} J Pedro Peorpl'tcit 1 0011 Pnl?/! .~) mudou o '"e ,tilo" ... ,Jú o Pr •~i [P11le il .r·­ ques disse que o problema synipre { i tutu as pt·eocupac;ões cr,tm di' 11ivt•l , • couõmico • Nuncu tlnlw dlulwlt'o. ter,h•i que estudar uma f6rmu"1 cl , org mi,. : nossos serviços internos... Ely flou. Futuramente precisaremos de u.n asses­ sor economico ... e o Tul'i111: e esl-i no­ va casa Legislativa ulnda não r o~_,ue o necessát·io coohecíment, da ordem l'os TrabalhO!' ... aí o Turini come1,:ou: Incru: escolher um elenwnto pura prt·encher vug-1 uo lucra . iudicaçã:, 1 ao senhor prefeito ... Carteir11i:: Proles to veemente pelu m:!neira corno ( stüo procedendo para uquisicão de C,u·teiras de Identidades ... Jardim dú pref ·r:>n eia a.os fotógrafos da cidade .. , para Bela Vista nada ... os beluvis(L'nses ~iln muito mal atendidos .. , precbamu~ to­ mar uma atitude enérgica; Carteira de Indenfidades deve ser Expediria por Be 1..l Vista .. , e o Ely concordou e dis•e E uma proteção vergonhosa aos fotógra fos de Jardim ... e Noedi: Precisamos criar uma sub- ses.;ão de indentií1caçã,i uqui em Belu Vista ... e o 'ivuldo de Barros: Já solicitamos por inter médio do Diretório e as Autoridades disFer.1~ que era impoFsivel ... E os Vereadores re­ clamaram tumbPm da carteira de Trab,1 lho ser Expedida por Jardim de o INPS ser em Jardim ... Reparos: O Vereador Noedi Leite solicita providências no sentido de se­ rem reparPdas !lS pontes do Candelon e Apa ... estão intransitavcis ... e o­ ferecem do risco de- vida e o presidantc agradeceu a presença dos vereadores du repórter de- Chefe da Cirelmn (li' er uondes Alves Gomes) que nil o perde uma se!'são talvez aoquiriudo experiência para a próxima ... talvez até próxima Em tempo: Amai-vos uns _aos outr·os Paz ... Paz. ln ·..l lu,dt,1 o infor­ t H.r. {:, epi.'IO• tvo também. " So oneotráss mo 'j em dia o Cri!o a l'U'l ,• ll Wl" t, l' li l r•·áU, ,-..u, pt lll'l ,ti 11_>. , d! ·r lo. ·d 1; ''/qul • um 'o::em mch: ue8/no!' Is lt li..l ema iene d aa gea 'e força, tanto f1- iea como orai. D)e que ele ó uma prenç via ·o tu: muulern», ap:·, im1- • •!-•1 ;.- ·rr, IJpJ •. E 1qu·111!0 vcê e pe' dele,: » tema qu· te e. Coi.O a e e t ·.ar s us ensi. .• tento9 tda) ±zalm n masculinos. Es tb ! ·e um id u! t' !evado que tin- !em con-·ou° leanye;-I; 'Sejam per­ lt>.l s • • ·: P.ii e· l,•stP ó perfeito." Ernbo:,1 ,i·.maí, pG>"., ;no•, atingir rs:a me­ la, l!'lc, pori •mo~. d.-1:: tr de l<'ntur. i'!:'11huma li•1~11.1 po•I ;1 S<'l' maif-1 fraca que ss a-s üe:; ''Quem não estiver cor:/ige sai co! i," 'Qu m: re- cusa uce!tr já !± orlei:d»." Exi- ge ,Je nús íl 1n•·(·• ;, , • l ,., p 11 ::w1 11to;;­ "Ms u lhes !iro @te qum ol!ar com cobiça p u um± mul: r. j u'ulterou com ei em seu co ação" Ele +n!rentou os gr 1pr).; mais l'"fll't·o r;s e iofluenl R da Pult'slinu. e públic:um• 11,e o,· clium,,u de "hip(1crita• ." Embora não esse te·po para hipoeri-ias ne n h mn ns de meio ter:no,'?­ le tinha i iin 1 co pxlo para com 01:1 pecadores "N;o qu brr o ean•ço ra­ chado e rem apagá mech I que ainda fumega." A tes, ne r juva pecadors á penitê:1d:1 e ns :1 Ih tJ C'.JIIlO um:~ 111:ie que enco:·aja seu lill!o a to:1.L,r i;eus pri· rueiro,; pa ss. ms sempre pronta para que ão e.ia e se machuque. Foi justa­ merrte ele que disse: "Eu vim; não cha­ mar os justo-. mus imn os pecado:es." Seu prin:eir,J mil:ig,· , foi feit, •, não porque alguen estava a morrer nem u: outro estava em apuros financeiro-; mas simplesmente para que os uoivos n:io pus- 1-asseru vergonha no dia de seu casa· mento. Devolve um morto à sua mãe por c:rnsa rias lúgrim~~ de su·t mãe. E típica­ rn~r te ele parou e S::> incomodou de u­ presentar o ho!llem de noYu à mãe. Não há aconteciuento melhor que demonsta suu diplomacia e sua cnsi'e­ ruço q:e qu:do alguns cida!los fari­ saicos estuvam u apedreje:r uma adúltera. Tentarar.1 upunhá-lo por neg:r a li dos palriarc:.is. Dem. po:iia ter dei" :àido a / cohi.:da dtando sua história e a vida de fraquez'.l que lhe trouxe a prc:sente crise. Com a el0quênch divina que era sua, po- dia ter evocaclo lágrima.: ce coraçõt:s mnuis endurecidos. Mas isto causaria que a mulher pass:.i~se verg0nha. Ele nnte5' n- e .