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1 
. - 1 
1
" ,.,. 1 
. , .r) J,) 
E>ct::;!!sào da Lei Falcão a todas 
a::: c.e:içõos diretGs no País 
). artigo+ publicados com nsintutas dos autores não traduzem a opinião do jurnsl, 
propósito de rtimmtlar u debate do problema« uuiripui e «d refletir a- !ir»s 
íundauor e Diretor Responsávil lvaldo Parira 
---·----- - ---- ---------------· 
r 
r 
lfo quP <':J)]irar - "are" E lalirn, Hlg­ 
fica 'arei.,", Nos fiteutros de combates 
de !adidors e do cristãos com fera, 
o el.Jiiu e:·,1 d,• •1rein. Uui p:i,:,;, u a desig 
nar pistas de toumdus e l'i11alme11tc c-Jr­ 
cos e pistas de espetáculos esportivos, 
Plc. N:"1,> há 11 nhuma 111'i111dade tlimoló­ 
gic<t < u ~rm:1.ntícu t•nlre o titulo c!esta 
i:olun11 e o nonn• do Partido, AHEN,. 
Mus o caso é que l'III curta clnlilo'.!l'a­ 
Lh4 "leitor ureaista", de puso que nos 
trn1um.ile "f('l!CituçÕl'H'' porque e,tt• jor­ 
al 'buixou o Har,ufo l'm no~-o dirPtório", 
também nos censurn por havermos e>que­ 
ciclo col~u~ mai,-; sr•rl111, quP n m, lezn doi- 
110,:sos politicm; sombru-,gu .1 fresca ,c11pa­ 
lll-l,1rgo, irnprovitl, elos c,,mo chefes do 
nos,:o l'urlido ... 
Logo rle enlrad 1, "coisas mais sétius 
qu,1 11 molrzn" é portugues-buclH', p0i,-; 
seu professor dve lhe ter ensinado que 
PS cornpnr.,ti-o:,, de ~uperio1iclnd(' l'Xigfm 
"do q11e•·. e dnmo,-; zern ao mbrulseo 
"irrqm,vizu lo"cvm "z", muito embo1 u tarn­ 
bt->111 1uuito-; "prnlessoreti' all(km de qu.,­ 
lro com o "ti" i11tervocúl1co. 
E quanto ao conteúdo da missiva, nin­ 
!(Ul',• "bui:xou o sarrafn" Pm ninguém.<' 
inguém "buixou o ,-.nrraf,,'' em nrnguém 
Pimpks1m•nte porque THIBU:-IA DA FRON 
Tl~IRA nfto toma us dores de nin{rném, u 
t:[w ser do povo, e nilo fuz movimt>utu 
cf'nlra ninguém. A imprensJ. lem nas ,u 
:. ruãns os d stinos dos povos, e dilí 
cou,:1de1umos a mis!-i1o do j11rnuli:;ta pu­ 
lite, (0 que s01110,), n,1 pltni!UdP dus 
,u 1~ respnn~abi11duúes p:: rn e<. rn os que 
11.J s :are! as puliticus P a<l 11, iuistru tivas 
c ,,st uerr. o futuro cnndigno pura a Na­ 
çJo, : que.! aqui tc1mbém nó,- pertencemos. 
.li ;ter é f:cu,· 11l> 11ma vez por todas, que 
~nmos imod1ficuvelm,rnte imunes à malig­ 
ui l ,de e a instintos infetioreti, somos ub­ 
':il>Utamsnte infeusos a tt·lcas e futricas, 
porque o nível moral em que nos sitU<l· 
mos não hospedn 11. pusilunirr.idude dos 
11lcovileiros, nem ngusullm o ~abotinis,no 
d(li, quE se julgam ser o que não podem 
:-t'r. Fi:Jumeutt• núo visamos a ninguém. 
:las como ··couv1•rsa puxa con''l•r;;a". 
o L.to é que us realidades unas e cru4ds 
d,t 11oss 1 .ituali·tucle r,ol!t1c? .. longe estio 
<le correspondE-t' à~ ~xpectativas do Pnr­ 
t1.,., ti 11, 0 ::,e I f.,içonm às d-> povo, que 
eute frustradas suus esperanças, e isso 
prque u nossa situação politica lhe fui· 
la " indi>'pensúvel ncorrto fun1l••me
11
tal 
,'utre o povo e seus repres,•utuutes. uos 
(}Uni~ pt.'s:1 n re ,ponsabili,iade de ,-;erem 
·t exprd'f':io lgl da comu1J1dn,te. . 
Ora o que parece inca ntestavel 
é que a ma:ginílizçüo do nosso Diretó­ 
rio p "fores ocultas" aliás conheci tas 
11<.-ixou de ser ltente pur ter llugracl·•, 
e: n"' s.1s L'vidênc as l'irrnum s .º alerto. 
ao Dit·etói-io autes que e::'5e clima ume­ 
llÇàd01· que 'nos nbaía se emprenhc: 
rle crises aborticias que levarão_ao %S­ 
lucelam.:nto da uuidaJe p 1rt1daria, e~l.1- 
celame1,to ,liús que pu:·ece i.'i. e'ti,.- "'.° 
unss, na fugi;iu simpatia popular Pa! 
" d. t, piam voto 
'Ü'.11 !JS (jU.! ; ill ,l 0.1 e' ' • ,. ' . . ,j 
uo ·leitado, confia:e e -ohd..tieda! 
"'· . . • j • ,·o
1Iacao 
• mnu:to pussi l±ete nl ' ' 
.s p.li.que-. , Ieo 
:S::"1,1 s . qul'1r:.:. •·turupar o :iL' e , 
clach' nun Cl'U:J é 
eei.a:', porque u ve 
L 
J. Barros 
S nnnú í: 
quo polilicnm
1·11te trnnsfornrn:nm f>pJa 
Vista em pu Etriro d,· etIcI cncus p,•r,or,:.­ 
li<tivas, e esses erupíeios subjetivistas 
afastaram-nos de todas as árens pli!teus 
de <'Ujo 1tp,,io niíri pod,•n;oJ abrir mãri, 
,i:sembll'>ln, C:lrn,,ru e l::ieund'>. 
l'ollt>mo1- J.,l't"Ver as cl• ,- 1,tro,; 1, 
con<:1equéncia• que 
collH.'l'l'íllO!- dr,s • tor me:,ln~o e1'llndo ele 
coir,,1s, p.,i,; uma é ce ta: "Qntl111 ":'mei'1 
Vento Colhe Tempestade" : esa tem­ 
pe,;t:ule j) SP :,nunci,1 em ronc0s eh• tro­ 
'Õ,'s ao IOllg'' .. , 
i:lo eombalt·mos o Dir,•t(,l'fo, 
sim alvertimes a 'gregos troianos" emn 
:!el'lll, do qu, no fim de tudo isso sobra- 
1·1>1 pu rn o povo 
Fica os ruIu~os membros do futur:, Di 
l'Ptório, que te11hun am11r :l SUi! tt•na, o 
cleYer imnre,;,:ritível de lev11ntarPrn na. 
(Desculpêm o trocadilh•>) . 
D,· eorte que nir;guém '·baixou o ~lll'· 
ruro" Pm ilinguém, <'sptciulmt•nte 110 Di­ 
relórir. onde temos am:g s que respeita­ 
m f-l e pr, zamoi-, e precisaruenle pt>r is· 
so 11.i,·erlimo-lo, poi, sun figu•·n. rJ,.,·o 
que está sendo i. pagar!n, su:i. pn,;vnall 
dade ovisente é que estn sondo murgi­ 
naliz,uln, l' ~uu ault•ridnd" irwnrl!··~túvel 
<' que p,tú ~cudo uwrpéHia. Solapam-lhe 
a sobrevivência, eis tudo. 
Foi pois o 0osso, um artigo de cola­ 
poraç. sem propó,itos de cl••molicilo, 
e muito ruer.•,s de qu tlquer nmbiç!1o pe,­ 
sol, e tí10 pouco de no,; ass•;ciarmos nu 
c1,,511pr,-ço t' uo :.l('<respelto do;; qu,' f:,­ 
çm o Diretório alvo das suas m,1nobrus 
provoc,1tí1•ai;, ou de sin,ples deboche. 
Nossa atitude luterprt'tU () penSllllll'tllO 
do povo. e IJ<J i;cin cl1> povo 111nc..la nflo 
ouvimo!- um '':-Dr' de apoio uos destem­ 
pero,; político• que e,;tí10 mandando tt 
aut ,rida de do Purtid.> para n ··lJrejo"' e 
o Diretório, "pelo cano" ... 
j' __ , .. ,f l"ff'ÍfJ ,t l ,,, IT ... a lnid. No fia explicito que 
os canudhatoa depurado fedral e as m@dor [pelas diretas) 
cama jitos l retrirs de pu4anda palita. tCalera 
, tt i! +'ater oportuna' lt'lllf' li 'f'il'~IHu. 
