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RI B U 
r ---------------------------------------------------------- 
10 
1) 
OI ONT 
Fundador: Ivaldo Pereira 	N.o 252. 19/6/77 
YEREBDOR 
CR ZEIR 
BFIRMII: IGÊ 
DO SUL SEM 
l 
O vereador Nlvaldo de Barros, da A-1 para que ela chegue até Beln Vista". 
ren, enfoeou no plenérlo a situação ca- Segundo Informações do deputado Ubaldo 
lnmltosa da Agência Rodoviária local. Barem, o problema entirgla eléh·lca estfl 
Afirmou o vereador que é "Inadmissível solucionado: Bela Vista receberá energia 
ver senhoras sentudns nas calçadas aguar- elétrica de Urubupungá ... dentro em bre- 
dnndo os onlbue, Isto porque a agência ve ... mult,, breve. 
da Vlaç!l.o CruzPlm do Sul possui apeuas 
um banco, insuficiente pura o movimen- 
10 do mesma. Nem memo um saullúrlo 
possui 11 agência, e que chega a ser u­ 
ma aberração, polti uma médl11 de nove 
onlbus circulam diáriamente em nossa 
eldado". Disso ainda o vereador "que as 
lnslalações acanhadas já núo suportam 
o afluxo de possugelros. sendo de curá· 
ler urgente um upêlo ao .Dc;RMAT" No 
sentido de tomar providências Imediatas. 
"Nós perguntamos: E a Estaçllo Rodovi­ 
árh1? O terreno para a mesma foi doa­ 
do pelo senhor Abdalla Satn, e até o 
momento exl11te apenas a "idéia''. Espe­ 
ramos que se concretize. Sabemos que 
a construção da Estação Rodoviária exi­ 
gira lt1rgoe recursos e que no momento 
outras prioridades estfi.o nos planos do 
Ex?cullvo, mas ... c a iniciativa parttcu­ 
lar? A formação de um grupú econômi­ 
co belavistense poderia ser uma opção, 
ou melhor, uma eoluçúo. 
Diretório 
e 
Arena 
Dinâmico ... 
de 
-O 
' » 
r 
Contam os poetas que o sonho é re­ 
!lexo da realldaJe. Afirmam os adeptos 
do pensamento positivo que o pensar 
grande atrai grandes realizações. Permi­ 
tam-me iJ0nhar e a pensar grande. Estas 
palavra" foram proierictas pelo vereudor 
Nivaldo de Barros. na Câmara lIunicipal. 
Bastante entusiasmado, o vereador, que 
é também Secretário do Diretório da A- 
- i:ina, tez um breve relato de obras pri­ 
oritáriss que o povo belavlstense tanto 
almeja: Luz, Asfalto, e até mesmo estrada 
de ferro, süo reivindicações que devemos 
diuturnamente encaminhar às autoridades. 
Nilo nos atemorizemos com as chacotas 
uu OH pessimismos. O Diretório da Are­ 
na, no caso do fechamento do Hanco 1- 
taú tomou conhecimento que se tivésse­ 
mos solicitado- uma intervenção do Ban­ 
co entral a agência não teria fecbado. 
Hoje, o BRADESCO prepara-se para a­ 
brir a sua agência, grande mérito per-. 
