!iEMANARIO INDEPENDENTE Fundador o Diretor Responsável Iva.Ido l:'creirn 3212 )15124 j Muto Grosso -' Ai! L'li Bela Vista 0 de Janeiro de 1977- 8 Paginas Jor :ul n1» l mita a i»for «• soa] v tan129r Adalberto San!' Anna UMi ]UST Em Clll'imonia simples mas bastante sfgnlflcatlva u Câmera de VerPadorei. no dia 24 de junelro, próxlmo-pru,sado s~ube fazer justiça à 'Prof ESTJ-IER SILVA, ou• torgaado a ela, o merecido titulo de cidadã bela vistense. Com a presença cto Sr. Pre-. feito ~[ualclpal, e das mais representativas nutorid!idPs do nosso município, e de per- 6000 lldade exponenciais do nosso mundo enonômlco social; em nmb!ente de rn111ta emoção, ouviu-se a filia do Presidente da Câmara, Dr. Pedro José Palmferl, uutor rlo Projeto de outorga d1.1 hombnagem à Profª E 'l'HER ILVA, que num brilhante e Ins­ pirado improviso, soube trazer aos presrn­ tes a vida e a ubra da Profª ESTHER IL· V A, rnaltecendo as virtudes de civismo ''cujo l'Xemplo serve de fachu iluminar cumlnhor-:". Logo após o diseurso do Pre, Biciente dl.l Cilmara, em nome da Profl! ES THER SILVA, falou o l!onsagrado profes­ OT e jornali ta, Professor Bal'ros, que dei­ xando transparecer n sua emoção agrade­ ceu a homenagem justa que se prestav naquela oportunidade, a um dos vultos mais nobre do magistério l>el de derlvarJc,s de petróleo, compeliu às Autoridades Públicas a tomar medidas drástlcds no sentido da racionalizção do consumo dos mesmos produtos. Assim e que, entre outras medidas. por nto do Poder Exe­ cutivo, através o Decreto 79.118, de 18.01.77, publicado no Diario Ollci11l de 19.01.7i, ficou e;;tubelecido: "Art. I.o - Nas ci o [ lstrito Federal, cada umas das regiões metropolituuas e uutraf. que venham a ~er lnstituic!us em lei. Parágrafo 3.o- A presente proibição abr nge todos o8 postos exIsteotes numa área de 20 quilôm,•tro~ dr ,ilstancia do p rime­ tro urbano das cidades r·lerdas neste artigo. Artigo 2.Q - Fica pr .. ibida toda e qualque '."r ,cilidade na venrla dos derivados de petróleo, ao consumidor, por parte dos postos re­ vendedores, através de crédito, cartões de crédito e qualquer ti­ po de promocao . Art. 3° - Os infratores deste decreto, incorro nas sanções Balancete da "Prestação "e con- I previstas nas norma,: legaia relativas ao ali:.J:'l''Cim~uto nacion•l U I do petróleo:· as" ta Casa da Amizade, quando . Como o não cumprimento das dispoeições legllil' sujeilmá d os mfratores ~ severas sançõe~, _incluc:ive fec:iamento d•J'l 1·,,sp·~ct1- a barraca da V fxpos(ção Pecuá- VOS estabPlec1mentos <'Omerc:a1s, levamos uo 6PU couh-'Cim!!nto que u partir de 1° de fcverelro próximo, as VE 1 0..S DE DERf- fia de 14 a g de Dezembrn lg li97 "Aos DE PETRÓLEO soeute rao.feitus A VISTA, confo:me estabelece taxativamente o Art. 2° do decreto acima transcrito. RECEITA Vendas de Hcfeiçõe& e Dcbidns 31.160,10 D±$22$2$ ilercndo .Fuknia, conforme notns cm n/ poder 3.3-1950 Cnsa Buzznoo, idem, idem 1.435,00 Bar anto Afonso, idem idem J.200,00 Com. e lnd. nnta Luzia, idem, idem 403,00 Cnsns. Pemamb~canas. _idem, idem 307,801 Padnrrn Centrnl idem, idem 205.00 C:a,n dn, Tintns, idem idem 80 00 Mercearia Globo, idem, idem 3.138,60' tllcrccarin uznnn, • idem ' idem 40'00 1 Comcrcinl Tcrezinha Ltdn., idem, idem 6í.00' Açou:;uc erve Bem, idem idem 35 00 1 A rmazem São l!afoel, idem' idem 35,00 Gnlcrin Presidente Medice, idem, idem 100,00 Casn lntcmncionnl idem, • idem 1686,00 Casa Tokio, idem, idem 2.328,00 Casa Tokio, idem, idem 76,00 Outrns Dcsp. de l!ecup de Barraca, idem ,l.60'>,00 Lenha . idem. idem 200,00 Lavadeira " Guarda, idem idem 350,00 SUB SOMA 18.119.90 Lucro Liquido • C'r$ 13.0-10.50 ' 500/o Casa da Amiznde Cr$ ô.250,25 300/o Rotary Clube de B. Vist.1 Cr$ 3 912 15 200/o Comunidade Redentoriotn CrS i608'.lO 13.0-10,50 . Soma CrS 31.160,-IO Bdn Vuta (ML), H de Jnneiro de 1977 Odila Mascarenhas Salamene ' Prtosidente Banco do Brasil SI A. BELA VISTA - ML EDITAL DE CONCORRÊNCIA O Banco de. Brasil S.A. (dz sr.ber q11e, estiio à venda em sua Agência desta cidade, na Rua Guia Lope;;, 917,. 2(duas) maquinas somadoras manuais n.os 1.712e 13, .S06. Os 1nteres11ados deverão apresentilr suas propostas, em ':!nvelopes lacrado,s até 30 ditas da data da publicação deste edital A administração ( Bela Vista (il!T) :?..7 de ,Juneiru de 1977 limo. Sr. AUTO PO TO ÃO CRISTÓVÃO POSTO IPlRA 1 GA LlillTADA POSTO NACIONAL POSTO RIO APA Presidente Cieisel ~ Solicita ração do Governo Garcia (oope­ Neto À Contenção do Consumo de Combustivel Cuiabí Após a reunião ministerial ocorrida em Brasilia,_o Presidente Ernesto Geisel solicitou ao Governador Garcia eto,a cooperação do seu Governo às medidas adotadas pelo Go, erno F cde­ ral, em _mensagem,_ cuja integra é a seguinte: Encareço Vossa E.