RIBUNI OI FRONTEIRI 
0t/ o« w «e c o l o s/soo roo .ao±ra, secoai so e» 
)w artios publicados com assinaturas dos tores não trad, ., ,,, ,, _ ,,- 
propósito de estimular o debate do- proble ;:"""" ' vPini4o do _jornal. ui publica,ão obedece o 
ema« mune1pai e dr refletir as diversas tendências do pensamento 
,_ 	F_u_n_d_a_dor e Diretor Rcsponsávol lvaldo Pereira 
O primeiro compromisso +rio, profundo e irredutível 
do jornalita no campo da tia com a verdade, pro 
cura da verdade, a aspiração à vtlade, o desejo da erda 
de, sua intendo de nlo trair jamais este principio o d 
bata da rdde., (Prudt de Morares Neto) 
CANTINHO 
Pedro Pedrera 
Hoje falo em nome da direção da 
TRIBUNA: mais um vez sou portador 
das «alternativas emanadas da alta di­ 
região do Jornal (no $ jornalzinho nllo, 
primeiramente agradeço ao Presidente 
dn C!lmara Municipal de Bela Vista Jo­ 
sé Simpllclo •la Custo Marques as ~mó.• 
veis e elogiosas palavras rnvladas à Re 
daçilo. O presldrate elogiou a nossa co­ 
herlur& dos trabalho11 legislativos ... 
contiuaremos senhor presidente, conti­ 
nuaremos ... 
J, 
Recebemos também uma "amável' 
crtinhn do senhor prefeito municipal 
soliclta1!do 11 publicnç!lo do desmentido 
ll 1·espt:1to da _nota tr·nn cri ta do Jornal 
FOLHA DE AO PAULO, ln titulada PO­ 
LUIÇÃO, ,Jã eaviumo11 a nota ao Depar­ 
tamento Juricllco dn 'l'RIBU A e comuni­ 
camos no seuhnr pref:itfl que Publicare­ 
mos o E11ch1rec!mento prestado, ou seja 
s palvras referentes ao artigo- PO 
LUIÇÁO, quanto us demais, a LEI 5.250 
Artigo 29 no Ihe dó. o direito de OFEN 
DER (em nosso transcrição não houve 
ofensa pessoal) e muito menos Publicr 
Ull Rt>latório a respeito de Obras Ere­ 
!9das, pois foge ao teor do artigo PO- 
''IÇO. O rugo 34 da lei 5.250 diz ... 
.::.erA negnda n publicação dn resposta 
ou retificnção qnaodo: 
1 - Quando nào tiver rolação com os fa­ 
tos referidos na publicação a que pre­ 
tende responder· 
9 	' 
- • quando contiver exp:-essões caluaio- 
8a8, difamutórias ou injuriosas sobre o 
1ornal .. periódico, emissoras ou agencias 
de noliclas em que houver a publicação 
que lhe Jen mctivos ... 
»- quando se referir a terceiros em con­ 
diçoPs que criem para estes igual direito 
de resposta ... 
. _Ai está: o que vnmos publicar 
e aquilo que solicitamos «que as autori­ 
dades Municipais se manifestem a res­ 
peito·..e o senhor prefeito Municipal 
~e manifestou ... A nota será publica­ 
no Jornal COREIO JARDINENSE 
Jcrna/ qne transcreveu a nota Poluição ... 
,, 
1 
presa comercial ( como outra qualquer) e 
liUa mercadoria é o ESPAÇO (que nos per­ 
mite pagar 11 funcionários bel vlsteases) 
e somos obrigados a obedecer uma te be­ 
la de preços o um critério de pagamento ... 
n110 somos r:oatra ninguém ... não perten­ 
cem os a nenhum grupo polltlco ... não te­ 
mos Inimigos declerndos ... (ou cão) a não 
ser a prepotência, o abuso do poder a 
estagnação, o injuHliça, etc:, etc ... O que 
precisa (e está faltando) haver em Bela 
Vista é diálogo ... repetlml)s ... DIALOGO ... 
nas diálogo exige duea pessoas ... com Idé­ 
ias diferentes que dialogando poderão che. 
ar a uma síntese pE:rfelta ... uma coisa 
fica bem clare., de uma vez por todas ... 
Estamos coastruludo com sacriiíclos uma 
empresa reglo!!al. nossa matriz é Bela Vis­ 
ta, aqui edificaremos uma grande idús­ 
trln ed1tor1al. .. por favor .. , aiio aos a­ 
trapalhe... deixe-aos trabalhar em paz ... 
esqueça-aos o Jornal é patrimônio de 
Bela Vista e o que é importante o po- 
vo estó. CODOIICO •.. e (nóR o povo) pedi­ 
mos... mais compreenüo e menos guer­ 
ra. mna1s paz e menos guerra, mais har­ 
n.onia e menos guerrn. E ... quem não quer 
se molhar não saio na chuva ... ninguém 
é obrigado a ficar onde não se sente 
bem ... estamos (graças a Deus) livres 
para decitfir a respeito oe nosso futuro ... 
cada um é dono de seu nariz ... "Os inco­ 
modados que se mudem... nóR estamos 
be:n ... tranquilos ... crescendo ... lutando ... e 
satisfeitos da vida ... e não é para me­ 
nos ... o café equilibra a nossa balança de 
pagamentos ... e viva o gooa110. . . e viva o agri­ 
cultura ... e viva o Brasil colosso que vai 
prá frente ... com a ajuda. de Deus e doe 
bons brasileiros... 
» 
CARTA A REDACAO 
> 
b O que os nossos leitores precisam sa­ 
er, é o seguinte: Nosso jornal está de 
Portas abertas para quem quer que seja, 
Plicamos as matérias que chegam à Re­ 
açao, acontece que o jornal é uma em- 
VERDADE 
DILERMA DO PUNE GE 
1
E­ 
RAIS POR üSO ILEGAL DA PI­ 
TENTE 
_O comandante do II Exi'.lrcito, general 
Dilerrando Gomes Monteiro, puniu disci­ 
p!Jnarmente os gr.nersls da reserva remu 
nerada (F-1) Morenci do Couto e iilv 
e Marillo Malaqulas dos Suntos, além do 
capitão Emillo Varo!!. pr uso e designa­ 
çiio hierárquica mllitur Pm atlvldacle
0 
co­ 
mercial, segundo se informou, ontem no 
QG do lbirapuera. 
Os oficiais punidos vlnlJa1J1 assinando 
documeutos da tirma Mombras Montepio 
dcR Mllltare11 do Brasil e suas usslnaturas 
eram precedidos do cargo que possuiu 
no Exército quando estava na ativa. Tal 
procedimento po1 ém, é proibido oelo Es­ 
tatuto dos Militares, de acordo côm a Lei 
5.774 de 23 de dezembro de 1971, artigo 
32, parágrafo XVITI. O Exército vem omn­ 
pannando a transgrcessão dessa norma por 
olversos oficiais de reserva remunerada, 
ocupantes de cargos dt> n,la('Õl'ti ptibllcat1. 
chefia de segurança e dueção de empre- 
11as, eseoles e orgúos públicos. Diante dis- 
80, comenta-se, dever3 haver novas puni­ 
çoes, que atingirão primeiro os que mais 
abusos vêm praticando. 
RONDII 
POLIC 1 
Peixes do Panta­ 
nal Continuam 
Morrendo 
Toneladas do pelxf't1, 
constltuidaR principal­ 
mente cio dourado, pncó 
e glrlpoca, morreram not1 
últlmok cllaR no Hlo Silo 
Lourençc e seus ufluen • 
tes, no Alto Pantanal 
Matogros11ense. ,o con­ 
firmar u mortundad3 o 
Eliretor do Departarnénto 
de Produção Animal, Lu­ 
iz Carlc.s V1lorlun, admi­ 
tiu que os CUUSliR aluda 
nilo t:stiio bem deflolclds 
Na opinião de Luiz VI• 
toriuo e de alguns fazen 
deiros da região panta­ 
neira, o extermínio se 
deve ao acúmulo de ma­ 
terlul tóxfoo neuro ulado 
DUJj águas, em consequen 
ela das grandes queima­ 
õas que se vereflcam na 
região nesta época do a 
no. Somado aos resfduos 
de ngentes químico!! u­ 
tilizado na agropecuária 
e sa hipótese é também 
apoiada pelo naturalis­ 
ta Fritz Pluma da Uni• 
versldade Federal de ;la 
to Grosso, que vem do­ 
vunclundo Insistentemen­ 
te, o uso de Inseticidas 
pesticidas e desfolhantes 
como causa das profun­ 
das alterações no eco­ 
sistema <fo Pantanal. 
Foram registradas e fichadas no JJ. 
vro de Registro de Prostitutas da Dele­ 
gacla de Polícia Civil, as mundanas de 
nomes Valentina Jara, de 20 anos de i­ 
dade - [delina Vilalba, de 23 noos e Cluu 
dia Martins, de 32 anos respectivamente 
Foi preso e recolhido à Cadela Pú- , 
blica, o indivíduo de nome José Hum- 
berto Gaúaa. A prisão foi efetuada em 
cumprlme1te de P1·ieão Preventiva decre :i,----------- 
tada pelo Poder Judiciário local. 
