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A BELA VISTA ... 
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SEMANÁRIO 
INDEPENDENTE 
Fundador o 
Dlrotor 
Rcspon.sável 
Ivulclo Porelrn 
ANO V - N.o 23!1 - ílelu Vista 13 de Fevereiro de 1977 - 8 Páginas 
''O Verd■dolro 
Jornal não se 
limito o Infor­ 
mar, ó oplnall· 
vo tambó m' 
(Herbert Moses) 
- Preço do exemplar CrS 3,00 - Fun-dado em 25-2-721 
■
■
1) Ato do Governo do Estado, publicado no Diário Oficial de 1911/77, nomeou o senhor José Loureiro delegado de Policia de 
i la. A medida veio preencher uma grave lacuna no etor policial nesta cidade, haja vista que a 
função e tava endo exercida pelo Escrivão 
(( 	socos. 
2} !s r;as de assa cidade estão sendo atroadas. atual administração atendeu o apelo do povo e procura 
resagdeiar o aspecto urano da Princesa do lpa. 
Bela 
--09-09 
3) O Interurbano já é uma realidade. Agora Belo Vista poderá falar com o Brasil. O Governo do Estado cumpriu com o prometido, mas a co
1
aboração da 
Prefeitura Municipal foi valiosa ... Nossas congratulações ao senhor Prefeito Municipal. .. 
o 
./ 
, •. 
país medidas realmente democráticas, uma nbertura 
posshd em meio àa difirulc.lades uniYersai,. oo mes­ 
mo tempo em que o Executivo permaneça amparado 
a lim de nUo compdido n tomnr medidn3 t".:c:tre•· 
ID:lF. 
·uo v,·jo quem não de,frute de liberdade no 
pois. Por i,so, sou ÍO'Or-,h:',,I il manutenção do Al-5 
que tem •ido n•odo muito pouco e optnas conu-:, 
subver:,1 os que lutam contra a segurança e a liberd.nde 
e, por is.-o devem ser penalizado,. O Al-5 por en­ 
quanto é instrumento forte <ln sociedade constituín­ 
do-re numa garantia conta os que rlesejnm perLu­ 
bor n tr-.inquilidnde do país. Por iHo, ~le deve in­ 
tegrar a norn l'on,iituição, que bà de ser forte, 
porque-, infelizmente, não h5. runis campo pnrn a ,; .. 
gêneia de uma democracia liberal no Brasil O Go 
verno tem sido muito pnrcimonioso em seu uso, 
cmhora tenha sido instado a recorrer mais vezes a ele. 
1 Intermbano 
1 Um Breve Comentário 
l Dentro de sesi:P.nta dias. Bela Vis:a 
f terá o interurbano ... b2m: não foram ses- 
senta dias; devido a inúmeros problemas 
técnicos o prazo foi prorrogado mas ho­ 
je é uma realidade. O Governo do Estarfo 
cumpriu com o prometido. Nesta "noYela'" 
Interurbano • muitos foram os atores prin• 
cipnis. e no final, talvez, apenas um 
mereça a medalha da boa interpretação. 
O povo está contente. o prefeito tr.unici• 
pl, que nüo mediu esforços, está contente. 
nós esta;nns contentes, enfüt:. todo o mun­ 
do feliz da vido. E' n P-SCalada <lo progres­ 
so. Este curto comentário é só para a.gra• 
decer.. obrigado Governador Garcia Netc,, 
ob;:igado ténnicos da Telemat e obrigado 
• senhor prefeito municipal... e nome do 
povo, muito obrigado. 
O senador Saldanha Derzi (Arena MT defendeu 
" reforma geral da Constituição. em que 
a r o s pontos merecem revisão, além das e m e n d a s 
1
ue tnuniL"lrJ.n:1 110 Cont!rcsso uog úhirnoi:i uno5, 
r entro desse ponto de vista, o senador arenista quer 
'que se d& feição constitucional aos mecânimo-, com 
AI5, preservando-e todas as uas cláusulas, pois 
rata-se de instrumento neces: :.:írio para defender a 
'iberdade e tranquilidade da nação. 
Ele nko e arriscou a sugeir f6rlas, argumen- 
ando q ue « to c a b e a o s juristas, ma-s é contra a v o l . 
'na da Constituição de 67, porque ela continha mu­ 
os erros e ·tou convencido de que o presidente 
Geisel cuer realmente deixar o Governo legando ao 
Inaugurada a Casa do Arte- EX• DEPU­ 
são em Ponta Porã 
Cuiabá. (SEDIMAT)- R!!presentando 
a Primeira Dama do Estado e Presiden. 
te da Fundnção e Promoção Social de l'tlato 
Grosso sra. Maria Lgia de Borges Grcia, 
a esposa do Prefeito Aires l'tiarque3, sra. 
Amélia Marques, presidiu em Ponta 
Porii, a solenidade inauguràl da Casa do 
Artesão, como as demais fundadas e Iília• 
das á PROSOL. 
A nova unidade da Fundação Promo­ 
ção Social com amplos compartin.entos 
apresenta grnndes variedades de produtos 
artisticamente confeccionados. Com traba­ 
lhos de couro, cerâmica e .madeira, a Casa 
do Artesão de Ponta Poril tem muito o que 
mostrar não sómente !l l1ato Grosso, mas 
ao pró)Jrio Brasil. Com colchas e as toalhas 
de NhãnriuU (renda de origem paraguaia,) 
os doces e licores - principalm€nte <le gua­ 
vira - e uma infiniuade de outros trabalhos, 
além de eviaêndar !l h'ibllidade e u capa 
cidade criadora co :irte31l.o ca fronteira, 
unem de maneira mal;; fraterna brasileiros 
e paraguaios. 
Para esse trabalho inicial, que pos­ 
sibilitou a inauguração, grande número de 
senhoras do Voluntariado do Mato Grosso 
VU.IAT, colaborou inten~amente sob a lide­ 
rança da Primeira Dama do Município do 
VDIA T, sra. Amélia Marques e da Supervi­ 
;:orn ArcAln Diegué'&, Esse grupo de senho­ 
ras cxcutou intenso trabalho no sentido 
de csclarec.?r aos artesÕPB sobre o apoio 
que agora terão, da vulorização de seus 
trabalhos, colocação dos seus produtos no 
1,1ercudo e out:os bendicios sncial11 decor­ 
rentes do amparo que o PROSOL oferece 
tl classe artesanal. 
TADO 
PRIETO 
Sujere ao governo 
l'orto Alegre - O 
ex-deputo.do Cé~a:r Prie­ 
to está :iuin:mdo um doeu 
mento contendo sugestões 
no Go.-ern" Federul no 
campo tributário ellecei­ 
to. Federal que, se;;uuch 
ele, seria numa sugestão 
pr:ítica e objetiva pira a 
balança de pagamentos, 
ou o orç:,.menlo público, 
a inflação e o custo de 
vida. César Ptieto que 
durante 10 anos auumiu 
11 presidê.uciA da Comissão 
de Finaaç:u d:i Ciunara 
Federal, firma que o eu 
governo necessita adotar 
as medidas que ir:í propor 
que ser-ao no intuito de 
recuperar a curto prazo no 
bilhõe• de cruzeiros, a 
custa dos que e apropria­ 
ram idébitamente do ,-.. 
lor que . pertence :ao er:1.­ 
rio federal.

Trihun.1 rla 1-'ront ira 
GOVERNO DE MITO e, OSS REIVINDICO 
MEDIDA DE 
financiar a compra de 6n o Panl' eirn 
DO BRASIL fi.PROV 
Culúbn • O Hunco do Urn<lll, apro­ 
vou unHL i;~tfo do providência,: do omer­ 
@nela para atendimento dos peeuurlts 
panteiros, atendendo, priipaluente à 
estões constantes formuladas utavés do 
tlil'dur dt1 1
11 
íl,, gli1o cio 13., nco do B1·aPll, 
Amileur de Souza Martins- que abrnnge 
o E,tndo d1• !lato GroHilo • pelo St>crelá­ 
rlo de Artcuturu de Mu to Grosôo. eJ1111111do 
'l'uqueH. 
As providências apovadas pelo 
ffancn dr) 1Jr:rn1l qUl' Jfl detcrn,luou a to­ 
dus as g@netas du pri eira Régio Uu 
pronta execução, +üns seguintes. cri+ço 
do condições paro ese umento do gado do 
Pantanal e peiierl+ li .ha de crédilo aos 
l11ven1{,;tc1H e l't'Ct'llldol'CS pum nqu!slçãfl 
do gatlo do p11ntunul 00'11 preços fixados 
em <'rS 1.300,0U pu·a boi mugro CrS 
9j0,0íl p•trn vnca magra o puro uovllhu 
até deis anos, CS 550.00 pura bezerro e bezerra 
Esf'ns medidas s1•rilo eslendldus 
às agências do Banco do Brasil uo TriO.u­ 
glo Mineiro, Oeste de Sün Paulo e todc,­ 
o estado de G0lllR e Mato Grosso. Os cria­ 
dores da A1m1zônlu matogros8ense, ondl· 
segundo » SUDAM, existe pastagens oclCJ­ 
sus uumu área de 2ú0 mil hectares, rece­ 
brio do Banco do Brasil locação de 
recursos dn Protrrra para a compra dl' 
gado do complexo do Pantanal, até a lo­ 
tação da~ p,1stage11H, com ampli11çií.o d" 
prazo de un:ortlz!:Ção do empréstimo, d, 
cinco pura oito 11uos. 
