RIBUNI OI FRONTEIRI 0t/ o« w «e c o l o s/soo roo .ao±ra, secoai so e» )w artios publicados com assinaturas dos tores não trad, ., ,,, ,, _ ,,- propósito de estimular o debate do- proble ;:"""" ' vPini4o do _jornal. ui publica,ão obedece o ema« mune1pai e dr refletir as diversas tendências do pensamento ,_ F_u_n_d_a_dor e Diretor Rcsponsávol lvaldo Pereira O primeiro compromisso +rio, profundo e irredutível do jornalita no campo da tia com a verdade, pro cura da verdade, a aspiração à vtlade, o desejo da erda de, sua intendo de nlo trair jamais este principio o d bata da rdde., (Prudt de Morares Neto) CANTINHO Pedro Pedrera Hoje falo em nome da direção da TRIBUNA: mais um vez sou portador das «alternativas emanadas da alta di­ região do Jornal (no $ jornalzinho nllo, primeiramente agradeço ao Presidente dn C!lmara Municipal de Bela Vista Jo­ sé Simpllclo •la Custo Marques as ~mó.• veis e elogiosas palavras rnvladas à Re daçilo. O presldrate elogiou a nossa co­ herlur& dos trabalho11 legislativos ... contiuaremos senhor presidente, conti­ nuaremos ... J, Recebemos também uma "amável' crtinhn do senhor prefeito municipal soliclta1!do 11 publicnç!lo do desmentido ll 1·espt:1to da _nota tr·nn cri ta do Jornal FOLHA DE AO PAULO, ln titulada PO­ LUIÇÃO, ,Jã eaviumo11 a nota ao Depar­ tamento Juricllco dn 'l'RIBU A e comuni­ camos no seuhnr pref:itfl que Publicare­ mos o E11ch1rec!mento prestado, ou seja s palvras referentes ao artigo- PO LUIÇÁO, quanto us demais, a LEI 5.250 Artigo 29 no Ihe dó. o direito de OFEN DER (em nosso transcrição não houve ofensa pessoal) e muito menos Publicr Ull Rt>latório a respeito de Obras Ere­ !9das, pois foge ao teor do artigo PO- ''IÇO. O rugo 34 da lei 5.250 diz ... .::.erA negnda n publicação dn resposta ou retificnção qnaodo: 1 - Quando nào tiver rolação com os fa­ tos referidos na publicação a que pre­ tende responder· 9 ' - • quando contiver exp:-essões caluaio- 8a8, difamutórias ou injuriosas sobre o 1ornal .. periódico, emissoras ou agencias de noliclas em que houver a publicação que lhe Jen mctivos ... »- quando se referir a terceiros em con­ diçoPs que criem para estes igual direito de resposta ... . _Ai está: o que vnmos publicar e aquilo que solicitamos «que as autori­ dades Municipais se manifestem a res­ peito·..e o senhor prefeito Municipal ~e manifestou ... A nota será publica­ no Jornal COREIO JARDINENSE Jcrna/ qne transcreveu a nota Poluição ... ,, 1 presa comercial ( como outra qualquer) e liUa mercadoria é o ESPAÇO (que nos per­ mite pagar 11 funcionários bel vlsteases) e somos obrigados a obedecer uma te be­ la de preços o um critério de pagamento ... n110 somos r:oatra ninguém ... não perten­ cem os a nenhum grupo polltlco ... não te­ mos Inimigos declerndos ... (ou cão) a não ser a prepotência, o abuso do poder a estagnação, o injuHliça, etc:, etc ... O que precisa (e está faltando) haver em Bela Vista é diálogo ... repetlml)s ... DIALOGO ... nas diálogo exige duea pessoas ... com Idé­ ias diferentes que dialogando poderão che. ar a uma síntese pE:rfelta ... uma coisa fica bem clare., de uma vez por todas ... Estamos coastruludo com sacriiíclos uma empresa reglo!!al. nossa matriz é Bela Vis­ ta, aqui edificaremos uma grande idús­ trln ed1tor1al. .. por favor .. , aiio aos a­ trapalhe... deixe-aos trabalhar em paz ... esqueça-aos o Jornal é patrimônio de Bela Vista e o que é importante o po- vo estó. CODOIICO •.. e (nóR o povo) pedi­ mos... mais compreenüo e menos guer­ ra. mna1s paz e menos guerra, mais har­ n.onia e menos guerrn. E ... quem não quer se molhar não saio na chuva ... ninguém é obrigado a ficar onde não se sente bem ... estamos (graças a Deus) livres para decitfir a respeito oe nosso futuro ... cada um é dono de seu nariz ... "Os inco­ modados que se mudem... nóR estamos be:n ... tranquilos ... crescendo ... lutando ... e satisfeitos da vida ... e não é para me­ nos ... o café equilibra a nossa balança de