-------- -----~-~ 
lsEMANARto 
INDEPEND!:NTE 
fundador o 
Diretor 
Rcspon,6val 
tval!lo l'urclra 
.1.- 
Jra! na «ol 
• lírnlt. .. o infor 1 
mor, 6 oplnoti 
vo também' 
±LA /ITAN 
f+to Grosso 
AO ! _o "!! .• e_sta. Z_e_Or"2_! !7%._"Y_!'g E!!y_±g!3r rs 2o- ato 2»27 
.- 
D 
lW 
Pnru mim, u parte divertida no Cristóvão » assinatura do contrato para o 
jornalismo é possuir um jrnal. Principal- INTEHUllBJ 
1
0, até boje 1urta. Prorne.,:sas 
mente no lnt11rio1·. Gtralmente, •· os donoH (• mais prome~sds que 
du poder", no Interior, se julgam OH todo O povo esta cnsado de escutar e qur• 
poderosos. E'llilo ucimu da VHdado ~. UH AGO~A Sl'rão cobrndu:i pol!l .. demos tem 
vezes, süo os "exclusivos donos da verda po no tempo e agora O próprio tempo es 
do'', Nós, da lmprenHa, rom multo orgulho. tá colmHidu .... OBRAS ... O!:Hl.S ... Volt:rndo 
,·!vemos o dia u dia dentro de urna real! 111, a!'sunt,,: p1:1rn conhecer 08 colabarado 
dade que captamos m>1is facilrnent-', nllo por res do jornal, mesmo os qu(• usam p,eudô 
n:irlros, mos p,•r um:i lnluiçiio de.-envolvidu nl> nlmo, basta cuv!ar uma c;.irt,., à Redaçã11, 
coat>1lo com pessc,at:1 e fulos que fazem as que se encarregará de dizer o nome do 
drl!ch,ls do.cotidiano. A estória da T'RIBUt A articulista. Quanto a l'e~posta do senhor 
a!nd!I vu! ser contadn. Geralmente, quan prefulto, infelizmente, temos que r.C'olrudi 
de ulguém busca desmerPcer e clei:prezur zP-lo, é dificil mesmo falar com O l befe 
um trabalho, este falo é sint:!mlltico: úo du hxt>cutivo. Eu tenho provas disso. Qua 
conrnguinc!o atingir a Instituição parte pa tas v('zes fiquei das às 1l horas aguar 
ra 
0 ataque pes;nal. É cômodo l1 fácil. Se dando para ingre-sar no gabin"le e, 
'rá interes111rnl1>, •!aqui a cem nnos os nos isso nem somprn foi possível. ;vius, 11gor,,, 
'eod dl•~cenclentes anul!sarPm "as relnçõe, a !-ituaçilo Jrá mudar... parn melbot· ci e 
do poder com a imprensa"' deste nosso mus nós .... muito parn rnelho1·. Tenho a 
1 lempl1 "ntrib11!ncl0''. Isto se aiadn exi·tit· impressão que 
O •·ateride•lor" (sic-) desconhece 
imprensa ru o poder. Quondc, o Dr. Hu o papel du imprensa, ou recebe ordens pa 
Ne de Custro Pinto, assumiu a Prefoltura rn ogir •·~ro,sciramcntc". Se erl'iunw• bilhetes no 
• Munlc1pal de nela V1i:l11, mdtcu do pelo Go Chefe rio Exccutirn, é porque u,mbe111 já recebemos 
vernndor Garoln Neto e nomead•> µelo P:-ll bilhcteR e recados solicitando serviços e publicações 
ihlrnle Ernr&to Geisel, sob o benepló.clto ,lc motério~. Nunca foi no, a intenção tlesmt'rcccr 
do "consenso", municipal da ·Arena e l'â ou diminuir o "status" do prefeito municipal. ~as 
1D d V I 	tumbcm Exi::i1110. r~,pcito, pois trnhntlwmni; e mui 
ura e ereac Ol'PS, exclusivamt-nte (Are to pelo municipio e,não temos obrigação com o po 
Distas), um n migo ( que pos ue o poder du der público. O, nossos bilhete, sempre foram en,·in 
pr1•monl~üo) fl cont-elhelto nas hr,ra,:, vagas <lo• ,olicitnn<lo o pagamento ele ser"içoe gráficos 
1d!z!a !ns1ste-utementP: 'Deixe esse negócio cfctuu<los, às vt:zes, .olicitondo t:s 
·de jornal em l-2la Vist!l tl crie um jornºal l'm te p•;.:nmrnto nntccipa<lo, mus ·'nunca pedindo fo 
-- Jardim" Atendi em partp 
O 
cons"iho Jci ,•or pes.oal"'. Nãu ,lc'o nn<l:i uo senhor prefeito e 
"" se existiu colaboracào, eln .. en1" tnútun. 'óo fozen 
an1!go, fundPI U!T' jornbl em ,lardim l' de do os serviços, a Prefeitura pugnndo - o que é nor 
!envolvi a Tribuna (com apolo dos cow na! em qualquer negócio. E se solicitávamos P~"ª 
Panbeiros e cio povo be!av1sten~e): Até ho mcnto udinntndo, ofcrccfamos o desconto u,ual. 'e~ 
!e não sei porque do conselho cte meu n- prc p,·<li e que fazia jus. nuncn pedi 
Inl 1 ! 	? beneficio peeeoal e qunndo isso acorHe 
go •. ntu ÇàO de tempos ruins. Intuiçíio ccr, abun<lonu o jornal pois nào terei mais a cons 
. de injustiças? Intuição de arbitrarieda des? ciência tranquila. Quanto a função de "rbbro<lor e 
' - {-ao sei. Aiudu nüo sei. Aindu não vivi u mensageiro" ser exercida por menor ·•graças n Deus", 
%+8e negra na imprensa. Vivi e vivo as io que ,·:xi,te '1 Gr!1ficn Tribunu 'l"." pror,orciona CUl 
lStiças. Ma são inerentes aos homens. Pregos a e:te menores que ao invés_de ficarem pe 
P:-!ncipalm t , d t . rumbulnndo p,·lns runs estao ,·x-,rcenclo uma profis 
h d en C aos que e em uma pi. rei:' siio honc,tn. llcalmcntc, ,ou um "simples propric,tá 
• O poder, não lt>dos, ma::: :tlguns. Gutros __ rio de jornal" e me orgulho disso. poi• e,,., mes 
r . ~tnigos (bPlu vistenses) diziam que o meu mo jornal j:í serviu para divulgar fatos e ato. deste 
futuro t elacionamento C(Jffi " ·>refeito ,a;e que ora busca desmerece-lo. Imprensa interiornnn, 
tia ditic I p•ir não ser ele hom:m de diá mus imprensa "Livre <Re,pon;án,I" que rolnboro 
lgo,h, ,, (ps. com_o progresso da região e trabalha_por um Bra 
la'l) • ,"_me~, que Ut,o aceitava nao acPi ·il :luior e rncitn o "Pensar Grande" Nós nun~ ofon 
• CI llicas · 	demos i Excia o Prd.:ito Dr. Rubcn de Castro Pinto 
P Até () presente momer.to. S. Excia o muito pelo contrário, nu edição número 232"recon~,. 