Aqui ição d( Matrize 
A autorlz•,çií.o do Banco do Bra­ 
sil se estende ulntln aos pecuaristas da 
r11gliio abaixo do paralelo 16, que terllo 
linha de cr.étllto aherta pttru a aquisição 
de matrizes, novilhas e bezerros com os 
seguintes pl·t.>çns: CrS 1.200,U0 parn matri 
zes; CrS ;mo.oo pa;-a novilhas até duls a­ 
nos; CrS 700,00 parn bezerros e bezerras. 
Grande Corumbá o Aquidauuua, a fim 
de manter contactos com os pecuurbtaíi 
da região um face das medidas financel­ 
ras que ct;lüo seado ncJot-idns em r•·laç,,o 
à comc.>rclullzição e financiamentos do g..1- 
do pnntnneil'o. 
Hinistro da 
,. A ilustrção de VEIA, compondo 
- ~ p+lógica que d 
urna prc!en·• .i1·vo1 c l'l' L • , "' , . _ _ • 
guarita erros e » equivocas concluso> 
coafol'<eJ u qualquer ele t>CU~ teitorcii o dtrl'i· 
lo P
edir- Jhr uma reti[1c1JçUo <1e m,•tcmo nl­ 
A : e a ver 
cançe. Porque o que está em jogo ' 
dude, u verdle fai violada, causando, 
co!!l u sua tlivulg .ç.io 11l1t orC'lcla. lllll con­ 
vencimento errado da opinião pública. 
Iuquirn. pnr exemplo, pus qu 
Insl-têne:a em figurar a esposa do over­ 
nudor L'otrl' os quu são remunerados pelo 
Ar,rícullurn l:imbém ~over;io, quau lo j.1 foi dilo e provado que 
i' 	ela pelo ergo que exere de presidentn 
Empenhado 	da Fundação de 'Promoção Soei l de Mato 
areoso, não percebe um único centavo doas 
Em telex e II vi o d o a o cofr1-s 
011 entidade ou do Estado? E nté 
Governo de Mato Grosso, 0 Secretflrlo-Ge I quando e demonstrou que a gratuidade 
rel do Mlnlstrr!o da Agrtcullura informava do eu trabalho d 'Ylll a um díspo~itlvc 
que o Ministro Alysson Paulinelli está pe preso na p.ópia lei através du qual o 
soalmente empenhado em gestlonar rveuF governado erwu a instituie? Ou a criti­ 
os ao Governo Federal puru u ant eip+ a e dirige pena- "voutru o fato da pre- 
çúo da compra de gado destinado ao nba- n@ del+ · pres1 1cia do õrgi1o <lc pro 
te para a formação de estoques regula G- + s:; 'o go no? Mas não é esta 
reh de carne dn COBAL para o p •• _wdo ,,o!Úl<', l'lt, • 
110 is, no ámbito dos Es- 
dn t:ntressafra. O telex inf
1irma, ►
1
111da. :._l.'
105 
ou d . unicíp dt> usshitência so- 
que o Ministro acntou com mito interesse ,se c,,azida própria esposa do 
as postulaçoes forrcul!! das pl'!r•s pecu • T'S. ·o • 
tas e dirtgcntes classistas ao Ser:retá1L.1 8e governnnt· • 
ral do !1lnlstérlo, quando vi itou 
O Pi•ntll- Pergunto, :ti ,' 
1
, porque a obstina• 
nal há uma semana, em cornpar,hi:.t i;,., :l'.i- çào em t:ltuar a fi !! .. 
0 governador entre 
ulstro do Interl<•r. • 	os qu" p,'rre:iell uc, .• ,fres do Entad(•, c_o- 
1uo"·sessora da m:lação de Promoção 
Social", quando já l , lito ela jamais exer­ 
ceu tal função e j n .spercebeu qualquer 
remuneração. quer e tidade, quer do Fs­ 
tado, quer do micíio da Capita', .o 
qual su marido é o prefeito? Aí não e,-tão, 
purn coufirmar isto, as contas do governo 
e o Diário Oficial que publica as nmea­ 
çõee?" 
G 
Promissórias 
F'ol aberl11, também, uma linht1 espe­ 
cial de créditos nas cidades atingidas pe­ 
las enchentes, par o comércio através 
de notas promis ·órias até o limite de 200 
mil cruzeiros, de acordo com o patrimônio 
liquido individual. Além de suspender o 
protesto de titulus por 25 dias, a rim dl' 
articular com o devedor. 
Frigoríficos 
Esta linna de financiamento seria 
coloC'.ada à disposição d" frigoríficos in­ 
vernistas e crladorrR. l;) Finauciamento 
nas me 'mas cono1<;ol'" para custeio do 
• transporte e despes:s com úluguélR de 
pasto em áre11s altas. (e Interceder nc FtU· 
lido de ativar e dar preferência à COBIL 
para aquisição de ggdo do pantanal nu 
formu.ç!lo do estoque regulador. d) Finan­ 
ciamento tumMm em condições especiais 
para o reslabelecíu.ento do criatório pan­ 
taneiro. e) Prorrogação dos prazos do PRO 
RllA 1' Como medidas fu11da111rntnis parn a rtglão de Indgo, a Beguir, por que a ttímo­ 
cnrd/er mais dtfhzido, twlzo II satislaçiJo de propor ó V. sla em SURlentur a mesmll afrrrnatlva com 
8xcclillcin o seguinte: 1 . Amp!i11(úo do ne- relução ú Sra. ~!aríete Vie:ra. prima e nií.<> 
roporto d11. cidade de Corumbá. 2 - Projeto irm:1 - da esposa do governador, quando 
de recupernçüo da naveg!l.ÇÜ0 nuvlal do igualmente já se refrutou tivesSI} ela qual- imposto de renda 
Rio Paraguai. 3 . Conclusão das Obras quer vinculo empregatício com a Fundaç/lo 
das Transpantaneira - Culabá/Corumbú. 4 de Promoção S1•cial. ou com outro qualr:;uer 
Ativação e conclusão da BK-2G1 Aquiúau- órgão do Estado, ou do município, em vir· O Ministro da Fa­ 
una/Corumbá. 5 - Das obras da barrdgt>m tude do qual percebesse salário. não obs· zenda exp>!diu no 
do Rio llanso com vista!' à reguluri:laçüo tante colabore eficaz e destacadamente día 15-12-7ü, a por­ 
de encbentes, melhoria das condlçõ:.!s de com er-se trabalho, desde o nascimento da laria n.o 497, estabe 
naveg11ção e produção de energia elétrica f<'undação? 	lec2ndo prazos para 
6 • llelhoria da Estrada de Fe'rro Noroes 	I ª Declaração do 
te no tter.bo de Trés Lagoas a Corumbá. E sigü interpela11do porque a per- Imposto de Renda. 
7. Apoio visando acelerar a instalação do , tinácia em f.Ustentar que a ra. Laís G. de 14 de fovre1ro 
frigorHico de Corumbá. 8. Continuidnde e Vi ira é familiar do governador e funcio- até 4 de abril 77 
aperfeiçoamento dos estu:l.os hidrológicos nária do IPE MAT, quando jà fartamete se quem tiver que pa­ 
da Bacia do Alto Paraguai atrsvés do esclareceu a nusenc1a des,;e parenteB'10 e gar imposto ou di- 
DNOS. 9. Programa de e;ploração, preser- quA e_la é apenas p~nsionista do In~li.~uto, reito a restituição; 
vaçiio e controle da fauna e da flura do em '"Jrtude do falecimento do esposo?' de 14 de fevereiro 
Pantanal MatogrossensR I O. Duplicação da 	a 4 maio 77 as pes- 
Linha de Transmissão trecho Campo Gran- ----------------- soas isent.:.11 de im- 
de-Corumbá. Outrossim comunico VoFsa E..x- 	pvsto de renda. 
ci@seis que d@seriiei a sos«ti@is @» {r.{va [ais3 la Cgsia a71ges 
urna equipe técnica para acompanhar e a- 	~1 
v11liar li situação bem como propor m.edf­ 
dai: de r,oráter executivo e preventivo a 
curto e longo prazo. a certeza do sempre 
pronto e decidido apoio de Vossa Excelên- 
cia aproveito n oportunidade para reiterar 
os meus protestos da mais e!evad11 estima 
e consideração. 
