TRIBUNI 1 R 1 
fundador: I valdo Pereira 21/5/77 Ano VI N.o 249 Bala Vista Mato Grosso 
DR 
Tendo lixado definitivamente resl­ 
dêncln nesta fronteira. renunol~I o cargo 
cio Redator Chefe de IMPRENSA. DO PO­ 
VO. de Fatlma do Sul, e de seu repre­ 
sentante junto t imprensa de Cumpo Gran­ 
de. 
[ 
J. Barros, Rég. 83 
nüo façam provocação esses mendigos 
de dignidade, que pela frente bajulam 
seue .. chefes" e por trás razem-!h"B as 
oaveirai: ... 
Em tudo naipe humano há axern­ 
plares quo por suas lndoles f> ações dfio 
E por vir n pelo, comunico à cida- us 'podidas dos eu8 valores. De sorte 
tle que lnlruompo, teroporllrlameote, mt- que, sendo outra minha lormaçfio para 
nhu parllclpaçlí.o no jornalismo políllco a convivência soolnl, deixarei o •,~hefe' 
lol. Como vfl o hiitor, vamos em com- ou os patrões e seus alcaguett's de ant!.1 
p8s0 de tranelçü.o, tempo orn frio. ora câmaras, na sua aflitivu penitência de 
quentti ... e enquanto lsE10, as peri,pectlvas palxõeR e oapr-lchrs anômnlos, pelo de­ 
sucedem-se lmprevlsivels e coofns11t1. Há l!llBtl'oso caminho em que vão, Inclusive 
Intui de espíritos aluclnado11, no terreiro os que Prolbem subordinados seus de 
do Partido, quE' maiR pareae um balaio estaolonarE'm 1 porta do f-fotel ora sob 
de gatoP, do que urna organização de minha administração. Gente que só vê 
comULhll.o social, cuja única razão de o ponto preto. Gente quo d1:sconíia até Inspirado no seotlmPnh de respeito à 
ser é a salvaguarda dos direitos da co- da própria sombrn. Não sei por que me liberdad,~ de imprensa e no da opinião 
munldade, e e11colher sábiamente seus ofendam e provocam. Desculpo elegan- pública belavistense, vunho à presença 
representantes. 	temente essJ.s pobres manifestações rle de V. Sª. orerecer os fatos abaixo. em 
Nesse deplorável conflito de men- almas vielonárias, que a pen~s se n nun- resposta à publlcnçiio tH>l> o títulu .. Rnu­ 
tnlldadea iodl11clpllnttda11, de apetites mee- ciam imperfeitas. 	bo no hospital", inserida em sua erJlçãc, 
qulnhos uns, nudaciosos outros, e 1.mbnl- Ia11isto em que meus artigos r.iiío ele do dia 1 do mês em curso, e <le nº 247 
ternos todos, estão a gerar-se A a fer- gem nenhum bode-expiatório, em parll· tº Ch,,gndo que foi uo meu conhecimen­ 
meolat· l'nfezadns encrencas pf:ssoais e cular. Apenas por mero propósito de co- to por responsáveis pela administração 
maqulavéll.CRS que nlio darií.o outro ra- operação dvertm, e a tempo q u e do Hr.sp1tal São Vicente de Paulo e de 
sultado seullo ·o de comprometer uinda ao Partido responsável pelo nos rn LIP.sti- um furto na irnpor!ilncla de CrS 2.000,00, 
cnnit os interes,;ei1 do povo, em n11fa.sto uo político lhe está faltando o víuculo imediatamPnte, cvmo titular da Delegaci­ 
jogo de ambições que se não são espúrias, de unidade que lhe d., torças pura recu- a de Policia local. acione-! o sist·!ma po­ 
também não são legítimas. Isso p"lrquc, perar i,ua 11utorldade, e para mnlborar o liecil para a descoberta do autor do delito. 
alinnl n verdade é que nesse rlegradante Conceito em q u e somos tidos l'l fora, e Corno e de praxe. a primeira provldên­ 
tumult,, de nrrojos mandonistas e at1tudea possa sobrepor a ambições audaciosns e cia tomadas foi a da investigação do fa­ 
bUrontes em que (segundo dizem por ai), crivllaçõe~ oportuni1t!ns e cgorêntricas. to. iniciando-, evidentemente, pela, tur- 
11 .,!)orlas fechadas" e em ,,visitas secre- pensamentos nobilitanteR e idéin1- e ações rnu. que estivera de plantão naquele men­ 
tas" compram-se e vendem-se .,solidar!- não de impulsos petulantes porem dig- cionudo dia. 
edades" e pcrrnutam-,..e .,apoios" em tro- nos e capazes de atrair e r1,conquishr A turma de plantão era constituídll por 
ca de .,c9rnpenseções .. ,hti. tudo a de6ejar c1,mo já escrevi. - a rugldla simpatia Jo1;elitQ
1 Eva e Rosa, pe&s1>as eEC11tla que fo j 
em termos de respeito e de escrúpulo. do povo, e assim nos leve•n a construção rnm as primeiras a Rerem sindicadas. Confiando no alto e­ 
pra com o bom nome da cidade e a e uão destruição, como se está levando, '[,a sindicância rtisultou qur Joselito pil·lto de justiça de V. tia. 
