5EMANARIO INDEPENDE TE fundador e Diretor Responsável Jvoldo Pereira •·O V rdod Ir Jornal n!io •• limita a for mor, ó oplnafl vo também' [Herbert Mosos] 9212 )14 Mato Grosso '' ±'O! t o 226 ela Vista 12 de Setembro de 1976-- 8 Páginas Reportagem Jota Jota Comemorou-e condignamente, o dia da Putrin cm Bela Vista. A inclernoncin do tempo fez com que Í08• se alterado o progruma clahorndo para ns fcsth•idu. dcs. Chuvas intcusns desde dins antes fizeram com que tão e realizasse o desfile esperado das Escolas Estaduais e Municipais, bem como elo 'indicnto Hu rale de outras Organizações. A Prefeitura lllunicipul e o 100. R.C. forw1 os pomotores dessa comemoração que todos os anos lev. à Praça Alvaro Mascarenhas todo o povo desta riclnde para compurtilhnr dos tos de festividades dvi~us cm homcnugcrn no clin ela Inclcpendenciu. Este ano, estava programado um desfile maravilhoso e ern de se esperar que tudo corresse bena, mas o tempo revoltou-se. Céu int,•nsnmcnte cõr ele chumbo, de cncla intervalo, despejava sobre a idade a chuvn intermitente que não permitiu no belavistenses, desta vez, assistirem com aquele entu­ ismo o cnnto cio Hino ncionnl pclns escolas co• mo se foz todos os anos no momento np6• G haste• amcuto dn llnncleira 'acional, Estndunl e Municipnl Mesmo assim, nn horn mnrcndn, 16 esta· , nu o r, Dr. Huben A. Abbou: ele Castro Pinto, l'rc· foito l111111ícipnl. Tcn. Cel. Orlando Metsingen Cmt. 1!0 10. H.C. e Dr. Wnher José Rodrigues Contreru Juiz de Direito cln Comurcn, 'ue içnrnm ns bunde­ uns sob o som dn marcha batida da fnnfnrrn do 10, ~ R.<:. A tropn a pé sob o co.audo do ir. Major José Alves ele Olive,ru que prestnrnm a continencia ele catilo, bem cumo um grupo de jovens cscolnre• do ~o grnu cio Colcgio Cnstelo llra11co que logo ap6s, cntonrom o Iliuo Nacional juntamente com ns auto· !ldndes pre ente• e o povo, que npesnr da chuvinha nuistente cumpriu-se, nseim mes1110, esse primeiro ato da festa cm homenagem oo diu do Ptrio. Logo cm seguido us nutoriclncles e dirigiram ao pa­ lanque nrmndo no lugar de costume, e a ele, chega­ ram pessoas gradas, pecuaristas, industriais convida­ dos pnrn nssi,tircm o desfile que, sob forte chuvis· 4, não esmoreceu o entueinsmo dos pnrtit-ipantes, ~ cum ns roupas completamente molhndns. eu inicio no desfile n revisto passn(!n r,clo r. Cmt. do 10.o R., que juntamente c/ o Sr. Dr. Prefeito Muni cipal, em carro aberto, percorreram os runs onde se achavam prosindas, aguardando.-os, a tropa do Exerci­ to, a representação civil e alguns mais valentes ci­ dados qne puderam aguentar a inclemcncia cio tempo Ern primeiro lugnr, passa? a1n os cbarrctci• 1L ros. Humild~s. mns conscios cios deveres civicos, foram muito aplaudidos. • Depois, 1auclnnun o Dia cln Pntrin com entusiástica faixa, o numeroso grupo de taxistas da cidade que fizernm sonr ns buzinns dos seus carros recebendo explosivos aplausos. ' Em terceiro lugar passram montados por elegantes jovens cavaleiros animais puro sangue per tencente ao pecuarist.a Sr. Tihiriçn Loureiro de Almeida, que nrr:rncou clelirnntc nplnuso cios assis­ tentes, peln beleza dos mesmos. demonstrando o a­ l:°11tdo_ goHo deste fazendci ro cm produzir em . sun stancia Pontal, nnimnis de alta linhagem. Pnrnbens ao Sr. Ti biriçn. Três Peças DELEGl100 O Desfile · Tambem o popular Gonzaga e seu filho o incrivel Admauro fazendo demonstração do ades. trnmento do seu cavalo Ino ele lbern, que tombem é uma atração ngrnclnYel 11 tod.>s que veem ns 1uns fn çanhas . Muito bem. Fechou o desfile em homenngem ao dia da Pntrin, n pnrndn militar que foi o ponto alto do BELI VISTA ••• A tendendo soli· cltaç!i.o do prefeito Ruben de Castro Pin­ to,o Diretor-Presiden t da SANEMAT, engenheiro José Lu­ iz Borges Garcia, en­ viou cópia do oficio onde o Presidente do BNH, Mouricio Schulman, informa ao Governador Gar­ cia Neto que, «em decorrencia da assi­ natura da Segunda. Alteração do Con­ trato de Emprostimo desfile, a paaem dos Esquadrões de Cavalaria do 10.o HC, Regimento Antonio João, a galope. numa formação impecavel, desde a formação inicial. por tas bandeiras , guardas de honra das mesmas, o co­ mandante que abateu a espada em continencia às autoridades com muito garbo, até o último sol­ dado, que traziam um alinhamento c postura digna de menção, tal a disciplina, aplomb dos homens e uni forme incluidas luvas bracas que usavam, o notavel perfilamento das lanças e ainda a semelhança da pela em dos cavalos que faziam dessa tropa um perfeito retrato de corpo mteíro do glorioso Exercito Naclo uai. Logo up6s a cavalaria, os carro» de acompanha mcnto, com u, snn, urma• uutomaticu, bombardu e cunhõcF; como n dnr urnl dcmonstrnçào du poten ·talidade de defesa do povo fronteiriço que sob a guarda do nuri,·crcle penclào da Pntria e Fuos nrmns, vivem na tranquilidade e paz do trabalho, na_cone truçào do progresFO e grandeza ela Nação Bruale1ra, Aseinc, este uno, o 7 de setembro teve condignn comemornçilo: houve intenso civismo dos prcEenlt'S que tiv.-ram os meios de enfrentar o. mau tempo e assistirem essa festa de cunho nacional a data mais significativa para a nossa nacionalidade pois é ela comemorncla em todo rincão brasileiro com nqueln chamo de patriotismo c grande entusias mo ele todos os brasileiros. BID/S2/SF/BR, Iir­ mado entre o Gover no Brnsileiro e o Bar:co lnteamericano de lJesenvolvlmento (BlU), o Banco Na­ cional ele Habitação assumiu os compro­ missos que correspon diam à Fundação Serviço Saúde de Mato Grosso, como exEcutora de Progra­ ma Global de cons­ trução de sistemas de abastecimento de água., financiado por MI.L.MIAI VEIICE: Uma empresa belavistense com sucesso Internacional A revista OGGI (HOJE), editada em Roma (Italia), e de maior circulação na Europa publicou um11. reportngem de 8 pá gioas destacando o trabalho da senhora Rejane Carneiro, como criadora de maiôs ti tangas, que vem recebendo ampla ade silo das mulheres européias. Realmente, a moda de praia brasileira alcançou grande sucesso Da Europa e uma das mais desta cadas figurinista e industrial brasileira é a bela vistense Rejane Carneiro. l1AlS OPORTUNIDADES. Em nossa cidade, a Sr. Rejane Car neiro, é pioneira na criação do bicho da seda e já está instalando uma indfü;tria de tecelagem, que dará oportunidade de mão 1. para o hem, sem prejudi.:ar o próximo, pregando a paz para coutruir­ moa o Brasil d• no11011 sonho■, Pede Exone.ração O Delegado de policia de B·la VIs- 1:1, Gamnlicl .Smrnpf, foi OXOllllf ndo :L pe­ dido. Devido a Ind­ mero problemas parllcu[nro11 uãn po­ derá mais repon­ der pela Delegacia. Está exercendo o cargo, iteriumente, o cscrlv1io llllclo Co ronel Viedes, e se­ gundo comentários do povo, é de Ex­ tremu necessidade A Nomeação de um novo Delegado. Sa­ bemos que u lei E­ leitoral não perml­ t-ci nomeações 90 di as antes e após ue eleições, mas... em Bela Vista é De Ex trema Necessidade, repetimoy, u Noren çilo de Um Novo Delegado. Rogamos ao Gov. Garcia Ne­ to que atenda o pe dido do Povo Belu­ vistense. Falando em De­ legado, lembramos !JO Coronel Madeira Évora, Secrt:hnio de Segurança Pública, que hà pouco vixi­ tou nossa cidade, o Carater Precarlo de nossa Del!