MANA1O 
INO(PCNDtNTl:: 
Fundador o 
Dlrclor 
Ronponnúvol 
Jvalrlo Pr rnll'a 
"O Vt1rdad Iro 
Jornal não H 
limita a lnfor 
mar, ó oplnoll 
vo tambóm' 
!HCJrbcrt Moses) 
33L /IS1A 
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Ma to OroHHO 	.-, 
P d I C'-S ·> 00 lf'u11cl.·11ln em 2:i-!!·7'- 
ANO V [N.o 228-- Bela Vista 26 de Setembro de 1976- 8 Páginas- 'reco Io e"Uw!!E:z:'='' '-' 
·------~'"------- 
HOMENAGEADA 
GLEIS_} LEGISLAI! 
l 
lrnpr<'nsa: 
----; "O picipul objetivo da imprensa 
1 é ~nir ú oror·urn da verrlurlc, pre:in díticil 
 <' carn. A l111:J1·
1•sa. c'iq~ílo d, ,•xprP•silo <· 
y de controle da opinião pública, cub· li- 
l 
<lima t11r ra d,, imp,,r-,e como instrumeP­ 
to do dos ·nv]v mento econômico-nolitico 
} e social. Husada ni-to é que a Bsncadn 
1 
da Jren,,, ne~ta .~sembléia Leglsli,liVIJ. 
eslruturu <' mnnt:'>IP 1-uus rel:,çõ<·R e m os 
homens da Imprers. 
4s 	A Bancudu Arenista, então, registra 
Í 'i 11e~t., instante o i::eu profundo r,•4peilo ao;; 
· j que militam nos jornais, rádivx e televisão 
} l '[9em nosso Estado, pela comemoração em 
• • / 	; _ tlJ próximo passado, do Dia h Iapvensa. 
1 
; 1 Confiamo~ nos quP f.iz.,m jorna- 
!/ 	{] tismo s@rio o a estes pedimos pnra que 
1 	, ~, nio reduzam o conhecimeotl' desta época 
1:' , 1 à Rim pies reflexão superficial doR fato:.. 
(· 	l Porque os olhos e os espert1nçns de nos- 
~.· 	j sos irmãos brasileiros estão no dizer 
l 	qu<> ar:retlitum no pnder político, como eic- 
1
·' 	. ··'j oeram na crlstolina informação jornalística 
k • 	. · o reflexo do liberdade de imprensa, não 
~t: ·. .. 	• .,. · ·, · ~ apenas lnfurmando, mas, sobretudo, trans• 
. • . . .-....4 formando. 
.._.e--....:...-----·-·..._:...,,...._, •. ~ 	A própria obrevivência da liber- 
dade e dos direitos fundamentais da pes 
o humana são funções inerentes à im 
prensa. 
A imprensa livre, responsável, é 
força viva a favor ctn construçiio nacional. 
As im, a Bancada du Arena, con 
fia e aplaude aos que fazem jornalismo 
pela passagem de sua data comemorativa, 
na certeza da continuidade sadia dos nos 
sos rel!,cionamentos". 
CUlA.BÀ - O Deputado Ruben 
Figueiró líder do Governo na Assembléia 
Legislativa solid'lrizou-so na R<!ssüo do dia 
13, com jornalist.J , esnecl11 )mente os de 
Mato Gros,;o, pela passagem do Dia dn 
Imprensa. 
É o seguinte o teor da mensagem 
que pronunciou sobre os_ protissional8 e a 
PELA 
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€Construirá 
f98IREM 
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SANEMAT LEVAP MAIS' ÁGUA 
PARI! DOURADOS E 
r 
Cuiabá - ( EUIMAT) - A SAEVAT es­ 
tâ licitando materiais e equipamentos pnrn 
o !Sistema de abai,terirnento de água em Jar­ 
dim. Para Instalação imediata i;erão com­ 
prados grupos geradores de energia elétrica 
e moto-bomba submerso para o serviço de 
captação de água. 
Em Dourados, a SANEMAT instalara 
mais um conjunto de moto-bomba submer­ 
so para reforçar o sistema dfl captação e 
distribuição de água para a população. Nes­ 
sas cidades, como vem acontecendo nou­ 
tras regiões do Estado, a SANEMAT está 
a:npliando os si,rviços de abastecimento 
para ter condições de atender às novas liga­ 
ções domiciliares financiadas em até 18 a­ 
nos, a cinco cruzeiros m,rnsals, ja que é 
lema daquela Companhia atender a todas 
as famíhas residentes nos bairros distan­ 
es dos centros das cidades matogrossenses. 
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bro e anuncia que os elementos técnicos 
das licitaçõi!s podem ser adquiridos na e- 
crelarla mediante pagamento de taxa fixa- Além de Dourados 8 Jardim, outras cl­ 
da para cada uma das lici~çõe!'. O prazo dades terão os seus serviços de abasteci­ 
de execução das obras, depois de licita- mento de égua ampliado, sendo as prl­ 
das, será de 1 O dias. 	melras Cui11bá, Corumbá, Ladário, Juciara, 
Reitor Cumprimenta Imprensa Pocgné, Aquidsuaaa, Dom Aquino, Ponta 
- 	Pvra, Aparecida do Taboado, Glória di, 
Cuiabá - • ( edimat) - O Reitor da Dourados, ~uirattnga, Cassilândia. Mirand~, 
Universidade Estadual de Mato Groseo Porto Murtinho, Fatima do Sul e Rondono­ 
prof. J oãu Pereir:i. da Rosa, enviou ofici~ polis. 
ao Diretor do Sedimnt, Levy Campanhã 
de Souza, cumprimentando os funcionários 
<10 Órgão pela passagem do Dia da Ira 
prensa, transcorrido n 10 de Setembro. 
No mesmo oficio, o Reitor esten­ 
de os cumprimentos aos profissi".lnais de 
mprens'.l de todo o Est. de Mato Grosso. 
. MAIS ÁGUA 
CUIABÁ - ($EDn1A'l'),-: A Se­ 
cretaria da Viação e Obras Publicas _d? 
Estado de Mato Grosso divulgou duas lici­ 
açõe!- deslinad:ls à construção de etnpas 
de armazens para cert!uis em Aqu!dauann. 
A primeira licitação destina-se à tomada 
de preços para a parte de . estrutu­ 
r11. metálica, 8 a oegunda para as obras 
complementares. 
