EM DEZfM 
Eirã e Hall da Revista 
o 
l/e1ar;ã 
■■■IG 
que rallará a circalar . . . 
Nós acreditamos no progresso da Região e Lançamns Um repto Ajude o Governe, 2. 
ajudar voce, trabalhe e encare o futuro com otimismo, pois, desenvolvimento exige luta e 
crença, no homern e na Naçêlo. 
R I U • d d· d E GráÍica Tribuna da Froí'teira ; evista ntegração... m arro!a o empreen 1mento a mpresa 
-------,----------------------------------- ~----·- ·- --------- 
SEMANARIO 
INDEPENDENTE 
Fundador e 
Diretor 
Responsável 
lvnldo Pereira 
1 
"'O VordCJdoiro,, 
Jornal não e 
limita a infur 
mor, 6 oplnotl 
vo também' 
(Herbert Mses] 
ANO V I N.o 233 Beln Vista -31 de Outubro de 1!170 - 8 Pf gloas - Preco d,, PXemplur C;·S :!,00 - FuudaJo em 25-2-72 
Pres. Geisl pediu Mrena 
atenderam ... 
ayr .ssiva e os areistas 
Mais não entenderam ... 
Disse o presidente Ernesto Gel­ 
sel: "... vn le lembrar que a sublegen­ 
da deve ser bem compreendida e apli­ 
cada, para não gerar radicalizações e 
divergências insanáveis que JJOBsam pre­ 
judicar o 1,usso partido. E px·e-::iso que 
não se <!f vem fossos profundos e largos, 
que inpegam a indispensável união de 
no~sos cr-rrellgionátios. É preciso que a 
luta não sej11 de natureza n criar lnimi­ 
ç0s, cde amanhã não se possam apertar 
as müoa, que se vejam Impedidos de co 
operar em outros embates e lutas que o 
partido venha a travur. Cuo81dero isso 
fundamental, uma necessidade básicu, sr:1 
quisermos o partiJo realmente forte, 
pronto para novas lutas. em Isso ire­ 
moe. para o dlvlsiooismo, que tanto nos 
prejudicou em outras oportunidades. As­ 
silll, é oticessãdo ter sempre presente 
que o nosso nrlversllrio é o partido da 
oposição, o M D B sendo contra Pie, 
portanto, que devemos lutar ". O presi­ 
dente foi bastante explicito, perliu urna 
campanha de alto nivel, sem vulgarida­ 
des e burbarismos, mas a ARE .- de 
Bonito não entendeu o entendeu mal. 
As duas facções. ARE A I do Padre Ro 
oswelt e a ARENA 2 de João de Arru­ 
da, estão travando uma verdadeira guer 
ra de ofensas e quase partindo para a­ 
gressõe,s ffaicas. O ambieu.e em Bonito 
está carregado e se os ânimos continu­ 
arem "quentes·• poderá surgir até mes­ 
mo mortes, pois presenciamos cenaR de 
violência só não chegando as vias de 
fato pela interferência dos maii: "calmos". 
Oo «polilicos» andam armados, esperan­ 
do a qualquer mc,mento um ataque do 
outro lacto. E ínadn..i&sível um ambiente 
destes e esperamos a pronta iterven­ 
ço das autoridade,; militares, pois, a 
policia local não dispõe de mdos para coi 
bir oi; abu5os de ambas as partes. O que 
esquentou ainda mais _osânimos dos po­ 
liticos bo11itE>nses foi a presença na clda 
de Bonito 
de, hà pouco tempo, dos senhores José 
1'ragelli, ex governador, Ruben Figueiró 
deputado estndual e senador Mendes Ca 
nule que prestigiaram um comicio do Pa­ 
dre Rooswelt uma •·r-esposta·• ao outro 
cao,liàuto (João Arruda) que recebe a 
poio do prefeito e do ex-Goveraador Pe 
dro Pedro i,iao. O ex Governador J. Fra­ 
gelll em comlcio pediu ao povo que afio 
"ouv!sse as prornessns de pretensos can 
didatos ao gov. "numa alusão clara ao 
ex Governador Pedro Pedrossian, e o 
prefeito Liel Jacques disse que o Gover 
nadur Garcia Neto não fez nadt1 para 
Bonito e que a esperança d,? melhores 
dias é a divisão do Estado, e um novo 
governador, dP preferência Podrossihn, 
homem que levo o otimismo, a união e 
u política de alto nh·eJ ". 
egundo Informações de cidadãos "apo­ 
litico ·• do local, o que e tá conturbando 
n polilica de Bonito são os ataques pes­ 
soais e a "Rivalidede entre os grupos 
Frugelli e Pedrossian. O candidato de 
l.iel, Joüo de Arruda, já foi p::efcito mu• 
nicipal e conta com o apoio dos pedros­ 
siauistas e o Padre vem re..:ebendo a po­ 
io lllaciço do Governo - haja vista a pre 
sença de um senador, ut deputado e 
um ex-governador em seu comício. 
··Voce me conhece muito bem. 
Sabe que sou contra a violência e, aci­ 
ma de tudo, contra u calúeia e a ofensa. 
ão quero (como areniatR) ver a divisão 
do partido, mas a verdade deve 1er 
dila -O Governo do Es,ado Não colabo 
rou Com Minha Administração e talvez, 
no próximo ano, graças no Polocentro, 
Bonito vá receber alguma coisa·'. (Pre­ 
feito Liel Jacques ao repórter). 
Bonito: 
Um pés imo exemplo para a ju 
ventude, ja "desanimada cou a clsse 
politica", são os fatos que vem uc nte 
ceado na cidude de Bou.t:1. Os •·políti­ 
cos" Bo!tensos demonstram com 
i;uas atitudes detõconhtcer eru o Fignificado 
e o lcace da função pública. Somos 
fervorosos adept0s da Politlc) e não 
compreendemos, existi, ainda, lemen­ 
tos que buscam ''exercer cargo público•· 
sem preparo suf1l!iente e stm bagagem 
Política. Criticamos os doi,; cirndidutus 
da AHENA à chefia do Executivo, pela 
'ind1fereuça quanto ao desenrolar dos a­ 
contecimentos" e, critica mosainda algun@ 
candidatos à Câmara, pelo totaldes conheci­ 
mento das regras priroári>ts, não digo 
da política, mas da Educação. Sim-o que 
a::ontece na cidade simpatia é simples­ 
mente uma falta de respeito ao povo 
que Não tem a Obrigação de Ouvir As­ 
neiras. Que João Alves de .A.rrud;:i e P.i­ 
dre Roo11welt -como lideres que ião, pro 
curem O, ientar os seus "adeptos" no 
sentido de Conviverem Harmonicamente 
com os "adversários". Quem comnnda 
necessita ter suco cootrole para nas ho 
ras de crise ser o exemplo a seus co­ 
mandados. É uma regra primllria e que 
em Bonito tornou-se simplesmente um 
utopia. Lá, a política é uma guerra on­ 
de não faltam os infiltradores para jo­ 
gar lenha na fogueira. Ridículo e sem 
nexo a divisão da Arena e, haja vista 
11 prepotência de alguns políticos 
boniter,ses (que deverilim ser cha­ 
mados H·irrorvsos), parPce que Bonito 
Neceszitu do MDB para unir a Arena. 
Doa a quem doer, não podemos C!llar 
quando a consciência nos obriga a dizer 
a verdade. O prefeito Liel Jacques está 
fazendo uma boa administração, isso é 
inegável e flS 1- 1•i:: 
'uaversaros'' d ve­ 
dam ver ,, traballl:, 
dos demais prefei­ 
tos da região para 
comprovarem esta 
usertiva. Não o­ 
mos a flivor de João 
ou de Rooswelt, so­ 
mos a favor de uma 
p,>litlca Honeota e 
Decente e isso é o 
que o povo quer. 
Visitams inúmerns 
residenclas em Bo 
pito e Mentimos que 
o Povão o - povo 
que vota - não está j 
coocorda.eúo com a 
"politica de guerra" 1• 
Um exemplo de po­ 
lítico u ser seoguido: 
Orestes Flores - jo- l 
vem e idealista, que 
procura minorar a 
pressão dos aconte 
cimentos e que, te­ 
mos ubsolutn certeza 
-não concvróa com 
a política de arma . 
na mão. Vamos ·•es-1 
Iriar os animos e 
mostrar, pri'lcipal­ 
mente eos jovens-se 
us filhos -que a poli­ 
lica e uns nobr .. 
erte - necessária - e 
não um seara de 
ódios e violencias. 
