p - o E TO Ci O S • UM SONHO RI Fundador: Ivaldo P.ereira Ano VI N.o 247 1 Bela Vista Mato Gros■o DO H OS O Dr. Ruben Albert,)· ALbott dr, Castro Pinto, Prefeito de Bela Viola, falou em nome dos vinte Prefeitos parlicipnnles do Segundo Encontro Após s sudações de praxe, assim se mnai!ehtou o prefeito de no11sa eiclnrle ... Prtfeilo da rnaig longínquu e da muls lcndárlu cidude matogrosseuse que e situa nil fl·o11tPiru Hrarsll-Purnguni, onde us gus do pa beija as duas Bela Vis­ tas irmãs sinto-me profundamente honra­ do o engrunclcc:ido em pnd!.'1' rnprooeu­ tnr e falar l'tn uome dus vint prefeitos que oonstituem o Progr1rnrn Promu11icípio. Priueipulmente porque fui pra hora miuhn, o primeiro Secretário ue Educa­ ção e Cultura e Saúda do gl'llude Ou· veo Fernando Corrêa da Couta, e lln jd vejo este lugar ocupado por um jovem educador, idenlistn, cullo, inteligente, u­ cesivel e pro[undnrnento diplomata no atendel' e no compreender as reivindica­ ções que ruzemoo om uume da infância e du rnocidnde m?.togrnA1Hmee. Meus senhores. u experiênc1n do PRO­ MUNlCIPIO em Belu li!;ta realmente tem '} sido um sucesso. Basta dizer que no se- ,, 1 tor do ensino municipal, passamos de 700 para cerca de 8 mil o.lunori, em menos . de um ano e meio de admini11trnçfio. As construções. de escolas com verbas de auxilio dos municípios nós ja estamos em fs.se de co,1clu:1üo auxiliado i;em dú­ vida, pelu bou vontude llu Pt•e[eilurti quo conillruiu para lauto, ató uma olaritl. uma íúbricu de tijólos, pura poder comple­ mentnr a pequena importância deotinada pelo Governo Federul, ao Eslndual, por fnlta de recurllOli íinauceiroo pum tal m;s­ ter. Criumos também doutro do programa PROilUNIGIPIO om Bola Vista, puvilllÕt'll de merenda escolar o j estamos vm fa­ se de construção do quarto pavilhão. O primeiro construido, ao quo me parocu, inédito em Mo.lo Grasno compõem-se de um refeitório aberto, alegre, coberto com capim sapê e com posteo de urotira cn­ 'ernizudos e unexo uma porte de alve­ naria compreeMl~ndo cop:i, cozinlla, undt:l :;ão gunrdncos na a1mentos du mPrnndu tGcolu.1· que o município comprn t' que os pois do11 alunos comp!Pmentnm com pro­ du!os ae suas granjus e das uus hortas As crianças te.a umn lugar upropri±do on. de fazer as snes refeições, prender ru i rlinH:lltOS ti<.' lsi~!,·tl' lilIIlt':llll. tL, li t! ·utü· 1·-.:_· mitiem aquelas noções ás ugs familias. das quais silo compostas d camponeses. 'ofessot Lourenberz. não qurro ser 2. n.is extensu. Voss Exetenct ja foi f convidado por nós lá ,1~ 13'.•l.1 list•1, n .-c~:,:r l"·· wwevanente e municio. l. (xcia. tv aquele cnsej } /,fiz COID graudo ho11ra j,Ul'il IJÓ~, de Íll,lU· ' utar a escola "São Geraldo", escola que funcionou duramto 30 anos num a Ião da uma Igreja Católica e nunca pi guém havia tido a idéia de cunstur u prédio esculur naquele rebalde du zo na rural à1• ,guo. Doce, e foi 110 ui ual governo dinàmico de Gurcia ~leto, f(,i nu gestil.o da Secretaria __ do Dr. Louremberg que nós recebemos To mil cruzeiros com 06 quais construimos Uill ?'1f1:10. ?G eSCO· ln. ampll'nndo uquelc. planta