·gacla. O "iaacreditá vel" está Acoutecendo em Be la Vista: os presos estio sendo transfe­ ridos parú Ja, dlrn por falta de Segu runça da cadeia Jo cal. É inadmiasivel uma cidade de fron telra contar com u ma prisão deficien te e escassos poH clals. Providenciais ... Providências ... é o b1 ado do povo bela vlsteus-?. Não admiti remos mais sermos relegados a segundo plano; quando da ·instalação do gc,ver no em nossa cidade inúmeras promessas foram feitas Em Pra ça Publica ... e o po vo prestigiou e go verno... agora este povo pede uo Go vernador Garcia Ne to: Providencias Sr. Governador... Urgen te. Preço deste Exemplar Cr$ 2,00 12.09 Rela Vl■ta - ML ____________________________ , _ 'frilmna da Fronteira MINIS EXPORTA f LORES Um dos números da revista Viso traz noticias detalhadas sobre nosso istomu de exportação de flores. Minas Gerais está mandando rosas naturais pura a europa. Aora mesmo o "Correlo Mercantil" publi cn Interessante matérla sobre o assunto. A "folha do São Paulo" traz, em edlçã0 recente, magnifica reportagem u este res­ pelto, 'T'ola a matéria é de autoria de Heltor Frattinl, ropórter o noticiarista dos Diários Assoeidos Ao longo das notícias fica-se 1mhondo quo a BOAC adaptou uma etufa num do seus jatos internacionais. No retorno, uoronave que fazia Buenos Aires-São Paulo-Paris, está agora escalan­ do UI capital das altorosas... pura upa­ nhar floros brasileiras destinadas ao mer­ cndo do Velho Mundo. Brasil: um país tão jovem e já oferecendo flores! Na reportagem de Frattini está o fato: Um desses boigs, da BOAC, à altura das Antilhas foi fot•<.ado a desviar sua rota por lwensa zona de turbulência originada de um vendaval nos Ci.rulbas. Buscou a Base M!lltor da US-F no Canal do Pana­ má, com 98 passageiros à bordo, além de dez tripulantes. Ali, orientado p/" Alr Force Police", a aeronave pernoitou enquadrada entre estratojatos B-47. do ,Strutegio Air Co mmond", que estavam estacionados na pista de emergencia, cada um deles com seu car regumeuto de 38 ton. de bombas incen­ diárias. Dia seguinte o u vlllo de carreira alçou vôo com sua carga de enternecedo­ ra [ragllncla ... e cruzou o Allllnllco. A firma que cultiva e exporta essas rosas vermelhas (só vermelhas).- conseguiu alterar as rotas aéreas sul-americanas O diretor, o homem de relações públicas, por ocasião dos embarques de suas flores comparece ao Aeroporto de Paputha e "condecora" todos o8 membros da equipa­ gem com uma vistosa rosa, colocando-a na lapela dos casacos das aeromoças ou nas túnicas dos pilotos e comissários de bordo. Flores que estes aviadores ostentam orgulhosamente em Orly, na manhií seguin­ te. Frattioi escreveu-me longa curta, con­ tando um lance de que foi protagonista. O jovem repórter recebeu ermo prêmio por suas reportagens, um vôo a Roma (via Paris), num destes perfumados aviões. bonlessa-se • encantado com o que ve aonde o levaram seus méritos de redator lluente e culto. Mas voltou apaixo0t1do por uma escocesa - Miss ROSE. Diz que é uma loira espetacular (taradinho, heln?). De Viracopos até Roma, ROE, sento ae­ romoça, foi além de suas obrigações pa­ ra com o Jornalista. Em Roma, passeio na Via Venetto; Em Pat·is, voltus à mar­ gem do Sena; Em Londres, visittl a We1-t­ mln~ter. Na ida, na rota Belo Horizonte­ Paris (conta-me Frattinl) RO: E dormia em seu ombro - pols sentara a seu lado. de madrugada. cansada da longa noite sobre 0 0cemno. Quu lo o sol brilhou por entro as nuvens, com a aeronave serena, a IO ve mil e tantos metros de altura, nu'Id velocidade de quase mil por hora, ROSE levantando-se, observou o céu de ouro. Paru lsRO, drbruçou-se sobre o repórter apaixonado (a ros que trazia, ou melhor, conduzia na lapela qu'l.se toca a cabeça de Frullini). Diz ele que os ralos de sol entravam pela junela e alagavam de ela· ridade o Interior do jato. Para encurtar a conversa, Heitor Fruttini, não sendo poe ta nem nada, pede-mo em sua carta, que escreva umas glosas. E manda o mote: Flor de Carne que Transporta Uma Outra Flor na Lapela. O dtsllnlo estú apaixonado mesmo. Enquanto Minas continua exportando flores, elo sendo bobo e eu porta-voz dos outros envlel,lhe pelo correio as glosas, que são estas. "VI uma Rosâ sorrindo. Conduzindo outra no colo; A oez mil metros do solo, Jamais vi quadro mais llnro. Quando o sol la surgindo, Rosa olhou pela janela, Tinha a 11mplldão como tela; Desta natureza morta. Flor de Carne que Transporta Uma Outra na Lapela. Deus formou, no mesmo mês. Duas Rosas, e as beijou, E o Destino, assim, juntou Essas flores que Deus fez. Seja um exemplo talvez. Cada qual a mais singelo, Perfumada, airosa e bela Uma viva e outra morta: Flor de Carne que Transporta Uma Outra Flor na Lapela. Altevir Alencar RELOJOARIA SERIO de AntoniÕ R. B. llelo Consertos do· rcloglos em geral . Relogios de ponto - perimctro - olimctro Velocímetro Colunas "8Íictencia e responsabilidade a serviço do cliente" Rua Marechal Rondon - 513 - Jardim Mt l-- Respeitar o ser humano e crer as suas possibilidades que são imensas 11 H _ Confiar no grupo, mais do que em si mesmo. III- Evitar criticas eu público, a qual- quer pessoa, procurando sempre elogiar, diante do grupo, os aspectos positivos de cuda um. IV Estar sempre dando exemplo, em vez de ficar criticando todo o tempo. V Evi'ar dar ordens, procurando u co- operação de cada um. VI - Dar a cada um o seu lugar, levan- do em consideração 011 seus gol!to!> lntere• ses e aptidões pessoals. VII Evitar tomar, mesmo de maneira provisória, a lnicintlva de uma responsabi­ lidade que pertença a outrem, pensando que faria melhor; no caso de pessoas que lhe são subordinadas, evitar "paesllr por cima» delas. VIII Consultar os membros do grupo antes de tomar uma resolução importante que envolva interesses comuns. IX Antes de agir, explicar, aos mem­ bros do grupo o que vi,.l fazer e porquê. X - Evitar tomar parte nas discussões quando presidir uma reunião; guardar neu­ tralidade absoluta, fazendo registrar, Iro par· clalmente, as decisões do grupo Dr. Pedro Jo é Palmieri Advocacia Agrária RatUicaçito Tituos Terra Faixa Fronteira Rua 15 de Novembro, 160 Bela Vista Mato Grosso 1 1· 1 @s fez malarenlas do liler Para Vereada voe em Vilar Vieira M. D. 8. BELA VíSTA BRASIL Este é um País que vai pra frente Para Vereador vote em ldelf onso Pinheiro M. D. B. Preço deste Exemplar Cr$ 200 Nelson Ramão V. da Silva R Bingo en beneficio Escuela San Jose Premios Cr$ 20,00 1.- Crs 1.000,0O 2.-Una cosina a gas (4 hornallas; 3.-Una bicicleta monareta 4.-Una vaca 5.-Una faz de Cristo 6.-Un poncho de Iana para dama 7.-Un juego de Té (18 piezas) 8.-Una colcha de croché 9.-Un whisky 10.-Un rosario gigante Domingo: 12 de Setiembre de 1.976 Estádio Parroquial 20;00 bs. Tratores e Equipamentos FORD= Venha canhecer os Tratores FORD- 4.600 e 6.600 e ampla linha de implementas B-LU·LINE . Exposição e Vendas na Chácara Sinuelo - Jardim Representante Autorizado : ARTHUR T. MARTINS NETO Em Tempo: conheça toda a linha FORD DE VEÍCULOS Tri'J r 1 76 -- pa 3 o ICOLA E Rua Barão do Hão Branco N. 2322 ., fone 4-2983 { Jll!l l''IÍ:, l OU . ,• l.11 OU ~-,• llil) Í:t.'