--.celenci:i particul:ir e.mpt:• nho sentido cooperação seu Gnvcn.10 com 115 dire,ri• zes que nesta data defini, em pronunciamento reuni ão ministerial, notadamente com referência esforço nacional para contenção consumo combustíveis. Teto oficial daquele pronunciamento está sendo remetido a Vossa Excelência, embora já divulgado imprensa. r 1 Cordiais Snudn,;,õc;, Ernesto Gcisd, Presi. 1 dente da Repírblic.1". "' o :z: e .... r o = ·.::; e :::::1 e o "' UtJ t- "' ltJ .... ... rO tn Q. e e o - e ro ltJ e. ....,. "" "" CI.> ·;;; 4> ::s c: d "" - cu > .... C1> "" cu : Ao fazer suas cornp.-as exigi a Nota Fiscal. O CM, já incluido no preços da mercadoria. é Fator importante para o nos30 volvimento. desen­ _Participe. Drl:i. Vi IO - llt. Tribuna da fronteira P' gin 2 ------------ ---------------- U a LIÇÃO OE CIVISMO - nudr.. lnaml,itosa, a expres ·ão, "ln­ tru,w". ,Jó. eserovl, l'OpllO que uão vim por rmprngo, 00111 merr:ô do "pl!;lolão". Vlnt para participar, leal e eficazmente, nesta faina inegavelmente positiva de rensael­ mento de Bela Vista, e aqui me tenho, no­ vamvnte, o ou serviço, com a autentiei­ dude 'o civismo quo esse vigoroso senti­ do 11dml11htmlivo de evoluçllo motiva nos umlgoi; cle1ll1 lerru. Al11dn nllo eonclul meu regresso paro. Doln Vl!!lu, e nlndu uilo voltei n ser eleitor de Bela Vltilu, - du1111 razões que nos pruridos balrrrlsllcos do meu jovem e gra tullo "ndv(•1·t1f1rlo" (ulndo. o niio conheço ... ) lerão fornecido us promisns pnru negar­ mu o direito chi me ''Intrometer n I polillca de Bela Vista", R»zoes porém gostas, porque. SC' eu voltar a me "lotrome1er nn pollllca de B0 1 11 V1stu", o farei primeiro, 110 g zo ds franquns l gai deferidas nos que üo fogem da justiça nem se escon­ dem du uu1orl11!1 de, ( e posse jurídica é ti· tulo destino de um povo o pela dignidade dos seus coudutores. E en tão necessário se faz, lutroduzlrmtJs nas nossa!l atitudes o sentido dos interesses vltalti da nossa comunidade, cultivando sua sofrida vocação do futuro ... Voltando a me "Intrometer na política de Bela Vista", continuarei tendo e,n men­ te> que a educação política se mede pelo nível do respeito ao adversárío, e trarei sem pre a dlspuslção de aµeoas ajudar a cou­ ctuzlr nnsso povo ao seu destino, através de uma política de emersão e não de sub­ mersíio, e sob a égide das fidalgas tradi­ ções de cívlsmo dos que fizeram esta ci­ dade, e eó exemplos de tmbalho e de hon­ rudez legaram aos que viessem a ubsti­ tui-los condignamente. E entlio o meu jovem e árth .. go " adversáric," verá que Invocarei todas a■reservas rle eotirgiall Intelectuais que ainda me 1:rte do mestre, ressentido pelo legldo da direção direta e indire­ ta, atinentes à vida ínn· cional dos servidores p6· blicos estaduais. Essas medidas deter minam a todas repa.ti çoes estaduais remessa mensal de boletim ps d;JO contendo ocorréin· eras fnncionois, de ncor do com o decrete; baiu· do pelo Governador do Estado, em 17/12/70. O boletim de,·:ri er encaminhado à See-e. tan:i de ,dministrac;üo até o dia 05 de e.ida rué,, sendu que o primeiro de· verá •:,r encaminhado tlll Ie,·ercuo .. l . } b l'l li N VD SUOU Maleriais _de Conslru~ão em Geral _- Telhas francesas, de Aluminio Amianlo. Brasilil e flernil liln!ns, conexoes calianiza~s e plashcas, ferros, chapas, linlas, tidros. arames, sal - Judo para sua YEKllEMOS QUALIDADE "A única que mantém um estoque permane-.nte para pronta entr ª ,, .Rua: Cel. Juvencio. n-o 315 ex. Postal 36 G • L "cga = i=:===±-: ±±-±° - S4 SiUIa lope s dgLaguna- ME "Vendemos qualidade" 'Hiil, A'is, tito Snt , constru~ão, verifique os precos. n. rrrios: e avulsos, -_F_u_tu....:..rª.::s:_:.:i º::::":!t;:a~] a~~" _ "oes em f t I_ r f,,111 Vi-i:, . M1. Trihurn n- Vareiro e Vitor urro p ri t;Lu con-l .1 l0 d· ',1 :11 · 1 '· . ' 1 '· pois que sI não foi Aristóteles, foi d pró- trera, Jufz d? Direto da canarcu de D.la tu:mn prolis-iu! unto de pzo lepvil4mente utoriz • prlu cultura ~:egn que O grnuclc CúIHJuls· Vista, Estado de Mato Grosso, na forma ainda r.u 1 G~1:do • f,·lu .d .. ;1:1,, • 1 i •:·, . , - 1 1 dt, 1> l , !t 1 1: ·~i •· tudo1· 11preucl1>t! urna lmeHSrl udmirnr_:üo pe- da lei, etc..... j qurr-so O seg-uime;ito d,, i:,i·L,,l:,rio uu :cu,-, 1 ::11lt r _Píl'l•r,1 ,u - la olvillzaçào llelênlcu, cllruudlado-u em f•'AZ SABEll aos que o pres~ulr.J lrfrmitcs nonnai.:;. !'crie dcY,:rin1:!ulo D. ' , • n1 1_ 1ll• 1 ... 1''10, 111> d~ lt1das us parten ond andou e tal forma EDITAL virem ou dêle conhecimento tive- 30 de juullo de tD7::; (u~) SN~;o ll. Poron l 07 ,·e 111-ir·,.·' clc l.!J,7 que a llngua e a cullura greg,i flcarnm tão rem, com przo de 1 (quinze) dias, qu..:
  • vo, 'L,(JU Ir,, , _C !nsl_clerand_o 11 importunem. do grna- Direito da Comarr:a r!C' Bela Vi~ta - ~.lato Ira publicaçlo, co::-1 .!"l'flr•R''·à tr-1nseo~rl lo, •1.·-1 ',,., l··:11::" 111 ' r,e ltl,holo, lu:1::,11rn11108 _ 11t·Ht~ num<•r, Ulll j Grns::io Diz, p,,,!r > Gleano. nos autos de assim qu' rlec ,rr..im os quiuz~ ( :;)) ,:li'>A fi I prt•v > . ru1•1HL" J_> ·q 1eno resuro dos pnnclpros e 5pee:os Inventrio de Miguel Pacheco e Maria Ce· xad,1s e assim puf,,:ta a c.:itnçà1>. IJJ e, •11 l r3 (,vü Oíl , )OQ undvnentis 'a filosofia Aristotélica. S0 o[ 7++ina Pacieco, atendente respitve! d·-'passado nesta cilad d !ela Vi·ta. ts'ado (ce:) lutas vsz'1s /1.hv111uo e 1, ti. ro.[o o wd1v!r,uo é cons I clar:tw de f'R. 83, o seguine. a) no terno de '.fnt'l Gros O .~• i; ,,·ivP dia,; cb rcê tl. ,o p.eço 11.iI1I'T10 1tuldo tl·! um abstrato fundatm·utal e per-! rle lnventr·rinnte <· p!·imrir.•'l c1e,•l,trnçõ,•s, iulho do ano ... , m·I nov , Pnto,; e ,;rtt•11,,1 dC' 'JCO. -'l. 1. li (t•ur!ln n,alll't~l<' a l'U >Sl!lnch. t: d' qualirLides ad-! fls. 12, ris U, foi r •querido a C'ila~·ã0 11 s ê cin"o. Eu. Goeh Escola, unes, Esesi e cinee·nta] !!tr,J.• Vt:llli~lllB Reci ndó.rlus que l.l. d~lerm!na'U i termo- do ,.r,1go ~31, lI uo e. p e. rl s v/lo ;!n Sngundo OfHn, <) r:z rlalilng ·afar, 1 '! ,z;o;, U•J ;J,~Ç') e 3 os acideut >3. } herleiros José Bxsilio Pacheco o Maria subscrevo. l !Oll rl,l , . ,·. , . . . . _ . Lucin•• Parbeco. p,11•t,111to, 1e1tern-~e o pe. . .. ,,1:1,11<1 b) • C usa $tlo pincipio que rntlm sobre dfd:i· b) que igualrnenl,• à:., fls. 15, foi re- Dr. Wah r .J,>sé Co:itr ra ,Juiz els• D.reit .·o!eá sr vi to e :. "xislonc:,1 d~ um s:r. Há qu·ttro g~n~- aucritlo a Intimação dos herdPirr·A Santa X" mira lo pe! in.e ros do ,~aus : a m1tf'lri11l (<'eprJseutu u ena • r.• .,.ad"s de :!º- ., -f/ 1 téria rle q.1e a coisa é feita; a formal cons- irir I d,. s 08 () hr-i wsass.gessa s .ç EM{Q D$ IR,TEM7 El: "e' deter ai se esta ou aquela coisa:; a éfl { [ [ [% f i te # o_ta n.ç e> 1 ) ) LI ,__ -' j '.'. l J ,, ;., f. ciente represe ta uqut!le por quem on a• - - • - ·"" t-..;, ,•-r l.!Jíi'. p ±.2.: % :3/ g4,2G//79g "·ç92g ,eg" ;ms33/..223±.' do 1uso cota íeis. A'/fB, / ! ih) fcliu / ±A#3j"! -.. ceder, o +remata e) Os s·re num eu virude do ato e Bel Vista, 13 de .Janeiro d0 1.9771 sias j se encontram abertá, (r,gil+ade te sei c»vi!ado ci..1 potê H lu •• ,to e p.•rfeiçiiú, potê·1cia é 1 - Res •rvus de me:;us p1r11. o c:,r-1 e 11:x,) , (as) intere!'ti"l',1 s (a,) ,1:•v4:-.ã" ,1 ,·c<:o'b ·r .,' .mcdi 1 e pucidu e d' pe feiçil<>. TojJ murluuça u 1v.ll: Jª,'-1ª G" ,, ...;áb.Hlo, r:Ii :,ede do ClubP, 1 pr cu1 ar· a t.1 cre,a1·Ia '"' dub • à 2/4 6, to vinte pur cento Cl nmr. íl ss..:r:em ,'a potêncm il•J ato. dns HJ:::lO à- 21:30 horas. ! e bábado, das 19:30 às 21.3u t«s, Ião ha d» lrce 4e ar mi 2 Soli itamos os sócios que nã_ o I vrrá <'nbr•nça de txa. 'e <' cc,mp!, .. ,.,;· t• r" E:ta pas gem chama-se movimento, .lid: +i t opz, do g " " ~ , estilo "ID dm c.orn su 1s m ~ns•. 1 U',es rele- 1 . n e n 1 .:.1 - ·:> no 3nti lo rHliR lrrgo d•J expressão. Tu•.lo~ !.l G J • " • , ui , r2ntes ao an,, de 1 7, que prccurem a se- IIaverl Lmb~:... concur . .;o que upon-ir. ··3a'3', os r.eres b:: .--, eom1 ostos de polêuci•J e utu cretaria do ch.:he a rim ds: provitlcnc,arem tará o IoWio ,, a I Jio:rn do C''..iraaval 77 :,,; r. !'PC ,1.1<'r '., t:, .. 11 exe to DEUS 7ue é Ato Pur,J. 11 quitaçüo das Cil<'$illas. d» +ante d± imnerdi.o d) - A mud:lt~Ç!l , ugeriu a Aristóteles 3 - Uma vez exclu[do, n reinrlusiio O ,r.aterlal será teoria c!a s tria e da Forma. Em tnd;i 00 quartro social deJ•enderá d<' apresenta- SolicH'!mn" n0s renh'lr"s FÓ:!i0s que ent•·tgue, ao arn :11.-1. traasf~l·maçuo ju u l1 subslr-1to que se til· çãc, de out·n proposta e pagamento de no- p!lrlicipem d 1 ,.·arnavn.l o::-g 1□iza11dr, blocos, t::nte apos ,, re • Jhi tern O p'lSS'.l d - 100 etitado a outro ê a va jóia (atualmente ...602,40). cordões e increvedo-se tuo concurso de mec1to do total ,10 1 ), m:Ltérl--i. O que a m téria perde ou adqui- 4 - 1 ão esqueça de apres( 1 ntar sua f!lntasias. Animado bloco já e~tá s~ prepa- 1 ,nce m~ 1iautL ter ' ! e nr.s muct~ nçus é 8 forma. ,nles de re- carteira social ua portaria do clube. rando pina d.-i,frlzr 1,0 do:niago de car□a• mo d-' "n:r~ga. c bcr :i fo,-~1u. a matéri!. diz-se em po- 5 - Vencimento de Carteira ocial vai, junt:?