Câmara Municipal de B V O individuo de nome Geoês Correa 
• • da Silva, conhecido pela alcunha d e 
«Galo" demonstrando sua péssima educa­ 
ção e flllta de bom senso, achoa p o r 
bem desacatar com palavras. um honra­ 
do cidadão e exemplar chefe de familia 
Deu azar, pois os investigadores Oiivei­ 
ro e Carvalho recolheram o poracgráflco 
a fim de engulir, retratar-se e pr,1meter 
lela Vista, 17 de março de 1977 nunca mais ser mal educado com seu 
Do presidente da Câmara Municipal semelhante. O galo comeu o pão que o 
Ao limo. Senhor Ivaldo Pereira diabo amassou, permaneeendo na gaiola 
Assunto: Edição n 2
4
2, "Tribuna da Fron- dos inocentes por 24 boras. Foi detido 
11 
~chamos que o Aspírito de «dedo . ,, 	__ para averfguAção, o motorista de táxi 
. 0 gatrlbo" não leva a anda ... A não leira de 06 de março de 19. de nome Adair Lete Vieira. 
, ~:r um clima do discórdias e ofensas. . . 1- Valh?-me do presente para em nome Foi designado para comandar a fim 
"" de polêmicas... já_houve um e. l dos Edis Belavistenses congratular-me de remover o _detento de nome _Pedro 
, que rugiu as regras de Educação e di. com  .S , pela cobertura_ de reportagem Marques Araújo, da cadeia de Jardim 
go !tais: feriado os prlacíplos éticos ... a que efetuou na Reunião da . Câmara para Bela Vista o Iovestigador Olivei­ 
'Pra quem não sabê, ofender com gri. Municipal do_dia 28fev._77, publicado na ro Nicanor da Cunha. 
9s e palavras ásperas uma senhora grá- Ediçao da Tnbuna da Fronteira, dn dia Nota Ja Redação: Aproveitamos 
ida chega a ser um verdadeiro atenta- 6 rner. p.passado. . 	da oportunidade para c.umprimentar o 
do a Razão)...e o que está conte. 2-Vale ressaltar o carinho todo especial senhor Delegado de Policia de Bela 'is­ 
do no é beoéflco para Bela Vista . . . u que V.S- tem dedicado no trabalho de ta, José Loureiro pelos relevantes servi- 
/ .... amos acl:uar as idéias ... purillcar .1s bem informar a nossa populição. L~vàn- ços que vem. prestando a coletividade. 
- 'entes, ·f, :. ulibr ou- do até 11les os ratos reais, desmentindo Sua atuação frente a Delegacia vem 
, ·relletir com equ I no • • • e desta maneira, os falsos boatos, princi- , sendo motivo de 1·u·bilo por parte da po- 
' 'ª
6 coisinhas mais ... 	paimente pela maneira informal, com pulação Belavistense que agora sente-se 
que divulgou as noticias. • segura com a presença do presta- 
3- Sem mais no momento aproveito da tivo e educado José Loureiro. Nossos 
oportunidade para apresentar e V.S e a parabens ao senhor governador pelo a­ 
todos os funcionários da "Tribuna," meus certo da nomeação e nossas congratula­ 
protestos de elevada estima e distinta ções ao delegado e sua dinâmica equipe 
conslderaçii.o. 	extensivas aos conponentes da Pvllcla 
Atenciosamente José Simplicio da C. Militar em nossa cidade. Continuem a- 
Marques - Presidente 	gindo como homem da lei.. . acima de 
Noedi Leite Larangeira - Secretário tudo ... da lei e da ordem. 
f 
" O homem mato­ 
grossense, esteja nos 
campos limpos, fronteira 
sul. nas matas de Dou­ 
rados, no planalto de 
Maracajú, no Pantaoal 
do Corun>bâ e CácerP.s, 
nos cerrados do Leste 
ou nas interminadas 
1<elvas Amazônicas do 
Norte, será sempre a 
preocupaçúo máxima 
do Poder Público. melho­ 
rar o seu padrão de vi­ 
da e ampliar o seu niod 
de aspiração, são metas 
primordiais, sem o al­ 
cance das qual• não· se 
terá conseguido o pleno 
df:seavolvimento do Es­ 
tado, que não deve ser 
avaliado sómente pela 
·sua contribuição para a 
elevação do produto na.­ 
cfonel. ina11. princlpal­ 
mente pela distribuição 
mais justa deste, entre 
aqueles que anonima­ 
mente Gontribuem para 
essa elevação. 
Governador José Gar­ 
cia Neto.

Trihu d. Fronteir 
TRATORES Vfll 
1 ., IM -EMEN 
C liflE l9C OS 
Indústria B'rasileira 
Ter uma Colhc!lndeira Automotr!z SLC é pos­ 
suir umn máquina que colhe lucros e também 
representa a conquista da tranqtiilidade e se­ 
gurança na hora da colheita. 
Pois com n SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, à disposição do homem do 
campo. Gente cjuc, comu ,·oc<', l'slá preocupa, 
da cm assegurar a sua colht'lta. 
Assistência Técnica com profissionais alta­ 
mente especializados, treinados na f:ibrica e 
sempre presentes na hora da colhe!la, com 
peças originais que asseguram a garantia e 
qualidade SLC. 
Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras l, 
--------- 
e. 
.... ::--~.,. -- ' 
) . 
milho (para colher com a nova PIatfo:,na de 
3 ou 4 linhas) ou outros :::rüos, encontn,á um 
modelo de Colhe:tade1ra Automotriz SLC (do 
tamanho de sua lavoura e seus opcionais, que 
lhe proporcion:ir.ío tranqU!hdade hoje e a 
certeza no amanhã. 
Por tudo Isso, os que já confiaram a sua co­ 
Jhe!t.n a uma SLC :icreditam no que pl3ntam 
porque sabem com o que colhem 
---~-~ 
'·· : 	. . 
# 	é 
« 
--3 . :· -~ - ~ 
;7c? 
... )oi 
.t.··8 
i! 	-R é5 
J 
Tratores Valmet - Colheitadeiras SLC ~ ImpiementosSelecionados -Assistê:.1cia Tecnica Permanente 
Matriz - Rua Marechal Floriano 2o49 
Fone, 286 - Cx. Postal 180 - 
Ponta Porã - Mt 
FILIBIS: IMAMBII 
YiSUI 
. ' 
j 
~ 
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1 
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4 
•. 
T 
I 
1 
 
1 
,lf 
'

t VI!a· Mt. 	'rrihuo11 da F1onleir11 	20 377 
l - 
GARCIA NETO: MATO 6R0SSO 
(Continuação} 
ESTADO SOLUÇÃO 
!ol a crluç/lo do Jinanclameulo de loteR 
urbanlz111loR drRllnados n famlllaR ele ba­ 
Ixíssimu renda sem condigo de par 
prePlações d~ casa própria. A prlmPira 
experiência el!tó. sendo reallzad1.L em Cu- 
' Jabá, com Uoo lotes. Recursos plicados 
pela COHAB-M'r em 1970: 49 milhoe, 
688 mil urrocud11çllo 110 mesmo perlodo: 
4 milhões 358 mil cruzeiros. 
Previdência Social 
Oosenvolvlda no Est.1clo pelo Ins- 
tituto de Previdência S(lclnl dos Servldo­ 
ru do Estndo -lpemat, a prev1dêncilL em 
Mato Groeso se Inclui da maneira mais 
Imediata denl ro da pro pi) lçüo governa­ 
mental que vlsu o HomAm, cm primeiro 
plano. 
Nos dol'i últimos anos a t>voluç1io 
de eeu atendimento uo8 8urudo cre­ 
ceu 100 por cento, acompanhado de 
uma necessária evoluçlo de todos os 
mecanismos de atendimento necessários de_produtor agropecuário. No período de 
o. aeelstõncia duplico.da: convênios, apli. 1975/1976 os sete privcipais produtos a­ 
nação de maiores reoursos, pr onlo nten- : gícolas cresceram 4/ por cento, em de­ 
dlmento médlco-hoapltal!!r ao segurado corrência das condlçoes favor_avels e ul!u­ 
e raclonallzaçiio dos serviços. das aos recente8 incentivos fiscais e fl- 
A esft-ra de atendimento e asslstên- nunc.ilros. proporc10nados por dlver;;os 
c:lu do Jptimat tem se diver;;ldo êontt- programas federais e estaduais 0111 exe­ 
nuamente tnto pelo creectmento demo- cução: Por ou.ro lado a agricultura foi 
gráfico do próprio 1!:slado de Mato Gros. equacionada dentro de uw bl1<tema com 
so como pela sofl.-ttcação da· medicina ução abrnngt!nte em lodos os setores de 
r;
1
s dias de hoje. • seu desenvolvimento, denominado iiste 
!;::J, 	ma O peru clona I Integrado da Agropecu- 
õ.rla SOJA. constllu!dopela Empresa Ma­ 
togroAsense dti Asi.lstêncla Técnica e Ex 
tensão Rural EMATER, Companhia de 
Desenvolvimento Agrícola - CODEAGRI 
Companhia de Armnzens e Silos de Ma­ 
to Grosso -CASEMAT e Instituto dtl Ter 
ras de Mato Grosso INTERAT. A 0ção 
desse sistema mostrou-se eficaz pr!Lci­ 
palmente no dlãlogo com o produtor ru­ 
rnl. Na afra 19?6 77 n área colhida de­ 
verá crescer em mais de 11% e a produ­ 
ção em 2:-l2o/o umtt excelente promissu ten 
do em vi ·ta a realldude nacional que 
necessita da expansão do setor produtivo 
com vi,;ti,.s à contenção do processo 
inflacionário e gecçiio de excelentes im­ 
p'lrtO.vels e ao abastecimento lutemo. 
