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o E TO Ci O S 
• UM SONHO 
RI 
Fundador: Ivaldo P.ereira Ano VI N.o 247 1 Bela Vista Mato Gros■o 
DO H OS 
O Dr. Ruben Albert,)· ALbott dr, Castro Pinto, Prefeito de Bela Viola, 
falou em nome dos vinte Prefeitos parlicipnnles do Segundo Encontro 
Após s sudações de praxe, assim se 
mnai!ehtou o prefeito de no11sa eiclnrle ... 
Prtfeilo da rnaig longínquu e da muls 
lcndárlu cidude matogrosseuse que e 
situa nil fl·o11tPiru Hrarsll-Purnguni, onde 
us gus do pa beija as duas Bela Vis­ 
tas irmãs sinto-me profundamente honra­ 
do o engrunclcc:ido em pnd!.'1' rnprooeu­ 
tnr e falar l'tn uome dus vint prefeitos 
que oonstituem o Progr1rnrn Promu11icípio. 
Priueipulmente porque fui pra hora 
miuhn, o primeiro Secretário ue Educa­ 
ção e Cultura e Saúda do gl'llude Ou· 
veo Fernando Corrêa da Couta, e lln jd 
vejo este lugar ocupado por um jovem 
educador, idenlistn, cullo, inteligente, u­ 
cesivel e pro[undnrnento diplomata no 
atendel' e no compreender as reivindica­ 
ções que ruzemoo om uume da infância 
e du rnocidnde m?.togrnA1Hmee. 
Meus senhores. u experiênc1n do PRO­ 
MUNlCIPIO em Belu li!;ta realmente tem 
'} sido um sucesso. Basta dizer que no se- 
,, 
1 
tor do ensino municipal, passamos de 700 
para cerca de 8 mil o.lunori, em menos 
. de um ano e meio de admini11trnçfio. As 
construções. de escolas com verbas de 
auxilio dos municípios nós ja estamos 
em fs.se de co,1clu:1üo auxiliado i;em dú­ 
vida, pelu bou vontude llu Pt•e[eilurti quo 
conillruiu para lauto, ató uma olaritl. uma 
íúbricu de tijólos, pura poder comple­ 
mentnr a pequena importância deotinada 
pelo Governo Federul, ao Eslndual, por 
fnlta de recurllOli íinauceiroo pum tal m;s­ 
ter. 
Criumos também doutro do programa 
PROilUNIGIPIO om Bola Vista, puvilllÕt'll 
de merenda escolar o j estamos vm fa­ 
se de construção do quarto pavilhão. O 
primeiro construido, ao quo me parocu, 
inédito em Mo.lo Grasno compõem-se de 
um refeitório aberto, alegre, coberto com 
capim sapê e com posteo de urotira cn­ 
'ernizudos e unexo uma porte de alve­ 
naria compreeMl~ndo cop:i, cozinlla, undt:l 
:;ão gunrdncos na a1mentos du mPrnndu 
tGcolu.1· que o município comprn t' que os 
pois do11 alunos comp!Pmentnm com pro­ 
du!os ae suas granjus e das uus hortas 
As crianças te.a umn lugar upropri±do on. 
de fazer as snes refeições, prender ru i 
rlinH:lltOS ti<.' lsi~!,·tl' lilIIlt':llll. tL, li t! ·utü· 1·-.:_· 
mitiem aquelas noções ás ugs familias. 
das quais silo compostas d camponeses. 
'ofessot Lourenberz. não qurro ser 2. 
n.is extensu. Voss Exetenct ja foi f 
convidado por nós lá ,1~ 13'.•l.1 list•1, n .-c~:,:r l"·· 
wwevanente e municio. l. (xcia. tv aquele cnsej } 
/,fiz COID graudo ho11ra j,Ul'il IJÓ~, de Íll,lU· ' 
utar a escola "São Geraldo", escola 
que funcionou duramto 30 anos num a 
Ião da uma Igreja Católica e nunca pi 
guém havia tido a idéia de cunstur u 
prédio esculur naquele rebalde du zo 
na rural à1• ,guo. Doce, e foi 110 ui ual 
governo dinàmico de Gurcia ~leto, f(,i nu 
gestil.o da Secretaria __ do Dr. Louremberg 
que nós recebemos To mil cruzeiros com 
06 quais construimos Uill ?'1f1:10. ?G eSCO· 
ln. ampll'nndo uquelc. planta inicial dada 
pela Secretaria e onde nós gastamos» 
conto e cinquentn mil cruzeiros, isto e 
setenta e cinco mil, por conta do _mu111- 
cipio importünciu j pagas e recebidas e 
iuncionaodo hoje com mais de 300 alu­ 
uos frequentando essa escola, ainda aca­ 
bamoe de inaugurar um Clube Agricolt1. 
que foi o inicio dos dizeres daquela pla­ 
ca que Voss11 Excelêucia viu lá e:sta_
11
1pa. 
tia. - Aqui será iniciado o aprendizado 
agric'lle para os menoros da p:;oola Suo 
Geraldo e acabatuo8 agoru, com o 
auxilio cio I~~CR, d•1 formarmos eose 
Clube Jgricoln. 
Aqui e~lá presente conosco nflo só a 
minha e!lpusa que é miuhu auxiliar d!re­ 
tn no Setor de Educação, eowo também 
o casal paulista Pedro Carvalho, paulis­ 
tas de Aruçaluba, que ulem de serem 
~técnicos tsm sericicultura no nonso muui­ 
cipio, ato transformando um nevo aflito, nu po­ 
"o dsconfiado q u e para introduzir uaa 
idélu e coacrtJtiza-lu é preciso que se t,~. 
nhu muito ideúlismo, moito boa vontade 
e muita cunstilncia uo trnlialho de quo é 
posGuidor oste c1urnl. S:io técnicos, realço, 
em s.:rid.:11!111rn como em educação. Já:esta­ 
mos ('c1m seis pavilhões de 2ericicultura 
montados dois em alto ostllo e quatro 
rústicos e que já vo neste mês, dar ao 
muuieipio umn tonelada de cazulos. ls!lo 
pura umtt txp&riê11ci1:1 é umn grnnde coi­ 
sa e este csul é que está uos a uxiliun­ 
clo' 1m pal't,1 cio aprendizado agrícoh,. pa­ 
ru menores no ensino de primeiro grau 
em Bt!lll Vista. 
