■• ■ w [7 I0 0u2 V íl ' l li t a 1 l lill . per@ , "» i ld' A BELA VISTA ... ,,. ' D E ... • • • SEMANÁRIO INDEPENDENTE Fundador o Dlrotor Rcspon.sável Ivulclo Porelrn ANO V - N.o 23!1 - ílelu Vista 13 de Fevereiro de 1977 - 8 Páginas ''O Verd■dolro Jornal não se limito o Infor­ mar, ó oplnall· vo tambó m' (Herbert Moses) - Preço do exemplar CrS 3,00 - Fun-dado em 25-2-721 ■ ■ 1) Ato do Governo do Estado, publicado no Diário Oficial de 1911/77, nomeou o senhor José Loureiro delegado de Policia de i la. A medida veio preencher uma grave lacuna no etor policial nesta cidade, haja vista que a função e tava endo exercida pelo Escrivão (( socos. 2} !s r;as de assa cidade estão sendo atroadas. atual administração atendeu o apelo do povo e procura resagdeiar o aspecto urano da Princesa do lpa. Bela --09-09 3) O Interurbano já é uma realidade. Agora Belo Vista poderá falar com o Brasil. O Governo do Estado cumpriu com o prometido, mas a co 1 aboração da Prefeitura Municipal foi valiosa ... Nossas congratulações ao senhor Prefeito Municipal. .. o ./ , •. país medidas realmente democráticas, uma nbertura posshd em meio àa difirulc.lades uniYersai,. oo mes­ mo tempo em que o Executivo permaneça amparado a lim de nUo compdido n tomnr medidn3 t".:c:tre•· ID:lF. ·uo v,·jo quem não de,frute de liberdade no pois. Por i,so, sou ÍO'Or-,h:',,I il manutenção do Al-5 que tem •ido n•odo muito pouco e optnas conu-:, subver:,1 os que lutam contra a segurança e a liberd.nde e, por is.-o devem ser penalizado,. O Al-5 por en­ quanto é instrumento forte crelá­ rlo de Artcuturu de Mu to Grosôo. eJ1111111do 'l'uqueH. As providências apovadas pelo ffancn dr) 1Jr:rn1l qUl' Jfl detcrn,luou a to­ dus as g@netas du pri eira Régio Uu pronta execução, +üns seguintes. cri+ço do condições paro ese umento do gado do Pantanal e peiierl+ li .ha de crédilo aos l11ven1{,;tc1H e l't'Ct'llldol'CS pum nqu!slçãfl do gatlo do p11ntunul 00'11 preços fixados em <'rS 1.300,0U pu·a boi mugro CrS 9j0,0íl p•trn vnca magra o puro uovllhu até deis anos, CS 550.00 pura bezerro e bezerra Esf'ns medidas s1•rilo eslendldus às agências do Banco do Brasil uo TriO.u­ glo Mineiro, Oeste de Sün Paulo e todc,­ o estado de G0lllR e Mato Grosso. Os cria­ dores da A1m1zônlu matogros8ense, ondl· segundo » SUDAM, existe pastagens oclCJ­ sus uumu área de 2ú0 mil hectares, rece­ brio do Banco do Brasil locação de recursos dn Protrrra para a compra dl' gado do complexo do Pantanal, até a lo­ tação da~ p,1stage11H, com ampli11çií.o d" prazo de un:ortlz!:Ção do empréstimo, d, cinco pura oito 11uos. Aqui ição d( Matrize A autorlz•,çií.o do Banco do Bra­ sil se estende ulntln aos pecuaristas da r11gliio abaixo do paralelo 16, que terllo linha de cr.étllto aherta pttru a aquisição de matrizes, novilhas e bezerros com os seguintes pl·t.>çns: CrS 1.200,U0 parn matri zes; CrS ;mo.oo pa;-a novilhas até duls a­ nos; CrS 700,00 parn bezerros e bezerras. Grande Corumbá o Aquidauuua, a fim de manter contactos com os pecuurbtaíi da região um face das medidas financel­ ras que ct;lüo seado ncJot-idns em r•·laç,,o à comc.>rclullzição e financiamentos do g..1- do pnntnneil'o. Hinistro da ,. A ilustrção de VEIA, compondo - ~ p+lógica que d urna prc!en·• .i1·vo1 c l'l' L • , "' , . _ _ • guarita erros e » equivocas concluso> coafol'CU~ teitorcii o dtrl'i· lo P edir- Jhr uma reti[1c1JçUo <1e m,•tcmo nl­ A : e a ver cançe. Porque o que está em jogo ' dude, u verdle fai violada, causando, co!!l u sua tlivulg .ç.io 11l1t orC'lcla. lllll con­ vencimento errado da opinião pública. Iuquirn. pnr exemplo, pus qu Insl-têne:a em figurar a esposa do over­ nudor L'otrl' os quu são remunerados pelo Ar,rícullurn l:imbém ~over;io, quau lo j.1 foi dilo e provado que i' ela pelo ergo que exere de presidentn Empenhado da Fundação de 'Promoção Soei l de Mato areoso, não percebe um único centavo doas Em telex e II vi o d o a o cofr1-s 011 entidade ou do Estado? E nté Governo de Mato Grosso, 0 Secretflrlo-Ge I quando e demonstrou que a gratuidade rel do Mlnlstrr!o da Agrtcullura informava do eu trabalho d 'Ylll a um díspo~itlvc que o Ministro Alysson Paulinelli está pe preso na p.