-se o eles e p 1rticipe. Organiz~ Se o arrernatan tê ,c:a, e, drpvis de 1 ~cebe-Iu em ato. Os dependentes do sexo masculino ao com- sua batucada. te não recolher o pletarem 18 (dezoito) :lllos,terão suns cartei- rc~tanle do lance ras sem efeito. Aos mesmos é dispensado Na terça feira, após e malir ê, hav"- uo prazo ei,típulado. o pagamento da jóia. ró. sensacional desfile pelus ruas da cidu- perdera o Final do de, ornamente seu carro, faça sua fanltl~ia 20 % pago por oca e viva essa festa que retrata o colorirlo e sião do leilão. a esportividade do brasileiro. PARTICIPE. fü-Ja Vista, Mt - !8 de janeirn de 1.977 (Conliuuac;fto) Em o ~~5;,:iu o n 1 mero de nossa pu- , bliv:-çr. o pr<'s,;c:; ·irer:: .o.; u té a leu·& H, des trs l!Sp::>ct1s func .cmrntais da tilosofia A· ri3f')t ~l'ca e continuu ado ainia a decerrar lig·ir rent o viu, : cortina que escon­ c'.e tC'jo o seu s: ber. E<;la Compra.dores de Gudo não Adquirirem Gudo l'l!arcu "G" Proeedencia do Paraguay pois Truta-se de Gado Roubado. Ass: Aldo Royg Loureiro f aisn; 1 iili#das.É.i 1 " Uma Crescemos Avenida Teodoro Sativa ------------- Firma Que de Ajuda: mãos dadas Construir com ,@m 7 _,::;:_i ..!:!J UQ ~ l..:::.9: ~~,...., a Nova: o AGRICULTOR e o Povo Belnvistrnse ,r:-::i , . s Sá ±:: "7 Porto da Ponta Internacional 00 1!i'7 Bel Vira- Mt. Tribuna da Fronteira G pagina d - O PEDE BPOIO PIRA SUPERAR DIFICULDADES .,' -=--...---- r.e punha B nu a diferença marcante entre a qulidra de justificadrL eu[otla t>conümica do governo Médrei e a que se passara viver, plena ele lnterrngações e de dúvlduõ. Seria de admirnr que murt;i.~sem aH rm,visões e se ulterussem. mais ou menos pri,rundameute, dlrc,trlzes para a economia 11aclonal, quando mudara tão drflE.ticameu­ te 11 situação? Pois ulucla há quem só ve­ ju aí di-senções, antagonismos e agro, nu vii e Insana tarefa de semeai· divls:o- nl-mos. 1 • A verdade é que, embora se prenun- , chu;sem, deRde meados de !173, ( ••• ) de ii::nlmadoras per,-pecttvas para u conjuotu : ra mundial, em ,odos os quudront1:s do globo munll'V'!·BC o Brail por longos me 8,( ... )lmune ÁI! presbÕCB de todu ordem que lhe urvlnh,110 de foru e pl'Ogrl'dll1 a taxas excepcio11ats de crt!sclmeolo !'< 0 onO- . --- - :nluo, escudado num otimlRmo sem dúvida Esta (,, u m,,ntiagem do presidente: "8ra-1 sadio e na crença inabalável ao futuro sih-irus, estn é a ll'rceirn vez que, ao Iin• desta açüo, que despertara para seu des- dHl'·Hl uno de porfi11do labor e unte as pers- tino de grande potência. pt'clivn:1 de 110 va etapa a vencer, venho o entanto, a lnfluç_üo própria gerada no encoulrn de meus concidado , no re- no País somava-se inevitavelmente, larga mnnso de seus lares, d fim dr lhes trazer dose de loflaçiío Importada através dos a palavra mig de cordlalld>1de de ,:on- preços asRust11dorumente t:resct>ntes de fne no futuro e dEI fli nos de»tl~o!! desta produtos adqu_lridos no exterior e ruês hou Pátria que estamos todos a construir. ve em que o mdlce geral dus preços ui• $ejá verdade, como sempre, a tón, rapassou o crt!scimcnto ulannunte de 5 C!l rlestn mrnsagem que me apraz dirigir por gento. ao povo liom de minha terra, dele espe- E, pois, ante o reconhecido agrava- rnnc.lo compreeus!lo EI ,;!ntonla. meoto da con1unturn. entendeu u govêrno Inicio eRta expotilçfrn por uma anâllse qu~ se empunha deste logo. dar ao País sumúria d situeçí» econômica do Pj Um salutar tratamento, no sentido de rea­ remontando nos primeiros dio.a de me~ 1usta-lo com u. realidade lntero11 cio o ui. Por governo, pela importaneia própria de qn ais doloroso que viesse a ser reconhecia­ esla 11 cm se n•veste e pelvR tortes rene se consCJentemente, que isto seria pr..-ferl­ xos quo l•m sobrP. os nos~os problemas vel a que se mantivesse superaquecida a pol1lleus e Socia1 . no conjunto do deseo- n?ssa economia, a qual mais dia, menos volvimento integrudo a que uspiramos. dia, teria de. adaptar se ti tanto mais brus- Reconb cencto a valioRu bt>raoça dos ca e depressiva, quanto mais turdiamPnte govern~s <11;1 revolução 011 primeira reunil! 