tence ao Diretório que enviou ofícios à 
Silo Paulo (Direção Geral) à Brusilia 
aos politicos da região, Senadores ltalivio 
Coelho e Rnchid Saldanha Derzi, aos De­ 
Putados Ruben Figueiró, Paulo Sal_danba, 
enfim, nosso apêlo foi longe e hoje ve­ 
mos a realidade. Criança qaaudo chora 
quer alguma coisa e como crianças, va­ 
mor- chorar, pois receberemos o que rei­ 
indicamos. A energia elétrica está para 
chegar a Fazenda lamarati, vamnos lutar 
O ex-governador divul­ 
gou a integra do telegra- 
ma enviado ao .. Jornal do Slncerumcnto, há qualquer coisa de 
Brasil", contestando no- Mal n'l Ci.Jsa do Pai. Hó. quttlquer oolsa de 
ttcla 1mvlada pelo corres- foi porque não podemor> conceber Em- 
pondente de Campo Gran baixadores de Cristo criados e vividos 
de que, segundo ele, não t>ntre os Fngradoi- textos. esconderem 
Interpretou suas declara- mensageiros do Mul, apóstolos da desor- 
ções com acerto. Els, na dem e da eubv<'rsllo sob o teto da Cnsa 
integra o t.Plegrama: do Senhor. Pastores cientes dos prlncipl- 
.,Redator uo jornel os elementares da Teologia Moral abra- 
do Brasil, Rio de anel- çam cegamente e divulgam filosofia mar- 
ro. Lí, surpreenclldo, no- xlsla, cujo principio fundumen1al é.a de11- 
ticlárlo seu jornal, 12 cor•• crença no Pai. "A religião é o ópio do 
rente, me atribui haver Povo". Nilo snberoos porque este peque- 
declarado AI-5 deveria no grupo de prelados comunistas e ou- 
ser aplicndo ex·governa- tros Inocentes úteis, mais úteis do que i- 
dor Pedrosslan. Pergun- nocentes não tonam n sério as plavras 
n entrada de uma casa de fomllin rcpnrem que tudo pelo repórter sua fle Cristo: "Dai a Cesar o que é de Ce- 
nilo ern na entrada cio um Convento encontrei, folha ero Campo Gr11nde sar e a Deus O que é de Det:s". Deixam 
em moldura de muito bom gosto, cate nviso: ''Fd· a cerca prócessos ine- de lado a Boa Esperança do Evnngelho 
lem Alegres, rindo mos sem ferir a caridade, nem 
n humilJadc, nem a discreção". 	gularidades e tos cor- para emltireru opinião sobre o direito da 
Agrada, ele inicío, o convite a ser •espontâneo, rupção teriam sido prntl- Terra, Inflação, Custo de Vida, direito 
natural, o convite n Calor e a rir ... Quando nos cados dr. Pedrossien no rio Judio, direitos humanos, etc. A úlllma 
sentimos à vontade, falmos pelos cotovelos... exercício cargos públicos, é expressão da moda, assim como estt- 
Quando temos qualquer problema com nlguém, o respondi apenas Isto: que veram em moda: 'Yankes Fora", Abai- 
quando andamos amolados, meu Deus, que difi- 
culdade para falar. Ficamos monossílabos: "Sim", acusações envolvendo xo o Imperialismo" e outras que em cor- 
Nü,,, "Talvez" ... As pnlavrn~ ficam nrran,:ndu~ n atos subversão e corru- ta época apareciam escritas oos muros 
sncarrolha. Que bom conselho o de não deixar pção interessam sempre brasileiros, rance8e8, nas paredes do 
que os outros paguem por nossas contrariedades revolução motivo pelo Harlem e até no muro de Berlim. A con- 
e nossos problemas pessoais. 	l 1 te 1dit i1 é ir ttr di 
Fnlnr sem ferir a cnriclndc. Jú repararam como qua n ° en en a no- fusão tanta que V mos ou ro a num 
rara é a conversa em que alguém não seja tesou- portuna denúncia sena- debate, na TV francesa, entre o soviéti- 
rado? E às vezes e muitas vezes, a tesoura desce dor Canal e contra ex-go- co Leonid PIyutch e o Arcebispo itin- 
fundo e rasga forte. ião raro a reputação alheia vernador Pedrossian, so- rante do Brasil D. Helder Câmara o so- 
é estruçalhndn com a maior leviandade, sem que bretudo prometi o sena- vi ético mo1,trar ao prelado, profeta do 
haja nenhuma certeza do ;!,ue e
st
á sr.
n
<lo dito. E dor documentar sua de- socialismo moderno onde estava o pecado. 
mesmo que seja verdade_plena, _quem nos autor púncia. Não pronunciei O fato aconteceu mais ou menos assim: 
zn a despir as criaturas diante doe outros? 	a 
E julgamos; condenamos, atncnmos como se fôs- 1,equer expressll.o Al•fi. D. Helder tocando D08 direitos huma- 
semos virtude total. sem sombra dr. folho. Como jamais pediria aplicação nos disse que nüo era possivel sua voz 
nprccio quem é capuz de conversar animada esse to contra qualquer ser ouvida em seu próprio país. 