O edital divulgado através da Se­ 
crotaria do Viação e Obras determina a 
entt-,ga lias propostas no dia 15 do outu- 
P/VE E DOR 
Afonso Dilon Nunes Leite 
BRASIL 
ENERGIA 
ELETRICA 
As poucas Indús­ 
tr!ull he]avJstc,uses 
entre elas a Empre· 
s11 que edita este 
jornal Empresa 
Grafica Tribuna da 
Fronteira - viveram 
momentos difíceis 
na semana que pae 
sou. Não sabemos 
a causa - me8 a 
energia mAis uma vez 
foi deficiente. Pa­ 
rece-nos que, na au 
sência do prefeito 
municipal (estava 
ulafando) o rltm<n 1 usira. 
não i o mumo" Oolta d~ 
óleo cu problemas técnicos 
Não sabemos. Esta 
sltu&ção não deve se 
rtµetlr, pois, as pou­ 
cas indústri'IB sofrem 
e muito co.m estas 
deficlenclas. Espera­ 
mos que "providen­ 
cias euérgkas" se­ 
jam tomadas, do 
contrario. a situação 
tende a desregularl­ 
zar urna norma que vem 
sendo i;atisf11tórla­ 
m:nte atendidu Da a­ 
tua! administração: 
o fornecimento da 
energia elétrica aos 
usuârios. 
Este é um pais que vai pra 
frente

Rela Vl1ta • Mt. 
Tribuna da FronteirJ. 
ED 
UMll W R ~ 
e 
90 GRUPO P lu l co 
Para Vereador 
Ci - T LIO tlHO 
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TRIBU A OA f ONTEIRft 
Fundado em 25-02-72 
Redator-Chefe • .Jo,1/do Pmír.i 
"A opiniões emitidas nos artigos assina 
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Bela Ví~ta CrS 100,00 
Demais Jlun!cípios CrS 120.00 
Hedaç.ào e Oficinas • Hu11 D11que de Caxiu 
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n Cx. Postal 23 - Dela Vista - Jfoto Gros• o 
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Atende pelo INP e IPEJlAT 
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13;00 - 16;00 hs: Poslo de núde 
16;00 - 19;00 bs: Consuh6r-io 1 
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t 
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Não importa a sua idade 
Há uma casa na cidade 
Oode você vai achar 
Lembranças de Bela Vista 
Criadas por mãos de arti .. taP 
Que todos vão adorar 
O pi eseote mais bacana 
e, "recuerdo" mais legal 
Aquele que a gente ama 
E. que ao bolso 11ão faz mal 
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Par a Vereador 
-Sebastião Godoy 
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Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas - Adubos e Inseticidas 
SEM±NyT±$ ±RI&ADAS 223±212)2 ZCl)y0 1324%123 
Rua Crispim do Rego, 180 	Bela Vista Mato Grosso 
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Bel VI»ta Mt. 
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Tribunn da Fronteira 
-- PllRll VEREADOR 
Nelson Rumão V. da Silva 
Para Vereador 
Arlan Xavier Brum 
li P/ 
MONCLAR ROSA CORREA 
Ele 
ILDEFONSO PINHEIRO 
PARA 
, 
>> 
Atanazio Mele filho 
Aticvir Alencar 
labor«dora á iacooda e exaustiva posição 
de conor e+te do esposo. E a vi!4 0a­ 
juga! deixara de ser uma idealizaçao a 
dis, para s transíotmar numa compell 
cão dei;ual injusta. jà que o homem 
que vê em ua mulher uma adversaria, 
ende a se afastar dela... que os inimigo 
não mandam flores, os contendores não 8e 
hclja n. 	« 
f evidente que umo as mulheres 
Arno talvoz com mais intensidade que mui­ 
tos outros homens, porque sou poeta. 
Extralo da Natureza a matéria-prima_com 
que estruturo meus pobres versos. 'Toda 
via Rei quauto seria l'idículo u mulher llll· 
dar <l<' violão debaixo <lo bruço, fazendo 
serestas, ir à boate sózinha, chegar em ca 
sa de madrugada com o paletó debaixo do 
lmiço, fumar charuto, jogar no ataque do 
Coritians. Não basta, polo menos. a liber­ 
dade de ser <lona de urn lar? Vamos ver 
se encontramos pofisso mais estável T­ 
üvel e invejavel que a do esposa? É tão 
verdade isto que todas elas buscam avida­ 
ente este emprego. Conheço mulher bar­ 
heira. jol'nal1stn. médicH. engenheira, <len­ 
tista. magrntrada, palhaça. deputada, poll­ 
cíal, uftcíal do exé!'cito, escrítora, ud voga­ 
da, indmitrial, empresária, pecuarista, co­ 
merciante, a viadoru, corretora, balconista, 
tr,Iegrafista, soldado, motorh;ta. Só me falta 
ver agora (e talvez nào Psteja longe dis- 
to) mulher pai ou avô ... 
AGRADECIMENTO 
»9 
1 
1 
C.E.R. 3- Candído Hoeira - e aos 
tienhores motorü1tas: Nllto Luiz de ~fatoi, 
e Nume dos Santos. 
O meu sincero agradecimento às fir 
mas supra citadas pelos relevantes ser 
viçus pre lados, quando do aterro à e­ 
norme erosão na rua 3 de Outubro, entre 
s rus G. Lopes e Cel. Dias, na altura 
do Nº 457, dando oportunidade, assim de 
pro1<seguir adentrando no tnreno 'em 
sua Irent", com caminhõeR de mate­ 
rias para a construção ora em vigor. 
Muito obrigado, ''pessoal" bom de 
Jardim, que con,põem a equipe C.E.R. 3. 
As. Euripedes H. Ferreira 
Rua 3 de Outubro, 457 - Bela Vista. - M 
I 
llá poucos dias um dos leitores des­ 
tu. coluna pegou-me pelo braço, na ''d. e 
advertiu: "Meu jovem, não ataque a! 1 u_ 
lheres em yuas crónicas, que esta s a'i­ 
tude poderá ter efeitos nega!ivos e reju! 
eiis" Ouvi em slêncio, e não dilui 
porque discutir con quem não entende as 
coisas é o me. mo que ptHlSll' munlt:1gu em 
venta de g-ato. Eximi-me de argumentar. 
