1o v] n D«ue «e castas S [e vta - 24477 [ semnano [o26 
0s artigos publicados com na-inatura- do- autores não traduzem a opinião do jorI, 5nua publicação obedece o 
propósito de estimular o debate dos problema· municipais e de refletir as dier a« tendências do pen·atento 
Fundador o Diretor Responsável lvaldo Prc'ra 
DELEG DO AGE 
COM • RIGOR ... 
O Delegado de polieia de Heh Vista, Sr do­ 
se Lureiro, baixou portariu fechando as cau 
de toleranela da cidade. A medida foi tomud 
em face de inúmeras reclamações, j mereceu 
aplausos da Associação de Pais e Mestre. 
. . . . 
ETO 
S9C!'IÇIO 
(Campo Grnnde) Em reuniüo reuHzada nas 
hependências da Câmara Municipal de C a u p o 
Grande, com a presença de 60 Vereador·es, foi 
Iormuda a Associação dos Vreadores do Sul. A 
r~unlúo, L xpresslvamente prestigiada, decorreu 
nnmals !'lbsuluta calma, com os.V e readores 
iproveilnndo paru deefnder a tese da divisão do 
Estado. A µrlmeh-a dirE:torl a da Associação· foi 
eleita na oportuTJldade, ficando assim conslltul­ 
da: Presldentt>: Albino Coimb1·a Filho (Campo 
Grande) Vice Presidente: ELY DE ARAU,JO BAR-. 
BOSA (Bela Vista) Sultan Rasl:rn (Dourados), 2° 
Vice Presidente; Aurello C11nce ,luuíor, (Campo 
GrnnrleJ 1º Secretário, t!arlo Gomes de Arruda 
(Anastácio) 1 Tesoureiro; Libindo de Assis Go­ 
doy (Aquirlaunntt) 2° Tesoureiro. O cargo de ::!º 
Secretário foi reservado a um: Vereador de Co­ 
rumbá. O Vereador Belavlstem,e Ely de Araujo 
Babou, que recentemente esteve em Aquidava­ 
na representado Bela Vi-ta no 1 Cotgteso de 
Verr,udores, mal,; uma vez fie det1taca e é elel· 
to Vire-Presloente da Associução dos Vereauo­ 
res do Sul. Nossas efusivas congratulações uo 
brilhante Vereador da AREN/ •. 
É sempre salutar e um incentivo, 
ver· o progresso de algum jovem bela vis 
tense. ão poucos os que formados l'ID 
r11culdudet>, rnltam· parn Bela Vista e a­ 
qui procuram colborar no desenvolvi­ 
mento do !liUn!cípio. Acompanhamos a 
Juta de um jovem, que npós pa,sar mo­ 
mentoR desagradáveis, devido a falos que 
,e	.	. 	c tempo se encarregará de·explicar, vem 
1
, legando incorrêncm no proJeto qce I se destacando corno um dos mais brilhan~ 
oncede aumento de 22o, ao8 funcioná- tes advogadns da Comarca. Falamos do 
nos públicos municipais, o vereador Ely jovem belavistense Ivan Afonso du Cos­ 
~e Araújo Rnr bosa, da Arena, foi o ma- ta Marques, que há pouco conseruiu bri­ 
Is ferrenho dfemor pura o seu veto. e- !bante vltóri.1 no Forum local. O jovem 
guudc, o vereado-; "devemos trabalhar advogado é Uillb das nessas mais gra­ 
Pra o povo, e lo contra o povo" Ex- tas promessas, não só no campo do 
liean.o melhor sua posição, disse que Direito. mas também 110 dn Pol[tica, onJA 
'no é cor.tru o aum-ento para o [unc!o-· sem dúvida alguma seguirá us passos de 
nulismo; é contr.1 ::1 Histemática que es seu· pai o veternno p<>litico Jof,é irnplí­ 
lâ sendo colocada eru prútica". Eoíocao- cio da Costa Marques, o atual presidente 
elo às necessidades das clhsses menos ua Câmara. Ao jovem advogado as nos­ 
lavorecidas, o vereador defende um u- sas congratulações. 
tnento proporcional ao saláno recebido. 
• Quem ganha mais, deve ter um nurnen­ 
to menor; quem· ganha. pou.:o, deverá re­ 
ceber um aumento maior, "Estamos a­ 
qu para clel'ender a aplicação de bons 
lllétudos, de salutares medidas. O se­ 
tuhor Chefe ao Execu:ivo, aHrmou nesta 
Casa, que estava regularizando a situu­ 
Çào mas o que vemos é ll pers1stênc111 
nos' mesmos erros da administração an­ 
lerior" frisou o vereador. Traçando um 
.;, breve' Wetórlco a respeito dos aumentos 
concedido.s pela municipalidade, o vere­ 
, 'dor disse, 'sou contra, até que as dis­ 
lotções ex'istentes no projeto sejam cor- 
- rigidas, e àí então perei tavoráv<.>l','- 
Os vereadort s Afonso Dillon Nunes Lei­ 
te (Arena) Noedl Laite-La;:aogelra(Arena) 
llde[onso Pinheiro(MDB) e üetullo Lino 
DB) também vtaram contra alegando 
os mesr.:;os motivos, distorções no pro1e• 
0. Os vereadores Osvaldo Turini, Carlos 
Centurião. ambos da Arena, votaram a 
- lavor. Interessante frisar, que em sua 
-<~ tnaiorla os vereadores são Ifivorãvet5 no 
t,ument~ ticando ao chefe do Executivo 
a opção' da sistemática, corrigindo at: 
distorções ou aceitando ulgumas das l 
déias dos homens do Legisla.hvo, .. ent.re, 
elas a do vereadot· Larunge1ra: O se­ 
huhor prefeito municipal doverin esperar 
0 aumento do salàrlo minimo, para então 
Conceder o aureto os funcionários 
I:11.unicipais". 
Em prossegÚimento ao trabalho em fa­ 
vor da solução dos problemas que afli­ 
gem os dlvr.rsos setores de nosso Esta­ 
do, o Deputado Rubens Figueiró indicou 
ao Diretor Presidente do Banco Central 
a necessidade da criação e instalação de 
duas agências bancárias em nossa cida­ 
de, de pr&ferência Banco Fioan'!i,,J e Ban· 
co Rrasileiro de De,;conto3. 
Nas razões que apresentou àquela ~u­ 
toridade o parlamentar fez uma anlise 
da "situação angustiante da populacão 
de Bela Vista, situuda no área froteiri­ 
ça com a irmã R~::>ública do Paraguai, 
com quem mantem inteiro intercâmbio 
comercil, mostrando que pura a estrat1fl­ 
cação do seu maior desenvolvimento, ne­ 
cessita de esmbelecimentos de crédito ca­ 
pazes de lnjetar em sua ecunomla, recur­ 
sos filrn nceiros udequadns em que pese 
a rxcelmu atuação de umn única agencir. do 
Banco do Brasil. uqui instalada- con­ 
cluiu o Deputado é insufiente para a­ 
tender á demanda crediticia da região 
de Bela Vista" 
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA 
A Mea da Assembléia Legislativa 
do Estado de Mato Grosso:. 
Faz saber que o Poder Legislativo 
do Estado de Mato Grosso· decreta e 
ele promulga a seguinte: 
Emenda Constitucional W 15 
Morlíficll os artigos 129 e 132 da 
ConRtltuição Estadua 1. 
• Artigo !.o - Os artigos 129 e 132 
ela C'onstltuiçiio EsttJ dual passam a vlgo­ 
rar com a seguinte redação: 
,tigo 129 - O servidor públicc 
estadual ou municipal d1 administração 
direta e inrlireta, quando no det-empenb() 
de mandato elttiVG fer!eral, Htadual ou 
municipal, deverá licênc..:lar-se do cargo 
e sômeote por antiguidade, Rerá promo,ido 
§ !.o - O periodo de exercício de man­ 
dato federal, estadual ou municipal será 
contaria como tempo de serviço &pi,nas 
para efeito de promoção por antiguida­ 
de e aposentodoria. 
§ 2.o - Ir.vestido no·mandato de Ve­ 
reàdor. havenrlo compatibilidade de hÓ­ 
rários, perceberá as vantagens de seu 
cargo, emprego ou função sem prejuizo dos 
subsídios n que faz jus. !'Ião havendo 
compatibilidade, aplicar-se-a a orma pre­ 
vista no "caput" deste artigo. 
Artigo 130 - E vedudo ao Vere­ 
dor no âmbito da administração pública 
direta. ou indireta muoicip3l, ocupar car­ 
go em comissão ou aceitar, salvo me­ 
diante .concurso público, emprego ou 
função. 
• Artigo 131 - O titular de mandato 
eit>tivo federal ou estadu!il e Prefeitu 
que for nome1:1do em virlude de concur­ 
so, para cargo público de provirr.ento 
efetivo t•U vitalício, nele poderá empos­ 
sar-se, mas ficará impedido do e..xercí­ 
cio da função respectiva, enquanto du­ 
rar o ruandato ou gestão. 
Artigo 13!? - ·Ao servidor público 
que ocupar curgo eletivo ou em comis­ 
são, será !acultad<> optar pelos venci­ 
mentos do cargo de que é titular ou 
pelo:; da função transilórin, ressulvado, e 
disposto no § 2.o do artigo 129. 