0 às real!dades de uma conjuntura mundial do mlnH,t••rto, u 19 de março de 1974, assj eu rupida deterioração, segundo dimensões nlava eu que o Brasil se lçara a poj Imprevisive1. çiío de destaque no qunutro das nova po- Atingido que veio a ser, após meses 1ê11cin,-. emerg, ntes registruudo "principal- ?e u~ desg~stante combate cooth,uad,, à mente no governo do psidete Meáj6j_ IIlaçao, satisfatório pluto de _estabilização e, m o al_to drnumu,mo da economia ... os e de controle, mudou- e então a tônica maiores indicadores de prosperidade 4 das atividades governamentais para a de h1sló_m~_ do. P,lhi. '.lns, já então, acrescen. ma1or e renovado impulso ao desenvolvi­ tav Não e menos certo, porém que drá,;- meato econômico do Puís. injetandC'-se re­ ttC>i$ mudançn' uc1,rildt1s no cenário mun- cur~<;> substanciais p11ru a expsnsão do <.liul-comu a grn ve crise de Pnergia crédito em setores prioritários, relançttn­ u escasses de alimentos e illatéri 11 s.prim:is do-se_ programas de iove t1mento maciços eSyuciis. em geral, e do ptrole e sena ] as áreas dus indústrias de base e da in­ dt t l_u1,o,s, em parucular. a iostt1bilidude fra-e trutura, promovt.ndo-e:e a correção de no ,1stema monetério Internacional Rindu velhas distorções em tod:> o sistema d em dolosa busca de nova orden'açiío, ,,, transporte, reestimulando-se_o mecanismo iurinçiín qu~ se gtmer11llza pelo mundo da substituição de importações em uivei t?clo as tu~ª-" alurn,antes, as temões poli- mal~ exigentes da produção de bens de }"" ,sei«is, ex«cerb nas pelo fermeoto capital e da elaboração das matérias-pri­ . ~p lu, !rresroosüvel à violeocia e ~ue mas de base P. além disso uumentamlo-se intranquilizar a_ vida das nações, um ce- multo ~eliberadumente o poder da deman­ nirio de transição para nova ordem int+. da efetiva de bens e de serviços eil d· cónto;nos inda iídéfiia] ercado 1terno comprimido pelá sl ~l.!le.m1111'..m'> sé1·1a~ repercuções no pano- e vencimentos aioda excessivamente bai- rnma naci.,ut1I ( ... ) xos, em valores reais da '""ande • • · ul - ' mtor1a "Numa economia de merc d ua pop açuo consumidora. d f . . ª o, suce- Esta breve rezenba da e 1 ,. em-se fases distintas c até omia dó rssii, em is;i, i,""?%?, "o A • ,, t ' , a , s nos antagonicas mesmos . ermoil usados na época d E ser considerada quase um a ar po e ,% .1.2%/",";"g.cegpzgg, ·_[i@isi@ is,@5@@ s#k".2' setetbr le )esenvolvimento, em mia de mercado, em que O • 1 ç"22"},p;;",pgpi,@ij,_ @ié"í s [ ij@ i @ííidd6a"",,gg} dos ."Uar para otimismos ex/gera- Te8 estratégicos, se constitui em m seto i " .:. {%"%%$,iii±is[ijjsg,ji@@jfj± i @j. "1! tiica srrasa ior. i,]s-4o ecoo-1 d sgdo ss faz e se deve fazer sentir a priori t . · 11, con ormar-s1> em e es!l. do bem comum e a f à' ]!",""_is@@éíái@vis,sr#s] ri ié a, si«dá@à ã G, ,2,, roli t .. s, com um pessimismo der- um todo - el:,. serve para , 1 mo a.% {%;g,f iz@@ruis[ê is@fiz; @e 411K7,": iit i !' ",,gg4 já] f._s@oi@ir@serísi@ ró % %i sis"tc:.#[ z%::..4.22·.2"a2±e± , . p d t a 1v1 ades Essa posição cese· d .. roau oras, ora se force ama de1-acelera de serenidade e 1 Jdà de equillbrio, çao, numa sucessão irievitàvel de mi •• - entre exces< )ot-senso, de realismo, elos econômicos Diga-se d 01c1- ili'á".)%%,%jcisij,agi j@ ilij;i. jjfi@é si i&tua.." i;ua~ postur lB eslérí.: ~conseqn nela de e onals, como as que vivemos a alter â é ±jhfi i ]±zsis;;ssi?± dras que se compraz e ernas cassan- quase todos os países, e vc1 sios-1ev .4,,j}, mmacenar sa- lanç.1 ia si«o «coso«!" Ç; %,} m ba- Em 1976 recessão não ti vemo-· que se alientav 0 a.s, em d - :,, llexib1lldude v· ,uª• em primeira 1inha, a epressao muito menos IgUaate que a caracteriza e N um universo tio complexo, nem se dispõe de iudlcadores suticlentemente 11eu iveis das vurinações,que ai 9° rnanlfcstum, nem os uinda rudes' 111s1nimentos de ação permitem gradação do eforço ou atrl+ tória rapidez no. produçáo do resulladu, puru que se possa lnslltulr um sli1tema operuclonul lívre de locõmodus clefnsagen!l e à prova de qualquer o.halo. AssilJI, have­ rá sempre avanços ti retardos, tiuperposl- çl1o de aspectos 01,ostos entre fasAS dlío- encontro da Socle rente11. confundindo-se o aspecto do pro- Ct-BSO real, u ponto de aparecer que::n dado murtlnhense chegue a entrever aí como que estranho hibridismo de modêlos distintos disputando, entrP ~1. a primazia. Em 1975, regl~trou-se novo Impacto global, provocaclo por um aumento da or­ dem de 10 pur cento nos preços do petró leo. ob o signo de dificuldade na balança comercial e no balanço de pagamentos, com a queda da no sa reserva de divisas ioternncionnls o uno decorreu com tendcn­ cla à desaotleração que, ainda assim, per­ mitiu um cresciento da economia nacio- nal superior a taxa do aumento demográ- hco e. portanto, com aumento da própria renda per capita. Não houve desemprego anormal no Pais e, embora em pequena Usina de ~Ai· escalu, manteve-se a curva decrescente da mflaçiío. Destarte, pode concluir-se com certa f dose de cornpreeni;tvel sathifação: __ Justo mOSO em IJn• é reconhecer-se que o govêrno suube re- sistir a re~ções prematuraH de pflolco, ape- sar de estimuladas pdos exemplos que de donament0 outras bandas nos vlnham( ... )'-'evltou-se às empresas privada um tratamento de choque penoso, justamente quando elas mal emergindo de largo período de econo­ ruia ac_elerudn, se veriam multo mala vul­ nerá veis, Inclusive por total desprepar ps1cológ1co. 8 assegurou s - 6 ° balhador rasteiro ,, "!