TRIBUNO OI FRONTEIRI 
fundador: lvaldo Pereira 9/5/77 Ano VI N. 248 Bela Vista lVlato Gro51JO 
MI CD OI DIVI , ão: F I G U E I R ó 
E 017CONSTITU- DEFENDE MATO 
a 7 DE s TEMBRO. GRosso Do sul 
D PIRIIR DE 1978. 
ns novid&des anunciadas por Rangel Reis 
~• B111silin • O nome do Estado de Cnmpo 
' Grande 6 definitivo e foi escolhido pelo presi• 
.. dfnte Geiscl; n divi6iio será feito na altura do 
li i ssc. .sr 
,.' o novo governador (o pritneiro. interventor) será 
y1n nomeado )eln Constituiulo e assumirá n 15 de 
--'y. 
JUar~O de 978 para cumprir um mnndato•lampilo 
.aI cmco nnos. Estas foram· as principais infor­ 
mações e novidades lrnnsmit idos pelo ministro 
f. Rangel Rr.is, do Interior, qne convocou os jornn. 
listas ",earn tirar d<rvidns quanto nos limites dos 
no,·os Estados", 
"] Reuniram-se o Ministro Rangel Heis, do 
·.terior, e o deputado Francelino Pereira. par 
d, riar a instalação do Diretório legional da Are 
il na no Estado de Campo Grande o mais breve 
trr posei rl, n fim de que o portido governista tcnhn 
1
,, l~mpo pnrn indicar candidatos à Assembléia Cons- 
utumnte no n_ovo Estado, cnjn eleiçilo cst6. marca- 
~ ,la poro o diu 7 de Setembro deste nno. Antes, 
:i: ll,ogel Reis fnrá uma exposição de seu projeto 
q le divisão de Mato Grosso ao ministro Armando 
Falcão, da Justiça, e aos membros da Comissilo 
,..fr. lntcrministerinl que ultimuú o Projeto de-lei 
P complementar a ser envindo uo Congresso Na­ 
ur@'' cional. 
' C.rt' . O ministro Rangel Rei• informou que o 
: Projeto de lei jà está pronto e, se ele não susci­ 
ilt lar grn11des dúvidas, o trnbnlho do Comissão In­ 
d terministerial "poderá ser mis rápido do que a 
l icnte penso". Segundo disse, "o prnzo não serú 
~~· longo: pode ser uma questilo de semanas ou mê• 
~, l'al'll que a Constituinte seju eleita em setembro, 
q Porém, é necessário que a Lei de Criação do no- 
+ } " Estado seja_aprovad ainda no primeiro se­ 
.jb'-"tre pelo Congresso acional, o que só_será 
Possivel se este for encaminbndo antes do dia 15 
1
., próximo. 
+ 
Geisel e que n denominaçilo '"Estado de Cumpo 
Grande é definitiva", Eu, p_cssoalmenle o conside­ 
ro um nome muito feliz. Não é uma questão nber• 
ta". O ministro não vê nenhum problema no re- 
duzido número de município! do n1,vo Estado de 
Mato Grosso, esclarecenclo que ,,poderão ser cria· 
dos outros, embora niio haja projeto nesse ,entido 
em nndamenlo. lsso·virá mais para o futuro". disse. 
Hangel Heis acha que a decisão de dividir 
o Estado é muito mais "política, de um estudistn, 
do que técnica ou econômica'' e que .is nlteruçôcs 
introduzidas no quadro territorial brasileiro pelo 
presidente Gcisel servirão de exemplo para vs ~Q· 
vernantes futuros, tendo em vista que, nn sua o­ 
mnião, n divisilo territorinl do Brnsil ,,pude ser· 
piudoda". 
A Comissão Interministerial que ultimará 
n Projeto-de-lei complementar n ser enviado ao 
Congresso é formado pelo superiutendcnte da SU­ 
DEC 0, Júlio Lender; pelo co1m1ltor jurídico de 
Ministério da Ju&tiçn, Honnldo de Brito Poletti, o 
pelo superintendente do IPEA, Hoberto Cavnlcantl, 
que representa 11 Secretaria do Planejamento. 
Essn Comissão convocará as eleições dn As­ 
sembléia Constituinte de Campo Grande pnrn 7 de 
Setembro, tendo em vista que n atual Assembléia 
Estadual do Estndo votorá a Constituição do no· 
vo ~lato Gro,so. lndepenclente dessa convocação, 
o presidente da República nomeará um intcrven • 
tor pnra Campo Grande, quc1 •e encarregará da ins 
talação administrativa do novo Es1ndo e será seu 
primeiro i;overnado,, (referenda pela Assemblf­ 
rn l com mnndnto·tnmpão, de 15 de março de 1978 
n 15 de março de 1983. 
