1 SEMANARIO 
INDEPENDENTE 
Fundador o 
Dlrolor 
Responsável 
lvaldo Pereira 
J±LA /J51A 
Mato Grosso 
"0 V rdod Iro 
Jornal não s 
limito o lnfor 
mor, é opinati 
vo 
(Herbert Mosses} 
8 l 
• - J),·e<;o d•i exeOlfJlur 'rS :?.00 - FuncJ:110 <·m '.2.í-:?_-7'!.. 
ANO V [N.o 231- Bela Vista 17 de Outubro de 1976- 'ginas _______ _,_ __ ..;...;;;...__...!.. 
Estado de Mato 
Ga.iara Municipal de 
Grosso 
Bela Vista 
Oficio n.o rn-70 C.M. 
Bela Vista 21 de Setembro de 1976 
Do: Presidente da Camara Municipal 
Ao: limo. Sr. Dir. Chefe do Dermat 
Ponta Porü - Moto Groeso 
Assunto: Solicitação 
Senhor Chefe 
Por solicitação do Verea­ 
dor Afonso Dilon Nunes Leite, em sesfio 
do dia 20-0!J-76, eucamiabumos a V. Exa. 
pedido de reparos da Estrada Bela Vista­ 
Antonio João, que se encontra em pssi­ 
mo,estado de conservação, inclusive as pon 
tes da referida rodovia, tem sido causa de 
diversos acidentes. 
Certo de que V. Excia., 
tudo farú para atender essa oportuna ln· 
dicação do Vereudor acima mencionado, 
subscrevemo-nos com muito respeito e con­ 
sideração. 
Pedro José Palmieri 
Presidente 
Osvaldo Turini 
Secretário 
lesposta na ultima Pagina. 
DERMAT ATENIE pêlo de 
ERZ 
' · 
18 
toria 
Dia 
Ao Dr. Carlos {olano Nu­ 
iez, por seu talento e bondade e s todos 
os Médicos de Bela Vista Paraguai e Bra- 
sil. 
de 
do 
o .... 
44 1. 
Médico.. 
Dedico esta Poesia de au­ 
Celeste Maria Masera. 
MÉDICO 
Senhor, boje, te envio o peusamento. 
Pedindo-te que dês felicidade 
Aquele ser. que tanto nos da alento. 
Nos horas de tristeza e enfermidade. 
Quando temos no peito uma ansiedade 
E o coração com tanto sofrimento, 
E ele que nos faz à caridade 
De afugentar a dor e o destalento. 
E ele quem nos surge, de repente, 
Por ser anjo da guarda do doente, 
Fica a velar a nossa cabeceira. 
Ah! um favor a gente não esquece. 
Rezemos, pelo Jlédico, uma prece, 
Para que Deus o abençoe a vida intei 
[ra 
Alice Pedra de Nuiiez ... 
Aos Médicos. 
Dr. Ruben de Castro Pinto 
Dr. Flori ilurano. 
Dr. Roberval Borges. 
Dr. Ely de Araujo I3arbosa. 
Dr. Carlos Solano u.ilez. 
Dr. Francisco Ferreira Rocha. 
Dr. Geraldo Rodrigues de Oliveira. 
Dr. José de Ribamar Cruz e S. 
Dr. Carlos Alberto Ocáriz B. 
Dr. Oscar da Rosa. 
Dra. Vania Rocha. 
A Cflmara lIunicipal de Bela 
Vista. por solicitação do vereador Afonso 
Dilon Nunes Leite, da Arena, 
tovou ao diretor do Derat oficio solici­ 
citando reparos na rodovia MT-642, trecho 
Bela Vista-Antonio João. O vereador en­ 
nctru o carater precário 'da Estr«da de 
suas pontes e de acidentes que acontece 
ram1 pelo estarlo lastlmavel da mesma. O 
oficio da Câmara, com data de 21 de Se 
lembro, fui rPspondido dia 28, pelo Chefe 
da R2, de Ponta Porã, engenheira Sílvio 
B. Gonçalves, dizendo "que a roúovia em 
questão já está sendo reparada pelas nos 
eas motontveladoras que se encontram no 
trecho de Ponta Porá-Antonio João e que 
prosseguirão até a cidade de Caracol pas­ 
sando assim por Bela Vista. Quanto as 
pontes. encontra-se tambem neste trecho 
uma equipe de carpintaria dest11- unidade 
fazendo reparos na ponte sobre o córre­ 
go ltá e que tambem prosseguira até Be­ 
la Vista". 
Nossas congratulações ao verea­ 
dor Afonso Dilon, extensivas ao chefe 
da R2 do Dermat, pela rapidez no atendi 
llleuto ao apelo do vereador. E a união 
de todos em beneficio do bem comum. 
FALA 
O arcebispo de Cmabá. Bonifácio Picci 
r,i - em vista das eleições de 15 de No 
Ycmbro. faz algumas observações e reco 
mendnções aos católicos e "homens de boa 
vontade" ressaltando sobre a responsabili 
dade do voto. Segundo ele, votar livremen 
te, quer dizer usar o voto para eleger o 
candidato do partiào que se quer, sem de 
pender absolutamente de ninguém: familia 
res, parentes, patrões, chefes e amigos. 
Ninguém pode aceitar ordem para votar 
em ninguém! A propria Lei defende a liber 
de.de do voto estabelecendo que o voto é 
secreto, o que significa que ninguém tem 
direito de saber em quem se votou. Mas 
niio basta votar livremente, é preciso que 
o voto seja responsavel. Votar com respoD 
sabilidade quer dizer antes de tudo, esfor 
çar-se por conhece btm os candidatos 
niio pelo que eles prometem às vezes levia 
nomente, da campanha eleitoral, mas por 
aquilo que eles realmente siio". 
HONESTIDADE E COMPETÊNCIA 
E prossegue: Se o candidato é muito 
honesto, mas ,não tPm compênci11. não me 
rece o nosso voto. Só a boa vontade não 
Jaz o bom administrador ... Se o c11.udídato 
[or campetente mHs não tiver honestidade 
nos negócios públicos, também não pode 
ser eleito. Não se deve entregar a adminis 
tração daquilo que é de todos a pes5oas 
inescrupulosas. Mesmo que seja amigo pa 
rente ou chefe, se tem essas três qualida 
dee ao mesmo tempo não pocte receber o 
voto de pessoas que querem uma sociedi 
de justa, onde os direitos da pes 
Dr. José de Ribamar (mz da Silva 
Partos, Ginecologia, linica Geral 
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Q 
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Ramão de Oliveira Barros NO 
Altair de Oliveirli 
- 
118 
119 
123 
125 
121 
124 
120 
120 
122 
- 
0IRE ELEIO 
> 
soa humana e a lisura administrativa são 
o alicerce do bem estar social e do pro­ 
gresso". 
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS 
Dom Bonifácio Piccini faz as se­ 
guintes recomendações: a ninguem está au 
torizado a se apresentar eomo candidato 
da Igreja Católica ou a usar o nome da 
Igreja p/ prestigiar a quem quer que seja 
A Igreja não tem candidato, e oã!l cu11vi­ 
da ninguem n votar em determinada pes­ 
soa. A escolha do partido ou do candida­ 
to depende exclusivamente da decifão li­ 
vre e responsavel e portanto esclarecida 
do proprio eleitor. E esse esclarecimento 
não se faz ouvindo só a propaganda do 
candidato; b-todos os brasileiros. de m­ 
bos os sexoe, que completaram 18 anos, 
tem o direto de votar. Esse dever é gra­ 
ve. A Igreja não reconhece como bom ca­ 
tólico aquele qut> não cumpre com respun 
sabilidadt- esse dever: e-votar em br11nco 
é uma maneira irresponsavel de ser brasi 
leira. Ê não le,·ar a sério uma oportunida­ 
de ótima de melhorar a nossa democra­ 
cia e a administração pública. 'que deve 
zelar pelo bm comum isto é de todgs. @vem 
vota em brunc» esta favorecendo os loca 
pazes, e nu :eu poderá se queixar por ter 
um gov. que nã z·l I pela justiça e pela. 
paz social cou prvg e·so: d- a pior coisa 
que se pode fzr com o voto é vende-lo 
em troca d. favores, promessas, empregos 
dinheiro. O voto não é coisa pessoal que 
possa usar em senti.to egoista. Ele perten 
ce de certo modo, à camunidade e só po­ 
de ser usada. no interesse da coletividade. 
