l l· ,. ,.-e- l 2 SEMANARIO INDEPENDENTE Fundador e Diretor Responsável Ivuldo Pereira O Verdadelro Jornal não se limlla o lnfor mor, é opinai( vo também' [Herbert Mosos} J±l2 /1312 1 ~fato Grosso ' AO Y !'o!i . tela Vista JL de Dezembro de 17j_ü !'i! !" ! UI!ar crs 2o - tundato cm 23-272 AGORA, SUBORNOS uso d» 1" eIIl 'ão 8° ,de e• et - 28 (r e- 1. ·a% 4a. Tudo, realmente, parece acontecer em M u to Gro,rn, hoje cm din, Emhorn pruderllf'mento desa• conselhada por eu consultor jurídico, que lembrava a proibição dos estatutos de emprestar quantias a­ cima do lmnte do 25 milhões de cruzeiros, eu ca­ pitnl registrado, n diretoria do Dane<►do Euado de Mato Grosso concedeu, há um ano, um empréstimo do •lfJ milhões do cruzeiros à Matoveg S.A., empresa mato-grossense produtora de laminados para expor tçlo. Agora, em condições de pagar o empréstimo Altair Faustino Alves. diretor da Mlatoveg, acaba de cr1ur mau um problema à ndministroçilo do gover­ nndor Jos6 Garcia cio: tentou subornar com 10.000 cruzeiror cada um dos correspondentes de quatro publicações paulistas e cariocas para que fizessem como a comportado imprensa de Cuiabá, nada noti­ ciando sobre o assunto. Depois de ver mnlogrndo seu plano, e o m a prisão do fotógrafo Silvio Gutierrez que servia de mtcrmedrnno na tcntnttVA de suborno clcnunriudo pelos jornaliet•s Nelson Severino, José Luiz Alves e Oscar Rnmos Gn,par - Faustino Alves demitiu 105 dos 200 funcionários da industria deu férias coletivas aos demais e, na sexta- feira, desaparecru de Cuiubá, deixando o problema para ser resolvido por Enio Vieira, presidcnto do bnnco e do diretório regional da Arena. Deixou, tambem mais umn in• 'igesta confusão para o governador Garcia Neto, já asediado por denímcias do nepotismo e, ultimamen te, de espionagem poHticn. ."' l'rcrn cm flagrnnte na noite de quinta-feira por agentes do DOPS, o fotógrafo Gmicrrcz, apesar de sua confissão, foi liberado na manhã seguinte pelo corregedor geral dn policia, Hubcns Vuolo." llo há rrimt> cnractcriznr", julgou Vuolo, que é também professor de direito na universidade local. Calmo, T.:nio Viera procurou os jornalistas pnra informar que 6 faria qualquer declaração "depois de tomar pé da situação". El~ se referia no levantamento dos resulta­ dos do ope1 açilo irregular, n ser feito pelos inspeto­ res do Dnnco Central. A yreocupaçao com as difi culdades no lance estadua não chegou ainda, tam­ bem, no go•e.·nador Garcia Neto. Sorridente diante da fila de funcionários púl licos, cngrossadn por 26 parentes nomeados para crgos no Governo, que fornm cum• primcntá-lo pelas festa, de fim de ano, Gnrcin 'eto dizia qu•: s6 havi:i lido os jornais de Cuiabá. Como eles não falavam do assunto, o governador concluiu: "Nada pos.o decl irar", ·. (ja, 22 de dezembro, 1676) ___ , E a Cegonha chegou ... G llson, gerente da Gráfica Tri­ buna, e I ua esposa lláxima comunicam aos amt1.os o nascimento dia 23 p.p. de sua filh ALESSANDRA. o88° O lar de Ivaldo e Estela está