Até Junho n Tl'ibuna Mul'tluhenflo circulnrá quinz<.>ri:)lme?:!te ... depois passa­ rCi a ~eman{u·lo. E uma inicia li va do jor­ nalista lvaldo Pere!rn e do empresário Ederney Miranda SilV'l. Da união destes dois entusiastas surgiu a Síntese Edito­ r!ol L'l'DA, m,m indústria • grúl"ica que preencherá uma gn1.nde lacunu no co­ mércio murliuhense. Novas Idéias estão nn forj11 e grandes novidades surgirão no der.urrar de 1077 ... 2 -± j O Governador Moura cavalcante dis­ ' cor dou lia tese do Senudur J o rba Pus­ : 1> .;arinho que sugeriu a imbstítulçào do AI-5 por um instrumento que preserve os l direitos do cidadão mas permita ao Es- 1 lado combater o minoria subversiva. E-ara , O Governador o .-l-5 deve permunPcer· até o momento em que a Revolução se completar. , • º··· a 1 a SEMANÁRIO INDEPENDí:NTE Fundador e Diretor Ro;ponsáve 1 Ivaldo Pereira 1 :13'.Eí!.~ W~$V ~ ["" «roo ANO V - N.o 240 - Bela Vista -- 20 de Fevereiro de 1977- 8 Púglnas lio qu icntou coagir cri3ade civil é punido Ministro do Exército O Verdadelro Jornal não sol limita a lnfor• mar, ó opinati­ vo tamb6m' {Herbert Moses) - Prnço tl,, exemplnr GrS 3,00 - Fun.dado tim 25-2-721 1 Brasilia Com bse no Artigo 32 do E, Esttuto dos Mi!:tares. que dispõe sobre a Elieu ;lilitar, o ilinistro do Exército, Geral ylvio F'rotn, puniu com 30 dias de prisão o mujor da reserva :'-lorio Al­ berto Padnlha, por ter feito uso indevido de i;uu desigonção hierúrquia, ·'tentando ..:ougir autoridades civis", no caso, o co­ ordenador do departamento de Policia Federal do Rio. O autos de sindicancia sobre a con­ t.uta irregular do .Mujor Padilha foram encumiohudos ao Ministério pelo Coman­ dante do I Exército, por ter-se verHicado que o transgress9r "no exercicio de fun­ ções de natureza civil e de caráter par­ ticular" contrariou o Estatuto dos llilitares. la2r,e quer q/e 0 Varo apre­ ele e lê as izücs que iG­ tele reformar .Trabalhai, não pela comida que perece mas pela comida qui- permanece pura n ~lrln elrrnn, o qual o filho do homem vos daró; porque a e,;e o Pai, Deus, o selou (João 27). O povo utd em lesta. O povo vibra e canta. O povo esquece ... r: canta. O povo vive o car­ naval. A festa de Momo, mais uma vez, como sempre enlouquece as multidões. Tudo é alegria, (alegria?) Tudo é diverti­ mento (divertimento ?) Os salões estão repletos. São qutro dias de festa. E de­ pois ... quarta feira de cinzas ... curo 1 a lembrança . . . com a. tristeza ... com a volta à realidade. E o carnaval o e salve-se quem puder. Tenho um grupo l de ltlitores especiais (graças a Deus), pois é ... pouca gente (será?) lê 'O Meu 1 Can!inho (boie um pouco longo ... mas ' não cansativo, (será?) Olha amigo, voee (meu leitor especial) passei uma semana di[icíl. muito d!ficíl. Sabe lá o que é um cara chegar pra voce E' dize..-: Cuidado, voce está para ultrapassar o limite de 1 consciência ... multo cuidado. Outr_o , chega num tom grave: Sua mente é a l coisa mais importante zele por ela. Bem 1 fiquei preocupado, mas não era nada não. Visitei um dos loucos que cuidam de J loucos e vi que ele era mais louco e ri­ a valer. Mas neste mundo de loucos o errado é ser normal, então: seiamos lou cos. Mas é o Carnaval. .. tudo é festa.,. cerveja, wiski, cerveja ... e por aí se vai ... é o carna vai. Não compreenderão o nosso ideal? Que importa. Ar, piadas choverão vis e in­ fames? Coragem, amigos. A luta nun­ ca será demasiado intensa. O sonho nun­ ca é demasiado grande. "E'... Raoul Follereau sempre dizia: O clistiaoismo é u revo1uç!io do mundo pela caridade. Repartir com amor as riquezas do mundo, é tomar parte na sua criação... Barbari- dade ... passou um carro ·•um menino ou urna. menina" correndo correndo? Não ... voando ... voando para onde? Correndo porque? E' o carnaval... o carnaval da vi- da. Sim ... a vida é um carnaval. Para ?,l­ guos, uma eterna alegria ... sincera, au­ têntica. Para outros uma alegria fictícia provocada pelas bebidas ... pelas drogas. E para muitos. um eterna Quarta Feira {']II]II] de Cinzas ... tudo é carnaval. Levanta o 1 • A situação da Arena em Antonio João che~n " Gurudeva e te mostrará o