pagamentos ... e viva o gooa110. . . e viva o agri­ cultura ... e viva o Brasil colosso que vai prá frente ... com a ajuda. de Deus e doe bons brasileiros... » CARTA A REDACAO > b O que os nossos leitores precisam sa­ er, é o seguinte: Nosso jornal está de Portas abertas para quem quer que seja, Plicamos as matérias que chegam à Re­ açao, acontece que o jornal é uma em- VERDADE DILERMA DO PUNE GE 1 E­ RAIS POR üSO ILEGAL DA PI­ TENTE _O comandante do II Exi'.lrcito, general Dilerrando Gomes Monteiro, puniu disci­ p!Jnarmente os gr.nersls da reserva remu nerada (F-1) Morenci do Couto e iilv e Marillo Malaqulas dos Suntos, além do capitão Emillo Varo!!. pr uso e designa­ çiio hierárquica mllitur Pm atlvldacle 0 co­ mercial, segundo se informou, ontem no QG do lbirapuera. Os oficiais punidos vlnlJa1J1 assinando documeutos da tirma Mombras Montepio dcR Mllltare11 do Brasil e suas usslnaturas eram precedidos do cargo que possuiu no Exército quando estava na ativa. Tal procedimento po1 ém, é proibido oelo Es­ tatuto dos Militares, de acordo côm a Lei 5.774 de 23 de dezembro de 1971, artigo 32, parágrafo XVITI. O Exército vem omn­ pannando a transgrcessão dessa norma por olversos oficiais de reserva remunerada, ocupantes de cargos dt> n,la('Õl'ti ptibllcat1. chefia de segurança e dueção de empre- 11as, eseoles e orgúos públicos. Diante dis- 80, comenta-se, dever3 haver novas puni­ çoes, que atingirão primeiro os que mais abusos vêm praticando. RONDII POLIC 1 Peixes do Panta­ nal Continuam Morrendo Toneladas do pelxf't1, constltuidaR principal­ mente cio dourado, pncó e glrlpoca, morreram not1 últlmok cllaR no Hlo Silo Lourençc e seus ufluen • tes, no Alto Pantanal Matogros11ense. ,o con­ firmar u mortundad3 o Eliretor do Departarnénto de Produção Animal, Lu­ iz Carlc.s V1lorlun, admi­ tiu que os CUUSliR aluda nilo t:stiio bem deflolclds Na opinião de Luiz VI• toriuo e de alguns fazen deiros da região panta­ neira, o extermínio se deve ao acúmulo de ma­ terlul tóxfoo neuro ulado DUJj águas, em consequen ela das grandes queima­ õas que se vereflcam na região nesta época do a no. Somado aos resfduos de ngentes químico!! u­ tilizado na agropecuária e sa hipótese é também apoiada pelo naturalis­ ta Fritz Pluma da Uni• versldade Federal de ;la to Grosso, que vem do­ vunclundo Insistentemen­ te, o uso de Inseticidas pesticidas e desfolhantes como causa das profun­ das alterações no eco­ sistema bâ e CácerP.s, nos cerrados do Leste ou nas interminadas 1voluç1io de eeu atendimento uo8 8urudo cre­ ceu 100 por cento, acompanhado de uma necessária evoluçlo de todos os mecanismos de atendimento necessários de_produtor agropecuário. No período de o. aeelstõncia duplico.da: convênios, apli. 1975/1976 os sete privcipais produtos a­ nação de maiores reoursos, pr onlo nten- : gícolas cresceram 4/ por cento, em de­ dlmento médlco-hoapltal!!r ao segurado corrência das condlçoes favor_avels e ul!u­ e raclonallzaçiio dos serviços. das aos recente8 incentivos fiscais e fl- A esft-ra de atendimento e asslstên- nunc.ilros. proporc10nados por dlver;;os c:lu do Jptimat tem se diver;;ldo êontt- programas federais e estaduais 0111 exe­ nuamente tnto pelo creectmento demo- cução: Por ou.ro lado a agricultura foi gráfico do próprio 1!:slado de Mato Gros. equacionada dentro de uw bl1m cinco fornos de 20 de Incentivo à Produção e Beneficlamen- m~ga.wats com produção de 44 mil tone- Segurança Nesse setor hr a destacar o esforço de­ svolvido para a capacitação profissio­ nal do servidores nus áreas civis e mi­ lllares da ecretaria de egurança Públl· ca. A descentralização e racionuHzucüo da atividudes de expedição de carteiraR de identidade e de h>tbilltaçào a condu­ tores de veículos foi l)utra 'l!eo!da sunea• doru de impasses administrativos. Umn medida do eltwado ulcaoce social e profissional foi o aumento substancial da rtmuneraçüo nll Policiu -:-.1111tar, r:om vistas à eleçüo e qunlidade dos efetivos, Jre11ponsá veis por signlfico.Uv&. margem da segurança pública uo Estado. Paralela­ mente o reequipamento das ualdacl.es po­ lciis civis e militares, construção de no­ vas unidades integradas de segurança pú­ b,ice, vieram representar uma considerá­ vel e -,fuc,:üo no quadro de segurança pu­ blica no E-lado de Mato Grosso, a dei.