5EMANARIO 
INDEPENDE TE 
fundador e 
Diretor 
Responsável 
Jvoldo Pereira 
•·O V rdod Ir 
Jornal n!io •• 
limita a for 
mor, ó oplnafl 
vo também' 
[Herbert Mosos] 
9212 )14 
Mato Grosso 
'' ±'O! t	o 226 ela Vista 12 de Setembro de 1976-- 8 Páginas 
Reportagem Jota Jota 
Comemorou-e condignamente, o dia da 
Putrin cm Bela Vista. 
A inclernoncin do tempo fez com que Í08• 
se alterado o progruma clahorndo para ns fcsth•idu. 
dcs. Chuvas intcusns desde dins antes fizeram com 
que tão e realizasse o desfile esperado das Escolas 
Estaduais e Municipais, bem como elo 'indicnto Hu 
rale de outras Organizações. 
A Prefeitura lllunicipul e o 100. R.C. forw1 
os pomotores dessa comemoração que todos os anos 
lev. à Praça Alvaro Mascarenhas todo o povo desta 
riclnde para compurtilhnr dos tos de festividades 
dvi~us cm homcnugcrn no clin ela Inclcpendenciu. 
Este ano, estava programado um desfile 
maravilhoso e ern de se esperar que tudo corresse 
bena, mas o tempo revoltou-se. Céu int,•nsnmcnte 
cõr ele chumbo, de cncla intervalo, despejava sobre 
a idade a chuvn intermitente que não permitiu no 
belavistenses, desta vez, assistirem com aquele entu­ 
ismo o cnnto cio Hino ncionnl pclns escolas co• 
mo se foz todos os anos no momento np6• G haste• 
amcuto dn llnncleira 'acional, Estndunl e Municipnl 
Mesmo assim, nn horn mnrcndn, 16 esta· 
, nu o r, Dr. Huben A. Abbou: ele Castro Pinto, l'rc· 
foito l111111ícipnl. Tcn. Cel. Orlando Metsingen Cmt. 
1!0 10. H.C. e Dr. Wnher José Rodrigues Contreru 
Juiz de Direito cln Comurcn, 'ue içnrnm ns bunde­ 
uns sob o som dn marcha batida da fnnfnrrn do 10, 
~ R.<:. A tropn a pé sob o co.audo do ir. Major José 
Alves ele Olive,ru que prestnrnm a continencia ele 
catilo, bem cumo um grupo de jovens cscolnre• do 
~o grnu cio Colcgio Cnstelo llra11co que logo ap6s, 
cntonrom o Iliuo Nacional juntamente com ns auto· 
!ldndes pre ente• e o povo, que npesnr da chuvinha 
nuistente cumpriu-se, nseim mes1110, esse primeiro 
ato da festa cm homenagem oo diu do Ptrio. 
Logo cm seguido us nutoriclncles e dirigiram ao pa­ 
lanque nrmndo no lugar de costume, e a ele, chega­ 
ram pessoas gradas, pecuaristas, industriais convida­ 
dos pnrn nssi,tircm o desfile que, sob forte chuvis· 
4, não esmoreceu o entueinsmo dos pnrtit-ipantes, 
~ cum ns roupas completamente molhndns. 
eu inicio no desfile n revisto passn(!n r,clo r. Cmt. 
do 10.o R., que juntamente c/ o Sr. Dr. Prefeito Muni 
cipal, em carro aberto, percorreram os runs onde se 
achavam prosindas, aguardando.-os, a tropa do Exerci­ 
to, a representação civil e alguns mais valentes ci­ 
dados qne puderam aguentar a inclemcncia cio tempo 
Ern primeiro lugnr, passa? a1n os cbarrctci• 
1L ros. Humild~s. mns conscios cios deveres civicos, 
foram muito aplaudidos. • 
Depois, 1auclnnun o Dia cln Pntrin com entusiástica 
faixa, o numeroso grupo de taxistas da cidade que 
fizernm sonr ns buzinns dos seus carros recebendo 
explosivos aplausos. 	' 
Em terceiro lugar passram montados por 
elegantes jovens cavaleiros animais puro sangue per 
tencente ao pecuarist.a Sr. Tihiriçn Loureiro de 
Almeida, que nrr:rncou clelirnntc nplnuso cios assis­ 
tentes, peln beleza dos mesmos. demonstrando o a­ 
l:°11tdo_ goHo deste fazendci ro cm produzir em . sun 
stancia Pontal, nnimnis de alta linhagem. 
Pnrnbens ao Sr. Ti biriçn. 
Três Peças 
DELEGl100 
O Desfile 
· Tambem o popular Gonzaga e seu filho 
o incrivel Admauro fazendo demonstração do ades. 
trnmento do seu cavalo Ino ele lbern, que tombem 
é uma atração ngrnclnYel 11 tod.>s que veem ns 1uns fn 
çanhas . 
Muito bem. 
Fechou o desfile em homenngem ao dia 
da Pntrin, n pnrndn militar que foi o ponto alto do 
BELI VISTA 
••• 
A tendendo soli· 
cltaç!i.o do prefeito 
Ruben de Castro Pin­ 
to,o Diretor-Presiden 
t da SANEMAT, 
engenheiro José Lu­ 
iz Borges Garcia, en­ 
viou cópia do oficio 
onde o Presidente 
do BNH, Mouricio 
Schulman, informa 
ao Governador Gar­ 
cia Neto que, «em 
decorrencia da assi­ 
natura da Segunda. 
Alteração do Con­ 
trato de Emprostimo 
desfile, a paaem dos Esquadrões de Cavalaria do 
10.o HC, Regimento Antonio João, a galope. numa 
formação impecavel, desde a formação inicial. por 
tas bandeiras , guardas de honra das mesmas, o co­ 
mandante que abateu a espada em continencia às 
autoridades com muito garbo, até o último sol­ 
dado, que traziam um alinhamento c postura digna de 
menção, tal a disciplina, aplomb dos homens e uni 
forme incluidas luvas bracas que usavam, o notavel 
perfilamento das lanças e ainda a semelhança da pela 
em dos cavalos que faziam dessa tropa um perfeito 
retrato de corpo mteíro do glorioso Exercito Naclo 
uai. Logo up6s a cavalaria, os carro» de acompanha 
mcnto, com u, snn, urma• uutomaticu, bombardu 
e cunhõcF; como n dnr urnl dcmonstrnçào du poten 
·talidade de defesa do povo fronteiriço que sob a 
guarda do nuri,·crcle penclào da Pntria e Fuos nrmns, 
vivem na tranquilidade e paz do trabalho, na_cone 
truçào do progresFO e grandeza ela Nação Bruale1ra, 
Aseinc, este uno, o 7 de setembro teve 
condignn comemornçilo: houve intenso civismo dos 
prcEenlt'S que tiv.-ram os meios de enfrentar o. mau 
tempo e assistirem essa festa de cunho nacional 
a data mais significativa para a nossa nacionalidade 
pois é ela comemorncla em todo rincão brasileiro 
com nqueln chamo de patriotismo c grande entusias 
mo ele todos os brasileiros. 
BID/S2/SF/BR, Iir­ 
mado entre o Gover 
no Brnsileiro e o 
Bar:co lnteamericano 
de lJesenvolvlmento 
(BlU), o Banco Na­ 
cional ele Habitação 
assumiu os compro­ 
missos que correspon 
diam à Fundação 
Serviço Saúde de 
Mato Grosso, como 
exEcutora de Progra­ 
ma Global de cons­ 
trução de sistemas 
de abastecimento de 
água., financiado por 
MI.L.MIAI VEIICE: 
Uma empresa belavistense 
com sucesso Internacional 
A revista OGGI (HOJE), editada em 
Roma (Italia), e de maior circulação na 
Europa publicou um11. reportngem de 8 pá 
gioas destacando o trabalho da senhora 
Rejane Carneiro, como criadora de maiôs 
ti tangas, que vem recebendo ampla ade 
silo das mulheres européias. Realmente, a 
moda de praia brasileira alcançou grande 
sucesso Da Europa e uma das mais desta 
cadas figurinista e industrial brasileira é a 
bela vistense Rejane Carneiro. 
l1AlS OPORTUNIDADES. 
Em nossa cidade, a Sr. Rejane Car 
neiro, é pioneira na criação do bicho da 
seda e já está instalando uma indfü;tria de 
tecelagem, que dará oportunidade de mão 
<le obra para inúmeras mulheres belavis 
tenses. E a sua intenção instalar em cada 
lar, das interessadas, um cear manual que 
proporcionará renda extra sem a necessi 
dade de sair de casa. - 
PRODUÇAO 
A produção atual da "Malharia Vence 
dora jà se 6ncontra. completamente vendi 
da e os pedidos eontinuam a chegar. Lan 
amos um apelo às autoridades belavisten 
sea no sentido de apoiarem a iniciativa 
O povo belavistensP, por questão de lógi 
ca, deve agradecer à dinllmica empresá 
ria, com destaque internacional. que não 
se esquece da pequena Bela Vista e tudo 
faz ,para tornar-lo maior. 
aquele empréstimo' 
figurando nesse Es­ 
tudo cômo benefici­ 
rio o Município de 
Rela Vista. O Gover­ 
nador Garcia Neto 
já clespachou a res 
peito da matéria, en­ 
caminhando à SANE­ 
MAT, para que esta 
dentro da estratégia 
do PLANASA, tome 
as medidas necessá­ 
rlas.É Bela Vista in­ 
clulda no PLANASA. 
O çam todos 
os dias 
As 10 horas o pro- 
grama "Ernando 
Show Muslcal' En­ 
trevistas, Musicas, 
Comentarios, Noti­ 
cias e o Cantinho 
Social, "ERNANDO 
SHOW MUSICAL .. 
O programa que vo­ 
ce esperava. 
Emt■sora ZP-23 
"O Poder da Comu­ 
nicação". 
No tempo que eu lrnhnlhava. 
Nas minhas campereada, 
Só três peças eu usava. 
Cabeçada, rédea e buçal. 
Cabresto eu fazJa do cinto, 
Que servia de maneio ... 
Do Inço fiz um rosário; 
E do maneador que nrrebontou, 
Ficou um pedaço no sovador ... 
Do freio só troquei as barbelas 
A barbela de baixo era pulseira 
de uma moça ... 
A barbela de elmo, 11 carteira da 
mulher ... 
Das esporas de prata, pequeninas, 
Que ganhei do11 meu11 irmãos, 
Só sobraram us correias, 
As espora, afurla andam pendu­ 
radas pelo galpão, 
Com filhos e netos doe irmãos, 
E 011 suceseore11 dessa população 
Mas se um dia eu ver, 
Ainda conheço as esporinhas 
Do tempo da infflncla! 
Nelson Sem Familia 
Bela Vista 76 - Mt-. 
DEZ 
DIA DA IMPRENSA 
t Grande do Cormpondenle - francisco d, A. Dfnfz 
No dia 10 de setembro de 1808 foi pu 
blicado o 1º Jornal brasileiro cujo nome 
era "A Gazeta do Rio de Janeiro". As ofi 
clnas gráficas foram montadas a mando 
do Rei Dom João VI que sentiu necessida 
de de um órgão de divulgação no Brasil 
Até então, todos os panfletos que cir 
culavam em nossa Pátria, eram clandesti 
nos e considerado críminoso o seu proprie 
tário. 
Bem, dia 18 de abril foi escolhido pa 
ra ser o "Dia do Livro". Tanto este corno 
o jornal devemos ao alemão "Guttemberg'' 
que no século XV inventou os "tipos mó 
veis de imprimir". Até entü.o tudo era es 
crito com pena de pato. 
Mais tarde, em 1886, em Baltimo 
re (E.E.U.U.), surge "Octmar Merghentaler" 
inventando uma máquina chamada "liuoti 
po". Atualmente possuímos imensas máqui 
nas impressoras chamadas "Rotativas" que 
tiram diariamente l.000.000 de exemplares 
de jornais.- 
Existe aiada outro aspecto, no jornal 
que mostra o poder mental e o poder de 
penetração da imprensa publicando as 
idéias, os principioa o~ conceito■, contri 
buindo, assim, decisivamente para o bem 
e para a orientação do povo. 
"Quem compra um jornal. compra uma 
idéia" diz o provérbio que consideramos 
cerli■simo. 
Encerrando, este correspondente apre 
senta a toda a imprensa escrita, falada 
e telt,visionada, através do órgão de 
imprensa "Triboa da Fronteira" os para 
bens e votos de que a imprensa. brasilei 
ra goze cada vez mis de uma liberdade 
voltad>1. para o hem, sem prejudi.:ar o 
próximo, pregando a paz para coutruir­ 
moa o Brasil d• no11011 sonho■, 
Pede Exone.ração 
O Delegado de 
policia de B·la VIs- 
1:1, Gamnlicl .Smrnpf, 
foi OXOllllf ndo :L pe­ 
dido. Devido a Ind­ 
mero problemas 
parllcu[nro11 uãn po­ 
derá mais repon­ 
der pela Delegacia. 
Está exercendo o 
cargo, iteriumente, 
o cscrlv1io llllclo Co 
ronel Viedes, e se­ 
gundo comentários 
do povo, é de Ex­ 
tremu necessidade 
A Nomeação de um 
novo Delegado. Sa­ 
bemos que u lei E­ 
leitoral não perml­ 
t-ci nomeações 90 di 
as antes e após ue 
eleições, mas... em 
Bela Vista é De Ex 
trema Necessidade, 
repetimoy, u Noren 
çilo de Um Novo 
Delegado. Rogamos 
ao Gov. Garcia Ne­ 
to que atenda o pe 
dido do Povo Belu­ 
vistense. 