re!eitt• iluniclpul, primou µo,· uot compor clnmos _o eu esforço em melhorar a imagem de 
l&JUeato "sul gt>neri~" com 
11 
imprensa. nossa cidade e afirmavámos que ele não precisa da 
E!~ •·sem . . . . - d . Prefe1111ro . e esta na Prefeitura é "poripe quer" 
e pl e re peitou :1 opmmo O ]Orn1:1l e l:í e.tá como Prefeito sujr,ito a clo,rio- e as críti 
;_te respeito foi mútuó" 'Todo homem cas. O que nlo faremos, 6b'pen de ver 
~l<!l~gen~. prl11b1p!llmen'.<! us q_llé' exe1~e_m ri11t um ul~a_l, e pactuar_ com o. po~er, é_ mi.,t_urnr 
n 
nç,,o pu[)licn reconhec,•rn O poder e in serviços gráficos com linha Editorial. Isso n11o. Q_ue 
Ut•n1;iu 1:e um jornul. Seja e,Je ''Uil'.lrio de _o r:;1nc 1iár10, d,sse que 'não é pnra nt,,ndcr ? . ior 
lltna ºtu d -·a . S . ,. d nnl , disse e e a verdade. Quanto no nnsrn aíliusmo 
rto " O e CI Ut.10 OU ernanario O 1ute até mesmo o AFL!TIS:lO é neceseúrio em <letermi 
" r-le tem "influeociu'' ... C ísso" é fácil nadas situações. As dificuldades econômicas são ine 
provar. O tempo se encarregará. rentes a qualquer en»presa. e transitória. segundo os 
,"S j»tal e o nosso trabalho já mere ano;d±cê9mg.0enhor prefeito hi de cnvir 
, ·l'atn elogis de personalidades destacadas qu MUITO FIZEMOS e mnito om<lo faremos por 
. 'la 'ir' , , .. . 	esta terra mara vtlho,n, berço de nossos filhu,. pois, 
lll Po r • publica brhs1lelra. Há pouco tem no_;sa tcn_1pern é de luta...de garra ... de desafios ... 
i,''tCebemos de Prudente de Moraes, De e isso_é inerente a nos>a_maaeira de ser.__A ijus 
'Áll/Jrrs,dmtt do uéssociaçào :Brasileira dr ..2mprwsa t1ça _nao p:irtm de nós, po,-, np6s, 111_na an~J,.~ ·•fria" 
' 1) carta parabenizaudo a uossc1 lula e da sl!unçUo. o resultado será contrário a insinuação 
li. 'lossu missão de Bsm Iofo ·mar Falando do senhor prefeito. Existem semanários que ,:e_::etarn 
na BI , 	,
1 
• assim como existem diários que só tem· futthdades 
qu,,'· aiba o nobre prefeito que [aço Mas, em toda parte existem alvos apropriados pua lnn 
,"O de enviar alguns_numeres pura "a ca case você ruantier olho- ber abertos falava o Deon 
, ter do jornwiismo". Desde o inicio, da Universidade de Columbis. Agora: continuaremos 
U Tttbu;;a", tem procurado mante:· uma cxer~•·ndo o nosso ,len,r, m_ª!' "m!'rnln'.lo, Pº!: 
llb, dr- C'O d J· b precisamos pn,snr de semaniro do rntenor a dia 
de iny,, "tutu,_condizente cem a ner mm5de ~"...mas is·o nunca fugindo ao no-o compromi­ 
'°Otô r.nA •. Lemb. o-me de uma _Iras que +o.. não com o poder, que ., cfêmcr<', ma, c-om 0 
tod . fab,·u: "Aquf'les que acred1t11m que o Leitor _que é nossa mt I princip:il. Permita-me 
. {"? vs homens se vendem, esses se ven Sr. Prefeito, lembrar àquele pensamento, que é um 
i,}· E fase para reflexão. Procuramos •nannncrnl de sab.:donn : 
«F uma IMPRENSA honesta e por 1sto 
li~ li.o admitimol:' u ataque pesso'll e a Insi 
llt tç,10 MaldoE,11. A nossa missão constru 
° es•;larecedorn, não permite - que f1 
,""OS alheios aos problemas que asso 
5- comunidade (que ror sinal são mui 
lUlo e que precisam de soluçoes defmitivas 
Paliativas. Assistimo!:' no Ctne S. 
O que imporia não é o que se lem, Mas o QJE se 
dá: não é o que se sabe, mas o qu s: eusir; i a 
é o que se pode lazer mas o que se iaz; servir 
assim é pagar nossas colas por vi ver. 
,. 
fÍ 
, ! 
Na Tribuna da Fronteira de 
31-I0-7fi foi publicada u1•11 not1·. ,.,h <• ti­ 
tulo ''E cJificil falar cvm o Prefeito" 11::l'l • 
nu•J0 pdo Pedro Pldl'eira. 
Na relação das pessoas co!hei­ 
dus ne.;tt' .'.unicínio n:1o c:i11-egul 1:l'.-'ntlfi· 
c::ir Pedro Pt•cln:ira. 
O Ivald» Peteir, que o iror 
re!'lponsável p1 l, TrlbunH tJ,i Front ira. é 
que poderá dz r quem é esse Pedro P- - 
dreira. Por e-ta razão, st ' me nirlg,ud!J 
ao J·ald0 Pereira. p-,r 1 º''"' ele Ir , ~r:iita 
llO f'edro Pedr· ir.: ª" minJ.w:,1 pala,·t·, A. 
E!-JJ!,. E muit
1> rúcil fal.Jr com o 
atu+I Prefet de B 1, 'jsta. 
}este o ivj1o d3 sca udminl ·tra­ 
ção que +·!+, Pref·to, instituiu a horáro 
das uu ;1ê~,ci:.l, 1 úbl l'll•, diaria•r,c, te. <l,·s 
10:00 às '1:Ull horas. lu:tH Yez '"· ele c!l-'1 
x•1 a j):·rf::-lturn, d pois do meio d:a 
atendendo a todas s pessoas que en 
procura-lo parn lt'r1la1· 1 errnlve:· t::cus pró­ 
;.irios problem11.; p:inicularP!', t>Xclu,lva­ 
menlf' d:• iutert 8se pessoal 
Excepeionulmente, uparece alguém 
puni sugêrir serviç,•s que vPnbam rngran­ 
decer o nosso Municipio e o nos0 po0 
Nuuca recebí nenhuma carta da 
Hedação <la Tribuua. nPm tão pouco de 
Pedro Pec1reir,l ou de Ivaldo Pereir,i. O 
que me tem cht:pado às mãos são os bi • 
lh"te-. aflit"S do lvuldo r> ... rei1·a, solicit,1n 
do u t••ndimentos de cunho pessoal seu. 
q e me tem sido entregues relo mens'igei 
ro da Tribuna da Pruotelra, que 
quse sempre é um menor. Estes bilhe­ 
tes tem vindo sem um envelope siquer. 
c;urta, no vernáculo, é ma:::uscrilo 
fochado com endereço Cl:'rlo. 
1 o Ivaldo Pereira que é sómen­ 
te um simples proprietário de um joraal 
semrrnário do jntt'rior não .. tem tempo ~ 
muito menos horário µara ficar disposi­ 
çâ<' do /lrcfeitura·•, n•mo ele o diz. sun que a /Jrc 
fritura jomais l/,c ,=cdlsu esse t1:c:;r;:o, muito menos um 
/Jrdcil<' como w, qu, tem curso supcricr, que é um Q~ 
nnal d-t Rese1·vu Rern11nerad•1 do Exército 
Naciooid. re1<poosáv1-l pela resolução de 
todos os prnb!Pmas admioi;trr.tivos ~ téc­ 
nicos da Prefeitura, ueces5ário;; ao bem 
-:&lar da comunidade, este é que nãu po­ 
de ter um horár,c especia! para ._ree.:;be~ 
(JPS30!IS que qu6rern resolver as suas pró- 
prias dificuldades pessisis. • • 
Jóia preciosu do meu 
U ni,erso, catita dengosa 
Levada d~ breca, 
1 nventa mil graçac, sorri 
Altaneira. envolve·. encanta, 
M,me=ntos f·dizes vive.os 
gor. em b ijc ·, ar ,g •;;. 
Risonho, folguedos 
Arnaoa mc-riinu 1.11s , 1'1'J~ travealiO!'. 