$ - ,,11 ~ • • tou cada home lé, e convido: "Que o- e€retafa ±0 l ? .S!!72 arle ue não uh Pcado, lance a Exigência dg 2cs{ado üg v+ti ea" Dai. irou e cosesos l I :ii a trnçal' figurll.s na urda .. - lTJdiçilo da j Sai]e [las Fscojas 1grei os diz que •aueles homens virem revelados naquela areia os pensamentos n::uis st:crelos ele sua-; ,·Ida~. 1üo era até Cuiabâ (SEODL T) - Em CL111sonân- Ele estava sózinh • com a mulhel' que id­ eia com a~ porta•iils dos hliaistérios ele 1ou com rh. Saln u uiin sóme•ile sua vi­ Saúde e da Educação, o Secretário rn- da ma., l; mb,:,n S(:US ~er.li!J.Jentos. tooio Alves Duarte, da Saúde do Fstado Esgu de nós. emnbora soubesse de ilato Grosso baixou portaria 'ispen- nossz natureza irgca, que nós amás,;e­ san.do em todo território mot•1gros 0ense I nF., 11::i'> ~~>:n~·ite_ " p_róxi n J mas ta!Il­ a exigência da nplesentaçüo dos at?. !..1· bem o. pron.1os !Pil.,r"->S. dai- de saúde e vaciuoçuo pelos e 0tub.a. . Um d :s '1.!nuler:, . .!111.0,; mais emo­ lecimentos de esino da rede particulsr { io7a.te &a ida Cel ici ecm s fl!!» e oficial de qualquer gr:iu com exceçao de Jairo. Ela era cercada de pais e ami- dus primeiras séries.· fgos de luo. Que portusidale para uma Diz 11 portaria quP devHiiO ser p 1le:tra dr::11111t1.:: • i.!ll . estau:·.1,· u ruent­ exigidas atestudos de saúde np tuas nas na a rida. Ms e!e simplesmente lhes matrículas das primeiras séries do pri- ri:andou que d ,~sem .í el.1 algo de c1J::nér, weiro e srgunrlo graus e dos cursos su- eie~!P que g.-ralm<'ote c,·ir.nças de.11 anos 1 periores. estao com fome. • .A. Câmara Municipal terá 13 seu "tutu- • {ho" separado c Prefeitura (conta no .' nco, ch:.-que assinado pelo presidente, ·lc,etc.) ... qual é a surpresa? Antes, nac a assim não ... tudo estava CEN'lRA- Acesso rodoviá­ rio a: Ponta Porã tem licitação p .1· ra obrar; íuhbá - (Sedimnat) - E,;tú al.kl'h 110 Dernwl, licltn,_:rio p,ll'll coutratn­ çJn Ra 11U- 1s 'l' o ,,,,,. ' , s Pai e do Filho e do E•pirito ::iantu', 0111. C: 1wm dúvida um per11Jdo ele ausle- ridade; mas fecundo e j6 portador de re- novuçfio como umu primavera osplntual. Devemos despertar s nossas consciênci- } as. Nós devemos reavivar o sentido do dever e o desejo de correspouder, con• eretamente, à-; exl~ênclns ele uma vida c1lst!1 autênLlcu. ''Dentrn c,m brevr rst: u fazer drz anos que u nussn i,ü1cícllca "Popuorum Prn­ gresixo'', sobre o desenvolvimento dos povos, foi como que um "grito de angús- tia, em nome do ::i1nillor", l11nç.:.do ts co- munidades, Cristãos e n todos os homens de boa vontade. Hoje, neste Inicio do tempo litúrgico !la Quuresmn, nós desejn­ riumos fazer ressoar de novo esse apelo sulene. O nos,u olhar e o nosso cornçüo de Pastor universul, de fato continuam a ser profunclamenle impressionados pela mulllclt1o imensa daqueles que todas as Sociedades da mundo deixam à beira do caminho, feridos no corpo e nu 11lma, des­ pojudos da tuo dignidade humana sem púo, sem vz, som defesa e sózinllos no inforluulol "~xp.-rimentamos dificuldades, é certo em cumpurltlhur aquilo que nós possui­ mos, com -o fim de contribuir para o de­ sup11rocln1t•nto das :lesigualdades do um mundo tornado injusto. E no entanto, as t!eclamções de princípios niio bastam. E por isso que é necessário e salutar re­ cordarmo-no.,, de que somos ad1niaistra­ tiores dos dons de Deus o de que "a pe­ nitência do tempo da Quaresma deve ser nfto npenls iuterna e individual, mns também externa e social'' (ll Concílio do Vuticnno, Const. Sacrosuuctum Concilium, sobre a ugr11dn Liturgia, n, 110) "Ide Junto do pobre Lúznro que rnfre fome e miséria. Tornui-,·os o próximo de!t,. n fim de que ele reconlea na ·vosso olhar, o olhar de Cristo que o acolhe, e nas vossas mãos, as mãos do senhor n repartir os seus dons. lespondei des te modo, ccm generosidade, aos apelos que vos i­ rão ser dirigido- nas vossas Igrejas particulares para aliviar os mais deserdado o paro participar no progresso dos povoo mnis desprovidos de hcns. Gabinete da Presidência Oo: PRESIDENTE DA GAMARA ~lUNI­ GIPAL OE CCIABA A: Exma. Sra Diretor 1 Do Jornal Tri buntt Da Fronteira A~SUNTO: Comunicação (faz) Senhora Diretora, Tenho a grata satisfação de co­ municar à V. E- ... a. que no dia 1° passado foram t.