inicial dada pela Secretaria e onde nós gastamos» conto e cinquentn mil cruzeiros, isto e setenta e cinco mil, por conta do _mu111- cipio importünciu j pagas e recebidas e iuncionaodo hoje com mais de 300 alu­ uos frequentando essa escola, ainda aca­ bamoe de inaugurar um Clube Agricolt1. que foi o inicio dos dizeres daquela pla­ ca que Voss11 Excelêucia viu lá e:sta_ 11 1pa. tia. - Aqui será iniciado o aprendizado agric'lle para os menoros da p:;oola Suo Geraldo e acabatuo8 agoru, com o auxilio cio I~~CR, d•1 formarmos eose Clube Jgricoln. Aqui e~lá presente conosco nflo só a minha e!lpusa que é miuhu auxiliar d!re­ tn no Setor de Educação, eowo também o casal paulista Pedro Carvalho, paulis­ tas de Aruçaluba, que ulem de serem ~técnicos tsm sericicultura no nonso muui­ cipio, ato transformando um nevo aflito, nu po­ "o dsconfiado q u e para introduzir uaa idélu e coacrtJtiza-lu é preciso que se t,~. nhu muito ideúlismo, moito boa vontade e muita cunstilncia uo trnlialho de quo é posGuidor oste c1urnl. S:io técnicos, realço, em s.:rid.:11!111rn como em educação. Já:esta­ mos ('c1m seis pavilhões de 2ericicultura montados dois em alto ostllo e quatro rústicos e que já vo neste mês, dar ao muuieipio umn tonelada de cazulos. ls!lo pura umtt txp&riê11ci1:1 é umn grnnde coi­ sa e este csul é que está uos a uxiliun­ clo' 1m pal't,1 cio aprendizado agrícoh,. pa­ ru menores no ensino de primeiro grau em Bt!lll Vista. Eu desejo que lrnja Felioidude comple­ ta nf'stcs três dias do nosso segundo en­ contro PRO~lUNICIPIO e que nóR possa­ mos levar à nossa gente mais t'Palizações, mui espernçu pura que nos:·, Matt, Grof'so, uno e indiviso, quo nó tenha­ mes realmente uma população infantil e uma ponula. ao de adolescentes que realmente conheçam a cultura e tenham o patriotismo necessário pa ra levar ainda mais para a fr~nte este nosso Brasil que a Re>voluçiio nos dt uno­ vnmente dl.' presente, que a Revoluç!i.o revigorou e tez com que o Brasil ergues­ se a sua palavra de Fé no crnário polí­ tico internacional. Origem da Gnme1111- rap;ãt do Dia das Mães Falando cm [ldc, Horiz<-nte. onde foram concentradas esteano as festividades do dia do Trabalho, o presidente Geisel enumerou ns realiza­ çüe« de seu governo, reafirmando que a finalidade da nação governamental é básicamente o homem, di-«e que o governo está emprnhdo cm com!%, ter u inUnç. o,"uma docnçn crontt':l de nos!u. l nk n qual decorre, ntre outra- razões, "de defeitos de mentalidnde, que precisamos varrer de nossa men­ te, num esforço conjunto e comum, para tornar ida menos cara c para qu possamos usufruir de 111nior qunnudnrlt- ele Uc11:, • _ .. A inflação, segundo o_presidente, sofre refeito eternos ,muito mais difíceis de eliminar-., · internos, como deficiências que ainda temos en nossa produçió e na circulação de no-o bens e sobretudo nn sua comercialização,-. O hospital São Vicente rle Paula, de Holn Vista, que h& pouc:o tempo foi man­ chete aos jornais devido a propnlada ce­ leuma de 1,ua encnmpnção pela Prefeitu­ ra ~Iunicipul. volta no uotieário, desLfl vez atrnvéa de um fnlo desagrndáve): ROUBO. Na noite do dia 29, quando es­ tavum de plnnt!io duaG cn!ermoiraa e um onfermeil'o, aumiu da Sccrt,tariA. 