A estratégia goveroamel!tal no setor 
agropecuário pum atingir esses resulta- 
dos e projeções . ba ·eou-se 1 em lnstru A grunde meta do Estado de Mato 
m e o t o s q u e v á o d e s d e Grosso é passar da condição de expor­ 
regularização fuodiárlu, colonização, me- tador de matérias primas à po.;ição de 
canlzaçi'10 agrícola, assistência técnica e estado industriellzadc,. A política oficial 
extensão rural, iuseminação artificial, de- 
1 
norteou-se a partir '1a defasagem verlfl­ 
fes~ sanitária anlm&I e vegetal. armaze. ceda enlrl.' os SPtores primário e i:ecuo­ 
nameoto, semente,; e mudas, cooperati- dárlo, justificando a utilização de instru­ 
vismo, eletrificção rural, corretivos e mentos adequaaos à motivaçllo ao desen­ 
fertllizantes, promoção ugraria. e preser- volvimeato industrial, cujas atividade~ em 
vação de recur:;os n11.turais, associados 1976 foram: a realização do 12 Simpó~io 
a mecidas paralelas de alcance junto com ~itciooal Sobre Distritos Industriais . que 
outros órgãos estoduai11 e federais. reuniu 516 interressados e especialistas 
Um dos lnslruru3atos de ação do Go- para avaliar e analisar a pclitica brasi­ 
veroo Estadual toi a assistência técnica, leira de promoção industrial a favor do 
destlnvolvida at11vés da ER:11ATER-MT, crescimento harmônico das diversas re­ 
cuja equipe de técnicos elevou-se de 201 giõi;is geo~econômicas do País e a éles 
em 197:5 para 272 em 1976 atlngi_odo . a couçentração dos grandes centros indllB­ 
todos os muolciptos do Estado. Fora.m a- triais urbanos. Participaram todos os 
tendidos G.882 p:-odutores de média e a 1- secretários de Indústria e comércio do 
ta rendo. junto aos qu•1s foi orientada pais, órgãos federai& privados. Outra me­ 
u aplicação d'3 983 milhões de cruzeiros. dida, foi a criação da Coa.panhfa Mato- 
Programas federais co,110 o Desenvol- grossense de Ferro-Ligas - Fermat, em 
vimento de Cerrado- POLOCE":TRO. de Três Lagoas, ao sul do Estado, que con­ 
Desenvolvimento do pnotacal-PRODEPAN, tará até 1980 c:>m cinco fornos de 20 
de Incentivo à Produção e Beneficlamen- m~ga.wats com produção de 44 mil tone- 
Segurança 
Nesse setor hr a destacar o esforço de­ 
svolvido para a capacitação profissio­ 
nal do servidores nus áreas civis e mi­ 
lllares da ecretaria de egurança Públl· 
ca. A descentralização e racionuHzucüo 
da atividudes de expedição de carteiraR 
de identidade e de h>tbilltaçào a condu­ 
tores de veículos foi l)utra 'l!eo!da sunea• 
doru de impasses administrativos. 
Umn medida do eltwado ulcaoce social 
e profissional foi o aumento substancial 
da rtmuneraçüo nll Policiu -:-.1111tar, r:om 
vistas à eleçüo e qunlidade dos efetivos, 
Jre11ponsá veis por signlfico.Uv&. margem da 
segurança pública uo Estado. Paralela­ 
mente o reequipamento das ualdacl.es po­ 
lciis civis e militares, construção de no­ 
vas unidades integradas de segurança pú­ 
b,ice, vieram representar uma considerá­ 
vel e -,fuc,:üo no quadro de segurança pu­ 
blica no E-lado de Mato Grosso, a dei.­ 
peito dus dificuldades provenientes ria 
vasta e:--a•nsüo territorial. 
O llepartameoto Estadual de Trânsito 
pôde ioiciar um processo de modernização 
que já começou a ser implantado em to­ 
lo o E·tudo, impllcundo na aplicatilo de 
rec:1rsos da ordem de nove milhões de 
cruzeiro,; aplicados eu, semáforos inali­ 
zaçào, camponhus edu<:otlves e expedição 
de documentação. 
Fundação do Bem­ 
Estar do Menor 
A Fundação do Bem-Estar do Menor de 
Mato Grosso - FEBEMAT vem atuando 
com prioridade na prevenção_ da marg1- 
nalldude do menor. Funciona C'm Culab,'.1 
um Centro de Atração do lltnor para 
1.Hluca-Jo, prvfisr.looallza•lo e encaminhr 
para empreo. Uma Importante meta u 
e desenvolvida em todo o decorrer des­ 
te ano 1wr u lnleriodzação da ª"sistên­ 
cla prevtinllvo ao menor, P.lem de um Pla­ 
no fntegrndo p:i.ra Prevençllo, no período 
1977/7!1, em convênio com a FUNABEM 
Agricultura e Abastecimento 
O Estado de Mato Grosso apresenta 
-se ntualmente como um dos Estados 
que melhores condições poasul para con 
lrlbu[r com o desenvolvimento do pais 
e com o equilibro de sua balança de pa 
gameotos. Detentor dt gronde va1lacão 
de cl!ma e solo A de lmenim área dispo 
nivel, vem atrnlndo um grande fluxo 
migratório e e transformando em grnn- 
to da Borracha Vegetal - PROUOR, au,d­ 
liaram a execução desses projetos. 
MECANIZAÇÃO AGRÍCOÍ • iniciou-se 
em 1976 o sistema de patrulhas recai­ 
zadus cu;a execução será realizada pe­ 
la CODEAGíll. 
ARMAZENAMENTO- a capacidade de 
armazenamento de Mato Grosso no 
acompanhou o cre6cime1110 de rrna agrl­ 
culturll, que obrigou 11. CiSEMAT Jncrc. 
mentar em 1976 su estrutura operacionnl 
em 09,7 % em o feria de armnzerrnmonto. 
Atualmente u capacidAde estático de ar­ 
mazenurnento do Estado é de. 700 mil to­ 
nelarias próprias e alocadas. O crescimen­ 
to do atendimento n clltrntes foi 395 por 
cento nn última safra, em decerrêncla do 
desenvolvimento do Programa Matogros­ 
seuse de Armazenamento - PROMASA, 
que pretende elevar até 1079 pura um mi­ 
lhão de toneJa!laR o cap-tcidad~ e tática 
de armazenamento do Estudo. 
DEPE r A ITÁHI. ANLIAL-deseo• 
v.,ivlda Através da loclu•áo do Estado no 
Programa Naciona! de Saúde Animal e 
projetos de combate à onemla Infecciosa. 
e Ievantumonto, helmlntológico, !ie consll­ 
tuiram na linha básica de coxduta. 
Inseminação Artificial. O Programa Matogrowsen­ 
se de Inseminação Artificial atingiu em 1976 11 5-1 
propriedades, realiz.ando 18 mil rn•emi11nçõe,, 16 
mil exnrte• ennitários e 17 mil ginecológicos. 
!-ementr.1 ~lclborndas • A comcrcinliznçAo de 1500 
tunelndn, de ,emente, Edecionada•. en ,n!veu com• 
plexus operações de produção, aqui,içâo e de :i•• 
,istêncin técnicn no cnmpo de produção Diaman­ 
tino, Onrra do ugres, Hondon6polis e Jciara, 
loborot6riot e usinas de beneficiameuto de e­ 
mentes , por fim, o enquadrnmenw do Estado 
de Jllato Gn,rn na políricn de preços mínimo• 
paro semente• Edecionadn• junto à Comi .. ão de 
Finuanciumento da Produção. 
p,.•qui,a Agropecuária • Fornm des.-nvolvi,101 em 1 
1976 •lois programa• no âmbito da Secretaria de 
Agricultura. um ictiol6gico, com a AFEocioçllo 
de empresários da Amazônia all-m d,1 articulação 
com a Embrapa que resultou na consolidação do 
Centro 'acion•I de Pecuária de Corte, em Com• 
po Grande, unidade, de âmbito estadual cm l'o· 
rumbá e Dourado• e nidade de Pe,qui,a de 
Cuiab6, resultando na formação da Empresa Esta­ 
dw, de Pesquisa Agroprcuária 
Indústria Comércio e 
Turismo 
Iadas anu ls cada 
Pró alcool, qur j temn 
quatro projetos nprova­ 
dos para o es!ndo, três 
para lcool do e 11111-1il
1
• 
açúcar e um de mundi­ 
oca, alé de duas outras 
unidades em fase de 
aprecinçfio. N11 prlmrlrit 
fase Mato Grosso poderá 
produzir GOO mil lilrns 
diarios de álcool·anidro. 
