} 
J 
Pedro Pe<lrcra 
1 
Hoje "bancarei o repórter político',: fui 
encorregado de cobrir a Ressão do dia 
'.!8 na Cfimura Munlclp ... l de Bela Vista ... 
Na grande Imprensa, cada eetor tem um 
repórter específico, aqui u gente tem que 
ser pau pra toda obra ... de cronista pas- 
1el a re.pórter ... anteP de Iniciar Informo 
0s meu8 leitores que estou "comuni• 
cando" noR trôs jornais du regliio: Trl­ 
bunn(P.Mur luho) Correio (Jardim) e Tri­ 
buno (Br,ln Vista) ... (:; como o Mlllô1· ... 
um escritor sem e!ltllo. 	• 
,. 
rSEMANARIO 
woiPe«o&Ni 
FUNDADOI 
Ui,, ror 
l!t•jlOII [j ) 
tvoldo Pereira 
3LA) /I'1A 
ÍJ'J1 L. 
.~ -· - - 
Ano V 
- 
lua Duque de Caxias } 	:: h Vi la. l• do rt-» +f· 1) ,· ____ , -~----- ~ -·----- -- 
MEU C 
Sassiio do dia 28: Compareceram os ve­ 
readores Ely de Araujo Barbosa Osval­ 
do 'l'urlni, Ildefonso Pinheiro, Afonso Di­ 
lori Nun as Leite e Nivaldo ds Barroti. O 
ll 
Faltosos; Carlos Centurião (de vez em 
quando ele aparece) e Getulio Lino. 
( 
A Vl'rda.de que timociona: Os vereadorei; 
eatlio com gr Jndes planos ... 
O vereador Ely A. Barbosa solicitou a 
compra de uma fotocopiadora... em in­ 
dicação solicitou ao prefeito municipal 
que indique o lidar na Câmara ... e ao 
C  MDB o mesmo ... pediu também que na 
. '' carteira funeional conste o número da 
cédula de Identidade ... 
o 
Com respeito ao aumento do funciona­ 
lismo 20 % o vereador Ely A Barbosa fez 
uma brilhante exposição: este aumento 
deve ser proporcion11l ao s11lário recebido 
trac1uzido em miudos, quem ganhar me­ 
nos tem que ganhar m!!.i!!; quem ganha 
"mUito" tem que ganhar '·um pouquinho" 
lllais ... upenas comentãrios ... 
Ntuna roda: O snr. José. Simplicio ela 
Costa Marques "poderá" ser o novo che­ 
le de Obras e seu filhu advogado Ivn 
d~ Costa Marques, o novo 11Hsessor jurí­ 
dico da Prefeitura... comentários... ape­ 
nas comentários ... 
O Vereacor Ely A. 8•1rbosa (só dá Ely ... ) 
Pediu que a mesa solicitasse ao Execu-­ 
vo a relação dos funcionários ria Pre­ 
l~itura Municipal ... inclusive inativo;; e 
Pensio1.1istas ... 
 
} 1,A l)e Antenas Ligadas: 
~ 
LIZADO 1111 Prr.fellul'u ... o v 1·,,.1clüt Elv 
foi quem (c0111 o bt>orpl'tcit 1 0011 Pnl?/! .~) 
mudou o '"e ,tilo" ... ,Jú o Pr •~i [P11le il .r·­ 
ques disse que o problema synipre { i 
tutu as pt·eocupac;ões cr,tm di' 11ivt•l , • 
couõmico • Nuncu tlnlw dlulwlt'o. ter,h•i 
que estudar uma f6rmu"1 cl , org mi,. : 
nossos serviços internos... Ely flou. 
Futuramente precisaremos de u.n asses­ 
sor economico ... e o Tul'i111: e esl-i no­ 
va casa Legislativa ulnda não r o~_,ue o 
necessát·io coohecíment, da ordem l'os 
TrabalhO!' ... aí o Turini come1,:ou: 
Incru: escolher um elenwnto pura 
prt·encher vug-1 uo lucra . iudicaçã:, 
1 
ao senhor prefeito ... Carteir11i:: Proles 
to veemente pelu m:!neira corno ( stüo 
procedendo para uquisicão de C,u·teiras 
de Identidades ... Jardim dú pref ·r:>n 
eia a.os fotógrafos da cidade .. , para 
Bela Vista nada ... os beluvis(L'nses ~iln 
muito mal atendidos .. , precbamu~ to­ 
mar uma atitude enérgica; Carteira de 
Indenfidades deve ser Expediria por Be 
1..l Vista .. , e o Ely concordou e dis•e 
E uma proteção vergonhosa aos fotógra 
fos de Jardim ... e Noedi: Precisamos 
criar uma sub- ses.;ão de indentií1caçã,i 
uqui em Belu Vista ... e o 'ivuldo de 
Barros: Já solicitamos por inter médio do 
Diretório e as Autoridades disFer.1~ que 
era impoFsivel ... E os Vereadores re­ 
clamaram tumbPm da carteira de Trab,1 
lho ser Expedida por Jardim de o 
INPS ser em Jardim ... 
Reparos: O Vereador Noedi Leite 
solicita providências no sentido de se­ 
rem reparPdas !lS pontes do Candelon 
e Apa ... estão intransitavcis ... e o­ 
ferecem do risco de- vida e o presidantc 
agradeceu a presença dos vereadores 
du repórter de- Chefe da Cirelmn (li' er 
uondes Alves Gomes) que nil o perde 
uma se!'são talvez aoquiriudo experiência 
para a próxima ... talvez até próxima 
Em tempo: Amai-vos uns _aos outr·os 
Paz ... Paz. 
ln 
·..l 
lu,dt,1 o infor­ 
t H.r. {:, epi.'IO• 
tvo também. 
" 
So oneotráss mo 'j em dia o 
Cri!o a l'U'l ,• ll Wl" t, l' li l r•·áU, ,-..u, 
pt lll'l ,ti 11_>. , d! ·r lo. ·d 1; ''/qul 
• um 'o::em mch: ue8/no!' Is lt li..l 
ema iene d aa gea 'e força, tanto f1- 
iea como orai. D)e que ele ó uma 
prenç via ·o tu: muulern», ap:·, 
im1- • •!-•1 ;.- ·rr, IJpJ •. E 1qu·111!0 
vcê e pe' dele,: » tema qu· te 
e. Coi.O a e e t ·.ar s us ensi. .• 
tento9 tda) ±zalm n masculinos. Es 
tb ! ·e um id u! t' !evado que tin- 
!em con-·ou° leanye;-I; 'Sejam per­ 
lt>.l s • • ·: P.ii e· l,•stP ó perfeito." 
Ernbo:,1 ,i·.maí, pG>"., ;no•, atingir rs:a me­ 
la, l!'lc, pori •mo~. d.-1:: tr de l<'ntur. 
i'!:'11huma li•1~11.1 po•I ;1 S<'l' maif-1 fraca 
que ss a-s üe:; ''Quem não estiver 
cor:/ige sai co! i," 'Qu m: re- 
cusa uce!tr já !± orlei:d»." Exi- 
ge ,Je nús íl 1n•·(·• ;, , • l ,., p 11 ::w1 11to;;­ 
"Ms u lhes !iro @te qum ol!ar com 
cobiça p u um± mul: r. j u'ulterou 
com ei em seu co ação" Ele +n!rentou 
os gr 1pr).; mais l'"fll't·o r;s e iofluenl R da 
Pult'slinu. e públic:um• 11,e o,· clium,,u de 
"hip(1crita• ." 
Embora não esse te·po para 
hipoeri-ias ne n h mn ns de meio ter:no,'?­ 
le tinha i iin 1 co pxlo para com 01:1 
pecadores "N;o qu brr o ean•ço ra­ 
chado e rem apagá mech I que ainda 
fumega." A tes, ne r juva pecadors á 
penitê:1d:1 e ns :1 Ih tJ C'.JIIlO um:~ 111:ie 
que enco:·aja seu lill!o a to:1.L,r i;eus pri· 
rueiro,; pa ss. ms sempre pronta para 
que ão e.ia e se machuque. Foi justa­ 
merrte ele que disse: "Eu vim; não cha­ 
mar os justo-. mus imn os pecado:es." 
Seu prin:eir,J mil:ig,· , foi feit, •, não 
porque alguen estava a morrer nem u: 
outro estava em apuros financeiro-; mas 
simplesmente para que os uoivos n:io pus- 
1-asseru vergonha no dia de seu casa· 
mento. 
Devolve um morto à sua mãe por 
c:rnsa rias lúgrim~~ de su·t mãe. E típica­ 
rn~r te ele parou e S::> incomodou de u­ 
presentar o ho!llem de noYu à mãe. 
Não há aconteciuento melhor que 
demonsta suu diplomacia e sua cnsi'e­ 
ruço q:e qu:do alguns cida!los fari­ 
saicos estuvam u apedreje:r uma adúltera. 
Tentarar.1 upunhá-lo por neg:r a li dos 
palriarc:.is. Dem. po:iia ter dei" :àido a / 
cohi.:da dtando sua história e a vida de 
fraquez'.l que lhe trouxe a prc:sente crise. 
Com a el0quênch divina que era sua, po- 
dia ter evocaclo lágrima.: ce coraçõt:s 
mnuis endurecidos. Mas isto causaria que 
a mulher pass:.i~se verg0nha. Ele nnte5' n- 
e .$ - ,,11 ~ • • tou cada home lé, e convido: "Que o- 
e€retafa ±0 l ? .S!!72 arle ue não uh Pcado, lance a 
Exigência dg 2cs{ado üg v+ti ea" Dai. irou e cosesos l 
I :ii 	a trnçal' figurll.s na urda .. - lTJdiçilo da j 
Sai]e [las Fscojas 1grei os diz que •aueles homens virem 
revelados naquela areia os pensamentos 
n::uis st:crelos ele sua-; ,·Ida~. 1üo era até 
Cuiabâ (SEODL T) - Em CL111sonân- Ele estava sózinh • com a mulhel' que id­ 
eia com a~ porta•iils dos hliaistérios ele 1ou com rh. Saln u uiin sóme•ile sua vi­ 
Saúde e da Educação, o Secretário rn- da ma., l; mb,:,n S(:US ~er.li!J.Jentos. 
tooio Alves Duarte, da Saúde do Fstado Esgu de nós. emnbora soubesse 
de ilato Grosso baixou portaria 'ispen- nossz natureza irgca, que nós amás,;e­ 
san.do em todo território mot•1gros
0ense I nF., 11::i'> ~~>:n~·ite_ " p_róxi n J mas ta!Il­ 
a exigência da nplesentaçüo dos at?. !..1· bem o. pron.1os !Pil.,r"->S. 
dai- de saúde e vaciuoçuo pelos e
0tub.a. . Um d :s '1.!nuler:, . .!111.0,; mais emo­ 
lecimentos de esino da rede particulsr { io7a.te &a ida Cel ici ecm s fl!!» 