José Garcia Neto 
"Goveroador do Estado" 
Outro Erro 
Os [rlgoriricos tiveram llnha de crédi­ 
to especlul aberta pelo Banco do Brasil 
com przo de 120 dins para dt:!sconto de 
promlssórlai: rur,ds, desde que adquirido o 
gado do Pantanal e do periferia. O pruzo 
normal da promis!-ória rural é de 30 li 60 
dlus p11ra <• gado gordo. As cidades benelicia­ 
das segundo o Bunco do Brasil, são Aqui­ 
dauana, Cáceres, Corumbá, Coxim, Cuiabá, 
lHrundu, Pocone, Porte, :Iurt!nho, Rio Yer­ 
de, Rondonópoli~ e Campo Gral.!de. 
Secretário Viaja 
O Secrd!iriu dr, Agrlcu
1turu, Erlmuodo 
Taques, v i a j o u p a r a C li m p o 
ADVOCACIA EM GERAL 
Rua Volunt:írios da Patria, 376 . Fone 210 
Bela Vista 	Mato Grosso 
O Governo do Es. 
tado de Mato Grosso 
iuloiou contn:o--: ur~ 
Atea Federal para ft­ 
flífJtcla r a comerela­ 
!lwçio cJo Gadtl do 
Pantauul utrnvl·s. til' 
Créditos especiais 
!udepondentes de ou 
tros comproml s 8 0 
na rt-de bauc:11 la, pa 
ra a compra de a­ 
du no p 111Lfln11. 
A iufornwçüo ó cio 
Secretário B e n t O 
Porto, do Plél 11eja­ 
tnPnto e Coorucna­ 
ção Geral, que uflt'­ 
Jll ,: l.t.l:iLS Itnuncla• 
tentos seriam destl­ 
uado!'I aos frlgor1fí­ 
cos criadore!t e 111- 
vernistas de outrus 
reglõe.:, que ten!Juru 
111teres,e em adqui­ 
rir o gado daquela 
região. 
Outm medida, soli­ 
cltuda pelo Governo 
de M!ato Grosso, é 
a de flnanclnmcnto 
nas mesm'.J.S cJndi­ 
ções pura o tranicpor 
te do gado e recu­ 
peração do recriutó­ 
r!o do Pantanal. a 
fim de miulm!zar os 
prejuízos em relaçâo 
o gado salvo das 
enchentes. 
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Jornal 
Tribuna da 
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latriais te Cstnri» ea tal - Ilhas [ansas, de Munizi lailo, lusiil e [lnail, Ii's, 'Iils, luljs, c»jtos $:u'tios. e nulo 
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í ..._

llela Vl1t1 - Mt. 
'frll.Junr1 cl't l'routeJr,t 
--------- 
13 2-77 
AINDA 
UMA 
TE FALTA 
COISA 
" E quando Jesus ouviu Isto; dl111-lh1: olnda 
18 
folia 
coisa" (Luc. 18,220). 
1,us Essa história do moço que foi 
11 J e- 
. em busca de orJentacão esplrlluul pa­ 
ra a sua vida. tem so1•v1c10 de buirn parn 
mullos tipos de mensagens. Foi HU qua­ 
dro dUel"Onte dos dernals! O Senhor Jesut1 
está alendl:'ndo n enformas de todo u so:·­ 
te e até um <1uso criado pelos dlscípuloH 
em reln@o os meninos. 1vsus está rel­ 
vendo, quando chrg11 aquele jovC>m: Rico 
bom l'_ducado, fllh.., ele rumllla ilui,tre 1• chd~ 
de rrnudo .. 
. O ~mbtente f11I tolulme111e mudado 
As ntençoPs de tocfo-. se vol111r.
1111 par,1 
u conversa-diálogo truvada entre Jesus e o 
moço I lco. ~ Vúrlot1 ent1iname11tot1 silo nncon• 
trarl0s ne&to aconlndmonto. Seufio vl:'jnmos: 
1. As Intenções do Jcivem 
ilo e pode du,•id·,r tio que aque­ 
le moco <:,ra berri lutenlllonarlo em l'elaçào 
110 futuro de sua alma por isso procurou 
solução para aquele problema em Jesus 
o Salvador... 	' 
2. A concepção d1tquele moço acerca de 
Cristo. 
Sentindo a necessidade de sua alma 
suo co11ctpçi'lo, isto é, sua fa..:uldade rle enten­ 
der, de compreender as coisas. levou-o a 
buscar Aquele que realmente podia resol. 
ver a sua slluaçúo: Cristo, o Salvador ... 
j 
3. As Qualidades que possuia 
O Pecado na vida do homem é um 
fenómeno na relação do pecador par .1 com 
Deus e que nem sempre tira aqu.!lus qua­ 
lidades Inerentes à personalidade humana ... 
Aquele moço era, pois, um homem de qua­ 
lidades exemplares no tocante a sua vi­ 
da moral e material, mas não tinha o es­ 
seucinl: A salvação eterna! 
Cristo ao axarninar aquele jovem, 
não obstante: Suns intenções, sua couce­ 
pção acerca dEie, Cristo, e suas qualld!l.des 
di:;sr-lhe: ''o/11do lt falta umn coisa.'' Obediên­ 
cia ... O Problema era tão sómente obebiên­ 
cla! .< riqueza não era empecilho ... Zuqueu 
era rico o (oi salvo por Cristo porque obe­ 
deceu a tudo quanto o Mestre determinou. 
Deu de mão a fortuna que possuía pura 
servir com alegria 110 Salvador. O moço 
do nosso texto, no entanto, pelo fato de 
não obedecer ao lleetre retirou-se triste 
e perdido! 
Conclusão: :ieu amigo não crente, 
talvez voce seja uma pessoa bem inten­ 
cionada, é possível que sua concepção 
acerca de Cristo seja a melhor poss1vel 
e, finalmente, voce pode ser possuidor de 
boas qualidades morais, intelectuais e ma­ 
teriais ... mas eu quero lhe dizer o seguin­ 
te: Se voc'3 não estiver disposto a obede­ 
cer a Cristo seu fim será o mesmo do mo­ 
ço rico ... Aceita, obedece a Cristo, e Ele 
Iarã de sua vld!!- uma vida de bênção. Que 
assim &eja. AMEM. 
Mini'-lé!'ÍO ,'o fi:xér('ito JJ Exf·n:ilo 
9.a Hegião Militar 4.u Divi,ão de 
Cavalaria 10.o Hcgime11lo de Cava­ 
laria Rcrrirncnto Antonio João 
COMUNICADO 1 N" 01, 77-CL 
AC LA O JA77 
D Pr.sflete do CIbe Esrti 
H •l.t'i ,(Ili) (1 
. t·o111i,•iio t!t' li,·it.1t'ílu dn 1 O. Jl, .. •i111t'J1tn ,!,· 
Cavalaria, tora • públieó que no dia dre Feerei 
rn ,lc J 977, emitira convite- paras aqui-ião de Car. 
ne de frango (abatido) . 
H) •· f(·1li,1 n11•1i,,1J d,· fort1Pri111t·1110: • I.:100 0111111 anil I 
•· ln"i'l'11to11 ) kg .. 111t·11-ol. 
1.) -- Início de forecimento:- L. de Abril ,1,· 1 97í. 
I') - Trmino dre fornecimento; •• 30 de Junho de 1977. 
Ael'linnturn 1l0 1·011t1nh•: • 2.; ,lc Ít· tn:iru d,· 1.977. 
Q1111rt1·l ,·111 ll,·111 'i-lu, ,Jt •. O Ide Ft'1. ,fr 1.977 
SEJIGIO REGO MIHANDA - CAI'. CA V. 
l'rr,i,frnte. 
Relatórios 
Americanos: 
3 b» Msl iiú 
JOSf: DE HIUAHAH CHliZ E :-IL' , •• C.l'. CA '. 
Membro 
SEBASTIÃO DE MEDEIHOS-- 1. TEN. JNT. 
ccrc16rio. 