11 impor­ tO.nC'ia de crS !!.000,00 (doi::; mil c~uzeiro ) orlun::los do movimento diário. : Direto­ ria uu mll.nbíl,segulnte. intoirda dow con­ tecimentos procurou descobrir o autor ou autores, c!Jnu.rwdo à re~r,oasabilidade os planto:.iisla~, onfermeirnr- Eva RibE>iro, Ro­ s Pereira t! o enfermeiro ,Jc-selito Pedro S!!lleR .. a enfermeiras alegavam iuoclln­ cia. ussim como o Joselito, fazendo com que fosse chamado o senhor Delegado de Polida para tomar !Hl devldlis provi­ dénciu. PROVIDE:--ICIAS Primelrnmeute o srnllor Delegado de Policia, em comp1.1nhi1t do investigador Carvu!ho. C!vou parn a Delegacia li enfer­ meira Ev& e o ellfermriro Joselito, os quais ~cmpre U('gaudo a autoriu do rou­ bo, procuravam se defender das acusações. Em seguida, foi chmdn a enfermeira Rosa, urna senhora ptiraguaia (]U~ bt:i mui­ to tempo presta oerviço11 ao Hospital, scmpre carente de nrelissienais de enfermagem. Após ,,minuciosa investigação", Joelito confessou a nutorili do roubo, iaoceutan­ do as duns rnformeiras. Preso Joselitu e dispeuendas ns cnformeirns, o caso pode­ ria se d:u por encerrado, pois o ladrão devolvru um::i. parte do dinheiro roubado, 111a.s a "estórin'· do roubo merece um "comentnrio". DENÚNCIAS Umn pessoa ligada ao Hospital procu­ rou n. noasn reportagem para ACUSAR do violênciaa o senhor Delegado de Po­ licia. iaspotor Carvalho e outro ooldudo du PM. Afirmou u ronte quu ··a enfermei­ ra Eva sotreu VIOLÊNCIAS n Cadeia Pública. tendo I"vado murros, empúrrões e amenças do maiores brutalldndei;, o roes• mo tendo se pnHsa.do com Roaa. ·•o cor­ po de enlorrnageni do Hospital ao oucoo­ tra revoltado com os nrbitrariedndes co­ metidas, tendo duas enfermeira& (Apare­ cidu e Iolnda) sofrido criso de nervos com a ntitu-le dos policinis. Disse aindn que O!! medicnmenton do 1:--.'PS eucontram­ RI' u Secretaria, e a todo momento os enfermeiros sito obrigados a entrar n emn, to que e errado, e msis errado inda ti u providêncin tonasd pela Ui· ret<,ria cio l-IOFpilul. Um ~lurilza l'i­ nhei. ,-. P. IJ,. J-lello Lour,·iro lev:.ndo o fa­ to à Policia quendo poder; ser restulvi­ de no Hospi:al" ' E!:.C'IDA DE Prour:as a ·ferreira Eva, em sua i'C'Sidi'ncin., tenrl0 11 mPFma comprovado a vt·rac1dude dos foto;; acima co,ueu1udos. Disse que ''r<.>slmeate FOfri Yiolêacic1s na i: Pública, e a Rosa tanbém:". O fatos devem li(ll' 111rnn,dos, pois somos cnntra II violêoci!I arbitrária. A os rnocen­ [e,s núo dpvpm pagar pelos pecadnres. SBNHOR No din 12 de maio comemora-se o DIA DA ENFERMEIRA; neste Dia, ENHOK, enviai os vossos anjes pnra guardar os 0 't1njos de l:iranco". Fazei, Senhor, que nem sempre o .P.JSTO pngue pelo peca dor, mas fuztii. ugima ele tudo. o E3pirito ·Snnto ilumine :i rr.ente aos homem para que e!H srjum aempre o reflexo da Luz na Terra. S,.nhor: Os doentes, neste dia, deixant de lado os teus l11mentoK e suas lamúrias e uníssonos pedem PAZ. JUSTI­ ÇA, AMOR para as mulheres e os homanli que diuturnamonle