TRIBUNA OI FRONTEIRA 
Fundador: 1 v a 1 d o Per e ira: Ano VI N.o 251 5/06/77 Bela Vista 
ooacio 
As alUBllH do 3º Ano da Escola Normal Castelo Branco de 
Bela Vista Ml. do 76. Doaram espontânea.mente a quantia Cr$ 
8.143,93 (oito mil cento e quarenta e tres e noventa e tres centa­ 
vos) em agasalhos, cobnrtores e mantimentos às Instituições ca­ 
rentes de recuro9. 
A flnnlld11de dessa arrecadaçfio foi para realizar a excursãe 
que tinham programado pura aquele o.no e que não BO realizou 
flonndo e11tilo resolvido o ato da doação conforme balancete abaixo: 
Mercadorias 	Valor 
216,20 mts de flanelas conforme Nota Fiscal nº 092 CrS 3.246,03 
39 cobnl'tores conforme Nota FIscnl n° 099 CrS 3.074.30 
33 mts de tecidos conlorme Nota Fiscul 247.841 CrS 789.60 
Mantimentos conforme recibo de 17/04/76 Cr$ 1.034,00 
Total... CrS 8.143,93 
Instllutoões 
Doações 
Unlrlnde Valor 
Escola São Clemente Bela Vista 
MT 	, .. 
Hospital Silo Vicente de Paula 
Delegacia de Policia o pessoas 
carentes de B. Vista . M'l'. . . 
·recidos para o Castelo Encantado 
Mantimentos pnra o Asilo . 
216,20 Mts Cr$ 3.246,03 
39 CrS 3.074,30 
33 CrS 789,60 
CrS 1.034,00 
Total CrS 8.143.93 
Bela Vista - MT. 03 de Junho de 1977 
AS FORMANDAS DE 76 
Carta a Redação 
Faço parte de uma equipe de jornalis­ 
tas políticos compremnetidos paru orien­ 
tarem a campanha que oportunamt.nte 
será lançada na imprensa escrita e fala• 
ela, em prol das candidaturas arenistas 
is futuras eleições. Mais precisamente: 
sobre política e candidaturas a equipe 
deverá. seguir diretrizes que ainda es- 
1ão sendo examinadas, embora já. este­ 
jam fixadas determindas exclusividades. 
Isso, em Campo Grande. 
Dai que solicito ao nobre amigo dis­ 
pensar-me da responsabilidade de Reda­ 
tor.Editorialista desse vitorioso orgão da 
imprensa sulista, ao qual entretanto po 
derei dar minha colaboração apenas no 
setor literário, condição de membro da 
Academia de Letras e História de Cam­ 
po Grande. Agradecerei a publicação 
deata ligeira missiva, também como sa­ 
tisfação aos numerosos leitores que tive 
até agora. Heceba o abraço cordial do 
amigo e admirucior; J. Barres. 
Hotel Panorama. R: 15 de Novembro 425. 
Nota da Redação; Ao escrever, cuda pa­ 
lavra é uma Decisão, cada informação, 
uma Decil.'ilo, cada orientação, Decisão. 
Nesta alternativa avassaladora de opçó­ 
es que resulta na escolha e Deeisüo de 
de uma delas, inclui-se como oonsPquên­ 
cia lógica o senso de responsabilidade. 
R.tceb11mos e acatamos o seu pedido, ea­ 
ro professor. 
Carta à Redação 
Bela Vista 20 de maio 
de 1977 . 
Escola Municipal São 
Geraldo B. Agua Doce 
Senhor Ivaldo Pereira 
Diretor do Jornal Tri­ 
buna da Fronteira 
Saudação e parab1'ns! 
Sim, venho trazer-lhe 
um monte de par<J.bens 
em nome dos meu8 co­ 
legas pelo dia mundial 
das comunicações sociais 
Sabemos que o se­ 
nhor presta muito servi· 
ço á nossn cidade tra­ 
zendo-ncs as melhores 
notícias, muito obrigado. 
Nós vamos pedir a 
Deus que semp_re abençoe 
os seus trabalhos tá? 
Em nome dos cole­ 
gas -sou a alunt1 Ildefon­ 
sa dos Santos 
Nota da Redação: Que o 
Senhor prove os seus sonhos 
de beleza e que a luz ilumi­ 
ne caminho que começas 11 
trilhar. Suas singelas palavras 
tocarnm fundo os coroçôes dos 
homens que fazem a Tribuna 
Saibn, querida Ildefonsa, que 
de nossa cidade, voces foram 
as únicas que lcmbrnrom o 
dia dos Comunicações. iuito 
obrigado à voce e colegas. 
Escrevemos, semanalmente, 
pensando em voce, hoje jovens 
amanhã, os Guias d e nosso 
querido BRASIL Obrigado. 
Vice-Presidente Ludio 
na Presidência 
'/ 
L. 
Coelho 
do 
Em solenidade realizada no plenário 
da Assembléia Legislativa do Estado, o 
vice-presidente Lúüdio Martins Coelho su­ 
bstituiu o Sr. Enio Carlos de Soaza Vi­ 
eira, que renunciou, à presidência do DI­ 
retórlo Regional da Arena em Mato Gros­ 
so, em virtude de sua posse como con­ 
selheiro do Tribunal de Contas. 
O Goyeroader Garcia Neto compareceu 
à solenidade e falou sobre a importAn­ 
cia do trabalho desenvolvido por Enio 
Vieira ao longo dos 62 meses de ativida­ 
des dentro da Arena no Estado afirman­ 
do que "ele marcará indelevelmente ura 
grande página da história polftlca mato­ 
grossense". Sobre o presidente empossa­ 
do, Ludlo Coelb.o, Garcia Neto afirmou 
acreditar que uüo haverá solução de 
continuidade na Arena de Mato Grosso por 
que ele está preparado para nos dar as 
mesmas vitórias que nos deu Enlo Violra.'' 
Ao concluir, depois de focalizar o papel 
da política dentro do contexto estadual e 
nacional, o Governador disse que "o Go­ 
verno e a Aren caminham juntos pen­ 
sando no desenvolvimento de Doso Estado 
ENIO VIEIRA 
Presidindo a sessão lnielalmentt-, à 
qual compareceram os membros do Di­ 
retório, secretários de Estado, o prefei­ 
to de Campo Grande deputados federais 
e estaduais e o senador Italivio Coelho 
Enio Vieira fez um retrospecto de sua 
passagem pslo Diretório Regional da A­ 
rena, dos acontecimentos marcantes o­ 
corridos durante sua gestão e do apolo 
que o Governador Garcia Neto sempre 
dispensou á direção do Partido em Mato 
Grosso' a ponto de nunca haver faltado 
a uma de suas reuniões. 
LÚDIO COELHO 
Num vigoroso discurso, o presidente em 
possado. Ludl<» M. Coelho disse que é u­ 
ma grande responsabilidade substituir a 
Enlo Vieira, e fez ampla apologia á 
potencialidade do Norte do Estado, ao 
reportar-se à criação de um novo Esta- 
Substitui Enio Vieira 
Diretório da ARENA 
do no Sul do Mato Grosso. A respeito, 
disse que a reglão o o povo que supor­ 
taram dois século de isolamento em 
condições adversas, não iriam sucumblr 
agora quando já existem multt111 vezas 
mais condições e infra-estrutura par o 
completo desenvolvimento. Em nome da 
liderança da Arena e cío Governo na 
Assembléia, o deputado Ayrton Reis sau• 
dou o presidente Elo Vieira que deixa­ 
va O cargo ao novo presldenle Lúdio Co­ 
elho que o recebia. Em nome da banca­ 
da federal de Mato Grosso no Congresso 
N'acional, o deputado Canelas fez ldentfca 
saudação. 
PONTO DE ENCONTRO 
No dia 20 do Julho lançaremos uma 
edição especln l, um blstórlco do munlci­ 
plo de Bela ,·ista. É ::nals uma realização 
de amplas proporções, qve projetará ain­ 
da mais o nome da nossa querida "Prin­ 
cesa do Apa". Digo: ''projetará. ainda 
mais", porque os jornais de Mato Groeso 
estão cobrindo as atividades da atual 
Administração, o que é benéfico para o 
município. De início, estamos pretenden­ 
do lançar a edição com 80 páglnes e en­ 
tregar um exemplar encaderoado à cada. 
família ou firma que colaborar conosco. 
Em Campo Grande, o profei-sor Antero 
Loureiro está elaborando o histórico de 
sua família, aqui em Bela Vista, temos o 
professor Barros e Stumpf, coletando da­ 
dos hii:tórlcos e a professora Salomé de 
Melo escrevendo a respeito dos Meloa. 
Também a família Pedra merecerá desta­ 
que e a dona Alice Pedra Nunes é a nos­ 
sa colaboradora. A passagem do Mare 
chal Rondon por Bela Vista, os• prlmel­ 
ros moradores curiosidades históricas­ 
enfim, estamos preparando ums Edição, 
de Ouro. Numa empresa desa espécie, a 
caçada bibliográfica é, de fato, o aspec­ 
to maia apatxonante, cansativo, depri­ 
mente, exaltante e repleto de frustrações. 
Na prática, estou me valendo das cola­ 
borações acima citadas, não esquecendo 
o esforço e dedicação do Senhor Alber­ 
to Salamene, prof. Antonio e Nair, prof. 
Aida. A Prefeitura Municipal, na pesAoa. 