e oficial de qualquer gr:iu com exceçao de Jairo. Ela era cercada de pais e ami- 
dus primeiras séries.· 	fgos de luo. Que portusidale para uma 
Diz 11 portaria quP devHiiO ser p 1le:tra dr::11111t1.:: • i.!ll . estau:·.1,· u ruent­ 
exigidas atestudos de saúde np tuas nas na a rida. Ms e!e simplesmente lhes 
matrículas das primeiras séries do pri- ri:andou que d ,~sem .í el.1 algo de c1J::nér, 
weiro e srgunrlo graus e dos cursos su- eie~!P que g.-ralm<'ote c,·ir.nças de.11 anos 1 
periores. 	estao com fome. • 
.A. Câmara Municipal terá 13 seu "tutu- • 
{ho" separado c Prefeitura (conta no 
.' nco, ch:.-que assinado pelo presidente, 
·lc,etc.) ... qual é a surpresa? Antes, nac 
a assim não ... tudo estava CEN'lRA- 
Acesso rodoviá­ 
rio a: Ponta Porã 
tem licitação p .1· 
ra obrar; 
íuhbá - (Sedimnat) - 
E,;tú al.kl'h 110 Dernwl, 
licltn,_:rio p,ll'll coutratn­ 
çJn <!e empr·t>Ra <fe,-tina~ 
da á ('Xf'Cuç:1o dos i;cr­ 
viço~ dC' pavirucntaçüo, 
nr]) 1 niznçllo e Jlu mltHl­ 
çiio do aceso à rodo· 
vin llR-- ,l(i:J il Pontn Po- 
1 ii. dPntro dn. progl'.tma­ 
çJo á1' ohru do l'rogra­ 
rnJ. de Desr·nvolvimeuto 
da Granule )ourados - 
PRODEüílAN. 
A llcilucilo esrruá 
H hnlu n té o dia 25 de 
março corrente, devendo 
as nr-opor.'.11f. serem eo­ 
tr ... gues na s
0de do Oer­ 
mut. em Cuiabá e em 
Ca:npo Grande. 
e: ±talo Gastão 
MuUer tJai cursar 
esie a 9 Escola 
CCloforme no11 wfor­ 
muu o próprio _Deputado 
Federal GASTAO MUL· 
LER, o seu nome foi 
aprovado pelo sr. Presl­ 
deute da República, para 
em 1977, ser um dos 
Ueputados Federa.is, que 
forá o referido curso' 
considerado um dos mais 
importaate, que existr 
no Brasil. 
Pela primeira vez 
um parlamiclntar da área 
Iedtral da n,presentação 
de .,Jato Grosso, no Con, 
grP.sso Nac.onal, foi es­ 
colhido para no Rio de­ 
,laneiro, frequentar a Es­ 
cola superior da Guerra. 
Coagratulan10- 
nos com o destacado de­ 
putdo GASTÃO MlJL­ 
LEK., pela sua nprovii.çio 
para cursar a Escola su­ 
perior de Guerra, fazendo 
votos que SE-ja feliz nti. 
honrosa :nis;:;ão, desta­ 
cando-se durante os es­ 
ru-1, ,s naquela importan­ 
te mstituição que vlsa 
unali:,:ar os problema 
br.isi.!eiros. e .. pect .. lmeo­ 
te; vistos por dois aspec 
tos. ieto é, segur,10ça e 
desenvolvimento, sob e, 
p:.. trocinio das Forças 
Arm .. aas krasileiras. 
l O Social Democrataj

p 
PE.OS 
A 
l 
Mensag0m do Papa 
O 
r(',('l""l~,l
0'10-,•!0l'lll da CN DB cli •(ri bili li 1 ··c•JJIICl"(' 1•111 •IJfl (a.,,·', ;• !(I "'." ir ') ll<l•'(J ,:y~l:,! 
ft ' 	r' 	O- pais neaminlem os «en filho- desde a in!in 
o texto da 1rll'lltl,l[;'CITI do Pap·1 lr:,n~mltl- 1 , ia, para o conhecimento do amor de Deus to 
dn, pela cadeia nacional de televisão. }do os homn; Ele os quer n u m 4 ó família, tra- 
Fá esta nu tens agem do Pap Paulo V. i +ando.-e com e-pirito fraternal. qe pelo exemplo 
"Andos Filhos o Filhas'', 	da vida vivida, ilumine nos lares bra-ilir o I 
E l 
tido do amor e o e i«dado das nessidades e-pi 
·•1,•,
1
" 
11 C
1
u n 1 1 •.; 1N de novo! 'seu tai nos .. , 	r ' 	L I fo 
" --l 	l rit uui,;, ,. ,n:'tkria11o e o próximo; t que ra uz • 
um instante! A Quaresma é um tempo fa: a de·abrochar frutos sazonados na+ alma- em flor 
vorvel, o'tempus nccoptnbile" de que la- te um país jovem:; garantido aí_o porvir da- tra 
Ju II L1l11rgin, 11 fim de nos preprurIoS dieionalente boes fatilias cri-ti. 
1 t M
• t( 1 P - !•.•ti• ,, 110,-!"o , oto no uhl'f1"thlr,VtP•, t'lll 111>11U- <lo 
P
a1a cel,·bt·,11· d gaameu e<_> 1s 'l' o ,,,,,. 	' , 
s 	Pai e do Filho e do E•pirito ::iantu', 
0111. C: 1wm dúvida um per11Jdo ele ausle- 
ridade; mas fecundo e j6 portador de re- 
novuçfio como umu primavera osplntual. 
Devemos despertar s nossas consciênci- } 
as. Nós devemos reavivar o sentido do 
dever e o desejo de correspouder, con• 
eretamente, à-; exl~ênclns ele uma vida 
c1lst!1 autênLlcu. 
''Dentrn c,m brevr rst: u fazer drz anos 
que u nussn i,ü1cícllca "Popuorum Prn­ 
gresixo'', sobre o desenvolvimento dos 
povos, foi como que um "grito de angús- 
tia, em nome do ::i1nillor", l11nç.:.do ts co- 
munidades, Cristãos e n todos os homens 
de boa vontade. Hoje, neste Inicio do 
tempo litúrgico !la Quuresmn, nós desejn­ 
riumos fazer ressoar de novo esse apelo 
sulene. O nos,u olhar e o nosso cornçüo 
de Pastor universul, de fato continuam a 
ser profunclamenle impressionados pela 
mulllclt1o imensa daqueles que todas as 
Sociedades da mundo deixam à beira do 
caminho, feridos no corpo e nu 11lma, des­ 
pojudos da tuo dignidade humana sem 
púo, sem vz, som defesa e sózinllos no 
inforluulol 
"~xp.-rimentamos dificuldades, é certo 
em cumpurltlhur aquilo que nós possui­ 
mos, com -o fim de contribuir para o de­ 
sup11rocln1t•nto das :lesigualdades do um 
mundo tornado injusto. E no entanto, as 
t!eclamções de princípios niio bastam. 
E por isso que é necessário e salutar re­ 
cordarmo-no.,, de que somos ad1niaistra­ 
tiores dos dons de Deus o de que "a pe­ 
nitência do tempo da Quaresma deve ser 
nfto npenls iuterna e individual, mns 
também externa e social'' (ll Concílio do 
Vuticnno, Const. Sacrosuuctum Concilium, 
sobre a ugr11dn Liturgia, n, 110) 
"Ide Junto do pobre Lúznro que rnfre 
fome e miséria. Tornui-,·os o próximo de!t,. n fim 
de que ele reconlea na ·vosso olhar, o olhar de 
Cristo que o acolhe, e nas vossas mãos, as mãos 
do senhor n repartir os seus dons. lespondei des 
te modo, ccm generosidade, aos apelos que vos i­ 
rão ser dirigido- nas vossas Igrejas particulares 
para aliviar os mais deserdado o paro participar 
no progresso dos povoo mnis desprovidos de hcns. 
Gabinete da Presidência 
Oo: PRESIDENTE DA GAMARA ~lUNI­ 
GIPAL OE CCIABA 
A: Exma. Sra Diretor 1 Do Jornal Tri 
buntt Da Fronteira 
A~SUNTO: Comunicação (faz) 
Senhora Diretora, 
Tenho a grata satisfação de co­ 
municar à V. E- ... a. que no dia 1° passado 
foram t.>mpossados os seguintes vereado­ 
res eleitos à câmara illuulclpul de Cma· 
bá, J.ara. o quatriênio Hl7711981: 
ARENA; 
Amadeu Melo - Benedito Pinheiro -- Be­ 
nedito Alves Ferraz - Giuncblglio Bello 
Juliano Costa ll!urques - João Barbosa 
Caramuru. 11laría Nazureth Hahn - Moi­ 
sés Mendes Martins Jr. - Ovídio Fernandes 
Roberto França - Rubens I3elem. 
MDB 
Aldizio Cruz - Gilson de Barros - João 
Torres e Odll ioura. 
Para as lideranças foram escolhidos 
João Barbosa Caramuru • Giu!1chiglio Bel 
lo e Amadeu ll!elo, pela Arena; Aldizio 
Cruz, Odil Moura pelo 11108. respectiva­ 
mente líderes e vice-JíderPs. 
1 ,, 
"Nós queremos !em brnr-vos as palavras do 
eenhor Jesus, que o Apóstolo Sào Pnulo conser­ 
,·ou como nlgo precioso, pum. acudir nos frnco5-: 
1 
'B& mnis felicidade em dar do que cm receber,. 
( Act, 20 35) E cxortnmo-vo, o todos, nrnu<los fi­ 
lhos e fillm.s, n purificar anim os vossos cornçõrs, 
colherem ns p,-6ximas eclcbrn~õc• p:i,cni• e nnun 
riarcm no mundo n jubilosa nova da salvação. 
• E aos dilttos Irmãos e Filhos do Brasil. 
On<lc hoje "' abre mais uma cnmpnnhn dn Frater 
nidade, centrada c:-tc nno no bcn1 ntuul temn 
"Fraternidade, e lamilia", diremo, nindo; cadn um 
A mesa que dirigirá os tra- 
balhos da Casa no biênio 77179, [oi con­ 
fiada nos edis: Benedito Alves Ferraz 
(presidente) Roberto França (vice-pre&i­ 
dente) • Benedito Pinheiro (t 
O 
secretári­ 
o) - Rubens Belém (2° secreiário ). 
Nesta oportunidade, apresento a 
V. Exa. os melhcres votos de grande 
consideração e estima. 
Benedito Alves Ferraz 
Presidente 
Fundado em 2502-72 
Rcdctor-Chdo - '- c.~.'J. f_':r r,, 
'Triba da Fronteira é u m a publicação 
du GH,l-lCA e UllTOHA .P, 
Diretora Proprietária - Maria Estela • Pereira 
CGC, MF. 05.201.2 0O2 !se. 10.59254-5 
Assinatura Anual 
IJda i-ta 
Demais Muntcipios 
Bela Vim, 
r rS 150,00 
CrS JUO_.OO 
Mato Gros«o 
'"Compr .. to e Impreso na Gr.ífíc.a e Editorr. Al'A 
Hua Duque de Caxias >jn Cs. Postal 23 
(Matriz) Iela Vista 	Mt. 