soberania do povo, e até dn dignidade talvez premeditadamf'nte, u pr1z política e confessou- se utor do furto, isso cerca t.>Spero a melhor acolbi­ 
alheia, pois o que se vê, ou dePcobre no social dea~e mesmo povo. Sei qu,, o escre- das 9:c,o horas ria manhã do dia 1° do da a este relato, levando 
leva e trnz ela alcoviteirice i, por trás vn e por que e1ocrevo. ,,te o leitor que mês em curso. Isto cc,ncluido ai! demais o à publicação, por ser 
dos ,bastidores", é um torpe desprezo estamos profundamente, e talvez irreme- p .. Psoas foram liberada&, tendo-se em con- um imperativo de judiça 
pelas fórmulas de soclabilldarl", que se diavelmeote, incomp11tibilizadoe na área ta quo apenus permanecerem na Delega- e da maior relevàncla. 
destinsssem a finalidades mais nobres e federal e na sem projeção po siliva na eia local pt-lo espaço dP dua6 horas, ten- 
periores de espírito e menos plebéias do área estadual e na àrea municipal... do sido ouvidas convenientemente. 
que es8s reles quizilss pessoais que tre- {osso quadro politico e simrlesmente É de se evidenciar que nenhuma 
andam despeitos acumulados, viaganças péssimo. E quem fala por nós é o vento das pessors acima identificadas, inclusi­ 
ha tLUitos arquitetadas, ódios long11rnente I Face potll a e_s111:! e11cuso_ proces110 d_e I ve o propno autor do furto, sofreram 
incubados e ameaças soezes. (Mensagem corromper por baixo para fiesr por ci qualquer ameaça, quer fisicu qur moral, 
anônima, .por tel~fooe, deixada no Hotel ma, o que a expenênc1a, a observaç)l o, isto porque. como autoridade polwrnJ 
Panorama onde resido arueaça-m& de os falos e a intuição aconselham é uma aleita ao cumprimento da lei e das oor- 
.prisão se mexer com o chefe"... ?). parada, a ver o que virá na contra par- /mas atinentes à Segurança Pública, no 
Honestamtnte não atino com ll tida que já se esboçum em prenúncios aceito a violêncin em quulguer das suas 
idealidade dessl! ~hefe" Portanto em de expurgai; D!l nova estrutura da cúpula formas. Respeite, e com veemência o 
boa hora. não idem a espionar-me, partidária. E por despedida peço licença afirmo a integridade física e moral de 
em ver com quem converso, nem se para sugerir aos futuros lideres que te- todos aqueles que por desventura são 
metam a misturar-me em seus fuxlcos e oham sempre em vista estl' valh1s11mo detidos para serem smd1cados. 
e sábio aforismo: Quem semeia Ven • 
tinia colhe Tempestade. E para os luga­ 
res tenentes do autor fote!Ptttunls dnque­ 
le proc.isso, nllo recello Código Penal 
mus recomendo confessionários porque 
aeus peaados eu Rei quo s.o muitos. 
Leia e Assine 
O Jornal 
Tr i b u n a da 
íl 
Fronteira 
O) 
o 
Isto posto, Julgo ter 
prestado voluntáriamen­ 
te todas Informações re­ 
ferentes ao furto no Hos­ 
pital, salientando pois, 
niio ter rundament(l a de­ 
núncia levada á V. Sa. 
- ilustre jornalista - de 
violências que teriam so­ 
frido &s sr11e. Eva e Rosa, 
destacanJo·se que duran­ 
te a permanência das 
me,mias na Delegacia de 
Policin encontravam-se 
presentes tanto a Dra. 
Marilza Pinheiro eomo o 
Dr. Hélio Loureiro, rer­ 
peclivamente, Presidente 
e Diretor do Hospital São 
Vicente de Paula. 
Quero manileatar tiH• 
de já os meus protestos 
de elevada etia e dis­ 
tinta consideração. 
José Loureiro 
Delegado de Policia 
J 
l 
d. 20 de Julho (Aniversário de Rda Vista) lançaremos uma edição especial com 80 pagmas. Será 
d
.º- 
1
hª • t6 • Uma edição para ser arquivada com carinho. Uma história de Bela Vista fatos e fotos 
uma elção us r1ca, 	d • • t f? il d • • d 
d 
. • dores curiosidades do passa o os p1oneros, repor agens com as am ias tra acona1s .e 
e seus primeiros mora , • . f • b l • 
• 	nossa cidade. Galena dos pre e1tos e av1srenses 
3ela Vista de ontem 8ela Vista de hoje Nossas fazendas _(&otgs) homem que estão constru- 
indo o nosso progresso - sta edição já está sendo elaborada 0 comerciante, irdus 
triai, ;uarista, homem público, etc, que Reservar uma Página Receberá_a Edição Enca- 
na ' pec dernada. Belavistense Ajude-nos_ a Escrever a Historia de nossa idade. 