alegremente, sem alfinetadas, em tesouradas e, cidadão particularmente Pergunta-)bA e diseidentEl soviético, 
claro, sem golpes de foice. Não é menos diflril 	- 
folar sem ferir a humildade. A conversa vai se visando sm,pender ativi- .. se depois de fazer essas declaraçoes 
animando e não rnro, cada um e cada umn vai con- dudes e direitos políticos em tt>lt>vii-ão estrangeira poderia voltar 
tnnclo suas vantagens, vai cantando os seus feitos qualquer homem público Jivrrmente à sua diocese. D. Helder res- 
se nos lembrássemos da gozaçilo a que_ são leva militante nossas agremiu- pondeu que sim. Diante da resposta afir- 
dos que vivem trombeteando os próprios ·itos... ,, ·tid{ri· Dese ti 	<. ri-Ih L id, depois 
e rimos dos outros e dos outras que se espalhai, j ções par! ar1as._ '' mativa inqu rrn- 8 eon , se - 
se exibem, como pavões que abrem a cuueln e mdo, interpretação dada poderia viajar novamente ao exterior e 
ficnm rondando, l- ingênuo pensar que no retirar- repórter minhas Cleclara- outra vez regressar ao Brasil. D. Helder 
nos da roda em_ que cstávao, não _seremos to pães, não correspondem teve que admitir que sim. Diz-Ihe então 
sados também. Falar não ferir a discreção, será 	_..-+y--·nt_ or 	iotj v )h :aro Arcebispo, compare 
mais fácil do qu: falar sem ferir n caridade e n m Direfor ao t'atrimonio; S llOVIe lCO. O c ·, 
humildade? ... Qnnl nada .. Nao é f:ícil encontrar P Relaçõet< Públicas: Ezio M sua situação com a minha que nlio 
quem saiba guardar segredo da verdade. . Às vezes, ç rfcio José de Oliveira. osao regressur à Múc Rursla, e disse 
até o que é confiado com n garontrn de não •er m 	!ais que qualquer dissidente soviético 
passado adiante ... O pr6_prio sigilo profissional as 	ternado nos Hospitais de Psiquiatria 
aqui e ali é arranhado. E o, três avims emoldu- d 	Cuba OU Moscou trocaria, de olhos 
rados na entrndn dn Casa da familia amiga, por 
mais importantes que sejam nin<la sào avisos ',	lados, ua situação pela de preso po- 
para cvitnr faltas contrn n discrcçdo, contra a hu• çõ'i 	ico do General Pinocbet. 
mildade, contra a caridade,,. Mas é pcrfcitnmcnte 	E e prendeu D. Helder com o dissi- 
possivcl usnr º dom divino E e" .gr A #;" soviético ª Importancla do direito 
e aproximnr 08 irllÍÍOS, para al,.grnr n todos sem r. mm 0'3SO !li r,i_ ~mano de ir e vir. . 
a ninguem ferir, para sustentar VuÍi ii l } 
n anirunçüo <lo pnlcstro. dnndo vez aos mais hu- 	Graças a Deus temos direitos ao 
milúes e mais t.lmidos. Já lernm no Novo Testa- 	• ADVOCACIA EM Cio ·de cada dia oom trabalho honrado. 
mento o terceiro capitulo da Carta de S. Tiago? 	----- iio há o problema de desemprego no 
Vale a pena ler e reler, ler e me<litnr o que • ele 	rasll. Há paises em que a taxa de de- 
escreve sobre a nossa lingua. O povo diz que há 	(
0
/ 
certas pessoas que viio precisar de dois caixões: » 	3mprego atinge a quase '/o da sua 
um para o corpo e outro, maior ainda para " I Rua Volunuírios dn Pátria :>pulação. Não pode essa parte do povo 
Hngua. Feliz de quem merecesse escutar do Se- 	'' guir o preceito bíblico: "Ganharás o 
nhor. Us1111es n tua língua de modo udequado. d 	ão com o suor de seu rosto." 
em falastes n mais. nem a menos. Louraste ' Bela Vista 	Sinceramente, d('pOis dessa de D. 
teu Criador e P
4i. Fiz~•te de tua língua um ins• Cri 	[elder, eu estou convicto .. Há qualquer 
trumento de pnz e de amor ... 