1 
do prefeito Dr. Rubem de Castro Pinto 
t.nmbém colaborará com a edição, enviando "um 
,·crdadciro manancial de fatos históricos", além 
de Relatar o que está realizando. O que o jornal 
de Dela Vista, ou melhor, os intelectuais, preci- 
sam reconhecer é que o jornal representa o "pen­ 
amento vivo d e nossa terra" e s u s 
colaborações são inaprescindíveis para u­ 
ma Tribuna Forte. Não dlstlnguo entre a 
"inteligentista" de um lado, que seria a 
classe intelectual, e. de outro lado o ·con­ 
texto político. Contamoá com a colabora­ 
Qllo de todos os belavistenses. Fomos a 
Campo Grande e lá recebemos o apoio do senhor 
Pedro Pedro e Jacinto Miranda, e cm contato com 
personalidades do mundo político, local os mes­ 
mos se entusiasmaram com a iniciativa. Vamos 
receber colaboração do "jovem poeta Severino de 
Toledo que, apesar. de seus 86 anos, "vibrou" com 
o nosso trabalho. :E: uma Tarefa Imensa mas cõla• 
mos acostumados com os Desafios e prontos pa­ 
rn vence-los com tenacidade e fé. O noswo amigo 
particular. O nosso alicerce e a nossa segurança 
O Cristo, está conosco e com ELE nada nos ate­ 
moriza. O que vale é a intenção. Vamos ao traba• 
lho. Mãos a obrn. 
P - JAIE! AUIA«g_PMLAIE 
Apartamentos com ar Condicionado, Quarlos com Ventil1dores e Serviço de P8X 
Rua Manoel Antonio Paes de Barros. 904 - Fones 1277 o 1687 - Endereço Telegtáfieo: HOQUIPALACE 
QUIDAUANA 	MITO GROSSO 1 
--	-	- -	-	~	_.:--! 
J 
I

Bel Vitn - Mt 
Tribuna da Fronteira 
EDITAL COM PRIZD 
60 BIIS 
DE 
, 1iniistério da Agrkultura. 
Instituto Nacional de Colonização e Ie­ 
forma Agrárlu-Jncra. Coordenadoria re­ 
uional dé Mato Grosso CR (13)_Pr9;: 
jeto Fundiário Jardim - CR - ('3) f 
(07) tDF. _ 
atificação de alienação ou concessão 
de Terras jú feitas pelo Estado de Ma­ 
to Grosso na Faixa de Fronteira 
0 Instituto Nacional de Colonização e )lcforurn 
Agrária - JNC IA, através do Coordenador Hegi. 
onal no Estado de Mato Grosso, com fundamento 
no rtio 3 do Decreto ne 76,691, de 2) de no> 
vrmbró de 1975, comindo com disposto nos ar 
tigos 2, do D)ereto-Lei n" II de I de ago+to 
de 1975 e 5 da lei n 1917, de o6 de ubril de 
1966, convoen Adolfo Salomão, Ahady Eeobar Nu· 
neu,_Alcilio Loreno Schaurich, Atido Marques da 
Silva, Ary Domingues Viciira, iHcio 
d e Souza, A I t a i r d e ti o za 
Almir de Assis, Amcrieo F'eliu Alma," or Ferrei• 
ra Leite, Antonio Pedro Zardin, _Aruir·lo Pydd, 
Arnaldo P'aes Irreto, Antonio Cardoso Augu-to 
Aowly rlc Souza, Dcltrno Lopes dn Sih , Cri•cn­ 
vão Ifran Costa, Clovis Paim da Rosa, Clementi­ 
na de_ Souza. Cladir de Souza, Celso Coelho Xa­ 
~~er. Deolrn·!o Medeiros, Epaminourlns Escolrnr, 
Edson Medeiros de Moraes, Eládio lojas, Evilísio 
Nunes de ~•rnndu, f'.rori Mnrnno, Gentil Vargns 
ria lfosn, G1llrc~ro Krrchnor, Jlorácio iInrque, ela 
Silvn, Ilui:o Krrchner, lrineu Amnral Cardinal 
lnal!. Pint'! Cnrrlinnl, João Lourt!Íro Pinheiro, Jo­ 
sé Simplfcio da_Costa Marques, Julia de Oliveira 
Çnrdrnol, Jono F~rnnr,dcs Cnno, João Estcvilo de 
Cnstro, Joilo l•ruuci•co da Sil1•oiru, Juvcnnl de 
Souza, Leandro Acloly de Souza, Lázaro Correo 
da Silva, Manoel Rodrigues de Miranda. Miguel 
Antonias lemcre, Maria Antonin da ilva Aree 
Nadir de Souza, Noacir Garcla dos Santos, iicanor 
Lima, Oscar Araújo, Olimpio do Amaral Cardinal. 
Oliveira 'itor, Pacício Arco, Pégo Loureiro de 
Almcula, 1 nulo Coelho de Souza. Hômulo Pereira, 
HodolCo qonçnl_ves Terrn, Hoberto Gonçnh·es Ter­ 
ra, Sebastião Milton Rosa, Sebastião Zacarias, Ser­ 
eio {obro Perondi. Tibiriçá Loureiro de Alei- 
u, ,V1rgltio P~rern, dos Santos. Zoé Loureiro Pi­ 
nheiro e demais detentores de títulos sujeitos à roti­ 
ficação, abrangidos pelo ilemorial Dcacritivc, n se• 
ir transcrito, n o,rresenlnrcm seus lhulo~ e demais 
ocumcntos relucronado, no nrtigo 3• e seus par(,. 
rnfos do Dccrelo n' 76.69-l de 28 de IIOV>!lll bro 
e 1975 p_elo prnzo d e (, lt 
( essent ) dias corridos, contados n partir das 
8,00 horas do rlin 20 de Junho e nté às 17,oo hs. 
do drn 19 do Agoslo de 1977 
A apresentação dos citados documentos 
deverá ser feita na 8ele do Projeto Fundiário 
de Jardim, à Avenida Duque de Caxias, 989 em 
Jardim - MT, 	' 
• . A não nprcsenlaçil<> dos citados doeu- 
mentos importará em restrições legais relativa­ 
•~tente aos 11u6ve1s CUJOS de1cntorcs não se babi­ 
litarem ao processo ratifica16rio no prnzo acima 
ostrpulade. 
Memorial Descritivo 
Daí por este Hio baixo em +u margem di­ 
reita até o ponto mais próximo da cabeceira do 
córrego Sombreiro, Dai, por n linha eca nu 
ia distância de L.1oo m rumo 33% 4' NE, até en 
contrnr a cabeceira mais alta do córrego mbrei­ 
ro. Dai por este córrego abaixo em em sua mar 
em direita uté sua confluência com o rio Apa. 
l)ote ponin ft:J!UC rio Apn ubuixo pelo sua rnur• 
i:ern drrnilu cm vários rumo, e diu:iociaa 016 o 
ponto inicil do rcíer iclo Memorial, na barra do 
rio Apa com o rio Pirfpucu. A àreo contida nos 
limites cima descritos de aproximadamente 
l9,ooo ha (cento e vinte e nove mil hectorc:s), to· 
mnndo•~e r:01110 rcfrrêucin Cnrtu do Serviço Geo­ 
ur6fico rio Exêrcilo riu E•culn de 1.100.000. 
OH3.: Deverá ser exclulda a área quo 
compreende 1t8 zonas suburbanas e ur­ 
'ana8 de Bela VIeta - Mt, com área de 
7153,3050 ha (Sete Mil, Cento e Clncoeola 
e Tres Hectares, Trinta Ares A Clncoen· 
... ceatlnres) dn área total descrita no 
presente lemoriul. 
Cuiabã, 2G de maio de 1977 
Cel. Clovls Rodrigue8 Barbosa 
Coordenador Regional do Incra - MT. 
1 
 
1 
i 
Refere·se o presente memorial à tíreo pnr:s roti­ 
ficaçocs de títulos na faixa de fronteiro situadn 
no Município de Ileln Vislll ilT, coru umn con• 
formação irregular, abrangendo nproximntlnmentc 
129,ooo he.:tnrcs(cenlo e vinte e uove mil hecta­ 
res), estando compreendido quase na sua totalida­ 
de entre os rios Piripucu, Apa, Córrego ombrei­ 
ri ~ Sao Luiz. Parundo da confluência dos rios 
I •:1pucu com o rio Apn, seguindo o rio Piripucu 
o~rmn margem esquerda em vários rumos e dis­ 
tincia até n cooíluêncin com o c6rr~go São Luiz 
Segue daí córrego São Luiz cima pela margem 
e,querdn cm vános rumos e distiinc1os até encon· 
trar o c6rrego Santo Vit6rin. Segue por cite aci­ 
ma pela margem esquerdo nté o confluência com 
o nrroto S1.curuy. Pelo ~rroio Sucnruy 
a e I m n . m n rg em esquerda 11 t é n 
sua cnbccetro. D111 segue por umn linhn seca com 
rumo de 83oo NW até cnconlror o c6rreg<> São 
Lurz. Segu111d~ por cate ncimn mnrgcm esquerdo 
até sua cabeceira. Deste ponto defletindo a direi• 
ln •cgue nc?mpunhondo o espigão divisor das á­ 
gua» dos rios Apa e iirnndo numa dislância 0• 
proximada de 3:1.Soo m uté encontrar u cabeceira 
mais alta do rio Piripueu. 