/lr. Ivan Monso da {Casta arpes 
ADVOCACIA EM GERAL 
Hun Voluntários d:,. Pátria, 3í6 • Fone 210 
1 
! Bela Vista 	Mato Grosso 
ADVOGADO 
ê~«:JlJ'J' .Q)Jll.r) - Rua 3 de Outubro 
(A9 LA0 DA €)13AN 
Bela Vista .'.fato Grosso 
O ponto d 
encontro da Soei • • 
dado murllnhonrn 
H.ur Dr. Conca 
N" rili 
Declaro pa.ra on 
devidos fins e efeitos 
que extra vleí os docu­ 
mentos nb..iíxo dbcr1,ni­ 
nadvs, cujas caracter ís· 
tlcas são as seguintes. 
Certificado de pi oprie­ 
dade de veiculo IJ.O 
0003516 expedido peh 
18.u Ciretran em 24-3-7d 
da Camiüneta ma;·c;_t 
ehev1 olet ·too 1!l76 cor 
amarela Placa C J 993 
Chassi Cl-14FBR119953P, 
e Taxu Rodoviária e 
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Dr. José Ribamar Cruz da Silva 
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: • : 
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. /. 
040 
.~".d-. 
b'é__Ftr, "se{±t±czn. 	. 
Ter uma Colheillldeira Automotnz SLC é pos 
suir uma máquina que colhe lucros e t.amhem 
represenlll a conquista da tranqlhhdadc e se 
gurança na hora da colheita. 
Pois com a SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, à disposição do homem do 
campo. Gente que, como você, esta preocupa­ 
da em assl•gurar a sua colheita. 
Assistência Técnica com profissionais alta­ 
mente especializados, treinados na fábrica e 
sempre presentes na hora da colheita, com 
peças originais que asseguram a garantia e 
qualidade SLC. 
Você que planlll soja, trigo, arroz <mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras>, 
m,1!10 (p:1ra colbr•r com a nova Pbtaforma de 
3 ou 4 lhas) ou outros grãos, encontrará um 
moc!elo de co:heuade,:.i Automotriz SLC (do 
tamanho ele sua lavoura) e seus opcionais, que 
Ihe proporcionarão tranquilidade hoje e a 
certeza ro amanha 
Por tudo isso. os que Já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acrctl:tam no que plantam 
porque sabem com o que colhem. 
• ___ . . 
~. , ',. ·: -~ •• • 	ó..«<..~...,,. 	~·::4 
: ~ 	,.. , 
-5 	, 
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% 
$3$. 
: . 
• i ... 
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.  
i. 	•• 
" .ed2 
Tratores Valmet - Colhedeiras SLC - lmplementos Selecionados Assistencia Técnica Permanente 
Matriz_ Rua Marechal Floriano2049 - Fone, 286 - Caixa Postal 180 Ponta Pora Mt 
FIL 111 S: IMIMBAI DELI VISTA

6-.77 
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ED 
MI a t G Poder J udicíúrü, 
,omarca de 
<lo Brasil Estado <lc o r o r, o 
Bela Vista Cartório do 1.o Ofic:io 
- 
L ç o 
O Doutor VALTER J0 RODRI- conteto com o Sor. Arl1111lo Correa Bue- prova a Escritura Pública o suplicante 4% 
GUES r:o:-;TflEHA, .Julr. de Direito d11 Co- no. Cerliflcundo,;;e plenamente do conteú- havia assumido nas responsabilidades das 
M d d ll I d ili it I l t h·1potc,~a
0
, JJquJdou-as d:i melh'.'I' forrn, a 
mure de bel Visa, Estado du I alo o os 1 u os e a c u< e e a rani-a- 	w º 	1 
Grofl,Hl, 
11
1
1 
forma dn lel, etc; ção pretendida, e>itubeleceu-s·· o preço que o direito reconhece como form /e 
Fnr. Sahrr <11.10 por ,1uizo o Cartório corto do negócio, assumindo o suplleante pagamento, faz ndo-o par instruente u­ 
do tº Oficio tramita os autos de Ação de comprador' os õnui; c::nstantes das duas blíco. Inclusive nu l!qul•luçao com 
O 
Snr. 
LocuplPlaçào ou enrlqurclmc>nto lllclto, escrlluras de garantia hipotecária, uma Ell bérfo de Souza Barbos pagou com 
cumulada com Perdas o Danos, requeri- de 307 vacas o outra de de 1.500 vacas o gado de sua marca ", estando para 
drt por W,Lldomar Lebedt>nco, contra Mo- que gravavam o Imóvel, 2. 4. E de se es quem quiser ver e é um questo de lel­ 
reno Pnlm e Orucllla Esplndola Palrn, do clurecer que, os suplfcudos 1Joreno Pa- turna, examinnr o que contém n Escrituro 
teor seguinte: Exm Sr. Dr. ,Juiz de Direi- lm e sua mulher Orucilfa Esplndola P11lü1 lavraria no Livro uº 5, II. f2/42v, datada 
li> !ln Cuurnrca d11 Bela Vista - Mt. 1. Wal- já lncluRlve, por ocasião da estada do de 0. 10. 1!l72, no C11rtfirlo do 7º Oficio 
dumnr Lehedonco. bmsllell'O, casado. pe- suplicante na propledade, uão mala ~e da Comarca de Campo Grande l"1t). 2.ll. 
cunris1a, rebldentes e domiciliados à Hua oucootruvam, subendo por vizinhos do Portanto. rllante de documPntos que niío 
llôl'lo :-i1111ões do Souza, 178, 1,m Presidco- referido Imóvel que eles haviam se hnvlam porque duvidar da autênllc:ldade 
te Prudente (SP) por seus patronos "ut retirado, em virtude de terem vendido a deles e, pagando o preç,, exigido, lnclu­ 
Juslt umenlo de mandato. vem propor o Paulo Struucb Filho, dai porque não pro slve ônus das pr->priedari,•s, não linhn e 
prcRPnto Ação de Locupletaçüo ou enrl- ourou, ainda por no saber onde se en ião tem o suplicant ... , p rquf! duviclar, 
quocimento Ilícito cumull1da com Perdas cootravam e pela clareza do documento tanto antes como agora, a dospelto da a­ 
e Danos, contrn ;i[oreoo Palm. e Oracllla exibido. 2. 5. Marcou-se então a data de grada porta da justiça não ter nlnda sen­ 
Espludola Pulm b·asllelros, cu~ados, ele 13 Je outubro para a 1·eallzaçiio do oegó- sibilizarlo UClR seus apelos de ver o 11eu 
pecuarista, ela do lar, residentes e dom!- cio daquele mesmo uno de 1970 na ci- direito consagrado e restltuldo o que é 
cllludos na Fazenda Agua Azul, oeste ~iu- dado de Paranavaí, Estudo do Paraná sru, o quP foi fruto do seu trabalho e a­ 
nicipio. Tendo em vista 011 fulos e moti- onde residia o suplicante ,comparecendo presi:int11-se cristalino de provas e Isento 
vos que passa a expor ... E. S. P. 2. Os ru- os Snrs. Paulo Strauch Filho e Arlindo de outra qualquer exigêucia pedida ao co­ 
tos ~. 1. no Início do mês de outubro do Cor:-ea Bueno. Então naquela data o su- mum dos homens, em virtude dos suph­ 
n.oo de 1.970 o supllcuote, conheceu Pau- plicante, assumiu por ln&trumento públl- cactos, através de decbão judiciária que 
lo Strauch Fllbo que dizia proprietário ele co (Livro 51, fls 2G e verso. do 1º Ofici- anulou o compromisso de compra II ven 
4.0on hccture,-. do terras pastais e la vru- o - Tabelionato "Tomazoni" a rosponsa- da, entre ele e Paulo Strauch Filho, vi 
dia, nu Fazenda ·•Agua Azul" no muni- bilidt1de pelos ônu que gravavam o i- rem loeupletando-se indevidamente, num 
cipio de 1:lelt1 Vista Mt. pretendendo ven- móvel, perante o Sr. Alindo Correa Bu- verdadeiro enriquecimento Ilícito, do que 
do-ln. Diante rle:;sa proposta. visto con- euo. devedor de umo hipotéca e credor é seu. 2.10 De tal sorte, com o retorno 
dlções e preço, o negócio intert'ssou em de outra que vinculava a propriedade da propriedade plt>na aos suplicados além 
princípio ao suplicante, estabelecendo-se lendo-se no texto da E critura que: Ar- do que investiu que estâ. sendo cobrado 
Imediatamente ir ve-la "in loco·' bem co- lindo Correa Bueno ... primeiro decl11ran- por ação própria, pagou 400 (quatrocen­ 
mo exumlmlr e docmnentação do Imóvel. te ... fica totalmente responsável pela tas) vacas, sendo 250 (duzentas e clnquen- 
2. 2. Renlmentl' após pert:orrer as t~rras obten,;ão de qual quer papéis e doeu- ta) oriundus da quilaç.io hipotecária com 
da F11zm1<la Aguo. Azul e-xamloar a dor.u- ruentOf., inclu ive de compra e venda, a- Arlin_do Correa Bueno, conforme respon­ 
mentoçüo do vendedor não levo dúvidas ouênci11 e outros, do Sr. Claudlno !ao- su bl11rlade subscrita por Escritura e no 
em promover u realização do m,gócio, cêocio Barbosa e sua mulher, e de Ells- malsinndo compromisso de compra e ven­ 
to1N111dJ conhPcimento na oportunidade, 1 bério de Souza l:5arbosa e sua mulher, da e, 150 vacas oriu .... d11s da quitJção hi­ 
do _seguinte situ!lçào da propriedarle: a) Es- que possam se tornar necessários para potecárm cem o Sor. Elisbériu de Souza 
cntura de Compm e- Veodd em nome de que o segundo declurunte, poss:1rn ulti- Barbosa, por meação, que gravavam 
8 
Paulo Struuch Filho, trunsmlt!dn por Ar- mar e completar inclusive registrar juo- propriedade, além do mais, existem as 
lindo Corre Bueno e sua mulher, refe- to--ao Registro de Imóvel competente, perdas e danos, causados, lucros cessan­ 
rente u 2.000 hectare ; b) Escritura de o documentação da Fazenda Agua Azul, tes e danos emergentes, frutos do tempo 
Compra e Venda em nome de iloreno Pa- ora adquirida pelo mesmo, com a àrea em que es1eve a frente da propriedade 
lm, transmitida. por Arlinrlo Correa Bueno de 4.0O0 hectares. 2.6. Vê&se claramente como verdadeiro dono. 3. Do malsinado 
e sua mulher referente a 2.000 hectan-s; nesta Escriture que, as partes sa o Arlm I documento de compromis 
O de c 
Cl e . d d i ri C B • • " l t 	o::npru e 
ornproans~o f, compra e ven a qu - o orree ueoo, primeiro uec aran e e, venda, as in11do pelos suplicados 3 
1 
A 1 
tado, feito_ por _Moreno Paim e sua_ u- Valdemar Iebegdeco. segundo _declaran- nulidade do instrumento, declarada em 
lher Oracilia E,piodola Palm à Paulo te. . , . om e,e1.o, coocom1 an emente ação ordinária movldu por Or -
11 
E 1 
Strauch Filbo raferentes ás 2.000 hectares o ato de assunção da responsabilidade pindola Paim e que acusou c~~oª ré~­ 
de terras ou ref,•1•,dn Fazenda Agua Azul das h1potécas que nao eram suas, sim tambem o suplicante e sua co l • 
conforme Escritum de aquisição descrita do Paulo trauch Filho e iloreno Paim volvendo.o em •tma demand d sorte, en­ 
oo item b; d) Débito oriundo de uma par- e sua mulhPr Oracilia Espindola Paim, era parte Integrante do ai ª d 
8 
qna não 
ceria pecuó.riu, cun istente ell 30-' vacas gravado a propriedade' foi realizaca a misso sim Ci!ssionário d lega 
O 
cowpr~- 
senélo credor Ehsbério de Souza Barbo- tra smi:são d. s 2.000 h ct 	' 	e e e no máxi 
I S 8 - e ares em rome mo poderia figurar Cú ri· . - 
sa e devedor Arlinrio Correa kueoo, gra- de Paulo traucb Filho, ou me ma data passivo, po;ito atinai-lo mo 
I 
isconsórc10 
vando o imóvel (L. 76, fls. 117/11 , 20. 10. 13 de outubro de 1970, (comprovaçilc a- causa. mas irreleék,, reultado da 
1967- 011rtório/ do 5° oficio, da Comarca nexa), e ne dia imediato. J4 de outubro de nu lide uma vez vi e ª sua. JD!e~rJçao 
de U. Grande), e dê bito oriundo de uma 1970, r, ito o tê,·mo de transferência do tvéi "resoluto ia";]}e o ricipi tmu 
parceria/ pecuária, consistente em 1.500 contrato de compra e venda. isto é ces- accipiens" essa r :~is, res_olv1tur rns 
vacas seudo credor Arlindo Correu Bue- são dos dire:tos à escrituração, referen seu direito à 
0
~ 
1 
ªd e, nao atinge 
no e devedores Paulo trauch Filho, Mo- t• ao compromisso de Moreno Paim e ou e n r 
1 
açao . e lorupletação 
l'l:loo l'aim e sua mulher Oracilia Espio- sua mulher inclu,iv(I vendo-6e o reconhe q u e c 
I 
m e n t o sem 
dola Paim gravando o imóvel (Lu. cimento de firma na mesma data, pelo 
-'il, fls. v;I0. 0o.12.196 ), 2.3Poisbem,co- cartóno de 
nhecendo exatamente a situação da do- Pureoavai. 2.8. ain,ln mais, no dia 20 de 
cumentação dl) imóvel e entrando· em outubro de 1972, conforme também com- 
il Padre fs • .. 
