Até Junho n Tl'ibuna Mul'tluhenflo 
circulnrá quinz<.>ri:)lme?:!te ... depois passa­ 
rCi a ~eman{u·lo. E uma inicia li va do jor­ 
nalista lvaldo Pere!rn e do empresário 
Ederney Miranda SilV'l. Da união destes 
dois entusiastas surgiu a Síntese Edito­ 
r!ol L'l'DA, m,m indústria • grúl"ica que 
preencherá uma gn1.nde lacunu no co­ 
mércio murliuhense. Novas Idéias estão 
nn forj11 e grandes novidades surgirão no 
der.urrar de 1077 ... 
2 -± 
j 
O Governador Moura cavalcante dis­ 
' cor dou lia tese do Senudur J o rba Pus­ 
: 1> .;arinho que sugeriu a imbstítulçào do 
AI-5 por um instrumento que preserve os 
l direitos do cidadão mas permita ao Es- 
1 lado combater o minoria subversiva. E-ara 
, O Governador o .-l-5 deve permunPcer· 
até o momento em que a Revolução se 
completar. 
, 
• º··· 
a 
1 
a 
SEMANÁRIO 
INDEPENDí:NTE 
Fundador e 
Diretor 
Ro;ponsáve 1 
Ivaldo Pereira 
1 :13'.Eí!.~ W~$V ~ 
["" «roo 
ANO V - N.o 240 - Bela Vista -- 20 de Fevereiro de 1977- 8 Púglnas 
lio qu icntou coagir 
cri3ade civil é punido 
Ministro do Exército 
O Verdadelro 
Jornal não sol 
limita a lnfor• 
mar, ó opinati­ 
vo tamb6m' 
{Herbert Moses) 
- Prnço tl,, exemplnr GrS 3,00 - Fun.dado tim 25-2-721 
1 
Brasilia Com bse no Artigo 32 do 
E, Esttuto dos Mi!:tares. que dispõe sobre 
a Elieu ;lilitar, o ilinistro do Exército, 
Geral ylvio F'rotn, puniu com 30 dias 
de prisão o mujor da reserva :'-lorio Al­ 
berto Padnlha, por ter feito uso indevido 
de i;uu desigonção hierúrquia, ·'tentando 
..:ougir autoridades civis", no caso, o co­ 
ordenador do departamento de Policia 
Federal do Rio. 
O autos de sindicancia sobre a con­ 
t.uta irregular do .Mujor Padilha foram 
encumiohudos ao Ministério pelo Coman­ 
dante do I Exército, por ter-se verHicado 
que o transgress9r "no exercicio de fun­ 
ções de natureza civil e de caráter par­ 
ticular" contrariou o Estatuto dos llilitares. 
la2r,e quer q/e 0 Varo apre­ 
ele e lê as izücs que iG­ 
tele reformar 
.Trabalhai, não pela comida que perece mas pela 
comida qui- permanece pura n ~lrln elrrnn, o qual 
o filho do homem vos daró; porque a e,;e 
o Pai, Deus, o selou (João 27). O povo 
utd em lesta. O povo vibra e canta. O povo 
esquece ... r: canta. O povo vive o car­ 
naval. A festa de Momo, mais uma vez, 
como sempre enlouquece as multidões. 
Tudo é alegria, (alegria?) Tudo é diverti­ 
mento (divertimento ?) Os salões estão 
repletos. São qutro dias de festa. E de­ 
pois ... quarta feira de cinzas ... curo 
1 
a lembrança . . . com a. tristeza ... 
com a volta à realidade. E o carnaval 
o e salve-se quem puder. Tenho um grupo 
l 
de ltlitores especiais (graças a Deus), 
pois é ... pouca gente (será?) lê 'O Meu 
1 Can!inho (boie um pouco longo ... mas 
' não cansativo, (será?) Olha amigo, voee 
(meu leitor especial) passei uma semana 
di[icíl. muito d!ficíl. Sabe lá o que é um 
cara chegar pra voce E' dize..-: Cuidado, 
voce está para ultrapassar o limite de 
1 consciência ... multo cuidado. Outr_o 
, chega num tom grave: Sua mente é a 
l coisa mais importante zele por ela. Bem 
1 
fiquei preocupado, mas não era nada 
não. Visitei um dos loucos que cuidam de 
J loucos e vi que ele era mais louco e ri­ 
a valer. Mas neste mundo de loucos o 
errado é ser normal, então: seiamos lou 
cos. Mas é o Carnaval. .. tudo é festa.,. 
cerveja, wiski, cerveja ... e por aí se 
vai ... é o carna vai. 
Não compreenderão o nosso ideal? 
Que importa. Ar, piadas choverão vis e in­ 
fames? Coragem, amigos. A luta nun­ 
ca será demasiado intensa. O sonho nun­ 
ca é demasiado grande. "E'... Raoul 
Follereau sempre dizia: O clistiaoismo é 
u revo1uç!io do mundo pela caridade. 
Repartir com amor as riquezas do mundo, 
é tomar parte na sua criação... Barbari- 
dade ... passou um carro ·•um menino ou 
urna. menina" correndo correndo? Não ... 
voando ... voando para onde? Correndo 
porque? E' o carnaval... o carnaval da vi- 
da. Sim ... a vida é um carnaval. Para ?,l­ 
guos, uma eterna alegria ... sincera, au­ 
têntica. Para outros uma alegria fictícia 
provocada pelas bebidas ... pelas drogas. 
E para muitos. um eterna Quarta Feira {']II]II] 
de Cinzas ... tudo é carnaval. Levanta o 1 • 
A situação da Arena em Antonio João che~n " Gurudeva e te mostrará o Caminho. Segue- 4 Casin~a feliz 
,cr .cômica. Puhlicnmos um "Relatório" na edição me pelas estradas de. Damasco e te mos- . . 
anterior, a respeito de fatos ligados a posse dos ve- trarei a porta dn Luz. Onde brilha o Sol. l,lalnculas aberlas 
readores • desentendimentos entre "olega_areni-l Onde tu és o Ala e o Omega. Segue-l {ária. }l] ás {[l[] hg 
tns". O "relat6rio", assinnclo pelo Juiz cte Pnz, Sr, l 	d S h 
Urin de Almeida, critica'a a conduta ào vereada,j e e te levarei para as terras lo eo _or. Cursor llalernal-Pré-primária e 
'orino Gonçalves. Agora Publicamos u "Resposta Segue-me porque Sou e sempre S;,ret lf • 
1 
ªlf b . . . 
de, Norino Gonçalves". Situação engraçada e contra Unidade de Tua Conscienci.1. Se voce não Classe de II a el1zaeaa • cnan~as 
os princlpios da polltica. Onde estará o diret6rio da tem solicítude pelo seu irmão, vai para a parlir de 2 anos 
Arcmi'/ Onde estará o bom senso dos .. politicos" de junto de Caim. Os ricos dão mal porque 	• 
Antonio João? Porque niio apurar a veracidade dos • b b O 
C-.to, e pur.ir o (-) culpado ()? Ridículo é uma ·1; em vergoo a dos po res. u porque 
a de familia" ser levada aos jornais. Julguem os fa- têm medo. Auxiliar é compreender. E 
to» e punam os culpados. E a atitudr lógica e co- escutar. A vida.: O que é a viria? À vida 
rente principnlrucnte quando estes fatos dizem res é voce. E' u sua vida. Ah... as pessoas 
p:!ito a Politic<1s. Fsc;am uma reunião do Diretório que comem três vezes ao aia não têm 
e ajam como Polítfoo•. J:, foi o tempo doa "I'.istolei- press<t... E no princípio era 
O 
verbo. E 
ros da politiea", a violência gera violência, Espera- 
mos que o Dcpuuclo Ubaldo Barem tome conheci- o Verbo stva com Deus. E o Verbo 
mentó dos fatos acontecidos e procure intervir para] era Deus. "Dêem-me um ponto de a­ 
uma boa solução. Falamo no deputado porque ele_é] poio e levantarei o mundo (Arquimedes) 
quem controla a 'política de Antonio Joio (segundol Não é esto o !ilho do o3 ·"vtes ,9 & 
«a geral). Que_belo exemplo estão_proporcionando ·p, ;; 	arpmnetro: Sm. 
os "políticos". Um exemplo de irracionalidade. Ba-. 'a estás a Terra pura alguma coisa 
ta de polêmicas... pelo bem do p:miclo e cio mu- mais do que sonhar em:olhido em tua 
uiclpio. 
1 concha. 
O diálogo 
- Bom dia, Petrõnío. 
- Bom dia, Montoro. 
-Tudo bem? 
- Tudo pra frente. 
- Vamos ao diálogo, Petrõuio? 
Vamos, Montoro. Como está o tem­ 
po em São Paulo? 
Alguma chuva. E no Piauí? 
- Muito sol. Onde voce vai passar 
carnaval? 
a praia. E voce? 
- o Rio. 
E o projeto Alvorada, Petronio? 
- Não Hei, Montoro. Vüo refürmar o 
palácio da Alvorada? 
- . ão é h,so não. Falo tio projeto 
das r<,>formas políticas. 
- Ainda não sei. Depais que assumir 
n presidência rio Senado é que vou pu. 
blicr..r O'> projetos de reformas de dom 
João VI e r.orn Pedro I. 
- E o de dom Pedro II'? 
•- Voce êstá muito apressado, Mon­ 
toro. iluito ro dica!. Está parecendo, o 
Alencar Furtado. Vamos evitar as pres­ 
sões, para não provocar contra-pressões 
- Então, at!l o próximo encontro Pe­ 
trônio. 