T r i b u n a da _f r o n t e i r a 
Propriedade da ORJIVAPE 
t.&.C, U. DllOJ.1'6Jltn01•ll 
!Diretor 'Respo11sdvcl: cJ v a l d o P e r e I r 11 
'Departamento Comercial: Crnando T. 9asco 
!Diretor Comercial: dtlvaru /Jerâm 
A r te: Hélio Guedes Corrêo 
C ir eu I n ç il o : Jane VebSl]llC~ • 
C o mpos i ç il o: Pc_u~nio Leão, Lyberocy Lino 
Altair Marques, Lucidio Medeiros 
1 m p r e s s ii o: Nilson Roberto de Souza 
Redação. Administração e Oficinas à 
Ruo Duque de Caxias S/N Bela Vista. Mt. 
Assinatura Anual 
Bela Vista 	CrS 150.00 
Demais Munleipios CrS 180,00 
Dr. Ivan dfonsn da Costa Marques 
ADVOCACIA EM GERAL 
17 
Requerimento do interessado dl· 
rlgldo ao exmo. Sr. Presidente do 1 ·cRA 
sollcllnndo a ratificação, nos termos do 
$ 1°do Artigo 5 da Lel n4.947, de 06 
do abrll de 1966, anexando os seguites 
documentos. 
I Do Imóvel 
n)- Título dertnltlvo expedido pelo Es­ 
tado - admitida fotocópia autenticada ou 
Certidão pas11uda por a11torirl:itle compe- 
tonle 
h) -· Certidão de trnm.orição e, se for 
o caeo, Cadeia Sucessória completa, 
c) - Manta e memoríal descritivo do i­ 
móvel, firmados por profissional habiii­ 
tudo em (3 rias), devendo a plauta ser 
apresentada em uma via original (papel 
vegetal) e duas cópias heliográficas; pla­ 
nilha de cálculo: Fotocópia da Carteira 
do CREA (do engenheiro) e comprovante 
do pagamento da anuidade do engenheiro: 
obs:- documentos estes autenticado& e 
com firmas reconhecidas. 
d)- Prova de quit11ção com o [mposto 
Territorial Rural; 
e) - Certidão negativa do litigíos pos 
sessórlos. 
n - De Pessoa Física: 
a) - Prorn do identid~de, de quitação 
com o serviço militar e de atendimento 
com as obrigações eleitorais; 
b) -· Cartão de Identificação de contri 
buirrte (CIC) 
c) - certidão de casamento. 
lll - De Pessoa Jurídica 
a) - Estatuto ou contrato social e su11s 
alteraçõe~ passadas pol' certidão da 
junta comercial ou Registro civil des 
Pessoas Juridicas; 
b) - Documentos pessoais dos diretores 
mencionados no item II, que detenham 
poderes de representação d firma. 
c) - cartão de Inscrição no cadastro 
r Geral de contribuinte CGC. 
O8S:- Os documentos poderão ser apre­ 
sentados nos originais ou em fotocópias 
autenticada1:1. 	• 
Rua Voluntário~ ela Pátria, 3í6 • Fone 210 
Bela Vista 	iIato Grosso 
AGRADECIMENTO 
t T 
_ Sensibilizada a familia de Vera Guima­ 
rães Loureiro de Almeida. agradece de 
coracao à confortadora solidariedads que 
recebeu de seus parentes e amigos, e con­ 
vida para a Missa de 30° dia, na Matri 
de Santo Afonso ilia 9/6/77 as z@oi»á! , r s. 
Zair Cansado 
apre,ssou o am• 
paro das bandas 
de música 
Rio (EspeclaU, fütá 
completnndo trêa anoa o 
programa Retrotas de To­ 
dos Os Tempos, lança­ 
do em junho/74 na R­ 
dio Rio de Janeiro (140 
0 KHZ) pelo radialista e 
jornalista Zulr Cunl!ado 
e que hoje se cooslltul 
ourou dali maloros audi­ 
ências radiofônicas nll.o 
só no grnode Rio mas 
no Espírito Santo, Minai 
Gerais o outrocS Estados. 
Retretas De Todos Os 
Tempos, segundo expli­ 
ca o seu criador e apre­ 
sentador, é a continua­ 
ção da luta do saudoso 
médico e racliallsta mi­ 
neiro Dr. Paulo Roberto, 
criador da "Lyra de Xo­ 
petó", com a qual pro, 
moveu por longos anos 
o amparo das esquecidas 
bandiohas do interior 
brasllt!lro. Zair Cansado 
fol dos maiores amigos 
e colaboradores de Pau­ 
lo Roberto, falecido em 
1973; 
(CO 'TINUA ... ) 
Seguindo 
Regrinhas 
estas 13 
voce faz 
seu carro gastar 
até 35./ menos. 
l 
7I 
Impressos em uma ou mais 
1. Conserve o seu mo­ 
tor em perfsitu ordem, 
com revisões periódicas. 
2. :Cirija, sempre que 
possível, em velocidade 
constante. 
3. RPspeite os 80. 
4. Evite paradas desnP· 
cesi.<árias. Planeje o seu 
percurs6. 
5. Evite acelerações rá- 
1 
pidas desnecessárias e 
partidas bruscas. 
• Use combustíveis re­ 
comendados. 
7. Não bombeie o acele· 
rador sem motivo. 
8. Conserve seus pneus 
na pressão recomendada. 
9. Não use o freio desne• 
cessáriamente. 
10. Assegure-se de que 
o freio de mão está com· 
pletamente solto antes 
cte sair 
11. Desligue o motor se 
tiver que ficar parado 
por mais de alguns mi· 
nutos. 
12. u.e os E>quipr.mentos 
elétricos do seu carro só­ 
mente quando necessário. 
13. Não envenene o motor. 
r 
h 
b 
■
Impressos 
Inscrição Estadual 
RUll MIRECHlll 
Comerciais 
13.088.446-4 
fLORHlHO 1582 
.: estudantis Serviços 
PONlil 
a Cores 
cgc 03.570,314/0001-.18 
PORi - Mi.

'Ir!buna da Fronteira 
6.6-77 
EDITAL DE INTIMIÇãO 
O Doutor Valter José Rodrigues Con- ] dos Réus ns custas e honorários itdvo- tlvo lote de terreno urbano número 1I8, 
trern ,Juiz de Direito da Comu.rcu de Be- catíelos na baso de 2o%/ sobre o valor situado na quadra "Q" do loteamento a 
la Vista, Estado de Mato Grosso, na for. da causa. Pede deferimento. Bela Vista que trata a Lei 414, nesta cidade, com a 
ma da Lel, etc... 	(Mt), 26 de Outubro de 1976 (a) Dr. Ké- área do 495,30 mts. quadrados dimensões 
Fnz saber que por este Juízo e Cartó- sio Loureiro Pinheiro. DESPACHO. D.R.A. de 16,5l por 3o. adquirido conforme a 
rio do 1º Oficio, tramita os autos du Conclusos. B. VIstn, 26/10/76 (a) Dr. Val- transcrição 19.937, fIls. 26 do livro }-k per­ 
Medida Cautelar de Sequestro, requerida ter José Rodrigues Contrera. DESPACHO tencente a Celso Lopes (Ils. 12 dos presen­ 
por Rosllda Ferreira Vargas, contra II- DE FLS. 29, Vistos, etc. Versa o pedido tes autos); d) O lote de terreno urbano de 
defono Lopes, Celso Lopes e Manoel Inicial 60bre sequeetro de bens de lide- esquina, n. 112, da quadra "O" do loteamen­ 
Vicente Lopes, do teor soguinte: Exmo fonso Lopes, Celso Lopes e Manoel Vi- to que trata a lei 444, com u áreu de 
Sr. Dr. Julz do Direito da Comurca de cente Lopes, que segundo prova constan- 6oo m2, medindo 2o metros por trinta 
Bela Vista-MT. • Roslldu Forrel 'argas, te dos autos cometeram assassinato à trai- metros da frente nos fundo11, adquirido 
brasileira, viúva, lides doméstico, reiden- çlo contra Constâncio Vergas na Cancha conforme a transcrição nº 19.o39, fls. 2o5 
te neste Munlciplo, vem, através de d- local no dia 27 de junho do corrente ano, do livro 3-J, tado do registro de lmóve­ 
vogado dativo, conforme carta de pro- &í.lndo que este deixou descendentes e 1s desta Comarca (fie. 13 dos presentes 
viso junto, propor medida Cautelar de sua esposa deseja propor a ação Indenl- autos). Ditos bens encontram-se liberados 
Sequestro com fulcro nos arts. (622 o se- zatória com fundamento na Lei Civil. De- de penhor, hipoteca ou outra qualquer 
guintes do Código de Processo Civil, con- monslrundo a suplicante 0 ocorrêncl11 do obrigação, tendo o que consta nas aver­ 
tra lldefonso Lopes, Celso Lopes e VI.- "fumus in bonis juris" e o "periculum in baçoes cios registros. Procedido o eeques­ 
ceote Lopes, brasileiros, casudos, o prl- mora" hei por bem deferir liminarmente tro, depositamos os bens referidos em 
melro agricultor e os demais comerei- o sequestro requt!rldo, a fim de que evl• mãos do Depositário Público Judicial des • 
ontes, residentes nesta e atualmente em te-se o. dA]aplclaçüo dos bens, els que, os ta Comarca, Sr. João Hllarlo Pereira, 
lugar Incerto e nüo sabido, pelos fatos acusados encontram-se fugitivos desta Ju. que sob a responsnbilldada do seu car­ 
e fundamentos abaixo: 1°) A requerente risdição, demonstrando assim relativa go, manterá os referidos bens a disposi­ 
oomo prova a tradução junta era casa- culpabilidade no evento. Isto posto, com çlio do Juí7.o até a sua liberação. Do que 
da com Constanclo Vargns e o csul pos- fundamento no art. 8o4 do Código de Pro- para constar é lavrado este auto de Sr.­ 
suin um fllho de nome Mauro com 2 a- cesl'lo Civil, defiro o sequestro requerido. questro que vai por todos assinados (as) 
nos de idade e um nascituro conforme Expeça-se mandado. Bela Vista, 26 de ou- Marlo Euripedes Mamede; Guilherme da 
laudo médico e exames de laboratórios tubro de 19í6 (a) Pr. AUTO DE SEQUES- Rosa; João Hllario .. Perera; (testemunhas) 
juntos; 2ºJ Posteriormente veio a dar à TRO, FLS 32/33. Aos vinte e nove dias Homero Baita e Arsenio Loureiro. A re­ 
luz uma criança do sexo masculino que do mês de Outubro do ano de mil nove- querimento da nutor11, foi deterruloada a 
recebeu o nome de Ramüo; 3%) Seu es- centos e setenta e sele, nesta cidade de expedição do presente Edital, com pra­ 
poso foi bárbaramente assassinado pelos Bela Vista, Estado de Mato Grosso, no zo de trinta dias, por Intermédio do qual 
requeridos no dia 27 de junho do cor- Cartório do Registro de imóveis desta Co- ficam intimados os réus Ildefonso Lopes, 
rente ano contorme ilustram Auto do E- mares, para onde nós Oficiais de Justi- Celso Lopes e Manoel Vicente Lopes, da 
xame Carlavérico, denúncia constante do ça nos dirigimos, para o cumprimento do presente ação. O presente Edital será 
processo crime nº 14/76 juntos por foto- mandato de sequestro, expedido por es- publicado e afixado na forma do lei, pa­ 
cópia; 4e) Praticado o delito os requeri- te Juizo e extraido dos autos de Medi- ra que não se aleguP ignorilncla. Ü'ldo 
dos fugiram para a República do Para- da Cautelar de Sequestro, requerido por e passado nesta cidade e Comarca de Be­ 
uai; 5?) A morte de Constâncio Vargas Rosilda Ferreira Vargas, contra Ildefon- la Vista, Estado de Mto Grosso, 4os 
deixou a sua familia ao desamparo vis- so Lopes. Celso Lopes e Manoel VicPnte I vinte e oito dias do mes de abril do a- 
h to que a mesma vivia do 11ustento vi□• Lopes, em curso por este Julzo e no de mil novecentos e setenta e sete. 