É dificil folar com o Prefeito ... 
Devido ao movimento intenso, ine 
rente a qualquer redação <!e jornal, 
quando preclsawo, enviar i>.lgul..Lia coisa 
à PreI.-ltura, o fazemos por intermédio 
de carta levada em mãos e eudert:H,;ada 
ao Senhor Prefeito. Mas... (sempre exis­ 
te um MAS) o "funcionário da portaria" 
(ie) "às vezes" Não permite qur o uosso 
Porta<lur f11ca ,. respectiva entr .. ga. É 
lapossivel. e até mesmo prejudicial, dei 
ar um fuctonrio "LOTADO" na Pre 
deitara para AGUARDAR u boa vontade 
em a.tendê-lo. A cada dia que passa, r, 
Pedro Pedreira 
ca m.1is dificil entrJr em conteto com o 
cheie do Executivo. Alguma coisa ou "ai 
guém está agindo contra Ot! princi.1l01' das 
relações hum>tnas e, podemos garantir, 
''não ,rnmos nós. Não temo tempo e muito 
menos "horário" pura ficarmos a disposi 
cão da Prefeitura para eotab11larmo os 
necessários contatos. Vamos mudar de A 
titucle? Ou entrará em vigor o regime 
do silêncio e do isolnmento? 
Segundo o funcionário que fica na por 
taria; "No é para atender mais os pedi 
dos do jornal". 
• 
e 
Inaugurada Sala de Cirurgia Jo Centra de Saúde ... 
(Bella Vista-Paraguvy - do correspondente) seu flho. Nossas con 
Com a presença de inú!...eras autoridades gratulações aos mé­ 
foi inaugura !a dia 25 pp. a Sala de Cirur dicos, prinacipulmen­ 
gia do Centro a.- Süde local. Antiga as te ao jovem Dr. Car 
piração do povo belluvisteuse o novo me los A. Ocariz. 
Ihoramento prvporc onará condições de 
melhor assistêucia ao povo paraguaio resi 
dente nesta frontei n. Foi com orgulho 
que " [),. et:•r do Po In. Dr. Carlos A. Oca 
riz, a srovo de en os sr-os. estercos ]TE 
Com eotusismo, r ·r.icums a destreza e 
capacirt:.idP. di, um cirurgião nn primeira 
cirurgia realizada no Centro de Saúde. Par 
tieipan..m da m<>sma ,·si rs. Ocariz. Oscar IRENI 
da Ros; e Carlus Nunes. Registramos a 
presença do pai do Diretor do CENTRO, 
que emocionado asalstia es t1abalhns de

Tribuna da Fro1telra 
pagina 2 	3t-10e 
PAH A VEREADOR 
riquevuer sem trabalhar. T'odas as emnas 
mI!hões do basilelros deenbolsam diuhel· 
ro, para encher a couta-corrcuto de uas 
luslguil'Icuatcs feliz1ndos ... e 011 cofre 1 
do próprio govcruo. Accrtnr uu <':.portlva 
é mo dlíícll quo nem mosmo 01 que ll 1· 
dealiznram, dentro de um i.í11tcrna de raclo 
cíulo e de cálculos profundos «copiando 
80 % da loteria esportiva dn Grú-Bretanhn, 
porque no Brusil 'nda se faz, nuda so 
cria, tudo se copia,,, obegam perto. 'Todo 
mundo faz onze pontos. Minha mulher, !Jll'J 
nunca foi 11 um estádio porque ela tem/ 
o que fi.zer em casa -. todas as ,icwat· '. 
nus faz 8, !:1, 10 e 11 pontos. Os 13 pontos ! 
que é bom, bulhufas! Cadé Oi'l "expirtos' 
do "esportfl bretão"? Será que os cobras 
não chegam nem perto'? Cadê Vicente Feo 
la? Os cartolas do Rio e SP? Mário Am~­ 
rlco «que sabe de tudo», Jacinto de Thor­ 
mes? João Saldanha? Armandinho Marques 
('li, ai!). Cadê os Julzes? Os comentaristas'! 
Silveira Neto, Osvaldo Viana. Cadc 
Pelé? Onde estiio os trl-campeões'? . . . 10 
rá que ninguém acerta? ... 
O diabo é quam vai nest11! 
As casas lotéricas vivem constaofemente 
cheias de ap(lstadore11, cada qual o mais 
subido. No domiugo, estão todos com u ca 
ra de André. É melhor pegar este dillhelro 
e beber cachaça. Assim, pelo menos, 03 
perdedores da esportiva estão sabendo p/ 
onde a grana vai. 
Hoje, dois casos relaclo· 
nadas com loterias: 
1?)- Uma velhinha ch- 
mada Mary Brown (Maria Marrom), po, / 
ma destas guinadas doidas do destlnll, 
"arrastou" o premio maior da maior lote• 
ria dos Estados Unidos, em Maryland, no 
dia 19 de dezembro do a!!o paaaado: 6 mi 
lhões de dólares, ou seja, cerca de 42 mi· 
lhões de cruzeiros novos, ou, ainda, 42 bi­ 
lhões do, velhos. 
Mrs. Brown, com 77 anos / 
de Idade, nunca havia comprado um bilhe 
te de loteria. No dia 14 de dez. compr"u 
o de n.
0 
09234256, série J. Não deu outra 
coisa. É tanto dinhtiro que o gov. n te 
americano tomou a lnlclailva de pô-lo -;ob 
sua custódia, no General Bank of Was!.J.u· 
gton. Pra que tenha uma idéia do vulto 
desta importância, basta dizer que, só o 
juro, na base de 1,87 %, dá para compre 
por mês, setecentos ,automóveis Chevrole., (,, 
75 {no preço de Detroi). 
Perguntada na TV-NBC 
de Nova Iorque, se tivera algum palpite, 
a velhinha disse: "Eu sonhei que via so· , 
bre um altar um candelabro com sete ve­ 
las. No chão, havia. mah sete candelabros 
iguais. Aí eu multlpllquei: sete vezes sete ' 
cineoenta e seis (7 x 7 - 56). Sai de caa 
e comprei um bilhete terminado em 56. 
Foi só a conta ... " 
- Aqui também é o ca l 
so de se d.l.zcr: a velhinha só acertou por-1 
que errou na multiplicação. 
2
9
)· Anna Vago, caixa 
de uma firma de Milão foi condenada a j 
dois anos de prisão, por ter desviado J,5 
milhões de liras da firma em que traba­ 
lbava. Interrogad:i no tribunal, Anna con­ 
fessou-se uma grande azarada, pois a dois 
anos começara a desviar quantias do cai· 
xa, a fim de apostar no n.o 71 da loteria 
Italiana. Aos poucos as apostas iam 1en- 
do aumentadas gradativamente, mas o 71.:_ )' 
Jamais deu o_ar de sua graça. No dia se- , 
guine á prisão de Anna não deu outro 1 
bicho: lá estava na loteria Italiana o es­ 
pírito de porco do 71 ..... 
t 
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.. Uma F; Q · 
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Atanazio de Melo 
(Atanazlnho) 
- M.D.B 
Nº 2203 
• 
para vereador 
Monclar Rosa Correa 
N.O 2.201 
1 
r 
 • 
para vereador 
ILDEFONSO PINHEIRO 
N. 2204 
M.D.B. 
Cft !JHD TOS OI IRENI 
DA)D 3 0N)IM) DA OLJ/212.2 
€a#os €e»yrun)ião 
O$2.A1DO Y0RI) 
eY ; 4A302000 9A930$4 
010A€Y3 A±$ 92393270 
A%0N O )L 0) 9N)2$ L)7G 
)931 18172 LA8.22))2123.2 
3))y.2D0 D 3A3O$ 
J0$é 20A0U12 2±R3±1A SO7O 
J0é S2ALICIO Da &os14 0023 002$ 
00ã0 1)070 LA12 
9y' 2109 
3y 2902 
9y' 2908 
3y' 2103 
9y' 2903 
9y' 2103 
9y' 2907 
98' 2903 
3y' 2909 
9y' 2010 
01' 2839 
LOTERIIS 
Os cantadores do norde- 
te brasileiro costuram repetir esta estrofe: 
Pedir dinheiro emprestado 
A quem não tem um víntém, 
Ê fazer careta a cego, 
Correr na frente do trem, 
Sacudir pedra na lua ... 
