1 SEMANARIO INDEPENDENTE Fundador o Dlrolor Responsável lvaldo Pereira J±LA /J51A Mato Grosso "0 V rdod Iro Jornal não s limito o lnfor mor, é opinati vo (Herbert Mosses} 8 l • - J),·e<;o d•i exeOlfJlur 'rS :?.00 - FuncJ:110 <·m '.2.í-:?_-7'!.. ANO V [N.o 231- Bela Vista 17 de Outubro de 1976- 'ginas _______ _,_ __ ..;...;;;...__...!.. Estado de Mato Ga.iara Municipal de Grosso Bela Vista Oficio n.o rn-70 C.M. Bela Vista 21 de Setembro de 1976 Do: Presidente da Camara Municipal Ao: limo. Sr. Dir. Chefe do Dermat Ponta Porü - Moto Groeso Assunto: Solicitação Senhor Chefe Por solicitação do Verea­ dor Afonso Dilon Nunes Leite, em sesfio do dia 20-0!J-76, eucamiabumos a V. Exa. pedido de reparos da Estrada Bela Vista­ Antonio João, que se encontra em pssi­ mo,estado de conservação, inclusive as pon tes da referida rodovia, tem sido causa de diversos acidentes. Certo de que V. Excia., tudo farú para atender essa oportuna ln· dicação do Vereudor acima mencionado, subscrevemo-nos com muito respeito e con­ sideração. Pedro José Palmieri Presidente Osvaldo Turini Secretário lesposta na ultima Pagina. DERMAT ATENIE pêlo de ERZ ' · 18 toria Dia Ao Dr. Carlos {olano Nu­ iez, por seu talento e bondade e s todos os Médicos de Bela Vista Paraguai e Bra- sil. de do o .... 44 1. Médico.. Dedico esta Poesia de au­ Celeste Maria Masera. MÉDICO Senhor, boje, te envio o peusamento. Pedindo-te que dês felicidade Aquele ser. que tanto nos da alento. Nos horas de tristeza e enfermidade. Quando temos no peito uma ansiedade E o coração com tanto sofrimento, E ele que nos faz à caridade De afugentar a dor e o destalento. E ele quem nos surge, de repente, Por ser anjo da guarda do doente, Fica a velar a nossa cabeceira. Ah! um favor a gente não esquece. Rezemos, pelo Jlédico, uma prece, Para que Deus o abençoe a vida intei [ra Alice Pedra de Nuiiez ... Aos Médicos. Dr. Ruben de Castro Pinto Dr. Flori ilurano. Dr. Roberval Borges. Dr. Ely de Araujo I3arbosa. Dr. Carlos Solano u.ilez. Dr. Francisco Ferreira Rocha. Dr. Geraldo Rodrigues de Oliveira. Dr. José de Ribamar Cruz e S. Dr. Carlos Alberto Ocáriz B. Dr. Oscar da Rosa. Dra. Vania Rocha. A Cflmara lIunicipal de Bela Vista. por solicitação do vereador Afonso Dilon Nunes Leite, da Arena, tovou ao diretor do Derat oficio solici­ citando reparos na rodovia MT-642, trecho Bela Vista-Antonio João. O vereador en­ nctru o carater precário 'da Estr«da de suas pontes e de acidentes que acontece ram1 pelo estarlo lastlmavel da mesma. O oficio da Câmara, com data de 21 de Se lembro, fui rPspondido dia 28, pelo Chefe da R2, de Ponta Porã, engenheira Sílvio B. Gonçalves, dizendo "que a roúovia em questão já está sendo reparada pelas nos eas motontveladoras que se encontram no trecho de Ponta Porá-Antonio João e que prosseguirão até a cidade de Caracol pas­ sando assim por Bela Vista. Quanto as pontes. encontra-se tambem neste trecho uma equipe de carpintaria dest11- unidade fazendo reparos na ponte sobre o córre­ go ltá e que tambem prosseguira até Be­ la Vista". Nossas congratulações ao verea­ dor Afonso Dilon, extensivas ao chefe da R2 do Dermat, pela rapidez no atendi llleuto ao apelo do vereador. E a união de todos em beneficio do bem comum. FALA O arcebispo de Cmabá. Bonifácio Picci r,i - em vista das eleições de 15 de No Ycmbro. faz algumas observações e reco mendnções aos católicos e "homens de boa vontade" ressaltando sobre a responsabili dade do voto. Segundo ele, votar livremen te, quer dizer usar o voto para eleger o candidato do partiào que se quer, sem de pender absolutamente de ninguém: familia res, parentes, patrões, chefes e amigos. Ninguém pode aceitar ordem para votar em ninguém! A propria Lei defende a liber de.de do voto estabelecendo que o voto é secreto, o que significa que ninguém tem direito de saber em quem se votou. Mas niio basta votar livremente, é preciso que o voto seja responsavel. Votar com respoD sabilidade quer dizer antes de tudo, esfor çar-se por conhece btm os candidatos niio pelo que eles prometem às vezes levia nomente, da campanha eleitoral, mas por aquilo que eles realmente siio". HONESTIDADE E COMPETÊNCIA E prossegue: Se o candidato é muito honesto, mas ,não tPm compênci11. não me rece o nosso voto. Só a boa vontade não Jaz o bom administrador ... Se o c11.udídato [or campetente mHs não tiver honestidade nos negócios públicos, também não pode ser eleito. Não se deve entregar a adminis tração daquilo que é de todos a pes5oas inescrupulosas. Mesmo que seja amigo pa rente ou chefe, se tem essas três qualida dee ao mesmo tempo não pocte receber o voto de pessoas que querem uma sociedi de justa, onde os direitos da pes Dr. José de Ribamar (mz da Silva Partos, Ginecologia, linica Geral CRM RJ 17.937- CR-MT 439/s - CPF 058043377 Consultório - Hua Quinze de Novembro, 481 - Tel 203 BELA Vl TA Argileu de lIatos Rosario Congro Flores orino João Freire Oliveira Q Arnaldo ilarques da Silva Nº Aladioo Ferreira de Moraes NO Rubens de Oliveira Ramão de Oliveira Barros NO Altair de Oliveirli - 118 119 123 125 121 124 120 120 122 - 0IRE ELEIO > soa humana e a lisura administrativa são o alicerce do bem estar social e do pro­ gresso". RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS Dom Bonifácio Piccini faz as