·] Todos os estudo,, inclusive o cronogrnmn 
si" de mediilos a serem tomadas, foram conduzidos 
ses±eis PEDROSSIAN E a, segundo informou, para "tirar dúvidas quanto 
±.gize±@e%@É#AREI.O PRESTI tcrnção nos limite• da Amazonin Legal, passando 	e 
do l'omlelo l6 pra o Pnrnlelo 17 n fim de que 
lodo o novo Estado de ato Gros so faça parte da- 
quela região e receba, assim, s · GlAM HOMEMA 
atamento especial em seu desen,•oh-imento e· 	.... R'il "' 
'g onomtco e social 
Esclarecendo que nilo fnlnrio ,obre "os os- CiEM A LUD.10 
Pectos políticos do projeto. que ainda vão ser 
~tudados pela comiuilo", o miniu.ro Rangel Reis 
~lsse que n divi&ão ndo trará problcmo~ graves e 
we ·'»-ãis si@inira«o@se::. g» i«sss AI1T[MI €%9E[[) 
• eão absolutnmente normais". Heconheccu, porém H1f.lR DI lbU 
que o Etado do Sul -Campo Grande devido_às 
economias paulista e pnrnnnense, tem condrçoes 
•le 10 desenvolver cru menor prazo, enquanto Ma 
. lo Grossu "será um Estado podero10 uo futuro e 
Í 
~-om condiçõeP de se de,envolver"· . 
De acordo com o ministro langel Heis, a 
. diviso procurou obedecer os limites naturais da 
~gião, c,·itando as chamadas "linhos secas", com 
~ prN,r.upaçilo de "nilo afetar a integridade dos 
lllunicipios, nem das micro-regiõe, homog~ne_ns" 
so porque, se houvesse mudanças nos limites, 
unicipais, seria necessária a realização de ple­ 
huc1tos paro consultlll' 11 populaçilo, o que está 
•lefinitivnmcnte fora de cog1tações. . 
Rnni:el Heis informou ter dcternnnado il 
UDECO que, nos estudos, "amarrasse bem os 
limites de acordo com as 'coordenadas geográficas 
e. com as divisa municipais, afim de evitar rl,f" 
, 'idas". O ministro confirmou que Campo Grande 
, er 58 municipios, contra 28 municipos que fi 
ario com Mato Grosso e esclareceu que a 
idade de Campo Grande é considerada Capital do 
Estado do Sul a enas provisori11mente no pr'?Jeto, 
Podendo ser escolh~dn outrn, 11 critério da Comissão. 
Apes11.r das críticas de alguns parlamenta­ 
», o ministro do Interior disse que i escol!do 
homue do novo Estado foi do próprio -preu ente 
O ex-governador Pedro Pedrossian e prefeit_o 
Marcelo Miranda, além do deputado Ruben Fi­ 
gueiró de Oliveira e outru importantes persoa­ 
lidades políticas, como Rachid Derzi e Italivio 
Coelho, seguiram pnrn Uberaba onde, na noite de 
ontem o pecuarista r. banqueiro Ludio Martins 
coelho recebeu o titulo de "Cidadão Uberabense" 
concedido pela Câmara Municipal daquela cidade 
mineira cm reconhecimento à parttcrpaçào ativa 
do homenageado na vida produtiva de Uberala. 
O comparecimento de Pedrossian e de Miranda, 
na homenagem a Ludio Çoellio, é vista, por fon­ 
tes olíticas, como forte indício de que está haven­ 
do Yn um maior relacionamento polit,co • de ami- 
os sempre louve -entre os componentes da clama­ 
j "ala independente" com os da Arena autêntica 
tendo em vista que Ludio Coelho é vice·presiden­ 
te do Diretório Regional da _Arena de Mato Gros- 
60 
e deverá assumir na presidência, com o desli- 
amento de Enio Vieira. A entrega do título do 
;ãddania Uberbense a Ludio _Martin» Coelho., 
ocorreu na sede do Legislativo de Ubernba e vá­ 
rios foram os agmciados, inclusive o presidente 
Ernesto Geisel. 
O deputado Rnben Figueiró defendeu 
n crinç,1o du "Estndo do Mato Grosso do Sul,, 
mostrando-se virtunlmente contrário n denominação 
de ~Estado de Campo Grande ", por entender que 
n luta dos divi,ionietas, sempre, foi em relação 
no Mato Grosso rio Sul. jamais tendo· ;;ido cogit.11• 
da n denominnçilo oficial pretendida pelo go,·erno 
e sugerida pelo presidente Geisel. 
Embora reconhecendo que a Intenção do 
Presidente Geisel foi dos melhores", o parlamentar 
arenista acha que a denominação provocará reações 
nlt.amentc negativas e desinteressantes, mesmo te 
sabendo que a cidade e n população de Campo 
Grande nnrla teve a ver com a escolho, meemo 
porque as cnmpanhne divisionaista• dos cnmpogran• 
denses sempre foram em terruos de .. Mato Grosso 
do Sul... 
REAÇÃO VIOLENTA DE VEREADOR 
Em Dourados, o vcrei,dor ,Liz Foker dis­ 
tribuiu nota d imprensa, proteecando contra n de­ 
nominação escolhida pelo chefe da Nação, alegan­ 
do que é muita pretensão para um mumcfpro que 
hoje, onu.m e sempre e,tará dependendo da nossa 
pujança. Mais ndia.nte, o vereador. líder da arena 
na Câmara, afirma que cnm o Slll'gJmen10 do no­ 
vo Estado "surge, aqui no snl, uma outra Cuiabá 
e snbemos muito hem o quanto seremos margina­ 
lizados por Campo Grande e quanto sofreu a nos­ 
sa Cuiub5"' Ao finul, o mcrh-cl 'Cre'1dor cnncou 
os "cnmpogrnndensee fanáticos" que 111fram ih rua• 
po.ra comemorar a divisão. 
NOTA DE FALECIMENTO 
Faleceu dia 09/05/77 a Sra. 
Vera Guimarães Loureiro 
CAMPINHI OI 
ECONOMIA 
POPULIR ... 