N P d
. 	ossu·,rem fotos documentos curiosidades históricas que procu• 
ota: e imos aos que P , ' . 5 f J 8 
d !veremos 
todos os originais. Os professores Gamaliel itump e •. arros 
rem•nos... evo 
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peitÓ de nossa história .Reglitre O desenvolvimento de sua empresa; de Pua fazen- 
estão encarregados de coletarem ª 
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r il da, 
0 progresso de sua cidade. - 
-

/ 1 
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CONHEECA AI NWOYM LIIH OE TRITORES 
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os_!!_z !!:- 	Tr	ibuna_da_Frontetra 
I valdo Pereira 
Geralmente, o Redator.Chefe de um jor­ 
mal, e«nite suns opiniões e comenta os fa­ 
tos do cotidiano na coluna nobre:; Edito­ 
rinI, mas, atendendo a inúneros leitores 
(jà os temos) "bateremos um papo, me­ 
no e no Intelectualizado", todos os fins 
, de eemunu. É muis uma coluna fixo. que 
procura e o n t u r o que acontece 
na região, fatos, causal!, gente e algu­ 
ma colsa a rcsµello do jornallsmo(nos 
t cachaça). Acho importunte o fato do 
" repórter dividir com os eus leitores não 
uponas Oi aconteclmt,ntos !lrldos, mas 
também o colorldo,o sentldo(comu ele o 
vê) o u vl1l11 de uma ocorrência. O re­ 
pórter que nsslrn procede põe em con­ 
tato pessoas diferentes e acontecimentos 
Inesperados. Um <los ideais ros empre­ 
sas jornalísticas é fornecer dado8 pura 
formar um11 oplnlúo Inteligente, meta pri­ 
mordial das Indústrias de comunicações. 
A melhor blstórlu do mundo niio terá 
nenhuma utilidade se uno se pode trans­ 
miti-la ao nosso jornal. E nem sempre 
podemos transmitir aquilo que realmen­ 
te acontece no nosso redor. Não se tra• 
ta de censura, ulgune Intelectualizados 
poderão deduzir, mas de uma Infrn-estru­ 
turn jornalística que exige repórteres e 
correspondentes ativos. Esta mos rormau­ 
do essa infra-estrutura e poucos jornais 
em !foto Grosso u. possuiam. Daí derlvu 
algumas falhas (nunca omissões) do nos­ 
so corpo Je reportagem. 
Política 
biregulo informações de emedebistaw tradiciona­ 
is, o representante» do MDE i Câmara ainda 
não deram o sinal de sua graça, ou seja: nio dis. 
eram porque lá e+tão. Eu digo: Estão lá para exer 
nn·m o dever sngrndo ,la OPOSIÇÃO, acontece 
que o« dois vereadores são jovens, Ingresaram a­ 
gora na politica e estão recolhendo subsídios pa­ 
ru, num {uturn t•r6ximo, exercerem com brilho su­ 
as_funções. Já dizia o velho amigo, mineiro e po­ 
litico de carreira: "Se não tens o que dizer, nlo di­ 
gas nada, pois de besteiras estamos cheios". E as-. 
sim. Os meninos estão aprendendo e logo entra­ 
rão em ação. Vamos dar tempo no tempo. 
IMPHENS. 
Muito bom o Jornal O Pontunciro, de Aquidoun­ 
na, dirigido pelo bom amigo Lima e atualmente 
contnndo com n colabornçüo do belavistense José 
Gluucy Flôrcs, Louvúvel u sua atitude de abrir no­ 
vos mercados e buscar umu liderança no Sul, con­ 
correndo com o grandes jornais de Campo Gran­ 
de, Receba o amigo nossos efusivos votos de su­ 
t·esso e conte com n coloboroçüo dos jornais da 
O fl J I V A P E (Tribuna da Fron- 
teiro, Correio Jurdinense e Tribuna i urtinbcnse), 
FESTA 
Beln Vista pnrou no último sábndo porn festejar 
o aniversário do Dr. Carlos Edy S6 Medeiros. O 
conhecido ndvogndo ofereceu um'cburrosco cm suo 
residência onde (estive nessa) os amigos festeja­ 
rom (e c1ue fe!ln) o acontecimento. O que tinha de 
"wisky" nio csliÍ no gibi e a festa foi de arrom­ 
ba. Fiquei de ir ao Clube Belavistense (reabertura) 
mas devido n "festa" do grande u,oigo Carlinhos 
só pude "retornar" domingo de manhã. Entendam ... 
"De vez em quando precisamos esquecer as má 
goas da vidn e receber os fluidos da eternidade" 
(Palavras de um "figurão", na festa) 'o enfoque, 
n cobertura cio aniversário ... 
Um arenista bela vistense, elemento de de8- 
Laque na vida pública local, há poucos dias 
atras criticou a linha Edltnria da Tribuna 
dizendo que o "jornal desde sua criação, 
vem procurando ruenospr<'zar e diminuir 
o trnb" lho do dil e tório du A rena, quan­ 
do deveria por Dever de Consciência os­ 
timular e reconhecer as lutas que o mes­ 
mo veru trnvancto para que nãn iie es­ 
moreça o poder politieo. "Não quero a­ 
qui entrar numa discussão sôbre a exten­ 
são dos serviços que o jornal deve ofere­ 
cer ao seus leltot·es. E suficiente dizer que 1 
não acredito que os artigos dos jornais 
postoam, por si sós, oferecer dados sufi • 
cientes que permitam às pessoas reali• 
zarem empreendimentos de inteligência. 
O jornal incita o pensar grande. E um 
transmissor, e no campo politico, no 
vive de deduções, vive de fatos reais. 