nhóis confr t1 
e mu ·s 
Continua repercutindo in, 
tensamente na E-punha o lan. 
uento do livro leria do 
silencio no hile a ,P. 
prorlam a verdade iteiri 
publicado pela Soredde Cai 
tural Covalonga, a deção e-· 
l
,.,11h11lri .tu "h,·•l••rlla. d11. 
·no já e encontra golada, 
A iniciativa da Socirdde Cu!. 
tural Coadonga viu-e favo 
recida por uma Declaracão de 
apoio ao livro e a ua 'Adli:a 
lntrudutóri.,••, Fllh-crilll JHIC 1. 
06l padres do clero secular e 
religioso daquele país ibérico, 
E. declaração foi estampada 
no ~Ali(;'', print·ip.,i jornal 
de Madrid. e por importante 
diários de varias pra1pa 
cidade» espanholas; larcelo 
11a 'nlência, S.-, ilha, Bilbao• 
Gra11n1la, Cbnlolaa .'tltilu::a, S., 
lamanca, Plomplono, Zara~o7J, J..1 
Curuna, :innt·,n der, Valladolil 
Oviedo, Cadi z, an chatian 
L'rida, Vigo' Badajoz. H'alma 
dr :Ldlorcu. (ABDI) 
[lmericanos fyem 
de Megalóp##is 
la Caiiforr.ia 
(  
, fomosa rnelrópul,· SJo 
Francisco, Califórnia, e+tá per 
dedo ua classe média. O D,· 
paramento de Saúde da cidad 
re ou <JUt' entre 1970 e 197., 
n l'opuluçilo de SJo Fran 
cisco continuou decresceuao, 
com um êxodo calruln,lo em 
61.000 !iauitante•. A cla«e IIIC 
dia da cidade a e·IÚ JU"nt!onar. 
do por causa da deterioração 
do sistema escolar. alto fíidi 
cc de crirninalidad~ aumento 
de impo-to, ,oure o proprie 
dade. IABDI) 
(Continua) 
Aborto obriga 
Médicc .1bando - 
nar a Inglaterrc: 
O prof. li. V alley. méclico 
católico inglês, declarou qu: 
foi forçado a abandonar o CrJ 
Bretanha por não pcder ali e­ 
tercer ua profissão com p'eni 
liberdade de con-ciêll .:ia. 
_Q_uando ele afinnou aos co 
mtes universitários das Facul 
dade$ de IJeG'cin~ e no Departn 
mento de aúde e egurnnçu 
ocial que não podia pratica: 
abortos, devido a uma quetão­ 
de consciência. foi,lhe WI'> 
que não havia lugar pOl'll el,­ 
exercer a medicina dentro d , 
Serviço !lc1onml de Sa(íd 
órgão estatal ingles (ABL'' 
L 
"Uma Firma Que Ajuda 
Crescemos de mãos dadas 
Avenida Teodoro Sativa 
Construir a Nova 
com AGRICULTOR 
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De 
Perto da Ponte Internacional 
Bela Vista·· 
e o Povo BelavistF:nse 
±la 9314

la VI! 1 • Mt. 	Tribuna J11 Fronti:>íra 
República 
Beia Vista 
E 
.Mato 
Cartório 
,1o o 
do 
e 
(C o n t n i u a e; à o) 
1.o Ütir:io 
ro-,Ha, ainda potque, entá dito nn respei- tr na questão agitada, sua mais crista- 
11ivol eonleuça judiciária onYocuda qu•': li11:.1 aµlicação, posto encontrar-se o rnpli­ 
"Heoumiudo onteudo que upena'l houve c,tnle na hituaçlio da p~s~oa arflljada pa­ 
prejulzos palrlrnonials para u autorn, nt,o r.1 fom do mundo ideal do direltn espo­ 
[ícaudo provado uos nulos que Wuldeurnr lindo e c,tlcado aos pt>s aiuda que sus­ 
J,ebc•1lo11co oft'luou c111 sou nome o paga- tentando àl:! mãos a prova do que é seu 
ruento da hlpotou11 pura Arlindo Corrêa ,1.::i. O PmlnPnte ,, preclaro jurista pátrio 
)luono e El1Hbér10 l!at·bosa, fultundo aqui J~ulor D!us rh:liua em sua obra "Da Rr',­ 
que~tão de alta lndag-uçüo compl'Obató1·ia. ponsabUldurle Civil" vol II, pág. 8-U. que 
uão dl:icullda no presente feílo. (Senlcn, tem dlrellu ele pedir repartição toda pes. 
ça •· fh; 307). 3.2 Então, o clocumenlo d<• HOu que rtrmonslre um prejulzo e sua ln- 
11ultaçúo (Escritura Públlcn. fls 141) em justiça. O quando dos sujeitos ativos da 
que apurnce Al'llndo Col'l'êa Bueno e sua reparação de'H atender a esse principio 
mulher como purcelrrJ pensador e criador tio amp!u slgnlficaçitc. 4.4. Quanto ao en­ 
de Waldemur LebPclenco pagando com rlqueclmouto lllcll.ü. é elo a lucupletaçfio 
gado da marca "W" inclusive em virtu- por parle de alguém com o empobreci 
do da rosponsab!l1clude 1rn~umlrla por eR- rr.t>nto de ouu·em tendo como requisitos 
te, por oult·u Escritura Púullca (Livro 51. a ftllta de justa causa para aquele enr! 
ns. 61i e vert-:o do 1º Ofício ua Comarca quoclmento; o ato empregado a l"im de 
de ParanavuC, parece ter passado desper- obter contra a moral a oportunidade de 
oebido, d.v, pela respeitável sentença e o lucros ou vantagens conseguidos 11m dt'­ 
acórdão proferido, est11ndo no mundo do trlmento de lerr.eiro. 4.5. E óbvic que 
proces'<o, nfio fora dele. a;1sl;n r.omo a co,.n a anulação do referido compromisso 
Eicrilura de quitação feita por Arlindo de compra e vendo, lendo pretendido in­ 
Cprrea Bueno e l:!Ull mulher, 1.500 vacas clusive, despojar o suplicante de seu dl­ 
devidas pelos suplicados e Paulo Strauch reito, os suplicados viro m retornar parna 
FIiho lavrado e ussln'lda no mesmo Livro II patrimonio comum do casal, o imóvel 
(61) na folha anteriúr (55) do mesmo Cor- transmitido e, com Isso, parte do preço 
tório no mesmo dia, constando a presen- que deverium pagar para adquiri-lo desem- 
• ça de Vnl<lemnr Lebedeaco. uo ato. 3.3. bolsado pelo suplicante, com as qu!taçõi>s 
Daquele compromisso, até dolo vislum- das hipotecas que grii.vavum o imóvel. um 
brou-se por parte d<:l Paulo Strauch Fllbo dos efeitos do nulidade, reconhecido re­ 
quando pelo contrnto reconhrce que os mnnsosamenle • pela doulrln11 e o direito 
rnplicados só eram rnspoasáveis por 250 pretoriano. é o restituição Je slato que 
l 
vacus, enquanto nu Escritura de hipoteca unte as pnrtes e como coo agraçü(l des­ 
i responsub!lidadc> era pelo menos de 750 se principio, tem direito iacoatestâ vel o 
vncai;. posto i;er comum a divido e ela- suplicante do que é seu 5. CO TCLU ÃO. 
men ao céus o compromisso que diz ser 5.1. por essus razões e com fundamento 
quitado, na realidade não é de quitação nos arts. 1.51 e eguiales do Cod. Civil, 
nenhuma. em virtude da cláusula expressa propõ<:l o suplicante a presentt1 ação de 
(G) de i;er até a própria posse a titulo pre· locupletaçüo ou enriquecimento ilícito. 
cârlo enquanto nüo fosse recebida a úl- cumulada com perdas e dano&, para rea­ 
lltna nota promisfória dada em pagumen- ver o que pagou como parte do preço da 
lo, daí até porque o suplicante não exi-, aquisição do imóvel denominado Fnzea­ 
giu a Escritura definitiva dos suplicadoi;, du Agut1. Azul, pelo~ suplicados. consi~­ 
por exl tir umu lmbeditíva desobrigando- tente nas 400 (quatrocentas) !!abecas de 
os enquanto não fosse liquidado o últi- ado (vacas), ou seu equivalente em cti­ 
mo úetil 3.4 .. . verdade é que só após aneiro da época da restituição, bem co- 
l 
1Ioreao Paim ter colocado em cobrança mo as perdas e danos causados e tes coo­ 
os titulos e des erem dtivolvidos com istentes aos lucros cessmites e danos 
lllenção de falência de um dos emiten- emPrgentes que re 11lt'lram da perda· 5.2. 
les é que então resuitou na alegação Requerem per isso, a citaçáo dos supli­ 
õU tentada na açilu, quando não valia c:.1dos na Fazenda Agua Azul, neste mu- 
por quitação os tltulos, enquanto no efe- nicipio, para respoaderPm 110s termo da 
tivumeate liquidurlcs e a própria defini- demande. contestrrndo querendo e afinal 
ção d,, negócio guarda es a garantia ex- condenados nos lermos do pedido, custas 
Pressa no compromisso ronf.1rme está processuais e hoo orários incidentes em 
lntame'.Jte comprovado na demanàa aliás '2.0% sJbre o valor da execução apurada. 