' ..... • - rlo trabalho bom-ado daquele; 6º) O Cartório do Primeiro Oficio. Os réus, en- Eu Vergllio da Silva Escrevente Jura­ 
Uodgo Civil no seu art; 159 diz que cau- contram-se foragidos, razão pela qual mentado, o datilografei e assino. 
sou prejuízo a outrem fica obrigado re- os mesmos não foram citados s intima- Dr. Valter José Rodrigues Contrera 
parar o dano e o art. 1.537, n' II, esta- dos. Diante do que, procedemos o seques- 
beleceu a obrlgaçüo de serem prestados tro dos seguintes bens: a) uma gleba de 
alimentos "às pessoas a quem o defunto terras paetais e lavradias, com a área 
os devia"; 7O) Os principios que nortei- de 13 ha 2.5oom2, situada na Fazenda 
am a concessão de medida preventiva, denominada "Arroio de Ouro", neste Mu- 
rummus bonni juri e per i cu 1 um ia oicipio, confrontando-se ao Norte, com a 
mora, estão caracter i z a d o s vez que propriedade de Olegário Duarte; ao Sul 
a obrigação de reparar o dano com a propriedade de Manoel ·llarhiho 
e prestnr alimentos estão compro- Barboso.; ao Nascente, com propriedade 
vados e o perigo da demora é patente de Benedito Barbosa e ao Poente, com, 
anto a. fuga dos Requeridos e poderem propriedade de Atanasio Loureiro, adqui­ 
alienar ou onerar os bens através de pro- rida conforme a transc1·içii o 2o.864, fls. lo 
curador com poderes bastante; Do expos- do livro 3-11 desta Comarca; dito imóvel 
to requerer seja ordenado por vossa pertence a lldefonso Lopes (fls. 11) dos 
Excin., o sequestro dos bens pertenceu- presentes autos; b) Uma gleba de terras 
tes aos Requeridos a comprovados atra- Pastais e lavra.dias dentro dos limites da 
vé~ dos documentos juntos, independen- Fazenda "Arroio de Ouro", com a área 
te rle audiência dos réus (art. S04 do C.l'.C.) de 54 ba, confrontando-se ao Norte, com 
visto que até feitas as suas citações na propriedade de Rumüo Cabral; ao Sul, 
formo. legal poderá torná-la inefioaz. Re- com proprledn de do outorgado compra­ 
querendo ainda se digne Vossa Exeia., dor; a leste, com propriedade do outor­ 
ordenar a citação dos mesmos na forma gado vendedor e a Oesh,, com proprle­ 
legal. Dando à causo. o valor de CrS dade de Ataoasio Loureiro rle Almeida e 
50.000,00. Protestando pelas provas de espólio de Rei Galeano, adquirido-confor­ 
direito e Inclusive depoimento pessoal dos me a transcrição número 21.322, IIs. 94 
Requeridos, pena de confessos. Seja jul- do livro 3-M, pertencente a Ildefonso Lo­ 
gada, a presente Medida Cautelar do se- pes (fls11 dos presentes autos); c) Uma 
quutro, procedente, com a condenação casa de tábuas coberta de telhas e respec 
lEC III0 
LINCHES 
E cola Paroquial 
Santo Afonso 
Bela Vista Mt. 
Ata de uma Sessão Ex­ 
traordinária realizada no 
dia dezessete de dezem­ 
bro de mil novecentos e 
eetenta e seis. 
Aos dezessete dias do 
mes de Dezembro de mil 
novecentos e setenta 
e seis, ás dez horas na 
Escola Paroquial Santo 
Afonso, teve lugar uma 
reunião cujo assunto foi 
esplanado pela Irmã Ma­ 
ria Galvão de Castro di­ 
retora do estabelecimento 
snbre a modificação do 
nome da Escola que pas­ 
sará a denominar-se: 
Escola Paroquial de 1º 
Grau "Santo Afonso" de 
acordo com o que pres­ 
creve o DREC-2/SER em 
substituição ao antigo 
nome que não continha 
as palavras de 1º Grau. 
Dada a palavra livre, ne- 
nhum doa presentes fez 
uso, havendo portanto a 
concordân,cia plena, so­ 
bre o assunto aventado. 
Nuda mais havendo a 
ser tratado e discutido. 
a senhora diretora deu 
por encerrada a reunião. 
cuja ata lavrarei que vai 
as11inado por mim, e por 
todos os presentes. 
Bela Vista, 17 de Dezem­ 
bro de 1.976 
M Salomé Mello Silva 
Secretária 
Pe. Brandão Greany, 
C.SS.R. 
Pe. Adriano J. Franzof, 
C.SS.R. • 
Wilson Fhflemon Nabhan 
Enoly Loureiro Assis 
Irmã Maria Galvão do 
-------------------! Castro. 
, 
u E 
17 
Um novo ar para seu confor· 
to • Restaurante dormitório e 
ambiente super familiar. 
lfimo local de estacionamento. 
Rua 41mirante Barroso 323 
BELA VISTA MT. 
O ponto de 
encontro da Socle­ 
dade murtlnhtnH 
Rua Dr, Correa 
No 56 
Porto Murtünho 
Mato Grosso 
t 
,,. 
MINERBÇÃO-BDDOQUEND LTDD 
Produtor do Calcário Bodoquena km. 54 - Rodõvia Jardim - Porto Murtinho 
"Uma Empresa que acredita no sudoeste e no Novo Mato Grosso" 
Escritório em Jardim Avenida Duque de Caxias (ao lado do Hotel Oriente) Cx. Postal 05 
-· 
j 
J

Tr!lrnna dfl Front€irn . 
'Bela Viela • MT. 
ES 
para a sua lavoura e a mclhor forma de se obter 
ofinanciamcnto. . d b ária. 
Aproveite O crédito que toda are e :me 
cslá lhe oferecendo. 
Plante mais. * Massey-Ferguson do Brasil S,A, 
., 
... i 
'- 
 
r~ -:- '. ~-~-- ~ _ -- 
$ % , •• 
s%% 
,-:-~----- 
~--. 
-~~ 
~ . , 
:: 
s$é#etc5#j%fã$@#ig 
:s é$2 é%7 ? i$ 2;j.: 
3i : ig@;g2,&E3,3%%±3%553%ij$;j; •· .... 
"é'.'·-,:.,.l.rlll~~~~-.:--' ,.;,;,;_·::::.,~~J~ ..... :::.··~---,:1.~~=,r_.;:r,.;-- .... ~ ····"-"'·~ -~--~" ' •• 
!~ ~~~1/Bt< .... ~-jl;:'l',n·~.:.::.::. .. .p,~l':_~'E-r--"..-·~~~ li!!.,_ • -- -~~~.;~ _ -5.. ...... ~.... --~ •• • ::.~-- 
AMA 
~ 
= 
ü' 
APOLINAMO 
93ET7e 
Rua Teodoro Sativa S/N .. Bela Vista Mato Grosso 
Matrit: Rua Marech~! ~la)rümm, [sij. C/ to d~ O~Rllilllilr@, Wmu~ 13S .. 42i Ponta Porá = Mato Grosso 
Filial: [mambai Escritórios $e Vendas ntonio João, Caraccl e ral Moreira 
Administração e venda de I rn ó veis Despachante em geral 
'- 
Vend:1_ de Terrenos (a pres~~ção)_, casas, apartamentos, chácar~s, sítios P.. fazendas. Despachante: Carteira Nacional 
de Habilitação, Certificado e licenciamento de veículos, empl~camentos,, declarações, contratos, distratos, recibos, pro­ 
m1ss6nas, requerimentos, procur~çoes, fotocopias, etc. E amaa se encarrega da cobrança de aluguéiE- de seu imóvel. 