ajudam u urnenb1ar seus sofrimontos. AMÉM ... O Dia d1.1s Mães foi co­ memorado pela primeira vez, publicamente, dia 10 de maio de 1908, em Fila­ délfia, EstadoP Unido• na pequenina cidude_chaoui­ da Gruftom. !s os meus caninhes {pra que.eu atin­ ja o meu ideal, você que me ri: o dom divino de perdoar e esquecer o mal que me fazem. e que tudos os in!tuntes ele mi -nhn vrda ei:tá comig&, eu qut1ro ne11te curto diá Jugu, agrddecer-lhe por tudo e conlirmar mal11 ma voz que eu nunca quero me separar de 110:e p,•r maior qut ufa a ilusil<1 material não será o mínimo de vontade que eu sinto de um dia estar com vocé e todos 011 meus irmãoa na gloria perpétua! Obrigado maia uma vez. A pessoa deTará fazer essa oração 3 dia■ seguidos fazer o pedi­ do e dentro de 3 dias 11rá alcançada a graça por mais dilicil que seja, publicar assim que receber a graça Por muitas graça alcançada Obrlgatlo mal, uma vez. Acacla 01-5.77 Rela Vista - Ml Tribuna da Fronteira j .J UI IDl COLHEM l E ,z LUCROS Indústria Brasileira Ter umn Colheltadelrn Automotriz SLC é pos­ suir umn máquina que colhe lucros e tnmbém representa n conquista dn trnnqUllidade e se­ gurnnçn nn hora da colheita. Pois com n SLC está uma eficiente rede de Concessionários, à disposição do homem do cnmpo. Gente que, como ,·ocê, est:í preocupa­ da cm assegurar a sua colheita. Assistência Técnica com profissionais alta­ mente especializados; treinados na fábrica e sempre presentes na horn da colheita, com peças originais que osseguram a garantia e qualidade SLC. Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em terrenos alagados, para colher com esteiras), milho (para colher com a nova Plataforma de 3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrará um modelo de Colheitadeira Automotrfz SLC (do tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que lhe proporcionarão tranqtiilídade hoje e a certeza no amanhã. Por tudo isso, os que já confiaram a sua co­ lheita a uma SLC acreditam no ue plantam porque sabem com o que colhem. 12) UUfiCIH IUAYIR4 l1Dl. --,--:,-;:,:------:-,.,---~' ,. .~ - ~~ ~} a..>""e ,-e .; %% ._;.d ___., ..... ~.J e à :':":, ...... -• - ... » ao a + : i . » • » .. ±% .-. I .o . hi3 s} á? ±±é$ 53.d. ..%à ±<9-i32:,3 #e ± . -~ a 3%±s ·"- Z:e&; -- s5 t« Tratores Valmet - Colheitadeiras SLC. - Implementos Selecionados A . ~ R ,... h 1 Fl • ss1_stencia Técnica Permanente Matriz ua - •uarec a oriano 2049 . Fone, 286 _ C p l " x. osta 180 Ponta Pora - M. FILIIIS: - ftMDMBIII BEUl VISTA ,,,, j l· A Execução [7 .,p7 77 LQJ L1 l1 llli No dia 2l de abril ortatnento de {!rttnde corogi!m, en .. frcalnndo tu, o com .crrnidnJc. Atitude de 11111 homem 1uc Fni,iu o que fnzin e o que querin. Contn n 1ist6riu, ter silo ele um herói, justamen­ tl, pcl11 ob,tlnnçio cm dnr no Brasil mais e por ter mantido o mesmo pensamento até o, últimos degraus que os !