Fuço-o agora apeou! para con1g1r um lap· 
HO ou rne'sruo um rvidPnti! eoguno d1• meu 
leitor, já que so do.:iX()U troit' prlas couclu 
sões impensada,-;. 	. 
Desejaria lembrar que tenho plena­ 
consclêncla do que vJm de uma mulller eu 
chegara! a outra. Dific1lme11le outro homem 
amorá e respellurá mais as mulheres do que 
eu. ~ó se for um tarado. Escrevi t' ed_1to1 em 
duas sórlei- sucessivas. um llVl'O lnt1tulado 
Poemas para quem subo Amar, totalmente 
Inspirado no valor, oa ternura. na beleza 
e nas virtudes das mulheres. Sem;,re rui um 
upolngistu. do belo-sexo e, em momento 
nenhum ofendi Marb ou Leonor. Sou ca­ 
sado, u:no mlnhu mulher, embora não an­ 
de agarrado • com ela como carrapato em 
orelha de burro. Considero a mulher _um 
complemento do homem, em tua sublime 
missão ele veículo de perpetuaçao da espé­ 
cie humana. Que seria de nós sem as I!'.lU­ 
lheres? 
Mas não me move a indiferença em 
face á igualdade absoluta de direitos entre 
homem e rnulhet, nem ô respeito às SU'iB 
limitações tisicas e psicológicas. Homem e 
mulher siio diametralmente díferentes. E 
é eRta diferença que torna o tréco interes­ 
i,ante. Agora com relação ao 'omen's 
L!b" tenho minhus restrições. Sei perfei 
tamente que, de certo modo. não há dinhei· 
ro no mundo que pague o trabalh0 de uma 
mãe, de umu. dona de casa, de uma espo· 
sa dedicada. :fas nilo é porisso que ela 
vai engolir a gente, ou mesmo se nivelar 
a nós homens, na viria prática. 
Jesus disse: "Mulher. submete-te e 
obedece ao teu marido". Submissão não é 
servidão. Existe uma astronômica dístll.ocia 
entre .,servir,, e .,ser servil... Obediência é 
colaboração consciente. Assim, porque a 
mulher é o coração da familia ... e o homem 
o cérebro que pensa e decide, os braços 
que sustentam e constroem. No lar, a mu 
lher é a Hl.mpada; o homem, a. energia 
t>létrica. A mulher, o monumento; o homem 
o pedestal. Sem o pedestal, o embesatuen­ 
to, a estátua cai por turra. 
A senhora Betty Frie:ian que anda 
pelo mundo espalbundo discórdia entre os 
casais, cr·lando zonas de atritos, não passa, 
p/ mim, de um virago. Velhona fracassada 
no amor, divorciada, sem fühos, nariguda, 
assanhada, fedorenta, vivaldina. Se nãe 
souLe manter o próprio lar, como poderá 
ensinar às outras mulheres a sustentur a 
unirlade do seu? Igualdade, oeste caso, se. 
rá o cesequilibrio, a oscilação. a queda­ 
Passaria a mulher de sua condição de co- 
Para Vereador 
Vitor Vieira 
REZ O.JOARIA SEI 
de Antonio R. B. Melo 
Consertos de relogios em geral 
Rclo;!ios de ponto - perímetro -:- oHmt:tro 
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Suoer rroca de óleo 
A SE e 
> LIE

(09.76 
GEISEL, ·A 
Tôqulo, JN- Foi realizada crnguindo 
rildo esquema cerimonial, a solenidade de 
chegada oficial do presidente Ernesto Gei­ 
sel ao Jpo, sendo introduzido no Palá­ 
cio A!asaka pelo imperador Hiroito. esse 
seu primeiro diu de estada oficial no ,País 
do 811 NaRcenle" . o chefe dn Governo rea­ 
lizou, ainda um visita formal ao Impora 
dor num Palácio Imperfal, com quem tro­ 
cou presentes, posou pra fotos oficiais,e 
l'Occl>eu UI! visitas do primeiro ministro Ta­ 
lrno Mlki e do govemador de Tóquio Roy­ 
ckichi Miobe, no Akusnka. A noite, o pre­ 
sid ·nte da República brasileira e comitiva 
foram homeneados com um banquete 
pelo Imperador, onr!e fol'am foilos rliscur­ 
os de saudações e trocados brindes. 
Chegada Oficial 
Seguindo as pormus do cerimonial 
japones, o presidente Ernesto Geisel e a Se­ 
nhora Geisel aguardaram à porta do Pulá­ 
do Aktvmka o imperador e a imperatriz que 
chegaram às !l:30 hs(hora local). Após uma 
breve saudação seguida de cumprimentos 
no terraço, o governante brat-ilelro e sua 
esposa foram introduzidos ao Palácio, já u­ 
gora como hóspedes oficiais. Fornm exe­ 
cutados, a seguir, os Hinos nr.iunais do 
Brasil e do ,Japão, passando us quutro a se­ 
guir para o Palácio -descoberto onde o pre­ 
sidente Ernesto Geisel e Dona Lucy, acom­ 
panhados do embaixador brasileiro em Tó­ 
quio, Hélio Cabrol, foram apresentndos ao 
príncipe herdeiro Akihilo e sua esposa a 
prlnr.esa Michike, às quatro outras filhas do 
Imperador, hoje csdas, e ao primeiro- mi­ 
nistro Tó.keo Miki. Dirigindo-se a uma pia- 
Não Sofrerá Multa 
Brasilla, ANDA - O Senado Federal 
aprovou em primeiro turno, o substitutivo 
da Comissão de Constituiçãp e Justiça do 
senador Italívio Coelho (ARE A-i1T) intro 
duziado modificação no texto do Código 
Eleitoral, de modo a que não mais incida 
multa sobre o eleitor fa!tJso que requeira 
transferencia de inscrição para outra zona 
eleitoral, assim como ao cidadão que; ao 
completar 18 anos, se lista eleitor fora 
do prazo em vigor. 
O substitutivo aprovado é de autoria 
lo senador Nelson Carneiro (MDB-Rj) que, 
ao relatar a matéria, entendeu que se a­ 
provado o projeto, na sua redação origi 
nal. "será uma porta escancarada a abu 
Aos, reconhecendo, no entanto, que II par 
llclpação de cidadãos nos pleitos eleitorais 
se me afigura do interesse 
da legilimic1ade populnr", ele propôs nova 
redação ao projeto, na qual o alistante 
ou eleítor que comprovar devidamente es 
lado de p'obreza ou justa causa, ficará i­ 
sento do pagamento de multa". 