se­ guintes recomendações: a ninguem está au torizado a se apresentar eomo candidato da Igreja Católica ou a usar o nome da Igreja p/ prestigiar a quem quer que seja A Igreja não tem candidato, e oã!l cu11vi­ da ninguem n votar em determinada pes­ soa. A escolha do partido ou do candida­ to depende exclusivamente da decifão li­ vre e responsavel e portanto esclarecida do proprio eleitor. E esse esclarecimento não se faz ouvindo só a propaganda do candidato; b-todos os brasileiros. de m­ bos os sexoe, que completaram 18 anos, tem o direto de votar. Esse dever é gra­ ve. A Igreja não reconhece como bom ca­ tólico aquele qut> não cumpre com respun sabilidadt- esse dever: e-votar em br11nco é uma maneira irresponsavel de ser brasi leira. Ê não le,·ar a sério uma oportunida­ de ótima de melhorar a nossa democra­ cia e a administração pública. 'que deve zelar pelo bm comum isto é de todgs. @vem vota em brunc» esta favorecendo os loca pazes, e nu :eu poderá se queixar por ter um gov. que nã z·l I pela justiça e pela. paz social cou prvg e·so: d- a pior coisa que se pode fzr com o voto é vende-lo em troca d. favores, promessas, empregos dinheiro. O voto não é coisa pessoal que possa usar em senti.to egoista. Ele perten ce de certo modo, à camunidade e só po­ de ser usada. no interesse da coletividade. Poder Judlci6rlo Est. de Moto Grosso Comarca de Bela Vista Cartório do 2° Oficio Etd.tal te Citação Justiça FAZ Gratuita O Doutor Val­ ter José Rodrlgues Contrera, Juiz de Di­ reito da conarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, ua for­ ma. da lei. etc ... SABER aos que o presente Edital virem ou de­ le conhecimento tive­ remn que, pelo presen­ te CITA a OROS­ V ALDO MA'POS DOS SANTOS, brasileiro, casado, residente em lugar incerto e oão sabido, para cor:pa­ recer a Audiênci0 de Coocilia,;ão designa­ da para o dia 26 de novembro de 1976, às 9,00 no forum des­ ta cidade, designada nos autos n? 89/76 de Pedido de Desquite judicial que lhe mo­ ve sua e: posa Julia Freitas dos Santos, brasileira, casada, do lar, residente nesta cidade. E, para que chegue ao conheci­ meuto dos interessa­ dos, e não possam de futuro alegar ig­ norância, mandei ex­ pedir o presente Edi­ tal que ser afixado nos lugares de cos­ tume nesta cidade e publicaC:o oo Diarlo Oficial do fatacio. Dado e passndo nes­ ta cidade de Bela Vista, Estado de la­ to Grosso, aos sete dias do mes de ou­ tubro do ano de mil novecentos e seten­ tu e seis. Eu, Goeth E. Nunes Escrivão do Segun­ do Oficio, o fiz dati­ lografar, subscrevo Dr. Valter José Rod1 lgues Con trera Juiz de Direito 17-10-76 'fl'lbuaa da Fronteira pagina 2 EDIR LUCII o u f IR ~ DO GRUPO PllTRULHI llGRICOUI r . •' , ' •. , ,~· / I J # > i , .. f; - ~-<- Rodotor-Chof - ~ ,!J,, P,·mr,i " + o o ' k- l ... • , .:· 1 • 4- ........ . ... ' :,,';;,! fia ·s .'! , t-, L· . : ' ''•'; ,,.. ~ .>·· a • '.,, ~ 1 : ,.... • ,1. 1 1 .. ~ ...... ~• ·- , « a 'a Rua Barão do Rio Branco N. 2322 <> fone 4-2983 Campo orande - Mt rua Galgans, n. 581 - fone 2751 - Tupã Sp. Em Bela Vista - Hotel Panorama em Jardim - Hotel Siriema ·Tribuna da Fronteira" é uma publicação d T . e ''rjf'11•a Triliuna d F ron1rir,1 a Empresa o CGC. MI'. OJ,201.ZU> 0001-'lO ln•c.. 130j9234•:l Assinatura Anual CrS 100,00 Cr$ 120.00 Bela Vi <10 Oe,rrni, ilu11lcipios Hedação e Oficinas • Rua Duque de Gaia . '},, 2 B·li Mato Grs·o '::>/ll X, OS a • DR. fHJRI MURftNO MÉDICO Atende pelo INPS e IPEMAT Horários: Manhã- Hospital 13·00 . 16·00 hs: Posto de aúde 16'.oo . Jlioo hs: Consultório R. 15 de No,·cmhrn, 75 • Fone 178 - Bela Vi-ta Dr. Pedro José Palmieri Advocacia Agrária Ratmcação Titulos Terra Faixa Fronteira Rua 15 de 1 ovembro. 160 Bela Vista Mato Grosso RELOJAORIA de Antonio R. B. Mele Consertos de relogios em geral Helo:;ios de ponto - perimctro - olfmetro Vdoc!n,etro - Colunu;, "8/iciwcia e cespcnsabilidade a suoiço do cliente' 1 Rua Marechal Rondoo - 513 - Jardim Nt DOCUMENTO PERDIDíl OI Foi extravie.d.~ a Carteira do Ministé rio óo Trabalbo-Fuarural Nº 615 d e pro priedadt> de Julho Afrts juntamente com 3 folhas do Camê para recebimento no BB. Ageaci:: de I3:Jla Vista. Publicaçã9 qu;: se frz par11 obtenção du 2° via. J j QUALIDADE E ·• A única que mantem um estoque permanente a pronta «'ntrega" Rua: Cel. Juvencio. n-o 315 ex. Postal 36- Guia Lopes da Laguna - Mt. J. (iELEILATE "Vendemos Qualidade" Maleriais ~e Construcão em Geral - Ielhas francesas, ~e ftluminio Amianlo, Brasilil e fürnil, Iilolos, Móniliias, Az~lejos, conjunto Sanitários e mts□s, Conexões calvaniza1as e plaslicas, !erros, chapas, tintas, vidros, arames. sal - Mo ~ara sua construcão, veriliQue os precas. - Futuras in,-talações em Jardim Bela VIta - Mt. 