Creia, amigo de guerra, que o diretório 
deve alimentar o jornal com fatos pro­ 
dutivos e reais, assim sendo, o que o 
amigo sentirá é o reflexo de uma ativi­ 
dade criadora reperculiod,1 no seio da 
massa e se tomando automàticamente 
Noticia. O que nüo podemos e niio deve­ 
mnos fazer e forjar informa.ções, sob pena. 
de perdermos a bandeira da INDEPEN­ 
D:f:NCIA 
A Comlst1ão de licitação do Décimo Re­ 
gimento de Cavalarin, de acôrdo com o 
Dec. Lei 200 de 25 Fev 67, resolve atra­ 
vés deste Edit11l act'ltor proposta para a­ 
quit,ição dos 11egulntes artigos para lorne­ 
cirneuto da tropa, no período compreen­ 
dido de 18 de Jul. a 30 de Setembro 1o 
conrnte ano. 
1. C11rne bovina sem osso, 5%/ de dlan­ 
teiros e 5%/ de traseiros especiuls, para 
fornecimento da tropa: 
a)- ~fédla mensal de fornecimento (5.000) 
kg8 aproximadamente. 
b)- Média cJiária de entrega (200) kgs a­ 
proximadamente. 
2. Pão frances ou de sal 
u)- Média mensal de fornecimento (5.200) 
kgs aproximadamente. 
b)- Média diária por entrega (200) kg, 
aproximada mante 
3. Frango, com miudos, sem pés e sem 
cttbeça, com peso mínimo por unidade, de 
!..300 kgs. 
a]- IIédia mensal de fornecimento (1.200) 
kgs aproximadamente. 
b)- será foraecido uma vêz por semana. 
C)· Média por entrega (240) kgs aproxi­ 
madamente. 
4. pescado fresco de 1ª qualidade nas es- 
LIVHOS 	pécies: Dourado - Jaú - Pacú e pintado, 
Hecehi e jú li o livro ·'A lgrej11 ante a escolado sem víeeras e sem escanas com peso va­ 
} sras+ onisas" d9_professor Plinio Corra ' rtando de 2 a 12 kgs. por unidade. 
le Oliveira. Edição da TFP- Tradição. Familia e a) Local de entrega das propostas: Fisca- 
Propriedade. E um apelo uos Bispos Silencioso·. j;/ ·a, Adi 6vvi st {ty 
1zaçuu mrurs .ra1va. 
b) Receberá as propostae: Fiscal Admi· 
nistrativo. 	1 
c) Data da entrega da11 propo,tns: 30 de 
Maio de 1.977. 
d) Horário de entrega da proposta: Até 
10,00 hrs, abertura 10,30 hrs. 
e) Critério de julgamento: de menor pre­ 
ço e melhor qualidade. 
!) Local de Informações: Fisc. Adm. ou Ser­ 
viço de aprovisionamento. 
g) Condições de apresentação: Estar ca­ 
dastrado no t0º RC e CGCMF. 
h) assinatura do contrato: 30 de maio de 
1.977 
CLÁSSICO - MODER O 
Inscrições: C r$ 100,00 
Mensalidades: Cr$.150,00 
Dias: 2a. 4a. 6as. 
Professora: Telma M. Loureiro 
Rua São Clemente - 88 
Fone - 211 Bela Vista - M.T. 
Ministério do Exército 
Exército 9.a Região Militar 
4.a Divisão de Cavalaria 
1o.o Regimento de Ca­ 
valaria 10.o Regirnento 
ANTONIO .JOÃO 
E I TIL 
N.O 02/77 - CL 
li 
Quartel em Bela Vista Mt. 1J maio 1.977 
Wilmar Nunes Viana - Maj Cav 
Presidente 
José de Rlbamar Cruz e Silva - Cap Vet 
Membro 
Silvio Romero Pinto üodrigue11 
Secretário - 29 Ten R/2 lnt 
Telegrama en,la- 
da ao presidente 
Geisel pelos Depu- 
tad s Horácio Cer- 
sósimo e Edson 
Pires 
Acatando com respeito e 
simpatia decisão vocên­ 
cia referente divisão ter­ 
ritorial Estado de Mato 
Grosso vg representan­ 
tes que somos de Dou­ 
rados nesta Assembléia 
vg pedimos vénia trans­ 
mitir vocêncla fim de e­ 
vitar hegemonia preten­ 
dida por Campo Grande 
sobre os demais munlcí­ 
pios Sul Mato Grosso 
vg sugestão seja modi­ 
ficado di>nomlnaçáo no· 
va unidade Federação vg 
bem como capital mesma 
seja localizada área neu­ 
tra vg sendo constrrJda 
uma capital essencial­ 
mente administrativa pt 
esperando et!ta suge11lão 
receba :acolhlda vocên­ 
cia vg entendemos eatar 
contribuindo em fvor da 
harmonia social e em sin­ 
tonia perfeita populaçio 
região Grande Dourados 
com futura admlniltra, 
ção novo Estado pt r11s­ 
peitosamente 
as) Deps Horácio Cersó­ 
limo e Edson Pires 
1 
i 
RUI MBRECHill 
e 
FLORIANO 
IMPERITRIX 
Impressos em uma ou mais cores 
Impressos Comerciais 
Inscrição Estadual 13.088.446-4 
1582 
estudantis 
LTDI. 
Serviços a Cores 
cgc 03.570.314/0001-18 
PONTA - 
PORI MI.