Artigo 2-o - Esta Emenda Consti­ 
tucioaai entra em vigor na data de sua 
vublicação; revogadas a;; dlspo;;ições em 
contrário. 
Assembléia Legislativa do Estado em 
Cuia.há, !10 de março de 1.977. 
Paulo Saldanha Derzl - Presidente 
Oscar Ribeiro - 1 Secretário 
Afro Sthefanini - 2.o Secretá.rio Adhoc 
ESTUDDNTES 
RECUlMftM ... 
Um grupo de estu:lantes 
do Coütador (Not) recla­ 
maram juntó à Redaçãc,, 
no sentido de noticiar 
um fato desagradável que 
vem se passando: Alegam 
as estudante;; que vbrl­ 
gatóriamente, dP.ver- pas­ 
sar e frente a "casa da 
Odúlia" na saída do co­ 
légio. Inúmeras vezes, as 
mulheres, e a t é mes­ 
mo os homens que ali 
permanecem, chamam nus 
mocinhas e fazem grace­ 
jos de mau _gosto. Comu­ 
nicamos o fato ao senhor 
Delegado de PolJcfa que 
irá tomar enérgicas pro­ 
vidências. E desagradá­ 
vel e até mesmo, contra 
ª" leis vigentes, permitir 
!unciooameoto de uma 
casa de tolerância nas 
imediações de um colé­ 
g'o. Cofiamos nune 
pronto interferência da 
Pollcia local. 
Preço deste 
I 
I 
1 
1 
Exemplar 
CrS 3,00

,.) 
i"ri-Ti Tlus dy Ponteira 24±zz 
Abrem se as cortinas o os canalhs 
lançam as suas clünias e os eu- .ne. 
no;,. ro canalhll que b?1sc!l desrner,,ce: o 
1 n,,sso lraball.10; ao ·•supo-ro" p, Iílic .. , e• 
I 11 mcm de ben
1
• a no.ssn rt>puls ! ,. o nos 
s protesto. Canalha: vce n7o per,.e por 
.l, sprr, as ,mas maquinações. u- ~uas 
f trama·. e os s
0
u~ complexos seriío anre­ 
I sentados ao povo e voce ser± desnasca- 
rsd'l. i-companh·imoe a suu trnjetórh ... 
voce sobrevive graças uo ins:int,.1 ,;;ubó­ 
( • Jico de ljU'.! é possuirlo... tr.ibalhtt nn:; 
I 
snmbrns eéxpele o veneno c<a "i:-c6nF.i ... 
Canalha: você age e pensJ come comu­ 
nista... busca desmerecer o valo d1 a;­ 
' toridade ••• crit
1
o'.!. o governo ~ ,·ive do 
governo ••• voce cuspe no prr1 to 'lU~ co­ 
me ••• !!)as canalha. você >'erá desmasca­ 
rado ••• CANALHA: o Bra:-il ele l10k nii.o 
admite canalhas na vida rúbli,·a e· voce 
í precisa irnr de. m,i~carado ... v;, nio, upu­ 
rar sua escala... não tt mos ;,rcs'la ... 
assim como os comunas (como ,·o,~e) lra­ 
bRlh::!m nas son,bra1, e up!ic1·;n Ft'US g.;!­ 
pes ••• temos temi:o e meio:- ... ,·o<'ê não 
perrle por e,pPrar ... 
-« 3G 
r- 
Leitor 
••• No d Avido tC1mpo npn•senturemo.o 
um bomúoculo que atrnp.,J11a o rrc1g c·~­ 
so de Bela Vista ..- que vive em fuçã o 
rlc: p:-ejudícur os úutror. ... qup Y1brtl: rom 
as a!ficuidades (<la~ out
0M) e, por rncr
1 
·I que p,reça ... e;.te homúne;iJ,, t
1»ra 
parte ativa em um diretório .. , "' por ,,. 
caRlão da fori;rnçiio do no·o diretório t·Jc 
uuird do mapa...é a nossa promessa, 
é a 11ossa mi,,-,ão ... extirpar d; vida pú 
bhc?. oa meus brasileiros.. os 'verme­ 
Ih1os" que buscam conter o avanço d,2se 
idéia~ rt>volucíonári1ts" emarra<.Ja~ ,.o mo 
vlmento moruliznaor de março de 1954 
o 
u pos1ç·•o <lev~ sl'r c, .. ·' :itiva e dentro 
dos iàe'lrios de 196-!. . !'?c:Yolução Foi, 
P ·ooti11u!.lr:i sendo um movimento que 
vi-a, acima de tudo. e- bem e;;tur do po­ 
,- ,. e e:,lumo~ ao l!!do do povo, com a re­ 
voluçüo. 
o o 
vídaci .. oa CupHal do E:,tadn ... convoca­ 
do p:>lo Secr.,t.irio de Saúde... referen­ 
te u problemas 11 tinentes 110 setor de Saú­ 
de ••.. 'lELHORIAS ... 
Censura 
É /n;:1drols~ível a Tribuna da Fronteira, 
baluu:-te d,1 íuformoçào séria e podera­ 
rla. contir.uar p1,bllcnrido ,,/ 'Ili/ln< r•1·on·c·.s 
Í'l,or:ds do l'!'l!hor Altavir d· A]·ner. O 
'ornul é lido por toda II rnf,1ha fnm1J.::_. 
.rté urna sobrinha C<'lll uprnw, B :JIJ<H r 
Jeltorn 11,=sirJuu do me~mo ''é pr,1;; t• ... r,•. 
eelwmo~ Jnúmera-, carl.is de leitr,rc·s IP· 
clumull'lo o "t-!>íllo" úo companheiro A!­ 
tevir ••• r partir dei;tn sem,,na, <; gund_ 
ordens da Direç:io, as crõni ·:1.1 dr, ,Jt, v1:· 
serão r- t• J e e i o n a ri u " p•·J,. :lr,t. 
dé' C'en ur,1 da I{prJ11ç·1,,. Por um lr1111e•:tuv ·I 
erro de "revisão", as pulavas cnsis :a­ 
d+s pelos lej!ores "ofensivas à mural' pus. 
/ 
~ura'm p1-l1,1 Ileduçlío. No"sal' 1k,culpas .. 
aos LEITORES. 
E muita Gente 
Niio go1,tou <lo Fulf111r!o a Vercln<le p11- 
hlkndo na eciic:üo 111llcrior: u11~ corn1·n­ 
tu1,do urna p.ll'Udu vJr,1r!11 na linha . '; 11· 
to,ul, outros, a[irando que estamos ±o- 
tu, 	·feito.. Primeira 
Vllruentc ao lado do Pre e,<... ·, _ 
ente. desd.+ o início lo «un cr ·('' ' 
Tribuna dn Fronteira sempre a«pregoou. 
a d us Fr E, e S mre nuuca rsco11u<.11 P, C11 r. . ' ·. ,'.,, 
..;nr•l um jnrl!'d • n•vofu,:, ;wuh, , •' · 
.',, us reda'ores (iove-} tive!a 
l'IU LC :,.. o '- ' .i ,..: 	,r,,. 
!<'lll HW t) <·0111 08 lrru--11, iro• , 'i ,1. t 
que derubrm o Governo currup 
• (j, 1· •· O I l '" 
'
'··•tJ·,,1,,c,,.,,1 p;tra • 111 gir o '·' · . ' · 
+'i'' 	.	A	« 
V(l para O l'O'() J-. li,! f! 1 'f>. , • i . 'l 
plo11 e dispensu moes snali" 1Oh'it 
sociais, ''onfimos n s homt , ' .. 
1 1 ., 1 l" 1 	, l , 'lú /' l'l'f'll(l Ili!-; tn••( ,! . " . 
• • • 1 e d p . J ... ' 
tl(l('IO!Ld!t,I' /1 l'l'.PIUÇ •  , ' • : ,,. ' 
as cities maldosas qu vis 	n 
d ordem pública e jogar o jrnai 
,):, H'tl!< pr iprí<'li f'l'Í nc Pl• . 0 q:.,, 
'rimos, graça a Deus,e 	d? 
.. t. • ,, .... ' 1 ( ( • 1 ., 1 
~:rupcH l' • qu rc . " · .. 
tis«posieinistas, tas qu a 
[reeutatu o "credo ver lho 
Ipe »s;} t r oposiçã',n a : 
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Prosseguindo 
,:,:.:,~ ' 	1 Nns r< forma" ... o jornal fio11rá com- 
i 
pletnmenie independente ela gráfica ... 