O conl1ecldo Pap!fo, um 
do matores batalhado­ 
res pela "economia do 
povo", vem desenvolven• 
do a Campanha da Eco­ 
nomia Popular. Venden- 
do gêneros al1mentfolos 
por um preço acess[vel 
à massa, Paplto colabo• 
ra ativamente para a 
normalização doi1 preços 
de gêneros de primeira 
necessidade. B uma ini­ 
ciativa digna de eloglo11. 
DOAÇÃO 
Defensor ferrenho das 
coisas e das causas be­ 
lvistenses, Abdalla Saiu 
(Papito), bá pouco tem• 
po doou à muolclpallda­ 
cle os terrenos para a 
instalação das torres 1a 
TELE:11AT. Sempre dJs-­ 
pc,sto a colaborar com 
as loiciatlvas que visam 
uma Bela Vista melhor, 
iucluFiVP, 11polando OR 
movimentos cristãos e 
dando sempre o seu a. 
poio à prefeltuu, Paplto 
11firmou à reportagem: 
"Eetou com o prefeito 
Castro Pinte, poi.s ele 
está com Bela Vista e 
por Bt>la Vista''. 
Médicos Residen­ 
tes Terão profis­ 
são Regulamen­ 
tada 
O médico e senador 
Saldanha Derzi, oplnan­ 
dc, sobre o projeto de 
lei do Senado de n° 08/ 
1977,. que "dispõe 11obre 
• o exercício da profisso 
de .Médico - Residente", 
além de dar o seu pare­ 
cer favorável ua ComlB­ 
são de Constituição e 
Justiça. por julgá-lo cons 
t!tucioaal e jurídico, sa­ 
lientou: "Seja nos licito 
ttf-sinalar, apenas de pas­ 
sagem, a importância da 
regulamentação pret■udJ­ 
da, dado o crescente re­ 
levo que a residência mé­ 
'1ica vai assumindo cada 
vez mais". 
Se aprovado pelo ple­ 
nário do Congresíe, es­ 
te projeta instituir~ o aa­ 
lãrio-profissional do mé­ 
d.ico-resldente o que se­ 
rá uma efetiva contrlbu• 
lção para melhorr a qua 
lidada do treinamento 
que atualmente ae faz em 
institu!çõH hospitaluH 
do País e que trará con­ 
i!equentemente uma ele­ 
vação do próprio nh:«l 
de saúde do povo brul­ 
leiro, resultou o médi­ 
co·senador nossa ro­ 
portagem.

- 
_'.!T~r!)lb~u~n!!a!;jdL~a2:Ftro~n~t~e~lr~;1~--------·----------------- 
Beln Vtktn- Mt. 
~---- -----, 
9 5-77 
CD DO IGRICUL TOR 
A SOJA VARIEDADE IAC-2 
Dr. José Alberto Cotrim 
, 
TE ÉII 
Fl
cu o ngrlcultor comumen1e em dúVI· do uma cous<·
11ut'ncia 
11111
urnl ,la nu•ii
nd
ª •~t' iuo• 
culantes e de um espaçamento denso pré»iam- 
dn quanto o aspecto lucrativo de u l • en»ido. Mostrai-se outro-sim, bem divy9" 
lnvouru no campo, 1<omoadu. que foi de 
110 
curnpo com bom estado vegetativo tu o em 
um VPgelnl ela varlednde tal que lhe comparação a testemunha que e presentou com 
disseram, seus vizinhos, ser multo pIO- vagens em quantidades_mínimas, pequenas, algu- 
1 1 rú ll j d t 
e mns sctn~, e ele porte l)(,rn m~nor. . 
ve lORU e , e c mane O uran e S U Quanto no 
1160 
do cobre como adubo sua uph~a• 
"ciclo do Vf'/Fltaçúo. 	çnu deve ser con:rolndn por ~~r uh11rnente _16x,co 
Entre o Vepelals cultivados neste o8- elas alem da do+agem natural, porem é focilmeu• 
wío e i@ri coei como, o arroz._ii iiiiój4 »s is ir roii« " [ya [}jppjjap[e Rarrgsg 3?'} 
go. moí, a soa se «estoca cd "%.222.1..2" .21"oa,3 ": } / BEL VISTA ' MT 
• vez mnis e prn u~gora se espera uma 	d ., lf 
1 
6 5 ""'lrn rle 
lment1a 11nfru do QllllBO GOO o.,ll toneladus ~~i,.~2 s:'!'i:co~. "
11 
º.'º ( e mo~n '
10
• • ~ • I · 
delas só no município de Douratlos. . Temlo os fatores limitantes du produção a eu 
Há multt'.u1 vurledndeP de soja e entre favor esta vnricrlndc de sojo pode ser lucrullvo 
0
• ------------------ 
ola1:1 se cultiva aquela mais de oonflan• penas se mostrando altamente uceptível ao ata· 
Çu do ag
•·tcultot• )oco} CCllDO "eja: Et1la, que de prngu priucipnlmeut~ n u'? besouro p~c.to 
b' 	de alguns milímetros de dimensão responsável 
n VlQoja e 8La Rosu. A variedade deve- nesmío por uma queda de produção de aproximo· 
rá ser trab1.tlha•la no campo pelo ngrl- damente 10%. 
cultor vnl depentle1· de muitos 8i!pectos Muis tarde 80 fará um comentário sobre praga 
talt! como: O ollmtt, hábito natural de que mais nssolom u soja nesla _re~riüo. 