ópia lei através du qual o soalmente empenhado em gestlonar rveuF governado erwu a instituie? Ou a criti­ os ao Governo Federal puru u ant eip+ a e dirige pena- "voutru o fato da pre- çúo da compra de gado destinado ao nba- n@ del+ · pres1 1cia do õrgi1o usshitência so- que o Ministro acntou com mito interesse ,se c,,azida própria esposa do as postulaçoes forrcul!! das pl'!r•s pecu • T'S. ·o • tas e dirtgcntes classistas ao Ser:retá1L.1 8e governnnt· • ral do !1lnlstérlo, quando vi itou O Pi•ntll- Pergunto, :ti ,' 1 , porque a obstina• nal há uma semana, em cornpar,hi:.t i;,., :l'.i- çào em t:ltuar a fi !! .. 0 governador entre ulstro do Interl<•r. • os qu" p,'rre:iell uc, .• ,fres do Entad(•, c_o- 1uo"·sessora da m:lação de Promoção Social", quando já l , lito ela jamais exer­ ceu tal função e j n .spercebeu qualquer remuneração. quer e tidade, quer do Fs­ tado, quer do micíio da Capita', .o qual su marido é o prefeito? Aí não e,-tão, purn coufirmar isto, as contas do governo e o Diário Oficial que publica as nmea­ çõee?" G Promissórias F'ol aberl11, também, uma linht1 espe­ cial de créditos nas cidades atingidas pe­ las enchentes, par o comércio através de notas promis ·órias até o limite de 200 mil cruzeiros, de acordo com o patrimônio liquido individual. Além de suspender o protesto de titulus por 25 dias, a rim dl' articular com o devedor. Frigoríficos Esta linna de financiamento seria coloC'.ada à disposição d" frigoríficos in­ vernistas e crladorrR. l;) Finauciamento nas me 'mas cono1<;ol'" para custeio do • transporte e despes:s com úluguélR de pasto em áre11s altas. (e Interceder nc FtU· lido de ativar e dar preferência à COBIL para aquisição de ggdo do pantanal nu formu.ç!lo do estoque regulador. d) Finan­ ciamento tumMm em condições especiais para o reslabelecíu.ento do criatório pan­ taneiro. e) Prorrogação dos prazos do PRO RllA 1' Como medidas fu11da111rntnis parn a rtglão de Indgo, a Beguir, por que a ttímo­ cnrd/er mais dtfhzido, twlzo II satislaçiJo de propor ó V. sla em SURlentur a mesmll afrrrnatlva com 8xcclillcin o seguinte: 1 . Amp!i11(úo do ne- relução ú Sra. ~!aríete Vie:ra. prima e nií.<> roporto d11. cidade de Corumbá. 2 - Projeto irm:1 - da esposa do governador, quando de recupernçüo da naveg!l.ÇÜ0 nuvlal do igualmente já se refrutou tivesSI} ela qual- imposto de renda Rio Paraguai. 3 . Conclusão das Obras quer vinculo empregatício com a Fundaç/lo das Transpantaneira - Culabá/Corumbú. 4 de Promoção S1•cial. ou com outro qualr:;uer Ativação e conclusão da BK-2G1 Aquiúau- órgão do Estado, ou do município, em vir· O Ministro da Fa­ una/Corumbá. 5 - Das obras da barrdgt>m tude do qual percebesse salário. não obs· zenda exp>!diu no do Rio llanso com vista!' à reguluri:laçüo tante colabore eficaz e destacadamente día 15-12-7ü, a por­ de encbentes, melhoria das condlçõ:.!s de com er-se trabalho, desde o nascimento da laria n.o 497, estabe naveg11ção e produção de energia elétrica f<'undação? lec2ndo prazos para 6 • llelhoria da Estrada de Fe'rro Noroes I ª Declaração do te no tter.bo de Trés Lagoas a Corumbá. E sigü interpela11do porque a per- Imposto de Renda. 7. Apoio visando acelerar a instalação do , tinácia em f.Ustentar que a ra. Laís G. de 14 de fovre1ro frigorHico de Corumbá. 8. Continuidnde e Vi ira é familiar do governador e funcio- até 4 de abril 77 aperfeiçoamento dos estu:l.os hidrológicos nária do IPE MAT, quando jà fartamete se quem tiver que pa­ da Bacia do Alto Paraguai atrsvés do esclareceu a nusenc1a des,;e parenteB'10 e gar imposto ou di- DNOS. 9. Programa de e;ploração, preser- quA e_la é apenas p~nsionista do In~li.~uto, reito a restituição; vaçiio e controle da fauna e da flura do em '"Jrtude do falecimento do esposo?' de 14 de fevereiro Pantanal MatogrossensR I O. Duplicação da a 4 maio 77 as pes- Linha de Transmissão trecho Campo Gran- ----------------- soas isent.:.11 de im- de-Corumbá. Outrossim comunico VoFsa E..x- pvsto de renda. ci@seis que d@seriiei a sos«ti@is @» {r.{va [ais3 la Cgsia a71ges urna equipe técnica para acompanhar e a- ~1 v11liar li situação bem como propor m.edf­ dai: de r,oráter executivo e preventivo a curto e longo prazo. a certeza do sempre pronto e decidido apoio de Vossa Excelên- cia aproveito n oportunidade para reiterar os meus protestos da mais e!evad11 estima e consideração. José Garcia Neto "Goveroador do Estado" Outro Erro Os [rlgoriricos tiveram llnha de crédi­ to especlul aberta pelo Banco do Brasil com przo de 120 dins para dt:!sconto de promlssórlai: rur,ds, desde que adquirido o gado do Pantanal e do periferia. O pruzo normal da promis!