- • Pois é, iIontoro, vamos continuar 
o diálogo. 
Foi este o primeiro e proveitoso diá­ 
logo, em Brasilia, entre o lider do Go­ 
verno e o líder da Oposição, sobre as 
reformas. 
SEBASTIÃO NERY 
lf KD 
UM BREVE COMENTÁRIO 
Briga em F-3mília 
5ão Haulo- Vi»ta S­ 
riedade d., DdcFa da 1'rntlição, 
Familia e Propriedade (TFP) 
eomo uma entidade religiosa, 
a CNBE a considera "nociva à 
caminharia dn I:.:rejo, por CUU• 
+ade eu fanatismo e da irpo­ 
sibilidade de um diálogo. E­ 
a p«-i;ao _foi definida pelo 
Bi>po Auxiliar de Belo I ori• 
zonte, Dom Arnaldo Ilib,iro, 
que comentou: 
A TFP é um movimento 
que se afirma leigo, civil. Mas 
não age assim, nas u mani­ 
festações concretas, demons­ 
trando-e um movimento de 
cunho religioso, por causa de 
sua devoção à /oea enhora 
e da valorização á Eucaristia. 
Movimentos assim ão nocivos 
,e olharmos o aspecto religio 
o pois clificuham a caminhada 
da lgreja. Se dialogas+e, facili­ 
taria essa caminhada. Mas um 
diálogo com a TFP é pratica­ 
mente impossível"' 
ão.. 
O enbor Aotonfa 
Remo Peozo doou ã Pre• 
feitura .Municipal de An­ 
tonio João uma aréa d, 15. 
515,4 m2, localizada no 
centro da cidade. O doador 
que é fllo do fundador de 
mll/NIÍO ,!João ( ox colonia 
Penzo) informou à repor­ 
tagem que 11 aréa servi­ 
rá para o futuro prédio 
da Prefeitura, Hospital e 
Escola Municipal. Alem 
da área especificada, o 
senhor Antonio Remo 
Peaz<:, d o o u tambem 
madeira para a futura 
construção do hospital. 
BHASILIA - O líder cio MDB na Ciimara 
los Deputados, sr. Laerte Vieira, ac 1a que o go­ 
verno julga realmente necessário proceder a refor­ 
mas politicas e institucionais. que as relacione e 
apresente as razões que justificam ua concretiza 
' cão, Antes de tudo considera indispenáv·l que 
as propostas sejam levadas ao conhecimento pú­ 
blico. 
ú lírler oposicionista disse que, se entre 
s reformas pretendidas estiver incluido o restabe­ 
lecimento da eleição indireta para escolha dos fu• 
turos governadores, o MDB não pcde emprestar 
o sei apoio, «pois, a--im, estaria anulando_o 
rograma partidário que só pode aceitar modili­ 
:•açile• que importem na normalidade demoeráti- 
a." 
O Clube de Caça e Pes­ 
ca. de B-ela Vista, convida 
os srs. Associados para a 
eleição da nova Dlretorla 
a realizar-se em sua sede 
no dia 20 do corrente às 
9.00 hs. 
A DIRETORIA 
CONVITE

.. ,a Vl1ta . Mt. 
Tribuna da frentelra 
MULLER DEFENDE RENOYIÇáO 
Brasflia-. O Deputado Gasto Muller (Arena M) 
defendeu, a tese de que em J97 o Congresso e· 
ja eleito com poderrs constituinte para elaborar 
uma nova Constitutçlo, Embora firmando que os 
to de força ronfontam com o liberalismo, o par 
lamentar matogrossense É de opinião que essa no­ 
va Con•lituiçilo devr. inclui.r II AL-5 mniK umeno, 
1110 ~. com direito ,lc ,h:fr-•, hrm 1·011111 o direito 
do Executivo declarar Estado de Emerencin com 
posterior uprovaço do Congresso Nacional, a cem· 
plo dos rimes francês e alemão, e ainda o re­ 
torno dos predicamentos plenos do Poder Judiciá­ 
rio, 
l'ur outro lado afimou o parlamentar, er 
frontalmente contra a transformação do utuul Con• 
gresso em Constituinte, porque ele já está, em 
termos de mandato, muito envelhecido e, printi­ 
pulmrntc, por11uc o JH1,·o uno deu direitos consli• 
tintes aos tuis parlamentares quando os elegeu. 
E parafraseando, o presidente eleito dos Estados 
Unidos Ji111111y Cnrlcr, Go•tilo Mnller ,lt'clnruu: Nó, 
devemos eleger um Congreso novo que represen- 
10 u renovuçOo ,Jus s1·11t1mc11tos de que o povo é 
quem deve controlnr o govrrno e uno o contrúrio. 
Perpetuação 
[I 
Revolucionária 
Lembrou o deputado nreni,ta que seu tio 
}'llinto Muller ex-presidente disse que não assis­ 
tiria o fim do ciclo rc,·olucion/,rio iniciado cm 
64, porque ele d araria mais de 30 unos. u oca• 
ião, segundo seu sobrinho, disseram que o presi­ 
dente do Congresso estava esclerosado. 
Acre<lit"ndo nn prolccia do C"·presidentr do 
Congresso o deputado Gastão Muller é de opini­ 
ão já que n Revolução terá lonrn durnçào, elr1 
deveria rriur o seu próprio estado de direito, co­ 
mo o fez n França, extrnguimlo o absolutismo e 
eriando ,cu 'róprio estudo de direito, impira· 
<lo no libera ismo. 
Coincidência de Mandatos 
Por ontro lado, o deputndo de lInto Grooso 
defendeu, tnmbêm, a coincidência de mandato, fa­ 
zendo queslilo ,lc enfatizar que cua coincidência 
nada tem n vrr ,·om n prorrognçilo de mnuduto• e 
nem redução. Os prefeitos eleitos cm 80 seriam 
eleitos para mandato de dois anos, o que ele re· 
conhcc" que scrin 11111 •ncriflcio por parte dos 
elci,to•. maR ~m beneficio dos pnrhdos e do Pois 
que. nilo resiste mais eleições de dois em dois anos. 
.Ao contrário do que muitos pa.rlnmcnlarcs 
afirmam, do que eleições o mais possível educa­ 
rin o povo, Gastão lllullcr diz o contrário: Elei• 
ções de dois cm dois anos deseducam o povo, 
porque pro,·ocnm o festival de corrupção tendo 
em vista que os cnndidntos compram os' votos e 
uma parte dos eleitores se vende por qualquer 
C018B. 
Corrupção Eleitoral 
Exemplificando 01 atos de corrul.'çõc• eleito• 
rt1is, dcnu11~iou o parlnmcntnr, scn, c1tnr nomes 
que num certo município de Mato Grosso o» ami­ 
gos de um candidato d Arena tinham organizado 
umn cnixinhn de um milhão de cruzeiros novos 
para us despesas deitorais. 
Eleição de doie em dois nuos é um de+astre. 
Reunhou o parlamentar aliás, se realiuim clciçõe, 
no Brnsil. onuulmentc, tendo cm visto as eleições 
dos Diretórios lllunicipais, Regiooai, e Estaduais 
no que e gasta e se corrompe para se dominar 
oi Diretórios. 
Biparti<larisrno Exi te 
Com todo o repito que merece r. l'ri 
dente, Gasto Muller firmou continuar a nus Po 
+ião, sou vi-ceralente contra o bipartidari-1o. 
Primeiro porqure nunca existiu de fato, p0 
no e tentar constituí-lo e ao me+mo tempo r 
ando a sub legenda, acabou o bipartidarismo; 
undo o bipurtidarismo nio existe em nenhum 
país civilizado do mundo, portanto não era 1o 
Brasil que ele vai dar certo; terceiro, no cao e­ 
pecifko do Hra•il, trouxe um problema ~érro _de 
cunho sociológico, principalmente no mntenor. 
onde as famílias representativas e dividiam, no 
vários antigos partidos, não cabendo até agora 
num mesmo partido, essas famílias que e dila­ 
,Jiuram embora npoiem a nOa ordem, 
Veio a levoluçio por decreto determinou 
que essas familias, que sempre foram rians. 
unissem dentro da Arena, aduziu consequência à 
Arena bem como o MDB silo uglomerado, hete­ 
rogênt•os, Fohrevivcndo ~mçaa i wb-legcnda, que 
ó o nntibipartidnrismo. 
Ciastão, por velhos partidos 
O deputndo Gastno lluller (Arcna
0il.T) 
propôs a extinção da Arena e do MDD e 
n rcssurrdçno do P D, UDN, PTll e PSD. como 
f6rmuln de ncabar com o hipnrtitlurismo nrtificial 
atualmente em processo de deterioração com uso 
da mb-legeo<la. 
Ao propfir o reuurgimento dos anlfgos por!ldos 
por, Gastão Muller disse que eles poderiam ser 
rccria<lod por meio do mesmo instrumento que os 
eliminou, um uro institucional. Ao mesmo tempo 
manifestou II or,in!ilo de que o Governo deve ar­ 
riscar-se ao ju gnmcnto <lo povo. em eleições no 
próximo anc,, npc,nr da racionnlização do uso de 
combusth•eia ser considerada impopular • 
- Afinal, estamos numa democracia e quem 
ganha é quem tem maior número <le votos. 
