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Etir;ão de llatal da 
B O IGUIIRDEM 
Revista Integrar;ã que rolará a circular ... 
Nós acreditamos no progresso da Região e Lançamos Um repto... Ajude o Governo a 
ajudar voce, trabalhe e encare o futuro com otimismo, pois, desenvolvimento exige luta o 
crença, no homem e na Naçê.o. 
Revista Integração... Um arrolado empreendimento da Empresa Gráfica Tribuna da Fronteiro 
SEMANARIO 
IIIDEPENDENTE 
Fundador e 
Diretor 
Responsável 
Jvaldo Pereira 
J±12 V1512 
Mato Grosso 
ANO V I N.o 232 - Bela Vista 24 de Outubl'O de 1976 - 8 P ginas 
------.:...-..;..;.;...;; __ ...:.. 
• 
'
1
0 Vordadolro 
Jornal não so 
limita a lnfor 
mar, ó oplnatl 
vo também' 
(Herbort Moses) 
Preço do exemplar CrS 2,00 - Fundado em 25-2-72 
BIFIE GEl CINI 
-1· 
. .. ·-·. 
•. % 
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f' : • • - ' 
"Nossa ação deve ser ufE-nsiva e até 
:esmo tigressiva, é o que temos condições 
<lo fazer" .A afirmação foi feita pelo gen­ 
ral ER. ESTO CEI L o receber, no palá­ 
cio da Alvorada, os dirigentes naciocnais e 
regionais ba ARENA, que se haviam reuni­ 
do para traçn.1· um quadro da situaçao elei­ 
toral do partido no Pais.O presi<ente da R~­ 
pblica advertiu os arenistas comra o pe,;­ 
slmsmo e o otimismo exagerados, frisando 
que " 9 hora, isto sim, qe lutar ainda pe­ 
lo voto do eleitorado, principalmente dos 
indecisos e daqueles qu« não se defiairam" 
.Geisel observou ainda que as sublegendas 
não podem se transformar em rnstrumntos 
d3 radicalização e divergências insanaveis. 
E lembrou:" Urge repisar ao eleitorado t~­ 
llo o que jó. se féz, o que se estó. reah­ 
Ando e o que se projeta realizar nos pró 
Xitnos anos em beneficio d:! lodos. 1los­ 
trar, ao mesmo tempo, que nos realiza­ 
mos, que temos conliiçõr,s dtJ realizar ca­ 
da vez mais e que não ficamos em pro­ 
messas vão ou criticas nem sempra res­ 
Ponsveis." 
elo ao Esior;o Comum 
Este é o discurso que o presiden­ 
te Geisel pronunciou perante os dirigentes 
are nistas: 
. " t a terceira vez que tenho a Sa 
t
1shção de receber os principais dirlgen· 
tes do nosso partido, sua Comissão Execu 
ive, suas lideranças mais expressivas e os 
Pre3fdentes de Diretório Estadual. 
O primeiro encontro teve lugar 
e agosto de 1074, meses antes dus e!ei­ 
ç0e3 que IH! realizaram naquele ano. Na 
0
portunidade, procurei traçar uma ol'ienta 
Ção política geral para o pat tido e procu­ 
rei lambem definir o quadro politico Nucio 
Dal. Falei na ocasião na dupla qualldaàe 
de presidente de honra da Arel!a e de 
Chere do Gove.rno. 
Em outubro do ano passado, no 
Palúclo da Planalto voltei a falar com os 
Senhores e lhes disse de como via e consl- 
rva o problema partidário, mostrei que 
deveríamos continuar com o bipartidari­ 
mo, manifestei-me contrário à Instituição 
do partido úntco, por ser mascaramento 
da ditadura, manift>slei me contra o pluri­ 
partidarismo, à vista da experiência frus, 
lrante que tivemos no passaria. mostrei­ 
dentro desse quadro, a importância da A­ 
rena, partido da RPvolução e rle apoio ao 
governo, lembrei que a Arena tinha por 
finalidade apoiar a Revolução e dar-lhe 
r,rossegnimento, porque se muito já havia 
sido realizado até aquela altura. muito ha­ 
via por fazér, cabendo persever nesse 
propósito e dar contiauidade à ,:ção go­ 
vornamental Mas p/ isso era imperioso 
trabalhar. dar mais consistência o parti 
do, tornó.-lo mais dinâmico e faze lo cres­ 
cer, Urgiu motivar os correligionários e 
procurar novos adetos entre as mulheres, 
os traballrndore e os jovens, conslderun­ 
do-se que u Arena é um partido que se 
renova constantemente. Tive ainda a opor 
tunidade de dizer que conF.ideruva iguul­ 
mente importantes o Diretório Nacional, 
a Comissão Ext-cutiva. os diretórios esta­ 
duais e os diretórios mun::::!;;:!is, 
Como sabemos. as próximas elei 
ções são municipais. Por isso, muitos a­ 
eham que elas niío têm impcrtancla, 
porque sc realizarão em âmbito restrito e por dize 
rem respeito apenas a interesses locais• 
Eu não penso assim, e é por isso 
que tenho me empenhado no sentido de 
vitalizar o processo eleitoral, dar-lhe pro­ 
j·cão que transcende o próprio munici­ 
pio. Considero o municipio extraordinaria­ 
mente importante. Quase todos nós, diria 
uiesm•> qµe todos, somos municipalistas. 
E de todos sabido que o municl­ 
pio é a célula base da nossa organização 
política. É no munici1->io que se começa. a 
nnacionalidade. E no municipio que 110 co­ 
meçam 1 formar as lideranças. O munici­ 
pio tem importancia transcendental na vi­ 
da de todos nós. A.ssim, é do maior inte­ 
resse que o município seja bem adminis­ 
trado, tenha um bom prefeito e uma boa 
cân:ara de Vereadores. que atuem, com o 
máximo de esphito público em beneficio 
da coletividade. 	. 
E um erro pensar que tudo seja a 
tribuição e responsabilidade do gov. fede­ 
ral, que pode e deve fazer tudo. 
A Estados e munlcipios cabe gran­ 
de parte da reponsabilidade pela condu­ 
ção <la coisa pública. 
Nestas condiçõt1s, é erro admitir-se 
como pretrndem muitos, que tudo que a­ 
contece cu deixa de acontecer e <la exclusi 
va responsabilidade do gov. federal. 
Isso não exclui, evidentemente a 
necessiJade de a União ajudar o munici 
pio a prosperar e a se fortalece.r. 
O governo federal. juntamentA com 
a Arena. vem trabalhando nesse sentido, 
valeodo lembrar que todas as realizações 
federais acabam per beneficiar, direta ou 
indiretamente, os Estados e seus municipi- 
os. TemoR tamtiem trabalhado para au­ 
mentar os recurs,)R fi:rnncelroR doe munl­ 
cipios e dos Es ados 
Assim e qu • tenho nu mnuis alta 
tonta o desenrolar da campanha eleitoral 
e r ultado is el 1ções, que dependerá, 
a e,l.i altura e acirra de tudo, do forço 
final dos cnllore:;;, (fn,; diretórios munici­ 
puis e das demais lideranças I.cais. 
Urge repis:ir 110 eleitorado tudo o 
que já se fez. s que se está realiz,,ndo e 
o que se projeta !'ealizar nos próximoõ 
anos em beuf'ficio de todos. 
Mostrar, uo mesmo tempo, que nós 
ri'uliz rn;o:,:, que temos conrlições de reali­ 
zar e ,da vez m:is e não ficamos em pro­ 
messns vãs ou criticas nem setnpre respon­ 
sáveis. 
Para tanto, nossa ação deve ser 
ofensiva e até mesmo agressiva, é o que 
temos condições de fazer. 
Permito-me agora aludir a certos 
aspectos ligados uo bipartidarismo, que 
propiciou o surgimento do nosso grande 
partido. A Arena é um partido relativa­ 
mente novo e, como é natura!, tem diver­ 
gências inlernas, diferentes lideranças, 
pontos de vista nem sempre concord,rntes 
nas esferas federal, estadual e municipal. 