>mpossados os seguintes vereado­ res eleitos à câmara illuulclpul de Cma· bá, J.ara. o quatriênio Hl7711981: ARENA; Amadeu Melo - Benedito Pinheiro -- Be­ nedito Alves Ferraz - Giuncblglio Bello Juliano Costa ll!urques - João Barbosa Caramuru. 11laría Nazureth Hahn - Moi­ sés Mendes Martins Jr. - Ovídio Fernandes Roberto França - Rubens I3elem. MDB Aldizio Cruz - Gilson de Barros - João Torres e Odll i oura. Para as lideranças foram escolhidos João Barbosa Caramuru • Giu!1chiglio Bel lo e Amadeu ll!elo, pela Arena; Aldizio Cruz, Odil Moura pelo 11108. respectiva­ mente líderes e vice-JíderPs. 1 ,, "Nós queremos !em brnr-vos as palavras do eenhor Jesus, que o Apóstolo Sào Pnulo conser­ ,·ou como nlgo precioso, pum. acudir nos frnco5-: 1 'B& mnis felicidade em dar do que cm receber,. ( Act, 20 35) E cxortnmo-vo, o todos, nrnujn Cs. Postal 23 (Matriz) Iela Vista Mt. /lr. Ivan Monso da {Casta arpes ADVOCACIA EM GERAL Hun Voluntários d:,. Pátria, 3í6 • Fone 210 1 ! Bela Vista Mato Grosso ADVOGADO ê~«:JlJ'J' .Q)Jll.r) - Rua 3 de Outubro (A9 LA0 DA €)13AN Bela Vista .'.fato Grosso O ponto d encontro da Soei • • dado murllnhonrn H.ur Dr. Conca N" rili Declaro pa.ra on devidos fins e efeitos que extra vleí os docu­ mentos nb..iíxo dbcr1,ni­ nadvs, cujas caracter ís· tlcas são as seguintes. Certificado de pi oprie­ dade de veiculo IJ.O 0003516 expedido peh 18.u Ciretran em 24-3-7d da Camiüneta ma;·c;_t ehev1 olet ·too 1!l76 cor amarela Placa C J 993 Chassi Cl-14FBR119953P, e Taxu Rodoviária e Seguro. Bela 'lata 24-2-77 Sebastião Zacarias 1 J Dr. José Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecologia, Clínica Geral CR~l RJ 17.93 7 - • CR'.'i.·M1' 439/s - CPF 05804-3377 Consultório • Rua Quinze de Novembro, 481 . Tel 203 BELA VISTA l ,. pm; • Li u mais cores Impressos Inscrição Estadual Comerciais 13.088.446-4 estudantis Serviços cgc a Cores 03.570.314/0001-18 RU PO V T· Bela Vlal& • Mt. Tribuna dll Frontt>lrA -· ----~----------; COMERCIAL GU MADAL­ FRONTAL Para Uso T CARRECiADOR CF • 30 Agrícola Grande s u 1 liveladora p e r T L C. RCHESDN de Arrasto a t u 2 MADAL - PLDI 9 li IMPLEMENTOS AGRICOLAS S.. Pioneira no Brasil na Fabricação de Discos para Arados e Grades y MAQUINAS QUE COLHEM LUCROS Indústria Brasileira re y- . . : • : 1 ' . /. 040 .~".d-. b'é__Ftr, "se{±t±czn. . Ter uma Colheillldeira Automotnz SLC é pos suir uma máquina que colhe lucros e t.amhem represenlll a conquista da tranqlhhdadc e se gurança na hora da colheita. Pois com a SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do campo. Gente que, como você, esta preocupa­ da em assl•gurar a sua colheita. Assistência Técnica com profissionais alta­ mente especializados, treinados na fábrica e sempre presentes na hora da colheita, com peças originais que asseguram a garantia e qualidade SLC. 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Sahrr <11.10 por ,1uizo o Cartório corto do negócio, assumindo o suplleante pagamento, faz ndo-o par instruente u­ do tº Oficio tramita os autos de Ação de comprador' os õnui; c::nstantes das duas blíco. Inclusive nu l!qul•luçao com O Snr. LocuplPlaçào ou enrlqurclmc>nto lllclto, escrlluras de garantia hipotecária, uma Ell bérfo de Souza Barbos pagou com cumulada com Perdas o Danos, requeri- de 307 vacas o outra de de 1.500 vacas o gado de sua marca ", estando para drt por W,Lldomar Lebedt>nco, contra Mo- que gravavam o Imóvel, 2. 4. E de se es quem quiser ver e é um questo de lel­ reno Pnlm e Orucllla Esplndola Palrn, do clurecer que, os suplfcudos 1Joreno Pa- turna, examinnr o que contém n Escrituro teor seguinte: Exm Sr. Dr. ,Juiz de Direi- lm e sua mulher Orucilfa Esplndola P11lü1 lavraria no Livro uº 5, II. f2/42v, datada li> !ln Cuurnrca d11 Bela Vista - Mt. 1. Wal- já lncluRlve, por ocasião da estada do de 0. 