'Tribuna . Antes da audiência, umn ucessor cl,1 Presidênciu p2rguntou se os jornalistas iriam publicur a conv, l'S;t. s~ ele autorizar • disse um de­ les - 11ós faremos pergunta e publicaremo,;; Dlll',lllL-· u e:,nversu o Pre.;idente fez cotn?ntari,,,; geuéricos sobre proble­ mas po'ític is, t•~onôrnicos e SJCii.liE- ma~ ob s~rvou qué os econômicos ern absolutam~n te !nformol: servia pura uma troca de im­ pres;;õo3 sobre o m0uHmto nacional, maB sem aulnrlzação para nada publicar. Ao se despedir, o Presidente disse: Esta uudiência foi multo boa parque voccs me conheceram mdlwr· - E-tivcrn1n prci:cntc5 ao encontro os jorna listns Huben Azevedo Lima (Folha de São Pnulo) flnm~rion ~lossri (O Est. de SP), Alfredo· Obrczi ner (orreio llrusilicnec), Antonio Tcxeirn Júnior (O Globo) e Tarcisio llolnndn (Jornal do Brasil) Sgundo eles, Geisel rc'clou que lê habitualmente pctn mnnhii ,·úrios jornnis entre eles o Jornnl do Urasil. O Globo e O Estado de São Paulo. "Ci iticos du Hcvolnçilo cost1111111111 1•mtcr~11r apena~, 1111 utuul formu de rclnciun:unt'nto da Uni ào com as unidades fcdcr:u)ua e suas células mu• nleipais, uma tendência para o_centrlisme._p7 ele lcvnr~nos u um regime de Estado unitário· Na du 111en1, .. 'l·nlnfl1.•i1 o. O 'uc i:c _ Yctn pr1• rrt, d, 1 Congr sso Hr .. ,i'l::'il'O d T •·i:-·::o ,. T,·; fl! Ji;.:m, e l X- P ,,içi'ío rk . quij1,1::' ntos rJ .. Tuu,mll, La-· zer e Hou•lariL O Cong.-ps,o con!ou ,·rim a promo­ cão do Gov-ro do Estudo de Santa C+ta- 1 iru :; :-: .!:.-r;;, l{rasil-•rr-, 1!;• Turi1imo, do c,i,1.,.'; ,· o ;-,.;;1 .. ,,i·Ll rlt' Deseuvolvim"nto daH l· ... ta eia e ·n.tos Turísticos. d Sociedade Bras Jd,· 1 dP Tu.·ismo e Termalísmv e da .-s,;o, ;aç:, Hra-ílcira de Indústria de Ho­ téis. O ,:unebve teve po1· objEtivo, a CJtlVéniência de nm estudo aprofundado d,· todas as qu2stões coucernentes ao turis­ mo e termalismo, a busca de soluções p;i.­ ra problemos comuns e u troca de experi­ ências. de Monteiro mie - Lurilime a pero d fr:'ses TEMI.A Criou n aposenL'ldo­ ria com IO0o/o para mu­ lhrre• com 30 n.nns de 6ervlço. EEtendeu o direito do 6alário-familin aos fi­ lhos dos In,·álido,. Amr.arou os empre· !,'lidos cÍn autarquias pe­ rante o IN l'S. Criou o abono de emergencia par o m­ preg;ido Dí•pôs sobre miío• de-obra ociosa e imtituiu um sistema para adn1inis Irá-la. Dis~iplinou II conceselio e Prestnção de assistencin jurldicn nn Justiça do Tra balbo ao trnbalbnar1icip.3ç:ão do t:mpr<:gndo no lucro da empresa. lili1Uil~~t$1 ~ t@M[EtlC~® ID)( Adubos TAMOIO e inseiicids _ Rua: Sebastião Crispim do Reoo 316 IE Sementes selecionds Bela Visla Maio 6rosso Revolu<ão Social . Ti nh:ilhador, ''L' ja o qtll· o Governo l'.•1, <·111 i-,·u ben'l'it•ú: ('nn<:c•clen anil l'ltlJJ!l'ft,tdu,.. e, 11! , ,l I t •:il!)D IJl' '('i'';­ ço tos empregados. 1 < IIC"d 'li f•'·l'Íd'­ ílll 1 a1Jnlllatlo1· avul Deteria a alá 1 lo ir.ín'.:110 J.hnL o íllt:'íl!JI'. ,111p .i·oa •>- em jH'v!!ilUO,; .Jomé. licOA : a P:t>vl ·lêílci:.l :-;o. cal. 1h u di,·eilo ao empreg..tdo eH!uda11· te de coi cfdlr ua suas férias escola­ rês e•>lll as férias do trf balho. , .. avo rPceu a os m:iiores de 70 anos dfl idade 1i aos Jnvá Jídos que nilu exer­ çam atividades re­ rnunerwfo s. que níio ii uflra m rendimentos ou uüo tenham rnei os de prover o pró­ prio su,lE:nto. Criou uolsa de estudo pata e e:-m- p1egado. fi " I' Nascemos para Servir e crescer I 'ladeiras de toda a especie (Peroba, Jatobá, !pê, etc) Destaca - T erraplanagern - Açudes - pronta entrega - Bom preço Ernbeirarnento Rodovia Bela Vista - Antonio João KM 35 ------------- ---------~~- lerei] e Agrícolas, Ferragens Artigo; de :lfont~ria e Matcrinis de Con,tnu;üo em Geral Av. Duque de ta­ xlos - 606 . Fone: 157 Jardim Mato Gros50 ' Jle'a 'Ha - fl. Tribuna da Fronleir11 CASA lJO ARTESÃO Qunnrlo bale o vento sul Que té o sol esfria óm nte m u poncho azul Consorv inh:: legriu Poncho e touca do Artesuo Tzem ol pro cor,fio Na 111i11ln cuca não gia ... kmão. CASA DO ARTESÃO Preço exemplar Cr$ deste 2,oo Dt·. Ciro Benbur Torres Gallo Ftum·Dloqu(mko pagiua d .-- Bioquímni- Hematologia - Bacteriologia - Urinálise Parasitolozin - 5orologia (Toxoplasmose) - Liquorlogia l ulturu ,lc Urina - Ding. Chagas • Enr.imologio "•-·-····---. ·- ---· --·-------- ---------- ;I laboratorio de Analises Clínicas n, Antnnio i'J-,rill Cuitlhu 339 - Fone 247 • llel11 Vhta • Mt Credenciado-- INPS , i 1 i l ' ( 1 - IPEMAT PARA VEREADOR Atanazio de Melo (A tanuzlnho) PARA VEREADOR Monclar R. C orrea - N.o 2201 Bela Vista • :,,.:::------- ·------------- Victor Vieira ito 2206 Para ;in +li MDB Dela Visu, --======================----: íJereafinr Xavier Brum - .1 .. Vete no pequeno grande homen ffüOOi VEREADOR .DEFOI ISO PINHEIRO N.º 2204 Humilde operrá!r;, nunca tive:ra <,por­ tunldade de frequentar escola. Entretanto, não era burro, isto é, ullo <•ra multo 1Ju1ro. Percebia claramente que, não obstante se­ us vinte e cinco nnos de Juta desigual con­ tra. ludo quanto era adversidade, ainda po­ deria, movendo-se a muis um grande sa­ crlfício, aprender t lguma coírn, chegando a ser, talvez, &lguém na vida. Tlnlrn ideal niio se considerava, absolutamente, uma folha na tempestade. Quando a ai-slslente social da fábri­ ca onde trabalhava o convidou para estu­ dar na escollnha que funcionava à noite no bairro, sentiu tlespertar em sl uma ve­ lha esperança, de há multo adormecida. Não pensou duas vezes. Aceitou de rstalo. Não iria pugar nada, receberia todo mate­ rittl escolar, além de aulas, merenda. tudo por conta do Governo ... o MOHRAL estava ai. Chegava ao casebre, só descia da bicicleta pura apanhar os cadernos, lápis, borracha, e se mandava para a escola. Dir­ se-la que estava - guardando-se 11s enormes proporções - movido pela filusofia de Mar­ cel Prou t: "A La Uecherche du temps per­ du" (Em busca