!iEMANARIO 
INDEPENDENTE 
Fundador o 
Diretor 
Responsável 
Iva.Ido l:'creirn 
3212 )15124 
j Muto Grosso 
-'	Ai! L'li 	Bela Vista 0 de Janeiro de 1977- 8 Paginas 
Jor :ul n1» 
l mita a i»for 
«• soa] 
v tan129r 
Adalberto San!' Anna 
UMi ]UST 
Em Clll'imonia simples mas bastante 
sfgnlflcatlva u Câmera de VerPadorei. no 
dia 24 de junelro, próxlmo-pru,sado s~ube 
fazer justiça à 'Prof ESTJ-IER SILVA, ou• 
torgaado a ela, o merecido titulo de cidadã 
bela vistense. Com a presença cto Sr. Pre-. 
feito ~[ualclpal, e das mais representativas 
nutorid!idPs do nosso município, e de per- 
6000 lldade exponenciais do nosso mundo 
enonômlco social; em nmb!ente de rn111ta 
emoção, ouviu-se a filia do Presidente da 
Câmara, Dr. Pedro José Palmferl, uutor rlo 
Projeto de outorga d1.1 hombnagem à Profª 
E 'l'HER ILVA, que num brilhante e Ins­ 
pirado improviso, soube trazer aos presrn­ 
tes a vida e a ubra da Profª ESTHER IL· 
V A, rnaltecendo as virtudes de civismo 
''cujo l'Xemplo serve de fachu iluminar 
cumlnhor-:". Logo após o diseurso do Pre, 
Biciente dl.l Cilmara, em nome da Profl! ES 
THER SILVA, falou o l!onsagrado profes­ 
OT e jornali ta, Professor Bal'ros, que dei­ 
xando transparecer n sua emoção agrade­ 
ceu a homenagem justa que se prestav 
naquela oportunidade, a um dos vultos mais 
nobre do magistério l>el<t.visten e, colorindo 
a ua fala de agradecimento, evocando, 
a luta da bomenaget1r!a, à frente do no so 
eficiente Ginó io. em época, em que 1) nos- 
u estabelecimento de ensino era aberto 
pelos ideal de abnegados professores, que 
tem boje à glória, de verem seus sonho 
se concretizado, em um,a realidade, que 
Já produzira, tanto: médicos dentistas ofi­ 
ciais do exercito, farmaceuticos, advogados 
ele. 
Ha poucos anos u Viação Cruzeiro do 
Sul ~omecou CPm HlUB ônibus a fazer U­ 
nha do Bela Vl3t11 para Campo Grande. Pou­ 
co tempo depvis já eslava com diversas 
, 
linhas o com vários horúr!os em cada ll­ 
uha. O progresso !'oi grande e rápido. Pa- 
1 
bens. 
. A Cruzeiro cio Sul tem proc11rndo ser­ 
vir da melhor forma possível, a despeito 
das més estrodat:s, quase intran!litó.vels du­ 
rante as chuvas. 
Os êeus Yunclonúrlos, motoristas, cobra­ 
dores, gentes, são dedicados ao serviço, 
suo ntenc10sos, pacientes e dedicados no 
trnto com o público. 
As populações servidas por essa em• 
(~~esa certnmeute silo-lhe gratas pela maior 
-1uanlldade ele truni-portes oferecidos. 
Naturaltuent a empresa quer sempre 
oferecer bons serviços. Daí a nos a idéia 
de tentm· colabo1 ar ftizendo algumas su­ 
gestões. 
,. 1º - Seudo Bela Vi,tu ponto de par- 
• 1da e de chegada de diversos carros de 
!mas linhas Cl movimento já é con.,;lderú­ 
vel. Faz-se então necessária a instalação 
de_ um ap.irélho tllefõnico nesta ngêacia 
ahrn de que os 1½.Uilos usuários possam 
obter us rnformaçocs de que Pstüo preci­ 
ando, uns para ber o horário de i:aída 
de nlgum carro, outro para saber se já 
cbeg
1
i11 out1·0 carro, outros para saber 
, co:no proceder pnra fazer alrrum despacho 
.: . utros que precisam saber o b preço de al­ 
. 'ma passagem. 
b Este é um ponto muita importante so­ 
rs o qual o povo vem insistindo e que 
· esperamos seja atendido. 
2 Melhorr a condições do mate- 
.tia! rorhnte propriamente • dito: paeumáti­ 
~os em bons co--idições e com pelü menos 
uns rodas completas de reservn. • 
t Houve viagem em que furaram lret­ 
ramaras e o carro só tinha umu roda 
11.e completa de reserva. 1 
3a Pelo menos durante o tempo cbuvo­ 
o os carros dver1 ser equipados co:n 
:Uaterlal de sapa: npá e enxadão. 
Houve viagem em que o onibus [icou 
~usse quatro horas atolado e não tinha 
nenhuma ferramenta adquada pra to me- 
1los se tentar safar o veiculo. 
•· li h 4.!l Estabelec01· uru horário diurno na 
0 
li Bela Vista a Campo Grandeº d~ 0- 
,nlbus Direto, parando só nfls cidades. 
(: 
♦pq O_ preço das passagens desses carros 
a° ,z?deria ser mais elevado mns neles n!l.o 
"""Vrin superlotação e o tempo de dura­ 
~
110 
da vrngem seria grandemente reduzi­ 
º· 
.. 
a Na regiã~ u Lúme_ro de usuários já 
"PPntou muito_e muito mais certamente 
~n:c,1Lrá dep::.!'. da entrar em vigor as 
ltedfdas de racionaliz11çã.o dos combusti­ 
'eis. 
É o progres5 1, é o desenvolvimento 
Com as suas var .ages, mas tambem com 
s suas exigencias. 
V· Para a empresa que faz linha. de Bela 
'. ista a Caracol agradecemos cs seus es- 
1
:cos para iu6talar e para manter e~s~ 
1 
ha em funcionamento. Fazemos votos 
" que tambem obtenhi bons resultados 
"Om desenvolvimento e sirva cada vez 
8elhor os seus usuários. 
Bela Vista. (MT), 20/01/1977. 
HOMENJlGEM ... 
Prezado Senhor: 
Como é do conhecimento gerel, a rave itu.ção que o 
País atravessa, no que diz respeito a utfllz,-1ç:1'> de derlvarJc,s de 
petróleo, compeliu às Autoridades Públicas a tomar medidas 
drástlcds no sentido da racionalizção do consumo dos mesmos 
produtos. 
Assim e que, entre outras medidas. por nto do Poder Exe­ 
cutivo, através o Decreto 79.118, de 18.01.77, publicado no Diario 
Ollci11l de 19.01.7i, ficou e;;tubelecido: 
"Art. I.o - Nas ci<htdes, 03 postos revenclcdore~ de derivados 
. de petróleo ficam proihitlos de [unclonur a1s domingos e 
feriados, aos sábado~ das t!Jh às 24h e nos dia~ útel11 das 2311 
às Gh do dia seguinte, exc,•to para as atividades rel+ionda8 
com o setor automotlvo. 
Parágrafo 1 o - Nus cidades, os poi (oi; revendedores do 
derivados de petróleo es:Ao proibidos de p estar quaisquer ser­ 
viços a veiculos automotores no horário I stabelecid1..1 nest(! dP­ 
creto. 
Parágrafo 2.o - Para efeito do dispo to neste artigo serão 
considerado como uma ú 1k,1 cfdadt> o [ lstrito Federal, cada 
umas das regiões metropolituuas e uutraf. que venham a ~er 
lnstituic!us em lei. 
Parágrafo 3.o- A presente proibição abr nge todos o8 postos 
exIsteotes numa área de 20 quilôm,•tro~ dr ,ilstancia do p rime­ 
tro urbano das cidades r·lerdas neste artigo. 
Artigo 2.Q - Fica pr .. ibida toda e qualque '."r ,cilidade na venrla 
dos derivados de petróleo, ao consumidor, por parte dos postos re­ 
vendedores, através de crédito, cartões de crédito e qualquer ti­ 
po de promocao 
. Art. 3° - Os infratores deste decreto, incorro nas sanções 
Balancete da "Prestação "e con- I previstas nas norma,: legaia relativas ao ali:.J:'l''Cim~uto nacion•l 
U I do petróleo:· 
as" ta Casa da Amizade, quando . Como o não cumprimento das dispoeições legllil' sujeilmá 
d 
os mfratores ~ severas sançõe~, _incluc:ive fec:iamento d•J'l 1·,,sp·~ct1- 
a barraca da V fxpos(ção Pecuá- VOS estabPlec1mentos <'Omerc:a1s, levamos uo 6PU couh-'Cim!!nto 
que u partir de 1° de fcverelro próximo, as VE 
1
0..S DE DERf- 
fia de 14 a g de Dezembrn lg li97 "Aos DE PETRÓLEO soeute rao.feitus A VISTA, confo:me 
estabelece taxativamente o Art. 2° do decreto acima transcrito. 
RECEITA 
Vendas de Hcfeiçõe& e Dcbidns 31.160,10 
D±$22$2$ 
ilercndo .Fuknia, conforme notns cm n/ poder 3.3-1950 
Cnsa Buzznoo, idem, idem 1.435,00 
Bar anto Afonso, idem idem J.200,00 
Com. e lnd. nnta Luzia, idem, idem 403,00 
Cnsns. Pemamb~canas. _idem, idem 307,801 
Padnrrn Centrnl idem, idem 205.00 
C:a,n dn, Tintns, idem idem 80 00 
Mercearia Globo, idem, idem 3.138,60' 
tllcrccarin uznnn, • idem ' idem 40'00 1 
Comcrcinl Tcrezinha Ltdn., idem, idem 6í.00' 
Açou:;uc erve Bem, idem idem 35 00 
1 
A rmazem São l!afoel, idem' idem 35,00 
Gnlcrin Presidente Medice, idem, idem 100,00 
Casn lntcmncionnl idem, • idem 1686,00 
Casa Tokio, idem, idem 2.328,00 
Casa Tokio, idem, idem 76,00 
Outrns Dcsp. de l!ecup de Barraca, idem ,l.60'>,00 
Lenha . idem. idem 200,00 
Lavadeira " Guarda, idem idem 350,00 
SUB SOMA 18.119.90 
Lucro Liquido • C'r$ 13.0-10.50 ' 
500/o Casa da Amiznde Cr$ ô.250,25 
300/o Rotary Clube de B. Vist.1 Cr$ 3 912 15 
200/o Comunidade Redentoriotn CrS i608'.lO 13.0-10,50 
. Soma CrS 31.160,-IO 
Bdn Vuta (ML), H de Jnneiro de 1977 
Odila Mascarenhas Salamene 
' Prtosidente 
Banco do Brasil SI A. 
BELA VISTA - ML 
EDITAL DE CONCORRÊNCIA 
O Banco de. Brasil S.A. (dz sr.ber 
q11e, estiio à venda em sua Agência desta 
cidade, na Rua Guia Lope;;, 917,. 2(duas) 
maquinas somadoras manuais n.os 1.712e 
13, .S06. Os 1nteres11ados deverão apresentilr 
suas propostas, em ':!nvelopes lacrado,s até 
30 ditas da data da publicação deste edital 
A administração 
( 
Bela Vista (il!T) :?..7 de ,Juneiru de 1977 
limo. Sr. 
AUTO PO TO ÃO CRISTÓVÃO 
POSTO IPlRA 
1
GA LlillTADA 
POSTO NACIONAL 
POSTO RIO APA 
Presidente Cieisel ~ Solicita 
ração do Governo Garcia 
(oope­ 
Neto 
À Contenção do Consumo 
de Combustivel 
Cuiabí Após a reunião ministerial ocorrida 
em Brasilia,_o Presidente Ernesto Geisel solicitou 
ao Governador Garcia eto,a cooperação do seu 
Governo às medidas adotadas pelo Go, erno F cde­ 
ral, em _mensagem,_ cuja integra é a seguinte: 
Encareço Vossa E.--.celenci:i particul:ir e.mpt:• 
nho sentido cooperação seu Gnvcn.10 com 115 dire,ri• 
zes que nesta data defini, em pronunciamento reuni 
ão ministerial, notadamente com referência esforço 
nacional para contenção consumo combustíveis. 
Teto oficial daquele pronunciamento está sendo 
remetido a Vossa Excelência, embora já divulgado 
imprensa. 	r 
1 Cordiais Snudn,;,õc;, Ernesto Gcisd, Presi. 
1 
dente da Repírblic.1". 
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: 
Ao fazer suas cornp.-as exigi a 
Nota Fiscal. O CM, já incluido no 
preços da mercadoria. é Fator 
importante para o nos30 
volvimento. 
desen­ 
_Participe.

Drl:i. Vi IO - llt. 