Celebra. vt!a coa 
Al.-gr,s raç ·nlrn, 
So:nente .,. am:,r 
Tnsform..s o mudo 
Róse•: ''f'aturu, 
Orgulho do lar 
Fx:ancisco de Assis 
.. Ili 
DARCY CASTRO 
conquista 
[fttceirá:: 
DiI.iz 
D D ■
O horário das au 
1,iêr1ci111< púhllcns 
H'mpre foi e c•mtl­ 
nua bl' I' d 11 R 10:(JI) 
s 11:00 hora di­ 
riame.11!'. 
N fll'-' lwr!irlo, 
po-·o ut nder o Pe­ 
d l' f) f' d · J ,1, ll r) J • 
valho b;e r u u 
qual(]U r e! l·l'l:l·i 
qUP (Jt1·•Jr,1 f :la!' 
Cú:ll II Pr,-f, ito qu•• 
qu ° sempre ter 
i-:0luc,c,1:•1r!,1 <,i; Ili· 
lh,
1tP" atltt ~ a:r;,_­ 
niz.1ndo dt'f;i.'a· u•. o 
r!1:srsJ>'
1
ro de t ert ,; 
sofredores injustos 
e pc,uc s amun1efl 
da verdade. 
Mas, nem emre 
ar< condiçõeP da Pre 
fl'itura permitem di· 
Z"r sempre sim. Ao 
contrário, tem OC!l­ 
siões que toe é obri 
g1tc!o a negar certas 
coias que nos pe· 
dem e quP sãrJ proi 
bidas pela Jegisl&­ 
çilo corrente. 
PP.rmita-me lem- 
brar 1:1 o Ivaldo 1-'e• 
reira u quele fJPDi!a- 
meoto do grand':' 
Pres. Americano J. 
F. • Kennedy: ''Si 
quizeres sabPr a 
fórmu:c1 do i;ucesso 
não podt"ret 11pre· 
sentar-te, mas se 
quileres a do fra­ 
casso. é agradar a 
t(:dos". 
Bl Vista, 4-11-76 
dr. Ruben de Cas· 
trn Pinto. 
Prefl-ito Municipal 
Prefeitura Muni­ 
cipal d e Bela 
Vista 
A viso à Praça 
De ordem do Esmo 
Sr. Prefeito Municip:il, 
Dr. Rubeu -bbott rlt: 
t~n..str·o Pinto. comunico 
à Hraa em geral que 
es.ta Prddtu_;.; llbsnluta• 
mente não se responsabi­ 
lza por Íornecuneutu:; 
<[lle lhe sejam feitos, se 
n.;; requir.jçõt·~ uüo eonti­ 
,·ereu o -~A utoriz,>'' a --i 
nado pelo Sr. Prcfojto ou 
por um dos seus o!-Ub!ltiru 
to• r.,·entuai,. Prof. Dr. 
J. &,rros, Secret.lrio 
Admini•trnrho. e Oficial 
de Gabinete, Capitão Joio 
E!'te,no tle ( n•tro. - Bel" 
Vista/T:29 de Outubro 
de 1.9:6-Secrc!Jlria de 
Admini->t:roçilo• Pro{. Dr. 
J. Barro• -Se.-r<"túrio

Bola Vt - ML. 
------------·-· 
Tribuna da Fronteira 
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Atende-se pelo INP • IPEUAT • lPASE 
Rua Duque de Caxias - 289 
Jardim - MT. 
Dia 	Filme& 
----- 
Elenco 
t.º Golpe de mestre (col) 
2/3 Piratas du !lhn do Tesouro (col) 
4/5 O Complô (col) 
li/7 O Mus,;ucr~ de Troia ( col) 
7 /8 D!o, Come li amo 
U/10 Kung Fu, Exterrr.inador (col) 
11/12 Rlngo era n1eu Nome (col) 
18/14 TarZ'.ln no Centro da Terra (col) 
14/15 A filha de Madame Betina (col) 
16/17 Acorrentados ao Passado /col) 
18/19 Asssallo ao Sexo (col) 
20/23 P a p 111 o n (col) 
21/vespOs Gigantes du Fórmula 1 (col) 
24 Um Minuto para Rezar 
Um Segundo para Morrer (col) 
25/26 As Audaciosas ( col) 
27/28 Sartana Volta para matar {col) 
28/29 Os Implacáveis (col) 
30 O pica-pau Amurelo (col) 
l'uul Newman 
Orson Wells 
Michel Bouquet 
Steve Heeve 
GJglloln Cluquoll 
Gordon Mictchel 
Georgen :B11ton 
Ron EIy 
Jece Valado 
Knat Jackson 
Klpp Withmuo 
Steve Mac Queen 
Paul Newman 
Eurico M .. Sa!ermo 
Paschoa Ghida 
William Berger 
Steve Mac Qeen 
GJna Izzv • 
Laboratorio de Analises Clínicas 
R. Antonio Mria Coelho 339 - Foa 247 - Bela h»ta • M 
Creneciado - 1 PS - IPEMAT 
Dr. Ciro Benhur Torres Gallo 
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Bioqulmica - Hematologia - Bacteriologia - Urinálise 
Parasitologia - 5orologia Toxoplamose - Liquorlogia 
Cultura de Urina - Diag. Chagas - Etimologia 
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dada murtlnhe,uo 1 
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1 "Ua rjPi do R	ego_ 18o 	B e l a 	V	i s t a 	M	a o Grosso 
-------------

[!tl-l Vl11ht • Ml' 	Ttlbuon da Fronteira 	7-11-76 
BCON EC MEN O OCIIL 
1. 
"Vale viver pelo Rupérfluo que a tade da parte de senhoras e senhoritas Gracita Marta, outra vrz e pura 
, v!dn, contém, porque em o upér- que esttío colaborando com Nad!a Houtl• ··mot!ver son mouvement" um d llrioso 
.fluo , , . n vldu uúo vale nada .. :" que, e, às quais, estendemos o nosso in- longo em algodão sue.Uno, em lbtru1.1 mo- 
Emn o trinta do velho outubro que cero, Muito Obrigado. 	ivo apache, complementado por graciosa 
j pussou, enquanto no fundo du noite as Ei-las em sun excelente upresenta- bolso com iihós metálicos delicada al- 
e~trelos clulilavam, outras grandes -, pe· 	ção: 	ça de gorgurüo. undnlia branca; 
quenas estrelas em sou ''habitat", traziam Nadla Marçola, jardineira, oda 'eide Pereira, eru nova ch11t1et1, 
0 enc1rnlo e a, todos sutilezas e graças para curtir, alças cruzando nos costas e apreilentando como "moli[ um vestido e- 
, deslllnndô com requinte· todo seu chnrme ... •as trnnclnhus ft•!tas do próprio Jeans: blu mi lungo, azul com renda vermelha c'vas 
É que, na éde social 'db Grêrrtlb ea bronco, 1rnndul!os listradas; pronuncladnll e sala em bico, c1,m acom 
Pedro Rufino, oom um baile típico por fun Magda Oliveira, conjunto de 1·al- ponhamento de )andalius vermelhuEi; 
do, acontecia paro elas, us urn·esentadas e ças; no estilo apuche ria blu,rn, u culçu é Neusa Borges, mugni'icu e graclo 

para nós espeotadol'PB, • verdadeiramente brunca contrnshtndo com o amarelo da sa Pstreunte, opres€:nt;tnde> um semi longo 
apreciadores do belo, um desfile de modas blusa, 	em voal tendo como côr dominante, o :.zul 
apresentando, sugerindo a outrus, .o que ,, Ne!de Pereira, conjunto brim azu- e estamparia "en blanche". no quul ,o rrnn· 
muitas virão possivelmente vestir no ve- Ião, jaqueta trahalhada com missongas e zido é uma constante; c<,rpo eJu1,tlzado e 
rão que chega de mansinho, desnudando bordado nas costas; 	grande babado contornando o decote. an- 
espé.duas, onl'ique~endo .n vida de encanto A rlene Lima HodrlgueR, conjunto d alias tambem rouge. 
pela passllgem insinuante e muitas vezes • de calça. Calça em tom azul, bata com . .:-Jene Lima Rodrigues, voltnndo 
deslumbrante da mulher, que, mesmo com as pontas arrematadas em renda valencia- mais uma vez e "três graclle" num magnl 
todo o moderníssimo "nplomb" cum que na, bolsos. bati dos i, embnlldos: fico longo em brtm Deva lê, bordado 
se apresenta em "pantolonas", e ainda, Rosann Coelho da Jlos11, em bran- smock proporcionnndo contraste no lindo 
esmo em querer, pelu sua graça natu- co. Chiquérrimo vestido em brim branco tom cinza; delicada trança eníelta a fren­ 
ral, > frágil sexo que· abala o mundo. • barrado e riscas transversais. E o tecido te. Detalhes do bolso, em veludo amarelo. 