Por provas junmdns pela prrmovente 5.3. Protesta-se por _todo genero _de pro­ 
lêxlbiçúu dos litulos colocados em cobrun- vas t-m direto adm1hdos, especialmente 
Ça). , 6 isso demonstra qual rude e drás-I juntada de documentos, testemunhas, etc. l 
ticu d.v. foi respeitável sentença. 4. Do bem como a oitivu de testemunhas atra- 
direito do Suplicante à Ação de Loctiple- vés Je Carta Precatória, nos termos do Dr. VALTER JOSÉ RODIG 
tação ou enriqutlcimento ilícito cumulada artg. 33 . do C.P.C. Oá-se à presente para TRERA Juiz de Direito. 
com perdas t: danc.s 4.1. Aquele que me os efeit7s fü·ca!s o valor de C~S 100.000,00 
tecu•a a proteção dus leis, coloca-me en- (cem mil cruzeiros). P. deferimento Bela 
te os selvagens do deserto e põe-me nas Vi_ t~. 13 de _ Julho de 1976 (as) 
!!!aos, clnva que servirá para me Cir10 Falcuo-- adv. 607 (lll) e 
'etender (A luta pelo DirPito -· R u d_o f Carlos Edy Sá Medeiros - adv. 616 (MT) 
o» Jhering) 4. 2. A exortação proferida DESPACHO DE FLS. 02. DR.A. citem-se 
~ OeJo mais genial e lúcido jurista, encon- 
1 
os réus. Bela Vista, 13/07/16 (h) Dr. Val- 
 . 
ES CON- 
te!' José lloilrigur, Cnt:er. CE«T1 ÃO 
DE FL,. 8:l. C'l-:titi<.:", 111·.n • .: • u ,prl· 1· 
mento ao m•111tl,1 !o 1·Ptr1J ,, . I ' ·! , 
vel 1u;sinatUl'd, lt•r-ml' dfri'~1 •> ,l • ( r• d•--. 
Fazendas Agu»_ Azu!, Ia·ui e ir" j 
ria, diligencatlo a procura do para!oro 
do Sr. Moreno Paim sendo ai informado [ 
que o ffi""JDI) l'UCO!l'l',l t•C' r sldind e n ·Ju I 
clmdm, Com,Hrn li<• DtHLJ ,11u.nc1, n:i l'a ! 
daria Paim, onde montra-" rssi'no ] 
com sua familia, confore infrtç: o h- , 
tida junto a [l: 1ão A lo. preposto de { 
Moreno Paim, na sede Fazenda rua [ 
Azul. O refrri,to e YCI';. ,1,, r d••(J f • !:,, ; 
l Vista. 16 de julho d 19ii {+) Mar1s { 
Eurlpccles ~raL1
1•rle • <ll"I ·i 11 rir ,Ju•llc;:1 1 
Dl.'.:31'.C'IIO DE !;LS. 1 i:L Vi:-tu.➔, ctr:. Ci­ 
te-se o réu Moreuo Paim na fora :eque­ 
rida de IIs. 1t2 Int. DA« Vi-t, 1;G 7G ] 
(a) Dr, Vltor José I drizu s Co11lr<'!':l. ' 
CEFlTID,O /Jf· FLS: 1:1~. • :,•r<irir:-1 <JI•" ,.,,, 
Laudelino Soares Rocha Oleial de Jus­ 
tiç.a desta comarca, em cumprinnto uo 
respeitável malado retro. expedido pelo 
riDJ. Dr Juiz de Direito !na Coma:n de 
Dom ,quino - :lt.. ,p: Jiri.d•rn" ,10 mu­ 
nicípio de ·aciva e l esg:lo em .u 
cimeira ne padvin i'9im:, por vá'i:s v. 
zes a procura do Sr. Moreno D;+in .Ou­ 
cilda Espíndo:a Puir:1. o qu ·l pr, .. r; i•'.1 i 
não furarr: f-□ronlra,!n-. ,·ui "i. ior • ' s 
obtida·, de pes-oa, (!U'· lá. , !,Í 1 • ! •. PU • , 
endereço desst: c1rl1!1tiío é ig ,e r cio;• :-,o J 
sabido, este e o motivo d· que drixe: d· , 
citar, du pr, --.ent•· 111a"rlarl11. ,. r !·• i l,, ;, l 
verdade e !ou fé. Don Aqui1o 0!0 76. 
O Oficial de Justiça () ilegivel DESA- I 
CHO DE FLS. 139 Vistos, etc ..• s ll'l"'llf')" i 
da certidão de fls, 138 cite-se o réu Mo- I 
reno P11im a•.ravb d
0 Editnl com o 'll"'!­ 
zo de 20(vinte) rl1 ;:_ B. 'i ta 03.02-77 (a) 
Dr. Valter José Iodrigues Cntrera. F: 
tando o réu :lorPno I aim em ,ug , .. iP· 
certo e nilu sahido, fúf Jdermin,H!:i ,! ex­ 
pedição do prei-enlP Edital, com prazo <! • 
vinte dias, pelo qual fie± citado o «f ri­ 
do rf!u, para conLPstur a ução, querendo. 
sob pena de revelia. i"il11 !'edo co:lle!'tn­ 
da li pre ente açilo no praz"" :IP ,it1'.c li­ 
as, se r,resumirão como v:•r~:Hl!'i:·r s ,,,; 1 
fatos articulados pc•lo autor. E-:te Pdit--I ; 
~Prá publicado e 11fixe.do ª"" forma ela 1, i. 
Dado e passado nesta c1<.1ac1e f' 1...:owarc:i 
de Bela Vista Estado de Mato Grosso. hc.JS 
quatro dias do mês de fevereir0 do uno 
de mil novecentos e setenta e sete. Eu 
(PEDRO VERGILIO DA SILV,), E~cl't-Yen- 
te juramenta do. o datilografei t• as,ino. 
O [):. 'nlkr ,Joi,;t 
Rod ' .11·'!l l nt. ,-11.. j111z 
,1 • l) •· ,t l !1 l'O"!l 11"1'!1 
fl<' H;la Vi-ta Estado de 
''· .! l l''• • ..,. , llH 1,11 ITlil 
dn lei, e°, 
I-' z, bysr a (ol s 
!!li :11· ,, n:,•wut-• 1. li­ 
,·.i l , 1 ou i!t•lc l'<lilil,•· 
l'Í' 1 • ,1 tivre (]llC, Ili! 
: , '11· t,· juiz·,, 110 E lí­ 
fie'» 'o Fotum e na a­ 
la ls Audi@teias, no di 
qui as {10) de bril de 
197/, is novo (0)) hrs 
o pte rs d s Auditório. 
!o.to IHlari» Perenta, le­ 
rn ,l a pmncir,1 pra~·a 
c,i,; t: .. í , 
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1,•11ho1·.1do:-1 nn 
E . '! :::ir> q•H· !aunel Ro 
tz Miranda move 
l·')lltl'a ,rda lor• ira )!1- 
; 11,i .. rn f :.l111lfe por 
este Jizo o (Cartório de 
Segundo Gil», e para 
t 1· ru·•I •'e· !Unrla Prac,1 
design1o o diz v!te e cin 
r·o ('~.í) cl,• abiil c!c UJ77 
1o :0e,r horário e lo- 
' , :,!, p1 : os suntes be- 
n1, enho a!s de pro 
p:·i, d.trJp de rtw<iido Rn­ 
·!r;: s do 'janda, ma­ 
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'lo;Pit"''. iiraw'a: • cln­ 
q•wnta e; ·lt,c; (::i:i) va- 
:J,; pr(,pr;a para repro­ 
lt,c::í0 :1! três (03) a ,,J­ 
ta (8 anos de idade, em 
'om est 1o, que s en­ 
pr·n•1am Jrl poder rio BP 
nhor Atanasio de Mello. 
i:ob ront:rt!o, avaliadas 
<·m trinta f' oitr, mi ] e 
qt..i1di<•11t• ·: r:-uzei1·0 .. crS 
38..00,00/, vulor {or quan­ 
te será levado a praça pa­ 
r2 sr·m arrematados pa­ 
ri! que'-, !Tiaior ofert,; o­ 
f r"cer ::cirn11 da avalia­ 
;ão sendo feita a ven­ 
da a vista, u med ian le 
fia lor idôneo p<:-lo pra 
zo de !rês (3) dias. E ,pa­ 
ra qu· n!nguem alegue 
igr, •rãnch. mJ.ndei ex­ 
pe,,ir o prPs'·nt~ Edital 
c,u!-' ,;r:-rá pub!lc.:ado na 
Impren•-) Oficial do Es­ 
tado C' duns vezE>t, :::o 
Jornal desta cidade, na 
forwu da Lei. O que 
cumpi-a com inteira ob­ 
servâot:ia das prescri­ 
ções Ir gal,. Dado e pas· 
sado ne,;ta cidade de 
Dela 'i,t:J., fat:ido de lhto 
Gro•,o. ª"'' cJoi, dia, do· me, 
de março do ano de mil • no­ 
,·cccntoE- e setenta e sete. Eu 
Goethe Escobar Nunes Escri• 
,Eo <lo Sei!nndo Ofício. o da· 
tilografei e subscre,·o 
Dr. Valter Jo,é }(,,drigues 
Contrera - Juiz ele Direito 
4 
= 
''Vendemos qualidade" 
t.lateriais de Construtão em Gerâl - Telhas Francesas, de. Alumin~o Amianto, Brasilit e Eternil, Tilolos, Manilhas,_ flrnle!~_s, conj~Q!a~ SJ1:!jriJs, 
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Hrln Vi to. - Mt. 