Falando em De­ 
legado, lembramos 
!JO Coronel Madeira 
Évora, Secrt:hnio de 
Segurança Pública, 
que hà pouco vixi­ 
tou nossa cidade, o 
Carater Precarlo de 
nossa Del!·gacla. O 
"iaacreditá vel" está 
Acoutecendo em Be 
la Vista: os presos 
estio sendo transfe­ 
ridos parú Ja, dlrn 
por falta de Segu 
runça da cadeia Jo 
cal. É inadmiasivel 
uma cidade de fron 
telra contar com u 
ma prisão deficien 
te e escassos poH 
clals. Providenciais ... 
Providências ... é o 
b1 ado do povo bela 
vlsteus-?. Não admiti 
remos mais sermos 
relegados a segundo 
plano; quando da 
·instalação do gc,ver 
no em nossa cidade 
inúmeras promessas 
foram feitas Em Pra 
ça Publica ... e o po 
vo prestigiou e go 
verno... agora este 
povo pede uo Go 
vernador Garcia Ne 
to: Providencias Sr. 
Governador... Urgen 
te. 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2,00

12.09 
Rela Vl■ta - ML ____________________________ , _ 
'frilmna da Fronteira 
MINIS EXPORTA f LORES 
Um dos números da revista Viso traz 
noticias detalhadas sobre nosso istomu de 
exportação de flores. Minas Gerais está 
mandando rosas naturais pura a europa. 
Aora mesmo o "Correlo Mercantil" publi 
cn Interessante matérla sobre o assunto. 
A "folha do São Paulo" traz, em edlçã0 
recente, magnifica reportagem u este res­ 
pelto, 'T'ola a matéria é de autoria de 
Heltor Frattinl, ropórter o noticiarista dos 
Diários Assoeidos Ao longo das notícias 
fica-se 1mhondo quo a BOAC adaptou uma 
etufa num do seus jatos internacionais. 
No retorno, uoronave que fazia Buenos 
Aires-São Paulo-Paris, está agora escalan­ 
do UI capital das altorosas... pura upa­ 
nhar floros brasileiras destinadas ao mer­ 
cndo do Velho Mundo. Brasil: um país tão 
jovem e já oferecendo flores! 
Na reportagem de Frattini está o fato: 
Um desses boigs, da BOAC, à altura das 
Antilhas foi fot•<.ado a desviar sua rota 
por lwensa zona de turbulência originada 
de um vendaval nos Ci.rulbas. Buscou a 
Base M!lltor da US-F no Canal do Pana­ 
má, com 98 passageiros à bordo, além de 
dez tripulantes. Ali, orientado p/" Alr Force 
Police", a aeronave pernoitou enquadrada 
entre estratojatos B-47. do ,Strutegio Air Co 
mmond", que estavam estacionados na pista 
de emergencia, cada um deles com seu car 
regumeuto de 38 ton. de bombas incen­ 
diárias. Dia seguinte o u vlllo de carreira 
alçou vôo com sua carga de enternecedo­ 
ra [ragllncla ... e cruzou o Allllnllco. 
A firma que cultiva e exporta essas 
rosas vermelhas (só vermelhas).- conseguiu 
alterar as rotas aéreas sul-americanas O 
diretor, o homem de relações públicas, 
por ocasião dos embarques de suas flores 
comparece ao Aeroporto de Paputha e 
"condecora" todos o8 membros da equipa­ 
gem com uma vistosa rosa, colocando-a 
na lapela dos casacos das aeromoças ou 
nas túnicas dos pilotos e comissários de 
bordo. Flores que estes aviadores ostentam 
orgulhosamente em Orly, na manhií seguin­ 
te. 
Frattioi escreveu-me longa curta, con­ 
tando um lance de que foi protagonista. 
O jovem repórter recebeu ermo prêmio 
por suas reportagens, um vôo a Roma 
(via Paris), num destes perfumados aviões. 
bonlessa-se • encantado com o que ve 
aonde o levaram seus méritos de redator 
lluente e culto. Mas voltou apaixo0t1do 
por uma escocesa - Miss ROSE. Diz que é 
uma loira espetacular (taradinho, heln?). 
De Viracopos até Roma, ROE, sento ae­ 
romoça, foi além de suas obrigações pa­ 
ra com o Jornalista. Em Roma, passeio 
na Via Venetto; Em Pat·is, voltus à mar­ 
gem do Sena; Em Londres, visittl a We1-t­ 
mln~ter. Na ida, na rota Belo Horizonte­ 
Paris (conta-me Frattinl) RO: E dormia em 
seu ombro - pols sentara a seu lado. de 
madrugada. cansada da longa noite sobre 
0 0cemno. Quu lo o sol brilhou por entro 
as nuvens, com a aeronave serena, a IO 
ve mil e tantos metros de altura, nu'Id 
velocidade de quase mil por hora, ROSE 
levantando-se, observou o céu de ouro. 
Paru lsRO, drbruçou-se sobre o repórter 
apaixonado (a ros que trazia, ou melhor, 
conduzia na lapela qu'l.se toca a cabeça 
de Frullini). Diz ele que os ralos de sol 
entravam pela junela e alagavam de ela· 
ridade o Interior do jato. Para encurtar 
a conversa, Heitor Fruttini, não sendo poe 
ta nem nada, pede-mo em sua carta, que 
escreva umas glosas. E manda o mote: 
Flor de Carne que Transporta Uma Outra 
Flor na Lapela. 
O dtsllnlo estú apaixonado mesmo. 
Enquanto Minas continua exportando flores, 
elo sendo bobo e eu porta-voz dos outros 
envlel,lhe pelo correio as glosas, que são 
estas. 
"VI uma Rosâ sorrindo. 
Conduzindo outra no colo; 
A oez mil metros do solo, 
Jamais vi quadro mais llnro. 
Quando o sol la surgindo, 
Rosa olhou pela janela, 
Tinha a 11mplldão como tela; 
Desta natureza morta. 
Flor de Carne que Transporta 
Uma Outra na Lapela. 
Deus formou, no mesmo mês. 
Duas Rosas, e as beijou, 
E o Destino, assim, juntou 
Essas flores que Deus fez. 
Seja um exemplo talvez. 
Cada qual a mais singelo, 
Perfumada, airosa e bela 
Uma viva e outra morta: 
Flor de Carne que Transporta 
Uma Outra Flor na Lapela. 
Altevir Alencar 
RELOJOARIA SERIO 
de AntoniÕ R. B. llelo 
Consertos do· rcloglos em geral . 
Relogios de ponto - perimctro - olimctro 
Velocímetro Colunas 
"8Íictencia e responsabilidade a serviço do cliente" 
Rua Marechal Rondon - 513 - Jardim Mt 
l-- Respeitar o ser humano e crer 
as suas possibilidades que são imensas 
11 
H _ Confiar no grupo, mais do que 
em si mesmo. 
III- Evitar criticas eu público, a qual- 
quer pessoa, procurando sempre elogiar, 
diante do grupo, os aspectos positivos de 
cuda um. 
IV Estar sempre dando exemplo, em 
vez de ficar criticando todo o tempo. 
V Evi'ar dar ordens, procurando u co- 
operação de cada um. 
VI - Dar a cada um o seu lugar, levan- 
do em consideração 011 seus gol!to!> lntere• 
ses e aptidões pessoals. 
VII Evitar tomar, mesmo de maneira 
provisória, a lnicintlva de uma responsabi­ 
lidade que pertença a outrem, pensando que 
faria melhor; no caso de pessoas que lhe são 
subordinadas, evitar "paesllr por cima» delas. 
VIII Consultar os membros do grupo 
antes de tomar uma resolução importante 
que envolva interesses comuns. 
IX Antes de agir, explicar, aos mem­ 
bros do grupo o que vi,.l fazer e porquê. 
X - Evitar tomar parte nas discussões 
quando presidir uma reunião; guardar neu­ 
tralidade absoluta, fazendo registrar, Iro par· 
clalmente, as decisões do grupo 
Dr. Pedro Jo é Palmieri 
Advocacia Agrária 
RatUicaçito Tituos Terra Faixa Fronteira 
Rua 15 de Novembro, 160 
Bela Vista Mato Grosso 
1 
1· 
1 
@s fez malarenlas do liler 
Para Vereada 
voe em 
Vilar Vieira 
M. D. 8. 
BELA VíSTA 
BRASIL 
Este é um 
País que vai 
pra frente 
Para Vereador vote em 
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M. D. B. 
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Cr$ 200 
Nelson Ramão V. da Silva 
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1.- Crs 1.000,0O 
2.-Una cosina a gas (4 hornallas; 
3.-Una bicicleta monareta 
4.-Una vaca 
5.-Una faz de Cristo 
6.-Un poncho de Iana para dama 
7.-Un juego de Té (18 piezas) 
8.-Una colcha de croché 
9.-Un whisky 
10.-Un rosario gigante 
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{ Jll!l l''IÍ:, l OU . ,• l.11 OU ~-,• llil) Í:t.'. 
Quando resolvemes azer uma co a 
essa resolução deve sr total, bsoluta 
Devemos tonar usa decisão de corpo e de 
alma e o iicizrmnsum em prenwulim·nto de 
 l'lll ,:; [zê-lo e m eattsl s 110. villl' iJ]l"F, ('Ili 
p0!ud os pelo ieal de at gur aquele cures 
Queret ' poder. e realmente quier 
mo tini certa meta, se nos dedicar1nos 
com o máximo t•n1pt'nho ilqul'ln t 11 (•ta, tt·­ 
remos já uma hoa probuhilid:ulc d~ êxito 
lJru pensamento positivo, continuado, firme, 
resoluto, estabelece ta 111Putn uma ron,:l· 
ÇlÍO IJ{iµfcfl que 1108 (Ul'lllllll Cl,iJflZC'r-. dt• 1111 
trab,tlho efirente, 
O entur;lasmo é fator cei,;cncíul quo in­ 
flui dccb-lvarneute u:1 forrnaçiio tJ:lll hous 
circunstanciws para se desenvolver um em­ 
preendime11to. 
E if'fiO é válido uno 1-16 para a rrnllzrt('fio 
de um grande negócio, para a lnstaluçfio 
de uma vultuosa cmprc:;ia, lllaR lamhctu 
para toda e qu:dquer utlvldadc q11P ro tc­ 
nlrn do desempenhar. 
O otimls11111 deve r tOn.tca prlnclpnl 
d nos mnueir de pensr o de pir, no­ 
Is é ele um fator pr!UIJl'dlal u null favore­ 
cer us possíbllidudes de 1:011cretiztação dou 
nossos ideias. 
O pessimismo, bem ao contrário, (:, 
extren.arueate muléflco, condicionando a 
me:talidade da pessoa a um sistema de 
vida apátic , retraido, dornllo, fadado uu 
[rcesso. 
Tudo o que se r,1z M'gui,Jumen(c, 
repetidamente, sempre, vicia. Então aque 
hs que fazem idéia pessimistn ele tudo d 
quirfm o pé!:!i-lmo vicio dr• pessimismo, 
CJU<' é extremamente preju,liclal. 
Se tivermos to!o o cul<larlo paru 
t:vllarrnos ns atitudes e os pe:rnameutoq 
pPHllmistas; i::e fizerrnoi- todo o empenho 
pura lerrnni; idéia<1 posilivas. de fé, de cou 
fiança, de que haverá êxito, sucesst>, vi­ 
tóri; se formos sempre otimistas, então 
adquíriremoR o hábito benéfi..:o do otimis­ 
mo. e, c<>r11,equentem.-nte, 11-remos muito 
mais possibi[iuades de alcttnçai-moil oi! 
ideias almejados. 
E isto é sumamente lmportunte 
para os jovPas, que tem llS suas mento­ 
lidades om formação, que P-Stão moldando 
seus coi;tuml:!s, ai. sua Munelra de viver. 
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Mato Grosso

'D, 
o o $$ ãkE 
&# 	Órgão do Rotarl Club de Bela Vi-ta 
Número 1 Bela Vista. Agosto de 1076 	ANO 1 
" IV RIO II R0III, (V RI" 
Roberto A. Manchester 
Presidente <lo RI - 1976177 
Reunião às Sexta-feiras 
o Restaurante do Gaúcho 
lvoldo - Roberval - Pedro - Bazzono 	Á 19 ~o 1 
'.	d'- 
0 
Fundado a '2.0/8177:> 
Comissilo do 8olcti111 
H! RIII II SI! IS!' 
Luiz Manoel da Cruz Valente - 
Governador do Distrilo -151 
.;;._~---- 
PreHldente - 
Joacyr Marques Moreira 
!llcus caros Companheiros: 
11 lu111 pelo ,,ido, peln 
própria subsisti'neia, n desigunldndc 
fere, humilhn, revolu,. O desequilibrio 
•ociol reveate•se o mais das vezes de 
iujustiç.us griLnntes. O inconformis~o 
pera agressividade e a paz em oce 
dade tornn• e nma utopa. A proprrn 
bagagem genética niio permite seres 
humanos idênticos e cus comporta 
mentas são os mais diversos e <li 
vcrgcntcs 
Tnl cm n imn"elll dn humanida 
de no tempo de Pn"ut llorris, 9-uc niio 
.parcct" . diferir muito dos d10s cm 
que vivemos. 