ta. Nasceu dia 30 p.p. VITOR o. Um breve comentário O povo l>elavlstense reclama, e com r1:dio, da falta de Energia elétrica. Prin­ cipalmente neste final de ano u USINA nfio correspondeu à expecto.tiva. Faltou I u z UMA SEMANA. É triste ver o 11sforço dia­ pendido pela municipalidade ( udqulrindo motores, reformando o prédio e r.a lnsta­ lações) w o serviço no corresponder. Al­ go está. se passando: quando o Prefeito Municipal vlajd a asslstencia da USINA é nula ... inúmeras vêzes lanç11mos o nosso apelo para uma reformulaçfio, prlnclpal­ mente, no tocante ao elemento humano ''Alguem" ou algo nfio está ·'produzindo" a contento ... Um aumento da taxa de ener­ gia elétrica está previsto para o ano, es­ peramos que MELHORE o atendimento da USINA para que o "povo não grite". O povo paga, mat> quer Ytir funclonunào o que paga ... Energia Elétrica Orgulho para nós, belavlstenses a pre­ sença do Professor J. Barros na Secrr,ta­ ria Executiva da llunicipalidade. Jornalis­ ta emérito, homem de letras, culto, educa­ do, sempre com um sorriso nos lál>ios. o professor Barros honra e dignifica o cargo que ocupa. Temos acompanhado suas crô­ nbis publicadas no Correio do Estado e neste jornal, sempre transmitindo otimismo responsubilidade civica e um profundo hu­ manismo. Seu nome é uma legenda na im­ prensa m11togrossense, eeu amor à "Flor do Ló.cio'· faz com que admiremos seu es­ ptrito patriótico. lIuito aprendemos com o professor Barros, muito ainda temos que aprender. Seu trabalho na Prefeitura é lei­ to por exclusivo amor à terra. Seu "Poe­ ma à Cancha" uma obra prima que passa à eternidade. Neste final ae ano receba Professor Barro!', os nossos mais sinceros - agradecimentos pelo apoio e compreensão demonstrada na espinhosa missão da qual es MESTRE. o jornalismo. Na simplicidade de sua alma descança o valor e a fibra do bom brasileiro. Geisel convoca Nação Embora não calba, absolutamente, ta­ for-se em crise, é meu dever convocar 0s l>raslletros ü uma tomada de consciência ol>jctíva e serena, da realidade mundial que boje uos comprime, para que, em re­ dobrados 1;11forços e oom a aceitação de sacrifícios que, ainda serão apenas do se­ cundário, quando não do supérflúo. possa­ mos superar a quadra que nos está reser­ vada nestes aos da década de 70. Estou certo de que, compreensivo, o povo bra­ sileiro entendMá a necessidade das medi­ das que forem adotadas, rigorosas e Incô­ modos que u,jam, e prestará todo o seu upolo a um governo que tlml>ra em não pedir sacrifícios desnecessários nem impor­ ta ônus que desatenda a equidade e 11 jus­ tiça Rocial" (Palavras do Presidente Geisel no discurso de fim de ano) Nota de Redação: N8. próxima edição publicaremos na i n t e g r o o discurso do Presidente. E&AMEM "@ a 1 • Duas grandes firmas ligadas ao setor agrlcola construirão prédios em Be­ la Vista. lil li lil 2 • Põsto de Saúde está sendo re- formado Após lougos anos sua imagem mudará . Tratando de as­ suntos ligados aos Interesses de Nioa­ que, o prefeito elei- 3 - Asfalto Campo Grande . Bela Vis to daquela cidade, ta será realidade . . . Altevir de Al•near, esteve em Brasllia 4 . Em fase de andamento a insta- mantendo contato lação do iaterurbano... com autoridades dos Trausportes, da A· 5 - População aguarda anciosa a grlcultura e a Secre JJOsse dos novos vereadores... 