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2 
SEMANARIO 
INDEPENDENTE 
Fundador e 
Diretor 
Responsável 
Ivuldo Pereira 
O Verdadelro 
Jornal não se 
limlla o lnfor 
mor, é opinai( 
vo também' 
[Herbert Mosos} 
J±l2 /1312 
1 
~fato Grosso 
' AO Y !'o!i	. tela Vista JL de Dezembro de 17j_ü !'i! !" ! UI!ar 	crs 2o - tundato cm 23-272 
AGORA, SUBORNOS uso d» 
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Tudo, realmente, parece acontecer em M u to 
Gro,rn, hoje cm din, Emhorn pruderllf'mento desa• 
conselhada por eu consultor jurídico, que lembrava 
a proibição dos estatutos de emprestar quantias a­ 
cima do lmnte do 25 milhões de cruzeiros, eu ca­ 
pitnl registrado, n diretoria do Dane<►do Euado de 
Mato Grosso concedeu, há um ano, um empréstimo 
do •lfJ milhões do cruzeiros à Matoveg S.A., empresa 
mato-grossense produtora de laminados para expor 
tçlo. Agora, em condições de pagar o empréstimo 
Altair Faustino Alves. diretor da Mlatoveg, acaba de 
cr1ur mau um problema à ndministroçilo do gover­ 
nndor Jos6 Garcia cio: tentou subornar com 10.000 
cruzeiror cada um dos correspondentes de quatro 
publicações paulistas e cariocas para que fizessem 
como a comportado imprensa de Cuiabá, nada noti­ 
ciando sobre o assunto. 
Depois de ver mnlogrndo seu plano, e o m a 
prisão do fotógrafo Silvio Gutierrez que servia de 
mtcrmedrnno na tcntnttVA de suborno clcnunriudo 
pelos jornaliet•s Nelson Severino, José Luiz Alves 
e Oscar Rnmos Gn,par - Faustino Alves demitiu 
105 dos 200 funcionários da industria deu férias 
coletivas aos demais e, na sexta- feira, desaparecru 
de Cuiubá, deixando o problema para ser resolvido 
por Enio Vieira, presidcnto do bnnco e do diretório 
regional da Arena. Deixou, tambem mais umn in• 
'igesta confusão para o governador Garcia Neto, já 
asediado por denímcias do nepotismo e, ultimamen 
te, de espionagem poHticn. 
."' l'rcrn cm flagrnnte na noite de quinta-feira 
por agentes do DOPS, o fotógrafo Gmicrrcz, apesar 
de sua confissão, foi liberado na manhã seguinte 
pelo corregedor geral dn policia, Hubcns Vuolo." llo 
há rrimt> cnractcriznr", julgou Vuolo, que é também 
professor de direito na universidade local. Calmo, 
T.:nio Viera procurou os jornalistas pnra informar 
que 6 faria qualquer declaração "depois de tomar 
pé da situação". 
El~ se referia no levantamento dos resulta­ 
dos do ope1 açilo irregular, n ser feito pelos inspeto­ 
res do Dnnco Central. A yreocupaçao com as difi 
culdades no lance estadua não chegou ainda, tam­ 
bem, no go•e.·nador Garcia Neto. Sorridente 
diante da fila de 
funcionários púl licos, cngrossadn por 26 parentes 
nomeados para crgos no Governo, que fornm cum• 
primcntá-lo pelas festa, de fim de ano, Gnrcin 'eto 
dizia qu•: s6 havi:i lido os jornais de Cuiabá. Como 
eles não falavam do assunto, o governador concluiu: 
"Nada pos.o decl irar", 
·. (ja, 22 de dezembro, 1676) 
___ , 
E a Cegonha chegou ... 
G llson, gerente da Gráfica Tri­ 
buna, e I ua esposa lláxima comunicam 
aos amt1.os o nascimento dia 23 p.p. de 
sua filh ALESSANDRA. 
o88° 
O lar de Ivaldo e Estela está 
ta. Nasceu dia 30 p.p. VITOR 
o. 
Um breve comentário 
O povo l>elavlstense reclama, e com 
r1:dio, da falta de Energia elétrica. Prin­ 
cipalmente neste final de ano u USINA nfio 
correspondeu à expecto.tiva. Faltou I u z 
UMA SEMANA. É triste ver o 11sforço dia­ 
pendido pela municipalidade ( udqulrindo 
motores, reformando o prédio e r.a lnsta­ 
lações) w o serviço no corresponder. Al­ 
go está. se passando: quando o Prefeito 
Municipal vlajd a asslstencia da USINA é 
nula ... inúmeras vêzes lanç11mos o nosso 
apelo para uma reformulaçfio, prlnclpal­ 
mente, no tocante ao elemento humano 
''Alguem" ou algo nfio está ·'produzindo" a 
contento ... Um aumento da taxa de ener­ 
gia elétrica está previsto para o ano, es­ 
peramos que MELHORE o atendimento da 
USINA para que o "povo não grite". O 
povo paga, mat> quer Ytir funclonunào o 
que paga ... 
Energia Elétrica 
Orgulho para nós, belavlstenses a pre­ 
sença do Professor J. Barros na Secrr,ta­ 
ria Executiva da llunicipalidade. Jornalis­ 
ta emérito, homem de letras, culto, educa­ 
do, sempre com um sorriso nos lál>ios. o 
professor Barros honra e dignifica o cargo 
que ocupa. Temos acompanhado suas crô­ 
nbis publicadas no Correio do Estado e 
neste jornal, sempre transmitindo otimismo 
responsubilidade civica e um profundo hu­ 
manismo. Seu nome é uma legenda na im­ 
prensa m11togrossense, eeu amor à "Flor 
do Ló.cio'· faz com que admiremos seu es­ 
ptrito patriótico. lIuito aprendemos com o 
professor Barros, muito ainda temos que 
aprender. Seu trabalho na Prefeitura é lei­ 
to por exclusivo amor à terra. Seu "Poe­ 
ma à Cancha" uma obra prima que passa 
à eternidade. Neste final ae ano receba 
Professor Barro!', os nossos mais sinceros - 
agradecimentos pelo apoio e compreensão 
demonstrada na espinhosa missão da qual 
es MESTRE. o jornalismo. Na simplicidade 
de sua alma descança o valor e a fibra 
do bom brasileiro. 