Governo de Mato G:asso reivi- 
dica ao Governo federal em 
Função das Enhent0s: 
Consub!-toncin1lo t·m Jcvnntamentoi;. contiuuo:­ 
c sistemáticos renliz:ulos por equipe; e órgãos gover­ 
namentais atuando dirt'lamentc nas áreas de encheu• 
te•. principulmcnte, do. rios Aquialnunno •. lírandu, 
Paraná Paraguai e tribuWrio,; - o último afetando ,·á. 
rio~ regiões do pantanal rnnto~ro!-~ea:-c, onde O!:' prr.­ 
vii;ües nté u:;:orn <letcrminnr.lns indicam provável agra­ 
,·nmcnto ela iiilunçào umplinndo n:i ntuniF consequên• 
cios de ordrrn socinl e econômic1a - o Go, ernador 
Gnrciu 'cto <linntc• do !JUOrlro npurnr!o, rei, i11<licou 
junto nos Ministérios do l'lancjnmentu, Fuzcndu. Trnns 
portes. Interior t: da Agricultura, medidas saneadoras 
e preventivas contidas na sua mensagem, cujo teor 
é o eguinte : 
Oc acordo com o• t)ltímos dados o Pnntonal 
Matogrossense terá provavelmente uma enchente 
í:;unl ou mnior que a de 1974. O, dados pluvioméari­ 
cos ob,cryndo;. de Ioda n Uacia do Alto Paraguai nes­ 
tc mês rc'elom n['eis superiores aos de 197,1 ano da 
últi1ml ;?rnnde enchente, Pontlcrá,·eis preju{zo5 j.í se 
'crificn na área econômica e social em todo centro 
sul do puntnn,I. O Governo do E,1ado não lem 
medido esforços em ,ocorrer us populnções nti_w•i• 
dns tendo já distribu[do ,essenta e urna tonelnda• 'ite 
nlimentos t: oitentn e cinco mil doses de vncintts a­ 
lém de providênci:is qu:into n morndia, vestuário e 
outras para mnis de três mil e cem desabrigados in­ 
clusi,·e populações atingidas pefas enchentes do Pnrn• 
nú. tenciono também que tenho nutoriz.ado nu.dlio, 
finnnrciros porn diversas prefeituras nlcnnçndua pelos 
enchente~ Vale !-nlientar que n região pnnt:incirn ain• 
du se recente dos õnu.g eronômico1 e prejuízos . da 
,.,ande enchente de 197-1. Ante o quadro dernlcnln­ 
r que se npreéentn venho solicitar o 'Blioso} empc• 
nlw de Vona Excelêndo no sentido dos seguinles p1ovldõnclcs 
e caráter de emergência: A possibilidade de nproYnr 
finnnci:.amt:nto en1 co1uliçõed especiais intlt'pcndcntcs 
de outros finnncian1ento:1 dos mutuários interc:Hados 
para incentivar e favorecer a comercinliuição do ga· 
do do pontannl. 	• 
O Clhe Esportivo Bli»ter, por u 
I'residente. trem a rata satisfarão «de ler o o 
nhecimnto de . Fia, qur em t«-mhli Geral 
Excr,ordin1ri, , ,•.,!11.1•1~ , 111 J ') tio < ""' nte ms, foi 
eleita e emposada a ''o 1 lhret.ria, para roer «eu 
de-tino no xeteicio de 1977. findo as-im c n•IÍ· 
f uírL.1: 
H'residente- A!raio Armou Zsura·. 
Virt·-Prt• .. i<lt·nte: Jri (· -r.:d,·i 1 J!.!1'.1no. 
I" Te oun iro: Hta-ita Hoa Gores , 
~., J',• 011n-iro: lracisco Elio tilani. 
l .0 Secretário: CG Auzu-to E-colar. 
2.0 Secretário: Pedro ergílio da Sila. 
Diretor cial: ie da Costa Miranda. 
Diretor Eporio: leirahdo Campos Azevedo 
Orador 0fiei@E: Dr, .arlo. Ed ,:. h-,lriro•. 
1 
c'OSi:LIIO I·bC J. • 
Pr,- ·identv. Hortncio Eia E-cobar. 
e@etário. Saliran Tebiehrae. 
Dí:i:i.rte rio. ~Jlll l .. ,  ultl,·mnr Lt•itc cio .. 
Santos, 
CU:SELIIO DELillI:HATIVO 
Presidente: Geraldo de ouza Iosa, 
ecretiri: Cló. Marcelino de oliveira; 
P'eri de Almeida Mfelo; José Loureiro. 
Corumiln I.uur~irn tle l111rid11: Saul Si!- 
' t·ira d.- Barro-. 
, tenrio .. ;t mf·Ott' 
Abraão Arma Zacaria- 
Washington • O 
Departamento de Agrivul 
tara do, Estado Unido« 
JIIÍ11r1.1tHf );llr'III que tf 
puro dr até no uerca· 
do irrwaional ai ti­ 
ir um nível ainda mais 
alto, O Departamento cal 
l ulou '!"'' u ~••ti., ri.- í., 
nit Hr.,~il. JJTO ut·u11 tHLl.l 
uh de 1+ o/o_na ['rll· 
t tlf;íln t11u11di.tf do c·.d(· ,. 
de { olo no mercado 
internacional. O relatório 
a•fnair iu a JH»-ibilitfode 
de uma reardo adversa 
dos cumpridores dos pre­ 
ço+ altos levarnw a uma 
baixa dos prco. o e­ 
lauto, :ifír111ou qu,· í'Há 
á vista. O relatório caleu 
lu que a pro,:uçnn hra,i• 
lrir.1 em 76 • 77 Bl"rlÍ de 
9 milhões e quinhentas 
rnil saca4 39 lo menos 
do <1111• n• ,ufrus anterio­ 
res <JUe forram de 23 mi­ 
llaõr, de ,aca,. 
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J

Bela Vlftla • Mt. 
Tribuna da Froot.alra 
, 
E, 
, 
POIS E ■■• 
lvaldo rereira 
Fechondo com chave de ou1·0 os quu­ 
lt·o un<'ll de u11111 utuoçflo leglt,lutivu dlnil· 
mh:n Podl'o ,José Palmlerl, nu sesHfío do 
dln 7, mostrava as noves readeres o significado 
da puluvru POL1'1'1CJ cltalogundo o tempo 
todo com o presidente do MDB, Carlos 
Edy de S Medeiros, outro expoente de 
nossa política ... Sentiremos falta nu C!lrna­ 
rn do sempre "ágil e diplomata "Palmiéri. .. 
José Simplicio da Cota Marques 
P'residente da Câmara 
.. 
' 
i 
1 
1 
. l 
a falta, 01 demais ... bem ... o povão pede 
que Ol nobrPtl vereadores compareçam às 
ReBtJÕef!. Esse negócio de "assistir" uma 
B!lS81l o e faltar trOs ... não dá. 
0-3#3 
Falando Jnclslvamente um vereador 
disse que "Precisamos unir esforcofl, Bela 
Vista necessita de todos os seus filhos, 
brigas e discussões não )rvam a n11du • 
É isso aí ... TRIBUNA ESTA DE f'ORTAS 
ABERTAS PARA O DIÁLOGO ... com todos ... 
!X•':>t<'(:>i:J 
'RECADO À CAMARA: esu º"" a cobntu, 
r,1 d" .:Crj!.lslotlllC' sml l)lobol... um repórter ser 
destacado para cobrir todas a sessões. O 
povão acompanhará a atuação do~ v, rc:1- 
! dores. ix;x;.::,,:; 
Osvaldo Turini (o ve t:'ador qut 
1 
na solenidade de posse elogiou o no­ 
''jornalzlnho" falou a mpelt~ cln ele!çlu da j 
diretoria do Clube Esportivo HeluvHlt·n~t:' l 
pedindo que fosse enviado ao Executivo 1 
uma indicaçilo no sentido de lnsentar dn 
1 
taxa de energia elétrica " telefoo~ o clu­ 
be, ate c;ue o mesmo normulíze 1u':'- situa­ 
ção. e um pedido que m•r•'ce crédito. 
o Belavisten e é o nossu Clube. 
De maneira grral. foi brm recebida o rsco/l,o dr 
JOSÉ :SIMPLICIO DA CO TA MARQUE 
para Presidente do Legislativo belavisten­ 
se. Marques com largos uno'< de experiên­ 
ula polillca, é homem simples- avessa á po­ 
Utica de discórdias ... 
098608° 
Os moradores da Rua da República 
pedem ao senllor pre[eito municipal que 
tome proviJênch1t1; quase todas os ruas foram 
patroladus, menos a rua da República . 
Porque? E o matagal avança ... avança . 
avança ... Que os proprietários dos terrenos 
fuçam e. necessária limpeza e a Prefoilura 
faço. a limpeza das ruas ... é o óbvio ... 
Pouc:is vêze,; um homem terá recebi­ 
do uma demonstração de amizade e sobre­ 
tudo de respeito a suu atuação Jolíttca, 
como a que recebeu Flori lIurano, na sua 
aessilo do din 7, por parte do atual presi­ 
sidente da CO.mar,t, Marques afirmou que 
"O digno politico marcou sua passagem 
por esta P-asa com ioiciu.tivas que visavam 
sempre o hem esta:. da colellvidnde" ... 
" 	-i 
! 	E 	• 
. 
~  . 
' • 
;»- ·-· 
-3- 
-.• 
s .. 1 
·; 
,··! 
' ' 
Ildefonso Pinheiro 
Reletor dr.1 Comlssiío de Pareceres 
Tomou posse dia 7 o vereador 
ILDEFON O PINHEIRO, que por motivo 
de força maior niio havia comparecido 
no dia 1%. O jovem emedebita reúne am 
plas qualidades para exercer com brilho 
suas funções .... Tem o apoio da Tribu­ 
na .... é gente nossa. 
<ietúlio Lino 
2.<> Se, cl'láriu 
( . .. _ -- 
lesa essão foi eleita o 2? Secre­ 
tário (Getúlio Lino do MOB) e escolhidos 
os merobros da Coml,são de pareceres, fl. 
cando assim constituída: Presidente Afono 
Dilon Nune11 Leite, Reiator: ildefonso Pi­ 
nheiro e merbro: Getúlio Lino. 