Convênios de coopernçllo 
com u Companhln Mato­ 
grossense de Mineraç1o 
etarat pra pesqulus 
tuds geológicos no 
Estado. Equalizuço dos 
Preços de Combustiv,-1 -l 
Energia um pusso ir­ 
portante lll1" favor da 
popclaçào fui u oblon(iio 
da equalizacl! o do pIe­ 
cos dos combustlvel11 o da 
energia eltltrlca Pra Mato 
Grosso. nrns euros no 
Estado. A+Im, por auto­ 
rização o onselho Na­ 
cional de Petró!P0, nten, 
dendo u gestões felt11s 
pelo Governador Garci 1 
elo 11.0 Presidente Erne►- 
to Geisel, nlcaaçc.u-se a 
equnllzecllo em M11.l<1 
Grosso dos preços dos 
combu11tívd11 e da ener­ 
gia t-létrlca. 
}E E ATO 
LANCHES 
O ponto de 
encontro da Soclo 
dade murtlnhense 
Rua Dr. Correa 
N 2 56 
Porto 
Máto 
Murtinb11 
. 
Grosso 
... • •. .,, r 
e lssine 0 
Jornal 
Tribuna da Fronteira 
Léiâ 
MINERIÇÃO BODOQUENi LTDI 
Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho 
"Uma Emprêsa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso•· 
Escritório em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Orient•J Cx. Postal 08 
- -

Ida _!"d "t- 
Tribuna da Fronteira 
GARCIA NETO: MATO 
(Continuação/ 
só a conomia dvinda desa medida no gás liqulft!to 
de petróleo, cuja reduço foi Cr$ 1,o por bujão 
de Í Kg, de nove milhões e melo de cruzeiro 
refletidos diretamente no cu.to de vida. O preço 
e«qualiz +do da energia elétrica deixa de ·er um 
impeeilho para s ind«triai- que de-ejam e t­ 
rnlnr em llato (;ro•~o. J)ISTIUTOS INU_U 'TIHA 
Acham-se em fase de levantamentos técnicos e e+· 
tudos para implantação os distritos industrias de 
C11111pu Grandc e de Cuiab!c 
Turismo 
Crida há menos de ,!ois anos n Empresa Mato• 
grossense de 'Turismo 'TUILMAT vem e pautando 
pela fixação de um política uniforme de turismo 
no Estuelo. o momento, dois grandes projetos 
estão em execução, o Balneário de Aguas Quentes 
cujos estudo« estão em fase de conclurào. Jl:l· 
rn n comrnu·no de um n1oclerno cornplexe• !miro• 
termal e o aproveitamento turístico de Chapada 
doM Cnimurile• urruvl,s ,te convênio entre o Govcr 
m, Esra,lual e u EIIIHATUH o 111ai
1•r município 
do mundo com um potencial turístico invejável, 
enquadrado numnn área de 3o il hectares já_de­ 
eretada pelo Governo do Estado como de utilida 
do pl1hhcn pnrn de fins ,lt·~ur,ropinçno. O l'anlanul 
mnro~rossensc vem sendo o ,jelo tlc c,rndoM p11rn 
nprovcitamen10 turl,lico cm foce suo ecologia, be 
l,·za e recursos 1101urui~. 
Energia 
Planejamento . 
A Área de planejamenut» no E-talo, deenvolvida 
pela Secretária de l'lanejento e Coordenação Ge 
ral teve ampla atuação como executota de at 
dade·meio, Hlá que de·tacar o proeeo de elabo 
ração orçamentária do E·tado que pa·o no, 
últimos ano· por profundas modifica+e com a 
doação de novos conceito e asimilação de no· 
vos método objetivar do maior integração entre 
o planejamento e o orçamento, de forma ase 
gurar fetivamente c» recursos financeiros nece­ 
~ários á concreti:wçà•> dns oçõe➔pru::rurnodaP. o~ 
projetos e otividndcs fornrn o::rupados em rnb-pro• 
gramas que por ue vez +e agrupam em pro!Ia 
mas representativos dos meios e instrumentos de 
ações orgânicamente articulados, e essas açóe do 
!(0Vcrno f,:rom reunidas em grande grupos deno 
miondos funçõed, ntrové• dos quais e procurou 
olconçnr os objetivos cst.ndoaiP. Sob o fon_nn . •lt' 
empréstimo, o Governo cstutluul ''!" cont1111.wln· 
,1., 110. progrnnrn• inicin,los em 1975, e tendendo 
ás novos neccssidnclcs de in,estimento t.unto na 
área econômico-social quanto de infraestrutura 
realizou um montante de 472 milhões de cruzei 
ro• sob o formo de emprestimos intcrno• e xter­ 
nos, Dos programas federais que atuam em Mato­ 
Grosso dos 256 milhões de cruzeiros previstos, 
1?8 milhiks fomm liberado•. 
Nesse ,cror htí dnM conPi1lt·rnçõe• fundamcntoís 
u se fnzcr. A prlmcir•1 6 o produçào o clifusüo tlu 
energia elétrica 110 Estndo. A seguntlo a sua utili 
znçilo no cnmpo ,oclnl. tombbm. inovado no Esm• 
do de Mato Grosso, 11 exemplo tio sistcmn ele li• 
gação domiciliares de água financiada. o ano 
passado 4.135 fnmilins ,ln bnixn rendo em oito muni­ 
ci/>ios mais impur10111cs tio Estodo forom heneÍI• 
n, o, com n ligoçà'l de cnergin elétrica fíoacindn 
longo prazo, Estudos reJlizados pelo Centrais 
Elé1ric11s iln1ogrc,s.cnses ·1 A - CE.IAT, 
imlicarnm nesse; núcleos tle boixn renda, gastos da 
ordem de 50 cruzeiro• 111cm1-is cn111 iluminaçilo 
convencional afora as dificuldades naturais da inc- , 
xistêncin ele iluminçilo e ele outros rccur.os. Pro· 
gramou-se n di[milo tlu cncrgin elétrico o rssns fo. 
milios em moldes de baixo cnslo. A preHhçilo men• 
snl do pn,lrio ,b energia é tle 25 cruzeiros acre· 
eido do consumo mensal mínimo estimnelo em 30 
kw, CrS l8,,l5, somondo Cr$ 13,45. A C EM A T 
cons1u1ou tlois fatos inusitados, a completo ousên· 
eia ,le inu1l11nplência no pn::nmrnlo dos prestações, 
e u crcscenle clcva~ão do pudr-Jo s6ciu • econômico 
dos consumidores, depois do im1alnçào cio luz elé­ 
trirn, n pon10 de e fazer necessária a cnlucaçilo tle 
mctlielores nessas casas, porque o consumo gemi 
ultrapassou aos_ 30 kw estimados. 
ELl"I'HOBIIAS - Nesse aspecto, a CEMAT rece­ 
beu dn ELETHOBH,S ,olici1açào de toda n meto• 
dologin oplicudn em lnlo Grc"o no finnnciomento 
tio p~drôcs de energia clé1ricu paro dirnlgaçào no 
resto!9,pf%. 
CO MO EVOLUÇAO DO CON l1O DE E- 
NEl{GIA - lm 1976 o cecimento de energia elé­ 
trica no Estado, em termos de consumidores, foi 
de 36 mil novas ligações. O consumo por classe de 
consumidores registrou mnior numcnto no setor de 
ilumiouçào públ,cu. t:lc1rificuçilo rural c industrial. 
Em 1977 n C E il A T pre,·ê n crioçào de seis 
cJoperath·os regionais de e 1 e t r i fic o ç ã o 
rural e n incnrpornçào de mnil novos consumido­ 
res, decorrentes dos programas cm nndomento. 
o ono de 1976 n ccreturin de a(ule pre• 
ocupon·se com o nmplio,;ão do, sens sen-iços e 
com o melhoria tio rctle de uni'.lndrs Fanitári~s, 
dinnrnizoçào dos serviços e convênios. cumpnnhos 
em massa duplicando os vncinoções, convê11ios e 
criando umn estrutura copa,: de rnporlor n demnn· 
cio de saúde que Mato roso começa a impor com 
seu crr•cimenlo tlcm?~rófico ncrnluudo. 
IUA DE DE .ODE: foi duplic.1do o núme• 
ro de unidade de Foúde existentes no Estutlo, fi6 
rm 1975, po1 o l ?. em 1976, afora s reformas e 
omplioções. Em 1976 foram construidas unidades 
tle soútle cm 13 muoiclpios, e refo,matlos as já e­ 
xis1cntcs cm sele 1111111icipios e ampliados três. As 
,•onstruções oheeleccm n critérios e neressidJrles de 
funcioooJidotl.: e rncionoliznçi!o, implicando nn D· 
plicnç' o d<! recursos do ordem tlr JO mill,ões de 
cruzeiros. 
CONVÊNIOS diversos convénios e protocolo 
de inl~nçües foram firmntlos no st'tor saúde, tle•s· 
tnconrlo•se crm o FUNRURAL poru II cessão de 
unidotles volontes ele comb11te no cãnrer • com três 
cm funcionamento • e com o I P paro ntcndimcn· 
to ,los ,rgurnclos da previdência nas unidades sa­ 
ni1úrias tio Escado. lh, convênios a Secrelorla de Saúde 
recebeu 6 milhõc• e 200 mil cruzeiros cle recurso;. 