'I'odavl11 .... «meu Deus para que vedete. 	Sapatos 001 brim cru. 
e.xlete esa. palavra !» ben, mas sempre Cristina Carneiro, vestido azul, to udete Paes de Barroc; "pour hn- 
ela existe, e, como nü.o há outro feito, mfl.ra-que-caio, cintura alt:.:., flor aplicada tre bonheur", vollando ugur!l. apret;eotuu- 
dlgamos, nova.mente .. • todavia, sem- em retalhos. Alçu amarrada no pescoço. do um longo romanticame. te branco em 
pro uma coisa, alguma coisa perturba, Mariza Olivéirn, vestido branco malha escocesa com rc-cl•r·tet-t e uberturas 
corta o sublime de um instante, derime de cetim algodão, frente única com baba pinturas policrômica quente em rotivos 
ulorços, e no cneo, neste· caso, como -em do e corpo em voll estampHdo. florais, complementado pelo lenço "en u-n 
ttntos outros lugares acqntece, ntlo é.'i;ó Maria das Graças de Assis, mode- ge>' amam1do nos quadris; 
aqui; os "boys·• do conjunto fazendo va- lo ,baseado no estilo j11vttnês Vieses es- Luclene, p;ira ttJegria de todos. 
ler naquele mc meto seus ruidos em for- tampado no decote,, manga e sala, fe!!· retornand!J em um Jongo de popelrne preta 
ma de som, apararam logo de !n!c10 a das l>lterais ;e sa11dallas listradas; c/ bolinhas brancal.'. b:..rrado; cujo comprl­ 
vóz da anunrindoru, senhor·ita Gilka Lino Sra. fü,aita Rosa Gomes, em um vePtido mente, pode chegM «os tornozt!o,; ou co- 
ue, se 'autre recours" obrigou-se a le- verde estampado. saia em evaseé alças brir os pés. á e.colha; 
----  rnlar seu tom uté dominar l1geiraruente em tranças e um laço prendendo o decó- Sra. Zenóbia campos Gomes, 
• & ~ítuação, fazendo perder sem culpa, o te;1 	mais uma vez e rom muito rbarme aum 
midter!oso, o· indtilével·que -um suave Iu11- Gracita Marta, vestido em estilo longo preto bablleé em lycra. com estam 
4o mu_slcal seria, a melhor forn,e, a me- cigana, corpinho elastificado, em filu du- pas florais, ~ofistlcado pell,s babados cm 
lor ajuda à beleza do espetáculo. pio os o.rremates em slaninha branca, diagonal que encrustados nos recortes, e 
1 
Forn!D instantes magnillcos aque- acabamPnto em babadinhos. andalias dou assemelham a mangas esvoaçantes. 
e., ludo mmto bom, .ótimo mesruo, tudo radas. 	Cristiana Car,1elro belissima ne&te 
{e contece de vez que o ambiente con Sra. ice Miranda, Tailleur, saiu longo verde agua. O modelo tem como 
Pl para subjuguer e tattirer !originalit em corte reto aparecendo até os quadris, detalhe de importância, um d;apeado o- 
}ometo com a colaboração valiosa e 1-- coberta por l>lazers. Modelo em brim. ten- bre o busto, alças finas, prolongado d6co­ 
tstimavel as estreantes das 'hors con- do por detolbee:, pesponto e cinto em ver te nas costas, saia easeé que se alonga olé. oos pts.11111 
tours , excelentissimas 'ras. Rosita Rosa melho. 	bolero com· plumas, completa o habillée: 
omes, magnifica na sua .. ltnd_a passage Magda Oliveira, em l!m macacão E então encerrando u desfile: 
}~l~ sà.lão; ice lliraodu em suo "simpli- de brim branco, listrado de vermelha. boi Nádia lJ.,_rcoI!a gr
11ciosamente vol- 
tité et magnificense", atraindo inegavel- sos da mesma cor en!eirarlos com vies. tando num vestido branco barrado com 
!Ilente l•S__:-<:,ilhares de todos; Estela Pereira Bolsa em .lona vermelha e beige, sandalias diversas cores blusa em malha branca 
[% a originalidade de "son robe a mêre" verme!has. 	com listras coloridas, tendo,uma pequena 
' Pendo vos olhos um bnlho diferente, a ira. Zenóbia Ocampos Gomes, es- aplicação no busto. Completa O tra;e, uma 
~guag1im muda de seu estado, que é or- tampado curto. Vestido barrado com flo- graciosa bolso. Sandalias listradas. 
&lllho e esperança dum momento feliz, e, res ; abotoat.o dos lados e com fendas la Tudo lindo belo m,iravilhoeo e 
-Por últim? senhora Zenóbia Ocampos Go- terai,;, Uma alça. só, ao estilo Romano. empolgante mesmo, mas o cronista se re- 
es, deslizando pela sala, com doçura Mariza Oliveira, apresentando se serva o direito de anotar algo... 
&t uaitrise' num trejeito ameno e conü- outra vez, gora num preto e brancc 'em Em tudo sempre há uma falta. a­ 
~!te ''et tres gr&çieux"; e, en destaque popf'.line em listras onde sobreasi do todo noto-a sem receio de errar, 
00 meu miodo 
~tas, a senhorita Orle te Paes. de Barros, belíssima uplicação de um barco o que o de ver as coisas: 
0 Público presente. falhc,u 
}_ valendo-se de todo _seu enchante- faz moderoissimo; 	para com aquela gente toda ... 
2,} e! suaité" esteve verdadeiramente, Maria das Graças de Assis, nova- Tanto trabalho. tapta canceira, 
<,"""Ubrate, pois coao as demais é co,- mente; um vestido em. algodão branco sofrida por quem acontece, a quem procu­ 
"Sdoro as passar das, mesmo onde o mangas e barra com chita, tendo como ra servir, a quem se dá; de organizar, 
ao faz us vezes. . detalhe especial, cordão com pingente ver dirigir, orientar, modificar, decorar e tudo 
Parabens, parabens,. mwtas. v_ezes melbos. Sandalia em lona colorida, amar mais .. para quase nada de ganho ... 
pura bens. · ,o , • .: . rudas na perna; - • 	• · _. O público "falhou, e folhou mesmo, 
d . . . , . mas_ o desfile mesmo foi o Eosuna Cõelbo da Hosa. dans com rarissimas exceções. 
"?' rotas,_as "nouvelles"desse magni "eu! présentation",em um listrado, num E como ia!hou? 