Esperar por quem não vem. 
Este "esperar por quem 
não vem", literalmente quer dizer: espe:rar 
por quem não ficou de vir. 
Quem quiser dur-se ao 
trabalho de aplicar dent"ro dos números 
de loteria esportiva o cálculo das probabi 
Udades, concluirá que é Inútil tentar acer­ 
tar, porque n. posslbllldade eviJente é de 
16 ucertadores pura 35,000.000 do apoEtado 
res, Isto é , de "6rradores". Por isso que 
h~ quem diga ser a loteria esportiva a 
maneira que o governo encontrou de co­ 
brar imposto de renda a quem está Isento. 
Como os rios só correm para o mar, po­ 
de quem quiser verJftcar que, mesmo na 
loteria estadual, ou ainda na federal, só 
ganha quem e rico. Ou, pelo menos, quem 
não é pobre. 
Mas vivemos na doce Hu­ 
e!l.o de um dia faturar o "bolão" da es­ 
portlva. Está bem coerente com nossa for 
mação mental; o negócio do brulleiro é en 
Colégio de Grão-Mestres 
da Maçonaria brasileira 
Diário de Cuiabá, Os iat«grantes do Colégio 
de Grilo Mestres da Maçonaria l:lrnsileira entidade 
que congrega cerca de 500 ljas maçónicas em treze 
Estndos dm Umilo, em encontro realizado na cidade 
de Cuiabá, capital do Estado de Mato Grosso. no 
qual foram examinados assuntos referentes à con­ 
juntura nacional, conturbada pela aceleração do sur­ 
to inflacionário e seu, consequentes reflexos na vi. 
dn 16cio-econômic11 do País, deliberaram fazer n pre 
sente proclamaçào, por si considerarem, como urien 
tadores de uma apreciável pnrreln de brasileiros, 
também responsáveis pelo equ,,cionnmento dos pro­ 
blemas pátnos: 
Verificamos que II Nação Brasileira alrn'eHn 
um período diC!cil, face à contínna ele,·nção do cus 
to de vida e a pressão que ela realizn sobre umo 
grande parle da populaçào, que se ,·ê prirnda dos 
mcioe neccssnrios de sobrevivencia. Considerando que 
a• CAusa• da atual problemática são tanto de ordem 
estrutural como de ordem conjuntural. o que as re­ 
monta a um longo período de tempo, concluímos que 
não podem elas serem removidas II curto prazo, as­ 
sim, como. independem de uma açào puramente ªO• 
ernamental ,por mais sibia e decidida que seja. Por 
esta razão. opinamos er imprescindível e inadiável u 
ma ação conjunta de todos os brasileiros, unidos por 
uma objetivação exclusivamente patriótica, sem qual­ 
quer conotação político-partidária. no sentido de com­ 
bater a inflação degradante e avassaladora. 
A viaão qnc tivemos do E.t de Mt, através de 
exposição de seu ilustre Governador, na qual foram 
revelados índices de desenvolvimento alentadores, in­ 
duziu nos à renovar nossa confianç.n na imensa 
potencialidade do País, conscientizando-nos de que só 
mente co'?'? pr.ro>1dode e dedicação se poderá vencer 
a fase cnttca que se no, opõe. 
Por este motivo embora ,nihamos difícil a 
repressão de sentimentos moldados em concepções 
antngon1cae. pnnc1p:1lmcnte cm momento que se pro­ 
cura, através das urn .. , uma definiçào política não 
con1_1deramos impo•sível a resposta dos verdadeiro, 
patriotas à presença conclamação, pois ela concreti. 
za uma leglt1ma asp1rnçilo nacional. 
Aasim sendo, cônscios de nossos deveres para 
com os mdçona e ~e~ furuiliues, hem como para 
com todos os brasileiros, manifestamos nossa f& 
nos destinos nacionals, desde que todos. em seus 
re•1;1~cuvos setorea de atividade, assumam a respon­ 
aabilidade que lhes compete para, como honesíida 
de_e_inteligencia, promover ó aumento da produti. 
vidade e duetplinar o consumo de hen, não e•sen• 
ciais, a fim de que, com uma melhor repartição da 
nq_ue~ •eJmm reafirmaClo! os postulados da liber­ 
dade, igualdade e fraternidade. 
Altevlr de Alencar 
1.

Bela Vista • M1'. 	Trlbu11a da Frontelri: 
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....

Bel VIta - ML, 	Tribuna da Fronteira 
pagina » 	31- J I t 
Para Vereador 
José Slmpli<io da 
Costa Marques 
ARENA 
N. 2110 
para vereador 
Hermito de Souza 
REI 2302 
Laboratório de Análises Clínicas 
"Louis Pasteur'' 
Cx.- Postal: 4- Fone:1!í2 - Jardim - MT 
Mais uma opção como auxiliar no diagnós 
tico em urgencia Médica, atende-se a qualqurr 
hora do dia ou noite. 
Técnico - esp. Luiz Gome Bezerra. 
Farm. Qumio - CKF • 20; 065/02 
cinco de novembro 
Nasce Rui Barbosa 
DIA DA CULTURA 
CASA DO ARTESÃO 1 
Quando bate o vento sul 
Que até o sol esfria 
Sómente meu poncho zul 
Consevu minhc leria 
Poncho o touca do Arlr·sfio 
Trazem sol pro coração 
Na minha cuca não ia.. 
lrmilo. 
CASA DO ARTESÃO 
D Pedro Jo,,é Palruieri r. 
Advoca<ia Agrária 
., 
l 
! 
J·. .1 
t-. '..o,i 
para vereador 
Sebastião Godoy 
lREND 
€A03€01 MT. 
para vereador 
Tirson Ferre ira Leite 
BRENI 
i 
para vereador 
Arlon Xavier 
• 
Brum 
2205 
O dia 5 de novembro é- o dia consa 
grado à comemoraçil.o du r•ultura brasllel 
ra. Foi escolhida eRt'l d11ta por ser o dia 
do nascimento do genial Rui Jiarbosn em 
1 49 em alvador - Bahia, tornando-se 
mais tarde sem dúvida nenhuma a maior 
express!lo da cultura que até hoje existiu 
em nosso pais. 
Estudou direito primeiro a célebre 
faculdade do Rcile terminando su curso em 8.)2. 
"Desde a mocidade, a começnr pela cam 
panha abolicionista, pois a su~ privellgla 
da inteligêneia e a sua variada e opulen 
ta cultura a serviço de causas nacionais''. 
Na 2.a Conferência Internacional de Haia 
(Holanda, 1907). em que tornou parte, co 
mo embaixador especial do Brasil, foi, no 
tável entre os mais notáveis pelo talento 
e pelo saber. Advogado, jurisconsulto, po 
lítico, orador e polemista de inegotáveis 
recursos. Represento! o 1:>eu Estado no 'e 
nado Federal desde os primeiros IE>mp.;,; 
da República. € um dos grandes classices da l 
gua. Foi membro da Academia Brasileira 
de Letras e seu presidente. É o mais co 
pioso dos nossos prosadc>res e 11111 dos mal! pu/eitc>s 
e opulentos manejadores du nossa lingu 
pois que a sua pena no jornal, nn tribuna 
nos livros. nas cartas e nos pareceres ju 
ridicos deixou cabais exemplos do seu ex 
traordinário poder de expressão verbal. 
Rui Barbosa morreu cm Petrópolis, 
Estado do Rio, a 1° de marca de 1923. Tra 
zldo seu corp~ para o Rio de Janeiro, seu 
enterro foi uma das maiores apoteoses 
que se verificaram na antiga capital. Quan 
do o grande Rui morreu, no dia l° de mar 
ço de 1923, os jornais assim se referiram 
ao fato: 
"Faleceu o maior dos Brasileiros" 
Jornal do Brasil 
''l:!rasileiros em Funeral: Rui Barbosa 
A Apostolo da Liberdade - Morreu 
·•o Combate" 
"A Morte do maior Gênio da Raça: 
Rul Barbosa"- A PAtria 
"Apagou-se o Sol'' - Gazeta de Noticias 
Curiosidade: Rui Barbosa adorava o ci 
nema e ia quase todas as tarde assistir 
lilmes no Cinema 1deal, na rua da Carioca 
Depois de sua morte, e durante trinta anos 
o Cinema ldeal conservou cativa a cadei 
ra em que Rui se sentava, com esta pia 
ca· "Rai Barbosa 
Francisco de Assis Diniz 
Ratlficaçiio Tilulos Terra Fuix11 Frontci:·,1 
Hua 15 de overnbro. 160 
Bela Vista Mato Grosso 
Dr. Ivan Alonso da Casta Marqves 
ADVOCACIA EM GERAL 
Roa Voluntário da Patria, 376. Fone 210 
Mato Gro lRO ) 
1-.----------------~ 
Bela Vista 
SEMANA DO LIVRO 
O livro é um 
dos nossos melho­ 
res amigos. Trans­ 
mlte couhecimentos, 
dá mulor clareza 
ao entendimento, 
nos proporciona ma­ 
iores possiba!dades, 
é um amigo que es­ 
tá sempre á noss11 
espera para nos a­ 
judar. 