Tribual da Fronteira 
Silva, do Presidente. da FA!ATO Dr. Ga­ 
brlt1l i1ullet·. do Diretor do 'Tesouro do 
E'stado Sr. Amaziles de Lana Pinto, do 
Prefeito de !fato Grosso Sr. Epltáclo Le­ 
mes de Souza, do vereadores, runclon1rl­ 
os e toda imprensa escrita, falada e teJo­ 
visada do Culahá além dos cronli;lns eo- 
cluls culabnnos. . 
O aconleclmcnto fol dos mais mar­ 
cantes nn Capital matogrorsene, tendo 
"ln vlstu o alto conceito ti prestígio que 
desfruta o Ilustre aniversurlante b&m co­ 
mo o promotor du homenagem jornalista 
Hélio Lolle. 
Por ocn1<ifio do seu anlversúrlo vcorri­ 
do no rllu D último em Cuinbú, o atuante 
Secretário de Administração do Estado Dr. 
José Ferreir-a rle Freltu11. recebeu inúme­ 
ras mtrnlfe!llaçõl•S de carinho e reconhe­ 
cimento por pnrle dos servi•lores estadu­ 
ais e dos seus amigos e admiradores. 
Por sua vez, o ,1 ornal dos Munlcipios 
Mtogrossenses, través do seu jovem Di­ 
retor Jornnlistn Ilélio Leite, ofereceu ao 
Dr. José Ferreira de freitas um lauto 
jantar na PEIXARIA FLUTUANTE na Ca­ 
pital do Estado, no dl,1 11 último, oportu 
nldade em qur.> inúm,•ras homenng,•ns [c.,­ 
ram tributadas àquele alto uxiltur da a­ 
dministraeio José Gurciu Veto, destacun­ 
do-se a prestudn pelo J ornallsta Almerin­ 
do Costa, Assessor de Imprensa da Pre­ 
feitura :!unicipul de Várzea ürande que 
em nome do Jornal dos Municipios fêz 
uma magnifica sudação ao universariun­ 
te, s• guindo-Fe da apre~entaçüo de um 
número mu,icul por partEl do excelente 
valor e funcionó t"io público José Homero 
de Paiva que demonstrando extraordiná­ 
rios dotes artísticos prestou s:ia homena­ 
gem, seguiniu-se da declamação de uma 
poesia por parte do jornalista Waldemar 
Balock e mareou prena a apresentuçüo do 
GRUPO DE TEATRO EXPERIMENTAL DE 
CUIABÁ . 
Ao aeontecimento tistlvernm presen­ 
tes o rcpuswta11tc do Governador do Esta­ 
do Dr. J,,sé Curlo:; Avelino de Souza Viei­ 
ra, Chefe de Gabinete do Governa1lor, Se 
cret1rios Carlos Frederice Soares de Cam­ 
pos -- Da Viação e Obms Públicas do Es­ 
tudo, Dr. Antonio Alves Duarte, do Posto 
de Saúde, Chefe da Casa Militar do 
Governo Coronel Francisco Antunes da 
ONDA DE DEMISSÕES 
Horas depois de confidenciar a alguns 
ussPssores que já se prepura va para um 
retiro de carnaval em sua chácara na Cha• 
pada dos Guimarães, o gov1irrnndor José 
Grclu Neto. de llalo Grosso, foi surpre­ 
entlido por mais uma dns convulsões que 
vê, porseguindo snu administração. Na 
quarta feira passada, o presidente do di­ 
retório regior:al do llDB, José Aníbal Bou- 
1 et, revelou que o ndvogu<lo Luiz Garcia, 
ex-governador de erglpe e Irmão de 
Garcia Neto. recebe 25.000 cruzeiros por 
mês como procurador do Estado junto ao 
Supremo Tribunal Federal-''embora em 
dois doos niio tenha defendido causa al­ 
guma", amsa•,111 Bouret. No dia seguin­ 
te, quando o Palácio dos Paiaguás ensa 
iava a resposta à denúncia emedebista, 
espocou em Cuiabú a demissão coletiva 
da diretoria da Companhia de Desenvol­ 
vimento Agrícola do Estado (Codeagri). 
Os motivos alegados pelos demissio­ 
nários foram "os desmandos e a prepo­ 
tência de Armando Borges"•- Diretor ad­ 
ministrativo da empresa e cunhado do go­ 
vernador. Imediatamente, Garcia Neto não 
só aceitou a demissil.u coletiva como tam­ 
bém exonerou eu próprio cunhado, de­ 
cisõe8 que acabaram melindrando o Se­ 
cretário da Agricultura, Edmundo da Si!-' 
va Taques, de quem todos os demissioná­ 
rios eram subordinados. a sexta-feira. 
foi a vez de Taques demitir-se em cará­ 
ter irrevogável, gesto solidariamente Imi­ 
tado por treze auxiliares diretos. No fi­ 
nal da semana, algo atarantado pelas 
sucessivas deieeções, o gov1:1rnador ~e re­ 
cusou a receber o correspondente de VE­ 
J A em Cuiabá, Oscar Ramos Gaspar. "Ele 
está sem tempo e sem condiçõei, emocio­ 
nais para receber jornali!;tus", justificou 
seu assessor de imprensa. De todo modo, 
Garcia Neto promete dedicar os feriados 
carnavalescos à restauração de sua mu­ 
tilada equipe administrativa. 
19. 02: 77 (SúlJado)-- [,'oram detirlos o re­ 
colhíctos à Çndclu Pública o quarteto Ra­ 
tão Colhares, Marciano Martines, 'Tuba 
de Oliveira e Arnaldo Vuldez. por esta· 
rem embriagados e provocarem desordens 
no curnuvat ou pista do Ingrácio. Passa­ 
ram o carnaval nu cubículo. 
BEBml FlT'J.IP.r1LDI •• O individuo de no­ 
m
6 Pedro Ajala Paz, r.nlur:il de Aqul­ 
dnunnn, resolvru curtir '> carnaval à mo­ 
da Fittlpaldl. Embriagou-se e saiu pelas 
ruas da Princesa do Ara fazendo cavalo 
de pau. Foi dedado por telefone e imedia­ 
tamente foi recolhido ao paraíso dos ino, 
eentes, passando o carnaval fechado. 
MOTOQUEIROS F!TIJPALDI-- Pagaram 
caro o seu de11rei:pelto ao sossêgo públl­ 
co. Burlaram a vlgilO.ncla da patrulha, po­ 
rém reeeberam o castigo Divino. Foram 
parar no hospital com várias escoriações 
generalizadas, os motócl!.s Ricardo Bran­ 
dão e seu amigo Belo de tal, que prati­ 
cavam altas velocidades e altíssimas uce­ 
lerndas na motóca pelas ruas de nossa 
cily. Passaram o carnaval diferentes. (Hos­ 
{Jltalizados). 
20. 02. 77 (Domingo) - BEBUM MA<-:HÃO 
--0 Indivíduo de nome Clodoaldo Gomes 
vulgarmente conhecido pela alcunha de 
"Mineiro', após encher a cara, reROlveu 
espancar 6Ua companheira. que apesar do 
estr às vésperas ae receber a visito. da 
cegonha, não escapou de uma tremenda 
surra. O telefone tocou e o Delegado par­ 
tiu incontinenti para o local e recolheu 
o machão à delegacia, encaminhando n. 
mulher ao hospital para os devidos fins. 
O bebum? - passou o <:arnaval no paraí­ 
so dos inocentes. 
25. 02. 77 (6 FEIRA)- Foram detidos e 
recolhidos à Delegacia de Policia Civil 
os indivíduos de nome Celestino Villlba 
e Severiano Cardoso, por se encontrarem 
sem documentos. Na Delegacia, alegaram 
se'. trabalhadores da Faz. Caracol, pro­ 
priedade do Sr. Antonio Maria Nunes 
Rondou, sendo confirmado pelo Sr. Luiz 
Fernando Nunes Rondon, que atendendo 
soh.aça,, do Sr. D_elegado, compareceu 
à Delegacia para 1dentüícá-Ios e levá-los 
a Fazenda. 
NOTA: -- A Segurança Pública está de 
olho na CITY. 
CM P 
(ontrn 
N H! 
Tóxicos 
, 
Ae«ente· a polsn h 
Aleanh Ocidental construi. 
rara desbaratar poderosa tele 
le traficaute de entorpren. 
tres. Doze destacadas fgurs .. 
lo entrobando inter vonal 
de tóxicos pudera er apt 
rados, depois de ua ht«: 
que durou munis de Il me.e. 
ó Número da Impl/ado sob4 c t0, 
redes igualmente detidos. O 
contrabandistas coneturan. 
despachar do I'ai140 par 
Europa e Ca.,adá cad' 
II toueladas tóxicos, tos u'i. 
mos cinco ano, a mato pal 
te em latas com rótulos d 
produtos em conserva. (BIM, 
Utilidade Geral 
Renovação de 
Inscrições 
A Secretaria da Fa• 
zendu baixo portaria 
circular delflrmlnund•• 
que os pecuaristas sujei 
tos à inscrição na Faz·n­ 
da Estadual providenciem 
a renovaçilo até 31 de 
março. 
Bom Domingo para 
oce 
Dc,put.ado GaHão .lluller. 
Bom Domingo para Voce", 
por ler defendido pela impren 
sa õ,· Brasílio no último <li., 
29 de Janeiro, o reurgi.e­ 
nto de alguns antigos partido, 
políticos. 
·'Bom Domingo para oce', 
por se lembrar de defende 
as tendências ideológicas co­ 
agrada no mundo irteiro e 
que nqui se acham cauflad , 
nas sublegendas dos atuai 
partidos, pcrque ideal nã<- c 
coisa que se desfaz como »e 
apagase o giz do quadro-ne. 
gro; ideal é coisa do íntim,, 
de cada um e está lnteott' em 
todas as classes, cja ela de 
caréter religioso, comecinl, 
esportivo ou político. 
Documento perdido 
Mlgut!l Cuanc!ú 
Declara que extravin·? 
sua Carteira de .Moto1 i!i - 
ta expedida em Bela is. 
ta. Esta Publicacão se 
faz para obtenção da 2 
Via 
06-03-77 
s 
1 
Ele{zo-Domésticos e Geral - Facilidades de Pagamento - ohao 
' 
Casa 
espuma, 
Ale 
divino Integrado 
sisai, molejo ortopédico e firmeza progressiva) 
(Algodão, 
MóveiP: Onde 
Rua 7 de Setembro, 140 
Voce Compra Tudo Para o Seu Lar. 
Ponta Porã 
Mato Grosso 
 
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Ai Vta - Mt. 
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Trllinr.: d· Fro1tefr 
1 
J 
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,1 ~-·· __: -./ 
LJ 
Hó. maio do 16 ,;ao:; l<1lmc.in:os 
raiares e implnmc.ntos aarícol s 
no Brasil e desde entao, r.%iL d , 
metude dos agricultores brasil iro 
estão do no::so lado. 