A despeito disso, ns diferentes lide­ 
ranças podem coexistir perfeitameote. atra­ 
vés da ublegenda, disputando e conquis­ 
tanrlo posições. 
Vale lembrar que a sublegenda de­ 
ve ser bem compreendida e aplicada, pa­ 
ra não gerar radicalizações e divergénch1s 
insanáveis que possam prejudicar o nosso 
partido. E preciso que não se cavem fos­ 
sos profundos e largos, que impeçam a 
indispensó.vel união de nossos correligio­ 
nários. E preciso que a luta não seja Ele 
natureza a criar inimigos, que amanhã 
não se possam apertar as mãos, que se 
vejam impedidos de cooperar em outros 
embates a lutas que o partido venha a 
travar. . 
Considero isso fundamental. uma 
necesidade. básica, se quisermos o partido 
realmente forte, proto para novas lutas. 
Sem isso, iremos para o divisiortismo, que 
nos prejudicou tanto em outras oportunlda 
des. 
Assim, e necessário ter sempre presen­ 
te que o nosso adversário verd!l.deiro é o 
partido da oposição, o MDB sendo contra 
ele·, portanto, que devemos lutar. 
_ . Por último quero lembrar aos senho­ 
res que a hora não é de otimismo exage­ 
rndo nem de pessimismo. E hora, isto sim, 
de lutt.lr ainda pelo voto do eleitorado 
principalmente dos indecisos e daqueles 
que não se definiram totalmente. 
Confiante no trabalho nos senhores 
e na vitória de nosso partido, agradeço aa 
palavras do presidente da Arena, France­ 
lina Pereira, e a presença de todos que 
aqui compareceram. 
Poder Judiciário 
Est. de Mato Grosso 
Comarca do B. Vista 
Cart6rlo do 2° Oftclo 
Edital de Praça 
O dr, Volter Jo,é Rodri 
gucs Contrera Juiz de 
Direito da Comaca de 
llelu Vista, Est. de J11' 
na forma do lei. etc .. 
FAZ SABER a 
todos quanto o pre­ 
sente Edital virem 
ou dele conhecimen­ 
to tiverem que, na 
séde dêste Juízo, no 
Edificio do Forum a 
Sala das Audiência8, 
no dia 09 de novem 
bro de l .976, ãs 9,00 
horas, o Sr. Portel• 
ro dos A udilóx tos 
João Hilario Pereira 
levará a primeirn 
praça dos bens pe­ 
nhorados a Ação 
Ordinária de Cobrança, 
requerido por lndiíHria 
Agro-Pecuáiia, contra Ma 
noel Plotero Cano, o 
tramite pelo J u i z o· 
de P r e s i d e n t e 
Vence,Iau, EHado de São 
Paulo, e para eventual 
segunda praça designo 
o dia 29 de novembro 
de L976, ás 9.00 hor:u, 
no mesmo local, para o 
segU: nte bem penhora· 
do;- 1.306 (bom míJ e 
trezentos e seis) hecta· 
res de terras nastais e· 
lanadías, na poise Mfor. 
rinbo, dentro dos limites 
da antiga Posse Itá, que 
tem a configuração de 
um poligno irregular. de­ 
vidamente reg:i•trado no 
Registro de Imóveis des- 
ta comarca sob n.o ... 
!6.092, fls. 126, livro 3-1 
e avaliado por teiscen­ 
tos e cincoenta e tres 
mil cruzeiro, ... (CriS ... 
653.000,00). valor por 
quanto reri levado a pra 
ça p ser arrematado, p/ 
quem mruor oferta ofere 
cer acima da avaliação 
sendo feita a venda à vis 
ta. oo mediante fiador 
idonco pelo prazo de 
tres dias. E, p/ que nin­ 
guem alegue ignorância, 
expedi o prcsen"te Edital 
que será publicado na 
Imprensa Oficial do E. 
tado e duas vezes em jor 
nal diário, na forma da 
lei. O que t.umpra com 
inteira observância das 
prescrições legais. Dado 
e pasado nesta cidade 
de Bela Vista, Est de MT 
aos dez dias do mês +a­ 
t,unbn d.o ano de mil 
novecentos e setenta e 
+eis. Eu, Goeth Escobar­ 
Nunes, Escrivão do Se­ 
gundo Oficio, o fiz datá 
logra[ar, subscrevo, dou 
fe. 
Dr. Valter Joté Bo­ 
driguea Contrera 
Juiz de Direito.

pagina 2 
21,110 ·,o 
Hela Vista - Mt, 
Tribuna da Fronteira 
o HUMIINO 
Este cnso, verídico em 
todos c,s sous nspectos, o 1,erfeltnmente 
comprovável pelos arquivos da Faculdade 
do !fodlolun do filo do Janeiro, chega me 
à mtimórla dl!pols de ulguns nnos, quando, 
lendo velhos jornais arquivados na Bibllo­ 
troa Nuclonnl, deparei com o foto lmprei;­ 
slonante, agora trazido à evidência pela 
revista Plnnctn o tnmbl'.!m por uma socie­ 
dade teosóflca de SP, nesta época de e· 
xorcismo e parapsicologia, de mentira e 
de palhaçada 
que residia em Minas GeralP. Quando o 
pai de Marciano chegou ao Rio o Infortu­ 
nado jovem havia morrido, no dia aottlrl· 
or. O cadáver estava no Necrotério da 
Faculdade de Med1cln11 onde estudava: o 
corpo coberto de pelos, os caoloQB haviam 
tomado a forma <le dentes estraçalhado­ 
res, próprlc,11 dos felinos. Marciano não ti· 
rava o pijama para ocultar estes estra­ 
nhos sinais de uma metomorfose até boje 
inexpllcada e, tulvet1 lnex1,licá vel. Tum bem 
porque lhe ·havia nascido um rubo de 26 
centlmetros, exa taro e o te Igual à cauda de 
um gato, 
Mas este fenõmeno estar­ 
receu a antigo Cpital Federal e teve re­ 
percussão naclonnl. 
Em 1923 estuda na Facul- 
dade de Medicina do RJ (depois Faculda­ 
de Nacional de Medicino. e hoje Faculda­ 
de de llediclnn <ln UnlVMBidade dn Gua­ 
nnbnrn), um ro.pn1. de l!l anos, chamado 
Marciano de Souza Vieira. Morava, com 
outros estudantes, n .ma "rnpública" da 
Rua General Pedra. Certa mdrugada, é­ 
poca de provas, em meio aos estudo, 08 
colegas de lforclano começaram a ouvir 
miados. Poreclo que o gato estava den- 
tro da caso. Prncurando aqui e ali, verl­ 
ficaram que o miado vinha do quarto de 
Marciano. Armados, i to é, empunhando 
vassouras, bateram à porta. Algum tem 
po depois llnrciano veio ter- com eles. E 
ajudou a procurar o gato, sem, contudo, 
não obstante as buscas, conseguirem lo­ 
clizá-lo. 
Na noite seguinte. já es- 
qnecldo o fato, ali pelas duas da madru­ 
gada, mal os estudantes haviam encerra­ 
do o "serao•· e apagado as luzes, já em 
suas camas ... o gato começou a miar. 
Como a porta do quarto de 
Marciano estivesse entreaberta, entraram 
ali, llarrlano estava acordado e sentado 
na cama, com o olhar esgszeado. Disse 
que ali ni.o entram nenhum gato, admo­ 
estando-os que ni.o o Incomodassem. Na­ 
quela noite ninguém mais conseguiu dor­ 
mir. 