Mas afinal o que nlmej11mos? Vi 
ver em paz não é tudo o que qaete 
mos? E essa paz hú de ser pnmnrill 
mente coletiva? Ou deverá ser uma 
consequência da paz de cada um? 
Em meio nc.• controvcrtid,, mun 
do em que vivemos, uma opção nos 
resta· ,iver cm paz com a própria 
consciência. El11 não se trai, nós o 
sabemos. Façamos dessa paz interior 
a nossa defesa inexpugnável contra 
a insidiosa caminl.indu do homedl pn 
ro o auto extcrmlnio. O sacrifício se 
rá grande, abdicaremos do materialis 
mo extremado que acaba por nos 
conduzir à ruia, teremos que noe 
resignar com os revezes, haveremo 
de silenciar anrc n calúma, mos con 
seguiremos na puz do cousciêncio a 
felicidade que tonto buscaruos. O ho 
• mem em sociedade F6 scrí, feliz 
quando individualmente estiver tr,111 
quilo. Alegre por ervir, uf6rico pelo 
dever ..:urnprido, c:rnhnntc por ser 
compreendido e poder compreender, 
tranquilo por haver aprendido a to 
lcrnr, orgulhoso por poder dor de si, 
ulrruisrn pelo pobrczn de e•plrito que 
adquiriu, vitorioso por haver conquis 
todo a confiança, esse é o retrato do 
cidadão feliz, do homem cm pnz. 
Donde concluimos, somos uns previ 
lcg.iados ... Pertencemos o uma Orgn 
niZDçiio lnternocion:il, 11ue se preocu 
pn cm incutir-nos todas essas sub li 
mes virtudes. Induzindo il propnga 
çào dessa paz interior no nosrn Ferne 
lhante, independente de quaisquer 
fatores que possam nos di erenciar, 
estratifica o Hotary no Compunbeiri• 
mo, o s6ljdo sust,:ntáculo du Compre 
cmfio Muudi11l. 
Agarremo-nos à Rod11 Dentada, 
que em meio ao desalento, à dcsu 
niào, il deslealdudr., atributos da o 
cic,lllde desregrada, nos inspira ao 
labor honesto, ao {amor pelo nosso 
irmão, il lisura nos nosso neg6tios. 
Reforcemos nossas fileiras, eom tan 
tos rotarianos que foro dos nossos 
Clubes )6 o c&tilo por negligencio 
nossa. 
Se temos fé no que pregamos, 
S<'Jamos nutcnt1co,, •l•nçamo, Ho 
tary em nossas casas», dando um 
exemplo dignificantt- ,lquclcs parn 
quem somos seus idolos: nossos fi 
lhos, nossos ro1'1rianos do !uturo. 
lodo Ro!ariano deve !ornar-se um ~n­ 
me telinto a triar tas reli.s (i­ 
blicas para o Rolary. 
Prcsidenrc - Joacyr Marques 
Moreira 	• 
Vee Presidente - Eduardo 
Justo Ocariz 
l.o ecretnrio • Clovis llur­ 
ct:.lino de Oliveira 
2.o ecretario - Genil As­ 
sis 
l.o Tesoureiro - Ilortcncio 
Ron Escobar 
'.?.o Tesoureiro • Evila.io 
·uncz de Miranda 
Diretor de Protocolo. 'es­ 
tor Alcidcs Almada 
Dirrlor 1em Paata - Pdro PD.ltnie.rí 
CiOVERNADOR DO ROTARY VISITA BELA VISTA 
Luiz Manoel da Cruz Valente (Distrito 451)

ato Gross 
.e 
NA LUTA 
Nào .-mrnreçt1~ 1111 lula que ,>" 
• ·e Q11nnto mn1or elu lor, u1a1ur 
unpo . 
o mérito de quem venere 
Deus temi meios de nos colocar 
nas mãos a dádiva de que se necet 
ln. Aquilo que e dá uno é pcrdulo. 
É bem multiplicndo. Nào esqueças 
a lição. 	• 
O trabalho de Jesus_evge 
renúncia, abnegação, pacene1a, 
e.'Cemploo. . 
Nuo te jul::ns capu,·11ndo P"r:" 
0 
tarefa? Também aqueles quc partilha 
ram da Escola de Jesus nada sabiam 
nem po1lin111. , (é, porém, supru 
lhe as deficiências. E que prodigiosa 
messe de amor o mundo viu! 
Re,•este-te de lrnmildnde, de se 
rena cnlma, porque para Deus nada é 
impoosi'el. 
A IJrcía é sempre n mesmn. cm 
qualquer parte que_» providência no 
coloque nmnr, servir em s1lcnc10, e. 
pnlhnr, l'ºr toda porte, as I uze A do 
Evangelho. 
1,1ucres o trohnho ediílcnnle do 
inhn. O enhor não gosto de ver 
homens válidos ociosos na praça, e. a 
todo■contrntn pnrn o een·1ço, que nao 
tem fim. 
Houve n ecmenduro, farlll scmc 
ndurn. Agorn é boro da colheita: reu 
nir, cm feixes luminosos. o tngo lou 
ro do nmor de Deus. 
Levo n outros coraçõ~• n palnTT:1· 
de ternurn e compreensilo, de eoten 
dimento e estimulo, e n nlegrin de ser 
correspondido. Todos necessit:im de 
npoio. 
'n Seara tilo grande hú, mercê 
de Deus, mais um lrubnlhndor de boa 
vontade! 
Rotary começou em 1905 
com um pequeno grupo de in­ 
dividuos empenhados a pôr 
em pratica o Ideal de com- 
panheirismo e cooperação nos 
negócios 
Paul Harrls, o fundador 
de Rotary, deu inicio.ªº pro­ 
cesso de st?leciouar hderes e~ 
tre os vários homens de nego 
frequêflcia do mes de Julho 
01Y 
cíos e profo;siouali!. tle u1m 
certa ú.re.1, pura "crcm sóf:i•,Q 
de um Rotary Ciub. Este sise 
mu de classi'ncação tem p:'­ 
vario ser uma força vital u:.1 
orgunizuçiio rotúrln, proporclo 
naudo uma rnil'!ade da pontos 
de vista tanto uo,- clube!:!. Cl'.I· 
mo no Rotary In ter natiouul. 
Em 1911, durante a segua 
da convenção dos dezese's 
clubes então existentes, reali­ 
zarta em Portlund, Orego11, E • 
U.A., Arthur Sheldon. um %! 
riano de Chicago, disse. d 
ciência do negócio é a ,,,~!!· 
1 
cia de servir". "Mis se leu 
ficia Quem Melhor Serve· % 
Sl)D
• 
0 
priml'iro conce1to !.e 
' 	ó • " tr' 0 
"coor.emção em ui•g Cl'l ~-- 
formou-se em um c:onceltoma; 
amplo de servir a ou(%% 
Desenvolveram-se uiu • 
tarde duas outras etaP%; 
Uma foi o lema udicior 
"Dar de Si Antes de Peo~ar v 
em Si''. A outra foi a aceita: 111, 
ção de um objeti"vo de Rotai') 
uma só palavra: SERVIR, coro ,·e 
quatro avenidas de serviço. ~f,
1 
Os processoR aumeotBra~ 
0 
bastante durante os anos 
6
ui 
· seqüentes. mas Pstes conce ~ 
tos ainda p~rmanecem con: ( 
estrutura básica de nossa 09 
Com 100% 
Alberto Salamee, Clovis 
Marcelino de Oliveira, Horten­ 
~lo Roa Escobar, Evllásio Mi­ 
randa, Genil Assis, Joa<.>yr 
Marquei! Moreira, Nestor Alcl­ 
des Almada Noedi Leite La­ 
rangeira, Pedro José Palmieri 
e Roberval Borges. 
Com 75 % 
Gilberto Alves Correa, Ci­ 
ro Benhur Torres Gallo, lval- • 
do Pereira e Sidney Monteiro 
Mascarenhas. 
Com 50% 
Antonio E. Bazzano, Car­ 
los Edy Medeiros, Bduardo O­ 
cariz, Anastaclo Ramirez, José 
Garibaldl R. Neto. Luiz Alber­ 
to Boccia. Alvaro M. Masca­ 
reebas e Wladimir Padilba. 
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Hnmircz Coro11cl, ,nt•lnÍn E,1cha111 
Bnzzuno, Carlos füly Sá de ,h-clriros, 
Ciro Bcnhnr Torrt·s Galo, C),wi• 
ilnrcclino de ülh dru. E,I unnlo Jus 
to Ocnriz ,juln, Evilazio unes de 
;lirnncln, G·nil Ais, Gilberto ,)vc, 
<.:urrcn, llortcncio Hon E,cohar, 
hul,lo l't'rcirul Joacir ~lnrqn!'s ;lon·i 
rn, Josc Gnri mlilc ,ln Horn 'ctn. 
Lui• Alberto Boccin Nestor Alri<lc• 
Altnn<ln, ne,li Lc-i1c Lnrnnµt•irn, Pt· 
clrn Jo;c l'nlmicri, Hohcnnl Bor,:c, 
Sidney ~lnnu·iro lo,rnr,•nhn,, ' ladc­ 
mir ~1urtin~ Pnclilhn. 
o GOVERHfiOOR ... 
O Cumpanht"iru 'nlcnte é natu• 
mi ,te E.turil ,·111 l'urtn::al. on<ll' 1111•· 
ccu c·m 25 de gosto de 19:l2. E hru­ 
>ilt•iro por op,;ün ,Ir nncionolicln<lr. 
filho de ,lamu·l iluria Humo, 
'ulente t• ,1,. Dno. Epnninn da Cruz 
 nlc111c. Sua infnncia foi , i, idn 1111 
,·icl111lr ele 'i1nrin (ES) onde Fru pni 
rra , il'c l'ttnf.u1 clr Porluµ:al. 
Fur111ndn r111 1111·,lirinn pdn fucdcla­ 
de '111·ic•nol ,lt- Jl,·clicina ,I.· l'ruin 
 rrn1clh11 (10) t 111 1952/)Ç57. J-i~• u 
rt•siclcnciu t' ::011:-uhorio ern J'rnnpo• 
lis (Sl') 1·111 1%9. Foi ilire1or ~ociul r 
pr.,,i,lcnlt• cio con,dho Dclihcrnti, o 
,ln Cluht· l',·11011tilt't1>C e foi <lirrtor 
t.·linien. por dnni-- ,czc:-- e Yic-e prt)t'• 
clor <ln lrnan11tlad,· ,ln Snnta Casa de 
Misericordia de Penapolis. Ingre-ou 
em Itary en 0 de março de 960 
110 Hotary Cluh ,I,• 1',·1111poli, oncl,· 
ocupou quse tolos os cargos do C<Hl 
elho diretor rndo presidente em 
(,J/65 t· 69/70, )Hthliwn tr.,halho• 
uprt .. !-c·ntacfu .. t•rn ,:ui._l.;- ,,-1;rrnhlt'ia ... 
í' co11frrt·ncia di,-tr:tnil". Elrito Go,t'r 
na<lor í11dit·11tfo na 1·onfi-rrnci11 ,J., 
Cuiab em 1975 e eleito Governador 
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- 	C?-. ~-- ..... -~___,__,_~ _...;.~.:.~..._ ....... _ 
-, 
Clovis 
Marcelino de Oliveir,;x 
Co;uerciante - utual Secretádo cio 
Rotary Club de Bela Vista 
Pedro José Palmieri 
Advogado - ex-Presidente do Rotary 
Club de Hela Vista 
atualmente pe1·lencf11le H Comissão 
do Boletim

Bela Vista. Mato Grosso 	Agosto 7G 0 CompUr. 
€C8 9 »9EN 
E.5 #1T 
Por volta de 18•1G. Gabriel 
Pnssos 80 estabelece com n. 
familia' nas férteis regiões do 
Palavras do Presidente 
o Rotary Club de Bela 
Vista, lança nesta oportunida­ 
de o primeiro núrnero de seu 
Boletim Informativo. E' um em­ 
preendimento que vem de en­ 
contro às 11spiroções de todos 
os rotarianos integrantes des­ 
te Clube de Serviços. 
Este boletim rotário sel'lí 
um valio50 veículo de cocnuni­ 
cação, relacionamento e inte­ 
grcação, não só entre os com­ 
panheiros de clube mas, tam­ 
bem, com todos os con.panhei 
ros de outro clubes e comu­ 
nidades onde ele possa chegar. 
"O Companheiro", nome 
deste Boletim. serA nosso en­ 
viado especial pura levar a 
mensagem de boa vontade, 
nmizade e companheirismo a 
todos rotariano ou não, que 
nos derem a honra e sua lei 
tura. Se este modesto boletim 
servir como um meio de indu­ 
zir O: boa vontade, proporcio­ 
nar novas amizades e propa­ 
gar o companheirismo, estará 
então cumprindo seus objeti­ 
vos; estará {cumprindo os ob­ 
jetivos de nosso clube e cio 
Rotury fnternacional. . 
Parabeniumc,s a Com1s­ 
sií.o de Boletim pelo lançamen 
to de '.'O COMPANHEIRO"· e 
rntiflcamos nossa .-::ouriança 
no sucesso deste empreendi 
mento. 
rio Apa. Vindo a falecer em 
1848, sua mulher contraiu núp­ 
ciai' com José Francisco Lo­ 
pe, "O Guia Lopes,', que vi­ 
ria a conquistai· um lugar de 
relevo na história pátria. 