Presentes na sessão, Carlos Edy 
Afonso Dilon Nunes Leite Medeiros, Pedro Palmléri e Fernandes 
Presidente da Comissão de Povo Alves Gomes Filho. 
N sesüo do dia 7 comparecera.n os 
aegulntes vereadores:Marques, Dilon, Ncedi 
Lino Ildefonso e Turini. F-altnrum os verea­ 
dores Centurilo, EIy e Nivaldo. O "1rals 
votado" Ely de Araújo Barbosa justificou 
0e-x: 
O presidente José Marques falou: 
"Faço dessas minhas palavras uma men­ 
sagem. i-,rinclpalmente aos juvens. aos 
que hoje ingressam nos caminhos da poli­ 
tica, às vez1;s iogmto, m·as quase sempre 
com resultndot< benéficos par ll a nossa 
consciência. A8sumi a presidência dessa 
casa com o espírito tranquilo, aqui estou 
para dosar os O.nimos, quebrar arestas 
unificar ideais; prechmmos formar uma cor­ 
rente, trabalhar junto com o Executivo, 
somos um grupo de homens escolhidos pe­ 
lo povo para trabalhar para esse povo. 
Cotscientes dessn responsabilidade concla­ 
mo-os à lut!l, ao trabalho dentro ria lei e 
da urdem. Para numa síntese Cl)mum, en­ 
grandecermos a nossa função. Meus agrade­ 
cimentos aos colegas. Meus votos de um 
ano legislativo profícuo e em benefício da 
coletivtdade,,. 
0-c83 
Bem .... o presidente falou bo­ 
nito, traçou objetivos, delineou rotas, va­ 
mos aguardar a parte prâtlca. Tribuna dll' 
Frontelra estará junto com oa vereadores 
como sempre esteve, até agorll, por aaber 
que o Le1-:talativo é a alma da dRIM!eracla. 
O nosso amigo Avelino (o homem 
dos protestos) reclamou do J ornai. Concor­ 
damos com o dileto e digno "velho guer­ 
reiro" Devido a compromlPSOI! inadiáveis 
fomos obrigados a viajar . . . mas volta­ 
rr,os e com força total. Vai melhorar, viu 
amigo. 
scss 	Cuiaba-- Sedlr :t 
Diversos médicos que trabal!lam i ·-0 governador cio J: ;­ 
para o IPEMAT mediante credenciação a, tado de Mato G;-J: -::, 
firmaram que, até o momento ainda não assinou decreto ap:· J· 
receberam o dinheiro correspondente. Um vando o régular:1a; :o 
ruédlco está com quase CrS 40.000,00 para do Instituto de Ter,;::1 
receber ... alô lpemat, alô... de Mato Grosso- ·1. 
TERMAT-, entiili:: o 
autárqulca,·com p r 
sonalidade jurídic:: 1 
patrimônio pró;,rí ·:•. 
vinculada a Sec:t'. ~­ 
ria de Agricuitu.&. 
Pelo decreto. a l - 
TERMA T se encI - 
gará da execução .a 
política estadual de> 
terral' públicas. 
Para o dese ::li .J • 
nho de suas otrlÍ m,:J; 
o Instituto, pcdca 
celebrar acordo, o 
convênios cm a l, e 
outros Estado3 o 
l'1unicípios. bem r i - 
mo participar de 1. 
presas públicas, f - 
ciedades de econ:>1 ::i 
Delegacia de Polícia Civil de Bela Vista Mt. mista, Fundaçõ~1 u 
N.o 38-DPC-77 	entidades liemel!in r:­ 
tes, fundoi pub:Ic, :. 
especiais e de desn1- 
volviB1ento. 
Diz ainda, qu o 
patrimônio eare2e:.2 
Em 02 de Fevereiro de 1977. Do Dele da INTERMAT.,Ir 1. 
do_de Policia Civil ao Exmo. Sr. IJirelor do Jor;,nl 11istrado por sua d1 _ 
Tribuna da Fronrc,rn de Bela Vista - M. Ivaldo Pe t»ria. co. observLn- 
reira. 	cia dos preceitcs Je. 
Exmo Sr. Diretor 	{gais e regulam :. 
1 
res, saiio empregaC:~E 
Apnz-me como_nicar à V. S. que em dat,i exclusiv~mente, r•a 
de l do corrente preste comproruisso na DUPC/ C_'>nsecuçao das fi. .­ 
Jardim -_Mt._tendo a«sumido o cargo de Dele±aã, ? lidades da entid! • 
de Paliem Civil desta Comarca.' 	A aplicação, dos rc . 
Ourrossim comunico à v 
5 
. curso11 fina.ncclri: -, 
nomeação foi publicada no D. o. ~. j
7 ,;g;,e minha terá em vista aIraI - 
de 19 do mês de Janeiro pretérito. • • dara
d
o tenção ou aua: er, • 
0 
do valor de seu pat.i­ 
mônio e a obtenço 
dos recursos adis.a­ 
nais destinados ::: 0 
custeio de suas tf:i­ 
dade.s. 
Uma coisa é certa. se () Dr. Ely 
de Araújo Barbosa colo~ar toda a sua In­ 
teligência a serviço da função que agora 
vai exercer (vereador) Bela Vista terá 
muito a g,mhar palavras de um adepto 
do mais votado ... 
Secretaria de Segurança Pública 
POLlCIA CIVfL 
Colocando à inteira disposição d ·- 
presa apresento-lhe meus protestos d, .a Em­ 
apreço. 	e almiração e 
Atenciosamente 
Josi Loureiro, Delegado de Pol!ci:i. 
Cioverno Apro':u 
Regulamento êb 
INTERMAT 
I

n,·lt Vi ln • ,11. 
________________________________ ,:.:.'.'i:b:·Jn• ,fa ~~'-"_!e_i_ra 	1_.1_!!_._;; 
t,Continuação 
e) O homem como todos os éres da Natureza, 
E composto de matéria fora. O corpo a maté- 
ria a alma é a forma. Assim, o homem uma u- 
h-tini comporta, resultante da união do corpo 
da lma. Distinguem-e três espécies da alma corre. 
pndente aos três graus de vida; vegetativa enati­ 
a e racional. No homem na alma é o principio de 
todos os fenómenos vitais, Os instrumentos de ua 
}' iilade ão de cinco espécies: nutritiva, ensitia 
apetitiva, locomotiva e racional, 
Existem duas formas de conhecimento: o +ens-i­ 
tio e o intelectivo, distintos mas intimamente rela­ 
ionados, As idias, formns de conhecimento ir.te- 
Jeetual, não ão inatas. ão adquiridas pela alma, 
através do processo de trazão realizado ,uLre 
11 
imagem +enritiva, por intermédio de um faculdade 
especial; a inteligenein atin, Por isso, nada existe 
n inteligência que no tenha antes passado pelos 
sentidos, 
, , i,:) O fim rnpremo dr, homem é li fclicidnJc. , 
Felicidade o resultado do desenvolvimento Irmo­ 
nioso das tendências de um er. E a consequência 
natural do exercício perfeito da atividade que o es­ 
peclficn. Senclo n rn,.ào u ntiviclod,• caraclt'ri;ticn e 
f ea,cuciul cio homem é n eontemplnçào ,lt• Deus, que 
é verdade mais alta e inteligível, será o seu fim 
~ úhimo e a su felicidade rnprcmn, Meio de lan 
~-ln é n virtude tJUe consi~tc t'lll dominar o• npcri­ 
tes irracionais e cm subordinar a atividade prtica 
do império cio ruzilo. 
h) Em quanto que, pnru S6crute, e Plutão, o vir- 
• 1udc •e idcntif1cn com o saber, para Aristóteles, a 
1irtu<lc c·ncuntrn-ec nn bondade ou bem fnur. A 'ir- 
1udc nt1o pro'élll du int cli:,:êncio e sim da , onlnclt,. 
O bom para o homem é o gir da parte de ua na­ 
lur·c:zn. E como esta parte consta de dois elementos 
a razão e a vontade, há também duas espécies de 
bondade: n bonJudc i111rlcct11al e n bondade de ca­ 
l !cr. A primcin, n,lqnirc-ee pelo ensino, 11 scgun<lu 
elos bons hábitos. A virtude não se limita em co- 
a nhecer o que é reto, mas antes, e, ,obrctudo, cm 
Vrnticá ln. 
Aristóteles foi pnrtidí,rio tio estatismo pedagó 
ico, A missa suprema doEstado é educar as novas 
rações, O estatismo aristotélico não chegou porém 
(' ponto de sufocnr a liberdade civil e impedir n 
rmação da personalidade Individual. Pregou ainda 
Aristóteles a educação integral, isto é, a formação har 
oniosa do corpo e cio espírito. Acon,dhou procc,,os 
de cn~ino nnulfticos e intuithos, subordinndo• il nu­ 
turczn individual dos rducnndos. E considerou n cdu• 
cação como processo que devia envolver toda a 
risténcia humana do nascimento à morte. 