Poder Judlci6rlo 
Est. de Moto Grosso 
Comarca de Bela Vista 
Cartório do 2° Oficio 
Etd.tal te Citação 
Justiça 
FAZ 
Gratuita 
O Doutor Val­ 
ter José Rodrlgues 
Contrera, Juiz de Di­ 
reito da conarca de 
Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso, ua for­ 
ma. da lei. etc ... 
SABER 
aos que o presente 
Edital virem ou de­ 
le conhecimento tive­ 
remn que, pelo presen­ 
te CITA a OROS­ 
V ALDO MA'POS DOS 
SANTOS, brasileiro, 
casado, residente em 
lugar incerto e oão 
sabido, para cor:pa­ 
recer a Audiênci0 de 
Coocilia,;ão designa­ 
da para o dia 26 de 
novembro de 1976, 
às 9,00 no forum des­ 
ta cidade, designada 
nos autos n? 89/76 de 
Pedido de Desquite 
judicial que lhe mo­ 
ve sua e: posa Julia 
Freitas dos Santos, 
brasileira, casada, do 
lar, residente nesta 
cidade. E, para que 
chegue ao conheci­ 
meuto dos interessa­ 
dos, e não possam 
de futuro alegar ig­ 
norância, mandei ex­ 
pedir o presente Edi­ 
tal que ser afixado 
nos lugares de cos­ 
tume nesta cidade e 
publicaC:o oo Diarlo 
Oficial do fatacio. 
Dado e passndo nes­ 
ta cidade de Bela 
Vista, Estado de la­ 
to Grosso, aos sete 
dias do mes de ou­ 
tubro do ano de mil 
novecentos e seten­ 
tu e seis. 
Eu, Goeth E. Nunes 
Escrivão do Segun­ 
do Oficio, o fiz dati­ 
lografar, subscrevo 
Dr. Valter José 
Rod1 lgues Con trera 
Juiz de Direito

17-10-76 
'fl'lbuaa da Fronteira 
pagina 2 
EDIR LUCII o 
u f IR ~ DO GRUPO PllTRULHI llGRICOUI 
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J IBUNA OA f RONTEIRA 
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Fundado em -·>- ~-<- 
Rodotor-Chof - ~ ,!J,, P,·mr,i 
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1i'clonl" da llepública diulo:.rn. con• jorna­ 
litiíar,. o ruLr,. QU(l Tlll 1'1 ('(•U tn_;,p(')l!'c':' 
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cd: çrio do Clube d1• Hr.pó1tel'l:.R !'oli:ii:os 
cl,· H1 :1s1li,, 1H• dia 20 <l:~ julho: d11r;:11ie 
um,1 h ,ra. e;i1H•o .iornalislaH conver,;:1n1,n 
com! o Pesitente Ernsto Grei el 8obre 
diversts assuntos, inclusive tem:.s rsluti­ 
vo,; à vidr. rio R•í<;. Uth ;:cotclo 1·11tre r ,. 
vallwiro~. 110 erJtal!lo' í npetiiu 'l,W! 1, ('•'U- 
ve:sa lose divu'«d: em seus detalhes. 
li A aud <'!ntlc ,: l'ni Jll rcadn por i .• 
tfet ênl'ia do Ji 'er ':1 l :!,irh 1o n; 
do.l',·t1ôni•Pu:l•.la. ~ l'in,,J.l'alnup~J,, 
g, upo o prsidente lo Clube, j rn+lista 
Jtulwn cJ - .zev'.'cl1•, d Folh: de SP, que 
1•xplicou que !"vou "º e P!lll'cim&nlo 
_.s.] do Prsi!ente a criação 'e 
0
ntid.de e o 
e 1nvl<lou a compacer á svde, em dut» 
a ser mreadu, quundo . duri·1 um,:1 er,trn- 
vista col tiva. . 
. Quando (lS jornnli~1as cumprime;1- 
lnrum o PreRldenle, ele tomou lugat· à rn,• 
su e uu:n•·ro~c8 l'otógrnfos éomeçal'atn a 
trablhr. Cone tári» de Geis ·l: 
Os seus colas tiram tantas 
ftgro[ias, ms 90 pr c:ealo jogam fora. 
.e fotos que s:Jll! am vao parn 
:, arquiv,• - ob;prvou um jornalisti. 
Ms vó ·los é que veêm- in­ 
sistiu o PreF<identrc>. 
Antes da audiência, umn ucessor 
cl,1 Presidênciu p2rguntou se os jornalistas 
iriam publicur a conv, l'S;t. 
s~ ele autorizar • disse um de­ 
les - 11ós faremos pergunta e publicaremo,;; 
Dlll',lllL-· u e:,nversu o Pre.;idente 
fez cotn?ntari,,,; geuéricos sobre proble­ 
mas po'ític is, t•~onôrnicos e SJCii.liE- ma~ ob 
s~rvou qué os econômicos ern absolutam~n 
te !nformol: servia pura uma troca de im­ 
pres;;õo3 sobre o m0uHmto nacional, maB 
sem aulnrlzação para nada publicar. Ao 
se despedir, o Presidente disse: 
Esta uudiência foi multo boa 
parque voccs me conheceram mdlwr· 
- E-tivcrn1n prci:cntc5 ao encontro os jorna 
listns Huben Azevedo Lima (Folha de São Pnulo) 
flnm~rion ~lossri (O Est. de SP), Alfredo· Obrczi 
ner (orreio llrusilicnec), Antonio Tcxeirn Júnior 
(O Globo) e Tarcisio llolnndn (Jornal do Brasil) 
Sgundo eles, Geisel rc'clou que lê habitualmente 
pctn mnnhii ,·úrios jornnis entre eles o Jornnl do 
Urasil. O Globo e O Estado de São Paulo. 
"Ci iticos du Hcvolnçilo cost1111111111 1•mtcr~11r 
apena~, 1111 utuul formu de rclnciun:unt'nto da Uni 
ào com as unidades fcdcr:u)ua e suas células mu• 
nleipais, uma tendência para o_centrlisme._p7 
ele lcvnr~nos u um regime de Estado unitário· Na 
du 111en1, .. 'l·nlnfl1.•i1 o. O 'uc i:c _ Yctn pr<H!Hr,1tuln 
fn,.er ,Ir .d,, 1951. ntra,·i•, , ,. 11n11 p11lítir:1 r:wion11l 
de mod rnização gradul de no-nas instituições, é 
fortalt•c- r n n11Lnno1t1ia n1unirip
1,I, U:uulo-lh,· i-t~n 
litlo pri.tico ,. ohjt·tivo. lihcrtm1tln o-; 1nunit.·ipio::­ 
da por·za e, com isso, criando n condição e-en 
cial par t um u11Ln11omin vcr<l:ult·ira l' )'l.adin. 
As sim, sem quebra da autonomin assegurada 
:10~ Ei;t :do~ e ,lunic-ipioc:., "º"' tt·rmos da Consti­ 
t11içào. l
1.::tnlwlrct.·rnn1 f.t' novn'- forma:-- de coopera 
'•'º• rn<·'.onuli1l,uh· lº t·utrrn-amcnto na:- r··bc;õ1•., in 
tergoveuamentais que adquiriram sentido mais 
reoftw e menos isolacionista. 
P:1.;.i.:am ,i.: n pr.itic-ar um l·"t•dt.·rnli..;mo f.olid:'trio 
qu rer rte entre a União, os Estados e os muni 
cíp'os vs respnsabHilles pela execurlo dos pro 
gramas governamentais, mediante a aplicação dos 
rccurAo , dl' t]UC o~ GoYl'rnos pndctn di-.por, tlc 
maneir: mais eficiente e visando ao desnvolvi- 
1ncnto !ntq~rndo. 