~ ll rito Joh _. onde o 'society', aprovei- simpático bom tom bra neo e-vei:-malho em • - Esq_ueceu • que -estava presente, 
à oportunidade para descobrir valores listras verticais. Bordados coloridos sobre esqueceu que muito de amor andou em 
,"é'as estrelas. Todas sem exceçao, esn a pala branca o bolsos na sala. Por 11ca tudo aquilo, eaquectu que as moças são 
tiv l~ magnlI!cas, muito alen. da especta- bamento um babartq;. 	!odas belavistenses_por nascimento grande 
,. ª• alguma vez um pouco inibidas, mas Odete Pa-es de Barros, outra ''ho- parte por origem ·outras ··oatif"• ou ainda 
?logo ja em uma seguda passagem pe rs cocours", nesta sua primeira entrada radicadas na cidade. filhas de alguns como 
l, inteiramente descontraidas, domi apresentando um ll!;trado todo colorido de outros, e, 
0 público somente por esse 
39do perfeitamente ses próprias emo-. como a -primavera, em o qual se nota a molío<', não poduia esquecer, ,amo rsquecw qut tinha 
e8. . . 	abolição ,!e artliicios D'l corte,_ tendo co- mãos; esqueceu que precisava ovac.ioná•Ias, 
let Vivamos retros_pectivamente ague· mo único ,detalhe, o decote drapeado batendo-lhes milhares de palmas, esqueceu 
''C lnstanl~s. na vuz da apresentadora. - , que se prende numa alça fina; de externur ruid-o.~amf-nle, veementemente, 
s mas fantasias. Verão í6rr .. êsta _Sru. Estela Pereira, apresentando com calor t:- !.'imp:t tia tudo que fizeram e 
," Iormula basca para a estação que o- como algo de .homenagem u todo sêr um apres .. ntaram, de;.fil,nd,1 com perfeição ou 
l!r Be Inicia. Leve, colorida, gostosa de ves deslumbrant:: vestido em amarelo ouro cin apresenlandu f..lhas, não importria esse 
'' Shege eavolta em feminilidade, trazen- tilnte, aceztuado decote em V e fitas do mvtivo s~ h'lll-e5se. n~da importaria, pal­ 
!"à suvidde do algodão em forma de do próprio tecido que cem sobre os om- as mon Dteu, palmas! 
~e~. bandagens, texturas rústicas e .rmc- br·os. Fora de séri~, bP,1_i.ssim'.>, pan~ament~ ~erã que ,, cord.çãozinh() dessas 
, linissimas, tudo em cores vibrantes e evocador de emoções 'il demande penser jovens, das estre ntes, não sent.iu isto? 
opções a diversas linhas, valorizsndo na imagem d3. materni<!ade de que fui será que vai esquecn qur> passou no sa· 
exuberância da mulher brasileira. motivo. 	Ião em melo a frieza de umas poucas pal 
.,. Em Nadia Boutique. voce podera,_. Luciene, badttlando __ p~o. salão mas e Qvações ? 
1
her entre 
O to_ mara-que caia e a ,saia um longo• rosa, em algodão indiano em _ Ergo duqui lllinha prece: 
da, entre u camiseta e a túnica afri- tom rosa shokcing, per detulhe o knço so- "Meu Deus. aqur.ce O coração 
• restando tão sómente que a modali· bre os quadris, 	desta gente, fá-lo vibrar com toda emoção 
~ escolhida. combine com seu tipo. Sra. Rosita Rosa Gomes, em uma e que jamais tal coisa uconteça. Amem•· 
Quert:mos esch1recH, que, nos- r ,prisei de charme pelo salão, em um ly- y exma Sra. Zel!a Marçola. que 
tnanequios" J•ão são profissionais, tra- cra vermelho. de corte simples "a•vec•·, n- com tanto amor cirlglu e organizou o des 
0-ae tãu sómante de muito bOa voo- zul e branco, 
1 
 
file pela sua casa, n 
Nadia Boutiqu, às 
Srua. que colBhorn• 
rrirn clM[ilundo, a 
toda:- 11tl jo,· llíl 11011 
velles ctreantes da­ 
quele maruvilboso 
espetáculo, o meu 
rufo obrigado pe 
los OJoroentos de su 
pensr que vivi direi 
por toduíl, que a rrn 
cll•dade t>eluvlstense 
viveu nuqueln _nuol­ 
te. 
N u.queln efltreh,­ 
da noite de trinta 
de outol.Jro, tio outu 
bro que passsou. 
Le Duc 
Advogado 
Belavistense 
Convidado 
Para Defender 
Sequestradores 
O advogado be­ 
lavistense, Carlos 
Edy Sfl ,lt:deíroR foi 
procurudu por ram,­ 
liars doil Ht!QUCSlfli· 
dores. especialmente 
d a beluvlstense 
lolanda Godoy para 
atuar como a Jvoga­ 
do de defes1-t. SE:gun­ 
do o Dr. Carlos ... 
"após muito meditar 
e ponderar na reper­ 
cusão do foto e, ape 
sar do alto numera­ 
rio oferecido, não 
aceitei"'. Os 11eque1-trn 
dores encontram di­ 
ficuldades para con­ 
seguir um advogado, 
e o mai provavel 
é a vinda de advogf1· 
dos de outros Estaqos 
Casa Pecuarista 
Produtos Veterinário 
e Agrícolas, Ferragens 
, .Artigo• de llfootaria 
e Materinis de 
ConHruçlio cm Gtral 
Av. Duque de Ca­ 
xias - 606 
Fone: 157 
.Jardim 
Mato Grosso 
Documento 
Perdido 
O Sr. Abrahll.o 
Mendonça, declars. 
que perdeu 0 %­ 
guinte111 documentos:· 
Titulo Eleitor, expe­ 
dido em Bela Vista. 
Cic. n ° 105356341 - 
ldent. n_o 72175 ex­ 
ped.ida em t:ampo 
Grande. TRU WeJk■
Vermelho Nobre, 
placa CJ-0163 - Se­ 
guro Obrigatório 
Publicação que se 
[sz p/ obtenção.: de 
2.ll via.·

i 1 l-7ti 
EDIR LUCIANO 
UMA FIRMA DO GRUPO PftTRULHI llGRICOLll 
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TRIB NA O f .NlEI 4 
Fundado em 25-02-72 
Redator-Chefe - Jr,:l,lv /Jmi:tJ 
1 
1 
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I' 
Rua Barão do Rio Branco A. 2322-fone 4-2983 Campo Grande-Mt 
r.ua Galgans, n. 581 - fone 2751 
Pan·orama em Jardim Hotel Siriem~ 
"Tribunn ,fa Fronteirn" f un.111 J,Juhlicaçlo 
da Empreu Guíica Tribuna da Froter 
COC. Mf'. 03.201.261)1 OOOHlO lr.,cr. l~,92~-.I 
Assinatura Anual 
füla Vista 'CrS 100,00 
Dernníg Municípios Cr$ l:W.00 
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ol Viata - MT 	'Tribuna da Fronteira 	p1 ó 	10-11-76 
NOM 
, 
O Juiz cln 7.a Vara Cl'imlnul de Belo 
Horl1.onle chumu-so Walter Veado. Um 
dia dl't1leH nparPceu um scgurndo do INPS 
com o nomlf dn iIurréco Veloz. Há um 
eleitor em Botuctu-SP, chamado Capivu 
rol Seleto. O FIscal de Rcndns de Lourdes 
-ES, cbamu-so Juvônclo Ballolln, <' . tem 
um Ilibo, por siuol. também funclonúrio da 
Fazenda, conhecido por Uallollluhu da Sil 
va. VI também em um noticiário llo Exér 
clto, um valento e disciplinado graduado 
de nomo ,João Freacurn. Existe 
mesmo a familln Frescura (só que não 
qut!rhl pertencer a ela) 
Em Teresina morm ainda alguns mem 
hros da Jamí1l11 Carne Vivn, e em Fortue 
za, da Llm11 Verdr. 
Parece haver uma Inusitada e sintomá 
llca Inclinação por parte de alguns pr.ls 
paru colocar uomes esquisitos e até mes 
mo inusitados c sem lógica, em seus fi 
lhos. Há nomes esqms1tos, algumas vezes 
elegantes, outras vezes, de extremo mau 
gosto. Há no Cenrá um comerciante reluti 
varnente próspero: o senhor Ra[acl Sururu. 
Ainda em Fortaleza reside o Deputado 
.t, Ublrajara lndio do Ceará. Folheando ve 
lho almanaque doparei com os seguintes 
nomr.s próprios: João Prego iI1ntrlo, J o» 
quim casou de calças curtas, ilaribondo 
Vinagre, Maria Passa cantando, Adolpho 
voltará Lleo (e.:lte lascou-se com PH de 
Phamácla). 