Eu desejo que lrnja Felioidude comple­ 
ta nf'stcs três dias do nosso segundo en­ 
contro PRO~lUNICIPIO e que nóR possa­ 
mos levar à nossa gente mais t'Palizações, 
mui espernçu pura que nos:·, Matt, 
Grof'so, uno e indiviso, quo nó tenha­ 
mes realmente uma população infantil e uma ponula. 
ao de adolescentes que realmente conheçam a cultura 
e tenham o patriotismo necessário pa 
ra levar ainda mais para a fr~nte este 
nosso Brasil que a Re>voluçiio nos dt uno­ 
vnmente dl.' presente, que a Revoluç!i.o 
revigorou e tez com que o Brasil ergues­ 
se a sua palavra de Fé no crnário polí­ 
tico internacional. 
Origem da Gnme1111- 
rap;ãt do Dia das 
Mães 
Falando cm [ldc, Horiz<-nte. onde foram 
concentradas esteano as festividades do dia do 
Trabalho, o presidente Geisel enumerou ns realiza­ 
çüe« de seu governo, reafirmando que a finalidade 
da nação governamental é básicamente o homem, 
di-«e que o governo está emprnhdo cm com!%, 
ter u inUnç. o,"uma docnçn crontt':l de nos!u. l nk 
n qual decorre, ntre outra- razões, "de defeitos de 
mentalidnde, que precisamos varrer de nossa men­ 
te, num esforço conjunto e comum, para tornar 
ida menos cara c para qu possamos usufruir 
de 111nior qunnudnrlt- ele Uc11:, • _ .. 
A inflação, segundo o_presidente, sofre 
refeito eternos ,muito mais difíceis de eliminar-., 
· internos, como deficiências que ainda temos 
en nossa produçió e na circulação de no-o bens 
e sobretudo nn sua comercialização,-. 
O hospital São Vicente rle Paula, de 
Holn Vista, que h& pouc:o tempo foi man­ 
chete aos jornais devido a propnlada ce­ 
leuma de 1,ua encnmpnção pela Prefeitu­ 
ra ~Iunicipul. volta no uotieário, desLfl 
vez atrnvéa de um fnlo desagrndáve): 
ROUBO. Na noite do dia 29, quando es­ 
tavum de plnnt!io duaG cn!ermoiraa e um 
onfermeil'o, aumiu da Sccrt,tariA. 11 impor­ 
tO.nC'ia de crS !!.000,00 (doi::; mil c~uzeiro ) 
orlun::los do movimento diário. : Direto­ 
ria uu mll.nbíl,segulnte. intoirda dow con­ 
tecimentos procurou descobrir o autor ou 
autores, c!Jnu.rwdo à re~r,oasabilidade os 
planto:.iisla~, onfermeirnr- Eva RibE>iro, Ro­ 
s Pereira t! o enfermeiro ,Jc-selito Pedro 
S!!lleR .. a enfermeiras alegavam iuoclln­ 
cia. ussim como o Joselito, fazendo com 
que fosse chamado o senhor Delegado 
de Polida para tomar !Hl devldlis provi­ 
dénciu. 
PROVIDE:--ICIAS 
Primelrnmeute o srnllor Delegado de 
Policia, em comp1.1nhi1t do investigador 
Carvu!ho. C!vou parn a Delegacia li enfer­ 
meira Ev& e o ellfermriro Joselito, os 
quais ~cmpre U('gaudo a autoriu do rou­ 
bo, procuravam se defender das acusações. 
Em seguida, foi chmdn a enfermeira 
Rosa, urna senhora ptiraguaia (]U~ bt:i mui­ 
to tempo presta oerviço11 ao Hospital, 
scmpre carente de nrelissienais de enfermagem. 
Após ,,minuciosa investigação", Joelito 
confessou a nutorili do roubo, iaoceutan­ 
do as duns rnformeiras. Preso Joselitu e 
dispeuendas ns cnformeirns, o caso pode­ 
ria se d:u por encerrado, pois o ladrão 
devolvru um::i. parte do dinheiro roubado, 
111a.s a "estórin'· do roubo merece um 
"comentnrio". 
DENÚNCIAS 
Umn pessoa ligada ao Hospital procu­ 
rou n. noasn reportagem para ACUSAR 
do violênciaa o senhor Delegado de Po­ 
licia. iaspotor Carvalho e outro ooldudo 
du PM. Afirmou u ronte quu ··a enfermei­ 
ra Eva sotreu VIOLÊNCIAS n Cadeia 
Pública. tendo I"vado murros, empúrrões 
e amenças do maiores brutalldndei;, o roes• 
mo tendo se pnHsa.do com Roaa. ·•o cor­ 
po de enlorrnageni do Hospital ao oucoo­ 
tra revoltado com os nrbitrariedndes co­ 
metidas, tendo duas enfermeira& (Apare­ 
cidu e Iolnda) sofrido criso de nervos 
com a ntitu-le dos policinis. Disse aindn 
que O!! medicnmenton do 1:--.'PS eucontram­ 
RI' u Secretaria, e a todo momento os 
enfermeiros sito obrigados a entrar n 
emn, to que e errado, e msis errado 
inda ti u providêncin tonasd pela Ui· 
ret<,ria cio l-IOFpilul. Um ~lurilza l'i­ 
nhei. ,-. P. IJ,. J-lello Lour,·iro lev:.ndo o fa­ 
to à Policia quendo poder; ser restulvi­ 
de no Hospi:al" 
' E!:.C'IDA DE 
Prour:as a ·ferreira Eva, em sua 
i'C'Sidi'ncin., tenrl0 11 mPFma comprovado a 
vt·rac1dude dos foto;; acima co,ueu1udos. 
Disse que ''r<.>slmeate FOfri Yiolêacic1s na 
i: Pública, e a Rosa tanbém:". O 
fatos devem li(ll' 111rnn,dos, pois somos 
cnntra II violêoci!I arbitrária. A os rnocen­ 
[e,s núo dpvpm pagar pelos pecadnres. 