ICIAL 
taformn colocada no centro do pú!io, o 
presidente do Brnsll fol toaud::ido por um 
toque da Banda Marcial, reverenciando-e 
na qualidade de chefe de Estado, passando 
depois em revista á tropa formada em 
sun honra. Já agora tendo ao seu [ado o 
imperador Hiroito, o chefe do Governo foi 
apresentado pelo mestre cerimonial aos 
membros do novo Gabinete do ,.Prernier'' 
'fükeo Milti empossados quarta feira. Na 
fila. de cumprimentos, se encontravam tum­ 
bm, alguns membros do Corpo Diplomá­ 
tic0 acn:ditaclos junto ao Governo japones 
e todos os íuucionúrlos da Embaixada do 
Brusil. 
·' 
No Palácio Imperial 
Encet rada a cerimonia de recepção, 
o presidente Ernesto íleisel embarcou no au­ 
tomóvel juntamente com o imperad11r Hlro­ 
ilo, rumo 110 P1dúcio Imperial. enquanto 
Dona Lucy seguia em outro carro eru com 
panhla da imperatriz Nagako. A comitiva 
chegou ao Palacio Imperial úR 10:05 hürati, 
(hor local), sendo o presidente e o impe­ 
rador conduzidos ao salüo 'Takenoma pelo 
superintendente da Casa Imperial, ao sa­ 
lo, sómente tiveram acesso os dois intér­ 
pretes e o grão mestre de cerimonias. De­ 
pois de aguardarem no salão Chldori-Cbi­ 
gosanoma o final das conversações os 
membroe da comitiva presidencial foram 
apresentados ao imperador e : imperatriz 
enquanto o Camareiro- mor e a principal da 
ma de companhia da imperatriz eram apre­ 
sentados ao presidente e sua esposa. 
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Brasilia (AN) De acordo com o 
projeto aprovado pela Câmara dos deputa­ 
dos , de autoria do piulament.ar Vice11te 
Vuolo [Arena-MT] e que será agora sub­ 
melldo à apreciDção do Senndo é reduzida 
para 17 anos a idade mlnlma prevista 
do Códl<70 acional c!c Transito pal'l 
a concessão da carteira de Habilitação pa 
ra dirigir veículos. Na !undament,1 çú.o de 
sua proposição. argumentou o autor, que 
a2te o atual ritmo de progresso da huma­ 
nidade, os jovens não apenas ingressam 
nas UniversidadeR, como, lambem adquirem 
mais precocemente a experi0r.1cl11 neceG!!á 
ria à assunção de responsabilidades. 
O projeto mereceu pareceres favo 
ra veis das Comissões de Con~tltuição e 
Justiça e de T,:ansportes tendo esta G de 
putado Su.ntos Filho. relator observado que 
negar-se ao jovem, que ja nos provou sua 
eficiencia e seu descorllnlo a oportunida­ 
de de conquistar. um pouquinho mais ce­ 
do. sua Carteira. de Habilitação para diri­ 
gir veiculos, seria o mesmo que obstaculo 
znr a sua plena integração à sociedade e 
a vida útil e produtiva. O prnjeto pelas lofor 
mações deverá ser aprovado no fim. 
Investimento Japones no Brasil 
Tóquio - O go 
vêrno juponês conce 
derá empréstimo no 
valor de um bilhão 
e 500 miTuões de dóla 
res p/ financiamento 
de únportantes pro­ 
jetos industriais e a 
gríco!as 110 Brasil ,in 
forma a imprensa de 
Tóquio. Afirma que 
este compromisso ja 
ponês será incluido 
numa • declaração 
conjunta, a ser divul 
gada pelo primeiro 
ministro Takeo lke e 
pelo presidente Er 
nesto Geisel, no pró 
ximo sábado. Entre 
os projetos importan 
tes estão os destina­ 
dos ao desenvolvi­ 
mento de alumínio, 
aço, energia elétrica 
e a mineração, com 
visitas ao aproveita.­ 
meato glonal da ba 
eia amazônlcb. • 
Industriais brasl· 
leil'os e representan­ 
tes do goero estio 
no Japão reallzaudo 
as con·,ersações pre­ 
paratórias pra a 
concretização desses 
planos. 
Camara é 
Noticia 
Em Sessão realiza­ 
du 110 dia vinte de 
Setembro na €{1ma· 
ra iunlcJpnl, o Vere­ 
ador Afonso Dilon 
Nunes Leite, solicitou 
ao Sr.pres. da ,amara 
1111111/clpal p/q11t u/a envia­ 
do oficio ao c5r. !Dirtlor 
cliefc do DEíl.MA'l', ern 
Ponta Porã, r.,o sen­ 
tido de fazer reparos 
na Estrada Bela Vis­ 
t11, Antonio Joúo que­ 
se encontra em pés 
simo estado de coa­ 
Fervação. Inclusive 
as - ponteR da referi­ 
da rodovia, tem sido 
coma de diversos a­ 
cidentes; 
Vereador José Slm­ 
püclo do Costa Mar­ 
ques, apresentou Mo­ 
ção de Coudulênclai, 
a r'amíliu do Sr. Lu­ 
dlo Martins Coelho, 
pelo falecimento de 
seu filho e sua querl• 
da genitora. 
O Vereador José 
Slmplíclo àa Cosia 
Marques. apresentou 
Moçã0 de Condolén­ 
ciss «Sra. Est nislsda 
Ferreira Rodrigues 
pelo falecimento de 
seu esposo Casimiro 
Rodrigues. 
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vote em 
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T 
Tribuna d:J. Fronlt.•ira 
DL 
] O Senhor Marto Batillanl, atu­ 
l Pres. do Diretório Municipal da Arena. 
vem .:onduzlndo brilhantemente os traba­ 
lhoR re[ereutes àll atividades políticas do 
partido cio govPrun. ~ua atuação frente ao 
Dlrelórlo rPpercute em oufraR cidades, on 
de nem sempre o concenso r •la mal8 alto 
.-e1·ece elrgos .... 
atendeu apêlo da clas::e patronal e resol 
veu um cruciante problema com relnção 
ao INPS. B irem é o deputado de Bela 
Vista r, quando visita nússu cidade. o po­ 
vo vibra. 