,i, 
-1---­ 
$ 35 G0/EN4.D0E5 
[7 
SER SERÃO E#TOS 
Essa elieio será feita pelo ms0 e6- 
lég,,> que eh-g, rã o go!er:rndor._ O, t,u­ 
!ros dois n.dor s ser? seolhi!os p·lo 
,·r.ro d•l',•t·1 e secn·t ,. Pou(.'1·u Iir1vci- a!c: 
3eandl..tos per pr ido, ou sj', {rs su­ 
blg ndas. Cada sena!r ss:à eleito cor 
cloh suplt·nlt>,. 
f~ f !ln per de11,t1-: conhecirln qtll" 
a er, nresa r·<lltnra r)t> •l• jornal -GllnFí 
C. E EOITOR  ,f'A .(1•,Jlc11-St' ta111bsm 
o etr d·impressos merclus, eonfee­ 
çil,i de l>. let11:s, Yer, !,;i; (Ir, folhlnbas e 
cale,dá ios, a[óm de ir ú:netos serviços 
l!f!'tdl,'l ,.r, i;er1,:- gr .. f,,, .. Umn c·mprei:a 
j rnalbt·cn, IH> int<-rrnr. precl,a cliversl­ 
fiear suas atividades nr manter ,está. 
vel" a ei"cul içiío <lt> urn J •111:il, s 'do 
as,drn: d 1·r rnar:ei· 1,111 alto p 1drfio dl' 
org 111iz,ção p·II·11, co ;10 outra ernprl'SU 
qualquer, render Iue os e vstar em con­ 
tinua evolução. Visando esta slst-miticn 
•:dP.'1inhtrullvu, !1 fJil'(·(flr, da ernpre-a 
resolvrn nclota1· uma série de rPformns 
:,;end) a primrira a nom, çf,o de um 
GEHENTE Gl:íl,L para c-11i '.ar do!< 
interes do setor gráfico c 'IJJt•rcial. O 
element11 E:'('Olhi lo pata esta função é 
o senhor ERN ANDO FRANCISCO GASCO. 
ex gerente da t «SAS PERNAMBUAA 
em 3ela Vista. O j· rn-tl i i::tá ugora tok'll 
,.ll•nt..- intl, pc·nr·ent~ da GRAr;JC., funl'i­ 
ovando em prui anexe e cnm equipe 
própri. O Redutor l hefe da TRIBUNA 
e dos d m is jorrrnis do GRCPO, r!?ixa 
a din çüo cr,mercíal (que ucumulav·1 em 
pn juizo de jornal) da Empresa e passa u 
dediv'lr-se i xclusi';,,1:.ente aos jor;,als. 
r partir de agora, os clientes da 
GR,FICA EDITOR.-. .P, fPr11,, ll!endi­ 
d,,,; pPla equipe Jn senhor GASCO que 
foi porueado com amplo!< pode:·es p11ra 
res0Iver qunlquPr as,rnuto con:;ercl11l e 
11,lmim,t~ativ,1- . mud;rnçu ope111da na 
mpesa, refletirá numa melhor i'l global 
dos j•1rnais que terá uma equipe de re­ 
portu gem para cobrir qu,dQllt>r nconte­ 
cimento no sudoeste mtogrossense. O 
kitor sentira g: adalivameute urna melho· 
ria no padrão edi:nrial e na confeção 
do;_ jornais. ViE:nndo sempr,i faz<=r um 
jornal adulto é que n direção resolve 
mudar para melbt:r. 
l7 
CO ·ECilO 
Esse colégio leitoral -erá integado p ·- 
1.1~ mrm:>ros c!a A,,<erubléh e 1!Plegudcs 
d1s üm rus (caia Cümara iudicará um 
1 
Jei 'gado. mais um por ·;otJ mil hll.bil.!n- 
1~$ dfJ I uni ípi '· IIUIII l<•tal d,• P<'IO me. 
1 
no, dois. O.,;_ nndit!nt1,:1 serúo esc !bidos 
par co;:Yt!nÇi:o rio purt1rlo. 
IC REDUZIDO 
P"IZO DE 
1 _,f LEGIBIUDDOE 
de seis para dois 
meses 
E-sa me'idn' segundo 
:is PXpltet1<·Õrs dos poli­ 
ticos govt-'rrtiRtaf', visa a 
in pet1lr que 08 oeupun­ 
tt'.S de c..1rg,1s PXJCUtiVOS 
abntonei com muitt 
nn!ecedêncla ,-uas tar .­ 
fas admlnisl!'ativos pura 
caudldatar-He a novos 
Clll gos. 
il Consf ifuição 
poderá mudar 
com quorum de 
maioria absoluta 
As emendas consti­ 
tucioaals origír,árias do 
Congresso, para poderem 
ser 1;1precladas, devei ão 
contar com as a!!sloatu­ 
ras de um terç., dos 
membros da Câmara e 
um terço doR membros 
do eoarto. A& propost,,s 
do Executivo entrarão 
ctfretameate 1Pbate. 
Os manda1os 
dos Presidentes 
da República 
serão de seis 
anos 
:. eleição do próximo 
presidente. u !5 de outu­ 
bro de_ 7_8. será feita por 
um colégio eleitoral com­ 
pus.o dos rue.nbros d, 
atual Congre,,.8O e reJJre­ 
sentn.n_tes das atuais A , 
sembléias Legislativa 
(ll e3 delegados. mais urn 
por milhão de habitante- 
em cada E,atado). • •

Tribuna da Fronteira 
------------- 
R .G LAMENTO O 
CIIS l TERIÍR O E 
HO 
O Jornal <1011 Municípios Mutor;·ossen­ 
e, utruvés do sou Diretor jornalista Hé­ 
lio Leito, objetlvnudo contribuir para o 
desenvolvimento dus allvldúdes culturr • 
Is em nosso Estado bem como para ho­ 
menagear a Capital Matogrossense, lan­ 
ça o presenta concurso cujo regulamen­ 
to II baixo segue: 
1 O interessado deverá escolher na va­ 
riedde do usunto, o que for de sua con­ 
veniênela, desde que enfoque Cuiabá ou 
qualquer um dos temas a escolher abaixo 
a- Cuiabá nte a divisão de ato- 
Gt·osso 
h- Cuiabá e o desenvolvi nento do com. 
plexo urnazôulco 
c- Cuiabó: o berço da civilizrço e da 
cultura mtogrossense 
2- Os trnbnlllos deverão ser em proso. 
ou em versus 
3- Poderilo portlclpar inteleotuala, fun­ 
ciont rios públicos, estuduntes, prolesseres 
4- Os tru balllos deverllo ser datilogra­ 
farlos cm espaço dclR, de apenls de um 
ludo do papel tipo oficio, sem pautu, as­ 
sinado pelo respectivo autor. constando 
endereço completo de suo. residência. 
5- Deverão ser em trêd vlüs, com no 
miaimo l Juuans e no máximo 30, po­ 
dendo fiel' Ilustrado, tanto com fotos, de­ 
enhos ou recortes. 
6- Os ll·obalilos c!overão ser entregues 
pessoalmente ou remetidos pelo corre­ 
io, em nome do jornalista Hélio Leite ru­ 
u Arlindo de Andrade, 7I3 - 79.100 caixa 
postal 711 Campo Grande MT, ou à ru­ 
a Joaquun llurtinllo, 261 - 7 .ooo Cula­ 
b MT 
7- Nilo poderá haver rasuras ou e­ 
mendas nos mesmos 
8 Os interessados poderão participar 
até com dois trabalhos, Isto e: um cm 
prosa e outro em versos. sendo que a­ 
pena um será o classificado 
9 Os trab11lbos deverio ser remetidos 
ou entregues pessoalmente até o dia 20 
de junho de 1977. 
lo Todos os trabalilos, premiados ou 
não, poderão deJ publicados com os di 
reitos reservados ao Jornitl dos Municí­ 
pios Matt,grotlsenses. 
1º prêmio - Secretário Louremberg Ri­ 
beiro Nunes Rocha Cr 5.000,00 em prosa 
1° prêmio - Secretário José Ferreira de 
Freitas CrS 5.000,00 em versos 
2º prêmio • Professor Osvaldo Roberto 
Sobrinho CrS 2.000,00 em prosa 
2° prêmio - Walfreüo de lloura CrS 
2.000,00 em versos 
3º prêmto - Deputado Horácio Cerzósi­ 
mo Crs 1.000,00 em prosa 
3" prêmio Dr. Bernardo Elias Lahdo 
CrS 1.000,00 em verso 
4º prêmio - Jornalista Hélio Leite CrS 
500,00 em proso. 
5.o • Prêmio (em espécie) 
6.o - 
)) ( 
)) ) 
7.0 - 
)) ( 
)) 
~ 8 - 
)) ( 
)) 
9.0 - » ( 
)> ) 
10.0 
" 
( 
)) ) 
, 
11 • Todos e qua fsquer Informa­ 
ções deverão ser solicitadas no Jorna­ 
llstn Hélio Leite ou ao Sr. José Lino du 
Silva Campos à Rua Joaquim Murtlnho, 
201 - 78.000 Cuiabá - Mato Grosso. 
t2 - Pura o envio de alguns In­ 
formes, tais como prosectos sObre Cuia­ 
bá e região amazônico. (mlmiogrufo.dos), 
para efeito de pesquiso. deverilo enviar 
CrS 20,00 para despesas do material e 
com o Correio. 
Gráfica e Editora Apa 
CCC. MI' . 03.201.266 0001 	Isr, 13059234-5 
Diretora ]?esidente: laia stela 'U. [reira 
0irtlor 'Responsdoel: ..J o a Ido /1 e r e ira 
9rente geral: rnando Trancisco 9asco 
DEPARMEHTOS: 
R e d oç ii o: José ~lorio de Borros e 
osconcelo, ( E d i t o ri n 1 ista ) 
A r te: llélio Guedes Corrêo 
C ir eu 1 o ç il o : Jane V e lasques 
Com p os iç il o: Petronio Leào, Lyberocy Lino 
Altair Marques, Regina Mendes. 