SBNHOR 
No din 12 de maio comemora-se o DIA 
DA ENFERMEIRA; neste Dia, ENHOK, 
enviai os vossos anjes pnra guardar os 
0
't1njos de l:iranco". Fazei, Senhor, que 
nem sempre o .P.JSTO pngue pelo peca 
dor, mas fuztii. ugima ele tudo. o E3pirito 
·Snnto ilumine :i rr.ente aos homem para 
que e!H srjum aempre o reflexo da Luz 
na Terra. S,.nhor: Os doentes, neste dia, 
deixant de lado os teus l11mentoK e suas 
lamúrias e uníssonos pedem PAZ. JUSTI­ 
ÇA, AMOR para as mulheres e os homanli 
que diuturnamonle ajudam u urnenb1ar 
seus sofrimontos. AMÉM ... 
O Dia d1.1s Mães foi co­ 
memorado pela primeira 
vez, publicamente, dia 10 
de maio de 1908, em Fila­ 
délfia, EstadoP Unido• na 
pequenina cidude_chaoui­ 
da Gruftom. 
!<oi ougerido poln. jo- . 
vem Jaa Jarvls, orm, 1:m­ 
rna homenagem à su11 fa­ 
lecida mãe, fato c,corri• 
do em 1905. 
O presidente Woodrow 
Wilson dos Estados Uni­ 
dos, em l 014 mandou In­ 
cluir oficialmente no ca­ 
lendário f Pderal da Na.­ 
çâo. a comemoração do 
Dia dns Mães. 
o Br11sil, u luiclo.tlvu. 
da comemoração do Dia 
da8 jJiies, partiu da An•­ 
citiçllo Cristã de Moçu 
de Porto Alegre, RS; que 
o comemorou em 12 do 
maio de 1918; exemplo 
que fui imitado no an0 e­ 
guinte pela ACM do Rio; 
e em 1921, a ACM pauli■ta 
também comemorava. 
Em 5 de maio de 1932, 
através de DP.creto c-flci­ 
al do Chefe do governo 
orovisórlo, Getúlio Var­ 
ga8 o Brasil panou a co­ 
memorar oficialmente a 
data do segundo domingo 
de maio, como o Dia das 
Mães. 
Oração ao Divino 
Espirito Santo 
Espit'it'.l Santo, você 
que me esclarece tudo 
que ilumina tod•>s os meus 
caninhes {pra que.eu atin­ 
ja o meu ideal, você que 
me ri: o dom divino de 
perdoar e esquecer o mal 
que me fazem. e que 
tudos os in!tuntes ele mi 
-nhn vrda ei:tá comig&, 
eu qut1ro ne11te curto diá 
Jugu, agrddecer-lhe por 
tudo e conlirmar mal11 
ma voz que eu nunca 
quero me separar de 
110:e p,•r maior qut ufa a ilusil<1 
material não será o 
mínimo de vontade que 
eu sinto de um dia estar 
com vocé e todos 011 meus 
irmãoa na gloria perpétua! 
Obrigado maia uma vez. 
A pessoa deTará 
fazer essa oração 3 dia■
seguidos fazer o pedi­ 
do e dentro de 3 dias 11rá 
alcançada a graça por mais 
dilicil que seja, publicar 
assim que receber a graça 
Por muitas graça 
alcançada 
Obrlgatlo mal, 
uma vez. 
Acacla

01-5.77 
Rela Vista - Ml 	Tribuna da Fronteira 
j 
.J 
UI IDl 
COLHEM 
l 
E 
,z 
LUCROS 
Indústria Brasileira 
Ter umn Colheltadelrn Automotriz SLC é pos­ 
suir umn máquina que colhe lucros e tnmbém 
representa n conquista dn trnnqUllidade e se­ 
gurnnçn nn hora da colheita. 
Pois com n SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, à disposição do homem do 
cnmpo. Gente que, como ,·ocê, est:í preocupa­ 
da cm assegurar a sua colheita. 
Assistência Técnica com profissionais alta­ 
mente especializados; treinados na fábrica e 
sempre presentes na horn da colheita, com 
peças originais que osseguram a garantia e 
qualidade SLC. 
Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras), 
milho (para colher com a nova Plataforma de 
3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um 
modelo de Colheitadeira Automotrfz SLC (do 
tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqtiilídade hoje e a 
certeza no amanhã. 
Por tudo isso, os que já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acreditam no ue plantam 
porque sabem com o que colhem. 
12) UUfiCIH IUAYIR4 l1Dl. 
--,--:,-;:,:------:-,.,---~' 	,. .~ 	- ~~ ~} 
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Tratores Valmet - Colheitadeiras SLC. - Implementos Selecionados A . ~ 
R ,... h 1 Fl 	• ss1_stencia Técnica Permanente Matriz ua - •uarec a oriano 2049 . Fone, 286 _ C p l 	" 
x. osta 180 Ponta Pora - M. 
FILIIIS: - ftMDMBIII BEUl VISTA 
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A Execução 
[7 
.,p7 77 
LQJ L1 l1 llli 
No dia 2l de abril <lc 1192, ua <·idude do Hio 
de Janeiro, cumpriu-se a setença de morto do 
Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o conhecido 
e patriótico Tiradentc·. 
O p u t í li u 1 o foi erguido no e n m p o ela 
Lampadosa, e, be.e, por diversos depoimentos 
e principalmente través do padre Penaforte, que 
lhe prestou assistência religiosa, que Tiradentes 
t<·ve u1n C
1)ttlj>ortatnento de {!rttnde corogi!m, en .. 
frcalnndo tu, o com .crrnidnJc. Atitude de 11111 
homem 1uc Fni,iu o que fnzin e o que querin. 
Contn n 1ist6riu, ter silo ele um herói, justamen­ 
tl, pcl11 ob,tlnnçio cm dnr no Brasil mais e por 
ter mantido o mesmo pensamento até o, últimos 
degraus que os !-epurnvom du morre. Niio ucgou, 
como nllHtoR u'egarnni. Talvez, o que tenha nrnr .. 
cado, seguindo-e as nrrativas históricas, 1enhu 
bicio II sun comt:incin do ideais. Depois de morro 
 :ve o eu corpo esquartejado e ,cus restos cs• 
pulhado, pelos prioc1pui, pontos da cidade, Iga­ 
res onde falava de suas idéias. A cabcçn rcprc­ 
ecnlnodo u rnn po,içüo de liderançn elentro elo 
grupo- fo! colocnela em prnça pública cm Vilo 
UiCA pnro todos verem o que 1inhn sobrado dn­ 
qnele que tentara expor n liberdade ao povo bra­ 
silcin,. A Hcpúblicn, porém, dcclnrou-o 1erói nn• 
cionul. conferindo-lhe em 1965 no goyerno de 
• <'natclo Dronco, o thulo de "Patrono da Noção 
Brasileira." 