-ória rural é de 30 li 60 dlus p11ra <• gado gordo. As cidades benelicia­ das segundo o Bunco do Brasil, são Aqui­ dauana, Cáceres, Corumbá, Coxim, Cuiabá, lHrundu, Pocone, Porte, :Iurt!nho, Rio Yer­ de, Rondonópoli~ e Campo Gral.!de. Secretário Viaja O Secrd!iriu dr, Agrlcu 1turu, Erlmuodo Taques, v i a j o u p a r a C li m p o ADVOCACIA EM GERAL Rua Volunt:írios da Patria, 376 . Fone 210 Bela Vista Mato Grosso O Governo do Es. tado de Mato Grosso iuloiou contn:o--: ur~ Atea Federal para ft­ flífJtcla r a comerela­ !lwçio cJo Gadtl do Pantauul utrnvl·s. til' Créditos especiais !udepondentes de ou tros comproml s 8 0 na rt-de bauc:11 la, pa ra a compra de a­ du no p 111Lfln11. A iufornwçüo ó cio Secretário B e n t O Porto, do Plél 11eja­ tnPnto e Coorucna­ ção Geral, que uflt'­ Jll ,: l.t.l:iLS Itnuncla• tentos seriam destl­ uado!'I aos frlgor1fí­ cos criadore!t e 111- vernistas de outrus reglõe.:, que ten!Juru 111teres,e em adqui­ rir o gado daquela região. Outm medida, soli­ cltuda pelo Governo de M!ato Grosso, é a de flnanclnmcnto nas mesm'.J.S cJndi­ ções pura o tranicpor te do gado e recu­ peração do recriutó­ r!o do Pantanal. a fim de miulm!zar os prejuízos em relaçâo o gado salvo das enchentes. Leia e Assine o Jornal Tribuna da Fronteira o '"Vendemos qualidade" latriais te Cstnri» ea tal - Ilhas [ansas, de Munizi lailo, lusiil e [lnail, Ii's, 'Iils, luljs, c»jtos $:u'tios. e nulo te1is latis e plslias, {erros, tipas, Iilas, ilrs, anans, sal - Ili pana sna tmstruz, rrilizce s Iras. " YEMUEM8S QUALIDADE "A única que mantém um estoque Rua: Cel. Juvencio, n.o 3I5 ex- Postal 36- permanente para pronta entrega" Guia Lo es da Laguna - 'Mt - Futuras in;:.talações em Jardim ·- » } 1 í ..._ llela Vl1t1 - Mt. 'frll.Junr1 cl't l'routeJr,t --------- 13 2-77 AINDA UMA TE FALTA COISA " E quando Jesus ouviu Isto; dl111-lh1: olnda 18 folia coisa" (Luc. 18,220). 1,us Essa história do moço que foi 11 J e- . em busca de orJentacão esplrlluul pa­ ra a sua vida. tem so1•v1c10 de buirn parn mullos tipos de mensagens. Foi HU qua­ dro dUel"Onte dos dernals! O Senhor Jesut1 está alendl:'ndo n enformas de todo u so:·­ te e até um <1uso criado pelos dlscípuloH em reln@o os meninos. 1vsus está rel­ vendo, quando chrg11 aquele jovC>m: Rico bom l'_ducado, fllh.., ele rumllla ilui,tre 1• chd~ de rrnudo .. . O ~mbtente f11I tolulme111e mudado As ntençoPs de tocfo-. se vol111r. 1111 par,1 u conversa-diálogo truvada entre Jesus e o moço I lco. ~ Vúrlot1 ent1iname11tot1 silo nncon• trarl0s ne&to aconlndmonto. Seufio vl:'jnmos: 1. As Intenções do Jcivem ilo e pode du,•id·,r tio que aque­ le moco <:,ra berri lutenlllonarlo em l'elaçào 110 futuro de sua alma por isso procurou solução para aquele problema em Jesus o Salvador... ' 2. A concepção d1tquele moço acerca de Cristo. Sentindo a necessidade de sua alma suo co11ctpçi'lo, isto é, sua fa..:uldade rle enten­ der, de compreender as coisas. levou-o a buscar Aquele que realmente podia resol. ver a sua slluaçúo: Cristo, o Salvador ... j 3. As Qualidades que possuia O Pecado na vida do homem é um fenómeno na relação do pecador par .1 com Deus e que nem sempre tira aqu.!lus qua­ lidades Inerentes à personalidade humana ... Aquele moço era, pois, um homem de qua­ lidades exemplares no tocante a sua vi­ da moral e material, mas não tinha o es­ seucinl: A salvação eterna! Cristo ao axarninar aquele jovem, não obstante: Suns intenções, sua couce­ pção acerca dEie, Cristo, e suas qualld!l.des di:;sr-lhe: ''o/11do lt falta umn coisa.'' Obediên­ cia ... O Problema era tão sómente obebiên­ cla! .< riqueza não era empecilho ... Zuqueu era rico o (oi salvo por Cristo porque obe­ deceu a tudo quanto o Mestre determinou. Deu de mão a fortuna que possuía pura servir com alegria 110 Salvador. O moço do nosso texto, no entanto, pelo fato de não obedecer ao lleetre retirou-se triste e perdido! Conclusão: :ieu amigo não crente, talvez voce seja uma pessoa bem inten­ cionada, é possível que sua concepção acerca de Cristo seja a melhor poss1vel e, finalmente, voce pode ser possuidor de boas qualidades morais, intelectuais e ma­ teriais ... mas eu quero lhe dizer o seguin­ te: Se voc'3 não estiver disposto a obede­ cer a Cristo seu fim será o mesmo do mo­ ço rico ... Aceita, obedece a Cristo, e Ele Iarã de sua vld!!- uma vida de bênção. Que assim &eja. AMEM. Mini'-lé!'