Ministério do Exércílo li Exordto 9.a Reglõo 
MIiitar 4.a Divl!iéio do Cavalaria 10.o Regi- 
mcnlo do Covoloria Rcglrncnlo Anlo:,lo Joüo 
EDITDl .o 01/77 - CL 
Gamaliel Stumpf 
t
erceiro período da 
grega. 
J 1) - EPICURISMO 
Nasceu Epicuro não se sabe uo 
certo se em Slos ou na .Atica. Desde 14 
unos dedicou-se filosofia, ensinando por 
ausifanes adepto ae Demócrito. Alimenta 
se de pil.o e guu. Foi ele (;! nüo um 
toico quem primeiro afirmou. "Que um 
homem podia ser feliz em meio do tormen­ 
to". 
Seus adeptos tinham de oprendel' uma 
espécie de credo que encerrava suas doutri­ 
nas, as sobre quais ele não admitin dúvida 
Nado. foi acrescentado nem modificado. 
Duzentos anos depois Lucrécio transfor­ 
Iou u8 filosofia em poesia. Foram perdi· 
lias todas suas trezentas obras. 
. - O prazer afirmo é o começo 
1 il o fim da vida abençoada o único discí­ 
! pulo emiaente de Epícuro é o poeta Lu- 
l
crfoto (99-55 A C). é multo admire.do pelos 
A 11omlcistas por ter acrescentado aos é.to­ 
'I tno~ de Demócrlto a qualidade do peso 
! co1no fator primitivo do movimento atô~l- 
co. Em Astronomia foi retrógado, repelin- 
. 	. 
r 
filosofia 
de a esferiedade da 'Terra do Pitágoras de 
Doruócrito 
De flua bio)ngia co11becem-se 1<uas 
idélui; nfio ob,;(uute ler- ·e perdido suu o- 
1.Jru ·« Illstórln Nnturul da Humanidade» ... 
bandeneu Epicuro o sensualismo meio realista 
e mt>lo ldeullstll de Decnócrllo, umpllundo 
o realismo das qualidades +eaivei a todas 
as sc'nsuções. 	! A Comls,:,[lo de Jícllnçüo 10° lh·gl- 
:1Iornllsta realista do prezu·, de mento de Cavalaria, de acordo com o dc­ 
Arh;llppo, ntenuundo como prlndpalmen(e ! ereto lei nº 200 de 25 Fev. Gi, resolve 
lnlelcctua). 	. [ otrau/s deste edital aceitar proposta para 
Filósofo pré materialista, com deu· i aquisição dos seguintes artigos para tor­ 
se e ulmas constituida8 por útomos psi-, neclmento da tropa, no período compreen­ 
qureou do Democritc divididos em quatro dldo de 1º de Abril à 30 de Ju11ho üe 1.977 
grupos. 	, 1 - Carne de hol e/osso: De pri 
Enl'im, doutrinas muito sen:elhnntes I melra qualidade compreendeudo em quar­ 
a esta no entanto foram reavivadas pelos I tos trezelt'os O dianteiros e em parles i­ 
lllósofos frnnceses e levadas à Inglalt-rra ' guals ou maior de trazelros e e 
por Benthum e seus adeptos e atruvés de-1 no máximo uma costela e não contendo mais 
les-. 	que 20 % de osso peso bruto para forne- 
0 Cristianismo. era encarado por . cimento da tropa. 
esses homens de maneira tão hostil como; a Média mensal de forneclmen­ 
Epícuro encaro1;1 as religiões de sua época,. t,1: n.000 (Seis mil) kgs aproximadamtiule. 
Por hoje, encerramos nossas notas b-- Local de entrega das propos- 
para voltumos no próximo número des:e tas: Fiscalização Adristrativa. 
Jornal. com. o item 2- 'eoplntonlsmo. c _ Receberá as propostas: Sr. Fls 
Obngado pelu atenção da leitura,. cal Administrativo do Regimento. 
u voee jovem estudante e a todos os que d -Data da entrega das propostas 
me honrurem com ulguma ate!lçao, neste 25 de Fevereiro de 1.977. 
modesto esforço pela cultura dos nossos e Horário da entrega das pro- 
moços, e porque não dizer, nossos um pou postas: até 1o:00 horas. 
co Ilibas e filhas. 	f - Critrélo de julgamento: 1!elhor 
qualidade e menor preço. 
g Local de Informações: Fisc. 
Adm. ou Sv de Aprovisionamento: 
h - Condições de apresentação: 
Estar Cadastrado no 10% RC e CGCMF 
1 - Assinaturas de contrato: 25 de 
Fevereiro 1.977. 
2 - pão: De primeira qualidade. 
n - llédia mensal de fornecimen­ 
to: G.000 ( eis mil) kgs aproximadamente. 
b Inicio de fornecimento: 1 ° de 
abril 1.977. 
e • Término de fornecimento: 30 
de Junho l.977. 
d - Assinatura de Contrato: 25 de 
Fevereiro 1.977. 
Quartel dm Bela Vista Mt 04 de 
Fevereiro 1.977. 
Sérgio Rego Miranda - Cap Cav 
Presidente. 
José de Ribamar Cruz e Silva Cap 
Vet Membro 
Sebastião de lled11iros 1º Ten Int 
Secretaria. • 
da f rnrateira 
Fundado em 25-02-72 
Redator-Chefe - .Jualdo Parira 
Gerente - dfdaír CÂnlato 
Sub-Gerente • ..JCdio CmJa 
COMPOSIÇÃO - Regina Mendes, Joio Vicente, 
Lurio E,robur, Pctlonio Ldo, ivnn Lhzime 
DIPRESStO - Carlos Tadeu - Nilson Hobctto 
"As opiniões emitidas nos artigos assina 
cios nào rcprcsc1llnm o ponto de ,·isto do jornol 
podendo ser até contráriusa este. As opiniões do 
Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos 
comentários não assinados" 
Culnbú Foi rcccn­ 
temente realizadn 
naquela cldudo, cc1n­ 
corrênciu públlca J)!! 
ra coustrução do u­ 
ma unidade hospl­ 
talar t'l11 Ponta Po­ 
rá, veucida pol!L fir­ 
ma paraense Vitro­ 
f cr. O novo hospital 
será Inteiramente fl­ 
nanciado pelo F:n 
rural e conetrulclo em 
terreno doado pela 
Prefelluru municipal 
Conforme nos lufor­ 
mou o presidente do 
Sindicato Rural e 
confirmando as de­ 
clarações do sub­ 
diretor rio Fuorural 
para ,lato Uros!lo, 
Dr. Pau:o Jorge Pln• 
to Pinbrlro, quando 
aqui er<teve em no­ 
vembro último, a1; 
obras deverão Inici­ 
ar oinda neste mes de 
fevereiro. 
"Tribuna da Fronteira é umn publicação 
do GHÁFlCA e EDITORA APA 
Diretora Proprietário - Maria Estela V. Pereira 
CGC. F. 05.201.266/ 0002 Laser. 13059254-3 
Assinatura Anual 
Hospit Fa1- 
rnra1 i itio ,e 
O ras ainda este 
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l'r>sla l'lda<le ele . .r1lonio ,João, mu 
nlcíplo do mesmo nome, oornr.rcu. ;!o 
Ponta Porá, estudo ds Mato Grosso, aos 
primeiros dia do mês de fevereiro, do 
uno de mil uovsento- lletcnta a i,;rto 
(l.!177). Eu U111 S DE ,LIEIO,, lnvm;ll­ 
do no varo de Juiz de Pz deste mu­ 
nlclj>ln, no qual fui nomenudo pelo Exmo 
Snr. Dr·. G,,v -1·1111dor <lo E:;tnrln de ilalo 
Grosso, habilitado pelo M. Dr. Juiz de 
Dlr,,110 cl11 11.illarnu d·· l'onlu Poni, ~Ir., 
purn r,·pr esenlú lo na pos: dos vera«do. 
res eleitos par COílHll ca cl(!,(1:1 munlc!­ 
pio; nusim prossegue. 
,i:: D.00 hurn-, co111pu!"cci no pl'éllio 
• dn Prddturn .luuiciµnl c!1•,t11 eilludP on­ 
de o Snr. Prf llu lrnvla ul'cr(·ciclo um 
de seus H.i!ões par;, a sulenl!lar1c da pos­ 
s dos novos edis, o que oco;e às 
10,utJ horas muli; ou n11:.·110~; em continua 
çr1,, da !ioltlllldur!e, OH vereadores <J<'S· 
pusernm-,e u votarem a fim de formarem 
tl mesa drretor,.J. ns,lm p1·ocPdidu a vo­ 
tação, e lmedilltam»ute feita a upurnção 
dos votos, tivemos o conhecimento que 
o edil ,l'11Uldo :lurquvs da Silva hnvJa 
sido eleito com trê~ Y0tos contra clois 
dudos ao edil íl.ubeus de Oliveir·•; tum. 
bt!m foru eleito para vlce-preb!detJle e 
8~crettu-lo os edb: Rubros de Olivelrn e 
1ltuir ue O!rvetru, rPspectivarneute os 
edis e o povo presente e mesmo o Sr. 