(do livro: Um Olhar Sobre. n Cidade) 	,olsa de mal na Casa do meu Pai.'' 
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Bola Vista 
A 1ltuação •conômlca e financeira da 
Naçilo não é das mais agradáveis. To­ 
das as classes ativas, produtivas, empre­ 
sariais, agrícolaa, Industriais, civis ou i­ 
mobiliárias estilo sentindo em seus negó­ 
cios 111:1 consequências de uma crise som 
precedentes na história econômica do Bra­ 
sll. Nunca como nos últimos dois nnos, 
foi tfio assustador o número de protestou 
de titulos por falta de pagamento. Do 
mesmo modo, o número de Inlênclas e 
concordatas a<1sumlu aspecto desolador l---------------­ 
porqua tudo gim em torno da falta de nu- 
merário. Onde e11tâ o dinheiro? 
Todos perguntam. 
Quais as causas de tanto deslqullibr!o 
flnancefro? É que os Bancos estilo fecha­ 
dos na sua grande maioria. 
Não se atrovem aos grandes riscos nem 
a outros tipos de tran1:1ações porque o 
futuro é Incerto e a inflação galopante 
afugenta as apllcnções de capitais a Cur 
to, a médio e a longo prazo. 
O Hanco Central baixa ordens e instru 
ções severas e anacrônicas que não po- 
dem ser observadas pelos eetabaleclmen- 
tos bancários que dela dependem sob os 
mais variados sistemas financeiros. Em 
consequência, por falta da dinheiro o 
País caminha a paesos trôpego&, porque 
eh, é tão m:cessárlo para o desenvolvi­ 
mento como o ar que respiramos, como 
a água para os sedentos ou como a saú­ 
de para os enfermos. 
Os financiamentos para a ngricultura 
são dlficels e onerosos enquanto que os 
produtos deles derivados são objeto de 
preços vis, de taxas e de. e11peculaçõe11 
descabidas. Uma atmosfera de desconfi­ 
ança e de descrédito perpassa por so- 
bre a Naço ao mesmo tempo que os 
problemas pdít!rcs €ciódom de Norte a 
1
----------------­ 
Sul ti-azendo a lnRegurauça das instltui­ 
çõee, a intranquilidade social frente às 
especulações imobiliária8 e às explora­ 
ções no que tange aos artigos alimenta­ 
res. O povo sofre na carne e na alma 
os desmandos doe inconoclastas e aos 
deformadores da ord11m pública. 
Os abusos aumentam eontra a popula­ 
ção indefesa ante a inércia daqueles que 
Unham e tem o dever de defendê-la. 
outras tipicamente lati 
mais outras, por fim, n 
, lura é um trecho de B· 
e guida, dom Héder com 
s lüm ocidental, un lat 
de E nesse ponto, atabaques 
r ma oração· do período. 
Grosso - Pausadamente, obser 
tervalos regulares entre 
pi outra, o arcebispo lê tr 
•o "A glj.erra se torna, ca 
- surdo. E verdade literal 
>- senta potencialmente, sui 
o humanidade Mas, ao lad 
O governo tem sido impotente para 
coibir esses abusos, quando tem .-im su- 
8 mãos o Poder Supremo. que merece 
ser respeitado e aplicado sem temores 
quando está em jogo a sobrevivência da 
própria nacionalidade. 
(João Jorge • Amparo) 
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'Departamento Comercial: €mando G. @asco 
Diretar Comercial: claro prira 
A r t e : Hélio Guedes Corrca 
Circulação:Jane Velasques 
A
C
1
o ':II P os 1 ç u o: Petronio Leão Lyberncy Lino 
tair Marques, Laucidio Medeiro 
1 
m P r e ssão: Nilson Roberto de Souza 
R 
Redação. Administração e Oficinas à 
ua Duque de Caias S/N Bela Vista. MI. 