Caminho. Segue- 4 Casin~a feliz ,cr .cômica. Puhlicnmos um "Relatório" na edição me pelas estradas de. Damasco e te mos- . . anterior, a respeito de fatos ligados a posse dos ve- trarei a porta dn Luz. Onde brilha o Sol. l,lalnculas aberlas readores • desentendimentos entre "olega_areni-l Onde tu és o Ala e o Omega. Segue-l {ária. }l] ás {[l[] hg tns". O "relat6rio", assinnclo pelo Juiz cte Pnz, Sr, l d S h Urin de Almeida, critica'a a conduta ào vereada,j e e te levarei para as terras lo eo _or. Cursor llalernal-Pré-primária e 'orino Gonçalves. Agora Publicamos u "Resposta Segue-me porque Sou e sempre S;,ret lf • 1 ªlf b . . . de, Norino Gonçalves". Situação engraçada e contra Unidade de Tua Conscienci.1. Se voce não Classe de II a el1zaeaa • cnan~as os princlpios da polltica. Onde estará o diret6rio da tem solicítude pelo seu irmão, vai para a parlir de 2 anos Arcmi'/ Onde estará o bom senso dos .. politicos" de junto de Caim. Os ricos dão mal porque • Antonio João? Porque niio apurar a veracidade dos • b b O C-.to, e pur.ir o (-) culpado ()? Ridículo é uma ·1; em vergoo a dos po res. u porque a de familia" ser levada aos jornais. Julguem os fa- têm medo. Auxiliar é compreender. E to» e punam os culpados. E a atitudr lógica e co- escutar. A vida.: O que é a viria? À vida rente principnlrucnte quando estes fatos dizem res é voce. E' u sua vida. Ah... as pessoas p:!ito a Politic<1s. Fsc;am uma reunião do Diretório que comem três vezes ao aia não têm e ajam como Polítfoo•. J:, foi o tempo doa "I'.istolei- pressformas políticas. - Ainda não sei. Depais que assumir n presidência rio Senado é que vou pu. blicr..r O'> projetos de reformas de dom João VI e r.orn Pedro I. - E o de dom Pedro II'? •- Voce êstá muito apressado, Mon­ toro. iluito ro dica!. Está parecendo, o Alencar Furtado. Vamos evitar as pres­ sões, para não provocar contra-pressões - Então, at!l o próximo encontro Pe­ trônio. - • Pois é, iIontoro, vamos continuar o diálogo. Foi este o primeiro e proveitoso diá­ logo, em Brasilia, entre o lider do Go­ verno e o líder da Oposição, sobre as reformas. SEBASTIÃO NERY lf KD UM BREVE COMENTÁRIO Briga em F-3mília 5ão Haulo- Vi»ta S­ riedade d., DdcFa da 1'rntlição, Familia e Propriedade (TFP) eomo uma entidade religiosa, a CNBE a considera "nociva à caminharia dn I:.:rejo, por CUU• +ade eu fanatismo e da irpo­ sibilidade de um diálogo. E­ a p«-i;ao _foi definida pelo Bi>po Auxiliar de Belo I ori• zonte, Dom Arnaldo Ilib,iro, que comentou: A TFP é um movimento que se afirma leigo, civil. Mas não age assim, nas u mani­ festações concretas, demons­ trando-e um movimento de cunho religioso, por causa de sua devoção à /oea enhora e da valorização á Eucaristia. Movimentos assim ão nocivos ,e olharmos o aspecto religio o pois clificuham a caminhada da lgreja. Se dialogas+e, facili­ taria essa caminhada. Mas um diálogo com a TFP é pratica­ mente impossível"' ão.. O enbor Aotonfa Remo Peozo doou ã Pre• feitura .Municipal de An­ tonio João uma aréa d, 15. 515,4 m2, localizada no centro da cidade. O doador que é fllo do fundador de mll/NIÍO ,!João ( ox colonia Penzo) informou à repor­ tagem que 11 aréa servi­ rá para o futuro prédio da Prefeitura, Hospital e Escola Municipal. Alem da área especificada, o senhor Antonio Remo Peaz<:, d o o u tambem madeira para a futura construção do hospital. BHASILIA - O líder cio MDB na Ciimara los Deputados, sr. Laerte Vieira, ac 1a que o go­ verno julga realmente necessário proceder a refor­ mas politicas e institucionais. que as relacione e apresente as razões que justificam ua concretiza ' cão, Antes de tudo considera indispenáv·l que as propostas sejam levadas ao conhecimento pú­ blico. ú lírler oposicionista disse que, se entre s reformas pretendidas estiver incluido o restabe­ lecimento da eleição indireta para escolha dos fu• turos governadores, o MDB não pcde emprestar o sei apoio, «pois, a--im, estaria anulando_o rograma partidário que só pode aceitar modili­ :•açile• que importem na normalidade demoeráti- a." O Clube de Caça e Pes­ ca. de B-ela Vista, convida os srs. Associados para a eleição da nova