucol, n Nn,ccntc o Hio 
Piripucu. Córregos Luiz e Córrego anta Vitório. 
1 
O Ponto Ml' de referencia esta junto a desem 
bocadura do rio Curncol 110 Apn pnrtindo dai se 
guo-,e o, Hio Cnracol ncinrn uté d sun cuhcc,·irn en­ 
conLrundo ai o ponto 1 de llcforcncin, do ponto I 
egue-e em linha seca numa distancia de 11.900m, 
no rumo dc 
1 
7-1.o25 E nté encontrar o ponto 2 
junto a Fazenda Livrada, dai segue-se 
por um aramado numa ,listnndn de 7.loom, no ru• 
ruo de 270, E, cortando a rodovia BR '!.67 n 250 
m antes do ponto 3, deste ponto segue-se com ru­ 
mo de N 29o. E nua distancia de 5.800 e cnrtnn 
do a BI 267 a 1.300m do ponto 3, utingiudo uci 
1110 o ponto 4, sc•uindo-sc dai o rumo de N 890. 
E a distancia de i.2oo. cortando n rodovia DR-267 
n 2.000 mn do ponto }, segue-se por um urnmadu 
nt6 encontrar o pontll 5 J,. rcfcrcncin, tini segue-se 
por. um aramado 110 rumo de • 77o.l1l E num" di, 
tnncin de ~l.~0m ate o ponto 6, segue se dni por 
umn linbn ,sccn no rumo de ·• 20o.30 E nu"'ª clis 
tância de 10, 100111 onde •e encontro o ponto 7, jun 
to· n cabeceira do C6rrcgo . Luiz, seguindo-se dai 
corrcgo abaixo uté o ponto 8, numa distancia de 5· 
900111, não se leva.utlo cm considcruç.ilo n ~inuosidn 
de do C6rr.!go (medida cm linha reta), dai segue se 
em linha Se<:n no IU1110 de 830.40 E numa distan 
cin ~e 3.500m uté encontrar o ponto 9, junto n ca 
beceira do Córrego janta Vitoria, seguindo-se daí o 
Córrego Sànta' Vitória abaixo até a sua desemboca 
dura no -C6rrn;o S. Lmz, no ponto 10, •e•ue-sc o 
C6rre;:o S. Luiz abaixo nté sua tlcscmbo~dura no 
Rio· Pir:ipucu no ponto 11, ,c.,uindo-,c ela[ o Riu 
Piripucu até_ a sua tlcscmbocndura no Hio Apn no 
pontll 12. do ponto 12 segue-se o Hio Apu nbnixo 
ut6 o ponto MP na ,!cscmbocndurn ·c10 Rio Cnmcol, 
fechando assiu a área em questão, dando a mesma 
wna. conformação irregular, com árcn aproximada 
de 218.000,0000 tfa. 
O, dado em reforcnciu foram retirados do mn 
pn rodu,;ário <lo E,tudo de :11:ito Grosso. 
·As Jinâncias e rumos mencionados no presen 
lé ilemoriul são, medidas aproximadas 
Cuiuhá - MT., 22 de Julho de J.976. 
Alt.nmir Yollmann 
Coordenador Hc;:ionnl tlc PF 'si )IT. 
Casa Pecuarista 
AlEMOENOO A UMA EX IILU.:R 
Prof. J. Barros 
Da Academia de Letras e llist6ri,, de C'. Cra111le 
Nas saudosas três séries 
do antigo Curso Científico, Colégio Esta 
dual Cilntlldo Ma1fa110, Jquldauuua, rru­ 
nba "didática especlul" consistia em fa 
zer º" alunos "brlucurem" com o idioma. 
Óuva-Jbes "1'esteg'' em versos, sobre tex 
tos poéticos e• Inda não vistos em aulas. 
Os alunos haviam crlarlo e ad0_tado .? 
lemu "Llnguagem-Cullura-Persoualldade • 
Eram 3!i4 e&tutlantes. Dos 
180 ,cTeRlf'S>i propostos em 1909, publico o 
Nr. 83, a pedido de ex-alutua ora em Be­ 
la Vista, qu~ deseja «recordar» o I0 con 
quietado no trabalho es-!rlto e coa!Jrmudo 
em arguição no quadr-o-nrgl'O (Quudro·ne 
gl'O bojA ó espt.nlalho ... ) 
TEXTO.... Meu Caboclo 
luar, ouinl lqlo, pela rle-ioga:tens 
- . Caboclo ligeiro, valente, cismudo, 
tostado do sol, 
quA é destro na Hecha, no tiro, no laço, 
Dll rede e no anzol, 
caboclo que a.vança11 na curva enganosa 
dos igarapés, 
que onças ferozes, 
caboclo, quem és? 
- Caboclo, que em cima de um pau 
de jangada, por mures além 
nnvegaR cnntnndo saudades profundas dos 
olhos de alguém, 
caboclo que afrontas dor mares brn vios o 
rtur0 revéR, 
caboclo valente, Sllllpira teu nome, cabo­ 
clo , quem és? 
hrlacando intimidas, 
- Caboclo que em plena coxilha, di - 
tnate dos pagos, ao luar. 
te soltas no lom
1,o de ur.1 poldro rebelde, 
risonho a cuntur, 
e danças o samba batido ao compa so 
dos teus próprios pés; 
caboclo, re ponde teu nome ligeiro, cabo­ 
clo, qnem és? 