Por não eaber 
ler nem escrever O 
individuo muitas ve­ 
zes inlellzmente é 
enganaào e explora 
do. 
Se as condições 
de vida do Analla­ 
l:ieto Adulto ou ado­ 
lecente é para 11s 
suas po.;sibilidades 
de vencer, veremos 
que por não sabe­ 
rem ler' encontram 
uma série de 
dificuldades rara vi 
ver. 
Na atualidade, 
com a descoberta 
TRBTOREST - COMERCIO DE MIIQUINDS E IMPLEMENTOS GRICOLA 
Adubos TAMOIO e inseticidas - 
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da imprensa os li· 
vros toraram se po 
pulares, pois OR r· • 
nuscrltos e o arw !: 1 1 
batismo eram qw..·· J 
no total o muior li- 
vro. A primeira l· :­ 
blicução foi a obr  1 
de Sílvia Lisboa: O» 
servação sobre• 
Comércio do Br~su.,,~.
1 
.. -,, 
De 23 a 29 d) 
Outubro comemora­ 
se a Serr.ana. do B; :i 
sil. 
Sirla :u~!:sA~orrca li 
Escult. 
Do Posto Cultural. 
gzzpE@z@e] 
crístovão , 
de Theobaldo · 
1
/ 
Amaral { 
Lav_a~em _ I , 
Lubrificação ig 
Troca de ÓleJ 1 l 
Rorracharia 11 
Balanceamuelo •,, 
de Rodas I 
Fu Conde dr I 
Porto Alegre s: I 
Bela Vista I 
:fato Grosso 
ter tese eu«alar 
Cr$ 2,00 
r

Bela ViRta • M'l'. 	Tribuna du Fronlelrn 
---------------------------~----- -----------· ·- ·--- --- ------------ 
CURRICULUM Vil E - José Joaquim ferrelrn Souto 
1 
 
j 
1 
~ 
, 
' 
suas tropas e as baianas dos Coronéis 
Franklin de Alburquerque e Horacio de 
Mato!', que u obrigou rnlernar-110 na H.epu 
blica da Bolivin. Por esse merílorio traba 
lho e putrlotiAmo, mereceu os maiores elo 
gios dos seus chefes, do Guverno do Esta 
do e da Imprensa do Pais, noladamonte a 
do Estado de M»to Gros»o 
13 - NeAse ano ele 1927 deixou o comando 
da. Guarnição e recolheu·r-P. ao Quarlt>l Oe 
neral da C'ir. já sob o Comando do Gene 
ral Jose Vitoriano Aranha ela Silva, no 
qual serviu até Noverubro de 1930, qunndo 
r e q u e r e u e x e l u A 11 o do Exer 
cito para tratar de suas atividade particu­ 
lares, sendo-lhe condedld,1 pelo Sr. General 
Ministro da Guerra em 31 de Dezembro 
de 1930. 
14- Como Ex-tenellte comfssionado 
d.> Exército Nacional, pEl.'tencen uo 11.
0 
RCI de Ponta Por!l. Com mais de 12 anos 
da serviço, conta dobrado o tempo de Ser 
vlço de Guerra prestados nos Estados de 
r.t'l', Goiás, Minas G. e SP, comundando 
tropa.em operi.ções no lot.-rior do País; 
15· Serviu adido ao Quartel GenPral 
da Circ. e asi-umiu ali os cargos de Cmt 
da c.scolu, Delegado lilitar de Policia, Au 
xi!iar do Serviço de Engenharia e Secre­ 
tário da Junta de Allôtamento Militar. 
16- Na vida civil foi comerciante, in­ 
dustrial e proprietário de tr&.nsporte auto­ 
motor que fazia transporte de cargas do 
Exército e do Comércio para as guarni­ 
ções e praças de Bela Vista e Ponta Porã; 
17- Ingressou na política quando da 
Revolução Paulista de 1932, tumando par­ 
te ativa no movimento contra a Ditadura 
de Getulio Vargas; derrotada a Revolução 
sobr!:lviveu ás perseguições tenazes de se­ 
us ad versárioti, sofrendo prejulzos econo­ 
micos totais, tendo nessa ocasião operado 
em Bela Vista e região de Plo. Murtinho, 
também comandando tropa na tomada rle 
liela Vista como no atlque áqtJ.ela cidadfl; 
1 - essa Guerra, formou se ao larlo 
do grundt1 U11l. Kllnger que o mandou bus 
car ern sua casa, reveldndo-se de grande 
capacidade de organização nas missões 
que lhe fura confiadas, nas quais demons­ 
trou sangue frio e grande poder combati­ 
vo; 
19- Em HJ33, depois da anisti&. do Gover­ 
no didatorial, ajudou a organizar, em 
Campo Grande, o P11rtido eonstitucionalis• 
ta fundado pelos companhsiros de luta. 
Dr. Oolor de Andrade, Eduardo i·Iachado, 
Manoel Joaquim de ~1craes, Laudelino Bar 
celos, Ulisses de Lima, Leonardo Corrêa 
[autenomista] e tantc,s outros companhei­ 
:,:os de jorn11da democrática que eram va­ 
lore« da época, mais tarde aderindo todos 
a Aliança Libertadora Nacional, chefiada 
por Antonio Carlos de Andrada, de MIas 
Gerais; 
20- Em 1934 transferiu definitivamen 
te sua residencii. de Campo Grande para 
Hela Vista, onJe montou industria de ma­ 
deiras com serraria, carpintaria e constru­ 
ções, tomando parte saliente nas constru­ 
ções· do Colégio Sto. Afonso e Hospital S. 
Vicente de Paula, tendo dedicado a este 
seu maior interesse; • • 
... 21- _Em 1944, tendo vecdido sua má­ 
quinaria a CER-3, foi seu Diretor na indus 
tria ali monbda, tendo tarnbem fixado em 
N1oaque • industritJ. de serraria própria parà 
atender a construção do quartel do atual 
9 G.A. ali sediado quando então montou 
e instalou luz elétrica na cidade, ainda na 
époea do Territorio de Ponta Porã; 
22- Ainda tiro Nioaque, em 1945. fi­ 
liou se á União Democratica Nacinnal, a 
cujo partido esteve ·ligado atê 1966; 
23- Ainda na UDN foi candidato elei 
to vereador no quatrienio 54/58, nesse a­ 
nu db 1~58 101 candidato a deputudo á 
A~s,l'lmb1éi:l .Legislativa do E:'Lado. pelo 
mesmo Pa rtldo; 
2.4- Em outubro de 19G1, foi nomea­ 
do Delegado de Policia d., Rela Vist>1, 
deixando o cargo a 30 de Janeiro de 1963 
pi ss,mmir a função á Carnara de Vne:i­ 
dores de Bela Vista, pur ter sido eleito 
pela 2. vez ninrln nela UDON, fo: Pr si!e 
te do Dlretoriu ,Iunicipal do Parlidt, du 
rante 2 anos; 
25- Em II de Novembro desse uno 
d.· 1953, foi nowl'laclo Promótorinterino da 
Comarca de Bela Vista, carga que exer­ 
ceu até o dia 2 de Fevereiro de 1966· 
26- Atualmente pertence ao Di~etó­ 
rio Municipal da Arena. do qual foi Secre 
Naclonalidu<le: Brasileira 
Naturalidade: C/'ceres-ilu to Grosso 
Nasceu em: lG de Novembro de 18!lli 
Estado llvil: Casado 
Flllaç1o: Antonio Theodot·o Ferreira Souto 
e D. Paulina da Costa Souto 
Profisssão: Atualmente funciouario civil do 
Est. de Mato Grosso. Sec. da Fazenda. 