Dlretorla a realizar-se em sua sede no dia 20 do corrente às 9.00 hs. A DIRETORIA CONVITE .. ,a Vl1ta . Mt. Tribuna da frentelra MULLER DEFENDE RENOYIÇáO Brasflia-. O Deputado Gasto Muller (Arena M) defendeu, a tese de que em J97 o Congresso e· ja eleito com poderrs constituinte para elaborar uma nova Constitutçlo, Embora firmando que os to de força ronfontam com o liberalismo, o par lamentar matogrossense É de opinião que essa no­ va Con•lituiçilo devr. inclui.r II AL-5 mniK umeno, 1110 ~. com direito ,lc ,h:fr-•, hrm 1·011111 o direito do Executivo declarar Estado de Emerencin com posterior uprovaço do Congresso Nacional, a cem· plo dos rimes francês e alemão, e ainda o re­ torno dos predicamentos plenos do Poder Judiciá­ rio, l'ur outro lado afimou o parlamentar, er frontalmente contra a transformação do utuul Con• gresso em Constituinte, porque ele já está, em termos de mandato, muito envelhecido e, printi­ pulmrntc, por11uc o JH1,·o uno deu direitos consli• tintes aos tuis parlamentares quando os elegeu. E parafraseando, o presidente eleito dos Estados Unidos Ji111111y Cnrlcr, Go•tilo Mnller ,lt'clnruu: Nó, devemos eleger um Congreso novo que represen- 10 u renovuçOo ,Jus s1·11t1mc11tos de que o povo é quem deve controlnr o govrrno e uno o contrúrio. Perpetuação [I Revolucionária Lembrou o deputado nreni,ta que seu tio }'llinto Muller ex-presidente disse que não assis­ tiria o fim do ciclo rc,·olucion/,rio iniciado cm 64, porque ele d araria mais de 30 unos. u oca• ião, segundo seu sobrinho, disseram que o presi­ dente do Congresso estava esclerosado. Acrendo problemas de ordem económica e o Governo adotando medidas até cer­ to ponto impopulares, como o empréstimo com­ pulsório de Cr:S 2,00, por litro de gasolina· ão me faz sentido a tese daqueles que ao verem qualquer crise no Brasil, pensam logo em ev1111r elc,çoes pnra sair da crisa. A meu ver qualquer medida para evitar que o oo,·o se mani­ feste através das urous é retrocesso", Dr. José Ribamar Cruz de Silva Partos, Glnecologi&, Clínica Geral CRM RJ 17.93 7 Consultório - Hua de ~rovcmbro. 481 - Tel 203 Quinzr BELA VI TA Revendedor Motocicletas - Motores Geradnres • Assistência Rua nais Autorizado de Marechal Ponta Porá Ponta Acessórias para - CIR YAMAHA Popa - Técnica Floriano, Porã • Nt. 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', 1'f <, {através de cursos intensivos e altamente especializados que '.J l • , ; ': , ~ · cobrem todos os setores da mecamca. , .., 1 1 · ±, é& s; • • • • ' ,__J • Todo esse conhecimento é colocado a serviço do • ~~~ - · · '··~"' · • 1 ;.., agricultor através da rede de revendedores Valmet que se 3 t . ,_ .., utiliza de equipes de mecânicos e frotas de veículos para • :- J · _ prestar atendimento direto no campo. '. 1j ,:.- . ~-=----::s:J Conhecimento técnico, peças originais, ferramentas • r -~ ~ adequadas são a garantia que o tratorValmet sempre estará ao seu lado trabalhando .-----------. ' • pelo aumento da ' ~. l produtividade. ~ 1 Confie na Ili (~~ ~ 1 • Assistência Té01ica :/,· :J:::::=., -- J "._almet. Uma presença -· -- - tao certa quanto a chegada dJ.S estações. E54f s israear«na«Tarta --- , FinaMpauhrn.:te.tal COM L. 6 u a v i r a L t d a. Assistencia Tecnica Permanente Caixa Postal 180 - Ponta Porã - Mt. HlUUS . mabai BELA VISTI 'PrJhuna da Frout,lra -------- República Federativa do Brasil Estado de Mato Grosso Bela Vista Cartório do 1. 0 CITIÇIO poder Oficio EDITAL 0 Doutor VALTER J0SÉ RO­ DRIGUES CONTRERA. Julz de Direito dn Comurcu de Bela Vista, Estado de Mato Grosso, n forma da lei, etc; Faz Saber que por Juízo e Car­ tório do lg Oficio tramita Of, autos de Ação de Locupletuçlo ou enriquecimento lllrllo, cumulndu com Peroas e Danos, requerida po1· W, ldenlfll' Lebedenco, con- trn Moreno Paimn e Oracllia Espindola Pnlm, do teor !'l·gulnte: "Exmº Sr. Dr. Julz de Direito da Comarca de Bela VIs- ta - Mt, 1. Wldemar Lebedenco, brasi­ leiro, casado, pecuarista, residentes e domlcllludos à Rua Múrlo Simões de Sou· z, 178, em Presidente Prudente (P), por seus patronos "ut" instrumento de man duto, vem propor a presente Ação de Lucup)Ptncúu ou enrequecim'ento lllcllo cumulndu com Perdas e Danos, contra, Moreno Paim, e Oraclli Espindola Paim brasileiros, casados, ele pecuarista, ela do lar, residente e domiolllndos na Fa­ zenda Aguu Azul, neste município, tendo em vista os fatos e motivos que passa a expor ... E. S. P. 2. O FATOS. 