Em 1872, acampou no lu­ 
gar onde se encontra atual­ 
mente o Quartel du Força Pú­ 
blica Estadual, uua comissão 
demarcadora de limites, che­ 
fada pelo Coronel Ruiino E­ 
neas Gustavo Galvão, depois 
Barão. de Maracujú. 
O acampamento veio a 
chamar-se Bela Vista, surgin­ 
do daí 1) nome da atual cida­ 
de de Bela Vista 
O distrito de Bela Vista, 
oo Município de Nioaque, foi 
criado em 10 de abril ele 1900. 
1 3 de outubro de 1908, foi 
criando o Município e elevadu 
a povoação a categoria de vi 
la. Recebeu foros de cidade 
por efeito da lei Estadual nº 
772, de 16 de julho de 1918. 
Em 1943, passou a fazer parte 
cio Território Federal de Pon­ 
ta Po1·ã, reincorporando-se ao 
Estado de Mato Grosso em 
18 ele setembro de 1946, quan-o 
do foi extinto o referido Ter­ 
rilório. Em 1948, conta com 
três distritos: o dn sede, Ca­ 
racol e Jardim. Em 1958, foi- 
lhe acrecido o de Campestre. 
Perdeu o distrito de Jardim e 
Caracol em 1953: Campestre, 
hoje Antonio João em 1964. 
Atualmente Bela Vista é 
constituida apenas pelo Distri­ 
to Sede. 
A Lei nº. 5449 de 4 de Ju 
nho de 1968 considerou o Mu­ 
nicipio de interesse da Segu­ 
rança Nacional. 
(Cont. no próximo número) 
Relação dos Sócios Fundadores do 
Rotary CIuh de Bela Vista 
Alvaro Mascarenhas, Hum­ 
berto da ilva Menezes, João 
Antonio, José Maria Capo­ 
Mssi, Olympio Guaracy Esco­ 
bar, Rafael Boccia, Sebastuae 
Crispim d') Rego, André Mul­ 
ler, Antonio_ _Mária N. Rondá, 
Athauaz10 ilello, !:',eoclecianu 
de Vasconcelos, Epaminondas 
Escobar, Guilherme Oeariz, j,, 
cinto Miranda. José de j' 
mar Soares, ario da Costa 
Marques, OIimpio Pedra, Ruhe 
Alberto A. de Castt·o' Pinto 
Thomaz_Vieira. Valdo da sií' 
veira Vergão e Walter Esco 
bar 1 unes. 
Data da Fundação: 2.3/07 /51 
• Clube Padrinho: Rotary CJub 
de Campo Grande. 
Essa é boa 
Veredictum Héu conde- 
nado a 30 anos de reclusão! 
O réu dá uma gargalhada, •: 
Porque o senhor está 
rindo? indaga o Juiz. 
É que eu queria ver a caril 
do médico ao conhecer a seu· 
tença, pois me garantiu que 
tenho 2 anos de vida.

() 	O U'ompa nhelro 
-··-·---~•. --~ ... 
:::- 
O que 
serviços 
:lato GrMw, 
significa 
internos? 
) 
"[ o que lens aj'.rnla1o pm quem scráí" jesus. [lucas, 12:20] 
1 
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F.111 ludu, o~ ngrupumcnlos hu 
mauu~. pnlpi111 n prcncupnçào de "º 
hr. O' espirito dé lucro alcança às 
"!orc5 mn,s singelos. Meninos, mnl 
tidos da primeira infância, mostram­ 
u inlereê!-nt.lott .:m nntontoor cgoisti 
t'tl111rn1u nl~urnn coirn. A n111ulidado 
cota com mães numerosas que aban 
tlonum seu lnr a desconhecidos. dura 
quitas horas do dia, a fim de ex 
l&hirmorc ... 11 u rninu lucrutivn. e 
entido, u maioria dns crioturne 
tnverte a marcha evolutiva em cor 
ndu 1nquie1nnte. • 
Por lrús do sepulcro, ponlo de 
hrezada de todos os que ,airnm do 
no, a ,·crdude nnnardn o homem e 
Interroga: 
- Que rrom:cste? 
O infeliz responderá que reuniu 
ntagens materiais, que se esforçou 
por ~t'>JUrar n posição tranquila de si 
esmo e dos cus. 	. 
,,~'aminda, porém, a bagagem. 
t6 . •~ se, quase sempre, que os v1 
,""ão derrotas fragorosas. ião cons 
"7 lores ás is, er trazem 
'' 
0 
do, bens clcrnos • 
Atingida •cmclhom~ cqm,çào, o 
inajor olha para trás e ente frio. 
Prende-se de maneira inexplicável, 
uos resultados de tudo o que umon 
toou no Crosta cln Terra. A cousciên 
cin inquietante enche-se de nuvens e 
o voz do Evangelho soa-lhe os ouvi 
dos: Pobre dc ti, porque teus lucros 
fornm perda. dcsustrosnF! •E o que 
tens ajuntado para quem será·! 
ELAN EL 
- 
MIE# EIS$AO E 
g oTgRY 
Sou sócio do ltolnry porque re 
presento o minha profissão. Coru n 
minha profissão, eu trago para o Ho 
Ulr)' uma melhor comprecmilo dos 
serviços que posso prestar através da 
iuesmo. Levarei do Rolllry porn m1• 
nha profissão a influência vivo dos 
clc,·ados ideais de servir. 
uo 
Q:P ' 
:--.., 	_ 
Serviços Internos é aqulio 
que o roturillno faz para ajudar 
o seu clube funcionar com su­ 
cessú. Entre eles estão incluí­ 
das 11R frequéncln:1 regulares às 
reuniõel!, participação do com­ 
panheirismo e programas do 
clube, servir em suas comissões 
P. representar o clube em atlvi­ 
dadeR não relacionadas com 
eles, Informando e. não rota­ 
rianos, falando em outros Ro­ 
tary Clubs, participando em 
reuniõAs interclubes, 11ssem 
bléios distritais, conferências e 
foros sobre liderança e na or­ 
gonizacão de novos clubes. 
A imagem do Rotary 
em noss; comunidade 
O, nà<'•rot.acinnos nào lêem ª" 
publicntõeõ rotárias; eles interpretam 
Hotary pelo mnneim como vhem os 
rotarianos nus comnnidacles. 
- 
· Leia e Assine 
TRIBO a OI FRONIEI 
10 N 1-L - o - 
llct Duque de Caxias,_ s/n 
Bela Vista 
1 
l 
l - 
M4., 
I

t zuAye ! l2e 
Como a Pomba 
n m m 
A. P. S 
- 
INFORMACAO 
li 
1- Quantos somos? • Em 1° de 
junho de 1976, havia I_G.823 
Rotary Clubs e apt oximada­ 
menle 791.500 rotariano!! em 
151 paises e regiões geografi­ 
cas. Apnrtil' de !º rl~ julho de 
Hl75, foru rn a drultido~ 330 no• 
vos clubes em 47 pulses. • 
2- Presidente pede aos clubes 
que ncentuem Fundamentos 
obert A. iIunchester II, Presi­ 
dente ao Rotar Iterational 
pura 197G/77 e sócio do Rotury 
Club de YOUNGSTOWN, OHIO, 
U.S.A., pede aos rotarianos 
para acentuarem dois funda­ 
mentos: Companheirismo e éti­ 
ca Comerciul e Profissional. 
este nosso mundo cada vez 
mais cornplicndo c rnfisticudo, vamos 
deixnndo para trá. un,n virtud,· prc-­ 
ciosa, a da simplicidade. IIá um con• 
selho nos evangelhos que reza: sede 
,impleo corno a pomba ... • 
estes tempos de guerra, a por 
ba tem sido consagrada como o ím­ 
bolo da pz e lutado desesperada­ 
mente contra os falcões. Antigamen­ 
te os homens atribuíam propriedade. 
marnvilhosus :s pomba•, não sem 
funtn,in, e vinm nela símbolos que 
era prr.ciso decifrar. A J>0ml>:1 nilo 
tem fel, pensavam eles, era, portanto 
uma liçiio para os rnncorosos. Elu 
mergulha na água para fugir ao uhu­ 
tre, oferecendo-nos assim um mode­ 
lo da virtude da prud.;nda. O seu 
canto é um gemido que nos prega o 
arrependimento.. . Mas parece que 
já estamo, complicamlo pnra falur da 
•Ímplicidacle, como aqueles orudores 
que explicn111 longamente que o seu 
discurso será breve, Deixemos os ar­ 
rulho• e mergulhos e fiquemos neste 
pensamento lmnl e direto: ·sede sim 
pies como n pomh!l•. Falemos um ao 
outro coI110 !-01110s, sen1 cerimônia. 
sem manobras e artifícios. ·Seja o 
nosso falar sim, im; não, não>. 
iilo procuremo• elevar-nos IIOd 
nosso, próprios olhos e no de ou­ 
trem. Q pr<!ciso suprimir todo aquilo 
11ue é po,liço, mesmo nos nossos de- 
''Primeiro ternos que saber 
o que é Rotary ele afirma" e 
dl'pois levantarmos nossas 
mangas e fazer algo por els". 
O que define realmente 
Rotary, crt) ele, é servir. 
Acentuando o significado 
dos serviços profissionais, o 
Presidente Manchester disse. 
Se o individuo não presta ser­ 
vico em seu negócio ou profis­ 
são, ele nio será bem sucedi­ 
do em outras avenidas de ser­ 
Yiço. É tla Avenid1:1. dos St-rvi­ 
ços profissionais que Iluem to. 
t!as as outras aveni jas, afirmou 
ele. 
O Presidente :1aochester 
frisa também as importancias 
da resolução da convençlío 
(43-14), que declara que o Ro­ 
tary e~pera que lodo o rotari­ 
ano se]a um membro fiel de sua 
região, que exemplfüque pessoal­ 
mente as normRs de 1-ua reli­ 
gião e que seja cidadão leal e 
servidor de seu próprio país. 
Muitas siio _as palavras u­ 
sadas para descrever o cará­ 
ter. cs Ideais e objetivos do 
Rotary Internatioal, mas há 
sómente uma pah:vra que dei,,­ 
creve realmente o Rotary In­ 
terna l!onal. Essa palavrtt é 
"gente". Progrema, slogan, co­ 
mtssuo, conselho diretor, orga­ 
nlz::. çao sao palavr3s vazias 
sem o elemento humano. Foi 
css~ elemento que preencheu 
a vida de Paul H'!rris e é ele 
que conserva vivo o seu sonho 
. Rotary é gente... pesso~~ 
a1udttndo pessoas ... um circulo 
formado de pessoas imbuídas 
sejos, O que, muitas vezes, traga u 
nossa virtude, e n consciência uílexa 
que dela tomamos, 'omos como a­ 
queles nadadores tão ocupados em 
controlur o~ próprios rnovimento8 
que acabam por ir a pique Já não 
acreditamos na epontaneidane. Ela 
nos parecr. uma forma de selvageria, 
enda que é uma perfeição, pois, é 
simples e em retoque. 
. simplicidade p:irece-nos um 
pouco ingênua. e chamamos aos idio 
tas imples de espirito. Alarga;os 
além du medida a joua de nossos 
desprezos. Acreditamos que ntilados 
são os que muito refletem, que bara 
lham as suas frases e discutem os 
eus pensamentos e os dos outros. 
Mas a reflexão leva a uma visiio aim. 
pies do mundo, do homem e das coi 
sa, é uma reflexão abortiva. O amor 
essência de tndo. é simples. Ele abo 
le tudo, 011 unte,, absorve tudo. O 
universo todo pende de um •Eu le 
amo•, Ele dispensa verificações, des 
file de testemunhas, organização de 
•dossiês•. etc. E, porqne o amor é 
simples n pomba entra no seu voca­ 
bulário. Oue em tudo tenhamos a 
simplicidaélc da pomba. Afinal não é 
cxatament.e esse o desafio do ano ro­ 
lário: • Henovemos o espírito de Ro 
tary com dinamismo e SLMPLICI­ 
DADE •. 
fT 
-do nobre desejo de formar um 
mundo melhor, de paz e tran­ 
quilidade. 
(Extraído de Hotary na Airica 
outubro de 1974). 
PROVA QURUFL 
!- E A Verdade? 
-. E justo para todos os in­ 
teressados? 
3. Criará boa vontade e 
lhores amizades? 
4. Será benéfico para 
os mteressados? 
me 
todos

f;ela Vl1te. • Mt, 
Trihuna da [•'rontelra 
---------------------~--------------------- 
J. K 
Há homens predestinados , geral 
mente, estes nlo morrem na cama, mu8 
corno faleceu Juscvlino Kubitscheck clf 
Q)lvelra, de lmp1·ovlHo, l.ll'ln que uiuguem 
esperaIme, ulndu em pleno vigor dos seuf:I 
74 anos. 
Falo em nome da hancada de lIt, 
da Arena e do 11D8 porque, 6e Juscelino 
I{ubltschek, como Pres. da Ii.epúblic-i, foi 
bom, útil purn todo o Hrasll, da modo es 
peclal o foi para ll'l', quando concretizou 
aqullo qul se previa desde os tempos da 
Inconfldent!la Mineira, que era a Interna• 
çlío da Capital do Rrasll, no Planalto 
Central. 
Mato Gros1:10, Indiscutivelmente, 
foi um dos Estados mais beneficiados com 
i. Iniciativa de executar-se, n o Governo 
de ,JK, o preceito constlluclonul ()Ue vi­ 
nha n1111 disposições transltorias, desclc as 
primeiras Conslif ulçÕIS Brasileiras. 