. Quando resolvemes azer uma co a essa resolução deve sr total, bsoluta Devemos tonar usa decisão de corpo e de alma e o iicizrmnsum em prenwulim·nto de l'lll ,:; [zê-lo e m eattsl s 110. villl' iJ]l"F, ('Ili p0!ud os pelo ieal de at gur aquele cures Queret ' poder. e realmente quier mo tini certa meta, se nos dedicar1nos com o máximo t•n1pt'nho ilqul'ln t 11 (•ta, tt·­ remos já uma hoa probuhilid:ulc d~ êxito lJru pensamento positivo, continuado, firme, resoluto, estabelece ta 111Putn uma ron,:l· ÇlÍO IJ{iµfcfl que 1108 (Ul'lllllll Cl,iJflZC'r-. dt• 1111 trab,tlho efirente, O entur;lasmo é fator cei,;cncíul quo in­ flui dccb-lvarneute u:1 forrnaçiio tJ:lll hous circunstanciws para se desenvolver um em­ preendime11to. E if'fiO é válido uno 1-16 para a rrnllzrt('fio de um grande negócio, para a lnstaluçfio de uma vultuosa cmprc:;ia, lllaR lamhctu para toda e qu:dquer utlvldadc q11P ro tc­ nlrn do desempenhar. O otimls11111 deve r tOn.tca prlnclpnl d nos mnueir de pensr o de pir, no­ Is é ele um fator pr!UIJl'dlal u null favore­ cer us possíbllidudes de 1:011cretiztação dou nossos ideias. O pessimismo, bem ao contrário, (:, extren.arueate muléflco, condicionando a me:talidade da pessoa a um sistema de vida apátic , retraido, dornllo, fadado uu [rcesso. Tudo o que se r,1z M'gui,Jumen(c, repetidamente, sempre, vicia. Então aque hs que fazem idéia pessimistn ele tudo d quirfm o pé!:!i-lmo vicio dr• pessimismo, CJU<' é extremamente preju,liclal. Se tivermos to!o o cul, vi­ tóri; se formos sempre otimistas, então adquíriremoR o hábito benéfi..:o do otimis­ mo. e, c<>r11,equentem.-nte, 11-remos muito mais possibi[iuades de alcttnçai-moil oi! ideias almejados. E isto é sumamente lmportunte para os jovPas, que tem llS suas mento­ lidades om formação, que P-Stão moldando seus coi;tuml:!s, ai. sua Munelra de viver. Bela Vista (,lT), 06-09-76. Adalberto R. de Sant' Aooa OI. FIOI MURA!O MÉDCIO Atende pelo INPS e Il'EMAT Horários: Manhã • Hospital 13,00- 16,0o hs: Pasto de Saúde 16;110 - !9;00 h!: Con.-ulllírio R. 15 de l'io,·embro, 75 • Fone 178 • Dela ViEta 1 Rua Galgans, n. 581 - fone 2751 em Jardi!ll - Hotel Siriema Tupã Sp. Em Bela Vista - Hotel P a nora na Campo Srande - Mt. PARA VEREADOR NIV ALDO DE BARROS IREflA - t RECANTO LANCHES O ponto de encontro da Socie dade murtinhense Rua Dr. Correa NO 562 Porto Murtinllo ato Grosso Higiene - Couforto - Ótimo atendimento - Refeiçõet' Caseiras - Espeto Corrido - você encontra no: DEIR "O Hotel dos Boiadeit·os oferece toda a comodidade e possui um bar anexo a serviço dos hóspedes" Hosp2de-se no Hotel dos Boiadeiros e comprove: Excelente Serviço Aven!cia DuqUt, de Caxias 490 (ao larl1J d:i :llineraç.io Uodoquena), no cent-ro da Cidaae - Jisrdim - :fato Grosso DE MRQUHHIS E de Milton Xavier IMPLEMENTOS IGRICOU1S Adubos TAMOIO e inseticidas - Sementes selecionadas Nur: S%nus/is ti;i b! Re 3I6 Bel lisa Maio &fosso l!.1/9'76 llt-la Vi,ta • Mato CIC,•·ll Hagin n o 11 ---------- """"" i em ~ISlA Médico • V eterinátio llllllfüO: Casa n.o 10 • Vila Militar III $IS7 .,. 1 ., Labor ato r i o de Analises Clínicas IL A»tio Mris Coelho 55%- Fe .. 247. D«!+ta • M Credenciado- INPS - IPEMAT Dr. Euernldo ~- ílodrn 1,1tmco • CRM m 1,n Endereço: Res. R. Ce l. Ponce 8 _s_s __ P_o_r_to __ M_u_r __ ti_n_h_o __ M.i: _t_. - Ht,R0LDO MEDEIROS O ll. lf :l!II CPF OD!l-29:;u,o Ruu 15 de Novembro 177 - Bela Vista Ora. Maria ílparecida 7... Grena Cirurgiã Dentista (CR0-387) Odont0pecliutriu Prótese em geral "Consulta com hora marcada" Rua Cel Juvêncio 225 Jardim Mt Dr. João e. Pa1mierã CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 1° andar, Fone Residencia. 4-4385 Campo Grande Mato Grosso r. Ioracio Cardin dos Sal0s Cirurgião Dentista RUA DR. roRrn MURIIIIIIO CORRH, 288 !ilMO GROSSO ADVOGADO ::g:~1.H)'J ,r);1],g _ Rua 3 de Outubro (A0 1NO [t) ti «:rrnrrn&i'.m Uelu Vista Mato Grosso Dr. GIL MARCOS SAUT &i©W©@&i®~ - onB/m 951 Rua len. Azam~uja li.o 032 - BO!IHO • Ml l)r. Ciro Benhur 'Torres Gallo • !lr,witolo1•ia • llactrriolol,!ÍO • llrinfili•e l1ioq11í'.n11 1 ·a : ..: ' olu;ia (Toi Comissilo do 8olcti111 H! RIII II SI! IS!' Luiz Manoel da Cruz Valente - Governador do Distrilo -151 .;;._~---- PreHldente - Joacyr Marques Moreira !llcus caros Companheiros: 11 lu111 pelo ,,ido, peln própria subsisti'neia, n desigunldndc fere, humilhn, revolu,. O desequilibrio •ociol reveate•se o mais das vezes de iujustiç.us griLnntes. O inconformis~o pera agressividade e a paz em oce dade tornn• e nma utopa. A proprrn bagagem genética niio permite seres humanos idênticos e cus comporta mentas são os mais diversos e
  • " • ·e Q11nnto mn1or elu lor, u1a1ur unpo . o mérito de quem venere Deus temi meios de nos colocar nas mãos a dádiva de que se necet ln. Aquilo que e dá uno é pcrdulo. É bem multiplicndo. Nào esqueças a lição. • O trabalho de Jesus_evge renúncia, abnegação, pacene1a, e.'Cemploo. . Nuo te jul::ns capu,·11ndo P"r:" 0 tarefa? Também aqueles quc partilha ram da Escola de Jesus nada sabiam nem po1lin111. , (é, porém, supru lhe as deficiências. E que prodigiosa messe de amor o mundo viu! Re,•este-te de lrnmildnde, de se rena cnlma, porque para Deus nada é impoosi'el. A IJrcía é sempre n mesmn. cm qualquer parte que_» providência no coloque nmnr, servir em s1lcnc10, e. pnlhnr, l'ºr toda porte, as I uze A do Evangelho. 1,1ucres o trohnho ediílcnnle do inhn. O enhor não gosto de ver homens válidos ociosos na praça, e. a todo■contrntn pnrn o een·1ço, que nao tem fim. Houve n ecmenduro, farlll scmc ndurn. Agorn é boro da colheita: reu nir, cm feixes luminosos. o tngo lou ro do nmor de Deus. Levo n outros coraçõ~• n palnTT:1· de ternurn e compreensilo, de eoten dimento e estimulo, e n nlegrin de ser correspondido. Todos necessit:im de npoio. 'n Seara tilo grande hú, mercê de Deus, mais um lrubnlhndor de boa vontade! Rotary começou em 1905 com um pequeno grupo de in­ dividuos empenhados a pôr em pratica o Ideal de com- panheirismo e cooperação nos negócios Paul Harrls, o fundador de Rotary, deu inicio.ªº pro­ cesso de st?leciouar hderes e~ tre os vários homens de nego frequêflcia do mes de Julho 01Y cíos e profo;siouali!. tle u1m certa ú.re.1, pura "crcm sóf:i•,Q de um Rotary Ciub. Este sise mu de classi'ncação tem p:'­ vario ser uma força vital u:.1 orgunizuçiio rotúrln, proporclo naudo uma rnil'!ade da pontos de vista tanto uo,- clube!:!. Cl'.I· mo no Rotary In ter natiouul. Em 1911, durante a segua da convenção dos dezese's clubes então existentes, reali­ zarta em Portlund, Orego11, E • U.A., Arthur Sheldon. um %! riano de Chicago, disse. d ciência do negócio é a ,,,~!!· 1 cia de servir". "Mis se leu ficia Quem Melhor Serve· % Sl)D • 0 priml'iro conce1to !.e ' ó • " tr' 0 "coor.emção em ui•g Cl'l ~-- formou-se em um c:onceltoma; amplo de servir a ou(%% Desenvolveram-se uiu • tarde duas outras etaP%; Uma foi o lema udicior "Dar de Si Antes de Peo~ar v em Si''. A outra foi a aceita: 111, ção de um objeti"vo de Rotai') uma só palavra: SERVIR, coro ,·e quatro avenidas de serviço. ~f, 1 Os processoR aumeotBra~ 0 bastante durante os anos 6 ui · seqüentes. mas Pstes conce ~ tos ainda p~rmanecem con: ( estrutura básica de nossa 09 Com 100% Alberto Salamee, Clovis Marcelino de Oliveira, Horten­ ~lo Roa Escobar, Evllásio Mi­ randa, Genil Assis, Joa<.