2.·l. no inicio do mes de outubro do ano de 1.970 n suplicante, conheceu Paulo Stra .. uch Filho que dizia proprietário de 4.000 hectares de terras pastais e lavra­ dias na fazenda "agua Azul", no muni­ clplo de Bela Vista :m. pretendendo ven­ de-la. Diante dessa proposta, visto con­ dições e preço, o neócio interessou em principio uo suplicante, estabelecendo-se Imediatamente ir ve-la "in loco" bem como exumlnar a documentaçilo do Imó­ vel. 2. 2. Realmente após percorrer as terras da Fazenda .-gua Azul e exami­ nar a document1ição do vendedor niío teve dúvidas em promover a reall­ zaç!o do negócio, tomando conheolmen- to na oportunidudõ, da seguinte situação do propriedade: n) Escritura de Compra e Venda em nome de Paulo trauch Fi­ lho, transmitida Por Ariindo Correa Bue­ no e sua mulher, referente a 2.000 hec­ tares; b) Escritura de Compra e Venda em oome de Moreno Palm, transmitida por Arlindo Cnrrea Bueno e sua mulher referente a .060 hectares; c) Compromis­ so de compra e venda quitado • feito por Moreno Paim e sua mulher Óracilia Esplndola Palm. n Paulo trauch Filho referentes 9os 2.000 hectares de terras da referida Fazenda Agua Azul confor­ me Escritura de aquisição descrita no item b; d) Débito oriundo de uma parce­ ria pecuária, consistente em 307 -vactts sendo c r e d o r Eli sliério de Souza Barbosa e devedor Arlindo correa Bu,rno, gravando_ o imóvel (L. 76. tis. 117/ 118v, 20. 10 1967- cartório/ do 5º oficio da comarca de C. Grande), e débito • riurrdo de uma purceria/ pecuária, consi­ tente em t.soo var.ns sendo credor Arlindo Corre Bueno e devedores Paulo Strauch fí lho. Moreno Puim e sua mulher Oracilia Espindola Pai gravando o imóvel (L. 51,. tis. 8v/10v. 06.12.968), 2.3. Pois bem, có- OE 1 nhecendo PXntamtnl" 11 sltuncão da do• cumentuçüo do imóvel e entrando em contato com o Snr. Arlindo Correa Bue­ no, certifle indo-se plenamente do conteú- do dos títulos e da ilicitude da transa­ çüo pretendida, estabeleceu-se o preço certo do negócio, assumindo o suplican­ te comprador, 011 ônu'I com1tanios das du­ as/ Escl'lturas de garantia hipotecária, uma do 807 vacas e outra de 1.500 va­ cas que grava varo o Imóvel, 2. 4. E' do se esclarecer que, os supllcndos Moreno Palro e sua mulher Oracllla Esplndola Pa­ lro, já Inclusive, por ocaslilo da estada do suplicante na propriedndo, não mais se encontravam, sabendo por vizinhos do referido Imóvel que eles haviam se retirado, em vlrtude de terem vendido a Paulo Strnuch Filho, dai porque não procurou, ainda por núo saber onde se encontravam e pela clareza do documen­ to exlpldo. 2. 5. Marcou-se então a data de 13 de outubro para o. realização do negocio daquele mesmo ano de 1970 na, cidade de Parannvai, Estado do Paraná onde resl dia o suplicante, comparecendo oi;i Snre. Paulo Strauch Filho e Arlindo Correa Bueno. Enlil.o naquela data, o su­ plicante. assumiu por ini;itrumento públi­ co (Livro 51, Ils 56 e verso, do 1° Ofi­ cio - Tabelionato •'Tomazoni" a respon­ sttbllidade pelos ônu~ que grava varo o o imóvel, perante o Sr. Arlindo Correa Bueno, devodor de uma hlpotéca e cre­ dor de outra que vinculavam à proprie­ priedade, lendo-se no texto da Escritura que: Arlindo Correu Buel:10. . . primeiro 1leclarnnte ... fica totalmente responsá­ vel pela obtenção de quaisquer papéis e documentos, Inclusive de compra e ven­ da, anuência e outros, do Sr. Claudino Inocêncio Barbosa e sua mulher. e de Elisbério de ouzn Barbosa e sua mu­ lher, que possam se tornar necessários para que o segundo declarante, possam ultimar e complementar Inclusive regis­ trar junto ao Registro de Imóveis com­ petente, a documentação da Fazenda A­ gua Azul, orn adquirida pelo mesmo, com aréa de 4.000 hectares. 2.6. Vê-se claramente nesta Escritura que, as par­ tes são Arlindo Correa Bueno, primeiro declarante e, Waldemar Lebedenco se­ gundo declarante. 