>14 O supervisor de área do Mo­ 
brnl. Jlvc1ro Pereira. deseuvolveodo suas 
utívldades · nu reglüo. Alvnro é figura ad­ 
mirada nas cldarles clrcunvlzinhns. Emérl· 
to colaborador deste jornal, ele é o res­ 
ponsável pela mais recente aqulsiçiio da 
Tribuna: o no~S') correspondente em Cam· 
po Grunda, Francisco de Assis Dinlz. 
+ O nosso estimado Carlos Edy 
S4 de MedeiroR. advoga<lo ~hlilante nesta 
comarca, ga:ihou, há poucoR dias, notorie­ 
dade Esta mal, uo responder uma nota pu 
bllcada no jornal Correio Jardinense. Dr. 
Curlos Edy respondeu u altura. . . 
E um dos mais brilhantes advogados do 
.Sudocslc, altm de polilico i11fluwte. O adoogado btlaois 
te11Sc, filho de tradicional familio. matogros­ 
sene, é pres. do diretório Muulclpc.l do 
lvíovime.nto Democrlülco Brns!lelro. 
K O 0e. federal Ubaldo Barm, ' 
trabalhando incessantemente pelas reivlndi• 
cações belavi11tcnses. Há poucos meses ele 
+ Outro dE>puta 
do que dedica cari 
nho especial aos 
belavistenses, é 
Horacio Cerzosi­ 
mo, rlep. estadu· 
ai. Cerzósimo re­ 
cebeu pouca vota­ 
ção em nossa ci­ 
dade, mas não dei 
xa de atender as 
reivindicações da 
regrnc. l.'..!. • 
o 
i..l 
... 
:::.. 
...; 
Precursor 5 da Brigada Para-quedista 
$LH1 ·A ISSN CID D 
._.. . _ la Faremda 'o«a E'ran serlo reali- 
Ma reido ta 	"e : a 	o, ' 
1 
lt tl • l(lr-rrJn1t·nrn u11t"rue11rn • .I, r<i111 <lj•II• 
tu'»« a; to 	j' ... f 
-« do Curso de .{reeuror Para-que' .. t ,_perten 
' , Hrirli Eira Quedista do Exército 
(t'Ulf, • •• • , 	• l li 1 te nlo 
(), .. J!rr,·ur•<,rt'.:· • <:UJll tr., "' H• r<· t·v,,n • 
chega ao onbeirrnto do piblo, ag em com+ 
~.«de Lan na- operações militares da- Força« 
;"!', 44, guiando e orientado as seroe 
ira uevt»a·, + 	• • 
e a tropa na conquista de eus objetivo. 
• Qu.-:11 ,.lo d,- '/ 	. 
Verdadeiros .Anjo. ds Guarda" dos demais 
Eira 9urdi-ta, ·ua_'missão é das mais arriscada 
,i- deve,n infilrsr em terreno hostil, pratica- 
I • 1 h para orientar todo inicio das opera 
n1PU(4? ,~u U{ o-. 
ç<ir• 	t G • L • 1 " etí 
E.ru en Le m a;-.Precede, rua lt t·ra .. ,. ,'' 
;A, todo um trabalho de gigantes do qual de- 
ff",UllllU1J t 	f f 
pende o frliz início ou o fragoroso desastre das a- 
c;•k• de conil,atc. 	..: .. 
) Precursores" surgiram durante a "egun- 
da Grande Guerra Mundial, com um pequeno al 
tamente selecionado grupo que tinha por missão 
infiltrar em território inimigo, para conduzir a ai­ 
acJo de bombardeio a seus objetivos, com o dee 
:,ohirnenlo da técnica, o trabalho dos .Precursores 
foi e modificando à medida em que as aeronave 
mprezadas se tornavam mais auto.suficientes. _ 
Hoje em dia seu trabalho é mais sohs, 
ticado demand,rndo conhecimentos que o 
t,,rna 'um combatrnte de ei;cola do Exér­ 
cito Brasileiro. Atuando em comum acordo 
com a Fõrç'.'.I Aérea, de seu trabalho depen• 
de a st gurnnç:.. de mllllaras de outros com­ 
buteutes, que aprenderam a ver nos, Gor­ 
ros Vrrrnellws" a certrzn de sucpsso para 
suas mls,,ões. 
D 
1
EH 
Braeilia - Depen­ 
dendo da capacida­ 
de de produção da 
Indústria NaciClnal, 
cte modo que possa 
haver um equilíbrio 
entre a procura e a 
disponibilidade cios 
fabricantt>s, o NE 
deverá baL·ar uma 
norma até o final do 
aoo, obrigando o 
uso do tacôgrafo - 
aparelho que regis­ 
tra veloci<lade e 
tempos de parada 
do veiculo, nos õni­ 
hu,; inter-estaduais. 
Estudos estão sendo 
feitos pela Diretoria 
de Transporte Rodo 
viário do DNER - 
Dcpr.rtnmcnto Nacionnl 
de Estrada de Roda- 
r m o b j e t j·. 
ando a adoç.ão deste dis 
positivo, C' o m finnli­ 
dade de m e I h o r 
disciplinar o camprimcn 
tc> dos horário• por -parte 
dos motoristna de trans 
po_rtc Lcoletivo de passa• 
ge1ros. 
O CURSO 
Funcionando na própria Brigada Pára• . 
Quedista, no Rio de Jnnelt·o, o ,,Curs<> de •:,J 
Precursor Pára-QuPdista•· tem formado, ao 
longo de 25 nos de existência, dezenas 
de Oficiais e arg~ntos de nossas Forças 
,rmadas e Pai:-es nmigo . Aos 11luooE do 
e-urso são ministrados instruções sobre co­ 
municaçõe.;, metl:,orvlvgiu, topografia, foto­ 
inrl)rmaçõe,, dPstruiçõe~ e técnica de lan­ 
çamento. /prendem a construir e a operar 
zona,; de pouso para aviões e helicópteros, 
zoo~,; de lunçamento e Pár-Quedistas. São 
treinados para atuar como elemento11 de lt­ 
gação entre a Força Aérea e o Exército, o­ 
perum rádio e rádio-telefone, auxiliam nos 
tra ball.Jo:; d e foto-interpretação, executam 
tarefas com explosivos, servem de guias de 
tropas nas montanhas é nas selvati, atuem 1 1 
com e contrl! guerrilhas. 