 
T 
 
_Joaquim José dn Silvo Xnvicr, conhecido por 
T1r_nrlcnu,s, nasceu em Pombnl cm São João <lei 
Ilc·1, no E•ln<lo de Minas Gcrnie, no nno de 17-ló 
Vindo <l_e 1111111 ín,milin de pequenos • Íazrndciro~ 
de condição _média, era o. quarto filho ,ll'ulre se• 
1s irmuns, F1co11 órfão nos ll· unos de idade, tendo 
+ido educndo pelo padrinho, que era cirurgião e 
clinicava, Daí nasceu o seu interesse por 'nrativo 
atendimentos práticos, que lhe vnlen nos mais 
tnr<lo, 11 ulcnnha do 1'irncle11te~. l'o~rnin nmplos co­ 
nlwc1111enlos elo terrenos c cxplornçiio dos srm 
recursos, tendo truhnlhnclo vúr111s ycze~ neste rnmo. 
Chr.gou u ser trop•iro e cumercionro, como solda­ 
do nüo cons<'gniu fnzcr cnrreirn, ffcndo Fomprc pre· 
terido nus promoçõrs, cstncionnnclo 110 Posto de 
Alferes. Serviu na <'ompnnhin de Dru~õcs d,, Vt­ 
la Rica, depois Iegimento da Cavalariu paga de 
Minas Geris. 
Primórdios cln Conspiração 
A Conjuração ou Inconfidência Mineira levo lnsplra~ão na 
lndcpendêncio dcs Estados Unidos e prlntlpolmonlo 
na• 1déios revoh11·ion{1rins cln Frunçn. Com aquele 
costume elne fort>illus nbn.tuelns brnFileiras de man• 
darem seus filhos porn II Univrrsidadc ele Coiri1hru 
•pnrn estuelur, épocn cm qure sr "doutor" cru o 
alcance mn.ximo ele cducnçilo e pouco• podinm rhe- 
gar até ela, devido aos nltos custos, as ieléinP de 
lihcrelnde inClamoYom os cstudunteB. Ao retorna• 
rem ao llrusil, vivenciavum u grooele - difcrcnçu 
entre os pní~es. Aindn no governo ele Luis <ln Cu­ 
nha Meneses, 'Tiradentes jí crticava n situação de 
Minns Gerais e do Brasil em gcrul. Muito franco 
até certo ponto ingênuo, deixava-se levar pelo 
eutminsmo patriótico, falando ecm cnutcln e mos­ 
trando n todos o que se poclcriu fazer paro melho­ 
rar n sitmvilo brasileiro. Tratnvn do assunto com 
todos os que encontrava. Logo em seguida, tornou­ 
so s figuro principal <ln conjuraçilo. 
Pcrmnneceu mais ele um nno no Rio de Janeiro 
onde manteve contato com José Alvares Maciel, 
recém chegado de Coimbra, onde. fora cstuelor. 
Jlncicl cm mineiro e parente próximo do chefe 
militnr eln Capitania, Francisco de . Paula Freire 
ele Anelrneln. Tirnclenttts e !11nc1el tt'l'ernn~ ,únos 
encontros, onde os ielcnis dn lnelcpendi',nc,n fornm 
lomondo formn. Nilo &e rnbe oo cert:i ele c1ucm par­ 
tiu n idéia eln Inconfidência. Nus autos da Dcvns• 
sa da Inconfidêncin ?llincirn, eacontrn,·nm•1c 
09 
eleclornções ele Tiradentes ele que fora ele o res­ 
ponsúvel pelo movimento. E possível que a idéia 
tcnhn sido sugcrieln por Mnciel, porém mcg~, cl• 
mente Tiraclcnte• foi n grande fwurn da conjura­ 
çilo. O n,ovimcnto i aceitei@ com Pg;; 
mn o. eobrnnçu do enorme dinda de qunse 
1 
arrobas, pelos quinto;: otrasurloa. Como 
11 
_popu t· 
ção não podia pagar, a propaganda dos incont­ 
dentcs foi muito "bem nceitn, pois todos estavam 
revoltorlo• com a ordem. Os meses de janeiro, 
fevereiro -ele 1789 for11111 os mais férteis em mw9! 
ria r!e rcunlÕt'B e 11umcnto di, sent1mc-ntu patn • 
tico, L'orém, a 15 de março ,lo mc,mo º~º• d Joa· 
quim Silvério d,,s Heis, um dos consp,rn or~;, 
traiu os compnuhciros. Unrbnccna, numa toma ._ 
d ·· é • ende n derramo. para 
e posição estratégica. suP."y dos inconfidentcs 
asslin roubar o trunfo prineP"+;dentes viajava 
qu ! seriu_ n rcvoltn _<lo povo· ,~do or espiões, 
para o Rio de J iro, mas, ez__l'd 
1 
f'ap1tnn111 • c..conuc•se 
não conseguiu volr Par ",, 1o de maio de 
• cm caso d,· um1"º"• mn, no 
1
ª ·c1 elo 
iijo @ cor@s. ? Tim+d«cm; ";7". 
fiéis vez, ses gdog ai l"fio 
a respeito das conspirações. o ., 
de is Tr4dentes depõe. ela,_ ru""!" 'iara­ 
Nesa ocrsiio. o juiz&s, j4 P9;;pp,,e. e quase 
çoes por escnt o do• outros rncT. ele tes faln so 
todos tinhnm fulndo. "Só _entio • •~iran res onsnbi­ 
hre s conspiraçao a·vi"%?"j iaii'à r 
lidado do ovicnto. Por9""",, .a e os demais 
tugul Tirn,lcute• é condena o ore 
tem n suu peua comut.udn. 
la vezes me pergunto: ) que resto fazendo como 
pecuarista em benefício da coletividade e engran­ 
clr.ri111ento do país? Porque son um pecuarista? Se­ 
rú i<to uma ui! idnde uobn; ou rendosa! 
