SEMANARIO 
INDEPENDENTE 
f-(J l>AUOII 
IJirt lor 
Ire-ponsável 
lvuldo Perolrn 
«O Verdadeiro 
Jornnl nêi:, ttl 
limita a lnfor­ 
mt-r, ó opino• 
tivo também». 
(Horbcrl Mou1) 
ANO V 
ao 
No dia 25 pp. comemoramos mnls 
um aniversário de fundação. Há cinco 
anos atrás, aproveitávamos u idéia de 
um grnpo de jovens que, "bu.,c:rn<l o ur­ 
reoudur um dinheirinho extra pura o 
curr1avul'', editaram um bolrtlru (O JÓIA) 
e me convldurnm para e;;crever ulgumu 
coisa. O JÓlA viveu pouco. circulou D·· 
penas o número t, mas u Idéia rol upro 
veltada. enll que Rela Viiita, <ill me­ 
lllor, a regiüo, necessita vu. de um or­ 
güo de imprensa. O nome TRIBUNA sur 
glu em Ponta Porã, rnals precisument"' 
na Redul,!úu do "CorrPio do Povo·•, edi­ 
tado pelo confade Fernando Saldanha. 
Nu Inicio o povo belwlstem-e nao acre­ 
ditava no joroal. Nii0 ncredit.uvu erii _seu 
Editor. Era um repto e mais do que isso 
uma necessidade dP afirmuçüo. "Tribuna 
da Fronteira"' amadureceu nu experiêo- 
l ela. Cresceu nu luta e nos obstaculos 
que laru surgindo u medidn que p o fir­ 
mava como um jornal 1 JOEFENDE 
1TE 
de seitas e partidos políticos. 
1 
Um grande jornal permanecer in­ 
dependente e "quuse fácil"'. mas um_ pe- 
1 queno jornal do interior ter como linha 
editorial uma iruparclalldade e "quase 
heroiRmo". Alnrla hoje sentimos nu car­ 
ne o resultado de ser um "pequeno gran 
ie jornal". ão nos dera UM A 
1
0 DE 
VIDA. Estamo vivendo o quinto auo de 
fundação. Não acreditavam na criaçilo 
de not1sa gráfica. Temos a nossa e mon­ 
tamos outra em Porto Murlinbo. Não a. 
creditavam na TRIBUNA. O jornal so­ 
breviveu e criamos mais dois (Correi? 
~ Jarc!iuense e Tribuna Murtinhense). Di­ 
ziam que nilo tinharnos condições de 
mostrar ada. Mostramos Trabalho e 
·1 Perseverança. Quanc!o começamcs "vi­ 
zinhos comerci11is dividiam nossos rnó­ 
veis dizendo que não tiuhnmos condição 
de prosseguir". Este uno iniciaremos a 
• construção de nossa sede própria. Tudo 
isso é fruto de muita luta. Muito traba­ 
lho. Contamos com o apuio de inúmeros 
bela visteses. Gente que colaborou e 
uinda colabora para o engrintlecimento 
de nossa terra. Tudo é possivel ao homem 
que traça um objetivo e faz destti .ib)e­ 
livo uma missão. (Existe alguma coisa 
áe místico em «missão»). 
TRIBUNA DA FRONTEIRA, orgão 
independeute, Bela vista, Mt. foi longe o 
o nome TRIBUNA, foi longe o "jornalzi­ 
nho". As idéias podem ser captadas, bas 
ta Hcar de antenas e na escuta. 'Tribu­ 
na surgiu porquA estuva na época certa 
no momento exato. com os homens cer 
tos e com o povu "dividido". Muitos não 
acreditaram muitos cri icaram, muits 
1 
calun!aram 'muitos clebocbaram. mas: os 
poucos qu~ ucre,!itaram hoje respiram 
8ivla<los: «E6tavamos certos». Nosso 
preito de gratidão aos que nos deram 
apoio material e incentivo. A começar 
Pelas gráficas onde o nosso "jornalzi 
ho" era impresso: «Correio do Povo, 
Pantaneiro e Correio do Sudoeste» (diri­ 
gldo p2lo saudoso João Nunes da Cu­ 
ha). Aos belavistenses que "entenderam 
a nossa mensagem". Aos amigos das ri­ 
dades vizinhai; que "acreditaram". Aos 
iovens que fundaram o JOIA e nos de- 
j' am o principal: A IDÉIA. Mas agrade­ 
" temos acima de tudo ao «Todo Pode­ 
toso», ao Senhor da Luz, que nos deu o 
ttpirito místfoo para que sentlRstmos que 
'TRIBUNA era "missllo". Fizemos muito 
' ainda tíoemos multo O que faur. .!lvilo tw1w1os o 
da de amanha. Quem' vioe na luta nao teme o 
Péxime embate. Ge e Confiança no amanha. Obf- 
1
,iaeos nobres e uma eterna vontade de suplantar os 
"mits estalidos. € a nesso neta. (],P,) 
A direção d jornal dos municípios 
mtogrossense, dando inicio ás cotemo­ 
rações do seu 1ª un.> de atividades nu 
imprensa local em sua nova fase, a 
ocorrer no próxino di 26 de agosto de 
1977, comunica a V. l!.:xcla, que Pfilará 
homem4geando 1000 personalidades até 
essa data em tod,, o Eslatlo de Mato Grosso 
dentro as quais está incluso o vosso 
inlutre nome. 