Agente Imobiliário Responsável: 
llElID 9M IS TEZ ALE 
Sindicalizado sob nº 436 - ·CRECI n. 10.134 • CGe MF 03.161.9-10/0001-50 
IMOBILIÁRIA JARDINENSE 
'-----------------=:......,..-R_u._• a An.tenio João, 153 - Vila Camisão -· Jardim - Mato Grosso 
7 
j l 
,f 
ne, 
/ 
e, 
/ 
Dl'i 
la 
té 
lll 
r, 
'311, 
e 
fls 
h 
Zt' 
de 
llt 
tlo

Bel!_"!!a: À!!: 	!D!!U 	da Fronteira 
5-6-71 
TRIT 
' 1 
1 
1 
'1, 
TECNOLOCi!~ 
PlllN 
' 1 
t 
s: 1 
1010: agd 
atuo: 15 
th ."., /3E$. gEE 
("lu !~ 3~~~M LijC~(ô)§ 
!},F}[e Ca!g{ta Brasileira 
58& pe1~ 
l"ci(if. Í Pr11 
da 
ela:- , 
ais 
, Ir 
Ter umn Colheitadeira Automotriz SLC é pos­ 
suir uma máquina que colhe lucros e também 
representa a conquista da tranqüilidade e se­ 
gurança na hora da colheita. 
Pois com a SLC está uma eficiente rede de 
Concessionários, ô. disposição do homem -do 
campo, Gente que, como você, está preocupa­ 
da cm assegurar a sua colheita. 
Assistência Técnica com profissionais alta­ 
mente especializados, treinados na fábrica e 
sempre presentes nu hora da colheita, com 
peçns originais que asseguram a garantia e 
qualidade SLC. 
Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras), 
SLC 
milho (para colher com a nova Platn!orma de 
3 ou 4 linhas> ou outros grãos, encontrará um 
modelo de Colheitadeira Automotrlz SLC (do 
tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que 
lhe proporcionarão tranqUllidade hoje e a 
certeza no amanhã. 
Por tudo Isso, os que já confiaram a sua co­ 
lheita a uma SLC acreditam no que plant.am 
porque sabem com o que colhem. 
: , .,....,,_ 	,, - . 
'-~ ·----- _ -· ----~ · .. _ .. .,,Nli:, ..y './'~ % .. ·;)..;/ 	.- 
. e h # ee 
! - , . . .,. 	! 
~. . .. •. - - .. • -_ .• 
lj_,..,. .... ..e «siso " 
' 
G 
k 
3; 
% 
à 
• 	.3 
±; 
s 
1:/ 
' 
' 
·, 
.. 
, l :~· , 
#3 
"".r-: ........ 
• 
' l 	1 
' 	i' 
: -a...$# 
T t 
res Valmet . Colheitadeiras SLC - lmplementos Selecionados .. Assistência Técnica Permanente 
@O 	- 
Matriz: Rua Marechal Floriano 2049 - Fone, 28 • Cx. Posta! 180 - ·Ponta Porã - MI. ., 
FILIAIS: - l 
ELA V 'T

Tribuna d• Fronteira 
L OE CITAÇÃO COM 
PRAZO DE 30 DIAS 
O doutor Valter ,José R-0drlguos Con­ 
trern, Julz de Direito da Comurcu do Ba­ 
la Vlst. 1 E..,tndo do Muto Grosso, na for­ 
mn du lei etc. 
Fnz ll', bor que por este Juízo e Curtó­ 
rlo do 1º Oficio, trnmltr1 os uutos de A 
çáo Ordi11/lrla de Jndoulznçilo e. Repum.­ 
ção de Dano requerida por Rosilda Fer­ 
rclru Vargru-1 contra ldolrouoo Lopes, 
Celso Lopes o iJanoel Vicente Lopes, do 
teor Begufnto: Exmo. Sr. Dr. Juiz de Dl- 
1·elto da Comarca de Bola Vl6t!1 M-T. 
Rozlldu Ferrnlro. Vurgne. brasileira, viú­ 
va, lides do lar, residente neste_Lauaicl­ 
plo, por si e representando os filhos me­ 
norea Mouro Vargas e Ramo Vargas 
oorn 8 11nos o prlmelr!i> o com 7 o se­ 
gundo, por seu advogado conforme cur- 
ta de provisão junto à Ação Cautelar de 
Sequestro n° 116/76 vem requerer uma Ação 
Ordin!1riu de lndcnizr,çilo e lfopnrnçilo de donos 
contrn lldefonao Lopes, Celso Lopes e 
Manoel Vlcl'nle Lopes, bmstlelroo, casa­ 
lloo, o primeiro ugrlcultor e os demais 
comerciantes, todos residentes nestn ci­ 
dade o utuu lmeute em lugar incerto 
e não sabido, pelos fatos fundamentos 
abuixos: a) A rr.querente eru 01111uda 
com Constfinc!o Vargus, tendo o casal um 
Hlho de nome Mauro Vorgas e um em 
gestações e que posterlormento veio a re­ 
ceber o nome de Ramüo Vargus; b) Na 
dota rle 27 de junho de HJ76, na Cn - 
chu pública desta cidade, seu ·marido 
foi ni;sassinado a tiros pelos requerido,; 
e) Agiram os assaseinos cnm perversi­ 
dade o c·oafru os mesmos foi lnotauradn 
a competente Açlio Penal e denunciados 
como incursots nas penas ,fo urt. 121 , §2o 
N I e IV do Código Penal; d) Após a 
prâtica de delito os oras denunciados e 
requeridos evadiram s tomando rumo I­ 
gnorado, procurando assim verem-se 11· 
vres da ação da justiça: o) Ê o u,t. 159 
do Código Civil que impõe ao causador 
do prejulzo a outrem fica obrigado a 
reparar o dano. ainda o art. 1.517, Nº 
II, do mesmo estatuto que estnbelece a 
obrigação de serem prestados alimentos 
a quem o defunto os devia pelo causa­ 
dor do homicídio; fJ .-tendendo no que 
ostatui o Decreto· nº 4565 de 11.8.42, no 
seU art. 44 e a Tabua de Sobrevivência 
do lnsliluto de Previdência Sá Pereira 
nos dá como vida provável do brasilei­ 
ro a idade de 60 anos temos que. 1 ºJ O 
"de cujus" tinha ao morrer a idade de 
30 anus ten:lo como sobrevida 30 anos. 
2") Con. o casamento a obrigação de 
manter a familis prolongaria com res­ 
peito á espos por toda a sua vida, e, 
com respeito aos filhos até os mesmo! 
completaremn 1 anos 3,) Provar-se-á em 
nudiêucia que ConstO.ncio Vargas era 
tratorista e recebia mensalmente a im­ 
portância de CrS- 1.000,00 (hum mil cru­ 
Zl•iro,o) 4_Q Dessa - importância deduz-se 
1/3 como verba de despesas pessoais da 
vítima se- viva fosse, ficando um saldo 
de 2/3 que seriam CrS 666,66 (seiscentos 
e sesRtcula cruzeiros e seseenta e seis 
centavos) a sarem pagos mensalmente à 
família o que totali.zario. o tot:,.l d& CrS 
239.99'?,G0 (auzentoa e trinta e nove mil 
1 
seto cruzeiros 
novecentos e noven ~ e ortãnciu 
o sossout centavo): g) ""},,' ida 
total acima deve ser a,crcsc ub a 
r I l •to e ver u par 
de desposai; de unera , L . 
mausoléu couforme for apurada º[f1 e~~~ 
cução por arbitmmento; h) º·a c ~p da 
ludenlznçüo deve ser. acresci n arn de 
ele honorários advocatícios na base 
20%/ conforme entendimentos paculcos 
do ~upromo fribunul Federal. Do expos­ 
to, requer: 1!! Seja julgada procedente a 
ução com a condenação dos seus, no 
pagamento da importância de Cr$ 239.9 
U7 60 (duzent6s e trrnta e nove mil, no 
vecentos e noventa e sete cruzeiros e 
ser.senta centnvos) acrescldu. das custas 
processuais, juros legais e correçllo mo- 
7e!'ária; 2) Sejam os R.R alada condena- 
• 01:1 a despusas de funeral, _luto e verba 
pn •a mausoléu; 3%) Sejam umda condena· 
dos em honorários advocatícios de 20 
sobre o valor da causa: 4-) Cltaçao de 
Udefonso Lopes, Celso Lopes e Manoel 
Vicente Lopes por edital, visto estarem 
em lugur Incerto e não sabido; 5%) Nos 
termos do art. 809, do C.P.C sejam apen­ 
sadoa os autos da ação cautelar nº 116/ 
76 e a esta medida principal, por deter­ 
minação da Vosss Excla: 6°) Com fulcro 
no art. 82 nº I. do C.P.C. seja intimado 
o representante do Ministério Público para todos 
os termos do processo. Protesto por todos o~ gc· 
neros de provas admitidas em !e, tais como visto­ 
rins, arbitrnmcnto, pericias, testemunhas e pr~res· 
ta ainda pelo depoimento pcs,onl dos requcndo8, 
pena de confesso e dando a ceua o valor de 
CrS 'B9.997,60. Pede deferimenco. Dela Visto (ilt), 
25 abril de 1977 Dr. Késio Loureiro Pinheiro. 