ÍO ,'o fi:xér('ito JJ Exf·n:ilo 9.a Hegião Militar 4.u Divi,ão de Cavalaria 10.o Hcgime11lo de Cava­ laria Rcrrirncnto Antonio João COMUNICADO 1 N" 01, 77-CL AC LA O JA77 D Pr.sflete do CIbe Esrti H •l.t'i ,(Ili) (1 . t·o111i,•iio t!t' li,·it.1t'ílu dn 1 O. Jl, .. •i111t'J1tn ,!,· Cavalaria, tora • públieó que no dia dre Feerei rn ,lc J 977, emitira convite- paras aqui-ião de Car. ne de frango (abatido) . H) •· f(·1li,1 n11•1i,,1J d,· fort1Pri111t·1110: • I.:100 0111111 anil I •· ln"i'l'11to11 ) kg .. 111t·11-ol. 1.) -- Início de forecimento:- L. de Abril ,1,· 1 97í. I') - Trmino dre fornecimento; •• 30 de Junho de 1977. Ael'linnturn 1l0 1·011t1nh•: • 2.; ,lc Ít· tn:iru d,· 1.977. Q1111rt1·l ,·111 ll,·111 'i-lu, ,Jt •. O Ide Ft'1. ,fr 1.977 SEJIGIO REGO MIHANDA - CAI'. CA V. l'rr,i,frnte. Relatórios Americanos: 3 b» Msl iiú JOSf: DE HIUAHAH CHliZ E :-IL' , •• C.l'. CA '. Membro SEBASTIÃO DE MEDEIHOS-- 1. TEN. JNT. ccrc16rio. Governo de Mato G:asso reivi- dica ao Governo federal em Função das Enhent0s: Consub!-toncin1lo t·m Jcvnntamentoi;. contiuuo:­ c sistemáticos renliz:ulos por equipe; e órgãos gover­ namentais atuando dirt'lamentc nas áreas de encheu• te•. principulmcnte, do. rios Aquialnunno •. lírandu, Paraná Paraguai e tribuWrio,; - o último afetando ,·á. rio~ regiões do pantanal rnnto~ro!-~ea:-c, onde O!:' prr.­ vii;ües nté u:;:orn t<'(:>i:J 'RECADO À CAMARA: esu º"" a cobntu, r,1 d" .:Crj!.lslotlllC' sml l)lobol... um repórter ser destacado para cobrir todas a sessões. O povão acompanhará a atuação do~ v, rc:1- ! dores. ix;x;.::,,:; Osvaldo Turini (o ve t:'ador qut 1 na solenidade de posse elogiou o no­ ''jornalzlnho" falou a mpelt~ cln ele!çlu da j diretoria do Clube Esportivo HeluvHlt·n~t:' l pedindo que fosse enviado ao Executivo 1 uma indicaçilo no sentido de lnsentar dn 1 taxa de energia elétrica " telefoo~ o clu­ be, ate c;ue o mesmo normulíze 1u':'- situa­ ção. e um pedido que m•r•'ce crédito. o Belavisten e é o nossu Clube. De maneira grral. foi brm recebida o rsco/l,o dr JOSÉ :SIMPLICIO DA CO TA MARQUE para Presidente do Legislativo belavisten­ se. Marques com largos uno'< de experiên­ ula polillca, é homem simples- avessa á po­ Utica de discórdias ... 098608° Os moradores da Rua da República pedem ao senllor pre[eito municipal que tome proviJênch1t1; quase todas os ruas foram patroladus, menos a rua da República . Porque? E o matagal avança ... avança . avança ... Que os proprietários dos terrenos fuçam e. necessária limpeza e a Prefoilura faço. a limpeza das ruas ... é o óbvio ... Pouc:is vêze,; um homem terá recebi­ do uma demonstração de amizade e sobre­ tudo de respeito a suu atuação Jolíttca, como a que recebeu Flori lIurano, na sua aessilo do din 7, por parte do atual presi­ sidente da CO.mar,t, Marques afirmou que "O digno politico marcou sua passagem por esta P-asa com ioiciu.tivas que visavam sempre o hem esta:. da colellvidnde" ... " -i ! E • . ~ . ' • ;»- ·-· -3- -.• s .. 1 ·; ,··! ' ' Ildefonso Pinheiro Reletor dr.1 Comlssiío de Pareceres Tomou posse dia 7 o vereador ILDEFON O PINHEIRO, que por motivo de força maior niio havia comparecido no dia 1%. O jovem emedebita reúne am plas qualidades para exercer com brilho suas funções .... Tem o apoio da Tribu­ na .... é gente nossa. Se, cl'láriu ( . .. _ -- lesa essão foi eleita o 2? Secre­ tário (Getúlio Lino do MOB) e escolhidos os merobros da Coml,são de pareceres, fl. cando assim constituída: Presidente Afono Dilon Nune11 Leite, Reiator: ildefonso Pi­ nheiro e merbro: Getúlio Lino. Presentes na sessão, Carlos Edy Afonso Dilon Nunes Leite Medeiros, Pedro Palmléri e Fernandes Presidente da Comissão de Povo Alves Gomes Filho. N sesüo do dia 7 comparecera.n os aegulntes vereadores:Marques, Dilon, Ncedi Lino Ildefonso e Turini. F-altnrum os verea­ dores Centurilo, EIy e Nivaldo. O "1rals votado" Ely de Araújo Barbosa justificou 0e-x: O presidente José Marques falou: "Faço dessas minhas palavras uma men­ sagem. i-,rinclpalmente aos juvens. aos que hoje ingressam nos caminhos da poli­ tica, às vez1;s iogmto, m·as quase sempre com resultndot< benéficos par ll a nossa consciência. A8sumi a presidência dessa casa com o espírito tranquilo, aqui estou para dosar os O.nimos, quebrar arestas unificar ideais; prechmmos formar uma cor­ rente, trabalhar junto com o Executivo, somos um grupo de homens escolhidos pe­ lo povo para trabalhar para esse povo. Cotscientes dessn responsabilidade concla­ mo-os à lut!l, ao trabalho dentro ria lei e da urdem. Para numa síntese Cl)mum, en­ grandecermos a nossa função. Meus agrade­ cimentos aos colegas. Meus votos de um ano legislativo profícuo e em benefício da coletivtdade,,. 