E iniciando este ciclo do solenidades no 
próximo dia 8 de n.:nrço, em Campo 
G-rande com um jantar festivo com locnl 
hora a erem definidos em convite e espe­ 
cial a direção do referido órgão horneoa­ 
gerá as seguintes personalidades campo­ 
gandenses 
1 - Dr. Marcelo ilirnnda - prereitJ 
Municipal d~ Campo Grnnde 
2 - Dr. Jnsé unes da Cunha • Juiz de 
Direito da Comarca 
3- Dr. Milton Malu!Pi • Juiz de Direito 
da Comarca 
4 - Dr. Ifarley Cardoso Galvão - promotor 
Público da Comarca 
5 - r. Assaf Trad - Cônsul honorifico do 
Libano 
6 - r. Armando ilveslrioi - cônsul 
honorifico da Itália 
7- Empresário Victor Eugênio -secretá­ 
rio de Jndústia e comércio de Campo 
Grande 
- E111presária Nerone Maiolioo 
9 - Empresário elson Borge de ~!lrros • 
Presidente da Associação Comercial 
10 . Jorge Elias Zarhun - Diretor da rêde 
Matogrossense de te! "visão. 
11 • Ernpresõrlo irmão oures . 
12 - Empresário iIiton Insuela Pereira 
13 - Ernprei-ário ebasfüio Cnneca. 
l 4 - Empresário Dr. Ivan Paes B_nrbosa 
15- Empresário J. Barbosa Rodrigues 
Diretor do Correio do Est+do. 
l(i - Empresário A vellno dos Reis 
17. Dr. David ílnlaniuc - chefe da case. 
Civil do Governo Estado 
1 - Empresó.l"io Luis Jacobina . 
J 9 - Dr. Gabriel Spipe Calarge - presid. dc 
füídio Clube 
20 - Ministro Waldir do' autos Pereira 
Presideol<• da Arena 
21 - Empresário Brnardo Elias Lahr'.o 
22- Empresário Anisio de Rarroa 
23 - D. Ailton Guerra - Diretor da 
Rádio Educação Rural 
24 - Dr· Cérsar Quintas - Diretor do Diá­ 
rio da Serru. 
25 - Empresário Luis Labur1 
26- Empresário Jorge Sayech 
E na oportunidade serão ainda agrade­ 
cidos com o diploma de destaque do 
uno rle 1975. urna vez que não foi possi­ 
vel. realizar a solenidade entrega da refe­ 
rida cmanda o ano pnssttdo, as seguintes 
personalidades: 
1 - Dr. Marcelo Miranda 
2- Deputado Ruben Figueiró 
3 - Empresário Ludio Martins Coelho 
4 • Dr. Eduardo Congar Filho 
5 - Dr. Evaldo Pessoas 
6 - Empresário Nelson Borges de Barros 
7 - Empresário Jorge Elia.• Zarhan 
8 • vcu·udor Romão Achucr.rro 
9 . vereador Waldyr Curdoso 
10 - vereador Félix Bulaniuc 
l l- Dr. Aihon Guerra 
12- E<limir Padial 	• 
13- Empresário lllórcio Canalha Desidério 
1-1- Dr. Hairton Patrocinio Lopes 
15- Dr. ll11noel Ferro e Silva Júnior 
16- Sebastião de Oliveira Barbosiris 
I7- Dra. Doracy Cunha Iamos 
18- Luiz Lands Reinoso Farias 
19- Dr. Sinvul Martins de Araújo 
20- Dr. Jonqnim Martins de Araújo Filho 
21- José Héllis de Figueiredo 
22- Acadêmico Huolrlo tlo Nasc1mcnto 
• Drn. Ncuda Uoque llfongini llarqut1s 
21- Economista Adone Collaço Sottovia 
25- Edon Contar 
ão 
:6- Jamil Bcha 
27- Sahador Doderu 
2- Augusto Gamba 
29- Gilberto Pereira Guedes 
30. Dr. Pedro Dobes 
3L.- Dr. Otávio de Oliveira 
32. Dr. Jo- Couto Vieira Ponte 
33. Dr. Vicente ·arubbi 
:11- Or. ,loisio Franco de Oliveira 
35. Luis Antonio aab 
36. Altino santiago 
37. Herherl de Almeida 
38 - Duprê Garria Coelho 
39. Marciano Lopes 
,1() • Wilson de AquinJ 
-li • n. dr Paula Filho 
•12 • Dr. Alberto Cubell llrum 
43 • Nelson Trod 
.J.I. Dr. Hic,mlo Trad 
-15 - Dr Eloi Pereira 
16- Dr. Carlos Garcia Voges 
-17 • Dr, lrnn .loreira de E;!)º Filho 
48. Dr César Mackoud 
•19 • Dr, Frnnd,co Giordano 'eto 
50- Empresário Marcus Vinicius Félix Machad 
51 .Dr. Vilon Correa 
52 lrincu Farinu 
53 - Carlos Isa ahas 
51 Mário Mendonça 
55- ilvio Martinez 
Só • Joel ilvu 
57 l6ao Bosco de Medeiros 
58 . Professor Pedro Chaves dos Santo• 
59. Empresário João Arruda 
CO • Edmundo da Costa Neto 
61 - Ilenjnmin Cintra 
62 • Ilércules Mnyon" 
63. Dr. Jeao Pereira da fosa 
64. Nero Lerina 
65 - Pedro Paulo 
66 • Dr. Paulo Ditima 
67 • Coronel Julio Alfredo Guimarães 
68 • Acadêmico Abnud Labdo 
69 • Dr, IJ..xrnnlo )luller 
70 - Dr Heldir Ferrari Paniago 
71 - Dr. Avedie Ilalabnnbn 
72 - Hrof. Almidio Pimentel 
73 - Emprc,;ário Alciodo erejo .Iaovnillar 
74. Mestre Pereira 
75 • Wilson Fogolin 
76 - contlor lrn.Í'Ío Coelb11 
77 - Adildo Hocha 
78 • Empresário Loureiro Pereira Queir6z 
97 Empresário Arnaldino ilva 
80 - Emprc,ário Celinn Nighelli __ 
8I - Empresário Fernando cardini 
82 • Dr. Plini<> Ilorbosn )larline 
83 • Benjamin Claia 
8-l - Empres{irio B, Bernardo 
85 - Elenir Pulccoa do Amaral 
86 • 'ogib O_urivnis . . 