] /laty • [']	-	e 
V 
T 
SULT N PROTESTA CONTRA DENOMI­ 
NAÇÃO DE ESTADO DE CAMPO GRANDE 
O presidente da CAmaru Munlclpnl de 
Dourndos, veredor Sultan Raslan (MDB). 
bastante chocado com u declsfio tomada 
pr Sua Excelência o Presidente da Re­ 
pública com u divisão de Mato Grosso 
e a denomlnoçüo de Ei1tado de Cnmpo 
Grande, apresentou na última ~essiio do 
Legislativo um veemente protesto contra 
aquela d·cisão e tomou a iniciativ de 
enviar a todas as Cllmara& Municipais 
que compõe u Grande Dourados, uma so­ 
licitação concitando-as a se unirem ns­ 
te mesmo pensamento, enviando também 
os seus rrot.,stos ao emtnlente Presiden­ 
te Ernesto Geisel, ao Senado, à Câu,nra 
Federnl e à Assembléia Legislativa para 
que l denominação do novo Estado seja 
Estucln de Mato Grosso do Sul "porque 
somos matogrossenses e pretendemos con­ 
tlnm,r matogrossenses". 
A CO.mnra foi coeso e esse pronuncia­ 
mento o o vereador Juarez Fiel Alves a­ 
presentou também como líder do MDI3, 
8eu& protesto nos mesmos moldes do v­ 
rendor Sultau Rasslan, assim como os ve­ 
readores Roberto Djalmn Rnrros o Celso 
Muller do Amaral (ARENA) refor',laram 
o seu pedido. 
DJALMA BARROS SUGERE O Plebiscito 
Ao s•Jlidnriznr-se com o vereador Sul­ 
tan Rasslan, o edil Roberto Djalma Bar­ 
rO (ARENA) sugeriu realização de um 
plebiscito na região da Grande Dourados 
para a escolha do nome oficial da 11ov11 
unidade da Federação e endereçou solici­ 
tação a todas as Cürnaras Municipai!I da 
região olicitando a adesão ao seu pedi­ 
do endereçado d o Presidente Geleel. 
A CAmara de Dourndos, por todos os 
seus representantes se levantaram em pro­ 
testo e desejam a todo ousto que o no­ 
vo Estudo seja rea}m(•nte d•rnomlnudo ES­ 
TADO DE MATO GROSSO DO SUL. 
JUAREZ EXIGE: 
ESTADO DE MATO GROSSO SUL 
O vereador Jua1 ez Fiel Alves. líder do 
MDB na Cfimara Municipal de Dourados, 
endereçou expediente a todus as Cáma­ 
ras Municipais do Grande Dourados, soll, 
citando a promoção de uma campanha 
com relação uo nome do Estado sulino, 
cuja. divisiio ocorreu terça feira, lendo si­ 
do transmitido pela Voz do Brai;ll, com o 
nome de Estndo de Campo Grande e ca- 
pital o mesmo nome. . . 
,Não podemos admitir que assim seja. 
pois quem nasceu na cidade de Dourados, 
Estado de Mato Grosso, ficurá s ·ndo na­ 
tural de que Estado? De Campo Grande? 
Perguntou. 
"Somos favoráveis, à dlvisiio do Esta­ 
do somos favoráveis ainda que a capi­ 
tal seja Campo Grande, mas não aceita­ 
mos de forma nenhuma que o Estado 
também 1<0ja denominnclo Campo Grande, 
oontint.ou o líder do MDB. 
"No meu entender, alertou Junre:;:, leso 
virá gerar alguns turuultos, pois o rnnto­ 
grossenee nato. continuará a se chamar 
filho do Ma1o Grosso do Sul, que por si­ 
nal foi e vem sendo o slogan de tcdos 
nós rRdi<'adoB nesta região do Estado. 
"A campanha 11 que me refiro surtirá 
seus efeitos, pois formul11ndo solicitação 
à Sua Exnelência o PrPi'idente da Re­ 
pública, General Ernesto Getsel, que por 
sinal vem visitando Dourados, aqui lan­ 
çou o PRODEGRAN e viu "ili loco" a nos­ 
sa pujunç, denomine nosso Estado 
do Mato Grosso do Sul, porque seri!i 
um descaso muito graocle um oovo Es­ 
tado com o nome de Campo Grande. 
Ao finalizar suas declarações, o verea­ 
dor Jurez Fiel Alves disse da percenta­ 
tagem da nossa arrecadação que atinge 
em todo o Mato Grosso, a casa dos 70% 
e perguntou "o que não será a nossa ar­ 
recadação no novo Estado?". 
E concluiu: ''não estamo!! tJedindo mui­ 
to e sim o suficiente para que possamos 
nos dedicar com mais entusiasmo em prol 
de Mato Grosso do Sul mais forte e com 
maior destaque no cenário nacional". 
ADVOGADO 
:«]0#])-- Rua 3 de Outubro 
"5o'ío à ±1A» 
Bela Vista 
Mato Grosso 
CELSO AMARAL QUER APOIO 
O . .S LIDERANÇAS 
O vereador C.:elso 1'fuller do Awaral, 110- 
licltou por sua vez o envio de expedien­ 
te aos senadores e deputados federais re­ 
presentantes de Mato Grosso no Congres­ 
r.o Nacione.l parn instarem junto ao Pre­ 
sidente Geisel a fim de ser efetivado o 
nome ele Estado de Mato Grosso do Sul, 
enviando-se também o mesmo pedido aos 
nossos deputados estaduais. 