1 tar'ia Geral do Pla- nejamento, já com 6 - Tudo indica que brevemente ai- vistas a implantação guroas ruas de nossa cidado serão asfnI- de seu Plano Inten­ ta.das... sivo Ele Ação do Go verno. 7 - Exposição Agro-Pecuárí9 foi um Altevir Alencar sucesso. visitou tambem, em Belo Horizonte, a Fiat do Brasil, que está produzindo tra- tores pequenos e 9- Rio Apa causou problemas ... mas médios, e parte dea não como das outras vêzes. ta produção será destinada. a munici­ plos de caracteristi­ cas agropaatoril que é de intel'l'l!11e de Nioaque. 8 - O Gremio Pedro Rufino promo­ verá o "Ballle do Reveillon" em grande estilo. 10- O3 maiores do nosso Gover­ no incitam o povo a PENSAR GRANLE... 1977 será um ano di!icil... exigirá fibra e raça do povo brasileiro ... A Revista In­ tegração circulará em fevereiro Senhores nunciantes reser­ vem seus espaços para A- Publicidade Prefeito eleito de Nioaque esteve em Brasilia Passe Bons Momentos em VISITE o -===CASSINO companhia de sua RESTllUR!lNTE Familia PI RI G U I Y '==- Bella Vista Paraguay .. r n JÁ É MUlTO, M S AIHD Adalberto P UC H. de Sant'.11lla O Brasil é Um Puis que vai Pra Frcnl<•. O seu tle1ieuvolvi111i,nlo é IJl.'I ai, ó fabu loso, é extraordinário, Causa admiração 11 todos 011 dorn1d11 pulm>,-1, Em totlos 011 sc­ tore d ;nais diversas ativilude, e em tods o quadrantes das muis diverstb» rc­ iõ, veríflu-se que h considerável de- senvolvlml!nlo. É fnlo real, Inegável, o progrnsso do país é imenso e uceloradu, apL'hl'.r de to­ dus us nturls dificuldades e u despeito até do famigerado problema do petróleo. Não wo pude deix r de reuonbeccr que o Governo Vt!lll fn1.endo os 111áx1L,1os es• forQOH, com denod,Hlo <;:mpenbo, nilo !!Ó para promover o progresso e o desenvol­ vimento do país, mas também pum fazer #UNO MÉDICO Aten,lc pelo J p::; ,. I l'E~L T Horários: Manhi lo-pital 13;00 - 16;1111 h-: l'o,tu rio n. 15 ,lc Nov,•H1bro, 75 • Fone 178 • 13dn Vi,ln VEZ-SE U €CASA l E 3 0E 9U70a0 28! TRIIR COM I POPIE­ TM RUA CEL BIIS 827 , • Fundado em 25-02-72 Redator-Chefe - .!loaldo /Jerrira ºAs opiniões cmitidn.s nos nrtigos ni,sinn dos :1ilo rcere•entnm o pnlllo de vistn do jornnl podeniloscr nté contrárias a <'Sle. ,s opiniões do Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos comentános nflo sss1nndos" "'l'ribunn da Fronteira" uma publicação da Empresa Gráfica Tribuna da Fronteira CGC. MF. ;J;.:!01.261>/ 0001-90 ln,cr. 13059m-l Assinatura Anual Deln· ViHn CrS 100.00 Demni• Muulcipio• CrS 120.00 g, }!dao • Qfieia_- Tua Duque de Caia» /D x. los tal 23 - Deln Vistn - Mnto Grosso uma política de valorização humana que,celino KubitschK. ' · '· ' l