-epurnvom du morre. Niio ucgou, como nllHtoR u'egarnni. Talvez, o que tenha nrnr .. cado, seguindo-e as nrrativas históricas, 1enhu bicio II sun comt:incin do ideais. Depois de morro :ve o eu corpo esquartejado e ,cus restos cs• pulhado, pelos prioc1pui, pontos da cidade, Iga­ res onde falava de suas idéias. A cabcçn rcprc­ ecnlnodo u rnn po,içüo de liderançn elentro elo grupo- fo! colocnela em prnça pública cm Vilo UiCA pnro todos verem o que 1inhn sobrado dn­ qnele que tentara expor n liberdade ao povo bra­ silcin,. A Hcpúblicn, porém, dcclnrou-o 1erói nn• cionul. conferindo-lhe em 1965 no goyerno de • <'natclo Dronco, o thulo de "Patrono da Noção Brasileira." T _Joaquim José dn Silvo Xnvicr, conhecido por T1r_nrlcnu,s, nasceu em Pombnl cm São João illus nbn.tuelns brnFileiras de man• darem seus filhos porn II Univrrsidadc ele Coiri1hru •pnrn estuelur, épocn cm qure sr "doutor" cru o alcance mn.ximo ele cducnçilo e pouco• podinm rhe- gar até ela, devido aos nltos custos, as ieléinP de lihcrelnde inClamoYom os cstudunteB. Ao retorna• rem ao llrusil, vivenciavum u grooele - difcrcnçu entre os pní~es. Aindn no governo ele Luis ni• e o rebeio­ namento entre missões reliaio- sns. e Fnnoi. - ADVOGADO ~~~mJ'.í@Jlar) - Rua 3 de Outubro fio ião0 a €)3313A) Bela Vista Mato Grosso fü r. Avas aso ta Casta Mares ADVOCACIA EM GERAL Hun Voluntários dn Pátrio, 376 - Fone 210 Bela Vista Mato Grosso fornm pflrdidos os !'O• p,ui11te docuu1ento.,: Título de Elollor C.irlelrn de Idantidade Ccrtificntlo d Heservlstn C ut<."lc·u Nuclonnl de bu­ billlaçüo Registro de Armas de Dofesa, portenccrnte ao oenhor Akxnndro Cnr- 11rlro. Resl::lenle na rua lfarncuju S/N Jardim M'l'. Publlcn<;ão que B" faz para obtenção du 2J. via 4 de rualo de 1977 Declaro, e por cuja de· claração, asumo inteira responi;abllldacle que foi extraviada o bloco de notas fiscais de prndutoi· modelo 4 de nº 225.371 a 225.380 qa3 me fora fornecido mediante noli­ cltação minha à Exnto­ ria de Rendas de Guia Lopes da Laguna ?11.T. Os quais se acham :.!ffi brauco de nº 225. 376 A 22ó380 Jardim 22/4/77 Ady Cândido Barboi:a Fazenda Alvorada Inscrição fü:1t. 500.005:-l CPF 021934771 Situação INDIO do . 1 . l 1 l • f 1 : 1 1 1 ' 1 [7 tâ ' t ",rnfl lL lseficitas TO GROSSO L_~---------,,----------------------------=---=--l 01.5.77 Bela VIta MT, T'ribun da Fronteira ------------------- Dr José Ribamar Cruz da Silva Partos, Ginecolopia, Cliulca Geral CR!I RJ 17.937-- CRM-MT 439/s - CPF 058043377 Consultório lua Quinze de Novembro, 481 - Tel 123 OELJ VISTA _______________ _. 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Mareionilio Eodrigues dos Santos, brasileiro, casado, criador, resi­ dente em Carcol. tendo falecido sua mãe Maria Antonla RodriguM dos 8antos que era viúva,. nesta clrtade Jo Bela Vih­ ta no dia lG de março de 1971, confor­ me prova a Inclusa ce1·tidão de óbito, sem deixar testamento, deixando bens e herdeiros todos maiores, ficando o· re­ querente no posse a administraçao dos bens e nesta qualidade quer processar o orrolamwto dos bens deixados por i;ua miíe. Nestas condi­ çõe1, requer a V. Excln. nlravés de advogado tl dos demais herdeiros, mandatos inclusos, a abertura do compe­ tente arrolamento. nomeando o reque­ rente invantRriante, admitindo-o a pres­ tar compromisso legal de inventariante. e