serviço com tal variedade pelo grieul- A finnlidn<lc deste comentário é de se fazer um 
ter e do solo de sua propriedade que confronto de informações com aquelas sabidas pe­ 
deverão Influir na producüo. Num ensaio- lo, oi;riculloreF sojeiro• n fim do que na próxima 
v 	•afra posso mnnejur melhor rnn culturn. 
feito com esta plunta, neeta varieda- 
de, muita coisa e soube a seu respeito Cortesia da Com. lmp. e Exp. B. VISta Ltda. Mas uma jornada esportiva. movlrnen• 
e a planta respondeu fftvoravelmente ao 	tando a nossa Prínceza do Apa • • • 
teste de adubação a qunl foi submetida. 	Sóbado pela manhã movimentou com 
Tudo visando um aumento d6 produ- 	u!D torneio de F. de Salão, a quadra de 
tlvldade tentando molhorur suas conctl- nr. l"an ºlonso da Costa ",A~rqums de Esportes do G.P.R. como todo fim de 
ções de desenvolvimento no campo. Sen- ili l ll 	midl li semana vem ocorrendo. Convidamos os 
do o cermdo um solo carente de mino- ADVOCACIA EM GERAL sócios e amigos p/ aos fins de semana 
rais,o ensaio com esta vnriedude fol 	participarem dos treinos. 
leito em cujas caracterísl!cas físicas indi- 	'Também sábado p.p. 
0 
estddío Otdvio {]
011
, 
caram um teor de argila igual 55% 
matéria orgllnica -1.7% limo lo¾ pH 5,4 	toura 1 ecebeu os despc.rtlslas Belavi!ltenses 
pn;viamErnte calado com cal hidrutado. Faa Voluntários dn Pálrin, 376. Fone 210 parn m a i s uma jornada fulebolistica 
E,;t
11 
variedade aµresentou uma ótima 	entre as equipes: Coruércio E.C. X Uereal 
resposta a adubação prloclpnlmente a a- Bela Vista 	Mato Grosso /Ouro, que ocorreu sem menor diliculda- 
clição de Horo e '.fngnésio por parte dos 	de, isto é, devido ao grupo de Arbitra- 
mirronutrleotes, também a adubação :..--------------------'gem e Bandeirinhas. 
maciçu com NPK Influi dec!Eivamentb I 	Domingo p.p. foi realizado o grandioso· 
nela mostrando porém grande tendência 	encontro das Qqulpes da representação 
ao tombamento. 	Tratoristas e Técnicos Mecllnicos E.C. X 
Já n n<liçào de Zinco influiu neln tlnndo maior 	União Amigos E.C. 
resistência ao tombamento. nuruentnn<lo suu fibro­ 
sidntlc nnturnl, e no porte tambem, isto em rdnçilo 
n tt·•tcmunhu plnntndn no cerrado natural. 
Pnrn este solo umn u<luboçilo de 150 kg.lha de 
um ndubo cujo formularidade seja 5-30-15 6 oufi­ 
cientc pnrn oknnçnr bon rroduçiio nlcm de se mos­ 
trnr econômico e acessível aos bolsos do agricul­ 
tor. Niio se esquecendo que o 'itrogênio de'e 
semprn ser colocndo dur,mte o plantio. . 
Tumbem umn inoculoçüo dos sementes mutlo 
lucrará o agricultor cptando por tal prática. Po­ 
ré neste ensaio as plantas se portnrnm bem nes­ 
te 60!0 mesmo niio sofrendo inoculnçào nenhumn. 
As vagens surgiram com uma média de 3 a + se­ 
mente~ cm cnda, poncos, elas, diposta nos pés scn· 
Um n ar para seu_confor' 
fg - Restaurante dormitório e 
amlief s: er Far;iliar. 
limo local de estaciament:. 
DOCUMENTOS 
PERDIDOS 
O ncontecimento ocorreu <ln melhor maneira pos­ 
siYel, ogrndnndo no numeroso público 'lue se fazia 
presente 
Tambem ss equipe: Flamenguinho E.C. X Obre­ 
rialio lxl 
Cnçn e Pesca EC x Obrero E.C. 2xl 
Aos omnntes do Esporte, colllborndores que 
organizaram os indespensáveis encontros esporti• 
vos, nossos sinceros agradecimentos pelo apoio e 
iniciativa. osso jornal prontifica-se em elevar e 
apoiar sempre o nosso esporte. Até u próxima 
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de Bela Vista MT. A dl· 
retorl11. do Club Recre· 
ativo de Caça e Pesca. 
cheia de júbilo, Vl:!ID do 
público, agradecer nos 
Sra. Vereadores que, com 
tanta dignidade. v ti m 
representando o nosso t- a 
Legislativo Municipal, pe··'--' 
la aprovação na doação 
do terreno paro u sé- 
de própria. E aquele quo 
deu seu voto negativo, 
que Deus o ilumine. Po- 
is todo Club de Caça e 
Pesca, é de interessP do 
Governo Federal, a sua 
criação e organização. 