Jluller entende que os antigo• partidos 
além de significarem tendências idcológicu con­ 
sagrnclas no mundo inteiro, daria opções politicns 
"sem o constrangimento de mudnnços de pnl'tido" 
-Tem-se lido condenação de coligações 
partidárias, objcti,an<lo a conquista ou a manu­ 
tenção elo poder, o que é natural no jogo demo• 
crútico. 'urnn pesquisa que fiz através de c,nbai 
xndores cstrang-,iros creditados cm Brnslllo, fui 
informado de que atualmente nn Ilolnndn cinco, 
partidos, em coligncão diri:;em os dePLinos da­ 
qucln pais." 
Contestando o ponto de visto do senador 
arcuistn Dinurle Mariz, <le que não acredita na 
reuliznçiio de f'lciçõcs no próximo ano por cuuon 
dn crise ~o petróleo, llluller lembrou que nos Es­ 
tados Umdos, <lurnutc a li Guerra Munudiol as au­ 
toridn:lcs nilo deixnrum de realiur o plei;o. Nn 
épocn. lembra o depul.Jldo, foram publicadas foto­ 
grafias de ooldados 'Otnndo em pleno Front. Por 
entender que, até boje, não houve problema mnis 
oéno pura o mundo <lo que a 11 Guerra, o 
parlamentar alega qne não se justifica a suspen­ 
ção do pleito de 1978 com o argumento de que 
o Dr~~•~ em) enfrcol:>ndo problemas de ordem 
económica e o Governo adotando medidas até cer­ 
to ponto impopulares, como o empréstimo com­ 
pulsório de Cr:S 2,00, por litro de gasolina· 
ão me faz sentido a tese daqueles que 
ao verem qualquer crise no Brasil, pensam logo 
em ev1111r elc,çoes pnra sair da crisa. A meu ver 
qualquer medida para evitar que o oo,·o se mani­ 
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tf . ', 1'f <, {através de cursos intensivos e altamente especializados que '.J 
l 
• , ; ': , ~  	· cobrem todos os setores da mecamca. 	, ..,
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1 
· ±, é& 	s; • • 	• 	• ' ,__J • Todo esse conhecimento é colocado a serviço do • ~~~ 
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Bela Vista Cartório do 1.
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CITIÇIO 
poder 
Oficio 
EDITAL 
0 Doutor VALTER J0SÉ RO­ 
DRIGUES CONTRERA. Julz de Direito 
dn Comurcu de Bela Vista, Estado de 
Mato Grosso, n forma da lei, etc; 
Faz Saber que por Juízo e Car­ 
tório do lg Oficio tramita Of, autos de 
Ação de Locupletuçlo ou enriquecimento 
lllrllo, cumulndu com Peroas e Danos, 
requerida po1· W, ldenlfll' Lebedenco, con- 
trn Moreno Paimn e Oracllia Espindola 
Pnlm, do teor !'l·gulnte: "Exmº Sr. Dr. 
Julz de Direito da Comarca de Bela VIs- 
ta - Mt, 1. Wldemar Lebedenco, brasi­ 
leiro, casado, pecuarista, residentes e 
domlcllludos à Rua Múrlo Simões de Sou· 
z, 178, em Presidente Prudente (P), por 
seus patronos "ut" instrumento de man 
duto, vem propor a presente Ação de 
Lucup)Ptncúu ou enrequecim'ento lllcllo 
cumulndu com Perdas e Danos, contra, 
Moreno Paim, e Oraclli Espindola Paim 
brasileiros, casados, ele pecuarista, ela 
do lar, residente e domiolllndos na Fa­ 
zenda Aguu Azul, neste município, tendo 
em vista os fatos e motivos que passa 
a expor ... E. S. P. 2. O FATOS. 2.·l. 
no inicio do mes de outubro do ano de 
1.970 n suplicante, conheceu Paulo Stra .. 
uch Filho que dizia proprietário de 
4.000 hectares de terras pastais e lavra­ 
dias na fazenda "agua Azul", no muni­ 
clplo de Bela Vista :m. pretendendo ven­ 
de-la. Diante dessa proposta, visto con­ 
dições e preço, o neócio interessou em 
principio uo suplicante, estabelecendo-se 
Imediatamente ir ve-la "in loco" bem 
como exumlnar a documentaçilo do Imó­ 
vel. 2. 2. Realmente após percorrer as 
terras da Fazenda .-gua Azul e exami­ 
nar a document1ição do vendedor 
niío teve dúvidas em promover a reall­ 
zaç!o do negócio, tomando conheolmen- 
to na oportunidudõ, da seguinte situação 
do propriedade: n) Escritura de Compra 
e Venda em nome de Paulo trauch Fi­ 
lho, transmitida Por Ariindo Correa Bue­ 
no e sua mulher, referente a 2.000 hec­ 
tares; b) Escritura de Compra e Venda 
em oome de Moreno Palm, transmitida 
por Arlindo Cnrrea Bueno e sua mulher 
referente a .060 hectares; c) Compromis­ 
so de compra e venda quitado • feito 
por Moreno Paim e sua mulher Óracilia 
Esplndola Palm. n Paulo trauch Filho 
referentes 9os 2.000 hectares de terras 
da referida Fazenda Agua Azul confor­ 
me Escritura de aquisição descrita no 
item b; d) Débito oriundo de uma parce­ 
ria pecuária, consistente em 307 -vactts 
sendo c r e d o r Eli sliério de 
Souza Barbosa e devedor Arlindo correa 
Bu,rno, gravando_ o imóvel (L. 76. tis. 117/ 
118v, 20. 10 1967- cartório/ do 5º oficio 
da comarca de C. Grande), e débito • 
riurrdo de uma purceria/ pecuária, consi­ 
tente em t.soo var.ns sendo credor Arlindo 
Corre Bueno e devedores Paulo Strauch fí 
lho. Moreno Puim e sua mulher Oracilia 
Espindola Pai gravando o imóvel (L. 51,. 
tis. 8v/10v. 06.12.968), 2.3. Pois bem, có- 
OE 
1 
nhecendo PXntamtnl" 11 sltuncão da do• 
cumentuçüo do imóvel e entrando em 
contato com o Snr. Arlindo Correa Bue­ 
no, certifle indo-se plenamente do conteú- 
do dos títulos e da ilicitude da transa­ 
çüo pretendida, estabeleceu-se o preço 
certo do negócio, assumindo o suplican­ 
te comprador, 011 ônu'I com1tanios das du­ 
as/ Escl'lturas de garantia hipotecária, 
uma do 807 vacas e outra de 1.500 va­ 
cas que grava varo o Imóvel, 2. 4. E' do 
se esclarecer que, os supllcndos Moreno 
Palro e sua mulher Oracllla Esplndola Pa­ 
lro, já Inclusive, por ocaslilo da estada 
do suplicante na propriedndo, não mais 
se encontravam, sabendo por vizinhos 
do referido Imóvel que eles haviam se 
retirado, em vlrtude de terem vendido 
a Paulo Strnuch Filho, dai porque não 
procurou, ainda por núo saber onde se 
encontravam e pela clareza do documen­ 
to exlpldo. 2. 5. Marcou-se então a data 
de 13 de outubro para o. realização do 
negocio daquele mesmo ano de 1970 na, 
cidade de Parannvai, Estado do Paraná 
onde resl dia o suplicante, comparecendo 
oi;i Snre. Paulo Strauch Filho e Arlindo 
Correa Bueno. Enlil.o naquela data, o su­ 
plicante. assumiu por ini;itrumento públi­ 
co (Livro 51, Ils 56 e verso, do 1° Ofi­ 
cio - Tabelionato •'Tomazoni" a respon­ 
sttbllidade pelos ônu~ que grava varo o 
o imóvel, perante o Sr. Arlindo Correa 
Bueno, devodor de uma hlpotéca e cre­ 
dor de outra que vinculavam à proprie­ 
priedade, lendo-se no texto da Escritura 
que: Arlindo Correu Buel:10. . . primeiro 
1leclarnnte ... fica totalmente responsá­ 
vel pela obtenção de quaisquer papéis e 
documentos, Inclusive de compra e ven­ 
da, anuência e outros, do Sr. Claudino 
Inocêncio Barbosa e sua mulher. e de 
Elisbério de ouzn Barbosa e sua mu­ 
lher, que possam se tornar necessários 
para que o segundo declarante, possam 
ultimar e complementar Inclusive regis­ 
trar junto ao Registro de Imóveis com­ 
petente, a documentação da Fazenda A­ 
gua Azul, orn adquirida pelo mesmo, 
com aréa de 4.000 hectares. 2.6. Vê-se 
claramente nesta Escritura que, as par­ 
tes são Arlindo Correa Bueno, primeiro 
declarante e, Waldemar Lebedenco se­ 
gundo declarante. 2. 7. Com efeito. con­ 
eomitantemente ao ato de assunção da 
responsabilidades das hipotecas que não 
eram suas, sim àe Paulo trauch Filho 
E Moreno Paim e sua mulher Oracilia 
Espindola Paim, gravado a propriedade. 
fôl realizada a transmissão dos 2.000 
hectares em nome de Paulo trauch Fi­ 
lho, na mesma data de 13 de outubro 
de 19r0 (comprovação anexa) e d' 
i d° 	" 1, no a 
me iato, 14 de outubro de 1970 
"PI'g_o termo de transferencia do contra­ 
{},",9pra e venda. isto e cessão dos 
re.os escrituração, referente ao com- 
pronusso de Moreno Paim e sua mulher 
clusive vendo-se o reconhecimento de 
uma, na mesma data, pelo cartório de 
Judiciário Comarca de 
Paranuvai. 2 8. alodn muls, no dia 20 de 
outubro de 1072, conformo também com­ 
prova a Escritura Pública. no suplicante 
que havia assumido s responsabilidades 
dus hipotecas, liquidou-os da melhor for­ 
ma que o direito reconhece como fort)4 
de pagamento, fazendo-o por instrumen­ 
lo público, Inclusive na llqulduçuo coro o 
Snr. Elisbério de ouza Barbosa. pagou 
com o gado de sua marca ''W", estando 
para quem quiser ver e é uma questão de 
leitura, examinar o que contém a Escri­ 
tura lavrada no Livro nº 5, fls. 42/42v, da­ 
lada de 20. IO. tu72, no Cartório do 7º Orí· 
cio da Comarca de Campo Grande (Mt). 