O.: n1unicipios contam hoje com n nçàn vi~l 
lante e s lidiria da /nio, que lhes dá apoio te 
nica e L ,,:.1ncci.ro pnrn n cxecuçio de obras e ser 
vlços, •1ue pela suo. pr6prin trnturczl cstio n1uito 
acima 's possibilidades locais, De forma alguma 
cxl'iui-sc n pnrtitipnçüo dos Estudos e drs ~luni­ 
cipios .ntcs, pr•Jcnrn·se fixnr-lhes n corrl'sponsn 
bilidudc no c;forço conjunto dn edificaçüo nacio­ 
nnl1'. 
(lJo di
0curso prouuncinclo na ubcrtnrn do XX 
Congresso Estadual de Municípios Gu11rnjú-SP, 
:.-··.o::i.i,,). 
Geisel recebe Jornalistas 
ora'aia ih e 
Grosso 
P:Jf!. 3 _ I7-1751 
1º encontro de 
no 
Turismo 
('ui 1!i:'1 n .., •e· etúrin !i;.cau Tadll• 
no· ·!:t 111 ú-l i o ('om .. rrio e o "1!r. t,,r de 
Pr. am ç:o.4 Tu it, Paulo Una-to !'in­ 
to. Yi ,j;1rarn •i ,; .. 1 • • :mb ,r ú .1 fim d~ p;ir­ 
tidp ,re u do , t·:• r., :>1• rrt, d, 1 Congr sso 
Hr .. ,i'l::'il'O d T •·i:-·::o ,. T,·; fl! Ji;.:m, e l X- 
P ,,içi'ío rk . quij1,1::' ntos rJ .. Tuu,mll, La-· 
zer e Hou•lariL 
O Cong.-ps,o con!ou ,·rim a promo­ 
cão do Gov-ro do Estudo de Santa C+ta- 
1 iru :; :-: .!:.-r;;, l{rasil-•rr-, 1!;• Turi1imo, do 
c,i,1.,.'; ,· o ;-,.;;1 .. ,,i·Ll rlt' Deseuvolvim"nto daH 
l· ... ta eia e ·n.tos Turísticos. d Sociedade 
Bras Jd,· 1 dP Tu.·ismo e Termalísmv e da 
.-s,;o, ;aç:, Hra-ílcira de Indústria de Ho­ 
téis. 
O ,:unebve teve po1· objEtivo, a 
CJtlVéniência de nm estudo aprofundado 
d,· todas as qu2stões coucernentes ao turis­ 
mo e termalismo, a busca de soluções p;i.­ 
ra problemos comuns e u troca de experi­ 
ências. 
de Monteiro 
mie - Lurilime a pero d fr:'ses 
TEMI.A 
Criou n aposenL'ldo­ 
ria com IO0o/o para mu­ 
lhrre• com 30 n.nns de 
6ervlço. 
EEtendeu o direito 
do 6alário-familin aos fi­ 
lhos dos In,·álido,. 
Amr.arou os empre· 
!,'lidos cÍn autarquias pe­ 
rante o IN l'S. 
Criou o abono de 
emergencia par o m­ 
preg;ido 
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de-obra ociosa e imtituiu 
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Irá-la. 
Dis~iplinou II conceselio 
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jurldicn nn Justiça do Tra 
balbo ao trnbalbn<lor sindi 
calizado uu não. 
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titi:+çao «tii ta 
a:cel·is 
ow.dei 'o 
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(•JIIP t•g·,id<J, u ,.,. t·l­ 
[,J :t I Hll, ilto tlc.,, :11 
pre[o, pois erotu a 
twd,i rio au, dio ;ii, 
desemprega;0,,_.,,, • 
l'IIJU e) Hr 1 .,. 
1le o [ei'os 
rlP111i ilo, J'Pl:r:>11! , 
,l I t •:il!)D IJl' '('i'';­ 
ço tos empregados. 
1 < IIC"d 'li f•'·l'Íd'­ 
ílll 1 a1Jnlllatlo1· avul 
Deteria a alá 
1 lo ir.ín'.:110 J.hnL o 
íllt:'íl!JI'. 
,111p .i·oa •>- em 
jH'v!!ilUO,; .Jomé. licOA 
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Tribuna da Fronleir11 
CASA lJO ARTESÃO 
Qunnrlo bale o vento sul 
Que té o sol esfria 
óm nte m u poncho azul 
Consorv inh:: legriu 
Poncho e touca do Artesuo 
Tzem ol pro cor,fio 
Na 111i11ln cuca não gia ... 
kmão. 
CASA DO ARTESÃO 
Preço 
exemplar 
Cr$ 
deste 
2,oo 
Dt·. Ciro Benbur Torres Gallo 
Ftum·Dloqu(mko 
pagiua d .-- 
Bioquímni- Hematologia - Bacteriologia - Urinálise 
Parasitolozin - 5orologia (Toxoplasmose) - Liquorlogia 
l ulturu ,lc Urina - Ding. Chagas • Enr.imologio 
"•-·-····---. ·- ---· --·-------- ---------- 
;I 
 
 
laboratorio de Analises Clínicas 
n, Antnnio i'J-,rill Cuitlhu 339 - Fone 247 • llel11 Vhta • Mt 
Credenciado-- INPS 
, i 
1 
i 
l 
' ( 
1 
- IPEMAT 
PARA VEREADOR 
Atanazio de Melo 
(A tanuzlnho) 
PARA VEREADOR 
Monclar R. C orrea 
- 
N.o 2201 Bela Vista 
• :,,.:::------- ·------------- 
Victor Vieira 
ito 2206 
Para 
;in 
+li 
MDB 
Dela Visu, 
--======================----: 
íJereafinr 
Xavier Brum 
- .1 .. 
Vete no pequeno grande homen 
ffüOOi VEREADOR 
.DEFOI ISO PINHEIRO 
N.º 2204 
Humilde operrá!r;, nunca tive:ra <,por­ 
tunldade de frequentar escola. Entretanto, 
não era burro, isto é, ullo <•ra multo 1Ju1ro. 
Percebia claramente que, não obstante se­ 
us vinte e cinco nnos de Juta desigual con­ 
tra. ludo quanto era adversidade, ainda po­ 
deria, movendo-se a muis um grande sa­ 
crlfício, aprender t lguma coírn, chegando 
a ser, talvez, &lguém na vida. Tlnlrn ideal 
niio se considerava, absolutamente, uma 
folha na tempestade. 
Quando a ai-slslente social da fábri­ 
ca onde trabalhava o convidou para estu­ 
dar na escollnha que funcionava à noite 
no bairro, sentiu tlespertar em sl uma ve­ 
lha esperança, de há multo adormecida. 
Não pensou duas vezes. Aceitou de rstalo. 
Não iria pugar nada, receberia todo mate­ 
rittl escolar, além de aulas, merenda. tudo 
por conta do Governo ... o MOHRAL estava 
ai. 
Chegava ao casebre, só descia da 
bicicleta pura apanhar os cadernos, lápis, 
borracha, e se mandava para a escola. Dir­ 
se-la que estava - guardando-se 11s enormes 
proporções - movido pela filusofia de Mar­ 
cel Prou t: "A La Uecherche du temps per­ 
du" (Em busca do tempo perdido). 
Com efeito, apresentava visívd pro­ 
gresso em sua classe de aula. Seu rendi­ 
meto escolar era bom. Dava tudo, eotuda­ 
vu a ludo vapor. Cunqulstou logo de snidu, 
a admiração dos colegas e da pofessora, 
com seu entusiasmo contagiante. Decorc,u o 
tabouda em 10 dias, cometi111ento que, em 
seu caso, era doe pra elefante. Meteu a 
cara na cartilha pra valer. Logo que !!pren­ 
deu a assinar o nome, tirou seu titulo de 
eleitor, consciente de que com este docu­ 
mento, adquiria a condição de verdadeiro 
cidadão brasillliro, homem útil. de quem 
dependia també:n a eleição, a esccilha do 
presidente da Repúbl!ca. ::::ua dedicnçllo cos 
e11tudos assumiu aspecto de ve1 d:1deiro fana­ 
tismo. Nüo falava mfli6 em outra coirn. Pa­ 
reci'l 11té estes marginais que, após vinte 
anos de cretinice, torna-se protestante, 
ficam santos em uma semuna e passa a 
andor com u bibll,l debaixo do braço. en­ 
sinando o que não sabem. Nosso operário 
ficou super-orgulhoso. Já peg .. va num jor­ 
nal e soletrava as mDnchetes, entendendo 
lguma coisa. 