O fie i n n (C 1t e ( e) Adnir Aaiceto 
Redor.ão. Atlministroç:lo e Oficina: 
lluo Duque de Corios /D Cx. Postal 23 
Assinatura Anual 
Belo isto 
Dcmnis Municípios 
CrS 150,00 
CrS 180.00 
A Sua 
Participação é 
Imprtante ajude 
O M08Rftl 
o 
E 
L 
N:1o é sem rnZéÍ.o que a doua de 
casu trula com desvelo a prnturla que 
ela usu com tunto orgulho. Para conser 
var eu brilho e beleza pelos anos ufo­ 
ra, a prataria exige ·idados spectais, 
T'6entes da WolIf. centenriu fabricante 
de prata de fama mundial. oferece estes 
conselhos para conservar faqueiros, bnut­ 
xelas e peças ele pratu. Convém segul­ 
Jos. 
O maior inimigo do metal é sua 
vulnernbill:.lade à oxidaçio, que escure­ 
ce us peças. For isso, a operação da 
limpeza deve merecer auita atenção. 
Para facilitar u limpeza mergulhar as 
peças préviameute em gua morna com 
um pouco de detergente. Esta operação 
elimino a eventual gordura depositada na 
superficie. A seguir, vem o polimento, u 
parte mais import:.rnte do processo e que 
se faz com os polidores de prata. Não 
esquecer que existem dois tipos rle poli­ 
dores: um que remove por atrito e outro 
que d1::soxlda por reação química. A pró 
pia Wolll desenvolveu este último tipo 
de polidor, o Wolffin, que além de dis­ 
solver quimic,unente a oxfd'lçâo. deixa 
sobre a superficie brilhante, uma relícu­ 
lo. protetora lnvisivel que impede nova 
oxidação duro.ale meses. O outro tipo 
remove a oxidação por a trito, o que 
produz minúsculos urranhõPs qu1: encur 
lum a duração da peça e onde a oxida­ 
ção se refnidarão lego termina a limpe­ 
za. Pa,·a a límpeza final e brilho, usar 
flanela ou camurça macia muito limpa, 
pois a presença de qualqurr partícula 
dum no tecido, pode provocar arranhões 
microscópicos. Ao esfregar, fazer em 
sentiiio longitudinal e nunca em movi­ 
mentos circulure . Assiro o brilho fica 
mui intenso. 
, 
T ST 
MU DO IN a Ttt 
(dão Carlos Batista) 
Criança Esperança, 
da vida em flor, 
Carrinhos cirand1, 
Bonecas tambor. 
Solicitamo ao rs. A • soc1a- 
dos do Clube Esportivo Bela­ 
VJsten e. que compareçam à 
Secretarfa do Clube para tratar 
de assuntos de seu inte.resse. 
A Diretoria 
ri1çu ternura, 
Com muita alegriu. 
De pulos e pipa8, 
Tudo é só fantasia 
Criança amor, 
Da vida da gente, 
Que foz o mais rude, 
Tornar-e clemente. 
Criança. criunça 
De bom coração. 
e deixa brincar, 
D2 !.'Ditar balão. 
Criança slegre. 
Que esconde a trlslez ,, 
Alegre se vive 
Com muita certza. 
Criança peralt!.1 
Que esconde o brio· 
quedo 
Dividas com outra, 
Que briuca sem medo. 
Crianças, CriançJi;, 
Não Importa a cor, 
Um Viva a vocês, 
Com wuito amor, 
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BELA VISTA 
A Editora Apa, firma proprietária e edito:a dos Jor:::ais 
TRIBUNA DA FílONTEIRA E CORI<EIO JARDINE E comu~ir.u 
: pruçu que u partir desta duta o senhor Ernado Fran­ 
cisco Gasco é Gereme Geral da mesma. Devido a fase ele 
expansão que ora atravessamos, mudançai:: radicais estilo sen· 
cto efellvactris, entre elas, a nomeação do novo Gerente. O 
Slltot· comercial da Empresa fica agora sob responsabil'dade dn 
senhor acima citado, assilll sendo, os se1·viços gráficos e s,,tor 
administrativo da Empresa deverão ser tratados cum o mes­ 
mo. o Senhor Ivaldo Ficará Exclusiva_mente_ com o set?r .io~- 
11alistico. llurla Estelt1 Velasquez Pereira - Diretora Propr1etárta 
Bela Vista, 11 de Abril de 1977 
Em 1951, rap zinho, este colunista Ira­ 
ballluvo num l:!-crit6ri•> de Enl! ·n!J 11i:!, 
como garoto de recados. Naquela época, 
para mim jâ tiio recuaún. Ull1i nind•1 
bem viva na minha memória escritórios 
desta natureza pertenciam a ·engenheiros 
tinham estabilidade, permaneciam. o 
eram como gora que as ''construtoras' 
aparec<•m e desaparecem como uma l'f:• 
trela ne negror de uma noite de lo vc•r­ 
uu, tendo urnu vl<la dêmera, vida que 
RÓ dura euquaolo l'e conslrr,em rloi, 011 
três aglomernrlos de caixotes de tijolos 
que dão o pomposo nome de "eonjun 
to babltat'lorrnl". Üll m:101õe3 dtFtu cons­ 
lruloro, por não seri-,m engenhei. Ol:l. ro­ 
tulam-se de ''incorp1>Mdore " •• upc,·in­ 
tendentes imobiliários". E qui os enge­ 
nhelros silo úpenas funcionàrlofi ou Cl)n. 
tratados, mas, como eu dlzir.,, bnvia 11,1· 
qnele escritório um r11paz chamado .Jor­ 
ge, já de seus vinte e pouco-; ano-< dei­ 
dade. Multo traballudor. dava seu duro 
durante o Elia e entuc.!ava num colégio 
rlti subúrbio à uolte. Como o situação es­ 
lavu vloleula. nfio existia emp1 êg,,, não 
querendo petlir e orm ro·11Jar, Jorge sen­ 
tou pmça 1111 polícl11, foi sr soldr:do. 
ão quero com i;;so dizer que soldedo 
de polícia seja a última profi;são. Pode 
ser até a primelre.. illas, noquele tempo 
não havia opção. O neirro i•1 ser solda­ 
do, mesmo sem vocação ou putri0llsmo 
Tr11b11llla!!do apenas pela manllã no 
quartel. à tarde fazia pe4uenos bic0s no 
escritório, isto é, no escritóri onde eu 
trnbalhavu como "boy•·. AWis, eu come­ 
cei ali como faxineiro. Um acadêmico 
de engenharia qu,1 ali dirigia um setor. 
mandou escrever numa !Jlaquetazinha ti­ 
po Ptiquela "encarregado da limpeza e 
zPlarlur do oatrlmônio'', t' pr<>gou nos me­ 
us peitoa. Eu fiquei cheio de vento, pen· 
sandCJ que era gente. Mas. vamos em fren­ 
te. Jorge não tlnhli lemp11 nem rle tirar 
a f11rda, sua missão era levar à secre­ 
taria de Urbanisr..:.o da Prnfeiturn CdGU· 
dos e mais canudos d~ papel, mapns, plan­ 
tas de cai;11, p:i.ra regi,tror, averbar. a­ 
provar, carimbar, rasurar, riscar, reco 
ber mil e uma assimitura.!' ... e pagar as 
taxas. A fil de pessoas com canudos 111:1. 
tal secrP-t1:1.ria era an,irme. Do tamauho 
das filas do INPS de hoje em rlia. Lá 
na malfada secretaria, tinha 11m funcio­ 
nário de certa eategorla funcional, que 
era "bicha", e fazi questão de mostrar 
que era. Não poclia por us olbos ou'll ho­ 
mem. que se derretia •·toda". Cabr:.. sa­ 
fado, de meia Idade. raspava as sobran­ 
celhas, falava fino e andava rebolando. 
Fazia. CCJmo disse, questão de mostrar 
logo de ~aíd1:1., sua identidade. Hoje cha­ 
ma-se ancrôgino. Naquele tempo era ve. 
ade, me!lmo. Ora. "bicba" e empregada 
domestica (que a gente chamava de cu­ 
rica ou chofer de fogão) não podem ver 
uma farda militar. É um desacerto, um 
desmantelo dos diabos. Certa feita J or­ 
ge estava na fih, :;obraçando um muo­ 
do de canudos. envergando a farda da 
briosa polícia militar. Quando a "Bi· 
Altevir de Alencar 
chi deslunbrada'' o viu qu1se cai para 
t1:1 . :,,.',lo ner,·,llt•lll. 1tl'f.,11a do HI to pir­ 
tiu de li, veto em cima, desmanchando. 
se em gentileza e amabilidades. As mo­ 
çu (]t;t' l',:((l'/llll l/ôl tarnb('m fila. jl Cilll­ 
adas e serem tratadas com ho,;tlli<la­ 
!e pelo funcionário pederasta, [enram 
com 6Jlo. • bicl1a" chamou Jorr,e a u:u 
canto e disse u-urrando; Eu vou te des­ 
p:icll'lr primeiro. bonitão. Só um mirrntl­ 
n]l(l o c>,1ô tu<lu pronto. Deixe-me ver n­ 
qul nas plantas. Azota... você tem quo 
quebrar o meu g dhn .... Jorg,• rliz quo pon­ 
i;ou. olhou h fil.r a 1-1ua frente. "E~tú bem 
amnanhi é sbalo, estou de folgu. T'e es­ 
pero r) ;1oito del>a!xu du ponle da torr,•. 