Instrução: Curso equivalenla ao 2° grau, 
do 1:01. São Luiz, dos Padres Franclscuuos 
(8eu maior conhecimento foi adquirido no 
Exercito) 	• 
1 Sendo de familia modesta, muito jo 
vem ninda começou sua lula pela vida 
njutlando seus pais; inicialmente na indús 
trla m,Hlere'.ra e rle construção. 
2 • N11 sua infanciu pobre fêz os cursos 
de instrução que naquela época correspon 
dia ao 2 grau utual, conqui:tado uo Colé 
glo São Luiz cios Pt1dres Fronclscunos e 
outros particulares, vindo a (aproveitar) 
aprimorar seus conhecimentos quando uo 
Exercito Nacional. 
3- Aos 14 anos começou sua luta pela vi 
da, para ajudar a familia, escolhendo o ra 
mo profissional da marc ·narlu e constru 
ções: 
4 • Foi conscrito do Exercito em 191 , ser 
vindo no 13° R.l. de Corumbá. Posterior 
mente snrgento depois de meses de pra 
ça e C0'1curso regulamentar, passou a ser 
vir no Quartel General da Cie. Militar. no 
qual teve a oeu P.ncargo funções de res 
ponsabilldu de; transferindo-se com ele p1 
ra. Campo Grande em Fevereiro de Hl~I: 
5 - Depois foi transferído para a Artilha 
ria, Rervindo nv 5.o G. 75 de Campanha. 
sediado em Campo Grande e finalmente 
. para a cavalaria, incluldo no 10.o R.C.I. 
em Abril de 1922 
6 • Tomou parte 11tivn 0(>SSe me ·me• ano 
ao lado do Governo Arhur Bernardes con 
tra a Revolução da Escola Militar e p:J rte 
da Guarnição de Mato Grosso que acom 
pauhou o General Clodoaldo da Fonseca, 
lendo papel destacado na contra-revolta, 
recebendo do General, já preso. os maio 
res elogios e incentivos ao respeito às íns 
tituições nacionais, como Y .nha fazendo; 
7 - Perttuceu no , 2º Esq. do 
10° R.C i que tran;;ferldo Pm 1923, , serviu 
de ·oucleo para E orga_nização do então 
UQ R.C.I, hoje liº R.C c..l :! Ponta Porã, ainda 
no posto de 3° sargento; 
8 • Nesse Regimento fui suce_ssivamente 
promovido em 19i>4 2e ' sargento no 
curto espaço de 3 mes ·s durante a revol:i 
Ç!io Paulista: 
9 • Em 1!)25, no mês de Janeiro foi prómo 
Vido a sargento ajudante por inestimaveis 
serviços prestados ao Exercito: 
10 • , t;, e 1G de Maio desse ano, defon 
deu, na Cabeceira do Apa, com alguns 
companheiros, o Depósito volante do Regi 
lUento que foi abrutamente ata"ado pela 
Col de Cavalaria do Capitão João AI 
berto, merecendo, por esse 5ato e outros, 
Promoçã.> a.u oficialato, por ato de bravu 
ra, viucto a ser, então, 2º Tenente em co 
tnlssão proposta do Major Bertoldo Klin 
ger, Cnt. das Forças em .Operações • uo 
Exmo. General Alfredo Melaa D Angroae, 
Qmnt. da Gü-cunscriçiio Militar d.• Ct1rupo 
Graude, homologa/a pel Sr. Mi+istro da 
Guerra· 
ll - Chama lo a ordem deste General ao seu 
Quart,. l G,1!. eu: Julho de 192.'>. u~surniu o 
comando clt! numeroso contingente que o­ 
l>erou cc,11tru a c,;luna de Luiz C!lrlos Pres 
lt•s QUt- iucursionavu no interior do Pais: 
l2. De Juuelto de 1926 a Junho de !927 
foi cornund!rnte d,1 Guarnição de São Luiz 
de Cáceres, organizrndo uli, a resistencia 
e defesa. ela cidade por ordem do Coman 
,lo da circunscrição e apelo do Governi:­ 
do Estado, contra a coluna Prestes que 
tentou ameaça-la. sendo derrotado por 
tario na estão ps+ada; .. 
27- E atualmente funcionario ivil 
da Secretaria da Fazenda do Estado de 
MT. lotado na 10.º Delrg-aela Executiva 
Regional da Fazendo, com Séde em Potu 
Porll; 
28- Em Mato de 1925, conquistou a pro 
moção uo ofelulato, em comlssão. "Por 
Ato de Bravura" na batalha da abeeeira 
do .'po. nos dias I» e I} dese mes. 
2G - Ao ser dispensado do Comando de 
Forças Putríóticak de Cúcerei<, recebrn a 
serruinte citação tlogfc•sa, puhilcaéa no jor 
nj ·o Democrata", de 78 de 2 de Ju 
uho de 1!)27: (,Jornal pubJicado em Cui:!b1) 
Um Documento Honroso 
Apruz-nos inserir m novsns colunas 
o Boletim do ''Des:ue,1meuto L• ste" reto 
rente ao destemeros e distinto cotado 
uno Sr. Tem nk Ferreirn Sc-uto. 
Nos momentos anustioos de Cácres 
Yoi ele o pulso forte e inteligente que 
guiou st1biamenle aqut>l<-' punhado de bru 
vos patriotas cacerrnces. opondo resistn 
eia e perseguindo os 1ebeldeR de- Pn !:!les, 
correspondendo assim, ao aµ.Jo então l'or 
mulado pelo benemerito Governo do Esta 
do em defesa das ir;stlrniçõ i:; rt'publitio 
nu e do susego da fut.ilia magros 
ense. 
O Sr. Tenente Ferr, Ira Souto, l , ,1 'J 
em tão boa hora, no comando dus Ir€as 
patrióticas de Cáceres, pelo Exre. :r. 'Ten 
Cel. Sampaio, se portu tão glhurdu e 
bravamente naquele posto, que o i;t'U no 
me se lmcreveu na füta dos patriotos 1.,t:i 
recedores du gratidão do povo matogros 
sense, e especialmente d+ fanlla caeeren 
se bem cvmo do Exmo. Sr. Dr. :Ta!Ío Cor 
rê~. São estes, os termos honrosos do 
Bolet!Ul: . 
"Boletim nº 8-1, do Destacamento Leste 
Guarnição e fronteira de 0 Luz de Coa 
ceres F.O. em Mato Grosso - 23 tle Abril 
de 1927. 
Vil - Agradecimento e Louvor - 'fendo si 
do extinto, por ordem rnpe1for o Grupo 
de Patriotas dP.i;ta cidade, cumpro o grato 
dever '1e 11gradecer o 2° Ten. em comis~ão 
José J. Ferreira Souto, ex comanJante 
daquele Grupo os inestimáveis serviços 
que prestou à legalidade, de um modo ge 
ral, e em particular a este Cl
1mando, á 
frente daq_ueJe.; elemeutos que reuniu para 
defender a familia e a Hepublica. 
E louvo a sua itude de Oficial ín 
teligente e de iniciativa. de vontade e ener 
gia, revelada nos momen:os criticos de Cá 
ceres quavdo se houvu na altura dos mal 
ores elogios, fâzenc'o-se credor do ótimo 
conceito dos chefes, particularmente do 
Exmo. Sr. General Cmt. da Clrcum,críçâo 
Militar, como tive oportunidade de E:entir. 
Que o referido oficial prosi.-iga na sua 
carrelr a com o meRmo entusiasmo e dedi 
cação, trabalhando pelo -Exér~ito, como 
vem fo.zendo, deixando eloquentes traços 
do seu trabalho-· honesto e inteligente algu 
rua.-: vezes anônimo mas poo~lsor. Cap f'in 
to Pacca; Comandante. Confere. (a) Gusta 
vo Muller, 1? Ten. Fiscal". 
Bela Vista, 9 de Outubro de 1976. 
José Joaquim Ferrc,ira Souto 
N.o 2.109 - ARENA 
Po-<ler 
Es!. de Mot:> C;o.;;<, 
Comarca do B. Vista 
Cartório do 2 Oflo 
Edital 
O rir. 'ali.-r ],,.{> l(,,.!·ri 
u es Contrrena Juiz de 
llin·ill• ,la (,(Jlllll<I'~ clr 
Deli Via, E-t. de IT. 
na forma da lei, ete. . 