Despacho. U.H.A., por dependência. Citem-se os 
réus 1111 forma requerida. Bela Vista, 26/0477 (a) 
Dr. Valter Jos6 Rodrigues Contrcrn. A reclueri­ 
mcnto da Autora, foi determinado n expedição 
do frcscnte Edital, com prazo de trinta dias pelo 
qun ficam citndos Ildefonso Lopes, Celso Lopes 
e Manoel Vicente Lopes, pnrn contestarem a pre­ 
sente açilo. Núo sendo contestada a ação dentro 
do prazo acima mencionado, se presumirão como 
Ycrdn<leiros os fetos articulados pela autora. O 
J>rescnto Edital ,-::rft publicado e afixadu na for­ 
ma da lei paro que não se alegue ignoriincia. D11- 
do e passado nesta cidade e Comarca de Bela Vis­ 
ta, Estado de Mato Grosso. nos vinte e oito rlins 
<lo mes de abril do ano de 1977. Eu Pedro Vir· 
gilio da Silva. Escrevente Juramentado o datilo­ 
grafei e assino. 
Dr. Valter José Rodrigues Contrera 
Cravo 
de Defunto 
J li p s 
Cortezia 
Adubo e Sementes 
Oração do Divine 
Espirita Santo 
1 
he flor! Ela enfeita- 
E quem ni conhece e+a !!';41o da casa de 
a antigamente apena- o jrdi' rei-la nos 
t»@rbío, hoj porm._ podemo..,""-ena«do 
jardins do palacete,_das cava° '''4,'a a beleza 
aquela sua bela cor de ouro, de-ala ,,Lr. dan­ 
dê qualquer cravo. f uma tlor muito P%E"";',ã 6- 
do-·c muito bem_no+ no-os cli;·."?"j M- 
l
·,mumenle no ,.u) ou no notte. n;r111an<1 . o 
f 
·1· l • . o-10• e com 
xico, pertence à familia das com' ,.. Exis. 
flor 1101101 eufeila m111lo ns 1
1~,:sos prd,n:•· E l • 
:. d d' e anãs, tnre 
tem dela tres_ tipos: grande, mwed" fjueire«do 
as randes destaca-se uma, segundo • É 
"jietr joiitir; f«e, "r; ~" 
6o a 8o cm de altura produzindo flores Ie 
1 
cm de diâmetro, de cor amarelo vivo ou d ar{lu· 
iado. São as mais cncontrnrfos no mercado e 
11
• 
k. Entre as miidias_de»esse a _fgt: """""};; 
com flores menores dobradas ou singelas de "? 
cm de altura. Encontra-se espalhada por to 
O 
l 
0 
Pais (: 
0 
mais comum, de .color:1çilo amarelo e a· 
ro o alaranjado, podendo ter ainda acbas a­ 
vermelhadas. As variedades anãs, de 15 a 2o cm 
de altura, ão usadas em bordaduras, florescem a 
bundantemente. T. Signata Punilla destaca-se den­ 
tre as menores. O cravo de defun<o ':n. tagetes 
são facilmente cuhiváveis pela sua rusticidade ve 
getundo muito bem nos nosrns chmns como ílor 
tropicnl que é. Sua multiplic1ção é feira por ~:· 
mentes, germinando bem no inverno na reg1ao 
norle e de agosto em em diante aqui no sul. Se 
meiam•se em viveiro trnnsplnntnndo as muda! quan 
do 11lcançnm 15 cm. O solo aq.rilo arenoso é {eu 
preferido, mas de um modo geral prospera bem 
em qualquer terra. Muitas pessoas não gostam do 
cravo de defunto devido uo seu perfume um ar, 
to ativo outras devido ao seu nome, ntribuind 
efeitos ~nléficos nzar, etc. 'o nossa opiniiln, se 
fosse realmente 'uma flor para defunto, ficaria 
muito bem para os que assim pensam. Quem a 
credita em maleficioi;, sorte, azar, o supert1c10s0 
e medroso, já é. defunto n muito tempo. H.F. 
Rua Duque de Co..xins, antiga Tres Irmàos 
liJoadores da Biblioteca 
blica Municipal de 
Caracol - Mato Grosso 
Prefeitura Municipal 
Sul Silveira de Barros 
Graciano Frloco 
João José Leite 
Elvlo Laranjeira (Boré) 
Paulinho Ibanhes 
Késio Loureiro Pinheiro 
Oswaldo Wotlrlch 
Oscar Samuelsson 
Donatil Cândido Godoy 
Edvaldo e Oscar Salomão 
Rosivelt Garcia e Honorio Garcia 
Aracy Mendes Gonçalves 
-,-------------------=-.Manoel Bento Xavier 
Oreste Goàoy e João Godoy 
Deocleciano de Vasconcdlos 
Noedir Godoy 
:Iarcionilio Rodrigues dos 8antos 
Horacio Godey 
Maurilio Godoy 
Maria Silvana Veiga 
Osvaldo Neto da Silveira 
Justo Tadeu Paiva 
Aral Rodrigues 
Francisco Guilherme Uianchi 
~------------------~Thomas Vieira 
JUIZ DE DIREITO 
ADVOGADO 
&$CR)1 O3lO- Rua 3 de Outubro 
(Al0 LADO DAN €)RZ7A3)) 
Bela Vista Mato Grosso 
Espi.rlto Santo, v,c, 
que me esclarece tude, 
quo ilumina todo11 01 on­ 
minhos para que eu atl. 
ja o rneu idoul, vtcê qu~ 
me dá o dom divino d~ 
perdoar e e!quecer o 1nn1 
quo me Yazem; e quo to. 
dos os instantes de m! 
nha vida está comigo 'eu 
quero neste curto dlálu­ 
gc. agradecer lhe po 
tudo e confl.rmar malc 
uma vez que eu nun­ 
ca quero me esquecer de 
voce por maior que se 
ja a ilusão material nüo 
será o minlmo dll vonta­ 
de que sinto de uw db 
estar com voce e todos 
os meus irmãos na glórl 
perpétua. Obrl.gado ma­ 
Is uma vez. 
(A pessoa deverá fazn 
esta oração 3 dias s 
guidos sem fazer o ped~ 
do. Dentro de 3 dias st 
rá alcançada a graça po; 
mais difícll que aejal 
Publicar at1slm que rt 
reber a graça. Por U[J 
graça alcançada. 
E. V. A. 
" 
,• 
1 
í 
1 
1 
Pu-l 
' , 
/ 
5.000,00 
1.000,0(, 
2.000,00 
2.000,00: 
2.000,00 l 
2.000,00 ln í?fi A 
2o0o.0 L ll )l 
2.000,00 a 
2.000.00 d 
2.000,00 ~tm 
t.000,00 ·1 	. 
2.000,00 P 	, 
1.000,00 
2.000,00= 
'"·ººº·ºº - 
2.000,0o e assine o 
2.000,00 Leia 
1.000,00 
2.000,00 
2.000,oo 
2.000,00 
2.ooo,oo 
600,00 
2.ooo,oo 
500,00 
2.000,00 
Jornal 
Tribuna da 
fronteira 
...., 
...., 
T 
A T 
e o, 
3o 
1 
Bo 
' 
C h a p e a ç ã o, L a n t e r n a g e m. 
IN G 
P i n t u r a s, S o l d a 
Atende a qualquer hora do 
· Rua lllORSO Pena Esq. l1odor1 S-ativa 
, 
CH 
. 
de Ubirajara Gomes de Campos - o popular "BIRA" 
E l é t r i e a, Me e ã n i c a 
d ia o u d a n O i t e. 
Bela Vista 
em 
- 
Geral. 
 
Mata Grost 
l 
ee, 
ca 
/ 
Pra, 
'dad 
'te± 
11:lo 
Te& 
Gtj 
et+ 
Tst 
ha., 
en{ 
de 
de

lsi VMo • lt. 	Tribuna da Fronteira 
mn 
'q 
l] 
0to 
'u uj 
v , 
ho'i, 
'om. 
IUo fo. 
de 111 
lgo. 
dI! 
p 
tual! 
- DI 
2er d. 
0 
al i: 
(ODla­ 
'I dl 
tods 
glór 
• II! 
fazer 
+ 
pedi 
(S Il­ 
i por 
seja/ 
ele 
um! 
o 
di 
..., 
URGI Z» o ■MIR 1 
Máquina de Beneficiar Arroz, e Secador para Cereais Atacado e Varejo. 
UMA ORGANIZAÇÃO PAR A SERVIR A TO 10 JOÃO E REGIÃO 
Rua Soo Pau I o S/N 	Antonio João MT. 
Eletro-Domésticos em Geral 
, 
Facilidades de pagamentos - Colchão divii10 inte- 
grado (Algodão, espuma, sisa, modelo ortopédico e firmeza progressiva) 
Casà Ale Móveis: Onde Voce Compra Tudo Para o Seu Lar. 
Rua 7 de setembro, 140 	Ponta Porã Mato Grosso 
Sementes 
u GE! IER, L 
Selecionadas 
r, 
R 
@)[IDffi) 
/ 
Adubo 
• 
"T reflan" ·- Lubrificantes 
ELA VISTA - 
Inseticidas 
M. T G 
DA 
sso 
TC IOL.O AS 
Plll TIO 
DE 
DE 
PRODU O P R ATO GROSSO ., 
SOJB &GOSTO, SETEMBRO E OUTUBRO 
Gentileza da COM. ThlP. EXP. BELA VISTA LTDA 
A 1' I VI D A D E S: 	N(nitrogênlo) 1/4 no plantio 3/4. aos 5o dias I cooperativas. O armazém, silo ou paiol, 
Prepnro do solo: agosto, setembro Epocas de plantio n) região sul deve ser limpo com produtos a base de 
e ouh!bro 	variedades de ciclo longo 2!! quinzena Malnthlon ou similares. 