Vejo meu vizinho ao lado em 2 quadra- de ses- 
111:iriu, foturur o mesmo que e consegue ern 50 
quadras de pec:vária com 20%, de de»frute. Quan• 
do vejo um terneiro nascer me entusiasmo com tu­ 
pelagem seu porte, seu preso. Raciocínio; terei 
que l."sperar três anos para desfrutar; uté lá sobem 
on se ulteram ns yucina,, banho,, arrimados, agua 
das, peões, capatazes, leis trabalhistas, adubos, o· 
ficinn•, vermífuf(o-. uotibió1icos, Fal minem!, etc 
Olho meu vizinho está lananelo e ell banhando. 
Estou hnnhnnelo e de plnntan,lo. Eu banhanelo e 
ele colhendo. 
Um umi:;o pccuurisln arrenrlurn 70 heetares por 
tO mil cruzeiros ao ano, Foi renovar o contrato 
77-í8 por 20 mil cruzeiro< quanelo chegou um a­ 
gricultor e não tc•ve dúYielas, ofereceu 120 mil por 
dois anos, pagos oelinntndos. 
. E agora: Pccauisra ou ªí!riculror? Que faço? To­ 
ilo~ t'Slcs onos serão perdidos? 
Em urrra roda na Cooperativa de CornPs eliz um 
pccnnristn: Nu minha idade passar par agricultu­ 
ra'/ Impossi'el! iIas se não passo não poderei su• 
bsistir. O jeito é vender .J00 reses. mns ninguém 
qncr saber ele gaelo de aio. Entüo não entouron­ 
------------------------= elo os 'Cnlres e vendenelo ns vnco.s gorelas. É o 
jeito. Aí faço uma parceria com um •ujicultor 
Dá uns 130 mil por qun•lra líquidos, 520 mil cru­ 
zeiros cm 6 meses e ainda ponho dinheiro do go· 
do nn poupnoça 
Agora pergunto: ,onde Ynmos achar boi daqui 
a 3 anos? Estas vocns não gerarão mais e n setocnte 
morrerá. A gniiuha dos ovos de ouro morreu! 
O complcxc frigorífico do Estado. como ficnrá da­ 
qui d 3 anos! O médico n·terinário? Os peões, o 
,·avolo, a traelição? é uma verdade na Europa o· 
Estudos Unidos que o boi come a soja, aqui a so­ 
ja comeu o !,oi ... 
Pora mr.lhor elucidJr e pronr porque a nossa 
pecuária está em crie, aqui vão alguns dados re­ 
ais que rrrifico.mos; Um novilho d 3,5 onos em 
197-1 valia CrS l.100,00, hoje vale í.rS l.800,0li. 
Com um no,·ilho em 1974, compravam-se 12 rolos 
de orame hoje 2. Pngnvam-sc 5 empregado• hoje 2, 
33 bois compravom I pic,up, hoje eiio neces@ários 
46. 30 bois compravam um I trntor 80 IIP, hoje 
precirn-,e de 60. Compra,•nm·•e 4 tonclndu de 
hipcrfosfoto, hoje uma lonc)uda. Compravam-se 
•J0 sacos de nrroz com cnsea, hoje 18. E compra­ 
vam-se 20 sucos de soja, hoje 9. 
Creio que isto diz tuelo. 
Um ovo ar para su csnfer 
to • Retarante dormitório e 
ambiente super familia. 
9lima 'otczl ie oslancicanelo. 
?tua Almirante Banoso 323 
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Brasília - A CPI que in,·es• 
tignrá a situação das comuni- 
-----------------------~ ----------•------------dndes índígcnn~ brasiJ.,iras Ee- • 
rá ins1.n1ada. esta mana, sob 
o presidênc;in do de_pmudo Frei­ 
tos Nobre, pa.ra discutir o• g-ra• 
'es problemas de invasões de 
terras_que atingem a grande 
ma,ona des,os comumdadcs 
a destinação da renda indfee­ 
na, os reflexos da polfrien ~de 
ocupaçüo da Amazônia nns co­ 
munidades tril>ni• e o rebeio­ 
namento entre missões reliaio- 
sns. e Fnnoi. - 
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fornm pflrdidos os !'O• 
p,ui11te docuu1ento.,: 
Título de Elollor 
C.irlelrn de Idantidade 
Ccrtificntlo d Heservlstn 
C ut<."lc·u Nuclonnl de bu­ 
billlaçüo 
Registro de Armas de 
Dofesa, portenccrnte ao 
oenhor Akxnndro Cnr- 
11rlro. Resl::lenle na rua 
lfarncuju S/N Jardim 
M'l'. Publlcn<;ão que B" 
faz para obtenção du 2J. 
via 
4 de rualo de 1977 
Declaro, e por cuja de· 
claração, asumo inteira 
responi;abllldacle que foi 
extraviada o bloco de 
notas fiscais de prndutoi· 
modelo 4 de nº 225.371 
a 225.380 qa3 me fora 
fornecido mediante noli­ 
cltação minha à Exnto­ 
ria de Rendas de Guia 
Lopes da Laguna ?11.T. 
Os quais se acham :.!ffi 
brauco de nº 225. 376 A 
22ó380 Jardim 22/4/77 
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Fazenda Alvorada 
Inscrição fü:1t. 500.005:-l 
CPF 021934771 
Situação 
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O Doutor Vnlter ,José Rorlriguei; Con • 
trern, ,Juiz de Direito da Comarctt de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso, na 
forma da lei, otc; 
' Faz subor quo por este juízo e cartó- 
rio rlo lº Ofício tramlLO os autoci de Ar­ 
rolamento dos bens deixados por faleci­ 
mento de Maria Antonlu Rodrigues dof. 
Santos, cuja inicial é do teor seguinte: 
Exmº Dr. ,Juiz de Dlr<'lto dn Comarca 
de Bela Vista. Mareionilio Eodrigues dos 
Santos, brasileiro, casado, criador, resi­ 
dente em Carcol. tendo falecido sua 
mãe Maria Antonla RodriguM dos 8antos 
que era viúva,. nesta clrtade Jo Bela Vih­ 
ta no dia lG de março de 1971, confor­ 
me prova a Inclusa ce1·tidão de óbito, 
sem deixar testamento, deixando bens e 
herdeiros todos maiores, ficando o· re­ 
querente no posse a administraçao dos bens 
e nesta qualidade quer processar o orrolamwto dos 
bens deixados por i;ua miíe. Nestas condi­ 
çõe1, requer a V. Excln. nlravés de 
advogado tl dos demais herdeiros, 
mandatos inclusos, a abertura do compe­ 
tente arrolamento. nomeando o reque­ 
rente invantRriante, admitindo-o a pres­ 
tar compromisso legal de inventariante. 
e assinar o respectivo têrmo, fnzer as 
declrações de estilos, por seu advoga­ 
do com podere.s especiais para tanto. Dá 
a presente o valôr de CrS 1 9"iíl,00. Nes­ 
tes termos, p. deferimtnto. Bela Vi~ta. 