2. 7. Com efeito. con­ eomitantemente ao ato de assunção da responsabilidades das hipotecas que não eram suas, sim àe Paulo trauch Filho E Moreno Paim e sua mulher Oracilia Espindola Paim, gravado a propriedade. fôl realizada a transmissão dos 2.000 hectares em nome de Paulo trauch Fi­ lho, na mesma data de 13 de outubro de 19r0 (comprovação anexa) e d' i d° " 1, no a me iato, 14 de outubro de 1970 "PI'g_o termo de transferencia do contra­ {},",9pra e venda. isto e cessão dos re.os escrituração, referente ao com- pronusso de Moreno Paim e sua mulher clusive vendo-se o reconhecimento de uma, na mesma data, pelo cartório de Judiciário Comarca de Paranuvai. 2 8. alodn muls, no dia 20 de outubro de 1072, conformo também com­ prova a Escritura Pública. no suplicante que havia assumido s responsabilidades dus hipotecas, liquidou-os da melhor for­ ma que o direito reconhece como fort)4 de pagamento, fazendo-o por instrumen­ lo público, Inclusive na llqulduçuo coro o Snr. Elisbério de ouza Barbosa. pagou com o gado de sua marca ''W", estando para quem quiser ver e é uma questão de leitura, examinar o que contém a Escri­ tura lavrada no Livro nº 5, fls. 42/42v, da­ lada de 20. IO. tu72, no Cartório do 7º Orí· cio da Comarca de Campo Grande (Mt). 2.íl. Porhrnto, diante de documentos que não haviam porque duvldar da auíêntlci­ dade deles e, pgando o preço exigido, inclusive ónus ds propriedades, nüo tinha e não tem o supllcant<', porq_ue duvidar, tanto antes, quanto agora, a despeito da sagrada porta da justiça não ter e.Inda sensibilizado aos seu apelos, de ver o seu dlrello con11agrado e relltltuldo o que é seu, o que foi fruto do seu trabalho e apresenta-se cristalino de provas e Isento de outra qualquer exigência pedida ao co­ mun dos homene, em virtude dos suplica­ dos, através de decisão judlclãrla que a­ nulou o compromisso de compra e venda, entre eles e Paulo Strauch Filho, virem Jocupletando-se indevldt1mentli!, num ver­ dadeiro enriquecimento ilícito, da que é seu. 2.10. De tal sorte, com o retorno da proprledsde plena aos suplicados. além rio que investiu que astá sendo cobrado por ação própria, psgou 400 (quatrocentas) va­ cas. sendo 250 ( Juzentas e cinquenta) o­ riundas da quitação hipotecária com Ar­ lindo Correa Bueno, conforme responsabi­ lidade subscrita por Escritura e no rnal­ slnado compromisso de compra e venda e, 150 vacas oriundss da quitação hipote­ cária com o Sm·. Elisbério de Souea Bar­ bosa, por menção, que gravavam a propri­ edade. Além do mais, existem as perdas e danos, causados, lucros cessantes e danos emergentes, frutos do tempo em que 111s­ teve a frente da propriedade como ver­ dadeire dono. 3. Do malsiaado documen­ to de compromisso de compra e venda as­ sinado pelos suplicados. 3.1. A nulidad~ do instrumento, declarada em acão ordiaária movida por Oracilia Esplndola Paim e que acu ou corno réu, tamhém o suplicante e sua consorte, envolvendo-o em uma de­ maoda da qual não era parte integrante do alegado compromisso, sim cessionário dele e, que por isso, no máximo poderia figurar como litisconsórcio passivo' posto atingi-lo o resultado da causa mas irre­ levante a sua integração na lide, uma vez vigente_o princípio imutável "resoluto iu­ re dantis, resolvitur ius accipiens", essa nulidade, não atinge seu direito à ação de locupletação ou enriquecimento sem (Continua) Jornalistas protest «somos assala riados» Brasllln. (O Nacluna' Dirigentes da Federaçl Nacional dos Jornallst e Sindiats de rali de Brasília, So Paul Paraná, anta Catarina Porto Alegre forem rcce bidos em uudl(iucii pelo Ministro do Trab lho Arnaldo Prfeto, M oudtôuclu, prote6tara::. contra a criação de Coe selnos regionais de jot alistas em todo o palt pretendida pela Confede raçiio acional dos Pro nsslonals Liberais. Ex• plicaram que não existe qualquer vinculo ontr 11 ela sti e u confeder&· ção, uma voz que jorna listas no Brasil no s» profl■slonals llberala, mas assalariados. CMN Deride qual Bancos vão ganhar Rio (O acional) - O Conselho Monetário Nacional decld eiu erri Bras!IIP., a fórmu­ la de remuneração da ·rede bancária da distribuição pelo pa- ís dos talões de reco­ Ihimento restituível, - que será arrecadado na venda de gasolina. Na reunião o proble· ma será discutido bá­ sicamente sob dois ângulos: o custo do depósito, remun<:ra• çãu dos bancos ti o tempo de permanên- cia na rede bancária, ). sem que um ponto te- l 10. nha qualquer relação com o outro. Será es­ tabelecid uma tarifa cujo níve.l dependerá dos resultados sobre o levantamnto dos custo que o Banco Central ainda está e­ laborando para apre­ senta.r na reunião em questão. C♦ a p, UI po cidad tos L gisl ção fício corr met das lhe dai, .,, lbaç, dera. Leia e A ine o l res, Em. I Jh050 quatu Jornal bulb Tribuna da Fronteira , N EMILIO i. LRILArl . . . "Vendemos qualidade" Matena1s de Construcao em Geral - Telhas francesas de Aluminio 4 • 1 8 . . . . tweries alninulas e listias, te " mianlo, Basilit e [temit, Iilils, IanilMas, nule ·+ s is, ctys, itas, iitrs, nanes, sal - Iuto pana n ,' ls, twjlns Silirios, e amlss Y E H D E M O S .Q U A L I o A o E • consuueao, venfiqae os precas. • "A única que mantém um estoque Rua. C l J • 315 permanente p· • - __ • e=•..:.;u;;.v.;..e,;;;,;n=c1:,:o:,.:,...;n:::.:.,-,O~~:...!::c~x:_- ..:P~o~s~t~al~3~6~:_-~G~- ara pronta entrega,, uig_Lopes_dc_Laguna - ME Futuras instalações em Jardim l«la VI±ta - MI. 20·1-Ti roxa - saco ESCANDALOSO Eu sol que existe no Brasil uma lei proibindo Instalação de estátua e ou bustos em homenugem u pessoas vivas. Não sei se eRts lei já foi revogada. Sei, porém, da sentença de Emorson: "Só me­ rece uma estátua aquele quo não tem ne­ cesslclado dela". A medida proibitiva foi tomada, com certeza, em face à fallbllldade huma­ na. Está na cara: o homem pode ser um herói bojo o, amanhã, um covarde. Hoje pode eer um benemérito. Amanhã, um tremendo mau-oarélfir. O homem, no cur­ so da vida, desgenorn e regenera. podenrlo depois de uma regeneração, cair nou­ tra desgeneraçíio ··..e ussim caminha a Humanidade. Tem também o caso de in­ divíduos que passam a mocidade e a ma­ turldade de acordo com o gabarito, dando duro, estudando, produzindo. Casam-se, constituem familias. DepolR da familia orla­ da, já com neto,, "caem na vld!i", quero dizer, desmunhecam e dão para paquerar rap11zlnhos, andar por cinemas e praças a procura de homens. Já pensou no caso de um infeliz destes, chegar no melo da pra­ ça e grilar para todo mundo ouvir: É, eu estou faturando o bozó mas naquela está­ tua ali sou eu! ?. Falava o escriba aqui no caso du proibição, ou melhor, da lei qu1, proíbe. Mas em Três Corações ergueram uma está­ tua de corpo Inteiro a Pelá, dito Rei do Futebol. O próprio Pelé Inaugurou o monu manto (prestando uma homenagem a si mes- mo ... que beleza! ). Pelé já é artista de cí­ uema (A Marcha); de teatro (Abolição), cantor de rádio , rcinau,::urar "oficialmeute" 11 artéria urbana, o ministro homenageado comentou com eus colegas do Superior Tribunul Mililnr: Eu já sou anatório, grupo escolar, museu, pra­ ça pública, edifício de dez andares, associação de ca­ ridode, terreiro de macumba. Agora sou também ave­ nidn, 56 me elllí íahnndo ser navio ..• Mlnlsterlo do Exército li Exército 9.a Roglão Militar 4.a Divisão de Cavalaria 10.o Regi­ mento de Cavalaria Regimento Antonio João EDITAL O !Oo Regimento de Cavalaria, devi• damente autorizado pela 9.o Região Mili­ tar, vendr,rá mediante leilão, no dia 7 de Muço cte 77, As 14,oo horas na sede do Regimento, alto a praça CMT Pedro Rufi­ no o ma leria! abaixo: 10.000(dez mil) sacos de aniagem ao preço mínimo de CrS 12.ooo,oo, (400) qua­ trocentos sacos brancos ao preço mínimo de CrS 6:>o,oo, loo( cem) latas vazias ao preço mínimo de 300,00, .J.50( cento e cin­ quenta) litros vazios ao preço de Cr$ loo,oo O material acima poderá ser visto e examinado pelos interessados de 2" a 6 feira das O .00 hrs às 16.oo hrs, até o dia o4 de Março de 1.977. Realizado o leilão e declarado vence­ dor. o arrematante será convidado à reco­ lher de imediato 2o% do lance de arre­ mate e completar o reatante no prazo de 48 ,hrs poderá se o quiser, recolher o to­ tal do lance de imediato. O material será entregue ao arrema-, tante após o recolhimento do total do lan­ ce mediunte termo de entrega. Se o arrematante naõ recolher 0 res­ tante do lance no prazo estipulado, perde­ rà o s!nal do 20% pago por ocasião do leilão. Bela Vista, Mt 20 de Fevereiro de 77 SERGIO ROBERTO PERONDI ADVOGADO &$RJIOR)O- Rua 3 de Outubro (lo0 LA90 DA €)3±13N) Bela Vista Mato Grosso HOT AS IHFORMATIV AS N. 3 ORIENTAÇÕES ADMINISTRATIVAS 1-- Período de 28-01 a 2802/77. Matriculas do nino reulr I» e ll" Graus. 