do tempo perdido). Com efeito, apresentava visívd pro­ gresso em sua classe de aula. Seu rendi­ meto escolar era bom. Dava tudo, eotuda­ vu a ludo vapor. Cunqulstou logo de snidu, a admiração dos colegas e da pofessora, com seu entusiasmo contagiante. Decorc,u o tabouda em 10 dias, cometi111ento que, em seu caso, era doe pra elefante. Meteu a cara na cartilha pra valer. Logo que !!pren­ deu a assinar o nome, tirou seu titulo de eleitor, consciente de que com este docu­ mento, adquiria a condição de verdadeiro cidadão brasillliro, homem útil. de quem dependia també:n a eleição, a esccilha do presidente da Repúbl!ca. ::::ua dedicnçllo cos e11tudos assumiu aspecto de ve1 d:1deiro fana­ tismo. Nüo falava mfli6 em outra coirn. Pa­ reci'l 11té estes marginais que, após vinte anos de cretinice, torna-se protestante, ficam santos em uma semuna e passa a andor com u bibll,l debaixo do braço. en­ sinando o que não sabem. Nosso operário ficou super-orgulhoso. Já peg .. va num jor­ nal e soletrava as mDnchetes, entendendo lguma coisa. Deu para perturbar os companheiros de trabalho. dando con,elhos n tor,o e a direito, para que a ruacaeada estuda•:se. Querrn. por força, que un... velho porteiro da fábrica com mais de setenta anos de idade, tamb(m se matriculasse dizendC' em seu otimismo exorbitado, que o micróbio arnda tinha tudn uma vida pela frente ... - Vea cá, Luiz! Tu sabe quem foi Pedro Arves Cnbrâ? - Não. . • Faz até vergonha, raj)az. ;-oi um Armirante português, que desccbriu e, Brasil. • Qual é a Capitá do Rio Grande do Norte? • Num sei nem o que diabo é Rio TRIIA MA 5ia ! Fundado em 25-02-72 l ••••••••Ch•f• • ,J,,/d, /Jmfr"_ 1 "As opiniões emitidas nos artigos sina ! dos ,,uo repr.,scnt:11n o ponto de ,-ist.a do jornal podcmloserntéco11trárinso rste. A• opiniõe• do Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos comentários não assinados" d E "TribuGnn da Fronteiran é uma J?Ublirnçiio a mprcsn rnfic.a Tribuno du Fronteira CGC. MF. 03.:?0l.:!6<>/ 0001-90 ln,c-r. 130S92.H-3 Assinatura Anual Bcln Vista CrS 100,00 Demnis .lIun1cipios CrS 120.00 ~ RCednçào e Oficinas - Rua Duque de Cnxiu :s,n x. Posllll 23 - DelaVistn Mato Grosso ! Grande do Norte... Vivi solapando a puiêneia do po- bre Luiz. dentro e fora da lúbrica. . ô Luiz. tu ~ali<' o qut• ó SUDENE. SUVALE, SUDAM? - '??? - Serà que tu no nota meu exempro? Tu mm sabe uada. Veve no iscuro, narfu­ beto de p1,i e mfíl'. Tu num sub,i nem o que Ilha, arquipélago (drzla bem pronun­ ciadt• ). e!l -e1!da ... tu num sabe nem o que é singular e plural, sabe!... - É, mm; <'L1 sPl uma coisa que Tu num sabe! - Pode dizer. Eu si o nome do sujeito fJUO vai na tun carn tClda noite quando tu HUI pro tá de MO JHÀ ... Altovlr Alencar Do Correspondente (C Grande) Desde 1933 comemora-se o "Dia do Pr oressor" no dia 15 de outubro Ren cio que sua 1.o [e-ta foi presidida P· lo C'11r de!ll do Hio de ,Janeiro D. Sebns tião Leme no Instituto de Educação duque la clres, a Associação Prusi!·ira de E&ucação, a Associação dos Educadors católies se juntm e obtenha do iliui,;tério da Educaçt:o e das PCreta rias de Educação dos Estados e dcs muni cípios o apoio par.i qu..:: o "Dia do :Ie-:tre" passe também a ser comemoralo com a grandiosid 1de que merece. SALVt:: US MESTRES Francisco de Assis Diniz R. 0.2. FIAR! MUAAO { M:E:DICO 1 ,Lcude velo INPS e IPE:'.lAT Horários: .1.anh:l • Hospital ► 13;00 • 16;00 hs: Posto de Saúde 16;00 • 19;00 li;: Consultório 1· 15 de Novembro, 75 • Fone 178 - Beln Vista l Dr. Pedro José Palmieri 1 Advocacia Agrária j' Ratificação Titulas Terra Faixa F t • • ron!eira Rua 15 de Novembro, 160 j Bela Vista Mato Grosso --~----·-----~------------------------------- ------------------- T11l,una ll!.1 fr()nteirn li-W.7(i Ratificação dE-) ·.-itu!o; da t·aixa da Fronteiras 'la l•pu'11 ,1,, lira •il ln1p{·ri11, u Íorn:11 d1, Gow·r no era unitária, io pouindo as proineius sui ric11f1•1. nu1011ornin para gerir ,. dl·-tií1'1r :-un. 1,·1rul,'I Todo o poder achava e oventra!o ua figura do imperuclnr e 1t •·"lt· compt.·I ia di -por rulJ1 t· :i' 1 ,itu 1~;10 ,lominial ,las terras públicas, Ainda no período iperi I urgiu a Lei 6)l de Ili de Setembro de 1850 que foi o'1 i11,1ru,,w1110 legal conceituar "Terras Devolutas" expresando 1·111 ... u url. :1.0: "São 'Terras Devoluta" § l.11 A• '• 1·111 rnn1i:-"o por Ltl ta do cumprimento dnas condições de medição, con firmação e cultura. 3.o ;s IJUC nilo s,• arl111r,•111 tladn- por .i·-1111 rins ou outrnR conccs.sÕt'!' do (.;o,t'•rno iJlh~. n1w--,1r de incursos cm t·omi:-so forem r,•, nlí,lu,lns por· ,·,111 lei. $ 4.o As que não "'' nd111rt·m ocupada, por pu, g-,, <1nc, apt•,nr ,J., niJ +e fundatem em titulo legal furc111 le~i1imnd11• por c,t:1 lei. r Atrn,·és ,la lei N.o 601 prucuro11-et• 1,unl,(•111 d,· fiuir, pcln primeira 'l'Z, n Fuixa de Fronteira, n.i!- tla F1,ixa de F, 011teirus d~ Gli kn: • estabelecida pelo Ar. 1.o dn 1. i Gü I Je 1850, as,;, gur ,u!lu " s ..,uiute: "Coolinuum em , ig,n·. :•11qu:1nt 11,'i•> r ,·o­ l2:flrlu--, leis do a11t1gn i· g-il)JL' 110 qu . PX phcita 1>U i plici n lc• ·,i"L i io •:n e ,·1 lrárLi•, a, ,;i,;:,•:;i, e G ,v,'11!!• l'.>:•,w.,I i p~ la Conslilt1ii;:i,> t' a s rieipi -= 'i !•'. •· i !· sgr«dos". Est P , r. ,_ , , • rn li n , d n e 1 m a, t. G! da mesma cus iii ti ulast a avi- cla~ qu:,nl" « ,.n.:. 