>yr Marquei! Moreira, Nestor Alcl­ des Almada Noedi Leite La­ rangeira, Pedro José Palmieri e Roberval Borges. Com 75 % Gilberto Alves Correa, Ci­ ro Benhur Torres Gallo, lval- • do Pereira e Sidney Monteiro Mascarenhas. Com 50% Antonio E. Bazzano, Car­ los Edy Medeiros, Bduardo O­ cariz, Anastaclo Ramirez, José Garibaldl R. Neto. Luiz Alber­ to Boccia. Alvaro M. Masca­ reebas e Wladimir Padilba. 4 Reuniões • Clube 75,6%, ganização. ___., GRllflCll lRIB NA 011 Impressos a C'ores - Confe<'ção de Revista, Boletim, Talões e Blocos PADRÃO DE QUALIDADE Rua Duque de Caxias s/n MATO GROSSO r ------------------- BELA VISTA Uelct VIRlu, ,goi;to 7G ___ 0Coi-- !e @rry Relação dos Sócio~ Atuais do Cluhc Al'uro i10111,·iro .lnscurcnhus, · 1 ht1rtr. Snl11111c11c, Ana.tudo Enril(uc Hnmircz Coro11cl, ,nt•lnÍn E,1cha111 Bnzzuno, Carlos füly Sá de ,h-clriros, Ciro Bcnhnr Torrt·s Galo, C),wi• ilnrcclino de ülh dru. E,I unnlo Jus to Ocnriz ,juln, Evilazio unes de ;lirnncln, G·nil Ais, Gilberto ,)vc, <.:urrcn, llortcncio Hon E,cohar, hul,lo l't'rcirul Joacir ~lnrqn!'s ;lon·i rn, Josc Gnri mlilc ,ln Horn 'ctn. Lui• Alberto Boccin Nestor Alriilt•iro por op,;ün ,Ir nncionoliclnC e foi fll'ciuliclntlc· , .- Gine­ eologia Obstetricin. Purtirípou rcr,·1111.•1111·1111· da , sembleia Internacional do Iotary em Boccn laton Flórida e da tonvenão Intrrnariunal lf, .. New Orla.s O, rotarianos tf,, B. i,1:1 ,I,• t-rjnm nu GovcrnnJor ,alt'n(t"' l" ""ª epoa uma frliz JH•rmnnPncia c•ntrc· no~. hrm como u,n uno rot:.u io de proficuas realizações. . .• l.. • . e- ,. • p °% t. i 7j,;'f:': .' ."":! .·.• ' . ' • ~ ,! : r;. %%5f $Sim=as .. -~-.,- --~ ;,,·•" ;U .i>_ ,-_:i'J.'' ,> .-,, ... k. • l. ',-~ti s-:;';.:!' ·!t:'~.- :1-'-­ z,.. 5 E5l, ãsii; si #ai • .,. , • · .._-5. ..--;';,.< 1: 7%tis g± ~ 71~~- ---- . • , , a ,;., -".~- - C?-. ~-- ..... -~___,__,_~ _...;.~.:.~..._ ....... _ -, Clovis Marcelino de Oliveir,;x Co;uerciante - utual Secretádo cio Rotary Club de Bela Vista Pedro José Palmieri Advogado - ex-Presidente do Rotary Club de Hela Vista atualmente pe1·lencf11le H Comissão do Boletim Bela Vista. Mato Grosso Agosto 7G 0 CompUr. €C8 9 »9EN E.5 #1T Por volta de 18•1G. Gabriel Pnssos 80 estabelece com n. familia' nas férteis regiões do Palavras do Presidente o Rotary Club de Bela Vista, lança nesta oportunida­ de o primeiro núrnero de seu Boletim Informativo. E' um em­ preendimento que vem de en­ contro às 11spiroções de todos os rotarianos integrantes des­ te Clube de Serviços. Este boletim rotário sel'lí um valio50 veículo de cocnuni­ cação, relacionamento e inte­ grcação, não só entre os com­ panheiros de clube mas, tam­ bem, com todos os con.panhei ros de outro clubes e comu­ nidades onde ele possa chegar. "O Companheiro", nome deste Boletim. serA nosso en­ viado especial pura levar a mensagem de boa vontade, nmizade e companheirismo a todos rotariano ou não, que nos derem a honra e sua lei tura. Se este modesto boletim servir como um meio de indu­ zir O: boa vontade, proporcio­ nar novas amizades e propa­ gar o companheirismo, estará então cumprindo seus objeti­ vos; estará {cumprindo os ob­ jetivos de nosso clube e cio Rotury fnternacional. . Parabeniumc,s a Com1s­ sií.o de Boletim pelo lançamen to de '.'O COMPANHEIRO"· e rntiflcamos nossa .-::ouriança no sucesso deste empreendi mento. rio Apa. Vindo a falecer em 1848, sua mulher contraiu núp­ ciai' com José Francisco Lo­ pe, "O Guia Lopes,', que vi­ ria a conquistai· um lugar de relevo na história pátria. Em 1872, acampou no lu­ gar onde se encontra atual­ mente o Quartel du Força Pú­ blica Estadual, uua comissão demarcadora de limites, che­ fada pelo Coronel Ruiino E­ neas Gustavo Galvão, depois Barão. de Maracujú. O acampamento veio a chamar-se Bela Vista, surgin­ do daí 1) nome da atual cida­ de de Bela Vista O distrito de Bela Vista, oo Município de Nioaque, foi criado em 10 de abril ele 1900. 1 3 de outubro de 1908, foi criando o Município e elevadu a povoação a categoria de vi la. Recebeu foros de cidade por efeito da lei Estadual nº 772, de 16 de julho de 1918. Em 1943, passou a fazer parte cio Território Federal de Pon­ ta Po1·ã, reincorporando-se ao Estado de Mato Grosso em 18 ele setembro de 1946, quan-o do foi extinto o referido Ter­ rilório. Em 1948, conta com três distritos: o dn sede, Ca­ racol e Jardim. Em 1958, foi- lhe acrecido o de Campestre. Perdeu o distrito de Jardim e Caracol em 1953: Campestre, hoje Antonio João em 1964. Atualmente Bela Vista é constituida apenas pelo Distri­ to Sede. A Lei nº. 5449 de 4 de Ju nho de 1968 considerou o Mu­ nicipio de interesse da Segu­ rança Nacional. (Cont. no próximo número) Relação dos Sócios Fundadores do Rotary CIuh de Bela Vista Alvaro Mascarenhas, Hum­ berto da ilva Menezes, João Antonio, José Maria Capo­ Mssi, Olympio Guaracy Esco­ bar, Rafael Boccia, Sebastuae Crispim d') Rego, André Mul­ ler, Antonio_ _Mária N. Rondá, Athauaz10 ilello, !:',eoclecianu de Vasconcelos, Epaminondas Escobar, Guilherme Oeariz, j,, cinto Miranda. José de j' mar Soares, ario da Costa Marques, OIimpio Pedra, Ruhe Alberto A. de Castt·o' Pinto Thomaz_Vieira. Valdo da sií' veira Vergão e Walter Esco bar 1 unes. Data da Fundação: 2.3/07 /51 • Clube Padrinho: Rotary CJub de Campo Grande. Essa é boa Veredictum Héu conde- nado a 30 anos de reclusão! O réu dá uma gargalhada, •: Porque o senhor está rindo? indaga o Juiz. É que eu queria ver a caril do médico ao conhecer a seu· tença, pois me garantiu que tenho 2 anos de vida. () O U'ompa nhelro -··-·---~•. --~ ... :::- O que serviços :lato GrMw, significa internos? ) "[ o que lens aj'.rnla1o pm quem scráí" jesus. [lucas, 12:20] 1 s E. .d A - 9 e o is s. is lS. al (ll' u­ ry ,ro ·0. m ub el· F.111 ludu, o~ ngrupumcnlos hu mauu~. pnlpi111 n prcncupnçào de "º hr. O' espirito dé lucro alcança às "!orc5 mn,s singelos. Meninos, mnl tidos da primeira infância, mostram­ u inlereê!-nt.lott .:m nntontoor cgoisti t'tl111rn1u nl~urnn coirn. A n111ulidado cota com mães numerosas que aban tlonum seu lnr a desconhecidos. dura quitas horas do dia, a fim de ex l&hirmorc ... 