Geisel convoca Nação 
Embora não calba, absolutamente, ta­ 
for-se em crise, é meu dever convocar 0s 
l>raslletros ü uma tomada de consciência 
ol>jctíva e serena, da realidade mundial 
que boje uos comprime, para que, em re­ 
dobrados 1;11forços e oom a aceitação de 
sacrifícios que, ainda serão apenas do se­ 
cundário, quando não do supérflúo. possa­ 
mos superar a quadra que nos está reser­ 
vada nestes aos da década de 70. Estou 
certo de que, compreensivo, o povo bra­ 
sileiro entendMá a necessidade das medi­ 
das que forem adotadas, rigorosas e Incô­ 
modos que u,jam, e prestará todo o seu 
upolo a um governo que tlml>ra em não 
pedir sacrifícios desnecessários nem impor­ 
ta ônus que desatenda a equidade e 11 jus­ 
tiça Rocial" 
(Palavras do Presidente Geisel no 
discurso de fim de ano) 
Nota de Redação: N8. próxima edição 
publicaremos na i n t e g r o o discurso do 
Presidente. 
E&AMEM "@ a 
1 • Duas grandes firmas ligadas ao 
setor agrlcola construirão prédios em Be­ 
la Vista. 
lil li lil 
2 • Põsto de Saúde está sendo re- 
formado Após lougos anos sua imagem 
mudará . 
Tratando de as­ 
suntos ligados aos 
Interesses de Nioa­ 
que, o prefeito elei- 
3 
- Asfalto Campo Grande . Bela Vis to daquela cidade, 
ta será realidade . . . 	Altevir de Al•near, 
esteve em Brasllia 
4 . Em fase de andamento a insta- mantendo contato 
lação do iaterurbano... 	com autoridades dos 
Trausportes, da A· 
5 - População aguarda anciosa a grlcultura e a Secre 
JJOsse dos novos vereadores... 1 tar'ia Geral do Pla- 
nejamento, já com 
6 - Tudo indica que brevemente ai- vistas a implantação 
guroas ruas de nossa cidado serão asfnI- de seu Plano Inten­ 
ta.das... 	sivo Ele Ação do Go 
verno. 
7 - Exposição Agro-Pecuárí9 foi um Altevir Alencar 
sucesso. 	visitou tambem, em 
Belo Horizonte, a 
Fiat do Brasil, que 
está produzindo tra- 
tores pequenos e 
9- Rio Apa causou problemas ... mas médios, e parte dea 
não como das outras vêzes. ta produção será 
destinada. a munici­ 
plos de caracteristi­ 
cas agropaatoril que 
é de intel'l'l!11e de 
Nioaque. 
8 - O Gremio Pedro Rufino promo­ 
verá o "Ballle do Reveillon" em grande 
estilo. 
10- O3 maiores do nosso Gover­ 
no incitam o povo a PENSAR GRANLE... 
1977 será um ano di!icil... exigirá fibra e 
raça do povo brasileiro ... 
A Revista In­ 
tegração circulará 
em fevereiro 
Senhores 
nunciantes reser­ 
vem seus espaços 
para 
A- 
Publicidade 
Prefeito eleito de 
Nioaque esteve 
em Brasilia 
Passe Bons Momentos em 
VISITE o 
-===CASSINO 
companhia de sua 
RESTllUR!lNTE 
Familia 
PI RI G U I Y '==- 
 
Bella Vista 	Paraguay 
.. r 	n

JÁ É MUlTO, M S AIHD 
Adalberto 
P UC 
H. de Sant'.11lla 
O Brasil é Um Puis que vai Pra Frcnl<•. 
O seu tle1ieuvolvi111i,nlo é IJl.'I ai, ó fabu 
loso, é extraordinário, Causa admiração 11 
todos 011 dorn1d11 pulm>,-1, Em totlos 011 sc­ 
tore d ;nais diversas ativilude, e em 
tods o quadrantes das muis diverstb» rc­ 
iõ, veríflu-se que h considerável de- 
senvolvlml!nlo. 
É fnlo real, Inegável, o progrnsso do 
país é imenso e uceloradu, apL'hl'.r de to­ 
dus us nturls dificuldades e u despeito 
até do famigerado problema do petróleo. 
Não wo pude deix r de reuonbeccr que 
o Governo Vt!lll fn1.endo os 111áx1L,1os es• 
forQOH, com denod,Hlo <;:mpenbo, nilo !!Ó 
para promover o progresso e o desenvol­ 
vimento do país, mas também pum fazer 
#UNO 
MÉDICO 
Aten,lc pelo J p::; ,. I l'E~L T 
Horários: Manhi lo-pital 
13;00 - 16;1111 h-: l'o,tu <lc Snútle 
16;00 • 19;00 1,,: Con-ultl>rio 
n. 15 ,lc Nov,•H1bro, 75 • Fone 178 • 13dn Vi,ln 
VEZ-SE U €CASA l 
E 3 0E 9U70a0 28! 
TRIIR COM I POPIE­ 
TM RUA CEL BIIS 827 
, • Fundado em 25-02-72 
Redator-Chefe - .!loaldo /Jerrira 
ºAs opiniões cmitidn.s nos nrtigos ni,sinn 
dos :1ilo rcere•entnm o pnlllo de vistn do jornnl 
podeniloscr nté contrárias a <'Sle. ,s opiniões do 
Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos 
comentános nflo sss1nndos" 
"'l'ribunn da Fronteira" uma publicação 
da Empresa Gráfica Tribuna da Fronteira 
CGC. MF. ;J;.:!01.261>/ 0001-90 ln,cr. 13059m-l 
Assinatura Anual 
Deln· ViHn CrS 100.00 
Demni• Muulcipio• CrS 120.00 
g, }!dao • Qfieia_- Tua Duque de Caia» 
/D x. los tal 23 - Deln Vistn - Mnto Grosso 
uma política de valorização humana que,celino KubitschK. 