$ ,ge tra­ geral, ao longo deste popu uçao em de tranquilíd11de d s dois anos, um clima idade do trabeii,,"",Qreeso, de norma­ em que lá f e vida, ao tempo d ' ora, se acumulavam as ru e desempregados e l:III cas e serviço ·. se paralisavam fábri- Iniciar-se-ia ,, ano de 1976 nota de otimismo b • ' com uma @@vi@. s ao 4 %,77/9,sera sr clamava-se que teríos ,, "rs pro çoes ~ara enfrentar as dif!culd :s coodi­ despeito delas ma ~ es e, a economia. A6 ea de crescimento aa «eostrvi@sr ·!2,$",E,g",g° siso as de recessão depre n ~n, as condiçõ . . o em fins d elevaram em 70 es elimátlcas adven;as e ataca.do nos por cento os pre que çilo do 'op produtos agrícolas àços por projetos d e~ ma~ket•, o estimuÍo exclta- %i»1iáz:%jsi ssd.f. 4"%ig ti e $,z7/%jise1 Tribuna da ; , is " sr@ir4$st: t%..$"ri. « %Z%2; 4,is- Vá.rios m' l!ontlnuou su e s v,gorosos nn +.#; .2rwnsi%»..E,"{%..,2 • mo±ã» .." ~ ?jgye ii »&d?2: :e q o a tax d n os mais do ue o Pais teimava a a inllaç.ão. · que pod111 com 011 r em crescer ecursos • pró- (Continua) RECINTO LANCHES O ponto de Rua Dr. N Porto Mato Correa 56 Murtinho GrossJ experimental ú <. Cuiabá (SEDIMT) egundo Informações da" centrais Elétríc&I Matogro!isensei; está previsto para março de 1977, o lunclooa­ mento comercial de­ finitivo da Usina de Mimo110, cuja capa­ cidade será de 30 n,Jl qullovata e o custo atingiu mala de 80 milhões ftva prolongada de vários anos que se abateu sobre- o mundo. Prosseguiriamos galhardamente, em nosso desenvolvimento com vistos, sobretudo, a tornar nossa estru tura econômlctl menos vulnerável a con lunturns assim desfavoràveis que do exte tior viessem novamente a nos ameaçar. As circunstllncias, infelizmente, evo luiram em sentido diverso. E, pois-embo­ ta não caiba, absolutamPnte falar-se em cri se - é meu dever convocar todos os brasi leiros a uma tomada de consciência obje tiva e serena, da realidade mundial que hoje nos,comprime, pa_ra, que , em redo brados esforcoR e com a ncettnçiio de Bacrificios que, afinal, ainda serão a penas do secundário, quando não do supêrrluo Pàssamo1S superar a quadra que nos está reRervada nestes anos da década dos 70. l mo lei sobre o uso eleitoral do rilio e telerisão cnproF-e $al.lar entretanto o País a salvo da depressão e do desemprego. Estou certo de que compreensivo. o povo brusllelro entenderá a necessidade dus medidas que forem adotadas rigorosas e incômodas que sejam, e prestarà torio o seu apolo a um governo que timbra em não pedir sncrlrlclos- desneaessários, nem Impor ônus que desatenda à equidade e á justiça social. No que concerne à estrutura udml nistrativa e jurídica, tem o governo prosso guldo em sua tarefa modernizada, sendo dignos de menção especial u elaboração da nova Lei das 'ocladudes Anônimas e da los tilulçilo da Comissão de Valores Moblllà rios, jt aprovadas pelo Congro so Nacio­ nal e sancionadas; o projeto de emendas con&tltuclonols para u rílforma do Poder ,Judiciário, ora sob exame no Legislativo e que reputo de relevD.ncla para uma me- 11.J.or dislrllmlção da justiça no País e, ootu­ dnmente, para a mais rápida tramitação dos proces&os judiciais. Cabe citar, pela importancia de que se revestem. 08 encontros que tive com C'hefes de Estado e de Governo de países amigo8. - Os resultados d a s conversaçoes mantidas e dos atos firmados foram alta­ ruente prov<'itosos, tanto do ponto de vis­ ta de nosso muior relucionamento político, como do desenvolvimento da cooperação econômica e cultural A grande repercussiio púlilica desses encontros dispensa-me de fazer aqui um rela to minucioso a re peito. Dest1iCo, lambem, a colaboração sempre pronta e valiosa que o Executivo recebeu do Poder Legislativo, principalmen te na análise i! aperfeiçoamento de projetos de lei, num ano caracterizado por s u a grande atividade polltlca. Por último, devo falar dos eleições municipais a~ 15 de novembro realizadas em louvável clim de segurança e ordem. Feriram-se após movimentada cam­ panha que mobilizou a vontade popular em todos os quadrantes d') Pais e q n e teve a virtude de Inspirar o compareci­ mento maciço dos eleitores, numa real demonetração do interesse politico, a con­ trastar-se, mais uma vez, com o absenteis­ mo apático e descrente que se está verifi­ cando em países até muito mais adiantt1.dos. A nova lei sobre o use eleitoral do rúdio