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EDITIL DE CITIÇilO COM 
PRIIZO DE 30 011S 
O Doutor Valter José Rodrigues Con• 
trera, ,Juiz de Direito da Comarca de 
Bola Vista, Estado de Mato Grosso, na 
forma da lei, etc; 
Faz saber que por este jufzo e cartó­ 
rio rlo 1
2 
Ofício tramita os auto!! de Ar­ 
rolamento dos bens deixados por faleci­ 
mento de MarJa Antonia Rodrigues dor, 
Santos, cuja Inicial é do teor seguinte: 
Exmº Dr. Juiz de Direito da Comnrca 
de Bela Vista. Marcionilio Rodrigues dos 
Santos, brasileiro, casado, criador, resi­ 
dente em Carucol, tendo falecido su 
míie Maria Antonia Rodrigues dos Santos 
que era viúva, nesta cidade de Bela Vis­ 
ta no dia 16 do março de 1971, confor­ 
me prova a Inclusa certidão de óbito 
sem deixar testamento, deixando bens e 
herdeiros todos maiores, ficando o re­ 
querente na posse a administração dos bens 
e nesta qualidade quer processar o arrolamwto dos 
bens deixados por sua mãe. Nestas condi­ 
ções requer a V. Excia. através de 
advogado e dos demais herdeiros 
mandatos Inclusos, a abertura do compe­ 
tente arrolamento. nomeando o reque­ 
rente inventariante, admitindo-o u pres­ 
iar compromisso legal de inventariante 
e assinar o respectivo têrmo. fazer a~ 
declarações de estilos, por seu advoga­ 
do com poderes especiais para tanto. Dá 
a presente o valôr de CrS 1.9'iíl,00. Nes­ 
tes termos, p. deferimento. Bela Vista. 
01 de dezembro de 19/1 o Dr. Carlos E­ 
dy Sá de Medeiros. CPF 003821081 OAB 
MT 616. Despacho: DR.A. c/ taxa e de­ 
pósito. Nomeio inventariante o Sr. Mar­ 
cionilio R. dos Santos que, comprornissa­ 
do, falará em prineiras declarações. O 
pedido não foi acompanhado do que faz 
necessário ao arrolomento. Após, digam 
os interessados. J. 20/12/71 (a) Dr. Mar­ 
co Antonio CaI11Jia.. Petição de Fls. 40. 
Exm" Sr. Dr. Juiz de Direito da com­ 
ca de Bela Vista. Marclonilio Rodrigues 
dos Santos. Inventariante dos bens dei­ 
xados por falecimento de Mria Antonia 
Rodrigues dos Santos, em trâmite pelo 
Cartório do 1 Oficio, vem mui res­ 
peitosamente a presença d V.Excia que 
por um lapso não foi declarado nos ter­ 
mos das primeiras declarações o nome 
de um herdeiro neste inventário o er. 
J oüo Rodrigues dos Santos que se en- 
contra em lugar incerto e no subido, 
há mais de 2o anos, motivo porque re­ 
quer a V. Excia. {JUe o referido herdeiro 
seja citado por edital nu forma da leJ, 
e após sejn.-lbc nomeudo curador. Requer 
ainda a juntada aos auto, do INCRA de­ 
vidamente quitado referente ao último 
exercfcio. Nestes termos. Pede deferJm•n· 
to. Bela Vista, 25 de abril de 1977 (a) Dr. 
Carlos Edy Sá de Medelro. Despacho: 
,Junte-se, defiro o pedido. A. Vl1ta, 25/ 
04/77 a) Dr. Valter José Rodriguos Con­ 
trera. E por este juízo foi determinado 
a expe:liç/ío do presente EdltaJ, com pra­ 
zo de trinta dias pelo qual fica citado 
o herdeiro João Rodrigues dos Santos, 
filho de Theodoro Rodrigues doP Santos 
e de Maria Anton'a dos Santos, para 
habilitar-se no referido Inventário. O pre­ 
sente Edital será pubUcado • afixado na 
forma da lei para que não se alegue igno­ 
rância, dado e passa à o nesta cidade e co­ 
marca de Bela Vista, Estado de Mato­ 
Grosso, aos vinte e cineo dia do mes 
de abril do uno de mil novecentos e se­ 
tenta e sete. Eu Pedro Vergíllo da SIlva 
Escevente juramentado, o datilografei . e 
assino. Dr. Valter José Rodrigues Con­ 
trera - Juiz de Direito .. 
J r i b u o a da f r o n t e i r a 
Gráfica e Editora Apa 
€SL II. I22±t1! H± 1E:nu- 
Detera [2residente: lata @tla 'U. Jctra 
preter 'Rescnsdol: O aldo [rira 
DEPARTAMENTOS: 
Comercial: (Crnando Trancisco 9asco claro 
D2rira 
Redação : José Maria de Barros e 
Vasconcelo, ( E d i t o r i a 1 i I t a) 
A r t e : Hélio Guedes Corrêa 
Circulação:Jane Velasques 
C o m p os ição: Petronio Leão, Lyberacy Li.ao 
Altair Marques, Laucidio Medeiro» 
O fiei n a (Chefe) Adair Aniceto 
Redação. Adinistração: 
Rua Duque de Caxias S/N Bela Via. M. 
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COLHEM LUCROS 
Indústria Brasileira 
IIG rCO IS 
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SLC 
Ter umn Colhelllldelra Automotriz SLC é pos­ 
suir uma máquina que colhe lucros e também 
representn a conquista da tranqüilidade e se­ 
gurança na hora da colheita. 
Pois com a SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, à disposição do homem do 
campo. Gente que, como 'ocê, está 11rcocupa­ 
da em assegurar a sua colhclla. 