' · '· ' 	l o , Fhi,;il 1101" hter o curt" 
resulte em melhores condições de vida do qu: O ' " ''', ·de 
ovo 	. prazo, rapid••mf't1lP, p«rü c ·mp '_D ar 
O 
d, 
p Construindo dezPrtau de milhareíl de llcit', orçame11túri
11
, p,nn equ1lll.Jl'!H' a ha- 
habitações. instalando centrais de baste. [lança de puamentos externos é aura 
cimento, oraiznlo estoque reguladores tar a produção ugro-peeva!A. 
criando cursos profissionalizantes, criando Para isso, porem, é fator de primor­ 
universidades, reconhecendo faculdades, [dinl vnprtauci a melhoria dos preço 
construindo colégios, hospitais, pto de }dos us produtos, acompanhando 1?o +O 
suúcle, centros dé sgurunça; Iiíaciando + rnent.- u alta generalizada de todos o de 
aquisição du cau própria e estudantes ,mais urti05. 
uiiversitários; dandó ás-istneia m·dica E também indispensável boas es 
mediementos s hospital r; distribuindo {traias, para transportar o maquinário, 08 
nos poetas de snúclr ullmentus para os mfs /uubos, as ementes ,o combustível, os de­ 
necessllr1dos. t1 nos coJr.glos u merenla es- frnsivo8, a sarnria, a p1·odtJÇút•, Inclusive 
colar; p!'omovend,, permunt!lll"monte pro· u. produç.io dn pecuá1 la. 
grnm11 de vuclnu<;Õe'i e de: erradicação de 4º Jnstahçiío da rcdo cl'.' ciRgotos 
t>ndemlas; fazendo tudo IHso o Governo obra de Rllneamento bár1lco, que certumen 
demonstra pPr[eit•me11te quo vem se cledl- te devenl ser realizadt.1 pL•lo Plannt-:n 
cando 11 um trab1tlbu sério e pficleate de riº .Hfaltamento das ruas da cidade. 
vulorizuçllo humana. 	(iº Coustrução de lnc1ú'-triu de moagem 
RenIznndo um programa de :.i µolo bá- de <.'nlcút·eo. 
slcn o Governo vem construindo continua- 7° lobtaJuçúo de um bom curtume. 
dt.tmt•nlo U!!lnn. biclro•elétrlc11e, Pslr,:dai., 81! DesenvolviruPnto da ogrh:ullura, da 
siderúrgicas, poços de petróleo, re!inras, uíocultura. da hol'ttcullura. 
unlcludcs petroquímicas, portos o muitas 9 Desenvolvimento d sericicultura. 
ou trai. o b r a que se constilurm 011 10º c,,nstruir boas olarias. 
mnls !!Ólida infra-estrutura cupaz de dur us 11 Apressar a vinda da Caixa 
necess 1riu,i concliçõe:i ,1c progresso e de Econômica Federal. 
de~envolvimenlo. 	12º Apres,,ar o funcionamento da co- 
OfeH•cendo Uf1 mais variadas Iinbllfl de municação lntl'rurbann. 
r,rérlilo e de inccutivos o Governo não só 13º Aumentar, mito, o máximo possi­ 
~r. ao empresariado o suporte econ!lmlco vci, a produ1,ào agrícola, melhorar a sua 
1r1d1speu,úvel à ampliaçtlo cio seu movi- produtlvidnde, u sua qualidode, promover 
mouto. mas tambem proporciona á inicia ·i- a sua divnsificaçilo. 
va privada us melhores condições p11ru. se 14<! Pr gar !l!'- contribulçõe.s Iis!!als -';!ffi 
l,rnçnr em novos emr,rccndimentos. dia e em l:3e!u Vlota. J11mais o Governo, 
Al,·m e ac~mn de tudo isso o Governo quer seja municipal, estadual ou fedt>ral 
ma atem no p~l5 um. clima_ de segurnnça e poderá ter condições de atender prlo me­ 
de tranquilidade, primordiul ao trabalho, nos as principais neces. idad<'ri da populu­ 
ao estudo e á própria vivencia da popula- + çao se os r.ontribuiotes niio cumprirem as 
çilo. . 	i uas obrigações para com o fisco. Mi!agrn 
É t11.1~bem megável v fato de que os • ninguem faz. Sem verba nada se pode 
empresários brasileiros tem correspondido • rc!allznr. 
umplnmeute aos incentivos governamentais 
I 
Como poderá o Governo demonstrar 
É notável em touos 0:.1 ramos de ali- . maior interesse por um município que pou 
v_ldades o aumento da produção, n melho- ; co produz, sendo que muito dos seus pró­ 
l'IU. da produtividade, o surgi:nent0 de no. 
1 
prios munícipes pugam o I C 11 dos seus 
vos produtos. O aumento do produto naclo- 1 produtos em outros municípios? 
al bruto é comideravel. A tax:i. de cres- 
1 O nosso progr<>sso depende muito 
cimento do poder equisttvo do mercado l do Governo, depende, porem, muito maiA 
mteruo é adm1rnvel. O rnd1ce de naciona-  de nos mesmos. 
lização do'> produtos vem tendo paulatino O que depende do Governo vamos 
aumento: O valor das exportações de pro- "Pedir. Insistir, A t<'I conseguir". 
dutos primários tem tido enorme aumento l O que depende de nós... não há 
e alem <i_? gru.nde aumenL cio valor de outro jeito ... nós mesmc.s teremos de frt~er 
exportações dos produts manufaturado3, ' 	,_ • 
lt'ID havido tnmbêm a sua grnucle diwrsi: ; 
fie ação. 	; 
Tudo o que o Gove1 no fez e está 1 
fazendo, tudo o que o esmpresnriaclo [ez e ,--------------------, 
está fazendo Já é :i1uito, mas aindd e p 4 f 
vsws. 	[Br. fvav ilonso da ssta Mar1gs 
Em Bela Vista o Governo e os em­ 
presários precisam fazer; 
Lo LinhR de Tr,insmissão de ener- 
gia hidro-elétri ·11. Não será. a vez do 
PhODEGRAN ajudar? 
Como poderá o pais diminuir os 
gastos de petróleo se tem centenas de 
usrnas termo-elétricas consumindo rios de 
combustível? 
Com? poderá haver industriulização 
sem energia? 
2.o Pa".imentação asfáltica das estrtt 
das Intermunicipais. Não estará p:110 me­ 
nos uma delas, Bela Vista - Ponta Porã - 
Douredos, lncluida no planejdmento do 
PIWDEGRAN? 
3.o Encasculhamento das esttadas 
vicm&1s. O velho binômio do saudoso Jus- 
1 
1 
1 
 
1 
1 
l 
"-- - - - - - - - - - - 	_!_ 
ADVOCACIA EM GERAL 
Ru11 Voluntário da Patrin, 376 • Fone 210 
1 
Bela Vista 	Mato Grosso 
Preço deste exemplar 
IIE 
Adubos TAMOIO e inseticidas selecionadas 
t..: Sstis iispi to ie; I5 	Eh Iist 
ementes 

---==!~@ r-,,1 .~r tl Ev fm r11 r·• ~ru íl M::l [ K'<~ r,:::i, f':1 
;3?]s] {5&jijj E} { }l#} [} . [4 
s a,&lê D bit !k. "".± 
 
~adc_ernos p2:.ra Servir e crescer 	- ..... 