Preft !to for·um couvidadns PL'lo Sr. Jr·gi. 
leu do Mattos, ainda investido no cnrgo 
de Presidente ds Càmaru, para compa­ 
recerem no prédio da Cilmura que fica 
cllst!l.ncintto Ja prefeitura mula ou menos 
uns 80 mts. qu::ndo a evaquação deu-se 
cto povo e ruuls os edis, do prédio dn 
Preroltur,'l. (muis ou), digo emcawinlrnn­ 
do.se para o prédio da Câmura, o edil 
Norluo Gonçulvl's, usando de palavrões 
de b,dxo e,calflo, investiu contra o edil 
Rubens de Oliveiru dizendo oue ele núo 
buviu curupridu com o combinado! O tu­ 
múltuo fui "erdadeirnmente orrendo! O 
eoil turnullunute e agressivo sacou de um 
revólver que até então trazia-o escondi­ 
do por detrnixu de sua roupa e colo­ 
cou-o sómente o cano debaixo de sua 
cinttl (•Dl frente uo umbigo e voseirnva 
pnluvrões e ameaças, mesmo o Sr. De­ 
legado de Policia tendo recrutado ,;eus 
polkia1s com a máxima Ut"g'êncln, foram 
impotentes aos dbtúrbios do UseiI"u e lo­ 
SE'iro Norino GonçulvP6! Eu como 1-rr,re­ 
St!nlnnte do Exmo. Dr. Juiz de Direito 
tentei arr.inizu1· os lm,tintos bcstiah des­ 
te edil. mas fui :itingido pelo seu rol de 
pult1vrões e rnsultos tios mais degradan­ 
tes pos,1vei;! Diuudo-me nltos poJnvrõPs 
que, eu podal., ficar uo lado do delega­ 
rlozinbo e <lc seus pvlicmis e que ptlderia 
ir mesmo chaur até o Exército que ele 
nlio os temiu! O Sr. Prefeito muito o fez 
pra amenizar ou ao meri.os acalrnfir o 
end:abraLlo, odacioso e repugaunl•·, abu- 
6ivo c•uil porém, todas esses esforços 
foram em vão! O homem que aqui deve 
ser quallricud.1 <l~ Ca[ugeste e niio de· 
homem, desrespeitava tolos e ofendia. 
o:, st•tnpre com palavrões como e fosse 
um suj peluzinhilo de fazenda sem 
a mínima Pducaçüo! Gu e os demJis a­ 
migos qu~ lll~ :,uplic1lYnm c:rlmo. eram­ 
JlJOH nti11gi
1
los µelu lodossal de emundi­ 
ces suidus ao6 bo: boijic s da tenwel bô­ 
cn do Endil Nor-ino Gonçalves! Chegando 
mesmo a lr na farmacia de D".M tina 
DauzackP.r Flores, uma senllfl;a estima­ 
da e , esp,•ilar!a 110 s~io deste p -vo. so- · 
gra du edil ofendido e arrazado; !ubens 
de Oleia, e vo Irar que ia uw tur o 
S'!U genru nuqu~l • momento! Que era sõ­ 
rneute encoulr:l.-io e pronto! Defunto 
Fre,,:o! Et
1
1bora Dna. ilartiua no maior 
desspero suplie±se-o que não o fzesse 
nada ao genno. mais o monstrengo que­ 
rn mesm era fazi:r r-xibição de coi-e­ 
gem a dernoustrnr que et·a o d,no ab,o 
!~tu rl<'slu cidade! is10 !é. eru lá pt.>las 
l.>,00 hu:·as ou mais. o end:ubrado ecM 
uffll!a nü Hl'(anllo satl r •Jto com seus a• 
tuH COíld( <:OI"OZl18 tomou posse tio C':ll"I'O, 
talves fese SPU, não si-1, e em plena A· 
vei;ir!,1 Eugênio Pemrn «Patife» 1.>im, digo o 
«P1Jtil'e», ficava f:.11.,inelo rudlglos em um 
ó lugar dezenas de ,·,•ze,, afustando-sP 
uns d l'Z mell'OH e torava li por lll'U COl'­ 
ro em rodigio como fosse um pié1o, a,;.­ 
Hlm eontiecutivumente por muito e mui­ 
to lc•mpo dando i-u11s demo,traçÕPR que 
j(r lll1o sei mais corno qualiric{Ho! Jlrn­ 
p,J!h:.11tlo llldo o t1·ü111Jil,1H da Avt•nldu e 
o,; ppdrRtl'Jfl que RH dPfendesst·m como 
puclrssem J)Ht·a 11ão ~<•rem e1.ri agados 
pt-1111, 1·0 :laR rio e,, n·o do bossal edil! As 
1111lrs os nuiors desesperos correndo 
em busca de seus filhos par evitar a 
desastres que para lodos (JUEl o vlo ~õ­ 
mente mesmo DEUS paderia alvar as 
crianc!J1ha,! E o ,,~(OCINHO» em pi, l"1 
Avenida, já nesta ttllura rJanr!u 'dPnin~­ 
lrações de nlta Ambrluguês continuava a 
ofend<'r CÉU::, A TERRAS! At ~ onde va­ 
mos uportar este individuo que vem 
desmonstrando er um prt>luriano rl·s 
t mpos rir• NERO - CEZAH? Qu11uuu jJI' - 
clsJmos l"mbrar-nos que já estamos no 
Século XX 
,cbar1do rfe ,·.Pu d. ver levando 
coubccimencl) dn,; demais uutorirlndes es- 
• sns ocorrêr.clas, nn tentativa partt que 
sejam tomados algumas prnvidência11, pa­ 
ra que 20 menos venha servi, de exem­ 
plos pnra a noa juveutude que pode• 
rão espJlhatem-se nos efeitos dos de.;a­ 
justantes. Aqui rncerro ao meu relatório 
e aguarelo os Neus efeitos se tiverem 
ÊCO.s. 
O LEO ç SE tBRE 
Urias de Almeida 
,Juiz de Paz 
RONDA POLICIAL 
POSSE 
Tomou posse nri. DRPC de Jardim 
ra o cargo de Delegado d1i Policia 
Bela Vis!a, o senhor J o&é Loureiro, 
dia 31 ele janeiro. 
o-<-.< 
EMBRIAGUf:S 
Foi detido por estar em briagtldo 
(: p:·omovendo desordens ? indi•iduo 
Valdorniro Garcia, permanecendo 2-1 1.Jo­ 
rns oa cadeia. 
Detida a mulher de nome Euzebia 
Gomes que se encontrava fora,,.ida na 
cidade de Ponta Porã. Saiu em ct..~iiaên­ 
cia o inve;,tigador Olivelro Nieanor,co­ 
rn1. ndn r!e êxito sua mis ilo, recambian­ 
do p:a esta Comarca, <'Dtre~ando-a ao 
senhor Delegado de Policia, Senhor ,José 
Loure11"0. 
------·--------·-·----- 
Ano I J! l,  i ta - lt. l 111.Y. 7 1 n .' 9 
O volumoso feixe de denúncias form. 
hld:,s contr:.i ,, f.!í)"Prna!.lol' ,Jo é Garcia 't­ 
to, de Mto Grosso, j incluía prssões con 
trn corre;pondr·ritcs de publrcaço •11 do f't1! 
do pais, ne1Ju'1 oti cmpr~-~ti111<'>-1 ('OIIC'1·df,!011 
por bancos oficiais e sobretudo, n mnciça 
nomeução de parentes p.ta euros público« 
(VEJA n" 43.). 
Na seurnna pa-,~arln, o rol rle irrcgu_lu- 
1·idudes foi engordado por nov:Jr. d(•núuc111,; 
de depntados do !DB, muís uma Yez c11- 
volveodo fo rn,Jia re:- d o govrrrw clor. Jgnr:1 
os emPdebh.ta, f;11,:ten:am qut• alguns pa 
rentes de Uai eia Neto estariam anhsndo. 
em cojunto. c•·n::t c'e ,1,,'.J./Hlfl l,1·11zeJr B 
mensail' com G :1lugu->J rle prédios par!rcu­ 
lares à orzio da a aiuistração estadual. 
,,;sfm (, qu u C, 1p:rnh11 r!P Snnear11Pn­ 
lo do Eefado , :'.)U11eu , ), prc-Fidida por José 
Luiz norge~ l1111cla. lho do g,,vernudur, 
paga G<J.ono nuzci; s pelo aluguel de um 
vellJo préd1•1 íJ.:l'le.1c, 1,re a Luís lrmã ele 
• Ênlo Vieir.:,, !Jul' ,u: v,-z pre11Jrle11le da ...re­ 
na e do Banco <lo Estado de Mato Gros<>o, 
além de concunhado de Garcia Neto. Tam­ 
bém pertence ,, um pare1Jle de f:nio Vieira 
o editício ocupado pela SeeretarJa d11 Agri­ 
,cullura, alugado por 8 1.000 cruzeiros men- 1 
aais. 