FAZ SABER a 
todos quunto o pre­ 
senti' Edllul virem 
ou dele couhecimon­ 
to Ih ('J'(}]ll que, ll!l 
i-úde dl!sle ,fulw, no 
E llíleio do l"orum a 
Sal das Audr·nela, 
no rli 1 09 de novem 
bro de 1.976, s 9,00 
horas, o Sr. Portei­ 
ro <.loH ;udJtódoi; 
,Joi1o llilurlo Pereh·n 
levul'cl u pdmolrn­ 
praça dos bens pe­ 
nhorados na Ação 
Ordinária de Cobrança, 
requerida por Indústria 
Aro Pecuítia, contra Ma 
mel [a ero ano, en 
frite pio I ui z o 
de }r e - i d «e n ! e 
Venceslau, E-ado de à » 
l'uulo, e par',, ,., rnll/,1 
·,uda praa dei,gnuo 
o da) e teubro 
de 1, . s u) hora·, 
no mreno local, para o 
eguit,te b.o pt.«it+to' 
do; lôo (dou.s ii e 
trezentos t +eis) l.tua 
res de terras pastais e 
lavradia·, na posse Mor. 
rioho, clcntro cl<Ja limites 
da antiga Pose Ití, que 
l<'rrt r. ('oufi:;tlrução ele 
um pligno irregular de 
,idamente reg.i•trndo no 
legistro de Imóveis de- 
ta comarca ob n.o. . . 
t6.09'2. fl•. 126,'·li,·ro 1-1. 
e aniliado por ·;ciEcen· 
tos e cincoenta e tre 
mil cruzeiros .. , . (CrS ... 
65.3.000,00J. rnlor por 
quanto ,erá le,ado a pru 
ça pi St."r arrematado. pi 
<Juern rnuior oferta oferc 
cer acima da avaliação, 
sendo feita a venda à vi» 
to, ou mediante fiador 
idoneo pelo prnzo de 
Ire,; dias. E., pi <JUC uin­ 
guem alegue ignorância. 
expedi o preente Edital 
que erá publicado ua 
Imprensa Oficial do E­ 
tado e duas veres em jor 
na! diário, no forma da 
lei. O que Cumpra cum 
inteira obscnãncio da.s 
prescrições le:;uia. Dado 
e pasado nesta cidade 
de Bela Vista. Est. de }l'f, 
aos dez dias do mês de 
••lembro do ano de mil 
nuvccentos e Eetenta. e 
eis Eu, Goeth Escobar 
Nune::, Escri ,·ão do Se­ 
gundo Oficio, o fiz doti 
lografar, subscrevo, dou 
fé. 
Dr. Valter José Ia­ 
drigue8 Cootrcra 
Juiz de Direito. 
para vereador 
Oscar Ferreira Leite 
ARENA 2303 
Caracol 
J 
• 
e 
-

Reis Vl11l.a - Mt. 
Tribuna da Froolelra 
LOTERIAS 
Os cuntadores do nordes- 
t.e brnellell'O costum11m rrpt,lÍl' eata estrofe: 
Pedir dinheiro emprestado 
A qul'ID uão tem um vintém, 
E' fazer careta a cego, 
Corrl'l' nu frent<' do trem, 
Sacudir pPdm na lua ... 
Esperar por quem não vem. 
Este "esperar por quem 
níio vem", llternlmente quer dizer: esperar 
por quem não ficou de vir. 
Quem quiser dar-se ao 
trabalho de aplicar dentro dos números 
de loterlt esportiva o cálculo das probbi 
1ldade11
1 
concluirá que é Inútil tentar acer­ 
tar, porque 1 posslblllducle evidente é de 
16 acertadores pbrn 35.000.000 de apoetado 
res, isto é , de "erradores". Por isso que 
hà quem diga ser a loteria espurllva a 
manelt·n que o govarno encontrou de co­ 
brar Imposto de renda a quem está Isento. 
Como os rios só correm para o mar, po­ 
de quem quiser vo1 lhcur que, mesmo na 
loteria estadual, ou ainda na foderul, só 
ganha quem e, rleo. Ou, pelo menos, quem 
não é pobre. 
Mas vivemos na doce llu- 
s!io de um dia ruturar o "bolão" da es­ 
portiva. Está bem coerente com no sa for 
moção mental, o negócio do brasileiro é en 
rlquece1· sem tTabalhar. Todas as semanas 
milhões ele b~lll,lleiros clesenbolsam diuhel· 
ro, para encher a conta-corrent1:1 de uns 
lnslgnlflcanteti feliz11 rdos ... e os cofres 
do próprio governo. Acertar na esponiva 
é tilo difícil que nem mesmo os que a I· 
deallznram, dentro de um sistema de rac,o 
cinto e de cálr.ulos profundos «coplaneio 
80 % da loteria esportiva da Grã-Bretanha. 
porque no Brasil "adu se faz, anda s.., 
cria, tuto se copia», chegam perto. Todo 
mundo faz onze pontos. Minha mulher, que 
nunca foi a um estádio - porque elo. tem 
o que fi.zer em casa -. todas as 11ema· 
nas faz 8, H, 10 e 11 pontos. Os l3 ponto,;; 
que é bom, bulhufas! Cadê os "exportes'• 
do "esportt> bretão"? Será que os cobras 
não chegam nem perto? Cadê Vicente Feo 
la? Os cartolas do Rio e SP'? hlf1rio Amé­ 
rico «que sabe de tudo», Jacinto de Tbor­ 
mes? Joil.l) Saldanha? Armandinho Marques 
(ai, ai!). Cadê os Juizes? Os comentaristas? 
Sllveh·a Neto, Osvaldo Viana. Cadê 
Pelé'? Onde estão o· trl-cumpeões? . • • se 
rá que ninguém acerta?.. • 
O diabo é quem vai nestt! 
As casas lotéricas vivem constantemente 
cheias de apPstodo1 Ofl, cada qual o mais 
sabid • No domlugo. est1lo totlos com a cn 
ra de André. É melhor pegar este dinheiro 
e beber cach..1ça. ,si:lm, prlo menos, os 
perdedores da esportiva estão Babendo p/ 
onde a grnna vai. 
Hoje, dois casos relaclo 
uudos com lotel'las: 
1%)- Uma velhinha cha- 
mada Mary Brown (Maria Marrom). por u 
ma desta11 guieadas doltlns do destino, 
"arrastou" o premio maior da maior lote­ 
ria dos Estados Unidos, em Marylund, o 
dia 19 de dezembro do a!!.0 pu6aado: 6 mi 
!hões de dólares, ou ~ela, cerca de 4'2 rol· 
!hões de cruzeiros novos, ou, ainda, 4.2 bi­ 
lhões do11 velhos. 
Mrs. Brown, com 77 anos 
de idade, nunca havia comprado um bilhe 
te de loteria. No dia 14 de dez. comprou 
o de n.
0 09234256, série J. ão deu outra 
coisa. E tanto dinheiro que o gov. norl1 
americano tomou a lniclailva de pô-lo sob 
sua custódia, no General Rank of Washin­ 
gton. Para que tenht uma idéia do vulto 
desta lmpo1 Ulncia, basta dizer que, só o 
juro, na basa de l,87 %, dá para comprar 
por mês, setecentos outomóvéis Chevrolet/ 
75 {uo preço de Detroi). 
Perguntada na TV-NBC 
de ova Iorque, se tivera algum palpite, 
a velhinha disse: "Eu sonhei que via so­ 
bre um altar um candelabro com sete ve­ 
las. No chão, havia mal? sete cnndelabros 
lgu11is. Aí eu multipliquei: sete vezes sete 
cincoenta e seis (7 x 7 - 56). ai de casa 
e comprei um bilhete terminado em 5G. 
Foi só a conta ... " 
- Aqui também é o ca 
so de 8e dlztJr: a velhinba só acertou por 
que errou a multiplica o. 