Assinatura Anual 
Bela Vista 
D 	CrS 150.00 
emais .Mnnlcipios CrS 180,00 
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r 
' . 
...

Bela Vista - Mt. 
-------~ 	T1ibun11 d!l Fronteira 
Hl-G-77 
o 
1 
Sendo, neste momento, a primeira o­ 
portunidado quo uso enta 'Tribuna, neste 
ano faço-o com 11. maior ulegrlu, pois, 
teuho n oportuolclado do congrnlul11r-me 
efusivamente, com o Sr. Presidente Lr 
nesto Gelsel pela históricn o cortíssima 
decisão de orlar um novo E tudo, na Fe. 
deraço Braslleirn, o Estudo de Campo 
Grande, com o desmombramonto de uma 
pequeuu parnela do Imenso o rico Esta­ 
do da Mato Grosso. 
Eslá•HO lnfoi-mado que, brevemente, 
ch11garA no Congresso Nacional a roen­ 
angem concretizando a doc!Rüo raferldu 
em termos leguls, atrav(~ de Lei com­ 
plementar. O lntoressante que muítos :la• 
quales que, enfáticamente, diziam-se con­ 
tm a orlaç!ío do novo Estado. aqui mes­ 
mo• na Câmaro, hoje, arvorem-se até a 
ntluglr posições de relevo na Yl<ln política 
administrativa de Muto Grosso, dnudo u 
lmpreesllo que núo se recordam que até 
3 de maio, agressivamente, manifostuvam­ 
s, contra a criação do novo. Estado. 
Os Anais da CO.mara e os pronunciamen­ 
tos publicados, não nos deixam faltar com 
a vordnd0. É Interessante, portanto, ver­ 
se a falta de coerência dos inusitados ci­ 
dadões. Ooteip eram contra e agora de­ 
sejam até, co:r.o já disse, num comporta­ 
mento iocoorentc n!ing!r po3lçõ:::s, q;,::.n­ 
do do lato eram, no momento, n!!.o süo 
mnis con!ra a política preconizada pelo 
Governo Federal. 
lloje é foto conaumodo, nilo há dúvida, a crio­ 
ção de mnis um novo Estado Ilrn,ilciro o de Cam­ 
po Grande. Tanto iluto Grosrn, com'> Campo Gran­ 
de devem ser liderado• pol!ticn o nclministrativnmen• 
te pelos lideres polltiros que desde n prime.ira 
horn, de públiro, som constrangimento, declaram­ 
+e a favor da medida, aliás das mais sábias do 
Presidente Geiscl. 
Pnrabéns, Sr. Presidente Geisrl, pela decisão 
fato dos mais importantes nn História Pátria des­ 
tes últimos tempos, com notáveis vantagens, no 
etor de Segurança Desenvolvimento, no só dos 
doí, Estados, como tombfm pntn toclo o Busil. 
Vivam os dois Estudos, Mato Grosso e Campo 
Grande, duas futuras grandes Potências, lo contex­ 
to brnsilciro no setor do progresso e desenvolvimen 
to da Pátria Comum. 
Senhor Presidente, Srs. Deputados, o princi­ 
pai motivo, no entanto, da minha vinda u este 
microfone, é outro, isto é, assinalar o fao dolo­ 
roso de saber-se que rnois uma vez, 11 l clrobras 
não toma conhecimento de !l1nto Grosso, do Ccn• 
tro Oeste de um modo geral e cspecinlmentc do 
Pantanal Matogrosscnse e Campograndense, para 
áreas de pesquisa, através de Contrato de Risco 
ou pela própria Petrobrás, que enu_saiba, de Petró­ 
lco. Já discursei, destn mesma Tnbunn, olertondú 
e protestando, junto Petrobrás, o Governo Fe­ 
dera] de um modo genérico, contra essa pré·indis­ 
posição, com referência n pesquisa do imenso ter­ 
ritório matogrossense e campo2randense e da re­ 
gião Centro Oeste, destncnndo-se o Pantnnnl, co· 
mo rea que deve possuir imen,ns rl'sen·ns petro· 
Híerns. Lanço-se n licitação, dez novas áreas, to· 
das menos uma, na plataforma submarina c a re­ 
i;_iào Centro Oeste, nada. Fiz, nqm, Sr. Presidente 
Srs. Deputados, longo pronunciamento, _ ':'" nno 
passado, juntando provas de que. e x1st e m 
indicios concretos da existenciu do 
'.ouro negro", na imensa plamGJe, rntitu- 
(" 
lntln Pantooal, ·ao Bruail e no P,iragual, 
chamada C1rnco. Já ao provou quo no 
Chaco que é o Panta11ul no Paraguai, há 
petrórno, mar-, no Brasil, ondo o Chaco. 