Assistência Técnica com pro!isslonnls nllll• 
mente especlnllzados, treinados na fábrica e 
sempre presentes na hora da colheita, com 
peças originais,que asseguram a garantia e 
qunlidnde SLC. 
Você que planlll soja, trigo, nrroz (mesmo em 
terrenos nlagndos, para colher com esteiras), 
' ,· 
;~ 1' -. 
; t ... 
' • 
#3 
ê±$"" 
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1.- 
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r 
' 
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1 
milho (pnra colher com a nova Plataforma de 
3 ou 4 linhas) ou outros grãos, encontrar:1 um 
modelo de Colheitadeira Automotríz SLC (do 
tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqtillldade hoje • a 
certeza no amanhã. 
Por tudo Isso, os que já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acredítam no que plantam 
porque sabem com o que colhem. 
a 
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FILIIIS: - • IMBMBII IELI VISTA

IRENI 
, 
POLITICI 
J. Barros 
Cãmara-1 	, 
Novamento a direção do jornal • obrl­ 
ga-me a cobrir s atividades legislatl­ 
vas de Bela Vista", Parece-mo que o 
"corpo d~ rep6rtere11 anda dlml.nuto e o 
papal aqui tom que ser pau pra toda o­ 
bra", .. e tem mais ... os amigos vereado­ 
res no gostam do eslílo da coluna ... 
alguns alegam ·'sutilezas"... é, pois é ... 
, 
E, 
1) 011 que ·nas lides politlcas pnRsaram 
por todos os altos e baixos, Inclusive xa­ 
drez, dispõem de volumosas e preciosa 
bugugem de experiênclns o conhecimen- 
tos que Ofl nocivo& alada. nllo possuem e 
asRlm cupltnllrnrn condlçõeR para orienta­ 
rem o~ moços, no que está certo ou errado 
Aliás nüo tjverurn outro objetivo 0s im­ 
pós!os realizados rocentemente, iniciati­ 
va da Arena, pra "Iniciação politiea" 
da juventude,"inlciuçlo" porque rematada. 
burrice foru ponsur ulgué que a política 
tem <10110, ou que a coisa pública é patrl­ 
mfinío ele provisórios. A política é um pro­ 
Cl'fl;:;u. Dovemos pois, na composição dos 
futuros Diretórios abrir frentes de acesso 
à m·cidade. Entre os moços indna nem 
ludo já foi a pique ou PStú perdido nesea 
inundaçõ.o de medlocrlrlades que ninguém 
• Hegura, e em Bela Vista multoe jovens 
bá que poder-fio contribuir para que o po­ 
vo encontre os dias melhores por que 
esper11, e soerga as esperanças porven, 
tura já cunsodns e abatidus, e readqui­ 
ra as prerrog11 tivas que lbe pertencem. 
2) Ao que se propala na cidade, e o que é 
mula com ressonâncias também lá fo­ 
ra, a Cllmara Municipal decirliu • moslrRr 
que não é formadfl por advenlfclosoe o­ 
ciosos. Diz-se que t'slá ass·umindo atitudes 
Estamos por tora do que ocorre, pois, 
embora a imprensa esteju virtualmente 
representada na Càmra por jornalista 
legalmente credenciado para a profissão 
pal'e1;e que um cochilo de ética terá fei­ 
to esquecer a couvoeação da Imprensa 
para em nome do povo assistir u ma­ 
neira por que seus representantes com­ 
prendem a alta dignidades da missão que 
o povo Ih confio, e da qual et1tão de­ 
sc-n,µenhnudo-s2 a oootento da opinião 
púl>licn. ilus, U'I que t'e fala, está em fun­ 
cionumeuto, ou terá idn requerida, U· 
ma "CPI", isto é, Comissão parlamentar 
de Inquérito. ão há efeito sem causa, 
certo, mas o ineditismo desse comporta­ 
meuto do Legislativo. apesu de rotina- 
, p•irlumeutur, poderia inàuzlr o povo á 
suposição de q:.:e as fórmulas de relacio­ 
aumento Legislativo-Executivo se tenham 
rectuzltlo n conjunturas suscetíveis de de­ 
senvolverem crises politico-administrati­ 
vas sem precedentes em termos de con­ 
Ih1tos juridico-lgais entre os deis pode­ 
res. Nada porém de excepcional na po­ 
sição adulada pela Cllmara. Apenas ela se 
rende u :1m dever. As "CP!" são os 
instrumentos que a Constituição Federal 
oferece aos Legislativos para verificarem 
como os Executivos se comportam, e 
para isso outorga-lhes também o poder 
de decretar "impeachments" e cassações 
se a coisa foge das bitolas legais para 
as áreas dos abusos de autoridade e de 
poder, quer dizer, arbitrária superestima­ 
ção do principio de autoridade e de poder. 