-- E o fot·te caboclo, fitando o hori­ 
zonte. responde viril:- 
- Meu nome é o nome mais belo cios 
nomes do mundo, rueu nume é - Brusil! 
Do Professor:- 
Fechudo o problem de •·metro" e de 
"1 ima~". ao quadro específico 
d:ts formas parelhas, nos diga e 
o tipo serlí ou não dlstlco. 
Após tê-lu f<•ito, situe em seus pa­ 
gos os "tipos'' diversos 
brasilios que pinta ao ritmo enfá­ 
tico. J autor em veI sos. 
Os oito" objetos diretos isole, pe­ 
dindo à aditiva 
o termo iadicur lhe que lembra um 
«agente» de forma passiva. 
Por fim, o caboclo que fita o hori­ 
zonte, lhe pede, sutil, 
que os nomes indique dos termos 
eguintes:- "do mundo" e «Brasil». 
08 :- ~esse Teste o problema princi­ 
pal r o '·agente" <lu passiva. Dos 328 con 
co, rentet- 319 conquistaram notas plenas 
e 23 notas 10. Quem gosta de brinc&.r 
com lingu portuguesa ui tem üm bem 
passa-tempo de interpretação e leílura 16 
gico-siotática ... 
VOTE EM CiETULIO· 
LIHO Para Vereador 
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ccncin de São Paulo - Ex-Assistente de Cardiologia da CUni• 
ca Obstétrica <ln Faculdade de Medicina de ão Paulo• Ex• 
Assistente de Gastroenterologia na Escola de Medicina - Cli­ 
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Balanceamento 
de Rodas 
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Porto Alegre s/n 
Bela Vista 
Mato Grosi:o 
Cfa Ltda. 
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O CBMINHO 
Diretor Responsável Ivaldo Pereira 
Suplemento do Jornal 
Tribuna da Fronteira 
tfrrnnnt.rio Científico 
Ht'li:,:inrn e Filosófico 
''Eu Sou o Cominho, A Verdade e o Vida" (.Jesus Cristo) 
Deli Vi,tn - lllt 1 s_10_9_r;_6 ·º_·_1_9 _ ___ , ..__ _ 
A 'O Il Fundado em 2/5/75 
Dia II de Agosto, foi o "Dia do 
Estudante." A convite da ra. Diretora 
do Centro Educacional, fomos dirigir u­ 
mas palavras no e tudantes. Entre outras 
coisas dissemos. 
"Nós contamos com voces. Pouco 
adianta repetir o surrado chavão de que 
a juventude é a esperança da Patrin - 
e essa juventude não e lá ligando. i9- 
rã.o nossa esperança, na medida em que 
se prepararem. a merlida em que assu- 
smirem agora, em seriedade, a sua condi­ 
v·çrw e sua tarefo de Estudantes, pura 
estarem capacitados u assumir amnnhíL 
as graves responsabilidades que nós, da 
geração passada, iremos devagarinho de­ 
positóndo em suas mãos". 
Falamos depois da gratidão que 
os moços devem demonstrar pelas amplas 
oportuniãudes que hoje possuem .de se 
preparar. Gratidão aos pois quA valorizam 
tanto a educaçúo dos filhos. E tambem 
à própria nação que coloca à disposição 
dos seus jovens uma imensa rede de en­ 
sino - "inlmagiuavel no tempo dos seus 
avós quando o ginasio mais próximo es­ 
tava em Campinas." 
"Mas é principalmente na escola 
da vida que se forma. Porisso, respeitei? 
os mais velhos. Sigam o bom ex. dos pais 
em seu labutar simples, mas honesto • 
Lembramos tambem, que a juven· 
tude é contestatária. 	_ 
- E as injustiças sociais? - Ela corrupçao 
nas altas esferas? - E o escandalo das 
mordomias? 
ID.J 
l, 
1 
r 
i 
1 
. 1 
Respondemos com o Salmo. 
" Aquele que caminha na justiça 
e fala com retidão, que despreza um be­ 
nefico extorquido, ou recusa um presen­ 
te que corrompe, aquele que fecha seus 
ouvidos a propósitos maldosos, que cerra 
os 0lhos para nüo ver o mal - esso hahl­ 
tará nas alturas. Esse será abençoado." 
Citamos depois uma longa passa­ 
gem do livre, "Jesus Cristo Me deixou ln· 
quieto", onde se dizia: 
. "Jesus de zaré nos incomoda. 
E nos incomoda, porque num mundo que 
se Julga acima dele,ninguem jamais conse 
gue emitir uma frase qe não esteja con­ 
tida nas dele. Nem conceito humano al­ 
gum, que não seja consequencia do seu . 
Esse homem de Nazaré vem di­ 
zer ao mundo que ninguem consegue ser 
alguma coisa Ee mlo seguir suas palavra 
Que uloguem pode coi a alguma de sub 
tanclal, se nfio se apoiar ele. E que 
homem é urna perfeita nulidade sem < 
seus ensinamentos. Que é cego e aud 
perdido pelo. vida, se não o segue". 
'· Não pusso dizer q u e tenho a 
resposta para todas as angustias dos ho­ 
mens do meu tempo. Mas eu creio que 
Jesus Cristo é a resposta." 
E terminamos com uma palavra 
do velho Arcebispo de Cuiabá, D. Aquino· 
Se sonhamos com uma Patria grande de 
vemos valorizar o pequeno pedaço do 
Brasil que e cada um de nós". 