A Vncinoçilo no EsUlclo nns diversas modolidn­ 
des e foi.xa• etúrins duplicou afora as ações de c­ 
mcrg:ênrin em colaboração com u Comissão de De 
fcsa Civil tle ~hto Grosrn poro olendcr às pupu­ 
laçõe• atingidas por enchenles no Estodo Além cio 
'acinnçilo lornm distribuídos rncdicumt'ntos e 30 10 
nclodas d•, alimentos. 
Educação e Cultura 
Obras Públicas 
Trnnsformado em autarquia cm 1976, o 
Departamento de ühras Públicas• DOP. dcscnvol­ 
veu intenso trabalho aplicando 62 milhões e 328 
mil crnzciros em obrns construidos cm todo o Es­ 
tado distribuído• em postos sanitários distritais 
poSlos fiscais, 26 unidades escolores, oito unida­ 
de~ ft1nit:írins conclui<lns, cinco unidnJcs ele eegu• 
rnnç, pública, e mnis obras de diferentes nature 
zns, obe,leceu,lo i políticu de podronizaçào das 
ronsltuçõce fixada pelo Governador Garcia Neto 
de forn10 a se ter custo baixo, construções rncio• 
nalizadas e func,onois segundo padrões oprov6dos 
nas diferentes áreas de atuação n que se deuinnm 
GROSSO 
Saúde 
ESTADO 
< formação e o 'alurizaç.1o tio homem comti­ 
tui-se num dos itens mtis relevantes paro n dinn • 
mização, do processo de desenvoh-imento s6cio­ 
ec,,aomico. O Govrrno de ,lato Gro•so tlc!iniu 
como umn de suas aetas prioritárias o expansão 
do sistema educacional, desUlcaotlo a foh:o etário 
dos 7 nos 14 nnos, que correspoude no ensino O· 
brigat6rio de l.o grau. aforo o diversificação e c-· 
quipomento do ensino dr 2.o grou, supletivo e 
universitário. 
Construção e Ampliação. 120 salas foram 
construidas e equipadas na zona urbnnn, 
110 na zona n::ral, •ló recuperados e reformadas. 
115 ampliadas e equipadas, Resukmdo 110 aplicação 
de recursos da ordem ele 58 milhões 696 mil cru· 
z,·iros, dos quais 4-1.406 em construção de unidades 
csrolnrcs. Os equipamentos distribuídos atingiram 
n 26.880 carteiros, 17 cnntinas 27 biblit.tccns, 30 
salas de udmiais1raçào e 70 lnborn16rios . .ls 72 so. 
las de aulas lnldadas de íinoncinmento de., Fundo 
de Assistência Social, dn Cnixn Económica Fe. 
deral, de convênio no valor tle 200 milhões de 
Fundação Cultural 
Apoio Adminstrativo 
E••ce ,etur, ,oh a u-ponrnbili,lntle da. ~ecretari_n 
de Administração desempenhou-se realizando di­ 
versas atividades apear da arilez do setor, tomou 
0 
hun,ern como rnetu b'i•ica a er valorizada. A­ 
im, principiou o-s estudos para a implantaçãvv do 
plano de classificação de cargos do funcionalismo 
estadual em moldes cou»siderado» excepcionan, [OI 
corrigir os erros e omiHile• , erificndos no pluno 
da esfera federal. Outro athidndc, dentro da nova 
mentalidade sugerida no plrno de clussificaçlio de 
cargos, bem como modalidade de concessão de au­ 
mento de vencimento aos servidores estaduais, De 
neficiando com percentuais maiores os servidore 
menor remuneração e com percentuais mais bai 
,co~ os de moior remuneração, permitindo II corre• 
ção de antigas distorções salariais. 
'o dia do funcionário público em 19í6, oGover. 
no Estadual organizou um encunlro do funciono­ 
liPn10 ºj,ortuni,lude e1u que a:;sinou menFa"em à 
Assembléia Legislativa propondo aumento rn1urial, 
doou à ,&•o•·iaçào dos :,en·idore;; P{1blico• Esrodu­ 
ais criada nessa data, urna áren de ..•.. heclares 
porn u construção de ,uo setle no Centro Pollticn 
e .dmini.irativo e d.,,,u, oinda, área para o cons. 
truçüo ele 9-J I casas financiudas para •ervidores 
lambem on árcn do Ctntro Polltico e AdminiHra• 
tivo. 
r.xecuçilo e coodenação da política financeirn do 
F.~tatlo .-m 1?76 desenvolveu-se de- fo_rmn o aper• 
fe1çonr os ,1s1emn de controle da fiscalização e 
orrccutlação criando centros ele informações fiscai• 
ploncjomento fiscal e control-, de estímotiva con; 
o objetivo de dor melhor trnlllmenlo dados • cole• 
tados, aperfeiçoar e desen,·olver os técnicas fisco 
is e por extensão, codo o istema de Estimativa 
do Estodo. Tanto assim, que a receita tributária 
estadual ~cm nprcseutando_ super de nrrccarlaçã,, 
lomando-se por base a estimativa orçada 
Banco do Estado de Mt. 
Os financiamentos concedidos, atendcntlo à so j. 
citação dos diversos setores da produção, inda 
1 
• 
é 
• 1 • 	• n s na 
com rc,o._ rum . particular e po cr público t.ev 
um crescimento global de 91% ' " 
Constituindo-sr na ativitlade mais rcpreseota1i,·a 
do _economia estadual. o •ctor primário recebeu n 
maior soma de recursos _nos oprr ações tio flanco 
", um índice do crescimento 461% o setor d 
cr~ 110s e•pecl31P, hnb,tnctonnl, social. inl , e 
turn e outros crescem 107% sobre ra estru 
terior. Os recursos globais a r d o exercic,o nn­ 
cm 1976 o»roo iii»"" ±,3, Wcn 
»il 782 cruzeiro:. 5ía %, ai- que .,"2. 192 
cru liquido do flanco CrS 
7 
3.'ll B m 
1
'?· O lu­ 
superior uo de 1975 N., • • 2o,27 fo, 870/0 
. 
1 
• este ano O B d , 
nsta ar-se no Rio de Janeiro ., t:':;lnt ever-J 
Banco Central. Ja autorizado pelo 
Loteria do Estado de Hato Gros o 
_ veada de bilhetes da LE 
[:, milhoes de cruzeiros. MAT foi superior 0 
' 
n 
REDR • 
.. 
no 
PAIBENS 
VEaERDORES 
Sr. Redator: Lendo u Trl 
buna da FrontJ!ra do dl· 
a 13 p.p, deparei-me cm 
uma reportagem a qual de 
ixo-me admirudo. Conhe 
ço Bel1:1 VJsta há 32 anos 
em e-Re tempo todo nun• 
cn soube que noi-sos ve­ 
readon8 i;ollcltassem á­ 
qullo que realmente te­ 
m•;s direito. Mas... nun­ 
cu é tarde, chegou a ho 
ra, pois o que elu ro, 
clnmaram é multo justo. 
Porque não lirarmoe aqui 
noss cédula de ludentl­ 
darle? Por acaso Bela 
Vista é pior que ou'ra 
cidade? tierá que não é 
Brasil também? As auto­ 
ridad eA c:>mpetentrs di­ 
zem que é irnpol!sivel, 
mas porque? Temos uma 
administração a altura, 
legislad ores oompeteotes 
etão de parabén3 os 
nossos vereadores, [a­ 
çaru forças, gritem mes• 
mo, por aquilo que nece­ 
situ.mos e merecemos 
já pensaram em quauto 
ficartí. a um pohre que 
uão poje perder um dl· 
a de triibalho a ter que 
gstar com viagem, c-m 
hotel e outras coisas mais 
Como poderá a das- 
e pobre andar docu­ 
mentada, como exige a 
lei? Parabéns vereadores 
sempre firmes, pt;r que 
vc!e!. nãu estilo mendi • 
gaodo, estilo pedindo o 
que é nosao, digo, do PO· 
VO BELA VlSTENSE. 
ALFREDO MELO 
M g'y EIS 
Eletro-Domésticos em Geral - Facilidades de Pagamento .,, Colchão 
casa ALE 
Casa 
espuma, 
Ale 
sisai, 
Mveis: 
divino 
molejo ortopédico e firmeza progressiva) 
Onde Voce Compra Tudo 
Pcxra 
Integrado Algodão 
o 
Lar. 
Rua 7 de Setembro, 140 	Penta Porã 
L-.;::::------------------------------- 
de 
Mato Grosso 
,A.. 
-

Tr ibur.:l da Fronteira 
CONHEÇA li 
E 
' 
Há mais de 16 anos fabricamos 
traiores e implementes agrlc-olas 
no Brasil e desde entao, mais da 
melado elos agricultores b:a5ileiros 
estão do rosso lado. 
fole graças ao esforço que 
lemos fe1lo para proporc1onar 
segurança aos que investem 
na compra do nossos produtos. 
ova Li 
MASS y FE 
, 
CD 
Temos a maior linha do tralores Há inúmeras outras razõc3 
dgtícolas para que você lenha a para vocé ficar do noso lado e 
maquina certa para qualquer continuar ganhando mesmo na 
tareia ou tamanho de propriedade, hora da troca, pois os tratores 
o 260 revendas em lodo o Brasil, Massoy Ferguson são os que 
sempre perto de você, com alcançam o maior valor de 
- -· - ~ - mecânicos treinados na revenda. Fique sempre do lado 
-i,.'-'f'' :..: pr6pría fábrica e Fique do mais forte. 