 
a enas de toda a especie (Peroba, Jatobá, lpê, etc) - pronta entr 
Destaca - Terraplanagem - Açudes - E b • ega - Bom preço 
m e1ramento 
Se'a_	Vista - Antonio Jo5o KM 35 
!.líllo Grosso 
Correios e 
Telégrafos de 
Bela Vísto 
A. R. do Sont'Anna 
A nos3n reportn 
ffl'U1 tem ouvido di­ 
,·uri, 11 ()UC'iXU8 COI! 
tra a Agência local 
do, Correios e 'Te­ 
Iérafos. 
1tech1 mu lll uu que 
e+tregam na Agencia 
uma carta e um crn 
zéiro, em moeda c·or 
rente, para que a 
carta teja enviada. 
Em primeiro Iu­ 
ar. Nunca u Ado 
eia tem os vinte cet 
tuvoH du troco, Helll 
em dinheiro nem 
em selos postais, e 
fica com o troco. 
Em Beguuuo lu­ 
gar: Quaudv 1.rntrc­ 
gun a cariu e o d:• 
nhelro, a ca1·tu nfiu 
chrga ao destluo. 
Quandú entre• 
gam a carta devida 
mente selada ela 
chega normulrr. ente 
ao destino. 
Reciumam ou­ 
ti-os que lem repeti­ 
damente recebido 
Ruas cartas com os 
envelopes contrndo 
evidentes sinais de 
viola_ção. Há tam­ 
bem as reclamações 
dos que recebem va 
le postais e nfto 
conseguem receber, 
a não ser com gran 
de demora. o rei:pee 
Uvo pagame11to, a­ 
pesar de repetidas 
apresentações e de 
loslFtentet! solicita­ 
ções. 
Vales postais 
que até, /10/t '24/1'2./76. 
ainda oüo for-.m 
pagos. 
Série Í., a.o 
03014545-6, de CrS 
100,00, emitido em 
CaFsilándía - Mt., dia 
27/10/76. 
Série A, IJ.o. 
03306437 -2, d e CrS 
100,00, emitido em 
Parque Indústrial - 
Conlagem - illg., dia 
19/11/76. 
érie A, n:o 
02!374890-6 de CrS 
150,00, emitido cm 
Agência Central - 
João Pessoa Parai 
E bá ainda os 
que reclamam d<1 
maneira pouco poli· 
da com que um dos 
funcionários trata o 
publico, alem do que 
está 11ernpre a por 
rlificulduclei.Z no aten· 
dimento, ora por um 
ora por e ut:ro motivo 
Será que estão 
por voltar os tempos 
antigos? 
Beloi Vista )lr., 2-llt2/i6 
1 
Casa Pecuarista 
Produtos Vetcrinúrio• 
e Agrícolas, Ferragens 
Artigos de Montaria 
e )lateri;,i,; de 
Con,truçuo em Gt'rnl 1 
Av. Duqua de Ca• 
xlas - 606 
Fone.: 157 
Jardim 
Mato Gro.550 
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!lt
1la Vliila - MI. 
'friiJUll, J:1 l'l'(Jlll' L , 
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ProL Stumpf 
( Co n 11 nu rt çfl o) 
(r!,l d,•f:l(•uvolvlmot1to tk m prorara de 
tJXUme.-, ve'ibnls da '. nlúrla (llFH.J e 
F'culdade d letras, cont ujuda e inC'it,:­ 
n1tmt11 ao estudo p/ Prol'. l,iumpf. 
PLATÃO 
SOCR.TES 
'. f=.üo ,.;un, n,; p.llavras C"lP, quJ <'u. t1:1na',.l. 
11udn dvix, :1 u:;crito, o que se e nhr,cc a I' rir11:ar rnpe'i111!0 :lt'lilP ,·: •• (•n1!.i g1· ç,.s 
rcspPilo d,: 1u11 fllosoflu, que fol pos,.;ivrl u Deus, por ter nscido grgo e n:io lJ'n•· 
t:oullecer 1u suu doutrina .oi .t vés de lJtu·c,; liv10 t• niiu e,;c•rnv<,; l1ll1T1l.'111 e 11:lo 
l'Lilflo. Xenofoutc e Arislólelc s. 111ulhn; r<.>11<lo-as pur~•m, t rim;1 d • tudo 
. O que ~he ln.lPl'P!lt-llVO <'l :1 o honwm I por ser contemporado do óerntos". 
n wto1prl'luçao re,lléxa da conilut1.1. liu111,, Tinha l'lat.io vrnte P olto ;p,
1
•
0
, quan- 
na e dus rcgrus que f, ela preridi>m. 1 dv o me-tro morreu e o remate daquela 
Sua divisa ern •·~osce te lpbu111" co- vida. deixou marca em todas vs fases do 
11hece-lP u ti m•Jsmo. 	1 p:•n1mme11lo do discipu!o. 
Sou método < rn o do <i11'.llogn quo : O Ath,•nil'IJS<' Pláton, foi n JJl'indpul 
desenvolve a Vl?:dadn cornurs n todu.; os disdpulo livre de ~oc·rat~s. Diz-s,
1 
Cjlil' PJá­ 
eFpll"tos, que comporta. 	tão clescE:ndia de kodros por seu p·d, ­ 
-A ironia, qUP hbertu os rspirilo-i ristcn; e dum irmfto cln sólon por rnn rn:íc 
dos en-os; 	Per1ktione. 
-A murnullra, que obri, ·;, a conhecc>1· Jnl1't iormcntl.' ou vim in:liferentcmP:ile 
a vcrdad que em s! mesmo xi-te, tr:n- o fenomenista Protagorus, ao heracle0no 
do-a do seu intimo; , Uratylo e os solistas Gorius e Euthyde- 
·A HHluçüo, que :'C 1rv.l • a (>bs T- 'llO, eon,olidandn 1,u1F- próprius ideias lle­ 
vrrçú.o Jas m,1·s s1111ple . .; UH 1:1·1is ous ,da~ vid:- as lições de -3ocrn.ies. 
g,mraliclt1cle ea. 	'l't,S.("ilUiihu ocu:ur e rcv0llaJa d> 
. -Deiinvção, que fornece o aago da; us:-:,.-:n. t·> de Sócrale;; a qurm quiz clef ·u- 
co1sas e u suu. ruça, dL' s,·r co111piEtnnrln (ei' e repelido pelos Eliar.tas no ;!izer d i 
o metoclo Socn'.>.lko. 	Diog-!nes Lnercw. deixou Athenn,;. indo 
O lilósofo dizia: • Fiz dsce do céu il mcgar 1, dali ao Egito, a Cyr<:m1 e de- 
u terra a filosofia". 	pois " t, rento. Voltou II Atenas saindo de 
Platfl,, foi seu d.sei mio o .ristót le·i novo para a Sicilla e yracusa, Conde re- 
.. o prendeu a somb1·a ck sua iilosnria. g:e,, ou novumente. 