Para complelal', o pai do on1ipr sente 
Vieira é o propriela;.o da casa onde fuu 
ciuua u Exatoría Especial do Estado. Com 
o s,:ugue-frio de sempre, o g0Yernado1· Gar­ 
cia Neto apressou-se a dPbilar também ei;­ 
sas denúncias a "urr,a insidiosa <:ampanba 
da grande imprensa contra o g-over□o de 
!lato Grosrn." :'ifos a oposição promete con 
tinuar colecionando nas próximas i;emanas 
documentos rdücionados com o 
"caso dos a!uguéis'· que certamente H'rão 
divulg!l.dos durante a ofensiva prevista pa­ 
ra março, quando se encerra o reces50 par­ 
lamentar. 
··campanha mórbida"-· Ainda na sema­ 
pa- na passada, entrtt~nto, o ~IDB matogrossen 
Je se trutuva de ampliar &eu leque <.le acusa­ 
uo ções a Garcia Neto. Assim, já na quinta-fei­ 
ra espocava em Cuiubá a suspeita de que 
a C1veletro, uma emprc>oa de engenharia de 
que o governador é sócio, vem sendo bene­ 
ficiada por contratos d~ su~empreitaca,; fir­ 
mados com outras empre~us vence::c!Qras de 
concorrência& para a exPcução <.le obrus pú­ 
blicas. S,•gundn deputados dr .!DB, até z.­ 
bril a Civeletro deverá receber quase !O 
;:,c::-x~ 	m1lh~es de cruzeiros pela const~uçiio de 280 
O VIV ALDI:'.O 	das t0l casHs populares encomendada, p::- 
No dia 4 do corrente foi detido l Estado à Engenharia e Comét-cio Ltct
11
. 
por ludibriar a boa íé de ua vizinha rEncoJ, que repassou 40% rio contrat1J à em- 
tentando ,·ender a morad.a dn mesma presa de que Garcia l'etu é sóc,o_ 
pt•lu segunda vez de 1:ome Atanacildo _Outra empresa, a Co!lslrumat, confiou 
:llancoelho, residente no bairro Nossa à Civeletro a construçãn de G15 casas num 
Senhor,.1 ae Fátima (ex-bairro Nunca-te. co~junto de 1500 no bairro do Terceiro. em 
Vi). tendo rectbido como reco::npensa Cwab~j por m~·io ae um contrato de EUb­ 
pela sua conduta (de vilvnlclino), meio emprenaàa estipulado em f>2 milhões de cru­ 
dia de Rerviços braçais. (roçada de rua) zerros. De qualqer forma. o c-ng-enbeiro Ezio 
coo 	Francisco Calabria, diretor-presidente da Ci­ 
veletro, reagiu às denúncias com um curto 
EM TEMPO 	eirado desmentido: "Isso é uma campanha 
Foram presos (detidos por suspei- mórbida contra o governador (,urcl:i Neto" 
tas e pat·a _lins de averiguações), os idi- @servo._ 'Nada tenho a declarar." en­ 
v1duos Aduo OrtPga e Oldemar Pires, Sebeiro_Joaquim Ligeto, da E:c, garantiu 
diu 9p.p. Cuspeita d~ roubo de gado). ' ao ~ornai O Globo que" ::essas co::tr~t:Js 
o< a }""!m a passagem d obras para terei- 
Foi detida a doméstica de nome As obras de uma avenid d - - 
E!da Fátima V. Almeid!!, por ter r1>c1:bi- lômetros ligando 
O 
aeropúI"to ~, ~~ubá q::u­ 
do um anel de formatura roubado b,ti.rro da Prainha "' , e . ia. ª-º 
em Aautdauan, roubo efetuado pela Izando a& reci_."j%to_ vinha obt­ 
sua colegs de nome Luiza oiivia $u- metos d4 cri"$",}""s e equipa- 
zn. resulente em quidauana. _Exito das I eia tenha s'do ,•cn~·cta 
1
. Ena coneorren- 
• r - C • ã • d p 1 	ti pela E1co No iní 
mves 1g.1çoes: om1ss rio e o icia Ci- ele das atividades .-les ape · · - 
vil de Aquirlau1n!i Pm serriço nest-i co- rum >1Jrruni: eqi<i 'nmen•~ nas nos _aluga­ 
marca, auxiliado pelo investigsdor des- normal catre ti$ " aeontegir.cito 
ta delegacia, Francisco Carviío. ficou_bgio. iá4,, Snharig jus. 
º • a <'1.a linalm<> t 
na udu de preocup• - • , -n e, a 
s;;frru u :i_coes de Gar•ci::r. Keto 
ta d a}"}, Oyo acréscimo: alegdo ",j. 
is.%"; x:é%j? e 
retorrn da Compsnuia de D . toda cJi. 
do • 4e ifsG Grosso tc,$?""?lime±te 
se coletivamente. Com ~s,'Iatv de.antiu­ 
rios oferece--.1111 ·i bai· • o, os d:.>n:Hsswná 
i!DB • • ' rug~m de c•·i(jc , 
- a 1:iesperada conrrib . :- • as r,~ 
e administrativa no ~.""'io de uma er- 
"' • rno es:uduaI. 
dei do G»em 
1· f~ r.11 c•d .. ,, f t"il h-r r h 
d a puhiudke of., 
na páginas doer}d 
p«" 6 uas viu!aia 
As queixa qu o oer. 
mo pesa ter do comporta 
mento «d joral não po 
de leá-lo a acionar a. 
ta que é a mais solene 
forma de Cen+ara· a 
comia, a vez do. 
lanchada uma Censura 
abremn-e as comporta 
para todas as outras, ar 
bitrariedade não ato 
isnl tdo, l lun,1., .frta11 
ambiental. 
Se o boico l eco-  
nümlco ao J il !or re­ 
alml!t1 Lo upllcado, es­ 
tará o Governo ps 
"nn<lo um atestado 
dr úblto rrn pro joio de 
dísle11:-:1o política que 
até U[~oru J!Jo te,.a 
grnnjeudo l'l'spello ta 
co"f!ança ele um gr.ru- 
dt• contJ11r;t>nte de 
Im1sileil'os ufastudo 
da. t{evolução dcscJe 
o ato JI. 
Se o Governo prc· 
tende resl!'iauir seu5 
gastos er.1 publiclda • 
de, deve fazê-lo ur­ 
gente e genéricamen­ 
te. Jpei;ar de todas 
as recomendaçoes 
continuam os orgãos 
públlcos a esbar,j,.!' 
somas fantástfcn11 
mas tais assessorias 
de comunicação socr. 
ai i;uas execrávef,c, 
publicaçõl!s polfcrú­ 
nfcas. Mas concen­ 
trar este corte de 
verba num veículo a­ 
penas, e logo num, 
que passou à oposi­ 
ção, é simplesmente 
jogar fora as parcas 
e dolorosamente con­ 
quistadas liberdades 
de que hoje dispomns. 
Sé o JB ataca o Go. 
verno de forma iní­ 
qua, se hoje pro""· 
ra todos os pretextos 
para perder os cana- 
i3 de televisão qv f 
ontem ludo fez pra 
1 
conseguir, cabe o 
Governo retrucar n2- 
Jos meios adequados, 
de forma pública 0 
1 
inequívoca. '] ! 
E,u áli:i<la e o.lti"a a,;. ..? 
tude oficial de não re•pcn­ 
dera seus críticos enqua­ 
to ,uhterr.jneamentc acio­ 
na Lodos OE- ra.ncon:;, ... !(m 
de ser pouco dii,'Tl:J.., tf~nn­ 
ta um e•pírito ,inclico·in 
ruuito cuJ1>01""0 A rr1t:--m.!l 
fraqueza que Ie,·ou o u-n­ 
dicional jornal a expc 
ar zu desagrado frente 
a nc-iio governamental '-. 
YI! dominar o Poder F•~­ 
cutivo. Só n•Fim poder-,.,. 
a levar à opinião públiui 
os dois lados da verd!e. 
DL•pondo-se ao deb:l! •. o 
Governo não ei-tá cu.r,-rn­ 
do-t:e•, no contrário. cre ... c•·. 
.o fu,ti;:ar por debaixo 
da mesa seus detrat .. rc.:-. / 
o Governo implicitamen· 
te_aceite culpas. E .e di­ 
mm. 
Se :; lihercl:ide ilc ir' ·r­ 
mnç5o tem servido JB 'a 
ra atacar o Go,erno. 1..:u! 
,cn iclo também pari 4- 
o JR seja n'-'!cado. 2e-r:· 
:iltimo .a.no e tnc.io ...... :--e 
citar apenas as é,'­ 
t>caramauças o jornal ? 
roca enfrentou treme4 
embates com o grupo « 
Globo e com a D:: 
d-sociados, dos qe. .' 
au com o prestígio r 
rianJcnte nbilaio. e L,t•' t / 
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