Dias depois, numa silrnclo­ 
sa noite de dezembro, com os acadêmicos 
estudando, torna lpesperadamente o gato 
a miar de modo insistente. 'Tres dos Hapa 
zee foram novamente no quartlnbo. Em lá 
chegando descobrlmm, aterrorizados, que 
quem miava era o próprio Marciano, es­ 
condido debaixo de um móvel que lhe ser 
via de escrivanhia. De um salto Marciano 
lançou-se sobre eles, dando profunda azu­ 
nhada no rosto de um, e desapareceu em 
louc~ carreira pela escurldlo d11 rua. 
Esse rapaz, solitario e ta­ 
citurno, foi eccontrudo tempüs depois pe­ 
rambulando pelas ruus da Lapa, à cata 
de reRtos de alimt>ntos nas latas de lixo" 
depositadas nas calçadas Imundas. 
nbmelido a exames por 
seus professores qure, a principio pensa­ 
ram tratar-se de um caso de asma bron· 
quinl aguda nu perturbação menta!. ou as 
duas coisas ao mesmo tempo, nada reve­ 
lou de anormal em seu metabolismo. 
Teve alta. E a partir dai 
Marciano começou a desinteressar-se pe­ 
los estudos, deixou ,le frequentar a facul­ 
dade ... e desaoareceu de novo. 
massudo alguns meses, 
foram localiza-lo internado num manicômio 
de Triagem, completamente desiigurndo, 
Irreconhecível. Só se alimentava de ratos 
e baratas que peg11va em sua cela nojen­ 
ta e escur~. Não tirava o pijama. Suas u­ 
nhas começa1-am 11 crescer recurvadas e 
pontiagudas. 
Algumas pessoas que o 
conheciam, avisaram a familia do rapaz, 
Fontes de reft-rência 
•'Jornal da Manhã", n.
0 
164, de 12 Jan. 24, 
pag. 3; 
"A Noticia", o.º 87G, 14 de jan. 24, 1.a pag. 
"0 Malho", de 15 dez 23; 
'' Plnnetu". n2 8, pag 4, abril de 1973; 
"Casos Malditos" Editora Tres, HJ74. 
Altevlr de Alencar 
Consul Americano 
Secretário Bento 
--------- -- 
visitou 
Porto 
G 
Aplaudido de pé pelos 
dirigentes da Maçonaria 
Brasileira 
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r- .lf;,'º:.,··, ·- • F_ .. ..U,J. 
i...s ous, k' e? 
±',si5i75.'] ' : 	.' 
É.í#;3"2;+, •+y 	.; 
~·b-,..~ .. / ...-."'.;,r~ft•·· 1:,· >. 	·u 
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).•. u ~-~-,~-: ~,.__,' .1 
-Ah+- as : 
Cuiabá - Consul·Adjunto 
dos Estados Unido8, no Brasil, Robert Ben 
tley, esteve em visita no Secretário de 
Planejamento e Cooràenação Geral, para 
se inteirar do atual surto de desenvolvi­ 
mento em MT, a fim de poder informar 
aos diversos grupos de seu País que es­ 
tão Interessados em investir em MT. 
Na ocasião o Secretário 
Bento Porto, além de ressaltar a carência 
do setur industrial do Estado, disse que 
de fato tem colocado a produção primá· 
ria em exportação "in natura", a pre­ 
ços mais baixos e com eito custo de trans 
portes, como é o caso do arroz que é 
transferido 80%/ ds produção em casca, 
er,quanto que a madeira tambem 80% é 
comercializada em toras. 
. Frisou ainda que MT é um 
dos Estados llrai!lleiros que tem uma das 
melhores perspectivas pra investimento 
no momento com garantias de -retorno a 
curto prazo. 
Culabá - Dentro das po­ 
gramações elaboradus para o 7.° Congre­ 
o de Grão-Mestres da Maçonaria Brasilei­ 
rll, 'lue se realizou em Cuiabá desde o 
dia 8 até dominf!•>. o Govemador Garcia 
Neto foi convidtsdlJ pdo Grão-Mestre do 
Grnnde Oriente de !'lT, Nllson Cont>tnntlno 
para proferir uma plestra cerca do esta 
gio de desenvolvimento do Estado. 
Garcia N tto prini::ipiuu 
sua exposição paru os Grãos-Mestres e 
Grãos-Mestres-Adjuntos representantes de 
13 estados da federação que constituem a 
maior potencia da Maçon>1ria ua América 
Latina, demonstrando profundo respeito e 
conhecimento da importanc!a da llaçooa­ 
ria e do relevante papel desempenhado, 
em âmbito local, pela Loja Acácia Cu1aba 
na. 'Denerdis as lojas e mais de 150 Maçons 
ouviram a exposicão de duas hs. do Govern­ 
dor sobre o desenvolvimento de MT e par 
ticiparam do debate promovido. Garcia 
Neto concluiu a palestra afirmando que 
~s questões levantadas pelos dirigentes da 
llnçonaria Brasileira revelam o grau de 
interesse elevado da Ordem em relção 
aos grandi>s problemas 011cion11is e a sua 
participação no desenvolvimento do país. 
Quando deu por concluída 
a exposição, o presi<lente do Colégio de 
Grão-Mestres. conclamou OE' maçons a a· 
plaudirem o Governador que, de pé, foi 
demoradamente ovacionado. 
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Segundo notícia 
divulgada pelo jor­ 
nal "CO!UtEIO DO 
ESTADO", por ufío 
se entenderem e por 
protugonizarem inú­ 
meras brigas a nl­ 
vel dmistrativo, 
for um exonerados 
de seus cargo, por 
ato do governador 
<l'J Est11do, os <ll'le­ 
gados Ezequlas Frel 
re (de Plieiu) e 
Francisco Vieira de 
Campos Curado (Ite 
gionnl) da clduclc de 
Dourados. Para u­ 
prlr u falta dos dois 
delegados foi nomoa 
do Odemlr ClcPL'0 
de Sá. que ainda 
não atunÍu 0 cr­ 
go. Os desentendi­ 
mentos entre Eze 
quins Freire e Cam­ 
pos Curado estavam 
sendo cadu vez ma­ 
is frrquenfes e pú· 
bllcoa, comprometeu 
do a cada momento 
a já detc,rlorada I­ 
magem da policia 
de MT, motivo pelo 
qual () secretário 
Madeira Evora decl· 
diu dar cumprimed­ 
to a uma promessn 
que fizera há mui 
de tres meses, quan­ 
do da primeira bri­ 
ga pública: ou se 
"ntendem os dois, 
ou saem os dois. A 
última hipótese foi 
a única saída para 
a ecrétaria, já com 
prometida por um 
longa e desnecessá­ 
ria espera, motiva­ 
da por interesses u­ 
nicamente políticos. 
A primeira notícia 
da 6xoneracão dos 
dois delegados foi 
dada pelo ex-deputa 
do Edlson Pires de 
Almeida que como 
"emissário esper.iul'' 
da Secretaria reu­ 
niu-se com os dois 
titulares policiais co­ 
municando·lhes a 
mediria. Tanto Ez • 
qulas como Campos 
Curado tentaram a­ 
parentar o máximo 
de calma - e até 
indiierença -- pelas 
dimensões. Mas E­ 
zequias passado o 
primeiro impacto, re 
velou que a atitude to 
mada pelo secretário 
Madeira Évora de 
veu-se certamente, 
à •'incompatibilida­ 
de'', existente eutre 
ele e Campos Cura­ 
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Jardim - MT. 
Espirlfo Sat1lo. dais o dom divino 
vós que me eclare- de perdoar e e. qur­ 
cels tudo, vós que cer o mnl que me• 
ilumioals tu los os fazem quera nesse 
cumlnbos para que curto diálogo nr,rn­ 
eu tinja o meu aeeer-vos por tudo, 
Ideal. Vós que me e confirmar muls U• 
Guia Lopes da laguna: 
Garcia "-Jeto dá 0polo 
Rec:uperacão de Predios 
Obrigado, mui 
to obrigudo mal 
urna vez fü;plrito 
Santo. 
a NOTA: a pesou de­ 
verá fazer esta ora­ 
ção 8 dl<ls seguidos, 
sem menclouur o 
pedido: dentro dt, :1 
dlu11 seró. 6lcunçada 
a graçu. Por mais 
dlficll que possa pa­ 
recer . Publicar a­ 
pós receber a gra 
ça. 