Tribuna da fronteira 
P' gin 2 
------------ 
---------------- 
U a LIÇÃO OE CIVISMO 
- nudr.. lnaml,itosa, a expres ·ão, "ln­ 
tru,w". ,Jó. eserovl, l'OpllO que uão vim por 
rmprngo, 00111 merr:ô do "pl!;lolão". Vlnt 
para participar, leal e eficazmente, nesta 
faina inegavelmente positiva de rensael­ 
mento de Bela Vista, e aqui me tenho, no­ 
vamvnte, o ou serviço, com a autentiei­ 
dude 'o civismo quo esse vigoroso senti­ 
do 11dml11htmlivo de evoluçllo motiva nos 
umlgoi; cle1ll1 lerru. 
Al11dn nllo eonclul meu regresso paro. 
Doln Vl!!lu, e nlndu uilo voltei n ser eleitor 
de Bela Vltilu, - du1111 razões que nos 
pruridos balrrrlsllcos do meu jovem e gra 
tullo "ndv(•1·t1f1rlo" (ulndo. o niio conheço ... ) 
lerão fornecido us promisns pnru negar­ 
mu o direito chi me ''Intrometer n I polillca 
de Bela Vista", R»zoes porém gostas, 
porque. SC' eu voltar a me "lotrome1er nn 
pollllca de B0
1
11 V1stu", o farei primeiro, 
110 g zo ds franquns l gai deferidas nos 
que üo fogem da justiça nem se escon­ 
dem du uu1orl11!1 de, ( e posse jurídica é ti· 
tulo <IH cfüello ... ) segundo, como jornalista 
de n•glstro uucional; lerct,lro, com a sim­ 
putia do povo e o uval de1-,te vinculo afe­ 
tivo qu~ l.ló 35 anos subl111hn minha ldeo­ 
!Hlr.uçüv com ~ ·ta fronteiro. 
Qu1rndo INüUEM ousava lutar por 
esta cidacte, à qual tuclo oegavum la fora 
e meu têfego "contrário" ainda estava 
nos cuciruR. contro ns "forças ocultas" que 
nos b11stld1JrP.s da DITA DUH· e no des­ 
preparo sem ulternativas dos Rse8sores 
administrativos do então Ter, ltór10 Fede­ 
ral de Ponta Porll, J,-lgos de direito Inter­ 
nacional e do esta tulo legal da fronteira, 
se me opunham suoepticiamente, abri lu­ 
ta il. no siencio fecundo do meu ga· 
biete, mnclu-ive por PAO para o povo, 
pois até b11lucha eru !ncoodlcionalmente 
pr.ilbiclo p11ssar do Puruguul, qur.odu nem 
no Hc:-pitu I b11 viu pão, o 642 crianças bra­ 
+ileras iam pru ás escolas, jojuoas de 
pio ... (sabem disso o de então). 
E, posto que interrompida há 18 anos, sa 
luta nlo c,•ssou, porque me redisponho a dar lhe, 
como tnmLcm fiz cm l'orto ~lurtinho, dc,empenho 
con• n me,ma calma pcrsiHênria dos bons propósi­ 
tos que nindn me cst1mulnm, e os instrumentos lc­ 
ais dos 1-l TrntaduP, Com·ênios e Dl'ordos que di■• 
ciplinam as rclnçõc• rcciproCás destas fronteira■. 
O hnlnnço do pnssado ,cm rastros de vlti­ 
mas, alvo os meus próprios, nem atritos c-om a 
orclem legul, abre-me boldo de crr.dencinis pnrm me 
"intrometer nn polltica de Bela Vistn", e entào mi­ 
nhas n1i1udes ~erào, como sempre, obediente• a umn 
filosofia e n umo pollticn uniclos - a Cilosofim, gisnn 
do-me ( ) n pol11tc11, e o polltic,,, rcolizondo-mc n 
filosofia, cujos objetivos superiores serão apenas a 
fronteira. municipio e n cidade, e como outrora, 
sobcmlo compreender o povo, pnra que saiba com· 
pr,:endcr-ml'. 
Os urti:;os que e,te jornnl me tem publica• 
do nio denunc10m eHigmos subalterno, nem anun­ 
ciam lndolc d~ m,u cunhu, e ldo pouco achaques 
tempcn11nentnis ,6 próprios de mentalidade■enfer­ 
miças, sim reílc1e~1 culti'nda noção dos problemas 
éticos do nossa polltica eoruuni1árin, e a propósito 
visam a lembrar que cm nenhum momento hiH6ri• 
co dns nossa~ rcsponrnhilidndcs d'icu mnis relevan 
te se moflrou o dever de fozermo, da políricn "0 
mdhor uso", como já escrevi, isto , uma polltica 
de coupcmçào de forçns ori•ntnda pela convicção 
de estnrruo~ diante de um de,nfio definit,·o que de­ 
afia resposta definitiva, e assim, se comporte den .. 
lro de urna. bnrmoniosn coojunção de energias rea• 
lizadoras e de contribuições úteis; sr.rn um ~•forço 
comum conscientizado de nossa, .·e&ponsabilidadca 
e nas realidades que até rigorn nos perseguem, 16 " 
novo,s de~accrtos, chegurcmos ... E Ilela Vi1ta não 
quererá voltar às amarguras dm mnr:;inalizaçào, por- 
I MI II 
J. Barros e Vasconccllos 
que tem condiçõe■p:ua uma nmpl~ rr3biliraçiio. t: 
a esru devemo" ir, nlorizando o trabalho comum 
do nosso povo, par11 enobre~r o mor do ,eu trabo. 
lho. 
Será c,111 a filosofia de minha política, au­ 
reoladn por e,ln inato 1,upcrioridade de ~•plrilo que 
me dita iudulgêncius pmra com os caLot1110,. 
Inimigo de Bela Vista ent/lo eu me 
tornaria, se buscasse perturbar esse traba­ 
bnlho construtivo dos noB.i0!l gov
1•rnantes, 
mediante o qual a admlul .. trnção se ern­ 
penha por melhores dias pum nosso povo. 
Cabelos brancos somam experiências 
que os cabelos pretos ainda não conhecem 
e minhas experiências, com a madureza 
de bonR 40 anos pelos dédalos da política 
i,artldárla, outrossim em Terrltódos, e su­ 
ces~lvumente 110b três regimes conslltuclo­ 
onls divereoe, ou contrapostos, Pt1slnam-me 
que também nas encruzilhadas conflltuo­ 
sall, Inclusive à mão urmad11, sempre há 
um denominador comum onde se alicerçam 
o bom-senso e 11 consciência cívica dos 
responsáveis peh> destino de um povo o 
pela dignidade dos seus coudutores. E en 
tão necessário se faz, lutroduzlrmtJs nas 
nossa!l atitudes o sentido dos interesses 
vltalti da nossa comunidade, cultivando 
sua sofrida vocação do futuro ... 
Voltando a me "Intrometer na política 
de Bela Vista", continuarei tendo e,n men­ 
te> que a educação política se mede pelo 
nível do respeito ao adversárío, e trarei sem 
pre a dlspuslção de aµeoas ajudar a cou­ 
ctuzlr nnsso povo ao seu destino, através 
de uma política de emersão e não de sub­ 
mersíio, e sob a égide das fidalgas tradi­ 
ções de cívlsmo dos que fizeram esta ci­ 
dade, e eó exemplos de tmbalho e de hon­ 
rudez legaram aos que viessem a ubsti­ 
tui-los condignamente. E entlio o meu 
jovem e árth .. go " adversáric," verá que 
Invocarei todas a■reservas rle eotirgiall 
Intelectuais que ainda me 1:<obrem, pura 
fazermos de Bela Vista um patrimônio di­ 
gno da nossa vigllia e merecedor do nos­ 
so trabalho consciente, resoluto e irrever­ 
sível, pelo 11eG agradecimento. E meu jo­ 
vem e arrebatado"ndversárlo", filho que é 
d11 Bela Vista, também virá comigo. Até 
lá ... 
( ) - Em PORTUGUÉS. "gís" é com "s", e 
não tem plural. A Academia Brasileira de 
Letras deixou escapar "giz" com 
rnlsão de seu VOCABULÁRIO. 
"z'' na 
Dr. Ivan Alonso da Costa Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
Rua Voluntário da l'atria, 3i6 . Fone 210 
Bela Vista 
Mato Grosso 
tinis ' S! Ral:! h Els' :ug) 
(De+envolvimento de _pro±sua dr,r?""" 
lr- da str_HIJ Eeldsd de ! 
ira) elo prof. sgpf.. o»o ai"" ' 
itaento ao estudo pelos alunos lo é 
riu.) 
a volta que estamos dando ao redor 
do mundo, nüo encontramo~ outro cérebro 
maior de maior iufluenci I no eipldto du 
humanidade que o de Aristóteles. eu co­ 
nbeeimento coordena-se uma sólida visüo 
do mu.do. A história lia ciCucia cor~eça 
com e, enciclopédico trub:illw tio e,;tag1!'lla. 
tanto cm /1lPxundrla como eru Homn. Seus 
escritos filoRóficos trazidos pelos mouros 
u. Europa, f Prt11lz:.1ram o de,wnvolvi,nf'nto 
da filosofia ei,,colástlca. Dante qualíflcou .. o 
muito bem quando escreveu" Mestre dos 
que sabem". Após a queda de Constaotl­ 
nopC1lo., profe,sor"B bJ.,anci,1os trouxeram 
os últimos tes,,uros de seu pe11s11mento uos 
estudantes da reua,;cença. Chl•gou ao fim, 
com a nuduciosu irreverencia de OCCAM e 
de HAMUS.: cm a ciência experimental 
de ROGEH.IO e com a renuvadura fllo6ufla 
do Francis Bacon. 
O espiritualismo, simultaneamente: monls 
ta e duulist finalista, mecanicista, com res 
quíclos hllozoístas e a base mPtafí-.Ica P mífl 
tica de platão seu mestre, passou a ser melo 
nulista da mesma ordem por Aristóteles, 
fundador t:.i;:;:ibém da história Natural, da 
política, da poética além da lógica deduti­ 
vo; a poética 1..ioje transformada e a lógi­ 
ca dedt!tivu an:.:luda, sendo seus padrÕl:'S 
de glória, a polHica e a história natural 
o insucesso de Aristóteles na filosofia. foi 
comum aos outrc,s filósofos ootulogistas. A 
razão e u impossibilidade de se conhecer o 
a1'~oluto, a essência. causa primária fl fi­ 
nal dos seres atê que vingue a teoria a­ 
tual da matéria. 
Filho de Nikomakhos, méa!co de A­ 
myotas 11, pll-i de Filipe descendente da i­ 
lustre fomi!ia _de Asclepíarles, que dizeJ.u 
remontar a füppócrates de Cos e a Escu­ 
lapi~, ~asceu Aristó_teles em Stagira colo­ 
ola Jônica de Chalcrdida<"x em 384 A e. 
Em Atenas com 17 anos foi aluno d.: Pla­ 
tao dur ... nte vinte anos, até a m:>rte do 
mestre, ressentido pelo legldo da direção 
<la escola a Speusippo retirou-se em com­ 
panhia de Xenócrates. paru Aternê na Ly­ 
dfa, retirando-se depois para Mitylenu on­ 
de esposou Pythia. Voltando para Atenas 
abriu uma _escola de retórica com tal bri­ 
lho que deixou lsócrates sem alunos Em 
333 voltado novamente a Ateras, donde 
se havia retirado até a Macedônia, fundou 
e 11.brru _ uma escola, universidade coro a 
de Platão, na vizinhança da academía e 
templo de Apolo Lyciaoc,, de que lhe veio 
nome de Lyceu. Como ele ensinava andan­ 
do(penpate1n) no p11s:-eio(peripatos), moti­ 
vo porque também a chamaram de escola 
penµatetica. 
Ma~ matemático, astrônomo e físico B' 
logista. Psicólogo no idealismo. • JO- 
Seosuahõla e absoluto e do racio li 
mo puro e metafisico - místico ~a B· 
como jà foi dito da lógica dedítu criador 
estética realista, da poiílica. u va, da 
Moral1i;ta Jdealistd Alex d . 
M:acedonia, que soireu • a , .ª~
1 
re .J::'ilho da 
ensinos de Aristóteles l~ uencta dos 
a seus cu@4aos ãos !",,esteve 
ezesseis a- 
(Continua) 
s 
CCS 
'y 
'· 
t 
li:m 
Cui.,b.'l ·( • ElmJ.. 
T). Todos servidores « 
taduais admitido. depois 
de 20 de junho de J.IJ,.i 
só perceberão eu-s venci. 
mentos no mês de jei. 
ro correut m«diante i 
apresentação do te+tu lo 
passado pelo reu uperi 
or hierárquico comprova. 
do a entrea da firha do 
censo à repartição onde 
trabalha, a fim de serem 
envidas às secretarias 
,lc A<lmini-trnçJo, Fnun• 
dn e Casa Civil. A adrer­ 
lt'llcÍa é do Se-rntL.io 
José Ferreira de Freits 
com relação ao decrte 
110 ws. de 29tlln6. r )I, 
teriormente regulam1..a. 
do aras, ds Pgri 
na Secrcrnría de <lrniui, 
traçüo. 