2.íl. Porhrnto, diante de documentos que 
não haviam porque duvldar da auíêntlci­ 
dade deles e, pgando o preço exigido, 
inclusive ónus ds propriedades, nüo tinha 
e não tem o supllcant<', porq_ue duvidar, 
tanto antes, quanto agora, a despeito da 
sagrada porta da justiça não ter e.Inda 
sensibilizado aos seu apelos, de ver o 
seu dlrello con11agrado e relltltuldo o que 
é seu, o que foi fruto do seu trabalho e 
apresenta-se cristalino de provas e Isento 
de outra qualquer exigência pedida ao co­ 
mun dos homene, em virtude dos suplica­ 
dos, através de decisão judlclãrla que a­ 
nulou o compromisso de compra e venda, 
entre eles e Paulo Strauch Filho, virem 
Jocupletando-se indevldt1mentli!, num ver­ 
dadeiro enriquecimento ilícito, da que é 
seu. 2.10. De tal sorte, com o retorno da 
proprledsde plena aos suplicados. além rio 
que investiu que astá sendo cobrado por 
ação própria, psgou 400 (quatrocentas) va­ 
cas. sendo 250 ( Juzentas e cinquenta) o­ 
riundas da quitação hipotecária com Ar­ 
lindo Correa Bueno, conforme responsabi­ 
lidade subscrita por Escritura e no rnal­ 
slnado compromisso de compra e venda 
e, 150 vacas oriundss da quitação hipote­ 
cária com o Sm·. Elisbério de Souea Bar­ 
bosa, por menção, que gravavam a propri­ 
edade. Além do mais, existem as perdas e 
danos, causados, lucros cessantes e danos 
emergentes, frutos do tempo em que 111s­ 
teve a frente da propriedade como ver­ 
dadeire dono. 3. Do malsiaado documen­ 
to de compromisso de compra e venda as­ 
sinado pelos suplicados. 3.1. A nulidad~ do 
instrumento, declarada em acão ordiaária 
movida por Oracilia Esplndola Paim e que 
acu ou corno réu, tamhém o suplicante e 
sua consorte, envolvendo-o em uma de­ 
maoda da qual não era parte integrante 
do alegado compromisso, sim cessionário 
dele e, que por isso, no máximo poderia 
figurar como litisconsórcio passivo' posto 
atingi-lo o resultado da causa mas irre­ 
levante a sua integração na lide, uma vez 
vigente_o princípio imutável "resoluto iu­ 
re dantis, resolvitur ius accipiens", essa 
nulidade, não atinge seu direito à ação de 
locupletação ou enriquecimento sem 
(Continua) 
Jornalistas protest 
«somos assala 
riados» 
Brasllln. (O Nacluna' 
Dirigentes da Federaçl 
Nacional dos Jornallst 
e Sindiats de rali 
de Brasília, So Paul 
Paraná, anta Catarina 
Porto Alegre forem rcce 
bidos em uudl(iucii 
pelo Ministro do Trab 
lho Arnaldo Prfeto, M 
oudtôuclu, prote6tara::. 
contra a criação de Coe 
selnos regionais de jot 
alistas em todo o palt 
pretendida pela Confede 
raçiio acional dos Pro 
nsslonals Liberais. Ex• 
plicaram que não existe 
qualquer vinculo ontr 
11 ela sti e u confeder&· 
ção, uma voz que jorna 
listas no Brasil no s» 
profl■slonals llberala, 
mas assalariados. 
CMN Deride qual 
Bancos vão ganhar 
Rio (O acional) - O 
Conselho Monetário 
Nacional decld eiu 
erri Bras!IIP., a fórmu­ 
la de remuneração da 
·rede bancária da 
distribuição pelo pa- 
ís dos talões de reco­ 
Ihimento restituível, - 
que será arrecadado 
na venda de gasolina. 
Na reunião o proble· 
ma será discutido bá­ 
sicamente sob dois 
ângulos: o custo do 
depósito, remun<:ra• 
çãu dos bancos ti o 
tempo de permanên- 
cia na rede bancária, ). 
sem que um ponto te- l 10. 
nha qualquer relação 
com o outro. Será es­ 
tabelecid uma tarifa 
cujo níve.l dependerá 
dos resultados sobre 
o levantamnto dos 
custo que o Banco 
Central ainda está e­ 
laborando para apre­ 
senta.r na reunião em 
questão. 
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Futuras instalações em Jardim

l«la VI±ta - MI. 
20·1-Ti 
roxa - saco ESCANDALOSO 
 
Eu sol que existe no Brasil uma 
lei proibindo Instalação de estátua e ou 
bustos em homenugem u pessoas vivas. 
Não sei se eRts lei já foi revogada. Sei, 
porém, da sentença de Emorson: "Só me­ 
rece uma estátua aquele quo não tem ne­ 
cesslclado dela". 
A medida proibitiva foi tomada, 
com certeza, em face à fallbllldade huma­ 
na. Está na cara: o homem pode ser um 
herói bojo o, amanhã, um covarde. Hoje 
pode eer um benemérito. Amanhã, um 
tremendo mau-oarélfir. O homem, no cur­ 
so da vida, desgenorn e regenera. podenrlo 
depois de uma regeneração, cair nou­ 
tra desgeneraçíio ··..e ussim caminha a 
Humanidade. Tem também o caso de in­ 
divíduos que passam a mocidade e a ma­ 
turldade de acordo com o gabarito, dando 
duro, estudando, produzindo. Casam-se, 
constituem familias. DepolR da familia orla­ 
da, já com neto,, "caem na vld!i", quero 
dizer, desmunhecam e dão para paquerar 
rap11zlnhos, andar por cinemas e praças a 
procura de homens. Já pensou no caso de 
um infeliz destes, chegar no melo da pra­ 
ça e grilar para todo mundo ouvir: É, eu 
estou faturando o bozó mas naquela está­ 
tua ali sou eu! ?. 
Falava o escriba aqui no caso du 
proibição, ou melhor, da lei qu1, proíbe. 
Mas em Três Corações ergueram uma está­ 
tua de corpo Inteiro a Pelá, dito Rei do 
Futebol. O próprio Pelé Inaugurou o monu 
manto (prestando uma homenagem a si mes- 
mo ... que beleza! ). Pelé já é artista de cí­ 
uema (A Marcha); de teatro (Abolição), 
cantor de rádio <com um compacto gra,·a­ 
do, que é um verdadeiro chute nos menis­ 
cos); Gerente de Banco <Banco Industrial de 
Campina Grande); comentarista espúrtivo 
queria ir à Alemanha, na última Copa, a­ 
companhando o selecionado brasileiro e 
Jazendo a cobertura jornafüitlca, mas os 
cronistas esportivos de S.P, que nilo Bilo 
burros. impetraram mandato de eguran­ 
ca, artistn de TV (Dá aulas de futebol no 
Programa Flavio Calvacante, na TV-Tupi) 
compositor ( escreveu a letra de uma can­ 
ção, para o Odeon) Chega-nos pela im­ 
prensa outra ameaça: Pelé .está escrevendo 
umn livro de poesias. Agora o homem é 
poeta! 
A nrt~ de bnjulnr, no Drasil, ninda vai durnr mui- 
t} • 
)6 
o 
ira 
emos todos os dias a concessão de titulo de 
cidadilo de certas cidades a uma multidão de elemen• 
to proeminentes e infecundos. Administrador ou le­ 
gi,lador 1.enhum foz fnvor n ninguém. f: sua ohrign• 
ção inrleclinóvel, trub.,lhnr eclo povo. Em, é boa .... 
'ão sei o que diabo Che Guevara fez em bene­ 
flcio do Brnsil. O senhor Jünio Quadros (que proibia 
corridas de cavalos aos domingos ... e terminou ele 
mesmn correndo numn scgundn-fcira,) enfim, o Jânio 
das "Forças Ocultas" condecorou o barbudo. Plantou­ 
lhe umn medalha deste tamanho no peito. A partir 
dai, começou enlrar numa tubulaç.uo, empurrado por 
outrns "forças": ns Forças Armadne. ' 
Nn rcnlidnde, é isto. palhaçada por cima de pa 
lbaçndn. 
Climamente os chefes de repartições públicas 
deram paro criar uma galeria rle prefeitos, governado­ 
res, chefes de scçilo, 1ecretário11 ilc goveruo ctcétern. 
Em Pedroes. Minas Gerais, um prefeito super orgu­ 
lho«so e feio que s6 n mãe da necessidade, depois de 
quatro anos "estarrado" nn prefeitura local, ,cm fnzcr 
bulhufas, encomendou, dias antes de deixar o cargo, 
uma fotogrufia sua, a cores, tamanho família, para i­ 
naugurar n galeria. O fotógrafo, um tal de Cassiano 
Altovrlr de Alemcar 
Asa Dura, desse negros que +ó andam zangados ba­ 
leu a chapa, revelou, colocou numa muldura e foi en• 
iregá-la Sua excelência não gostou: 
--Cassiano, eu estou horrível nesta fotografia, Es­ 
tou parecendo mais um jumento! 