Receutemente o Governador Garcia 
Neto autorizou que fossem firmados convê­ 
nios com a Prefeitura de Gula Lopes da 
Laguna para a recuperação dos prédios 
das Es·o!a de pr:reiro Grau Salomé do 
Melo Rocha e da Unidade de Segurança. 
o convênio firmado pelo Prefeito Ra­ 
nulfo Pereira da Silva com o SecreAriu da 
Segurança Cel. lr>lsio Madeira Evora é 
da quanti I de Cr.S ..... 150.000,00. Quanto ao 
firmado p lo l'r.>ít•ito RanuUo Pereira e o 
Secretario ua Fdueção e Cultura, Profes­ 
sor LJuremt>Prf! R,beiro Nunes Rocha é da 
ordem de CrS 350.000,00 .. 'Ambas as obras 
deverão ficar concluidas próximamente. 
ma vez que jamls 
quero separar·m 
de Vós, por maiores 
qui sejam us ten 
tuções materiais, que 
ro tudo fazer em 
prol da hurnunllladti 
para que possa ren 
cer u glória perpé­ 
tua na Vossu com­ 
panhla e na compt: 
bla dos memi irmll­ 
os. 
E.M.H. 
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21-10 76 
Bela Via.ta - Mt. 
Tribuna d11 Fronte!rn 
pagina t 
--------- 
.- ... 
FIGJE"RO 'REV M,IORI 
RT 'FEITURAS ..A NAS 
vir não oferecerão grade r Ri-tê ciu, 
nfet'iu·H..' Figudr6 aD progr..,.ma de H.111P '.. 
mento das cidades matgrorse;ss reali­ 
zado pela empresa respznsúve! pl» eto 
u ane.t em culaboaçãv_cou 0 gove.- 
1o do Et e cm o Bunco Naeion l ue H 
bitaçao- NII . Figueiró comentou +vda 
{ sobre o urrojado projeto do governo do 
• ti • Estudo no qce diz rer,pello ao IunclonallH- 
l
'l : mo público esl11dual. «O plano de reclassl 
[d, fieuéüo do funcionalismo de MT, elabora­ 
' •l ·: rio polu própria Secretaria de Aamlnistru- 
if. • çüo elo Estado. com apoio técnico do gov. 
• • J r. fedem!, certamente que virá corrigir as 
1 r distorçõrs sabrlais dos servidores e, sobre 
i ~ •• • tudo, oferecer maiores vantagens salariais 
d, aos t( cnlcos e outros funcionlírlos necessú 
1 rios a administração pública. 
-~ 1' Frnallzou afirmando que «o 
•.i f •. gov. e () legi lnrlor moFtraram sens!bilida­ 
:H, • <le p/ identificar os reais flSplraçoes de 
., l um povo.» 
!· 
1 « 
« Grande maioria das Pre 
felturns :1unielpnls do Estado continuarão 
dirigidas pelos lideres do partido do Pres. 
Gelsel - . Arena », declarou o deputado 
Rullen Figueiró à jornalistas credenciados 
junto a Assembl<.>ia Legislativa malogros 
sense. Parn o lider do governo, a vitória 
da arena no plolto de novembro deve-se 
a ·atenção que o executivo estndusl vem 
dispensando á população, principalmente, 
aqueles que necessitm da coisa pública. 
Os deputados ri? nosso partido, diz Figuei­ 
ró tumbém acreditam na vitória du nrenn 
na' grande malorio elos municiplos mato­ 
grossenses. O lider do gov. se avistou 
com todos os parlamcntr.rcs arenlstas, rn­ 
fcrma seus assessores. 
Qunto a possibilidade do 
MDB eleger Prefeitos, o deputud,• Figuei­ 
ró comenta· que «existe de fato alguns Mu 
nlcíplos, tanto no ui corno no norte que 
o partido da oposição lera, no momento 
pequena vantngPru». Mas ucred1ti: o ltder 
arenistu que o n1Dk não ccinsegUirà mun­ 
ter esta vantugem até o pleito de 15 de 
novembro. Acresccntu o parlamentar que 
«a arena vencerá a elt>ições de novembro 
porque o povo matogrossense sabe que o 
nosso partido t:empre lutou. Como vem lu 
tando e que lutará sempre pelas aspira­ 
ções da comunidade». Segundo informa­ 
ções do própl'io deputado, ele estará visi­ 
tando as lid~ranças rle vàrlos Municípios 
que representa 011 Assembléia Legislativa 
de MT. Figueiró cJiz que Mensagem do E­ 
xecutivo são de altos interesses da coleti­ 
vidade. 
Em sucinto relatório das 
atividnrtPs p:ulnmentare11 dos últimos dias 
quando foram aprovadas doze mensagens 
do execuiivo estadual, o deputado Ruben 
Figueiró•lider du governo na Assea.bleia 
Legislativa declarou que esta men 
sagem que os senhores vi 
ram aprovadas r('sultarão em beneficio p/ 
os diversos setores da administração em 
nosso Estado «o aumento do capital do 
Banco do Estado de Mato Grosso Bemat, 
criução de umu. exatoria no Distrito Salte 
do Céu, f'!tiação elo Conselho de Disciplina 
na Policia Militar de Mato Grosso, comen­ 
tou o parlamentar, são projetos de interes 
se. «Oa senhores deputados, sali,mtou, cola­ 
boraram porque entendem que em SJ unin­ 
do forças os obstáculos, que poderão ad- 
A E!IISTA 
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de Antonio R. B. llelo 
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. . . 
8 
&-. 
;2° 
%« 
• -· - - - 
dé despeito da ação obstrucinista da bancado .:!o 
MDB (retirou-se do plenário, negando-se a 
dar "quorum") a Maioria arenista aprovou, 
P/'VEREADOR 
■
para vereador 
Monclar Rosa 
ontem, projeto que, alterando a Resolução 
G2t75, reformula o si lema de endividamen­ 
to dos Estados e Municípios. 
A medida, nacida de proposta do 
Presidente da República, foi relatada favo­ 
ravelmente eru plenario pelos Senadore- do 
Partido do Governo cialdanha Derzi (Comls 
são cJe Finanças). Milton Cabral (Economtu) 
e Helvídio unes (!}ustiçu), todas ressaltando a 
irnportáncia da matétia p;.;ra o dv;;envolvi­ 
rnento das unidades da Federação e do 
lIunicipiol'l. 
A alteração introduzida, basicamente, 
na proposta, é a modiftcção da parte da 
sistemática de cálculo dos limites para a 
dívida consolidada interna dos Estados e 
Municipios, exonerando desses limites, as 
operações de crédito contratadas por estes, 
com recur·os provenientes do Fundo a­ 
cional de Apoio ao Desenvolvimento Urba­ 
üO (FNDU), elo Fundo de Apoio ao I:-esen­ 
volvimento Saciai (FAS) e do Banco Nacio 
nal de Habitaçiio (BNH). 
Saldanha Derzi, ao refalltr a pro­ 
posição na Comisi,ão de Finanças, lembrou 
que a medida veio com o objetivo de sa­ 
nar incon,eniências do tratamento conferi­ 
rto às operaçõ is de crédito de interesse 
dos Estados e llunicípios, "no !'entido de 
que a <.'Ventual inexistência de margem nos 
limites má>..imos fixados pela. resolução 62, 
não constituísse impedimento na efetivação 
da operação, quando técnica, econômica e 
finunceiramente viáveis". 
Informou, ainda, que o diploma le­ 
gal vigente não admitia exceções previstas 
nas resoluções anteriores, ente outras, as 
destinadas à execução de obras de sanea­ 
mento básico e de desenvolvimento urba­ 
no. ben.. como projetos de urbanização de 
conjuntos habitacion'lis de baixa renda. 