Kxplica ninda o -t­ 
creário que Secretaria 
de Administrnçào r·IJ 
firmcmenle em traçar a 
orientação pnra o r-ur.1. 
prirncn<o exalo do qe 
,li.põe o decreto. "A i:t· 
<lida é enérg-ica, ma, t 
rcseária ,,ara o término 
do trabalho do censo do 
funcionaliFmo, elemcnlo 
Lá,ico para a implaouç.io 
do plano de classificação 
de cargos", concluiu. 
Controle 
orientação da 
vida dos 
vidores 
e 
ser· 
Cuiabá. (SEDIMATl 
A SccretarÍ11 de Adrnioi§­ 
tração adotou medid01 
para controle e orier.ts 
ção dos órgãos da adrai­ 
mstrnçã:> direta e indire­ 
ta, atinentes à vida ínn· 
cional dos servidores p6· 
blicos estaduais. 
Essas medidas deter 
minam a todas repa.ti 
çoes estaduais remessa 
mensal de boletim ps 
d;JO contendo ocorréin· 
eras fnncionois, de ncor 
do com o decrete; baiu· 
do pelo Governador do 
Estado, em 17/12/70. 
O boletim de,·:ri 
er encaminhado à See-e. 
tan:i de ,dministrac;üo 
até o dia 05 de e.ida rué,, 
sendu que o primeiro de· 
verá •:,r encaminhado tlll 
Ie,·ercuo .. 
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foi lmc,nsa e uclla que o exemplo de Ale- 	o r Rege- 
x:indi·o demo::lra u utilirlndo tla fllofwfia, O Dr. Wulto1· ,José g,odri:ru?s r,>n-  Vareiro e Vitor urro p ri t;Lu con-l .1 l0 d·  ',1 :11 · 1 '· . '
1
'· 
pois que sI não foi Aristóteles, foi d pró- trera, Jufz d? Direto da canarcu de D.la tu:mn prolis-iu! unto de pzo lepvil4mente utoriz • 
prlu cultura ~:egn que 
O grnuclc CúIHJuls· Vista, Estado de Mato Grosso, na forma ainda r.u 1 G~1:do • f,·lu .d .. ;1:1,, • 1 i •:·, . , - 1
1 
dt, 1> l , !t 
1 1: ·~i •· 
tudo1· 11preucl1>t! urna lmeHSrl udmirnr_:üo pe- da lei, etc..... 	j qurr-so O seg-uime;ito d,, i:,i·L,,l:,rio uu :cu,-, 
1 
::11lt r _Píl'l•r,1 ,u - 
la olvillzaçào llelênlcu, cllruudlado-u em f•'AZ SABEll aos que o pres~ulr.J lrfrmitcs nonnai.:;. !'crie dcY,:rin1:!ulo D. ' , • n1 1_
1ll• 1 ... 1''10, 111> d~ 
lt1das us parten ond andou e tal forma EDITAL virem ou dêle conhecimento tive- 30 de juullo de tD7::; (u~) SN~;o ll. Poron l 07 ,·e 111-ir·,.·' clc l.!J,7 
que a llngua e a cullura greg,i flcarnm tão rem, com przo de 1 (quinze) dias, qu..: <li - atlv.- OESP.CJIO: 'i,,lo, etc. Cit-•m !J , i-. 1 l'OD 1t ~-.1•• 11· 
dirundlduti, qu!I podemos cltur como exem- CITA Jui;é 8Ji.illo Pacheco, llari:.1 Luclua o, l1er,J·,1r0:, i,e :cionarlo nn pdiçJo clfl il-; !· do Regim!Q. 
po n. luscrlçúo nflxud11 nu cruz ele Crifllo Pacheco, hl'llslleiros, reR!clentes om luga1· 81 atr,ivé:, J.: Edital. nns u};rocH, elo l'!'U- ,,,l,, a pr-:iç:i C'! l 
que explicava 
1
~ caus!! dcl sua mol'te. E0- iucrrto e não sabido, para comparecerem o 21, i2ciso II do C. P C. PubliqtJ"·" o I', d1·0 Hnfi11n' rna­ 
tava t·~critn em g1'0go (u 11::iguu uuiverHul), crn JuizJ e manifestarem-se nos termos do Eital na (forma tl.:. lei. Iut. lh!la. Vbta, OH/ u :T•l nh:tlxo: 
ecn lullm (por no tratar de território roma inventário de ligue) Pacheco e ;lurla Ce- 07/75 (a,) Dr. Walter Jo~fl Coutr-;,ra - Juiz lll.'Hlfl ( ~ez 1:1il) 
no) e em 1l'!Lí)Uico (1:1 llngu I fahulu pelo zarlna Pa~hrco. e requerido por Perlro rir. Direito. O pri,s··nte edital ser i afixado saco d uni e u 
poYu). 	Gale,rn,,: tudo couro, me petição e despacio no lugar d. costume publicado na fornin Í PI • co mu• 11,ri •l J 
. . . abaiXJ t;anserlt., .. :- Exmi S·. Dr. Juiz d~ d.1 bl e ..;ou pri!ZO, que correr.'. rlnp,·íinrl·r r) /?(),>vo, 'L,(JU Ir,, 
, _C !nsl_clerand_o 
11 
importunem. do grna- Direito da Comarr:a r!C' Bela Vi~ta - ~.lato Ira publicaçlo, co::-1 .!"l'flr•R''·à tr-1nseo~rl lo, •1.·-1 ',,., l··:11::" 
111
' 
r,e ltl,holo, lu:1::,11rn11108 _ 11t·Ht~ num<•r, Ulll j Grns::io Diz, p,,,!r > Gleano. nos autos de assim qu' rlec ,rr..im os quiuz~ ( :;)) ,:li'>A fi I prt•v > . ru1•1HL" 
J_> ·q 1eno resuro dos pnnclpros e 5pee:os Inventrio de Miguel Pacheco e Maria Ce· xad,1s e assim puf,,:ta a c.:itnçà1>. IJJ<l > e, •11 l r3 (,vü Oíl , )OQ 
undvnentis 'a filosofia Aristotélica. S0 o[ 7++ina Pacieco, atendente respitve! d·-'passado nesta cilad d !ela Vi·ta. ts'ado (ce:) lutas vsz'1s 
/1.hv111uo e 1, ti. ro.[o o wd1v!r,uo é cons I clar:tw de f'R. 83, o seguine. a) no terno de '.fnt'l Gros O .~• i; ,,·ivP dia,; cb rcê tl. ,o p.eço 11.iI1I'T10 
1tuldo tl·! um abstrato fundatm·utal e per-! rle lnventr·rinnte <· p!·imrir.•'l c1e,•l,trnçõ,•s, iulho do ano ... , m·I nov , Pnto,; e ,;rtt•11,,1 dC' 'JCO. -'l. 1. li (t•ur!ln 
n,alll't~l<' a l'U >Sl!lnch. t: d' qualirLides ad-! fls. 12, ris U, foi r •querido a C'ila~·ã0 11 s ê cin"o. Eu. Goeh Escola, unes, Esesi e cinee·nta] !!tr,J.• 
Vt:llli~lllB Reci ndó.rlus que l.l. d~lerm!na'U i termo- do ,.r,1go ~31, lI uo e. p e. rl s v/lo ;!n Sngundo OfHn, <) r:z rlalilng ·afar, 1 '! ,z;o;, U•J ;J,~Ç') e 3 
os acideut >3. 	} herleiros José Bxsilio Pacheco o Maria subscrevo. 	l !Oll rl,l , . ,·. , 
. . . . _ . Lucin•• Parbeco. p,11•t,111to, 1e1tern-~e o pe. 	. .. ,,1:1,11<1 
b) • C usa $tlo pincipio que rntlm sobre dfd:i· b) que igualrnenl,• à:., fls. 15, foi re- Dr. Wah r .J,>sé Co:itr ra ,Juiz els• D.reit .·o!eá sr vi to e 
:. "xislonc:,1 d~ um s:r. Há qu·ttro g~n~- aucritlo a Intimação dos herdPirr·A Santa 	X" mira lo pe! in.e 
ros do ,~aus : a m1tf'lri11l (<'eprJseutu u ena • 	r.• .,.ad"s de :!º- ., -f/
1 
téria rle q.1e a coisa é feita; a formal cons- 	irir I d,. s 08 () hr-i 
wsass.gessa s .ç EM{Q D$ IR,TEM7 El: "e' 
deter ai se esta ou aquela coisa:; a éfl { [ [ [% 	f 	i te # 	o_ta n.ç e> 
1 	) ) LI ,__ -' j '.'. l J ,, ;., f. ciente represe ta uqut!le por quem on a• 	- - • - ·"" t-..;, ,•-r l.!Jíi'. 
p ±.2.: % :3/ g4,2G//79g "·ç92g ,eg" ;ms33/..223±.' 
do 1uso cota íeis. 	A'/fB, / ! ih) fcliu / ±A#3j"! -.. 	ceder, o +remata 
e) Os s·re num eu virude do ato e Bel Vista, 13 de .Janeiro d0 1.9771 sias j se encontram abertá, (r,gil+ade te sei c»vi!ado 
ci..1 potê H lu •• ,to e p.•rfeiçiiú, potê·1cia é 1 - Res •rvus de me:;us p1r11. o c:,r-1 e 11:x,) , (as) intere!'ti"l',1 s (a,) ,1:•v4:-.ã" ,1 ,·c<:o'b ·r .,' .mcdi 1 
e pucidu e d' pe feiçil<>. TojJ murluuça u 1v.ll: Jª,'-1ª G" ,, ...;áb.Hlo, r:Ii :,ede do ClubP, 1 pr cu1 ar· a t.1 cre,a1·Ia '"' dub • à 2/4 6, to vinte pur cento 
Cl nmr. íl ss..:r:em ,'a potêncm il•J ato. dns HJ:::lO à- 21:30 horas. 	! e bábado, das 19:30 às 21.3u t«s, Ião ha d» lrce 4e ar mi 
2 Soli itamos os sócios que nã_ o I vrrá <'nbr•nça de txa. 	'e <' cc,mp!, .. ,.,;· t• r" 
E:ta pas gem chama-se movimento, 	.lid: +i 	t opz, do g 
" " ~ , estilo "ID dm c.orn su 1s m ~ns•. 1 U',es rele- 
1 
. n e n 1 
.:.1 - ·:> 
no 3nti lo rHliR lrrgo d•J expressão. Tu•.lo~ 	!.l G 	J • " • , ui 
, r2ntes ao an,, de 1 7, que prccurem a se- IIaverl Lmb~:... concur . .;o que upon-ir. ··3a'3', 
os r.eres b:: .--, eom1 ostos de polêuci•J e utu cretaria do ch.:he a rim ds: provitlcnc,arem tará o IoWio ,, a I Jio:rn do C''..iraaval 77 :,,; r. !'PC ,1.1<'r '., t:, .. 11 
exe to DEUS 7ue é Ato Pur,J. 
11 quitaçüo das Cil<'$illas. 	d» +ante d± imnerdi.o 
d) - A mud:lt~Ç!l , ugeriu a Aristóteles 3 - Uma vez exclu[do, n reinrlusiio 	O ,r.aterlal será 
teoria c!a s tria e da Forma. Em tnd;i 00 quartro social deJ•enderá d<' apresenta- SolicH'!mn" n0s renh'lr"s FÓ:!i0s que ent•·tgue, ao arn :11.-1. 
traasf~l·maçuo ju u l1 subslr-1to que se til· çãc, de out·n proposta e pagamento de no- p!lrlicipem d 1 ,.·arnavn.l o::-g 1□iza11dr, blocos, t::nte apos ,, re • Jhi 
tern O p'lSS'.l d -
100 etitado a outro ê a va jóia (atualmente ...602,40). 	cordões e increvedo-se tuo concurso de mec1to do total ,10 
1
), m:Ltérl--i. O que a m téria perde ou adqui- 4 - 1 ão esqueça de apres(
1
ntar sua f!lntasias. Animado bloco já e~tá s~ prepa- 1 ,nce m~ 1iautL ter 
' ! e nr.s muct~ nçus é 
8 forma. ,nles de re- carteira social ua portaria do clube. rando pina d.-i,frlzr 1,0 do:niago de car□a• mo d-' "n:r~ga. 
c bcr :i fo,-~1u. a matéri!. diz-se em po- 5 - Vencimento de Carteira ocial vai, junt:?-se o eles e p 1rticipe. Organiz~ Se o arrernatan 
tê ,c:a, e, drpvis de 1 ~cebe-Iu em ato. Os dependentes do sexo masculino ao com- sua batucada. 	te não recolher o 
pletarem 18 (dezoito) :lllos,terão suns cartei- 	rc~tanle do lance 
ras sem efeito. Aos mesmos é dispensado Na terça feira, após e malir ê, hav"- uo prazo ei,típulado. 
o pagamento da jóia. 	ró. sensacional desfile pelus ruas da cidu- perdera o Final do 
de, ornamente seu carro, faça sua fanltl~ia 20 % pago por oca 
e viva essa festa que retrata o colorirlo e sião do leilão. 
a esportividade do brasileiro. PARTICIPE. fü-Ja Vista, Mt - !8 
de janeirn de 1.977 
(Conliuuac;fto) 
Em o ~~5;,:iu o n
1 mero de nossa pu- 
, bliv:-çr. o pr<'s,;c:; ·irer:: .o.; u té a leu·& H, des 
trs l!Sp::>ct1s func .cmrntais da tilosofia A· 
ri3f')t ~l'ca e continuu ado ainia a decerrar 
lig·ir rent o viu, : cortina que escon­ 
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00 1!i'7 
Bel Vira- Mt. 