O vereador Valdeoir Machado (ARENA) 
solidnrizotu-se com Djalma Barros e Cel­ 
so Amaral, tendo na oportunidade o va. 
reador Juurez Fiel Alves, apresentado o 
seu protesto e dizendo do valor do Sul do 
Estado, cujo nome deve ser uma das ban­ 
deiral! elo!! políticos e da. população local. 
MATO GROSSO DO SlJL E MATO GROS­ 
SO DO NOR'I'E É O QUE O POVO QUER! 
JAMAIS ESTADO DE CAMPO GRNDE 
( O Progresso - Dourados) 
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MíQns QE. 
COLHEM LUCROS 
Indústria Brasileira 
Ter umn Colheitadeirn Automotriz SLC é pos­ 
suir uma máquina que colhe lucros e também 
representa n conquista da tranqüilidade e se­ 
gurnnça na hora da colheita. 
Pois com a SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, à disposição do homem do 
campo. Gente que, como "oci', está preocupa­ 
da cm assegurar a sua colheita. 
Assistência Técnica com profissionais alta­ 
mente especializados, treinados na !ábricn e 
sempre presentes na hora da colheita, com 
peças originais que nsseguram n garantia e 
qualidade SLC. 
Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras), 
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milho (parn colher com a nova Plataforma de 
3 ou 4 linhas> ou outros grãos, encontrará um 
modelo de Colheitadeira Automotrlz SLC (do 
tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqililldade hoje e n 
certeza no amanhã. 
Por tudo Isso, os que já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acreditam no que plantam 
porque sabem com o que colhem. 
8i8 '----COl_,ffR_CIAl_G_UAV_IRA_ll_DA.___, 
•.. !' 
4 « 
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L 
FILIAIS: DMDMBJII BELI VISTI

EHFOQUE (FATOS E SOCIEDADE) 
COPI • lt 
Foi reaJlza,io um eoncorrldo chA om ho 
menRgem lia mãe11 promovido pela dlre 
torln dPl Ca14& da Amizade, a reunlã<> fui 
uo ■alã-o do elub Paroquial e contou com a 
presença de grnndo p? de mães. Houve aor 
teio de lindo premio• que foram doado11 
pelns cu1u comercl11lt1 da cidade. Foram 
homrnngead1111 as mães do ano Sras. Rita 
Plnlielro e Roea 'l'tbcherane. Alguma■
jovt!ns declam11r11m. Dol• euxevals para 
nenem foram doados. um para u primei­ 
ra 111i1e braellelra qur, ganhaue baby 
do dia dus mãos em rllante, Idem par11 a 
mle pu rguaia. Para finalizar quela a­ 
gradàvel reunliio, após dellclo1101 sulgadi­ 
nhos, foi c11nlndo ''parubl'ne a você" e 
servido bolo. A rendi líquida Jol de 
1.700,00. 
ANIVERSÁRIO 
Aconteceu o a n l versr l o do 
Dr. Crlos Edy do Sá Medelros (Carlinhos) 
Rm sua reeldêncl11 um grande nº de 11ml­ 
os compareceu pnru comprlmtmlá,lo. Ao 
som ele músicas puraguttlae (conjunto lo­ 
cal) foi servido um saboroso ohurra1co 
regado de multa bebida. Após o churru­ 
co foi servido o bolo que ora um moti­ 
vo piscoso. Aos anfitriões Dr. Carlinhos 
o sua e.1poe11 Beatriz os nossos parabens. 
- 
Club Esportivo Bela vistense 
Após u reforroa em que foi euhmetido o 
prédio, o Tradicional voltou a abrir au­ 
as portas no baile do dia 7 p.p. O eefor, 
ço do presidente, Sr.Abráo Zacarias e 
demais membros d Diretoria, foi com­ 
peusado, pois o ambiente esteve na me­ 
dida do passivei, selecionado_. Segundo 
comentâ.rlos o Bela vistensc volta a aer 
um club organizdo e de Elita. Parabellli 
o êxito aos dirigente&. A festa foi abri­ 
lhantada por um conjunto vindo direta­ 
mente de A,suncion. Cua cheia. Anima­ 
ção totul. Destaqu~l: Sr e Sra. Adernar 
Godoy; Rodolfo Pereira e Sra; Elias Li­ 
no e "rn; ~rs e Sras: Hello Batilane, Goe­ 
the Escobar, Djnlma Fernanlles, Cleones, 
Roque Paes e Corumila Loureiro u.com­ 
panlmdo de suas filhas. Antonia Letícia. 
Tenente Medeiros·, subiu ao palco o fez 
um pequeno lembrete em homenagem 
às mães. ~atei em animado bate papo as 
Sras. Diva Urbleta e Marcolina Bianchi. 
Antonio Lopes e Nair acompanha. vam au­ 
a filha a menina-moça JgaiaLe. Anotei tal"'• 
bém as presençus dos jovens casais: Ara.­ 
mls-Regina, Edmun.do-Luciane, Coruja-Ma• 
riza; os acadêmico~ Carlos Nunes e Henri­ 
que Flávio, Ramão-Claudete, Léo Renato 
Eloy Loureiro, Adernar Loureiro e Neu­ 
zinha: Dia 1lJ foi nomemoratlo o D111 da 
Cavalaria. O nosso 10 RC. Comemorou 
esse dia com· saltos e contou com a pre­ 
sença de grande n" de assistentes. 