assinar o respectivo têrmo, fnzer as declrações de estilos, por seu advoga­ do com podere.s especiais para tanto. Dá a presente o valôr de CrS 1 9"iíl,00. Nes­ tes termos, p. deferimtnto. Bela Vi~ta. )1 de dezembro rio 19'i1 o Dr. C',ulos F.,­ dy Sá de Medeiros. CPF 003821081 OAB MT 616. Despacho: DR.A. c/ taxa e de­ pósito. Nomeio inventariunte o Sr. Mar­ cionilio R. dos Santos que, comprornissn­ do, falará cm prin,eiras declarações. O pedido Dão Ioi acompanhado do que faz necessário no arrolomento. Após digam os interessados. J. 20/12/71 (a) Dr. Mar­ co Antonio Cnudia. Pctlçlío de Fls. 40. Exrnº Sr. Dr. Juiz de Direito da comr­ ca de Bela Vista. Marcionilio Rcrlrigues dos Santos. inventariante dos bens dei xndos por falecimento de Mria Antonia Rodrigues dos Satos, em tramite pelo Ca_rtórlo do 1 Oficio, vem mui res­ peitosamente a presença de VExcia que por um lapso não foi declarado nos ter­ mos das primeiras declarações o nome de um herdeiro neste inventó.rio O sr João Rodrigues dos Santos que se en- contra em lugar incerto e não snbido, há mais de 2o anos. motivo porque re­ quer a V. Excia. que o referido herdeiro sej:l citado por edital na forma da lei, e upós soja-lhe nomeado curador. Requer ainda a juntada aos autos do INCRA de­ vidamente quitado referente ao último exercício. Nestes term1Js. Pede dolerlmon­ to. Btla Vista. 25 de abril de 1077 (a) Dr. Carlos Edy Sá de Medeiros. Despacho: .Junte-se, dt·fii'o o pedido. n. Vista, 25/ 04/77 a) Dr. Valter José Rodrigues Con­ trera. E por este juízo foi determinado n expedição do preseute Edital, com pra­ zo de trinta dias pelo qual fica citado o herdeiro J oü o Rodrigues dos Santos, f!lho de 'Theocloro Rodrigues do1:< Santos e de Maria Antonia dos Santos, para habllltar-se no referido Inventário. O pre­ sente Edital será. publicado e aflxado na forma da lei pura que não se alegue igno­ rítncia, dado e passado nesta cidade e co­ maren de Bela Vista, Estado de Mato­ Gl'Osso, aos vinte e cinco dias do mes de nbrll do uno de mil novecentos e se­ tenta e sete. Eu Pedro Vergílio da Silva Escevente juramentado, o datilografei e assino. Dr. Valter José Rodrigues Con­ trera - Juiz de Direito. fzibuna da Fronteira Gráfica e Editora Apa CGC. MI'. JJ.201.26MJO0I Inser. 13059234-J Diretora [2residente: aia 8stela 'U. [2rira !lJiretoc 'Responsável: .J o a l d o JJ e e e / r a D E PA RT A).IE H TOS: Comercial: Crnando Grancisco 9asco e c..ltloaro /Jutira Re d aç ã o : José Maria de Barros e Vasconcclo, 5 Editorialista) A r te : Tiého Guedes Corrêa C ir e n I u;ão: Jane Velasques C o ~n posição: Peuonio Leão, Lyberacy Lino Altair Marques, Laucidio Medeiros O f i e i n a (Ch e f e) Adair Aniceto Redação. Administração: Rua Duque de Caxias S/N Bela Vista. bit. Assinatura Anual Bela Vista Cr 150.00 Demais Jlunlcipios CrS 180 00 Composto . e Impresso na. Gráfica e Edit:rn AP A Produtor_ do alareo Bodoquena km. 54- _Rodovia Jardim- Porto Murtinh ma Empresa que acredita no Sudoeste e no Novo M t rGrn O , Escritórifl a O rosso' em Jardim Avenida Duque de Caxias (ao lado d o. Hotél Oriente) Cx. Po,tal 