Tribuna da Fronteira 
G 
pagina d - 
O PEDE BPOIO PIRA SUPERAR DIFICULDADES 
.,' 
-=--...----  r.e punha B nu a diferença marcante entre 
a qulidra de justificadrL eu[otla t>conümica 
do governo Médrei e a que se passara 
viver, plena ele lnterrngações e de dúvlduõ. 
Seria de admirnr que murt;i.~sem aH 
rm,visões e se ulterussem. mais ou menos 
pri,rundameute, dlrc,trlzes para a economia 
11aclonal, quando mudara tão drflE.ticameu­ 
te 11 situação? Pois ulucla há quem só ve­ 
ju aí di-senções, antagonismos e agro, 
nu vii e Insana tarefa de semeai· divls:o- 
nl-mos. 
1 • A verdade é que, embora se prenun- 
, chu;sem, deRde meados de !173, ( ••• ) de 
ii::nlmadoras per,-pecttvas para u conjuotu 
: ra mundial, em ,odos os quudront1:s do 
globo munll'V'!·BC o Brail por longos me 
8,( ... )lmune ÁI! presbÕCB de todu ordem 
que lhe urvlnh,110 de foru e pl'Ogrl'dll1 a 
taxas excepcio11ats de crt!sclmeolo !'<
0
onO- 
. --- - :nluo, escudado num otimlRmo sem dúvida 
Esta (,, u m,,ntiagem do presidente: "8ra-1 sadio e na crença inabalável ao futuro 
sih-irus, estn é a ll'rceirn vez que, ao Iin• desta açüo, que despertara para seu des- 
dHl'·Hl uno de porfi11do labor e unte as pers- tino de grande potência. 
pt'clivn:1 de 
110
va etapa a vencer, venho o entanto, a lnfluç_üo própria gerada 
no encoulrn de meus concidado , no re- no País somava-se inevitavelmente, larga 
mnnso de seus lares, d fim dr lhes trazer dose de loflaçiío Importada através dos 
a palavra mig de cordlalld>1de de ,:on- preços asRust11dorumente t:resct>ntes de 
fne no futuro e dEI fli nos de»tl~o!! desta produtos adqu_lridos no exterior e ruês hou 
Pátria que estamos todos a construir. ve em que o mdlce geral dus preços ui• 
$ejá verdade, como sempre, a tón, rapassou o crt!scimcnto ulannunte de 5 
C!l rlestn mrnsagem que me apraz dirigir por gento. 
ao povo liom de minha terra, dele espe- E, pois, ante o reconhecido agrava- 
rnnc.lo compreeus!lo EI ,;!ntonla. meoto da con1unturn. entendeu u govêrno 
Inicio eRta expotilçfrn por uma anâllse qu~ se empunha deste logo. dar ao País 
sumúria d situeçí» econômica do Pj Um salutar tratamento, no sentido de rea­ 
remontando nos primeiros dio.a de me~ 1usta-lo com u. realidade lntero11 cio o ui. Por 
governo, pela importaneia própria de qn ais doloroso que viesse a ser reconhecia­ 
esla 11 cm se n•veste e pelvR tortes rene se consCJentemente, que isto seria pr..-ferl­ 
xos quo l•m sobrP. os nos~os problemas vel a que se mantivesse superaquecida a 
pol1lleus e Socia1 . no conjunto do deseo- n?ssa economia, a qual mais dia, menos 
volvimento integrudo a que uspiramos. dia, teria de. adaptar se ti tanto mais brus- 
Reconb cencto a valioRu bt>raoça dos ca e depressiva, quanto mais turdiamPnte 
govern~s <11;1 revolução 011 primeira reunil! 
0 às real!dades de uma conjuntura mundial 
do mlnH,t••rto, u 19 de março de 1974, assj eu rupida deterioração, segundo dimensões 
nlava eu que o Brasil se lçara a poj Imprevisive1. 
çiío de destaque no qunutro das nova po- Atingido que veio a ser, após meses 
1ê11cin,-. emerg, ntes registruudo "principal- ?e u~ desg~stante combate cooth,uad,, à 
mente no governo do psidete Meáj6j_ IIlaçao, satisfatório pluto de _estabilização 
e, m o al_to drnumu,mo da economia ... os e de controle, mudou- e então a tônica 
maiores indicadores de prosperidade 4 das atividades governamentais para a de 
h1sló_m~_ do. P,lhi. '.lns, já então, acrescen. ma1or e renovado impulso ao desenvolvi­ 
tav Não e menos certo, porém que drá,;- meato econômico do Puís. injetandC'-se re­ 
ttC>i$ mudançn' uc1,rildt1s no cenário mun- cur~<;> substanciais p11ru a expsnsão do 
<.liul-comu a grn ve crise de Pnergia crédito em setores prioritários, relançttn­ 
u escasses de alimentos e illatéri
11
s.prim:is do-se_ programas de iove t1mento maciços 
eSyuciis. em geral, e do ptrole e sena ] as áreas dus indústrias de base e da in­ 
dt t l_u1,o,s, em parucular. a iostt1bilidude fra-e trutura, promovt.ndo-e:e a correção de 
no ,1stema monetério Internacional Rindu velhas distorções em tod:> o sistema d 
em dolosa busca de nova orden'açiío, ,,, transporte, reestimulando-se_o mecanismo 
iurinçiín qu~ se gtmer11llza pelo mundo da substituição de importações em uivei 
t?clo as tu~ª-" alurn,antes, as temões poli- mal~ exigentes da produção de bens de 
}"" ,sei«is, ex«cerb nas pelo fermeoto capital e da elaboração das matérias-pri­ 
. ~p lu, !rresroosüvel à violeocia e ~ue mas de base P. além disso uumentamlo-se 
intranquilizar a_ vida das nações, um ce- multo ~eliberadumente o poder da deman­ 
nirio de transição para nova ordem int+. da efetiva de bens e de serviços 
eil d· cónto;nos inda iídéfiia] ercado 1terno comprimido pelá sl 
~l.!le.m1111'..m'> sé1·1a~ repercuções no pano- e vencimentos aioda excessivamente bai- 
rnma naci.,ut1I ( ... ) 	xos, em valores reais da '""ande • • · ul - ' mtor1a 
"Numa economia de merc d ua pop açuo consumidora. 
d f . . ª o, suce- Esta breve rezenba da e 1 ,. 
em-se fases distintas c até omia dó rssii, em is;i, i,""?%?, "o 
A • ,, 	t ' , a , s nos 
antagonicas 	mesmos . ermoil usados na época d 
E 	ser considerada quase um a ar po e 
,% .1.2%/",";"g.cegpzgg, ·_[i@isi@ is,@5@@ s#k".2' 
setetbr le )esenvolvimento, em mia de mercado, em que 
O 
• 
1 
ç"22"},p;;",pgpi,@ij,_ @ié"í s [ ij@ i @ííidd6a"",,gg} 
dos ."Uar para otimismos ex/gera- Te8 estratégicos, se constitui em m seto 
i " .:. {%"%%$,iii±is[ijjsg,ji@@jfj± i @j. "1! 
tiica srrasa ior. i,]s-4o ecoo-1 d sgdo ss faz e se deve fazer sentir 
a priori t . · 11, con ormar-s1> em e es!l. do bem comum e a f 
à' ]!",""_is@@éíái@vis,sr#s] ri ié a, si«dá@à ã G, ,2,, 
roli t .. s, com um pessimismo der- um todo - el:,. serve para , 1 mo 
a.% {%;g,f iz@@ruis[ê is@fiz; @e 411K7,": 
iit i !' ",,gg4 já] f._s@oi@ir@serísi@ ró 
% %i sis"tc:.#[ z%::..4.22·.2"a2±e± , . 	p d t 	a 1v1 ades 
Essa posição cese· d .. roau oras, ora se force ama de1-acelera 
de serenidade e 1 Jdà de equillbrio, çao, numa sucessão irievitàvel de mi •• - 
entre exces< )ot-senso, de realismo, elos econômicos Diga-se d 01c1- 
ili'á".)%%,%jcisij,agi j@ ilij;i. jjfi@é si i&tua.." 
i;ua~ postur lB eslérí.: ~conseqn nela de e onals, como as que vivemos a alter â 
é ±jhfi i	]±zsis;;ssi?± 
dras que se compraz e ernas cassan- quase todos os países, 	e 
vc1 sios-1ev .4,,j}, mmacenar sa- 
lanç.1 ia si«o «coso«!" Ç; %,} m ba- Em 1976 recessão não ti vemo-· 
que se alientav 
0 
a.s, em d - 	:,, 
llexib1lldude v· ,uª• em primeira 1inha, a epressao muito menos 
IgUaate que a caracteriza e N um universo tio complexo, nem 
se dispõe de iudlcadores suticlentemente 11eu 
iveis das vurinações,que ai 9° rnanlfcstum, 
nem os uinda rudes' 111s1nimentos de ação 
permitem gradação do eforço ou atrl+ 
tória rapidez no. produçáo do resulladu, 
puru que se possa lnslltulr um sli1tema 
operuclonul lívre de locõmodus clefnsagen!l 
e à prova de qualquer o.halo. AssilJI, have­ 
rá sempre avanços ti retardos, tiuperposl- 
çl1o de aspectos 01,ostos entre fasAS dlío- encontro da Socle 
rente11. confundindo-se o aspecto do pro- 
Ct-BSO real, u ponto de aparecer que::n dado murtlnhense 
chegue a entrever aí como que estranho 
hibridismo de modêlos distintos disputando, 
entrP ~1. a primazia. 
Em 1975, regl~trou-se novo Impacto 
global, provocaclo por um aumento da or­ 
dem de 10 pur cento nos preços do petró 
leo. ob o signo de dificuldade na balança 
comercial e no balanço de pagamentos, 
com a queda da no sa reserva de divisas 
ioternncionnls o uno decorreu com tendcn­ 
cla à desaotleração que, ainda assim, per­ 
mitiu um cresciento da economia nacio- 
nal superior a taxa do aumento demográ- 
hco e. portanto, com aumento da própria 
renda per capita. Não houve desemprego 
anormal no Pais e, embora em pequena Usina de ~Ai· 
escalu, manteve-se a curva decrescente da 
mflaçiío. 
Destarte, pode concluir-se com certa f 
dose de cornpreeni;tvel sathifação: __ Justo mOSO em IJn• 
é reconhecer-se que o govêrno suube re- 
sistir a re~ções prematuraH de pflolco, ape- 
sar de estimuladas pdos exemplos que de donament0 
outras bandas nos vlnham( ... )'-'evltou-se 
às empresas privada um tratamento de 
choque penoso, justamente quando elas 
mal emergindo de largo período de econo­ 
ruia ac_elerudn, se veriam multo mala vul­ 
nerá veis, Inclusive por total desprepar 
ps1cológ1co. 8 assegurou s - 6 ° 
balhador rasteiro ,, "!$ ,ge tra­ 
geral, ao longo deste popu uçao em 
de tranquilíd11de d s dois anos, um clima 
idade do trabeii,,"",Qreeso, de norma­ 
em que lá f e vida, ao tempo 
d 
' ora, se acumulavam as ru 
e desempregados e 	l:III 
cas e serviço ·. se paralisavam fábri- 
Iniciar-se-ia ,, ano de 1976 
nota de otimismo b • ' com uma 
@@vi@. s ao 4 %,77/9,sera sr 
clamava-se que teríos ,, "rs pro 
çoes ~ara enfrentar as dif!culd :s coodi­ 
despeito delas ma ~ es e, a 
economia. A6 ea de crescimento aa 
«eostrvi@sr ·!2,$",E,g",g° siso 
as de recessão depre n ~n<t as as proreci­ 
zero'. ' ssao e crescimento 
Pois em 1976 reees - • 
depresi<ão, muito m . • Sao nao tivemos: 
economi11 foi bem en?s, o crescimento da 
bastando dizer-se maior que o desejado, 
o s«ior ri@sG"$2,"erg rim9 
expansão entre 10 e 11 rava um tnd1ce de 
servas de moeda int P?r cento. As re­ 
meados do ano hav· erna.ct?nal, que em 
• , 1am au ·d ' 
mais baixo, de 3,3 bili. g1do seu ivel 
tr«passarem a é,"{[, de dólares, ul­ 
perando não apena 
08 
~,3 bilhoe11, su 
1974. 	li o saldo de fins de 
O detlcit da b l 
da elevado (cerca ,"!a comercial, ain- 
res), fot entretanto b -,3 bilhoes de dolá­ 
de 74 e 3 5 b·11h- ' em menor que os 4 6 
É ' oes de 75 • 
que as exp ta .: 
taxa elevada (1$ ,"?"coes cresceram a 
imporicões ti6a,,,," $g@) enquanto as 
fé i8is ô_eeri #,}"%: _próximas as 
ermo equp_ibrado. ance1ro chegou a 
O nivel de em 
O ano não ro· prego aumentou 
A e . - 1• porém nad tr • • 
19-- xpan,,ao do crédÍt a anquilo. 
