Fundador o Oírotor 1 Rospona6vcl Jvulrlo l'orníl'a ZLA /I5A 1 J.lato Gro81;0 h+no' não o !ar. 11:i e, lnf,,1 r.,or, 6 oplnn!, vo também'4 ,l~ ;!:H li M.J;, l) 1 Pois é par,1 vocêJ vernm como silo as coisas. Precisando viajar, confisi a responsab1hdude destu coluna, na semannu paHr-ndn, ao mrrn urnigo Perrone. E não é qne o malandro se saiu 11 multo bem? 1.-..'u não digo que todo o es cr1to é menlirn; porém, todos sabem qm, • 11 iae~ plquá ele pescaria é uma fuuln ines gotnvel de petrechoR pura pesca onde to­ dos os amigos se servem. Por isto eu não rico pedindo muterinl pura os • ou­ tr_os ..... A sua cronica pegou no meu pé, pn · rem, pescador é para isto mesmo ....De qualquer formu, foi uma experiê11cia excelem~. . 'l'üo boa que resolve­ mos abrir amda mais a coluna. Qualquer companheiro que tenha uma boa estória de pesca ou de caça, pode mandá-la. Nó; publicaremos. Com multo prazer, é brm preciso que se diga. , Mas hoje vamos falar de nossa úl­ tuna pescaria, lá uu fronteira e.o ~!ato Grosso com o Parnguai. O rio foi o Apa, l ue divivide as duas nações irmã. Do la ,o de cá, o Brttsil; na outra 1D11rocm, o Pa rngual. O rio não é grande; maís ou mc­ n_os a metade do Paraiba. Porém, en1 pei­ xe, é um Deus-nos-acuda! Só peixe gran­ de e do bom: dourados, pintados, pacus, surubms, jurupocas, piuuçu. e aquele que eu pensei que o O!av10 tinha iuventado: um tal de piraputanga. Eu pensei que o peixe nuo existia; que tinha ido inventa do pelo Otávio Calda:;. Poh; so peixe exis­ te e é de excelente qualhlude. Agorn fi. que! sabendo. O otúv!o, com a mania de esnobar perguntou para o Uael, al,.uns nomes de peixes do pantanal. O G°'.'ieta falou_ em plraputanga. Foi o bastante. O 1 Otávio só fla deste peixe .... 1 . ~ Dos peixei- e da pescaria. f!:llare­ nos na próxima semana. Hoje é só para 1 •. agradecer. iío poderia ser de outra forma. Fomos recebidos com uma categoriu o gen­ tilezs tão refinada que nos comoveu. A lni­ CJa:: pelo velho amigo Catureba, que hoje serve no 10% Regimento de Cavalarii, em Bela Vista. O que o Catureba fez cm ma­ ténia de relações públicas não esta escrito Promoveu Bela Vista; levou-aos a visitar todos os seus pontos de interesse turi,;tico; enfim, colocou-nos em contato com todas ns autoridadE'e ·e nos ensinou a gostar e ter saudades dos dias marnvilho!'os que vivemos ém Bela Vista. R Em especial, queremos agradecer ao ochu, ao Cunha e ao Cecilio. O ncnm­ pamento nosso nem rxistiria sem a total OHtboração destes tres excelentes rigos ,,,, ""%d,e as agre, que muito nos jâd­ ue muito obrigado! Ao Juiio c ao Mão mesmo debaixo de atoleiros, dt> ruros ,,, Pgu do caro do Rocha, de donir a- @' tudo no brro, une: d " tiva. ,' ·, n u per er:irn a e.,por- ~ • 1- Ao Nelt;oa de Caracol (seu C" ré ou- que a hura r • " • Os de . . , (oi a coisa r_na:s espetucul,,r.) a, "Vistas de Lorena ficaram interessa. ,. á64,"}quela anestess que oce tinha pen- '· · ª a na portta do cousultôrio. ., te . Peço ao Catureba que mostra es­ ~""Tu! ao Julio e ao Adão. Ao Bocha No e~ilrn e ao Cunha, o noi:;so sbraço. te mes que vem estaremos ai novameu­ B~I{f vºª 8 férias voltaremos o'..!tra:;: vezes. ' j, 'ista é o pnraieo do pescador e l'S co­ ct;fª 6 de lá silo os melhores companheiros ' . · mund~. Muito obrigado. . J Jornal Presença - Lorena ·s. Paulo 1 1 í Peo deste exemplar Sete jozos marcarão na tarde de hoje, a grande