Do jornalista Fernando Morais, com pre 
fá.elo de Antonio Callado, ''A Ilha" (um 
repórter brasileiro no país de Fidel Castro) 
"Igreja E Governo", Documentos da C 
B:Í extra-reolldnde llra.silelrB numero ,1 
t><·'lKX:><i 
,l<'rnallsta em ;çllo, compilado por 
dúardo Dnrrel, da Agir. 
De3 4«0 
CO VOCAÇÃO 
E- 
O Papel do jornal 
o novo jornalillmo, iniciado por Normum 
Malller e Jimmy Breelln, é um velho es­ 
tilo de escrever, extremamente adapto.do 
á• condições de nosso tempo. Paira en­ 
tre tu cróulca, a reportagem e o depol 
mento. Não é uma nova con<'epcao para 
o jornal, nem uma neva linh,a dt'I traba­ 
lho uu atitude prvfiseional. E um gênero 
ao qual podem aderir os bons profissio­ 
nais. O leitor dA hoje niio quer apenas 
aaher o que acontece à sua volta, mas 
assegurar-se da sua situação dentro dos 
acontecimentos. 
Enriquecidos com oeta nova ur,gulação 
e 111tas int1,nçõee, chegamos bem mais 
perto do jornalismo Interpretativo e do Jor 
nallsmo lnvestlgatlvo, como diz Stelmberg: 
"Um acontecimento só será e n t e n­ 
dldo quando ae suas tendências forem Cfl· 
nhecldas·•. É a nossa busco, é a nCJ11su mis­ 
são, é a nossa linha. Bom fim de semana, 
leitor amigo. 
M!!.ee 
A coordena.dom do Setor 6, Sra. Lidia 
Velasquez, cumprimenta Todas n.s mães 
de suu setor pela data que Transcorreu 
em hom_enagem ao seu _dia 
EDITAL DE CO VOCAÇÃO 
A Dirclorio do Casa do Amiude convoca seus 
nssociodos paro umo Assembléia Gemi, n realiznr­ 
e dia 25/5/77 A 17.00 bs. no Salão do Clube Pa· 
roquinl. Aesunto: Emeoda de Est.ntuto. 
A DlRETOIUá 
De acordo com o artigo n•4-3 do estatuto da 
Beneficêncin Ho~pit.nlor de Belo Visto. convoco­ 
mÓs os ,enhores eócios pnrn o Aseembléia Geral 
n reali,wr-se no ealão nobre dn entidade no dia 
?9/05177 ih 9 hs. para n leiturn do relotório do 
Pueidente. 
No tendo número rnficiente na primcirn cbn­ 
madn, lerá umn segunda 30 minutos após, confor• 
me nrtigo no 46, parágrafo único do estatuto. 
Bel" Vista lo de maio de l 977 
(n) Hortencio 
1 ° Secret5rio 
Edição conr 80 páginas 
- Dia 20 de .Julho. 
"EDIÇü0 HISTORICll" 
Bela Vista de Ontem - Bela 
Vista de Hoje. 
"[ s IA D o a t 	I M P O 	6 R AN D [ 
-CAPllAL CAMPO 6RANDf- 
ANIS FAKER 
Hoje milhares de pesos da Região 
Sul, que compõe 11 "Grande Dourados , 
estão trites. O fato está quase que coo• 
um do, poucas esperanças restam paru 
que isto tudo não eju verdade parece 
um sonho, que deixaremos de dizer 'so­ 
mos mntocrrosst>nsr s . Quero nqul como 
vereador é filho desta terra, apresentar 
o nosso protei;to pc,lo nome do novo Es­ 
tado de Campo Grnd, somos prla Di­ 
visão de nosso Estndo com Capital em 
('ampo GMnrle. QurrnmoM rrQ'lstrar II nos­ 
sa indignação, a noxsa tristezn, por este 
resultado, que a exemplo do Inverno 
que chega, edria e11per1:1nçao e ilusões. 
Somos dourndensei;, porranto matogros­ 
senses e não cnmpogrP ndenseR. unca 
iremos negar noss11 origem, é multa pre­ 
tensão par um município que hoje, on­ 
tem e sempre estnrá dependendo de no­ 
sa pujanca, quer da p!'CUárla ou a ngri· 
cultura. O que representa Campc, Grande 
na Economia Nacional? Representamo! 
mo,; de 600 mnil pessoas na Região da 
grnnde Douredo, e vamos lançar hoje, 
nossa união com as t.lem11ls cidades do 
sul que não pertencem a região do gran­ 
de Dourados, para vermos no futuro 
quem será o nosso governante? Quem te·, 
rá mala eleitores, quem serà ruais .forte 
quam provará por dados exntoe a região 
de mais producão? Ao nascer ei,;te novo 
Estado cum esta denominnção, surge a­ 
qui no sul uma outra Culabá e sabemol:! 
muito bem. o quento seremoi, margi11a­ 
lizados por Campo Grande e o quanto 
i;ofreu a nossa Legendária Culabá. Aque­ 
les carnpogranàenses fonáticos, que ji_o­ 
je comemoram nas ruas cJe Campo Gran­ 
de esta. vitória, que não é simplesmente 
pela denominação ou divisli.o, mas em 
sentido de menosprezo pela velha Capi­ 
tal. Onde estão aqueles políticos que 
vinham aqui, a cot!vile:1 de nossos lidere& 
locais a cata de votos em propugandas 
eleitorais? Estão nos braços do µovo de 
Campo Grande. Será que amanhã eles 
estarão aqui de volta a convite de nos­ 
sos politicos, onde e quando estes vie­ 
ram solicitar opiniões a respeito da rfivi­ 
são? Fomos abordados a resp1:llo? Não. 