o , Fhi,;il 1101" hter o curt" resulte em melhores condições de vida do qu: O ' " ''', ·de ovo . prazo, rapid••mf't1lP, p«rü c ·mp '_D ar O d, p Construindo dezPrtau de milhareíl de llcit', orçame11túri 11 , p,nn equ1lll.Jl'!H' a ha- habitações. instalando centrais de baste. [lança de puamentos externos é aura cimento, oraiznlo estoque reguladores tar a produção ugro-peeva!A. criando cursos profissionalizantes, criando Para isso, porem, é fator de primor­ universidades, reconhecendo faculdades, [dinl vnprtauci a melhoria dos preço construindo colégios, hospitais, pto de }dos us produtos, acompanhando 1?o +O suúcle, centros dé sgurunça; Iiíaciando + rnent.- u alta generalizada de todos o de aquisição du cau própria e estudantes ,mais urti05. uiiversitários; dandó ás-istneia m·dica E também indispensável boas es mediementos s hospital r; distribuindo {traias, para transportar o maquinário, 08 nos poetas de snúclr ullmentus para os mfs /uubos, as ementes ,o combustível, os de­ necessllr1dos. t1 nos coJr.glos u merenla es- frnsivo8, a sarnria, a p1·odtJÇút•, Inclusive colar; p!'omovend,, permunt!lll"monte pro· u. produç.io dn pecuá1 la. grnm11 de vuclnu<;Õe'i e de: erradicação de 4º Jnstahçiío da rcdo cl'.' ciRgotos t>ndemlas; fazendo tudo IHso o Governo obra de Rllneamento bár1lco, que certumen demonstra pPr[eit•me11te quo vem se cledl- te devenl ser realizadt.1 pL•lo Plannt-:n cando 11 um trab1tlbu sério e pficleate de riº .Hfaltamento das ruas da cidade. vulorizuçllo humana. (iº Coustrução de lnc1ú'-triu de moagem RenIznndo um programa de :.i µolo bá- de <.'nlcút·eo. slcn o Governo vem construindo continua- 7° lobtaJuçúo de um bom curtume. dt.tmt•nlo U!!lnn. biclro•elétrlc11e, Pslr,:dai., 81! DesenvolviruPnto da ogrh:ullura, da siderúrgicas, poços de petróleo, re!inras, uíocultura. da hol'ttcullura. unlcludcs petroquímicas, portos o muitas 9 Desenvolvimento d sericicultura. ou trai. o b r a que se constilurm 011 10º c,,nstruir boas olarias. mnls !!Ólida infra-estrutura cupaz de dur us 11 Apressar a vinda da Caixa necess 1riu,i concliçõe:i ,1c progresso e de Econômica Federal. de~envolvimenlo. 12º Apres,,ar o funcionamento da co- OfeH•cendo Uf1 mais variadas Iinbllfl de municação lntl'rurbann. r,rérlilo e de inccutivos o Governo não só 13º Aumentar, mito, o máximo possi­ ~r. ao empresariado o suporte econ!lmlco vci, a produ1,ào agrícola, melhorar a sua 1r1d1speu,úvel à ampliaçtlo cio seu movi- produtlvidnde, u sua qualidode, promover mouto. mas tambem proporciona á inicia ·i- a sua divnsificaçilo. va privada us melhores condições p11ru. se 14ral ma atem no p~l5 um. clima_ de segurnnça e poderá ter condições de atender prlo me­ de tranquilidade, primordiul ao trabalho, nos as principais neces. idad<'ri da populu­ ao estudo e á própria vivencia da popula- + çao se os r.ontribuiotes niio cumprirem as çilo. . i uas obrigações para com o fisco. Mi!agrn É t11.1~bem megável v fato de que os • ninguem faz. Sem verba nada se pode