~ . o deli;eatmos este re um u d o qtll· b. n :di uma eGCQla, que teve o no- 
Sócrates nos deixou, queremos agradecer me ti<' Ac.11lemi11, por funciona,· no j.Jrr11m 
a critica quo no:; for iaita por ilustre jr. do ho,· •i Akurlemo . onde se e:1contrvam 
ntilistL. ncs:ui; .. 1esmas e lun .. s, po1qu~ :t t•·mp oi; a Diun1:1, a ,tllenea u :vlinerva e 
crit:.:u, seja qu li for o i;eu i:.túito, cr;ado, a:- :lusas. bem cornn os tumulo;; dP l'tirí- 
0.1 demolitor de boa vontad, sempre é a eles ,, Thra,-.ybulo, lH' Armodios e .risto 
~xpresi-üo hiuc,,rn de uuu formo ele pensa, gil,,u ,. Livs guorreirus mortos ('ffi }lorn.to­ 
inda que antagoieu uquilo que em buu na. Era portanto urna lugar de civismo. 
me!:!Le e síí. c ... usc1c-ncm procu arr.os f. zet· A fil,Jsofia d~ Plat:ío li ll'!h1 nro,a os 
d,1do que tivemos olgumus pnluvr.1s de de- ,1ssuuto!:> tradicionais da osp1,·açfto • !:lumnm1. 
rcsu_ pelo ilustre reduto,: de:;te º!·gilo, To- uma :,hrn i•n:i!tal de,prend1<h das r.~giõA; 
ilavrn queremo;; nprnvP1tnnd1• o titul 1 SO- celestes p+ia terra e a cus voltando, 
CRATES. lembrai' a 1lust•·e in, el,·ctua que p·. rn couternpl!lr o e~plendot' da clivind,~de 
pr,r <'xemrlo, o meiodo Socrático, e éto es mtematicus, r e s o 1 v eu o 
de, parlagógic? que len1. pri :1tiran.enle ,. pnbll!•nu da~ dULls médioA proporcionais, 
alnuo 1to con,1ec1rnt•nlo do propr10 errn. surg-e. iu o doa tres núm(:'ros rep1·esen1ativos 
,, e, dl'p.:>}s no _descoblimento c.,1. v, r ,ude . .- dt>" bt'.o.; do triàogulo rdüngulo e aperft'i­ 
l, r, forma S'lcrãt1ca ,,dot.hla modl·rn1un-•nte en ço0u os métodos de aualíses,basta dizer 
F,luci ç'lu. :i'lroxirna-Fe ela 1 1,dêutica (ct1 que no ironlilú da Acudamiu se acllaYa 
grego 1oa!eutik<', arte de pai ,eja•·, arlC' d • mscritu. Aqui nilu entrn quem não for creõ 
dur luz aos espirito (purtü t fl i·!lin:-) isto meti a. N.i medl.uica andou contllruiudn "um 
porqu~, faz desl:obri1· no int ividu ,, _por u relógio hidrául:co para u uoitfl. Na A1<re- 
------- 
mu E-(!l'ÍC d,: perfJU!Jl:lo, :is vc1,l:t!rs (!U o 111•.mia al.Jr,iç'lu 1.,, uol, rnovlu, 11lo • :1 l·•,· 
• nropr,o já P:llJP FC!JJ l1•r C'!lll') ,;(1:J e, ... ,~i'1 ll. , (jU•J IIH'l!hll' C:<'l',l,'(• Jiz;l ·, !:,t:u, (· (! 
di,:;o, 1 u ,: i,.zer •-u gir no espir.to ds psicologiu que Sidney IHl "Ili ;lú.J l " desa 
Cr-l,u1t:c1, i,lci, t- u,.'.tt,, " i),1.;1i •ie uuti·, ,:, dGnt·i 1, l". :!'1:1 j1.tl1'.J. ,, ·l' ed t•;ío ill'IC', 
, p1·evl llh Jl[L t•nnSi'.tli: .s. j r,i11,·i;,:t1111,':,ll' a ?"l o,-o:j il, 1•.,11~1.lu ,lll lu H 
• i-t'll-UÇÍÍO C'c ;110 IUi'i.Ll'lllíl do oi)jel<1 (IUI' 
o co1·1Hi eo,nunic-:t ü ulma;c v .• rhn•' •~· rn 
us quiil «.eis veis, estudou a Iemó­ 
j i., vmpiica t' l',,Liouu1, l:1Ju:',,,1 llh- 'JC:lll di.l. 
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1utullgcnc:a uos ~ublot, preceilos dv 
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por :-u!:e;,.,çúo e 11 
Gv;n !sr Neto, i­ 
~=iln11 l,r, JJIJ (>.,' 111ll- 
r1lt'!Ol<'• TDll(Ojl,',l • 
, :1s:•, ri l' . ;·•nrlo 
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no g 1bín1•,e d:.i '.llini!'tr0 da Faze nela, em nllli Derzi, de depu­ 
[lrn:llia, o Goveradr do E-lado de ~lnlo tado:i rl'preneutuotf)s 
G:osso ª"''iLJ,;U convê:;io c:im o mini,;t(>J"lo da óreu n..i. CüD,!)j1L 
para firnnc·iuí'1er1to DO valor de cinco ;ni- do,, Deputados_ e. a 
lhõea de r•ó1arcs dsindos à coatinuaçiio .s•cmblc1a Lci;1rln11m. 
de ob:-a., viárias 1! do infraestrrw11·u no I além _de o~tro• "!cmbros 
do Uuelorto He:;!tonnl, 
Estado. . .. , r. . ! Ap6., n for111ciluçlio 
i'.> frnnl. o Minis ro .!:.mo Henrique / <ln li-ra de uorm:!, e "ª· 
Sim0n,en diss,; ·tenho muita sati-fação regues ao Governador 
em himu esse contrato de inaaciamen. {ynforme preceitua a Ir 
to. em face de ato Grosso estr passan. gila;ão m» ior dre- 
',,,,' , e@v1,,,'ri ser submetida à apre- 
do po, uma I,1se de grande aesevolvi- ; vação do Presidente da 
mento e de estar muito llem ur!:1.tÍnistrado I Hrpública. 
pelo Gove!n:dor G:.11-cüi Neto. ! 