­ peito dus dificuldades provenientes ria vasta e:--a•nsüo territorial. O llepartameoto Estadual de Trânsito pôde ioiciar um processo de modernização que já começou a ser implantado em to­ lo o E·tudo, impllcundo na aplicatilo de rec:1rsos da ordem de nove milhões de cruzeiro,; aplicados eu, semáforos inali­ zaçào, camponhus edu<:otlves e expedição de documentação. Fundação do Bem­ Estar do Menor A Fundação do Bem-Estar do Menor de Mato Grosso - FEBEMAT vem atuando com prioridade na prevenção_ da marg1- nalldude do menor. Funciona C'm Culab,'.1 um Centro de Atração do lltnor para 1.Hluca-Jo, prvfisr.looallza•lo e encaminhr para empreo. Uma Importante meta u e desenvolvida em todo o decorrer des­ te ano 1wr u lnleriodzação da ª"sistên­ cla prevtinllvo ao menor, P.lem de um Pla­ no fntegrndo p:i.ra Prevençllo, no período 1977/7!1, em convênio com a FUNABEM Agricultura e Abastecimento O Estado de Mato Grosso apresenta -se ntualmente como um dos Estados que melhores condições poasul para con lrlbu[r com o desenvolvimento do pais e com o equilibro de sua balança de pa gameotos. Detentor dt gronde va1lacão de cl!ma e solo A de lmenim área dispo nivel, vem atrnlndo um grande fluxo migratório e e transformando em grnn- to da Borracha Vegetal - PROUOR, au,d­ liaram a execução desses projetos. MECANIZAÇÃO AGRÍCOÍ • iniciou-se em 1976 o sistema de patrulhas recai­ zadus cu;a execução será realizada pe­ la CODEAGíll. ARMAZENAMENTO- a capacidade de armazenamento de Mato Grosso no acompanhou o cre6cime1110 de rrna agrl­ culturll, que obrigou 11. CiSEMAT Jncrc. mentar em 1976 su estrutura operacionnl em 09,7 % em o feria de armnzerrnmonto. Atualmente u capacidAde estático de ar­ mazenurnento do Estado é de. 700 mil to­ nelarias próprias e alocadas. O crescimen­ to do atendimento n clltrntes foi 395 por cento nn última safra, em decerrêncla do desenvolvimento do Programa Matogros­ seuse de Armazenamento - PROMASA, que pretende elevar até 1079 pura um mi­ lhão de toneJa!laR o cap-tcidad~ e tática de armazenamento do Estudo. DEPE r A ITÁHI. ANLIAL-deseo• v.,ivlda Através da loclu•áo do Estado no Programa Naciona! de Saúde Animal e projetos de combate à onemla Infecciosa. e Ievantumonto, helmlntológico, !ie consll­ tuiram na linha básica de coxduta. Inseminação Artificial. O Programa Matogrowsen­ se de Inseminação Artificial atingiu em 1976 11 5-1 propriedades, realiz.ando 18 mil rn•emi11nçõe,, 16 mil exnrte• ennitários e 17 mil ginecológicos. !-ementr.1 ~lclborndas • A comcrcinliznçAo de 1500 tunelndn, de ,emente, Edecionada•. en ,n!veu com• plexus operações de produção, aqui,içâo e de :i•• ,istêncin técnicn no cnmpo de produção Diaman­ tino, Onrra do ugres, Hondon6polis e Jciara, loborot6riot e usinas de beneficiameuto de e­ mentes , por fim, o enquadrnmenw do Estado de Jllato Gn,rn na políricn de preços mínimo• paro semente• Edecionadn• junto à Comi .. ão de Finuanciumento da Produção. p,.•qui,a Agropecuária • Fornm des.-nvolvi,101 em 1 1976 •lois programa• no âmbito da Secretaria de Agricultura. um ictiol6gico, com a AFEocioçllo de empresários da Amazônia all-m d,1 articulação com a Embrapa que resultou na consolidação do Centro 'acion•I de Pecuária de Corte, em Com• po Grande, unidade, de âmbito estadual cm l'o· rumbá e Dourado• e nidade de Pe,qui,a de Cuiab6, resultando na formação da Empresa Esta­ dw, de Pesquisa Agroprcuária Indústria Comércio e Turismo Iadas anu ls cada Pró alcool, qur j temn quatro projetos nprova­ dos para o es!ndo, três para lcool do e 11111-1il 1 • açúcar e um de mundi­ oca, alé de duas outras unidades em fase de aprecinçfio. N11 prlmrlrit