• ->, as condiçõ . . o em fins d 
elevaram em 70 es elimátlcas adven;as e 
ataca.do nos por cento os pre que 
çilo do 'op produtos agrícolas àços por 
projetos d e~ ma~ket•, o estimuÍo exclta- 
%i»1iáz:%jsi ssd.f. 
4"%ig ti e $,z7/%jise1 Tribuna da 
; , is " sr@ir4$st: 
t%..$"ri. « %Z%2; 4,is- 
Vá.rios m' l!ontlnuou su e s v,gorosos 
nn +.#; .2rwnsi%»..E,"{%..,2 
• mo±ã» .." ~ ?jgye ii »&d?2: 
:e q o a tax d n os 
mais do ue o Pais teimava a a inllaç.ão. 
· que pod111 com 
011 
r em crescer 
ecursos • pró- 
(Continua) 
RECINTO 
LANCHES 
O ponto de 
Rua Dr. 
N 
Porto 
Mato 
Correa 
56 
Murtinho 
GrossJ 
experimental ú <. 
Cuiabá (SEDIMT) 
egundo Informações 
da" centrais Elétríc&I 
Matogro!isensei; está 
previsto para março 
de 1977, o lunclooa­ 
mento comercial de­ 
finitivo da Usina de 
Mimo110, cuja capa­ 
cidade será de 30 
n,Jl qullovata e o 
custo atingiu mala 
de 80 milhões <le 
cruzeiros. 
Informa ainda que 
ª Usina de Mimoso 
encontra-se em fun• 
clonamento experi­ 
mental desde O iai­ 
clo deste mes, com 
arremates de servi­ 
ços e conclusõts 
dos testes em uma 
segunda máquia 
ora rnstalada. 
Com o funciona· 
meato deUnitivo ela• 
quela usina, a Ce• 
mat apresentará um 
crescimento no sis­ 
tema sul de 20 mil 
quilovata, triplican­ 
do_ sua capacidade, 
pois anteriormente a 
capacidade era de 
10 mil qullovata, 
Leia e assine 
fronteira 
O JORNIIL

ela VI«ta - MI. 	Tribuna da Fronteira 	pagina 5 
30-1-77 
(Continuação) 
GOVERNO PEDE APOIO PIIRII 
' prlos dlsponlvels, acrescldoH dos que em 
proporção moderada normalmente provém 
do exterior. 
Is+o poderia resultar em justamen- 
tos a posterlorl extremamente penosos, 
l 
envolvendo o risco de, grnvt1s <lia torções e 
danosos fracassos. 
A contenção da dlepararla da Influção 
1 
reclamava prontns medidnus. A sllunção do 
{ balanço de pagamentos, com o crescente 
1 
endividamento externo, também. Assim a 
, partir do meados do ano, Yárlas medidas 
de contenção começaram 11 ser tomadas, 
sobretudo na área monotária. O primeiro 
impacto, bastante favoravel a credibilidade 
externa do País, foi u recuperuçlo das 
reservas Internacionais. As inevitáveis 
defasagens, no entanto, só permitiram que a 
Inflação viesse a ceder no últimuo trimestre 
Por outro lado o panorama mundinl adquiria novos 
contornos preocupante, até mesmo ameaçadores. 
Não se tratava, apenas, do anuncia­ 
do aumento do preço do petróleo para o 
ano de 1977, o qual veio a ser [lxndo em 
nivele excessivamente elevndos para nós. 
Desde o choque inicial de 1973, qua­ 
e atordoante, reflexos sucessivos se fize­ 
ram sentir, com real prejuízo das econo­ 
mias em desenvolvimento, como a nossa, 
as mais sacrificadas de falo. 
Nem havia chegodo, nfndn, a proces­ 
S11r-se o necestiório ajustamento à pertur­ 
bação to brusca de toda a economia 
mundial. Era, contudo, algo que jú se es- 
parava 
: lmprõvlstn, ao contrário, foi a ten 1
áêncla á estugneçiio que afetou as econo 
mias propulsoras do mundo ocidental, pur 
llcularmente os Estados Unidos da América 
após uma recuperação brilhante no inicio 
do ano. 
As previsões para 19i7, nesse qua 
dro, não silo promissoras. 
Houvessem aqueles países lideres 
da economia mundial podido manter, sem 
pausas a retomada expansionista de sua 
Produção, impulsionando o comércio inter 
nacional, com repercussão benéfica em to­ 
da a sua ampla periferia em que nos insere 
vemos nós, e teríamos [quem sabe] alcan­ 
çado o extraordinário prodigio de traves­ 
r, praticamente incólumes, a onda reces 
;;> ftva prolongada de vários anos que se 
abateu sobre- o mundo. Prosseguiriamos 
galhardamente, em nosso desenvolvimento 
com vistos, sobretudo, a tornar nossa estru 
tura econômlctl menos vulnerável a con 
lunturns assim desfavoràveis que do exte 
tior viessem novamente a nos ameaçar. 
As circunstllncias, infelizmente, evo 
luiram em sentido diverso. E, pois-embo­ 
ta não caiba, absolutamPnte falar-se em cri 
se - é meu dever convocar todos os brasi 
leiros a uma tomada de consciência obje 
tiva e serena, da realidade mundial que 
hoje nos,comprime, pa_ra, que , em redo 
brados esforcoR e com a ncettnçiio de 
Bacrificios que, afinal, ainda serão a penas 
do secundário, quando não do supêrrluo 
Pàssamo1S superar a quadra que nos está 
reRervada nestes anos da década dos 70. 
l mo lei sobre o uso eleitoral do rilio e telerisão 
cnproF-e $al.lar 
entretanto o País a salvo da depressão e 
do desemprego. 
Estou certo de que compreensivo. 
o povo brusllelro entenderá a necessidade 
dus medidas que forem adotadas rigorosas 
e incômodas que sejam, e prestarà torio 
o seu apolo a um governo que timbra em 
não pedir sncrlrlclos- desneaessários, nem 
Impor ônus que desatenda à equidade e á 
justiça social. 
No que concerne à estrutura udml 
nistrativa e jurídica, tem o governo prosso 
guldo em sua tarefa modernizada, sendo 
dignos de menção especial u elaboração da 
nova Lei das 'ocladudes Anônimas e da los 
tilulçilo da Comissão de Valores Moblllà 
rios, jt aprovadas pelo Congro so Nacio­ 
nal e sancionadas; o projeto de emendas 
con&tltuclonols para u rílforma do Poder 
,Judiciário, ora sob exame no Legislativo 
e que reputo de relevD.ncla para uma me- 
11.J.or dislrllmlção da justiça no País e, ootu­ 
dnmente, para a mais rápida tramitação 
dos proces&os judiciais. 
Cabe citar, pela importancia de que 
se revestem. 08 encontros que tive com 
C'hefes de Estado e de Governo de países 
amigo8. 	- 
Os resultados d a s conversaçoes 
mantidas e dos atos firmados foram alta­ 
ruente prov<'itosos, tanto do ponto de vis­ 
ta de nosso muior relucionamento político, 
como do desenvolvimento da cooperação 
econômica e cultural 
A grande repercussiio púlilica desses 
encontros dispensa-me de fazer aqui um 
rela to minucioso a re peito. 
Dest1iCo, lambem, a colaboração 
sempre pronta e valiosa que o Executivo 
recebeu do Poder Legislativo, principalmen 
te na análise i! aperfeiçoamento de projetos 
de lei, num ano caracterizado por s u a 
grande atividade polltlca. 
Por último, devo falar dos eleições 
municipais a~ 15 de novembro realizadas 
em louvável clim de segurança e ordem. 
Feriram-se após movimentada cam­ 
panha que mobilizou a vontade popular 
em todos os quadrantes d') Pais e q n e 
teve a virtude de Inspirar o compareci­ 
mento maciço dos eleitores, numa real 
demonetração do interesse politico, a con­ 
trastar-se, mais uma vez, com o absenteis­ 
mo apático e descrente que se está verifi­ 
cando em países até muito mais adiantt1.dos. 
A nova lei sobre o use eleitoral do 
rúdio e da televisão comprovou-se salutar, 
impedindo insa1Jável disparidade que o uso 
daqueles meios de comunicação, em tais 
eleições, impõe injustamente nos candidatos. 
Coibiu, lambem, o transbordar em 
proveito de agitações simplesmente demaa­ 
gógicas, quando não até mesmo subversi• 
vas, para alem das corretas motivações 
de uma campanha eleitoral. 
O contacto entre candidatos e o 
eleitorado, face a face. em comícios e ou­ 
tros tipos de reuniões ciicas, animou a 
campanha e constituiu um fato auspicioso 
por permitir autenticidade maior da esco­ 
lha. O mesmo não ocorre"u, por certo, nos 
grandes centros populosos, fazendo-se sen­ 
tir aí a influência dominante d e outros 
impulsos, menos legitimas por seus funda­ 
mentos, na escnlh!l de nomes a sufragar. 
Estranho é que, em face dessa rea­ 
lidade que salta aos olhos, se queira atri­ 
buir significação e autenticidade maiores 
ao voto nas capitais e grandes centros 
urbanos. 
Como quer que seja, vencemos bri­ 
lbantemente mais uma etapa na vi d a 
política da Nação. 
Quanto à racionalização do uso 
' de combuslivels, impedindo-se de toda for 
ma o desperdicio-que hoje, mais que lamen 
tável, se torna criminoso-, o governo estu 
da ponderadamente alternativas passiveis e 
Procede a:1 gestões junto a seus fornecedo­ 
tes de petróleo para avaliar corretamente 
0 
Impacto efetivo das decisões tomadas 
Pela OPEP, há poucos dias. 
No quadro mais amplo da econo 
tnia nacional, estilo sendo ultimadas dire­ 
trizes e prioridade bem definidas para 1977. 
Algumas jâ Rão do conhecimento Público. 
A idéia mestra ainda a mesma. é 11 
de conciliar, dentro das possibilidades reais 
nossa estratégia de médio prazo-expan- 
8ão das exportações e_sua diversificação 
em natureza e destinação e a substituição 
de importações atravée da implantação ou 
l.lllpliação dos setores de produção de in 
1
Utnos básicos, inclusive energéticos-com 
as imposições imediatas, decorrentes 
da. conjuntura atual e que se centram numa 
desaceleração da economia que mantenha, 
• • • 
verdúdelrnmente autêntico , são clrnmados 
a haurir inspiração e enelas estimulantes, 
ao contacto mais íntimo com o eleitor e as 
necessidades vitais dessa célula fundamen- A Moda ou outono 
tal da sociedade que é, afinal. o municiplo, iaerno 77, está lançada 
O resultados das eleições estão sen- e isto aconteceu no tul- 
td ésimo primeiro alio 
do cuidadosamente computados e ostud j Prt-à-lorter no que 
dos; opiniões e informações, solicitadas a e dia para o eior 
destacados próceres polllicos; comentários feruinino, em Pnris, 11 
de analistas credenciados, devidamente qual em como evolução 
conAiclerados . tudo Isso como elementos os temas importantes da 
t Jidude by última cotação: duas li- 
objetivos e fidedígnoi! da a ua 
O e Tl phas uma reta e outra 
sileira e com vistas a desejada promoção i,»tant ampla, obede­ 
de um sadio desenvolvimento politlco do e«ndo características de 
Pais, om clima sempre da estabilidade e conformo e maleabilida- 
de, dentro de tri's linhM 
8eurança. 	chaves de destaque: 
Creio. sem quaisquer dúvidas que J . o ·•ESTILO 
essas eleiçõe11, alem de se polarizarem em DANDY", clássico e re­ 
torno de soluções alternativas dos proble quintado tendo como t­ 
mnns 0als circunscritos as comunidades mosfera os taides, elu- 
l dos, flanelas, mr,hair•, 
locais, representam claro e insofismáve padrões e6coce,ca e in- 
pronunciamento da grande maioria do povo gleses e os tons bege. 
brasileiro a favor de meu governo - mais marrou, amarelo, verde­ 
talvez flells propó1!1tos honestos e ao esfor- oliva e vermelho. Sua 
Ço Incansável que di8ptmde com f~ e es- forma Yede~ é 
O taílleur 
lt r que pode ser coordenado 
perança no futuro, apesar das mu u8 ll com calças retas e mas- 
mltações circunstanciais dos homens, da colinas, bem como mo­ 
fase que vivemos, dos recursos disponiveis delo« e +ol' +ia-cal;a, 
e do tempo, do que mesmo ao que tenha- ·aia ju., retas e plis- 
li, té sadar: numa verão 'mais 
mos podido efetivamente rea zar a agora. jovem", temos o etilo 
Que me ajude Deus e me apóiem colegial inglês. rom pn- 
08 brasileiros de boa fé para que poisa tra lct6•. gravatas e bermu­ 
duzir, em concretaA reaUdade11, grande par das em core mais vivas. 
j 
Por complementos as 
cela do .que ao governo parece se am as ecbarpes de lã coordcna- 
justas aspirações de nosso povo, em ter- das às roupas e o colete, 
mos de superior qualidade de vida, maior o comprimento du 1aias 
justiça social e melbor segurança. cobre apwas os {·oelhos: 
Tais os votos que faço a todos os bra as bainha das calças ba- 
tem os tornozelos e as 
silelros, desejando - lhes que 1977, apesar aias calças e her- 
das dificuldades que nunca me permitiria mudas ficam na altura 
esconder ou conscientemente subestimar do joelho. 
uma etapa positiva nessa marcha incessan II- O temn maio 
te para um futuro melhor-nosso, de nos importante do in,,erns 
no entanto é o folcl6rico 
808 descendentes e de nossa Pátria." 