O negócio das plunla8 Mill a juto. Ula 
6l'J!lllnte .Jo1ge 11em pellfl(IU se l>XIS!ÍU 
poule da torre, quo ele nflo era nem f. 
diotu, Mas a ponte da torre estuva lá, 
deserta. sombria e, debaixo dela, "ansl­ 
osa' a "bicha'. Passado lgum tempo 
,Jorge e Piava com ua ncivn( 11 quem f'· 
le muito umva, dia-se de passagem) 
nu fila do cinema Quando menos espe­ 
ra, aparece a bicha rle~lurubrnda. Vinha 
com ódio, os ulhos fo1scanrlo. Chegou 
em frente o casal e demais circunstan­ 
tes, colocou as mio no qundris, su+pl­ 
rou. virou oA olbus o laFcou: 
- Carlê você. seu eurolão? Traidor ln­ 
qu·ilificá vel Voc:ê me paga, me pga. 
Ingrato, (e s&iu se rebol•rndo). 
O noirndo de ,Jorge terminou naqu~la 
mesma noite ... 
PLN'TIO DE TRIGO 
Preparo do solo: murço c abril . 
Época de plant[o: IS de _alml a J;:,_ d!; maw 
V-ari.-dade-: I,b-.>J, AC5, Paraguai: I BH 1146 
Londrina, Sonora 
E•puç,11neutn: 0.20 metro• entre linha, 
Densidade: 90 o. 120 Kµ:-ha de mente 
Adubação e Calagem; conforme a necessidade ex- 
pressa pela an:íli-e química do mio . 
Pragas mais comuns: lagarta elasmo, lagarta rosa, 
lagarta do trigo, lagarta militar, pulgão da raiz, 
pulgão da e-piga e pulgões das folhas 
Controle de Pragas: Cónforre a praga, o estágio 
da cultura e a intensidade de ocorrências; egun­ 
do orienraç:lo técnica 
Doenças mais comun-: Ferrugens, Carvo, Cries, 
Giberela, Sptórias, Oídio. llelruinto,poriose e 
Viro-€ 
Controle de Docnç,~: Usar rnriedJde• reeístentes 
Tratamento das ,emenre, PJanrío em época a.de­ 
quada Controle quí.mico (com n••Í•t. Técnica) 
Colheita: Quando os grãos estiverens próximos de 
13 a 11º.'o de um1d,de, reustenles n peneiração 
da unha. 
, palha de, e eHnr ,eca e com n coloração pró­ 
pria da Yariedade. Para o armazenamento fau:r a 
pré-limpeza do produto. , 
(.omen:1alizaçàn: Alra,·é, ,1., CETHIN. O pr.-ço 
m!nimo parn o trigo baseia-se no peso becto-litro 
padrão 78. 
)313)) D2) Importador e Exportado­ 
ra Bela Vista - Rua General Osório S/N 
, 
Impressos em uma eu mais cores 
Impressos Comerciais 
Inscrição Estadual 13.088.446-4 
RUA MDRECHDL FLORUINO 1582 
estudantis 
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cgc 03.570.314/0001-18

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Trlbunn díl Fronteira 
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l,:i.J 
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:.1s .° 
VU.rOSJ ~ . .IIAJoOA'JOJUVRA 
OOt.UU. 1;,000U.,,.S,L. 
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u 
, 
- APOLINARIO 
0e COE.EITS 
V 	V 
MAQUINAS AGRÍCOLAS 
%S337ê% 
Rua Te odoro Sativa s/ n 
Matriz: Rua Marechal floriano, Esq. e/ 1:o de Outubro, 
Bela Vista • 
LTDA. 
Mato Grosso 
.j 
1 
J. 
1 
1 
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Fone 139 = 421 Ponta Porã = Maio Grosso 
Filial: Amambai - Escritórios de Vendas Antonio João, Carat::ol e Arol Moreira 
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.e 
4 " ig 
1 
·l 
• 
e 
Ul 01 il 
Ter uma Colheitadeira Automotriz SLC é pos 
suir uma máquina que colhe lucros e também 
representa a conquista da tranqililidade e se­ 
gurança na hora da colheita. 
Pois com a SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, à disposição do homem do 
campo. Gente que, como ,·oci', cst:í 11rcocupa• 
da cm assegurar a sua colheita. 
Assistência Técnica com profissionais alta­ 
mente especializados, treinados na fábrica e 
sempre presentes na hora da colheita, com 
peças originais que asseguram a garantia e 
qualidade SLC. 
Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras), 
milho (para colher com a ncva Plataforma de 
3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um 
modelo de Colheitadeira Automotriz SLC (do 
tamanho de sua lavournl e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqüilidade hoje e a 
certeza no amanhã. 
Por tudo isso, os que já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acreditam no que plantam 
porque sabem com o que colhem. 
li' 
MIIQUINIIS UE 
COLHEM LUCROS 
Indústria Brasileira 
Tratores V almet - Colheitadeiras SLC • Implementes 
elecionados- Assistência Técnica Permanente 
Matriz _ Rua Marechal Floriano 2049 - Fone, 286-- Cx. Postal 18o Ponta Por - Mt. 
FILIAIS: llMllMBDI BELll VISTA

17-4.77 
Tribuna do Fronteira. 
Dr- José· Alberto Cotrim 
Enr,. Agrícola. 
J o sé Glaucy flores 
J 
'Hoje voltando a ocupar uma co­ 
Iuna neste p,stioso orgão de impren­ 
su que vem despontado com ogulho 
t• putrlmonlo c!Psta • progreHlllV11 região, 
go11111riu de aproveitar u oportunidade 
pnrn prnf<IUl' hnmenttgem II rtnis moçoH 
que uinda não receberam da socieuude 
bdavlslc•m o mai-1 parllcularn1cutc>, o de­ 
vido o m1•redrlu ugrulit•clmeoto pc1l0 lra­ 
bullw qu~ vt1m desenvolvonrlo. npôs o 
ato utrevido u que te propuseram so to­ 
mur nus mãos o destino duquele que o 
povo ch11ma ôe •·1radlcionul" ruas, ')UO 
, uiln llw propor,·lunum O!! meios e 0:1 J e­ 
cursos nece rios para a conservação 
do i-c>u honrnso lllulo. E nossa pr~l•.·n~cão 
mosh·,,r detalhes daquilo que vem sen­ 
do feito no Clube Esportivo Belavislen­ 
~e. Teria dlt1 um sócio, por oc,1siüo da 
Assembléia Gerul convecudu paru n Elei­ 
ç!to rlu dil'etvría à opotlunídade em que 
os dois rnpuzes se propunh<1rn a ver de 
perto os problemas da Agrerr•ioçilo; apro- 
 eile pessonl, u!lo é todo o dia que opa­ 
rece dois trouxus querenclo p1•g11r 
uma bomba! No fundo havia verdade na 
exorluçüo do Btl!lociudu, pois o.final nia­ 
guem meRmo se preocupava com 11 silu­ 
uçüo caótica daquele clube, desde hé 
muito tempo. A verdade é qua loS dois 
moços, imbuldos das melhores h1lenções 
, pegaram pra valei· e em pouco tempo e 
com recursos pró pios re voluctonarn to­ 
lalrnl'nte aquele próprio da sociedade be­ 
lavislense e & metamorfose verHicuda é 
1mrpl·1:endento e as;;ustadorn para os pes­ 
slmi tas e incréduloi, e porque núo dizer 
1 1:1.lé para uqueles que reservttdurnente a­ 
inda ucreditnm no trabalho e no dioa­ 
mismo das pessoas :lotudus desses me­ 
rítérios princípios. O Clube Esp.:irtivo BP­ 
la vislense, está de roupa nova... total­ 
mente novu ... O milagre acabou por a­ 
contecer assim como pura provnr nos 
lnc1 éclulos (todo in')rédulo é incompe• 
tente.. ) que Bela Vista. apernr de tudo, 
ainda couta com uma boa rei;erva de 
gente novu dotada de diaanismo, ação 
e vontude rle ser útil. Nem mesmo à e­ 
xemplo, jll. provado, de que "Santo des­ 
sa tena não faz milagre;· conseguiu des­ 
''iar os obj1Hivos progsmados por Abraiic 
Zacarias e Arsilel Lageuno, visando a 
reorgnn!zação fisíca de um Clube outro• 
ra. falido e eru vius de ser transformado 
em depósito de arroz. Queira Oeus, se­ 
nhor supremo de todas as cousas (e das 
coisas também) que o espírito mesqui­ 
nho ie dl'rl'Olismo, do calúnia drsgraçac 
úa e infundada não adentre nas linda;, 
"ca.:ieçinhns" doi; mesquinhos e invejo­ 
sos, elos crítlc.1s sistemáticos, desmoro 
1rnndo dessa forma a motivação e o er:.­ 
tusit1s1110 do pouco que resta de alguem 
que deseja realizar de forma objetiva e 
concreta. - Que a "fértil Jmagil.:açiio •• 
para n muldade, daquc,les que acreditam 
que tudo é feito por Interesses próprios 
recebam umu dosagem de d(•scent:la roes 
mo com o sucrillclo da e~terllização d11 
sua fonte gerndora de reações animales­ 
cas. (Ai. mesmas que os animais devem 
chamar ' renaç "human") 
Quer nos parecer, que j está na hora 
,lc nl••ul·111 ollrnr de perto e qu- foi feito no Clu• 
e Belavistens através de-ta dupla dinâmica de 
dirigente, Seria nté de muito bom se os selo­ 
re« legisladores honrados componentes da Cama­ 
rn .lunkipnl vcrlífra•~ern "in loco" o que e-1ÍI 
sendo realizado li-vnndo ussim o seu estímulo à 
esses nté então anônimos idealistas e e nada alem 
puder ser reivindicado, concedam-lhe pelo me· 
110, u11111 Moçüo ,le Louvor, ou em últ11no ca,o, 
uma benção como disse o meu amigo Guy CnrJo .. 
rn Gnlvilo quaud,, p<'<liu <linheiro pnru o Bispo de 
Corumb<Í e sntiu que era imposs1vcl, por ocasião 
,ln Cnrnpnnhn das Arquibnncndas rio E,tádio ()<-. 
tnvio Funtourn. 