fase Mato Grosso poderá produzir GOO mil lilrns diarios de álcool·anidro. Convênios de coopernçllo com u Companhln Mato­ grossense de Mineraç1o etarat pra pesqulus tuds geológicos no Estado. Equalizuço dos Preços de Combustiv,-1 -l Energia um pusso ir­ portante lll1" favor da popclaçào fui u oblon(iio da equalizacl! o do pIe­ cos dos combustlvel11 o da energia eltltrlca Pra Mato Grosso. nrns euros no Estado. A+Im, por auto­ rização o onselho Na­ cional de Petró!P0, nten, dendo u gestões felt11s pelo Governador Garci 1 elo 11.0 Presidente Erne►- to Geisel, nlcaaçc.u-se a equnllzecllo em M11.l<1 Grosso dos preços dos combu11tívd11 e da ener­ gia t-létrlca. }E E ATO LANCHES O ponto de encontro da Soclo dade murtlnhense Rua Dr. Correa N 2 56 Porto Máto Murtinb11 . Grosso ... • •. .,, r e lssine 0 Jornal Tribuna da Fronteira Léiâ MINERIÇÃO BODOQUENi LTDI Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho "Uma Emprêsa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso•· Escritório em Jardim - Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Orient•J Cx. Postal 08 - - Ida _!"d "t- Tribuna da Fronteira GARCIA NETO: MATO (Continuação/ só a conomia dvinda desa medida no gás liqulft!to de petróleo, cuja reduço foi Cr$ 1,o por bujão de Í Kg, de nove milhões e melo de cruzeiro refletidos diretamente no cu.to de vida. O preço e«qualiz +do da energia elétrica deixa de ·er um impeeilho para s ind«triai- que de-ejam e t­ rnlnr em llato (;ro•~o. J)ISTIUTOS INU_U 'TIHA Acham-se em fase de levantamentos técnicos e e+· tudos para implantação os distritos industrias de C11111pu Grandc e de Cuiab!c Turismo Crida há menos de ,!ois anos n Empresa Mato• grossense de 'Turismo 'TUILMAT vem e pautando pela fixação de um política uniforme de turismo no Estuelo. o momento, dois grandes projetos estão em execução, o Balneário de Aguas Quentes cujos estudo« estão em fase de conclurào. Jl:l· rn n comrnu·no de um n1oclerno cornplexe• !miro• termal e o aproveitamento turístico de Chapada doM Cnimurile• urruvl,s ,te convênio entre o Govcr m, Esra,lual e u EIIIHATUH o 111ai 1•r município do mundo com um potencial turístico invejável, enquadrado numnn área de 3o il hectares já_de­ eretada pelo Governo do Estado como de utilida do pl1hhcn pnrn de fins ,lt·~ur,ropinçno. O l'anlanul mnro~rossensc vem sendo o ,jelo tlc c,rndoM p11rn nprovcitamen10 turl,lico cm foce suo ecologia, be l,·za e recursos 1101urui~. Energia Planejamento . A Área de planejamenut» no E-talo, deenvolvida pela Secretária de l'lanejento e Coordenação Ge ral teve ampla atuação como executota de at dade·meio, Hlá que de·tacar o proeeo de elabo ração orçamentária do E·tado que pa·o no, últimos ano· por profundas modifica+e com a doação de novos conceito e asimilação de no· vos método objetivar do maior integração entre o planejamento e o orçamento, de forma ase gurar fetivamente c» recursos financeiros nece­ ~ários á concreti:wçà•> dns oçõe➔pru::rurnodaP. o~ projetos e otividndcs fornrn o::rupados em rnb-pro• gramas que por ue vez +e agrupam em pro!Ia mas representativos dos meios e instrumentos de ações orgânicamente articulados, e essas açóe do !(0Vcrno f,:rom reunidas em grande grupos deno miondos funçõed, ntrové• dos quais e procurou olconçnr os objetivos cst.ndoaiP. Sob o fon_nn . •lt' empréstimo, o Governo cstutluul ''!" cont1111.wln· ,1., 110. progrnnrn• inicin,los em 1975, e tendendo ás novos neccssidnclcs de in,estimento t.unto na área econômico-social quanto de infraestrutura realizou um montante de 472 milhões de cruzei ro• sob o formo de emprestimos intcrno• e xter­ nos, Dos programas federais que atuam em Mato­ Grosso dos 256 milhões de cruzeiros previstos, 1?8 milhiks fomm liberado•. Nesse ,cror htí dnM conPi1lt·rnçõe• fundamcntoís u se fnzcr. A prlmcir•1 6 o produçào o clifusüo tlu energia elétrica 110 Estndo. A seguntlo a sua utili znçilo no cnmpo ,oclnl. tombbm. inovado no Esm• do de Mato Grosso, 11 exemplo tio