-Num tem pobrema se vossa incelença quis eu 
trago n fotografia de uma é;:ua, tJUe d5 no mcrmo! 
Por iniciativa de incensadores irreverentes e 
tradicionals, a Avenida caho Banco, na praia de Tam• 
baú, na encantadora João Pessoa, teve seu nome mu­ 
dado para Avenida Akides Carneiro. Sabedor da no 
tícia e convidado pelos promotore• para ir à Capit,d, 
Tabajara innagurar, 1li1?<>, rcinau,::urar "oficialmeute" 11 
artéria urbana, o ministro homenageado comentou 
com eus colegas do Superior Tribunul Mililnr: 
Eu já sou anatório, grupo escolar, museu, pra­ 
ça pública, edifício de dez andares, associação de ca­ 
ridode, terreiro de macumba. Agora sou também ave­ 
nidn, 56 me elllí íahnndo ser navio ..• 
Mlnlsterlo do Exército li Exército 9.a Roglão 
Militar 4.a Divisão de Cavalaria 10.o Regi­ 
mento de Cavalaria Regimento Antonio João 
EDITAL 
O !Oo Regimento de Cavalaria, devi• 
damente autorizado pela 9.o Região Mili­ 
tar, vendr,rá mediante leilão, no dia 7 de 
Muço cte 77, As 14,oo horas na sede do 
Regimento, alto a praça CMT Pedro Rufi­ 
no o ma leria! abaixo: 
10.000(dez mil) sacos de aniagem ao 
preço mínimo de CrS 12.ooo,oo, (400) qua­ 
trocentos sacos brancos ao preço mínimo 
de CrS 6:>o,oo, loo( cem) latas vazias ao 
preço mínimo de 300,00, .J.50( cento e cin­ 
quenta) litros vazios ao preço de Cr$ loo,oo 
O material acima poderá ser visto e 
examinado pelos interessados de 2" a 6 
feira das O .00 hrs às 16.oo hrs, até o dia 
o4 de Março de 1.977. 
Realizado o leilão e declarado vence­ 
dor. o arrematante será convidado à reco­ 
lher de imediato 2o% do lance de arre­ 
mate e completar o reatante no prazo de 
48 ,hrs poderá se o quiser, recolher o to­ 
tal do lance de imediato. 
O material será entregue ao arrema-, 
tante após o recolhimento do total do lan­ 
ce mediunte termo de entrega. 
Se o arrematante naõ recolher 0 res­ 
tante do lance no prazo estipulado, perde­ 
rà o s!nal do 20% pago por ocasião do 
leilão. Bela Vista, Mt 20 de Fevereiro de 77 
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2-- Período de 0102/03/77 Distribuição de aluo+ por tito « turras. 
J-- Período de 04, o5 e o7/03/ 77 	Elaboração do horário. 
4--- Período de 08. 03. 77 	lnlrio clu aulu. 
5-- Período de 0} 23.03.77 Período de +ondagem de alunos 
6-- Período de 2l a 26. 63 77 Parada da aulas. Planejamento Pedagógico do 
emestre de acordo cm a categoria dos alunos de cada lasse. 
7-Período de 28 03 /77 " Heunilo obrigatória com Hais e Mestre. 
Obervações: 
a) A convocação deve ser feita pela diretoria do Estabelecimento de Envi- 
no e Associação do« Professore. ,~ 	, 
b) Solicitar +ugestões ajuda os Pais, a fim de que posa haer ite- 
gração total entre a Escola e Comunidade. 
" e, Dar conhecimento aos me»mos, do leimento Escolar, deerea e direi-. 
tos dos aluno, critério de notas. 
d) Frisar, esclarecer o que, quais o objetivos, o que e pretende e 
importância da integração escola comunidade Associação de lia e Mestres. 
TRIBUNA da f r1oleir1 
Fundado em 25-02-72 
Redator-Chefe - Soa/do Pmlra 
Gerente - <IUalr cllnfctto 
Sub-Gerente • .Jet1fo Cmia 
COMPOSIÇÃO • Regina .Mende•, Lyberacy Lino 
Alt.nir Marques, Peuooio Leão, Nino Hazimc 
11IPRES ÃO • Carlos Tadeu • ileon Roberto 
"As opiniões emitidas nos artigos asina 
dos não representam o ponto de vista do jornal 
podendo ser até contrária te. As opiniões do 
Jornal, acham-se expressas_nos Editoriais c nos 
comentário, oio usmados 
"Tribuna da Fronteira é uma p11blicaçlo 
da GRÁFICA e EDITORA APA 
Diretora Proprietária • !daria E1tcla V. Pereira 
CGC. MF 03.201.266/ 0002 Ir. 1309234-3 
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DE CITIIÇiO 
(Continuação) 
V o n J herin g). 4. 2. A e- 
xortação proferltla pelo mais genial o 
lúcido jurista, encontra na questão agitada, sua 
mais cristalina aplicação, posto encon­ 
trar-se o suplicante na situação da pes­ 
soa arrojada para fora do mundo ideal 
do direito, espoliado e calcado aos pés 
ainda que sustentando às mãos a prova 
do que é seu 4.3. O eminente e preclaro 
jurista pátrio Aguiar Dias., declina em 
sua obra "Da Responsabilidade Civil" 
vol. 11, pág. 841. que Tem direito de pe­ 
dir. reparação toda pessoa que demonstre 
um prejulzo e ua injustiça. O quando 
doe sujt'ltos ativos da reparação deve 
atender a ess principio de ampla signl­ 
.flcação. 4.4. Quanto ao enriquecimento 
ilícito, é ele a locupletação por parte de 
alguém com o empobrecimento de outrem 
tendo como requisitos a falta de justa 
causa para aquele enriquecimento; •] 
to empregado a Iím de obter contra a 
moral a oportunidade de lucros ou van­ 
tagens consflguidos em detrimento de 
terceiro. 4.5. E óbvio que com a anula­ 
ção do referido compromisso de compra 
e venda, tendo pretendido inclusive, des­ 
pojar o suplicante de seu direito, os su­ 
plicados viram retornar para o patrimo 
nio comum do casal, o imóvel transmitido e, com isso, 
parte do preço que deveriam pagar para adquiri-lo de 
sembolsado pelo suplicante, com a8 qui­ 
taçõos das hipotecas que gravavam o 
im6vel. Um dos efeitos da nulidade, re­ 
conhecido remansosamente pela doutrina 
e o clireito pretoriano, é a restituição 
do stato que ante as partes e como 
consagração desse principio, tem direito 
incontestável o suplicante do que é seu 
5. CONCLU ÃO. 5.1. Por essas razões 
e com fundamento nos arta. 1.518 e se­ 
guintes do Cod. Civil, propõe o suplican­ 
te a preRente ação de locupletaçào ou 
enriquecimento ilicito, cumulada cem 
perdas e danos, para reaver o que pa­ 
gou como parte do preço da aquisição 
do imóvel denominado Fazenda Agua 
Azul, pelos suplicados, consistente nas 
400 ( quatrocentas) cabeças de gados 
(vacas), ou seu equivalente em dinheiro 
da época da restituição, bem como as per­ 
das e danos causados, estes consistentes 
nos lucrod cest1antes e danos eu.ergentes 
que resultaram da perda. 5.2. Requerem 
por isso, a citação dos suplicados na 
Fazenda Agua Azul, neste Muni@ipio. pa­ 
ra responderem aos termos da demanda 
contestando querendo e afinal condenados 
nos termus do pedido, custas processuais 
e honorários incidentes em 20 o/o sobre 
o valor da execução apurada. 5.3 Pro­ 
testa-se por todo genero de provas em 
direito admitidos, especialmente juntada 1 
de documentos, testemunhe.11, e etc., bem 
como a oitiva de testemunhas através 
de Carta Precatória, nos termos do artg. 
338, do C P.C. Dã-t1e à presente, para os 
efeitos fiscais o valor de Cr$ 100.000,00 
(cem mil cruzeiros). P. deferimento. Bela 
Vista 1 3 d e J u l h o de 1976 (as) 
cyr F a 1 c ã o- adv. 697 (Mt) e 
ausn, ainda porque, está dito na repel­ 
vel ontença judleiária enfocada que: 
'Resumindo entendo que apenas bouvo 
rejufzos patrimoniais para a. autora, não 
toando provado nos autos que Waldemnr 
lebedenco ofetuou om seu uome o pagn­ 
hento da hipoteca pra Arlindo Corrêa 
3ueno o Ellebérlo Barbosa, faltando aqui 
eto de ltu indagação comproba- 
rln, não discutldn no presente feito. 
entençu fie. 307). 3.2. Então, o do­ 
umento de quitaçlo (Escritura Públic11 
1 ir 141) em que aparece Arlindo Correa 
ueno e sua mulher como parceiro pen- 
ador e criador de Waldemur Lebeden­ 
o pagando com gndo da marca ''W", 
clusive em virtude da responsabilidade 
ssumida por este, por ,outra Escritura 
blic (Li vro 51. fls. 5(1 e verso, do 1 ° 
tielo da Comazca de Paranavaí ), pare­ 
ter passado despercebido, d.v., pela 
espeitvel sentença e o acórdão prole- 
do, estando no mundo do processo, 
!lo fora dele, assim como a Escritura 
e quitação felta por Arlindo Correa 
ueno e sua mulher, 1.500 vacas devidas 
elos uplicados e Paulo Strauch Filho 
vrado e assinada no mesmo Livro (51) • 
o. folha anterior (55) do mesmo Cartó- 
10 no mesmo dia, constando u. presen- 
a de Waldemar Lebedenco, ao ato. 3.3. 