87 - Académico Antonio Simão Abrão 
88- Empr-sário Vicente Oliva 
89 • Dr. Snlomilo Francisco Amaral 
90 • Dr. Ji;vêncio César <ln Fonseca 
91 - Dr. Gabriel Ahrjo 
92 Dr. J unrez Morgues Batista 
93. Empresário José Maria Hugo Rodrigues 
9-l Wnldemar O:oc:auo 
95 Hélio de Souza 
96 - Ur. Humberto Canale Júnior 
97- Edson Moraes Chaves 
9- Antonio M. Chaves 
99 • Dr, Waldir dos Santos Pereira Jr. 
loo Dr, Fauze Amine 
1
1 
DOLIR 
PASSA A 
VALER 
CR$ 12,87 
o dólar Norte-Ame­ 
rkano esturü ::enrlo ope­ 
rado às taxas de CRS 12' 
f-0 para II compra do 
CRS ... 12,87 para venda, 
pela carteiro ele Cftmhto 
do Banco do Brasil. 
Esta é a segunda 
desvalorizoçilo do cruzei­ 
ro este ano, determlnnda 
pelo Banco Central, após 
23 dias de vigêncius a­ 
xas fixadas cm 17 de Ja­ 
neiro último de CRS 12.52 
para compra, e CRS 12,59 
pura -venda. 
Em consequência da 
operação Cambial, o IBC 
baixou a Resolução 7;77 
elevando de 103 para 107 
dólares por saca cota 
de contrlbulção ( conflr;o 
cambial), sobre as expor­ 
tações do café verde em 
grão ou correspondente 
em torrado-moído. 
Japoneses criam 
protoplasma vivo 
Massas de proto- 
plasma semelhantt s às 
"células" sem núcleo 
nem membrana que t !• 
riam sido as pre<mrsoras 
de todo os seres vivos 
foram fabricadas artifi· 
cialmente por cientistas /apo­ 
neses noticiou se 
em Tóquio . 
As "células" foram cultl­ 
vaaas e'J'.l água-marinha 
aquecída, durante um 
mês à temperatura de 
cerca de hO graus cente• 
simais. O chefe d11 equi­ 
pe que realizou o expe­ 
rimento, o professor Fu­ 
jio Egami, diretor do ins­ 
tituto de Pesquisas sobre 
a Vida da empresa Mit­ 
subishi, afirmou que o 
protoplasma c11Jtiv.1do "é 
semelhante àquele do 
qual se desenvolveram s 
células vivas. durante o 
longo processo de evolu­ 
ção da Terra•·. 
«Acima De Tudo, Saiba E Acredite Que A Humacl­ 
dade Está Progredindo; e Que, To Certo Quanto Cate Deus 
O Futuro SerA Maior E Melhor Do Que O f'resente Ou 
O Passado,, 
11 
Tribuna da Fronteira - "O Poder Da Acuo 
"Cinco .nos A Serviço D!i Comunidade Belavistense" 
Tribuna da Fronteira 
Cinco Anos a serviço da Comunidade Fronteiri­ 
ça Tribuna du Fronteira: ··o Poder da_Aço". 
Gráfica e Ectitora Apa, Revista Integração, Cor­ 
reio Jardinense, Síntese Editorial Ltda - Intiústr!a 
Gráfica (Porto Murtinho) Tribuna Murtinhense. 
"O Camln.ho·' (Boletim Religioso, Cientifico e 
FllosóflcoJ "O Poder da Ação"

-
------------ ----------------~T:r~tb~u~n~a~da~F~r~o:nt~e~ir~a'.__ __ ~~~~~~~~~~~~-~~~~~~~~~~~~~~, ===-~~~~~~~~:,~ 
Bela VIta - Mt. 
S E M'.' 
TRIBUNA da fra1teir1 R E e I N I D 
osso «» zere LMNIES 
Redator-Chefe - .J,,dd.i f-'urir.i 
Gerente _ ,lfdolr cltnlato 
Sub-Gerente • Glie Cerra 	Li 
éõiroí;Ão · ien, de-. 1»bs',2,_._"" 
., - " ,.. . L • Nivnu o7tme 
Altair Marque-, l'etrono ao, 
IMPRESSÃO . Carlos Tadeu • Nilon Roberto 
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~'f t._j 
,1 
muitas vezes, bem próximos. 
Na carta-resposta, escrita em lingua­ 
gem distinta, ta!d num vernáculo só­ 
brlo e singular, numa caligrafia segu.a 
a moça revelava seu verdadeiro nome 
Dulce. Confessando-se lgculmenle frus­ 
trada em fuce da Instabilidade dos ho­ 
mens, implorvu sinceridade. A certa 
altura, pedia com ênfase: Paulo, li naJ 
entrelinhas de sua carta, a profunda 
amargura que a solidão lhe lmpoe. Com 
relação ao Destino, somos vítimas Iguais. 
Senti. logo que sua 11arllnha cheg<,u àH 
mlnl10s m[ios, que vou lhe amar. Senti 
I to naquela hora e estou seotindo ago­ 
ra. Amar sem conhecer deve ser uma 
temeridade. Deve ser como um salto no 
escuro. 011sas locl,naçõ.es para as coi­ 
s8 da Natureza são ida ti :a l. Creio que 
podemos 
aos unil' vertualmente, corou os pàssaro 
due jà na cem juntos, no mesmo ninho 
Nosso ninho é, por contraste' a distânci- 
a entTe nos rlols. Você, ai em sua terra 
natal. Eu' aqui em. Campinas. Mas Ihe pe­ 
ço por tudo que e sagrado; nuo me diga 
nada além do que vai no seu coraçao 
As cartas mentem multo. Todas s au­ 
sênslas são atrevidas. [io alimente e 
mim esperanças mortas. "Vinha uma o 
togrnflu de DULCE e três cartões-postais 
Paulo leu a carta umas dez vezes. a Io 
to viu no sorriso de DULCE a doçura 
que seu nome traduzia. As cartas seguida 
trocadas com regularidade, por tanto 
tempo sempre separadas com ansiedade 
avam um romance. Numa delas, DuL 
CE pediu para vir visilà-lo quando ~sti 
vesi:e em férias, no fim do ano. 