Deu para perturbar os companheiros 
de trabalho. dando con,elhos n tor,o e a 
direito, para que a ruacaeada estuda•:se. 
Querrn. por força, que un... velho porteiro 
da fábrica com mais de setenta anos de 
idade, tamb(m se matriculasse dizendC' em 
seu otimismo exorbitado, que o micróbio 
arnda tinha tudn uma vida pela frente ... 
- Vea cá, Luiz! Tu sabe quem foi 
Pedro Arves Cnbrâ? 
- Não. 
. • Faz até vergonha, raj)az. ;-oi um 
Armirante português, que desccbriu e, Brasil. 
• Qual é a Capitá do Rio Grande do 
Norte? 
• Num sei nem o que diabo é Rio 
TRIIA MA 5ia ! 
Fundado em 25-02-72 l 
••••••••Ch•f• • ,J,,/d, /Jmfr"_ 1 
"As opiniões emitidas nos artigos sina ! 
dos ,,uo repr.,scnt:11n o ponto de ,-ist.a do jornal 
podcmloserntéco11trárinso rste. A• opiniõe• do 
Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos 
comentários não assinados" 
d E 
"TribuGnn da Fronteiran é uma J?Ublirnçiio 
a mprcsn rnfic.a Tribuno du Fronteira 
CGC. MF. 03.:?0l.:!6<>/ 0001-90 ln,c-r. 130S92.H-3 
Assinatura Anual 
Bcln Vista CrS 100,00 
Demnis .lIun1cipios CrS 120.00 
~ RCednçào e Oficinas - Rua Duque de Cnxiu 
:s,n x. Posllll 23 - DelaVistn Mato Grosso 
! 
Grande do Norte... 
Vivi solapando a puiêneia do po- 
bre Luiz. dentro e fora da lúbrica. 
. ô Luiz. tu ~ali<' o qut• ó SUDENE. 
SUVALE, SUDAM? 
- '??? 
- Serà que tu no nota meu exempro? 
Tu mm sabe uada. Veve no iscuro, narfu­ 
beto de p1,i e mfíl'. Tu num sub,i nem o 
que Ilha, arquipélago (drzla bem pronun­ 
ciadt• ). e!l -e1!da ... tu num sabe nem o que 
é singular e plural, sabe!... 
- É, mm; <'L1 sPl uma coisa que Tu 
num sabe! 
- Pode dizer. 
Eu si o nome do sujeito fJUO vai na 
tun carn tClda noite quando tu HUI pro tá de 
MO JHÀ ... 
Altovlr Alencar 
Do Correspondente (C Grande) 
Desde 1933 comemora-se o "Dia do 
Pr oressor" no dia 15 de outubro Ren cio 
que sua 1.o [e-ta foi presidida P· lo C'11r 
de!ll do Hio de ,Janeiro D. Sebns 
tião Leme no Instituto de Educação duque 
la cl<ladP. 	r- 
Este dia semµr€ foi com(•r,,orii.do, po - 
rém, uDc com a expressividade u que 
faz jus. 
Este ano, fuginrlo da rotina, o Viretórlo 
.'CHdêmico ( Jovis Beviláqua das Faculda 
de1: TJnicl::R C!!lólicas de Mato Grosso está 
promovendo um grude churrasco Je C(.)TJ 
t:otern'zacão Profesor Univer-itúr:o, no 
dia li de outubro, (domingo) na chácara 
do Ur. Assuf Dib no km ó rodoviu C. Gran 
de-'. Pau'o. à 300 m à direita do Posto 
r
1a Polícia F,-r1:-ral. 
Estão convidados para o evento, os 
professores r!e C. Grande e os acadêmicoll 
do Curso de Bach9.relado (:;ffi Direil0 
O Oir"?lórlo estii. rncionando ao Jade 
da ''Teoria Evoluti, a" e Hssim sendo, for 
mulamos ardentes votos rara qye .s As ff. 
sociRções de Profess':>res, a Associação 
Prusi!·ira de E&ucação, a Associação dos 
Educadors católies se juntm e obtenha 
do iliui,;tério da Educaçt:o e das PCreta 
rias de Educação dos Estados e dcs muni 
cípios o apoio par.i qu..:: o "Dia do :Ie-:tre" 
passe também a ser comemoralo com a 
grandiosid 1de que merece. 
SALVt:: US MESTRES 
Francisco de Assis Diniz 
R. 
0.2. FIAR! MUAAO { 
M:E:DICO 1 
,Lcude velo INPS e IPE:'.lAT 
Horários: .1.anh:l • Hospital ►
13;00 • 16;00 hs: Posto de Saúde 
16;00 • 19;00 li;: Consultório 1· 
15 de Novembro, 75 • Fone 178 - Beln Vista 
l 
Dr. Pedro José Palmieri 1 
Advocacia Agrária j' 
Ratificação Titulas Terra Faixa F t • • 
ron!eira 
Rua 15 de Novembro, 160 j 
Bela Vista Mato Grosso

--~----·-----~------------------------------- ------------------- 
T11l,una ll!.1 fr()nteirn 
li-W.7(i 
Ratificação dE-) ·.-itu!o; da t·aixa da Fronteiras 
'la l•pu'11 ,1,, lira •il ln1p{·ri11, u Íorn:11 d1, Gow·r 
no era unitária, io pouindo as proineius sui 
ric11f1•1. nu1011ornin para gerir ,. dl·-tií1'1r :-un. 1,·1rul,'I 
Todo o poder achava e oventra!o ua figura do 
imperuclnr e 1t •·"lt· compt.·I ia di -por rulJ1 t· :i'
1 
,itu 1~;10 
,lominial ,las terras públicas, 
Ainda no período iperi I urgiu a Lei 6)l de 
Ili de Setembro de 1850 que foi o'1 i11,1ru,,w1110 
legal conceituar "Terras Devolutas" expresando 
1·111 ... u url. :1.0: 
"São 'Terras Devoluta" 
§ l.11 A• <JUc 11ào ••· ndrnn·111 upli,·arla• u 
ali;um uso púulil'n Nu!'io11al. l'rovi,lt-11einl 011 lu11i 
l'ipul. 
2.o As qut· não ~t.' ut·l11tn•rn no do111inin pnrli 
,·ulur por <prnlip1cr 1í111lo_l .. ;.:i1i111<l 11<•111 (,,, ,·111 '"" i l,, 
por ,;c:-rnnrini;; t! outru._ ro11cr----êH'-, do Go, 1·r111J <: .• 
mi ou Pro,·i,u·iul, n:lo iucur~t>'• 1·111 rnn1i:-"o por Ltl 
ta do cumprimento dnas condições de medição, con 
firmação e cultura. 
3.o ;s IJUC nilo s,• arl111r,•111 tladn- por .i·-1111 
rins ou outrnR conccs.sÕt'!' do (.;o,t'•rno iJlh~. n1w--,1r 
de incursos cm t·omi:-so forem r,•, nlí,lu,lns por· ,·,111 
lei. 