111 .. :: l:1 :P, hoje j 1 ·.,li..:, mcule imlist:ulivel, .a U i o sobre as ter­ Tas devolutts na F ixe e Frout it'..! . ao aflrIDhl': ; Ar,. ,;i .... l'."ll'llt:.•lll aos Est ,.,os N as minas terras evolutas .ituuinas n s " seus respe.-tiv s !, r ó s, cabendo à U- ~iãu sórnen.,! a pJr: i > io tenitóriu que or in :ispen:si I p: rele± d1s Fr' teiras, fort r1,· ,õ ,, milit res e estradas d:> leiro l'ellc,·:, "· labo e, Lo ; mar que em fa­ ce Li.esse,- dr pns t, o;, consl.tucio tl'S só mente à União ,,ra cl:t·I, a l:.--g 1imida l • para titular t,·n·.1s tlevoluta-; oa F ix I cl.' l111 km fuz.•n:lo nulas porrano ue plen Jü•dto. quui:quc, tltul.1.,.õc•s procerl tias pelos E,tudos uu reftsi-iua Faixa. Nu Estado de ato Grosso 2 es­ pecial, muitos foram os títulos exp elidas a particulares, a partir de, ent 10, e io~1ituin do inclusive este proci'dimento um du!­ Ptincipui,; r, tores de ocuµaçã0 " deRc:1"01 Vimento da região runteidça ro i icio do século atua!. Tu! rato. ~ntret,,1110 nilo ilid • o <'Utãte1· xpedldo,-; p,•lo !-'.,,..id.i, Pot·quantP, nã~, ·en,lo poder leg tino para litul,r folt11vu-lbe um dos n•qui,;itos sse1 Cbis, ~uja ct,rt:nciu. p,ir su:-. rel ·vancia. é reprimida pelo ordenamento juriico com a s:iuçüo de nulíJadA do ato, desde o ,;eu -.o' nascedouro. Nulas portanto, nlineuções a con- cesso s daquelas terrs por parte dos i)l:HIOf', por frontal infriêcia à iei ·l çfí,l <>nl vigor à época , m que e opern r rn1, co11st1tueU1·trn liluluções a "non do· mi11l0" <'<•nft>rlurlo aos i:;· us d •lentores o mero l11rnilo dr.. posse. curi:>.nt< s rle conva­ lidac;ão p·•lo Poder Públi-.:n Fe•leral. E t 1 , ttu •çúo extn-1, g,1! perdurou por mais de 1111,!o i-(cuTo, até que a lei 1UJ17 de ()[l-01-GG em 8t'U art. 5'1 $ 1." ofe­ rec::u umu i;oluçilo para o equ 1clonamen- 10 do prob:emn, 1::;slm se maniíostando: "E o Poder Ex culivo nut,nlzud > n ra;1fic·1t· .is aliil ·açõe,; d• cone• SEÕes de lt'IT.JS jú l'e.t,:1:-1 pcl s !·.~tudos na Fu•xu de Frouleirui;, se entender que flt' cofü.lunato com os objetivos do Estatuto d Terra ". Etilt• dl,posítivo legal foi dis:~ipli­ naco pelo Dec-lei 1414 de 18-08-75, que dis põe sobre o processo de raUlicação dus concessões e ,dinl'nções dt~ Terrui; Devolu ta- na Faixa de Fronteirds e dá out:uf providências. Este mesmo decrete,, em i;eu , rt. 2v uti-iuuiu compelenda uo INC[{, para efet"; ar a r:ilil'icaçiiu após ouvir o Cense!ho d Sgurna '.';acional. Ct·inU•:lP. de m r,:l'IU:l a posibil d de juridka de eonri1·m:tr e cnn,·,tlidar ,. • a8 ,it111u,:ões fq·:diúria-; originú iame11le 11· ,Pgulare,, tt'sd • ,JU ,,!.! apr s. uten; com­ p 11ív,-is , ,,m os ditames da p ililic,i rgrá· ia nucioul, consubsL aciad + nu lei -1301-lil l~~t,ll:to ria T- rra. Concluindo. pndemos :,ifi. 1. ar que o proce o de r±tilicução (eo firma@?o) de ti.ulos L·Xp.'ciiuos pelos Esla,:os , 1 F •. i:,:r nJJ· o, grave impasse ciado quanto ! ,, nii11;al·1l:tch das Tel'rn~;, p,·r rdt1nclo :• ., !-.t'U3. a u .i., o..:upuu!es o ' •·cla,leir , .,,:;­ ", 1°'l·1 .i ;tio ,Je pt·opri-~tàri:>'l, 1 1• ;;cJ.i (]U" to;h m o C.Jlllfl'l"'lle Titul'l .Ju ft.,t 11- ·1:· • P'll di 1 o elo ]V'R A, quvuto • r .:i p lei su ti'ular oxe ·itr livrmen:' o ' i' > i-~ p ·o t1 •• e;'·. :1b•• le,nhr ;r• ai dd q1e eonso 'u. t··. , C slituiç:io Fcd ,1 ·J.. U1ll7 inclui· ,·am l' l' li:·· os bens ,la (foi:1o (,rt •L" j,, . !). 1. ,,orçüo :e T,·i·, 1, ,Jevo!Jta, 111- disp±sav l à segursuça e uo d..:s,•nvolvi­ mento N 1cional. arnp!icindo portanto pdl'C t:iQ km .1 Faixa de Fronteiras e ficando po~ rn:i t•guinte todas as terras nela com p•·e •11 llrlas, ~ujeilus il nprecilção do rn C :A e cio Cons!c'lh i de See:urnnçu Nacio- ' 1 f!U • anali ,adn~ :•s p 1r!icuhrid:::.de<; d~ :ad, e:1go co 1cluir•á peda neces.iida:ie ou iilo da r:imic•:çilo, verificando aio- la a V I bili 11.1 d~ dt> cu da requ 0 ri- nento de lar. dos con:-agrnclo~ preceitos ,lo E:-tJ.tulo la Terrn. f:: por1:1n10 o processo de rntifira~:io de Tl tu!os uma necessidade imperante no plano de regu !>ri7a~ílo fu111li:'1rb roprict:írio promO''r as medidas que per mitam através do lNC.RA. n validação de seus títu lo, ele propricdad.:. Jnrrlim - Mt l.o de setembro de 1976 :irlc,s Alherlo Ferreira de ~lirnntl lho cornptle nessa cor- 1 lcla concidadãos, e por consegui1, t,, pedimos também a crítica sen• 1,ata e construtiv.r e não nos ddemoR an­ :li ameaças ocio-us e irreifelidus, vuzius de eot xo· cicos e crentes de idéia e de­ signios utos que ní» apenas insinuur dis­ torço els'ir a vpi ivie pública contra os .enreentnte da Revolução nas tare­ fas de valorize?o dno trabalho e da recu­ perçúo .os direito: do nosso povo. Se os vos lutnros legisladores vão almr ca:ip, uh·,s cl(~ :,uto promoção, fiiçom­ ll,, s, primeiro, -contribuindo com atitudes gb. e ('_dorns puro o nperfeiçoumento da polttizaça0 elo P)eilor, sobretudo o noviço Sl'gundo, mostr,:ndo ao elPilor conhecimen­ to du:; dimemões dos nossos problemas ba­ vilares, ou pelo menos noções aceitáveis de "COMO. pretendem resolver esses proble­ mas primordialmente os de Infraestrutura fisieo-econômica, sómente nos quais pode­ remos apoir o aproveitamento dos fatores primários do d,··senvoJvimento, terra e mão­ de-obra, estes uaturalmente condicionados ao bmõmlo rodovias e colonização fora do qual será mostra de discernimento débil falar em "pr(lduçii.o", sem ai:; componentes da ''pro<.lulividude". Ao povo o que interessa é saber se o candidato se credencia pela ar,tidão para us tarefas de nossa sobrevivência ou me­ lhor, da nossa capacidade para á política de desenvolvimento elaborada e implnnla­ da pela_ Revo_lução, se estudou os postula­ dos esseuciuis da nossa região, e se traz as condições necessárias para colaborar como vulor positivo na solução inadiável desse g 1 W 10 lt·sco impasse da nossa organização social e econômica. Os senhores legislado­ res de r.m,rnhíi. 