0-c83 Bem .... o presidente falou bo­ nito, traçou objetivos, delineou rotas, va­ mos aguardar a parte prâtlca. Tribuna dll' Frontelra estará junto com oa vereadores como sempre esteve, até agorll, por aaber que o Le1-:talativo é a alma da dRIM!eracla. O nosso amigo Avelino (o homem dos protestos) reclamou do J ornai. Concor­ damos com o dileto e digno "velho guer­ reiro" Devido a compromlPSOI! inadiáveis fomos obrigados a viajar . . . mas volta­ rr,os e com força total. Vai melhorar, viu amigo. scss Cuiaba-- Sedlr :t Diversos médicos que trabal!lam i ·-0 governador cio J: ;­ para o IPEMAT mediante credenciação a, tado de Mato G;-J: -::, firmaram que, até o momento ainda não assinou decreto ap:· J· receberam o dinheiro correspondente. Um vando o régular:1a; :o ruédlco está com quase CrS 40.000,00 para do Instituto de Ter,;::1 receber ... alô lpemat, alô... de Mato Grosso- ·1. TERMAT-, entiili:: o autárqulca,·com p r sonalidade jurídic:: 1 patrimônio pró;,rí ·:•. vinculada a Sec:t'. ~­ ria de Agricuitu.&. Pelo decreto. a l - TERMA T se encI - gará da execução .a política estadual de> terral' públicas. Para o dese ::li .J • nho de suas otrlÍ m,:J; o Instituto, pcdca celebrar acordo, o convênios cm a l, e outros Estado3 o l'1unicípios. bem r i - mo participar de 1. presas públicas, f - ciedades de econ:>1 ::i Delegacia de Polícia Civil de Bela Vista Mt. mista, Fundaçõ~1 u N.o 38-DPC-77 entidades liemel!in r:­ tes, fundoi pub:Ic, :. especiais e de desn1- volviB1ento. Diz ainda, qu o patrimônio eare2e:.2 Em 02 de Fevereiro de 1977. Do Dele da INTERMAT.,Ir 1. do_de Policia Civil ao Exmo. Sr. IJirelor do Jor;,nl 11istrado por sua d1 _ Tribuna da Fronrc,rn de Bela Vista - M. Ivaldo Pe t»ria. co. observLn- reira. cia dos preceitcs Je. Exmo Sr. Diretor {gais e regulam :. 1 res, saiio empregaC:~E Apnz-me como_nicar à V. S. que em dat,i exclusiv~mente, r•a de l do corrente preste comproruisso na DUPC/ C_'>nsecuçao das fi. .­ Jardim -_Mt._tendo a«sumido o cargo de Dele±aã, ? lidades da entid! • de Paliem Civil desta Comarca.' A aplicação, dos rc . Ourrossim comunico à v 5 . curso11 fina.ncclri: -, nomeação foi publicada no D. o. ~. j 7 ,;g;,e minha terá em vista aIraI - de 19 do mês de Janeiro pretérito. • • dara d o tenção ou aua: er, • 0 do valor de seu pat.i­ mônio e a obtenço dos recursos adis.a­ nais destinados ::: 0 custeio de suas tf:i­ dade.s. Uma coisa é certa. se () Dr. Ely de Araújo Barbosa colo~ar toda a sua In­ teligência a serviço da função que agora vai exercer (vereador) Bela Vista terá muito a g,mhar palavras de um adepto do mais votado ... Secretaria de Segurança Pública POLlCIA CIVfL Colocando à inteira disposição d ·- presa apresento-lhe meus protestos d, .a Em­ apreço. e almiração e Atenciosamente Josi Loureiro, Delegado de Pol!ci:i. Cioverno Apro':u Regulamento êb INTERMAT I n,·lt Vi ln • ,11. ________________________________ ,:.:.'.'i:b:·Jn• ,fa ~~'-"_!e_i_ra 1_.1_!!_._;; t,Continuação e) O homem como todos os éres da Natureza, E composto de matéria fora. O corpo a maté- ria a alma é a forma. Assim, o homem uma u- h-tini comporta, resultante da união do corpo da lma. Distinguem-e três espécies da alma corre. pndente aos três graus de vida; vegetativa enati­ a e racional. No homem na alma é o principio de todos os fenómenos vitais, Os instrumentos de ua }' iilade ão de cinco espécies: nutritiva, ensitia apetitiva, locomotiva e racional, Existem duas formas de conhecimento: o +ens-i­ tio e o intelectivo, distintos mas intimamente rela­ ionados, As idias, formns de conhecimento ir.te- Jeetual, não ão inatas. ão adquiridas pela alma, através do processo de trazão realizado ,uLre 11 imagem +enritiva, por intermédio de um faculdade especial; a inteligenein atin, Por isso, nada existe n inteligência que no tenha antes passado pelos sentidos, , , i,:) O fim rnpremo dr, homem é li fclicidnJc. , Felicidade o resultado do desenvolvimento Irmo­ nioso das tendências de um er. E a consequência natural do exercício perfeito da atividade que o es­ peclficn. Senclo n rn,.