No entanto, o qut.>, a meu ver ca­ 
racterizou o Pres. ,luRcellno Kubll~chck de 
Ollvelra, foi ser um homem que niio con­ 
seguia captar o ódio. Ainda, há pour.o tem­ 
po, ele perdeu a eleição p/Academia Brasi­ 
leira de Letras e estava presente à posse do 
ilustre goiano que o ve11ceu, aplaudindo o 
•!lOVO imortal», sem ressentimento, sem 
constrangimento, respritnndo a decisão 
democrática do voto, aplaudindo o vence 
dor. 
De modo que ele transmite às 
gernções políticas aqui presentes e vai 
transmitir as do futuro eosn qualidade ex­ 
cepcionRl de níto conseguir alim~utnr o 
ódio. O estadista que foi Juscelino Kuhit~- 
:)1 '(~1 chek de Oliveira, além das qcnlidades nor 
' mnls e naturais de todo cidartào que se 
projetou na ·;ida nacional e internacional 
obteve da natureza ou do Supremo Arqu! 
teto do universo essa qualidade excepcio 
nl de não manter em seu espirita qual­ 
quer vestigio de ódio e vingança àqueles 
que assacaram contra as suas qualidades 
de estadista, de cidadã.o e de político no 
tável que foi. 
Mas, Sr. Presid1mte, Sn. Deput,,C:os. não te­ 
nho nenhuma dívida políttc11 com Juscelino 
Kubitschek de Oliveira, não devo nada a 
ele a nüo ser ter tido a honra de ser seu 
correligionário. 
Na ú
1
tlm1~ Convenç:Jo Histórica do 
Partido Soei+l )en,ocrútico, no Rio, eu o 
c11rnprirur 11lei - é n depoimento - <' pedi 
qu1.:. i-e voltMfH' a Prc>s. úu H•:púhlica, fi- 
7esse uma coisa. Ele perguntou qual era. 
Eu disse: "A construção da Rodovia Cuiab? 
-.:fonLarém'', Ele resp0deu: "Está combi 
nado. Se eu for eleito, nova:nenle, coa~­ 
tr11iremo,; a Cui,Jba-Santnrém". 
Ele nüo pode o fazer por motivos 
históricos que estio ai, qua slo fatos da 
atuallda,le e que uüo o permitiram voltar 
à Pesideeia da Itepúblict1 m 1R u:n ou­ 
tro grande Presidente o gaúcho notável e 
um dos mPlbores pre~ld~ntes revolucloná­ 
ris que foi Em:lio Módiel, concretizou 11 
uiabá-Suturét 
Jusceli,10 Kubflschek dt• Oliveira, 
falou-se aqui qua Yol cu~ssarln, que foi 
proscrit'l. CJUP foi obrigudo a beber cícu­ 
ta ete. ete. ma•· n!nguem cas,1>1 nlnguem 
,fos png. du hislóriu. O Tdbuuol de 
Nurember~ nrro ca1,sou Hitler, o tiro do 
Coronel Valério não cassou Mu,;solliul e a 
morte de Stalin não o eliminou das pãg. da 
hMória e assim por diante. 
.Jamais JK foi cassado porque 
ninguem o é da Hlstor!a da sua Pátria e do 
cor açii() do seu povo. quando, como ele o 
foz, lutou pei democracia plena no Brasil 
e pela liberdade. Jamais Juscelino foi cs 
sado, jam is o será e. portanto, nunca be­ 
beu cicuta. nuncn nenhum ato o atingiu. 
pois o seu lugar na historia, mesmo an· 
trs de ter ru:ecld J, jà. e, a um marco 
da vida politíca P. adriaistrativa braslei 
ra. 
ã.o se pode negar na Histórí'l 
Pátl'i•i, duus etapas, bem <listintao: 
Ante:::1 e depois de Juscelioo Knbítschek 
de Oliveira. 
Nossas homenagens peiiSOllis e 
do povo matogrosseose, u memória, do 
ilustre falecido. 
JIPJIRECIDII DO T U DO 
em Esta o de car mida 2 p b ica 
Camara dos Deputados 
Deputado Gastão Muller - MT. 
Afirmam que agosto é o mês do ca 
cilorro louco, mês do zar, mês do de·gos 
to e assim por diante. No pr1•sN1!t' 1111n. 
<lia 13 de agosto caiu 11111111, s<•xt.i-feJr', o 
parece que em Aparecida do Tabuado a 
coisa realmente esteve preta no fval da 
quele mês. O Prefeito ,lun!cipal <1e1:I·ctc11 
estado de calamidade pública e está socor 
rendo quase toda , populocflo CJUP lkou 
deu brigada com o forte vendaval que as 
solou aquela cidade e uo mesmo tempo 
embargou toda venda de telhas e tijolos 
das olarias de su muricipio paru poder 
atender à população mais carente de reeur 
aos. Os colégios foram quase todos deste 
lhados, o nsilo dos v ... Jhofl ficou om pés­ 
simo estado, os muros ruíram, árvore::1 la­ 
nçvm eus alhos em grandes distancias 
e os postos du SHEL e ESSO lmpossiullitu­ 
dos de ateuder no públfcú. 
O Prefeito Municip11I Sr Geraldo Rodrigues 
de Almeldu, Iurnentando ,, acontecido em 
seu muaicípío declarou u este corresponden­ 
te o seguinte: »Não resta dúvida de que a bar· 
ragem de Jupiá e Ilha Solteira taxem grandes 
benefícios E' está fornecenJo ene,·gi:i 1-lélrle11 
para Mato Grosso e S. Paulo porém meu mu­ 
nicípio foi prejudicado poli! com as lnun:Ja­ 
ções Hlém de provocar fortes tempestades, 
como esta, perdemos 27 mil nlqnelrrs rle 
boas terras, tres dlstrlt11s foram tomados 
pelas águar1, quaiR .sejam: Ilha Grande. Cu­ 
pivs e Vila Oriente. Tres grandes olarias 
foram exllntas e após as inunda<·õc•H i,ó o­ 
correm o fenômeno de imigração 1-'m meu 
município.» Fruucirno de A::-His Dlolz 
TEIA 
FITEI3 
Um Jornal a 
Serviço da 
Região 
Foto S1o 
Cristovào 
d Thcobnldo 
A.morul 
lavaegm 
·lrificação 
Trnc:1 de Úlc l 
Horrac:hariil 
Balanceamento 
de Hod:i:-. 
nua Conde rtf' 
Porto Alegre sn 
Bela Vi .. tal 
Mato Grosso 
Este e um 
País que va, 
pra frente 
VOTE EM GETJLKO 
LiN} Para areado 
M.D.B 	Bela Vista 
De Antonio Remo Penzo 
g37,: s.. sr 
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z42orna.à,a.si.n .. • à 
Compra de à'Iadei- 
ra bruta Venda de 
madeira Serrada 
Antonio João - Mt 
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TRIUMA 3 FOI{AR 
Fundado em 25-02- 72 
Redator-Chefe - .Joaldo /Jmfra 
"As opiniões emitidas nos artigos assina 
dos 'lào repre,entnm o ponto Je vista do jornal 
podendo ser até contrárias a c-He. As opiniões Jo 
Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos 
cornentários não a,sint1dos" 
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da Emprc,a Grafica Tribuna da Fronteiro 
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Bela Vista 
Demais .Iunlcipios 
CrS 100,00 
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Hedação e Oficinas - Hua [',iquc de Co.xi11s 
S
1
n Cx. Postal 23 - Bela Vi,ta - .lhto Gr:>sw 
.e 
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Nascemos para Servir e crescer 
Madeiras de toda a especie (Peroba, Jawbá, !Pê, etc) - Pronta entrega - Bom prec;:o 
Destaca - Terraplanagem - Açudes Embeiramento 
Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 
Peço deste 
Exemplar 
CrS 2,00 
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r 
"Uma 
- 
Firma Que Ajuda Construir a Nova BELA VISTA" 
Cresce,m•>S de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o Povo Belavistense 
Avenlda Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional Zlgl ]$1l 	M)T

Trillunu da Fronteira 
i 
12 197 
pa!!in;:t ~-------------------;..:,,: 
------- 
ITEM "A" . Pe.gens 
1 . 11,ul,n íaria JIC•r Vl'in1lu 
1 1- pnm niiu clepo•it1111ff, 
1.2, parn ,lt:po::1f 1111tc• 
2- Manual. por vol11111l' 
2.1· 1'11rn nilo <lq,mitunfl• 
2,2,• l'nrn ,leposit•111fl• 
- fücpli,·nc·ãn l: 
- A passem, tanto rodoviari como ma 
nunl (, ohri,·,u16ri11 11t1 t•ntrntl11 t• nu t-:a{
1lu. 
'ocaso de transferência legal, com 
permanência em depositos, n no pa-agem da mer 
eadori verá de inteira {Responsabilidade do nilqu1· 
rente, devendo +ver notada no novo documento de 
rnlrncl11 ,·111itdo. 
-- Quando da p+sem em balança de 
terceiros conhecida como idônea pela 'niüo Agrico 
la e feri«la pelo DNPM (Departamento Nacional de 
Pesos e Medidas), a cobrança será baseade na i 
portincia papa firma que executou n pegem, 
mais o taxa de Administração. ,_. 
- Os serviços de pe-agens, feitos r111 hor,tno 
for de expeliente erào eresido de IO)o/o. (cem 
por cento) parn p:trticulun•< ,. !'ilo dL•por1tnntc,. 
ltenu 'B" o de obrn específica 
[ Na de-carga/ Empilhar;ão e Desempilha;ão 
Carga 
1.1 Da p,• .. ngcm r<Hlovi:'tria 
l2 Da pesagem manual 
• f.xpJÍ('llÇlill 2 : , , 
- Compreendem o« eriço desenvolvidos no 
local de pesagem até formação da pilha. 
- No caso d pesagem, balança de terceiros, 
inclui se a cobrança destes serviços, além cio expus 
to nn cxplirnçilo l : 
2 - Nn Hcmoçi11 
- faplicnçilo 3: . 
- Compreendem os serviços de Desem- 
pilhnçih>, 1l~;loramento e furnrn~·,io ilc nn,·n pilha. 
; - N~ Morrnçio 	crS 0,15 
- l•:"plicnçio •I: 
. E,tn npcroçiu é ri·nli1.a1h1 n pct!i,lu t!c 
depositante ou quando a Unido Agricola julgar ne­ 
cessário e consiste na Identificação dos volumes 
1ncdinntc carimbo próprio on_c-crita a pincel de n 
cordo com o exigido pelo cliente. 
-l . Na limpeza simplc•, Pré-Limpeza e na pn· 
tlroniznçio upor pt•gn" 	crS 1,50 
. Explicnçilo 5: 
- Eutrn<lc-EC por "pega" a mão de obra 
de movimentação de sacaria para tt cx,:cuçUo clofl 
serviços técnicos. 
5 - Nu coi:.turn ·'1,or prgo. '' 
• Explicuçilo 6: 
- A mão«de obra ou "pega neste serviço 
é aquela cori::inárin dn ilc,cmpilhnçào e crnpilhuçiio. 
ltctn •·C" - Scrviçoil Técnico" Op{"rnciounis 
l • En>UIJUC ou leensaque por volume crS 2,60 
- Explicação 7: 
Compreende a desempilhação, a pesagem 
<los 'nlunw~. o nccrto de peso, na costura na bocn 
du~ ,acos e a cmpilhnçào, 
- 'ora esta operação a 
o uullcrial ncccH[1rio. 
Es1á inclui<lo neste St'rviço o ~lü1••tlc·o 
crS 0,90 
er$ 1,00 
C0111 fl t-"l'f'íf't:111, u ~1f1u~,1~-ohra "por JJt•~a,. Jr, trá 
ser eobrd de acordo com o item B • 11 ° • • e 
0 
n.o de peras. 	·$ 015 
7. Co-tura ou He,nenilo por .r,co 1·r, , 
Explirac;,io; l:l 	1 
. E•tC' ,,.n·ic;o ... rá cxccutndo à juiw 
I 
u 
ni:io /µrlcnla. 	• 1 T 
. Encontru·Ec incluído tod" o nrn1<·ria utt 
1 
zalo, menos as pegas que serão cobradas cfe. item 
u.u 5. 
Item D 
crS 0,911 
Serviços Administrativos e de expediente , 
l- eguro obrigatorio a 2/I0)) p/me.s er 0,00 
• Explicação I: 	. . ± 
- De garantia aos Contratos leajutie con 
tru ]ncêndio da eguradora, em nome da União r 
cola com n fin lidde de oferecer aos depositante 
+gurança e proteção sobre os produtos armazena 
do,. 
crS 0,60 
firmo 
brn. 
• Tn~n incicl1·ntc Johrc o ,·nlur <lo lote, 
com base no preço minimo vigente. E ,úlido tnm 
bem o pn•ço e e 111crca1io no cnlculo ,lo se:,:uru. ,, 
2. Ta de ,rim: por vi. de S0ki: crS O,~O 
Explicço 15: .. 