11
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3' 
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mento de Precursor" , a serem realizados 
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Cap FERRAHEZI 
CAP C LDAS 
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Bela Vista - Mt. 	Trihuna da. Fronteira 	pgis2 """T- 
ICM 
º· 
D CIB DE SINTO 
IGOSTINHO, 
EM RECIFE 
■
. 
SECRETARIA OA FAZENDA 
PARA: E!ITO 00 OtS!TO FISCAL (!Ct) • 
. ASSUNTO: PARCELNI 
tarem seus 
Os contribuintes que acer 
- dia 30 de setebro deste ano 
débitos ate o 
rão os seguintes benefícios: 
1-K vista: .-. etária sobr.e as 
OI spensa da correçao mon 	. 
to 
de 751 sobre as mesmas 
cnul tas e descon 
2· Parcehdos: - - la sobre as 
Dispensa d2 correção nonetur 
multas e desconto de 301 sobre as mesmas. 
/ ,. 
' . ' 
- ._ .. ~: 
#E# g 
l-------· __ .,. ..1.1.Y 
Atenciosamente 
Como você vé 
o Governo do Estado está 
dando todas as chances 
para você ficar em dia 
Aproveite estes beneflcios, 
o Governo não quer 
prejudicar ninguém, 
ao contrário. 
Procure as Exatorias 
Estaduais 
antes 
dodia30 
de setembro 
deste ano. 
 
• • 1 
' 
Nas proximidades de Recife, situa­ 
se o Cabo de Santo Agostinho. Descoberto 
em 1500 pelo navegador espanhol Vice.ate 
Pinzón, aquele local é célebre pelas bata 
lhas enutre brasileiros e holandeses, que ali 
se travaram. 
A Fundação para o desenvolvimen 
to do Patrimônio Arl1tilico o H!stó1 ico do 
Pernambuco, mediante recante documento, 
defende as edificações históricas do Cabo 
de Santo Agostinho, pois 'não v? incompn 
tibilidado entre as exigências do desenvol 
vlmento e n preservuçüo da memoria do 
passado". 
O conjunto de cdificio~ ó conRtitul 
do por uma igreja, ruínas do um convPnto 
carmelita e um l'llrol. 
No sentido de serem resgunrdadas 
a tradição histórica e a cultura do povo 
pernambur:ano, o& técnlco11 nfirmam que "oe 
vnlores naturais e criados por nossos ante 
pauadoa silo, por si sós, o grande atrativo 
da região". 
Condenam a cont1lrução • de gran 
des boteis no local, o que represenhuia 
uma ameaça de descaraclcrlz11ção do cabo 
de Santo Agostinho, famoso na História 
do Brasil colônia. 
Canadá Frances: População 
em Retrocesso 
Estatísticas recentes provam que a 
taxa de crescimento da população de fala 
francesa do Canadá está decrescendo, ao 
contrário da maioria de fala inglesa. 
O governo de Quebec, responsavel 
pela sobrevivência da cultura trances no 
Canadá, está temeroso. Entre os fatores 
contraproducentes incluiu-e a emlgracão 
e o baixo índice de natalidade dos canaden 
8e11 da língua francesa. 
e$72D0 D2 21210 G0&O 
Prefeitura Municipal de Rela Vista 
EDITAL N.o 10-76 Sec. Adm . 
Em 10 de Setembro de 1976 
De ordem do Ex 
mo. sr. Prefeito Mu­ 
nicipal, Dr. Ruben 
Abbott de Castro 
Pinto, pelo presente 
Edital fica notifica­ 
do o sr. Aniceto Vi­ 
veiro, para compare 
cer nesta Prdeitu:.-a 
Municipal no prazo 
de 30 [Trinta] dias 
a contar desta data 
a f:ím de tratar de 
assuntos de seu in­ 
teresse. 
Prefeitura Muni 
cipal de Bela.. Vista 
10 de Setembro de 
1976. 
José Maria de 
B arros e Vasconce- • 
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ato aros ___

ROTIIRY E 
'rraduzldo do The Roturlan por 
Diana Currey, Bolsista Universitária do D)is 
trilo G67, Kansos, UtlA, estudando cm Belo 
Horizonte. 
O mtor unselo do nosso mundo 
é ver-se livre do flngclo e da devastação 
da guerra. 
A guerra tem cuu11udo - e ainda 
CIUR11 - mulR perdas humanas e econôml 
cus que todas Utl Intempéries combloadus 
que a natureza posa desencadear. 
-Quem causa n guerra ? 
-O Homem! 
Assim o homem­ 
mom - pode promover os 
6egulr o seu fim. 
Desde o principio a guerra tem si 
do ucella. e conslderudn cumo o último re 
cur8o para resolver as diferenças entre 
tribos, olüs, nações. 
O Ulblla e outros livros grados 
entro outms coi8as, ão histórias de guer 
rtB det:encadeadt<s hú 1riilbares de anos. 
Tão lntivllável é a guerra na men 
te dos homens, que todas us grnnctt>s na­ 
ções e multo.e das menores se mantem em 
oneroso estado de alerta a fim de enfren­ 
tá-la, com a certeza de qu~ elfl virá, mais 
cedo ou ou mais tnrde. E inevitável e tra­ 
gloamenh,, ala chega. 
Parece nüo ter fim a Imaginação 
e a engenhosidade dos homens e das 
nações, no esforço p/ alcançr a superior! 
dade nos uraamentos bélicos. Se u mes­ 
mo criatividade, energia. dinheiro, recur­ 
sos extraordinários destinados à guerra e 
à prepraço p/ a guerra, pudessem ser 
desviados para .o melhoramento clu vida 
dos povos em lodos os países, o beneficio 
resultante seria lninrnglná vel. 
. !fale o vezo e n tradição de guer 
ras e 11 aceitação, quase universal, de sua 
inevltabilidude, permanecem por tantos 
séculos que não é possível acreditar-se 
que a guerra possa ser abolida dentro de 
pouco tempo. 
Contudo os esforços dos diploma 
tas no mundo reafirmam o mito que a paz 
imediata poderia ser conseguida e as guer 
rua do futuro evitadas por acordo de paz 
por organizaçõe11 Internacionais, ou pela 
acumulaç~o de armamentos tão destruti­ 
vos que nenhuma nação teria coragem pi 
começar uma guerra. 