Correa 
Arrecadação 
Sanemat 
subiu em 1976 
da 
Cuii1bá - A Gompa 
nhl:i de SaneamtRlo 
de Mato Grosso que 
arrecadava cerca de 
fiO mil cruzeiros ern j 
1.975, nos últimos 19 
meses na atual adrr 
nistrnação elevou a 
sua arrecadação pa 
ra dois milhõeE de cru 
zelros o que tem 
proporcionado ao ór 
gão a sua expansâo 
para todo o Estad J 
de Mato Grosso. A 
tualmente a SANE 
MAT já está atuando 
em 2.2 municípios e 
está classificada ea 
tre as 20 maiores 
empresas de sanea 
mento que operam 
no Pais. 
Esse eumentc da 
arrecadação d SA­ 
NEMAT representa 
as milhares de no 
vas ligações domici 
liares que são feitas 
paulatinamente em 
todas as localida 
Eles onde atua, nola 
damente com o pia 
no de ligações domi 
ciliares financiadas 
à cinco cruzcil'os po1 
mês, em até 18 anos. 
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Ham!l.o de Oliveira Barros Nº 120 
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Senhor Motorista; 
Na crençe que o senhor também pos­ 
sui ramílía, de que é pai ou tem Irmãos 
IPenor~~. vou <lirigir-lhe um apêlú' e qual 
considero de grande import[mc!a para nós, 
crianças. 
Quando ,·ou a Escoln o coração de 
da mi· ha mãe enche-se de orgulho ao ver 
este pedacinho de geate sair todus os dias 
efusiante de alegria e compeoc>t:-ado de mi­ 
nha'> obri1mções escolares. 
±la não cansa de recomendar que 
eu tenha cuidado com veículos e, que 
nllo esqueça de olhar pura os lados ao 
atravessar as faixas, observando sempre os 
sinais de trânsito. 
Todavia, note bem senhor ruotorista, 
eu sou apenas uma crJaoça e, corno tôdas, 
alegre e brlncalhena; portanto, devo con­ 
fesar-Ihe que as vezes S"'U imprudente e 
distraido. 
Porisso, rogo-lhe encareeidKme11te 
que ao cruzur vou eu veículo por ume. 
escola e quando transitar por estradas ao 
longo da qual hajam habitações ou uas ru­ 
as da cidade, dirija com cautela, observe 
bem, e uão exceda a velocidad!:l de svu 
veiculo. 
Acredito, senhor motorista, depois deste 
pedido sei que minha e ficurá mais tran­ 
quila, pois estou certe que, o senhor srn­ 
do um homem cempreensívo e de respon­ 
si, bilidade, atender-me-a. 
Infinitamente lhe agra<lece êsle pe­ 
dacinho de gente 
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I 
de Revista Cinelandia

Trlhuoo da fronteira 
pagloa G 
A rnlda, cinco horas do dia 18 
Destino: Rio Apa, em Mato Gro1Jso, frontel•· 
ra com o Paruguay, na região Caracol-Por• 
to Murtlnho na confluílnclu do Rio Perdido 
com o Apa, no final do Pantanal de Mato 
Grosso. 
No dia da sulda, às a horas, o Pau­ 
lo Bagata telefonou pura todos os compa­ 
nllelros e, os clnco jll eFt.úvamos na estra­ 
da. A rotu d<'lormfnuva a viagem até Por• 
to Epltáclo, no Estado de São Paulo. 
Nente ponto, entramos em Mato Gros­ 
so, passnndo po1· Bu.taguassu, mo Brilhante 
(fim da estmda nisfalt11du), ~1a1·ncujú, Uula 
Lopes da Lnguna, Jardim e Bela Vista, pon• 
to final da primeiro ctupu da vlugem. 
Em Bela Vista. nos encontramos com 
o velho amigo Catureba. atualmente ser­ 
vindo no 10.
0 
Reglmeuto de Cavaluriu, a 
ele, excelente relnções públlcue, fncllltou 
tudo. Sua gentileza foi Inexcedível Até 
um jantar lnteranclonnl uos proporcionou. 
Logo que chegamos, o Catureba nos propi­ 
ciou um con,ato com o Cubo Rocha e a 
partir desRe momento, a pescaria se organi­ 
z0u e se tornou fácil 
Ficou combin>tdo que a turma Iria de 
Kombi. Eu Iria de caminhonete:! e o Cabo 
Rocha, de rural. A camionete, pilotada pe­ 
lo Jullo e tendo como ro-piloto o Adão, la 
carregada de tralh!l. De Bela Vista até o 
local do acampamento, viajamos mais de 
130 qullometros. Um pouco antes de Cara­ 
col, a porca-castelo da roda se solta e a 
roda sal na frente dl:l camionete... Este 
acidente nos retardou multo e a turma da 
Kombl, quo jó. dlrscutia por qualquer moti­ 
vo, ficou parada em Caracol, sem saber 
para onde ir e perdeu / pacleacia. 
Consertada a camionete. pelo hábil 
co·plloto Adão, continuamos a viagem, che­ 
gando depois de algumas atoladas. no lo­ 
cal do acampamento. Bem de tardinha che­ 
gou o Rocha o que foi muito bom, porque 
toda a boia la na rural... No mesmo dia 
fomos uté a confluência do Rio Perdido 
buscar outro barco. Depois de organizado 
o acempmento, todos os dias, logo cedo 
o Cabo Rocha o Cecíllo o o Cunha, de­ 
pois de almoçarem um arroz carreteiro, 
saiam p,ua a. pcsea. 
O Jnquos sempre os acompanhava, 
por isto foi o campeão da p:;sc:uria. Ferrou 
um dourado muito grande e logv depois, 
um surubim de 15 quilos. O Zuppi, fanáti­ 
co por <?aça, n:lo foi feliz; nn noite em que 
saiu, não encoutr u 11;)tla. O Otávio Cui­ 
das nilo ei,lav:.1 aiim de pes..:a. 
Prt: [e1 iu 1.h·sr:ausar. O Junc;ueira, <:um 
anzóis de galho, c,,nsPguiu ótimG!.' peii.es. 
O Paulo Baga ta ,. seus ü miios. uão são 
do 1aauo. Conseguiram, isto sim, um ... eno,·­ 
me confusão. 
Quando chegou nu quarta, sem runi;; 
nem meuos o Paulo ~ seu:; iru.i:lc;; decldi­ 
ram voltar pura Uela Vista .i desculpa era 
que o gelo cstuvu ucubaodo ... mas a caixa 
de gelo ficou no acumpamento e eles se 
mandaram... na última hora, deixaram o 
Junq?elra p11.ra me fazer companhia, p.>ls 
eu nao havia concordado com a volta an­ 
tes do prazo combinado. 
Nesta noite caiu uma tremenda chu­ 
va; até o Cabo Rocha, tiio acostumado, fi. 
cu preocupado. Depois eu conto o resto ... 
Jornal Preseuça - Lore.ua - SP. 
CftNDIOITOS OI IRENI 
D2/D J 0MI) A 0LY2IA 
CAos €Ar0)jo 
052)A1D 0 '1071)) 
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A%0N)5 O DIL 0 3)UNA 1%)1± 
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9)J)ADO D2 94#30$ 
J0$á J0A00)2) 7232)AN SOU10 
J0$é $)A)&)o D €os14 M1210025 
10j0 J20010 J)1A1)4 
N 107 
N 3103 
' ±10 
y 2910 
N' 11) 
Segundo dados stattstioos do exerefeio 
findo de 1975, do etor bancário mundial, o Banco 
do Brasil, passou a ocupar a posição de maior Dan­ 
co do mundo quanto o luero líquido e ao capital, 
mai re-ervas, mis reinvestimento do lucro, om 
base em levantamento da revista "Fortune", o Banco 
du Urn,ii lidera u li .. 111 dos 2) maiores bancos, com 
lacro liquido de U$ 591.712 mil. cuido Citicorp. 
dos Estados Unidos, que obteve US$ 319.803 mil. 