No caso aqui de coa acreditamos que 
tudo vai muito bem, porque a adminis­ 
tração municipal históricamente repre­ 
senta uma tradição d usteridade no 
manejo dos negócios públicos, e mesmo 
• nos tempos da Ditadura, (Caporossi), 
um belo exemplo de conscient.e e ele­ 
gante comedimento no exercicio do po­ 
der. Todavia, om que pese sua plauslbl· 
lidada, essa hipótese de que tudo vai 
muito bem, é inteiramente pessoal, não 
conI1gurando pois juríalcamente fato 
excludente da obrigatoriedade de divul­ 
gução pública dos tos do Legislativo, 
eis que n@o se trata de matérias sigilo­ 
a. Dessarte. e levanrto-se em conta tam­ 
bém que 0:1 ilustres legisladores são Re­ 
presentantes do povo, outrossim que do bolso do 
povo é que ai o subsídio, e sobretudo que imj,e- 
rativamente lhe cumpre darem satisfações públi­ 
cas de uns ações de mandato, é de esperar que a Câmara 
não fique ab11.lxo de suas responsabilida­ 
des e que o povo seja posto ao corren­ 
te do que se passa, já que a Câmara 
chegou ao extremo de apelar para um 
recurso, que embora legal, $ também ex­ 
remo, isto é, uma Comissão Parlamen- 
1o.r de lnquQrlto. 
POIS 
, 
E ... 
Pedro Pedrelr1t 
CA:1/RA-2 
Sessão do dia 2 p.p contou corro apre­ 
sença dos vereadores Ely, 1'urlni(o bom 
senl.lo), Ildefonso, Noedi, Marques e Odi­ 
Uon. Faltaram: Nlvnldo de Barros de 
(Llct!nça) C a r 1 o s Conlurlào 0 Getu­ 
Jlo Lino. O vereador Ely de A. Barbosn 
solicitou à meu que fosso euvida cor­ 
respondência ao Hrlgarlelro Superlnten­ 
donte do D.A.C pedindo o reinicio dos 
voô■da T.A.M. • Transportes Aé1·eos Mn· 
rllln. para Bela Vista. Justificando, o Ve­ 
reador tnfocou o "isolamento" e o fato de 
Bela Vista ser zona de 8egurança nacio­ 
naI... 
Cllmn.ra -3 
A Cllmara Municipal aprovou o au­ 
mento do funcionalismo, após serem fei­ 
tas as emenda8 necessárias... uma pa­ 
dronizoçiío dos vencimentos ... os funcio­ 
D6rios que recebiam abaixo do salário 
mít1lmo passam a perceber o salário vi­ 
gente ... e os demais receberão o au­ 
mento de 20% 
Câmara • 4 Ely de Araújo solicitou a insta.­ 
lação de um posto de utendimento aos u­ 
suários do I'lPS ... vereador Turini apre­ 
sentou projeto de lei que regulariza os al. 
oarris para metorlstas de taxi, os taxistas 
salário mlnimo regional... Ely de Araujo 
Barbosa solicitou informações ao senhor 
ministro da Agricultura a respeito da pro­ 
pagarão a taxa equivalente a 50% do 
duçlío do alcool et1lico proveniente da 
lavoura de mandioca ... enfoca o vereador 
ns "necessidades do momento" e propõe 
estudos visando a instalação de uma 
indústria em Bela. Vista ... Viável. 
Escola Sem Carteiras 
O vereador Ely da Araújo Barbosa soli­ 
citou à mesa que fosse enviada ao che­ 
fe do Executivo indicação no sentido de 
dotar a Escola de Contabilidade de car­ 
teira■pois os .alunos estão levando c­ 
deiras de casa ... 
Jrib a a Frnleira 
s, o a R:ia 
Orcas _hdwendnte o erri 218 
Ano Í Ih i-tu_- 1t+, 095/77--- .o 
Club de Caça e Pesca 
Enviou ofício à Cllmara agradecendo a 
votação favorável n. doação do terreno 
para a futura sede social... e no final do 
oficio a frase que magoou os vereadores: 
"E que Deus ilumine o vereador que vo­ 
tou negativameiate·'... Minb&. nossa foi 
uma pauleira ... Todos os veredores critica, 
ram o club pelo total desconhecimento dos 
direitos e deveres dos vereadores, o direi­ 
to de- votar é livre, Moção de desagra­ 
do .. 
08-082098008& 
Frases: 
"Aqui é nossa trincheira, o vereador po­ 
de votar contra ou a f1tvor, é um direi­ 
to que lhe assiste tendências diversas 
Câmaras ecléticas"(Ely .A. Barbosa) 
903093903 
"Não estou aqui para trabalhar contra 
uma classe, represento os interessesdo poo, e o mo­ 
torista de taxi é povo, é gente sofrida 
que merece estudos apurados quando 
se discute a viabilidade de um aumento 
de impostos. Vamos votar niio um arro­ 
chu, mas umu solução coerente com as 
ponibllidades e neces:ddades da classe 
(Osvaldo Turini - Alvará para táxis) 
TRIBUNA DA FRONTEIRA espera que 
cada um cr.::npra o seu dever (Pedro Pe­ 
droira) 
ENTREVISTA 
Médico Dr. Ely de Araújo Barbosa 
- O Sr. emocionou-se quando fez a l" 
Cirurgia, porque? 
. O médico é uma gama de emoções, 
n!I &rooçôt.s t!ÍÍ.O cotidianas. fazem parte 
da sua vida, ele se emociona com o va­ 
gido de uma criança ao nascer, das lá­ 
grimas do gratidão dRR mães em face a 
cura de ,;eus filhos. Não é só a cirurgia 
que traz momentos de en,oções ao médi- . 
cu. ):; t ... du. modlcwa. 1 
. Na sua profissão qual o dia que o 
deixou mais feliz?.., 
- O dia em que assumi a maior respon­ 
abilid+de de minha vida - dia da minha 
colaçiio de grau minh formatura. 
- Há dlferoncu entre cliente rico e cli. 
ente pobre'? 