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nllo sofcerá restrições de recursos dcntr 
do programa de economl
11 dl• lnve,;llrnen­ 
tos que II Governo Federal f irá no pró­ 
xi.no rrno, 11ls,;e o Dlretor-G, rui do Depar­ 
tamento Nnclonal cl13 E~lruclas de Rodo­ 
gens-DNER. engenheiro A<lht'IDUr Ribeiro 
da Sllvu, no usslnnr convênio com o Go­ 
verno EsltHlunl purd u construçfio dn Es­ 
tnçilo Roduvió.rlt> de Culubá. 
"Devemo continuar com todas as 
obrns qu .. já t't1tav;;m em nnd~mento, ou 
seja, coutoro de Cuibá, cesso à cidade 
unlver&itárm, oprlmoro.m,.,nto do trnbnlllo 
que já foi feito na Culub'I- antarém, n ro­ 
dovln BR-21i2 (Morro do Azeite a Corum­ 
bá) com obm11 de arte executadas pel» 
m .. srnu f1rm11 qut- construiu u poote Rlo- 
1iterol, o 11 o.;trndn construida r•elu DOC, 
Fort Colmbru, r,nlt'oncamento com a BR- 
2G2, e convenio com o Prodepun n•J siste­ 
ma rodovlnrlo do P11nlanul'', dh;se. 
·to Grosso nulo é mais o Estado 
do futuro. jà é do presente,, .Muis adiante 
cllsse de ontrus obrus que serão ioicfudas 
no próximo ano, Inclusive o a~faltnmento 
do trecho Douradoi a Pont11 Porã" ,con­ 
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aumento du capocldade IJ lllt(ll',1 do ógua 
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t 1 :11i<1ui1 indo m· !s um coujmnto de m•,to­ 
bombas de recalque para a injeção de mais 
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de moto-bamba sla sem!o publica la no 
IJí I in Ofic
1·1t do E.,[ado. 
Em Para .fia, a S,NEMT cri: u1 
a periuração ds unu Poço 'Tubular PIoiun­ 
do, que devera atingir a 3) metros de 
profua:didade e dar uma prodço etc, !011 
m'l lltrc .tll1J,·n. 
O Peço Tub11lor Ptofunrlo d~· hi1,1n,!íll/l 
os 127 rtrs e pr, fundic.Jnd<', j:í apre· 
re,,tava vas.lo Iirual a 'l7 mil litro; IH>!' ho1 H 
pi-oduçfío ccn6idernda boa. O Poço Tubu­ 
lar de Paranaíba está endo perfurado po:· 
equipo du SANElA'l'. 
5F­ 
MM4POSTO 
Cuiobá • (SEDLfAT) Convenio prnµos­ 
to pela secretaria du Fnzenda de Mato 
Gl·osso à comistião Técoici:1. Permanente do 
ICJI-COTEP, ap1·ovadu pelo Conselho de 
Política Fuzeudárit1., do Jfinistério da Fa­ 
zend11. reduzir11 u bi:uie de cãlculo do lm• 
. pus to sobre u cume tle bovinos, resultan­ 
do em. aumento da arrecadação estadu.1I. 
8egundo a Secretaria da Fazend!l de 
iIato Grosso, a cu rne bovina rt-presenta o 
grnsso da arrecadação estadual passará 
depois do convenio, que será rxecutado 
a nlvel nacional. a arrecadar ê:1 por cf'n­ 
to contra ü7,7 atuais. Essa redução da ba­ 
se de eálculo representaré. um trnmento 
de anecad11çãn substancial. O exemplo 
citado pela ecrearia da ft'azenda mostra 
numa operação tornando por base 100 CrS 
Antes, o Governo Estadual ari-ecadarin 
4,52,, e depois do convenlo, possará a ar­ 
recudar na mesma operação 5,53, portanto 
1,03 a mais em c:uoa • 100 cruzeiros· • de 
operação, resultndo em maior arrect'.da­ 
<ão tribulflriu. t>ID face do volume ,de ,ne- 
gócios nesse setor.· 	· 
Esse convenio déverá aiodu sei· rali• 
ficado pelo Governo do Estad::) de '.lf11to 
Grsoso, atta vés da publieação no Diário 
Oficial do Estado, dentro do prazo de 15 
dias depois da publicação rro Otário Ofi­ 
cial da União, do acordo a nível nacional 
Mato Grosso, Goiá.i- e Distrito Federal 
são os miliores beot>f1clários dei;ses con· 
venios, concluiu a SecretarJa da Fazenda. 
Leia e Assine Trihuna da Frontt>ira 
O JORNAL 
Espírito unto, voe+ 
que nu· se!tece tu 
(lu, il1Iillilla todo { ti 
camtol1os p/u que 
L u n!iriJ,1 o r:1eu ldl'· 
,d, vocú que me á 
o dom dtino de 
perdonr e e+quocer o 
mal quo JllO foz o n; ,• 
que todos os instants 
de mi111ifl vidu ('fl(CJ. 
comigo eu quu-o 
neste curto diúloo, 
agrndeccr • lhe por 111 
do o confirmar llli.J.li 
uma Vf:?Z, (]IH" ('U llUU 
ca qr,m• esqcc,-r de) vo 
cO por maior qur, sela 
a ilusão ll mat('r:al 
não será o mfnfrno da 
vontudc quo tdlllO de 
um ditt, CRtlll' com VO 
aê lodos os meus ir­ 
mãos na Glórla Per­ 
p(·lna. Obrigado mflls 
uma vez. (A pessoa 
deverá fazn eRt
11 o 
ração 3 <lia segui­ 
do, sem fazer o 
pedido. Dentro de 3 
dias será alcançada a 
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cíl que i::eju. (f;"ubli­ 
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É, P IS É ... 