O Banco do brasil também lidera a e·ta­ 
titica em relação á ·0ma do capital reinvestido 
Stockholder's Equity. A cifra alcançada foi de 
$ 2.441 bilhões. contra US$ 2.35 do Citicorp, o 
,c.,undo. O Banco do Brn•íl 1aruhn11 M' ,lr•lara cm 
relsçlo ao volume de depósitos, onde ocupa o 12o 
lugar entre os maiores do mundo e em relação_a9 
"pimos:_é o quinto, com_ aplicações de _U5S 
26.022.519 mil. E ocupa o décimo_lugar cm relação 
ao total ativo, com Us3 29.015 bilhtio, frente de 
bancos do porte do J. P. Morgan (Us$ 25,8 bilhe») 
d, Manfactares Hanover (U'3$ 28,2 bill,õro). Nu ln• 
bela abaixo, montada para o leitor, estão os 20 
maiores bancos oliohados em ordem dcrecentes 
do Incro lf<)llido e do capital este, é po-sível que o 
l.lanco do Brasil conserve esta posição. 
Conto a poderosa instituição financeira com e­ 
quipes de competência e dediceção em lodo, 01 
eus setores, desde diretoria, até a mais modesta 
ugênda. 
Para Vereador 
Nivaldo de Barros 
ARENA Nº 
para vereador 
Getulio Lino 
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N.o 2202 Bela Vista 
Banco do Brasil 
, 
e líder 
mundial em lucro liquido 
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um homem ele grande visão e fino truto, que 
díri"e o eslubelccimenlo, com eficiêocia lmpar, con 
tanJ,, com funcionários dedicados, compe1cn1es e 
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11 
Os 20 mais rentáveis banco do mundo -1975 
(Cifras em U 3 mil) 
Capital 
Lucro Reselva'! 
1· Banco do Brasil (tlRASIL) 5609.712 2.41396 
2. Citicorp (USA) 34-9..885 2 .. 165·1; _ _, 
3. Bank America(USA) 302.800 2.020.l4'T 
4. J.P. Morgan (USA( 183.825 1.220,55.3 
5. Chase Manhattan (USA) 173.710 1.621.20/l 
6. Dent,che l.lank (Alem. Oc.) 156.170 1212 353 
7. -'lnnufncturero llonov (U ,) l li,.415 998.31).1 
8. Barclays (Inglaterra) 129.651 I.563 :.!<XI 
9. ntional Westminstcs (lngl) 118.751 l.738.45:i 
Jll. Continenuil lllinois (U A) l l2.890 825.60S 
11. Firn Cbi,::igc, C,,,P- (USA) 1075'15 8H5.88:.! 
12. Socie1é Génerale (França) 101.339 291.339 
13. Dresdner (Alem. Ocid.) 99.205 791.501 
J.I. Chemicnl N. Y. Corp (U A) 95 914 832116 
15. Canadinn Imperial (Canadá) 9:'.773 563.3-W 
16. Llo7ds (!ndalcrrn) 88.053 1.1-19.'.!89 
17. Unrnn o( Switurland (Sniçn) 80.895 972.052 
18. Dank of Montreal (Canadá) 80.t24 413,425 
19. umitomo tJapão) 71<.363 889.2-1-1 
20. Fuji Bank (Japão) 77.777 !.267.1 lll 
THIBUílA OA f RONTEIR4 
Fundado em 25-02-72 
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Bola Vista - Mt. 	Tribuna da Fronteira 	pagina 7 	!!1
1
10,'itl 
QUE O GOVf 
e~càndalo do calcário antes da sleiçã o 
(0 Nacional- Puso Fundo) - DI 
zendo que antc>s de 15 do Novembro, fim 
a quem ferir, doa a quem doer, o Gover 
no dOVtl dar u.111·1 demonslraç1o luequlvo 
cu de SL•t·led11de, uclouaudu SfJU, lnstrnmen 
tos de lnvesli~ução contrn aquele!'> que cri 
minosamente desviaram o dluheirn do po 
vo, no j '.l conhecido escO.udalo do culcáreo 
lmtui:;ma, o rleputaclo Jorge Handurra fez 
pronuclumento nu seJsi1o ordinária do últi 
mo dia 5 na Assembléia • Gnucha. 
Hundurru iniciou lembrAncio decl1u·u 
çõus de lidere: ciussistas rurais de São 
Paulo, Mato Grosso e Iio Grande lo Sul 
['
, <' d~ outrúo11
1 
est1.:do, o:JCJed as alivldudes 
gropecu.rias stto prep mnrante. 
Todo.: eles, lnvar1uveimentr. ou t>m 
fmse11 c,mstruidu!' de modo n serem enten 
d!das imediatamente, ou nus entl'clinhas, 
reclnrnav,un a necesslrlarle d<' forruulução 
de uma politica rural po parte do Govet· 
no. O repres<'nta11te do MDB passo- f•rnden 
se na Assemblét presseguiu alirmando que tais 
declut ações, putindo dos responsveis pe 
lo Importante setor, confirmam a inexistên 
ela <!e uma política rural formu
1ada pelo 
Govemo. 
Ant<>R de entrar no assunto do desvio 
ele culclreo suhsi:liado, Baudarru r!.'cordou 
t:1mbém n suRpensiio de progmmas nnun 
cit11loi; corno o PRONAP, PROCAL, e 
PRONAZEM indagando se os recursos ~e 
sgetaram antes de execussão [revista dos pregramas. 
"E evidente a folia de planejamento. E fa 
t:il de observar, que os progrnmat- fornm 
feitos sem a devida cautela, sem o neces 
ário planejamento e sem o indispensável 
. .uldado na aplicação dos créditos liberados 
·Agora, paga-se o ônus da imprevisibilida 
de dentro de um planejamento govt'rn'lmen 
tal exaltado exaustivamente pelo rádio, pe 
la televh,ilo e pelas vozes nos parlamentos 
Urna das provas da falta de planeja 
monto, segundo Baudarra é a noticia cir 
culante de que os dinheiros para o finan 
ciamento do chamado /Jrogramn /Jrocal e o di 
1,helro :1plicado para o pagamento do subsí 
dlo de quarenta por cento aos fertilizant(s 
foram mal dlstribuidos e, por consequên 
ola, mal aplicados. 
Bandarra diz que desde o inicio, desde 
o anúncio da implantação do subsidio de 
400/0 aos fabricantes de aduho, a Oposl 
ção alertou o Governo, que esse sistema 
se constituiu num Eisterna extremamente 
perigoso porque t.1rnb}m se prestaria a frau 
des iguais e equivalente;; as de chamado 
trigO•JJapel, ocorrida /ui alguns decênios: - 
'·Mas o G0verno, como sempre que a opo 
sição rala, fez ouvidos de mercador'" disse 
"A recente, suspensão -dos programas, já 
citad11s, continuou o deputado do MDB, é 
o reconbecirnenio por parte do Governo, 
de que foram liberados em excesso recur 
SOR para o subsidio dessas matérias utiliza 
das na agt·icultura e que mais de 80 % 
não foram 'Realmmte utiliZ>id8 s pelos agricul 
tores. Lembrando os instrumentos a liisposi 
ção do Governo Randarra continuou: 
E o Governo que tem Comissão Ge 
ral de investigação, que tem Serviço Na 
clonai de Informações, que tem Ato Insti 
tucional 11º 5, que teu: Politlca de Crédito 
Dirlgi<lo do B~nco do BrasU e outros órgãos 
de execução da politica oficilli, está a fa 
zer o que? A lamentar a ocorrência e 
não'. propor nenhum ·corretivo - concluiu 
Depois de dizer que devsm _ser feitas 
SERRARIA 
Investigações e que SP iudiqueni 08 frauda 
dores e que estes i-ejam puni.los, Bundar 
ra enfatizou necessidade de que até Ui 
de novembro, antes das eleições, e ouça 
a voz do Govrr1,o a upontar os cuusado 
res deste v rdadelo desastre, as sangue 
sugos dos 1li11heíroR públicos que cr,mete 
l't.lffi vcrdadelr:! l'OUbo do dinbtiro público 
que deveria ser currt'gado para os mãos 
honradas e calejarias do no~so pequeno 
produtor, princlp!dmenlc>. 