- No. A doença não escolhe o estado so­ 
ciol da pessoa. O clloeer mata o rico como 
o pobre; o mosquito da malária. também 
nllo vê diferença. A doença e a morte 
Iguala os Individuas e faz lembrar-lhes 
que somos pó e ao pó retornaremos um dia. 
- A caridade é importante na vida de 
um médico? 
- A caridade é lm portantEI na vida. de 
qualquer pessoa. Não é só a recompensa 
em dinheiro por um trabalho que se dá 
o nome de caridade. O professor deve ser 
caridoso nato, sua missão, além de dar 
cultura é também educar, tirando um ser 
humano das trevas da lgnorllncia e dan­ 
do-lhe a luz da sabedoria, G uma das ma­ 
nifestações mais concret:i.s de caridade. 
O Advogado dando liberdade a um ino­ 
cente perante Drus e a sua consciência 
não se pode dar outro nome a este ato 
senão um ato de caridade. 
- Seu tabalho no Posto de Saúde 0 8a­ 
tisfaz? 
- O indivíduo se sente realizado quan­ 
do vê que está fazendo alguma coisa em 
benefício de outros. Quando usa sua in­ 
teligência para. ajudar os seus semelhan· 
tes. A missão principal :!o Po!:!to r!A Saú­ 
de é prevenir doenças, portanto, o médi­ 
co que tem esta missão sente-se feliz e 
satisfeito no seu dia a dia. 
- O que o Sr sente quando perde um 
cliente? 
- A vida do méd1eo é uma linha sinuo­ 
sa composta de vitórias e insucessos, de 
alegrias e angústias, de satitsfações e frus­ 
trações. As emoções negativas são as que 
o médico sente quando se torna impoten­ 
te diante do combate que ele trava con­ 
tra a morte. 
- O nosso Hospital Jispõe de recursos 
materiais e humanos? 
- Sim, dentro das nossas possibilidades 
e.c.onômicas e sociais. Depois que come­ 
çou a ter ajuda direta do Governo atra­ 
vés da assistência social (INPS, Funru­ 
ral ttc ... ) a melhora foi substancial dos re­ 
cursos materiais e dos humanos também. 
- Quais os tipos de doenças mais co- 
mum nn regilio'? • 
• São as doenças parasitárias intesti­ 
nais porqueca noss população não dis­ 
põe de 10% de áQ'Úa encanada e ·tratada. 
A ignorância. irmã gêmea das doenças 
deste tipo. 
- A campanha para conseientizar da 
necessidade das miies de vacinar os fi­ 
lhos tem surtido efeitos? 
- É uma campanba educativa e surtiu 
o efeito desejado. Em menos de 20 dias 
acabou nosso estoque de vacinas contr2 
Sarampo cerca de 500 doses, contra pa­ 
ralisia infantil idem, cerca de 1.000 doses 
e também contra varíola houve um au­ 
mento da demanda de clientes. 
Finalmente eu agrudeço a vocês en­ 
trevistadoras de me proporcionarem es­ 
ta oportunidade de falar aos jovens o que 
é a medicina Sanitária esquecida por al­ 
guns e ntto compreendida pllr muitos. 
Entrevistadoras - Fátimu Regina S. Pis­ 
tori, Marilda Lino, Sarnira Hazime, Van­ 
da Deniz. (Aluna■da professora Aida - Es­ 
cola Castelo Branco). 
Senador Franco Mon-. 
toro propõe União 
Para Defesa da 
Democracia 
São Paulo-O sanador 
Franco Montoro atribui 
às rolnorlns radicais du 
esquerda e do dirolt11 u 
rerponsabilldade pela im­ 
posslullldude de a Na­ 
çlio chegar à normalidade 
democrática, por isso pro­ 
põe a união de todo os 
defensores da democra­ 
cin, cima mesmo dos 
atuais ·partidos politlcos 
como fórmula para quo 
o País reencontre a triahs 
que o conduzirá à esta­ 
bilidade lnRtituclonal. As 
declarações do senador 
opoeleionlsta foram fei­ 
tas d u r a n t e o 
contacto que manteve 
com parlamentares do 
MDB 11a Assembléia Le­ 
gislativa de São Paulo. 
Urasil Exportará 
Todos os Tipos de 
Varinas em 1960 
Braslliá, A partir de 1980 
o Brasil poderá expor­ 
ar todos os tipos deva­ 
cinas para paises ameri- 
canos com déficit dr 
imunizantes, segundo e­ 
pecialistas do Ministério 
da Saúde, atualmente o 
Brasil importa apenas 
dois imunizantes, contra 
a poliomielite e contra o 
sarampo, mas. segundo 
os especialistas, deverú 
atingir a autosuficlêocia 
também nessas vacinas, 
a partir de 1979. 
Politica da 
Carne será litera­ 
da 
Rio -O Govero Federal 
deverá alterar a sua po 
lítica de abastecimento 
<1e cu.roe para a entre-sa· 
fra deste ano, reduzindo 
para tres meses o peno· 
do de comercialização 
exclusiva da carne con· 
gelada nos grandes cen· 
tros consumidores. 'Tam­ 
bém, pela primeira vez 
erà feito um estoque p 
ra fins de industrializa· 
çãu, para evitar a iro· 
portaçiio no pe1íodo cd­ 
tico da entre-safra, co 
mo ocorreu nos últimos 
tres anos, segundo infor­ 
maram os dirigentes du 
indústria de frigoríficos. 
(1