ào u ntiviclod,• caraclt'ri;ticn e f ea,cuciul cio homem é n eontemplnçào ,lt• Deus, que é verdade mais alta e inteligível, será o seu fim ~ úhimo e a su felicidade rnprcmn, Meio de lan ~-ln é n virtude tJUe consi~tc t'lll dominar o• npcri­ tes irracionais e cm subordinar a atividade prtica do império cio ruzilo. h) Em quanto que, pnru S6crute, e Plutão, o vir- • 1udc •e idcntif1cn com o saber, para Aristóteles, a 1irtulo ldeullstll de Decnócrllo, umpllundo o realismo das qualidades +eaivei a todas as sc'nsuções. ! A Comls,:,[lo de Jícllnçüo 10° lh·gl- :1Iornllsta realista do prezu·, de mento de Cavalaria, de acordo com o dc­ Arh;llppo, ntenuundo como prlndpalmen(e ! ereto lei nº 200 de 25 Fev. Gi, resolve lnlelcctua). . [ otrau/s deste edital aceitar proposta para Filósofo pré materialista, com deu· i aquisição dos seguintes artigos para tor­ se e ulmas constituida8 por útomos psi-, neclmento da tropa, no período compreen­ qureou do Democritc divididos em quatro dldo de 1º de Abril à 30 de Ju11ho üe 1.977 grupos. , 1 - Carne de hol e/osso: De pri Enl'im, doutrinas muito sen:elhnntes I melra qualidade compreendeudo em quar­ a esta no entanto foram reavivadas pelos I tos trezelt'os O dianteiros e em parles i­ lllósofos frnnceses e levadas à Inglalt-rra ' guals ou maior de trazelros e e por Benthum e seus adeptos e atruvés de-1 no máximo uma costela e não contendo mais les-. que 20 % de osso peso bruto para forne- 0 Cristianismo. era encarado por . cimento da tropa. esses homens de maneira tão hostil como; a Média mensal de forneclmen­ Epícuro encaro1;1 as religiões de sua época,. t,1: n.000 (Seis mil) kgs aproximadamtiule. Por hoje, encerramos nossas notas b-- Local de entrega das propos- para voltumos no próximo número des:e tas: Fiscalização Adristrativa. Jornal. com. o item 2- 'eoplntonlsmo. c _ Receberá as propostas: Sr. Fls Obngado pelu atenção da leitura,. cal Administrativo do Regimento. u voee jovem estudante e a todos os que d -Data da entrega das propostas me honrurem com ulguma ate!lçao, neste 25 de Fevereiro de 1.977. modesto esforço pela cultura dos nossos e Horário da entrega das pro- moços, e porque não dizer, nossos um pou postas: até 1o:00 horas. co Ilibas e filhas. f - Critrélo de julgamento: 1!elhor qualidade e menor preço. g Local de Informações: Fisc. Adm. ou Sv de Aprovisionamento: h - Condições de apresentação: Estar Cadastrado no 10% RC e CGCMF 1 - Assinaturas de contrato: 25 de Fevereiro 1.977. 2 - pão: De primeira qualidade. n - llédia mensal de fornecimen­ to: G.000 ( eis mil) kgs aproximadamente. b Inicio de fornecimento: 1 ° de abril 1.977. e • Término de fornecimento: 30 de Junho l.977. d - Assinatura de Contrato: 25 de Fevereiro 1.977. Quartel dm Bela Vista Mt 04 de Fevereiro 1.977. Sérgio Rego Miranda - Cap Cav Presidente. José de Ribamar Cruz e Silva Cap Vet Membro Sebastião de lled11iros 1º Ten Int Secretaria. • da f rnrateira Fundado em 25-02-72 Redator-Chefe - .Jualdo Parira Gerente - dfdaír CÂnlato Sub-Gerente • ..JCdio CmJa COMPOSIÇÃO - Regina Mendes, Joio Vicente, Lurio E,robur, Pctlonio Ldo, ivnn Lhzime DIPRESStO - Carlos Tadeu - Nilson Hobctto "As opiniões emitidas nos artigos assina cios nào rcprcsc1llnm o ponto de ,·isto do jornol podendo ser até contráriusa este. As opiniões do Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos comentários não assinados" Culnbú Foi rcccn­ temente realizadn naquela cldudo, cc1n­ corrênciu públlca J)!! ra coustrução do u­ ma unidade hospl­ talar t'l11 Ponta Po­ rá, veucida pol!L fir­ ma paraense Vitro­ f cr. O novo hospital será Inteiramente fl­ nanciado pelo F:n rural e conetrulclo em terreno doado pela Prefelluru municipal Conforme nos lufor­ mou o presidente do Sindicato Rural e confirmando as de­ clarações do sub­ diretor rio Fuorural para ,lato Uros!lo, Dr. Pau:o Jorge Pln• to Pinbrlro, quando aqui er IU - 5 1-. 1/) (l) L. > IU (/) o. (l) a, r o:: Dr. José de Ribamar Cruz da Silva Partos, Giaecologi21., Clinica Geral CRM RJ 17.937 - CRM-MT 439/s - CPF 058043377 Consultório - Rua·· Quinze de Novembro, 481 - Tel 203 BELA VISTA l • I - f- , MOVEIS Eletrc-Domésticos em Geral Failidadas de Pagamento - olhão divino Integrado (Algodão, espuma, sisai, molejo ortopédico e firmeza progressiva) Casa Alle Móveif': Onde Voce Compra Tudo Para o Seu Lar. l l Rua 7 de Setembro, 140 }- Ponta Porã Mato Grosso l'r>sla l'ldaln, no qual fui nomenudo pelo Exmo Snr. Dr·. G,,v -1·1111dor las l.