$ 4.o As que não "'' nd111rt·m ocupada, por pu, 
g-,, <1nc, apt•,nr ,J., niJ +e fundatem em titulo legal 
furc111 le~i1imnd11• por c,t:1 lei. 	r 
Atrn,·és ,la lei N.o 601 prucuro11-et• 1,unl,(•111 d,· 
fiuir, pcln primeira 'l'Z, n Fuixa de Fronteira, n.i!-<i111 
11111niícHnnt!o o seu urt. J.o 
Fiem proibidas a- aquisições de terras de 
volutas por outro tilulo qul' nilo -=ej.1 o dr· l'Olllprn 
Í',Xl'Ctunm ~e a~ lt•rrn:- :-ituudn"I JO!- limite:- ti,, lmpl· 
rio com pní--t•~ t•:--trnn!{eiro..; t·m uma zona dt· 10 h'• 
guas, as quais poderão er concelilas gratuitamente 
'ale 11t1u1 rc.-J!l.u qu,• n, 10 IL .. ':"1rns ,lt' •l', 
mJrÍas uorrc,pon,líum :) dí,1;1111·í11 de 6() km. [i1".L111lo 
-sim determinada a Faixa correspondente à defesa 
das fronteiras nacionais, prevalecendo a época 
idéia de apre·ur o povoamento por ba ileiros das 
!:rcns ligadas à própria eguran; t tlv pai~ 
Com a qued d , :I, .. ,u; qu,u ad 
veio a 1.u conslituiçfi, .Lpubl1, ana :e 
1
~ 11-!l: que, l In s u , rl. ,:s.1. coafü'mou a dc­ 
Ilolçã'> tla F1,ixa de F, 011teirus d~ Gli kn: 
• estabelecida pelo Ar. 1.o dn 1. i Gü I Je 
1850, as,;, gur ,u!lu " s ..,uiute: 
"Coolinuum em , ig,n·. :•11qu:1nt 11,'i•> r ,·o­ 
l2:flrlu--, leis do a11t1gn i· g-il)JL' 110 qu . PX 
phcita 1>U i plici n lc• ·,i"L i io •:n e ,·1 
lrárLi•, a, ,;i,;:,•:;i, e G ,v,'11!!• l'.>:•,w.,I i p~ 
la Conslilt1ii;:i,> t' a s rieipi -= 'i !•'. •· i !· 
sgr«dos". 
Est P , r. ,_ , , • rn li n , d n e 1 m a, t. 
G! da mesma cus iii ti ulast a avi- 
cla~ qu:,nl" « ,.n.:. 111 .. :: l:1 :P, hoje j 1 ·.,li..:, 
mcule imlist:ulivel, .a U i o sobre as ter­ 
Tas devolutts na F ixe e Frout it'..! . ao 
aflrIDhl': 
; Ar,. ,;i .... l'."ll'llt:.•lll aos Est ,.,os 
N as minas terras evolutas .ituuinas n s 
" seus respe.-tiv s !, r ó s, cabendo à U- 
~iãu sórnen.,! a pJr: i > io tenitóriu que 
or in :ispen:si I p: rele± d1s Fr' 
teiras, fort r1,· ,õ ,, milit res e estradas d:> 
leiro l'ellc,·:, "· 
labo e, Lo ; mar que em fa­ 
ce Li.esse,- dr pns t, o;, consl.tucio tl'S só 
mente à União ,,ra cl:t·I, a l:.--g 1imida l • 
para titular t,·n·.1s tlevoluta-; oa F ix I cl.' 
l111 km fuz.•n:lo nulas porrano ue plen 
Jü•dto. quui:quc, tltul.1.,.õc•s procerl tias 
pelos E,tudos uu reftsi-iua Faixa. 
Nu Estado de ato Grosso 2 es­ 
pecial, muitos foram os títulos exp elidas 
a particulares, a partir de, ent 10, e io~1ituin 
do inclusive este proci'dimento um du!­ 
Ptincipui,; r, tores de ocuµaçã0 " deRc:1"01 
Vimento da região runteidça ro i icio 
do século atua!. 
Tu! rato. ~ntret,,1110 nilo ilid • o 
<'Utãte1· <Jp nu1:dadc incidente !-;obr" , s 
'sli:
1 
litulos derioiiivo;s t>xpedldo,-; p,•lo !-'.,,..id.i, 
Pot·quantP, nã~, ·en,lo poder leg tino para 
litul,r folt11vu-lbe um dos n•qui,;itos sse1 
Cbis, ~uja ct,rt:nciu. p,ir su:-. rel ·vancia. é 
reprimida pelo ordenamento juriico com 
a s:iuçüo de nulíJadA do ato, desde o ,;eu 
-.o' nascedouro. 
Nulas portanto, nlineuções a con- 
cesso s daquelas terrs por parte dos 
i)l:HIOf', por frontal infriêcia à iei ·l 
çfí,l <>nl vigor à época , m que e opern 
r rn1, co11st1tueU1·trn liluluções a "non do· 
mi11l0" <'<•nft>rlurlo aos i:;· us d •lentores o 
mero l11rnilo dr.. posse. curi:>.nt< s rle conva­ 
lidac;ão p·•lo Poder Públi-.:n Fe•leral. 
E t 1 , ttu •çúo extn-1, g,1! perdurou 
por mais de 1111,!o i-(cuTo, até que a lei 
1UJ17 de ()[l-01-GG em 8t'U art. 5'1 $ 1." ofe­ 
rec::u umu i;oluçilo para o equ 1clonamen- 
10 do prob:emn, 1::;slm se maniíostando: 
"E o Poder Ex culivo nut,nlzud > 
n ra;1fic·1t· .is aliil ·açõe,; d• cone• SEÕes de 
lt'IT.JS jú l'e.t,:1:-1 pcl s !·.~tudos na Fu•xu de 
Frouleirui;, se entender que flt' cofü.lunato 
com os objetivos do Estatuto d Terra ". 
Etilt• dl,posítivo legal foi dis:~ipli­ 
naco pelo Dec-lei 1414 de 18-08-75, que dis 
põe sobre o processo de raUlicação dus 
concessões e ,dinl'nções dt~ Terrui; Devolu 
ta- na Faixa de Fronteirds e dá out:uf 
providências. Este mesmo decrete,, em i;eu , 
rt. 2v uti-iuuiu compelenda uo INC[{, 
para efet"; ar a r:ilil'icaçiiu após ouvir o 
Cense!ho d Sgurna '.';acional. 
Ct·inU•:lP. de m r,:l'IU:l a posibil d 
de juridka de eonri1·m:tr e cnn,·,tlidar ,. • 
a8 ,it111u,:ões fq·:diúria-; originú iame11le 11· 
,Pgulare,, tt'sd • ,JU ,,!.! apr s. uten; com­ 
p 11ív,-is , ,,m os ditames da p ililic,i rgrá· 
ia nucioul, consubsL aciad + nu lei -1301-lil 
l~~t,ll:to ria T- rra. 
Concluindo. pndemos :,ifi. 1. ar que 
o proce o de r±tilicução (eo firma@?o) de 
ti.ulos L·Xp.'ciiuos pelos Esla,:os , 1 F •. i:,:r 
<l" Fn•nteir.is, inspirudll sob o ei éio de 
um I relevante fin'lli d social, ve,e sulu- 
ci >nJJ· o, grave impasse ciado quanto ! 
,, nii11;al·1l:tch das Tel'rn~;, p,·r rdt1nclo :• ., 
!-.t'U3. a u .i., o..:upuu!es o ' •·cla,leir , .,,:;­ 
",  1°'l·1 .i ;tio ,Je pt·opri-~tàri:>'l, 
1
1• ;;cJ.i (]U" 
to;h m o C.Jlllfl'l"'lle Titul'l .Ju ft.,t 11- 
·1:· • P'll di 
1
o elo ]V'R A, quvuto • r .:i 
p lei su ti'ular oxe ·itr livrmen:' 
o ' i' > i-~ p ·o t1 •• e;'·. 
:1b•• le,nhr ;r• ai dd q1e eonso 'u. 
t··. , C slituiç:io Fcd ,1 ·J.. U1ll7 inclui· 
,·am l' l' li:·· os bens ,la (foi:1o (,rt •L" 
j,, . !). 1. ,,orçüo :e T,·i·, 1, ,Jevo!Jta, 111- 
disp±sav l à segursuça e uo d..:s,•nvolvi­ 
mento N 1cional. arnp!icindo portanto pdl'C 
t:iQ km .1 Faixa de Fronteiras e ficando 
po~ rn:i t•guinte todas as terras nela com 
p•·e •11 llrlas, ~ujeilus il nprecilção do rn 
C :A e cio Cons!c'lh i de See:urnnçu Nacio- 
' 1 f!U • anali ,adn~ :•s p 1r!icuhrid:::.de<; d~ 
:ad, e:1go co 1cluir•á peda neces.iida:ie ou 
iilo da r:imic•:çilo, verificando aio- 
la a V I bili 11.1 d~ dt> cu da requ
0
ri- 
nento de lar. dos con:-agrnclo~ preceitos ,lo E:-tJ.tulo 
la Terrn. 
f:: por1:1n10 o processo de rntifira~:io de Tl 
tu!os uma necessidade imperante no plano de regu 
!>ri7a~ílo fu111li:'1rb <ln Fnixa <l,, Frontcirns. cabcnâo 
a c:ula 1>roprict:írio promO''r as medidas que per 
mitam através do lNC.RA. n validação de seus títu 
lo, ele propricdad.:. 