8 
tendência principal co- 
mo sendo os motivou 
"JACOUARD DO moro 
AERICANO" (a+ajo+. 
peruanos e mexicanos), 
rndependentemenle de 
formas ou linas pré-de­ 
termlnadns, o qae mpor­ 
ta é que sejam estampa­ 
doe nos tecidos trabalha­ 
dos na malharia. 0 "fol­ 
clore ruuo" lambem in, 
pirou alguns estilistas 
que re.-ivem, através das 
biasas "'bufante, e saint 
franzidas", um rerdadei­ 
ro balé folclórico 
e finalmente.. 
Ill - A "Linha E­ 
portivo" que é estrema­ 
mente jovem e inconfor­ 
mista, brinca com 1odu 
as cores, usa e abusa dos 
materiais flexíveis e ma­ 
cios, como as malhas de 
alaodilo e lã. esponja ele 
idos plastificados. Suas 
formas-redetes são os 
modelos derivados da 
prntica do e•porte, como, 
macacões, blusões, ano­ 
raks. swest-shirts, casa­ 
cos com capuz e tudo 
mais. 
Por hoje é só, na 
próxima edição deste jor 
nal continuaremos a de­ 
talhar mnitas coisas que 
oce, caríssima e elegan­ 
te belavistense deverá 
continuar usando como 
atnalmente e maia al,,<Ftl• 
mas coisas que frio o 
"r:úfinement de sua ele 
gincia. 
TRIBUNA OA FRONTEIR4 
Fundado em 25-02-72 
Redator-Chefe - .Joaldo Putira 
Gerente - dtdai niceto 
Sub-Gerente - .Jeilio Corria 
COMPOSIÇ,O - Regina lIendee, João Vicente, 
Lucio Escobar, Pet,onio Leão, Ninn Hazime 
IMPRES AO - Carlos Tadeu . Nilson Roberto 
"As opiniões emitidas no, artigos assina 
dos não representam o ponto de vista do jornal 
podendo ser até contráriasa este. As opiniões do 
Jornal, acham-se expressas nos Editonaia e nos 
comentúrios não assinados" 
"Tribana da Fronteira" é umn publicação 
da GRÁFICA e EDITORA APA 
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CGC. MF. 15.201.266/ 0001-90 1as. 13059234-5 
Assinatura Anual 
Bela Vista Cr$ 150,00 
Demais Manfcipios CrS 180.00 
Redação e Oficiou - RUA Daque de Carias 
S/n Cx. Postal 23 - Belaistu - Mato Grosso 
Par as tlqat­ 
es... Falemos 
em Moda 
Aclieu 
Os resultados das eleições estão 
sendo cuidadosamente .estudados 
E ao povo, porque acorreu às urnas 
com ordeiro e entusiástico finlmo civico e, 
ademais, porque deu ampla e indiscutível 
vitória ao partido do governo eu sou pes­ 
soalmente grato, tanto me empenh11ra na 
campanha eleitoral a despeito de assober­ 
bantes preocupações e afazeres adminis­ 
trativos. Na verdade, quis dar e dei públi­ 
co testemunho da fmportancia que 'meu 
governo arrlbul - e acho que é mesmo Consultório • Hua Quinze de Novembro, 481 - T•l 203 
de seu dever atribuir - aos prélios munici- 	BELA VISTA 
pais, onde os partidos que desejam ser 
1
..,_ 	_. 
LE DUC 
Dr. José de Ribamar Cruz da Silva 
Partos, Ginecologia, CJ.iB.ica Geral 
CRM RJ 17.937 - CRM-M1' 439/1 - CPF 058043377 
l

5Rama l» [a 
LJ
 . , • I .__:, ..:::::7 ~~ lj,._, 
-~ 
H
, mais de 16os fabricamos Temos a maior linha de tratores H4inúmerasgy'ma""?7?? 
" 	u 	t l para você licar o no::;o a o e 
tratores e !mpkmcnlos agi.=olas agrk~las para que voce I on lil ª continuar ganhando mesmo na 
no Brasil e desde então, milis da m.1quma certa para qua qucrd d hora da t.roca, pois os tratores 
metade dos agricultores brasileiros tareia ±tamanhgdcPgP;j"2%% issey Ferguson são os que 
esta
• 
0 
do nosso lado. 	e 260 reven as em to o? ras1, 	I d 
t d 	alcançam o maíor va or e 
Isto graças ao esforço que 	somp_re_pcr 
O 
_e voce, com ievenda. Fique sempre do lado 
lemos leito para proporcionar 	m~can1cos tremados n1fí1@Ja o 	do mais forte. 
seguwnça ilOS que investem - • • ,,·.= propna fábrica e 	r,,;::i~.t;'n'i';'I 
na compra de nossos produtos. #9, im@po,,, {2e COI 
{.. • _.,:. esloq~': e poças e 
"rss [lassey Ferguson 
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22A - AFOLA!ARMO MACU'MAS AC!COLAS 'TA. 
UM NOVO COCEJTO EMA ASSISTêMA TÉI.A 
Rua Teodoro Sativa s/n Bela Vista 	Mato Grosso 
Matriz: Rua Marechal Floriano, Esq. e/ 1.o de ÜutL bro, Fone 139 .. 421 Ponta Porã 
Filial: Amambai Escritórios de Vendas: Antonio foão, Caracol e Aral Moreira 
;==========================-·--_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-:..-_-:..-_-:..-_-_-_:-_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_-_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -_ -::-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-..=--- 
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Tribuna da Frontclm 	!t0/1/i7 
-------------------·----------------------------- 
j 
A!t0vir de Alencar 
Nll 
] 
O cnrn que lnvenlou trabnllto nfin 
tinha o que fazer, 'Todo o mundo sbe disto. 
f Sério, um tremendo pilantra, era 
vacinado ooutl'a tudo quanto é eHpócie dB 
trabalho, Dizia-se "funcio11úrlo tle Dt'u,;•·, 
["gerente da cída_ d'água". Para não se 
dizer que janis deu um din de serviço e 
["seu" ninguém, o maior suplicio de sua 
}vida foi servir o Exército. Serviu porque 
era obrigo do por lei. Mas por causnu de 
sua preguiça crônica, de indisciplina em 
Indisciplina, ló. no. casornn passou i;ols me­ 
ses en liberdade e quatro fazendo ''cu!'so 
de lofto". Cínico, do um cinismo invulgar, 
costumava dizer a seus compunheiros de 
• farda, nuquele tempo, quo "t•U, gentP, 
quando estou solto sou trista. Quando 
estou preso, seu hóspede do governo fede­ 
ral". Tinha disposlçfto para tudo, menos 
pura trabalhar. Prn coawr, por exemplo, 
em um esmeril elétrico. 
Em sua cretinice, SÉRGIO viviu 
repetindo uma fruse bíblica: Procurai e 
aclrnrols! 
Seu negócio em pllanlragem, cabe­ 
lo grande, transa alta. Vlviu doido alrús 
de uma mulher que fosse viúva, velha, 
podre de rica. quo pudesse casar com ele. 
e ele pudesse mató.-la com uns tres sustos. 
Um dia, não snbe l!Clrno, conhPceu 
uma garota bem distiutu. Na mesma oca­ 
Elilo ficou 1mbendo que a moça era fill.la 
de abul.ltado pecmlrlstn. O volho morava 
y 'a fazenda. Ela, estudava aqui mesmo. 
começou o namoro. O bicho tinha um pa­ 
po que nfio era molezu. Ingênua, a menina 
caiu como um patinho na lábia do Don 
Juan de tertúlias. Deu-lhe cieucia de que 
seu pai eru médico, mus troeara o bisturi 
por alguns mlhares de cabeçn_s de gado 
selecionndo. Era filha únicu. SEllGIO "ar­ 
rochou os pt1rafmos. sem rachar a madei­ 
ra". Deu para tomar banho (pelo menos 
uma vez por semana), co:tar o cabelo, 
lazer a barba, apurar 1:1s • unhas. O "amor" 
la crescendo. Certa ocasião o "velho·' 
reio à capital comprar medicamentos ve­ 
terinários, ração balanceada e dar, tambem, 
ura balanço em suas contas bancárias. 
V;nha tumbem, e lógico, visitar a filha. 
;;,1 +~mdes, morta de encabulada, levou Sér­ 
l,,~o para conhecer o seu paizmbo. Nesse 
dia Sérgio tomou um bunho de loja. Esta­ 
va jóia. No diálogo o pecuarista notou lo­ 
go de saidu ( que níio tem mais ninguém 
burro neste 1lundo) a vigarice do rapaz, 
sua pouca cultura, sua burricie, seu inte­ 
l'esse nas fazendas, em suma, manjou 
0 
golpe que estava ali armado. Convidou 
0 
''pretendente'' para pa::.sar alguns dias 
numa das f-1zendas, adaptundo·st:l Des e 
dedicar-se, também à pecuária, ubandonan­ 
dLo suas ativ'idades no ramo· do "turísmo". 
na fazenda o velho teve uma seria 
Conversa com o aspirante a genro. O pilan­ 
!ta hlvia dito "Sou doutor em gado. Man- 
10 do treco às pampas. Criação de gado 
Para mim não tem trêtu. Nasci em cima 
de leite. Posso sacar qualquer bronca bo­ 
V1na, sacomé?". O velho pensou: vou fazer 
um teste. 
Conversando à noitinha, na portei­ 
ta do curral, o velho acertou: "seu" Ser­ 
glo, aqui estão um balde de ordenhdor, 
., Um banquinho e um pedaço de corda. Vis­ 
' to aquela vaca holandesa ali no estábulo? 
- Visto, doutor. 
- Pois bem. De martrugada o 
Senhor vai tirar-lhe o leite. Quero ver sua 
Pericia. 
gritos, carreiras, là vem "se" Sério 
cXanet o, todo sujo de estrume (tinha co­ 
cô de vaca até nus olhos), camisa rasga­ 
da, a mnrca ele umu chifn,ún. no r1;slo ... 
com o balde, vazio, na mão. 
- Qm~ foi que houve, rapaz? Núo 
tem leite? 
Leite tem multo, doutor. Acon­ 
teco que estou brigando a senvergonha 
desta vaca há quatro horas e não conse­ 
gui fan·r ela sentar no diabo <leste ban­ 
quinho que o senhor me dou ... 
DE-SE UJB C Sll 
3 DE OUIUBRO 201 • 
O. PROP IE- 
• 
1$ 027 
I. 
Estado de Moto Grosso - Secretaria de Educação e Cu1tura 
Delogaclo Regional de Educação e Cultura do Belo Vista 
Notas Educacionais - Matrículas 
Estamos publicando pura conhecimento dos 
1 
intcres<nilo• 11, imtruçocs <lc matricula para o 1,110 
letivo de J 97i. 
1-Tabela de Caixa Escolar - lfouve niodifi­ 
cação baseada no numcnto <lo solário mínimo que 
é de Cr$ 602,10 (seiscentos e dois cruzeiros e qua- 
rcntn centavos). 
2- Fichas de inscrlçào: A :'llntrículo serú 
feitn cm duas vias, uma para a DHEC e outro fica 
nn escola, devendo ser t'UCaminlrnda u SEC s6men • 
te ns fichas resumo. 
3 • O Plano de Aplica~àc, deverá ser clnhora­ 
do baseado nos nnos nntcriorcs, acrcEccndo 200/0 
rnhre a previsão. 
-l - Trat:mdo-sc de Escola norn, o Pluno de­ 
verá ser basrndo 1)11icamcntc nn mntrícula. ou seja 
pcl uficha resumo, com os dados reais, 
Quanto a intrrpretnção de despesas, informa­ 
mos que houve nltcra~·ücs. Está scnrlo providenciudn 
ncunfccçào dos liretos: "Interpretação de Despesa " 
que serão remetidos brevemente. 
6-As matrículas nas Escolas Estaduais de 
lo e 2o Graus dos municípios pertencentes à DREC 
de Bela Vista, serão realizadas no p e r í o d o de 
28/01 a 28/02 de 1977. 