11 u rninu lucrutivn. e entido, u maioria dns crioturne tnverte a marcha evolutiva em cor ndu 1nquie1nnte. • Por lrús do sepulcro, ponlo de hrezada de todos os que ,airnm do no, a ,·crdude nnnardn o homem e Interroga: - Que rrom:cste? O infeliz responderá que reuniu ntagens materiais, que se esforçou por ~t'>JUrar n posição tranquila de si esmo e dos cus. . ,,~'aminda, porém, a bagagem. t6 . •~ se, quase sempre, que os v1 ,""ão derrotas fragorosas. ião cons "7 lores ás is, er trazem '' 0 do, bens clcrnos • Atingida •cmclhom~ cqm,çào, o inajor olha para trás e ente frio. Prende-se de maneira inexplicável, uos resultados de tudo o que umon toou no Crosta cln Terra. A cousciên cin inquietante enche-se de nuvens e o voz do Evangelho soa-lhe os ouvi dos: Pobre dc ti, porque teus lucros fornm perda. dcsustrosnF! •E o que tens ajuntado para quem será·! ELAN EL - MIE# EIS$AO E g oTgRY Sou sócio do ltolnry porque re presento o minha profissão. Coru n minha profissão, eu trago para o Ho Ulr)' uma melhor comprecmilo dos serviços que posso prestar através da iuesmo. Levarei do Rolllry porn m1• nha profissão a influência vivo dos clc,·ados ideais de servir. uo Q:P ' :--.., _ Serviços Internos é aqulio que o roturillno faz para ajudar o seu clube funcionar com su­ cessú. Entre eles estão incluí­ das 11R frequéncln:1 regulares às reuniõel!, participação do com­ panheirismo e programas do clube, servir em suas comissões P. representar o clube em atlvi­ dadeR não relacionadas com eles, Informando e. não rota­ rianos, falando em outros Ro­ tary Clubs, participando em reuniõAs interclubes, 11ssem bléios distritais, conferências e foros sobre liderança e na or­ gonizacão de novos clubes. A imagem do Rotary em noss; comunidade O, nà<'•rot.acinnos nào lêem ª" publicntõeõ rotárias; eles interpretam Hotary pelo mnneim como vhem os rotarianos nus comnnidacles. - · Leia e Assine TRIBO a OI FRONIEI 10 N 1-L - o - llct Duque de Caxias,_ s/n Bela Vista 1 l l - M4., I t zuAye ! l2e Como a Pomba n m m A. P. S - INFORMACAO li 1- Quantos somos? • Em 1° de junho de 1976, havia I_G.823 Rotary Clubs e apt oximada­ menle 791.500 rotariano!! em 151 paises e regiões geografi­ cas. Apnrtil' de !º rl~ julho de Hl75, foru rn a drultido~ 330 no• vos clubes em 47 pulses. • 2- Presidente pede aos clubes que ncentuem Fundamentos obert A. iIunchester II, Presi­ dente ao Rotar Iterational pura 197G/77 e sócio do Rotury Club de YOUNGSTOWN, OHIO, U.S.A., pede aos rotarianos para acentuarem dois funda­ mentos: Companheirismo e éti­ ca Comerciul e Profissional. este nosso mundo cada vez mais cornplicndo c rnfisticudo, vamos deixnndo para trá. un,n virtud,· prc-­ ciosa, a da simplicidade. IIá um con• selho nos evangelhos que reza: sede ,impleo corno a pomba ... • estes tempos de guerra, a por ba tem sido consagrada como o ím­ bolo da pz e lutado desesperada­ mente contra os falcões. Antigamen­ te os homens atribuíam propriedade. marnvilhosus :s pomba•, não sem funtn,in, e vinm nela símbolos que era prr.ciso decifrar. A J>0ml>:1 nilo tem fel, pensavam eles, era, portanto uma liçiio para os rnncorosos. Elu mergulha na água para fugir ao uhu­ tre, oferecendo-nos assim um mode­ lo da virtude da prud.;nda. O seu canto é um gemido que nos prega o arrependimento.. . Mas parece que já estamo, complicamlo pnra falur da •Ímplicidacle, como aqueles orudores que explicn111 longamente que o seu discurso será breve, Deixemos os ar­ rulho• e mergulhos e fiquemos neste pensamento lmnl e direto: ·sede sim pies como n pomh!l•. Falemos um ao outro coI110 !-01110s, sen1 cerimônia. sem manobras e artifícios. ·Seja o nosso falar sim, im; não, não>. iilo procuremo• elevar-nos IIOd nosso, próprios olhos e no de ou­ trem. Q pr, a meu ver ca­ racterizou o Pres. ,luRcellno Kubll~chck de Ollvelra, foi ser um homem que niio con­ seguia captar o ódio. Ainda, há pour.o tem­ po, ele perdeu a eleição p/Academia Brasi­ leira de Letras e estava presente à posse do ilustre goiano que o ve11ceu, aplaudindo o •!lOVO imortal», sem ressentimento, sem constrangimento, respritnndo a decisão democrática do voto, aplaudindo o vence dor. De modo que ele transmite às gernções políticas aqui presentes e vai transmitir as do futuro eosn qualidade ex­ cepcionRl de níto conseguir alim~utnr o ódio. O estadista que foi Juscelino Kuhit~- :)1 '(~1 chek de Oliveira, além das qcnlidades nor ' mnls e naturais de todo cidartào que se projetou na ·;ida nacional e internacional obteve da natureza ou do Supremo Arqu! teto do universo essa qualidade excepcio nl de não manter em seu espirita qual­ quer vestigio de ódio e vingança àqueles que assacaram contra as suas qualidades de estadista, de cidadã.o e de político no tável que foi. Mas, Sr. Presid1mte, Sn. Deput,,C:os. não te­ nho nenhuma dívida políttc11 com Juscelino Kubitschek de Oliveira, não devo nada a ele a nüo ser ter tido a honra de ser seu correligionário. Na ú 1 tlm1~ Convenç:Jo Histórica do Partido Soei+l )en,ocrútico, no Rio, eu o c11rnprirur 11lei - é n depoimento - <' pedi qu1.:. i-e voltMfH' a Prc>s. úu H•:púhlica, fi- 7esse uma coisa. Ele perguntou qual era. Eu disse: "A construção da Rodovia Cuiab? -.:fonLarém'', Ele resp0deu: "Está combi nado. Se eu for eleito, nova:nenle, coa~­ tr11iremo,; a Cui,Jba-Santnrém". Ele nüo pode o fazer por motivos históricos que estio ai, qua slo fatos da atuallda,le e que uüo o permitiram voltar à Pesideeia da Itepúblict1 m 1R u:n ou­ tro grande Presidente o gaúcho notável e um dos mPlbores pre~ld~ntes revolucloná­ ris que foi Em:lio Módiel, concretizou 11 uiabá-Suturét Jusceli,10 Kubflschek dt• Oliveira, falou-se aqui qua Yol cu~ssarln, que foi proscrit'l. CJUP foi obrigudo a beber cícu­ ta ete. ete. ma•· n!nguem cas,1>1 nlnguem ,fos png. du hislóriu. O Tdbuuol de Nurember~ nrro ca1,sou Hitler, o tiro do Coronel Valério não cassou Mu,;solliul e a morte de Stalin não o eliminou das pãg. da hMória e assim por diante. .Jamais JK foi cassado porque ninguem o é da Hlstor!a da sua Pátria e do cor açii() do seu povo. quando, como ele o foz, lutou pei democracia plena no Brasil e pela liberdade. Jamais Juscelino foi cs sado, jam is o será e. portanto, nunca be­ beu cicuta. nuncn nenhum ato o atingiu. pois o seu lugar na historia, mesmo an· trs de ter ru:ecld J, jà. e, a um marco da vida politíca P. adriaistrativa braslei ra. ã.o se pode negar na Histórí'l Pátl'i•i, duus etapas, bem S-'l,,'.,'· ~,: ;.,,s-1 z42orna.à,a.si.n .. • à Compra de à'Iadei- ra bruta Venda de madeira Serrada Antonio João - Mt l 1 l ! ~ ; ' i 1 L a... las l TRIUMA 3 FOI{AR Fundado em 25-02- 72 Redator-Chefe - .Joaldo /Jmfra "As opiniões emitidas nos artigos assina dos 'lào repre,entnm o ponto Je vista do jornal podendo ser até contrárias a c-He. As opiniões Jo Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos cornentários não a,sint1dos" ·Tribuna da Fronteira" é uma publicação da Emprc,a Grafica Tribuna da Fronteiro CGC. NF. 03.201.266/ 0001-S0 J., -.. l!.0~'1"'..!4°3 Assinatura Anual Bela Vista Demais .Iunlcipios CrS 100,00 CrS 120.00 Hedação e Oficinas - Hua [',iquc de Co.xi11s S 1 n Cx. Postal 23 - Bela Vi,ta - .lhto Gr:>sw .e •.os Nascemos para Servir e crescer Madeiras de toda a especie (Peroba, Jawbá, !Pê, etc) - Pronta entrega - Bom prec;:o Destaca - Terraplanagem - Açudes Embeiramento Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 Peço deste Exemplar CrS 2,00 - r "Uma - Firma Que Ajuda Construir a Nova BELA VISTA" Cresce,m•>S de Mãos Dadas com o AGRICULTOR e o Povo Belavistense Avenlda Teodoro Sativa Perto da Ponte Internacional Zlgl ]$1l M)T Trillunu da Fronteira i 12 197 pa!!in;:t ~-------------------;..:,,: ------- ITEM "A" . Pe.gens 1 . 