Quem.to Estarmos , no,·,, Fir•nu, a documentação já está sen- 
110 l :do do prere:10 ,[uni ipnl. •• é evi- d,, providrnciarlu ... Gráfica e Editora Apa 
dente que precisamos estar o su ];do 
1 
'! Editura,B1•la Vista, serão duos empre­ 
Par • <· jl.in1I·1, ,t s.ia ndmi::iistraçiio ,os complHameote in<l,pendentes umu ll­ 
Qna7,f ·, In!ei·~ ,•e;· elogins. d •w•remrs, :•o;· !;Hla ao c;etnr gráfico n u outra o setor 
u·,:a qu '.ão '.le i-e:1. elngL!-ln; qu •ndn ,•ctilol'inl (jornais " r,-.vi,tas) ... 
lllPI' cer cr;ticas. de,·eremos pPl:l sngra- 	>"C-);i(•);!::~ 
da misso do jorn«lista. criiieg-lo, mas 
nunca servir de "marionete de pessoas 
que .:.lmeja:a a rliscórdia•• .. é n ·erd;,de. 
o 
Novamente 
fomos eng regados de cobrir a sss{ão 
da Cümnra :.:unicir,al. É bom que se es­ 
lareça que as ndici,,s publicaü· s urs­ 
!11 coluna .<:Jo de no:::,a inteira l',',po11- 
i<i1 bilida de> 
Pedro Pedreira 
1 Cidadão ReJ.CTvistense 
f S rã , ulor•:a .. o Dr. Fiori '/urano, 
o titulo e Cidadã.. olvistens, en ses­ 
.-:o lene reuiz..r-c b eYe:,,Pnt,•. , 
i;tici .IIY11 p:tdiu d 't·, Pnrl ,r Uy de -r ,u­ 
jo ll..Jl'h: sn. euj,1 inclie:tçiio loi i:prnva<'a 
j por cus«aidads... ele :merece. 
O Ve:i:ea:dor 
El B;Dos enco a necessidade de 
.- IP , :•<lqui•irlo., ha1.c· ,. p 11u " t·entio 
fel fónico.., os "usu.rios merecem um 
t:,1! .::( nlo a ,d:urn" ... COi,,,EfO. 
OE.esmo 
Vee2.4or solicitou informaçõe- ao Exe 
cativo a rvsp its dos Alvarás para os mo. 
tc•r ,;[ ,., rJ (• Xi·· ele IIOS<:;t Cld[t<!.',,. 
Pediu 
1 ,,,!J,·m pr·ov d(•::c':,i; ·, : e•r·· 111 ria rn, sa 
te! fü:teca. Nov.atea'e com problemzs. 
'· ·!--1'1>0 l,l:l,'t(•rt:l ,ll'll(O ... 
Ainda A Câmara 
Bela Vista se fará presente também, 
nn encontrú da Associação doe vereado­ 
l'C'5 do Sul ilatogrossmse ... a Cfi­ 
m·,i·,1 receb?u (11'icio do ,erendor campo­ 
gra11drnse Eduardo Contt1r ... 
Congresso 
Com referência ao C'ongresso dos Ve­ 
readores do sud,ieste, realizado em Aqu:.­ 
dauan1:. o ven'l!d<lr Afonso Dil!on, um 
c!os pnrtidpanteF, afirmou o Reguinre: "Pa­ 
Sessõ.o 	rn mim foi 11mn grande ,atfsf,1ç,10 em par­ 
do di:1 I~. c·1nto11 <'om a prP~"ri • c)i,i, 1 ticipa" d:• tii.:r rnllgn:, en,:notro, onde, o 
guina e;·dres: Afonso Diilan, EIy veredor Elv de Ar:rnjo Barb<>~a se dt•s• 
,:e"A,i:ujo, 0:-'Hlrlo Tu ini, Cnt'los C, 11111- tnco11, <'1.'vand11 bem ollo o nomc> de ke­ 
r1ii<'. "c°1ed 1 •• r, nj- ir:i, .José arques. IA Vist. Fci com 01 gulho que vi o seu 
Irlelf••n e, • ial1.' ru. G •lulin L·n•: falt· 11 ncmC' ser ~"c"lbido para Oia<lor Oficial 
O Vereador Na!lo ·!e Burros. do Congresso e também para a Comissão 
ele RPctaçlio cio !lwsmo. O nobre colega 
muito cont, ibuiu par o êxito de nossa 
rtelC'g-:ção ,·om ,uu invulgar cultura, mar­ 
vou uma fase de ouro para o Legislativo 
l>rl:tvistrn"1'. O colega I oPdi_ foi esc~lhi­ 
tfo pnrn o cargo d(' Secretário cio. ,oo­ 
g1·e•·so, o que veio demonstrar o mvel de 
nrssa Cftm:t!',J. E~tnvum presentes verea­ 
clnres de doze municipios do udoe te. 
- .-GG 
Br2.do 
'lo final rle sun suudaçilo (no Congrt:s: 
sn) o brndo impoo~nte do vereador Ely. 
:.VIV, .f,TO GROSSO DO SUL'' ... 
E o ELy 	. 
!lflrn,ou que "o melhor trnl>nl_ho np, e­ 
sPntado foi o da dPlegação belnv1i;tenR~: .. 
(puhllcnclo ne!'ta edição) 1·eiviadicaçoes 
qu serão nprPseutuclos no PresldPnte 
Geisel... Ely enfocou o trabalho de equi­ 
pe cl,;senvolvl<io pPlr.. dell=,gnçao rle Bela 
Vista. rlondo prioridade. à "Juta travada. 
11el11 vcréador Dillou. pelus cnus11t1 belu­ 
, i,,lcnsc1<" ... Foi um trabalho de equipe 
repr-llu o V<'reador. O VPreador Ulllon 
in.clícoi; o nome do colega Ely par~ a 
t'orni~são P"rrnaneule ele Heivindicnçoes .. 
i)>l{c>'f<!)il<,'-'!,(! 
O Próximo . 
(.',,..,r,·"•1 ,,.,r. rrali7r1do nn r1d:ulc de Jurdim, 
1 , , ,,e,rarlor~, ... •· t'ullf:"JrÍJ. H'OI divida, C'OJII O', JIOª~ J,, 
DESPEDIDI 
JO me despe,:llr de 
Bela Vista assim me 
pronuncio: 
De11do qu~ aqui eheguel 
Pt:los murcús da Fr,,n­ 
teira 
a estrada 
poeiru 
Formando um cordão 
na pista 
Subindo e dtiscendo á 
crit1ta 
Com pesn n'.l minha 111- 
nn 
Pedia beoça dlvinn 
Aos pgos de Relu Vis­ 
ta 
soltando 
Assim cheguei aqui 
Lá pelo mês de dezembro 
Ola bem certo não lem­ 
bro 
Mas tive logo a impres­ 
são 
De que e!lte vasto rln. 
cão 
Era in.,ag, m rle meu 
pago 
a lembrança sempra 
trago 
. mais viva recordação 
Eu trouxe do velho pago 
Objetos que pra mim 1" 
de valor 
Chupéu preto cartuchei­ 
ra e tirntlor 
E pnra esta gente boe­ 
uncha. 
o par de arrelho e hom­ 
bucba 
E du idumentárla sulina 
Para lra.diçõ-es cnmpesi­ 
aas 
ó faltou O m,'u cn valo 
Q11e F0frPt ia u trapalho 
Na falta de gasolina 
A!!slm eu me despeço 
Dizendo mula uma vez 
Dõ té a volta pra voces 
Ao punhado de bons a­ 
migo!! 
Que esquecer jamais 
consigo 
Vai assim minha anuda­ 
ção 
Como se fosse ap~rto de 
mão em mii<> 
Até enç
9
ntro r novnmen­ 
tfl contigo 
Essa foi a minha chur­ 
ln 
Ao SRir dos 
O té avoltn 
Que a sério 
deira 
esta terra é de primeira. 
lrnpressllo que_ a poeira 
(rC•UXf' 
Oestt> que viera até que 
[o·se 
De Doroty Neves Teixel 
ra. 
pagos seus 
pai-a Deus 
nllo brinca.- 
LEU! E ftSSINE 
O JORNAL 
JRIBUNll OI 
• ... 
FR'ONTEIRI

Bel "I!e T. 
!FDu	mt da Fronteira 
MOVIMENTO fü:iTA'l1STICO DA AS1>0CIAÇÃO DE l'IWTEÇÃO E ASSITEN­ 
ClA A MATP.HNIDAOE E A fNl:"ANCU DE NIOAQUE, ESTADO DE M T. 
Exercício de 1976 
l'euou Atcndidu Durante o nno: 
Do nexo masculino! 
De O n 7 ano, . 
De OU II Mano• 
De 15 n JU ano• , 
De 19 nno• ndma , 
Soma 
4.73.5 
1.20) 
. 96 
. 939 
- . 6.971 
Do ,no feminino: 
De 0 a 7 nnoa , 
Dte 08 11 14 ano1 
De 15 a 18 11001 
De l9 nos cima 
Soma . . 
4.24% 
l.?56 
33, 
. 5,565 
- 11.393 
Do Sexo rnucul.ino 	8.971 
Do Sexo feminino 	ILl93 
Total do ano ~ 
- 
..tcrulidu no Ambuh,tório: 
Grip,ulna •. 
Vcrminóticu 
Desentrica 
Pnl{rrlicaa 
Oftulmlcn• , , . 
Moléstias diversas 
Em trntamentn 
J.451 
1.351 
1.571 
03 
188 
2 653 
2.312 
Torai. 
Atendidns no Laboratório: 
Exames de Urina 
Exame• de l:"czcs 
. ll.559_ 
1.10.1 
68-1 
Total. 
Atendidu no Lactário: 
Lactentes e Abletentem 
Çe,tantcs e Nutrizes . 
1,788_ 
'.!.880 
720 
Total 
Atendidos no Motcrnidodc : 
Ge■tnntes 
Parturentes 
3.1100_ 
110-1 
313 
Total . 