73%/ som completo COI 
,,_- - estoque de peças de 
- reposição. Massey Ferguson 
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i'>- 
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Bela VI»ta Mt. 
Tribuna da Fronteira 
GIIRCID NETO: MITO GRO 
ESTDDO SOLUÇÕO 
vernador Garcia Ni:,lo a adotar a filoso· 
fia em transformar Mato Grosso em e .. - 
tado-Soluço dos problemas brasileiros, 
já que vem se tornando nos uttlm1Js a­ 
nos na Meca dos que desejam a expan­ 
são econômica. 
Todus as metas administrativas do 
atual Governo do Estarlo de Mato Gros­ 
so convergem pra o mesmo denomina­ 
dor comum traçado em todos os setoreR 
da atividade pública estadual: o homem 
como meta final do Governo. 
/-.ssim, tod!IR as atividades setoriais 
tem buscado adequar-se a essa filosofia 
definida em Hl75 pelo Governador José 
Garcia Neto que se propô;, a realizar 
um governo polltieo, assim entendido co­ 
mo inteiramente voltado paru a valori­ 
zaçüo do ser llumnuo. 
Por Isso, reafirma 11empre, n!lo Sb 
preocupou com a suu perpetuaçilo t:im 
obras. grdudlosas, mat<, na gmndlosldade 
das obras de infra-estrutura social urgen­ 
te necessárias num Estado como Mato 
Grosso, cujo crescimento extrapola bas­ 
tante à média nacional. 
Assim, há que se destacar a preo­ 
CU'aç!1o c,[icla com a educaçilo. eliúde, 
com o artesão, com o funcionário públi­ 
co estadual, com o saneamento bàsico e 
a Plevação do padrão !:!Ócio-econômico 
da populaçflo de camadas menos favo­ 
recidos. Assim, oll.o pode deixar de se 
salientar a inovação introduzida em Ma­ 
to Gcosso, pior.eira. no Brasil, de finan­ 
cimento, de ligações domiciliares de á­ 
gua tratada a familias residentes em 
bairros pobres e de padrões de energia 
elétrica. Pesquisas posteriores vieram 
mostrar sensível elevoção d0 padrão de 
vida dessas populações. Contudo, a ad­ 
mmistração estadual vê-se continuamen­ 
te aa iminência de superar os desafios 
da distância e da vastidão do território 
matogrossense, que aliada aos naturais 
problemas administrativos. levou o Go- 
Promoção Social 
Criada há um ano e ulto mese11 n 
Fuodaç!lo de Promoç!1.1 ·oclal • PROSOL 
tem comCl fllosorla promover o homem 
através de programas destinados õ. me­ 
lhoria do 1ma condição :1ócio ecunômlca. 
Tem sido dada uma atenção especial ao 
urteso matogrossense, detentor de uma 
rica gama de crlnt.lvldade que estava 
morrendo por falta de estimulo. Para rea­ 
tivar o artesanato ea Mato Grosso, 
concentrou-se esforços para atender às 
necessidades materiais e sociais dos ar­ 
tesões, criando dt1sde o ambiente propício 
ao trabalho em onze centros comunltu­ 
rlos de artesanato no Etdo oferecendo 
treinamento, estimulando novos artesões 
ensinando métodos que possibilitem mller 
a provellamento da matéria-prima, aqui­ 
sição de leda a produção dA qualquer 
natureza de artesanato pelas "Cus11s do 
Artes[lo" que funcionam no Estudo, 
e comercializam cs produtos sem fins 
lucrativos, realização de feiras livres, e 
exposições e desfiles de moda artesanal 
fora do Estado, além do aproveitamento 
do artesanato indígena. 
Um dos exemplos de recuperação 
d➔artesaouto em decadência qu'! a PRO- 
OL pôde realizar foi os das . rendeiras 
culabaoas, uma urte em que foi assimi­ 
lada dos iodios que habita,am a rl"'giào 
de Cuiabá antes da fundaao da cidade, cujo 
couhecimeoto restringia-se a 30 artesãs 
de Idade m~dia acima 50 anos. Hoje es­ 
se número subiu para 364, e tende a 
cregce::-, J1strihuidas Oll faixa etária 
de 13 a 5o anos. Os novos métodos a­ 
primorados do artesanato introduzirlos 
nos treinamentos reduziu o prazo de te 
celageru da rede, permitiu melhor renda 
e garantia de comercialização ao urtesão 
Afora esse programa a PROSOL de­ 
senvolve outros 011 área soci11l atenden­ 
do a entidades sob sua responsabilidade 
direta e Indiretamente au..xilla o:.:tras, pro 
gramas de prevenção à margín11lização 
rto menr,r, com assistência e profissiona­ 
lização em clubes do pequeno trabalhador 
programas de alimentação e nutrição u­ 
t i l i z a o d o o s i s t e m a de mi- 
ol-ioclústrias do rico artesanrito alimen­ 
tar matogrossense e, ultimamente um 
programa inédito no Estado, a difu~ão 
da soja como ellmeoto de múltipla uti­ 
lização nas classes menos favorecidas. 
Ceotral de Leite de Soja- , presidente 
éa Proso, Maria Lgia de Borges Garcia 
encomendou ao Jns!ltuto de 'fecuologla 
da Alimentução, ela UnlverFidarlc de C'a!l1· 
pinas, um projeto para implantação d 
uma usina pioneira no Brnil para pro­ 
dução de mil litros diários de leite de 
soja destinado à venda no con­ 
sumidor por um preço em torno de um 
cruzeiro. Foi assinado este mês covo. 
nlo de financiamento d Suleco e o Go. 
verno de Mato Grosso para a implanta 
ção dessa central que funcionará até Ju­ 
nho em Culab ~ 
Centro de Reabllit·1ção- , Funrlnç1lo Pro­ 
HOl mantém t>m Culabá o único centro 
de reabilitação do Estalo e da região 
norte do pais, atendendo à demanda de 
toda essa vasta região. tanto a segura­ 
dos da previ1encia como particulares 0 
não-segurados. 
Saneamento Básico 
Melhorar a quallr1ade de vida ur­ 
bana no Estado com vistas a consolidar 
até 1.980 o programa de saneamt•nto Bá· 
sico do Estado dentro da filosofia do 
Planasa foi a pl'Ouosição definida pel11 
Companhia de aâeamento do Estudo de 
Mato Grosso: Sanemat. 
Inovando complei.,mente nesse l!P.• 
tor, a Saaemat adotou em ,lato Grosso 
o sistema dP ligação dom:c!llar de água 
em bairros pobres de tod6s as cidades 
onde atua, atra vês de sistema de finan­ 
ciamento a longo prazo, cuja mensalida­ 
de pode chegar até a cinco cruzeiros. 
Isso implicou al( m do aumento do nú­ 
mero de ligação realizadas passando de 
203 mil em 1.975 para 2'io mil em 1.97G. 
significundo 38 por cento de acréscimo. 
nm significativo aumento das rêde de 
distribuição de água, que chegaram n 115 
mil melros. Segundo a empresa, a ofer­ 
ta de água tmtaJ11 às familias de baixa 
renda contribui seosive!ment::! para a 
diminuição do coeficiente de mortalidade 
infantil e, também, no aumento du vida 
média da população. 
Durante o uno 1976, a ANEMAT' a­ 
tingiu a 24 muicipios no Estado nos qua­ 
is todo o ahaFtecimeoto de água é tra 
tado. O faturameoto da empresa cres­ 
ceu de 1l milhões e meio de 1975 pa 
ra 22 milhõa e !2 mil em l97h, repre­ 
sentanc!o 9!i por cento de crescimento, 
decorrente principalmente das medidas 
de modernização e racionRlização admi­ 
nistrativa e da iocorporacão de mais se­ 
te municípios ao i:istema Saoemal. A 
relação arrecadação / faturamento, 85,9% 
em 1975 elevou - se para 36,6 % em 1976 
No ano passado foram instaladas 
estações compactas de tratamento e 
Miranda e Porto Murtioho, a últimas 
ciJades servidas pela Saoemat onde a 
ãgua era fornecida "lo nahira". Em 
estações compacta o 
fornecimento de gun 
creu para dois mil 
metroR cúhfcoti, om poç1111 
tubulares profundos equt­ 
pados e acoplado a r e• 
des de distribuição, 288, 
mil litros hora; numc•nto 
de 3250 metros cúbicos 
reservatórios; 15 mil ILO .. 
tros de extensão em t­ 
dutoras e sub-udutoras, 
e outras utividuaers estrl­ 
tat: do ,,olor, que lmpll• 
curam cm lnvestimentofl 
du ordem de ó2 milho8, 
!J 15 m II e 5!J7 cruzeiros. 