--~- ·-- 
· Um casal da caipiras do Recôncavo 
- ahiano quis homenagear o_ poeta Milítão 
Barbosa - igualmente filho d1Lque!a rEgião 
-'' batiz11ndo um filhinho com o mesmo nome 
do notável veraicultor e filólogo, à época 
• 
1 
em grande projeção no r:enário literário 
da "B, a Terra". Certo dia os tabaréis apa 
receram no cartório da cid11dezinha, com 
l crlunçB no braço, par registrar. Per 
IUntu o Tabelião: 
• Como vai ser o nome do garotinho. 
che[e? 
- Mil e tanto. 
- Não podo ser. ilii e tanto não é nome 
de gente, quantidade. O marido chamou 
a mulher a um canto. C'oufnbulard m. Ele 
Teltou. 
j- • É,MiJ e tanto mesmo. A mulher ali dis 
(_. que não deixa por euos. 
. Pois o senhor pode voltar com n crian 
Pa, que nii.o registro, Isto é um absurdo) 
O marido torna a chamar a mulher. 
Confabularam. Ele voltou: 
• t'.Dlão. bote "Dois mil réis" mesmo! 
Ora, como segundo Oscar Wilde "há 
Altcvir de Alencar 
moralistas imoralissimos", e para Charles 
Dickens "para os nobres de (';:pJl'lto todos 
1H1 coiims são nobre8", permito-mr- nar:·a1· 
aqui um c:uso ocoulclo na Guanabra e co 
menludo por um jornal daqu'!Ja cidade 
Lá vai: 
Às vés perus das eleições Eleitora 1, o 
Cartório (literal de 'Bangu estana apinhado de gen 
te na materia retardatários, pessoas ansiosas puTu 
receber !!CU Titulo Eleitor ai. Em íatese 
Prli este pessoal que passa a vida sem 
dur bolas para a lei e, qundo a barra 
pesa quer resolver tudo vm estlo, na úl 
tlma h·ira, !!Oja lá como for. Mas eu não 
tenho ni1da com isto. O que é fato é que 
um velho funcionário (ou um funcionfJ.rio 
velho, não sei bem), seml-unalfubeto (ou 
semlanalfube!o) barbudo com os óculos 
no "puu da venta", vestludo surrado e 
mal cheiroso pultló de brim ordinário, 1111. 
com euorme dificuldade, os nomes dos 
elellores ali montoados, Estes, à medida 
que h1.m 6.:ndo chamados, dirigiam-se, um 
de cad11 vez, nté à me a, assinavam, rece 
blam seu documento, agradeciam com um 
sorriso •imarelo, e se retira vum. A sala es 
tava cheia que só salü.o-de beleza em dia 
de revelou. A certa. altura o velhote esfre 
gando um titulo no nariz e nas lentes dos 
óculos, franziu li testa. Voltou a conferir 
o nome. Por fim, abriu a bocu e berrou: 
- Quinhentos réis de bosta... 
- ??????? 
Depois de certo tempo um cavalheiro, 
bem trajado. veio pedindo passagem, mor 
rendo de rir. Ch-~gou, assinou o livro (sob 
o olhar curioso do velhote e dcs outros 
r .. tardutárlos) Recebeu o titulo. verificou o 
documento, incli1sive li sua fotografia 3x1 
guardou-o num pasta de executivo 
que conduzia. A seguir. lançou o olhar 
por sobre os presentes, fitou o funcionário 
velho, e disse, alto e bom som. 
- Meu amigo, meu oomEl não é Quiohen 
tos Héis oe Bosta. Meu nome é Quintino 
Reis da Cosht: 
E saiu se abrindo .... 
Dr. José de Ribamar Cruz da Silva 
Partos, Ginecologia, Clinica Geral 
PEÇO EXEMPLAR 
Consultório- lua Quinze de Novembro, 481 - Tel 20) 
BELA VI-TA 
0R. ISA 1EIO PHUJil SKY 
Ex-as«istente Militar de Clinica Mlia na Faculdade de 
Medicina de Suo Pulo, por designação do Ministro de 
Guerra Ex-Chefe de leumitologia no lo-pital da Menefi­ 
ceneia de São Paulo-Ex- s«i»tente de Cardiologia «da UAni­ 
ca Obstétrica da Faculdade de Medicina de So Haulo· Ex­ 
Assistente de Ga-tronterologia na Escola de Medicina • li­ 
nica Médica Cirurgia • Hematologia -Ginecologia- Endocro­ 
nolozia - Gastroenterologin - Neurologia- Traumotologia - l iio­ 
terapia Eletronica- Medicina Pico-omatica- Medicina F-por 
thn, Grriatria. 
Consultorio - Galeria Popular, N9 - Telef. 321 (Recado) f1011/a /lor,l 
Horário - Diariamente das ü,30 às 19 hs. inclusive aos Sábados 
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E, POIS 
, 
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Pedro P • d reira 
Anu V . Bel Vista • M. - 07/t0
1
í6 No2 
0 candidato à prefeito Municipal de 
Ionito, pel Arena 2, Joo de Arruda. re" 
bendo mp!o apoio do ex, Governador Pedro Pedro+ 
iii,n ,. do llq>ulU<lu IJlrnl,lo llarc111. Si!.'••. rln,s lfd.:~e• E·. D~ •:3 
do povo matogrosrn que estão participando tia 
mc•ntr 
1111 rnrnp:onlm ,.J,•i<urnl pura a vitória da Arena 
03 
Mas,..em lguns municípios o prefeitos não 
atenderam o apelo do eminente l'residente Geisel 
., 
1
:,tilu ,lelxn111ln n "rnrnpnnlrn politica exclusivamen 
to por coutn ,lo" r11111lidn1os~. Se o partido da Opo 
,iç,lu vc111:c•r ou t..r mniorin dos vercaJorPs 1111 t :n 
mnrn, destes 1111111icipios, ulguém vni rc.ponder por 
isso, 
+3.093 
O sr, Nivaldo de llurros c,tf, o frenle de um 
,rupo ele pec·uurí~tn• ,la n·r;ilio cio ·• hoatln" hutu 
findo para a conerçlo da_ estrada que liga Dela 
Vista àquela próspera e populosa região... 
-$93 
POVO DELA VISTENSE: Dia 15 ,le overnbro 
atenda no npêlu <lo Presidente Gcisel. .. vote ... votc ... 
E o •enhor prefeito munioipnl General_ ~1é<l!co 
Rubrn de Castro Pinto, não gostou da notn inserida 
na edição anterior. O que nos rnrprcc.-nde é que as 
reclumnçilcs a respeito (''difícil folur com o prefeito") 
•ilo inúmern•. Hcnment" é "difícil me•mo folar com 
o Chde do Executivo" Se n culpn é do ''ntendcdor" 
ou do pnrco horário coloc,do n ,lisposição do públi 
ro (l hora por diu) nào sabemos e não nos intercs 
a O que nos inlcressn é n ..-enla<le, e G. verdade 
nilo admite " meias verdades", Ou é ou não é. E é 
clificil folar com o !'refeito ... 
lnlcrcssantc, 1nuito interessante, é a. gente cnvinr 
"bilhetes" solicitnndn n reme,sn ele numerário p/ eer 
,·içoa gráficos prostndoi, e isso ser .. considcrn<lo 
Favor Pessoal" egundo a notn do Scnllf'r r,rcfeito: 
•·o qo1c IIIC tem chegado ils màos silo os bil ,etrs ll 
flito& <lo lvnldo l'erciru. solicitnndu atendimento de 
cunho pesonl seu"... Com todo o respeito senhor 
prefeito ... E!SSA AO . cohrnnçn de gráfico nilo é bi 
lhet0 solicit ,n do pessonl. E, se esta cobrança é nu 
tecipndn, os cofres públicos ganham com o respecti 
vo desconto, Nilo é l'EDlOO PE~ OAL ... é foto cor 
riqudro em qualquer RELAÇAO COMERCIAL.. 