sistcmn ele li• gação domiciliares de água financiada. o ano passado 4.135 fnmilins ,ln bnixn rendo em oito muni­ ci/>ios mais impur10111cs tio Estodo forom heneÍI• n, o, com n ligoçà'l de cnergin elétrica fíoacindn longo prazo, Estudos reJlizados pelo Centrais Elé1ric11s iln1ogrc,s.cnses ·1 A - CE.IAT, imlicarnm nesse; núcleos tle boixn renda, gastos da ordem de 50 cruzeiro• 111cm1-is cn111 iluminaçilo convencional afora as dificuldades naturais da inc- , xistêncin ele iluminçilo e ele outros rccur.os. Pro· gramou-se n di[milo tlu cncrgin elétrico o rssns fo. milios em moldes de baixo cnslo. A preHhçilo men• snl do pn,lrio ,b energia é tle 25 cruzeiros acre· eido do consumo mensal mínimo estimnelo em 30 kw, CrS l8,,l5, somondo Cr$ 13,45. A C EM A T cons1u1ou tlois fatos inusitados, a completo ousên· eia ,le inu1l11nplência no pn::nmrnlo dos prestações, e u crcscenle clcva~ão do pudr-Jo s6ciu • econômico dos consumidores, depois do im1alnçào cio luz elé­ trirn, n pon10 de e fazer necessária a cnlucaçilo tle mctlielores nessas casas, porque o consumo gemi ultrapassou aos_ 30 kw estimados. ELl"I'HOBIIAS - Nesse aspecto, a CEMAT rece­ beu dn ELETHOBH,S ,olici1açào de toda n meto• dologin oplicudn em lnlo Grc"o no finnnciomento tio p~drôcs de energia clé1ricu paro dirnlgaçào no resto!9,pf%. CO MO EVOLUÇAO DO CON l1O DE E- NEl{GIA - lm 1976 o cecimento de energia elé­ trica no Estado, em termos de consumidores, foi de 36 mil novas ligações. O consumo por classe de consumidores registrou mnior numcnto no setor de ilumiouçào públ,cu. t:lc1rificuçilo rural c industrial. Em 1977 n C E il A T pre,·ê n crioçào de seis cJoperath·os regionais de e 1 e t r i fic o ç ã o rural e n incnrpornçào de mnil novos consumido­ res, decorrentes dos programas cm nndomento. o ono de 1976 n ccreturin de a(ule pre• ocupon·se com o nmplio,;ão do, sens sen-iços e com o melhoria tio rctle de uni'.lndrs Fanitári~s, dinnrnizoçào dos serviços e convênios. cumpnnhos em massa duplicando os vncinoções, convê11ios e criando umn estrutura copa,: de rnporlor n demnn· cio de saúde que Mato roso começa a impor com seu crr•cimenlo tlcm?~rófico ncrnluudo. IUA DE DE .ODE: foi duplic.1do o núme• ro de unidade de Foúde existentes no Estutlo, fi6 rm 1975, po1 o l ?. em 1976, afora s reformas e omplioções. Em 1976 foram construidas unidades tle soútle cm 13 muoiclpios, e refo,matlos as já e­ xis1cntcs cm sele 1111111icipios e ampliados três. As ,•onstruções oheeleccm n critérios e neressidJrles de funcioooJidotl.: e rncionoliznçi!o, implicando nn D· plicnç' o dmpetentrs di­ zem que é irnpol!sivel, mas porque? Temos uma administração a altura, legislad ores oompeteotes etão de parabén3 os nossos vereadores, [a­ çaru forças, gritem mes• mo, por aquilo que nece­ situ.mos e merecemos já pensaram em quauto ficartí. a um pohre que uão poje perder um dl· a de triibalho a ter que gstar com viagem, c-m hotel e outras coisas mais Como poderá a das- e pobre andar docu­ mentada, como exige a lei? Parabéns vereadores sempre firmes, pt;r que vc!e!. nãu estilo mendi • gaodo, estilo pedindo o que é nosao, digo, do PO· VO BELA VlSTENSE. ALFREDO MELO M g'y EIS Eletro-Domésticos em Geral - Facilidades de Pagamento .,, Colchão casa ALE Casa espuma, Ale sisai, Mveis: divino molejo ortopédico e firmeza progressiva) Onde Voce Compra Tudo Pcxra Integrado Algodão o Lar. 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Todus as metas administrativas do atual Governo do Estarlo de Mato Gros­ so convergem pra o mesmo denomina­ dor comum traçado em todos os setoreR da atividade pública estadual: o homem como meta final do Governo. /-.ssim, tod!IR as atividades setoriais tem buscado adequar-se a essa filosofia definida em Hl75 pelo Governador José Garcia Neto que se propô;, a realizar um governo polltieo, assim entendido co­ mo inteiramente voltado paru a valori­ zaçüo do ser llumnuo. Por Isso, reafirma 11empre, n!lo Sb preocupou com a suu perpetuaçilo t:im obras. grdudlosas, mat<, na gmndlosldade das obras de infra-estrutura social urgen­ te necessárias num Estado como Mato Grosso, cujo crescimento extrapola bas­ tante à média nacional. Assim, há que se destacar a preo­ CU'aç!1o c,[icla com a educaçilo. eliúde, com o artesão, com o funcionário públi­ co estadual, com o saneamento bàsico e a Plevação do padrão !:!