Ele prometeu ir conhece-la pessoalmente 
antes e dezembro. Queria conhecer tam­ 
bém as andorinhas de Campinas. Ficou 
e tabelecldo que telegrafaria com bastan­ 
te antecedência para que ela pudesse se 
preparar psicologican.,eote para o encon­ 
tro definltivn. 
Vidrado,lmpaciente, gamadáo. Paulo 
· tomou um baoho de loja e tomou tam­ 
bém um ônibus. Iria uma surpresl. Na 
Paullcéia fez uma sauna, cabelo, barba, 
unhas. Pela manhã, comprou um buquê 
de rosas rubras. Estava resolvido a en 
frentar a real!d11de, ganhar a alma irmã 
de sua própla alma. Dirigiu-se ao ende­ 
reço. Desceu do táxi, em frente ao edifí­ 
cio. Tomou o elevador, eletrizado, pen­ 
sando mil coisas. Apertou o botãozinho­ 
primiu mais algumas vezes. Nada. Des­ 
ceu pela escada. Perguntou. ao zel6dor 
pela familia do 26. 
Cavalheiro (disse o empregado do 
ediHciol, 26 não mora familia nenhuma. 
Muito pelo contrário. Mora ali uma tre-. 
menda, 'bicha deslumbrada". homosse­ 
xual perigoso, travesti do Teatro Natal. 
E uma tal de KARLA, que dança balé ... 
Aos quarenia anos de idade ainda 
não se havill drHnido com relação ao 
casamento, Se bem que relativamente 
situado na vldu, tendo um bom emprego, 
carro para andar, solteirão de cativante 
aoarênciu tinha, por co11tTaste comple­ 
mentando sua personalidade, um Indefi­ 
nido ar de tristeza. Tinha nos olhos o 
brilho instvel dus ptissoas que vivem 
sôzln!:rns. Experimentara, no cumpo do 
amor, decepções e desenganos que lhe 
ficaram gravudus na alma, como cica- 
.. a trizes irremoviveis. Na realidade, todas 
as mulheres que lhe cruzaram o cami­ 
nho revelaram-se inconstantes e muito 
abaixo do uivei de seu afeto a dos seus 
merecinento A esta altura do vida, já 
no meio do cominho sinuoso e acidenta­ 
do, estava descrente, resolvido a atra 
vessar o re to da jornada solteirüo. por 
temor, maii, de novo e Inusitado fracas· 
so que mesmo de uma desilusão que lhe 
fosse fatal. 
Folheando uma revista, deparou com 
o anúncio: "Loil'U, i>Pbelta, execente do­ 
na de casa, amigo, modesta, culta senti­ 
mental. Deseja corresponder-se com ra­ 
puz de predicados semelhantes para tro­ 
ca de cartõts-postai6 ... e algo mais". As 
cnrtas deveriam ser endereçadas para 
Avenida Anhanguera, 234, Apto 2 , Cam­ 
pinas, Est11do de , ão Paulo. 
Recortou o anúncio, pô-lo na cartei­ 
ra. Depois de muito pensa,, pelo sim, 
nelo não... resolveu escrever. Contou 
sua situoçuo direitinho: vivia sem com­ 
panhia feminina, morando em hotel. Ga­ 
nhava bem, E>mbora nào fosse rico. Pu­ 
nha suas modestas qualificações nus 
mlios de Karla, que era este o pseudô· 
pimo da moça. A resposta não se faz 
esperar. As mãos invisíveis do DeEtino 
(pensou ell-'} µosi:uern a força necessária 
para unir dois corações utravéz das 
malR longus dlstílncius, é capuz de sepa­ 
rar este mesmos corações que estão, 
-------------- 
"Trihuna dn Fronteira é urna publicação 
da GflÁFlCA .- EDlTOHA Al'A 
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CGC. MF. 03.201.2/ 0002 1ser. 13059214-3 
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Demnis Municípios 
Beln Vista 
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Rua Duque tle Caxias 5/n C. Postal 23 
(Matriz) Iela Vista 	Mt. 
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nados, cujas caracterís· 
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gela VIt - Mt 
Trfbuna da Fronteira 
PIRA IS ELEGANTES ... 
flLEMOS EM MODI ... 
Estado de Mato Groas,, Comarca 
de Bela Vista Cartório 'o 2,o Ofício 
EDITIL DE PRIIÇA 
Nas reuniões ''a noite" o requinte e 
e brllho ião elementoH fundamentais· o 
·pandy", o prlmolro elemento das linhas 
cbavea ganha ver11õee acetinadas e bri­ 
lhantes; a fluidez é traduzida através de 
pllU&dos e calça11 odaliscas: rendas vol- 
ando ao uso Intenso, coloridas e trans- 
1 
par1.nt11, e. m modelos tubulares· o folcló­ 
n "ruso" será Interpretado através de 
multo veludo liso, lamê e brocado. 
. As "cores" quebrando a monotonia do 
Inverno, em tons vivos e cujus combina- 
ções e■tarão presentes tanto nos tecidos 
Ilsos quunto nos estampados [lorais, qua­ 
driculados, escoceses, jacquards, lh1tras e 
o acolchoado do "bibendum". 