Tenho n leve impres,ilu que n Prefeitura Municipal 
de Bela Vistn uilo irfl mnis receber bilhete• da gráfi 
ca.-. 
Eu, Jo-6 ,velíuo e Siha ofkial do r.-iii,rro rle 
imóveis e protestos desta idade e comarca de De 
ln Ví•rn, <lo Emulo dt· ,lnto Gm,,o, uu for111n <la 
lei, etc... 	. . 
Faço aber o que o presente edital virem ou 
dele tiverem conhecimento que se encontra em ar 
t6rio, á Huu Coronel Dia•, no 9 IU, ne•tn t .uludc, 
pura proteH,, por falto de pagamento e ou ceite 
ou devolução, os seguintes titulos, 
1) Apresentados pelo Banco do Brasil S/A. 
11). 'ot, l'romi,sóriu n.o 1376, 'eneirento 20/09/76 
valor Cr 30000,00; emitida por Adhildo d Sourn 
t'esr. 
b)- Nota promissória n.o 568; vencimento; 0/07/76; 
,·nlor CrS t0.000,00; emitida por Aurdinno frnnc1•• 
co Lemes. 
e) . Uuplicnta o.o 112/76 D; Hncímcnto: 30/09/76: 
vnlor; CrS .l.762,00; emitida co, trn Agro ln<lu.trial 
lleln Vista Ltdn. 
_2)- Apresentados pela firma Credicard Cia de 
Turismo, I romoçoe• e Administração. 
a). 0111 promissória 11,0 09668; veucnnento; 13/01/ 
75 rnlor: t;rS 12.397,'.?8; emitiria por Moncir Gnrcia 
dos antos. 
b) 'otn promis;6ria; ,•encimento 12105176; valor: 
CrS 1.300,00; emitida por Dnrio olin. 
!1) • Aprescntn<lo& pcln firmn Comerem! de Pro 
dutos Alimentlcioe Onro Ltda. 
n) . Triplicntn n.o (sal<lo); 79:1/97-11888'76; valor CrS 
2 812,0(); vencimento: e/ upre,entação, emitidn contro 
Celrn Lopes 
b)- Duplicata n.o 974/76; vencimento 24/06/76 va­ 
lor CrS 1,166,00; emiticln contra Celso Lopes. 
e) Duplicntn 11.0 Ull!l/76; vcncimenlo 03/06/76: vnlor 
CrS 1.6.W,00; cmitl<ln contra Celso Lopes. 
d) . Duplicntn 11.0 793/76; vencimento t6l05/76· ,·n­ 
lor CrS J.2W.00, cmitldn contra Celso Lope,. 
•lt • Aprescntndn pela Forcl Finnnciad'>rn s, A. 
n) • Nota promissória n.o 1712-1; 'enclmento: a visLu 
,·nlur CrS 1539 00. emitida por Frederico Cardoso. 
b)- Nota prom1ssnrrn n.o lU/~-1; vencimento: , v,s 
tn; vnlor: CrS 1.539,00; emitida por Frederico Cnrdo 
Disse nincln .Excin: •• i o h-uldo Pcreirn que 
é sómente proprietário _de um Jornal Semanário do 
interior ... " Scn 1or Prefeito, o "Chefe" nté que 
nào ficou mngondo com n citnçilo de eu nome (sete 
vezes).. cle ficou ''chatco<lo'' com o ''lratan1cnto". 
Afinnl de contas n THIBUNA 6 pntrimonio de um 
r,ovo e "1uerrcc rf'!S.J>eit~"· Agorn que ele cst.Íl mogon 
do com o tal telefoue, isso rlc c,tá. Ern para ser 
insto.Indo dentro de 6o dias... já fazem lSo e o "P,; 
,·no nndn cobrando, pois foi publicnilo "ª THl8 A 
o«-+3 
Agora, umn coisa prccisn ficnr rlnrn. A Prefci 
tura Municipal sempre pngou suns contas cm din .... 
nos,;u crí1ica ).'"'''ºcada pelo Chefe do Executivo) é 
contra o atendimento.. .. o pessoal da l{ednçào '•ain 
da" não rlc•cobriu o porque dn atitude do rnhor 
Prefeito .. 
ce:;.:,,,,:; 
Outra coisn: "icm:inárin <lo interior" (cntendemoF 
muito bem a insinu.·u;ào) .... mas semnn6rin que cir­ 
cula paca», . S,lo 2.00'J números ... que... scgunclo os 
publicistas (cada Jornal é liclo por trcs pessoas) 
nuu~e 6.000 le11orc,... nlém do jornal COHHElO 
JARDINENSE (algumas materias ·•fazemos" quc<tilo 
de publicar nos Jois jornais) 
«-& 
Espern'.°º' que cs1c assunto nilo p•·o,oque polêmi­ 
cas, 1>ots e t.a nilo é nosfi.n intcnçlo .... e rc~ponde1i.os 
ao senhor Prefeito, foi porque sua carta feriu os 
mais agrados principios do jornalismo.. Buscando 
fenr o Diretor do jommal (e proprietário) desme­ 
receu e fcrm n própria instituição que (o o JORNAL 
e isso nós ( DA HEDAÇAO ) não go<lcrcmos 
NUNCA ADMlTIH. Foram muitos :Sncrificios 
muitas renúncias para deixarmos ruir um ideal 
construHos com SUOH E FJDRA. Vamos ,•nloriznr 
o que é no;so, Re•pcitemos o Jornal romo o Jor­ 
nal re,peitn 11• ~utoridade•. Q''i,!1' (seja lá quem for) 
procurar de,trmr um trabalho executado com cari­ 
nho e co111 o apoio do povo bcla,;.tense :1ÔS PE­ 
DIMOS, POR FAVOR Se não quer Trnbulhar om• 
bro a ombro pela Grandeza do :lunicipio nfastc-•e 
deixe-nos trabalhar em l'nz 
TRIBUN FIO TEIRll 
&is3 
E i••o ai._ pedimos pouco .. com dificuldades e sncri­ 
ficios mas com íé, a TRIDUNA ,·ai ),-,·ando 
o otmsmo, a crença e a ordem dentro de 
um clim:,. de Liberdade com Responsabilidade ... 
so. 
Cartório do 1.o Oficio 
5) • Apresentado pelo r. Nivnl<lo de Ilnrros. 
n) Cheque n.o 1~03-1-1; 'encimcuto: n ristn; valor: 
CrS -100,0U; emi1ido por Adniklo Leite Vieira. 
E ter por sido imposshcl encontrar os deved,,res 
ou seus porndeiros, pelo presente edital que será n 
fixn<lo no local <le cos1ume e publicado pela im 
prensa local intimo·'1S pnrn pngnren1 a importância 
dcvi<la ou dnrrm os rnzõcs de sua recusa e no mcs 
1110 tempo, no fnltn de pagamento ou compnrecimen 
lo, notifico-os do competente pn,tcsto no prazo le­ 
gnl. 
PRAZO 3 dins a partir da publicnçào. 
13eln Vistn-~11., 0-l de Novcmbrco de 1.976. 
O oíicinl do Registro de Protesto. 
"0 nopso objcti, o ao formular a presente é 
transmitir- lhes os nossos sentimentos dn mais alta 
grntidüo, por haverem colaborado na realização des~ 
te congresso. noticiando antecipadame-nte a n-nliza• 
çào do mc,mo. Aproveitamos tombem parn informa· 
los que o mesmo foi coroado de êxito. tendo rece· 
bido n presença de grande número de congressistas, 
snlicntnn<lo-St! ainda que nn ttexta.feirn d~ mnnbã 
,19 novos membros tornaram-se Testemunhas pelo 
batismo em água. Confirmando os nossos agradeci 
mcntos, nprovcitnmo, da opormnidnde para reafr­ 
ma'r uost-a profunda grntiJUo. 