Ócio-econômico da populaçflo de camadas menos favo­ recidos. Assim, oll.o pode deixar de se salientar a inovação introduzida em Ma­ to Gcosso, pior.eira. no Brasil, de finan­ cimento, de ligações domiciliares de á­ gua tratada a familias residentes em bairros pobres e de padrões de energia elétrica. Pesquisas posteriores vieram mostrar sensível elevoção d0 padrão de vida dessas populações. Contudo, a ad­ mmistração estadual vê-se continuamen­ te aa iminência de superar os desafios da distância e da vastidão do território matogrossense, que aliada aos naturais problemas administrativos. levou o Go- Promoção Social Criada há um ano e ulto mese11 n Fuodaç!lo de Promoç!1.1 ·oclal • PROSOL tem comCl fllosorla promover o homem através de programas destinados õ. me­ lhoria do 1ma condição :1ócio ecunômlca. Tem sido dada uma atenção especial ao urteso matogrossense, detentor de uma rica gama de crlnt.lvldade que estava morrendo por falta de estimulo. Para rea­ tivar o artesanato ea Mato Grosso, concentrou-se esforços para atender às necessidades materiais e sociais dos ar­ tesões, criando dt1sde o ambiente propício ao trabalho em onze centros comunltu­ rlos de artesanato no Etdo oferecendo treinamento, estimulando novos artesões ensinando métodos que possibilitem mller a provellamento da matéria-prima, aqui­ sição de leda a produção dA qualquer natureza de artesanato pelas "Cus11s do Artes[lo" que funcionam no Estudo, e comercializam cs produtos sem fins lucrativos, realização de feiras livres, e exposições e desfiles de moda artesanal fora do Estado, além do aproveitamento do artesanato indígena. Um dos exemplos de recuperação d➔artesaouto em decadência qu'! a PRO- OL pôde realizar foi os das . rendeiras culabaoas, uma urte em que foi assimi­ lada dos iodios que habita,am a rl"'giào de Cuiabá antes da fundaao da cidade, cujo couhecimeoto restringia-se a 30 artesãs de Idade m~dia acima 50 anos. Hoje es­ se número subiu para 364, e tende a cregce::-, J1strihuidas Oll faixa etária de 13 a 5o anos. Os novos métodos a­ primorados do artesanato introduzirlos nos treinamentos reduziu o prazo de te celageru da rede, permitiu melhor renda e garantia de comercialização ao urtesão Afora esse programa a PROSOL de­ senvolve outros 011 área soci11l atenden­ do a entidades sob sua responsabilidade direta e Indiretamente au..xilla o:.:tras, pro gramas de prevenção à margín11lização rto menr,r, com assistência e profissiona­ lização em clubes do pequeno trabalhador programas de alimentação e nutrição u­ t i l i z a o d o o s i s t e m a de mi- ol-ioclústrias do rico artesanrito alimen­ tar matogrossense e, ultimamente um programa inédito no Estado, a difu~ão da soja como ellmeoto de múltipla uti­ lização nas classes menos favorecidas. Ceotral de Leite de Soja- , presidente éa Proso, Maria Lgia de Borges Garcia encomendou ao Jns!ltuto de 'fecuologla da Alimentução, ela UnlverFidarlc de C'a!l1· pinas, um projeto para implantação d uma usina pioneira no Brnil para pro­ dução de mil litros diários de leite de soja destinado à venda no con­ sumidor por um preço em torno de um cruzeiro. Foi assinado este mês covo. nlo de financiamento d Suleco e o Go. verno de Mato Grosso para a implanta ção dessa central que funcionará até Ju­ nho em Culab ~ Centro de Reabllit·1ção- , Funrlnç1lo Pro­ HOl mantém t>m Culabá o único centro de reabilitação do Estalo e da região norte do pais, atendendo à demanda de toda essa vasta região. tanto a segura­ dos da previ1encia como particulares 0 não-segurados. Saneamento Básico Melhorar a quallr1ade de vida ur­ bana no Estado com vistas a consolidar até 1.980 o programa de saneamt•nto Bá· sico do Estado dentro da filosofia do Planasa foi a pl'Ouosição definida pel11 Companhia de aâeamento do Estudo de Mato Grosso: Sanemat. Inovando complei.,mente nesse l!P.