Total do Ano 
. 1417 
18 36-1 
Nio11que • Mt, 31 de Dezembro do 1976 
Zeno Rente! • Diretor 
Estatistica da Maternidade Durante o 
Exercício de 1976 
Purtos re11llzados: 
Normais 
Cirúrgicos: 
Cezarlana . 
Forceps 
Podé.lico 
Partos gratuitos 
Partos gratificados 
Natureza dos Parto. 
A termo . 
Prematuros 
Abortos 
Parto único 
Prto gemelar 
313 
. 313 
. 313 
. 313 
Nascimentos: 
Do sexo masculino 
Do sexo feminino 
Na ti-vivos: 
A termo . . 
Prematuros . 
ilS 
) li 
.)11 
, , 313 
3o2 
Na ti-mortos: 
A termo . 
Pre-maturos 
253 
82 
27 
o1 
Total . 
811 
01 
Totnl 
294 
16 
o3 
Total 
812 
. ol 
Total 
172 
141 
Total: 
297 
05 
Total 
o5 
o6 
Total 
.Jr 
11 
Ô h l to a: 
De neo-natos 
Óbitos maternoll: 
Durante o parto 
Durante o puerpérlo. 
Post-aborto . . . . 
00· 
00 
00 
Tobll 
00 
. 00 
Nioaqu• - Mt, 31 de Dezembro de 1976 
ZENO RESSTEL 
7 
Diretor 
ENTREYISTI 
(Estudantes ontrevistam jornalista Ivaldo 
P.:re-Jra) 
· lo O senhor sempre desejou er jorna. 
lista? 
H. Jornalismo, acima de tudo é uma Voi-açdo. f: 
também um sacerdócio exigir sacrifícios e re­ 
núncius d quem A ele e dedia. F: urna mi .. oo. 
2.o O que t necessário para ser um 
bom ]ornafüra? 
n. O verdadeiro jornali1tu é obrignrlo a ter talento 
todo dío. Dele e exige, alem da ,•ocaç4o, • 
amplo grau de inteligência, conhecimento expre­ 
rincia, mais os dotes de fina observação e lo 
raciocinio. Sómente o diploma não basta para 
tornar alguem um profissional de imprensa. O 
triunto, no raso e»tá condicionado à vocação, à 
experrenc111 e à lnruuba, adquiridas no melhor 
labor diário. Só o jornalista que estuda, aprende 
e se atualiza • e prepara-•e profissionulmcute • 
pode subsistir e vencer, 
3·o De que nrnnrira surgiu a Tribuna? 
H. Em 1972, um grupo de jovens. bumrndo cap· 
lar recursos par-.i •· brincat o carnaval" lançaram 
um boletim (Jóia) e pediram a minhu colnboraçuo. 
Vi no Boletim, algo mais que uma fonte de re 
cursos extras, ser.ti o potencial de Bela Vista e 
idealizei ''no mente cósmica que ~era ideaii' um 
Jornal na ncepçào máxima da palavra. Passei da 
idéia à ação e criei a Tribuna da Fronteira.. f: 
bom que se esclareça: Tribuno da Fronteiro [o no­ 
me) aurgiu em Ponto Pnrà, estávamos cu e ou­ 
tro jornalista trocando idéias a repeito do nome 
quando deu o estalo, urgiu o Tribana. 
4.o Como conugue n• notícias pnra 
o jornal? 
R. , função do jornal é informar o que a, pessons 
individual ou coletivamente, fazem, entem e 
pensam neHe momento: o prc1entc. Ante• de 
chegar sob os olhos do leitor, a noticia ,e,.ue um 
comir:bo cujos estágios compreende ,·árias nredcçõu 
enxertos, titulagens para a npurução de ua me­ 
lbor formo jornalística. E uma t.ardn que envol­ 
ve dezenas de pessoas, entre as quais e destaca 
como base de tudo o repórter. Sem o H~p6rter 
nào há nollciu, nGo há jornal, não há nado. Re­ 
cebemos informações das agencias noticiosas e do 
Go'erno federal, euadual e municipal, além de 
um corpo de repórteres permanentes. O repórtu 
porem é a principal fonte. 
S.o A leitura é irnporlnnte pora um 
jornoliFt.a? 
R. O jornali,to precisa ter urna cultura geral 
amplo pon que po,sa escrever ,ôbre qualquer 
•~•unto sem incorrer cm erros e com urgências 
exigi<la pelo profiuilo. Os 'JUe exerc,.m jornalif­ 
mo, devem ter bom coobecimeoto de politico, 
literatura, administração pública e privada - prin­ 
cipios e tradições constitucionais. história, econo­ 
mia politica e ain:la da bist6rio da opiniAo pública. 
6 O ,enhor sente-•e feliz no levar pn11, qua,e to­ 
dos os lares esse meio de comunicação? 
R O jornalist.a vh·e urun vida incerta e irregular 
porém atraente e variada. O nosso papel primor­ 
dia!, em Bela Vista, abrange um campo vostíuimo 
indo da informação pura e ,implea oo processo 
criador de novas lideranças. E uma satisfnçào imen­ 
sa em ver o nosso trabalho gerar frutos m,duros 
e produtivo•. , 
7 Atualmente o senhor é reaponshel pelo• jor­ 
nni• de guantaa ddade.? 
R O CORRETO JARDINENSE, deJardim, n Tri­ 
buna llurtinbenoe, de Porto Martinho, e Tribuna 
ds Fronteira, de Bela Vi,ta; nlém do mensário 
O CA,lINHO (Bela Vista) e Revista Integração, 
circulando trimestralmente. 
8 Pensn em constuir uma oficina mais moderna? 
Com que recursos o senhor conta? 
R No início imprimíamos o jornal em Aquidaaa­ 
nn. dois anos op6s fuadarmos a TRIBUNA. já pos• 
suíamo a noua gráfico, hoje, ntrnvés de uma 
siatemático adminbtrativn, traçamos novos objeti­ 
vos, entre eles, o da m ·,dcmização do noP!tO Par­ 
que gráfico e construção de uma noYn Hde. Os lu­ 
cros aferidos com o joral são integralmente apli­ 
cados na Empres:,. São recuno• oriundos de pro­ 
pagandas, assinaturas e campanhas_ publicitárias. 
Não contamos com recursos .. extra• 
9 Há mon,ento• difíceis plll'A um jornal? quando? 
R Devido ao papel que represent.l nn comunida­ 
de. o jornal vive diáriamente fases e momento, 
difícei,". As próprias crises, quando ntingem o 
oeu ponto dr ruptura 9"ª"' alternativas que trazem 
soluções, nilo cau1uí,ticn, mcs penn:inentes. Não nos 
atemorizam nas crises, lo elixir para A nofôtta cs­ 
calnd:,. 
10 Qnois as pessoaJl que colnhoraram dirctomente 
J:>lll'll o êxito da TribuDA? 
R Nos!o• Jeitore•, a.aanciantc,, O POVO, enfim 
de Beln Vi11.1, Jardim, Nfraque, P. Martinho, An• 
tonio João e Bonito. 
!IIOTA DA REDAÇÃO: Entre,.;,to feita por 
quatro alunos da Escola de 1a Gnu Castelo Bran­ 
co (Profeuora _.ida) com o Redator chefe da T­ 
huna da Fronteira. 
BRENI 
POLITICI 
Pois hí quem ja também ,infidelidade 
partidáriI" (), em nossa ntitude ante e+a daninha 
atmosfera que alguns maus elementos estariam 
fomentando em torno do Diretório da AH+NA, e 
que já etá comprometendo a boa ordem dicipli­ 
nar e a prosperidade política do Partido. 
São nos indiferente os juízos ridos de 
distorções, sovinas de inteligeeia. O que nos im 
porta o honroso conceito em que os jornalista 
profissionais +omos tidos pelos ilustre membros 
d» nosso Diretório, e nenhum deles nos acoimará 
de infirldiclnde partidária, poi8 IIMFa conrlura sr e• 
nobrece pela mais elevada e limpa fidelidade, 
porque ia sómente a resguardar o bom nome 
da coisa pública, o prestigio do Partido a digni­ 
dade do Uirelório, e isso, fazemo-lo CQnforrnando 
nos o cdtérios moralmenl.e sadio•, l.-j!nlrueule 
seguros, cívicamente nobre•. 
Claro que não precisamos de baixar às se­ 
mentiras dos fatos já notório, mas até aonde jul­ 
armo necessários demoraremos nesta linha de 
ação, para que nosso Diretório ponha cobro neas 
nd,st.us renllducles e se dê conrn ela incondicionali­ 
dade d .. uma deci•uo, a fim de se nilo dizer que 
quer ver o circo pegar fogo, nem e conforme 
aos despontamuentos e nas decepções à humilhações 
. por que etá pssando. 
Nilo luci1111uos o Diretório a abrir crises 
pnrt.idária•, nem u que EC dispa de,,a íil,,sofia de­ 
erta, pois que. por sua lúcidn irutiruição ,y" 
maturidade politico dos ,cu, membros já ter to­ 
mudo tento da gravidade excepcional das mal-agou­ 
rentos perspectivas de dissensões e contlito intra­ 
muros, ameaças estas que lhe prescrevem o dever 
iudeclinhel de moslror, nu,erno cm ,eu t'repú,culo 
pr despedida, que é de direito e de f•tu o Di• 
rctório do Portidu. Sem dúvirla, e eHritamente 
em seu sentido ético, esse silencio do Dirrtório 
enobrece a educnçào wcial e dignifica a moro) 
polftica dos seus mcmbrn,, cntrernnlo poro tudo 
há um lermo, e pnrn nós, que dl.lllllOS dentro do 
povo e conversamos com o poso, essa inela .. que 
rliriam acomodatícia, já e,r.á fora dos limitei da 
tolerância. 