2-- Período de 0102/03/77 Distribuição de aluo+ por tito « turras. J-- Período de 04, o5 e o7/03/ 77 Elaboração do horário. 4--- Período de 08. 03. 77 lnlrio clu aulu. 5-- Período de 0} 23.03.77 Período de +ondagem de alunos 6-- Período de 2l a 26. 63 77 Parada da aulas. Planejamento Pedagógico do emestre de acordo cm a categoria dos alunos de cada lasse. 7-Período de 28 03 /77 " Heunilo obrigatória com Hais e Mestre. Obervações: a) A convocação deve ser feita pela diretoria do Estabelecimento de Envi- no e Associação do« Professore. ,~ , b) Solicitar +ugestões ajuda os Pais, a fim de que posa haer ite- gração total entre a Escola e Comunidade. " e, Dar conhecimento aos me»mos, do leimento Escolar, deerea e direi-. tos dos aluno, critério de notas. d) Frisar, esclarecer o que, quais o objetivos, o que e pretende e importância da integração escola comunidade Associação de lia e Mestres. TRIBUNA da f r1oleir1 Fundado em 25-02-72 Redator-Chefe - Soa/do Pmlra Gerente - la "gauchtnha loira''. Pela primeira vez nos últimos tempos o públlco atende ao cha­ mado de uossCls jovens que qucrtm mo11trar algo de sua criatividade. Cerca de 500 pes­ soas marcaram presença e vibraram, e a­ plaudiram o que é nosso. Parabens aos atore5! que cl<>ram tudo ele si para apre­ sentar aquilo que o público etsperava, e a este último os agradeclmt1nto11 sincerol:! pelo comparecimento. A IVERSÁRIO Eu José e ilva, Oficial do Re­ glstro de Protesto desta cidade e Co­ marca ele Bela Vi ta do Estado de Ma· lo Gros'3o na forma da lei, etc. . . Fuço saber aos que o presente odllel virem Oll dele tiverem conheciruen, to que se encontram em Cartorlu, a Rua Coronel Dias, n 94 nesta cidade, para protesto por falta de pugamento e acei­ te ou devolução, os seguintes títulos: 1) Apresentados pela Firma Ma­ to Grosso Diesel S.A. a) Duplicata ° 2660 PI Venci­ mento 30/11/75 Vulor CrS 12.442,27 emi· tida contra José Pereira dos natos. b) Duplicata nº 2.862-PI Vwcimwto 30·11-75 Valor 2. 86,31 emitida contra Jo­ sé Pereira dos 'antos. 2) Apresentado pelo Ban110 ao Brasil 8/A. . a)Duplicatn nº 128/76/9 Ven~1- mento 07/01/77 Valor CrS 26.502,3 . emi­ tida por Mecanlcu Industrial Ltda contra Serraria ,gro Industrial Bela Vista 1:,tda. b) Duplkata nº 4 369 Vencimen­ to 22/01/ 77 Valor CrS 1.108,64 emitida por Sacorer contrn Anselmo Severo Po­ lell. ilnrilct, filha rio casnl Laurinda Hodri• gues e lrncemu, recebeu no salilu do Cluhe l'aro· quial inúmeros amigos para juntos romeworarc111 suoa 15 primu,·erns. Após um delicioso jnntar com muitos pratos dccorndos, .'llorilrt dançou com eu pni, a Trarlicionnl Vnlen, seguidn por l•l pores con­ vidados especialmente. A mcoinu-moçn Murile1 de­ sejamos muitos Felicidades! 3 JANTAR o dia 11 pp. na reslrlencia do ca­ sal Zoé e Benedita. Pinheiro rol rea.llzad11 um jantar íntimo em homenagem aos noi­ vos Ildefonso e MarlY,. O ponto ulto da reunião foi a apresentáção de danc&s Rít· micns. c)Duplicata nº 0270/76gA Venci­ mento 18-12-76 Valor CrS 1.465.50 emiti­ da por Icei. Industria e C'omercio Estrela Ltda. contra Anselmo Severo Poleti. d) Duplicuta nº 48.368 Vencimen­ to 22-12- 76 Valor CrS 1. 136,46 emitida por Sacorer Industrial e Comercio de Artefa­ tes de papel e Ferro Ltda. e)Duplicata n!l 128.-76-10 Venci­ mento 07-02-7. Valor CrS 26.'