1 
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Si 
~ ....

Tenho confiança 
ti, juventude em 
Nilo importn que haja alguns excên 
tricos, com os seus excessos e ns. 
Funs turbulêncinsl Acredito no Vos 
so coração. Sois vós que apressareis 
<rrecipitorcis) a derrocado dn mcn­ 
urn e a bnncorrotn do <linheiro. 
Sede intransigentes no dever de 
amor. ia cedais, não transijais, 
'ão odiei.. }lide-vos no coro dos 
egoístas sempre cheios de si me•• 
mos ,dos hipócritas todos inchados 
com as suas virtudes muito polidas 
desses que. 011 vidn, só se interessam 
da sua vida, persuadidos de que 
Deus lhes oferecerá no Paraíso luga­ 
rcs marcados. <queles que já pen· 
sovam no suo rcformn, quando ain­ 
da chupavam o momodcirn. Hecusoi• 
vos a por o vosso futuro na ara­ 
gem. Lutai, de cara de coberto, de­ 
nunciai cm voz alto! Não permi­ 
tais que façam trapaça à vosso 
volto! Dizei, e muito bem, 
que o maior mal que vos po­ 
derio ocomcccr é o de não serdes ú 
teis a ninguem, o de a vosso vida 
não servir para nado 
Denunciais a 
lênda, a armo dos 
covardes 
VIO• 
É infame quem, aos murros ou aos 
berros, teta impor o sun lei. Aque­ 
le que bote é um desertor. Por ma­ 
is que comigo, ele está vencido 
Porque perdeu o seu rosto de ho­ 
mem. Afastai vos dos ocioos da 
inteligência. ecos estéreis, eles 
conduzir-vos-ão por cominhos sem 
flores, que desembocam no nodo. 
Aquele que terá sempre razão, aque­ 
le o quem pertence o omanhil nque• 
lc que @erá o último vencedor é o 
que tem maior capacidade de amor. 
SEDE SEMEBDORES 
DESTE A4MOR 
Da Inteligência que atraiçoa, da má­ 
quina que escraviza, do dinheiro 
que corrompe, alvai o amor. Ira- 
zei em vós o fermento revolucioná­ 
rio e misericordioso do Evangelho 
Compreende que o importante não 
é o que recolhe. mas o que ,e Ee· 
meio. Não aquilo que se é, mas 
aquilo que se oferece. Fazer cada 
um aquilo que pode, sabendo que 
é a Providência que faz tudo. E 
que ela nos orno com amor que Ja 
mais lerá fim. ede semcr,dorcs dei , 
te amor. Tornai-o contagioso, radi­ 
oativo. E que ele contamine o mun 
do. Amanhã será a aurora; estas 
preparados? 
DR. FIORI MURDNO 
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Atende pelo INPS e IPEilAT 
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FIL 
(Continuação) 
Desenvolvimento de um 
exames vestibulares da matéria 
do Federal do Rio de Janeiro e 
Letras. 
Ajuda e incitamento ao assunto 
ProL Stumpf. 
programa de 
Universlda­ 
Faculdade de 
pelo 
Xeuófaues ou znófanes de C:olofoo uma 
cidade da Federação Jonica, assinulada por 
seu Santuário de Apolo, conhecido por refor- 
. mndor da rilosofia jonica, iniciador da critica 
religiosa e dos estudus geológicos, alem de 
colaborador da idéia de habitalidade dos pla­ 
netas, era um poéta rapsodo, isto é, que vivia 
de cnntar versos, estabeleceu-se ao sul da pe 
ninsula na cidade jonica de Elea ou Velia, 
que deu nome a sua escola "de gente Eleatica" 
no dizer de Pintão. Draper na História do de­ 
senvolvimento intt>lectual da Europa" jufga-o 
fundador do racionalismo; Gomperz, nos "Pen­ 
sadores da Grécia" qualifica-o de pensador 
intrépido o mais ousuclo e iorluente de sua é­ 
P'>üa, de grande coragem filosóHca. Como mo­ 
ralista deixou um'l sentença, que "A sabedo­ 
ria vale mais que o vigor dos homens e dos 
cavalos; e é injustiça preferir a força . fls1ca !l 
sabedoria benéfica". 
Os Sofistas 
O ndvento da democracia, favoreceu n orutória e os 
rnfistns. 
A Segunda metade do seculo quinto, AC é n época 
áurcn dn ."ofüticn. 	. • • 
O te, mo Soíistc;;, no principio era sinomino de fi- 
loso{os 
011 
snbios, <lcnominn,•n•Sl' nssun o . homem que 
realçava pela inteligencia e cultura. Andration chamou 
assim nos Sete Sabios; e Dio:;cncs <lc Apolonia e Xeno­ 
fonte. aos filosofos. Depois o termo significou professor 
remunerado. Provavelmente isto começou desde que Eu 
pedoclcs criou a retórica, passada n Corax e Lysias. 
Protágoras, como sofista. foi o apurador do relati­ 
vismo de Xenofanes, estensor do idealismo sensorial de 
Dem6erito climinn<lor da razão metafisica e . mlsucn, e 
as-im fundador do seusualismo e do fenomenismo. Mo- 
ralista idealista rcnlistn, da Justiça e prazer. +g5 • 
Proti@ora de Abdera que viveu de 1ll a lo, pu­ 
cipahmenteé em Atenas, onde segundo Platão fez lri­ 
lbtes conferencias, foi u__discípulo ds Ierécli9,7" 
<JUcHào da cxistcncin e de Xcn6fancs, Hcnc no e e 
m6crito, na do conhecimento. 