Então, eis-nos chegados ao momento cru­ 
cial das ·carta+ na me»a· e das decisões, e a de. 
cisào do puvo que sabemo, irrecoociliá'e: com a 
situ,içào reinante, é de exigencia pura que o Di­ 
retório saiba honrar os compromisos que assumiu 
pen.ore sua consciencia .. corno depositário da coo• 
fiança do eleitorado, e sniba recuperar a autorida­ 
de da qual parere já rlespojado. Verdade, verdnde 
o que todos sentem é a perigosa falta de um 
Chefe no Parddo, e en11 falto é trunfo no jogo 
solerte do, que porventura andem o mnnobrar 
para se sobreporem ao Partido e estejam man• 
dando o Diretório às urtiga,. Iseo, sim. é infide­ 
lidade, etimológicamente e jurídicamente, Rebel­ 
dia, Sub,·ersào 
Esse quadro de incipiente "bagunça no 
coreto" levou um leitor a perguntar nos por te­ 
lefone, "quem é o cara que quer dar ruteira no 
Diretório . lllào há nenhum cara nem um quidam 
identificado, no que escrevemos, nenhum bode 
expiatório. O que há é simple,ment~ que partici­ 
pamos da opinião Pública, e o une no• intrreua 
é que no seio do Partido reine a coe,ão necená• 
ria à 8113 própria ,obreYÍTi:ncia. Para iuo, a condi- 
ção é _que tenhamos um Chefe e seu lugar está 
vago. Em contra partida, o que todos sentimo, é 
n osten@il'"3 rorpnlcncia de atrevimentos nberran .. 
tes dos principios essenciais da integridade disei­ 
plinar, como vi.sando a engendrar maqulavell1:11men11 
conflitos e antagonismos que acabariam levando- 
nos à ruptura do equilibno partidário. Note-+e a 
prop6,ito. que não rcm,,, quem fnle por nós e 
parn maior de,douro a oposição jí ,e propõe na 
A••embléia Leg:i.Jadvo. n .-uidar da an!!ll•tÍ<•H 
problemática em qu.e estamos atclado, ..• ~ 
Oro. os que nlertom o Diret6rio p:ira eHaa 
ominosu c:onjunturas não derrapam em infidcli• 
dade partidária mas muito ao contrário, adotam 
o aforismo "quem me avisa meu amigo é",e de­ 
monstram para com o Putido resolata oolida 
riedade, irre,·enível lealdade, exemplar Fidelidade. 
SERGIO ROBERTO PERONDI 
ADVOGADO 
Bela Vista Mato Grosso 
j 
1 
{

Tribuna da Frontelra 	24-4.77 
• 
I LM 
LEMEN O 
1 
1 
z 
COLHEM 
QUE 
LUCROS 
Indústra Brasileira 
Ter uma Colheitadeira Automotriz SLC é pos­ 
suir uma máquina que colhe lucros e também 
representa o conquista da tranquilidade e se­ 
gurança na hora da colheita. 
Pois com a SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, à disposição do homem do 
campo. Gente que, como ,·ocê, csl:i preocupa, 
da cm assegurar a sua colheita. 
Assistência Técnico com profissionais alta- . 
mente especializados, treinados na fábrica e 
sempre presentes na hora da colheita, com 
peças originais que asseguram a garantia e 
qualidade SLC. 
Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras), 
milho (para colher com a nova Plataforma de 
3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um 
modelo de Colheitadeira Automotriz SLC (do 
tamanho de sua lavoura> e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqüilidade hoje e a 
certeza no amanhã_ 
Por tudo isso, os que já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acreditam no cue plantam 
porque sabem com o que colhem 
Tratores 
Valmet - Colheitadeiras SLC. - Implementos Selecionados 
Matriz Rua - Marechal Floriano 2049 _ Fone 286 - . , 
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2J-1-77 
Tribuna da, Fronteira 
I.º CONGRESSO OE VEREIDORES 
(Discurso pronunciado pelo Vereador Ely de Araujo Barbosa} 
A Incumbência que me fol confiada de 
falr em nome dos congressista, Inclue­ 
se entre as missões mis honrosa com 
que ful distinguido. Quero desta forma 
testemunhar os mous colegas do I Con­ 
gresso de Vereadores do Aqulduuuna a 
minha gratidão, 
Nenhuma melhor oportunidade do que 
esta, para enullecer H. utuaçfio dos pnrtl­ 
clpnntes pois o que aqui se presenciou 
foi o respeito às contradições surgidas, na 
divergências sinceras, os objeções ricas 
de raciocínio, os partes corteses e um 
trabalho de gigantes para construção 
de urna cnrla, verdndolro e•ltríclo, com 
mosaicos de uma só cor, como são, iguais, 
gunrdadus as devidas propl'rçõe11, os pro­ 
blemas da no11su região. E, n!l.o poderia 
ser diferente, pois somos Iguais no llpo 
de comércio, lgunl,; 011 noEsos costumes. 
igual a nos religião, também iguais as 
nosrns nspirnções. 
Disso Hui Barbosa em sua oração aos 
moços: "A obra do polltlco comecn no 
instante exato em que completa ele as 
uus observações. Aprende no panado o 
que deve fazer uo presente, paro que no 
futuro o povo atlnjll tal ponto de trajetó­ 
ria." Faltaria ao dever, em sentado ao pé 
da obra à e8peru que o terreno apresen­ 
tusso, por sedimentações sucetislvas, a ne­ 
cessaria resistencia. ete um sofisma a­ 
qui, mele outro acolá, reforça-os, trava­ 
os com bons argumentos e lá vlli embo­ 
ra o político, subindo com a coostruçiio, 
nlteaodo o ponto de vista, dilatando o 
horizonte. enxergando além cada vez mais. 
Aqui, hoje, cumprimos o dever de polí­ 
ticos. Completadas ns nossas observaçõee, 
usamos a experiencia adquirida no pas 
sado, para congregados no presente, dila­ 
tarmo o horizonte de conquistas, em 
pról de um única trajetória- o soergui­ 
mento do Povo Sudoeste matogrossense, 
para que et1te povo receba os henefíclos 
comuns aos povos de outros estados, em 
aberto desenvolvimento. 
Legisladores que somos, disto esta­ 
camos cientes, esclarecidos e certos de 
que o Político, deve viver com o Povo 
para ouvir os Sl'IUS anseios e deles nas­ 
ceram as Leis e estas nada mais sejam 
do que verdadeira conquista de ambo. 
No seja o Legislador oportuulsta 
nos !lous prlnciplos, e no exerricio das 
suas funções aproveitar-se, para num 
futuro ganhar novos sufragios eleitorais, 
Impõe II mnral, que a sua missão prin­ 
cipal e mais Importante de todas é tor­ 
nar-se amigo do povo, para melhor com­ 
preender suas necessidades prementes 
e realizar os seus verdadeiros desejos. 
Meus colegas: 
A história de um povo não é mais 
nada do que a história de seu progresso 
economico, que o transporta a um ele­ 
vado grau de civilização e observem, 
que só os povos economicamente ricos 
ão povos cultos. 
A Humaaidade passou por vá­ 
rios ciclos entrando na década de qua­ 
reota no ciclo da energia nuclear. O 
Hrasll, possulado a matéria prima de 
maneira nenhuma, poderia ficar à mar- 
gem. a11slstlndo no formidável enterro da 
esperança de também usar em beneficio 
de seu povo, o emprego pucíflco da dl11- 
secçlio do átomo. 
E conhecido o dizer que os ho­ 
mens são Infinitos como tumbém ua In­ 
tellgencla. Também é velho o provérbio 
de que se dois homens se encontrarem 
num caminho e trocarem pes, irá n­ 
penas uu cor pão do outro mas se tro­ 
!lnrem ldélus, levará cada um além do 
pão Idélu do outro. Els a necessidade 
de nos associarmos a ouros povos, tro­ 
cando Idéias técnicas, sabldo é, que nüo 
é justo nem patriótico vendermos a m 
téria primn e depois compra.la enrique­ 
cida, a exorbitantes preços. 
E surge de repente, no cenário bra­ 
sileiro, uma quantidade copiosa de In- 
márias condenando a Empresas Estatal. 
Ma!! esses chorões e tristes, sabem que 
suas lamúrias, uas rabugices, so falsas 
suas conscleaclas lhes diz que as Empre 
sae na qualP o Estado tem a eu cuida. 
do, são aquelas de grande emprego de 
capital e de lucro tardio, como as empre­ 
de siderurgia, insumos básicos, cen­ 
trais atômicas, etc, pura eles impossivel 
de sustenta-las, a não ser que que sejam 
meros testas de ferro das multinacionais 
ou dos que dlspõPm do cartel de petró­ 
leo. E lb. vão eles levados pelo canto da 
sereia, pelo engodo de conquistar seus 
objetivos Impatrióticos apelando para 
a ambição desenfreada dos repreat-ntaa­ 
te dos grupos Internacionais solicitando 
lhes ·interferenclae. 