11,ul,n íaria JIC•r Vl'in1lu 1 1- pnm niiu clepo•it1111ff, 1.2, parn ,lt:po::1f 1111tc• 2- Manual. por vol11111l' 2.1· 1'11rn nilo , 1l~;loramento e furnrn~·,io ilc nn,·n pilha. ; - N~ Morrnçio crS 0,15 - l•:"plicnçio •I: . E,tn npcroçiu é ri·nli1.a1h1 n pct!i,lu t!c depositante ou quando a Unido Agricola julgar ne­ cessário e consiste na Identificação dos volumes 1ncdinntc carimbo próprio on_c-crita a pincel de n cordo com o exigido pelo cliente. -l . Na limpeza simplc•, Pré-Limpeza e na pn· tlroniznçio upor pt•gn" crS 1,50 . Explicnçilo 5: - EutrnUIJUC ou leensaque por volume crS 2,60 - Explicação 7: Compreende a desempilhação, a pesagem :. urgo !J0r w,lumc ,le 50kg 0,90 - Explicação 10, • Estn opcrnç:10 •ern rc:ili,.n,ln n ju!zo por ccn tu) com acerto de peso e costura na boca do saco, por vcolurnc de 50kg crS 5,50 5.2 De proiluto, com 1t·or acima de 18 o/o •Jc:toito por cento• 1><,r unidade de umidndc 0,30 - Explica;o Il: - E-ta operrção é cxeculncla lo:;o np6, os pré-lirpcza ou limpeza simples e consiste na reducão dos teores excc-ivos de uuidade aos níveis recomendados pela União A:;ricola. indi,pcu s!l,·cis à conft'f"nç:lo e ann:1zen:unento f),,. cereal ou grãos luminosos. Na Cbbr..1nça dc.3tc .icrviço não ('~tão incluirlot1 otõ valores: da Pré·limpcza ou Limpeza simples e dos Pegas, cfe. Item B - n,o 4, item n.o 6 os qunis de. verão ser cobrados nas respectivas guias de ervi ços (,. Pré-limpeza ou limpn:1 Sitnple•. por ,·oi. de 50ki: crS 1.50 Explicação 12: 1 ..:a .. Con .. istt, n limpeza dos cereais e grãos legtminGG>._ .. ~ • C:uln rt-p:tiist· e on!-t1t111 novtl opernçào. • Nc,le Serviço q 1nn dt· p'ê;:as. • 1,/uandn cstn 't,l~t~çiio for c:.m r.onjunto Regulamento . ir .. ,ohre ,lo 'alor o Lute - Esta taxa indt _ ler este qu ,.. 1 . I I J, 111 do cl<" rla<-1l11•a~ao, 'u • obtido no 0003 niliplicado_pela a4," ', que n4o atinja n • l'lu CJ•IJ " f "" li • 1 1 •rr:Í ,I,• ''o da-siíicn•;i'lo oíidal. " '.ª .ºr <:Otl·lf er:11 o • • - o/o abaixo do preço mm1o. l1t·1t1 E . AnnJ1,en:1111t'11lll 1- Pro1luto• ;:ri mia- _ J.1 por , 1. de •"'"''. u) J)qrn,itadv do ,fia Lo ntl: o dia l:í cio C'rS tio mes do dia )6 alÍ! 0 últi1110 cio b) Deposttado crS o,ío Oh,: 1). 1 Sc·,·a;:cm E•pecial crS , comhinor • E,pli<·:tlo':111 Jí: . . . .. - A secagem e-pecial consite na redução cio• teores de unidade a temperatura- inferior, cun•umi111lo 111:,is te,opo. '( !rmite a int,•rveniência permanente de técnicos das partes interessarias durante a op1:1ração. fieando os mesmos responsaveis pele seu resultado e consequenclas. 0-1- AIS mercadoria11 depositada~ serão seguradas dirP.ta e exclusivamente pela Uniüo Agricola to em seu nome 05- Os serviços internos são, privativos do pessoal da Uuliio Agricol11, i;eudo per­ mitido ao clopositante, ou seu representan­ te, assistir a execução dos mesmos Ol)- A União Agricola não efetuará re­ l nsaque de mercadorias em sacaria usa­ da contendo .. marca Registrada" de pro­ dutos da mesm:1 espécie, de terceiros, sal vo : eudo autorizada a u!ilizaçã,, da mar­ ca original por quem de direito. 07- . Uniã'> Tgrlcola não se obriga a executar serviços em dia e h■. fora do seu Eixpediente normal e, quando a seu critério se dispuzer 11. faze-lo, os preços das presentes tarifas serão a combinar, o mes­ mo acontecendo cum os serviço,; não pre­ vistos nesta tarifa. 08 Os serviços prestados serão cobra­ dos ;:epar:i.damente, isto é: serviço por ser viço t: optiração por Opt!raçlo. 09-- A Unlfto Agricol'l não aceita para depósllo «!'ob hipótei-a nlgut0a" produtos e mercadorias sujeitas a combustão espontíl. nea ou de teor químico que propicie decom- Cuiab:í },t.,1-76 Jono Uurho,a Cnr:1111urú Interno da Firma 'ecrctário Gemi. pot-1çao com libernçiio de calor, que se­ jam perlgo!:'as, explosivas, corrosivas, que exulem odore,; prejudiciai5 ou aqueles que, eventualmente, sejam daaosus às ins talações dos a.rmazeus ou a outros prvdu­ tos agrícolas com Juta, !sal. t• Algodão (Em caroço ou ruma), desde que estejam em condições normais de Armazenamento, após prévia classificação. 10- Serão confeccionadas Romanaios de Saída e entrada que ocori-er trnnsrl:!rêucia.; de m?rc1tdriri>1s, ele um cliente parn ,,utro dentro cio próprio armazém pagando o clientfl todas as despesas anteriores, com prov:rndo o recolhimento do IC:-.1 além Je satisfazer as outras ob1·igações fisc:.iis . t t- Ao tarifas se entendem para merca­ fori, s ba;:._ Cvndicionadas, meucionaudo o ilepo~ilante, pura efeito ele verificação de dens1dnrle das mes_mas. as ci::::ensõcs e pe sos dos fardos. caixa e ou_tra,; embalagens 12- As mercadorias cujas taxas míni- mas _de p1·em10 de seguro dependem de deo~1dade ou embalagem poderão ser re­ cebidas dentro das condiçõei, estabeleci­ das nas tarifas de seguro. 13- !',- Uoiã~ Agricola não responderá pelo tipo-qualidade e estado das mercado i·JllS contidas_ e1:11 envoltórios invioláveis flc1.1._ndo sob inteira responsabilidade do de postante. da indicação, constantes do mesmos. s 14- A União Agricol11. não • se responsa­ biliza por mercadorias com prazo de v'en­ cimento expirado ou que venha a expirar­ se durante o armazenamento, pelo depósi­ ~~- nuo ret1rado duraote o prazo de valida 15- O produto encaminhado para esto­ cagc1!1 possm prazo de depósito ILxado em G (seis) mese!<, que l'0derá ser prorro d mediar,te an(!JiEJe técnica e de acordo~~: as co1vencias das partes interessndnas. . 16- A verificação de qualquer mercado­ rm sera feita na presenca do depositan te ou de quep o representa. o quál assi­ nara o ter mo ae ve~1ftcaçao e dará conl cimento do prszo de depósito sobre ·}} ride,e"adoria; na recusa ou au enc.a . o mesmo :i. Co!lYerenc1!l ou exewe serà feito na_ presença de duas testemu nh•• qu: inarào o tcrm'l. 16- O valor real da mercarloria será mci1?ado pdo deposit•. nte por ocaslãc do deposito, por meio de documentos legal mete aceitos. Em falta desses documen tos indic11Jos! o valor estabelecidn será os das cotaçoes oiiriuis da comissão de Finacmeut» da Proiuçüo (preçcs mini m_os • ~~ casf' de Sinistro. as indeniza ço_es serao Hquidadas de acordo com clausulas daR ;pó r as Instituto rl R. > ices estabelecidas pelo .e Pt-1 J a Grosso, aos oito dias ) do mes de Setembro C do ano de mil nov2- centos e setenta e seis. Eu, Goethe Es­ cobar Nunes, Escrl· vü.o Eleitoral da 17.a Zona, o datilografei e subscrevo. D. Valter José Ro­ drigues Contrera Juiz Eleitoral rreco desle exemplar Cr$ 2,00 Casa Pecuarista Produto• Veterinário• ' e Agrícolas. Ferra;:, ns f Artigo de Montaria e :faterinis de l ;':onstruçào em Gi ru.l 1 cl ! Av. Duque de xlas - 606 Fone: 157 Jardim Mato Gros!:o 1 e e IX ( - ela Vista - Mt. TtitJU!H d11 FrooleirtJ li ar iM'JZENS GER IS u - • Regulamneto Interno 17 - As IDGrcadori:u, euqurmto pormano cerem dr o sitadas nos armazéns da Uulüo igrlcola, e.;torllo sujollus a quulquer 11er vtço, lncl ! Jive ~xpurgo, reexpurgo, pol vJ Jbarucnto com lnsoticlda, cada vez que se fizer nec }ssó.rlo. se G.!lslrn o exigirem a Ia COI! arvação e boa ordem de estoca 1 gern, vi ando niio apenas con~erva1· o sua • mercnd,,rln, mas também proteger as de mais I1.eroudortn, depositadas. 