Dos 5ofistas, foram: 
Críticos Religiosos 
Perseus -- discipulo de Protàgoras, cscre,·cu "So- 
bre os deuses" 
Protlikos. de Ceos embaixador em Atenas, foi 
muito estimado pelos espnrt.unos, conhecido como um 
caracter sério. te,·c que beber denta antes <le '6crute8 
só por ter dito ',que a natureza deu no homem o pio; 
dos presentes. a vidn, e que os deuses silo nomes dados 
pelo homem aos objetos uteis u vida, fazendo a rdJ,,ião 
ir dos ritos e festas dos trabalhes dos campos. Para 
P'latão era un pessimista. 
Kritias, de Atenas acompanhou Xenfóanes na 
idiea de ser a religião uma criação humana; mas, a fez 
provir do legislador, para obter u confissiio dos atos hu 
manos pelo amor ao paraiso e horror no infe1no e as- 
m prevenr os c-runcs. 
, Diígoras, de Melos - era um poeta ditirambi 
co, discipulo _de Demócrito. Por parodiar os Ministérios 
de Eleusis, ridicularizando a rel,giiio, foi condenado n 
morte, porem rscapou e refugiou se emCorinto. 
Assim por hoje é só, no próximo número des 
ln folha continuaremos o estudo dos ofistas, trazendo cn­ 
tão a voces queridos alunos, os nomes de outros sofistas, 
complcti.ndo o nosso trabalho para depois então, entrar­ 
mos no desenvolvimento do 2.o Periodo da Filosofia 
Grcgn. 
Por hoje, grato pela ntençào da lciturn destas 
notas. 
Bingo e!l beneficio Escuela 
San Jose 
Premias Cr$ 20.00 
- • 
1.- CrS 1.000,CJ0 
2.-Una cosina a gas (4 hornallar.) 
3.-Una bicicleta monareta 
4.-Una vaca 
5.-Una f11,z cte'Crislo 
6.-Un poncho de !una para dama. 
7.-Un juego de Té (18 plezas) 
8.--Una colcha de croché 
9.-Un whisky 
10.-Uo rcsario gigante 
Dorn!ngo: 12 de Setiembre re 1.976 
Estádio Parroqulal 
20;00 hs.

1 DIVINA EUCftftlSllfl 
Maria Glansanto 
Sempre a Igreja Cat6llca 
cosorvou rellgl sumento, co­ 
mo tesouro precioslsslmo, o 
dom da Eucaristia recebido 
de seu e!!poso: Cristo. E com 
o penhor de um amor Imenso, 
ela tributou, nn Conetl10 Va­ 
ttcono II nov11 e solenlselma 
protissão de Fé e de Culto 
u) mistério dos mistérios. 
P!l.o dos anjos, dos ho­ 
mens, humanidade toda: co­ 
rôa da fé católica, A pre­ 
sença de Deus na sagrada 
Eucaristia é d mesma pre­ 
+enç de Deus no céu... 
É um mistério insondável, fi­ 
lósofos e médicos, pensaram 
imuginuram e meditaram du­ 
rante longos anos, escreve­ 
rum coi,ms admirâveis mas 
no terminarem suas pesqul­ 
sa8 sentiram fraqueza da 
inteligência humana e termi­ 
naram com estas palavras: 
"Mistério", nüo compreendo 
mais. 
Esse mistério profun­ 
do faz parle de nossu reli­ 
gião católica. Nós temos de 
reconhecer a soberania do 
criador. Diz o profeta. nun­ 
ca desprezeis as co!trns pe­ 
quenas e ocultas. porque po­ 
dem. trazer em si prodlgios. 
Vemos na Sagrada Eucaris­ 
tia, u migalha de pão, a go­ 
tloha de vinho se transforma 
no corpo e no sangue de 
risto. É o que vemos todos 
os dias 1:1obre os nossos alta­ 
res: mistério de fé. 
As gotas de água de nosso 
batismo cavaram em nós 
oceanos de graças e é esse 
pão àivino que nos sustenta • 
a vida da al. Se pergunta­ 
des ao artista de onde ele 
tirou sua obra de arte, ele 
levando u mão à fronte dirá: 
"daqui''. Se pergunt&rmos a 
Cristo, de onde tirastes a Eu­ 
caristia, esse sacramento do 
amor? Ele pousando a des­ 
tra sobre o coração d.irá: 
"daqu". 
Se Jesus nos perguntar on­ 
de está o vosso recouhecl­ 
mento por esta dádiva celes­ 
te que vos tenho foito? de­ 
verimos apontar para nos­ 
sa própla vida e responder: 
"Seahor. está aqur·. Quem 
1 IRso não puder responder, 
não julgue que seja um mls­ 
tério impossivel mas sim. 
que o orgulho humano é e­ 
normne, o respeito humano é 
tamanho. Infelizmente em 
nossos dias poucos sabem 
recoahecer esse mistério. 
As criatura); não procuram 
entender o soberania da d!­ 
vina Eucaristia. Nós cristãos 
devemos dizer sempre: "Se­ 
nhor, creio em vossa pre­ 
sença real em corpo e san­ 
gue, alma e dfvlnd11.de. mas 
aumentai ou a nossa fé mi­ 
nha fé". 