• tor, a Saaemat adotou em ,lato Grosso o sistema dP ligação dom:c!llar de água em bairros pobres de tod6s as cidades onde atua, atra vês de sistema de finan­ ciamento a longo prazo, cuja mensalida­ de pode chegar até a cinco cruzeiros. Isso implicou al( m do aumento do nú­ mero de ligação realizadas passando de 203 mil em 1.975 para 2'io mil em 1.97G. significundo 38 por cento de acréscimo. nm significativo aumento das rêde de distribuição de água, que chegaram n 115 mil melros. Segundo a empresa, a ofer­ ta de água tmtaJ11 às familias de baixa renda contribui seosive!ment::! para a diminuição do coeficiente de mortalidade infantil e, também, no aumento du vida média da população. Durante o uno 1976, a ANEMAT' a­ tingiu a 24 muicipios no Estado nos qua­ is todo o ahaFtecimeoto de água é tra tado. O faturameoto da empresa cres­ ceu de 1l milhões e meio de 1975 pa ra 22 milhõa e !2 mil em l97h, repre­ sentanc!o 9!i por cento de crescimento, decorrente principalmente das medidas de modernização e racionRlização admi­ nistrativa e da iocorporacão de mais se­ te municípios ao i:istema Saoemal. A relação arrecadação / faturamento, 85,9% em 1975 elevou - se para 36,6 % em 1976 No ano passado foram instaladas estações compactas de tratamento e Miranda e Porto Murtioho, a últimas ciJades servidas pela Saoemat onde a ãgua era fornecida "lo nahira". Em estações compacta o fornecimento de gun creu para dois mil metroR cúhfcoti, om poç1111 tubulares profundos equt­ pados e acoplado a r e• des de distribuição, 288, mil litros hora; numc•nto de 3250 metros cúbicos reservatórios; 15 mil ILO .. tros de extensão em t­ dutoras e sub-udutoras, e outras utividuaers estrl­ tat: do ,,olor, que lmpll• curam cm lnvestimentofl du ordem de ó2 milho8, !J 15 m II e 5!J7 cruzeiros. Habitação Foi outro setor im­ pulsionado pelo Governo do Estado, em face de su imediata atenção no setor dn atlvldlade social e reallt.ado atravéz da Compnnhla de .:JCabitaçõe9. rle Mto Grosso-COHAI­ MT. que, resumidamente realizou a construção de trê.i conjuntos ha bitar.i'l· nis, somando 2.245 hnbi tações, nas cidades de Cu1ahá e Campo Grande inc!t;lodo 944 casas de.,­ tinados a servidores ela­ dual,; tUjlJ projeto já foi aprovado na área do entro Políllco • . .dmlols­ tr ativo, em Cuiabá, cons­ tru;,:ão de 141 cusas em terrenos próprios dos be­ udedàrlos, aplicando re curs'.1S da ordem de oito milhões, aplicação e re­ lho1ia das habituçõ'a nos primeiros Lücleos r3 idenciais construidos no E,lado em número de 433 casas no projeto ex­ perimeutal, qui> 1omará recursos já aprovados pe lo BH, no valor de 9 milhões e 990 mil cruzei ros; implantação de uni­ dades comunitárias para centros de artesanatos e de mini-indústriSJ.s de ar­ tesanato aliIDentar em diversos municípios. Ou­ tro programa de ature­ za iminentemente social t {Continua) , GR FICI Impressos em uma ou mais cores Impressos Comerciais Inscrição Estadual 13.088.446-4 estudantis - Serviços a Cores cgc 03_.570.314/0001-18 RUI MllRECHDL FLORHlNO IMPERITRIX 1582 PONTA LTDI. - PORD MI. ,· Del Vista- M -------------------------~Tríl.J !'lll <,,! Fron!Pira --_;.....;.,.;..;,.;.;.;_~--------- Dr. José Ribamar Cruz da Silv,1 l'artoic:, Ginec:•1logía, Clinlcu Geral Cornmilórlo - l-tu11 Quinzt, eh> Novembro, 481 . Te! 203 RELA VISTA Autorizado Motocicletas - Motores de Revendedor Grupos Geradores Rua - ' ·.U YAMAHil Popa • Assistência - Técnica ~ Peças 905 Marechal Floriano, Porã • tvt. Ponta rrrr»mor±w±030±0w0reremo0roer.0Erre;0o#& Acessórios para todos os carros Nacio­ nais parabrisas, escapamentos, rodas, consoles etc. Instalações de auto rádios e toca fitas. 