7 - A Delegacia Regional de Educação e Cul­ 
tura, receberá ns fichas ds Matricula juntamente com 
as fichas resumo dos Estahclccimcntos de Ensino, 
até o dia 16/03/77, 
8. Os i'dunos que desejarem ser transferidos 
de,·crào deixar o seu requerimento de transf,•rcncia 
assinado. 
9 • As Escolas rccebcriio todos os alunos ele 
lo Grau que desejarem ser mntriculndos. Há vngas 
pura todos. 
JO • No Ensino ele 2o Grau. n :llntriculn de· 
penderá do número de vagas, uma vez que nào 
constitui um nivel de ensino obrigatório. 
11 - No ato da mutrícula não será 
permitido nenhuma cobrança de taxa, sob 
qualquer pretexto. 
12- Os documentos de identificação do 
aluno s:lo de renl importância para o con­ 
trole da Escola. A não apresentação de 
um ou mais donument0s, exceto a Certidão 
de Nascim~nto (translado) e o Título do 
Eleitor, não con_i-tituiriio motivo de impedi­ 
mento da matrícula, no entanto, deverão 
os alunos completarem as documentações 
exigidas, até ·O dia 15 de abril de 1977. 
13· Os Dirotores das Escolas Estaduais 
nü.o deverão aceitai· documentações incor­ 
retas. Observação de toda documentação 
de trans[erencia a fim de evitar irregulari­ 
dades na viria escolar do aluno. 
14- B de exclusiva responsnbilidade do 
Diretor a observancia às documentações 
do aluno. 
15- Cada Diretor deve fixar o número 
de vagas para o seu Estabelecimento de 
Ensino, de acordo com o número de car­ 
teiras e salas existentes. 
16-Para efeito de classilicação de alu­ 
nos em relação uo número de vagas em 
cada Escola, seguiremos os critérios abai­ 
xo: 
1º LUGAR: alunos já pertencente,; ao qua­ 
dro da Escola, que residem 
nasproximidades da mesma e 
que estejam dentro ela fabrn. e- 
Pode deixar comigo, doutor! 
Dia seguinte, lá para as oito da 
matina, sol alto, depois de coices, murros, 
tárla de 7 a 14 anos. 
Alunos já pertencentes ao qua­ 
dro da Escola, mesmo que não 
residam nas proximidades du 
mesma, mas que estejam den­ 
tro da faixa etária de 7 a 14 
anos. 
3o LUGAR: Alunos novos, dentro da. faixa 
etária. de 7 a 14 anos. 
4o LUGAR: Alunos do quadro da Escola 
que estejam fora da fatxa etá­ 
ria de 7 a 14 anos. 
5o LUGAR: Alunos novos, fora da faixa 
etária de 7 a 14 anos. 
Para tranquilidade dos rr.uniclpes infor 
mamos que caso haja nec<::ss!dade, para o 
atendimento de toda Clientela es8olar, De­ 
legacia Regional de Educação e Cultura 
proporá à Secretaria. de Educaç!ln _EI Cultu­ 
ra as possiveis formas de aproveitamento 
dos espaços ociosos, através de convênio 
com outras entidades, contrato de locação 
e oferecimento de outros meios necessários 
2° LUGAR: 
- 
Bela Vista, 03 de Janeiro ele 1.977 
Dra. Eil Pereira de Souza 
Delegada Regional de Educação e Culturn 
EDIL n.O 
Chamada de Crianças de 07 a I4 anos 
para matricula no, E:nsino de 1'·. Grau, para 1977 
O Serretano de Educoçao e Cultura, usan­ 
do de suas ntribui~ües legais, e em cumprunento 
ao Decreto n"- 1266, de 24 de novembro de 1972, 
Torna Público que: . . , 
I . Os Pais oa Respos4veis por cranca Q,} 
tenham de 7a 14 anos, estão obrigados a matriculá 
las para o ano letivo de 1977, nos periodos indicados 
para esse fim, nas Escolas Estaduais, Municipais ou 
Particulares, para que, conforme o cnso· comecem li 
frequentar o ensino de l- Grau_ou o completem; 
II . Os Pais ou Iesponsáveis por cranças com 
idade de 07 u 14 anos nodeIL procuru.r as Escolas 
ruais próximas de suas casas para matriculá-las, a fim 
de fucilitar-lbes o acesso ás aulas;· 
II[ . Os Pais ou Responsàveis por crianças de 
07 n 1-1 nnos, que deixarem ele matriculá-las, estiio 
sujeitos a ter seus vencimentos suspensos, sem pre 
juizos das providencias subsequentes. que tenham 
cabimento, bem como as sanções previstas no artrgo 
2-16 do Código Penal Brasileiro, se deixarem sem yus 
UJ causo, de" prover a insrruç.ão do filho em idade 
escolor; 	• . b 
IV • Aos Pais ou Respons:íYei1 JDCU~ e 
npresentar no mês de outubro de 19i7, aos. Úrgao• 
Pa.1>adores a. Certidão de Matrícula, gratuitamente 
expedida pelas Escolas do Sistema Estadual de Edu- 
c:içiio; 	. . 
V . f: dever de todos comunicar ns autoridade, 
locais, a existência de crianças que tenham de Ta l 
anos que não estejam frequentando o ennno de I • 
Grau. 	d L976 
Cuit1b:í, 25 de novembro e 
Lon.rembcrg Ribeiro Nunes Rocha 
Secretário de Educar.ão e Cultura 
Publicado no D.O. do dia l7/l2176. 
(D] 
Produtor do Caláreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso•' 
Escritório em Jardim- Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriesh•) Cx. PoJtal 08 
Surto de llf 1 
em M. Grasso 
BRASIL.LA:- (FSP) 
A Central de Medicamen­ 
tos envio » mil dores 
de vacines antifia para 
Xeretaria de Saúde de 
Mfato Grosso, visando a 
, uciu,1ç.1o <ln )JOpulaçilo 
do extremo wul do esta­ 
do, vítima da» enchente 
do Ii, Paraná 
As vacinas foram 
solicitada + pelo Grupo 
Especial de poio lw Ca­ 
huuidade• Públicu r.ea• 
cnp, do Ministério do In­ 
terior. 
Os medicamentos ,fa 
Ceme, e»tocados na Se. 
crrtnria de aúde de Ma­ 
to Grosso, ão o resulta­ 
do dos convenios sina­ 
dos entre aqnele 6rgão e 
as secretarias de saúde 
,le iodo o País. Confor­ 
me se informou também, 
o estoque existente em 
Mato Grosso já começa a 
er utilizado tendo em 
vista o aparecimento dos 
primeiros casos de tifo 
Com a remeta da» 
do·".··e antifica 
para aera»r »s popula 
ões do extremo sul da­ 
quele estado, cpera-se 
facilitar o lrnbalho da 
vacinação que vem sendo 
efetuado pelo posto Guai­ 
ra, ,ituado no Paraná. cu 
jo atebdimento +e ctava 
estendendo nos mumc1- 
pios vizinhos localizados 
no extremo Sul de Mato 
Gros,o, 
A Vacinação contra. 
o tifo ns região atingi­ 
<las pelas enchentes do 
Rio Paraná teve inicio 
no dia 3() de Dezembro 
quando n Secreuu-in de 
Snúde constatou alguns 
casos da doença na ilha 
Grande. Por esea Razão 
foi inst.nlada,na localidade 
de Porto :Figueira. 1itun• 
da n 110 qcilometro1 de 
Guaíra um posto de va­ 
inação isando prevenir 
os locais atingidos pelas 
aruas do Rio Paraná 
contra qualquer ameaça 
de tifo. 
Segundo alguns técni­ 
cos Governamentais, não 
há condições de que o 
1ifo se nlaFlre pela região 
atingida pelas cbeiu, ten• 
do em vista a campanha 
de vacinação inicwda e 
os medicamento, que se­ 
rão aplicados no trata­ 
mento dos casos que 
vem aparecendo e preo­ 
eupando a população ri­ 
beirinha, 
414 mil livros 
para distribuir 
às escolas 
Cuiabá • (SEDIM.A1) • A 
Secretaria de Edncaç-io 
e Gufruni recrbcrá 
41-1 n,il livros did.itico, 
no valor de sete milhões 
e 38 mil cruzeiros. adqni 
ridos através de eonvênJo 
firmado pelo Governo do 
Estado de Moto G-rou" e 
a Fundaç-io Na-do.na! d,e 
Material Eseolar do Mi 
nistério da Educaçào e 
Cultura. 
Esses livros, que se 
riío distribuído~ gratuita­ 
mente • 134.222 aluno■
de 1.223 escolas de 40 
município, cm t.odo o E, 
tado, D.o ano letivo de 
1977, 1erio recebido, •• 
solenidade que eontari 
cnm a presença do Secre 
tá?:io de Edncai:-lo' Lou 
remherg lNUJ1ea 1t o

• • 
Ivaldo Pereira 
Onde 6ti vos n fe (Mateus, 8 23) 
• !J'-,(:cX) 
lLm lhorcfi dl11, para Bolfl 'i lt:. f~ a i:,i:­ 
p rança e u crença do povo belavist nse.. 
Vamos upunrdsr (sempre aguar dando) stes 
llll lhorl'll diaR ... 
Vereadores eleitos do MDB e da AílENA 
irão Cuab paru conh cerem mtlbor a 
problematten do Legislativo. U+ curso se- 
1•( dado pt•la Sccrot'il'lu elo Han<·Jamento 
do Govoruo du Estado ... 
o«4 
Devido a nlta tl1• pfJpel-jnrnril. a direção 
d:t Tl'lbunn Yol nbdgadtl a ;:umPnlar os 
pê; as assinaturas, ropngundas, edi­ 
tais ... E-pe1·amoR u co11pret,osilo dos lrllo- 
1es e ununcluntes ... 
(><.':)<'<) 
Algumas ru-:s clfi nossa cld,. de o~tllo pr11- 
tlonm .. nte intransittv is... e após us úll!­ 
mas chuvas... o egóeo ficou feio... 
Faz m is, por inter1,édio deste colunn, um 
pelo uo senhor Governa or G rciu teto. 
O povo belavi-tens-e uguvrda w instalação 
do Interubuno, prometido por V Excia pol' 
ocasião d instalação do Governo do Esta 
do em n1issa cld'ide ... 
0? 
O povo l'SpPrn u compreensão do Govêrno 
elo l•:Rtarlo rmra n soluçilo dos inúmeros 
p11blemas que usi,olam n comunidade ... é 
a crençu e u fé .. no mui;; alto mandató.- 
1fo estucJuul 
± 
"Crengn e Fé" também no Chefe do 
Executivo hel11 v!stense ... pois reconhece­ 
mos n •·ei-plnllosu" mi~são da bem conàu­ 
zlr os di-s1ino;, da "Princesa do Apa". Sal 
ha V. Excla. i-enbor prefeito municipal, 
que o POVO CO FIA e espera de V. 
Excitt. medidas construtivas para o "ver­ 
d@iro" despertar belavistense ... 
c;;c-::,,o 
SabPmos u luta que trava a Municl­ 
pnlicla<le pa1·a !!ll nar determinados problemas 
1l0 município, m11s o importante no mo­ 
mnllo é estar de "cabeça fri" e confiar,­ 
te, pois CONST·íU,R ex ge HOES cons­ 
cientei;: d11s difi,ml:lades e pronto, para 
unfrenta1· «qualqun» circunstância lneren• 
te a estas di!iculdadcs ... 
r±9#3 
"Tribuna da Fronteira'•, que espelha 
otimismo responsável, esperR que cada 
um CU.IPRA o seu dever na grnnde tare­ 
fa ·de fuur deôte rincão uma comuna mai':l 
próspera... E o chumanento da Nação... 
o8±-0 
em sempre a mudança de homen 
é o suficiente. mas, quase empre, 11 mu 
dança de métodos é K;s•Jncial... 
Dil(,i)!j;) 
Esse DC>góoio de fozer do jornaliemo 
unrn arma Pl':<soul, ó próprio de ''picare­ 
ta", a nus~l mh,a.o encerra umn filosofia 
que l' tempo r.:conhecerá como JUSTA: 
n de "Coust!Uil' e Incitar a Coostr11ção", 
pni,;, o ldeal que nos move é o 8cm Estar 
e u. Fd1ci<lu.de du Povo. 
-<±09d 
F'alando em povo: O vereador mis 
vo!ado no último pleito: ELY DE ARAUJO 
BARBOSA, réd;co e jorualista, foi "cau 
~a pr111ciual" pura a reforma do Posto de 
Saúde. Ele (rebolhou incessantemente 
pata esta rfoma e seus esforços foram 
co, oados c!e êxito .. : 
-83 
Aviso aos Novogantes: 
. O .. t, m. foi oot• m. passou, cnm Puas 
d1•có; cl ns. Ct•m s1>us dt·sencuntro. e foi 
ONTE, PA-SADO; o que nos importa, 
realmente, é HOJE, como base de um 
amauhu nJhiS pró"!' •ro, mais harmôciro, 
mais construtivo... 
893 
MC)tori.sta: Colabore com a Pátria 
Nil1• vti. <h: carro onde' posea Ir a pé ... 
r,,,peite o limite dos 80 km nas estadas... 