Todos nós vim o e e o u v I m o e 
pela TV morena, de que Dourados e 
Corumbá ~stavam frios eom os ooliclà· 
rios da divisão cum denominação de Es­ 
tado de Curnpo Grande e □ão E--tado de 
Mnto Grosso Sul que todcs nós esperá­ 
VAmos e guardavá.mos ansiosamente. Re­ 
almente não nos manifestamos, as:-lm 
como Fátima do Sul, Caarapó. Navirai 
Maracajú e creio que todas as demais 
que tem por cunho Mato Grosso esta­ 
mos produzindo e não temos tempo pa­ 
ra manifestaçoes, nossaH safras são a­ 
bundantes. Acaittmos as decisões do Go­ 
verno Federal para tru.balhar em prol de 
nosso desenvolvimento. 
O que Dourados, C o rum bá e 
outr.as representam pa­ 
ra o E<.itado de Mato Grosso? "O SUS­ 
TENTÁCULO PODEROSO DE SUA ECO­ 
NOMIA". Dourados, 03 de maio de 1.977. 
r 
-- 
Eliminatórias Sera. 
na Colômbia 
r 
Mt6naco, AFP/OEMT.0,, 
nio classificatório para1 
do Mundo de Futebol de!j 
entre Bruil, lfolh-ia r Ptr.,'. 
rá disputado em Cali, 111 I' 
lúrubia, em julho próximn !, 
cidiu cm Mônaco o C 
Executivo da FIFA (Fdn 
Internacional de Futebol4 
ciation). iete torneio sed 
sificnrão o dois primeiro, 
qunnto o terceiro deverá , 
pular Feu direito n parrír, G 
M undlal com o ,•encrdor J 
Grupo Nove, da Europa, ,. 
reúne s eleçõe da llurg 
Grécia e União Soviética. Il,_ 
tre ses trê selecionds. 
que elló unrlo aponiadc, 
mo favorito pura nir .-j ,:., 
so é o da Hungria, que no 
us últimos compromisos e 
vencendo, não dando chu 
para os seus ferrenhos d 
1ários. Aproximndon,tnlr t 
mês antes do início de1;ri- Gr 
neio, a Seleção BrasileiradL qe 
rú oncentrar-se na cidade a 
Porto Alegre, Capit.al do l 
110 
G ronde do Sul. ode fri 
do o preparo necessário[ no 
conqmst11rem o torne1o,1e na 
sive já se adaptando ao d A 
gaúcho, que é muito id maç 
ao de cal Colômbia, a orl fan 
dna partidas, divulgado é: IL,t 
almente pela FIFA, coropll' 
110 
de o ecgninte progni111a: b 
si! x Peru (24 de julho); Bn, 1,
11
, 
x llollvia (27 de julho): eh, • 
ru x Bolívia (31 Je jnlbn~ 1i;(° n 
Dentre as 3 seleçõs (Bn" os • 
Bolivia e Peru), a que H ier 
mais possibilidade de e 'l +itu 
Bificar é a do Braeil 3o f da 1- 
cenro, ,eguida com grande .: Ra 
tagem do Peru (d5 por ctil de 
O selt:cionado da Bohn• Fal 
penas 5 por cento de eh•( Inr, 
Já está sendo indicado 1 com, 
especialistas como o fature cion 
dvenàrio do ,·encedc.r du (,r. 
po Nove, da Europa, ao /;:. Prc. 
eeta previsão, os me+mo] 'ar 
peeialist.ns lembram eolll ' tera 
FC da excepcional atnaçiio en 
Bolivia na primeira fave., lon 
sifiat6ria, quando cl._ Ha 
da Cop_a a forte e temfv " por 
leção Uruguaia, ante« spo' 
da como : favorit.n do . ; 
e como uma éria concorr" e 
pra o disputa do título" pr 
dinl. Por iseo, ••• e,pec11h•; 
estio temerosos ema falha? 
vamente em sua estira/! de n 
temendo uma nova •·,urpr~ Prlo 
por parte da fràil Boli" 
Preço deste 
Exemplar 
CR$ 3,00 
a, 
aos 
Itei, 
ter 
do 
tod 
quel 
Ira• 
cor 
pectc 
est 
d.is 
que 
são 
1JU_e 1 
eco 
le 
, 
RECEBEM,OS CONVITES DE CISIMENTO, CONVITES OFICUHS, CHI DE PJINELDS, 
1 IVERSIRIOS, 80D~S DE OURO E PR!Til. TODOS PROBUS, NilTURILMENTE. 
PRONTA ENTREGA 
sU 
li 
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cid 
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