Como bem disse S. Exa o Ministro 
do Exército «A nação brasileira jamais 
abdicará oi: direitos de gerir seus deilti­ 
noe, como sempre fez sem lnterferenclas" 
A história das civilizações é um exem­ 
plário de que, sequiosos do dominio do 
mundo, asfixiaram militar e economica­ 
mente, no lodo do imperialismo nações or­ 
deiras e livres, na maioria das vezes 
sob 015 msie fúteis e desarrazoados pre­ 
textos. Da barbarle ao Século Vinte, 
multo evoluiu a humanidade que não mais 
tolera a guerra e s. opressão corno for­ 
mas normais de politlca». 
Honrados colegas: Os poderes d de­ 
mocracia são ltigêmeos, trigêmeos xipó­ 
fagos cujos órgãos devem trabalhar em 
harmonia e é por tal metódica coloca· 
ção em que o alimento de vida de um, 
nutre 11empre e dá vida também ao ou­ 
tro da m3sma [orna as doenças de um 
se propllgam, Imediatamente no outro 
pois bem, este pais .em plena Era Atômi­ 
ca não foi ucompanhado no seu alto 
grau de desenvolvimento social e econô 
mico, pelo seu processo Politico e Judi­ 
ciario. Não é o mesmo permitir que apro­ 
var. A benevolência e dissimulação a­ 
presentam mimetismo, enganam-se pelas 
aparencias. E n t r e t a n t o se há 
necessidade de uma Lei Nova, quando 
se permitiu com berevolencia os abusos 
da Velha, se fez mlt1ter sejam cortados 
de uma só vez esses males, assim como 
ee faz com os parasltos, que entravam 
e. crescimento das plantas. Para Isso, não 
se pocle permitir que o governante não 
tenha atividade e resolução. O grande 
Arquiteto do Universo lhe d!!U latel!gon • 
cia para que salba o que hà de mandar 
e o resultado da sua decisão soja o me­ 
lhor para todos, Por fim chegaram s re­ 
forms e elos trarão a tranquilidade e 11 
institucionalização polítlcu do país. Sem 
tranquilidade não há segurança, e em 
rurnnça nio se podo Pensnr m ter­ 
mos grandes. de desenvolvimento. 
Em excelente hora veio este Congresno. 
Feliz a laiciativa tom«da pelo« nossos 
anfitriões com quem te prabenizo e pu­ 
desse eu com atavios de liuguagem coo> 
ca-h,s-111 no alto, bem junto aos lumino­ 
so8 astros. Em excelente hora, porque 
consoante pronunciamento de altas au­ 
toridade, dentro em breve será coloca­ 
da no Pavilhão acional mais uma estre­ 
la, pelo nascimento d~ um novo Estado, 
para um povo de invejávd flexibilidade 
mental, encurtando distancias criadoras 
de cruciais questões admlolstratlva11, ver­ 
rtadeiro gargalo que Impede o desl.'jo dA 
maior progresso deste povo. Ouviram às 
margens serena do RI'> Aquldauaaa o 
GRITO RETUMBA TE DA OSSA IN­ 
DEPENDENCIA - VIVA MATO GROSSO 
DO UL LIVRE! 
Aquidauana MT, 15 de abril de 1.977. 
Grêmio des suble- 
nentes e sargen· 
tos Pedro Rufino 
CONVITE 
l 
1 
A Diretoria do Gré 
mio dos Subtenentes o 1 
Sargentos ,,PEDRO nu­ 
FIO", tem a gratn satís­ 
fação em convidar V. S 
e Ex.ma. Famllltl parli o 
baile a ser realizado e 
sua sede social, no dia 
3o de abril de 1977. Se- 
rá abrilhantado pelo coo­ 
junto BLUE STAR, d 
Fátima do Sul 
Atenciosamente, 
A Diretoria 
DATA 3o Abril 77 
TRAJE Esporte 
MESA crS loo,oo 
Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância 
de Nloaque: 
SUBVENÇÕES: 
Da União: 
Do Ministério de Bducação e Cultura ... 43.000,00 .. 43.000,00 
Auxillos: 
Do Funrural 	420000,00 
Da L.H.A 	, 40.000,00 
Da LBA (segunda prestação de 1975) l5.000,00 .. 475.000,00 
Donativos: 	. 
De particulares . . . . . . . . . . . . . . .. 3.000,00 
De sócios . . . . . . . . . . , . . . . . . . . t.000,00 . . . . 4.000,00 
TOTAL DA RECEITA . . . . . . . . 522.000,00 
DESPESAS: 
Administração: 
Pessoal Fixo .. , , 120.000,00 
Material de Consumo (alimentação) 40.000,00 
» (medicamentos). . . . 120.000,00 
« (roupas)...··.... 25.000,00 
» (para limpezas) ...6.800,00....311.80,00 
ADMINISTRAÇÃO 
Gás, luz e força . . . . . . . . . 12.ooo,oo 
Manutenção da ambulância 30.000,00 
Material cirú1 gico . . . . . . . . . . . . 20.000,00 
Correio e Telégrafo 	1.200,00 63.200,00 
1 
1 1 
1 
1 
1 
!- 
J . 
) . ' 
! , 
1 
DESPESAS DIVERSAS: 
Conetruçiio de sala para Ralo X ... 80.000,00 
Continuação da constrUÇbO do Hospital Infantil ... 67.ooo,oo .... 
147.ooo,oo 
TOTAL DAS DESPESAS 522.ooo,oc> 
1 
Niooque - Mt, 31 de Dezembro de 1976 	J 
Antonio Oliveira Flores 	Zeno Resstel 
Tesoureiro 	Presidente -; 
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Diretera E?residente: Alaria tela 'U. E2rira 
Direter Resensal: ? aldo pereira 
gerente ral: 8mande Granisce 9asco 
OEPARTAIHHTOS: 
R e d nç il o : José Maria de Bnrros e 
V nsconcelo, ( E d i t o r ial i • ta) 
A r te : Hélio Guedes Corrêa 
C ir eu l 11 ç il o: Jane Velaoque, 
Composição:Petuonio Lelo, Lyberacy Lino 
Altair Marques, Laucidio Medeiros 
Oficin11 (Cbc(e) Adnir Aniceto 
Hedaclo. Administrnçlio e Oficina: 
Taa Duque de Caxias S/n Cs. Postal 23 
Assinatura Anual 
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Decais_Municipio Crs 180.60 
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A O km/h voce precisa de menos de 30 
m para frear seu carro. • 
A O km/h é mais fácil controlar o car­ 
ro numa emergência. 
.- O km/h você faz seu carro durar 
muito mais. 
A 80 km/h você economizo. gasolina. 
Pense bem na segurnnço. no. economlii 
de andar no limite de O km/h. 
Voce vai ver que velocidade é só umu 
queetão de hábito. 
Nilo correndo tanto, vocé vai ficar menos 
tenso, menos irritado. 
Vai aproveitar mais II viagem. 
E as pessoas vão sentir-se melhor ao seu 
lado. 
Eutiio para que passar dos O km/h? 
Pensando llem, velocidade não faz falta. 
Recomendações Técnicas 
Bovinocultura 
,;:pectos Sanitários: 
Adotar as seguintes práticas protilãtlcas, 
a fim de evitar as doenças 
Cuidados com D Bturto Recem Nutldo: 
Amamentação do colostro (1° leite após 
0 parto). O bezerro tem que mamar o 
colostro no máximo 6 horas o-pós o nu11- 
dmento. 
Cura do Cordo Umbilical: Fazer a cura 
df.' cordão umbical no dia do nascimen­ 
to, com um deiünfetante com caracteris­ 
licas repelentes e adesivas. 
Vacinações: 
Vai:7ç0 contra paratlfo (Diarréiu dos 
bezerros); Vacas: Yacinar cerca dP l mê:1 
antes do parto; Bezerros/as: Vacina: ncs 
15 aos 45 di de Idade. 
Vacinação Contra Febre Airosa: 
Vuciuur tudus os animais com idade de 
3 meses acima, de 4 em 4 meses. 
Vadnaçõc ccnlra Ccrbúnculos Slntamóllcc (Manquelra) 
Vacinar os beztirros/a@ a partk dos 4-5 
meses de idade. revacinando os 6 meses 
após. 
Vacinação canlra Brucelose: 
Vacinar as bezerms entre 3 a 8 meses 
de Idade contra com vacina B-19 (seinpro 
com orientação do Médico Veterinári ). 
A profilaxia geral será executada de a­ 
·corrlo com a Portaria Ministerial nº 23 
de 20/01/76. 
Vermlfugaçãc. 
Vermifugar bezerros/as até a idade de 
2 anos, aplicar vesmifugos de largo espe­ 
ctros. 
lsquema Básico: 
Dosificacão - Inicio das chuvas (sete - 
bro/outubro) 
Dosiflcaçúo Intermediária (iaoeiro/fevere!­ 
ro). 
Dosificução Início do seca (maio/junho) 
Combato aos {toparasitos (8wrnes e Carrapatos) ) 
Em caso de infestação, uplier medi- 
mrntos fosfornd0s nu forma tópica em 
osperção ou pulverização. ia incidenci 
. dA carrapatos, proceder bunhos na [o. 
ma de pulver!,,aciio. usperção ou imerç'ío 
com intervalos de 21 em 21 dias até ces­ 
sttr o. tnrestoçi o . 