111(>1l10rmente do que todos 9s seus tecessores, terão à disposição nosso desenvolvlmeotC>, e upre~entem eo ( hoitor consciente e esclareddo gurnntius dt' c; p,,. cidade para a efetivação de inicinlivos , ou empreendimentos que nos tragnn: fl~ meios para a lmpluntação de cs1rutur-i·s de ben;. e serviÇPR úteis 11 com 11idude. Falem os canoidatos em sua ptidio para darem a Bela Vista não um sa(·o-c, n­ cluto pura r, decudênc.:ia, mas alavupea de que taato c tanto orce., ltamos pura il•;;,ni, ao encnntro dos onos qui, se uvizi11lrnm coo; este cartel irrev rvel.- ou vamos ou r,cu­ mos. 1lostrem pois no povo, isto s!m, -o PJ trio tismo dos seus propósitos. mostrem seus conhecimentos dos problemas que oos pedem soluções imediatas, e mostrem ca­ pacidade para rPsolvê-Jos, pois é isso que o eleitor pede. E exigimos nós, que aguar­ daremos os meios e recursos para a con­ tinuação das realizações duradoura11 que a administração municip11!, com e testemunho dos fatos ai à vista, está assentando en todos os quadrantes sócio-econômicos de que o futuro Ele Bela Vista está a depender. P ar a Nivaldo Vereador de Barros ,------------------------- 11 r t•·.·--r-,-r,,r:;-, ................ "":°~ '"''l'.•-:T"'".,,..._t '7""-l ' ' i A , .. } ;. (r,..,,··-· PARA VEREADOR José Simplicio da Costa Marques • ----------- ERRAR?IA CASTELO lli l ll ', De Antonio Remo Penzo Compra de Made:i- ra bruta Venda de madeira Serrada Antonio Jol!.o - Mt ----------------------1 PARA ry Getulío Lino VEREADOR íl / , 1 1 ,i,J CJ N.o 2201 Bela Viste-:! VEREADOR Estado de Mato 0EPATAME ESil}UUl!àS D lE Grosso 1f 0 E R0AGEM 10ª Residencia Rodoviáriti R2. 10/.1/505-76. Ponta Porã, 28 de Setembro de 1976. DtJ: Esg.º Chefe da R2.10 - DERMAT Ao: Pres. da Camara Municip!ll fie!a Vista • MT Assunto: Informação (Faz) Senhor PresidentP. 0 _ Acusamos recebimento do Oficio n 42-76 CM dessa Egrégia Casa, »través do qual nos foi solicitado r1::paros nt1 ro­ dovia MT-642, trecho Bela V;sta - Antonio João. Outrossim, inform1:1mos a V.Sa, que a Rodovia e!!; questão já está endo reparnda pt!las noi:sa& motoniveladornt. que se encontram no Trecho de Pontn Por~-A11tooio João e que prosseguirão a a cidade de Caracol passando ae&im pr,r Bela Vista. Quanto as p'loces, encontra-.:;e tombem neste trecho una equipe de c:­ p10tarm desta unidade fazendo re,paros w1 ponte sobre o córrego Itá e que tamber: prosseguu·.'i até Bela Vista. Sem mais para o momento colo­ camo-nos ao inteiro dispor de V.Sa. para minores esclarecimentos e subscrevemo­ nos mui. Atenciosamente Engº. Siivio B. Gonçalves Chefe da R2.10 Este é um pais que vai pra frenta 7 l. r- r j '( ril1111,,1 ria Fronrtir., IH D I C ll IIL DR. JOICY Médico • Veterinário rnornl~O: Casa li.O IO - Vila Mililar BHA VISJn MAfO GIIOSSO Dr. Evera!do A. Rocha II» - (RI » II J Endereço: Rs. R. Cel. Ponce ' 856 1 Porto Murtinho II. HAR0LDO MEDEIROS 1 1 OAD • llT !183 CPF 008-295870 ! Rua 15 de Novembro 177 - Bela Vista 1 ra. Maria parecida Z. Grella }«Cirurgia Dentista (CO-387)] !' Odontopediatria Prótese em geral 1 "Consulta com hora marcada" 1 Rua Cel Juvêncio 225 Jardim Mt Dr. João C. Palmieri CLINICA E CIRURGIA DE OLHOS 30.2: 242y109)0 09A8)9 o±Lo, 32 lº andar, Fone Residencia. 4-4385 Campo Grande - :lato Grosso Pr. Horacio Cardin dos Santos Cirurgião Dentista RUA DR. PORIO lilURflllll□ CORRfA. 288 MAIO GROSSO ADVOGADO l!!~«:::l:'lJ'J'©JlW - Rua 3 de Outubro (AO LADO 0A €)831329) Bela Vista Mato· Grosso Dr. GIL MARCOS SAUT 1 AD)0640 OftB/Ml 9ã1 Rua r en. Azam~uja li.o 032 BOlllfO - Mf Dr. José Atanasio Neto Advogado Escritório:-Av. Duque de Caxias, 788 Jardim llato Grosso lnacio Ciuitte Melges Cirurgião - Dentlstc C R O - 126 - AI í ' A1cndc-se pelo INPS • IPEMAT - IPA E Rua Duque de Caxias - 289 , 1 ,Jardim - !IT. Para Vereador José Joaquim Ferreira Souto DRENA 2. / R Afonso Dilon Nunes Leite o Ex-A»istente iIili1nr de Clínica iIédirn na Faculd:idc de Medicina de São Paulo, por designação do Mimstro dr. Guerra Ex-Chefe de Reumnlolo"ia no Ho,pitnl da Benefi­ cencia ele 'ão Paulo - Ex-Assistente de Cardiologia da Clíni­ cn Obstétricn dn Fncnldnele ele )ledicina de Süo Paulo· Ex­ Assistente de Ga,troenterologia na Escola de Medicina - CHi. nica • ~lédicn Cirur"in - Heumntolo.rin - Ginecologia- Eodocrc.­ nologia - Gastroenterologia - eurologia -Traumotologia - Fisio­ terapia Eletronica - Medicina Psicossomatica- Medicina E-por­ tiva - Geriatria. Consultorio - Galeria Popular, N?9 - Telef. 321 (Recado) /Jo,,1a /1ofll Horário - _Diariamente das 6,30 às 19 hs. inclusive aos Saba dos Móveis Estofados Eletro-domesticos em Geral SAMITOS E ZCAIELLA LIDA Avenida Duque de Caxias, 446 .JARDIM .,. . - ,.:..._ : -.,::, - Mato Grosso •-'! ' l.1 ' • .. 