)1 de dezembro rio 19'i1 o Dr. C',ulos F.,­ 
dy Sá de Medeiros. CPF 003821081 OAB 
MT 616. Despacho: DR.A. c/ taxa e de­ 
pósito. Nomeio inventariunte o Sr. Mar­ 
cionilio R. dos Santos que, comprornissn­ 
do, falará cm prin,eiras declarações. O 
pedido Dão Ioi acompanhado do que faz 
necessário no arrolomento. Após digam 
os interessados. J. 20/12/71 (a) Dr. Mar­ 
co Antonio Cnudia. Pctlçlío de Fls. 40. 
Exrnº Sr. Dr. Juiz de Direito da comr­ 
ca de Bela Vista. Marcionilio Rcrlrigues 
dos Santos. inventariante dos bens dei 
xndos por falecimento de Mria Antonia 
Rodrigues dos Satos, em tramite pelo 
Ca_rtórlo do 1 Oficio, vem mui res­ 
peitosamente a presença de VExcia que 
por um lapso não foi declarado nos ter­ 
mos das primeiras declarações o nome 
de um herdeiro neste inventó.rio O sr 
João Rodrigues dos Santos que se en- 
contra em lugar incerto e não snbido, 
há mais de 2o anos. motivo porque re­ 
quer a V. Excia. que o referido herdeiro 
sej:l citado por edital na forma da lei, 
e upós soja-lhe nomeado curador. Requer 
ainda a juntada aos autos do INCRA de­ 
vidamente quitado referente ao último 
exercício. Nestes term1Js. Pede dolerlmon­ 
to. Btla Vista. 25 de abril de 1077 (a) Dr. 
Carlos Edy Sá de Medeiros. Despacho: 
.Junte-se, dt·fii'o o pedido. n. Vista, 25/ 
04/77 a) Dr. Valter José Rodrigues Con­ 
trera. E por este juízo foi determinado 
n expedição do preseute Edital, com pra­ 
zo de trinta dias pelo qual fica citado 
o herdeiro J oü o Rodrigues dos Santos, 
f!lho de 'Theocloro Rodrigues do1:< Santos 
e de Maria Antonia dos Santos, para 
habllltar-se no referido Inventário. O pre­ 
sente Edital será. publicado e aflxado na 
forma da lei pura que não se alegue igno­ 
rítncia, dado e passado nesta cidade e co­ 
maren de Bela Vista, Estado de Mato­ 
Gl'Osso, aos vinte e cinco dias do mes 
de nbrll do uno de mil novecentos e se­ 
tenta e sete. Eu Pedro Vergílio da Silva 
Escevente juramentado, o datilografei e 
assino. Dr. Valter José Rodrigues Con­ 
trera - Juiz de Direito. 
fzibuna da Fronteira 
Gráfica e Editora Apa 
CGC. MI'. JJ.201.26MJO0I Inser. 13059234-J 
Diretora [2residente: aia 8stela 'U. [2rira 
!lJiretoc 'Responsável: .J o a l d o JJ e e e / r a 
D E PA RT A).IE H TOS: 
Comercial: Crnando Grancisco 9asco e c..ltloaro 
/Jutira 
Re d aç ã o : José Maria de Barros e 
Vasconcclo, 5 Editorialista) 
A r te : Tiého Guedes Corrêa 
C ir e n I u;ão: Jane Velasques 
C o ~n posição: Peuonio Leão, Lyberacy Lino 
Altair Marques, Laucidio Medeiros 
O f i e i n a (Ch e f e) Adair Aniceto 
Redação. Administração: 
Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista. bit. 
Assinatura Anual 
Bela Vista 	Cr 150.00 
Demais Jlunlcipios CrS 180 00 
Composto . e Impresso na. Gráfica e Edit:rn AP A 
Produtor_ do alareo Bodoquena km. 54- _Rodovia Jardim- Porto Murtinh 
ma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo M t rGrn O , 
Escritórifl 	a 
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em Jardim Avenida Duque de Caxias (ao lado d 
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lnscriqão Estadual 13.088.446-4 
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tes mat+grossenses, dia a dia, vulta o 
nú nero de adeptos da divisão do Estado. 
Em que [Jl'Se a nulurnl oµoui,,u1o de al­ 
guns mnatoprosxenses tradicionalmente do 
C01'
1TRA a maioria rios que militam nos­ 
te opulL'nlr, ~lato Grosllo dofieja quo n 
idé1u vice]" no torrnno da rt>ulldnde. Gru­ 
Çi.l?j no bom sonso e n clarlvldêncin. dou 
HlUS vúrlos llderns regionais e da lru­ 
prensa falada o escrita, travse umnu lu- 
ta bonita. rm W1·mos elrvadoi;, 11em utn­ 
quef! peinrnul11, sem ofensas no millndre 
lhelo, sem descortezia. 'Tudo oatá sendo 
f eito consoante as regrus du urbanidade, 
do respllllo mútuo e da e!Pgânclu dos 
pronunc!amPutos. Para snthfoção grral, 
e::pecialm1•ntl: dos que vivem na rPgiáo 
1.mlion, uté mesmo os nossos prezados ir­ 
mãos do Norte se ugllum "'Uffi bolo mo­ 
vimento de upio à nobllilanle campanha, 
vindo. sobretudo, a maior elevuçúo do 
nivel de desenvolvimento das zonas, que 
se pretende dividir. Estamos integrudon 
numa pugna Pmlurntemenle elogiável, cer­ 
tos de que contribuímos para o bem co­ 
mum dn coletividade malogrossense. Tu­ 
do ludlcu que os nossos sonhoo dlvlolo­ 
niHtas, vividos e alimentados durante vá­ 
rios anos, agora r.onstrulrúo numa caplên­ 
dlda reaU<lude. É preciso, toda viu, que l­ 
guns espíritos esclurecldos de nooau ter­ 
ra deixem de P.ocarar o problema sob o 
prisma do indHerE'nth!mo. Não deve eer 
ad1,ta<lo o princípio do oamba ''Delxl-' ae 
Aguas Rolarflm·•, para ver a sobra da 
manteiga depois doe ovoe fritos ... É ne- 1 
oessárlo uma tlefinlçiio clara, especial- 1 
mente dos homens públicos, apesar de 1 
nao ter o movimento nenhuma coloraçúo 
parlldária. Urge que todos se integrem, 
it 1fOOffiTiillJ 
ill]f 
» 
Gffiill[ 
Escreveu: Raman Angel Jara 
Bispo de Lu Sereno, ~Chile. 