- Esta taxa indica, obrigatoriamente por 
volumes de S0kg nos erviços Técnicos Operacionais 
e no Armazenamento, inclusive na pesagem cm ba 
lanca de tcrccirus, ,cn<lo decorrentes da administra 
çàn° e prc,tnçüo de serviços da união Agricola: 
3- Ad-valorum e Emissão de Wnrrunl ou 
Hcc. ,le 1lcposito 	crS 0,003 
bplicnçio 16: 
fornecerá 
2 • Pohilhamcnto, l'uhcrizaçào cou 'cbuli 
zaçào por volume ele 50 k:; ou nrnçào 0,30 
Explicuçào: 8 
- Consiste no tratamento preventivo, por 
periodo de 311 {Trinta) dins, ou rcnlizn<ln n. julzo <ln 
(União Agrícola sempre que se fizer necessária a 
c:<ccuçào. 
E,tá incluído ncstr. Scn·i~o n ililo-<lc-ohra. 
3, 5en;ço:1 cspcdnis na limpeza e l'ré-Limpc1.n 0,60 
• Explicaçào 9: 
- Consiste nu limpr1.~ c.«·cutneln irnhdn 
mente da secagem, a pedido de terceiros ou ele não 
depositatotc, devido o. movimcntnçào total do Scc:,<lor. 
-1· E>:. urgo !J0r w,lumc ,le 50kg 0,90 
- Explicação 10, 
• Estn opcrnç:10 •ern rc:ili,.n,ln n ju!zo <ln 
União Agrko)a t:tn tncrc:ulod;u clcposita·lnt', sob 
con1liçile• de fornecer melhor con;errnçüo e pcrma 
encia do produto cm dcp6,ito, executado ap6, o 
primeiro pohiUiamcnlo prcvcnti'o pulveriwçào 
ou nebulação: 
Está indnielo nc,tc scn·içu n )ào-dc-obra 
5- Secapem com equipamento apropriado 
5.1 • De produtos com uté lt)c,ro (,lczoit.> por ccn 
tu) com acerto de peso e costura na boca do saco, 
por vcolurnc de 50kg 	crS 5,50 
5.2 De proiluto, com 1t·or acima de 18 o/o 
•Jc:toito por cento• 1><,r unidade de umidndc 0,30 
- Explica;o Il: 
- E-ta operrção é cxeculncla lo:;o np6, 
os pré-lirpcza ou limpeza simples e consiste 
na reducão dos teores excc-ivos de uuidade aos 
níveis recomendados pela União A:;ricola. indi,pcu 
s!l,·cis à conft'f"nç:lo e ann:1zen:unento f),,. cereal 
ou grãos luminosos. 
Na Cbbr..1nça dc.3tc .icrviço não ('~tão incluirlot1 otõ 
valores: da Pré·limpcza ou Limpeza simples e dos 
Pegas, cfe. Item B - n,o 4, item n.o 6 os qunis de. 
verão ser cobrados nas respectivas guias de ervi 
ços 
(,. Pré-limpeza ou limpn:1 Sitnple•. por 
,·oi. de 50ki: 	crS 1.50 
Explicação 12: 
1 
..:a .. Con .. istt, n limpeza dos cereais e grãos 
legtminGG>._ 	.. 
~ 
• C:uln rt-p:tiist· e on!-t1t111 novtl opernçào. 
• Nc,le Serviço q 1nn<lu cxecutu<lo isolndo 
da·caem, a pedido do de sitante, não está in 
clui4a "a peg@ que deveri sersy[y]a de acordo 
com. u Item B n,.o •1 e o númcl'1> dt· p'ê;:as. 
 • 1,/uandn cstn 't,l~t~çiio for c:.m r.onjunto 
Regulamento 
. 	ir .. ,ohre ,lo 'alor o Lute 
- Esta taxa indt _ ler este qu ,.. 
1 
. I 
I 
J,
111
do cl<" rla<-1l11•a~ao, 'u • 
obtido no 	0003 
niliplicado_pela a4," ', que n4o atinja n 
• l'lu CJ•IJ " f "" li • 1 1 •rr:Í ,I,• ''o 
da-siíicn•;i'lo oíidal. " '.ª .ºr <:Otl·lf er:11 o • • - 
o/o abaixo do preço mm1o. 
l1t·1t1 E . AnnJ1,en:1111t'11lll 
1- Pro1luto• ;:ri mia- _ 
J.1 por , 1. de •"'"''. 
u) J)qrn,itadv do ,fia Lo ntl: o 
dia l:í cio 
C'rS tio 
mes 	do dia )6 alÍ! 0 últi1110 cio 
b) Deposttado 	crS o,ío 
Oh,: 1).
1 
Sc·,·a;:cm E•pecial crS , comhinor 
• E,pli<·:tlo':111 Jí: . . . .. 
- A secagem e-pecial consite na redução 
cio• teores de unidade a temperatura- inferior, 
cun•umi111lo 111:,is te,opo. '( <l 1976 
«ela Vi-ta l, 5 de Abril Ie 
Jll-rcul~• J. Tulini, Flnrcnli110 C. Talini, Ililefun,o 
<lc U. Loureiro. 
Tnte111unl1a, Al::1·11ir Alfredo Ifc-rk, Ho- 
que Joaquim Paez . 
Junta Coml'rcial ,lo brado de M 
e e r t i il ii C) 
Crr1ifi,·u qt11·, por dl'ci-i!o ria 2.u Turma, apri 
mcirn , ia da pr,·,t•nt<· -1.lt~r:,çào Contratual, foi rc 
~ietrudu rnb o n.o 3Uo92. 
lllt!b 
01- As rnujoraçõos da turlfu nüo se apli 
carão, aos depósitos de mercadorias rea­ 
lizados até a véspera do dia que entrarem 
cm vigor a presente tarifa, observado: 
1.1 - O prazo de depóRito começará a vi 
gorar a partir da data da entrada 
1la mercedoria no armazem e será 
llt.: máximo de seis meses, podendo ser 
prorrog ido livremente por acordo entre o 
depositnnte e a União Agricolu S/A, por 
oca,,ião da prorrogação do praz'l de 
d, pósito, estiver em vigor a nova te.rifa. 
esta. prevalecerá para o novo contrato. 
1.2 - erviços de estiva Mão .. de-Obra, 
serão reajustáveis aos percentuais do Sa­ 
. !é.rio ~inimo, EJempre que promulgado p~· 
lo Gov. Fetl.erul e ntra,•és da comunicação 
do E.C. 
lJ2 - A aplic!içilo das tarifas na Recep­ 
ção será, feita em função do peso bruto de 
cadr, lote, que sempre deverá ser dividido 
por 50kg. !lendo o quociente, rcsu1ta111t a base 
de cálculo - qualqul!r fração do resto ser11 
considl.'rndo mais um volume de 50 kg. 
Armazonamento 
2.1 Por vulume de até 30 kg 
2.2 Por volume de até GO kg 
O processamento far-se-à a base 
do volume de 30kg e 60kg, raspectiv:,men 
te conFiderando. c da fração de resto, mais 
um volume. 
03 •• A União Agrícola nüv responderá 
pelos danos ao poder germinativo a !lerem 
utilizados como semente, caisado pela se­ 
cagem cios mesmos. Todavia, p>!rmite a 
int,•rveniência permanente de técnicos das 
partes interessarias durante a op1:1ração. 
fieando os mesmos responsaveis pele seu 
resultado e consequenclas. 
0-1- AIS mercadoria11 depositada~ serão 
seguradas dirP.ta e exclusivamente pela 
Uniüo Agricola to em seu nome 
05- Os serviços internos são, privativos 
do pessoal da Uuliio Agricol11, i;eudo per­ 
mitido ao clopositante, ou seu representan­ 
te, assistir a execução dos mesmos 
Ol)- A União Agricola não efetuará re­ 
l nsaque de mercadorias em sacaria usa­ 
da contendo .. marca Registrada" de pro­ 
dutos da mesm:1 espécie, de terceiros, sal 
vo : eudo autorizada a u!ilizaçã,, da mar­ 
ca original por quem de direito. 
07- . Uniã'> Tgrlcola não se obriga 
a executar serviços em dia e h■. fora do 
seu Eixpediente normal e, quando a seu 
critério se dispuzer 11. faze-lo, os preços das 
presentes tarifas serão a combinar, o mes­ 
mo acontecendo cum os serviço,; não pre­ 
vistos nesta tarifa. 
08 Os serviços prestados serão cobra­ 
dos ;:epar:i.damente, isto é: serviço por ser 
viço t: optiração por Opt!raçlo. 
09-- A Unlfto Agricol'l não aceita para 
depósllo «!'ob hipótei-a nlgut0a" produtos 
e mercadorias sujeitas a combustão espontíl. 
nea ou de teor químico que propicie decom- 
Cuiab:í },t.,1-76 
Jono Uurho,a Cnr:1111urú 
Interno da Firma 
'ecrctário Gemi. 
pot-1çao com libernçiio de calor, que se­ 
jam perlgo!:'as, explosivas, corrosivas, que 
exulem odore,; prejudiciai5 ou aqueles 
que, eventualmente, sejam daaosus às ins 
talações dos a.rmazeus ou a outros prvdu­ 
tos agrícolas com Juta, !sal. t• Algodão 
(Em caroço ou ruma), desde que estejam 
em condições normais de Armazenamento, 
após prévia classificação. 
10- Serão confeccionadas Romanaios de 
Saída e entrada que ocori-er trnnsrl:!rêucia.; 
de m?rc1tdriri>1s, ele um cliente parn ,,utro 
dentro cio próprio armazém pagando o 
clientfl todas as despesas anteriores, com 
prov:rndo o recolhimento do IC:-.1 além Je 
satisfazer as outras ob1·igações fisc:.iis . 
t t- Ao tarifas se entendem para merca­ 
fori, s ba;:._ Cvndicionadas, meucionaudo o 
ilepo~ilante, pura efeito ele verificação de 
dens1dnrle das mes_mas. as ci::::ensõcs e pe 
sos dos fardos. caixa e ou_tra,; embalagens 
12- As mercadorias cujas taxas míni- 
mas _de p1·em10 de seguro dependem de 
deo~1dade ou embalagem poderão ser re­ 
cebidas dentro das condiçõei, estabeleci­ 
das nas tarifas de seguro. 
13- !',- Uoiã~ Agricola não responderá 
pelo tipo-qualidade e estado das mercado 
i·JllS contidas_ e1:11 envoltórios invioláveis 
flc1.1._ndo sob inteira responsabilidade do de 
postante. da indicação, constantes do 
mesmos. 	s 
14- A União Agricol11. não • se responsa­ 
biliza por mercadorias com prazo de v'en­ 
cimento expirado ou que venha a expirar­ 
se durante o armazenamento, pelo depósi­ 
~~- nuo ret1rado duraote o prazo de valida 
15- O produto encaminhado para esto­ 
cagc1!1 possm prazo de depósito ILxado em 
G (seis) mese!<, que l'0derá ser prorro d 
mediar,te an(!JiEJe técnica e de acordo~~: 
as co1vencias das partes interessndnas. 
. 16- A verificação de qualquer mercado­ 
rm sera feita na presenca do depositan 
te ou de quep o representa. o quál assi­ 
nara o ter mo ae ve~1ftcaçao e dará conl 
cimento do prszo de depósito sobre ·}} 
ride,e"adoria; na recusa ou au 
enc.a . o mesmo :i. Co!lYerenc1!l ou exewe 
serà feito na_ presença de duas testemu 
nh•• qu: inarào o tcrm'l. 
16- O valor real da mercarloria será 
mci1?ado pdo deposit•. nte por ocaslãc do 
deposito, por meio de documentos legal 
mete aceitos. Em falta desses documen 
tos indic11Jos! o valor estabelecidn será 
os das cotaçoes oiiriuis da comissão de 
Finacmeut» da Proiuçüo (preçcs mini 
m_os • ~~ casf' de Sinistro. as indeniza 
ço_es serao Hquidadas de acordo com 
clausulas daR ;pó r 	as 
Instituto rl R. > ices estabelecidas pelo 
.e Pt-1<eguros <lo Rrasil 
(Continua na 
pagina 7) 
Documento 
Perdido 
Enil Pereira de 
.'ouzu. declara par 
os devidos fins que 
extraviou 6Ua ;cariei 
ra de Identidade'. 
Publicação que 
se faz parn oblN1- 
çüo da 2 via . 
5-!J, i(l 
Juiz Eleitoral da 
17.a Zona 
Bela Vi:-ta - Mt. 
O Dr. Valter ,José R. 
Contrera.,Juíz Eleito· 
rui da 17.u Zoou• Re- 
la Vi,tu. Mato Grosso 
na forma da lei, etc ... 
Faz aber uos 
que o presente Edl­ 
tal virem ou dele 
conbeclmenlo tive­ 
rem que, Dia Dezes~e 
ie ( lG) do corrente 
mes de Setembro, ás 
nove (0!l) horas, un 
Sala das Audiências 
no Edtricio do Forum 
serão nomeartos os 
Membros das :-.resas 
Receptoras de Votos 
nas Eieições de 15 de 
Novembro do corren· 
te ano. 
E, para que nin· 
guem alegue ignora_n 
eia mandei expedir 
o Edital que será ali· 
xado nos lugares de 
Costume. Dado e p::s I 
sad'.l nesta cida.!e e ( 
Comarca de Bela Vis n 
ta, Estado de ;[at > J a 
Grosso, aos oito dias ) 
do mes de Setembro C 
do ano de mil nov2- 
centos e setenta e 
seis. Eu, Goethe Es­ 
cobar Nunes, Escrl· 
vü.o Eleitoral da 17.a 
Zona, o datilografei 
e subscrevo. 