ío2,3 emiti· da por Mecanica Industrial Ltda contra Serraria Agro Industrial Bela Vista Ltda. t) Duplicata nº 29550-A Venci­ mento 30-09 76 Valor CrS 4.790,00 emitida por Comercial e Importadora de Ferra­ gens Limoj Ltda. contra Agro industrial Bela Vista Ltda. g) Duplicata uº 29550· B Vencimento 30-10-76 Valor CrS 4.790.00 emitida por Comercial e Importadora d11 F1:rrngens Llmoj Ltda contm Agro Industrial Bela Vista Ltda. h) Duplicata n!! 0270-76-8 Venci­ mento 18-01-77 Valor CrS 1.4f5,50 emitida por Icei Industria e Comercio Estrela Ltda. contra An elmo Severo Poleti. E por ter silo impossivel encon­ tre.r os devedores dos referidos titulas ou seus paradeiros, pelo presente edital que será uUxado no local de costume e publicarto· pela imprensa local, intimo-os para pagarem a importância devida ou darem as razões de sua recusa e na falta de pagamento. intimo os do compe­ tente pretesto que scrd extraido no prazo legal. Prazo 3 dias a partir da publicação). Bela Vista 16/Fevereiro de 1.977 ENLACE A Igreja Matriz ele Sento Afonso en­ galanou-se toda para receber lldefon o e Murly. Marly muito bonita (seu lindo ves­ tido, ::nodelo exclusivo de euza de Alen-­ car) foi conduzida. ao Aliar por seu pai, Sr. Gentil V. da Ro1>a, onde Ildefonso, que aderiu no conjunto branco a esperava. A Cerimonia toda transcorreu ao som de Ór­ gão, violino tocado pelo Prof. Stumpf e flauta pelo Pe. Haroldo. Foram padrinhos de Marly: !!ilton V. da Rosa e Sra., Tere­ zinha e Ricardo de Roa, Sra. Antonina C. da Rosa e seu noivo; Amélia Fontoura e Djalma V. da Rosa, Geraldo de S. Rosa e RIta M" L. Battilani. De Ildefonso: Dr. Olisses L. de Almeida e Sra. Nelcy M. Loureiro, Ruhens Bueno e sua noiva Celiza L. Pinheiro, Dr. Tules Toledo e Sra., Dra. Marilza L. Pinheiro e Eudo L. Pinheiro f!! ., Ricardo e Carmem Mello e Geraldo P. Murauo e ra. A Igre­ ja foi pequena pard. receber grande n de convidados. Os mesmos foram recepciona­ dos na Fazenda do Sr. Gentil, com lauto churrasco regado de muita bebida e músi­ ca. Inúmeros r,arentes do jovem casal re­ sldenti,s em outras plagas prestigiaram o acontecimento. O Oliclal do Registro de Protestos VESTIBCLAR De parabens meu amigo Mário Ro­ sa, pela aprovaç!lo no vestiba para Direi­ to. E' isso aí. .. Mário mostrou que nunca é tarde para e1>tudar ... LAZER Uma. boa pedida aos domingos é tomar banho no Açude de propriedade do Sr. Maneco Miranda. alem da beleza do lo­ cal, distraise assistindo ao Esqui Aquático. Tendo em vista as falsas acusações feitas em relatório publicado no Jornal THIBU, A DA FrtON"TElll,, sordens uest.a cldudP. Nu qu111lclade ele vereador· mais vo­ tado, fui designado verbalmente pelo ex­ mo. r. Juiz de Direito da Comarca de Ponta Porá-- ~ll. para proced· r a po,-,e da nova Câmara, o que foi presidida den­ ti·o das dh;posiçõei- dá lei, tendo os l11u­ meros asslt1tentt:s como provas concretas e indissolúveis. Proceclendo-Ee ns votações " Pleita a mesa diret!va e ileiro, nlo dr vereadores, de todos os muni­ cfpio• do Estndo. rocemo ape· sor das dificuldade, dt! Juco moção em decorrência das n 4, chenles, como pelo ,·uluu·"' j 1 de per•'1.lolll, formulada• r final dcetacado pelo 'Sec,,.1 ~ rio, e a preocupação demonrtr (l da pelo• 'erearlores e/ r.-Iaç.in ) ~o dina,mim•? 9ue p_rctende- /'~ impor a admm,straçao. . O entror..a.mcnto entre ,, f vereadores foi um apect f muito ressaltdo no decorrer { do encontro e também surpre ] endeu aos tecmcos do DECRA· M que organizaram e aconr panhu:un o aconteomcoto, . Defeada o Seu Dinheiro Se você quiser, poderá man­ tcr•St! cm forro.a., muito bonita, usando produtos naturais, que cu,t:m barato e oferecem 6tí• mos resultados. os retoques, na• tralmente, serão dados por prodnto• de beleza. Vocc ;abi:i. • 1 por exemplo, que entre os te· souros da terra. csúa n :i.r;ri.k. nm material capaz de ajuda-lJ ( muito? Ela age como purifica­ dora, absorve a oleosidade ex­ cessivs da pele, remoce sujei­ rn3 e impurezas. Além diss. tonifica, remove as células mf" ta e não irrita a pele! Se cé aplicar essa máscara de a"­ gila de 15 eu l5 dias, verá c mo cln funciona como um tr tomento de bclt!z:a completo! j Outro produto 61.iwo rn1·' ser aplicado como mcara é' ] mel. Ele é ótimo para umed cer a pele. . Nessa época de impradi'ut.J· as (a queimaduras por cau-' do excesso de sol são coa-ta1 tes.), você deve estar preveni da. Um tr:itanwnto T.ipido r barato de crueimodura,,: polJ)" de pepino amassado é um e celcntc remédio! n