08 J Impressos C ame reiais lnscriqão Estadual 13.088.446-4 estudantis Serviços a Cores cgc O3.570,314/0001-18 .1 Ui 4582 O T PO - MT. I ela VJsta Mt. Trlbuntt da Fronteira _______ ...,.;.;.;;;.;;.;~ 01-5-77 CONHECI· E 1 > • DV LINH L PLEM(NTOS M SSEY FERG 1 i. • a ., - Estilo mcckmo e funcional. - F:!tro de ar seco. - Sistema hi':áulico com grande capcidade de levante. - T ransmissão com 8 valocidades à frente e duas à ré. - Painel de instrumentos iluminado. • Motor diesel Per!ins de 4 d!ndros, de 79 0/. - Embreagem dupla reforçada. - Dirc-ção hidr6ulica. - Rodas trasairo.s am ajuste automático de bitolas. - Bloqueio da é:br:---ncial (opcionaD. ga 2@9 $,g F"2#2 E343 %,1,Q,RAM8 ,Ç,~E,E31 53229 UI! Z&96 R'els &eüs a#» S#±'S&Eis E. r, - .. 1 #& +75;: Ar% ·2. _.,...._,, -~ 17 a 1.0, 5±~Cg AMA UM - , APOLIMARIO No ECO#Cn RES MÁQUINAS ACiRÍCOLAS - l TDA. 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Em que [Jl'Se a nulurnl oµoui,,u1o de al­ guns mnatoprosxenses tradicionalmente do C01' 1TRA a maioria rios que militam nos­ te opulL'nlr, ~lato Grosllo dofieja quo n idé1u vice]" no torrnno da rt>ulldnde. Gru­ Çi.l?j no bom sonso e n clarlvldêncin. dou HlUS vúrlos llderns regionais e da lru­ prensa falada o escrita, travse umnu lu- ta bonita. rm W1·mos elrvadoi;, 11em utn­ quef! peinrnul11, sem ofensas no millndre lhelo, sem descortezia. 'Tudo oatá sendo f eito consoante as regrus du urbanidade, do respllllo mútuo e da e!Pgânclu dos pronunc!amPutos. Para snthfoção grral, e::pecialm1•ntl: dos que vivem na rPgiáo 1.mlion, uté mesmo os nossos prezados ir­ mãos do Norte se ugllum "'Uffi bolo mo­ vimento de upio à nobllilanle campanha, vindo. sobretudo, a maior elevuçúo do nivel de desenvolvimento das zonas, que se pretende dividir. Estamos integrudon numa pugna Pmlurntemenle elogiável, cer­ tos de que contribuímos para o bem co­ mum dn coletividade malogrossense. Tu­ do ludlcu que os nossos sonhoo dlvlolo­ niHtas, vividos e alimentados durante vá­ rios anos, agora r.onstrulrúo numa caplên­ dlda reaUenor 11a F~,·uid l ci • • n . AGRADECIMENTOS de elii@ d» fio d jei. ·,,,cioal , J?irctorn,,dn E&culn Municipul de 2.u •ruu Dr • ,lo. t!r. Sl+nha Der;i v!ou à P, '; _forrun- Joaquim Murtinho agradece ao Sr. Ca,[, j • cxtcrccu a •ucdi eina por d •• !lla l orn, onde d • r:- • • b ... pe as • ... a €seIs t) s • cu e,rns que CXJHlllliineamente empre•tou ., 1 vos, acumula11do " • , •• l - • o, con~ecul1· Es ol · . • uque a • v cxcn·1c10 uc -ua f' - e e, pois Ul5 c:s.rte1rns da mc,mn até O 1 um mandato de er ], prol-sao com to nüo cl1ugnrnm. .. nou1en- ~refeito d~ . l cd:ic t)r t· com utn outro o de .' e : 'r' " ' Ides nto a clássica tic o sa. ih;[; ~ . r:l• ção, quando lev11r o e"U relillórlo ao Presideute Geísel, uma vez que o Memorial foi feito de til· comenda para co!ltra dl-i,,/ tar o II PND" O ponto do encontro da Socio · dade murtlnhonse Rua. Dr. Correa Nº 56 Porto Murlinho Mato Orosi;o J Preço deste Exemplar Cr$. 3,00 J ,,. 1 u lo ,.,., ' 9 i l!, 1 .. l n, l Leia e q assina ll) ll} o Jornal l Tribuna '1 1 da 1 , Fronteir~ l . :.. l 1 lll