• Homens de boa vontade tem teu- 
• tado por várias maneiras banir a guerra e 
criar uma paz permanente. A Liga das Na 
ções, organizada depois da Primeira Guer­ 
ra Mundial e as Nações Unidas após a se­ 
gunda, ambas pretendiam manter a p1:1z 
no mundo. Nenhuma das duas o conse<>uiu 
A história guarda incontaveis "ali­ 
anças e pactos, todos, com o objetivo <la 
paz permanente. E a.inda temos guerras. 
Tanto as nações mais poderosuR 
como as menos poderosas trocam embai­ 
xadores e diplomatas na esperança de cri 
ar uma compreensão, que possa evitar es 
guerras. 
Nenhum das muitas tentativas te 
v.• aucesso. As nações do mundo atual­ 
mente se preparam para mais gue~ra ain­ 
da. Algumas ser!l.o grandes guerras - al­ 
gumas mundiais nas quais todas ag na­ 
ções serão envolvidas mais cedo ou mais 
tarde. 
PIZ 
A pa;,; não é um contrato t·ntre n,1 
nações para eliminnr a guerra p/ sempre. 
Paz não quer dizer estoque de ar­ 
mamentos fabríca
1loa para deter os agre­ 
ores. 'Também não é fultu ou deitrulçfto 
do armumeutos como gesto <l'} boa volhade ... 
/ paz não é a comuulcaçü.o e o 
contato diplomático entre nçõs 
A paz no é nem palácio de mármore ou um blo 
o de bronze fundido para durar para sempre.. 
Muls do que tudo paz Hão é ai 
go permanente, estático, imutável, algo 
que pode durar por toda a eternidade. 
Que é então, a puz '? 
Em primeiro lugar n paz é algo 
vivo e em crescimento. E só pode viver e 
cresce. no seu habitr..t natural: os cora­ 
ções e a mente do homem. 
A paz é bem mais do que a ou 
sência de guerru. É como um curvulho. 
Uma semente cai no chão, brota, cresce. 
e só o ho- No começo é fragll, podendo ser racllmen 
meios de con te destruída pela bota de algum )enhador 
descuidnclo. Mos nutrido pelo Rolo, pPla 
água e pelo vento, começa a crescer. Fl­ 
nalmenlr. atinge o tamuuho e n rorça p/ 
resistir uma violenta tempestade. Quando 
um carvalho para de crescer, já está co­ 
meçundo a morrer. Assim ncontece c,' u paz. 
Os governos sózlnhos não podem 
evitnr as guerras e munter .1 paz perma­ 
nente. Apesar disso os governos, por suas 
agências 1• seu pet1soal, podem ajudar mu 
terlalmentEI no crescimPnto <la paz. 
Mas u única maneira de criar uma 
pz permanente é persuadir- os povo;i 
de todas as nações de que hà uma manei 
ra melhor do que a guerra para resolver 
as diferenças nacionais. Obviamente essa 
convicção ão pode nascer em um só dia 
em um eó mês ou em uma só década. 
Mas, possivelmente, poderia nas­ 
cer em duns, três ou mais gerações - por 
homens devotados à paz -- que saibam 
usar meios disponiveis de comunicação. 
e quando os povos de to.ias us 
nnçõell forem persuadidos de que há uma 
maneira melhor para resolver as diferen­ 
ças entre nações, tornar-se-á impossível 
para qualquer ditador envolver sua nação 
numa guerra. 
e um forte e contínuo movimen­ 
to pela paz pudesse ser promovido em to­ 
das as naçõee e suetentado pela verdudei 
ra liderança dessas n11ções, a probabilida­ 
de da guerra diminuiria ,odos os anos. 
Em todas as nações a história 
precisa ser contada pelos próprios pacifis­ 
tas em termos facilmente compreensíveis 
para todas as peosoas. 
Como no Rotary, devia. haver um 
esforço para se criar um entendimento, 
boa vontade entre os povos de diversas 
linguas. de diferentes passados, de variados 
níveis educacionais e padrões de vida. 
A finalidade seria a criação even­ 
tuul do mesmo tipo dEI compreensão que 
h/i. entre os Estados Unidos e Canadá, e 
entre os rotarianos em todos oi; países. 
Os Estados Unidos estão gastando 
bilhões cte dólares para se defenderem con 
tra nações a milhões de milhas de distan 
eia - as quais, da mesma maneira, estão 
gastando • bilhõe11 piua se defende­ 
rem cos Estados Unidos. Na entanto, os Esta 
dos Uaidos não sentem a menor necessidade 
de gastar um dólar para se defenderem 
do Canadá, e o r:anadá niio sente nenhu 
ma necessidade de se defender do eu vi 
zinho do sul 
Quem pocleria e realmentt1 empre­ 
enderia um movimento para a paz perma­ 
nente em todo o mundo? 
Não há nenhuma organização no 
Nossos filhos, netos e bisnetos se- munclo com melhores qualIicações para 
rüo chamados para dar suas vidas como levar avante tal programa do que os 16500 
o fizeram seus pais, rnhos, irmãos e pri- S.otary Clubs que existem na teru. 
mos desta e de anteriores gerações. • Seria inteiramente condizente com 
E prudente considerar-se o custo • o objetivo do Rotary· O desenvolvimento 
econômico tanto q11anto o humano da gaer da compreensão internacional, da boa 
ra. Voce teu alguma noção de quanto vontade e da paz através de um coma­ 
dos impostos que paga todo ano vai parn nheirismo .mundial de homens de negócio 
as guerras passadas, presentc>s e futur11s? e _proH ·sionals unidos nn ideal de servi:.-.". 
_ Ou quanto mais poderia ser gasto Creio que tixiste nc - Rotary - e só no 
- ae nao houvesse mais guerras para Rotary o potencial para a realização 
uma vida melhor, para o alívio do sofrimen de tal programa. 
lo, e nos setores da educação, pesquisa O Rotary - tanto quanto entendo . 
progresso econômico ? 	é a única orzanização que abrange quase 
No podemos olhar a guerra por o mundo inteiro na extensão das suas o­ 
futro ângulo ? tentativas pas!adas lnfruti peraçoes. Nenhuma outra organização tem 
~ra• para cea.seguir uma paz duradoura entre os membros tantos homens que ocu- 
D O nos trouxeram paz. 	pam posições de liderança e influencia e que com- 
i1 t 
'
·.o tng'•dias cio: !JUl'rl ,L 
preendem to pemn 
.senhumna organização. a pão ser 
; j@reias, po-vi ideais ais altos do que 
i y«a t 
o::: oo !<otury. 