Jnrrlim - Mt l.o de setembro de 1976 
:irlc,s Alherlo Ferreira de ~lirnntl<J 
Executor do Projeto Fund. Jnrdim 
•• ·-·-------------·----- 
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-i ia lonas» da {osta 1#a:qres 
ADVOCJCIA EM GERAL 
fiua Volunürio <ln Patria, 376 • Fone 210 
Sela Vista 	Mato Grosso 
'.r)j. 'JW 2DfJfJ1l DE U.U'JELU 
(J.íll02i ,CEJJ'fUilÜO 
f/WJ.Cí íl JJAE:S }.).:.TI1li:10 
A0NO DILO 3IJNA; L±)1± 
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PA.RA VEREADOR 
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/ ereodo~ 
e), fJ ~ Q l' z i 
Li t,,; ~ ti -~ 
2.302 
r: A revista que vai dar mil 
k id§as para você mesma decorar 
g sua casa ou apartamento 
1 
com bom gosto e economia! 
7c omo decorar a saía, quarto do casal, 
qua:10 jovem. cozjnha e banheiro. 
! õ Como pintar móveis e paredes. 
i
~ o Co:no reformar estofados, eslantes antigas 
e móveis velhos. 
o Co:-:io decorar com papel de parede. 
J 
1 
O Como reformar a fachada da casa. 
O Como criar enfeites e arranjos de flores. 
o Como e onde comprar lustres, tapeies e pisos. 
Procure nas bancas 
de Revista Cinelandia 
posto são 
crlstovão 
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Amaral 
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Troca de Úle,, 
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Bela Visla 
Mato Gros;:o 
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Tribuna da Fronteira 
pagina o 
1 
, 
D PROPOSITO ••• 
J. Barros - Da Associação dos Geógrafos Brasileiros 
• Nfio sou 'polillco", Jprna;; H aml· 
zade quo há 3 anos est fronteira me Ins­ 
pira, atraído pelos esquemus urrojadumen­ 
te progressitns do utual Prefito, e conhe­ 
cendo u c mprovada simpatia do nosso Go­ 
vernador pela,; juRtns relvllllllcnções do nos- 
1-0 povo, ri o quo explica minha presen­ 
ç,1 aqui, ju•;ti[i(:ada pela oportunidade de 
ainda um: v:zentribuir com trabalho cons­ 
ciont·, embor modesto, pura darmos a Be­ 
la Vis(a o luga1· (JU(> lho cornptle nessa cor- 
1 lcla <fo p, or{rl':-8 , que Impele os í O muni­ 
cípios 1h• l'uL·, dA eegul'Uuça. 
hli1 11 tm· z! dus mlnl111s funções 
junto ao Prf ito, participo ckssa nmplo. 
rnf.irmul.:" ,o. cJ.i nossa 1,olítlcu de desen 
vot-,·1111e1t
1
<!. Jo: um, polltir.a racional, sem 
hvo!'1tiomos pec 11nlnoso11, Sl'In demagogias 
ventureias, que define e caracteriza 
nu rliretrlz••s <!a udminislrnçüo municipal. 
Umo política ein que não dispensamos, Pim 
cxlgimob, a lucidez do contribuinte desejo­ 
so de progresso e bem estar, a cooperação 
do civis~o dos nosso!> concidadãos, e por 
consegui1, t,, pedimos também a crítica sen• 
1,ata e construtiv.r e não nos ddemoR an­ 
:li ameaças ocio-us e irreifelidus, vuzius de 
eot xo· cicos e crentes de idéia e de­ 
signios utos que ní» apenas insinuur dis­ 
torço els'ir a vpi ivie pública contra 
os .enreentnte da Revolução nas tare­ 
fas de valorize?o dno trabalho e da recu­ 
perçúo .os direito: do nosso povo. 
Se os vos lutnros legisladores vão 
almr ca:ip, uh·,s cl(~ :,uto promoção, fiiçom­ 
ll,, s, primeiro, -contribuindo com atitudes 
gb. e ('_dorns puro o nperfeiçoumento da 
polttizaça0 elo P)eilor, sobretudo o noviço 
Sl'gundo, mostr,:ndo ao elPilor conhecimen­ 
to du:; dimemões dos nossos problemas ba­ 
vilares, ou pelo menos noções aceitáveis de 
"COMO. pretendem resolver esses proble­ 
mas primordialmente os de Infraestrutura 
fisieo-econômica, sómente nos quais pode­ 
remos apoir o aproveitamento dos fatores 
primários do d,··senvoJvimento, terra e mão­ 
de-obra, estes uaturalmente condicionados 
ao bmõmlo rodovias e colonização fora do 
qual será mostra de discernimento débil 
falar em "pr(lduçii.o", sem ai:; componentes 
da ''pro<.lulividude". 
Ao povo o que interessa é saber se 
o candidato se credencia pela ar,tidão para 
us tarefas de nossa sobrevivência ou me­ 
lhor, da nossa capacidade para á política 
de desenvolvimento elaborada e implnnla­ 
da pela_ Revo_lução, se estudou os postula­ 
dos esseuciuis da nossa região, e se traz as 
condições necessárias para colaborar como 
vulor positivo na solução inadiável desse 
g
1
W
10
lt·sco impasse da nossa organização 
social e econômica. Os senhores legislado­ 
res de r.m,rnhíi. 111(>1l10rmente do que todos 
9s seus tecessores, terão à disposição 
<!C su·, clar1vidênciu, de seu espirlto públl· 
co, o. oportuulctadc por excelência para ln­ 
dlcnl'em à nt1min!Rtraçüo municipal E ISTO 
E 1E, AXA 1PóRTÁNÍA, és meios 
licitos para u eancipção do regime defi­ 
eiturio dus rendas tributárias, para prove­ 
renu aos recursos de nuutençüo dos essen­ 
cuis ao embasamento do nosso desenvo]. 
vImento, e Incondicional é que tracem ao 
Prefeito nnvus esll'atégius geopolíticas que 
lbes pareçam melhor confeiçodas s reli- 
dades regionais, ou ar,sinH!em ao Prefeito 
lls opções que se lhes afigurem dedsivus 
no conjunto dos riossas dispooibilldudes 
redutíveis a fatores que suportem a am­ 
pliação de nosaas fronteiras ecooõmicus, 
para que possamos incorporar-nos no apro­ 
veitamento e valorização deste vaz1<., de­ 
mogrftflco do qual somos grande parte nos 
dois milhõefl dt1 quilometros quadrados da 
geogrufln economlca do Centro-Oeste. 
Nesse cresceu te desafio qu ~ ai se 
erige diante dos futuros leg1eladores, que 
e!e11 fixem bem Isto:- 011 nos integramos 
na polillcu de deePnvolvlrnento elaborada 
e lmpluntarla pelo Governo da Revoluçfio 
ou seren,os refrntárlos e amarraremos Be­ 
lu Vista sem alternativa Re nfio parur. 
Quantos saberão que pertencemos geográfi 
ca e economlcao,eote n nma fronteira agrlco­ 
lu de mais de 50 milhões de hectares com 
capacidade para produzirem alimentos para 
uma populução de mais de 100 milhões de 
habitantes?! 