Habitação 
Foi outro setor im­ 
pulsionado pelo Governo 
do Estado, em face de 
su imediata atenção no 
setor dn atlvldlade social 
e reallt.ado atravéz da 
Compnnhla de .:JCabitaçõe9. 
rle Mto Grosso-COHAI­ 
MT. que, resumidamente 
realizou a construção de 
trê.i conjuntos ha bitar.i'l· 
nis, somando 2.245 hnbi 
tações, nas cidades de 
Cu1ahá e Campo Grande 
inc!t;lodo 944 casas de.,­ 
tinados a servidores ela­ 
dual,; tUjlJ projeto já foi 
aprovado na área do 
entro Políllco • . .dmlols­ 
tr ativo, em Cuiabá, cons­ 
tru;,:ão de 141 cusas em 
terrenos próprios dos be­ 
udedàrlos, aplicando re 
curs'.1S da ordem de oito 
milhões, aplicação e re­ 
lho1ia das habituçõ'a 
nos primeiros Lücleos r3 
idenciais construidos no 
E,lado em número de 
433 casas no projeto ex­ 
perimeutal, qui> 1omará 
recursos já aprovados pe 
lo BH, no valor de 9 
milhões e 990 mil cruzei 
ros; implantação de uni­ 
dades comunitárias para 
centros de artesanatos e 
de mini-indústriSJ.s de ar­ 
tesanato aliIDentar em 
diversos municípios. Ou­ 
tro programa de ature­ 
za iminentemente social 
t 
{Continua) 
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Altair Marques, Petronio Leão, ivan lazime 
1'l!'HES:i,(J • Cario, Tadt·u - :'liil,uo, l!ol1cr10 
"As opiniões enitidas no» nrtigo« a-sina 
rio• Jljo rL"prP-eutr.111 n pnnto de , i,ta do jornal 
podentio 'f•r uté contr:íria.;a t>.-.ft". As opir,ihe'! ,lo 
Jornal, acham-se expressas nos Editoriais e nos 
comentário- não a»sinados" 
Ponta Porã 	Mato Cirosso 
"Triburra da Fronteira é uma publicação 
da GH,l.flC  e EDJ'fOHA ,PA 
Diretoru l'ropriet{rriu • ~1nria E•telu V. J'ereir3 
CGC. MP, J.J.201.261,/ 0002 Ir. 109214-$ 
Assinatura Anual 
Bela Ví•tu 
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Huu Duque ele Caxias 1n Cx. J'osral 2.1 
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Dr. Ivan nronso da Costa Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
Rua Voluntários ela Párria, 376 - Fone 210 
,Bela Vista 	Mato Gosso 
ADVOGADO 
&$BJ1O3)O Rua 3 de Outubro 
(A0 140 DA €)3213A)Y 
Bela Vista Mato Grosso 
0 Si.disto Rurl de B3e! Vista on­ 
vida os senhores proprietários rurais 
11 p:1rt!CIJ).!l'Plll do urna f('llrtil10 li() prtixl­ 
mo di1 ;6.0%77, pra trataren de mte-. 
res e+m a, vela·fundos en a ratifi­ 
cação de Titulos n fixa de Fronteira, 
contundo com u presetuç de Funeioa­ 
LÍO' c'o l11t'r;1. 
.ia C,·rlPZ l cJp ,·o 'S,) COlll():!l'(•('illlPII. 
to, antecipadamente Agradece 
'irHJÍl!ato Hural de ela Vista 
L-1cai: Gr,•mlo l't•dro lCul'lno 
Iio,ário: !)OO.l1orn~ 
Prezado Ivaldo: Não poderia deixar 
trascorrer "i ulibis" mais um aniversário 
da querida 'T:-ibur.a da Frontelru•·, ncon­ 
tecírlo na sem:iwl pasPudn. Tal vez ai; pn­ 
lavras uqui usadas sjama até uma repc>­ 
tição e:fado ha de tantas outras que o 
prcznoo amigo tem recebido. T·>davia, 
desde quando conh ·ei a hospitaleira "Prin. 
ces'1 do Apr" e travei contato com o rll­ 
oamismo e nrrojo, e~peraoc;a E- fé nu por­ 
vir, atributos tuerentes u sua pessa, sem­ 
prr acreditei D,!i; 'e empreendimento jor­ 
alistico, consoante reinter+damente pr3- 
curei demonstrar através de corresprm­ 
dêacias, que Óil"e!Ii !av•r parte do;; ar­ 
quivos da empresa. Portanto, não seria 
1.Je~la 01,ortuoldade que deixarici de reno­ 
var e r-?dobrar us meus votos de r,ara­ 
bl:ns ao amigo Ivaldo e a todos quantos 
coostituem a equipe r~spons!'.l.vel pela clr­ 
culaçlo da "Tribuna da Fronteira". É a 
força do trab,ilh <i serviço do p:ogres~o 
de B~Ja Vi ;ta. "Ttab tlh 1i. .. não pela co­ 
mid.1 que perece; W'l8, pela que ,rnb3lsta 
par1 a vida eterna" (Je:;us) Cordlalme:1t~ 
Dr. Joã.o de Oliveira Rodrigue, - ~ão 
Paulo - P. 
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fü;liio foz,
1nd11 OH lollorcR pela per111u­ 
nência do npl qui como repórter e cro 
nista politeo. /cho que (111od(
1slia a par­ 
t1•, hl ... bi ... ) vou dar conta do recado. 
Novamente 
ful a Câmara (lugar de honra... ó pesso, 
u.l va111oti "ur1·u111ar um lugarzinlro pura 
11 Ituprens:.i acompunbur lll~LIIOR as ses­ 
sões...pol nem tudos "escutam bem'.. ) 
cohrlr 011 trnbulh•)fl leglslutlvos ... eslava 
quc•uto ... qucn lisslmo ... 
V TRITO 
Presentes 
Nivaldo tle BatTO!I, rfonso Dlllon, Ely 
ele Jraujo 81nbosJ, Osvuldo Turlnt, Car 
los Ct•ntul'iii11, ,Jopó ~ldl'qUeE<, Getulio Lino 
e lldt
1
funso Plnhelrn, fallon :-1.>etll LH"an­ 
jelrn. 
Devido 
u l'nltn do Noedl, e por Indisposição do 
Gelullo Lino; assumiu u secretar!& o ve­ 
re11dor lldefouso P:nhetl'O, do MDB... 
A prefeitura 
enviou à Câmara. a relação doR funcio­ 
nários municipais, inclusivP. inativos e 
pensionistns... foi a pedido do vereador 
c.ly A' Barbosa ... 
A pedido 
do vereador Carlos Ctmturião foi urqul­ 
vnda u correspondência enviada pela fir 
ma Unlilo Agricola ao Ministro da Agri­ 
cu
1
tmn ... seguudo Carlos ... a Cllmara de­ 
ve permanecer alheia aos acontecimen­ 
tos surgldob POIT~ aquela indústria e 
o Preft!ito Municipal... É pois é ... 
, 
E 
• [.' !Jr, l J. 1 ri ' 
il E 
r 
09-& 
É Elogiável 
ver sempre a opinião equilibrada do ve 
reador Turiul. .. (já foi prefeito) ... um ver­ 
dadeiro "gentleman" ... ele merece- .. para­ 
béns. 
Pauleir-::1. 
e,?-h;tern funcionarias municipais que es­ 
tao l'eoebendo aléra do &lilário mínimo 
vigente ... "Vereador Nivaldo de Barros 
e Afonso Dillon de que maneira estes 
funcioná, ios recolhem o INP ? pergunta 
dos dois vere2.do1·es ... sei lá eu ... 
O Vereador 
Nivaldo de Barros solicitou à Prefeitura 
;~Ulll<'l!llll que t!nviasse à Câmara fotocó 
pias das olhus de pngamento ... foi aprn 
V<l<la por uuamidade ... 
Já o Centurião 
J)cdiu que fossa enviada uma saudação 
ao Goveru-tdor Gar.-:la Neto pela passa­ 
gen do segundo ano de sua admlnititra­ 
çau ... 
Turini 
1
/U_ ~m plr:nárlo o oficio enviado pelo 
l'refeito Municipal ao Miaistro da Ágri 
$lura ...tel·gama envido ao seiír 
overnador... e u:giram ( • _ 
os comentários .(Ai..jR {%P9s 4 sessão 
ma) ... ••• 
1
••• ... sal de cl- 
Pcll1 o Pet.lrteirn 
Arquivamento 
E o Ely Barbosa pediu que fosse urqui 
vada estus correspondências...lógico: foi 
a:cuúld;:i ... 
Of.LOUO 
No primeiro diálogo for:nl entre Arena 
r ~!OH, t> •nador l't·l1 ()ulo P<,rll'lln. iJl'l'· 
sidente do C·ungesso, e deputndo Ulisses 
Guimar!ic-s, ptt•1.-IJetttc :.:•!clon:il <la opoat· 
ção, reumramn-se a portas fechadas du­ 
rur,te um,1 hora o ,li) mi11ul'>~. no uulJlnc­ 
te de Porte!la. no Senado, sob grande ex­ 
peetativa de parlam, ntnre,, e j,,rnnlista, 
Ao sairt·m do encontr·o. ncg,.1·11in- -eu re- 
velar os assuntos tratados, íllll!S ns ver­ 
sões corrente~ eram d,' que o diálogo ver­ 
sara sobre as rclornw- pülitica,;. Portelia 
disso que eabin a Ulisses, como convlcla­ 
do, l'azc>r as revelaçõe!". Ullsscc; su lu pe· 
'
la taogentc dizenclo qtte untef: prect11ava 
conversar rom a Ex.:('UtiYa NaciouuL 
C  LÇ,DI ,TrS 
O Emb:ilxar1or rfq.; E(;A, ,Jr.hn Cr:mmlni:. 
yrometL·u aos culç»distu-. br:.1t;ilelros que 
suas preocupações cum as umeaçus de no­ 
vas restrições as veoc:;1s p>it·a o mercado 
americano l'er,1o 1-·vudas ao Governo de 
sei pais. Disse que utau comissão estuda 
o assunto em Washington e que us opi­ 
niões dos brasileiros ser+o «um importa­ 
te t'lemt•ulo n.1 decisf'.o !'iual>, Verdade? 