O CflMINHJ 
Cientifico, Religioso e Gilesalice 
A N O 	I I - 	0 5 / 0 9 / 7 6 -- Bela V i -i a - 
TRIBUNA DA 
FRONTEIRA 
- O JORNAL - 
D 
o 
REALIZOU 
. Realizou-se no dia 
29 pp. chá e jantar beneH­ 
cente, organizado pela Ca­ 
sa da Amizade. lIais de 70 
pessoas compareceram, o 
que vem denonstrar o eleva 
do espírito de solidariedade 
da mulher belavistense. O 
total arrecadado no chá e 
jantar foi de crS.!.370 00 [do 
is mil trezentos e setenta 
cruzeiros] que será dividido 
em partes iguais entre 
0 
Hospital de Bella Vista [Pa­ 
raguay] e Beneficencia Hos­ 
pitalar de Bela Vista. ,. Ca­ 
sa da Amizade foi visitada 
MI 'TR EEIIERIECEATE 
pela sra. Maria Amelia Va­ 
lente, esposa do Governa­ 
dor do Distrito 451 do Rota 
ry, dr. Manuel da Cruz V­ 
lente. Na oportuuidade, D. 
Maria Amelia, com sua sim 
Patia e grande cultura, trans 
~mtm valtosos ensinamentos 
as srs. componentes da Ca­ 
sa da Amizade. A diretoria 
da Casa da Aamizade, por 
mtermedio desta coluna' vem 
ª público agradecer a todos 
os que direta ou . indireta­ 
mente contribuiram para o 
sucesso de l'Uas realizações.

Triht11t'.1 ,t. rr•>Ol<'Íra 	,, 
• 	P_Ã;?_"_;"_"_JL_º_" _ 
UMll 
E IR 
FIR, ll GRUPO PllTRULHíl IIGRICOLA 
4 
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· .u.. 	·""" 	•• ,, ... ~: ,:c-,.;,~1 
•• ±;gs?:A'.as !··±±.°·· .,a;: °, %r 
-~~'ti.":·."'·'="!.~ ,. ,.. { -~~,.:-- .. • ... ., ... í'>lf ·., - • :o • • •·::J.;:fl•,..~• 
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f<-" 
------ 
±51A0 DZ MNI0 60$0 €MICA 
L& LA IA CM!CIO 
DO .O C;CIO 
Edital de Gitação com Prazo 
de 20 dias 
Dr. Vultor José Rodrigues Contreru, 
J u 1 z tle Direito da Comarca ele Bela V'Is­ 
la, Estado do Mato Grosso, na forma dn 
lei etc; 
FAZ SAílEll que por ~Stl 
,Juízo e Cartório do 1.o Oficio movo os tar­ 
:uos de um Processo de Exe~uçflo 0<' qnan· 
lia certa contra devedor sol vcu to rcquorl­ 
do por '.IODE TO CARDOSO cotr GE­ 
RALDJNO vmmA DE AL.!J<:IOJ, do teor 
sC'gufnlo: Exmo Sr. ,fufz de Direito da Co­ 
marca de I:lela Vista • 1t. MODESTO CAI?r 
DO O, brasileiro, uesqu!lado, ugrícullor, 
rPsldente e <lomlclllado 11estu cidade d e 
Bela Vista - Ml, por seu advog-udo lnfru­ 
ussloado, vem com rund11meuto no urt. 585, 
fncii;o r, do Código de Processo Civil, pro­ 
mover n presente Execução d e quantia 
certa c<rntra r!evedor solvente, contru GE­ 
RALDINO VIEIRA DE ALMEIDA, brasileiro, 
comerciante, rc-sldente lll·sta cidade de Be 
la Vista-~H., à rua Santo Jonso, n.o 1007. 
pelos motivos que passa a expOr: 1. O Su 
plicante é credor do Suplicado da lmpor­ 
tfiocla dP C1S 10.000.00 (dez mil cruzeiros) 
represeotadu por U'll<l nota promisxória, e 
millda em duta de 'l:7 de janeiro de 1976 
e veZJclda em data de 11 de março de 
1976, sem que o devedor se dignasse hon 
rar o seu pagamento. 2· Baldudos todos 
o P.Síorços µara o recebimento a,nlgável 
da dívida, o Suplicante outra alternativa 
não tem senllo a prt-,enle execuçtlo reque 
rendo a V. Exo. se digne mandar citar o 
Splieado para pagar o débito principal 
de CrS 10.000,00 ( dez mil truzeiros) acres 
cido de juros de mora desde o venclmen 
to, cu~tas judiciais e hou oràtioi, ud vocatl 
cios que for'!m nrbltradoi; sob pena de, 
oiio o razendo enn 24 hora, serem penho­ 
rados tantos de seus beos quantos bastem 
pard a soluçJo do pri'lclpal e mHis encar­ 
gos (art. 659 do C.P.C.). ficando desdf lo­ 
go intimado para oferecer embargos á pra 
sente na forma da lei. 3. Recaindo a 
penhora em bens imóveis, requer-st> desde 
já, seja também intimada a esposa do SupJi 
cado, cumprindo-se assim, o dispositivo 
contido no § 1º do ... rt. 6füJ do C.P.C., ex 
pedindo-se mandado para sua respectiva 
inscrição no Registro de Imóveis compe­ 
tente. 4. 
a eventualidade de não vlr a ser encon 
Irado o uplícado requer o Suplicante quP. 