D. Valter José Ro­ 
drigues Contrera 
Juiz Eleitoral 
rreco desle exemplar 
Cr$ 2,00 
Casa Pecuarista 
Produto• Veterinário• 
' 
e Agrícolas. Ferra;:, ns f 
Artigo de Montaria 
e :faterinis de l 
;':onstruçào em Gi ru.l 1 
cl 
! 
Av. Duque de 
xlas - 606 
Fone: 157 
Jardim 
Mato Gros!:o 1 
e 
e 
IX 
( 
-

ela Vista - Mt. 	TtitJU!H d11 FrooleirtJ 
li 
ar iM'JZENS GER IS u - 
• 
Regulamneto Interno 
17 - As IDGrcadori:u, euqurmto pormano 
cerem dr o sitadas nos armazéns da Uulüo 
igrlcola, e.;torllo sujollus a quulquer 11er 
vtço, lncl ! Jive ~xpurgo, reexpurgo, pol vJ 
Jbarucnto com lnsoticlda, cada vez que se 
fizer nec }ssó.rlo. se G.!lslrn o exigirem a 
Ia COI! arvação e boa ordem de estoca 
1 
gern, vi ando niio apenas con~erva1· o sua 
• mercnd,,rln, mas também proteger as de 
mais I1.eroudortn, depositadas. 
18 - 'lo ato do recebimento das • met·ca 
dot·lae aos armazéns da União Agdcola, o 
Fiel fe: nuedir ou contar ns que forem 
~ auscer'lveio da pesagem, medição ou con 
tngem, bem como determinará a oxe~uçiio 
dos a:,rvlços que se tornarem necessários 
cobr!l ·ido-se de acordo com a luxa da ta 
rl!n e :n vigor. 
Hl - A Unlfo Agrlcoln alio responde pe 
ln d' erena que se verificr, que entre os 
peBC'!l exarados dos documentos quo u­ 
com:,anharem a mercadoria o o constatado 
em uu balança, mesmo quando acompn 
nhe .'.a por certificado de peso de Estrada 
de Furo, ou documentos Idênticos de 
val r, prevalecerá pura todos os efeitos, o 
pe1 J verificado no Armzém por ocaslil.o 
da entrada da mercadoria. 
0- As quebras normais de mercadorias 
co oprovad11.11 por documentução, núo são 
dt· responsabilidade d!l Uniúo Agrfoula que 
e, tretanto, sempre '18 justificará ;por escri 
te,, ao cliente quando solicitado. 
21 - enhuma mercadoria sará entregue 
1 im que antes sejam pagas as taxas e de 
riais dzzz38 a que estejam sujeitas, po 
, endo Inclusive u Uniiio Agrícola reter a 
1:1ercadoria até que sejam liquidados os 
t
1
él>itos A, se ocorrerec1 retiradas parciais 
despesas devem eer pagas proporcional 
mente. 
'22 - Para retirado de qi: alquer mercado 
rio. é imprescindivel a dcnolução do do 
cumento que a represente, b~m como a en 
!rega do recibo ao qual o ceposilaate de 
clara que recebeu a sua mercadoria em 
_l)erfelto estado de conservação, quantidade 
e peso, ficando a União Agr, cola, isenta 
de qualquer responsabilidade futura, pela 
mesma. 
23 - A retirada de mercado;ias financia 
das só será possível mediante a devolução 
doe respectivos títulos. 1 o caf o de retirada 
pareis!, esta deverá ser efetu da mediante 
autorização formal do Iioanc•ndor, sendo 
que da entrega dos saldos se á exigida a 
~ llR_r~sentação do respectivo 1itulo. 
4 - No caso de venda ou fiaanciamen 
to de produtos armazenados. o vendedor 
ou financiador deveró resga
1.ar todos os 
débito& aludido de tal merc .uloria. 
25 - Em caso de venda o J trans[erencia 
Parcial de lotes depositado, a parcela vendi 
da ou transferida ser:, obrigatória- 
mente separada a fim de per- 
lllthr sua perfeita identificação, corren 
do todas despesas por conta do novo 
depositante. 
26 - Os pagamenéos das ta. as de armazeaa 
lllento e serviços eveotua s referentes ao re 
cebimento das mercadoriu dos Armazeas 
!la Uaião Agricola, poduilo ser efetuadas 110 ato da 
entrada rias mercadorluf ou no fim de ca 
da período de 30 tTrinta) dias vencidos. 
27 - As mercadorias des!inndas a prestação de 
d
!trofços dtverào ser retirada, do dérmaum até 3 (rrês) 
ias após o término dos serviços. Findo 
este prazo, iseriio lotead,1d e taxadas nor 
almente, como mercarorias destinadas 
a. depósito • 
28 • Não seriio fornecidas amostraa de 
ínercadorias e nem será permitida a fura 
da 
ll 
Firma 
(Contlnuo;tio da 6.a pogina) 
çüo de sacaria sem estar presente o pró 
prino cliente ou sem prcpur;to legal ou sem 
sua Ol'dem escrita. 
29 - O Ifo1·ário para o atendimento nos ar­ 
mazéns é de 7:30 ás 11.00 r dos 13 às 11:00 hs. de se 
gunda à sexta-feira e ao! sábados é das 8:00 
às 11:30 hs. O escritório semente expedirá or 
dern de e11treg.1 de mercadorias a lé às 17:00 
hs de segunda a sexta-feira, e, aos sàbndos 
até as 11:00 horas. 
30 Os casos omissos serão resolvidos pc 
la administração da União Jgricolu, AOS 
termoo da leglolação que regula o seu fun 
clonumento. 
Bela Vista Mt. 5 do /bril de 1976. 
Hércules J. Tallni, Florcutino C. Talin! 
lldt•fonso de B. Lourelro 
TESTEM NIAS; Algecir Alfredo Hecke 
loque Joaquim P'aez 
Junta ro111t•rcinl tio E,tudo d .. :luto ~rouo 
CEHTIOÃO 
Certifico que. por decisão da 2.n Turma, o pri 
mcírn ,·in do pr.-,cnte Ahcruçào coutrntunl, foi re 
gistrada sob o n.o 38092. 
Cuínbú, 1-1/01/76 
João Barbosa Curnmurú 
Secretário Gern l 
JSFY 
Ubaldo Barém doa verba a 
Antonio João 
r 
.- 
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1 	1 
i 	.] 
i 
±33 
l 
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1 :5 ,, ....... 
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1 . - ;_;.. 
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t 	' < 
·1 
i 
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.d 
1 - - 
·., 
! 
.• 1 
' 
I 
·: ·l 
,_. 	• 4 
i 
·J ± 
O deputado federal aroni"la Ubaldo 
Barém, acabo. de doar e liberar verba no 
valor de 190 mil cruzeiros para o muaici 
pio de Antonio João. 
A importancia liberada pelo parlamentar 
matogrossense, fazia parte de sua verba 
de representação pessoal e se destina à 
construção de uma escola naquele muai 
clpio, com 2 salas ·de aula e outras unida 
des. 
Preca deste exemplar Cr$ 2 00 
' 
Ex-ai-t;te Mirar de !mia Me!ia na E+eh!ale ele 
Mtieins de ao Pols, por dei;mi o do Ministro de 
Gurrza E-tChf· de A-mitolois no lo-ptal da benefi 
ceneis d .o laslo-!-A teme de ata»lo@ia d tClini 
a O.ttrica d Eeu!}de de Mthins de si» Halo. E' 
As·i trate de Gastrontrologia nus Eeola 'e Medina - Chi 
nica Mb Cirurgia - leu:atolaria -Ginecologia- Endocro 
noloziu ·Ga-tronterologia- Neurologia· Ir at+li • Fio 
terapia Eletrónica- Medieis I'ieo-somatica- Medieia Fspor 
tia·Geriatria. 
Consulto.rio - Galeria Popular, Ní' 9 - Telof. ll? {Reco do) Das p+ 
Horário - Diariamente das 6,30 às 19 hs. inelusi e o Sabado 
Laboratório de Análises Clínicas 
"Louis Pasteur" 
Cx.- Postal:i- Fone:Hi2 - J::rnllm - MT 
Mais uma opção como auxiliar no diagnós 
tico em ur;:encia Médica, atende-se a qualquer 
hora rio dia ou noite. 
Técnico - Hesp. Luiz Gomes Bezerra. 
Far. Quilo - CRF • 20: 055/62 
8 de Set. Dia Internacional 
da alfabetização de adultos 
Foi com o firme propósito de erradl 
car o aaalfabetlsmo em nosso Territ6rio 
que o Governo Federal, através da Lei 
r?Nº 5379 de 15-12-67 criou o iIOBRAL (Mo 
~ : vime o to Brasileiro de Alfabetização) O 
{mobral alfabetizou 100387 pessoas, inaugu 
i 
·:rou 36 postos Culturais (um em Bela Vis 
-.;ta,) no ui de Mato Grosso. no período 
í de 1970 ao l.o semestre de 1976. A cita 
da Lei estabelece que o maior respouaá 
1
',>., vel pelo ~ obrai nos municlpios é o Prefei 
to municipal e, apoiando - nos na mesma 
~:~lei. estamos contando com o Total apolo 
j''.,!do Prefeito municipal Gen. Dr. Ruben A. A.· 
-,,~;de Castro, /1illt<' para o próximo convenio 
'. :-;,que se inichtrá em outubro de 1976. 
'. •~ Por outro lado, no período de 14 a 18 
r-.2de setembro, acontecerá o Treinamento 
.JPedagógico que será ministrado pela Snu 
: .,_ pervisora Estadual Darcy Castro, da Coor 
denação Estadual do .Mobral. É importa!! 
_te o apoio da Prefeitura) da Comunidade 
f e da Comissão !Iuniclpal do Mobral, presl 
dida pela Dra. Enll P. de Souza. Desta for 
ma o Governo municipal poderá apoiar u 
Mohral, pois o mohral é responaabilidlide 
de todos e de cada um. Salve 8 de Setem 
bro, Dia Internacional da Alfabetização de 
Adultos. 
Francisco de Aasis Diniz 
Casa do irtesão 
ão importa a sua idade 
Há uma casa na cidade 
Onde você vai achar 
Lembranças de Bela Vista 
Criadas por mãos de artista 
Que todos vão adorar 
O presente mais bacana 
G "recuerdo" mais legal 
Aquele que a gente ama 
E que ao bolso não faz mal 
Só no Artesão, irmão ... 
. Originalidade e imaginação 
e com a Casa do Artesão. 
Rua Cuiabá 489 - Bela Vista Mt. 
Me+ Soberano, Ma­ 
ifico Senhor Nosso l'ai, 
J.'xi-t1•111 111/l(0S TI<"CCfi 
sitados for este universo 
imenu-o; e+ta época em 
que o desespero, a de+o· 
lação, a falta de nmor 
anda imperando; Vos 
peço senhor. com mu 
roroçilo contrito, pura <JU<l 
quando nos reunir1no, 
meditar mos no noso 
proximo, e comparlccer• 
mos dos miseraveis, P'e 
dlr lambem Senhor, <JUõ 
nossos ouvidos fiquem 
111l1cios rs calunias, esqui 
vai as nossas linguas das 
111:ilc·rlicências, e o@ nossos 
corações dos taques ran 
coroos. enhor dcrrnme 
,ohre ns 11o<rns mcn1e1
1 
cc•tnrla9 de benç:'iO?, parn 
podermos transmitir a 
Pnz o Amor. n Caridade 
e o 3uxilio fraternal. Pois 
asin rendo, a nossa pr 
Frnçn, será uma tocbn 
vim e ardente, à ilumi­ 
n:ar n escuridão da mi­ 
séria. 
Obrigado Senhor 
Leia e lsie 
Tribuna da 
Fronteira 
o Jornal 
Doc.umento 
Perdido 
Fpil Pereira de 
Souza, denlara para 
os devidos fins que 
extraviou sua Cartel 
ra de Iàentidade. 
Pnblicação que 
se faz para obten­ 
ção da 2!! vía. 
12-9-76 
M 
de Monteiro Sá e Cia Ltda. 
Borracharia dia e noite • - lu~rilicante a preca de fornecedores - Super !roca de óleo 
UEQUIPE TEC ICA 
Avonlda Duque de Caxias 
------ 
A SE VICO DO CLIENTE" 
> 
Jardim 	Mato Grouo

TRIBUNA 0ft FRONlE!Ríl 
''Orgfio lndcpendenlo a ::Serviço da Hel{láú 
ANO V lida Ví"u - MT. 1219176 • N. 220 
SIINE 
Companhia de Saneamento 
do Estado de Mato Grosso 
ENFO 
Fim de Semana 
Dastante movimentado, Dias: 3 e •l p. p. 
animadíssima brincndeira no C.E.B. Casa lotada, am­ 
biMIC olci:r!'. Porem ... 110 diu •I, lá pelas altas da ma­ 
drugadna, por questões mecanicas, o gerador de ener­ 
ia e+tragou e foi impossível continuar a brincadei­ 
ru, foi quando um grupo de ·engraçadinhos,· apro­ 
veitnmlo-rn cl11 c,curulào começnraín n chutar o jogar 
• gurrafos. 
Por isso, aqueles que organizam brincadeira, 
devem selecionar, porque é preferivel um n.o redu­ 
zido de pessoa, porem que saibam comportar•se 
num ambiente rncaol, e nilo pee,;ons de qualquer nu· 
ipe, que 1111 }.a ou 2.n vez se comportam, mas um 
diu mostrom realmente quem ão. empanando dessa 
maneira, um ambiente n cgre onde maioria vni. n 
fim de pasEor horns ogrndúveis. 