• aquele compromisso, até dolo vislum 
.ou-se por parte de Paulo Strauch Fl­ 
o quando pelo contrato reconhece que 
s suplicados só eram responsáveis por 
0 vacas, enquanto na Escritura de bi­ 
oteca, a reRponsabiiidade era pelo me­ 
os de 760 vacas, posto ser comum a 
iYida e ch1mem nos céus o compromi­ 
o que diz ser quitado, na realidade 
, <í.o é de quitação nenhuma, em virtude 
• clausula expressa (6) de ser até a 
rópria posse a titulo precário enquan- 
não fo&se recebida ll última nota pro­ 
issória de.d! em pagamento, dai até 
orque o suplicante não exigiu Escri- 
I
a deJlnitiva dos suplic11dos, por exis­ 
uma imperlitíva. de@obrigando-os en­ 
auto não fosse liquidado o último ce, 
3.4 A verdade é que só após More­ 
Pai ter colocado em cobrança os 
ulos e alei, serem devolvidos com men 
o da falência de um dos emitentes é 
e então resultou na alegação susten­ 
da na açll.o, quando não valia por qui. 
ção os Utulos, enquanto não efetiva­ 
ente liquidados e a própria dElfiniçâo 
o negócio guarda essa garantia expre- 
11 no oompromisso conforme está far­ 
mente comprovado na demanda aliás 
or provas juntadas pela promovente 
xiblção dos titulos colocados em co­ 
rança). Só isso demonstra qual rude e 
ástica d.v., foi respeitável sentença. 4. 
o direito do Suplicante á Ação ae Lo­ 
petaçãc ou enriquecimento ilicito cumulada com per­ 
{as e dano, 4.1. Aquele que me recusa 
proteçlio das leis, coloca-me entre os 
selvagens do deserto e põe-me nas mãos 
clava que servirá para me defender 
1  luta pelo Direito - R u d o f 
Carlos Edy Sá de Medeiros -- adv. fi!G(hlT)• 
DESPACHO DE FLS. 02. D.R.A. citem-so 
os réus. Bela Vista, 13t07/7G (a) Dr.yultor 
José Rodrigues Contrera. CERTIDAO DE 
FLS. 89. Certifico, haver em cumprimento 
ao mandado retro e sua respeitável assi­ 
natura, ter-me dirigido o !iCde das Fazen­ 
das Agua Azul, Bacuri e na Serraria, de­ 
ligenciando a procura do: paradeiro do 
Sr. Moreno Pai, sendo ui Informado que 
o mesmo encontra-se residindo em Juci­ 
melra, Comarca de Dom Aquino, nua Pada­ 
ria Palm, onde encontra-se·resldlndo com 
sua famllla, conforme informação obtldll 
Junto a Ro.múo A valo, preposto de More­ 
no Palm, Da sede da Fazenda Àgua Azul. 
O referido é verdade e dou fe. Bela Vis­ 
ta. 16 de julho de 1976 (a) Marlo Euripe­ 
des Mamede - Oficial de Justiça. DESPA­ 
CHO D FL . 113. Vistos, etc. Cite-se o 
réu Moreno Paim na forma requerida de 
fIs. 112. int. Bela Vista, 16/08/76 (a) Dr. 
Valter José Hodrlgues Contrero.. CERTI­ 
DÃO DE FLS: 138, Certifico que eu, Lau­ 
dellno Soares Rocha, Oficial de Justiça 
desta comarca, em cumprimento uo reS­ 
peitável mandado retro, expedido pelo MM. 
Dr. Juiz de Dlrnlto da Comarca de Dom 
Aquino - Mt., que dirigi-me ao mnunicipio 
de Jaclara e lá estando em Juscimelra 
na padaria Palm, por várias vezes a pro­ 
cura do Sr. Moreno Paim e Oracilda Es­ 
plndola Paim, o qual por mim não foram 
encontrados, cujas Informações obtidas de 
pessoas que lá residem, que endereço 
desse cidadão é Ignorado e não sabido, 
es!e é o motivo de que deixei de citar, 
do presente mandado. O referido é ver­ 
dade e dou fé. Dom Aquino 9/10/76. O 
Oficial de Justiça (a) ilegível. DESPACHO 
DE FLS. 139. Vistos, etc. Nos têrmos da 
!!ertidão de !Is. 138, cite-se o réu Moreno 
Pairo através de Edital com o prazo de 
20 (villte) dias. B. Vista, 03/02/77 (a) Dr. 
Valter José Rodrigues Contrera. Etando o governador Garcia 
o réu MORE O PAIM em lugar incerto e Neto enviou telegrama ao 
oão sabido, foi determinada a expedição presidente da da Repi­ 
rlo presente Edital. com prazo de vinte biice. expressando sua 
dias, pelo qual fica citado o referido réu, solidariedade a respeito 
para contestar a ação, querendo, sob pe- 
1 
da reafirmação expres■B 
na de revelia. Não sendo contestada a pelo Presidente Geisel 
presente açllo no prazo de vinte dias, 11e quanto à politlca nuelaar 
presumirão como verdadeiros os !atos ar- brasileira.. O telegrama 
ticulados pelo autor. Este Edital será pu- iz. "Solidário oportuna 
blicado e afixado na forma da lei. Dado refirmucão termos poli­ 
e passado nesta cidade e Comarca de Be- tia nuclear, evidência su­ 
la Vista Estado de Mato Grosso, aos qua- perlor descortlnio do pre­ 
tro dias do mês de fevereiro do ano de elaro estadista preservan­ 
mil novecentos e setenta e sete. Eu(PEDRO do interesso maior da so­ 
VERGILIO DA SILVA), Escrevente jura- perania brasileira, tenho 
mentado, o datilografei e assino. a hora de transmitir a 
Vossa Excelência cumpri­ 
Dr. VALTER JOSÉ RODRIGUES CON"- mentos do Governo e do 
TRERA Juiz de Direito. • povo de Mato Grosso. 
Reitero expressões do es­ 
tima pessoal e admiração 
nossa comunidade. José 
Garcia Neto. Governador 
do Estado do Mato Gros- 
BRASIL Este é um pais que 
vai prá frente. 
VEREADO· 
RES VISI­ 
TARAM "O 
ESTADO" 
Os vereadores Ely de 
Araújo Barbosa, verva­ 
dor de Bela Vista, Adall 
Ferreira e Ocr Ferreira 
Leite, vereadores de Ca­ 
rncol, todoe da ARENA, 
visitaram o j o r na l 
"O ESTADO DE MATO 
GROSSO". Os dol edis 
de Caracol estavam on 
tem muntendo contatos 
com as autoridades esta­ 
duais visando a implan­ 
taçáo de um Posto d• Snú• 
de em eu Município. Por 
sua vez, o vereador Ely 
de Araújo, que é jornlls­ 
ta e foi o vereudor mais 
votado em Bela Vlst.a 
nas elelçõe11 de 15 de no­ 
vembro úlllmo, estne 
também ontem tratando 
de assuntos relacionndos 
com a Unidade SAnltârla 
do seu Município. Os três 
vereadores arenistas lo­ 
ram recebldo11 pelo jer.ua­ 
'lsta Pedro Rocha JucA, 
redator-chefe do ''O ES­ 
TADO DE MATO GROS­ 
SO". 
GARCIA IPOII 1 
POLITICll 
rtUCLEIR 
so". 
GRÍFICII IMPERITRIX LTDI. 
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e

ERtado de Mato Grosso ,omarca 
de Bcl:J Ví:.ta Cartúrio tio 2,o Oficio 
EDITAL DE PRIÇII 
O Dr. Vuller ,JoHé Hodril:{UPJl 
Contrera, Juiz do Direito da Comarca 
de flelu Vii;ta, Etilado de Mato Grosso 
na forma da )oi, Plc ... 
Faz, Saber n todos quantos o 
prcRcnte E1lllal virem ou dele conheci­ 
mento tiverem que nu sede deste Juizo 
noEdlflclc,doForum oRula 
dnR au<llencluR, no rlla 21 de março 1977 
As 9,00 horas, o !'ir. Jo:io llilario Pereira, Porteiro 
dos Auditórios, lcvurf, em pti111(•irn f'rnçn 11• hcnl! 
pcnhorncloA 1111 •·xecuçno C(IIC BANCO ITA O S
1
,-, 
movo contra EDSO MEDEIOS DE MOHAl·.:i, 
em tramite por este JUO ,. Curlorio ,lo ~••i;un• 
do Ofüio, l' {rnrn eventual. Sq:1111rlu l'ruc;a tlrn 11 
rle Ahril clc 977, 44 9,0 horas, no mesmo local, 
para os uintes lens penhoradvs: quatrocen­ 
tos e cincoenta e dois (452) hectares de terra pa­ 
tias e lvradias da Fazenda Vista Alegre Inver­ 
na,lu Chnvc ele Ouro, nc•lr rnunidpi,1, trnnscdto 
ob numero 20.fl67, fulhn ,19, livro :1 k, nvnlíadu 
cm CS. j()0,01) ,1 hcctnrc e totlos por duzentos e 
vinte e eis mil cruzeiros (CS.2:!6.000,00), vulor 
por quanto erá levada na praça para er arrema- 
1udo para quem mor oíer111 ofcrct•cr cima da 
avlinação, sendo feita a venda vista, ou medi 
ante fiador idoneo pelo pruzo de tres (O.li d1••· E 
para que nlnguem alegue ignoranciu, mandei ex- 

icdir o pre,ente Etlitnl que •erú pui.Jlicado no 
mprcnsn Oficiul do Estado e dua_vezes cm Jornal 
nn Coroou dn Lei. O QUE CU'.ll HA com mterrn 
observania das prescrições Legais. Dado pa+a 
do nesta cidade e Comarca de Uclu Vi,tn, 'Estado 
de Mato Gros.o; aos quntorze dins do mes de Fc 
vcrciro do ano de mil novecentos e sctcntu e t­ 
te. EU, Goethe Etcobor 'unes Escrivão do Se­ 
gundo Oficio, e 1l111ilogrníei tl ,ub;cre'O. 