empresários brasileiros tem correspondido • rc!allznr. umplnmeute aos incentivos governamentais I Como poderá o Governo demonstrar É notável em touos 0:.1 ramos de ali- . maior interesse por um município que pou v_ldades o aumento da produção, n melho- ; co produz, sendo que muito dos seus pró­ l'IU. da produtividade, o surgi:nent0 de no. 1 prios munícipes pugam o I C 11 dos seus vos produtos. O aumento do produto naclo- 1 produtos em outros municípios? al bruto é comideravel. A tax:i. de cres- 1 O nosso progr<>sso depende muito cimento do poder equisttvo do mercado l do Governo, depende, porem, muito maiA mteruo é adm1rnvel. O rnd1ce de naciona- de nos mesmos. lização do'> produtos vem tendo paulatino O que depende do Governo vamos aumento: O valor das exportações de pro- "Pedir. Insistir, A t<'I conseguir". dutos primários tem tido enorme aumento l O que depende de nós... não há e alem 11m. 1 dv o me-tro morreu e o remate daquela Sua divisa ern •·~osce te lpbu111" co- vida. deixou marca em todas vs fases do 11hece-lP u ti m•Jsmo. 1 p:•n1mme11lo do discipu!o. Sou método < rn o do 1· Jnl1't iormcntl.' ou vim in:liferentcmP:ile a vcrdad que em s! mesmo xi-te, tr:n- o fenomenista Protagorus, ao heracle0no do-a do seu intimo; , Uratylo e os solistas Gorius e Euthyde- ·A HHluçüo, que :'C 1rv.l • a (>bs T- 'llO, eon,olidandn 1,u1F- próprius ideias lle­ vrrçú.o Jas m,1·s s1111ple . .; UH 1:1·1is ous ,da~ vid:- as lições de -3ocrn.ies. g,mraliclt1cle ea. 'l't,S.("ilUiihu ocu:ur e rcv0llaJa d> . -Deiinvção, que fornece o aago da; us:-:,.-:n. t·> de Sócrale;; a qurm quiz clef ·u- co1sas e u suu. ruça, dL' s,·r co111piEtnnrln (ei' e repelido pelos Eliar.tas no ;!izer d i o metoclo Socn'.>.lko. Diog-!nes Lnercw. deixou Athenn,;. indo O lilósofo dizia: • Fiz dsce do céu il mcgar 1, dali ao Egito, a Cyr<:m1 e de- u terra a filosofia". pois " t, rento. Voltou II Atenas saindo de Platfl,, foi seu d.sei mio o .ristót le·i novo para a Sicilla e yracusa, Conde re- .. o prendeu a somb1·a ck sua iilosnria. g:e,, ou novumente. ~ . o deli;eatmos este re um u d o qtll· b. n :di uma eGCQla, que teve o no- Sócrates nos deixou, queremos agradecer me ti<' Ac.11lemi11, por funciona,· no j.Jrr11m a critica quo no:; for iaita por ilustre jr. do ho,· •i Akurlemo . onde se e:1contrvam ntilistL. ncs:ui; .. 1esmas e lun .. s, po1qu~ :t t•·mp oi; a Diun1:1, a ,tllenea u :vlinerva e crit:.:u, seja qu li for o i;eu i:.túito, cr;ado, a:- :lusas. bem cornn os tumulo;; dP l'tirí- 0.1 demolitor de boa vontad, sempre é a eles ,, Thra,-.ybulo, lH' Armodios e .risto ~xpresi-üo hiuc,,rn de uuu formo ele pensa, gil,,u ,. Livs guorreirus mortos ('ffi }lorn.to­ inda que antagoieu uquilo que em buu na. Era portanto urna lugar de civismo. me!:!Le e síí. c ... usc1c-ncm procu arr.os f. zet· A fil,Jsofia d~ Plat:ío li ll'!h1 nro,a os d,1do que tivemos olgumus pnluvr.1s de de- ,1ssuuto!:> tradicionais da osp1,·açfto • !:lumnm1. rcsu_ pelo ilustre reduto,: de:;te º!