2º)- Anna Vago, caixa 
de uma firma de Milão foi condenada a 
dois anos dA prisão por ter desviado l'), 
milhões de liras da fima em que traba- 
lhava. Interrogada uo t, llmoal, Aunu con 
fessou-se uma grande zarada, ois a dois 
anos começara a desviar quantias do cai­ 
xa, a fim de apostar no n.o 71 d,1 lolc-ría 
Italiana. Aos poucos as apostas iam en­ 
do uurnentudus grudutivanH
1
utc-, IDLLll o 71 
jamais deu o ur de sua graça. No dia 
guinte á prisão de Anna, não deu outro 
bicho: lá e tnva na luterla lt11llrurn o ei;­ 
píl'lto de porco do 71 .•• 
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"As opiniões emitidas no rtipos asina 
dos não representam o ponto de vista do jornal 
podendoser até contráriasa este. As opiniões do 
Jornal, acha-e xpresa_nos Editoriais e no 
comentários nlo assinado 
Tribuna da Fronteira" é uma publicação 
da Empresa Grafia Tribuna da Fronteira 
CGC. MF, 03.201.24/ 0001-90 Ir, 13059234-3 
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Pedro Pedreira 
o 
Uel Jacques, de Bonito, eslâ. upohrndo 
a candidatura de Jol'l.o Al-ves de Arruda e 
contando com o apolo do ex-governudor 
Pedro Pedrosslam, lnroriuou 11 nossu repor 
tagem que os cnndldutos rla ARENA (Pa 
dre Rooswelt e J oslns Pinheiro) não estão 
oonduzlndo suas campaahus dentro da li 
aura e da harmonia tão solicitada pelo 
pre~làente Oelsel". Disse Llel Jacques que 
li ARENA I perdeu a oportunidade para 
ficar calncln, pois foi devei us infeliz ao tra­ 
zer elementos de pomm bagagem polillcn e 
alguns selil nonhumo pnra dar-lhes apolo 
nesta campanha e com isso trazer mais 
votos daqueles eleitores conscienciosos 
ainda Indecisos que não admitem a Fal 
eldade a Pobreza do esplrlto e o pranllo 
de ódios emanados naquela ocasião" (um 
comicio) 
Comício 
Armas ... 
A 
Prefeito 
Armas ... Armas ... 
Vitória 
••• 
Os dois primeiros lugar, no torcio de P"! 
auedi»mo, realizado em Goiânia envolvendo cidade 
h lei16 Centro Oeste foram conquistado- pelo 
iiá Piro@urdi·m rui de Capo Grade- 
Após a exibição de liversas provas o_t! 
Li d sou Filho concuiu a la Clarificç+o 
trazendo troféus pra o conceituado clube e culhrn 
do aplauso de míilbsre· e milhares d _P"""_r 
5e11tes uo arródromu de Gurnnrn nuque e om_,ni;o 
I 1 
., 9110 76 O Clube de Parnqued,nuo 
ensolarado d s '· • I 1 "· • Mf 
Á uias ele Campo Gronde é liderado pelo a)or ' 
á da Aeronáutica Iubens Marques do janto. 
Mas. ■■
E Polilica ... 
0 Major Santo« é, ainda, pessoa influente na 
sociedade campograndene e conta com diros "!! 
tos ,le parn~uedat em ulto-mnr paro c_fetuur 11_tr11 1 
mentos médicos urgentes como cirurgias delicadas 
pnrtos .,,e.. 	• 1 
Exibiram-+e em Goiânia os seguintes atleta%. 
Mujor Hubens lorques dos Santos, Lmz de Sou1.a 
e 
O prefeito LIEL está revoltado com a 
vlndn do ex-Governador Fragelll, do depu 
lado Figueiró e do ieador Canale que 
prestigiaram um eomlcio do Padre Rooswell 
e segundo Liel" atacando e de ·merecendo 
sua administração e o candidato que a 
pola". O ex-governador Fragelll disse Da 
oeasll!.o "que o pove não devia ouvir pro 
messas de pretensos candidatos ac Gover 
no do Estado e que deveria spoiar o Pa 
dre Rooswelt que representa o governo do 
Estado". Ouvimos a fita gravadll do discur 
so e lembramo-nos das palavras do presi 
dente o. respeito das sub-legendas, mas. 
em Bonito. parece que "a luta é de vida 
eu morte", ... e são todos da Arenu ... é, pois é 
e-e@ 
Quando falamo que o cidadão d(we 
_ ter "armas e bgagens" para entrar na po 
lltlca, falamo11 nas qualidades morais, no 
espirito civico, nu cultura, e não nos 38, 
32 EI demais calibres. Em Bonito presen 
clamos o "inicio de uma posslvel bata 
lha campal"' (sic) Bnrbaridade8 divergências 
que só poderão causar uma Drástica atitu 
de das autoridades se continuar este esta 
de de celsas. Conversando com "pacilícos 
moradores. senhoras e elementos alheios 11 
polltto.1a, os mei,;mt,l! aolicll11ram que, por 
intermédio destn coluna, en viássernos um 
apelo a.o quartel de Nioaque para "in. 
terferlr em Bonito e desarmar os violentos" 
Coordenacõo Estadual Mt. • Sul 
Ao: Redntor-Cheft, do J oro ai Tribuna da 
P'rontelra 
Assunto: Esclarecimento (Faz) 
r. lledator Chefe 
Seoi.Io o Mobral um órgão prioritário 
do Governo Federal em que o envolvlmen 
to e a particlpaç!1o comunitárias são mo 
13s propulsorl!11, t-l•ntimos, extraordmarla 
mente ao ler a publicação do Sr. Altevlr 
Alenc~r, que, talvt-z sem má Intenção, 
destruiu uma consciência de há tauto tempo 
construida. pusso a passo, pela comlssllo e 
pela imprensa nacional nesta cidade. 
Et1tam0t, ultra.passaodo a marca do 
50 o/o alfabetizados. c.sse residual, po 
rém, está diíici:imo de se atingir: são re 
sisteotes em vários sentidos. Diante da 
mensag<'m d J oublic ,çiiu altamente "moli 
vador" temos quase certeza que não te 
remos mal.- alunos ero nossas classes, coi 
F n ba lante 'interessuate' para o desen 
vclvimento de nossa terra. continuar com 
20 o o de anatrabel<•s e marc:ur passos. 
Diante de tudo Jsso pedimos a V.Sa 
que publique a matéria em a;:;exo a este 
com o titulo em tipo garrafais, para que 
se restabeleça u imagem embssada. Fa 
zer também outras publicações nos próxl 
mos números. E prefc-rivel não public11r na 
da do qne de!'trmr um trabalho de alta 
responsabilidadt> t> de grande dimensão 
num u c3munidade. 
Acreditamos plenamente que órgãos 
de comunicação te como objetivos firmar 
uma consciência educativa em nosso povo 
e não l'lmbassá-la, como foi o caso. 
Certos da compreensão de V .Sa. 
e de nossa prl'locupaçiio em mE>lhornr o 
p11drüo cultural de no,;so povo, 
Atenciosamente. 
José Ronaldo Teixeira 
Agente de mobilização 
Nota Oa Red. Pro1:urumoe, sempre. dentro 
possivel, colaborar com o Mobral O artigo 
cotado (crônica de Altevir Alencar) é de 
sua inteira responsabilidade. Quanto as pu 
blicações para ·•restabelecer a imagem em 
bassada',, o próprio Altevir se encarrega 
rá disto, pois, temos absoluta certeza, não 
foi sua intençiio ferir o i10BRAL. Repeti 
mos dentro do possivel publicaremos as 
matérias oriundas do MOBRAL. 
se ganha nas urnas e não a peso de 
ameaças e violênclus. Vamos mostrar que 
aomos civilizados o que estamos prepara 
dos para exercer o nobre direito de votar 
"Paz na Terra aos homens Je boa vonta 
de" ... ~ue os politlcos bonitenses meditem 
ll respeito e peasem em suas familias ... 
[é, o negócie é apelar para o ALTO, pois 
cá embaixo a situação está quente... em 
Bonito ... ) 
TIi ft R 
Filho, Djal Guieira, e como auxiliar d terra o 
J
·onru Cl,íudin l'er.-iru. . . • 
 
• • ,,,. "·,nd~ com o ,l111u1111•t110, ►1111 
' tqupe o» 4 a 	• e S 
atia e dedicação da e»posa do Major banto». 
',, 	, -5 0leira dos Santos que sem medir 
nhora ara ' , ';j,o o sues,o do 
forças incentiva, apoia e abra com ,, 
clube que, inclusive, conta com diveros integrante> 
do ruunic-ipiu de llelJ 'i,ta. 	l 
O próximo tornei«, que terá como palco a 
ridad.- de Cuiah:í, no período de ll a 2l de derem 
1 
d 1976 rontorú com atletas do Clube de Para 
ro e { 	t,, d ·peclalente 
quedismo guias de tampo +rand· {], ol ·i 
o Major Santos e esposa, Senhora, laria Irra 
dos antos aos quais desejamos que sintam noa 
mente o sabor do sucesso e o goto da vitória com 
o seu ' Struto Cloud" multi-color. 