"Nos tecidos", estarão em grande des­ 
taque, os aspectos algodão do moleton 
(malha do algodão mercerlzadn) e das Te­ 
laR rõetlcas, assim como, o8 jérsels de lã, 
veludo, cotolê e tecidos plastificados para 
a "linha esportiva". 
Ainda na linha "Dandy", predominarão 
11 lãs higlesas. como os tuides, ne fla­ 
las e 011 shetlandes, bem como ainda, as 
gabardlnes e a lã mohair, 
Na "linha folclórica", a malharia é a 
grande vedete; a seu lado sem que cau- 
19 espécie, coexistirão IB etamlnes, jér­ 
rele, sedas e o angorá. 
A "sensuçllo" das coleções é o maxi­ 
ruéter, usado com colantes e melas colo­ 
.) ,idas, ou mesmo aborte e botas de cano 
'to; o maxi-suéter, cobre apenas os qua­ 
tlx e sugere, quem sabe a volta da "mi. 
1k-saia" a próxima estação, o verão 77 /78. 
Vejamos os detalhes do inverno 77. 
-O "blbendum" é o novo Matelas11ê­ 
'lástico transparente, acolchoado cm al; 
, .adão ou retalhos coloridos· 
1 A " 	• 
'-; s superposições" do próximo inver- 
o de taca os "coletes" 7/8; 
A 'cintura baixa" é marcada por sn­ 
fonas largns, "coulissês ou faixas amar­ 
t' s: 
··o "couliseê (franzido a partir de uma 
lira embutida) rarca tanto as barras dos 
blusões, calças e shorts quanto as bili­ 
lhas dos vestidos; 
Os "aces11órlos" estão intimamente li­ 
·1 
,....J dc;s a.os temas mais Importantes da es- 
ção; para o folclóre "russo", os lenços 
!randes, Iloridos e amarrados; já o "índio 
lllerlcano" evidência os gorros de pele, 
U penas (até em brincos) botas curtas de 
'ouro cru e bota de cano alto, de camur- 
0 )~ e pele; o estilo "esportivo" prefere os 
-·-. -npuzes, as botai de lona, bolsinhas pen­ 
!uradas e chapéus de lona. 
,Estas notas são necessárias porque, 
~ Preciso não misturar "alhos com buga­ 
~os" e vemos por aí multa misturada na­ 
llllo qm, jl'l está em evidência neste fim 
!e período 76/77 usado inadequadamen­ 
como sendo duma linha, em outra; "pa­ 
ra ser uma. elegante, é necessário usar 
1
ºlll eleg/lncia cada linha de per si sem 
'menor deslize. 
Em o próximo número, assim como 
lpresentamos nestes anteriqre1 as tenden- Que o FALCÃO DE KLEINSCHM1DT é 
tias da moda feminina, apresentaremos uma espécie em extinção. Seu habitat 
} que estarão em evidência na "MODA é a Terra do fogo e sul da Argentina. 
"lSCULINA PARA O INVEKNO 77. 
Au revoir 	Que David Naser escreveu: JÀNIO, A 
Le DUC 	FACE CRUEL (Edições O Cruzeiro) 
...___ _ 
GRIÍFICD IMPERITRIX 
SECRETÁRIO 
IND-ÚSTRII. E 
I 
COMERCIO ASSUME 
TAMBEM A SECRE­ 
TARIA DA ACiRI· 
CULTURA 
DE 
O Dr. Valter José Hod.rigues 
Contrera, Juiz rle Direito dl Comarca 
de Beh, Tlstu, Estado de Mato Grosso 
na forma da lel, etc. .. 
Faz Saber a todos quantos o 
preBente Edital virem ou dele conhecl­ 
mento tiverem que na sede deste Juizo 
uo E d l r l c I o d o F o r u m e s a I a 
das audiências, no dia 21 de março 1977 
ás 9,00 horas, o Sr. João Hilàrio Pereira, Pôrteiro 
dos Auditórios, levará em primeira praça os bens 
penhorados na execução que BANCO TAU S/A. 
move contra EDSON MEDEIROS DE MORAES, 
em trurnite por cate JUIZO e Cnt.6rio do Segun• 
do Oficio,_e par eventual Segunda Praça dia11 
de Abril de .977, ás 9,0 hor11s, no mesmo local, 
para os seguintes _lens_penhorados: quatrocen- . 	] 
tos e cincoentn e dois (452) hectares de terra+ pa»- CUIA B -O secret.Ario Maça o Ta a- 
tias e lnvrndiae da Fazenda Vista Alegre e Inver- no, da Indústria e Comércio, foi desig­ 
nada Chave de Ouro, neste munlcipi.,, transcrito nado pelo governe.dor Garcia Neto, de 
sob numero 20.867, folha 49, livro 3-k, avnliada Mato Grosso, parn assumi~ Jnterlna ,e 
ern C$. 500,0Q ,1 hectare e todo, por duzentos e I ti t f d. scre 
vinte e eis mil cruzeiros (C$.226.000,00), valor acumula'vmente as unçoes e e - 
por quanto serlí lcvnda a praça para ser arrema• tário da Agricultura, em lugar de Ed­ 
tado para quem maior oferta oferecer acima da mundo da 8Llva Taquea, que se demlUu 
'lValiaçüo, sendo Ceie.a a vr.uda a vista, ou medi- juntamente com todos os elementos das f 
ante fiador idoneo pelo prazo de tre» (03) dias. E diretorias de empresa orgãos técnicos 
para que nlngucm alegue ignorância, mandei e 1d à su pasta 
r
c4ir o presente Edical que será puhlicado na ga OS 
6 
_ ' ti d 
ruprenso. Oficial do Estado e duas vezes cm Jornal AI demlssoes foram mo Vil a■por 
na forma da Lei. O QUE CUMPRA com inteira desmandos e prepotência'' de Armando 
obeervancia dos prescriçõe• Legais. Dado e paua- Borges cunhado do governador, e que 
do nesta cidade e Comarca de Bela Vista, Estado era diretor administrativo e financeiro 
de Mato Grosso, aos quatorze dias do mcs de Fc d mpa hla de Desenvolvimento Agri- 
vereiro do ano de mil noveccncos e setenta e sr.• 8 CO n i d d 
te. EU, Goecbc fücobar Nunes Escrivão do Se, cola do Estado Codeagri onde segundo 
guudo Oficio, o datilografei e subscrevo; seus companheiros de diretoria, 'preton- 
Dr Valter José Rodrigue, Concrern dia exercer plenos poderes. O pre■ldente 
Juiz de Direito 	da C'odeegrl Ary Rigo demltlU-88 junta­ 
mente com toda a diretoria fazendo sé­ 
rias acusaçõe■à Borges, que também 
acabou sendo demitido pelo governador. 