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T·>davia, desde quando conh ·ei a hospitaleira "Prin. ces'1 do Apr" e travei contato com o rll­ oamismo e nrrojo, e~peraoc;a E- fé nu por­ vir, atributos tuerentes u sua pessa, sem­ prr acreditei D,!i; 'e empreendimento jor­ alistico, consoante reinter+damente pr3- curei demonstrar através de corresprm­ dêacias, que Óil"e!Ii !av•r parte do;; ar­ quivos da empresa. Portanto, não seria 1.Je~la 01,ortuoldade que deixarici de reno­ var e r-?dobrar us meus votos de r,ara­ bl:ns ao amigo Ivaldo e a todos quantos coostituem a equipe r~spons!'.l.vel pela clr­ culaçlo da "Tribuna da Fronteira". É a força do trab,ilh etll LH"an­ jelrn. Devido u l'nltn do Noedl, e por Indisposição do Gelullo Lino; assumiu u secretar!& o ve­ re11dor lldefouso P:nhetl'O, do MDB... A prefeitura enviou à Câmara. a relação doR funcio­ nários municipais, inclusivP. inativos e pensionistns... foi a pedido do vereador c.ly A' Barbosa ... A pedido do vereador Carlos Ctmturião foi urqul­ vnda u correspondência enviada pela fir ma Unlilo Agricola ao Ministro da Agri­ cu 1 tmn ... seguudo Carlos ... a Cllmara de­ ve permanecer alheia aos acontecimen­ tos surgldob POIT~ aquela indústria e o Preft!ito Municipal... É pois é ... , E • [.' !Jr, l J. 1 ri ' il E r 09-& É Elogiável ver sempre a opinião equilibrada do ve reador Turiul. .. (já foi prefeito) ... um ver­ dadeiro "gentleman" ... ele merece- .. para­ béns. Pauleir-::1. e,?-h;tern funcionarias municipais que es­ tao l'eoebendo aléra do &lilário mínimo vigente ... "Vereador Nivaldo de Barros e Afonso Dillon de que maneira estes funcioná, ios recolhem o INP ? pergunta dos dois vere2.do1·es ... sei lá eu ... O Vereador Nivaldo de Barros solicitou à Prefeitura ;~Ulll<'l!llll que t!nviasse à Câmara fotocó pias das olhus de pngamento ... foi aprn V •nador l't·l1 ()ulo P<,rll'lln. iJl'l'· sidente do C·ungesso, e deputndo Ulisses Guimar!ic-s, ptt•1.-IJetttc :.:•!clon:il ~. no uulJlnc­ te de Porte!la. no Senado, sob grande ex­ peetativa de parlam, ntnre,, e j,,rnnlista, Ao sairt·m do encontr·o. ncg,.1·11in- -eu re- velar os assuntos tratados, íllll!S ns ver­ sões corrente~ eram d,' que o diálogo ver­ sara sobre as rclornw- pülitica,;. Portelia disso que eabin a Ulisses, como convlcla­ do, l'azc>r as revelaçõe!". Ullsscc; su lu pe· ' la taogentc dizenclo qtte untef: prect11ava conversar rom a Ex.:('UtiYa NaciouuL C LÇ,DI ,TrS O Emb:ilxar1or rfq.; E(;A, ,Jr.hn Cr:mmlni:. yrometL·u aos culç»distu-. br:.1t;ilelros que suas preocupações cum as umeaçus de no­ vas restrições as veoc:;1s p>it·a o mercado americano l'er,1o 1-·vudas ao Governo de sei pais. Disse que utau comissão estuda o assunto em Washington e que us opi­ niões dos brasileiros ser+o «um importa­ te t'lemt•ulo n.1 decisf'.o !'iual>, Verdade? ~Oi'íHAR r:m1 DE'.IIOCRAC[A O ~linislro da lndú~tria e do Comércio, Angelo C&lmon de disse ao coweutat· as reivindicações dos empresários das in­ dústrias de base, eXJJ,essr1t; no documen­ to divulgado pelo :-r. Einar Kok, que Pa-uleira e poluição «lodos nós temos o direito de um dia so- O Vereador Ely Araújo Barbe nhnrmnos com uma democracia plena, m +s requereu à mesa que fosse enviado ao politic ... do Presidente Geisel neste sen­ Executlvo a seguinte solicitação: 1 t1_do é gradual_1~ta.» E acreci;entuu. «O Pre- 1) Providênci11s no Rentido de adquirir s1dente temn feito um esforço colossal no macacões, botas e luvas pura os funclo- st>ntldo_ de provocar a volta do pais à nnrios que ,cuidam da coleta ele lixo. . . norcr alisentem ernissiro excessiva de fu maça. E que venJeu prazo de 60 dias fixado por decreto, para que todos os veículos apre­ sc-ut.anat'm suas bombas injetoras reguladas e !11- cradag por oficinas auto­ rizadt!S. ' / r O Sr.José Francisco d1 Silva filho perdeu sss d­ cumentos e pede quem acha:- favor entrega s Prefeitura Municijal de .:J,i:dit,: P.G.U 200.066 Ca:­ teira C.N.H 200 OGJ Ca:­ teiru Profüsional«B" d11 • tg 2403/74 Exp P 31 Ciretram /j ( . f-