largadn do t." Campeonato Estadual do 1murlorcs. numa pl'Omoção ela Fedrt ação J!n tugros,;pnse ele Desportos. Da compeliçiio esturão tomando parte dcz,•nove equl 1Jcs, nrudo que Culabá, Cam po Grande e Corumbá, scnlo finallstofl da maratona. O campeo!Jato matogrossense elo amadores, irá Iler , o representante de H'l' 11 o campciuçü.o Brasileira da Im­ prensu agradece, sensibilizada, a mani­ ~&staçao de solidariedaàe que recebeu dos coofractes, por ocaEoião do inomicá­ vef ato de terrorbmo praticado contra a sua sede social. Fiel ao programa que funda­ me~tou su_a _criação em 1908, a ABI j!l.­ mais transigiu na defesa da liberdade de impreusa e da livre manifestação do pen­ sr:ento, como princípios bascos para o ex·reicio jornalistico. E nüo esmorece- i rá nêsse <':-torço. agora estimulada com a SGa manifestação. 1 Cordialmente Prudente de Moraes Neto. Presidente Reiotório biamensoi da Caso da Amizade l Auxilio l!05 Hospilris do Brasil e do Pn• rnguny Foran1 rt:!llizaclo:-- um ch:í e um jantar cuja renda reverteu-s em benefício dos Hospitais do Brasil e do Paraguay. 2- Interneio de doente _ Foi encaminhada· uma Sru. ao Hospital d:1 Pcnfigo para Tratarnto: ilizando vaga cedida por aquele llo,pi1ul n nossa entidade. }- Campanha da "Seca do Arroz'' ,•ornru enlrc;:uc; nu Asilo dos Vclbinho,; dua- sacas de arroz, doação dos Srs. Alberto Sala­ mene e Alaro Masrenha- Rer:ursos de Dólares 1 O Milhões de para Mt. O presicleuto Ernesto Ge! ·Pl llCHba eh' autorizar o Es!ado de Mato Grosso a con trair empréstimo no valor de dl'Z milhõrs de dólares para a conclusão de obras de pavinientução az:1fúltlct, no flodovlu BR-- 158/MT - 248, que visa pl'incipalrnentc be ueftciar um loogo trecbo que Interligar{• fJ Centro-Sul do País com o 1 orle mato,,ros sense, áreas amazônicas e limites ele 'Ma lo Grosrn com Gc1iús. ilinas Gerais e São Paulo. O emp1 étimo corresponde à egun da parcela de uma opnração global de 20 milhões de dólares, que em sua pri111l'ira fase, dentro do cronograma físl<:o progra mado, jà efetuou 80 por cento de SU!lf' o­ bras com implementação, serviços de base terraplanagem e colocação ele usfulto, res tundo , recursos para couclu são dessas obras. As operações, qne vêm sendo gerenciadas pela Secretaria de Pia nejamento, nesta segu 'lda fase, prevê o ii nanciamento em duas parcelus de cinco milhões de dólares, atr&.vés rle operações Junto ao Banco OI Londor. Soulh América e London Bunk. O tornl orçamentário da Ro dovia é de 235 milhõei; parli 222,6 quilõ metros, e abrangerá os trechos de Casi lândia-Porto Raimundo, Paranaíba, Apure c~da do Taboado-Ve;itia. Além da lnterllga çao do Ceutro u1 com o Norte matogros sense, a rodovia serve de aliwentndora u Roclovia Internacional BV-7 que llga o Brasil à. Venezuela. ' Visando f-Sclarecer os ruralistas de Bela Vista e Caracol os técnicoa do Protelo, Fundiârio Jardi'm (INCRA) rPtlli­ zaaao urna palestra com explicaçõe• de­ talhadas a respeito de ratilicução de litulos nu faixa dt fronteiras. Ruralista: Compa­ reça, o assunto é de seu interesse. Local: Gremio Pedro Rufino - as 14.hs. - dia 16 do corrente Promoção: Rotary Club de Bela Vista. ''J TFP manifes ta a flUil mui cal" góriea repula aos utos do I• 1'l'C1ii:,lllO prnlleu:.io.;; conu·.t a esoa do sr. Bt+po de ova Iguaçu D. Adriano Mudarcino IlipólilO e CNBB, li..rl' coroo r.on[rn rl rebidéuc1u do jol'Jla