"TeHcmuuhn de Jeo,·ii • Eldurico Antonio Fuzi-Ser 
vfço de 'oticins" 
"Sr. Redator: Venho por intermédio desta parab.-ni 
wr. e:"' jort)al pela brilbnnte análise o re.-peito da 
polit1ca bo111tcr,se. Uenlmente o povo de Bonito 
não pactua com a política de violência. Nossos sin 
ceros agradecimentos, 
Jo:io Lopes Bonito-Mt 
Sr. Redator.. O motivo desta é perguntar-lhe o por­ 
que <la pubhcuçüo dn cro111ca Loteric,, de . .lt.evir 
de âlencnr, duas ,·ezes, no mesmo jornal (Joel Mar 
qucs • Jardim) NR- Tribuna errou. Foi um lnmenta­ 
el erro de pni;inação. 
"8(-:,;;c; 
Por razões de espaço, as_artas estão sujeitas a pu 
bhc::açao tm forma resumida. S6 publicamos car!lls 
assinadas." 
ARTAS À REDAÇÃO 
Por razões de espaço, as cartas envla­ 
das à Redação estarão sujeitas a publlca­ 
çao em forma resumida. 
A Direção 
P1eço desk exemplar 
CR$ 2,00 
s 
QUE 
C
1EDADE 
Bb.ite x Desfile 
Concorrídis-im» o Baile ao Huvi 
no GPR. A atraco do Halle foi o- desIl­ 
les apresentados por Charn e Nádia Bou 
tique. A luz que começ ,u ,, ,!at· proble­ 
mas empunou o brilho do desfile da 
Charm Boutique; deveriam ter parado o des 
file até consertarem a luz, porem. cor.::o 
is: o não ocorreu, valeu a boa vontade du 
proprletérla da Buutlque assim como das 
mancas d·coração do Club original, 
o :om foi do agrado geral .Dirigiu algum.as 
pal:lvrnR ao púlJJlco os i:r~: Orltldcll e l·er 
nando Vasconcelot! Piallei1 o, 1° e 2.
0 
pretddentes do GPR. 
Agradecemos 
Convite de casamento de Sonia 
Hele>nn e Marco Antoot,,. Ela J1lhn do 110s 
o conhecido empresário Elias Barbosa, 
ele du familla Hugo Torre, que será reu 
llzndo dlu 11 próximo na. Igreja S. J os() 
em SP. Aoe· nubentP:! muita paz e felici­ 
dades. 
Anivers=::triantes 
Odete Paes de Barros 
Zenobin Ocampos Gomes 
Ulisses Pinto de Almeida que re­ 
cebeu ºº amigo,; com muita music!l e um 
suculento churrasco. 
Dia 26 pp. o casal Julio Melo-Vero • 
nlc,t brindaram univer,árío de casamento 
com u::n Jiatlo bolo .:onfeitud I e of.;reclclo 
por váris esais do Movimento Religioso 
da City, 110 ( Jub Paroquial. 
Diu :11 p/p. completou 1 aninho a ga 
rot,J Thelma, filha do casal Anselmo (Pe­ 
ninha) e 'elva. 
ESPECU1S 
OU )4 
Ateu<lencln apêlo da Direção e «re 
'igornnàG» ll pós t,,ngo descanso. volto a 
eserever o!' lnfor,nes, semanalmente, na 
Tribuna e no Correio. Não é apenas uma 
coluna política e nem porta voz de gru­ 
pos. Prucur,m,•mo,;. 'cootar o • fato•·. E na 
llngu~gem joroalisth!a. o que illlporta é o 
Fato 
:,,!(,,::(,(' 
1- Jimmy l'arter é o novo presi­ 
dente dos EEUU. São os Democratas no 
poder. A eleição de Carter "nã11 modifica­ 
rá as relações entre o Jirasil e os Estados 
Unitios·· afirmou o pres. Geisel. 
ocos- 
2- Em Jrdim, os Bandidatos da A­ 
RENA e do :'IDB desenvolvem uma cam­ 
panha acirrada e, até o momento, qual• 
quer previsão é premãtura. o páreo eatá. 
equfübrado. Dia !J o Governaaor Garci•l 
Neto e uma grande comitiva prestigiarão 
um comício da Arena. O povo está na es· 
pectativa. 
-o-G 
_3- Rep1rcutiu o::; artigos de Pedro 
Pedreira a respeito da politica em Bonito. 
Parece que lá pelo Formoso a situação an 
da ·•quente" e tudo em familia. Aren:.1 x: 
Arena. .. são antigas rivalidades que vol­ 
tara à tona .... 
o«-3 
4- Bela Vista espera o dia 15 de 
novembrc ... o "dia da resposta" segun 
do .m politico, candidato ~ vere~•:lot O 
~IDB podtmi. fazer dois ou três vereado­ 
res. enquanto a Aren<t, ''renovará seus 
quadros·· ... 
-<<< 
5- A direção da Tribuna da Frontei- 
ra lançará a partir do próximo ano as 
Tabt>1as Con1ugudas. O seu anúncio poderá 
ser prograniado em Dois Jornais e urna 
Revista (com a volta <.n Integrar,;ão), Por 
Um Custo Menor Por anunciante do que 
um so veiculo. Os jornais do Grupo circu- 
1am em 12 muuicipios , .. 
<w3 
6- Até Agora, o Pessimismo Nunca 
Construiu Nada" lMlnietro UekiJ 
C R E 1 
... que o jui i1,111 .. - 
1110 que inrrlor õxil11 
leuça, e que m:is 
o nJt'rN't' tarn!lom 
o que teme a De­ 
us e respeita os lo 
Ie, é o 1es.luta 
mente independente 
o lnnn,ov('t' }) •!11 
orgulho da opin! o 
ou p·la umbiç1o do 
poder, o const utivo 
o tolerante rm ne­ 
gligencia, o <Jltf' 11 
si mesmo se dirige 
t• Ilscallzn. o pneien 
te, o iuv111•íflVl'l t'tl'l· 
pellndor, muR Hl'lll· 
pre lntimurato. (lus 
J1euH lt•ltore,. n•agln 
do prontamente con 
tru u injustiça; o 
que não s..i deixa 
influenciar pelns ten 
tações dos priviltgiu 
dos nem pelo t•la 
mor das turbas; o 
que procura a brlr 
oportunl<fadei; 11 t,,­ 
dos os homens; e l 
gu>1is oportuuldadu; 
tanto quanto o per­ 
mitam as lis, o jus 
to i;Hlárlo e o reco• 
nhrcimento da [ralei' 
nidade humano.; o qlW 
é pr,,fundamente pn. 
triótico e procura u,J 
meHmo tempo pro• 
mover o. boa vonl.!l • 
de lnternncionnl H 
a harmonia mundial: 
é o jornnllsia da h•.1 
rr.anfdade, dt.1 mun­ 
do de hoje e p/ cle. 
(Walter Willl1m·­ 
Deão da Escola de 
Jornalismo da Uni· 
versidade de Mi3scu 
ri, EUA.) 
Completa, nes e 
mês, 13 anr,s em que 
/oi assassinado e:n 
Dallas o Pretdonte ) 
dos Estados Unidos 
John F. Kennedy, , 
maior estadista dt> 
mundo ,onttmpcriwcc 
Trabalhou ío 
cansavelmente peb 
paz mundial e pelo 
bem-estar de toda 
humanidade. 
Sua Juta contra 
o raoismo foi túo 
renhida, tentandv 
promover a igufllda 
de dos negros ame:i 
canos que despertou 
terrivelmente o ódi'J 
entrP os racistas. 
Com isto, em 22 
de novembro de 19G:; 
houve o desfecho 
que enlutou profuu 
damente o mundo 
inteiro: ' r 
O ''seu . .ssassinato~. :1 
Francisco de AFsls 
Diniz 
1 
RASE 
Este é um país 
que vai pro 
frente 
... 
! 
1 
1