·gilo, To- uma :,hrn i•n:i!tal de,prend1}s no _descoblimento c.,1. v, r ,ude . .- dt>" bt'.o.; do triàogulo rdüngulo e aperft'i­ l, r, forma S'lcrãt1ca ,,dot.hla modl·rn1un-•nte en ço0u os métodos de aualíses,basta dizer F,luci ç'lu. :i'lroxirna-Fe ela 1 1,dêutica (ct1 que no ironlilú da Acudamiu se acllaYa grego 1oa!eutik<', arte de pai ,eja•·, arlC' d • mscritu. Aqui nilu entrn quem não for creõ dur luz aos espirito (purtü t fl i·!lin:-) isto meti a. N.i medl.uica andou contllruiudn "um porqu~, faz desl:obri1· no int ividu ,, _por u relógio hidrául:co para u uoitfl. Na A1!-. :-,;P.•l• i11,,t. it•s. c·m c.•1ii cidactr;; n e m paízc:•; cl, mundo, mílllutcs de du1.(Ps ;,stiio àb•H rvlcios 1:a 1eilura Diaiogo; e na fL públiou, rnuldi.111do 1utullgcnc:a uos ~ublot, preceilos dv trn ;ibcnlem:e, Ol>1ígadt• por hoj ·; continuaremo,; uontm ocu61ilo, c,Hn o ~rnnde Aristólclt'" Convênio mm Ministério da Fazenda -:,,:c,i Jl l' Ó X l 11. rJ'.r. <1i•l',',iilet1lc• do [)reris iler!mal da ,r l'l'fl, J•:11!0 'j,•fr;1, l ,•:n 1:,!,•flo olic111I, por :-u!:e;,.,çúo e 11 Gv;n !sr Neto, i­ ~=iln11 l,r, JJIJ (>.,' 111ll- r1lt'!Ol<'• TDll(Ojl,',l • , :1s:•, ri l' . ;·•nrlo 1 'ovo E l d o r u 11 t e ral !orelra. t·om o ,bjrtirn oador Sa1dn~ no g 1bín1•,e d:.i '.llini!'tr0 da Faze nela, em nllli Derzi, de depu­ [lrn:llia, o Goveradr do E-lado de ~lnlo tado:i rl'preneutuotf)s G:osso ª"''iLJ,;U convê:;io c:im o mini,;t(>J"lo da óreu n..i. CüD,!)j1L para firnnc·iuí'1er1to DO valor de cinco ;ni- do,, Deputados_ e. a lhõea de r•ó1arcs dsindos à coatinuaçiio .s•cmblc1a Lci;1rln11m. de ob:-a., viárias 1! do infraestrrw11·u no I além _de o~tro• "!cmbros do Uuelorto He:;!tonnl, Estado. . .. , r. . ! Ap6., n for111ciluçlio i'.> frnnl. o Minis ro .!:.mo Henrique / fio•pital d:i lknefi-" ccnci:i de· ::i.ia l'.,ula - f.'C•A•-i•tcntc ele Ganli1,ln;ria du 1:li11i­ ca Ob-téirica eh Farnlcfoilc ele .1cdfcina ,lc S~o l'Jtdu • Ex• Assistente de Gastroenterologia na E-cola de Medicina - Cli-. ni<"a :It:di,·a Cirurgi:1 • Ht:umatolo:,:i:1 • Ginecnlo;ôa .. Ea.lcH•rj .. nologia - Gastroenterologia - Neurologia- Traumnotologia -Fisio­ terapia Elc1ro11ica- ~lt-dicina P,ico,-011.aiica- ~,lrdicina E-por­ ti, a• Geriatria. Consultório. 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Este é um pais que vai pra frente --------------- Dr. Pedro José Palmieri Advocacia Agr6rla Ratlflcaçlo 'l'lluloR Terra l•'ulx11 Fronteira Hua 15 de Nov1!mbro, 160 ---------- Bela Vista Mato Grosso - MATO GROS ~ N , SOFRERII Culnbá -- O Estado de Mato Grosso nllo sofcerá restrições de recursos dcntr do programa de economl 11 dl• lnve,;llrnen­ tos que II Governo Federal f irá no pró­ xi.no rrno, 11ls,;e o Dlretor-G, rui do Depar­ tamento Nnclonal cl13 E~lruclas de Rodo­ gens-DNER. engenheiro A de Culubá. "Devemo continuar com todas as obrns qu .. já t't1tav;;m em nnd~mento, ou seja, coutoro de Cuibá, cesso à cidade unlver&itárm, oprlmoro.m,.,nto do trnbnlllo que já foi feito na Culub'I- antarém, n ro­ dovln