Con!'ltrulr iusta lações adequados em pn 
tos estra tégicos da propriedade, dP ma­ 
neira que facilite o manejo do rebanh • 
Instala@es: 
As instalações bás1cas nescessárius si: 
Curral com brete coberto, seringa, bozer 
reiro e embarcadouro; 
Cochos cobertos para ai e Miterais; 
Galpão para depósito; l 
FMmacla veterinária. 
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ENFOQUE FATOS E MEU 
SOCIEDADE ... 
(ApreB1'nlndus .pela Doleguçüo de Bela 
Vh,l11 no JQ Congresso de Vereadores cio 
Sucloeale) 
Junto uo Mlnlst6rlo do Tr~nsp,rtes 
Construção ele uma rodovlu, elevada 
com nbrus de artes urcesHlas, tuls co­ 
mo: pontes, drenagens de locais pantano­ 
sos, ligando o poro de Poro ,lurtiollo 
(Rio l'uru~uat) 110 porto chi Guuira (Rio 
Paraná). Ter la 1 e!'tradn nomeada o ob­ 
jetivo pincipl ela integruçilo doi; muni­ 
ciploH fronteiriços, que foram consídera­ 
dos de ncordCJ com a Lei n 5.449. de 
04.0ü.lOüB, de Interesse da Segurauçn a- 
clonul. 	. . . . 
Objetivos 1:1ecuudárlos . ...: E1:1coamento 
de produt11~ ugrieolus que·om determlnu­ 
clos muulclplos constituem ll sua princi-­ 
pal fonte de reudt1; produtos lndustrlall­ 
zncl,,s ·que ge.J·ulmente exportudos através 
do Porto de Suntos o seriam pelo porto 
de Paranuguá, encurtando distancias cau­ 
sadoras ele grande,; gastos de combustí­ 
veis sendo quo urna das metas prluclpuis 
do governo federal ~ equlllhra1· suo ba­ 
lança de dívi<ras, gastaa com os deriva­ 
dos do petróleo. Pudemos acrescentar aln­ 
cla, que, o transport-1 ele produtos agríco 
las e lnduRtt·iulizuclos da zoou de inte­ 
resse da Segurança Nacional não seriam 
onerndos com os trani;portes rodoviários, 
em grande .pal'te poderão ser feitos por 
vin nuviul do porto de Guaíra até Porto 
Epitúcio e daí pra , ão Paulo nos rasos 
ele t•xporl,1ção intt>1·e-sladunl por vlt1 fér- 
1 eu, transporte também barato como o 
citu:lo, ll·ausporte fluvial. 
Junto ao Ministério du Agricultura 
Criação dt• um postl' de clusslficaçiio 
de produtos wgetais pura !itender a re 
giüo de Porto ~Iurllnho, Ct11·11.col, Rela 
Vista. Guln Lopes da Laguna, Jardim e 
.'ntonlo João. poiB como SOEI acontecer, 
os produtous à maioria das vez~s silo onc­ 
rados uo transporte do pessoal de elas. 
Eliiicação que <10 encontra instal!!do em 
Itaum e Dourados. Alem disso os proJu­ 
tores levam Ioda a sua colheita pra 
Dourados onde é vendida, não recolhen­ 
do o l.C.:l. no muni<·ip.u de origem dimi­ 
nuindo a reedita municipal. 
Junto ao Ministério da Providencia Social 
Instalaçilo de um posto de beneficio do 
I.N.P.S em Bela Vista para. atrndimento 
dt1. r~gHlo: Porto 11ur1inho, Caracol, Bela 
Vista t Antonio João, ocontecendo mui­ 
tRs vezes que o segurado não possui nu­ 
merário suficiente para regularização de 
seus documentos, junto ao I.N.P.S. , ten­ 
do de locomover-se uté Aquidauana a 
que esta reglilo estú subordinada para. 
fins de beneücios. 
Junto ao iliaistério das Comunicações 
Para que Sela Vista passe a ser inclui­ 
da na Rede Federal de Comunicações 
p'lr TELEX; pol.'sulndo apenas uma agen­ 
da da_ Empresa Brasileira de Corrf'ios e 
• Telegráfo:., cujo aparelho ali foi coloca• 
do na época da expedição RONDON so­ 
Ire panes continuos deixando este mu­ 
nlcipi•) completamente isolado. lnstalaçilo 
de uma estação de radiofonia na agen­ 
cia d-a Empresa Brasileira de Correiu::1 e 
e Telégrafos comunicando-se diretameo· 
te com a cidade <!e Campo Grande. 
. Junto ao Ministé.:fo do. Fazenda 
lnclusão de Bela Vista uo projeto Ciata 
para cadastramento e reformulaçilo to­ 
tal do SP.U código tributário á vista de 
que a cobrança de impostos e taxas es­ 
tá ultx-apassado. deixando o município 
!lll cn_n:stante déficit, no seu balanço fi­ 
nanceiro, tolhendo o seu deseovolvimén­ 
~o ., ob1igando-o a apelar para recursos 
l_?,nto ú união e o E!<tutlo. Bela Vista 
com essa inelusiio deixaria de ser uma 
cidad± estagnada. 
Ely de Araujo Barbosa 
Af,,nso Dillou Nunes Leite 
Noedi Laranjeira 
Baile da Páscoa 
no Club Nnutico do Paraguay esteve 
animado pelo conjunto "MóCKERS" de 
Concepclón. Aqtwle club esló. ~ob a dl­ 
reç!lo do 11i11úmlco 'ren. Cabana. 
Entre grande n. de presentes destaquel 
Sr. Sr" Mreco Miranda, Veeo-Lenlra, A; 
dvaldo-Vora 1-leglnu, Vr,lérlu Penha e Sr 
Sr e Sra Pompllio Pedra, Dr. Cbrlos e 
Kll{a. Oa jovens Lupérlo e Cuchlto, lam­ 
bem dundo um culorldu todo especial ao 
som do Rock u Srla. Granlela Garcete. 
Sgt' Mar'.lns. Prestigiou essa alegre noitada 
no club da cidade Irmã, o jovem Ampé• 
llio, vindo de São P11ulo 6 que> fleon en­ 
cantado rom o h.,lanço de "IRs paragun­ 
yas". 
aniversários: 
Patrlcla L. Pinheh·o 
Janlce Andrade 
Tonlnba Rosa 
Enoly L. Assis 
Fatlma Bulamarque 
Orlando Tumbelline Jr. 
Geri::! L. Leile-Súviol L. Puez 
Pego M. Loureiro 
Eliana de Almeida 
Ivaldo Perl'ira 
Adalr Aniceto , 
Leda L. Palmiéri 
Beatriz H. Mascarenhas, que receheu os 
amiguinhos, purn comemorarem seu ·•nat'' 
num fim do tarde de muita alegria e 
descontraçáo. 
Os pais da gurota Luciana, Jairo e Ana 
Maria Vasconcellcs receberam grande n° 
ele convidados para comemorarem com 
a simplltica garota mais um ano de vida. 
fl'oram distribuidos vários lipoll de lem­ 
b1·u ocinh;1 s po ra a legrlu da garotada. 
A Luciona muitatl felicidades a à se­ 
us pais os parabens pela bonita festa. 
~ ~-::,;;:; 
Para a mulher elegante e de bom gosto 
nu "Charro Boulique" chegaram os últi­ 
mos lançamentos de inverno ... 
0 9c83 
CA ,TIHHO 
lascimentos 
O jovem casal Ederney e Kika fellzes 
com a chegada da bonita Renata. 
Afonsinh.>-Maria Améliu contentes com 
a vinda de mais uma menina. 
Antonio César e Vtloia com muita ale­ 
gria receberam o garotão Gustavo. 
Os casais: Kul!fe e Sr foram prer,enlt:­ 
ados com uma linda menina 
I 
e Adir-1Ia­ 
rla Helen!!. com mais um robusto menino. 
Oliveira-Adelaide tnmbém com uma lin­ 
c.la menina. 
O .casal Dr. João Oliveira Rodrigues e 
Sr!!, rf'sidentes em S. Paulo, com toda 
ansiedade peculiar na espera do 12 filho 
receberam no dia 22 de março pp. um 
garotilo que recebeu o nome do J o­ 
ão do Olivei.rn Rodrigues Filho. Parabens! 