0 deputdo do MDB li/alizou seu 
pronuncianH n to dizendo que é dever d 
Oposição, alertar e exigir que os 
que detêm o Poder utlliz,'m nu em be 
efcio do povo e que o Governo deve, au 
tes ele 15 de novembro pra3tar contas a Nu 
ç:io sobre o destino dos recusos liberndos 
que dr,veriam sor apllcidos em favor da 
produção. 
H. 
Dr. José de Ribamar (ruz da Silva 
a os a 	al a 	- ; 
Purtos, Ginecologia, Clinica Geral 
MÉDICO 
Atende pelo INPS e IPEMAT 
Hforrios: Manhi ilopital 
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efEe 
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CASTELO 
De Antonio Remo Penzo 
BELA VbTA 
PAHA VEHEADOH 
Atarwzio ·de Melo 
(:tanazinho) 
- M.D.B 
l' 2203 
parn vereador 
da Souza Hermíto 
AR2EN 
Caracol 
2.302 
• ISAAC LEAIO PHUJINSKY 
Ex-,••istcnlC )lilit.ar de Clínica Médi<'a na Faculdade de 
.lcJicina ele São P~ulo, por desi;,,nção do .Ministro dt. 
Guerra Ex-Chefe de Heurnatologia no Hospital do. Ht:nefi• 
cencia de S:i:i Paulo• Ex-Assistente de Cardiologb da Clíni­ 
ca Oh,tétrica da Faculdade de Medicina de São Paulo• Ex• 
A•si,tente de Gastroenterologia na E,cola de iIedicínn • Cli­ 
nica Médica Cirurgia - Ieumatologia - Ginecologia- Endocr<,· 
nolo;!i,, • Gastroenterolo:ria - NeuroÍogía -Traumotologia - Fisio­ 
terapia Elctronica- Medícína Psicossomatica • .lfedicina E!po,;: 
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CASA DO ARTESÃO 
Compra de Madei- 
ra bruta Venda de 
madeira Serrada 
Antonio João - Mt 
Quando bate o vento sul 
Que até o sol esfria 
Sómente meu poncho azul 
Conserva mihe alegria 
Poncho e touca do Art1ssão 
Trazem sol pro coração 
Na minha cuca não gla ... 
Irmão. 
CASA DO ARTESÃO 
r 
l SERVE-LHE. ESTE EMPREGO? 
! A Prefeitura Municipal tem uma 'va 
~a. para datilógritfo com prática de es 
crltório. tnteressados devem informar-e 
na Secretaria de Administração das 6,30 
às 11 horas.

lRIBUNll OI FRONTEIRft 
Ogao Ondpndene e Nettteso 
Ano V • Beln Vista - M. • 2/10/76-- N.o 2J2 
Prof. J. Barros 
, 
••• 
Pedro Pedreira 
Um pulltlco lnrtuent•~ da cidade, pediu 
que enviássemos um "recudo" à Camaru 
Municipal. lnteroednm junto ao presidente 
da CEMAT, Curmellto 'l'orrt>s, no set•lldo 
de providenciar urgente o funclonumento 
do motor CATTEilPILAlt que se encontra 
parudo. Os motores que estão funolonundo 
aão os adquiridos pelo aluai prefeito. 
C6(>:><? 
Oull'll coisa mais: Viajamos dia tG PP 
para Ponta Porá e "constatamos in loco" 
que a estrada AI DA não se encontra em 
boas condições ... Foi a chuva ... toi u chuva ... 
+++ 
Uma carta de 
1
IOÁQUE, enviada pelo 
nosso cclaboradot· ALTEVII{ de ALENCAR, 
demorou uma semana para chegar em Be­ 
la Vista. É, pois é ... velo de "camelo" •.• 
E a televisão ... ?~ a chuva . . . foi a 
chuva ... 
D+c8 
O importante no momento é os bela vis- 
tenses fazernm as pazes com ão Pedro, 
porque inúmeros problemas decorrem ole 
sua mani11. de fazer chover ... é pois é .•. 
9 
Dia 30 sará rMlizado um grandioso bai- 
le no Gremlo Pedro Rufino. Duas boutique 
de no1:1sa cidade apresentarão os últimos 
modelos lançados pela moda nacional. 
••• 
Os Árduo·s 
Caminhos 
Mestre 
do 
Parece que no grapo masculino desfi­ 
larão os senhores Osvaldo Augusto Gomes, 
Fernandes Alves Gomes Filho e Ederney 
Miranda. Será um de&Yile inesqueri vol 
o8c& 
Dia 15 de novembro os eleitores bela- 
vlsteoses terão oportunidade de RENOVAR 
a Câmara Municipal. ELEITOR: VOTE CON'+­ 
CIENTE ... vote nos candidatos que possuem 
condições de colaborar para o desenvolvi­ 
mento de Bela Vlstn. Analise o passado, 
veja o presente e chegue a conclusão ... 
RBNOVAR PARA PROSPERAR ... 
Em termos de geografia econômica, mau ra­ 
do as condições ecológicas de que dispomos, ampla­ 
mente propícias para a implantação de uma politirca 
de colonização racional, isto é, zoneamento tecmcamrn 
te adequado no aproveitamento espacial e da voca,ao 
de solo+ para a melhoria da qualidade de vida, com 
vistas ao subemprego e ao esvaziamento demográfi­ 
co, primários ainda se mostram os fatores de desen­ 
volvimento nas dimensões em que o desejamo, t 
urgente se faz que o realizemos para escaparmos da 
estagnação, e por conseguinte da _marginalização qu 
já nos vinha encurtando as possibilidades de tingir 
mos ns soluções para esse problema particularmente 
rio do nosso_comportamento na política desenvol 
vimentistn dn Hc'O uçào. 	. 
Ora, progre««o custa DINHEIRO, e muito. 
Mas, aonde buscar o dinheiro que nos ajude a cor 
respondermos ao afluxo de desafios de município 
de maiores índices de desempenho, no mesmo ümbi 
to regional em que nos situamo, por exemplo, • 
Ponto l'orà e lguatemi? A repota, que o povo pede, 
caberá ao» futuros legisladores, porque, embora não 
lhes pertença o polfticn ?rçnmr.nt/ina, _,euào 11 titulo 
acessório, em última análise eles constituem um ór­ 
gdo de implementação da estratégia de desenvolvi­ 
mento, e assim participam das responsabilidades pe­ 
In eficácia ou pelo fracusso da nossa evo­ 
lução econômica e do desenvolvlm<:?{Jto co 
munltárlo. 
Temos o privilégio de ser uma re- 
gião onde não há os chamado "fatores'' 
crltlcos de diversificação de tipos ecológi­ 
cos: - água a solo nos ,obram, sem as ca­ 
lamidades das cheias, nem o flagelo das se­ 
caA entretanto a montagem e execução dos 
plano de elevação dos nossos padrões eco- 
nômicos forca-nos a pergunta: - quanto cus­ 
ta e quem paga tudo Isso? Quem pagn é o 
IMPOSTO, isto é, a consclênda patriótica 
do cont-ribuinte. 
Quanto a isso, entretanto, não são 
nh•issarelras as realidades, porque, se de 
um lado os problemas se multiplicam, dou­ 
tra parte avoluma-se o déficit orçaruentá­ 
rio arrebatando-nos e ponto de apoio para 
qualquer Idéia de melhorar os no11110.1 pa­ 
drões sócio-econômicos profundamente en­ 
fraquecidos pela evasão de tributos para 
outros municípios ou om'.si:ões locais, com 
graves danos para os nossos cronogramas 
de execução. 