BR-21i2 (Morro do Azeite a Corum­ bá) com obm11 de arte executadas pel» m .. srnu f1rm11 qut- construiu u poote Rlo- 1iterol, o 11 o.;trndn construida r•elu DOC, Fort Colmbru, r,nlt'oncamento com a BR- 2G2, e convenio com o Prodepun n•J siste­ ma rodovlnrlo do P11nlanul'', dh;se. ·to Grosso nulo é mais o Estado do futuro. jà é do presente,, .Muis adiante cllsse de ontrus obrus que serão ioicfudas no próximo ano, Inclusive o a~faltnmento do trecho Douradoi a Pont11 Porã" ,con­ cluiu .---------------------------------- SERRARIA C STE O IJe Auto1Jio l{ei::o l'enzo Compra de Madeira bruta veda de madeira errad.a Antonio Joio - Mt. !.------------ ------------ ---~------- 1 1 1 ! l 1 ·--------· -- 1 Laboratório de Análises Clínicas "Louis Pasteur" Cx.- Poatt1l: -1.- Fone:152 - Jardim - MT Mais uma opção como auxiliar no diagnós tico em urgencia Médica, atende-se a qualquer horn do dia ou noite. 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Pura 11 erellvnçilo de~ ias nlmw a Com- pílnhlu U" Saneamento rlc ?Tato Groi,i;o es­ t 1 :11i<1ui1 indo m· !s um coujmnto de m•,to­ bombas de recalque para a injeção de mais 11;:;ua tw J·Fdo oo dbtl'ibuiçüo da cidade. A licitação pars a quisução do equipamento ,. IDO!V M. OREI? lVIédico • Veterinário rnom~o: Cm n.o 10 - Vila Mililar mn v1srn • unro G :osso t l Endereço: Rs. R. Ce 1. Ponce 856 • Porto Murtin· 1o M. l M[OICO · CORR[il, l.rnlO GílOSSO _..;.._..;.._ } [ra. M#avia «parecida Z. relia ~--,. Cirurgiã Deo.Usta (C ~0-387) co ü Odout0pedlnltfa Pról<>se e:n geral "Consulta com hora m 1rcada" Rua Cel Juvc.cio 225 Jrli M Dr. GIL MARCOS SAUT AD)0640 la». #". CLINICA E CIRURGIA DE UHOS (, #A: A291 02))0 9)AJA cec, a28j Advogado l.º andar, Fone Residenci i 4 1385 1 Escritório: Av. Duque de Caxias, 788 ti( __ , _'gpo Grande M:to Grosso REAL.O!O AS1A $E/M 'i n [. itoraci %ar1 tas 3tas] Cirurgião Dentista RUfi • r□RfO t,IURHIIHO 238 ADVOGADO $€)103l) -- Rua 3 de Outubro (AO 1A0 A €)3Z122) Dela Vista Mato Grosso Oi -José' Atanasio Neto Jardim Mato Grosso de Antonio R. B. ~leio Consertos de relog:os em gera· I" ~!(,:;ios de pontu - pcrin etro - olímc ro Vclodn1ctro - Colonu, "hae ta e reSJ-'<'ll!Jbilidndc (1 .m,iç,• do cli1.1te" Rua· ?ili rocha! fülndon - 53- Jardir.1 Mt --- --------- ---.!.----------------~ lnacio Ciuitte Melges Cirurgião - Dentista C R O - 126 - MT Atende-se J:lelo lNPS • IPE)LT • lPA E Rua Duque de Caxias - 2 9 Jardim - llT. de moto-bamba sla sem!o publica la no IJí I in Ofic 1·1t do E.,[ado. Em Para .fia, a S,NEMT cri: u1 a periuração ds unu Poço 'Tubular PIoiun­ do, que devera atingir a 3) metros de profua:didade e dar uma prodço etc, !011 m'l lltrc .tll1J,·n. O Peço Tub11lor Ptofunrlo d~· hi1,1n,!íll/l os 127 rtrs e pr, fundic.Jnd<', j:í apre· re,,tava vas.lo Iirual a 'l7 mil litro; IH>!' ho1 H pi-oduçfío ccn6idernda boa. O Poço Tubu­ lar de Paranaíba está endo perfurado po:· equipo du SANElA'l'. 