10. 1!l72, no C11rtfirlo do 7º Oficio dumnr Lehedonco. bmsllell'O, casado. pe- suplicante na propledade, uão mala ~e da Comarca de Campo Grande l"1t). 2.ll. cunris1a, rebldentes e domiciliados à Hua oucootruvam, subendo por vizinhos do Portanto. rllante de documPntos que niío llôl'lo :-i1111ões do Souza, 178, 1,m Presidco- referido Imóvel que eles haviam se hnvlam porque duvidar da autênllc:ldade te Prudente (SP) por seus patronos "ut retirado, em virtude de terem vendido a deles e, pagando o preç,, exigido, lnclu­ Juslt umenlo de mandato. vem propor o Paulo Struucb Filho, dai porque não pro slve ônus das pr->priedari,•s, não linhn e prcRPnto Ação de Locupletaçüo ou enrl- ourou, ainda por no saber onde se en ião tem o suplicant ... , p rquf! duviclar, quocimento Ilícito cumull1da com Perdas cootravam e pela clareza do documento tanto antes como agora, a dospelto da a­ e Danos, contrn ;i[oreoo Palm. e Oracllla exibido. 2. 5. Marcou-se então a data de grada porta da justiça não ter nlnda sen­ Espludola Pulm b·asllelros, cu~ados, ele 13 Je outubro para a 1·eallzaçiio do oegó- sibilizarlo UClR seus apelos de ver o 11eu pecuarista, ela do lar, residentes e dom!- cio daquele mesmo uno de 1970 na ci- direito consagrado e restltuldo o que é cllludos na Fazenda Agua Azul, oeste ~iu- dado de Paranavaí, Estudo do Paraná sru, o quP foi fruto do seu trabalho e a­ nicipio. Tendo em vista 011 fulos e moti- onde residia o suplicante ,comparecendo presi:int11-se cristalino de provas e Isento vos que passa a expor ... E. S. P. 2. Os ru- os Snrs. Paulo Strauch Filho e Arlindo de outra qualquer exigêucia pedida ao co­ tos ~. 1. no Início do mês de outubro do Cor:-ea Bueno. Então naquela data o su- mum dos homens, em virtude dos suph­ n.oo de 1.970 o supllcuote, conheceu Pau- plicante, assumiu por ln&trumento públl- cactos, através de decbão judiciária que lo Strauch Fllbo que dizia proprietário ele co (Livro 51, fls 2G e verso. do 1º Ofici- anulou o compromisso de compra II ven 4.0on hccture,-. do terras pastais e la vru- o - Tabelionato "Tomazoni" a rosponsa- da, entre ele e Paulo Strauch Filho, vi dia, nu Fazenda ·•Agua Azul" no muni- bilidt1de pelos ônu que gravavam o i- rem loeupletando-se indevidamente, num cipio de 1:lelt1 Vista Mt. pretendendo ven- móvel, perante o Sr. Alindo Correa Bu- verdadeiro enriquecimento Ilícito, do que do-ln. Diante rle:;sa proposta. visto con- euo. devedor de umo hipotéca e credor é seu. 2.10 De tal sorte, com o retorno dlções e preço, o negócio intert'ssou em de outra que vinculava a propriedade da propriedade plt>na aos suplicados além princípio ao suplicante, estabelecendo-se lendo-se no texto da E critura que: Ar- do que investiu que estâ. sendo cobrado Imediatamente ir ve-la "in loco·' bem co- lindo Correa Bueno ... primeiro decl11ran- por ação própria, pagou 400 (quatrocen­ mo exumlmlr e docmnentação do Imóvel. te ... fica totalmente responsável pela tas) vacas, sendo 250 (duzentas e clnquen- 2. 2. Renlmentl' após pert:orrer as t~rras obten,;ão de qual quer papéis e doeu- ta) oriundus da quilaç.io hipotecária com da F11zm1 que não havia lugar pOl'll el,­ exercer a medicina dentro d , Serviço !lc1onml de Sa(íd órgão estatal ingles (ABL'' L "Uma Firma Que Ajuda Crescemos de mãos dadas Avenida Teodoro Sativa Construir a Nova com AGRICULTOR ) ~1 ( 1 te. ) p t ça r r· Po (i çaJ ti d.