e da televisão comprovou-se salutar, impedindo insa1Jável disparidade que o uso daqueles meios de comunicação, em tais eleições, impõe injustamente nos candidatos. Coibiu, lambem, o transbordar em proveito de agitações simplesmente demaa­ gógicas, quando não até mesmo subversi• vas, para alem das corretas motivações de uma campanha eleitoral. O contacto entre candidatos e o eleitorado, face a face. em comícios e ou­ tros tipos de reuniões ciicas, animou a campanha e constituiu um fato auspicioso por permitir autenticidade maior da esco­ lha. O mesmo não ocorre"u, por certo, nos grandes centros populosos, fazendo-se sen­ tir aí a influência dominante d e outros impulsos, menos legitimas por seus funda­ mentos, na escnlh!l de nomes a sufragar. Estranho é que, em face dessa rea­ lidade que salta aos olhos, se queira atri­ buir significação e autenticidade maiores ao voto nas capitais e grandes centros urbanos. Como quer que seja, vencemos bri­ lbantemente mais uma etapa na vi d a política da Nação. Quanto à racionalização do uso ' de combuslivels, impedindo-se de toda for ma o desperdicio-que hoje, mais que lamen tável, se torna criminoso-, o governo estu da ponderadamente alternativas passiveis e Procede a:1 gestões junto a seus fornecedo­ tes de petróleo para avaliar corretamente 0 Impacto efetivo das decisões tomadas Pela OPEP, há poucos dias. No quadro mais amplo da econo tnia nacional, estilo sendo ultimadas dire­ trizes e prioridade bem definidas para 1977. Algumas jâ Rão do conhecimento Público. A idéia mestra ainda a mesma. é 11 de conciliar, dentro das possibilidades reais nossa estratégia de médio prazo-expan- 8ão das exportações e_sua diversificação em natureza e destinação e a substituição de importações atravée da implantação ou l.lllpliação dos setores de produção de in 1 Utnos básicos, inclusive energéticos-com as imposições imediatas, decorrentes da. conjuntura atual e que se centram numa desaceleração da economia que mantenha, • • • verdúdelrnmente autêntico , são clrnmados a haurir inspiração e enelas estimulantes, ao contacto mais íntimo com o eleitor e as necessidades vitais dessa célula fundamen- A Moda ou outono tal da sociedade que é, afinal. o municiplo, iaerno 77, está lançada O resultados das eleições estão sen- e isto aconteceu no tul- td ésimo primeiro alio do cuidadosamente computados e ostud j Prt-à-lorter no que dos; opiniões e informações, solicitadas a e dia para o eior destacados próceres polllicos; comentários feruinino, em Pnris, 11 de analistas credenciados, devidamente qual em como evolução conAiclerados . tudo Isso como elementos os temas importantes da t Jidude by última cotação: duas li- objetivos e fidedígnoi! da a ua O e Tl phas uma reta e outra sileira e com vistas a desejada promoção i,»tant ampla, obede­ de um sadio desenvolvimento politlco do e«ndo características de Pais, om clima sempre da estabilidade e conformo e maleabilida- de, dentro de tri's linhM 8eurança. chaves de destaque: Creio. sem quaisquer dúvidas que J . o ·•ESTILO essas eleiçõe11, alem de se polarizarem em DANDY", clássico e re­ torno de soluções alternativas dos proble quintado tendo como t­ mnns 0als circunscritos as comunidades mosfera os taides, elu- l dos, flanelas, mr,hair•, locais, representam claro e insofismáve padrões e6coce,ca e in- pronunciamento da grande maioria do povo gleses e os tons bege. brasileiro a favor de meu governo - mais marrou, amarelo, verde­ talvez flells propó1!1tos honestos e ao esfor- oliva e vermelho. Sua Ço Incansável que di8ptmde com f~ e es- forma Yede~ é O taílleur lt r que pode ser coordenado perança no futuro, apesar das mu u8 ll com calças retas e mas- mltações circunstanciais dos homens, da colinas, bem como mo­ fase que vivemos, dos recursos disponiveis delo« e +ol' +ia-cal;a, e do tempo, do que mesmo ao que tenha- ·aia ju., retas e plis- li, té sadar: numa verão 'mais mos podido efetivamente rea zar a agora. jovem", temos o etilo Que me ajude Deus e me apóiem colegial inglês. rom pn- 08 brasileiros de boa fé para que poisa tra lct6•. gravatas e bermu­ duzir, em concretaA reaUdade11, grande par das em core mais vivas. j Por complementos as cela do .que ao governo parece se am as ecbarpes de lã coordcna- justas aspirações de nosso povo, em ter- das às roupas e o colete, mos de superior qualidade de vida, maior o comprimento du 1aias justiça social e melbor segurança. cobre apwas os {·oelhos: Tais os votos que faço a todos os bra as bainha das calças ba- tem os tornozelos e as silelros, desejando - lhes que 1977, apesar aias calças e her- das dificuldades que nunca me permitiria mudas ficam na altura esconder ou conscientemente subestimar do joelho. uma etapa positiva nessa marcha incessan II- O temn maio te para um futuro melhor-nosso, de nos importante do in,,erns no entanto é o folcl6rico 808 descendentes e de nossa Pátria." 