06-3 8383 
Despedida 
Com uai churrasco no Cassino de Bella­ 
Vista Paroguay o popular Sub-Ten. Do-. 
roty iiespediu-se dos amigos civis e mi­ 
litares. A ele que foi nosso colabora­ 
dor desejamos felicid11des e almejamos 
uma visl:a muito em breve ... 
o<->+308±< 
Prnmoção 
A ex-Delegada de Ensino de Bela Vista 
EnU Pereira de Souza, foi promovida pa­ 
ra a Assessoria Ju.ídic11. da SEC em 
Cuiabá. Parabeus 
Detesto a figura do criador grotescamente indi­ 
ferente a tudo o 'I'"' não ja a ua obra. ima­ 
me um n,uor u,,ií~ J•tO, e a pe!jorntt. eni ::smor 
mesmo que o preço seja uma bela obra, parece 
re uma contorção indigna. Ma« devem compre 
render que nestas disposições, na confusão de e 
ma vida largamente participante, corremo· rcos 
de afogamento, por , ... to é preciso saber nadar a­ 
té me·mo contra a correnteza, ajuda-n.e tito 
um pensamento de icente de Haulo. O ran­ 
de« propósitos são sempre atrassados por der­ 
+os obstáculos e dificuldade A carne e o anu 
dirão que é necessário abandonar a mia. e+ 
temos portanto dar-lhes ouvidos, Deus jaais al 
tera aquilo que uma vez decidiu._·eja o que for 
que do contrario nos aconteça' 'Tribuna da lron 
reira irreversível, as pressões que últimamente 
procurum 111i11ar u no .. •.J , our..,!c., • 6 110c. [,1.r111 
rnrrir: dos irupieclo,oF, <lM h o m ú n eu_ 1 o H que 
u e r e ,1 i t II m no poder da matéria sob u 
e,pírilo. ão nes atemorizam as batalha+· jí haviá­ 
,nos dito. o que nos upr de são as u.aquiaéli. 
as manobras de rupos polemistas, 'Trihuna da 
Fronteira é, existe, e representa uma força na 
opiniilo p(ibli<-a, O tempo nu; dnr{1 motnus para 
sorrir <lesr.n época ,,tribulada. O que no foremo• 
nunca - é pactuar com sistemas retrógrados sob 
pena de ver diluir no éter <la mediocridade nos- 
SOS icleni•. t E6 
Dia 2 de Abril ern comemoração ao inesquecível 
José Joaquim <la Silva Xavi~r (fir-udentc,l '? 
Gremio Pedro Rufino, reul,zou una torneio 
relãml.'""º de fu1ebol de snlào 
Particip;çào de oito Equipe,; nli manhà de 5a fd 
ro o rrrondr-: 0Hh-1Cncin (JUe não faltou, pôde a.na .. 
liEnr ':is valores do futc.-bol de nos,a terra, pois, 
foi um verdadeiro espeláculo. que <,correu numa 
harmonia esportiva digno de nossos elogios. 
Ao Grcmio Pedro Hufino e a todos dirigentes 
de atividades esportivas que lutam incan,án:1- 
mente em levar aos desportistas belavistenses mo­ 
mcntos de enorme alegria Muito obrigado. 
É isto gente nossa, a pelada do Club do Laço eetá 
chuchu beleza, sábado dia 23 renliZ<,u-•c n trudi­ 
cional que oco, reu numa harmonia e,petacular, 
orerecendo um verdadeiro contentamen(o ao, com­ 
petidore e a assistência que nada faltou Parabrns 
nos organizadores e incentivadores do eporte de 
nossa terra. 
ox7-208& 
Nomeacào 
Gllca. Lino, foi nomeada para Delegada 
de Educaçã.o e ·eu1tura de B. Vista. Su­ 
cessos em sua nova função, é o que· 
lhe desejamos. 
Baile 
Será dia 'lO de Abril no GP R 
pelo conjunto Blue Star 
animado 
ossa Desculpa 
Porto Murtíubo não cumpriu e ,·oneequentemcnlc 
faltamos com palavra para com nossos querido; 
especladorc• que niio somam dificuldades para 
colabornr com o crescim('nto Jo c1tporte em no&· 
sa querida Dela '.is.ta. _ 
F.nviamos até mesmo um representante e condu. 
çiio para focilila-los cem a,sim cumpriram com o 
combinn~o, tivemos então inic.intivn de improvi­ 
sar em cima da hora -l equipes e dirigimo-nos a­ 
té o Est. Otávio Fontoura onde oferecemos gratu­ 
itamente uma tarde d.- domingo colossal esporti­ 
va cm cnnnbo aos nossos esp~ct.ndorc1. 
O Primeiro foi no Rio, em 1968. 
O Segundo foi em <'.ali. Colômbia. 
Agora ,·cm aí o terceiro. Será em Niterói. Na 
Primeira Igreja e no "Caio Marina" 
Data - 15 11 20 de agosto de 1977 
Oradores: David Vong. de Hong Kong, Presi­ 
denle da Aliança Batista Mundial" 
' Srepben Sree..-_e;, do ranadá. Pl'esident.e do De- 
partameat.o _de Ilomcn da Aliança Ilati.r.n :lun<lia.l 
amuel Libert, da Argentina, evangelista 
ilson A. Fanini, Brasil, evangelista 
Glenjon Me Cullough. Estudo, Unido,, Executi­ 
vo da 'Brotherhood"", Departamento de Homens 
da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos 
Jack tanton, Estados Unidos, Professor Univer- 
sitário e evangelista 
Aldo Brodn. Argentina. líder lei<•(l - 
Samuel _Prato Gomez. Venezuellider leio 
Dan~ Gome_s. Bras.JI, Pa,nor e radialista " 
J. Reis Pereira. Brasil, Pastor e jornalista 
Havera varos outros oradores que npre•entur' 
eEtuclos e mensagens especiais, - ao 
Pr 
- 
1 
• O,,·ec Cooper 
. e,1de.u1e d:i Un,lo Pan-:imericuna de Homens· Ba 
tIstas. 	« 	+: 	- 
EDITAL E RZOIESID 
Eu.José telino e silva, 0fi 
,.; l do Hregi-tro de P'rote-to 
desta cidade e Comarca de Be. 
la Vista, do E-tdo de Mato 
Gro-•o, na forma da lei, ete.. 
Faço saber aos que o pre-cn­ 
te edital virem ou dele tive­ 
rem conhecimento que e n 
contra em .artório, à Hu,, 
c,.rourl IJia•, 11. 9JJJ, 111·-1,_, c•i. 
dade, para protto, por Falta 
de Paramento e/ ou Aceite tu 
Devolução, os seguintes titule+: 
I)- Apresentado+ pelo Ban. 
co .J., Ilru,il S/ A. 
- Duplicata n. 018/76. Ven­ 
cimento 21,02.77 • 'ulor Cr!;i 
16 517,00, emitida por SEMEN. 
TES S0:'IIITHI LTDA., contra 
MAlzilio Kerpel. - 
b)- Duplicata n. 12917:i • V,·n­ 
cimento 21.o:l.77 • Valor CrS 
30.000,0íJ, t'mitida por Sernt'II• 
tc-~ Somitrí Ltda., contra Alú­ 
lio Kerpel. 
e)• Duplícntn n. 0-16177 • V-,n, 
dmento !IS.03.77 • Valor Cr:5 
59. l69,00, emi1i<la pur Seruru 
te, Somirri Ltda., contra ,r­ 
min IJruno'Luchmann.• 
2)- Apresentados pelo Sr. Wul• 
<lemur Don<'gu.- 
a)• Nota Promis,6rin n. 02- 
Vencimento l0.02.77 Valor C,S 
500,00 emilirlt. por Wal,1,·rnar 
Donega, contra Arnaldo Erre-. 
lo lfrun. . .-: 
b) Noras promis.6riu, n•• O.l 
e 0-1 Venriment.o•/ lO/oJ/77 e 
I0/01/77- nos ,aloro rle CrS 
.'>00,00 cada urna, ernita<la, pur 
Wnl<lemar Done~a, contra Ar· 
nqldo IJarreto Ifran. 
E por ter ,iclo impo,sf. 
vel encontrar os devedores dos 
rdericloa títulos ou ,eu, pn­ 
rarleiros, pelo J'reFt'lllt" ,·<lira! 
que será afialo no local de 
cote e publicado pela iru­ 
prensa locai, intimo-os para 
pogarern a. importância devida 
ou darem as razões de sua re 
, usa, e falta de pagamento ou 
comparccimt::nto notíf1ro-o,-. do 
compt::tente pn,teE-to que ~t"rá 
extraido "º pra:to legal. 
(prazo: 3(tres) <lias u partir da 
publicação). 
Dela Vista - MT, 22 de A­ 
bril de 1977 
O Oficial do Jlt"giEtro de Pru• • 
testos 
Certidão 
Certifico que afixei o 
pre,en te Edital no local de cu•• 
tum e e remeti c6pia. do me::mu 
para ser publicado pela impren­ 
sa local. Dvu Fé. 
Bela Vi,r.n - .lt. 
22 de Abril de l.977 
• O Oficial do Reg.i,trn de 
Protestos. 
VISITilS ILUSTRES 
1 ...1 
Visitaram a no"':, He<la­ 
ção, º" jornalistas Jesus 
Hernan<les e R~chicl Sa.lomfo. 
da revi;la Atualidades Foren­ 
•es e lnteriorana.s e He,·i,1.:1 
A tunli<lndc. Ambos ,·ier.un i, 
convite do prefe'to municipal 
Atualidades Interioranas - em 
sua edição do mês de Fe,c· 
reiro, dedicou _ampla reporta 
' ao municipio de Bela 
tHo. des.tucnndo a Princesa 
do Apa na contra capa (foro· 
{fia da Ponte Intersecional 
"- a re',slll ,tualidade. do 
famoso repentista Hachid a 
lomilo. CJ'tá p·rep:irando cw1 
edição especiál dedicada à Ad 
mini-tração Castro Pinto. Ao­ 
nohres colegas nossas boas in- 
das e que divulem o no-o 
município no g';-;.111de E;t:.du