à, te c ree; tre tnt de Y, De Perto da Ponte Internacional Bela Vista·· e o Povo BelavistF:nse ±la 9314 la VI! 1 • Mt. Tribuna J11 Fronti:>íra República Beia Vista E .Mato Cartório ,1o o do e (C o n t n i u a e; à o) 1.o Ütir:io ro-,Ha, ainda potque, entá dito nn respei- tr na questão agitada, sua mais crista- 11ivol eonleuça judiciária onYocuda qu•': li11:.1 aµlicação, posto encontrar-se o rnpli­ "Heoumiudo onteudo que upena'l houve c,tnle na hituaçlio da p~s~oa arflljada pa­ prejulzos palrlrnonials para u autorn, nt,o r.1 fom do mundo ideal do direltn espo­ [ícaudo provado uos nulos que Wuldeurnr lindo e c,tlcado aos pt>s aiuda que sus­ J,ebc•1lo11co oft'luou c111 sou nome o paga- tentando àl:! mãos a prova do que é seu ruento da hlpotou11 pura Arlindo Corrêa ,1.::i. O PmlnPnte ,, preclaro jurista pátrio )luono e El1Hbér10 l!at·bosa, fultundo aqui J~ulor D!us rh:liua em sua obra "Da Rr',­ que~tão de alta lndag-uçüo compl'Obató1·ia. ponsabUldurle Civil" vol II, pág. 8-U. que uão dl:icullda no presente feílo. (Senlcn, tem dlrellu ele pedir repartição toda pes. ça •· fh; 307). 3.2 Então, o clocumenlo d<• HOu que rtrmonslre um prejulzo e sua ln- 11ultaçúo (Escritura Públlcn. fls 141) em justiça. O quando dos sujeitos ativos da que apurnce Al'llndo Col'l'êa Bueno e sua reparação de'H atender a esse principio mulher como purcelrrJ pensador e criador tio amp!u slgnlficaçitc. 4.4. Quanto ao en­ de Waldemur LebPclenco pagando com rlqueclmouto lllcll.ü. é elo a lucupletaçfio gado da marca "W" inclusive em virtu- por parle de alguém com o empobreci do da rosponsab!l1clude 1rn~umlrla por eR- rr.t>nto de ouu·em tendo como requisitos te, por oult·u Escritura Púullca (Livro 51. a ftllta de justa causa para aquele enr! ns. 61i e vert-:o do 1º Ofício ua Comarca quoclmento; o ato empregado a l"im de de ParanavuC, parece ter passado desper- obter contra a moral a oportunidade de oebido, d.v, pela respeitável sentença e o lucros ou vantagens conseguidos 11m dt'­ acórdão proferido, est11ndo no mundo do trlmento de lerr.eiro. 4.5. E óbvic que proces's Daquele compromisso, até dolo vislum- das hipotecas que grii.vavum o imóvel. um brou-se por parte d<:l Paulo Strauch Fllbo dos efeitos do nulidade, reconhecido re­ quando pelo contrnto reconhrce que os mnnsosamenle • pela doulrln11 e o direito rnplicados só eram rnspoasáveis por 250 pretoriano. é o restituição Je slato que l vacus, enquanto nu Escritura de hipoteca unte as pnrtes e como coo agraçü(l des­ i responsub!lidadc> era pelo menos de 750 se principio, tem direito iacoatestâ vel o vncai;. posto i;er comum a divido e ela- suplicante do que é seu 5. CO TCLU ÃO. men ao céus o compromisso que diz ser 5.1. por essus razões e com fundamento quitado, na realidade não é de quitação nos arts. 1.51 e eguiales do Cod. Civil, nenhuma. em virtude da cláusula expressa propõ<:l o suplicante a presentt1 ação de (G) de i;er até a própria posse a titulo pre· locupletaçüo ou enriquecimento ilícito. cârlo enquanto nüo fosse recebida a úl- cumulada com perdas e dano&, para rea­ lltna nota promisfória dada em pagumen- ver o que pagou como parte do preço da lo, daí até porque o suplicante não exi-, aquisição do imóvel denominado Fnzea­ giu a Escritura definitiva dos suplicadoi;, du Agut1. Azul, pelo~ suplicados. consi~­ por exl tir umu lmbeditíva desobrigando- tente nas 400 (quatrocentas) !!abecas de os enquanto não fosse liquidado o últi- ado (vacas), ou seu equivalente em cti­ mo úetil 3.4 .. . verdade é que só após aneiro da época da restituição, bem co- l 1Ioreao Paim ter colocado em cobrança mo as perdas e danos causados e tes coo­ os titulos e des erem dtivolvidos com istentes aos lucros cessmites e danos lllenção de falência de um dos emiten- emPrgentes que re 11lt'lram da perda· 5.2. les é que então resuitou na alegação Requerem per isso, a citaçáo dos supli­ õU tentada na açilu, quando não valia c:.1dos na Fazenda Agua Azul, neste mu- por quitação os tltulos, enquanto no efe- nicipio, para respoaderPm 110s termo da tivumeate liquidurlcs e a própria defini- demande. contestrrndo querendo e afinal ção d,, negócio guarda es a garantia ex- condenados nos lermos do pedido, custas Pressa no compromisso ronf.1rme está processuais e hoo orários incidentes em lntame'.Jte comprovado na demanàa aliás '2.0% sJbre o valor da execução apurada. Por provas junmdns pela prrmovente 5.3. Protesta-se por _todo genero _de pro­ lêxlbiçúu dos litulos colocados em cobrun- vas t-m direto adm1hdos, especialmente Ça). , 6 isso demonstra qual rude e drás-I juntada de documentos, testemunhas, etc. l ticu d.v. foi respeitável sentença. 