8 tendência principal co- mo sendo os motivou "JACOUARD DO moro AERICANO" (a+ajo+. peruanos e mexicanos), rndependentemenle de formas ou linas pré-de­ termlnadns, o qae mpor­ ta é que sejam estampa­ doe nos tecidos trabalha­ dos na malharia. 0 "fol­ clore ruuo" lambem in, pirou alguns estilistas que re.-ivem, através das biasas "'bufante, e saint franzidas", um rerdadei­ ro balé folclórico e finalmente.. Ill - A "Linha E­ portivo" que é estrema­ mente jovem e inconfor­ mista, brinca com 1odu as cores, usa e abusa dos materiais flexíveis e ma­ cios, como as malhas de alaodilo e lã. esponja ele idos plastificados. Suas formas-redetes são os modelos derivados da prntica do e•porte, como, macacões, blusões, ano­ raks. swest-shirts, casa­ cos com capuz e tudo mais. Por hoje é só, na próxima edição deste jor nal continuaremos a de­ talhar mnitas coisas que oce, caríssima e elegan­ te belavistense deverá continuar usando como atnalmente e maia al,,adores a. Certidão de Matrícula, gratuitamente expedida pelas Escolas do Sistema Estadual de Edu- c:içiio; . . V . f: dever de todos comunicar ns autoridade, locais, a existência de crianças que tenham de Ta l anos que não estejam frequentando o ennno de I • Grau. d L976 Cuit1b:í, 25 de novembro e Lon.rembcrg Ribeiro Nunes Rocha Secretário de Educar.ão e Cultura Publicado no D.O. do dia l7/l2176. (D] Produtor do Caláreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Uma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso•' Escritório em Jardim- Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriesh•) Cx. PoJtal 08 Surto de llf 1 em M. Grasso BRASIL.LA:- (FSP) A Central de Medicamen­ tos envio » mil dores de vacines antifia para Xeretaria de Saúde de Mfato Grosso, visando a , uciu,1ç.1o <.':)<'<) Algumas ru-:s clfi nossa cld,. de o~tllo pr11- tlonm .. nte intransittv is... e após us úll!­ mas chuvas... o egóeo ficou feio... Faz m is, por inter1,édio deste colunn, um pelo uo senhor Governa or G rciu teto. O povo belavi-tens-e uguvrda w instalação do Interubuno, prometido por V Excia pol' ocasião d instalação do Governo do Esta do em n1issa cld'ide ... 0? O povo l'SpPrn u compreensão do Govêrno elo l•:Rtarlo rmra n soluçilo dos inúmeros p11blemas que usi,olam n comunidade ... é a crençu e u fé .. no mui;; alto mandató.- 1fo estucJuul ± "Crengn e Fé" também no Chefe do Executivo hel11 v!stense ... pois reconhece­ mos n •·ei-plnllosu" mi~são da bem conàu­ zlr os di-s1ino;, da "Princesa do Apa". Sal ha V. Excla. i-enbor prefeito municipal, que o POVO CO FIA e espera de V. Excitt. medidas construtivas para o "ver­ d@iro" despertar belavistense ... c;;c-::,,o SabPmos u luta que trava a Municl­ pnliclagóoio de fozer do jornaliemo unrn arma Pl':us dt·sencuntro. e foi ONTE, PA-SADO; o que nos importa, realmente, é HOJE, como base de um amauhu nJhiS pró"!' •ro, mais harmôciro, mais construtivo... 893 MC)tori.sta: Colabore com a Pátria Nil1• vti. Jc. mas técnicos de al­ gum vulto vem l•n. pedindo a conereti­ zação da llgaçlio Be­ la VJsta • Campo Grande. Adlclot1JI• mente, como ó do conhecimento de YS1. tanto a estação tra•u mlssora como a re­ ceptora estão sem e, nergln. elétrica per queima dos trundor• matores de distribui­ ção dessa cidade us aréas abordadas. Ea­ treurnto, a 'l'ELP., MAT vem procuran• do de toda a forma resolver o impaue, esperando para bre­ ve uma solução que atenda aos legitimo interesses dessa co- ·, munidade. Sendo ao o quanto +e nos apre­ senta nessa oportuni­ dade, aprovelttimos o ensejo pra ape­ sentar cordiais @llU· dações." A iniciativa da Cilmara em tomar providências para iJ 011.r o problema I­ TERURBA O é Iou vavel e opo1·tuná, h!. ja vista as ''promes· sas" feitas em pra- ça públlca por orn­ elão da l.nstalaç!o do Governo do Esta- ., do em nossa cidade. É extremamonte r.e• cenário uma acele­ ração dos trabalb os sob pena de sentir os homens que com­ põe a cúpula arénis· ta do municpio um desgaste politico, o qual. no momento, (• altamente inoportu· no. Documento Perdido Foi extraviada a 1 Via da nota fiscal em nome de Sebastião Zacarias, da SocleC:a, de Auto Pastoril da compra de uma Camione­ ta marca Chevrolet Ano 1977 cõ~ Bran­ ca Chessis C 14428 G 00151 Com 149HP 07 Cilindro Nota Fi~­ cal nº 889 série· B-1. Publicação que faz pa.ra requer 2!! Via. ter deste reala Cr$ 3,00 ª' (u, l