Então, diante desses fatores negativos 
como resolver os problemas financeiros do 
municipio, ou conjurar a tempo as perspec- 
tivas que eles já prefiguram ?... . 
Meditem seriamente os futuros legi­ 
ladoré11 nas crescentes p:oporções desses 
problemas, tanto mais que urgem medidae 
de capacitação das fontes tributárias, sem 
o que não l~remos apoios para o desempe­ 
nho da <i.dministração municipal em termos 
de realizações de desenvolvimento. 
Os candidatos uúo capitalizam os er­ 
ros nem hospedam os vícios e tradições 
duquela velha "política" hoje proscrita, e 
pelo que tenho observado em seus pronun­ 
ciamentos nüo suscitam conflitos com a Re- 
v lução, nem insuflam desvios emocionais 
do quisiliaE p'lrtidarist1Js, que não interessam 
ao povo; ao contrário. oi, candidatos trazem 
ao povo magnHicas demonst-rações da su­ 
perioridade dos valores do espírito, e quer 
na elevação da linguagem quer na nobre­ 
zn dos propósitos, mostram-se propensos a 
justarem seus ideários a uma política de 
alto nivel. para uma colaboração de suas 
valiosas parcelas de bom senso e de civis­ 
mo, como o exigem os postulados da nos­ 
sa Integração nos esquemas revolucionári­ 
os para atingirmos as metas do desenvol­ 
vlmeuto. 
~ ae sa, Ã?laca ver am come 
de consciência c responder a pergunta: Estou_colabo 
rando para o Progrc•so de minha cidade? Itia­ 
mcntc, notnmos uma certa prevenção contra a Prc ... 
feitura Municip.al. Jlluiui gente crititan<lo o prefeito, 
mnilll gente ochnndo isso ou aquilo. muita gente - 
que não tem o que fazer • moehan<lo, e, por outro Indo! 
muita mudança de ambiente': Olbn pessoal; desenvolvi 
mento é fator de trabnlbo e de União. Ü• que nii-, 
qucren, colaborur com a municipoli<lode. por favor 
nio Atrapalhem. Estamos ·saturados· de negativis 
mo, Vamos Ter Fé, pois repito: Progresso E Luta... 
Persistência..É Coragem...Nosso País...nosso Esta 
do,. no••a Cidade .. preciso de Homens e não de 
Homúnculo• ... Em 91H, uma novo era urgiu no 
borizontr ... ern de Paz... dc Seguronçn ... de Progreso 
..amos dar continuidade e não ficar em cima do 
muro jogando pedras nos que passam em direção 110 
trabalho. Basta de pessimismo... Basta de Preven• 
çõe» .. de Divisões. Um re.:ndo final. O nosso pre­ 
feito, Dr. Ruben de Castro Pinto. não precisa da 
Prcfoitura .. .n6s é que precisamos de seus serviços ••• 
vamos colaborar com o homem vamos <lar a• mãos 
e juntos Conetruirmos o Futuro de nossos filhos. 
(da Sociedade Geográfica Brasileira, S. P.) 
Sensibiliz ·mn-se pois os futuros legis­ 
Judores diante das realidades que se cs 
apre11entam desafiando cupaoldude e trabit­ 
Iho. Mobllizem os candidato:; seus conheci­ 
mentos e suas experiências, e pra suas 
Baucas no Ll'gli,lativo, corno se faz indis­ 
pensável para que mereçam o apolo dopo· 
vo canalizem esforços fecundos que oba 
deçam as formulações válidas e a progra­ 
mas de visão esclarecida, equilibrada e de 
propósitos comp:ilíve!s com as relvlnrlicu­ 
ções legitimar, da comunidade, quo Infeliz­ 
mente devemos recenhrcl'I' 11.lnda elli con­ 
iunturas do área-problema. com u daninho 
agravante da irrepressão d11t1 utlvidudes 
predatorías ... 
Diz Iá o velho brocurdo, "que 
semeia vento colhe tempestade •·, o que 
lembra aos nobres cundldalo11 a gra.vldu­ 
c!e do momento. Valorizem pois com idé­ 
ia superiores seus comportamentos polí­ 
ticos e assumam atitudes que valh 1 m pe­ 
los seus contextos patrióticos como afit'­ 
mação de participação útil na coutlnulda­ 
de dessa glg:rnteEca tarefa fifi que a ad­ 
ministração municipal, mercê c
1
a silencio­ 
sa energia dos representantes da Revolu­ 
ção e ltlentlficada com os proble:.nas fron 
tais do nosso município, vem orientando 
as diretrizes operacionais dos seus esque­ 
mas, e dlsciplinlindo sua política de aç1lo 
decisiva pela recuperação das nossas pos 
sibliidades e pela valorização das nossas 
aspirações a me'hor futuro. 
P11ru a t::uperação dêsscs proble­ 
mas que aí e~tão, tragam OR Sra. legis­ 
ladores, a ex. do que ocorre, a contribui­ 
ção da sua inteligência das nossas respon 
sabilidades comuns, e nos proporcionem 
c,s caminhamentos normativos para que 
cheguemas a essa fu'uro. 
G.s.s.P.R. - CONVITE 
Temos grata 
satisfação de convl­ 
clar v.::;.ª e Exma. 
familia p/ participa­ 
rem do "Baile do 
Ha.vai" a ser reali­ 
zado no dia 30 rle 
Outubro de 1976, em 
nosso Salão de Fes­ 
tas, o qual será 8- 
brHhantado com a 
animação do Conjuo 
to Blue Star da ci­ 
dade de Fátima do 
Sul. 
Haverá ainda 
um tiesfile P::imave- 
ra-verií.n, patrocin:t­ 
do rela Boutique 
Charme e Nádi;i Bou 
tique. 
1- ontamos com 
a vossa presença e 
no ensejo enviamo­ 
lhe nossos protesl<Js 
de• alta estima e coo 
sideração. 
Traje: Esp. ou típico 
Inicio: às 22:30 hs. 
Reserva de :lesas: 
Secrt. do Clt,be 
Mesas. crS 60,0o 
Atenciosamente 
A Diretoria. 
Dizer ao Mestre 
"muito obrigado pe­ 
lo que fizeste por 
nós", não chega a 
ser o :;u!iclonte, se­ 
r-ia noce.;sl'lrlo nlgu 
quase npoteóliM, 
que realmente fosse 
reconhecido esse tra 
blho herólco. sim 
l..lerólco, porque o 
mestre que realmen 
te e dedica, que é 
mestre por convlr­ 
ção, que exerce sua 
tarefa por amor u 
rte, pesar de tan­ 
tos conitu que en­ 
frontu, merece algo 
mais que um sim· 
ples agradecimento 
merece que busque­ 
mos l no mais di­ 
floll e impenetrá­ 
vel Iug.lr, onrle os 
cânticos e as fornus 
perfeitas se encon- 
tram, onde a 
cultura e a ubedo­ 
rla escolhernm parn 
ser o seu reino, ns 
palavras e os incen­ 
tivos, u sinceridade 
e o real ngradecl· 
menlo. 
Certas vezef 
ouvimo e 
pensamos tombem, 
"onde andará o meu 
primeiro mc•strâ", 1) 
ti11tarà escondido ' 
nas brumas do tem­ 
po? Ou jé tt-rá parti 
do para a viagem 
trnscedental? 
:'Aeslre, reconhe• 
mos por tudo que 
nos foi ensluo.do. 
Pedimos uos cé­ 
us que os Ilumine 
para que orien!e 
com s:.i bede,rla os 
jovens de boje. 
Unimo-nos em 
um hino jubiloso pe­ 
lo seu dia. o numa 
roda festiva decla- 
(, ramos: 
"0 Caminho 
duo, mas a 
é gloriosa"_ 
é ar­ 
vitória 
Adão Carlos 
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