1.10m tnrdnnçn, em tão glorio~ b Iniba, 
contrlbuiudo com a su elicient colribo­ 
rço, fim de que pol'snm c:o!l
1
pflrt!ll1ur 
garlioR1-.11nenlo doe fruto!! nazonutloR o mn­ 
rnvíllwsoR dccorrenle11 cJu vitória do mo­ 
vlmonlo. Ni11guéru rJe-., l'lcur à m,11 gem 
deotn campanlln Todos, t1em oxeeçfio de 
ela ae üll Hlucle, devt-m colaborar para 
que num fu uro b~m próximo oH noasoR 
irmãos do Norte e nóa do Sul - alnm!' ir­ 
müs pelo s<mlimento de brasllldado 011- 
tojumoo comomornndo u grande d!illl d1- 
vl1Jloaista. Avunte acleptoo da divlr.üo. A 
conjugnçíio do esforço1.; é 11 condição de 
vitól"lu dun grandes rNillzaçô<-a. Q1·om 
porfia ma!a caça. Vamos dividir pra 
mult lpliour. 
(Trunocl'ito de CORREIO DO ESTADO, 
edição do 26-10-HJ!l3). 
Há uma mulher que tem algo de Deus 
pela imensidude de seu umor, e muito de 
anjo pela lncans.iV'I aullcilud.i de neus 
cmrla?os; uma mulher que, sendo iovem, 
possui a r1,flexiio de u111a Rnciã,e. na ve­ 
lhice, tro balh11 com o vigor da juventu­ 
de; uma mulher quií quando ignorante 
descobre os s gredos da vida com maia 
acêrto qne o o , bios e, quando lnslruida 
se afai. à si111plic1d,1de das crlancas; Utnli 
mulher quP sc•n ·;o pobre se satisfaz com 
ª. fd1ci,1ade daqueles qu'e ama, e, sendo 
rica, dariu com pruzer uas riquezas para 
nao te1· na almn a ferida da ingratidão 
urna mulher que, sendo Yorle eelremece 
ante o gemido de uma criança, o 11endo 
d!!b1l, ac1qu1rJ; às vêzes, a bravura do Je­ 
áo; uma mu_lher que, enquanto vivé. não 
t1abernos es!1mur, porque ao seu Indo to­ 
das as Jores se esquecem, mna que depoio 
de mortn, daríamos tudo o qm, somos e 
tudo o que temos para poder vê-la de novo 
para receber dela um só ubruço, p11.ra es­ 
cutar de seus lábios uma só palavra. Não 
exijuis de mim o nome deota mulher se 
não quizerdss que umedeça oom lãgrlmas 
o vosso àlbum, puis eu a vi passur uo 
meu caminhe. Quando vossos Hlhos cres­ 
cerem, lêde-lh.:s esta página, e eleo, co• 
bri1H.lo de beijos vossa fronte, dir-vos-ii o 
que um humilde viajor, como pága da 
magnifico. hospedagem r-ecebida, deixou 
llqui para vós e para. eles; um reira.to 
mie. 
Culabá - O Deputado Sérgio Cruz vol- 
tou enfocar em díscurso proferido no 
Grnnde Expediente da 1- e s s ã o d a 
Asoembl~ln Legislativa, a questtlo divi 
slonlilla, uflrmnndo que cm têrmos locais 
"o que se quer com u Divisão é a libe'. 
ração de doi6 estados que de fato já e­ 
xislPm, para que Norte e Sul, desvencl-1 
hadoe1 dêt1to romantiRmo borrego e ca- .,: 
poogn, rlêste trndicionallamo rastejante e 
provinciano, possam srguir o seu próprio 
dwino polleam caminhlir o seu próprio ca­ 
minho, sem chapéu na mão. mas coro fôr- .. 
9" suficiente para reivindicar do Gover 
no da República as condições essenciais 
pará nsiumlrem li. poeiçilo histórica no i- 
progrumn de intograçfio nacional''. •, 
Para o parlamentar sulista "o tam11nho 
do Mnto Grosso não tem rtipresenlallo 
na prática, nenhuma grnndez11 em têrmo~ 
econOmicoe o oociaio, Tem isto oim - 1tcen­ 
tunu - roduzldo a nçiio governamental 
e impedido a grando marcha para o Oeste". 
Apóo tecer conoideruções elogiosas às 
~laeut--s p_r~dutorue rurnio do Norte que 
Jó. De derimram a Ia vor da Divisão Ser­ 
gio Cruz lamentou que "esta meomii. sen­ 
so.tez n~o tenha encontro.do gnnrida no 
oportumsmo de Reis Costa, bairrismo de 
Bento Porto o no prdnntismo de Raimun- 
do Pombo'', a quem qualificou de "agita- 1 
l 
doreo da nnli-divinão". 