é uma "guuru" e o Brasil preci.,;u. Vence-la 
Leia 
- 
T rib1ma da Fronteira 
O JORNAL - 
FATOS E SOCIEDAD 
2JPY23A3JAI1±5 0 MZ5 
Dia 2/1 - 'ice Costa Miranda 
3/I- Ananas da Silva 
I/I- Zuleika A. da Costa Marques 
6/1 - Joyce M. da Co-ta Marques 
7/1. José T. da Costa Marques e Nercilio 
Clanclino da Rod,n 
16/1 - Lídia B. de Vdasquez e Ü;wnldo l'íu- 
nes Mello 
, ]7/1 • Ivete Hodigue e lbrin Dornliu:1 
• 19/1 • Almcri11da Sc1111 Hrilei 
• 20/l Odonel A valo 
2Vl • Huhc·ns M. dn Costn llfarquea e Hober• 
to Coelho Trindade 
23/ 1 • Gcnlil Sou:w Andruclr. 
±/1 • João Carlos elasquez 
25/1- Higobero Velasquez 
26/t • Clovis M, de Ol1ve1ra f' Datisia A, 
F. Lei1e 
27/J • Homilo Dnrboso ITnyd 
28/l • Irm~ Dnti•to e Homono L H. obban 
~/l • Frnnclsco Silvo 
30/1 Manoel~ Aparecida Toires 
93293 
Visitas 
Silvinho ompoio, proveniente de Volto Redon­ 
cla-HJ. visitou,,n' Princ~M do Jpu como 
I 
semprr, •• 
im que "pega uns dias de folga, dá uma chegada 
paro rever velhos omigos. 
o«3 
Visitou no'"n Redaçilo n ra. iec . iirand:1 em 
compnnhia de mas sobrinhas: a ndvui:ndo ~orcolina 
e n Jornnlie1a Diva, ambas residente em 
llrosilio DF. 
Promoção 
Porabcnizamos o Ten. Ccl. Dr. Joilu Cnrlos Pai 
mlcri filho do trndicionnl familia belnviolca,e que 
foi promovido a Coronel e trnnofcrido pun Braailia, 
;;,ao:; .. 
Agradecimentos 
Cn,n dn mizndc agrndecc ao Po,·o em gernl 
pelo colnboroçfio obtida por OChsião do fuacionamcn 
to de aun Barrncn na V Exp. Agro-Pecuária. 
c0e: 
A~radccemos o• votos de Bons Fcstn• recebidos de: 
Scn. Marco, Freire - Drnsilia 
Elas Barbo+a Bel Vista 
Dcp. João Dnntu Filgueiras e Flio. • Cuinbá 
Elmo Vieira • Jui~ de Fora !llg. 
cn. Tcotonio Vilela • Brasilio 
cn, Jarba, Pnunrinbo • Drnsilin 
i:8::-::e:! 
Casamentos 
Agradecemos convite para o enlace matrimo­ 
nial dos jovens olange e Mnnocl realizndo nu dia 
l,l/1 na lgrcja Matriz j. sra. da Candelária cm Co­ 
rumbá. Deeejamo•-lhcs uma vida-a dois de muito 
amor e compreensão. 
!:e:!"8() 
Luiz Cnrlos dn flio. forio R. Annncs e rtlnria Olinda 
flia. e111fim Baptista diHcrnm o Ili! no dia 1/J. Po.ra 
brindnrcm o acontecimento. os noivo• receberam 
grande n• de com;dados pnrn um oucuJento chnrrns­ 
co no Club Paroquial Apesar da chuva inesperada 
tudo saiu a contento: muito churrn.sco, muita bebida 
e muilll gente ... Ao novo caanJ desejamos felicidades 
o093 
No dia 8/1 as fomihu Salomão e Borg.,, comc­ 
morarnm o enlace de Edvaldo e Ycr11 Regina. A 
Igrejn Matriz de Santo Afonso, todn ornnnient.ada, 
reccbru Vera Reginn muito J;n:la cm ecu dia D" 
nssim como o jovem noivo. Foram domas: Sandrn 
P. Salomão, Ncu~inha Borges e Ana Maria Brum. 
Cera de mil com;dados foram recepcionados no, 
salüe• do Gremio Pedro Rufino. De parabeD8 ns 
duna Familias por ■crcm excelentes anfitriões. A 
fatura dos .. Comes e bebes" agradou a todos. Ao 
DOTO c:ual desejamos muito amor e harmonia. 
i:e:!Dec; 
Segredinhos 
Cenoura faz Cantar 
DII 
,. fROtlTEIR 
Não é só coelho qne ,:ost.a de cenourn. canário 
lambem. E canta melhcr, fic:i mais alegre. com pe­ 
nas mais bonitas e coloridas, com um pouco de ce­ 
noura ralado cm ena nlimentoção. 
8$30%& 
Sobras de couve-flor 
A conve-flor q_ne sobrou do almoço pode Fcr 
aprovci1a<la parn o J•ntor, eobertn com molho brn.n. 
co e (Jneijo ralado, ou à milanesa, 
i:1!(;;)8!! 
Vidros quebrados 
E P ·oJESTO 
Cartório do l.o Oficio 
Eu Jo-é Avelino e Silva. Oficial Do Ie­ 
iro De lei« E Protr«to Desta Cid+de E Co 
f! D ll 1 'i·•ta Do t: •tado De Maio Gro• o, 
marca ' e 
1 
• .., 
'u Forma Da Lf'i, Eir ... 
Faço Saber aos que o presente edital ri­ 
rern nu drle liverrm conberimrnto 41,r sr enconlrn'!l 
em Corlório, ; Hua Coronel Via~, n.o 9lll, nesta c1• 
dade, para protesto por falta de . pagamento e 011 
aceite ou devolução, o seguintes titulo. 
l- Apre·ntado Pelo Banco Do Brasil S/A. 
a) Duplicata n.o 128/76/8, Vencimento 
07/IVi6. Vnlor Cr$ 26 .502,:18. Emi1ida _pela í1rn1n 
Mecânica lrnlu•1rial Ltda., contra r.rrari:a Af!ro ln• 
du,trinl íldo Vi,tn Ltcln. _ . 
b) Duplicata n.o 1::8.' ,6.'5; Vencuncrll?• 
ffl/091i6, Valor CrS 26.502,Jll. Emitida pela Mecini­ 
r.u lndu,trial Ltil ,; conlrn ~arnria Al!ro Induslrcul 
Bela 'i,1a l.tda. 
d Duplir•,f. n.o J.!'.li617; Vencimento. 07/10/ 
76. Valor Cr$ 26.502,38. E.Aitida pela firma Mecani­ 
cn Indmtrinl Lt,ln; conlr1 :
1
•rruru, A~ro Indnti!rrnl 
Bela Yi,1a Ltdu. 
d)- Duplicata n ,, l IV76- C. Vencimrnto 
30/10176. :'in v1lor CrS IJ.762,00. Emitida pela firml 
Conwrcial Exportadora lmporladora Ayub Lda 
Ceinlú. contrn Agro lnclu•tial Belo Vi.i.a. 
e) • Duplical.1 n.o 128/76/6. • Vencimento 
0i/l0/i6 .• no ':ilnr CrS 26.502,38 .• Emitida pela 
firma ;,Jecànica lndustrinl Ltda., contra errnrin A· 
gro Indu~trinl Bela Vina Leda.- 
O • oi.li Promi.-brin Rural. o.o D.4600.­ 
Vencida em 30/09176.- no Valor Cr$ •12.000,00. Emi­ 
tida por Cundido Roclrii:ues de Miranda .. n favor 
de Guslnvo Adolfo Pa,·el.- 
2) • Apresenlados pela firmo Brinka Indú. 
triai e Comércio Ltda. 
n • Duplicn1n: n.n 1032 • Vencimento n 
Vista. - no Vnlor CrS 390,71. • Emi1ida pcln Firma 
Drinka - lndústrin e Comércio ltda. Contra Hnroldo 
Peixoto Zat••rre - E,nitório Coiote. 
3) • Apresentado• pelo Banco haú SIA., 
a) • Crcdicbek: n.o 0118.234021.0IJ.4: Ven­ 
cimento: 02/12/76, • no Valor Cr$ 706,4l . Emitida 
por Tirço Ferreira Leite. A favor da Comp:inbia 
hoú de lnve11imento, Crédito e Financiamento. 
b) • Autobank Direto. n.o 4324.239155005. 
Vcndmemo: 29/o9'76 • no Valor CrS 7o7,6!., Emiti- 
da por João FranclEco Ocnmpos .. favor da Compa­ 
nhia Icaú de ln.-cotimento Crédito e financinmcato. 
e) -AUTOBANK. n. 4224.234266007 
Vencida em 02 /12/76. - no valor de Cr.$ 
4.954,62.- Emitida por Noel Bispo Do& San­ 
tos a favor da Companhia It.lú de Investi­ 
mento. Credito e FinanCiamento. 
d) - AU1'O8A K: n. 552016G0008 
Vencida em 03/12/76 no valor de Cr.$ 3.oú; 
25 - Emiti(! a por Nlson Orma.y. a faver 
da Companhia Itaú rte Investim~nt,, Credi- 
to e Fin:.:nciamento. ' 
4)- APRE ENTADOS 
FlNANClADORA 8/A. 
a)- Três notas promissorias na 
2/24, 23/24 e 24/24 no valor de C'rS 2.160 - 
QO t:ada uma emitida em 28/06/76 por Ce3 
zar Florentin Arredondo, a favor da FORD 
F1NANCIADORA S/A. 
POR 
O oficial do registro de 
FORD 
INTERU • 
E por ter sido impossível encontrar 
os devedores ou seus paredeiros, pelo pre­ 
sente edital, qu_e sera atixado no locu.l de 
co~tume e publicado pela imprensa local 
!~timo-os para pagarem a importância de~ 
vida ou darem razões de sua recusa e ao 
mesmo te_mpo na falta de pagamento ou 
comparecimento, notifico-os do competent 
protesto no praz? legal. 	e 
publicaçi:AZO:- 3 (Três) dias a partir tla 
Bela Vista - Mt 30 de janeiro l.977. 
protesto. 
flgradecimento 
A limupera do casco de vidros quebrados lia 
mais fácil e segura com jornal úmido ou um chu. , 
maço proso de algodio, que deixarão o chilo limpo • 
e em vestiios de ,·idro. 	: 
----------_J 
z.,a.":..2e e ±sons toe 
manifestações de unsibilizadoa a
5 
ocasião seu pa.a.,", receiãos por 
Bela Vista. Janeiro de, 1977 
BINO .. 
O pe-1dente du 
Câmara Municipal d 
Bela Vista, Pedr 
.José Palmfeir! rece 
beu do senhor Serv 
Tulio Prado, Diretor 
d:t TELEMA'r o Rt· 
gulnte orlei o: "Em 
ater.çfio uo Oficio em 
titulo, o qual recebsu 
a nO!!Sll melhor aten. 
çáo, vlmo11 lnrormar 
u. V.Sa que prol>Jc. 
mas técnicos de al­ 
gum vulto vem l•n. 
pedindo a conereti­ 
zação da llgaçlio Be­ 
la VJsta • Campo 
Grande. Adlclot1JI• 
mente, como ó do 
conhecimento de YS1. 
tanto a estação tra•u 
mlssora como a re­ 
ceptora estão sem e, 
nergln. elétrica per 
queima dos trundor• 
matores de distribui­ 
ção dessa cidade us 
aréas abordadas. Ea­ 
treurnto, a 'l'ELP., 
MAT vem procuran• 
do de toda a forma 
resolver o impaue, 
esperando para bre­ 
ve uma solução que 
atenda aos legitimo  
interesses dessa co- ·, 
munidade. Sendo ao 
o quanto +e nos apre­ 
senta nessa oportuni­ 
dade, aprovelttimos 
o ensejo pra ape­ 
sentar cordiais @llU· 
dações." A iniciativa 
da Cilmara em tomar 
providências para iJ 
011.r o problema I­ 
TERURBA O é Iou 
vavel e opo1·tuná, h!. 
ja vista as ''promes· 
sas" feitas em pra- 
ça públlca por orn­ 
elão da l.nstalaç!o 
do Governo do Esta- ., 
do em nossa cidade. 
É extremamonte r.e• 
cenário uma acele­ 
ração dos trabalb os 
sob pena de sentir 
os homens que com­ 
põe a cúpula arénis· 
ta do municpio um 
desgaste politico, o 
qual. no momento, (• 
altamente inoportu· 
no. 
Documento 
Perdido 
Foi extraviada a 1 
Via da nota fiscal em 
nome de Sebastião 
Zacarias, da SocleC:a, 
de Auto Pastoril da 
compra de uma Camione­ 
ta marca Chevrolet 
Ano 1977 cõ~ Bran­ 
ca Chessis C 14428 
G 00151 Com 149HP 
07 Cilindro Nota Fi~­ 
cal nº 889 série· B-1. 
Publicação que faz 
pa.ra requer 2!! Via. 
ter deste reala 
Cr$ 3,00 
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