Dia do Soldado 
25 de Agosto, tramcorreu n datn do nosci 
mento do Mnrcchnl Luiz Alves de Limo e ilvn, 
Patrono do Exército Brasileiro. 
Personalidade que se ressaltou pelo seu valor. 
Como •oldndo e patriotn - o Duque de Caxias, é 
uma personolidodo cujo nome se insere de modo 
marcante nos p/1g. dn Ili tórin do Urasil. 
Tanto na paz como no guerra o bravo mi­ 
litar assinalou foto• iuopngÍl'cio. Diplomata, estndis· 
ln, plrlnmentnr o militar. Cnxins cumpriu j' ornados 
memoráveis, legando nos postcres excmp os edifi 
cantes e indicando cominhos seguros o seguir. Ele 
soube Cner do Corda um vcrdndeira sacerd6cio, de­ 
monstrando seu esplrito de renuncia, e seu deste 
mor nas batalhas que liderou, lutnndo pela unidade 
nncionnl e sobernnlll do llrnsil. 
Herói do ltororó, Lonllls Volentinn, Posso 
da Putrin o noutros redutos bélicos em que elevou 
bem oito o l'uvilhiio Nocionol, o Duque de Cnxins 
tem acu nome reverenciado até os dias presentes. 
Doí porque o Exército escolheu - o como 
seu patrono, Cixnndo•so o Diu do ol<lodo, justa• 
mente no dntu do nascimento do notável Cabo 
de Guerra. 
Neste dia. em todas ns guarnições do E 
xército Brn1ileiro. a figurn do marechal Luiz Alves 
de Limo e Silvn, 6 revcrcncindn e seus ntos, de brn 
• vura são opontndos - indicando-o como um 
grande soldado o patriota. 
Nascimento 
De pnrnbcns o caso! Mnriono lllortins pc· 
lo nnscimento do garoto Elihcrtn. 
A Serviço 
Do: Diretor Presidente da SA. EMAT 
Ao; Prefeito Municipal de Bela 'i»ta 
Assunto: (remessa faz) 
:rtl1or Preí,·ito, 
Atendendo solicitação de V, Sa. através do ra 
diograma 065 de 25.08 76, anexamos ao presente xe 
roe6ia do Oficio GP.387-76 do Presidente do Ban­ 
, tonal de Habitação à sua Ecléncia o Se­ 
nhc,r CoCrnador do Estudo. 
Aproveitamos a oportunidade para renovar 
11 
V. Sa. os protutoa da m111• da•tmta conu• 
deraçi!o e uprcço. 
Atencio8amente 
Eng. José Luiz de Borges Garcia 
Diretor Presidente 
[I II Banco nclonul da 1Inhi111çilo 
Hio de Junciro, HJ 
Senhor Go,·ernudor, 
A pra-zme comunicar a Vossa Excelência 
que cm decorrência da nssinuturu da Sc~unda Alte 
ração ,lo Controlo de Empréstimo BID/2/' +-R, 
Cirrnudo enlre o Go,•, llrasileiro e o BID, o Banco Na 
cional da Habitação assumiu os compromissos que 
correspondiam à Fundação Serviço de aúde Públi 
(FSESP), como cxccutom de Pro;r11m11 Glob~I de 
conslruçilo de sistemas de abastecimento de /iguos 
finnncindo por nquele empréstimo, figurando nesse 
Estado como bcnefici/irio o ilunicipio de DELA 
VISTA. 
Assim sendo, rogo à Vossa Excelência o 
encaminhamento de providências, mormente junto 
à Compnnhin de Snnenmcnto do E s t 11 d o de 
ilnto Grosso • Á EMAT, para que esta, dentro 
dn estratégia cio PLA A A, tome ns medidas neccs 
sárins, inclusive perante n cita1n municipnlidnde. 
Outrossim, informo a Vossa Excclcncin que n Supe 
r:ntendencia do Sistema Financeiro do ~nneamento 
cncnminhorá à A EMAT expediente det.nlhnndo 
aspectos op_crncionais sobre n matérin em foco· 
A Voua Excelcncia os protestos do minha alta esti 
mo e mais distinta comidcrncuo. 
Mauricio Schulmn - Presidente 
do Mobrnl, trnbalhnndo nri city o nosso corrcspon 
dente de Cnmpo Grande Prof. Francisco de Auis 
Dini,. 
Dia Nacional dos Bancarios 
'€ comemorado no dia 28/8 que foi institui• 
do pela Lei Federal n. -1368, Enncionndn cm 23/7/ 
61, pelo saudoso l'residenac da Republicu: Humber­ 
to de ,. C. llru.nco. A data representa uma justa ho­ 
menagem à quem é parecia ind,scutivcl do rrcscimen• 
to da Naçào. 
Nào poderlnmos nos omitir de dor os para­ 
bcna aos integrantes da nossa laboriosa classe ban­ 
cária Bclavistcnsc, pnrobeniznndo tnmbém o todos 
aqu.-les que curvados diante dos seus locais de tra­ 
balho, manuseando valores alheios, submetidos a 
uma rotmna enervante que trnnsmite n ncurc.st: a 
quem dela partlipa, vivem a filosofia da grande ma­ 
ioria do assalariado Brasileiro, ou seja, esperando 
por dias melhores. 
, . ?._I"; o bancário é um rijo e forte como o 
Sertanejo' de José de Alencar, pois, sómente os 
fortes e rijos têm condições de suportar o fardo de 
1?!'<>blcm111 que o Bancário é obrigado a carregar 
diuturnamente. 
Seus i;alário,, geralmente estào muito 
nquém dn justo retribuição financeiro que de,erinm 
receber pela desgastante tarefa diária a que são su­ 
bmetidos, tirando-lhes, assim, as condições psicoló­ 
g1cas neecis5.na1 no bom desempr.nho de suas fun­ 
çõce. 
De 31/8 a 7/9 
1 
Foi comemorado em todo o pais o Semana dn Pá• 
~ _Bela Vuta. ~omcmorou_ cs,a. semana <"on1 ,·árias 
!Ç.$,,2reridss sr miares, ão 1o iç. ». 
; Jogos estudantis, danças ritmicas organizadas 
$7"12.52, %},g@» iji». 5G»@. 
, . . .e. obnu o Semana da Patna 
com rias solenidades. 	• 
Devido RO mau te r . . 
la,i111:iuc d fila mpo, oi impossível os alunos Be. 
com mui~ C:bo rem, porém 
O 10 R. C. deafilou 
Para Vereador vote em 
Arlan Xavier Brum 
. D. 
Rela Vista 
• 
,r 
1 
Juiz Eleitoral da 17.a Zona 
Mato Gros o 
E9!RI 
U doutJr Valter José Rodrigues 
Contrera. Juiz Eleitoral da 17!! Zon~ _ 
Hela Vista, Mato Grosso, na forma da lei 
etc. . . . 	' 
Faz .Saber aos que o prenente E­ 
dital virem ou dele conheclcnento tiverem 
que de acordo com· o art. 68, § 1.o, os no 
mes dos dez [10) ultimos Eleitores inscri­ 
tos, todos de pedidos de Transferencia de 
Zontt, sao os seguintes: 
Titulo 15.434 - Jair de Freitas 
« 15.435 - Cacilda de Souza Aranda 
« 15.436 - Osvaldo Luiz do Couto 
« 15.437 - Alba Ione BIini Costa 
« 15.43s - Willy Albert RaUel 
« 15.439 - Ana Maria Costa da Silva· 
« 15.440 - ViL,on da Cunha 
« 15~441 • Elida Gauna Rodrigues 
« ló,442- Emanoel João Maciel 
« lo.443 - Sadl Rigo 
Faço publico mais, que declaro en 
cerrada 11 Inscrição de Eleitores nesta 17.a 
zona, sedo que o nocne do ultimo Eleitor 
mscrito é: Sadi Rlgo, portador do Titulo 
n.o 15.443. ficando esta .17.a Zona, com 
6.406 Eleitores, sendo 3.471 do sexo mas­ 
culino e 2.935 do sexo feminino - Bela Vis 
ta com_ 5.360 Eleitores sendo 2.825 do sexo 
masculino e 2.535 do sexo feminino e Ca­ 
racol com _l.046 Eleitores, sendo 64-6 do se 
xo masculino e 400 do sexo feminino. E 
para que nrnguem ulegue ignorancia man­ 
det expedir o presente Edital que será a­ 
fixado nos lugares de costume. Dado e 
passado nesta. cidade de Bela Vista. Est 
de MT, aos aete dias do mes de Setembro 
do ano de mil novece-nto11 e st!tenta e seis 
Eu, Goeth Escobar Nunes. Escrivão Elt1ito: 
ral da 17.a Zona, o dalilogralel e subscrevo 
Dr. Valter José Rodrigues Contre • 
Juiz Eleitoral da 17.a zona. ra 
é, nos E,,. 
Pedro Pedreira 
Duas Manchetes 
l [- Delegada Reginl de Ed. e 
Cultura "poderá" ser transferida. 
2J· Delegado oe Poliria fol cxono 
rado a pedido. 
CR& 
Desenvolve o as anc;ietes 
1· A Ora. Enil PerelrtL de 'ouza, 
Deleguua flegional de Educa- 
ção e Cultura «poderá» ser trausfcrlda. 
A l!!formaçúo ó de elemoutos ligados u po 
lltlca belavlstense. Surgiu o comentário 
que Jardim está plelteaado a muduoç'.l 
da Delegacia de Bela VI tu para aquela 
cidade. Políticos Belavlstenses, Ação ... 
CEC 
2- O Major Gamaliel Stumpf pediu 
sua exoneração e fol :;.tendlrto. Inúmeros 
)Jroblem11s particularea motivaram a sua 
decisão. O Govnnador precba nomear 
Urgentemente um Delegado para a nosRa 
cidade ... S.O.S. dr. Garcia. Neto .... 
CE2CE 
O jornalista Sebastíão Nery, publi· 
cou artigo no semanário O Pasquim, Jntl­ 
tulado " o Pântano de riiato Garcia," onde 
fala a respeito dos parentes do Governa­ 
dor nomeados para cargos publicas. Se­ 
gundo ebRsllão Nery ... "O governadur diz 
que tudo é mentira, calúnia- Com algumas 
exceçõezlohas. Ele não botou a familia to 
do. no governo. Só botou o genro na Pre 
feitura de Culabá, o cunhado no Departa­ 
mento de Dlvulgação de MT, um fi­ 
lho como presideoto da Companhia de Sa­ 
neamento do Estado, outro filho 1;omo as 
sessor da CaRn Civil, a nora na tal Com­ 
pttnhia de Saneamento e a cunhada da pri 
melra riama num cargo lá. 6. Só isso. 
"Apenasmente" isso e continua o articulis 
ta citando nomes de outros parentes do 
governador. Na prôxima edição publicare 
mos na integra o artígo de ebastião ery... 
Se Deus e a Direção permitir até a próxima. 
E.IDEG-B 
Esta coluna é publicada simulta­ 
neamente nos jornais Tribuna da Frontei 
ra e Correio Jardinense. 
Em Caricia de agosto 
um õmporblrate tema: 
0 MO0MEM PRECISA 
MAIS DE SEXO 
DO QUE A MM MER? 
Saiba o que é curetagem de útero. 
. 
Artistas famosos revelam 
seus melhores momentos na vida. 
.. 
• FOTONOVELA: UMA CHAMA DE AMOR 
·c. r4 3 
!s t-	$ 
1 $M pag@Ri# 
.l,fã" 
«. :• c:os=_s:. 
De Revistas Cinelandia 
Mais lil; 
ESCOfares 
Cuiabte 'a próxin 
quinta-feira, cl1, ~ u, 
setembro, o Goverug. 
dor Gareia Neto esta. 
r[I. assinando eontr,t- 
to com o FAS, par 
um repasse de 0 
milhões de cruzeiros 
u tra v(>s da t.:aiM 
Econômica Federal, 
parn n construçúo rt~ l 
mais unidades: er.co. 
lares cru todo o Es­ 
tado de Mato Grosso 
E111te numer,l'IO eerá) l 
aplicado ainda l'itle 
ano na arnplfnçilo li-, 
sica da rede estudu. 
nl de estnbelecimeu· • 
tos escolaros. 
o dia 1.o do se­ 
tembro, segundo ln­ 
forma o Secrelárlo 
da. Educação, Lourem 
herg Nunes Rouba, 
o Governo do Estado 
firmurá convênios 
coo.a as prefeitura, 
de Navirai, Cassilan­ 
dln, Camapuil, Ron­ 
donópolls, Jateí, Apa­ 
recicla do Tubot,do. 
Luclnra. AnaurlHlndla 
Amambal, Jaciara. 
Chapada dos Guima­ 
rães e Bela Vista, 
para a reforma. CODS- ,., 
trução e adaptação 
de unidades escola· 
res dar; referidas mu• 
nlclpalldades, como 
parte do prograID3 • 
governamental de 
redução tio déH<lt 
de matriculas e.G­ 
lares em todo o E- ) 
tado. 	e 
Para 
Vereador 
9IR.SI0, 
., 
' 
' 0E MELO 
( 
l, 
ll 
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leia e assine 
u, 
ll.1 
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I 
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Tribuna da 
do 
Fronteira 
d 
o Jornal 
Monclar Rosa Correa 
MDB