Garcia Neto enfrenta agora a maior 
crise de seu governo, motivada exata­ 
mente por um de eeus inúmeros parente 
(Amazonas e por ele colocados no8 mala diversos 
cargos da adminlatraçio estadual. Ar­ 
(Amazonas é mando Borges, que usava um carro 
equipado com rádio tranamluor receptor 
e valia.so da condição de parente do 
governador para pressionar HUI colegas 
de diretoria da Codeagri, ,Jeverá ur no­ 
meado para a diretoria do Banco do Es­ 
tado de Mato Grosso, agora envolvido 
num empréstimo Irregular de 4.5 milhõe■
do cruzeiro á Matoveg S/A, produtora 
de laminados, e ouja falência já foi pe­ 
dida pelos Bancos do Ratado do Paraná 
e do Estado do Rio Grande do Sul. (F.L.) 
0ração ao divino 
Espirita Santo 
VOCE SABIA? 
PICOS MAIS ALTOS 
Pico da Neblina 
Venezuela) 3.014 m. 
Plco 31 de março 
Venezuela) 2.992 m. 
Pico da Bandeira (Minas Gerais 
e Espirito Santo) 2.890 m, 
Monte Roraima (Rio Branco) 
2.875 m. 
ESPECTROSCÓPIO: Instrumento 
para examinar diretamente o espectro 
de uma fonte de luz. 
PARSEC: Unidade de- distância 
equivalente à distância de uma estrel 
cuja paraçaxe anual seria de um segun- 
1 
do. Um 'pars11c· e igual a 3,26 anos luz 
LlSTROSSAURO: (Pertence ao 
d!ssioodonte de répteis parecidos com 
mam.Iferos. Viveu no início da era Triá­ 
siea, ha cerca de 220 milhõe11 de anos 
tanto na Arlca do Sul como na A1Ia. 
Apesar dos dissinodontes preferirem, ge­ 
ralmente, viver em Pântanos, o 'litrossau­ 
ro" teria sido aquático. Os dissinodontes 
alimentavam-se de plantas e eram os uni­ 
mais de terra firme mais comuns em sua 
época. 
... Que a tartaruga gigaute vive 190 
anos? 
...E a coruja 68 anos? 
Espirito Santo, você qno 
me ec1clarece tudo, ilu­ 
mina todo os caminhos 
pura quo eu a tl.nja- o 
meu ideal, voaê que lne 
d! o dom divino de per­ 
doar de wsquoceor o mal 
que me fazem; e que to­ 
dos os Instantes de mi­ 
nha vida e■tá comigo eu 
quero neste curto diãlo­ 
go, agradecer-lhe por tu­ 
do e conflrm11r mals __ uma 
vez, que eu nunca que­ 
ro esquecer de você 
por maior que seja a 
Ilusão material não será 
o minlmo da vontade 
que sinto de um dia es­ 
tar com você e todo11 "' 
meus irmãos 011 Olórl11 
Perpétua. Obrigado mais 
uma vez. ( A posso de­ 
verá fazer esta oração 
3 dias seguidos, r.em fa• 
zer o pedido. Dentro de 
3 dias será alcançada a 
graça por mais dilícll 
que seja.) - (Publicar 
assim que receber a 
graca.) 
Por uma graça alcançada 
CONVITE 
A irmandade de Alco6lleos Anõnime!, 
vem convidar a toda população Belavis­ 
tense e muofaipios a fim de participarem 
de uma reunião pública de Alcoólicos A­ 
nônimos, que se realizará no dia 05 de 
março (sábado) às 20 horas e no dia 05 
(Domingo) às 09 horas. 
Alcoólicos Anônimos é uma irmanda­ 
de de homens e mulheres que eomparti­ 
lham suas experiências fôrças e esperan­ 
çaa, a fim de resolver seu problema co­ 
mum e ajudar outros a se recuperarem 
do alcoolismo 
PENSAMENTO 
Se voce puder fazer o 
bem ao próximo ,que o 
faça agora. Pois voeo 
não passará duas Tezu 
pelo mesmo camlnllo. 
0 o 
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21· 71 
Tribuna da. fronteira 
Bela VII.ta • Mt. 
CONHEÇII li 1 
E IMPL 
M S.E Y 
O 
na 
d8f$ 
Há mais do 16 .inos fabricamos 
traioros e implomen,os agr!~olas 
no Brasil e dc:;de un'.ào, mais da 
metade dos .igtlcultores brasileiros 
estão do nosso lado. 
Isto graças ao esforço que 
temos leito para proporcionar 
segurança aos que Investem 
na compra de nossos produtos. 