18 - 'lo ato do recebimento das • met·ca dot·lae aos armazéns da União Agdcola, o Fiel fe: nuedir ou contar ns que forem ~ auscer'lveio da pesagem, medição ou con tngem, bem como determinará a oxe~uçiio dos a:,rvlços que se tornarem necessários cobr!l ·ido-se de acordo com a luxa da ta rl!n e :n vigor. Hl - A Unlfo Agrlcoln alio responde pe ln d' erena que se verificr, que entre os peBC'!l exarados dos documentos quo u­ com:,anharem a mercadoria o o constatado em uu balança, mesmo quando acompn nhe .'.a por certificado de peso de Estrada de Furo, ou documentos Idênticos de val r, prevalecerá pura todos os efeitos, o pe1 J verificado no Armzém por ocaslil.o da entrada da mercadoria. 0- As quebras normais de mercadorias co oprovad11.11 por documentução, núo são dt· responsabilidade d!l Uniúo Agrfoula que e, tretanto, sempre '18 justificará ;por escri te,, ao cliente quando solicitado. 21 - enhuma mercadoria sará entregue 1 im que antes sejam pagas as taxas e de riais dzzz38 a que estejam sujeitas, po , endo Inclusive u Uniiio Agrícola reter a 1:1ercadoria até que sejam liquidados os t 1 él>itos A, se ocorrerec1 retiradas parciais despesas devem eer pagas proporcional mente. '22 - Para retirado de qi: alquer mercado rio. é imprescindivel a dcnolução do do cumento que a represente, b~m como a en !rega do recibo ao qual o ceposilaate de clara que recebeu a sua mercadoria em _l)erfelto estado de conservação, quantidade e peso, ficando a União Agr, cola, isenta de qualquer responsabilidade futura, pela mesma. 23 - A retirada de mercado;ias financia das só será possível mediante a devolução doe respectivos títulos. 1 o caf o de retirada pareis!, esta deverá ser efetu da mediante autorização formal do Iioanc•ndor, sendo que da entrega dos saldos se á exigida a ~ llR_r~sentação do respectivo 1itulo. 4 - No caso de venda ou fiaanciamen to de produtos armazenados. o vendedor ou financiador deveró resga 1.ar todos os débito& aludido de tal merc .uloria. 25 - Em caso de venda o J trans[erencia Parcial de lotes depositado, a parcela vendi da ou transferida ser:, obrigatória- mente separada a fim de per- lllthr sua perfeita identificação, corren do todas despesas por conta do novo depositante. 26 - Os pagamenéos das ta. as de armazeaa lllento e serviços eveotua s referentes ao re cebimento das mercadoriu dos Armazeas !la Uaião Agricola, poduilo ser efetuadas 110 ato da entrada rias mercadorluf ou no fim de ca da período de 30 tTrinta) dias vencidos. 27 - As mercadorias des!inndas a prestação de d !trofços dtverào ser retirada, do dérmaum até 3 (rrês) ias após o término dos serviços. Findo este prazo, iseriio lotead,1d e taxadas nor almente, como mercarorias destinadas a. depósito • 28 • Não seriio fornecidas amostraa de ínercadorias e nem será permitida a fura da ll Firma (Contlnuo;tio da 6.a pogina) çüo de sacaria sem estar presente o pró prino cliente ou sem prcpur;to legal ou sem sua Ol'dem escrita. 29 - O Ifo1·ário para o atendimento nos ar­ mazéns é de 7:30 ás 11.00 r dos 13 às 11:00 hs. de se gunda à sexta-feira e ao! sábados é das 8:00 às 11:30 hs. O escritório semente expedirá or dern de e11treg.1 de mercadorias a lé às 17:00 hs de segunda a sexta-feira, e, aos sàbndos até as 11:00 horas. 30 Os casos omissos serão resolvidos pc la administração da União Jgricolu, AOS termoo da leglolação que regula o seu fun clonumento. Bela Vista Mt. 5 do /bril de 1976. Hércules J. Tallni, Florcutino C. Talin! lldt•fonso de B. Lourelro TESTEM NIAS; Algecir Alfredo Hecke loque Joaquim P'aez Junta ro111t•rcinl tio E,tudo d .. :luto ~rouo CEHTIOÃO Certifico que. por decisão da 2.n Turma, o pri mcírn ,·in do pr.-,cnte Ahcruçào coutrntunl, foi re gistrada sob o n.o 38092. Cuínbú, 1-1/01/76 João Barbosa Curnmurú Secretário Gern l JSFY Ubaldo Barém doa verba a Antonio João r .- . , 1 1 i .] i ±33 l ! ., , o 4 1 ' é.::.-:,., ~ 1 ,, '. j ,_ •. t- •• ' -· - ' ?: ...... ·, 1. : "3. l 1 :5 ,, ....... 1 ' ' 4 r ' ' ! t • / ·! ! • ' 1 . - ;_;.. , . j t ' < ·1 i , - , . ' .d 1 - - ·., ! .• 1 ' I ·: ·l ,_. • 4 i ·J ± O deputado federal aroni"la Ubaldo Barém, acabo. de doar e liberar verba no valor de 190 mil cruzeiros para o muaici pio de Antonio João. A importancia liberada pelo parlamentar matogrossense, fazia parte de sua verba de representação pessoal e se destina à construção de uma escola naquele muai clpio, com 2 salas ·de aula e outras unida des. Preca deste exemplar Cr$ 2 00 ' Ex-ai-t;te Mirar de !mia Me!ia na E+eh!ale ele Mtieins de ao Pols, por dei;mi o do Ministro de Gurrza E-tChf· de A-mitolois no lo-ptal da benefi ceneis d .o laslo-!-A teme de ata»lo@ia d tClini a O.ttrica d Eeu!}de de Mthins de si» Halo. E' As·i trate de Gastrontrologia nus Eeola 'e Medina - Chi nica Mb Cirurgia - leu:atolaria -Ginecologia- Endocro noloziu ·Ga-tronterologia- Neurologia· Ir at+li • Fio terapia Eletrónica- Medieis I'ieo-somatica- Medieia Fspor tia·Geriatria. Consulto.rio - Galeria Popular, Ní' 9 - Telof. ll? {Reco do) Das p+ Horário - Diariamente das 6,30 às 19 hs. inelusi e o Sabado Laboratório de Análises Clínicas "Louis Pasteur" Cx.- Postal:i- Fone:Hi2 - J::rnllm - MT Mais uma opção como auxiliar no diagnós tico em ur;:encia Médica, atende-se a qualquer hora rio dia ou noite. Técnico - Hesp. Luiz Gomes Bezerra. Far. Quilo - CRF • 20: 055/62 8 de Set. Dia Internacional da alfabetização de adultos Foi com o firme propósito de erradl car o aaalfabetlsmo em nosso Territ6rio que o Governo Federal, através da Lei r?Nº 5379 de 15-12-67 criou o iIOBRAL (Mo ~ : vime o to Brasileiro de Alfabetização) O {mobral alfabetizou 100387 pessoas, inaugu i ·:rou 36 postos Culturais (um em Bela Vis -.;ta,) no ui de Mato Grosso. no período í de 1970 ao l.o semestre de 1976. A cita da Lei estabelece que o maior respouaá 1 ',>., vel pelo ~ obrai nos municlpios é o Prefei to municipal e, apoiando - nos na mesma ~:~lei. estamos contando com o Total apolo j''.,!do Prefeito municipal Gen. Dr. Ruben A. A.· -,,~;de Castro, /1illt<' para o próximo convenio '. :-;,que se inichtrá em outubro de 1976. '. •~ Por outro lado, no período de 14 a 18 r-.2de setembro, acontecerá o Treinamento .JPedagógico que será ministrado pela Snu : .,_ pervisora Estadual Darcy Castro, da Coor denação Estadual do .Mobral. É importa!! _te o apoio da Prefeitura) da Comunidade f e da Comissão !Iuniclpal do Mobral, presl dida pela Dra. Enll P. de Souza. Desta for ma o Governo municipal poderá apoiar u Mohral, pois o mohral é responaabilidlide de todos e de cada um. Salve 8 de Setem bro, Dia Internacional da Alfabetização de Adultos. Francisco de Aasis Diniz Casa do irtesão ão importa a sua idade Há uma casa na cidade Onde você vai achar Lembranças de Bela Vista Criadas por mãos de artista Que todos vão adorar O presente mais bacana G "recuerdo" mais legal Aquele que a gente ama E que ao bolso não faz mal Só no Artesão, irmão ... . Originalidade e imaginação e com a Casa do Artesão. Rua Cuiabá 489 - Bela Vista Mt. Me+ Soberano, Ma­ ifico Senhor Nosso l'ai, J.'xi-t1•111 111/l(0S TI<"CCfi sitados for este universo imenu-o; e+ta época em que o desespero, a de+o· lação, a falta de nmor anda imperando; Vos peço senhor. com mu roroçilo contrito, pura Jardim Mato Grouo TRIBUNA 0ft FRONlE!Ríl ''Orgfio lndcpendenlo a ::Serviço da Hel{láú ANO V lida Ví"u - MT. 1219176 • N. 220 SIINE Companhia de Saneamento do Estado de Mato Grosso ENFO Fim de Semana Dastante movimentado, Dias: 3 e •l p. p. animadíssima brincndeira no C.E.B. Casa lotada, am­ biMIC olci:r!'