5F­ MM4POSTO Cuiobá • (SEDLfAT) Convenio prnµos­ to pela secretaria du Fnzenda de Mato Gl·osso à comistião Técoici:1. Permanente do ICJI-COTEP, ap1·ovadu pelo Conselho de Política Fuzeudárit1., do Jfinistério da Fa­ zend11. reduzir11 u bi:uie de cãlculo do lm• . pus to sobre u cume tle bovinos, resultan­ do em. aumento da arrecadação estadu.1I. 8egundo a Secretaria da Fazend!l de iIato Grosso, a cu rne bovina rt-presenta o grnsso da arrecadação estadual passará depois do convenio, que será rxecutado a nlvel nacional. a arrecadar ê:1 por cf'n­ to contra ü7,7 atuais. Essa redução da ba­ se de eálculo representaré. um trnmento de anecad11çãn substancial. O exemplo citado pela ecrearia da ft'azenda mostra numa operação tornando por base 100 CrS Antes, o Governo Estadual ari-ecadarin 4,52,, e depois do convenlo, possará a ar­ recudar na mesma operação 5,53, portanto 1,03 a mais em c:uoa • 100 cruzeiros· • de operação, resultndo em maior arrect'.da­ <ão tribulflriu. t>ID face do volume ,de ,ne- gócios nesse setor.· · Esse convenio déverá aiodu sei· rali• ficado pelo Governo do Estad::) de '.lf11to Grsoso, atta vés da publieação no Diário Oficial do Estado, dentro do prazo de 15 dias depois da publicação rro Otário Ofi­ cial da União, do acordo a nível nacional Mato Grosso, Goiá.i- e Distrito Federal são os miliores beot>f1clários dei;ses con· venios, concluiu a SecretarJa da Fazenda. Leia e Assine Trihuna da Frontt>ira O JORNAL Espírito unto, voe+ que nu· se!tece tu (lu, il1Iillilla todo { ti camtol1os p/u que L u n!iriJ,1 o r:1eu ldl'· ,d, vocú que me á o dom dtino de perdonr e e+quocer o mal quo JllO foz o n; ,• que todos os instants de mi111ifl vidu ('fl(CJ. comigo eu quu-o neste curto diúloo, agrndeccr • lhe por 111 do o confirmar llli.J.li uma Vf:?Z, (]IH" ('U llUU ca qr,m• esqcc,-r de) vo cO por maior qur, sela a ilusão ll mat('r:al não será o mfnfrno da vontudc quo tdlllO de um ditt, CRtlll' com VO aê lodos os meus ir­ mãos na Glórla Per­ p(·lna. Obrigado mflls uma vez. (A pessoa deverá fazn eRt 11 o ração 3 spl'ltn n Mulher como origem da Humunlt!nde ... pelo Redator-chefe da TRIUNA: jornalista l vai do Porei, u .. OR tempos pae1111_ram... a época che!!ou ... é tempo de conquistas, de mudanças e de celtação... Ficaremos com o. crônico aemunnl ''MEU CAN1 INHO • +cebemoe carta do grande amigo Cap .. Ido R11mos solicitando a continuida­ de nn remeRsa da TRIBUNA ... Está sendo atendido ... 083 080 "À mulher, como mii. 3, devemo■o preto agrado do RESPEITO pela concep­ ção. gE>staçilo. ptuto e todos 0s acrificios oriundos ela n:aternldade ... 0903 Mais um ano de lulas travadas ...ma i um ano de conqulstas ...sempre por amor a terra que nos acolheu e ao Ideal que nos move ...Vamos queimando etapas ... com fé, ótimismo e confiança no dia de amanhã ... 96083 Recebemos a visita do senhor Fernan­ do Alves Gomes, que nos brindou com um primoroso elogio:"Voce é a Pena de Ouro" Continuaremos caro amigo aprlmoraapo o noso estilo pura cada vez mais, através do jornal, colaborar no "despertar desta terra ... teci>9