Quunlo à rncicdntlc bclnvi;t,•n<c, incrérlu· 
la e rctrni,ln com rrlnçõe• no seu clube, a 111cllaor 
recompcmn pelo trabalho <lcsen,·otvitlo pelo A­ 
bruào e o Ar!<ilci, será o prestigio do seu compa­ 
recimento às promoções em massa om ,·ontatlc 
con1 umor •.. co111O nu!!i ,·clhos tcrnpo:,. 
lo fossem as marcas das cicatriz:., e ores­ 
sentimento <1ue nindn cultivamos de turlo quanlo 
sentimos nessa terra adorada, por tt"ntar conEtruir­ 
ulrruma coisn p11r coincidê11ci:1 qunr:c nu tnesma a­ 
idade cbgo a cor.fos.ur comovido. Gostaria de 
poder estar prcscnle nn fe,tu mernnráv,·1 <ln rc.1• 
bertura, muito pouco pela emoções que uma fes­ 
ta propvrcionn uo ser humano, mas, muito para 
poder ver tle pcrlo e nrnliar com umor com ule. 
gria e prazer qae se pode sentir oo ,:ntrcf!ar à 
•ocietlnde umn obra rcnlizndo, com trnbnlho a­ 
crificio. Pnrnbcns ,bruno Zacarias, parabens Arsi­ 
lci Ln~eano. Que n sociedade belavistense saiba 
reconhecer o trnbnlho que ncnbnm de dc~cnvoh·,·r 
visando rccolocor o tradicional Clube llcln,·istcn· 
e no lugnr que 'rculrucntc lhe cnbt 'J)c>r um direi• 
to de honro. 
,, 
1 99 
'ia colheita proficus, rápida, _com p'+° 
adias vegetando bem e dando um rendimento 0 
a esperança de todo agre ultor que e e·força 
para e completar no ao dando a els ' 
ino de atenção e cuidado= numero-os e infindáei. 
E isto sob a for, dos trat , t·ultur:u-t 
con-tante a-si tencis contra ptagu- e doença pr 
teção entra a iclemencia de rtos clima+ 
o entanto i-to nino pzs-a de um sonho qu 
mitos poucus cn-rzuetn concretizar, ma« então 
o +cesso alcançado r,a colheita rendosa pelo lavra­ 
dor sabido é presencia la por utros eu- amuro 
vizinhos «e agrieltores como vele que estão também 
interessado« ema saber como pvveder para obter ta 
1nanh..1. c.·nlheit:1 em t.U.J J "''>ur, 
ruente técnicos tr±dos de campo ct,n· 
seguem concretizar est sonho. , 
Pon111•· elt' pbnta ('•Jmn .-.ua un11:,!a t"' for ... 
11<.•t·t· p:t"J t· a o que nece- --it<l com o prop6.::ito ,lt• 
e-la contente diante de tanta -úde. 
ProCt-""t"--n .. contra o- insetos, vento forte e 
ero-o das água· no varpo, d lhe alimento con° 
lnlllt' e 1ira-tlw outras planta- que estão lhe 11H'O· 
modando nascer. 
i a:i é precico saber muito sara fo.z.,..r i~-u 
tudo. ten, ,1uc se conhecN 11 , i,la a plauln e Ecus 
cupricho• 110 <·ampo. 
Tem-se que ,ati•fau--la e ampara-la cum ca· 
rinhn :-m toclo"'I os morncnlo• do seu ciclo. 
E cut:io é chegada a horn tio conselho que 
e:-te técnico pode fornecer a seus amtgo, agricul 
tores como ele que querem obter uma boa colhei­ 
ta também: "Diria qur em primeiro lugar ha,·eria 
ncce.sidade de c,J11herer n planta bem seu lrnbi• 
Ult no campo. 
Em epundo o solo onde e-ta planta nascerá. 
Partindo tia premissa de que n planta já (: 
c-onhecidn pelo J~ricultor re?ta nn1 cc,nhcc-in1ento 
a respeito do solo d fim de qu e ta atue poeiti­ 
vamentr obre um bca colhena. 
Há necn,idacle d,· conbcca o i:rau de fcr• 
tili<lsde tle um solo t' o quanto ele pode fornecer 
as plantas em nutrientes durante E-cu ciclo. 
uma primeira parte faz-se um análise quí­ 
micn e na outro uma análise física. 
Sabeudo-fe que a análise físit-a de um so­ 
lo é conhl'cida. rna• qualidade; e propriedades re5• 
ta a análise química. 
E como coletar as terras de uma dada re· 
____________________ !gião para as análises química- dela, de acordo com 
o fntereHt: do a~ricultor? 
Ilú nc:cc5•idade de conhecer primeiro a á­ 
rea a ser cultivuda e fazer u111 hreve Je,·aot.nOJcn· 
to indi,·idual tlelns. 
Colet.ir ,!e 5 a 10 ,ubamostras em locais di­ 
ferentes_ para cac.In ripo de solo dessa região. 
Um r,olo se diferencia do outrn ern mCtlti• 
pios nspectos. Pela cor, topo:;rnfia do lugar (alto, 
encosta, várzea) - textura (duro, barrento, arenoso) 
·:- vcgelnçào (mnto. capodr:i, pnstagens. terru cul­ 
tivada) • e pelo seu maneJO (terra adubada e nüo 
adubada). 
Tirn-Ee t!~?-llS eubnmostru-. po.ra cada tipo de 
solo e nmn médrn dessas eubamo,tr:.s tir,1dus de 
;---------------------!um solo para a amo<trn definitiva. 
E então raepc com n enxada a superficie de­ 
le limpondo-o bem neste local e cave um buraco 
de um palmo d e J'rofundidade e com uma pá co­ 
lete umn p_orção esta terra, tirada tle "ºª parede, 
l kg. apro:nmadamrnte. f: umo subamoslr.l deste so­ 
lo. 
ADVOGADO 
&€RJY03)0 Rua 3 de Outubro 
(40 Li0 DA €)1A)Y 
Bela Vista Mato Grusso 
Or. Ivan Rlonso da Costa Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
Coloque-a num balde e colete out.ra cm ou­ 
tro local do mesmu solo. Depois de completar 0 
numero _de rnbnmostra• <lo mio colctndo tirn-se U· 
ma media <leln, do balde ap6, uma boa mistura de 
todas das. Eeta .. 0.5 kg. aproximadamente, envin-st" 
para o laborat6rio ou pe>Soahnente entre!!:1-,e lá 
no C~RP A. C'~ntro de _Peaqui;,aa <la Cidade, que 
.;... 	tomar:, as devidas providencias parn tal. 
Rua Voluntários da Pá1rin, 376 • Fone 210 
Bela Vista 	ilato Grosso 
[111p,,r1a111,•. - ;, f,•r, j 
ramentas da coleta derem rotar "+ 
limpas durante este ato d· { 
amo-trame não se deve ro 
letar subamo-tras próximas d 
rasas, formigueiros. galpões ou 
depósitos de calcáreos 
ou adubos, 
As amostras devem sr 
colocadas em arcos plásticos 
bem limpos amrrado na 
boca com numa ficha de papt IJ n 
no cordão postal, indicando o 
+ e u nome, enlereço e o n , de 
mostra tirada. 
Como r,•rnhudo <lei-,· 
trabalho virá uma recomenda­ 
ç:lo ,!e a,luboçlio nen••liri., 
para sua região fornecida pre 
l•1s técnicos <111.: 1 rnhalharn "" < 
lal,orn16rio e ba,eado 11,, 1 
alises feitas nela+. 
E a---irn bo111 ruc,·•"º 
nas colheita, poi o eolo 1d 
cumprir ua missão que é a 
de nutrir n planln t!uronlf• 
,r•u ciclo. J ' 1; 
(Folha de Marn Gro-•o) 
(Cortesia da Imp_orladora e [x- e 
por1adoru llda Vi-ta) 
R E I T O 
ln tJ e H E s 
O ponto de 
encontro da Socíe 
dade murtlnhense 
Rua Dr. Correu 
N º 56 
Porto 
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Rua 7 de Setembro, 140 	Ponta Porã 
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l'i t-7i 
HÉl 
ii3f ORMil 
ln 
Ili 
{ 
Estunos seurmente _intormados _t [ 
que o ex-Pro[eito de Aparecida do 'T'a. 
ho1d0, Ar. Geruldo Rodrigues de AImel- ' 
tia, o populur Goraldinho vai m8mo se 
c1111dldutut· a Deputudo Estadual 1.!ID 197d l 
os seus amigos e admiradores estão en- 1 
luslnsmados com a. s111.1 provável cnndl- 1 
oulura, umo vez que a maioria do pen- 
. 1, sum1•nto da p,1puluçilo daquele ntt.nlclplo l 
e ter um representante nuto na Asem- 
bléiu Legislatl vu. 	• 
rosco I 
Também o jovem empt·esárlo wal­ 
fredo Adõrno de Moura dn. rPglilo NortA 
Ll'sle do Est,Hlo. já urregaçou as man­ 
gas e vem constantemente fortalecendo 
~uas bbscs t•lt-il1,ruls, tenrlo em vista sua 
caudldaturn u Ueputado ERludual Pm 1978 
segumlo o Wnlfredo, u sua lntt>nção se­ 
rá u de repres nlur o emprHurlnuo uuque 
ln ca8a te leis. 