0 or. Oficial de Justiça promova o arres­ 
to dos bens do devedor, tantos quantos 
bastem para a execução, consoante o dis 
posto no art. 653 do C.P.C. 5. Requerendo 
os heneficlos do art. 172 e seus parágra­ 
fos, protesta pelo depoimento pP.ssoal do 
Supfü:ado, sob pena de cúnflssão, inquiri- 
ção de testemunhas, vistorias, pericias, 
juntada de novos documentos e demais 
provns em direito admltlda11, atribuindo-as 
á presente o valor de CrS 10.000,00 (oez 
mil cruzeiros) & mais encargos a serem a­ 
purados oportunamente. Nestes têrmos, 
P. deferimento. Bela Vista, lh., 03 de 
junho de 1976 (a) Dr. Pedro José . Palmle 
ri. Despacho: D.R.A. Cita-se o devedor pa 
ra pagar o débito em 24 horas, sob pena 
de penhora de seus bens. Bela Vista, 1/l / 
06/76 (a) Dr. Yalter José Rodrigues Con­ 
trera. egundo DPspacho: Vistos, etc. Cita­ 
se o réu por Edital na forma da lei. Bela 
Vista, 13/08/76 (a) Dr. Valter José Rodri· 
gues Cotrera. E constando do referido 
processo que o executado encontra-se em 
lugar incerto e não sabiclo, fica o mesmo 
por intermédio do preser,te Edital, cem 
prazo de vinte dias. citado para opor em­ 
bargos á preseute execução, querendo, 
sob pena de I'P.Vt'lia. O presente será afi­ 
xado no Foum no lugar de costume e 
publicado na forma da lei, para que não 
se alegue ignorância. O Que Cumpra-se, 
Observadas As Prescrições Leguis. Dado 
e passado nesta cidade e Comarca de Be 
Ia Vista. Estado de Mato Grosso, aos de­ 
zeseeis dias do mes de agosto do ano de mil 
novecentos e setenta e fieis. 
Eu (Pedro Vergllio da Silva), Escrevente 
,Juramentado, o datilogrufei e assino. 
Dr. Valter Jose Rodrigues Contrera 
Juiz de Direito

EG 
PEV 
P'ela Lei 
11
•
11 áll90 ,le li de Junho de 197:1, foi modifica 
,ln 
II 
Lei 
11
.u 3.llll7 ,t., 26-llB-ú0 (llri:11l11111t·11to da Ire 
idéneia oeiuh), lei esta cuja relutação, entre 
lunto, ,(, foi fri111 prlo Iknr.111 11.u 72.171 ,lt, 06 clr. 
(setembro de 197} noventa dias np6•) , . 
Pelo novo regulamento, base das contribuiçó 
flng r,mprq:oilon·s pa,,1111 11 err feita não mais obre 
o valor «das retirl prólabore, ma sim pelo tempo 
,Ir filir,çfw, co
11foru10 rH·11lo11111111·1110 cFlnbclt'c1tlo 
pl'lo arf. z.!í,: 
Clasoc 
1 
2 
3 
•l 
Trn1pn ,Ir filíuçi10 N.o .i .. snlario• rnlnirno" 
Até I 111111 	1 
~lnis ,h: l nté 2 nrrn• 2 
iluis .te 2 :1 nnos ;1 
r.tui~ tlo 3 • 5 nnos 5 
Mnis ,!~ 5 • 7 1111M 7 
Mni, tlu 7 • 10 0110➔ 10 
Mnls tlt: 10 • 15 nnos 12 
Mais de 15 0 anos 15 
Mni• .t,· 20 25 anos 18 
• Jlllis tlc 2..' '""'" . 20 
Os empregadores, portanto, pasaram con 
1ri111ir .lo mais sobre o que retiravam nu Cirmu, 
s pelo 1r111po tlt> !ilioçào. , . , 
Nnum país de dimensões continentais, publicado 
11
0 Di:írio Oíiciul <ln União, cm Ilru•Hrn, só chegou 
110 conhccl111n,10 da grande maioria dos contribuin 
1cs 11l••unb 1111,•r~ 1lt'poi• (fin• rlc 1973), prmc1pnl 
mrntt~ OR rt'~iilcntcs nus frnutt·iros; cln nnçàu, <1ue 
nilo r.lispucm 1lc ml'ios p11bliri1(1rio, e 11111i10 menos 
de acia do I l' • pura 11ric111nçi!º• . ;ubcml11-lhes 
tão +)mente recolherem as contribuições pontual 
mente. 
Se, par fazer o legulunento foram precisos 
90 dias, imagine o tempo necessário para tor.lo o 
pnls se conscirntizar r.lo u,sunto! . 
Asvim, só na pur1ir tlc janeiro, de 197-1, 90 dias 
mnis ou menos após a vigêeia do novo regulamn 
10 e•U1bclccido pelo rcforitlo Decreto n.o 72.771 de 
66,69.73 é que os interessados, tomando conheci 
mento das moclificnções cetobcleci<lns, pussnrnm a rc 
colher de ncortlo com o cnqu11drn111cn10 no novo 
,i,tcmu, que deixou tlc se hnseor no ,·nlor dn rcll 
rnr.la pró-lubore 1lc coda cmprC"ldor pnrn o tempo 
,lc !ilinçi1o, e ussim mesmo pelo conhecimento que 
tivc,·tun na.9 tcluc;õcs con1 pessoas rcsulcntt•ij nn5 
capitais estaduais. odn mais 16~ico do qne o cum 
pnmento dn lei. 