füta lloherto ;larl nho. "Entldad<' cívica ioi:pirndu cm seu p<•n1;orner1t,, o sua nçi:o p1°lu doulrina cat{,Jlca, a TFP ro puuiil. com espPcfnl energia a violência ntPt'PC,c!amente qwdi fk;da como snc·ríle g,1 pelo Direito Cauô nico - cuntra a pes !loél sagrada de um _i-iap1, da s,rnta Jgre ja. verbera igual me.nc as uções deli tuo2as de que foram vílimus um parenta rjo Sun Excla. e um eiDun·gado domésti CfJ do Sr. H.olJe!'lo Mni ioho. ··Na ptesrnt:¼ CO!Jjunturu, 'l TFP recomenda a todo 03 ScUl'l tilíCfOB, CO· opera!ore. corres pondeutes e r;impati zantes uma atitude oe sereo1dadc vJgí lante e de prece pe la boa ordem em nos,o Pais. E reco enda confiança na ação do PoJer Públi co, cmprubado em punir taL, uções e prevenir que outraR do mesmo gênero venham ~ ocorrer". m72 Wí A))D 303)1) 3 0L0)2032 €Alo$ CZN9Tu1jo 052)A10 703))) LY 2 a2)o 323o5a M90A€Y33 AA$ 3A3R2±TO A0NO D!LO 3N±s 1)12 0D) 1211z 12242)/3192 3)))210 DZ 2333205 Já J0AGIA ±:±3A 0Uno Jé smu1o DA cos12 222002$ J0i0 12) 00 yILAL3A 3 10 9y z803 E o /. OSTAS Esta questão de rapidez de racloclulo também ó multo relativa. Há pas11oas que parecem jú trazer na ponta da llngun uma resposta certa para cada pergunta, uma ponderação acertadísslma pnra o.s multi vurinôas sollc1t11ções das clrcunsliuclus ou dos circunstantes. Em outras ocasiões, essas mesmas pessoas se amaram (por usslru dizer) com tolices, se inibem, gaguejam e nilo respondem col­ sa alguma. Peço Ilcença pura narrar tres casos. Pode ser? Então, lá vai mecha: 19)- Duas mulheres, uma delas em n­ diantado estado de gestação, tomaram um taxi emn meio à agitação das ruas de SP. Para uondo vamos? (perguutou o motoris­ ta). Vamos pura Casa Verde! (respondeu uma delas, que eu niio sei qual foi). O profissional do volante considerou a dis­ tância a pGrcorrer, meteu o pé no acelera­ dor, pra valer. fa nu base iie 100 a 110 km/h, fuzenrto quebra de as,1 1 ultrapussau do o~ C1Arros mais velozes, fazendo cur­ vas inopin«das, brecando abruptamente, assim cowu ur!la buratu doida no melo do rí[ego. De iuírio Ub ·'comadres" viajavam num animado bate-papo, fulaudo, inclusi­ ve e inevitavelmente. da vida alheia. De­ pois, calaram-se, apreensivas com as frei­ adas e derrapudns bruscas, prineipnlmente com a excessiva velocidade que o homem imprimia ao veiculo. Depois de algum tempo nesta agonia, como ele coutinu11a­ se a dar maior velocidade ao carro, uma delas (n barrigudinha) exclamou: "Cava- Nobre card:ípio criôlo Das primitivas jornadas aseido nas carreteadas Do Iio Grande abarbarado Por certo nisso inspirado O iru velho campeiro Te batizou 'carreteiro" ieu velho arroz com guizado No emu mistério o feitio Dessa iguaria bsgual E xarque, arroz, graxa e sal E água pura emquntidade )lé1a fo .. o de verdade Na psnéla casourrenta Alho cebola ou pimenta liso é conforme a vontade 'fo tcno luxo é tudo simples l'rn f.azt:.r un carreteiro Se fica alnum, ~wurinheiro' 1 Devered 'em i tona Bota se houver mangeron Que dt, uni go,tito melhor Tupcando u umuruo do suor Que às vezes vemi da carona Pois em cima desse traste De uso tão abarbarado E onde se corta o guizado Ligeirito com desréa Prato rude com certeza Mas qunndo ferve com voz rouca Deixa cor d'agua na boca Na mais dengosa princesa Ah! que saudade que cu tenho Do-s tempos que eu tropeava (Quando de vólta me apeava ua fogão rubeando o cbeiro E por ali tarimbeiro Can-