Pedro Pedreira 
O exerclelo do jornallsmo temn um pou­ 
co de sacerdócio que prodispõe o indlvl­ 
duo o rico. 'l'em um pouco e técnica, 
pul exigs os conhecimentos necessários 
valiaçlo dos fatos e dos tos. Exigo 
acima de- tudo que et·Ja feito por homens. 
Homens com grandeza uficlente para 
obsnv
11r u pequeuez de muitos. Com crlall· 
vidade ulitente pur abrir novos caminhos... 
9#0 
Amn e R<>spl'ltn n Mulher como origem 
da Humunlt!nde ... 
pelo Redator-chefe da TRIUNA: jornalista 
l vai do Porei, u .. OR tempos pae1111_ram... a 
época che!!ou ... é tempo de conquistas, de 
mudanças e de celtação... Ficaremos com 
o. crônico aemunnl ''MEU CAN1 INHO • 
+<G0+4 
' Vnmos aguardar 1977 ... nn. esperança 
de melhores dine pnrll Bela VMa ... em 
todos os setoros.. sob todos os aspectos 
MUITA COISA PRECISA SER FEITA...E 
tempo de construlr ... ó tempo de harmoa 
é tempo de aceltat· oa erro11 ... cordgl-los ... 
é tempo de ter ombrldade suflclnte. ~,ua 
aceitar a verdade: Nlnguem Constrói Sozl· 
nho... nós vivemos em sociedade... somos 
todos cios de uma grande corrent11 ... Só o 
Amor ConstróL..O Odlo é próprio de Men­ 
tes Doemias ... Aqueles que querem uma 
Bela Vista meihor, contem conosco ...Esta­ 
moe aqui para Servir e coustrulr, ~ nuo 
para Destruir e Dividir ... 
002.«0 
Moradores nas ltnedlnçõc-s dn rua da 
Repúbllcu raclamam: Faltou energia elé­ 
tricu nos dias 22,23,24,25,26,27,28, e 29 (data 
em que escrevo esta coluna)... Multo8 pas­ 
t1aru01 o N11ttl1 eob um forçudo roman­ 
tismo" (as velas funcionaramn)...Até qun­ 
do contluuurá o problema? 
9283 
No de5e}o urcleRte de oferecer a um 
público sedento um jornal a sua altura que 
dignifique ainda mais os mvios de_comu. 
nlcução, lnolaremo11 t-m 1!)77 a felçuo gru­ 
fica d TRIBUNA e agilizaremos sua linha 
editorial. É a escalada ... 
t:eQ;:e::l 
Rt>cebemoe carta do grande amigo 
Cap .. Ido R11mos solicitando a continuida­ 
de nn remeRsa da TRIBUNA ... Está sendo 
atendido ... 
083 080 
"À mulher, como mii. 3, devemo■o 
preto agrado do RESPEITO pela concep­ 
ção. gE>staçilo. ptuto e todos 0s acrificios 
oriundos ela n:aternldade ... 
0903 
Mais um ano de lulas travadas ...ma i 
um ano de conqulstas ...sempre por amor a 
terra que nos acolheu e ao Ideal que nos 
move ...Vamos queimando etapas ... com fé, 
ótimismo e confiança no dia de amanhã ... 
96083 
Recebemos a visita do senhor Fernan­ 
do Alves Gomes, que nos brindou com um 
primoroso elogio:"Voce é a Pena de Ouro" 
Continuaremos caro amigo aprlmoraapo o 
noso estilo pura cada vez mais, através 
do jornal, colaborar no "despertar desta 
terra ... 
teci>9<I 
"O Respeito é a prova nii.o 1ó de educa­ 
ção, Como do conhecimento do vulor pró· 
prlo em relação aos demais" 
k:8 
AVISO AOS NAVEGANTES: A partir da 
próxima edição esta coluna será aHlnada 
Meu filho vai Nascer ... 
Meu filho vi nascer... Vou ensi­ 
na-lo a ser homem de bem ... vul ter que 
uroar a liberdade ... conhecerá as cauBas 
e os efeitos ... terá uma missão nobre a 
cumprir ... berà o que representa o IDE 
AL... Respeitará e Será fü,speltado ... Vou 
ensina-lo a Respeitar o ventre agrado 
da 10ulher ... miie do mundo ... Ele saberà 
que o mundo é um jurdim e as mulheres 
rosas deste jardim ... ele ■abtrá diferenciar 
o que é Bom e o que é Ruim ... Vou en­ 
slna-lo acima de tudo a ser um homem 
Horn .. um homem Justo ... Ele saberá Per­ 
doar, poiR, até Ele, pregado na cruz, pe~ 
doou a humanidade... "Perdoai os Pa, 
Eles Não Sabem o Que Fazem" sim,meu 
Iílho vai meditar estas palavras e sabe 
rá perdoar... Meu filho vai nascer e com 
ele nascerão outros milhões de filhos... de 
pais diferentes ... de países diferentes ... de 
religiões diferentes ... mas todos arautos de 
uma era preconizada pelos maiores da 
Bíblia e pelos mlatlcos da História ... Peço 
au Senhor da Luz ... ao construtor de mun 
doe ... a semente Eterna ... que el~ nasç11 for­ 
te ... que nasça sobretudo com o coraçãozin 
ho transbordante de amor ... que não reco 
lha en sua mente os fluidos cte ócJíos que 
pairm no ar ... que não recolha os i;en­ 
timentos que embrutecem a alma... Sim ... 
meu lilho vai nascer ... e, espero, que um 
dia, ele saiba que oe seus país Tudo fize 
ram para que ele nascesse num Clima de 
Amor ... Sim, meu filho vai nascer ... é miils 
um milagre da Vida ... e encarando este Mi 
lagre ada Mais Importa ... pois, o Hes 
to ... são folhas que o vento leva pelos cami 
nhos da vida ... 
lRIBUNII Dn FRONTEIRA 
0 236 
# 
PREFEITO EMEDEBISTB PDSSRRB 
PARII D ftRENB 
Em solenidade a ser realizada no pró­ 
ximo dia 30. o prefeito de Guia Lopes da 
Laguna, Ranulfo Pereira da Silva, do MDB 
assinará 11 ficha de inscrição na Arena. 
cora o que a oposição ficará sem nenhum 
prefeito em Mato Grosso, ja que o de 
Guia Lopes era o único até então om uma 
cbel1a do Executivo, pelo lado emedebista. 