Acontece porém, clue o INP levantou umn 
luestilo: ,6 cs~á ct•ncor( ollllo com o;, recolhimento• 
,·nquadrndo• nté 31 de outubro rlc 1973 (30 dias 
n1>6~ 11 vigencia da lei) e cm cnsos cxcepcionni• ~té 
o fim daquele ono (dezembro tlc 1973, 90 dias 
npós). 
5 
6 
7 
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MENTO DD 
C SOCIDL. 
'lr "I<' NiO FOI ESTADELECIDO A LEI 
 U, ., • ' 1 , IN'l':, 
U:'11 l'llAZO DE OI'<;, 0, claro esta que 
0 
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0111 1
,11hbc1d1de p,,ru 
d,~,•t·rin, cm <.t 1111..:1 1ns1u.11< rn, e . , . _ d 1-u:u 
todos os recantos do país, por interédi, ,,, 
11
,,t'nda11 c'-tttheltct:r c~t--c pra1..o e comurut·a· o a li 
itere-dos, e não gora, caciosamente, rcuar 
direito- adquiridos'por lei e iapo-tergai. 
Acham os empregadores prejudicado», 
pretendem iripetar nadado de gr4n """, 
uma interpretação maliciosa que prejudica o '! 
rflo da lei, que procurou urupurC.-Lo• na Fllá'b '~ ,:'.; 
ce depois de tunrnq e lnntos anos de contr/ n 
riíiis.. i» «,ie@fia.zr pgr _r;; 
pies inl<'rp~t!lnçào ti~ _l'rnw uo Ucf1111do ru • 
negar direito adquirido. 
De qualquer forma, cabe-nos auxiliá-lo nct 
• l e He,,uercmos un1plos c•cl11rec1111cnto• 
c111er~,•11crn, • , 1 <luntlo 
d INPS sobre como vem mterprrtun• o t! 
c~
111
prirncnto il lei wbrc o n•.unto, ªº. 
1
mi:•m
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• .,., ..... ,,uint, ti 111e<l1c as: 
po <JUt' rn«crunr,H ~• ,,. 1 1 1 
n) . n·,pt'iÍo us ronl ribsiocs cgua«ara" JS} 
contribuinte~ op6s o u<lventn do Decreto ll;O • 
dr 06.09.73, ::ien,1 Prazo r.le Opção, que a lei não es 
tnbelccc· 
b) . e,u:bclrrimcnto pelo INPS, se nasim o desejar: 
prazo de opçào no mlnimo rle 12 mcsc• npós 11 v1 
i:cnciu cio novo r<'gulnmcnto; 
011 
e) . e,tnbclccimento ilc Prhzo <lo_ Opção Vindouro, 
pois à lei não tem efeito retroajo,_çow ar! ] 
blicidodc pelo pai•, para que a finalidade la CI 
nilo Hejn burlada, com ·e,·itlcnte preimzo do esp•n~~ 
goveraa111en1nl que procurou amparar . Ulmbcm nado 
empregadores, que oté agorn nunca twcram 
cm seu fo,or, tendo-lhes cnbid,, sempre recolher, e 
FÓ recolher! 
m grupo de empresários helavistenses, ~n.ca 
minhou ao Deput&do Ubal<lo _Dorew, un!ª. sohcrtn 
ção no sentido tle interceder Junto no .:1111,atro do 
Trubnlho e no Pre•ir.lcnte cio l 'P para reparar a 
injustiça cometida. O dcputnclo tomou as devidas 
providêncins, ntcntlcndo no apelo dos emp_resános he 
lnvi,icn,cs e o novo rc,.nlamcntnçào fo, aprovada 
pelu Con"r~ss'o. Mais un."11 vez o dinnmico deputado 
ntenclc 
O "solici1nçiio do povo bel11vistcnsc, e tlcn11 
feitu com umll medida que irá beneficiar Todos os 
Empresários Brasileiros. 
'otn; 'o pr6rimn rdiçào ~ublicare!"os na Integra a 
lei n.o 6.332, de 18 tle Mn10 de 1976 que autorizou 
o rcnjustamcnto. 
PROHU CIAME TO 
DO DEPUTADO 
oi.pó MEM.. 
O ir. JJrr-1tlrr:lr, •. • I J'n'Jlo'•rin ,1:,. 1 re· 
1 
• l , tlll!l·JO 'O J 1. ! 
epre elogiada a' '' ,]caj. amplas tva! - 
a 	• 	!I .1..:, 1 	• 
idenéia e A--ir"%pna. adiantado i-tem" 
• hoje emplo 0 ~q(ficada+ r 
or 	• 1 ,,una• J • 
previdenciário per-i-tcn+ "",, Aas autoridades do 
clames a exigirem a aten,4 " 
setor. 	;f mente ao problu 
H,-rrríwo JtO'" t-('f-C'l;H .. l r' j,,,..nti,1· ,lo 
'I :. s patronais, ante ' ,p; ,1 
das contriburçor :4., Social, F-·e dip!' 
novo Itegulamento Pr!"" 1 de 195 'De- 
1 
rlnt·1 ,,e- ú ut- . t'l<'lll ·1 • - 
ma Veza!- !' ",,'' ,es de contrito@g4o 
·J77J • lt0ll .t• ). '' 
ereto n.