Isto graças oo esforço q110 
lemos lello para proporcionar 
segurança aos quo investem 
na compra do nossos produtos. 
T, mo_; a maior linha do te 1lore:; 
agrícolas pata que você tenha a 
m íq:Jlfl<! C.dta J),H..; qt:,.!CjUCr 
l,11c:L1 ou t,1m ,nho d,. prcpdcdado, 
'º ?.60 """ nd:i, ('m ledo o Branü, 
sernpn! porto de vocl•, com 
n1ec:inico_; treinados na 
própr111 l.1brica e 
. um completo 
r <•claque de peços do t 
essas. ["ygG YJ 
I 
P.'6. in(un,,rns outras razõc~ 
para você ficar do nosso lado e 
conünuur ganhar.do me:mo na 
hora do troca, pois cs tratcre3 
Ma::~cy Fergu.;on ~.10 os quo 
olcançom o maior valor de 
revendcl. Fique Gcmprn do lado 
e, 	do mais forte. 
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ST TJ GROSSO

Tribuna da f rm te ira 
"Liberdade e0m 
1 (0 
V li I V• .~t'I'. . ,,,.ir,-, - J ] 
Ano -- <· ,1 1•lc1 - " 
----------------~-·---..... ~ 
ENFOQ E( 
SOCIED 
Ainda Carnaval. . 
A 101ds follona do C11r11f1 no G.P.ll. 
(l.o l11gu1·) tff!a. Ueairlz Plnbciro. Fez J:.1s 
no ltluln, pois -;umbou pd1 valer. Acom: 
pu nhou-u quarH, o t.umpo todo, seu pal 
sr. João. E ioso uí... o 1wgóclo é sumbur. 
A 
V. 
, 
E 
J 
E 
, 
• 
DES'l'AQUEl 
Eufóricos r,urllndo o bom curnavnl<'s­ 
co: 11.osevell - Iruui, Miguel - lfolt Maria, 
Scl>u~liúo Zucnrlns - Alrxundrn, Ern~rno­ 
Humonu, Decu - Mnrluzlnbu, Antero· Z!li. 
ENGRAÇADOS ... 
O cusal de palh11ços 
que brincaram nté o sol 
Vnner e EteUm 
ralar ... 
NA FESTA 
Do Rei Momo, trajadns de lindas Ciga­ 
nas as Srlas. Eliza Maria f' Mariza Olivei­ 
ra que 1111mbou bastante eom seu Iovo 
''Coruja" O Bloco dos Grandalhões 
ohumou atonçilo, é claro, pelo tamanho 
dos componentes: Belo e Marco Ronchlo, 
Sebnsti!ío Zacarias Filho e outros lam­ 
bem "pequeninos" 
COLA RORARA:M 
Ch>11mndo os blocos e os premiados 
npresentdnclo-os no público a Srtn. Gilca 
Liuo e Adão Carlos 
«08$9%53 
( l,quipe 11.1 l'arf, 1ui., ::, 1111<1 /(,,·, •· ,,,._ ild 1  -t•J 
e Teus. Cri@o fone dr« da inibas ami+ 
nhà ou bater a ·ua porta hujr a nutre. ·na 1u 
oe o reunhe«riu! fano aput vria, vonu, lru­ 
ileiro do srl K..t tumors as vou, ra o 
taque! 	±a:. 
Afinal «de contas, ele vera verad iro ele real 
nw,11c t•J;.:i-tl11. J-111 'ur-r clí1,·r q11e !11•<1,11 t a11u-. 
quilos r gramas mediu tantos metros qtnto 
,·e-nlÍnit•lr,>•, ra wcot,velado prlas turbas, chega4 
,odfl t•1J1p,.wir.uJo ,hi ,Ja~r•11 ... (· r-f• t1n•,1J t·ntn 
•Jllt" tinha que parar «e de«nf ar perto do poo r 
'amaria, Quer dizer, que ele tinha um curar4o qv 

,:dpÍIUU COfll 11-- Jllt' .. mas lgri .. (' U Jl1("1õ;Jll·1J"' 11111• 
>Ít'Úl·~ qtw nf, .. 1.lf" !!,••l:t,.1 cotu 11a·do,: Jll('lllH fru.:. 
trarões igual a nós. 	- 
: {~ ,..6 uu, nride111t-· d...1. lti-t6ri1, que., fJ('t" l' l"ll 
não fomos colegas dele quando ra menino ri a­ 
zaré. Hem poder ter ·urgido em 1977 em no+·a 
idade em vez de na pequena cidade israelerse uns 
1900 anos ui r{i,, 
)!(, 1
1111i1as ohrn• <l,• :irle ('() •1ue rr,,lnu,n• 
te Mh· fazem um injn-tia. Muita- pinturas e - 
culturas 0 representam como delicado jove t)o' 
impulsos mais agressivos eriam de toar « cale­ 
('li"' dt· rrinr.t;a~ o·..t HJt1tlnr ,e1l11nho ... Uffrlf•-'•ar h 
rua. Em outras representações ele aprece como 
homem das Dores, Percebe--c qun-e s lágrima 
no- olhos e sentir um nó na garganta ao falar, l­ 
i:t·a quat1ro!I nàn tt•tn 11ndu J. ver t·urn a npun·n~·1a 
do Jesus qur conhecemos dos Evangelhos. ào 
FCÍ dt• outra roie;a nrni11 importnntt- Jrnra _no .. ,.a , l· 
tla c,piritual do que conhecer o verdadeiro Jesus. 
Se ele fosse npnrt·cer em Bela  1-tn h1,Jc, 
imagino que Jesus teria uproxinwdarncntc l ,11 t' 
llS cm do c,tomrn. Se damos crédito no sud:írio 
de Turim ele <leve ter sohre•~nlilo acima <la moí<> 
ria dos homens de eu tempo. us olhos acharia 
umu profundidu,le qua•c <los oceanos. '.hnal, 
não foi a mente atrás desses olhos que primeiro 
concebeu e criou os próprios oceanos? o scu 
ro,to 'Crin no bronzeados fci,õe• h~ru-111odcla<las 
de um nristocra<a o <lact'nden<r da linlm n·nl dr 
Da'Í: de o rd dos reis, o crindor ,los reis. No 
8('U ro..,to tambccn cncontrnrin ns linhmt durar ru• 
des, limpas de 11111 trabalhador, o curpi.ilciro, é o 
!ilho tlc um cnrpimciro. 
Sun ,·oz scriu r ic a , fi0nora e mu!--lcal co1uo 
un1 rouxinol, Íílo profunda. e ressonante qual urna 
calnraln. _.final 1odn mclo<l1n trep11lanto, e pene 
trnnte cn<la som arrudo grave, cada suFaurrinho 
é nada em comparação à beleza daquela voz. Sua 
pele seria bronzeado pela cxposuro comtante no 
E-oi n chuvn e no ,·ento. t1r1q müos serinn1 cult"" .. 
jada de usar as ferramentas de carpin<ciro todos 
o, dias por 20 nnoF. 
hso. cu acho. seria umi1 representação 
jmtas de Cristo como apareceria como cidadão mo 
demo hoje. Porqoc nüo fechar os olhos de 'CZ 
em quando e refrescar a alma con1 a visão daque­ 
las feições'/ Aprenda reconhecer catln sombra de 
exprcseão como aparece no rosto dele. 
ENLACE 
Dia :/6 pp. uuirnm-se pelos laços ma­ 
trimoniois: lber e wami. A Igreja Matriz 
de Santo Afonso, decorada em branco e 
rosa, recebe wami que trujava lindo ves­ 
tido de noiva nns cores lambem rosa. b 
branco, e nu mão uma rosa vermelba.~ 
lber trnjavu terno claro. E foi assim, pe­ 
raute grande n de convidado11 que disse­ 
ram o tradiclounl •·si01" Ao meio dia 
houve suculento churrasco na Fazenda 
em Caracol, e- a uoile, após a cerimonia. 
um coquotel no Club::i em A ,tonio João. 
.NIVERSARI.NTES DO MES 
03 - Maria da Graça S. da Costa Mar­ 
ques. 10--Luciane F. da Costa Marque!', 
(1º a11i11ho) 
IMfDRMIE 
02.03.77 - Foi detido para averiguações, 
o indiví:iuo de nome Nilsou ·Meireles, em­ 
preg do do P'lsto Rio Apa. 
02.0:1,77 - fü•mldo Chaves, bebum, h,­ 
vando uma vidu ociosa, reoolveu provo­ 
cm· atritos num bar, porém um inforrnun- 
11~ ua0nlmo telefonou e saiu uma patru­ 
lila comaucludu pelo Delegado que logo 
eucontri>u•o, eonduzlndo•o para o paraiso 
dos lnoccnteg, que upóg i:nrar do pilequt>, 
teve que roçar o pátio lnteruo da cadeia. 
03.03.77 - Ros,dino Vargus- Residente no 
B .. irro do Nunca-Te-Vi, o.ndou uprontan­ 
do uma de suas costumeiras ações. En­ 
cher a cura e provocar os outros. Foi de­ 
dado e o Delegado maudou uma escolta 
uté o Bairro rt>co!heudo o bebum para o 
xadri>z para descantio semanal. 
03.03.77 - O Indivíduo de norue Sebas­ 
tião ifonteiro de Souza, foi detido para 
Uns de aver:guações e esclarecimento. 
seudo solto tão logo ficou esclareridas 
as coisas que pescvnm sobre 8uu pessna. 
Sebastião é o populariseimo Cambarala­ 
maia. O iuvestigador CJrvalh".l foi o 
respousáVl!l pela dellgêociu. 
José Loureiro • Delegado 
saro apossados na pró"7' 
. j ,.. j 7, os nuas eCT • 
unt ' ll 1 ,1, (1 - • • ' •r-111·1 .. 'll , 
' . - C· , •t· TIO (e l • .. • 
rios de Iud! 'r. ""@+n Nação 
IJ 
lfjl11iuc· d1 i•~:,cuu,.,.. •'. 
aId Ui !}, q, , Civil Archime- 
T'+dano e Chefe da ,4a.aram ('t)ll'ilt' 
de !1t·r .. ira Lnn,, c,u(' ll •'
1
'' • • , ir 'Íll 
6ice+si ioruís@o neto a ser";;;;' 
• ,to  , okoí•!;!Ú" d(• Jl ' ·(' • 
• 1 • I 	. 