Walfredo Adômo de Moura, tido 
como um dos provAvels eleitos dado no 
prestigio que desfruta em toda aquela 
região, não tem escondido o seu otimis­ 
mo, apenas o preocupa n D i vis ü o de 
Mato Grosso. 
a 
. , ondo da rllvisiio do Estudo estA 
• x· eotusiasmando multa gente, inclusive com 
e 
1 
respeito à próxima c~nsitulçüo dns ru­ 
turas Assembléia Legislativas e o Par. 
lamento Nacional, jA se fnlu ndo em pro- 
vâveis uomes para Deputados, no Sul, 
os uomes de Francisco Giordano Neto e 
Elóy Pereira para Depurados Federal, 
8iuvnl Martins Aruujo, Pedro Dobes Joa­ 
quim Martins de Araújo Filho., Fernando 
de F1eilas (Prefeito de Jardim) e outros 
paru Ueputado Estadual. Na onda da di­ 
vls!lo dois nomes veC'l se projetando, o 
do DL-putudo Em!lio Vicente Vuolo e o 
de advogado Giordano ell•. 
1 
l 
IX./E!'; 
I CAMPEOIATO DE 
E1fO 
EP 
j 
[S O TE 
FJ7E!IOL DE 
SUDOESTE 
CilMPO 011 
Putrocinado pelo Esporte Clubo Jardim • JARDIM - MT. 
Art. 1º O present(' campeoouto será rea- Art, 13 Será cohrad'J no uto da lnscrlçúo 
llzado sobre o patrocínio do Esporte uma taxa que será estipulada pelo D.E.. 
Clube Jardim, através do seu Departa Art 14º Torln agremiação or;sumirà inte- 
•mento ele Esporte, podendo disputar to ira responsabilidade per tudo que con- 
das equipes desta região. 	tecer com seus tlets nas disputas das 
Art. 2º O presente campeonato será rea- partidas do presente cnmpeonto. 
llzado em dois turnos, sendo que. o Cam. Art. 153 Poderão ser inscritos para cada 
peão do JQ turao disputará o título com ugrerniução no !!'àxlm, dP 4 (quatro/ 
o campeão elo 2° turno em um jogo ex- utletas rio E.G Jardim inscrito~ nu F.M.D .. 
tra, com a data préviamente marcada. .'rt. 16° Oi. Atletas que sP refue o . .rt. 
Art. 3" Em caso de empate entre dunas ou 16, ,são os seguintes:; Cànio Ferreira, 
mais agreminções. haverá. urna partida ilarcos Aut,iuio Han1. Sldnriy rerrelra, 
extrn para decidir o campeão daquele Antônio Pinto Pereira. Carlos Américo 
turno 	Grubert. Jcsé Ab:llc. Alves. Lorlval de 
Ar!. 4" Toda equipe deverá apre:;entar-se Campos, ifalvino Azambuja Brum .• geu 1 
devidamente uniformizada (camisa, cal- Ferreira Alves, Tarcirio da Silva Jacob, 
çll.o, melu e chuteira). 	ilvério Chamorro, Ricardo Pereira, 
rrt. 5° A escaluçiio dos {lrbitros para ca· ,Jnyme /parecido da Si'va, Ian Pinto 
da parllrlu, seró feita pelo Departamen- Corrêa, Antônio Orrico Gonz'.lgJ e Elson 
to de Esporte, 48 horas antes da realízu- Rocha Nc,guE>irn. 
~::,;;:;~-::,;;:; çúo de cada jogo. 	Art. 17º ão seri aceita a ioscricão de 
C 
I 
Durante contato mentido com 
O 
De- Art. Gº Havendo acordo enlrc as duae a- atletas punidos pela Diretoria du Esporte 
pulado lforóclo Cerzósimo, fomos infor- gremiações e num prazo de 2-! horas an Clube Jardim e Depnrtamento de Esp()rtE'. 
tnados de que o mesmo será candidato à tes, lornarA sem efeito o Jrt. 5º do pre- Art. 18° O Atleta expulso de campo terá 
e_, ,teelAição em 1.978, e dia a dia vem for- sente regulamento. 	suspen.;ão outornáfü:a de uma partida e 
'ta tecendo suas bases C1leitorals. HorAcio Art. 7° A inscrição dos Atletas set'á fei• po,teriorwente sofrerà as penalidades 
Cerzósimo, da região douradense, tem ta na ecretnrla do E.C.J. até 48 hrs an em reunião do D.E •• 
recebido em ·eu gabinete de trabalho i- tes d::i realização do torneio inicio. Art. 190 As equipe:3 deverão estar em campo 
números prrfeitos e vereado:·es bem co· A_rt. . º A renda de cada . partida será s min. antes do início de cada partida, haven­ 
co político!' que bui-cam o seu apoio pa I d_ivid1da da segu:rte m_aoe1ra: E.C.J. 4~% do até l:"> de tolerànc1a para as. equipes 
ra tra lar de assuntos relacionados com lime vl'ncedor 3;:i 1/o e t1roe perdedor 25% desta cidade e 3o para as eqmpes de 
os problemas dos seus u,unicipios. Art. 9º A inscrição de caJn Agrernidção outras cidade8. 
.. 	será feito em papel almaço sem pauta, 1 Art. 20° Só será adiada a partida com 
.;;;,c-)!l(~~ 	conte11do os seguintes itens: consentimento do D.E, e soliciwdo em 
O do 'f:oio Vieira foi aprovado pa- a) Noü!é da ".gremlação· 	comum acordo 48 horas antes. 
1·n o Tribuoul de Contas do b:stado, pre- b) Nome do presidente ou responsável; Art. 21ª Quando houver jogo amistoso 
valecendo 
O 
bom senso e espirito parti- c] Nome do Técnico; 	ou oficial do E.C. ,Jardim a partida mar- 
dá rio dos senhores Deputados da ARE· d) Nome do Mussugist•,; 	cada para aquele dia será realizada em 
NA, contrnrlando assim alguns prognós- e) Nome do outro riirigentr; outra data préviamente marcada. 
licos politicos em Cuiabà que previram f) Nome dos atletas, bem como suu as- Art, 22 As equipes inscritas no presente 
Inais uma manobra ol.Jjetlvaudo obstruir sinatura ou rubrica. 	carnpeon»to deveruo ceder seus atletas 
sua indicação. 	Art. 10 Só sera aceita inscrições de no ao E.C. Jardim quando requisitados pelo 
Indiscutivelmente foi uma grande re- minimo_16 e máximo_de 22 atletas. técnico. 	, 
Compensa aos esforços, os sacrificios Art.11% Novas inscrições só serão aceitas Art. 23 Qulquer assunto omisso este 
deste ilustre homem público que p o r até o térm•no do 1 t ;rno. 	regulamento será resolvido pelo D.E. do 
longos anos, deu uma parcela valiosa Art. 12 Só terão acesso ao alambrado Esporte Clube Jardim. 
lle cotaboruç!l.o à vida pública m a t o os elementos que se refere ao Art. 9 ao 	.Joan V,t~no !Braga 
• ' g r 
O 8 
s e nse. 	presente regulamento. 	Presidente 
ORA(ÃO 
AO DIVINO 
ESPIRITO 
SANTO 
Esplrlto Santo, você 
qut 111~ escl11rece tudo, qu o 
ilumina tedes os caminhos 
para que eu tinja o OH'U 
Idr•u 1. voe ô que me dá 
o dom dlvloo do perdo­ 
ar e esquecer o mul 
que me me fazem, e que 
todos os Jastantee de rai­ 
nha vida estA comigo eu 
quero neste curto dll'llo• 
go, agradr:cer-lht> por tu­ 
do e confirmar mais :.i­ 
ma vez, que eu nuncn 
quero me eparar de 
você por maior que se 
ja a !lus!lo muter1ul não 
será o minirno da vontn­ 
de que sinto de um dia 
estar com você! e todos 
oR meus irmãos na Gló­ 
ria Perpétua. Obrigada 
mais uma vez. 
A pestoa deverá fazer 
esta oração 3 dias se­ 
gu!J os sem fozPr pedido 
Uenlrn de 3 dias serà 
alcançada graça, por 
mais difícil que eja. 
Publb1r assim que re­ 
ceber a graça. 