0 
• 	,f, dde com o tempo 
J 
p• r]., 1·011 orm • , ( 
<101: t'ruprrµ,1, _or ... _ . dr,. .. ,J., ...... t') cutrc o Jll • 
de filiação, di-tribuid "",, ~ae lirio. Des-a 
nimo de um e o mxnmo_' t' ,l.- .-ontribuir ~o- 
forma, os mpre-+rios di",,jau e à no 
1 
re,JH'Clln• retirnr .,. " • . r 
re a. di, pelo formalizada. 
,u •Í•lf'ffl!llll'l, 111"' i.iule "( •• p f dl' díru.,n•io 
lesaltemos que, _num a",,,Ao eu Drasf 
continental. esse aio oficial, publf',,de maio­ 
la, ó chegou o conhecimento_d ' ;Ates 
• ·t ' i l n•iln•v• rt+1'tn t" 
ria do~ ,·ontrJ ,nutlf-". i ,,,.. '. • • em de meios 
nas fronteira- da sç@o qwc 0,"1"""; j tn+- 
: t, nos / penca 
de C<Jru11nu·a,~:o r ruu1 º. ,nes . e ':· 1 sua 
titulo uC'ional riu l'r""dencrn .:,ot1a pnru 
(lrl
• .. ,,
1
a•·ão no limiar de 19Tl, •t'lll 1emr
1
1
1
• l'~rtnn• 
~ , 	• • 1 e t uu re­ 
to. JJaru (]Ue tudos ~e con'C'JC"UIILDt-!eJn 
le,·11111.- uK,unto, . , ·'d , é cne 
0 que vem n<'orren<l11. ::,r. l r.,.., ente I 
1 
• r· 1 o prazo 
0 INl'S meuuo nilo tcnilu a l'I ,xar 
O 
I .. l 
J 
. d rle ,6 a, 111111• a 
paru ea opção, vem ent,·n< cll o 1973 
quando procern11ln até 31 de outubro de 
I 
ou 
ém caro- excepcionais, até o fim daquele. "" 
011 Fcja trintu ,. noventa dias após a z" _," 
He:?ulumenlo reFpec1i,uruentl:'. O• preJU
1
':f5. ª 
decorrentes que afligem sobretudo º' contn ,u,ntes 
rio interior, são altamente danosos para a classe 
empresarial, ssim abstaculizada no eu desejo de 
exercitar, quanto á formo e à quantia da contri­ 
buiçào o direito de escolha o.-e~urar.lo na lei. 
'O cmprc,nrio r.lc Dela Vista, no meu Est. 
constituiu exemplo vivo do que afirmamos: de 
sinformados quontu no prazo esrnbclec1do pelo 
Instituto, , re'elia <la lei, jul~am·se a,:o_rn, co!n 
inteira razão, prejudicados nos seus legitimo in 
1er<es5<'S. Urge que o ~linislro N:iscnncnto e Sal 
vn determine a rcvisiio d .. sse nco, recomcnr.lnndo 
que o Instituto acional <la Pre,idcncin Socilli 
considere ns côntribuiçüc~ enquadradas pelo• C_?_n 
1ribui11tes np6s o ad,·cnto tio Decreto no 72. 1 li 
de 6 de selembro r.lc 1973, sem prazo <le opção. 
~erit1 nté possivr.l atendt'r n cs!õa rcivio• 
dicaç,lo ,los empregadorc• me,mo fixando-se um 
prazo minimo de op,;ào de doze meses após n 
vigência do Regulamento ou o est.:ibeleciwento 
<le<'pruzo de opção n vencer • pois n lei uiio tem 
efeito retroativo • precedir.lo de ampla publicid11 
de pelo Pais, poro que n finolidade da lei não e 
jn burln,ln. com endentc n::ravo no interesse I!º 
vernomental. que procura t11mbem amparar o s 
empregadores, até agora jungidos npenas no seu& 
deveres e tão esquecidos noe !eus direitos. 
Em o que tinha n dizer. 
"GS,SPR,, 
ASSEMBLEIA 
GEHAL 
{Convocação) 
A dir<•l1
1ria do 
GSSPH. conoca seu 
quadro 110C'lll p1tra 
uma assembléia ge­ 
ro I u realizar-se dia 
12 de setembro . e:: 
1!J7G, com n i;egurnlf' 
ord('lll elo dia.: 
DlH<'UIH' !1 o e ''º 
tnçüo ctc 11ovus eweu 
das nos l·stntulos do 
clube. 
O b 11.: 
A All"C!Dlblfü 
6
erú aberta polo pre 
sldeutc d:i ontldnde, 
em ti! cbnm11d11. àll 
08.00 hs com z,. pre 
r;ençu minlmn da 
metade de seu qur. 
dro ooclul; Em 
9 
A 
cbnrondn às 08.15 b 
com u presença rufai 
ma de 1/3 de eeas 
sócios; E, Iinalmentt, 
em 31' e últ11011. cba 
mada, às 08.30 bB 
com qualquer númc 
ro de sócios presen 
ces. Pelo compareci 
mento agrudgc11: 
A Diretorlll 
Preço destt 
Exemplar 
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