4. Do bem como a oitivu de testemunhas atra- direito do Suplicante à Ação de Loctiple- vés Je Carta Precatória, nos termos do Dr. VALTER JOSÉ RODIG tação ou enriqutlcimento ilícito cumulada artg. 33 . do C.P.C. Oá-se à presente para TRERA Juiz de Direito. com perdas t: danc.s 4.1. Aquele que me os efeit7s fü·ca!s o valor de C~S 100.000,00 tecu•a a proteção dus leis, coloca-me en- (cem mil cruzeiros). P. deferimento Bela te os selvagens do deserto e põe-me nas Vi_ t~. 13 de _ Julho de 1976 (as) !!!aos, clnva que servirá para me Cir10 Falcuo-- adv. 607 (lll) e 'etender (A luta pelo DirPito -· R u d_o f Carlos Edy Sá Medeiros - adv. 616 (MT) o» Jhering) 4. 2. A exortação proferida DESPACHO DE FLS. 02. DR.A. citem-se ~ OeJo mais genial e lúcido jurista, encon- 1 os réus. Bela Vista, 13/07/16 (h) Dr. Val- . ES CON- te!' José lloilrigur, Cnt:er. CE«T1 ÃO DE FL,. 8:l. C'l-:titi<.:", 111·.n • .: • u ,prl· 1· mento ao m•111tl,1 !o 1·Ptr1J ,, . I ' ·! , vel 1u;sinatUl'd, lt•r-ml' dfri'~1 •> ,l • ( r• d•--. Fazendas Agu»_ Azu!, Ia·ui e ir" j ria, diligencatlo a procura do para!oro do Sr. Moreno Paim sendo ai informado [ que o ffi""JDI) l'UCO!l'l',l t•C' r sldind e n ·Ju I clmdm, Com,Hrn li<• DtHLJ ,11u.nc1, n:i l'a ! daria Paim, onde montra-" rssi'no ] com sua familia, confore infrtç: o h- , tida junto a [l: 1ão A lo. preposto de { Moreno Paim, na sede Fazenda rua [ Azul. O refrri,to e YCI';. ,1,, r d••(J f • !:,, ; l Vista. 16 de julho d 19ii {+) Mar1s { Eurlpccles ~raL1 1•rle • q•H· !aunel Ro tz Miranda move l·')lltl'a ,rda lor• ira )!1- ; 11,i .. rn f :.l111lfe por este Jizo o (Cartório de Segundo Gil», e para t 1· ru·•I •'e· !Unrla Prac,1 design1o o diz v!te e cin r·o ('~.í) cl,• abiil c!c UJ77 1o :0e,r horário e lo- ' , :,!, p1 : os suntes be- n1, enho a!s de pro p:·i, d.trJp de rtwt, :::o Jornal desta cidade, na forwu da Lei. O que cumpi-a com inteira ob­ servâot:ia das prescri­ ções Ir gal,. Dado e pas· sado ne,;ta cidade de Dela 'i,t:J., fat:ido de lhto Gro•,o. ª"'' cJoi, dia, do· me, de março do ano de mil • no­ ,·cccntoE- e setenta e sete. Eu Goethe Escobar Nunes Escri• ,Eo inúm,•ras homenng,•ns [c.,­ ram tributadas àquele alto uxiltur da a­ dministraeio José Gurciu Veto, destacun­ do-se a prestudn pelo J ornallsta Almerin­ do Costa, Assessor de Imprensa da Pre­ feitura :!unicipul de Várzea ürande que em nome do Jornal dos Municipios fêz uma magnifica sudação ao universariun­ te, s• guindo-Fe da apre~entaçüo de um número mu,icul por partEl do excelente valor e funcionó t"io público José Homero de Paiva que demonstrando extraordiná­ rios dotes artísticos prestou s:ia homena­ gem, seguiniu-se da declamação de uma poesia por parte do jornalista Waldemar Balock e mareou prena a apresentuçüo do GRUPO DE TEATRO EXPERIMENTAL DE CUIABÁ . Ao aeontecimento tistlvernm presen­ tes o rcpuswta11tc do Governador do Esta­ do Dr. J,,sé Curlo:; Avelino de Souza Viei­ ra, Chefe de Gabinete do Governa1lor, Se cret1rios Carlos Frederice Soares de Cam­ pos -- Da Viação e Obms Públicas do Es­ tudo, Dr. Antonio Alves Duarte, do Posto de Saúde, Chefe da Casa Militar do Governo Coronel Francisco Antunes da ONDA DE DEMISSÕES Horas depois de confidenciar a alguns ussPssores que já se prepura va para um retiro de carnaval em sua chácara na Cha• pada dos Guimarães, o gov1irrnndor José Grclu Neto. de llalo Grosso, foi surpre­ entlido por mais uma dns convulsões que vê, porseguindo snu administração. Na quarta feira passada, o presidente do di­ retório regior:al do llDB, José Aníbal Bou- 1 et, revelou que o ndvogu carnaval à mo­ da Fittlpaldl. Embriagou-se e saiu pelas ruas da Princesa do Ara fazendo cavalo de pau. Foi dedado por telefone e imedia­ tamente foi recolhido ao paraíso dos ino, eentes, passando o carnaval fechado. MOTOQUEIROS F!TIJPALDI-- Pagaram caro o seu de11rei:pelto ao sossêgo públl­ co. Burlaram a vlgilO.ncla da patrulha, po­ rém reeeberam o castigo Divino. Foram parar no hospital com várias escoriações generalizadas, os motócl!.s Ricardo Bran­ dão e seu amigo Belo de tal, que prati­ cavam altas velocidades e altíssimas uce­ lerndas na motóca pelas ruas de nossa cily. Passaram o carnaval diferentes. (Hos­ {Jltalizados). 