M.E.V.P 
Leia e assine 
O Jornal 
Tribuna da 
Fronteira 
J 
- 
ANERÇÃD O EN LT 
Produtor do Calcáreo Bodoquena km. 54 - Rodovia Jardim - Porto Murtinho 
"Um Emprêsa que acredita no Sudoeste e no Novo Mato Grosso'' 
Escritório em Jardim _ Avenida Duque de Caxias (a.o lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 08

Tri tla f ira 
E 
Devido a novu Rlslemüllcu lmpoi-l'l pela 
dlr'flÇÜO crla11111R muh, uma <'oluna l11for­ 
ma1lv.,:' Iuformcs Espeduls: E u:na l110- 
vaçlío qul• vifl I melilornr a!ndu maiH o 
nlvel do jornuL Estamos clPntl'H <ln 11e­ 
cc~sld11de de nperfelçoa1· o campo joma· 
Jísllco d11rulo-l1111 um novo JH ~lc!onamen 
to no 'conh•xto lnl'nrurntivu da rc,.:iiio, 
p11ls a estugnn.,:iio gern ·•umu letra mor­ 
tu" e o que rnuiR preclsu mo~. 110 mo· 
menlo, ccvldo as conjunnrs, é u <lioa­ 
mlznçlio do jornal. Não vemos o jornu­ 
llsmc mrrnmt'ote corno um "vdculu grú 
Hco de comunicação" rle reprrsenl
1
1 u­ 
lllLl idélu viv,1 e as ldéii1tl, pot· força das 
llH'Brnas, devem ser dlnilrnlcus. ]'lüo bus­ 
ta 11penas a feíçilo gráfica, é precisl) u­ 
rnu linha e um Ideal e isso u Triuunu 
tlu Fronteira, desde u criaçiio, tem pro· 
curado upl'rfelçour dentro das 1im1tuções 
Inerentes no própr-io mola que nos circudu. 
Câmara Municipal 
Estu1·emos u partir de$ta ~emuou co­ 
brludo todu,; ns seRsõ1•s do Legislativo be­ 
lavistense. O leitor ncumpaoh11ri'l os ttu­ 
bulhoi< dos homens que foram eleitos pii­ 
ra ddender :.>K lntt<resses da maio.-iu si­ 
leocios,1". Publlcarf'mos tudo o que se 
passar na cas,I legislntiYa de Bela Vista 
E um compromisso assumido com o lei­ 
tt>r, que é u nossa meta principal.. 
C,•11111riJo) 
ollit·tl ,11'1· -la PÍ.tl! h1 ev • p,11 • 
vrn I n . tu r,ol1·.i1 ;,~ ·, •. i•, prl'IJelr· 11L1eutc 
upre ent 'l' ;,tiu!J;· ,i C'(•ngr,•1.Ulll''~t., pt>s 
soas ao senhor preieito Mu ,:e1pnl. Dr. 
Rvbn de Castro Pito e nos senhores 
Vl'readt1rrt:1, e,n cu,111
1
; mJo, JJ.ifi· urn a l1· 
car ela prohpl·rid:ille ,jp no so povo, de 
L.o.. id. e d os8 ltitulcipi .ku 
cldo rm b<:rço culólico, aprt>ndl d< ts<le 
criança a acatar os ditame" de minha 
religHlc 'Jnc
1
o g .-atlo 1-'tn • nha men 
te eHte notô.vlll ensinamrto: P'az 1 l r­ 
r,1 Aos Homem, ,!e ll<,u Vonfarle. Em no­ 
ml:' ditüo, uqm IH'!U1a11eci durante meu 
ruanclnto Iutaudu com o m·dor enlu w~­ 
mo e t ·-pnruuçu, auclt'Go ele qllPt'.?t' vel' 
os dias melhorei; tão pr<!1:0DIZ!l.do pelo~ 
que dirigem a Princr,a do Apa. Por con­ 
sldc•rur o pot.lcr Lrgisl11tivo e o poder,~­ 
xecutlvo emunuçõt>s ela 'onluúc liollcra­ 
na do povo, é que uüo admit.,_ d<'mago 
gias t• lnteressl:s escusos, p01 o qur 
d e v e haver e o l'l••vado lntP1·,,,;. 
se pl'laF. cohD!- pública11. Em cinco legiR· 
1 .. turn.,, ocupei o curgo de l'rrs1dc-nte da 
Cú:nurn, Secr<!lârlo por duu➔vt>zes' Prt.!­ 
si<ll'llte de Comissão, Relator, durante clc­ 
zc>no, <' anos dP s~rvlço púbh.!o gratuito 
1-rmpre vi,;;ando ,, intc: t~se d Psi<> poYo 
querido. De minh.1 parle. procurei !ie 11- 
J)l'l' trabalhar pu1 u utL·tHIPt' os iPlerrsse,; 
e n vontade do povo p o, sei perfita 
mente que isso nem sempre foi possivel 
11üo por mi uh I culpa, mas por contigên 
das alheias n minln vontade Sei que te­ 
nhP um lugar no coração deste povo al 
livo e amigo, e por iGLO, exuminan1lo a 
problPmólica munic1p •1, nch"i p ir bc-m 
qm· o momento não era e de abandonar a 
tribuna, mai, o ele lutar· e C(•11trib11ir mais 
uma V('Z p<1rn o engrnn<i'.'l!ITTIPlllQ dP llll· 
nha terra. E.:per" quê con, a ajuda <ln 
Virgem ;1luri
11 e dP S. Exra o gov,•rna­ 
dor de< Estado, o 11mi;[o do p-i,·o de Be­ 
ll Vlstu, o senhor f'" rni'o oportunamen­ 
te esturú upn•sl'ntundo e executundo o 
plano de trabalho que pr0porci1,nará a 
Bela Vista ~r" nele pr<,grt>s,o. Procururl:'! 
no exercici<> do cargo que, mnit,, uma 
vez o povt cH·oll,eu, clesémpenbar cu::::i 
patriotismo e ridulguia o nobre mandato 
. 	. . de vereactor. Com o presirl1•11te Geisel. 
O belavistense deve poiar mais o seu om n RF>volnção, com " GoYPrnudor 
comércio. é mudrn1ss1vel dur preíerênc1a Garcia Neto, com e, Preíeito Cnst!'l, Pin­ 
ao comercio de outras cidades, e espe. to. Com u Ar<'na. Pe!o bem do Bru,il. 
rar uma melhoria na situucüo comercial 1 
de Bela Vista. Vamos valorizar e que é 
nosso, pois o municipio precisn de Divi- "Com •_ua rc,·oluçjo, inicia a grande caminhada 
. ~ ( l 1t d · t • • na conquista de uma democracia genuinamente 
~a. nrreca< açuo e u:npus os muo1c11~a- br:1,ilcira, rocri,111< ,·om a índol,· ,h- no,,o l'º'"''• 
ISI para dar ao povo O que ele preclS'.l nosso tcrri1õrio, nossas tradiçüc,, 110--a ra,<L. no,• 
obras bnstll. de indiferenças e omlssÕP~ ,a, con,i<·'õcs rcli;:iosn•. 
e que ê gna;to aqui, voltará em forma •·sabe qut. ,er.í difícil. ~(a-. '!"º lhe fahnrn a co- 
1le upl!cuções, t'mprcgos e melhorias. Fazem, a perseverança a a imaginação. . 
Consuruirlor· O Corné.- lo de Bela Vista :,nbc que o inimigo ptrida e -nbrcp1lcw 11ilo 
°' • . . C , 	C1'rttorcccri t•m criar todas as dificuldades pura 
1ão ustà melhor porque està sendo pro- CJUl' se ntra-c o proccs,o do nosso desen oh 1111cnto. 
tenrlo, enquto isso, outras c1duilrs es- "Sabe que nilo -,·r-Jo pour os o- que colocarão a 
tão Sl "abastecendo" com o dinlwiro bei nmbiçfo pcs•oal e de grupo acima <lo- iutcrc--cs 
l:tvisten~e. Vamos ,10s c011scientlzar de <1
11
,.J?átriu, 
que 1-!nldns pode im ~ progredir. caso :,abe 'I"'' o- extremados e os exaltado- não se 
. .,
1
. 
0
- • • acordam ,Ir- que n hhenlaclt:" .. em limites é a nanar- 
contrário, Bela J ISIU se_rá sempre o fi- quia, que nada constrói, muito menos um'.1 forma 
nal de ltoha. oude os viajuntes e comer- t
1,·nwcr:íticn de ,e comi,cr. 
ciuote'> ele "úlltm!I hor11'' futururr• e le- •·sabe <Jue !ntcn·,•c• nlicni~<·nas h:ncràa cl,· prc,· 
VttID o produto de seu trnbulho (honesta- ,iun:1r, pr'.1c11ran,tu perturbar de toda- as formas o 
mente lii<>'a-~e de pus•· """ ) mns eIn pre- deenvolvinvento. 	. 
~ " o • . "º m t ·,.... '""Subi! que todos se urirão, cnslentes ou incons- 
juu.o .'. nos~u c1Jud::. 'l'rabalhe -Oill A- ciente,, Ji,furçando ,cu- prupó,ilu,. m:i,, dc,cju,o­ 
J .]01" À 1'err11 Onde vive,: ... De Você De- que n rc,·olu~-.1o .i~ :H de mJrço de 61 se inta­ 
pende O Futuro De Bela Vista... rr,mpa e ,., dc•n~rq:ue. Pnr:1 i•to, urnrando-,e 
~111 arnutue< do po, o hrui::ilciro. h!ntarãJ inimi7..Jr 
u revolução com o pr6prio povo a quem esta rc­ 
solução pertence, desacreditando, solapando e de 
negrindo, com mentiras e meia·verdades, todas as 
ac;ôc"'-. n:.,oludn,túria:--. 
Mas também abre que o processo revolncion.á­ 
jo.muis se <lctcrá. até que posa proporcionar o 
bem estar e umu , iJa. digna ao povo brasileiro e 
conduzir o nm;lo hru.:-ilcira no seu destino inexo­ 
r:'ivd dt" :-.,rntudl·zn. 