>,00 hu:·as ou mais. o end:ubrado ecM uffll!a nü Hl'(anllo satl r •Jto com seus a• tuH COíld( <:OI"OZl18 tomou posse tio C':ll"I'O, talves fese SPU, não si-1, e em plena A· vei;ir!,1 Eugênio Pemrn «Patife» 1.>im, digo o «P1Jtil'e», ficava f:.11.,inelo rudlglos em um ó lugar dezenas de ,·,•ze,, afustando-sP uns d l'Z mell'OH e torava li por lll'U COl'­ ro em rodigio como fosse um pié1o, a,;.­ Hlm eontiecutivumente por muito e mui­ to lc•mpo dando i-u11s demo,traçÕPR que j(r lll1o sei mais corno qualiric{Ho! Jlrn­ p,J!h:.11tlo llldo o t1·ü111Jil,1H da Avt•nldu e o,; ppdrRtl'Jfl que RH dPfendesst·m como puclrssem J)Ht·a 11ão ~<•rem e1.ri agados pt-1111, 1·0 :laR rio e,, n·o do bossal edil! As 1111lrs os nuiors desesperos correndo em busca de seus filhos par evitar a desastres que para lodos (JUEl o vlo ~õ­ mente mesmo DEUS paderia alvar as crianc!J1ha,! E o ,,~(OCINHO» em pi, l"1 Avenida, já nesta ttllura rJanr!u 'dPnin~­ lrações de nlta Ambrluguês continuava a ofend<'r CÉU::, A TERRAS! At ~ onde va­ mos uportar este individuo que vem desmonstrando er um prt>luriano rl·s t mpos rir• NERO - CEZAH? Qu11uuu jJI' - clsJmos l"mbrar-nos que já estamos no Século XX ,cbar1do rfe ,·.Pu d. ver levando coubccimencl) dn,; demais uutorirlndes es- • sns ocorrêr.clas, nn tentativa partt que sejam tomados algumas prnvidência11, pa­ ra que 20 menos venha servi, de exem­ plos pnra a noa juveutude que pode• rão espJlhatem-se nos efeitos dos de.;a­ justantes. Aqui rncerro ao meu relatório e aguarelo os Neus efeitos se tiverem ÊCO.s. O LEO ç SE tBRE Urias de Almeida ,Juiz de Paz RONDA POLICIAL POSSE Tomou posse nri. DRPC de Jardim ra o cargo de Delegado d1i Policia Bela Vis!a, o senhor J o&é Loureiro, dia 31 ele janeiro. o-<-.< EMBRIAGUf:S Foi detido por estar em briagtldo (: p:·omovendo desordens ? indi•iduo Valdorniro Garcia, permanecendo 2-1 1.Jo­ rns oa cadeia. Detida a mulher de nome Euzebia Gomes que se encontrava fora,,.ida na cidade de Ponta Porã. Saiu em ct..~iiaên­ cia o inve;,tigador Olivelro Nieanor,co­ rn1. ndn r!e êxito sua mis ilo, recambian­ do p:a esta Comarca, <'Dtre~ando-a ao senhor Delegado de Policia, Senhor ,José Loure11"0. ------·--------·-·----- Ano I J! l, i ta - lt. l 111.Y. 7 1 n .' 9 O volumoso feixe de denúncias form. hld:,s contr:.i ,, f.!í)"Prna!.lol' ,Jo é Garcia 't­ to, de Mto Grosso, j incluía prssões con trn corre;pondr·ritcs de publrcaço •11 do f't1! do pais, ne1Ju'1 oti cmpr~-~ti111<'>-1 ('OIIC'1·df,!011 por bancos oficiais e sobretudo, n mnciça nomeução de parentes p.ta euros público« (VEJA n" 43.). Na seurnna pa-,~arln, o rol rle irrcgu_lu- 1·idudes foi engordado por nov:Jr. d(•núuc111,; de depntados do !DB, muís uma Yez c11- volveodo fo rn,Jia re:- d o govrrrw clor. Jgnr:1 os emPdebh.ta, f;11,:ten:am qut• alguns pa rentes de Uai eia Neto estariam anhsndo. em cojunto. c•·n::t c'e ,1,,'.J./Hlfl l,1·11zeJr B mensail' com G :1lugu->J rle prédios par!rcu­ lares à orzio da a aiuistração estadual. ,,;sfm (, qu u C, 1p:rnh11 r!P Snnear11Pn­ lo do Eefado , :'.)U11eu , ), prc-Fidida por José Luiz norge~ l1111cla. lho do g,,vernudur, paga Go, além de concunhado de Garcia Neto. Tam­ bém pertence ,, um pare1Jle de f:nio Vieira o editício ocupado pela SeeretarJa d11 Agri­ ,cullura, alugado por 8 1.000 cruzeiros men- 1 aais. Para complelal', o pai do on1ipr sente Vieira é o propriela;.o da casa onde fuu ciuua u Exatoría Especial do Estado. Com o s,:ugue-frio de sempre, o g0Yernado1· Gar­ cia Neto apressou-se a dPbilar também ei;­ sas denúncias a "urr,a insidiosa <:ampanba da grande imprensa contra o g-over□o de !lato Grosrn." :'ifos a oposição promete con tinuar colecionando nas próximas i;emanas documentos rdücionados com o "caso dos a!uguéis'· que certamente H'rão divulg!l.dos durante a ofensiva prevista pa­ ra março, quando se encerra o reces50 par­ lamentar. ··campanha mórbida"-· Ainda na sema­ pa- na passada, entrtt~nto, o ~IDB matogrossen Je se trutuva de ampliar &eu leque <.le acusa­ uo ções a Garcia Neto. Assim, já na quinta-fei­ ra espocava em Cuiubá a suspeita de que a C1veletro, uma emprc>oa de engenharia de que o governador é sócio, vem sendo bene­ ficiada por contratos d~ su~empreitaca,; fir­ mados com outras empre~us vence::c!Qras de concorrência& para a exPcução <.le obrus pú­ blicas. S,•gundn deputados dr .!DB, até z.