Sa os Hotary C!ubs adotasse n um 
movimento para a paz permanente como 
forma concreta de serviço internacional, 
haveria oportunidade suficiente psra todo 
rotariano ter m papel na ua realizaçáo. 
Nosso mundo uifo tem ueohumu 
outra prioridade senão a tentativa de resol 
ver o problema da duração da paz mundial. 
Mas sómente pode havor paz na terra paz 
permanente quando houver boa vontud 
entre os homens. A boa vontade existente 
entre os rotariano,: já ó um cornl"ÇO pro­ 
missor. 
"Liberdade com Responsabilidade" 
,no 5 - I·la Vi-ta MT. 26/09/76 • 5 
É POIS É 
"Os cães ladram e a caravann puna' 
é, pois é ... 
Recebemos do sr. Osvu!do Grubl'rl u 
seguinte correspondên.!ia: ··(jost,.unos de 
ler esta coluna, no ente nto houve uma fa. 
lha por p·!tte do colunista no que concer 
ne a Delegacia Regional de Ensino quu 
do afirmou que Jardim estava pleiteando 
a transferência da sede daquela DREC pa 
ra este município. Ao sr. Governador foi 
solicitado o seguinte: 1) Transferêta da 
titular daquela DREC para. onrte 3. Exca. 
o governador o entendesse. 2) Criação da 
DREC em Jardim. 3) Em última hipótese 
que filiasse Jardim a DREC de Aquidauoa 
que seríamos melhor atendidos. Esta é 
verdade". Pedimos excusas aos leitores 
jardinenses e fazemos uma retificação: 
"Jardim não quer a transferência da 
DREC ... Jardim quer umu nova delegada 
de ensino.... 
«° 
Falando em delegacia de Ensino, os 
senhores Edmuson Escobar, Alcides Flores 
e Osvaldo Grubert foram os porta vozi-s 
junto ao Governador para "EXIGIR" a 
transferência da Delegada de Ensino ... pa 
rece que os políticos jardinenses foram 
drf.sticos: "Sai a delegada ou a Arena 
perde a eleição ... " 
oG 
Agora, bonito se, mesmo com nova 
delegada, a Arena perder as eleições em 
JARDIM ... aí a cobra vai fumar"-·· 
%-9 
Entre nós o CaplLJio - José de Riba 
mar Cruz e Silva médico-veterinário, transferi 
do para o 10 RC. O capitão Cruz é uma 
personalidade cativante e eu<>randecerá 
ainda mais as relações entre civis e mili 
tares. Émerito conhecedor das ciências 
hermtticas, ele manteve demorada pales 
tra com o nosso Diretor, outro adepto do 
esoterismo. Boas vindas ... 
o9283 
O problema dos ladrões de carros e 
de residencias, está extrapolando todos os 
hm1tes __ Sao reclamações diárias e eada 
vez mais graves. Pedimos, novamente, ao 
~ecretáno de ::segurança Pública que •·olhe 
c_om unais carinho _o problema. pois, repe 
timos, é lNADllis::sIVEL uma cidade de fron 
teira contar cem parcas recursos policiais. A hora 
em que surgir um caso muis grave, ai então 
o Gov~roo ira Htender o apelv dos belavis 
tensl;S. Senhor coronel Madeira Évora. antes 
que isso aconteça, vamo resolver situa­ 
ão. confiamos na pronta intervenção de V. Ereia.. 
oec-«<- 
;{3"2;J; Aveias Te»aoro sais «ao «e 
arrastando a longos meses. O povo pergunta o tue 
está acontecendo. Pouco+ homens. a iné'te;'j 
maquinas enfim, as obras paralizaram e 
(que paga o, impo,to.s) •em s:ibcr porque. o povo 
!:l'l::,>!K; 
o "proh1emo." do Bebvi, e d . 
está sendo levantado. 0 .,,"O,_ gradativamente 
que pagaram os titulos a ,,, "nemenos' (aqueles 
de volta ou "explicaee' 'a/ querem o dinheiro 
E 	s a respeito..E. POIS É. 
o propalado interurbano ., Q d •• 
•o • nau º··· 
até a próxima 
Ser Scricicul­ 
tor 
Será renlizado 
um curo completo 
obre "Como criur 
bicho-da-séda". 
,s Jnscri(:ÕOR C'Ei 
tnrão abertas para 
os interessndos, 
partir do dia 25/09 
ur. Prdcllura i[uul 
cipal. As vagas são 
limitadas: l para o bair 
ro Nunca tei, l para o 
bairro Ava Dice e 2 pa 
ra o bairro anchu. 
-te curso scuá 
ministrado peles te 
nices Fedo de cu 
za Carvulho e Sônia 
• Carvalho. Será 
tl'órico t' prático a 
comprhando um 
eridu completa de 
bicho-da seda. Terà 
portanto a duração 
de 1 mê 
o final do cur 
8o, produção será 
rendida, cabendo o 
lucro aus particípan. .) 
tes. 
Aproveitem a. 
oportunidade! 
MOEU­ 
ME#TO 
Pezdido 
1 
f 
Foi extraviado o Certi­ 
ficado de ropriedade, 
n.o 0040 emitido por ~ 
B. Vista em 915176. do 
veiculo marca Volkswn· 
gcn, ano 1976, cor marrou 
Savana. Chassi BJ 315886 
?ilotor BJ 032.30-1 Tipo 
1300 L - Chapa (2) n.o 
0323 C J. Certi!icad o 
de garantia, Recibos 
TRU-Seguro obriga­ 
tório. pertencente a 
Paulinho Pinheiro 
Werneck. Tambem 
Certldllo de Casa­ 
mento d e Paulino 
Pinheiro Werneck 
E' Ana Leite Weme­ 
ck Publicação que e 
faz para obtenção da 
2.a Via 
Casa Pecuaristá 
Produtos Veterinários 
e Agrícolas, Ferragens 
Artigos de 1Iontnrio. 
e Materiais de 
Construção em Geral 
Av. Duque de C'a­ 
xias - 606 
Fone: 157 
Jardim 
Mato Grosuo j 
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