, LI HII DE T%A ORES 
N OS IIGRICOLIS 
FERGUSON 
domaislo_rl 
HÁ inúmeras outras razões 
Temos a maior linha de tratores para você ficar do nooso lado o 
agt!colas para que você tenha a continuar ganhando mesmo na 
máquina certa para qualquer hora da troca, pois os tratores 
tareia ou tamanho de propriedade,, Macsey Ferguson cão os que 
e 260 revendas em todo? Brasil, alcançam 
O 
maior valor do 
sempre porto de voce, com • da Fique sempre do lado 
_ -~ mecânicos lrelnados na reven • do mais forte. 
-.- própria fábrica o Fique com 
= um completo 
estoque de peças de F " 
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Tribuna da Fronteira 
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Ponta Porã 	Mato Grosso 
O que sígnificará hoje dar de coma a 
quem tem fone? Convidar para o almoço 
u velhinha qnc mora vizinho? Juntar Ia­ 
tas de leile em pó para os paízes subde­ 
envolvidos? Sim, mas talvez bem mais 
que isto: lutar em todos os organismos (do 
r-índlcato aos purlldos politlco11. pas~undo 
r,elas inúmenrn orgauiznções sociais que 
estão ao nosso alcance) por un minito 
v!tal decent", por :;oluçõcs como trnhalho 
para todos, pen:são para os desemprega­ 
dos, fundos de cor.1peasação, apoõentado­ 
ría para os velhos, orientacão r,rofL;sio­ 
nal, etc, etc.) Mas pião existe somente a 
fome do corpos; existe tamhérn a doses­ 
pírltos: Dar de comer a quem tem fome 
significa boje lutar pela democl'!itizaçrlo 
do ensino, pelo salário prévio, pela hos­ 
pedagem dos estudantes, assim cerno por 
programas equilibrados, menor carg I ho­ 
rária ou organ1smoH de classe mais ativos, 
etc, etc. "Acolher" o;; de,;abrigados é a­ 
brir sua porta aos ontros, mas é sohretu-· 
do militar por uma política de habitação 
1 
em função dos mais humildes, créditos pa­ 
ra a construção da casa própria, uma 
verdadeíra pensão para a moradia. etc. 
E també::::i Pnganjar-se nos sindicatos de 
locatários, preocupar-se com os lazeres 
dos jovens nos novos imóveis, etc. Visitar 
os doentes, é sem dúvida, levar frutas à 
vízinba hospitalizada, mas é igualmente 
lutar por um seguro social cada vez mais 
eficaz, pela humaniz
11ção da profissão das 
enfermeiras, eto. Ajudur os prísioneirot1 
sigoifics Nganízar vísilas às prisões, ilias 
é sobretudo exigir um regime penitenciá­ 
rio que seja educa tiva, núcleos de ampa- 
[ 
- 
1 o para os sentenciados que eumpiram 
pena. E militar, emn cala cidade, em ca­ 
da pais, por una sério equipamento edu 
ccionsl, por melos eficazes de reeducacio, 
de prevenção, pelo recrutamento e forma­ 
ç.:io de educadores e a organização d 
sua profissão, etc, É isto, mas é também 
muitas outras coisas: é combater tlo n­ 
quilo que ,PBISJON, O lIO. !E!. Comha­ 
ll·r pol' todas us vítimn da fnl!u de i!lHlr­ 
dade e com elas; desde u peso tímida, 
individualmente pri:iouelra de e-cus com• 
plexos. até os trabalhadores coletivamen­ 
te prisioneiros das estruturas econômicas, 
socíuls o polilieus Injustas. O f<'rHJ111eno 
de socialização do mundo moderno torna 
a vida dos homens CJda vez mais depen­ 
dentes dr>ssus ('Slrulurus. A;,t-im é quase 
impossivel amr autenticntent nossos 
Irmão!' se não nos empenharmos em criua, 
truu,;fol'mar, remuncj.ir essas estruturas 
em função do seu bem. 
(lIICIIEL QUOIST) 
Preço deste exemplar 
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Tribuna , a fronteira 
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A110 V -- lkl,, Vi,1.1 .IT ... 1.71L'i7 - N. :!li 
ENFOQUE (FATOS, f OTOS 
SOCIEDDD ) 
E 
Nice Miranda 
Fernando Jorge sambou .. 
viu n n1ort."nn e rlcixou cair. otci o 
onimn,H«ima• rn•ui•: ·lbn10-Odilo, 
cilinun, Vcro Lcnira, F.<lson.CccHiu .. 
prn lá ... A1Hl qu~ vem 1cm mais. 
$9<5& 
. sambou, 1 1 
nusêncin dos' 
Alvoro-Per• 
mas dci:<n 
o inicio desanimados, dcpoi•,:-i-"oque- 
lo sambn:E. Ocoriz.-Ann Maria. • 
Sorc:ia Moraes (Dourados) 
Cnmaval: roupas coloridos e alegres in· 
centivnm ,·occ e njudum n sentir mais prazer nos 
bdncndcirn•, por que o imporlanle cm tudo é 
~cntir•EC c1.u puz com o n1unclo, cont ns pessons 
que se cncontr;lm junto de n6s e pri:1cipnln1cnte 
com o nuHo ''ctt". A Sra. Beatriz Medeiros mui­ 
to 1 inda em •cu 1rnj,· de Espanhola. não deixan. 
do fahur até us lrnclicionois Cnstnnholas. Muito n· 
p):iudidn. tirou 1.o lugar em fantasia. 
Tehnn Loureiro, Hoinba do G.P.H. des­ 
filou de Odalisca, bostante •impálicn. 
Tati, Ritocn, Elolsa e Márcia, de Mclin­ 
drosas, chamaram ntençilo pela beleza de seu• 
trajes. 
**i:,l:;-)9(, 
Super animados o llloco dos Levado• 
da Breca, gnnhornm o I, lu:;sr como melhor do 
Cornanal 77. Pnrnbt:n•. 