1 • «te #E,E.IÇAS AR EII LTO . - Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Wurtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Gosso'' Escritorio em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Po,tal 08 ECII O L AI€CES O ponto de encontro da Socle dada murtinhense Rua Dr. Correa NO 562 Porto !Iur 1tnho .Mato Grosso ------------------------------------------------- » Rua LTDI. Comércio de Tratores e Máquinas Agricolas Adubos e Inseticidas ±M±NU'Yàs C±BT1&ADA R2222&±Ny12y7 X&is)y 73±1231 R 180 Bela Vista Mato Grosso Crispim do ego, ORDEM COM PROGRESSO ", . , . l!empt'e rne sinto follz, quando me encontro com 011 que tam­ bém trabalham, embora em outros seto­ ro, mas sempr com o mesmo objetivo, a. mesma rtnaUdode, que é o do 108so desenvolvimento, que ó o do nosso pro­ gre8o. Estou, pois, aqui, não apenas como um visitante, mas como um dele· gado de todos vocíls o que vem .-:.dml­ rur e testemunhar o valor do trabalho qm, aqul realizam. Há pouco, um dos oradores, re­ Ierlndo-lle àil oores que a natureza apre senta com a soja, falou no verde-amarelo da nossa ban­ deira, Eu vos falo numa outra coisa que a nossa bandeira l.em que é o seu lema: Ordem e Progresso. Eate lema, que vem desde a fun dação da República suscita até hoje, na bandeira, co estas palavras. no pro grama do Governo, a doutrina básica da segurança e do Desenvolvimento. O Bra sll é um pais firme. Temos oito e melo mllhiio de km2; temos 110 milhões de b/tes. Pnra manter esse território e as­ segurar o bem-estar dessa população, repartida por áreos dlversütcadas, um extremo Sul progressista, um Nordeste com um terço dl! população, mais de 30 mllhõe11 de habitantes, vivendo numa á­ rea semi-ó.rida, oom extraordinária difi­ culdade; uma Imensa Amazônia, que precisa ser povoada e conquistada, exis te de todos nós um esforço, um trabalho Imenso, não 116 econômico, mas polltlco, social, um desenvolvimento integrado, que resulta não apenas do governo que nii.o e o único responsável, mas que resulta do esforço de todos nós, cada um carregan do a sua carga de responsabilidade, produzindo, não egoíatlcamente para ai mas tambem para os seus o para a colei­ vidade nacional. Estou certo de que assim nos temos conduzido. São notórios e reco­ nhecldos os sentimentos de generosida­ de e de vinculaciio social do povo brasl­ leiro, o'nde não há castas, não há pre­ concoltos de raça nem de religião, on­ de todos vivemos irmanados numa gran­ de Nação. O Gov. da aua parte, tem fel to tudo que é posslvel para que este desenvolvimento integrado e essa ordem básica, com segurança, se ealize neste País." Tem feito e continuará a fazer, som desfuledmento, convçncldo de que está no caminho certo, E bem verdade que os reeursos são limitados, que as necesslddes sempre são maiores que os recursos. É bl'lm eerto que as solu­ çõea não são perfeitas, Deus nos livre das perfolçõe&. Só queremos realizar o que é possivel e que seja bom. Não po­ demos nu.roca imaginar a perfeição, pois que ela está fora do nosso alca11u, e pu(tlçiJo divina, não é humana. O Governo reali­ za o que pode e confia que o povo tam bem realizará tudo aquilo de que for capaz, o que é de imenso, valor, porque represenla um esforço de conjunto. Con­ fiai em mim, confiai no Governo, como tonflo em vós''. Presidente ZRy3$70 GZIZL (Do discurso pronunciado em Sta. Rosa, na II Feira Nacional da Soja, 02-04-76). TRIBUNII OI FRONIEIRI Ano V . Bel Vista • M. I7/1O6 - No 23l SERVE-LHE ESTE EMPREGO? ENFOQUE Chá Bcncílccnto Dia 8 p.p. n Diretorl:1 dnCasa ela A­ mizade orgunizo~ um cllà o desfilo no Clu­ be Belavistense. Contou com a colaboração de grande n de pessoas caridosas. Os mo­ delos apresentados foram de Muriza .Modas. Desfilaram: Srtas: Cirlene Nabhan, MARIZA Ollvelra, ~fagda Alves e Nelde. Sras: Zenó­ bla Alves, Nice Miranda e Mlrlnn. Os rapazes Rubons(Coruja) e José Penzo. Os lindos trajes de Mariza Modas mereceram aplausos e elogios assim como o charme e descontração dn, manecas, que desfilaram ao som de lindas músicas, A apresentadora Odete Bar• ros lambem vestida elegantemente. Catu­ reba lá ealove dando sua parcela de cola­ boração e deu seu recado df7.0ndo "o ano que vem o CEB lerá condições de selecio­ nar seu quadro social, atualmente não o tem porque necessitamos de muita grana" !numeras Sras. e Srtns. elegantes lá com­ pareceram, porém, o n. 0 de homens bem reduzido. Ao Salamene, aniversariante quo lá estava presente foi cantado o tradicio­ nal "purabens a voce" e foi bastante cum­ primentdo. A Renda liquida desse chá foi de CS 2.500,00 (dois mil e qulohentos cruzeiros). Esse dinheiro será revertido na compra de travesseiros e lençóis para o Hospital S. 'ict-nte de Paulo, assim como uma ajuda no valor de C$ 400,00 (Quatro­ centos Cruze:rs) para a aquisição de man­ timentos para o Asilo dos Velhos. Finalizando aquela agradável reunião as iras: Odila Salamene e Marileide oreira agradeceram a todos que direta ou indiretamente colaboraram para o su cesso do Chà. BAILE ábado pp. o CEB recebeu um n.