20. 02. 77 (Domingo) - BEBUM MA<-:HÃO --0 Indivíduo de nome Clodoaldo Gomes vulgarmente conhecido pela alcunha de "Mineiro', após encher a cara, reROlveu espancar 6Ua companheira. que apesar do estr às vésperas ae receber a visito. da cegonha, não escapou de uma tremenda surra. O telefone tocou e o Delegado par­ tiu incontinenti para o local e recolheu o machão à delegacia, encaminhando n. mulher ao hospital para os devidos fins. O bebum? - passou o <:arnaval no paraí­ so dos inocentes. 25. 02. 77 (6 FEIRA)- Foram detidos e recolhidos à Delegacia de Policia Civil os indivíduos de nome Celestino Villlba e Severiano Cardoso, por se encontrarem sem documentos. Na Delegacia, alegaram se'. trabalhadores da Faz. Caracol, pro­ priedade do Sr. Antonio Maria Nunes Rondou, sendo confirmado pelo Sr. Luiz Fernando Nunes Rondon, que atendendo soh.aça,, do Sr. D_elegado, compareceu à Delegacia para 1dentüícá-Ios e levá-los a Fazenda. NOTA: -- A Segurança Pública está de olho na CITY. CM P (ontrn N H! Tóxicos , Ae«ente· a polsn h Aleanh Ocidental construi. rara desbaratar poderosa tele le traficaute de entorpren. tres. Doze destacadas fgurs .. lo entrobando inter vonal de tóxicos pudera er apt rados, depois de ua ht«: que durou munis de Il me.e. ó Número da Impl/ado sob4 c t0, redes igualmente detidos. O contrabandistas coneturan. despachar do I'ai140 par Europa e Ca.,adá cad' II toueladas tóxicos, tos u'i. mos cinco ano, a mato pal te em latas com rótulos d produtos em conserva. (BIM, Utilidade Geral Renovação de Inscrições A Secretaria da Fa• zendu baixo portaria circular delflrmlnund•• que os pecuaristas sujei tos à inscrição na Faz·n­ da Estadual providenciem a renovaçilo até 31 de março. Bom Domingo para oce Dc,put.ado GaHão .lluller. Bom Domingo para Voce", por ler defendido pela impren sa õ,· Brasílio no último u~liúo Zucnrlns - Alrxundrn, Ern~rno­ Humonu, Decu - Mnrluzlnbu, Antero· Z!li. ENGRAÇADOS ... O cusal de palh11ços que brincaram nté o sol Vnner e EteUm ralar ... NA FESTA Do Rei Momo, trajadns de lindas Ciga­ nas as Srlas. Eliza Maria f' Mariza Olivei­ ra que 1111mbou bastante eom seu Iovo ''Coruja" O Bloco dos Grandalhões ohumou atonçilo, é claro, pelo tamanho dos componentes: Belo e Marco Ronchlo, Sebnsti!ío Zacarias Filho e outros lam­ bem "pequeninos" COLA RORARA:M Ch>11mndo os blocos e os premiados npresentdnclo-os no público a Srtn. Gilca Liuo e Adão Carlos «08$9%53 ( l,quipe 11.1 l'arf, 1ui., ::, 1111<1 /(,,·, •· ,,,._ ild 1 -t•J e Teus. Cri@o fone dr« da inibas ami+ nhà ou bater a ·ua porta hujr a nutre. ·na 1u oe o reunhe«riu! fano aput vria, vonu, lru­ ileiro do srl K..t tumors as vou, ra o taque! ±a:. Afinal «de contas, ele vera verad iro ele real nw,11c t•J;.:i-tl11. J-111 'ur-r clí1,·r q11e !11•<1,11 t a11u-. quilos r gramas mediu tantos metros qtnto ,·e-nlÍnit•lr,>•, ra wcot,velado prlas turbas, chega4 ,odfl t•1J1p,.wir.uJo ,hi ,Ja~r•11 ... (· r-f• t1n•,1J t·ntn •Jllt" tinha que parar «e de«nf ar perto do poo r 'amaria, Quer dizer, que ele tinha um curar4o qv ,:dpÍIUU COfll 11-- Jllt' .. mas lgri .. (' U Jl1("1õ;Jll·1J"' 11111• >Ít'Úl·~ qtw nf, .. 1.lf" !!,••l:t,.1 cotu 11a·do,: Jll('lllH fru.:. trarões igual a nós. - : {~ ,..6 uu, nride111t-· d...1. lti-t6ri1, que., fJ('t" l' l"ll não fomos colegas dele quando ra menino ri a­ zaré. Hem poder ter ·urgido em 1977 em no+·a idade em vez de na pequena cidade israelerse uns 1900 anos ui r{i,, )!(, 1 1111i1as ohrn• ria dos homens de eu tempo. us olhos acharia umu profundidu,le qua•c u•o, eonduzlndo•o para o paraiso dos lnoccnteg, que upóg i:nrar do pilequt>, teve que roçar o pátio lnteruo da cadeia. 03.03.77 - Ros,dino Vargus- Residente no B .. irro do Nunca-Te-Vi, o.ndou uprontan­ do uma de suas costumeiras ações. En­ cher a cura e provocar os outros. Foi de­ dado e o Delegado maudou uma escolta uté o Bairro rt>co!heudo o bebum para o xadri>z para descantio semanal. 