A informação foi divulgada pelo depu­ 
ado Ruben Figueiró, assiralando que o 
MD só contará com nóvos prefeltos em 
Mato Grosso a partir de 3L de janeiro, 
qu«ndo seis eleitos assumirão os seus car­ 
gos. O atual prefeito de Guia Lopes, ape­ 
nai form.allzará o seu i.ngNuo n11. Arena: 
extra-oficlulmente ele já se engajou ao 
p arUdo 1ltuaclonl1ta hã muito tempo e du­ 
rate a campanhu eleitoral, incluerve, deu 
ENFOQUE 
FATOS E SOCIEDADE 
Agradecimentos: 
Continuamos recebendo os votos do 
Boas Festas e Feliz 1977, retribuimos e 
a radecemo coru toda s i n c e ti d u d e. 
ião Luís Ramos-R Janeiro, Alvaro Pe­ 
reira. B. Vista, Metropole Com. de Papeis 
Ltda .... Paulo. Perlandro Motta - R. Janeiro 
Dep. Gastão Muller - Brasilia, Padres Ie­ 
dentorlstas - B. Visto, Claudlo D. Alves 
R o S AfilM - . Paulo, J oacir M. Marques 
B. Vi«tá' José S. da Costa Marques - B,Vista 
Eíl P. de Souza - B. Vista, Unidade Sanl­ 
taría B Vista, Corumila Loureiro B.Vlsta 
Altlvanl R. Lacerrla Chef. Dpto. Ad:n, da 
Secret. do Interior ~ Justiça ~ Culabá, 
Kím e ma - Baurü - S. Paulo Djala e 
Arcenla - P. Por. 
decidido apolo a Rosalvo Fragu dos San­ 
tos da Arena. eleito seu sucessor. Figuei• 
ró dine que não tem conhecimento de 
nenhum prefeito eleito do MDB que esteja 
interessada em passar para a Arena, pelo 
menos oficialmente e que o partido não 
está fazendo qualquer gestão nesse senti­ 
do. Todavia, não será grande 111rpresa se 
verHicar uma debandada parcial na área 
dos executivos, dos quuis no se exige fi­ 
deltdade partldarla. Em relação à deputa­ 
doa e vereudores, só poderão transferir-se 
de partido caso seja aprovada uma lei 
suspendendo a fidelidade. 
Formandos 
O Baile dos Formandos no dl/l. 22/12 
da 8.ª Série da Esc. ele ).Q e 2º Graus 
Castelo Branco, no G. P. R. esteve concor­ 
ridíssimo, embora a musica pouco agradou 
No restante, em tudo, notava-se o bom 
gosto; ornamentação, o colorido e a ele· 
gancia de todos os formandos. Parabens 
por essa etapa vencida, nossos srnceros 
desejos que a proxims etapa a enfrentar 
seja com vontade e perseverança. 
0808G 
Tambem dia -'23/12, realizou-se no 
e. P. R. o baile do, Formandos da Esc. do 
2.º Graus Dr. Joaquim urtinho. O salão 
esteve lotadlsaimo, a d eco.ação notava-se 
o apurado bom gosto de quem a planejou 
a musica tambem esteve bem melhor. Pa­ 
raben!Z!lmos a esses estudantes que na­ 
quele dia reeeberam a reccmpensa dos 
anos de labuto escolar. 
c,;;,:;;:eo 
Bailes 
Os bailes realizados no Clube do Laço, nos 
dias da Exposição estiveram super anima­ 
dos. Catureba soube escolher o eonjunto, 
puis o mesmo foi do agrado geral. Esse 
mesmo tocou sábado pp. no Clube Belavis 
tense que contou com a presença de n? de be 
lavistenses era t'etudando em outros plagas. 
653 
Natal das Crianças 
O Natal de 1976 pura as crianças mais 
1 
necessitadas, foi um natal alegre, com lin­ 
dos presentes. Essa alegria lhes foi propor 
clanada pela .ABB e Sessenta Esporte 
Cluba. Parabens a voces que tiveram essa 
brilhante idéia. pois naquela noite fizeram 
brotar um sorriso feliz nos labios de cada 
c.riança 
Preto das Mut- 
moveis sabei 
en janeiro 
Partiu 
Os preços doa 
automóvel,; n a e I o 
nais deverão subir 
entre 8 a 10 por cen- 
to u parth' do 1° de 
Janeiro do proximo 
ano, segundo Infor 
maramn técnicos do 
Con.selho Inti:rrnlnls 1 
torlal de Preços, que 
já está recebendo as 
tabelas enviadns pe- 
los fabrlco.ntos. ' 
Este ano o aumento 
rios automóveis, par­ 
celado em quatro ve 
zes atingiu o percen 
tuuÍ médto do 32 por 
cento entre os dlver· 
sos tipos de vclculos. 
Conforme a sistemáti 
c atualmente em 
vigor, os fnbrlcaute11 
devem enviar ao SIP 
com prazo de 20 dias 
de nntecedêncla su&s 
novas tabelas de pre- 
ços para que elas 
possam ser examina­ 
das antea de serem 
postas em prática. 
Banco do 
Brasi! com 
mais agências 
O Governador 
Garcin Neto recebeu . 
comw icado do Pre ~· 
sldent I do Banco do 
BraeU, Angelo Calmo  • 
de S·í, que o Con­ 
selho .fonetário Na 
clonai, em &essão rea 
llZada, 1 a quarta fei 
ra ,autorh.ou a abertu 
ra de mais seis gen 
ela dagu •la entida 
de bancaria no Esta 
do de Mato Grosso. 
Segundo o COl'lUlliCa 
do do Prsidente do 
Banco do Brasil, as a 
gências serão abe, tas 
nos muwcipios lle 
Mato Grosso. Port 
dos Gauchos, São Fe 
lix do Araguaia, Bo 
oito SldroHl.ndia e 
Torixoreo. 
. Dia 26_p.p. o popular Irmão Chico, que 
deixou muitas saudades entre os bela'is­ 
teasee, pois ele com sua simpatia e sim­ 
plictdade conquistou a todos. Daqui vai 
os nossos smcero11 agradecimentos por seus 
trabalhos prestados à comunidade BelaVis­ 
tenae. 
0830363 
Aniversários 
Dia 1 Janes Velásquez 
Dia 24 Gilca Lino 
Dia 26 M.~ Regina Mendes 
Despedida 
Não podendo des­ 
pedir-me pessoalmen 
te, peço a Deus que 
abençõe a todos. Re 
zem e peçam a Deus . -~ 
que me acompanhe 
nos novos trabalhos 
e responsabilidade■• 
Ir. Chlct Scholl, 
CSSR.