Os candidatos pois mostrem ao po­ 
vo o alto nlvel dos suus objetivações.mos­ 
trem o indispensável conhecimento especifi­ 
co dos probi€mas condicir:,11autes d(> nosso 
desenvolvlmeotC>, e upre~entem eo ( hoitor 
consciente e esclareddo gurnntius dt' c; p,,. 
cidade para a efetivação de inicinlivos , 
ou empreendimentos que nos tragnn: fl~ 
meios para a lmpluntação de cs1rutur-i·s 
de ben;. e serviÇPR úteis 11 com 11idude. 
Falem os canoidatos em sua ptidio 
para darem a Bela Vista não um sa(·o-c, n­ 
cluto pura r, decudênc.:ia, mas alavupea de 
que taato c tanto orce., ltamos pura il•;;,ni, 
ao encnntro dos onos qui, se uvizi11lrnm coo; 
este cartel irrev rvel.- ou vamos ou r,cu­ 
mos. 1lostrem pois no povo, isto s!m, -o 
PJ trio tismo dos seus propósitos. mostrem 
seus conhecimentos dos problemas que oos 
pedem soluções imediatas, e mostrem ca­ 
pacidade para rPsolvê-Jos, pois é isso que 
o eleitor pede. E exigimos nós, que aguar­ 
daremos os meios e recursos para a con­ 
tinuação das realizações duradoura11 que a 
administração municip11!, com e testemunho 
dos fatos ai à vista, está assentando en 
todos os quadrantes sócio-econômicos de 
que o futuro Ele Bela Vista está a depender. 
P ar a 
Nivaldo 
Vereador 
de Barros 
,------------------------- 
11 
r 
t•·.·--r-,-r,,r:;-, ................ "":°~ '"''l'.•-:T"'".,,..._t '7""-l 
' ' i 
A 
, .. 
} 
;. 
(r,..,,··-· 
PARA VEREADOR 
José Simplicio da 
Costa Marques 
• ----------- 
ERRAR?IA CASTELO lli l ll ', 	De Antonio Remo Penzo 
Compra de Made:i- 
ra bruta Venda de 
madeira Serrada 
Antonio Jol!.o - Mt 
----------------------1 
PARA 
ry 
Getulío Lino 
VEREADOR 
íl
/ 
, 
1 
1 
,i,J 
CJ 
N.o 2201 Bela Viste-:! 
VEREADOR 
Estado de Mato 
0EPATAME 
ESil}UUl!àS D lE 
Grosso 
1f 0 E 
R0AGEM 
10ª Residencia Rodoviáriti 
R2. 10/.1/505-76. 
Ponta Porã, 28 de Setembro de 1976. 
DtJ: Esg.º Chefe da R2.10 - DERMAT 
Ao: Pres. da Camara Municip!ll 
fie!a Vista • MT 
Assunto: Informação (Faz) 
Senhor PresidentP. 
0 
_ Acusamos recebimento do Oficio 
n 42-76 CM dessa Egrégia Casa, »través 
do qual nos foi solicitado r1::paros nt1 ro­ 
dovia MT-642, trecho Bela V;sta - Antonio 
João. 
Outrossim, inform1:1mos a V.Sa, 
que a Rodovia e!!; questão já está endo 
reparnda pt!las noi:sa& motoniveladornt. 
que se encontram no Trecho de Pontn 
Por~-A11tooio João e que prosseguirão a 
a cidade de Caracol passando ae&im pr,r 
Bela Vista. 
Quanto as p'loces, encontra-.:;e 
tombem neste trecho una equipe de c:­ 
p10tarm desta unidade fazendo re,paros w1 
ponte sobre o córrego Itá e que tamber: 
prosseguu·.'i até Bela Vista. 
Sem mais para o momento colo­ 
camo-nos ao inteiro dispor de V.Sa. para 
minores esclarecimentos e subscrevemo­ 
nos mui. 
Atenciosamente 
Engº. Siivio B. Gonçalves 
Chefe da R2.10 
Este é um pais que vai pra frenta 
7 
l. 
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Assistente de Ga,troenterologia na Escola de Medicina - CHi. 
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180 	Bela Vista 	Mato Grosso 
Crispim do ego,

ORDEM COM PROGRESSO 
", . , . l!empt'e rne sinto follz, 
quando me encontro com 011 que tam­ 
bém trabalham, embora em outros seto­ 
ro, mas sempr com o mesmo objetivo, 
a. mesma rtnaUdode, que é o do 108so 
desenvolvimento, que ó o do nosso pro­ 
gre8o. 
Estou, pois, aqui, não apenas 
como um visitante, mas como um dele· 
gado de todos vocíls o que vem .-:.dml­ 
rur e testemunhar o valor do trabalho 
qm, aqul realizam. 
Há pouco, um dos oradores, re­ 
Ierlndo-lle àil oores que a natureza apre 
senta com a soja, falou 
no verde-amarelo da nossa ban­ 
deira, Eu vos falo numa outra coisa 
que a nossa bandeira l.em que é o seu 
lema: Ordem e Progresso. 
Eate lema, que vem desde a fun 
dação da República suscita até hoje, 
na bandeira, co estas palavras. no pro 
grama do Governo, a doutrina básica da 
segurança e do Desenvolvimento. O Bra 
sll é um pais firme. Temos oito e melo 
mllhiio de km2; temos 110 milhões de 
b/tes. Pnra manter esse território e as­ 
segurar o bem-estar dessa população, 
repartida por áreos dlversütcadas, um 
extremo Sul progressista, um Nordeste 
com um terço dl! população, mais de 30 
mllhõe11 de habitantes, vivendo numa á­ 
rea semi-ó.rida, oom extraordinária difi­ 
culdade; uma Imensa Amazônia, que 
precisa ser povoada e conquistada, exis 
te de todos nós um esforço, um trabalho 
Imenso, não 116 econômico, mas polltlco, 
social, um desenvolvimento integrado, que 
resulta não apenas do governo que nii.o 
e o único responsável, mas que resulta do 
esforço de todos nós, cada um carregan 
do a sua carga de responsabilidade, 
produzindo, não egoíatlcamente para ai 
mas tambem para os seus o para a colei­ 
vidade nacional. 
Estou certo de que assim nos 
temos conduzido. São notórios e reco­ 
nhecldos os sentimentos de generosida­ 
de e de vinculaciio social do povo brasl­ 
leiro, o'nde não há castas, não há pre­ 
concoltos de raça nem de religião, on­ 
de todos vivemos irmanados numa gran­ 
de Nação. O Gov. da aua parte, tem fel 
to tudo que é posslvel para que este 
desenvolvimento integrado e essa ordem 
básica, com segurança, se ealize neste 
País." 
Tem feito e continuará a fazer, 
som desfuledmento, convçncldo de que 
está no caminho certo, E bem verdade 
que os reeursos são limitados, que as 
necesslddes sempre são maiores que 
os recursos. É bl'lm eerto que as solu­ 
çõea não são perfeitas, Deus nos livre 
das perfolçõe&. Só queremos realizar o 
que é possivel e que seja bom. Não po­ 
demos nu.roca imaginar a perfeição, pois 
que ela está fora do nosso alca11u, e pu(tlçiJo 
divina, não é humana. O Governo reali­ 
za o que pode e confia que o povo tam 
bem realizará tudo aquilo de que for 
capaz, o que é de imenso, valor, porque 
represenla um esforço de conjunto. Con­ 
fiai em mim, confiai no Governo, como 
tonflo em vós''. 
Presidente ZRy3$70 GZIZL 
(Do discurso pronunciado em 
Sta. Rosa, na II Feira Nacional da Soja, 
02-04-76). 
TRIBUNII OI FRONIEIRI 
Ano V . Bel Vista • M. I7/1O6 - No 23l 
SERVE-LHE ESTE EMPREGO? 
ENFOQUE 
Chá Bcncílccnto 
Dia 8 p.p. n Diretorl:1 dnCasa ela A­ 
mizade orgunizo~ um cllà o desfilo no Clu­ 
be Belavistense. Contou com a colaboração 
de grande n de pessoas caridosas. Os mo­ 
delos apresentados foram de Muriza .Modas. 