Dr Valter José Ho,lrii:ucs Contrcm 
Juiz de Direito 
EDITAL D E 
Cartório do 
PROTESTOS 
Lo Oficio 
Tribuna da Fronteira 
"Lil.Jertla<lc com Responsabilidade" 
Anu V -- Hei, Vi.t:1 -- :',IT. - 20/2/77- N. 2O 
ENFOQUE 
FATOS E SOC!E AD 
V 
iEftiRO 
A peça intitulada "Os pesares da 
profissão do Mal Viver" de autoria ele Sér­ 
gio Medeiros foi apresentada na u1111111a 
pp. no palco do Oreruio Pedro Rufino. Fi­ 
zeram parte do elenco as Irmãs Maria Ely 
e Clda, a morenl Verlnha Iorelra e tom­ 
bem o Sgto.Anlunes. Os Intervalos eram 
alegrados por um conjunto Paraguaio e 
tambem o Show a pt1rle, apresenlnclo p!:>la 
"gauchtnha loira''. Pela primeira vez nos 
últimos tempos o públlco atende ao cha­ 
mado de uossCls jovens que qucrtm mo11trar 
algo de sua criatividade. Cerca de 500 pes­ 
soas marcaram presença e vibraram, e a­ 
plaudiram o que é nosso. Parabens aos 
atore5! que cl<>ram tudo ele si para apre­ 
sentar aquilo que o público etsperava, e 
a este último os agradeclmt1nto11 sincerol:! 
pelo comparecimento. 
A IVERSÁRIO 
Eu José e ilva, Oficial do Re­ 
glstro de Protesto desta cidade e Co­ 
marca ele Bela Vi ta do Estado de Ma· 
lo Gros'3o na forma da lei, etc. . . 
Fuço saber aos que o presente 
odllel virem Oll dele tiverem conheciruen, 
to que se encontram em Cartorlu, a Rua 
Coronel Dias, n 94 nesta cidade, para 
protesto por falta de pugamento e acei­ 
te ou devolução, os seguintes títulos: 
1) Apresentados pela Firma Ma­ 
to Grosso Diesel S.A. 
a) Duplicata ° 2660 PI Venci­ 
mento 30/11/75 Vulor CrS 12.442,27 emi· 
tida contra José Pereira dos natos. 
b) Duplicata nº 2.862-PI Vwcimwto 
30·11-75 Valor 2. 86,31 emitida contra Jo­ 
sé Pereira dos 'antos. 
2) Apresentado pelo Ban110 ao 
Brasil 8/A. 	. 
a)Duplicatn nº 128/76/9 Ven~1- 
mento 07/01/77 Valor CrS 26.502,3 . emi­ 
tida por Mecanlcu Industrial Ltda contra 
Serraria ,gro Industrial Bela Vista 1:,tda. 
b) Duplkata nº 4 369 Vencimen­ 
to 22/01/ 77 Valor CrS 1.108,64 emitida 
por Sacorer contrn Anselmo Severo Po­ 
lell. 
ilnrilct, filha rio casnl Laurinda Hodri• 
gues e lrncemu, recebeu no salilu do Cluhe l'aro· 
quial inúmeros amigos para juntos romeworarc111 
suoa 15 primu,·erns. Após um delicioso jnntar com 
muitos pratos dccorndos, .'llorilrt dançou com eu 
pni, a Trarlicionnl Vnlen, seguidn por l•l pores con­ 
vidados especialmente. A mcoinu-moçn Murile1 de­ 
sejamos muitos Felicidades! 
3 
JANTAR 
o dia 11 pp. na reslrlencia do ca­ 
sal Zoé e Benedita. Pinheiro rol rea.llzad11 
um jantar íntimo em homenagem aos noi­ 
vos Ildefonso e MarlY,. O ponto ulto da 
reunião foi a apresentáção de danc&s Rít· 
micns. 
c)Duplicata nº 0270/76gA Venci­ 
mento 18-12-76 Valor CrS 1.465.50 emiti­ 
da por Icei. Industria e C'omercio Estrela 
Ltda. contra Anselmo Severo Poleti. 
d) Duplicuta nº 48.368 Vencimen­ 
to 22-12- 76 Valor CrS 1. 136,46 emitida por 
Sacorer Industrial e Comercio de Artefa­ 
tes de papel e Ferro Ltda. 
e)Duplicata n!l 128.-76-10 Venci­ 
mento 07-02-7. Valor CrS 26.'ío2,3 emiti· 
da por Mecanica Industrial Ltda contra 
Serraria Agro Industrial Bela Vista Ltda. 
t) Duplicata nº 29550-A Venci­ 
mento 30-09 76 Valor CrS 4.790,00 emitida 
por Comercial e Importadora de Ferra­ 
gens Limoj Ltda. contra Agro industrial 
Bela Vista Ltda. 
g) Duplicata uº 29550· B Vencimento 
30-10-76 Valor CrS 4.790.00 emitida por 
Comercial e Importadora d11 F1:rrngens 
Llmoj Ltda contm Agro Industrial Bela 
Vista Ltda. 
h) Duplicata n!! 0270-76-8 Venci­ 
mento 18-01-77 Valor CrS 1.4f5,50 emitida 
por Icei Industria e Comercio Estrela 
Ltda. contra An elmo Severo Poleti. 
E por ter silo impossivel encon­ 
tre.r os devedores dos referidos titulas 
ou seus paradeiros, pelo presente edital 
que será uUxado no local de costume e 
publicarto· pela imprensa local, intimo-os 
para pagarem a importância devida ou 
darem as razões de sua recusa e na 
falta de pagamento. intimo os do compe­ 
tente pretesto que scrd extraido no prazo legal. 
Prazo 3 dias a partir da publicação). 
Bela Vista 16/Fevereiro de 1.977 
ENLACE 
A Igreja Matriz ele Sento Afonso en­ 
galanou-se toda para receber lldefon o e 
Murly. Marly muito bonita (seu lindo ves­ 
tido, ::nodelo exclusivo de euza de Alen-­ 
car) foi conduzida. ao Aliar por seu pai, 
Sr. Gentil V. da Ro1>a, onde Ildefonso, que 
aderiu no conjunto branco a esperava. A 
Cerimonia toda transcorreu ao som de Ór­ 
gão, violino tocado pelo Prof. Stumpf 
e flauta pelo Pe. Haroldo. Foram padrinhos 
de Marly: !!ilton V. da Rosa e Sra., Tere­ 
zinha e Ricardo de Roa, Sra. Antonina 
C. da Rosa e seu noivo; Amélia Fontoura 
e Djalma V. da Rosa, Geraldo de S. Rosa 
e RIta M" L. Battilani. 
De Ildefonso: Dr. Olisses L. de Almeida 
e Sra. Nelcy M. Loureiro, Ruhens Bueno 
e sua noiva Celiza L. Pinheiro, Dr. Tules 
Toledo e Sra., Dra. Marilza L. Pinheiro e 
Eudo L. Pinheiro f!! ., Ricardo e Carmem 
Mello e Geraldo P. Murauo e ra. A Igre­ 
ja foi pequena pard. receber grande n de 
convidados. Os mesmos foram recepciona­ 
dos na Fazenda do Sr. Gentil, com lauto 
churrasco regado de muita bebida e músi­ 
ca. Inúmeros r,arentes do jovem casal re­ 
sldenti,s em outras plagas prestigiaram o 
acontecimento. 
O Oliclal do Registro de Protestos 
VESTIBCLAR 
De parabens meu amigo Mário Ro­ 
sa, pela aprovaç!lo no vestiba para Direi­ 
to. E' isso aí. .. Mário mostrou que nunca 
é tarde para e1>tudar ... 
LAZER 
Uma. boa pedida aos domingos é tomar 
banho no Açude de propriedade do Sr. 
Maneco Miranda. alem da beleza do lo­ 
cal, distraise assistindo ao Esqui Aquático. 
Tendo em vista as falsas acusações 
feitas em relatório publicado no Jornal 
THIBU, A DA FrtON"TElll,, <la viLinlla c1- 
dade de ela Vista-- Mt, contra a minha 
reputação pessoal, venho por intermédio 
desta conceituada fonte informativa, men­ 
clonal' a vertJcillud,• dos fulo'-. 
Pr!rnelramcnto, ó necl'-:-áno " ín­ 
dbpeus.ivel que o mui-digno Sr. l"rln dt• 
Almeida, Juiz de Puz e repn,sont::;111 • (no 
nto da posse) do MM. Juiz de Direito, 
mencionusse em seu "respeitável" relató­ 
rio aquilo que rPalmcnte houve, P, urro 
querer com u ujuda das ocorrencins e 11 
pos!ção que ora se eucontr•i vu. o tender­ 
mo abusivamente como objoto de constan­ 
te dissabores e dt>sordens uest.a cldudP. 