1
, • w,A , (' t,:f.'f:t pr"· 
correr no Palácio +li!4as ,J 
0 
si<lir!" p,•l·> Governa@r 4o ,""3G- 
L'ec.1•nLliio de l íl d u !' l r 1 ,l, .o 
" ' 	, J !'' l niuc vcrn 
Cl·o c Turiflrno. Jl.in '·
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g7a eh fia da Cusa 
t·XPrcrudo dc~ut• , :.i ' • ' ·• 1 
Civil do íloveruo E•,t;,du1:l, é n<l'O~.ir o 
fl industria!, tendo sido 'er,•acJor cm 
'Í'erouo .. em (.,,1111po !;r,llld(' duru.n~e 1,rc. 
leslaturas e presidente da Camar 
inicipal, alem de Presidente do D!re­ 
tó1io uniripal da Arena em Campo ir 
de. Secretrio de gru!urna. açao 'T­ 
d:.tuo 'em t:Xt.:'rc.•ndo a 1u11çao de S~c1 e• 
t(u lo' de Indústria. C,rn1(•rcio e Turismo 
tlesúe !!J7i", ,,. r ecentem,•ri!d, cuo:i.ulnt1vu 
111eute com a d - .~dt11lturn. E _cng-e­ 
nlwlro agrô11or110 e inid ,u suas ativida­ 
de;; nu vida pública c·r mo extemnont .t~ 
lnci;l da ,e 1rmat em Uourndos, em HlGü, 
tendo sido post riormente chefe de ,:a­ 
b!nete du :::ilcrdaria dl• rgrlcultura, pre­ 
slúeote da Jr;soc!ução de Agrônomos de 
Mato Grog;;o. coasellll'iro representante 
de ~!ato G;·0ti>O juuto ao C0uselho De­ 
liberutivo da f-udam e da Sudeco, i:;ecre­ 
t:írio de Agricultura, deputado t>staclunl 
e Lo suplente à Câ!!Jdfa Frderal por 
Mato Grosso na atnal legislatura. O no­ 
vo cbefe da Casa Cívil, Archímedei, Pe­ 
reira Llmu, tem uma longa passagEm 
pela udministraçúo pública e privada em 
[ID[ 
Que tipo de pessoa seria? Qu,· seria 
sun primcirn imprcssilo se o encontrasse na rua! 
nbc como classificamo.3 nossos amigos. 
Pois hem. Se tiver uma lista de Chn'ldadoe para 
uma ÍC!tn, ,·ocê dirá tl uma amiga: "Qae tal con­ 
vidar Kntia?" Ela responde ''lei:ul, ela é bacana 
mesmo.'' E "Ilnroldo?~ "De jeito alg:um, de é n 
morte de qualqacr fesla". Conscientem~nte 
o u 	i n e o n s e i e n t e m e n t e n ós 
classificamos todos os nosso• conheridos. Alem 
disso temos impref:sôes concrct11~ e nLsoluta~ deles 
Existem dois pro'érbios quo, no• aj,1dam 
nvn]inr os amigos: "Aves do me::mo tipo, FC ajun­ 
t;,m'• ~ º Diga-me qut:m são seus nrn igoa e eu lhe 
direi que tipo de pessoa você é"'. 
Em ,;st.a disso, com que tipo de pessoa 
sf!rin nsflocin<lo o Cristo se estivesse eru nosEa ci 
da.de'! Encontraria nas cns-as dos rico/! Encontra 
riu no.3 contlominio~ <la classe média ou nas fave• 
In.s dos pobres'! Encontraria convers.an<lo coai n.s 
datilogmfas ou balconista nas lojas? E•tnria nos su­ 
permercado,;, nos shoppin~ center '! Ele iriu ao 
cinema. ou entrt! os ntorce e atrizes nos teatros'! 
Tenho certeza que Cri:,to cs1arin cm todos esses 
lugares. 
e Cristo escolhesse seus compnnheiro• co 
1110 o fez c1n Israel,. cu acho que cncontra.rin en­ 
tre os motoristas de cn1nluh:lo. lu, rndnrc:,. c.:.tiva 
dores. Ele gostava dos que trubalhnrnm com u; 
suas müos, com as mangas arregaçadas. E tinlia. 
algo em Cristo que nLrniu_ hon1cns dt:stc tipa. 
Dois de seus discípulos chamavam "os 
filho; do trovo". Sul era c:>nhccitlo como o ho­ 
mem sem medo ele Tarso. Pedro, o lida deles tu• 
dos, era mais pronto cou1 scu.s punhoi, ou c-on1 
uma c::-pndn <lo ouc com uma oração ou um <fll.i­ 
l'.to b:itt:-·p:1r,r,. ~ruclo isto indica que :-e fo,.re e::rn­ 
lher hoje em dia, iria para os cui:; e.lo porto e diri.l 
a um marinheiro ou um eFtivarlor; Você ai, Yt.·nhri 
co migo" ou ele certo iria !Í [úbrica de aço e di­ 
ria a utn bruto dv homoau: ,..Sc:;:ue-r.uc~~ E.;-tc:;. ~cru 
umu pobvr.1,· d(•ixarint.n tudo n i-:oa palavra, suas 
ferramenta-, suas familias, seu lares para acom.­ 
p:1.nh:i~lo • L"'ll era sua atracão. Como en1 Pa.l,· .. ti­ 
na, eus discípulos serÜLnÍ hcn, fortes.. m;: -culo­ 
ose calejados. Tem que concordar t.JUC s6 o uia..­ 
is maclino dos homens atrairia homens as-sim a 
primeira vu•tn. 
f,tf l G, ,; o. Fo! ro •). 
teu t,o Í:l lit.i ,: •  o . 
1 (l t ! t ' . 1,: ui' ?-•1>1' ' ui,, !t't 
de estabeleeientos da 
ensino, diretor a im. 
prensa Oteil do D+par. 
tamento Estadui de Iu. 
prensa e Propa4tia, 
1.ih,
1li[ío em Cotrb , 
Secretario de .deu 'A, 
ta nos estudos de Gla 
e Mato Grosso, presida,­ 
tr cJa Funr!açilo ll1n,ll 
CentrI, além de 111111t1C'­ 
rcs ntivldadeR nn óre:1 
de imprensa privada ln­ 
clu!ndo a Yundaçan e d1- 
reçi'io de dívcnwi,; jo(·.nr•­ 
is no fü;tndo, d OH (Jlllll-i 1> 
"D!ár'o de Mato Grosso. 
Mármore: Outra 
Riqueza Que 
Grosso ?ossui 
l . 
,, . 
J:?aí, _nüo devemos ser surpreendidos ue um 
a.,. pnme1ros nlos de Cruto foi um "C•lo ~ 
culiuid:i<le. O templo de Jerossie» d + ,[7 
• O . . - me ia ee- 
tarc, em area. _pátio do templo estava lotad 
de comerciantes Cristo entrou í-6:z:inho no a • 
0 
armado com açoite feno de cordn' U lbp tio, 
d 1 
•· mo·uro 
oru o.que 4 oz e pânko tomou conta dos - 
merciantes. Ninguem o apôs, ninguemn q; 
com eh-. Abaudonnr.nn seu p5tio r •e dº l lC~lrn 
•un )' b 	u Inheiro 
ganias 2tunas mesas e bancas . TudG . • : 
mm dinmc da ira dele Ele nºio f • d fugi 
N f . . • • o, na a rnan 
umu ura~;;a ira, expul,;;ou n-. o,·c:lb::u, . b .• !i~ 
com o açoite. Derrubou suas mesa cai,rito- 
drnhciro no chão. ,u 'ended d. s e espalhou o 
• • T- 1 • or e pombas d' 
e: 1re tuc o l'FO ,laqui e pare d r l IS- 
sa de meu Pi um xnerc::i<lo f e :i.zer < a. ca- 
Ouc c-i--tatµra irnpone~te t- h 
1 
voce conhece ou de que leu m ª- • qoe homen 
te uuma turba grande as' entraria calmamen 
pt:rtcz:1 ? Cri .. to'"' f • . ,- ~1ru e l!ntparia com es - 
' " CZ JUtarucntc ISSO 
is vezes, foi 36 hora, • 1 . 
comer, caminhando ui].., e em e ornur nem 
aids4e zcmt«, a.,],,";o a· rui!metro. 
John Glenn, astronaur. _" curando_... Coronel 
ró· eu v@o moo. 'i.,,"}""j"ano di--e _lo±g .a- 
t
u.1s1:: pc.ríeit.a m as ;j, uma condicção física 
• • aqui/o cu co 
rsto nos C'>n••dho< du 'l l nheeemos de 
tar o ritmo <lei;. -, ,~u ,. que poderia a.g:uen .. 
Frequcntcmc111c Cri-to f 
~e demonjo.:. invurhvcl~ .. cn rcntou le:giõe~ 
::,,11auá;_ A final não· f ,,;rue os tuandn ';, Afa-ta te 
ata.ruí.-.: c-air do e,, ""Fam seus olhos que viram 
X . rorno uni r.110 
- tl?H;:i o~iio UlU } .. • 
mundo veio-lhe ao en Homem com t:sp[riLo i­ 
L"l<·m mo:-:n·:i no crmi~éO'_ltro d': l'emitério. O ho- 
u	r a -lo mais, em ...,.. rio e ningut:tn p o d i~ 	. 
n • · f 	.... "rn t·orrc t • 	::.,;e­ 
"a torça para scnurft.Jo E n e_ e n1nguen1 tir,ha 
~uc,n 1.a1ru.s 
O 
.. t:" ~ ~ tao feroz .. . 
·u por i; "";ar ter ti. ui.' e,Z"" i­ 
alo ir.,";; jpi«.s» e." ";: 
' mporou-lhe a penu. e• 
,lá se falou que Ma- 
to Grosso seria o Ceio!· 
ro do Brasil e Isto ID'F• 
cha para uma refllid:.:de 
dentro em breve_ O ar· 
roz, o trigo, a soju, '> 
algodão, a mandioca e 
outros produtos uo-ríco­ 
lae: estão proporcioi;'ando 
a Ma to Grosso uma pro­ 
dução que não podia ser 
imaginada ,. p o u e o ,,,ail 
de cinco anos atrás. A 
pec:1ária, isto nt!m s1 
fala. Até parece que o 
Pantanal foi criaco por 
Deus pata ser um imen- 
5? curral. F <1 la-~e que e­ 
xistem fazendeiros que 
ão sabem quantas ci:.· 
beças de gado possui. 
ato Grosso é, realmen- 
te um Estado fant.ás'.ic'> 
e se alguem exagera u0 
pouco mais sobre as ri 
quez'.ls de Mato Gros,o 
é po;,;;ivel que !lp'.lre',M 
alguem pensando que Íf;• 
to <'Corre pc,r conta J , 
irnaglnaçtio. Pode se, ." 
~Iats a potencialidade e­ 
conômica de Mato Gros. 
so é imensa, maior JJle~­ 
mio do que se possam i­ 
m;,gmar. Por exemplo: 
0 
marmore mtogrossers, 
que ate agora Ic i 
explorado não é fruto d> 
~~daginção e sim da rea- 
1 ade. Aqui S:! fali, 
sobre O mármore·de Co· 
rul:lbá e de Bonito ma3 
e>..,
5lem outras reaiõ: ... 
o
nd
e o márnore éi.te 
e P 
O d e se trans- 
1 
formar dentro em bre,J j 
Duna enorme força eco 
nomica para Mato Gro5- 
so. 
.; co 
l 
lhe 
be: 
d 
d 
ql 
tu 
de 
 
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ir ' 
o 
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ta 
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no 
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