Or-iginal o Bloco das IIavianas compo­ 
to pelas graciosas meninas nto<._'115: V era Rita pj. 
nbcU'O, Luls ilcl,, Nazarctb, Zair e Káti11 Lonrciro 
/ F,·'1.1 do Carnal é sempre muito pera 
da são rara+ as pe-soa- que deixam de vivê-la o 
tola a alegria que peculiar no aor.canto ·• 
À mulher, como não polera deixar de ,tr, I•Jlfl .. 
ipa aramente e tem obre -us ombros a re-pen 
sabilidade de dar mais beleza e colorido à o·a 
fe-tua... E, dando se colori«lo, ao om da lha 
da Jefferson Fie, curtiram pra valer: elita, Tela 
Loureiro, Marina Olireia, olmnge rbita 
Margarida Htocha. 
·a:.«; 
Dr. Htoberval e Tylú, nu úlli,110 dia 
hrincarurn pclu, <JUnlro q u e nílo forum •. 
Animados os casai-: Dr. urano- Hilda 
Zoé - Benedita, Eenhur Solange, Wil.-on Iaon+ 
Antonio-Nair, Scoun Neto c Sra., !Jnul-f.11.,1 
Ten. ,ledciro• e Sra. 
:iú,íca. . . ,luvu ,,.u 11·111,,11. , • mas 
eles. Preio Elva, Jairo-- eide, Elina, To-al­ 
rn ... nào parnrnm .•• 
Curtindo o_ amb4o da peso«ds: Marque­ 
Elizabe1li, Abrão-Olga, G1son--;- {o-emc•r~, Lu,_z 
Audi e Srn· Sfl'io ( UIJ)-Tun, llc·•nnlclo-Mn1-a, Jm· 
ro-A1111 Mnrin, K11111rchn-Aru(·lia, João-Nuzir, ,111- 
chadc-Magali, Mamede·Edi, Major botelli e Sra. 
!>1(:;::;,::•.::e<i>.i(i 
Muito cuforicos, p,estii:in11do o "Carná" 
77 o Suh-Cmt. Zuli e Sra, Antonio p.,Jro-llilcla 
Maria. Miguel-Josiane, Arlei-Leda, Paulinho Melo­ 
Fátin•n. L.-ila e seu love e a bonita morena ,lar• 
eia Gnbinio, 
<--+-6 
Da,cidadej'forens. pela!Princcsa d]1- 
{la; os gcnitores de "Alfredo". Sr. e Sra_Moacir D. 
Gomca e lambem seu mano Marcelo.·.. J ~ O 
rf;il.;/ 
os -GG--c 
y F72O!bloco "Os 20 maridos l'scm • Dona 
Flor" desÍacou-,c, e entre eles II alegria conta::ian• 
te do Renato Rosa. ambou os cinco _j díns. e ..• 
pediu bis ... é claro ... saiu.o~foliào_do Ano. ,; 
! 
l 
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Enoly L. de Assis 
Eliane Gonç,,hes 
3
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tasi11 de lndia do Lit<,ral e L..,ra_ ou em _aua fon­ 
graciosa ,·cstida de Apache. izz1e Ferreira muito 
0839-.03939 
O Bloco Bras·1 1 I' 
Maria EI , Cºd C u Indigena, 
) ' 1 a, r<ellZJl e Bernadete contou com 
1 •• 
L-----------~t/ 
! 	&, 
Maria L. Pinheiro 1 
Zenobin, June, 'icu, Ana e Hosânl!da 
exibiram o_lraje l:luilnrinas du-'Fanlástico. 
!'ão esqu,-renrlo <[Ut: o Carna, ai dura 
apenas 4 dias e depois dessa alegria contagiante 
a rotina volta, hríncaram prá Yaler: Deto-.far ia 
Helena Paglíu,a, .Mado Hosa-Jane1e,J 
As paraguaias Graciela e )Inria Cnrme'l, /1 
Felix Gabinio, Úinlw, Gnlli-.laria,lÍnl,a Zéc-1. 
Nenzínlrn, Ana Maria, Cyrlene e Geraldo ~~,:leiru!. 
?<.;;<1(-)'<0,(~ < 
~ ro.s Foliõrs reclamaram: não tmlra a 
venda d"5confe1.c e nem erpetinas. . . Carnnnl 
é uma Festa de Alegria e n Diretoria do G.P R. 
'J!'le propGrdonou a seu.• Aseuciados e vi•it.1ntes para 
"" erem alegremente esses 4 dias. De' parabens 
e-.a:Oíreloria pela linda e brilhante f.-:Jta. 
ANIVER AHIAi'iTES DO MES 
Dia 2-1 Margot Jacqueline Vela,quez 
• 6 - Doroteu Jnr-a 
• 10 Iríneu B. Gomes. 
11 Adão A velar 
• 21 Eleonora Bulamarque 
26 C.-zarino Ocampos 
• 26 Edson L. da Sih·a 
2i Rort.encio C. Escobar 
2'1 Tadeu Mamede 
;:,;;::-::,;;:;.::,;;::-= 
. Samba •.. muito samba., 
destnquci Sru. Soraia llor:.is /D •• ndesw) Ít';! l 
Enol 1 a«e A-is. ie« tira., {"z7"",Sr. 
nheiro. 	•' arta . .P,. 
. N.r,.SCI.IE'.'iTOS 
ch Rieard Melo e Carmen 
egada _de Dona Cegonha que lhes 
um men.ino. " 	C?'I 
felizes 
lrou:xe 
-±93 
Contentes _pelo n • 
meiro filho O ca•al D' dascnnento de seu pri· 
- tome es e lvete. Par-aben'. 
--5909 
. Matnndo sa d d 
",,circularão e "?""da,ueria t,_ vi-­ 
ret • 	• 
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