­ bril a Civeletro deverá receber quase !O ;:,c::-x~ m1lh~es de cruzeiros pela const~uçiio de 280 O VIV ALDI:'.O das t0l casHs populares encomendada, p::- No dia 4 do corrente foi detido l Estado à Engenharia e Comét-cio Ltct 11 . por ludibriar a boa íé de ua vizinha rEncoJ, que repassou 40% rio contrat1J à em- tentando ,·ender a morad.a dn mesma presa de que Garcia l'etu é sóc,o_ pt•lu segunda vez de 1:ome Atanacildo _Outra empresa, a Co!lslrumat, confiou :llancoelho, residente no bairro Nossa à Civeletro a construçãn de G15 casas num Senhor,.1 ae Fátima (ex-bairro Nunca-te. co~junto de 1500 no bairro do Terceiro. em Vi). tendo rectbido como reco::npensa Cwab~j por m~·io ae um contrato de EUb­ pela sua conduta (de vilvnlclino), meio emprenaàa estipulado em f>2 milhões de cru­ dia de Rerviços braçais. (roçada de rua) zerros. De qualqer forma. o c-ng-enbeiro Ezio coo Francisco Calabria, diretor-presidente da Ci­ veletro, reagiu às denúncias com um curto EM TEMPO eirado desmentido: "Isso é uma campanha Foram presos (detidos por suspei- mórbida contra o governador (,urcl:i Neto" tas e pat·a _lins de averiguações), os idi- @servo._ 'Nada tenho a declarar." en­ v1duos Aduo OrtPga e Oldemar Pires, Sebeiro_Joaquim Ligeto, da E:c, garantiu diu 9p.p. Cuspeita d~ roubo de gado). ' ao ~ornai O Globo que" ::essas co::tr~t:Js o< a }""!m a passagem d obras para terei- Foi detida a doméstica de nome As obras de uma avenid d - - E!da Fátima V. Almeid!!, por ter r1>c1:bi- lômetros ligando O aeropúI"to ~, ~~ubá q::u­ do um anel de formatura roubado b,ti.rro da Prainha "' , e . ia. ª-º em Aautdauan, roubo efetuado pela Izando a& reci_."j%to_ vinha obt­ sua colegs de nome Luiza oiivia $u- metos d4 cri"$",}""s e equipa- zn. resulente em quidauana. _Exito das I eia tenha s'do ,•cn~·cta 1 . Ena coneorren- • r - C • ã • d p 1 ti pela E1co No iní mves 1g.1çoes: om1ss rio e o icia Ci- ele das atividades .-les ape · · - vil de Aquirlau1n!i Pm serriço nest-i co- rum >1Jrruni: eqi t na udu de preocup• - • , -n e, a s;;frru u :i_coes de Gar•ci::r. Keto ta d a}"}, Oyo acréscimo: alegdo ",j. is.%"; x:é%j? e retorrn da Compsnuia de D . toda cJi. do • 4e ifsG Grosso tc,$?""?lime±te se coletivamente. Com ~s,'Iatv de.antiu­ rios oferece--.1111 ·i bai· • o, os d:.>n:Hsswná i!DB • • ' rug~m de c•·i(jc , - a 1:iesperada conrrib . :- • as r,~ e administrativa no ~.""'io de uma er- "' • rno es:uduaI. dei do G»em 1· f~ r.11 c•d .. ,, f t"il h-r r h d a puhiudke of., na páginas doer}d p«" 6 uas viu!aia As queixa qu o oer. mo pesa ter do comporta mento «d joral não po de leá-lo a acionar a. ta que é a mais solene forma de Cen+ara· a comia, a vez do. lanchada uma Censura abremn-e as comporta para todas as outras, ar bitrariedade não ato isnl tdo, l lun,1., .frta11 ambiental. Se o boico l eco- nümlco ao J il !or re­ alml!t1 Lo upllcado, es­ tará o Governo ps "nnnte de Im1sileil'os ufastudo da. t{evolução dcscJe o ato JI. Se o Governo prc· tende resl!'iauir seu5 gastos er.1 publiclda • de, deve fazê-lo ur­ gente e genéricamen­ te. Jpei;ar de todas as recomendaçoes continuam os orgãos públlcos a esbar,j,.!' somas fantástfcn11 mas tais assessorias de comunicação socr. ai i;uas execrávef,c, publicaçõl!s polfcrú­ nfcas. Mas concen­ trar este corte de verba num veículo a­ penas, e logo num, que passou à oposi­ ção, é simplesmente jogar fora as parcas e dolorosamente con­ quistadas liberdades de que hoje dispomns. Sé o JB ataca o Go. verno de forma iní­ qua, se hoje pro""· ra todos os pretextos para perder os cana- i3 de televisão qv f ontem ludo fez pra 1 conseguir, cabe o Governo retrucar n2- Jos meios adequados, de forma pública 0 1 inequívoca. '] ! E,u áli:i01""0 A rr1t:--m.!l fraqueza que Ie,·ou o u-n­ dicional jornal a expc ar zu desagrado frente a nc-iio governamental '-. YI! dominar o Poder F•~­ cutivo. Só n•Fim poder-,.,. a levar à opinião públiui os dois lados da verd!e. DL•pondo-se ao deb:l! •. o Governo não ei-tá cu.r,-rn­ do-t:e•, no contrário. cre ... c•·. .o fu,ti;:ar por debaixo da mesa seus detrat .. rc.:-. / o Governo implicitamen· te_aceite culpas. E .e di­ mm. Se :; lihercl:ide ilc ir' ·r­ mnç5o tem servido JB 'a ra atacar o Go,erno. 1..:u! ,cn iclo também pari 4- o JR seja n'-'!cado. 2e-r:· :iltimo .a.no e tnc.io ...... :--e citar apenas as é,'­ t>caramauças o jornal ? roca enfrentou treme4 embates com o grupo « Globo e com a D:: d-sociados, dos qe. .' au com o prestígio r rianJcnte nbilaio. e L,t•' t / da competiçio e do w gócio. Q