~Oi'íHAR r:m1 DE'.IIOCRAC[A 
O ~linislro da lndú~tria e do Comércio, 
Angelo C&lmon de disse ao coweutat· 
as reivindicações dos empresários das in­ 
dústrias de base, eXJJ,essr1t; no documen­ 
to divulgado pelo :-r. Einar Kok, que 
Pa-uleira e poluição «lodos nós temos o direito de um dia so- 
O Vereador Ely Araújo Barbe nhnrmnos com uma democracia plena, m +s 
requereu à mesa que fosse enviado ao politic ... do Presidente Geisel neste sen­ 
Executlvo a seguinte solicitação: 1 t1_do é gradual_1~ta.» E acreci;entuu. «O Pre- 
1) Providênci11s no Rentido de adquirir s1dente temn feito um esforço colossal no 
macacões, botas e luvas pura os funclo- st>ntldo_ de provocar a volta do pais à 
nnrios que ,cuidam da coleta ele lixo. . . norcr ali<lade. Agora, é preciso termos em 
2) ~lacacões brancos gorros brancos e mente que Roma. não foi feita em um dia.» 
botas para os funcio~àrios dCl Matadoc. FIESP NÃO CO'.IENTA 
ro Municipal. 	A p,e3idt
1ncia da FederaçãCl das Indús- 
3) Protetores 1iudilivos para os funeio- trinas do Estado de São Paulo (FIESP) de­ 
nó.1·ios du UsioB. 	cidiu não e manifestar obre o recente 
pronunciamento do presiden'e do Sindl­ 
rato <las Indústrias de '.láquinas e da 
Ai;soclação Brasileira das Indústrias de 
Máquinas, sr. Einar Kok. Porém, o dire· 
tordo Departamento econô,nico da FIESP, 
sr. OsvtJldo h1Jmvi manifestou-se contrá- 
rio aos pontos-de- vh,ta do sr. Eínar Kok 
DISTENSÃO 
A <listensão é irreversível a médio 
przo», disse o vice- pre:,idente <la . .ssoci-1 
aç :o Sro.sllcira para o desenvolvimento 
da Indústria de base (ABDIB) e p.-esiden­ 
te da San vas. tir. Henrique David ~nnson, 1 
ao corneatar o documento do empresário 
Kok_. «Este documento», dis~e ele, tem o OllJCUr/J[~ JlmS 
ménto de recolocar um tema que foi re- 
legado a segundo plano pelo curnavul e fõ)rt'!min 
pelo clima emocional com que se esti u lt1111usUB[!J$ 
discutindo o relacionamento Briu;iJ/Esta- - ' 
dos Unidos». Segundo Sanson, o documen- 
to de Einar Kok reafirma o que mnuitos 
empresários têm dito: querem'Js liberda­ 
de para expressar-nos e isto exige a dis. 
tensão.» 	C_oruunico que foi exk..1.- 
FRANCELINO 	viado o Certificado de 
E o Nivaldo 	Logo depois de receber em seu gabine- proprieJade de um veícu- 
Onde já se viu o transporte de te durante meia hora_o president<! do Coo- ~E rg;;;a Chevrolet 197J 
carnes ser feito por camionetas? r gress0, senador Perónio Pcrtell, e mo- Co: branco Ev ·9. , 
is:ri::%.s]zz p. ar upspyzz:#$ jji#±± 
• maraes, a Lrmou o presidente da .-rena - . • ire ran 
1 
Francelin? P~teira: -«O senador Petrôni~ propi:iedade Corr,er~i~l 
Porlella e um dos lideres do partido te ~foreira LTD.. Aventdu. 
i todas as credenciais pra tratar d4" Duque de Caxias. Jardim 
'j assuntos e de outros. Fica esclarecido ~"' :'llT.. _ 
Ainda o Nivaido , rém, que Oil contatos que ele vem {_ Publicação qge se fz pa 
Solicitar ao Executivo uma fiscali• 1 tecdo sobr_e rerorm9s políticas são feitos ru obtenção 2 via 
zação Rigorosa nos açougues da cidada ] como residente do Congresso. Cumpre 
pois tem Boi _na Lil,ha ..'alguem and, "ssinalar alémn disso, qas nós nos man- 
cobrando muito ... ma:< muito mesmo.. . temos mütuu e permanentenuente informa- 
aq_m u~. preço! ali outro, por ai vai. . . dos a respeito destes assuntos.» 
(h1. .. m ... h1. «pobre consumidor) 	OPOSIÇ.-O 
O d~putado Ulysses Guirnurfies anun . _ 
ou após o encontro com Petrónio Po« 
gue ai reuuir Executiva Ncion"{$ 
MDB ara dar-lie conhecimento d 
P
. . 	teudo da conver.::1 que , 
0 ° cor- 
,1ra rnnd1tar: Na porta do céu es- presidente do Se,, manteve com o 
tá o seguinte letreiro: Todo pecado pode iá sida na+.,' ",A Executiva deve- 
ser perdoad E d r 	~ u ' "' a t1 a ela r ·.- 
• . o •• rm o "ferno: Nenhum I diretório nacionl a fim <ie e~nm_o do 
pec;HO pode ser esquecido. situação politic:! naciun:.il. exammar a 
Alçada Federal 
Disse o Ely que ·poluição» é de ai 
çada federal ... Hegundo o decreto 1-113. 
O Presidente 
O meu peusamenlo é democrático, 
os meus sentimentos são democráticos ... 
disse o presidente Marques ... mas a 
turma uão está para brincadeira e pl'eB­ 
slonam: A Câmara n/lo tem dinheiro 
nem puru o cafezinho ... o. seci'etái·ia 
pnra enviar uma carta foi ourlgada a pe 
dir Cr$ 5,00 à Tesouraria du Prefel­ 
turu Municipal . . . E DAI'? perguuta 
dos vereadores: Oude está a verba da 
Câmara? 

1 1 °' ' ...... ", ~, ,, 
y ta li. o is • 
__________ ... __ ...... _ 
É inadmissível ver os funcionários 
que cuidam da limpeza do,; lixos mexen­ 
do em detritos, sujeiras de toda a es­ 
pécie. manipulando excrementos, sem u­ 
ma ner.essária proteção. Assim como 
onde admitir que os empregados de Mata­ 
douro trabalhem sem condições de hi­ 
giene ... e pobres funcionário da Usina­ 
trabalhando o tempo todo com aquele 
barulho ensurdecedor numa verdadeira po 
luiçáo sonora ... ( ... credo ... ) 
f. B IL 
Justificativa 
Brasilin, AN-- A sp. 
rintendência de Contra­ 
lt•:-. de ExploraçJo d 
Petrobrás (SUPEX), coa 
firmou 1t ro,J!ização de u. 
Jllcl /lO'il licltnçuo ]':Ir 
os contratos do risco«, 
provavelmente em ab il. 
Oiant•• do lntere3 C1 d:1; 
companhias intorn;1e1,, 
nJJi; pela f,•t ,/,, ,ma;,o­ 
nas e pela Bacia de San 
los, a nova llcitaç o Jn. 
clott-á pelo menos duas 
áreas em cndtt uma des­ 
sas regíõea. Chegam a 
trezentoA milhões tlo to 
neladus as reservas de 
magnésio metálico do Ce­ 
ara A informação é da 
Seeretari 1 de Obr.is e 
Serviços Públicos do Es­ 
tfldo ucr,sceutundo qlll' 
tais reservas podem t­ 
rantir a instalação de 
uma usina de matéria­ 
prima e cr1Icloução, c:i­ 
jo projeto, no valor de 
duzentos e cinquenta rul­ 
Ihõ.~ .. de dólares, ofere­ 
ce trezentos e clnqu !fi- 
ta novos empregos. 
Proibição 
Brasília. A - E:1tão 
proibidos, de CJI'Cnlur em 
lodo o território naci,wol 
oa veiculo.~ movidos a 
diesel que upr1>sentem 
ernissiro excessiva de fu 
maça. E que venJeu 
prazo de 60 dias fixado 
por decreto, para que 
todos os veículos apre­ 
sc-ut.anat'm suas bombas 
injetoras reguladas e !11- 
cradag por oficinas auto­ 
rizadt!S. 
' / 
r 
O Sr.José Francisco d1 
Silva filho perdeu sss d­ 
cumentos e pede quem 
acha:- favor entrega s 
Prefeitura Municijal de 
.:J,i:dit,: P.G.U 200.066 Ca:­ 
teira C.N.H 200 OGJ Ca:­ 
teiru Profüsional«B" d11 • 
tg 2403/74 Exp P 31 
Ciretram 
/j 
( . 
 
f-