Nu qu111lclade ele vereador· mais vo­ 
tado, fui designado verbalmente pelo ex­ 
mo. r. Juiz de Direito da Comarca de 
Ponta Porá-- ~ll. para proced· r a po,-,e 
da nova Câmara, o que foi presidida den­ 
ti·o das dh;posiçõei- dá lei, tendo os l11u­ 
meros asslt1tentt:s como provas concretas 
e indissolúveis. 
Proceclendo-Ee ns votações " Pleita 
a mesa diret!va e <!umpridas as formuli­ 
d11d<'tl de praxe. dei por encerrada a c­ 
rlmônla, passdn,10 as responsabi!lclades 
ao edil eleito presidente Sr. ARNALDO 
MARQUES DA SILVA. 
Drcor, ido algum tempo (mo.Is ou 
menos ô0 minutos) a cerca de !00 metros 
das dependercias do prédio ela Prefeitura 
Municipal (local da posse), mantive um 
corriqueiro desentendimento com o Sr. 
RUBE 
1
~ DE OLIVEIRA, por motivos com­ 
pletamente pessoais e ubsolutBmerte alhe­ 
ios nos rnterress,;_,s e rPspon;iabiJijades ela 
pessoa do Sr. URIAS DE AL)IEIDA, que 
havia ido designado para representar o 
MM. Juiz de Direito, sómente na acão de 
posse. Não acredito portanto, na necessi­ 
dade deste relatório, e, mesmo que ll.sc;ím 
o fosse serl!l de nlçada do Sr. Delegado 
de Polícia local. Consta no relato que sa­ 
quei de um revólver <!hegando a ameaçar 
o Sr. Rubens de Oliveira, mas tenho a 
conscienc:a nítida e certa de que isto é 
uma verclocleira calúnia, pois mesmo qué 
o tivesse feito eu seria automátícament& 
preso pelo r. representante da justica lo­ 
cal que encontrava-se presente ao fato 
(Sr. delegado de polícia). . 
Após a normalização das ocorrencias, a pe 
dido de amigos, dirigi-me à residencia de um de­ 
IN. Passados al"um in•lantes compareceu o ilus­ 
tre r. Delc•arl.;' de Policia. que de-tioarn-•e a 
1nnoter a pa~ no. cidade. Dentre suns ufirmaçõe~, 
dirigindo-me disse que manteria a paz a todo cu-­ 
to e, se preciso fosse comunicaria o IOo HC 
de Bela Vista l'l!L entinrlo-111e momlmente ofen­ 
dido, pois já estava desviado de quaisquer brigas 
e desordens, e muito menos desrespeitt·i n ntta 
autoridade do r. Delegado de Polícia, ao qual 
sempre dispensei os meus melhores respeitos e 
admirações. O pr6pno delegado é bastnntc conci­ 
o e certu de que inúmeras vezes prestei a mi­ 
cha humilde colaboração para com o bom anda­ 
mento no setor pacífico desta cidade doando .1 ele 
todas as minha possibilidades. 
Os argumentos usado• pelo rrlat .. r dá-se a 
entender que o mesmo, por molhos alheios à 
minha snbcclori:i. nproveitnndo-•e do b:mal ocor• 
rcncia, tenu chocur-1ne face à face co,n o exérci­ 
to, o quo.l, as vezes desnutrido das verdades po­ 
derá procc•F:ir-me injustamente. Qual seria a ra­ 
zão e finalidade de um cidadão ,br11>ileiro, <lesle­ 
mcr e desacatar os mérito, e ações de exército 
brasileiro'/ 
Compnrecl tenlmcnte à residencia da Sr.: iIar­ 
tina, pessoa que rtlnntenho elc,·aclo grau de ami 
zade, para esclarecer-lhe que o acontecimento na­ 
da iria mudar com relação ao nosso bom relacio­ 
namento, e, concequentementr- perguntnr do eu 
gcnco (Rubens), pois desejava eucontrnr-mc com 1 
ele, ma.s jamais passou-me pela cabet_;a n idéias 
de matn-lo. 
f: um Yerd:uleiro desrespeito mencionando o 
noine divino em mcir,s de tantas horrendas, ca­ 
luniosos e descutumdas palavras, formadorns ,Jo 
rda16rio. 
Deixo aqui nos encargos divinos, e, que o nn­ 
damcnto da vida re,ponsobilize-se ria ju5tiça e do 
"de»mascaramento" daquele, ou daqueles que argu 
mentaram o Sr. Urias de Almeida, e.. ocuhamc:nte 
tentam, por "PAIXAO POLITl•.'A", ou me,mo 
por '"C.A VAL.R 11'iSTJNTOn. prejcdicar-me e 
desabonar-me com mentiras, aproveitando-se de um 
insignificante caso que nada diz respeito e nada 
poderá refletir o,m minha ,,;da detirn que hú ll8 
oit_o) ano, 'Cnh.o g_al:;audo o título de vereador de 
maior preferencia do povo, como falaram por três 
vezes as urnas deste municipio. 
Pura melhor concretização, e com " intenção 
de demonstrar onsciente do acima transcrito, colo 
co-me à inteira disposiçãc dos competentes canais 
da justiça. 
(de-de quando o Sr. Urias ouviu palavras PA- 
TIFE E DOÇAL?) NORlNO GONÇALVE:, 
Em tempo: Admiro- 
me, ~, muito, e at( firm 
surprendido uo 11 u ta r 
que o uobrfl .11111. pre­ 
tendeu cu pretende rdisper- 
me contra s autoridades 
co11stltuiúus. Como ho­ 
mem ligado no pnrtido uo 
Governo e acim de tutlo 
patrlut , Berl11 lnronccb1- • 
vel11ercontraou nsHncur ( 
o que representu de mi 
nobre de nossns itstitut- 
çõt !:! o 1sx(ircíto. J 
Encerrou-se encontro 
de Vereadore supe­ 
rando toda- as 
Expecta tivas 
Cuia há Eornrou-<c o cn· 
conlro de verradorr• qu,. ,r 
realizo em Cuinhá 
reunindo mais de 
,)00 vereaclore• eleitos em lo• 
do Estado no último pleito, re 
presentando todos os munici­ 
pio<, á eXC('ÇÕ0 de Aripu:rn:l 
que uiio tem Ytreorlort• e • 
ua prefeitura tem +cde em 
Cuiabá, em razão de sua [e 
rulinridatle,. 
A ultima conferencia foi 
proferida pelo Secretário dr ' f' ,­ 
vlnncjnmenlo CoorcleuaçJu Gr., ; / 
ral, Bento Porto, sobre "Aru 
culaços Estado Municisi 
Resultado Excelente 
Duraol(' o dia, 
vereadores assistiram as ciu 
palestras obre assunto li· 
ílo• à nrlmrnutrnçiio e Lt'/!1'1a· 
tura 1nunic-ipnL 
Segundo o Secretário 
Bento Porto, o resul1ndo rio I 
Encontro de V cread<Jres, iní• 
ciativa pioneira do Brasil, ,u­ 
perou to<la• u i,xpceuiti,o,, 
talo pelo comparccimt>nlo dr 
vereadores, de todos os muni­ 
cfpio• do Estndo. rocemo ape· 
sor das dificuldade, dt! Juco 
moção em decorrência das n 4, 
chenles, como pelo ,·uluu·"' j
1 
de per•'1.lolll, formulada• r 
final <le cada palestra. /Out' 1 
pool<> dcetacado pelo 'Sec,,.1 ~ 
rio, e a preocupação demonrtr (l 
da pelo• 'erearlores e/ r.-Iaç.in ) 
~o dina,mim•? 9ue p_rctende- /'~ 
impor a admm,straçao. .  
O entror..a.mcnto entre ,, f 
vereadores foi um apect f 
muito ressaltdo no decorrer { 
do encontro e também surpre ] 
endeu aos tecmcos do DECRA· 
M que organizaram e aconr 
panhu:un o aconteomcoto, . 
Defeada o Seu 
Dinheiro 
Se você quiser, poderá man­ 
tcr•St! cm forro.a., muito bonita, 
usando produtos naturais, que 
cu,t:m barato e oferecem 6tí• 
mos resultados. os retoques, na• 
tralmente, serão dados por 
prodnto• de beleza. Vocc ;abi:i. •
1 
por exemplo, que entre os te· 
souros da terra. csúa n :i.r;ri.k. 
nm material capaz de ajuda-lJ ( 
muito? Ela age como purifica­ 
dora, absorve a oleosidade ex­ 
cessivs da pele, remoce sujei­ 
rn3 e impurezas. Além diss. 
tonifica, remove as células mf" 
ta e não irrita a pele! Se 
cé aplicar essa máscara de a"­ 
gila de 15 eu l5 dias, verá c 
mo cln funciona como um tr 
tomento de bclt!z:a completo! j 
Outro produto 61.iwo rn1·' 
ser aplicado como mcara é' ] 
mel. Ele é ótimo para umed 
cer a pele. 	. 
Nessa época de impradi'ut.J· 
as (a queimaduras por cau-' 
do excesso de sol são coa-ta1 
tes.), você deve estar preveni 
da. Um tr:itanwnto T.ipido r 
barato de crueimodura,,: polJ)" 
de pepino amassado é um e 
celcntc remédio! 
n