Époc11 de plantio: 15 de outubro a de dezembro híbrido- cargil- Asteca- hibri- 	' 
3o de dezembro 	da A groceres região sul variedades de 
Variedades: Santa Rosa, UFVI. ciclo curto lodo o mês de setembro 
Bossier e Mine-Ira 	' híbridos cargil- híbridos Pionee.r 
Espaçamento: o,6o metro 	Espaço e Densidade e Profundida- 
Den!ldade: 25 planta& por metro de: Um metro entre as linhas e 5 a 7 
Profundidade: 3 a 5 cm, solo úmido semete por metro linear, em L<ulcos 
Adubação e Calagem: conforme com 8 cm de profundidade, ficando a 
necessidade expressa pela análise quimi- semente coberta com 3 a 5 cm de terra 
.,,,,, ca do solo. 	Se111entes: u~ar semente seleclodadu 
,1 Controle de Prn.gas: conforme e produzidas por firmas Idôneas, adaptadas 
.
, praga, o estágio da eultura e a lntensl- à região e adquiridas anualmente 
dade da ocorrência:- segundo orientação 
técnica. 	Controle de Erva: As ervas dani- 
p I l 
nhas, serão controladas com 2 cultfvos, 
ragas ma s comuns. agarta elas- manuais ou mecílnicos, até aos 5o dias 
mo, vaquinha, lagarta da soja, fede do período vegettttlvo do milho. O coo- 
fede 
8 
pulgõe~. _
0 
1 
trole químico, quando necessário devná 
. Colheita. quando 95% das vagens ser feito com assistêncla técnica 
e11tiverem maduras. Período de colheita: 
entre 7 e 15 dias após a maturaçllo Controle de Prag'ls: Conforme a 
llslológlca das vngens. 	praga, a intensidade de' ocorrência, o 
• - 	estágio da cultura, segunde orientação 
Armazenamento: antes da secagem, técnica. 
Jaz-se a pré-limpeza do produto. Arma­ 
zená-lo a granel 011 ensacado com 12% 
de unidade. 
Preparo do solo: agosto a novembro 
Adubaçllo: eonforme as necessida­ 
des expressa pela análise quimlct. do solo 
Aplicação de Adubo: P(fosfato) to­ 
do no plantio k(potásslo) todo no plnntlo 
/ 1 
f 
Colheita: :Será feita manualmente 
ou mecânicamente quando es grão, esti­ 
verem com 15% de umidade. 
Armazenamentos: E recomendável 
a construção nns propriedades. Maiores 
benefícios slí.o proporcionados aos produ­ 
tores e a comunidade pelo sistema de 
Dr. Marcel Capiberibe 
Dr. Terlo Valente 
(Advogados) 
Rua Sebastião C. do 
Rego - 189 
Advocacia Geral 
Especialidades 
Problemas de Terras na Faixa de 
Fronteira 
Mato Grosso Bela Vista 
Dr. Oto Maracajá Brandinho 
Ora. Tozue Hara 
C on:-nltório l1édicc, 
Funcionando em período integral 
para melhor atender os belavistenses. 
Rua Duque de Caxias 
Bela Vista - Mt. 
MPEO­ 
N TO 
-- O campeonato de ban­ 
das civis que ora empol­ 
ga milhões de pessoas 
em todo País. realizado 
por uma TV em conve • 
nio com o llinistério dn 
Educação e Cultura frl • 
Ra Zair Cansado sempro 
foi um sonho de Paulo 
Roberto e também nosso. 
Preparamos no rádio o 
ambiente para usa rea­ 
lização, e merece aplau­ 
sos a decisão da ,'Fnar­ 
te", outorgar á bana11 
vencedora o trófeu "Dr. 
Paulo Roberto". Mas is­ 
so tudo resulta da nossa 
diuturna luta, dos 1u­ 
bsidios que fornecemos 
ao MEC com a maior 
boa vontade. O progr­ 
ma de Zair vai ao ar nos 
sábados ls 22:30 .horas

(f T 
E) 
ANIVERSAIUOS 
Alox Maltlonado Correa 
Sônlu Purodes 
Anu Maria L. Ocurlz 
D AI L E 
No clln 11 próximo aeneuclou11l Bai­ 
lo com tlostllo de moda, endo a rou­ 
puti t1 serem apresentados de N d I a 
D o u t l q u o. 
Não depende de nó sermos rico~. Mas 
de 0611 dependo frtzer Respelfor ll nos a 
pobreza ... 
dade que moveu a homenagem. 
E enquanto nos a]õce confraternlzu­ 
vum-se os coovldodo11
1 entre ele o pre­ 
tolto da Irmã Bel!i1 Vista Paraguay, Dou 
José Ramires, o Juiz de Direlto da Co­ 
marca de Jardim, João Carlos U. Gurcla e 
esposa o cônsul paraguaio Dom Eduardo 
Oenriz e esposa, o ub-comandante do 10." 
R.C. Cel. Zall e esposa. o presidente da 
CO.rnara Municipal Jo é Simplíclo da 
Ccsta Marques, o vereador Osvaldo Tu­ 
rinnl e esposa com classe de sempre, 
os elegante A utonlo Urbleta, Diva e 
Solo.nge e Dr. Murano. 
Vollah'e 
IIO:-.l[NtGE1 AO PHEFEITO 
Em ambiente ele multa alrgrla, beleza 
e carinho, abriu-se em grande e lilo o 
Grêmio Pedro Rufino nú dia 2 de mtt!o, 
pura delicioso nmoço oferecido pelos fun­ 
clon{1rios •la Prefeitura de Belu Vi ta, uo 
Prefello ~luulcipnl Dr. Hubem de Ca tro 
Pinto, pela passagem de seu n/ver·rio. 
O lulle linda mente d:.•corado a lJuse 
de plantas, arranjo de frutas. e rtore cul­ 
c111!0Pamenle escolhidn:1, Irradiava enll­ 
ment0, lrnrmon!1.1, uniúo, e pelhondo a fi­ 
slunomlu de todo' (cêrca du 200 pe oa ·) 
slneera !legrlu pela oportunidtde de ma­ 
nife tu 'ua amizade e admiração pela pe - 
soa do De. Castro Pinto. 
Orgunizada inteiramente em egredo 
por Zenóbia Gome , ônlu Maria Peozo, 
Dlvu Pinheiro, Lenise Raffel Ana Mariu 
0campo e Maria H. Pagliosa, a festa con­ 
tou com irrestrita colaboração do funcionalismo 
bem como do nmigos do Prefeito, desta­ 
cando- e o dlnílmko cu ai Victor (Titi) 
Penzo e l'U., o enu la la Abdala Soirn 
(Pnpilo), a cativantes Ramona lves Cor­ 
reia, lvonina 'ilvelra e da "mais que- 
rida" da city, "Casa do Arte ão". 
A resta transcorreu em clima ele since­ 
ra emoção e surpre por parte do exe­ 
cutivo, que deh1 só tomou conhecimento 
quando as primeiras horas daquela ma­ 
nhil, foi de ·permeio com melodiosa e ale­ 
gre serenata, r.ompo ta de cêrca de 30 
funcionário que ao som da mal pura 
música fronteiriça e muitos brindes lhe 
tma mitimm em nome d todo o funclo­ 
nalismo o honroso conrite par o almo­ 
ço. Nn ocasião Yornm ervidos gosto os 
salgadlnhos e bolo um presente ela ami­ 
ga Zilda Catreba, que quando a ere. - 
ta virou ballti, mostrou-se mestra tam- 
bém no 'ambn... . 
As onze horas deu-se Início o almoço 
no Grêmio, e com ju to orgulho os fun­ 
cionnrioR Homero Balta, onia Peozo, Ro­ 
vangelu Ocampo8 e Dirce Pinheiro rece­ 
blam e Introduziam os convidados ao S!l· 
lilo, cujo bom gosto e excelente aspecto 
da decoração foi reconhecido unflnime­ 
mente sobt·es alado-se o saboroso bolo 
obra-prima de Ilda Rodrigue11 Luurdr~ 
que a todos agradou. 
O cardápio multo inspirado, constou de 
arroz 11 grrga (Iria Chlmenes Pioh Iro), 
tiUladll. malonf-se (AdeUa Ocampos Alves) 
molho verde (Zenóbta Gomes), farofa com 
abacaxi e ameixa (Pacülca 8. Penzo) 
mirndloca (Joan11. M. Baita). e churrasco 
suculento e linguiça a cargo de Cláudio 
)ias Aives, Jercy B. Silva, Arsênio Lou­ 
reiro, e 'ieolu Romeiro o popular Colá. 