Desfilaram: Srtas: Cirlene Nabhan, MARIZA 
Ollvelra, ~fagda Alves e Nelde. Sras: Zenó­ 
bla Alves, Nice Miranda e Mlrlnn. Os 
rapazes Rubons(Coruja) e José Penzo. Os 
lindos trajes de Mariza Modas mereceram aplausos 
e elogios assim como o charme e descontração dn, 
manecas, que desfilaram ao som de lindas músicas, 
A apresentadora Odete Bar• 
ros lambem vestida elegantemente. Catu­ 
reba lá ealove dando sua parcela de cola­ 
boração e deu seu recado df7.0ndo "o ano 
que vem o CEB lerá condições de selecio­ 
nar seu quadro social, atualmente não o 
tem porque necessitamos de muita grana" 
!numeras Sras. e Srtns. elegantes lá com­ 
pareceram, porém, o n.
0 
de homens bem 
reduzido. Ao Salamene, aniversariante quo 
lá estava presente foi cantado o tradicio­ 
nal "purabens a voce" e foi bastante cum­ 
primentdo. A Renda liquida desse chá 
foi de CS 2.500,00 (dois mil e qulohentos 
cruzeiros). Esse dinheiro será revertido na 
compra de travesseiros e lençóis para o 
Hospital S. 'ict-nte de Paulo, assim como 
uma ajuda no valor de C$ 400,00 (Quatro­ 
centos Cruze:rs) para a aquisição de man­ 
timentos para o Asilo dos Velhos. 
Finalizando aquela agradável reunião as iras: Odila 
Salamene e Marileide oreira agradeceram a todos 
que direta ou indiretamente colaboraram para o su 
cesso do Chà. 
BAILE 
ábado pp. o CEB recebeu um n.° 
bem maior de pessoas. É ... que naquela noi­ 
te houve desfile de modas apresentados por 
moças brasileiras e paraguaias. As brasilei­ 
ras trajavam roupas da Charm Boutique. 
Tambem houve desfile de biqulnl. Nesse 
momento o público masculino ficou 11uper 
eufórico, roi necessàrio que o Catureba so­ 
licitasse silencio. Marcaram presença; Ma­ 
neco Miranda - Nice, Roosevelt Lino - Irani, 
Getulio Lino e Sra. 
Dia 30 do corrente o GPR estará pro­ 
movendo um conco,rr!díssimo baile com o 
couj. Star. Para esse baile está programa­ 
do um desfile de modas, onde Sras e Srtas 
apresentarão os trajes da Charm Joutique 
e Nádia Boutique (Zelia Marçols). Provavel­ 
mente a Nádia. Boutique trará como atra. 
ção do desfile uma manequim da Cori de 
São Paulo. Tambem a mesma Boutique fa 
rã sorteio de um traje entre suas mane­ 
quins. A agraciada escolherá a seu gosto 
Vamos prestigiar este grande acontecimento 
Dia da Criança 
A festa promovida pela, normalistaa 
da Escola Castelo Branco foi SU total. A 
Escola Municipal Artes e Oficios tambem 
promoveu sua festinha. Outras Esc. tanto 
Municipal . como Estadual não deixaram 
passar e;::. branco aquela data. Foi euforia 
total para a criançada. 
Dia do Professor 
Tambem foi hemenageado em todas 
as Escolas. Interessante é que a maioria 
dos alunos pequenos é que se movimenta­ 
vam arrscadando ingredientes para faze­ 
rem bolo, refresco, etc, para homenagerem 
seus professores. Otrabalho desses peque­ 
nos foi formidável Ao professorado Belavis­ 
tense nossos parabens. 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 2-00 
Vai adquirir transf armadores 
para cinco localidades 
Cuiabá- A Centrais Elétricas Matogros­ 
entes CEMAT, acaba de divulgar edital de pré­ 
qualificação e licitação simultânea, para a aquisição 
de cinco transformadores destinados a beneficiar 
com energia elétrico os muuiclpios de Porto O-ridio 
Antonio _João", Sidrolindia. Ponta Porá e Campo 
Grande, dentro da área do PRODEGRA . 
. Segundo técnicos da CEMAT, esses muni- 
c(pios, enquadrados dentro da àrea de influência 
do programa federal PRODEGRAN, foram 
indicados pela empresa ao Governo Federal que 
acatou_a indicação de instalação ou ampliação do 
fornecimento de energia elétric.i nessa, localidades. 
Os transformadores ora licitndos variam 
de 13,8 a 69 KVA de potência e &crào fornecidos 
num prazo médio de 2 meses, porque, dada as 
suas caracteristicat de projeto, terão que ser fabri­ 
cado segundo as especificações recomendadas pela 
CEMAT. 
As propostas pura a licitação deverão weren tregues 
à CEMAT segundo características contidas na, "or-. 
mas tenica delorados por tecnicos órgão para aten 
derls peculariedades do projeto, até o dia l0 de no 
embro. A CEMAT requer depósito de caução não 
inferior a dou por cento dn proposta licitante. 
CDNCLUSiiO ;JE 
LINHAS 
. Outra licitação divulgada pela CEMAT 
destina-se à tomada de preços para conclusão de 
~nbaa de lnlnsm1e•iio de enerb'Íll délric11 de Mundo 
3ldordo • Iruntei. aus Poténis ã 
Ena licitação c114rú aberta ao recebimento 
! PrgPos até o dig_28 de outubro, e os licitantes 
everio obter na CEMAT as pastas contendo à 
especificações técnicas do projeto. , 
Outro requisito da tomada de preço é de 
S_9· Proponente apresentem caução não inferior 
a os por «ato do valor de wua proposta. 
A Prefeitura Municipal tem uma va 
ga para datilógrafo com prática de es 
crltórlo. interessados devem informar-se 
na Secretaria de Administração das 6,30 
às 11 horas. 
Não Perca os Quatro dias 
Asaembléia de Distrito "SERVIÇO SAGRA­ 
DO" Das Testemunhas de JEOVÀ. 
Inicia-se em outubro. Pela manhã as 
sessões de quinta e sábado se iniciam às 
to horas; a de sexta-feira às 9 15 e a de do­ 
mingo às 9,25. À tarde, as sessões vão das 
15 às 17,30 horas. Compareça, em especial 
ao discurso público no domingo às 15 ho­ 
ras, em todas as assembléias, sob o emo­ 
clooante tema: "Poderá Solucionar Seus 
Problemas por Servir a Deus?" 
A entrada é franca em todas as sessões. 
Compareça à assembléia nos dias 28 a 31 
de outubro de 1976, no Estádio Belmar Fi­ 
dalgo à R. Dom Aquino, 1600 em Campo 
Grande - Mt. 
(Fatos e Sociedade) 
'ascime tos 
De parabens os 
casais: Sgt. Vargas­ 
Soola pela chegada 
de uma linda meni­ 
na; Sgt. Qulrluo-Ze 
nalde pela vinda 
do garoUio; Sgt. Lou 
reiro-Vera para os 
quais velo um Iludo 
Gauchinho; Dr. Rocha 
Dra. Vania pelo nas­ 
cimento de um re­ 
bueto menino. 
Aniversarias 
Irmã Lucinda, 
Alberto Salamene, 
Belinho Barbosa. 
Igreja 
Como é do conhe 
cimento de todo, a 
Igreja Matriz de Sto 
Afonso está sendo 
pintada. Qualquer a· 
juda de sua puto. 
é de grande impor­ 
tancia. Se, hoje vo 
ce acha que dela 
não necessita, ama 
nbií talvez, voce ou 
seus descendentes de 
la neeeseHará . Va 
mos colaborar . 
Segredinbos 
A umidade faz 
com que o sal empe­ 
dre. Evite Isso, com 
um pedaço de papel 
mata-borrão no sa- , 
leiro. Pra conservar 
o verde das verduras 
coz.lnhe-os em agua 
fervente, salgada e 
com uma pitada de 
bicarbonato. 
Baile 
Beneficiente 
Foi realizado 
com estrondoso su­ 
cesso e Baile em Bel 
Ia Vista. organizado· 
pelo Dr. Carlos A. 
Ocariz e ua equipe 
para aquisição de a­ 
parelhos da sala. de 
Cirurgia do Hospital· 
do Paraguay. Aso­ 
ciedade BelavistenH 
colaborou compare­ 
cendo. 
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