. Porem ... 110 diu •I, lá pelas altas da ma­ drugadna, por questões mecanicas, o gerador de ener­ ia e+tragou e foi impossível continuar a brincadei­ ru, foi quando um grupo de ·engraçadinhos,· apro­ veitnmlo-rn cl11 c,curulào começnraín n chutar o jogar • gurrafos. Por isso, aqueles que organizam brincadeira, devem selecionar, porque é preferivel um n.o redu­ zido de pessoa, porem que saibam comportar•se num ambiente rncaol, e nilo pee,;ons de qualquer nu· ipe, que 1111 }.a ou 2.n vez se comportam, mas um diu mostrom realmente quem ão. empanando dessa maneira, um ambiente n cgre onde maioria vni. n fim de pasEor horns ogrndúveis. Dia do Soldado 25 de Agosto, tramcorreu n datn do nosci mento do Mnrcchnl Luiz Alves de Limo e ilvn, Patrono do Exército Brasileiro. Personalidade que se ressaltou pelo seu valor. Como •oldndo e patriotn - o Duque de Caxias, é uma personolidodo cujo nome se insere de modo marcante nos p/1g. dn Ili tórin do Urasil. Tanto na paz como no guerra o bravo mi­ litar assinalou foto• iuopngÍl'cio. Diplomata, estndis· ln, plrlnmentnr o militar. Cnxins cumpriu j' ornados memoráveis, legando nos postcres excmp os edifi cantes e indicando cominhos seguros o seguir. Ele soube Cner do Corda um vcrdndeira sacerd6cio, de­ monstrando seu esplrito de renuncia, e seu deste mor nas batalhas que liderou, lutnndo pela unidade nncionnl e sobernnlll do llrnsil. Herói do ltororó, Lonllls Volentinn, Posso da Putrin o noutros redutos bélicos em que elevou bem oito o l'uvilhiio Nocionol, o Duque de Cnxins tem acu nome reverenciado até os dias presentes. Doí porque o Exército escolheu - o como seu patrono, Cixnndo•so o Diu do olblcm111 que o Bancário é obrigado a carregar diuturnamente. Seus i;alário,, geralmente estào muito nquém dn justo retribuição financeiro que de,erinm receber pela desgastante tarefa diária a que são su­ bmetidos, tirando-lhes, assim, as condições psicoló­ g1cas neecis5.na1 no bom desempr.nho de suas fun­ çõce. De 31/8 a 7/9 1 Foi comemorado em todo o pais o Semana dn Pá• ~ _Bela Vuta. ~omcmorou_ cs,a. semana <"on1 ,·árias !Ç.$,,2reridss sr miares, ão 1o iç. ». ; Jogos estudantis, danças ritmicas organizadas $7"12.52, %},g@» iji». 5G»@. , . . .e. obnu o Semana da Patna com rias solenidades. • Devido RO mau te r . . la,i111:iuc d fila mpo, oi impossível os alunos Be. com mui~ C:bo rem, porém O 10 R. C. deafilou Para Vereador vote em Arlan Xavier Brum . D. Rela Vista • ,r 1 Juiz Eleitoral da 17.a Zona Mato Gros o E9!RI U doutJr Valter José Rodrigues Contrera. Juiz Eleitoral da 17!! Zon~ _ Hela Vista, Mato Grosso, na forma da lei etc. . . . ' Faz .Saber aos que o prenente E­ dital virem ou dele conheclcnento tiverem que de acordo com· o art. 68, § 1.o, os no mes dos dez [10) ultimos Eleitores inscri­ tos, todos de pedidos de Transferencia de Zontt, sao os seguintes: Titulo 15.434 - Jair de Freitas « 15.435 - Cacilda de Souza Aranda « 15.436 - Osvaldo Luiz do Couto « 15.437 - Alba Ione BIini Costa « 15.43s - Willy Albert RaUel « 15.439 - Ana Maria Costa da Silva· « 15.440 - ViL,on da Cunha « 15~441 • Elida Gauna Rodrigues « ló,442- Emanoel João Maciel « lo.443 - Sadl Rigo Faço publico mais, que declaro en cerrada 11 Inscrição de Eleitores nesta 17.a zona, sedo que o nocne do ultimo Eleitor mscrito é: Sadi Rlgo, portador do Titulo n.o 15.443. ficando esta .17.a Zona, com 6.406 Eleitores, sendo 3.471 do sexo mas­ culino e 2.935 do sexo feminino - Bela Vis ta com_ 5.360 Eleitores sendo 2.825 do sexo masculino e 2.535 do sexo feminino e Ca­ racol com _l.046 Eleitores, sendo 64-6 do se xo masculino e 400 do sexo feminino. E para que nrnguem ulegue ignorancia man­ det expedir o presente Edital que será a­ fixado nos lugares de costume. Dado e passado nesta. cidade de Bela Vista. Est de MT, aos aete dias do mes de Setembro do ano de mil novece-nto11 e st!tenta e seis Eu, Goeth Escobar Nunes. Escrivão Elt1ito: ral da 17.a Zona, o dalilogralel e subscrevo Dr. Valter José Rodrigues Contre • Juiz Eleitoral da 17.a zona. ra é, nos E,,. Pedro Pedreira Duas Manchetes l [- Delegada Reginl de Ed. e Cultura "poderá" ser transferida. 2J· Delegado oe Poliria fol cxono rado a pedido. CR& Desenvolve o as anc;ietes 1· A Ora. Enil PerelrtL de 'ouza, Deleguua flegional de Educa- ção e Cultura «poderá» ser trausfcrlda. A l!!formaçúo ó de elemoutos ligados u po lltlca belavlstense. Surgiu o comentário que Jardim está plelteaado a muduoç'.l da Delegacia de Bela VI tu para aquela cidade. Políticos Belavlstenses, Ação ... CEC 2- O Major Gamaliel Stumpf pediu sua exoneração e fol :;.tendlrto. Inúmeros )Jroblem11s particularea motivaram a sua decisão. O Govnnador precba nomear Urgentemente um Delegado para a nosRa cidade ... S.O.S. dr. Garcia. Neto .... CE2CE O jornalista Sebastíão Nery, publi· cou artigo no semanário O Pasquim, Jntl­ tulado " o Pântano de riiato Garcia," onde fala a respeito dos parentes do Governa­ dor nomeados para cargos publicas. Se­ gundo ebRsllão Nery ... "O governadur diz que tudo é mentira, calúnia- Com algumas exceçõezlohas. Ele não botou a familia to do. no governo. Só botou o genro na Pre feitura de Culabá, o cunhado no Departa­ mento de Dlvulgação de MT, um fi­ lho como presideoto da Companhia de Sa­ neamento do Estado, outro filho 1;omo as sessor da CaRn Civil, a nora na tal Com­ pttnhia de Saneamento e a cunhada da pri melra riama num cargo lá. 6. Só isso. "Apenasmente" isso e continua o articulis ta citando nomes de outros parentes do governador. Na prôxima edição publicare mos na integra o artígo de ebastião ery... Se Deus e a Direção permitir até a próxima. E.IDEG-B Esta coluna é publicada simulta­ neamente nos jornais Tribuna da Frontei ra e Correio Jardinense. Em Caricia de agosto um õmporblrate tema: 0 MO0MEM PRECISA MAIS DE SEXO DO QUE A MM MER? Saiba o que é curetagem de útero. . Artistas famosos revelam seus melhores momentos na vida. .. • FOTONOVELA: UMA CHAMA DE AMOR ·c. r4 3 !s t- $ 1 $M pag@Ri# .l,fã" «. :• c:os=_s:. De Revistas Cinelandia Mais lil; ESCOfares Cuiabte 'a próxin quinta-feira, cl1, ~ u, setembro, o Goverug. dor Gareia Neto esta. r[I. assinando eontr,t- to com o FAS, par um repasse de 0 milhões de cruzeiros u tra v(>s da t.:aiM Econômica Federal, parn n construçúo rt~ l mais unidades: er.co. lares cru todo o Es­ tado de Mato Grosso E111te numer,l'IO eerá) l aplicado ainda l'itle ano na arnplfnçilo li-, sica da rede estudu. nl de estnbelecimeu· • tos escolaros. o dia 1.o do se­ tembro, segundo ln­ forma o Secrelárlo da. Educação, Lourem herg Nunes Rouba, o Governo do Estado firmurá convênios coo.a as prefeitura, de Navirai, Cassilan­ dln, Camapuil, Ron­ donópolls, Jateí, Apa­ recicla do Tubot,do. Luclnra. AnaurlHlndla Amambal, Jaciara. Chapada dos Guima­ rães e Bela Vista, para a reforma. CODS- ,., trução e adaptação de unidades escola· res dar; referidas mu• nlclpalldades, como parte do prograID3 • governamental de redução tio déH