Sobre fartura e excelente sabor do 
pratos não houve quem não notas&e, r.o­ 
mentanct:>-se em multas rodas que quan­ 
do tudo é [Pilo com carinho e tilncuida- 
1le·nüo dá outra me ·mo: a festa sai µer!t:lta., 
Assim distribuindo simpatia, refrigeran­ 
tes, vinho e aquele whisky legul, revelou- 
1,e como um dos maiores batalhad.flres da 
T'asta Fernandes A. Gomes, o jovem e efi­ 
cleute chefe da nossa Clretran bem co­ 
o Fernando Silva excelente mecâ­ 
nico da garagem, Luis Carlos •(motorista) 
e Gregório Sleage. 	• 
Da mesma forma sentiu-se objetiva­ 
mente a colaboração do Presidente Ce­ 
zarino Oeuampos e diretoria do Grêmio 
incun!'ávais em proporciouar um ambleu- 
1e a 11tur,1 do alto espirHo de fraternl- 
Câmara Munici· 
pai de Belo Visto 
Portaria n» 3/77C.M. 5 de a­ 
hril de l.<J77 
Jos6 implicio da Costa Mar­ 
ques Previdente d 1 Cãmur 
llunicipnl Dda Vhtu, E•tndo 
de Mato Grosso usando da» 
atriboiçõe~ que lhe confere:. 
Jle,olre contratar pelo prnzo 
de l (um ano) o Sr. Antonio Lo 
pes para exercer as funçõed 
Contador, da Câmara Munic­ 
pal de Bela Vista, Estado de 
Mala Gro.so, com ,·rnc1111t'nto• 
equivalente o nfel l2 (doze) 
do quadro de funcionários da 
Prefeitura Municipal de Bela 
Vista. C' PIA-SE 
cozinha a alegria ern u mesma com 
'llalln1.1. Loureiro, Slrla Guedes Correa, Il­ 
da. Zenóblll, 1111, Diva, Joana revezun­ 
do-:•e 011. dlfil:1I tarefa de servir e divertir 
ao me mo tempo, que con egulram a con• 
tentu conforme o testemunho de todos. 
'o ulões e pulhados como coo tela• 
çõos, rodas de nmlgos, unidos pela mi­ 
zde oberana da festa: 
O Juiz de Paz de Bela Vista João Ro­ 
rlrlgues Acompanhado de Ut fila, O val­ 
do s Rosita, uir ,. Pinheiro e esposa, 
Tadeu Marques, Dr. Rocha, Dra. Vílnla, 
Dr. Joaolt· e esposa, profes ora Zulmira, 
profes ora Salomé .v. ilva, o fun- 
cionário Adolfo Coronel, Antonio Riba , 
Octávio Rodrlgue , Felipe !banhe , Pe­ 
dro e onla Carvallio, uivador, Izauro, 
João Estevão, Edgard lbauhes e de­ 
mal funcionário e amigo todo en­ 
cantado: com' a maravilho a múfea am­ 
bh·ntal executada durante toda a fe la 
p lo conjunto Je Rigoberto Velasquez e 
amigos paraguaio . a pedido do contral­ 
to euza Moreira que na serenata da 
vé;;pera demoo trou com ua Irmã éli 
suu musicalidade de enipre acompanha­ 
da no canto e 110 violão p<!lo famoso barí­ 
tono láurlio Alve . 
Após apagar as velinha colocada no 
bolo, o Prefeito ~lunicip:!1 agradeceu com 
emoção aquela homenngem, bem como 
a nudação que lhe foi dirigida pela 
fun. Lenl e RaHel, lembrando a todo a 
neces idade de e manter o me mo e - 
pírito dA unHio e lealdade aos princípio· 
e ideal que os unm em trnbalho e en­ 
timento em beneficio de nos a comuni­ 
dade, cada vez mui , transYormuda em 
ua pai agem administrativa com solu­ 
çõe concretu para eus principnis pro­ 
blemas. Ao laudo de ua e po a a primei­ 
ra dama ra. Clotilde de Ca tro Pinto 
cuja alegria era contagiante, e de sua 
filha Lemar a cargo de quem estiveram 
as foto da festa o Prefeito procedeu o 
corte do bolo oferecendo as primeira 
fatias as organizadoras da festa Zenóbia 
Gomes e ônla ;;1aria Pt::nzo. 
LEZÉ 
Bela Vist, MT 5 de abril de 
1977. 
José Simplfeio da Costa Mar­ 
ques Presidente da Câmara. 
CAM ARA MUNICIPAL 
DE BELA VI TA - MT. 
" ão · xist u I e I m is q a­ 
do para a iusl I ção da f culd de 
de gronomi , que D r d s": 
p U LO S LD H 
ltalivio pede união pelos 
Estados 
novos 
'enhor Pre,;idente 
Tenho a máxima satis­ 
fação de submeter a apre­ 
ciação do: nobres cole­ 
ga , a indicações abai­ 
xo que, se aprovadas por 
e ta Cu a, sejam enca­ 
minhada ao Exmo. Snr. 
Prefello Municipal. para. 
o deridos fio . 
1· Con erto de Eetrada 
Está exigindo, com a 
brevidade possível, repa­ 
roi., a estrada que Ybi da 
caieira à barra Caracol. 
passando pela Fazenda 
Ouro Branco. É uma es­ 
trada pela qual se e coa 
a produção da única In­ 
dústria daquela região. a 
cal, cujos produtores lu­ 
tam, como é do conheci­ 
mento de todos, com i­ 
mensas diliculdades pa­ 
ra o trau porte do seu 
produto. 
2- Arborização ela Cidade 
É notável por todos. co­ 
mo se encontram a urbo­ 
rização da cidade. com 
relação eo seu E:Btado 
que em algumas ruas, sua 
ramagem está quase atin­ 
gindo o solo. 
Apela-se ao. Senhor 
Chefe do Executivo Mu­ 
nlcpal, providências 
respeito. 
Contando certo com apoio 
dos nobres colegas, te­ 
nho o prazer de subscre• 
verme, 
Cuiabá .. providências legais e 
tão em formulação na áre,a: da Presidên­ 
cia da República e ao Miai t~rio da jus­ 
tiça, e dentro em breve era encaminha­ 
da ao Congresso sacional a mensagem 
da criação clú novo fü;tndo'', u sim afir­ 
mou o senador llalivio Coelho a0 ser 
consultado u respeito do assunto. 
O eenador dls e que "cabe aos 
mutogrossenses, de todas us áreas, a 
grande responsabilidade de viabilizar o 
grande progresso que se esperavg. Have­ 
rá suponho eu, _uma corrida de grandes 
proporções dos brasileiros para a efetiva 
ocupiiçüo da Amazônia mntogrolisenst- e 
nó todos. que trabalhamos e vivemos 
aqui, precisamos nos esforçar ao máximo 
para_ acompanhar ou participar, e se p0ssi­ 
vel hder11r essa onda de desenvolvimento" 
O parlamentar arenista fez questão 
de ressaltar a sua condição de matogros 
sense. Acreecentou que está enpenhado 
em conseguir, com os demais parluman­ 
tal'es, a apll.:açüo imediata de programas 
que assegurem a infra-estrutura necessá­ 
ria. do embasamento do progresso nos 
dois Estados, que, irnandos, estão con­ 
tribuido _com mais uma estrela no Pavi­ 
Ihão Nacional e que darão exemplo ma­ 
gmf!co de brasllidade". 
Respeitosamente 
Getúlio Lino 
Verudor 
O Oeput ,do Paulo aldanha, usan­ 
do a tribuna do Parlamento E tadual fez 
pronunciamento defendendo a necesslda; 
de da instaluç ,o da Faculdade Agro 
nomiu em Dourwdos justificando, com b 
se principalmente na e;.i tênr.ia de_ Lei 
o.o 19G8 _que criou a faculdade, locahzan· 
do-a em DouradPs. 
Cabe-me a responsabilidade de vir 
a e ta tribuna do povo, trazer a público 
nossas riquezas, e s nossas misérla" 
a no· as alegrias e os nos os de eocao· 
tos, as nossas ~otencialldades e UH nos­ 
sgs necessidade disse Paulo aldanl 
no início de seu 'pronunciamento dirigido 
ao Governador José Garcia {eto. 
'Não vimo± em todo Mato Grosso, um lo­ 
cal mnl a-tlequado. mais propício para 
a instalação do cur o de Agronom!a que 
Dourados, continuou lembrando reivindl 
cação que dirigiu ao Governador Garcttl 
eto, pnra que o curso e instalasse PT 
Ponta Porü, mas devido à argumentaçao 
do dirigente do Estado em favor de Dou· 
rados, pa sou a defender, também esta 
tese. Lembrando a existência da lei n.o 
2 51, que cita a Faculduile de Agronomia 
em Dourados, Paulo Saldanha defendeu 
a tese que irá h,meiiciar toda a região 
da Grande Dourado!:. 
A Faculdade de Agronomia e Dou­ 
rados acha-se por tanto, legalmente cri· 
ada, falt11ndo tão sómente a sua implan· 
lação pelos órgãos competentes do ensino 
superiores do Conselho Estadual de Edu· 
caçüo. 	. 
Disse e lembrou a estratégica posi 
ção ela cidarle de Dourados. prevllegiar1a 
por sua dansida1e demográfica assentadu 
sobre a agricultura e p cuária, que lhe dá 
a possibilidade de vir a se tornar uma, 
das maiores cidades do Brasil. J 
Dentro desF-e quaciro, raciocinou o 1 
Deputado Paulo Saldanha: Dourdos, que 
sedia Ullla das mais ricas regiões do 
mundo, tem por aspiração maior o fun­ 
clonamtuto da !acuidade que por lei, jã 
1 
lhe pertence desde 1.968. . j . 
Ao final de a!n pronunciamento. 
Paulo Saldanha convoca todos os reprds 
sent'.lntes da regiãv na Assembléia Le· 
gislativa para, juntos defenderem esss 
po_slção legal existente, colocando nJlJ 
maos do Governador Garcia Neto a com· 
preensão e sensibilidade suHciante1 paft 
alcançar a verdadeira extensão da rei 
vindicaçãu do povo e da re!!ião dti v,11· 
rados. 	º 
C) 
D,