Na epopéia do Apcnino;, ,ublinrndo cm . fonte 
Cn .. LL·lo, t""~ .. tdnuo,·o e Monte. o br:,::-ilciro 
mo-trou ao mundo o valor da ua ;ente e vi-lury­ 
brou o destino de grandeza de sua pátria 
J.:-.t:i n her:n1ç-3. tr:ai- r.ara qtit.· o llra--il 
rreehcu do- campo, <le b:11:ilh.t da h:.lia e que 
hoje, recordarmos obre o- túmulos dos no+os 
heróis a certeza de que o E"il'.rcito. como n na.­ 
o brasileira -eja quais forem os inimigos e os 
olstá lo- farão dele rua con-tante inspiração. 
(General O'Iteilly de oza) 
O Consumidor Colaboração 
de um leitor 
0 povo precisa er informuu!o respeito 
d. no que atá e pa a@lo. i l 11;º.~ 
{
-. 
1
,,u,· .
1 ''<>"tr:· 1> ·, rd1 1~• pr,•, !- 
pr •VI t. a •· ,, • ~ •· - . ., 
t') lllU!l(l!iP 1. I! 1l1Vt.J uw ,]e,:c•nl, 11 im to, 
alguns m ses atrás, de origem panal, 
e ub mos muito bem parar ,, joio do 
triao". Contra c Admini tra or HuJl':l .· 
b .tl e; ;,Ir<, I'lnt > Jl,in tem.,; nb lut­ 
il ~:1lc :  lu a t•riti,• ir. O fl t: lrnlJalllo 
,• +ta sei f»lá,l» ,1 • .,. •. ,.,.... ,,,. ~•,. ,1,..,.. 
tro das circunstâncias, posittvo e todos 
d vem reconhecer o seu esforço em pro­ 
curl' l' '-O)<JCl<lllc r os rroblemr blaVi: 
tPr t "· If,·t, ,·;• '!·, :-1 !"! •• ,. rod ,m_ s 
nos2s máquinas impressoras a moo, po­ 
is u Uina de Erergi E!étric sta fun­ 
clonando a con'eulo. A ru8 cito p+­ 
tro!adas, As eeolas nu ldpa11- sao dig-­ 
nus d. elogios, pr,neipa!z rente Escola 
d.s Ar!s !e Oiií,, diti:ida pela pto!es­ 
sara !os!ta 'snu Gomes Não poder·mos 
nunca, por "proble:nu- pessoais' omitir 
ª" oiH· ... , e a :11 111I•n-tr,,<,: o C,lHtro 1111(0 
Existem elements em no-a cidade que 
bu-;c,.111 :llltipatizar o Ch•!Íe <lo l~x•·c·ull'' > 
com o jornn.l. QuPrPm crII •1~.; <le,c ,bidas 
e t:fundadas coo se tomassemo pur(e 
11-i grup·, <la Ü1ac6rdi,... 
o rato rio rrPfe!lo 1i.lr> mandar _mat(• 
rias informativas da 1'r, klluraao 1ornal, 
o fatr> do pref :ilo ,nan,Lll" fo.zt!r os in:prr,· 
:;os cl I prefeltur a na<; g1·:tricas <le ,qu1- 
clauana " Campo Gran-ie; o fu.tn <lo prr_­ 
l't>ito municipal achar que o nosso jornal e 
jornalzinhn. r.iío nos dá o dir··ito de _rr:tl~-1 
quando não merece criticas. O tempo do jornalis­ 
mo tnarrom j:'t pa-.-ou. ::Sr o .. l'nl10r Prcf«·1to ,1 u· 
nicipal tem -eu- métodos de trabalho e t-ua .. pr~­ 
f,•rência• i,,o é problema ddc. Quando .-un• at1- 
rur1t.•c, o~ quando ul;,!Utll fato ua·n·e,·r crftÍt'J, '!?., 
o fan:mo .. dt· -cl< 11ut.• corn.-~pond,1 u vcrch,dt!. :ad 
~,·n·mo'- e não tomaremo .. p:irtc é na-. CAPA­ 
NHIAS de grupos antagônicos. que visam inter@s-e5 
politicos e pessoais._Mio temos "-tas de ferro 
e não «omos e-tilingues de ninguém. l'or 
isso, pedimos aos nossos leitores r 'admiradores 
·,ue rcconhct;um o papel do J,,rnal. ~~o t· ... tamo.., 
aqui para dt·•truir. e im para njudar n:1 con.•tru 
çilo de uma Ilda 'icta melhor. E aqui Ii.-arcmo-. 
Aqui reousarão os ossos dos homens qur Lazer 
a THIIJU:'.'i.. llomcn• que e,colhcram llela v;,. 
ta e que lutar2o por eu progresso, dentro da ler 
e da ordem. 
Como a<hertiu o General O';(.,illv Souz·1, 
rom·m,l.101,· dn l, Brigada de Infantaria ·11.ororlzofo. 
• Os inimigo< e1têios se uilndo."É nós afirmemos: o, comunl1101 
b-cam desmerecer a durio'-a Hc, olucão de Mar­ 
ç-o •lc 1961. 111..11. o Exército e n pn,o ; .. L.o uni<ld◄
par:1 de-bancar qualquer movimento que i--c e•ta 
l>elcrcr em nn---a P,ítria ;, ... doutrinn-:. d.., dc1nonio. Já 
o General Darci Ll1zaro clii-:--c uo t•omunit-mo lc-nta 
""C infihar na litcraturu, no:- n1rios cnhurai"' na 
lmprcn::-:1, e até r.a.J no:-~:.1, propria~ famili.n.,;r_ .. 
Estamos vigilantes . . . 
Por isso, nó· da Tribug, resolvemos iniciar 
Ulfl:t cruzada contr.1 o:- m:iYlira~ilc:iro-. t1nrl-patrlotas 
cs marioni!!es, rrme!ha-. re~ida:- por ){o;ccu t' Pt•quia. 
Homens que apregoam reformas sociais 
ma ... que , j .. ~,m dt!-moronar o - no-so principio­ 
rri..:.túo:.. t: tlc::,111ocr.'ttico~"· E tuna toma.ela < e: pu.:it·.1o 
'llll' oferecera algum ri-ci, mas e tuo- com Cris­ 
to, pela Pátria. ..e aos nossos inimigos gratuitos 
11m a,·1so: Tu C.=, p6 e UH pó volt.ar:íi,;: .. a 
~ verdade. A Pásco11 iguala mesmo. Ve­ 
lª m Que t:ão ni>sses Jias que o rico t' o 
pobt·t: ficam nivelados: oiío comem e. r­ 
ne 
Roupagem nova 
Nos~ns congratulações aos com1,anheirus 
<,O Jornal O Pnotnne!ro, de ,_quirlaU:.Ln~ 
t:gora com ronpageu1 ouva. o ioral es­ 
t. sendo lmpreõso nas o[lcioa -d<> Dió.rio 
ela Serra. em C:ampo G:·an,Je e mu:!uu 
1 .ulicalment.: sea aspecw gràíico. , Priu­ 
cesa do Sul, agora conta com um orgúo 
de inlotmuç!ío n ,;un altura ... 
() Pt'l ,iiJ,•1 ·,, (; ! ·•] h­ 
rA questão de velho· 
todos as ovenlors 
dos Estudos hrasili us 
[l lllt!S clll e,:Cérl Ul' O ('11 
1
1 .u11lnto. Po:- l,,;o , -1 , 
marcada as convenço ·t 
puridtias Estaduns 
, l•de1 .. j.,, rc.-p •t:ll',lUl •,:· 
tu I 5 de s tenro 
CIO 11110 qU1' '(!Ili Tt•I h l 
nu cerez u ela alt ira 
que o 111,v,, JH', id :i·t! 
ri, Jt •púhli ;d "''' 1 O J' • 
11Pr,t) ,/0,.0 lht1·-t·1 <I•· (J. 
1ive1r,1 1":gu11n·dr
1
, :ila l 
elwfr do ·t'tviçr, :--:a('i< - 
11:.r  <le lnform JÇÕ ~ ,, o 
próximo gowrna<l,>t· d' 
:-:to Paul" r-<!rÍl o <'X-1111· 
llidt'v l),lfrm ~t'(fl HIU, 1 
emhalx,1dor do !11·a-!1 ( r. 
Pari;.. 
,,, tleclnrnçõ·•, f:u a 1 
JH'CHlaLltH• ontc•rn a h<n 1 
II pelo deputado fe,ler,.I 
Jo,(• c.1rn.irgo. vicP p r­ 
id·nte do Diretório l· 
ladua! do ~ll)B I•ru :--ã • 
Pauh. que r:ln:ulcl': .,,. 1 J 
Assembléia para tt.e r 
id(•iuB ,:om os p 1rl:lm ,. • 
t Jl'l'S c-1::t11cuors o<,hr,. 
0 J 
nuvo pacote de r r•forw i 
políticas drvu!gato pelo 
GovPrno Fe Jerttl, 
(ULTllA HOR,'.) 
1 
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E:,pírito S:rnto, vocé 
que me esclarece tu'..!o, qu~ j 
ilumin::i tod~s º" cumiut·,, 
1
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p:iro. qw• tu atinj.; o m u 
l:h-ul, ,·océ que me dá 
o ÓOID divio'> de pe!- 
ar e .-i;qu•·<.:cr o u:.l 
que m me fazem. P :-pe 
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