O senador !{Jchid Snldunhu Derzi, que há 23 
anos consecutivos vem exercendo a função de legis- 
OE EA7OS lE ±±4±;± 
lÇ Ul I gU lf /'A 	a e receber n Ordem do fito Branco" no" - 
~e grande olidal, tr:1tluziudo a conquiat:1 d~u 
§ © ( íl ~ ~ /4 [) f
r conde~or-..ição cm rccon!1ecimc11to do Governo ~~ 
r{j  .::,, lo 't'u,10 que •·ooc bro,tlcir,, tem feito não •6 ~ 
l a prol de seu E-tado, o t.lt• :foto Gros,o, co~o ck 
•uu ~atriu. A meJidl.rn que o senador S ld h 1 
D,·n1 rt"ccbeu no úllirnn dia 21 aqui e 1 Il ª~rª 
. BAILE 	,·cio <e juntar o outras tamb.ém mu·~ • rns1 ia 
O baile no Gremio Pedro Rufino, nnimndo pc- tantes, que ele já havia recebido de " 
1 0 
m,por- 
lo conjunto Blue Star contou cem a presença de I trnngeiros: a "O relem do Cedro. do Lih~.~~~o• ~ó••· · 
muitos Associados e visitantes entre_os quis d. [ !em_!sega do México, e a "Odem de ó,,' 
!Ii,"r..e sra Joio Carlos _Brande-_Gareis (J { da iria. 5±ldinhg Dr±i _atcgros-ese j,]'' 
}, "Pirei«o da Corra de Jnrclim) Wil-on Xa- I ~J Por', e filhu de um imi••rian~ liLan -.": re on­ 
an - (amona, Major Botelli e Sra. Geraldo . Jn· 10 para o B:a-il aos 1 ans,, shei B,"""?que ve- 
~•ce, llicnrdo - Alice, Moacir - Deolind·, s .. to Hu- 1 <e tornou um bm,ilciro fao.iii-, S rzl, e que 
ire,,+hió, Tén idé itzs iíi' ií, { E-cijií 5íiásáís ri. e',,2?" • dom 
e_ llmn em compan_lnu do JOYcm Dr. Cnd1i10. Cur• •il•ura. Hnchid, que é o quarto flho e e am~Ídn 
indo o_som do coujuto blue _Sar notei a f. } doze. pa--ou á iníin·is at.,, , {"""" otal de 
run do Banco do brasil em animado bate papo. ! da- crianças felizes, em sua cidáa· ,,"pala 
os 	!do de undo grau, ! o. fez em Cá c,,, 
1 
< e, e o , un-o rn{>enor 11a F~,·uid l ci • • n 
. AGRADECIMENTOS 	de elii@ d» fio d jei. ·,,,cioal 
, J?irctorn,,dn E&culn Municipul de 2.u •ruu Dr • ,lo. t!r. Sl+nha Der;i v!ou à P, '; _forrun- 
Joaquim Murtinho agradece ao Sr. Ca,[, j • cxtcrccu a •ucdi eina por d •• !lla l orn, onde 
d 
• 	r:- • • b ... pe as • ... a €seIs t) s 	• 
cu e,rns que CXJHlllliineamente empre•tou ., 1 vos, acumula11do " • , •• l - • o, con~ecul1· 
Es ol · . • uque a • v cxcn·1c10 uc -ua f' - 
e e, pois Ul5 c:s.rte1rns da mc,mn até 
O 1 
um mandato de er ], prol-sao com 
to nüo cl1ugnrnm. 	.. nou1en- ~refeito d~ . l cd:ic t)r t· com utn outro o de 
.' e <U:t cr, a t· notul. Emb , d' 
as maiores fortunas do E,«j, ]",pendo uma 
Jlr
" · ,. . d ~ nuu e e ,, ato Gr 
vplletano e fazéntlru d ( ' • • osso 
ciso·iíi- «ei» ã 24"j"2,,12gg de so­ 
de cawpc:ln <ln r1C',a ncJnrr-" d/ crll ., o gran,­ 
çio ugropeca:iria, realizada'., ecente exposi- 
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u1 ], Mi o, m.s ele zosti ., '' predi- 
a de suas f:uwn<lns ,a,' muito de ir pnrn 
parlamentares. j .'· ·de se rerigor das ;p 
ta» '. à audita foi> : 'r' " ' Ides 
nto a clássica tic o sa. ih;[; 
~ . <Jumuo n popular. ., Jt 1 it:i, 
DA&t:# 
e
. l VISITA - 
1reu ou entre nós para u , 'd • 
ti111ado lrmilo Chico. ma rapivla visita o e 
F 
. l d DESPEDlDA 
or a ''º e enrinb 1 
o popular roí G a homenagem de <le•pe,Hdn 
foi .a;; ""% ?calde Mí@ir. i -iüsís 
com a re 
1 
ena to ir. EJer Romc:iro e contou 
presença de inúmeros amigo+. 
3D090-&$ 
. . ANIVF.RSÁRr0S 
Pair,o,u n._ Ctltureba d!l Sih'll C[UII comoo 
em_companhia de muitos amiguinhos. lorou 
Estela V. l crc.tra, Antero Loureiro F •
1 
do10,. Etelka L. Ferreira e Nir L • rot nn Cnr- 
• opes, 
it. l/3177 :-.. ~17 li 
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Cuiabn - Em pl'onua­ 
cimento proferido D 
A sembléi Legislativa, 
Deputado Serio Cru, 
qwtlilicou o mor!meato 
.nli-dlvisionlstu comi) 
"manifo-1tuçiio de fraque­ 
za e ínjustificúv<'l temor 
de nll-!uus selvrui trudi­ 
c:ionall~tao do Norte QU< 
com evidente pu. slonalls­ 
mo, dei;cooh<lcom u l'"íl· 
lídude e descambam para 
um tipo confuso de roje!­ 
ção, projetando uma <li.­ 
torcida imug<im de misê­ 
rln e pobreza pnra o fu­ 
turo e proisror Estudo 
du Aroazonlo. Legal". 
Pum fJ rllpresentanle 
sulino, "a dlvleúo existe 11 
o ma1·co divisório torna­ 
se mai:3 vbivel a cada 
m::.nlf6stnção contrária''. 
Por Iim Scrgio ()ruz la­ 
mentou o 1::nvolvlrnento 
direto do Governador no 
processo anli-diviaionis­ 
ta, nfirmnndo que o !:ir. 
Garcia Neto "não tem i­ 
do honesto com o Sul, oa• 
de Jimltou-ee n uma rtU· 
nlão sJcreta com um pe­ 
queno grupo divisiouist, 
a que:n certament,. uão 
vai )evllr em consldE>r:l• 
ção, quando lev11r o e"U 
relillórlo ao Presideute 
Geísel, uma vez que o 
Memorial foi feito de til· 
comenda para co!ltra dl-i,,/ 
tar o II PND" 
O ponto do 
encontro da Socio · 
dade murtlnhonse 
Rua. Dr. Correa 
Nº 56 
Porto Murlinho 
Mato Orosi;o J 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$. 3,00 
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