03.03.77 - O Indivíduo de norue Sebas­ tião ifonteiro de Souza, foi detido para Uns de aver:guações e esclarecimento. seudo solto tão logo ficou esclareridas as coisas que pescvnm sobre 8uu pessna. Sebastião é o populariseimo Cambarala­ maia. O iuvestigador CJrvalh".l foi o respousáVl!l pela dellgêociu. José Loureiro • Delegado saro apossados na pró"7' . j ,.. j 7, os nuas eCT • unt ' ll 1 ,1, (1 - • • ' •r-111·1 .. 'll , ' . - C· , •t· TIO (e l • .. • rios de Iud! 'r. ""@+n Nação IJ lfjl11iuc· d1 i•~:,cuu,.,.. •'. aId Ui !}, q, , Civil Archime- T'+dano e Chefe da ,4a.aram ('t)ll'ilt' de !1t·r .. ira Lnn,, c,u(' ll •' 1 '' • • , ir 'Íll 6ice+si ioruís@o neto a ser";;;;' • ,to , okoí•!;!Ú" d(• Jl ' ·(' • • 1 • I . 1 , • w,A , (' t,:f.'f:t pr"· correr no Palácio +li!4as ,J 0 si Governa@r 4o ,""3G- L'ec.1•nLliio de l íl d u !' l r 1 ,l, .o " ' , J !'' l niuc vcrn Cl·o c Turiflrno. Jl.in '· 1 ·'. ' ,. : g7a eh fia da Cusa t·XPrcrudo dc~ut• , :.i ' • ' ·• 1 Civil do íloveruo E•,t;,du1:l, é nO juuto ao C0uselho De­ liberutivo da f-udam e da Sudeco, i:;ecre­ t:írio de Agricultura, deputado t>staclunl e Lo suplente à Câ!!Jdfa Frderal por Mato Grosso na atnal legislatura. O no­ vo cbefe da Casa Cívil, Archímedei, Pe­ reira Llmu, tem uma longa passagEm pela udministraçúo pública e privada em [ID[ Que tipo de pessoa seria? Qu,· seria sun primcirn imprcssilo se o encontrasse na rua! nbc como classificamo.3 nossos amigos. Pois hem. Se tiver uma lista de Chn'ldadoe para uma ÍC!tn, ,·ocê dirá tl uma amiga: "Qae tal con­ vidar Kntia?" Ela responde ''lei:ul, ela é bacana mesmo.'' E "Ilnroldo?~ "De jeito alg:um, de é n morte de qualqacr fesla". Conscientem~nte o u i n e o n s e i e n t e m e n t e n ós classificamos todos os nosso• conheridos. Alem disso temos impref:sôes concrct11~ e nLsoluta~ deles Existem dois pro'érbios quo, no• aj,1dam nvn]inr os amigos: "Aves do me::mo tipo, FC ajun­ t;,m'• ~ º Diga-me qut:m são seus nrn igoa e eu lhe direi que tipo de pessoa você é"'. Em ,;st.a disso, com que tipo de pessoa sf!rin nsflocinnhccitlo como o ho­ mem sem medo ele Tarso. Pedro, o lida deles tu• dos, era mais pronto cou1 scu.s punhoi, ou c-on1 uma c::-pndn 1' ' ui,, !t't de estabeleeientos da ensino, diretor a im. prensa Oteil do D+par. tamento Estadui de Iu. prensa e Propa4tia, 1.ih, 1li[ío em Cotrb , Secretario de .deu 'A, ta nos estudos de Gla e Mato Grosso, presida,­ tr cJa Funr!açilo ll1n,ll CentrI, além de 111111t1C'­ rcs ntivldadeR nn óre:1 de imprensa privada ln­ clu!ndo a Yundaçan e d1- reçi'io de dívcnwi,; jo(·.nr•­ is no fü;tndo, d OH (Jlllll-i 1> "D!ár'o de Mato Grosso. Mármore: Outra Riqueza Que Grosso ?ossui l . ,, . J:?aí, _nüo devemos ser surpreendidos ue um a.,. pnme1ros nlos de Cruto foi um "C•lo ~ culiuid:in••dho< du 'l l nheeemos de tar o ritmo algodão, a mandioca e outros produtos uo-ríco­ lae: estão proporcioi;'ando a Ma to Grosso uma pro­ dução que não podia ser imaginada ,. p o u e o ,,,ail de cinco anos atrás. A pec:1ária, isto nt!m s1 fala. Até parece que o Pantanal foi criaco por Deus pata ser um imen- 5? curral. F <1 la-~e que e­ xistem fazendeiros que ão sabem quantas ci:.· beças de gado possui. ato Grosso é, realmen- te um Estado fant.ás'.ic'> e se alguem exagera u0 pouco mais sobre as ri quez'.ls de Mato Gros,o é po;,;;ivel que !lp'.lre',M alguem pensando que Íf;• to <'Corre pc,r conta J , irnaglnaçtio. Pode se, ." ~Iats a potencialidade e­ conômica de Mato Gros. so é imensa, maior JJle~­ mio do que se possam i­ m;,gmar. Por exemplo: 0 marmore mtogrossers, que ate agora Ic i explorado não é fruto d> ~~daginção e sim da rea- 1 ade. Aqui S:! fali, sobre O mármore·de Co· rul:lbá e de Bonito ma3 e>.., 5lem outras reaiõ: ... o nd e o márnore éi.te e P O d e se trans- 1 formar dentro em bre,J j Duna enorme força eco nomica para Mato Gro5- so. .; co l lhe be: d d ql tu de ' ir ' o nl ta na no tos ac ca Pc:. a] Dr a.p De) nh Pa gJc. ll.ht a l liac fo, am Cen og s a ° a° e[ 1, la Pr6,