° bem maior de pessoas. É ... que naquela noi­ te houve desfile de modas apresentados por moças brasileiras e paraguaias. As brasilei­ ras trajavam roupas da Charm Boutique. Tambem houve desfile de biqulnl. Nesse momento o público masculino ficou 11uper eufórico, roi necessàrio que o Catureba so­ licitasse silencio. Marcaram presença; Ma­ neco Miranda - Nice, Roosevelt Lino - Irani, Getulio Lino e Sra. Dia 30 do corrente o GPR estará pro­ movendo um conco,rr!díssimo baile com o couj. Star. Para esse baile está programa­ do um desfile de modas, onde Sras e Srtas apresentarão os trajes da Charm Joutique e Nádia Boutique (Zelia Marçols). Provavel­ mente a Nádia. Boutique trará como atra. ção do desfile uma manequim da Cori de São Paulo. Tambem a mesma Boutique fa rã sorteio de um traje entre suas mane­ quins. A agraciada escolherá a seu gosto Vamos prestigiar este grande acontecimento Dia da Criança A festa promovida pela, normalistaa da Escola Castelo Branco foi SU total. A Escola Municipal Artes e Oficios tambem promoveu sua festinha. Outras Esc. tanto Municipal . como Estadual não deixaram passar e;::. branco aquela data. Foi euforia total para a criançada. Dia do Professor Tambem foi hemenageado em todas as Escolas. Interessante é que a maioria dos alunos pequenos é que se movimenta­ vam arrscadando ingredientes para faze­ rem bolo, refresco, etc, para homenagerem seus professores. Otrabalho desses peque­ nos foi formidável Ao professorado Belavis­ tense nossos parabens. Preço deste Exemplar Cr$ 2-00 Vai adquirir transf armadores para cinco localidades Cuiabá- A Centrais Elétricas Matogros­ entes CEMAT, acaba de divulgar edital de pré­ qualificação e licitação simultânea, para a aquisição de cinco transformadores destinados a beneficiar com energia elétrico os muuiclpios de Porto O-ridio Antonio _João", Sidrolindia. Ponta Porá e Campo Grande, dentro da área do PRODEGRA . . Segundo técnicos da CEMAT, esses muni- c(pios, enquadrados dentro da àrea de influência do programa federal PRODEGRAN, foram indicados pela empresa ao Governo Federal que acatou_a indicação de instalação ou ampliação do fornecimento de energia elétric.i nessa, localidades. Os transformadores ora licitndos variam de 13,8 a 69 KVA de potência e &crào fornecidos num prazo médio de 2 meses, porque, dada as suas caracteristicat de projeto, terão que ser fabri­ cado segundo as especificações recomendadas pela CEMAT. As propostas pura a licitação deverão weren tregues à CEMAT segundo características contidas na, "or-. mas tenica delorados por tecnicos órgão para aten derls peculariedades do projeto, até o dia l0 de no embro. A CEMAT requer depósito de caução não inferior a dou por cento dn proposta licitante. CDNCLUSiiO ;JE LINHAS . Outra licitação divulgada pela CEMAT destina-se à tomada de preços para conclusão de ~nbaa de lnlnsm1e•iio de enerb'Íll délric11 de Mundo 3ldordo • Iruntei. aus Poténis ã Ena licitação c114rú aberta ao recebimento ! PrgPos até o dig_28 de outubro, e os licitantes everio obter na CEMAT as pastas contendo à especificações técnicas do projeto. , Outro requisito da tomada de preço é de S_9· Proponente apresentem caução não inferior a os por «ato do valor de wua proposta. A Prefeitura Municipal tem uma va ga para datilógrafo com prática de es crltórlo. interessados devem informar-se na Secretaria de Administração das 6,30 às 11 horas. Não Perca os Quatro dias Asaembléia de Distrito "SERVIÇO SAGRA­ DO" Das Testemunhas de JEOVÀ. Inicia-se em outubro. Pela manhã as sessões de quinta e sábado se iniciam às to horas; a de sexta-feira às 9 15 e a de do­ mingo às 9,25. À tarde, as sessões vão das 15 às 17,30 horas. Compareça, em especial ao discurso público no domingo às 15 ho­ ras, em todas as assembléias, sob o emo­ clooante tema: "Poderá Solucionar Seus Problemas por Servir a Deus?" A entrada é franca em todas as sessões. Compareça à assembléia nos dias 28 a 31 de outubro de 1976, no Estádio Belmar Fi­ dalgo à R. Dom Aquino, 1600 em Campo Grande - Mt. (Fatos e Sociedade) 'ascime tos De parabens os casais: Sgt. Vargas­ Soola pela chegada de uma linda meni­ na; Sgt. Qulrluo-Ze nalde pela vinda do garoUio; Sgt. Lou reiro-Vera para os quais velo um Iludo Gauchinho; Dr. Rocha Dra. Vania pelo nas­ cimento de um re­ bueto menino. Aniversarias Irmã Lucinda, Alberto Salamene, Belinho Barbosa. Igreja Como é do conhe cimento de todo, a Igreja Matriz de Sto Afonso está sendo pintada. Qualquer a· juda de sua puto. é de grande impor­ tancia. Se, hoje vo ce acha que dela não necessita, ama nbií talvez, voce ou seus descendentes de la neeeseHará . Va mos colaborar . Segredinbos A umidade faz com que o sal empe­ dre. Evite Isso, com um pedaço de papel mata-borrão no sa- , leiro. Pra conservar o verde das verduras coz.lnhe-os em agua fervente, salgada e com uma pitada de bicarbonato. Baile Beneficiente Foi realizado com estrondoso su­ cesso e Baile em Bel Ia Vista. organizado· pelo Dr. Carlos A. Ocariz e ua equipe para aquisição de a­ parelhos da sala. de Cirurgia do Hospital· do Paraguay. Aso­ ciedade BelavistenH colaborou compare­ cendo. 1 ' MERCEIRII SUZINI Com novas instalações - no Antigo Mercado Barada Secos e Molhados - Verduras - Bijouterias - Papelarias - Brinquedos_ Louças Latarias e Aluminio em G l v· - era • 'isite-nos e comprove os nossos preços Rua Duque de Caxias Esquina Teodoro Sativa - Bela Vista 1 I l l