- 
CARA A EDAO 
OB éfil 
Senhor Diretor 
Em resposta a Crônica feita ao 
Mobral pelo ilustre Poeta e Prof sr. Altevir 
Alencar P.stou envlalldO e la para que o 
r. Publique em seu emanárlo-­ 
Conhecedores que somos dos méritos deste 
grande poeta que temos em Mato Grosso, 
em loaque propri11mente dito., 
grande professor que . ja 
nos serviu como colaborador em mmtas Es 
colas e jornais conforme vermcamc,s na 
Edição do Correio Jardinense N 10, além 
de muitos outros beneficios que ja trouxe 
a nosso Eatado. 
Fic11m0R isurpreendidos e nilo, pudemos en­ 
tender o porque da CHÔ lCA tll.CI co_ntrá.ria 
ao Movimento Brasileiro de Alfabetlzaçilo­ 
Fundaçilo Mobral. 
Ao ler a ja referida crônica· duas 
perguntas nos vieram n mente; A lº - O r. 
ALTEVIR é da ARE A? Ele gosta de igno­ 
rancia.. Porque? 	Talvez 
por que não possa entender certas coisas 
9.ue faz ou virá a razer como Prefeito. 
E ilustre poeta não sabemos, não sabellios 
usar o palavreado que o r . é capaz, 
talvez por falta de oportunidadti de conti­ 
nuarmos nosso Estudo, mas vamos dar 
primeira oportunidade aqueles que vivem 
na Escuridiio da Ignorancia, vamos esten­ 
der a mão u esses irmO.us que até aqui 
eram obrigados a acreditar no que lhes 
era dito, a sujar dedos como animais pro­ 
vando ar.sim estar de acôrdo com algo 
que nem sequer conheciam, queremos crer 
que o nosso Ilustre Literato ní'l.o conheça 
fundo o que seja Mobral, pois caso con­ 
trário- não teria jamais deixado publicar 
tamanha prova. ou mesmo que tenha esc. 
tal CRÔNCA sem refletir, o que de fato acha 
mos lamentável. A CRÔt ICA UM TA TO 
PITORESCA pode ser inofensi-va pllra nós, 
mas quantos não ficaram receiosos de se 
afastarem de seus lnrea, quando hoje ja 
nos achamos muito distante do tempo em 
que os Homens eram meros Cães de guar• 
da como quis fazer crer o Sr. ALTEVIR 
a atilt:de correta. Rabemos nós todos, os 
brasileiros, que o Mobral é um doi maii,res 
Movimentos ja criado pelo Govêrno . 
Movimento ete que apesar de toda 
assistência dada, nesceuita, ainda da co­ 
laboração de todos nós, e peosãvamos 
que o Sr. ALTEVrn. seria um grande in­ 
ccntlvador ao povo de Nioaque, onde reside 
atualmente, para que fossem aprender 
pelo menos um pouco daquilo que antes 
não tiveram opartuoidade mas lofeUzn.ente 
o que vemos na Cronica do Sr . Altevir nãc 
é nada daquilo que esperá"amos, lamenta- 
mos este gesto INVEROSSIMEL contra o 
Mobral desmerecendo assim o SACRIPIC'IO 
E ESFORÇO que todo povo Brasileiro vem 
prestando a eeta Nação . Esperamos since­ 
ramente que o Sr. dedique um pouco de 
seu tempo par estudo desse assunto 
que infelizmente parece d .. sconhcer total 
mente 6 significado. 
Para realizar então nove. Crônica 
dizendo tudo aquilo que esperamos de u 
m I pessoa inteligente. 
Alvaro Pereirn 
Supervisor de Area do Mobral Mt Sul 
Voltando ao prefeito Liel Jacques ... o 
homem fez boa admlnl-:tração .. uma das 
melhores do Sudoe~te ... ~em recursos cons 
truiu escelas, pontes, estradas vicinais. u­ 
ma bela Praça pública, cAnseguiu convênio 
com o RNH e jé está em plena Execução 
b. coa,truçll.o de 200 OIStts ..• é, pois é ..• e 
aln.da por cima ... apoia o lider Pedro Pe 
drossian... e como apoia ... 
Bela Vista 5 X Miranda 1 
Domin:;o p.p. se confron"1r:i.m no Es"1dio 01.á­ 
vio Fontoura, pelo CnmpennaLO Euadual de Amado 
res, ns equipe• da deção Je Bela Vioa e de Mimo 
dn. Vindo de duas derrotas. frente ao oroeste de 
:quidnunna e E C. Jardim, n seleção belavinense en 
uou cm cnmp'1 com firme propósi10 de vencer. As 
derrotas não desmereciam o trabalho de Kaliíe, pe 
la renovação que impô, cm no1so selecionado, e o 
seu trahalho foi corondo de hilo pela espetnculu 
vitória contra .lironda. Venceu Bela Vista e ,·enccu 
bem: 5 x 1. No primeiro tempo sentimos que a "ga 
rotada" de Bela Vist.n poderia ganhar a partida, ven 
ciam por :!xl c a equipe de Mi4da, com dois ou 
três jogadores bons, não suportava o ssédio cons 
lante dos atacantes belavistenses. Para o segundo 
tempo. Kalife pediu mais agressividade e os "meni 
nos botaram pra rolar. Os ;olo, forem saindo nor 
mnlmcnle c-om a plateia vibrando. e o final só po 
deria dar Bela Vim, na cabeça. Foi uma vitória da 
tranquiliclaile e da RAÇA. o que foh.ava ao time 
de B,la Vist:i. De.iacnmos o trabalho de Kirit6 na 
meia cnha, de Paulista (desta vez jogando mais pn 
ro o time), Toledo (que parecia uma muralha na de 
Í<"•al. Uaiano que cnlrou no segundo tempo e eoor 
denou a defensiva e Detinho que entortou os miran 
denses, 
Senador Salda- I 
llu Dc.r .li, rf'lntor "ª 
'omissão do Fino- 
ças do Senado pro 
vou empréstimo ,-,ult 
dlado pt>lo Govorn1i 
Gurcla 
1cto, do d, 1. 
milhões úl' d6lu1 l'e. ' < 
O Parecer do e­ 
ninente Senador rnu 
togroFseosc, roJ)J ll­ 
"entante da AllE1A i ·r 
foi de tal enverge' 
r,.1 que tr,in~fo1u11,u j 
11 ::5ess1lo rlnquoh 
Comissão num me 
morável <Ji!(CIIBtlh<l  
onde prevuleceram 1 
o Interesse e o pa­ 
triotismo do Rel11tor 
Salà11nl1n Derzl... 
Sua Excelôncla 
0 
8enlidor Saldanb:.t 
Derzi, mais uma vez 
deu mostra de l 
empenho e deu i;1•u 
intere se em dota,· 
Mato ürosso de i 
maiores recursos pu 
ra a grandeza o o 
progrestiO da Tt:rr:: 
que representa com 
tanto brilho. 
Candidatos 
da ren 
DE BONITO 
João Alves de Ar­ 
ruda- para prefeita 
y21224D 0%025 
Oreste Flores - 256;.) 
1 
Manoel Ferreira de 
Rocha 2593 
Jurema Ferreira de 
Jesus 2510 
Afonso Ferreira -2511 
Gabriel Assis • 2535 
FRUTAS 
J 
Apenas 2 por ccn 1 
to de cajú e manga. j' 
plantadas numa exrtenão 
d 200 kns de Rodovia­ 
Cuiabá-Sant.arém traRS • (' 
formoram se em árvor,· ! 
e estão florecendo. A in 
formação é do eowandan 1 
te do Nono Bat"'1hão de f 
Engenharill e Con1tn1· j 
ção, corone.1 Isll!IC Suker / 
mano, ao falar obre a 
Campnnbn do Caroço de J 
Manga e Cajú, ln da [ 
há quatrn anos atráF pe· 
la sua corpontção • e coI 
tou com a participã 
dos aluno., de todos 9 
estaheleciwenlos de ersu 
no desta cidade. Segundo 
de !l cau•a do peque:w 
aproveitamento das ír 
res frutifers se deveu 
depredação das mera 
por parte de várias pe' 
soas que infelizr1«n!' 
não tem e,pirito de C1 • 
vismo e noção obre " 
import..:inria dn con-rr'"-'
0 
ão da naturrz.a. 
r 
tu