chama-ao l'antnnul, niio existe, o mesmo 
caso dá-se quanto a Bolivia. 
Há Petróleo nos nntcplanos bollvla• 
1101,, bom como 110 Chaco Holivlano, mas 
no Brnsll, não existo, ou melhor nunca 
lle futo, fuz-se, polo menos que ou iba, 
um trnbalho sério de peaquh1a e proe• 
pecção na referida ruglào, antigo Mar 
dos xnráls, com aproximadamente 300. 
000 kms. quadrados. 
A imprensa escrita, falada e tele­ 
visada, faz poucos dinas noticiou que o 
projeto radum, constatou manonclal pe­ 
trolífero, na Ilha do Bananal (rngiü.o Cen­ 
tro Oeste). Nü.o me consta que a Petro­ 
brás, através de Contrntos de Risco ou 
por ação própria, irá implantar naquela 
Ilha, aliás, a maior Ilha fluvial do mun­ 
do, uma base de perfuração, ou seja im­ 
plantação de uma 1nfrnestrutura du pe­ 
trobrás, objetivando atingir o l;,nçol, 
constatado pelo Proj6to Ra<iam. Parece. 
nos, que há uma certo. obceçO.o da Peh·o­ 
brás, quanto as regiões dn costa. atlânti­ 
co, num sistemático, posicionamento, de 
dnr fR costA.ll pti ra o interior brasileiro, 
quanto as pesquisas do 'ouro negro" fo­ 
ro. da plnta:forma· submarini1. Se o Pan­ 
tannl foi como se afirma um grande Mar 
interior no passado, por que, me "Deus 
do Céu", núo se pesquisar a grande área? 
Se a Petrobrá!! não possui condições de 
exercer esse traballo, por fulta da con­ 
dições próprias, que o fuçu, através dos 
Contratos de Riscos. O Supremo Arqui­ 
teto do Universo, não teria sido tüo pa­ 
drusto, para com o Brasil, determinando 
que a nossa Pátria, tona que ser uma Ilha, 
cerca.da de Petróleo por todos os lados. 
Hegietr,>, Sr. Presidente, Sr■• Deputados, mais 
uma vez, cm nome do povo matogrosvense e cam­ 
pograndense, o protesto, o desencanto e mesmo a 
reola, contra o-Petrobrás, peln sua atitude de 
dcoconheccr, Mato Grosso·, o pantanal e n região 
Centro-Oeste, como prováveis áreas de ricas pos­ 
sibilidades de encontrnr-se Pe1r6leo. Que Deus. 
ilumine n intcli"êncin dos técnocrnt•• e burocrn• 
tns <la Petrobrás" dundo-lhes mais ngilidnde, nçilo 
mais rápida, menos papéis e sutilezas jurídicas 
ao concretizor•se os Contratos de Risco. ganhando­ 
se tempo, na pesquisa e prospeção _das regiões ci­ 
tadas. E preciso lembrar-se que existem vezes que 
as primeiras impressões não são favoráveis, que 
através das pesquisas convencionas não existe o 
produto numa, vamos dizer, ineoerên_clu da pr6- 
priu nnturczn, que no coso, cm cspccrnl, aprcaen• 
tn-se de formo diferente, fugindo nos preceitos ci- 
entíficos rígidos pré csrnbelccidos. . . • 
'üo seria o caso do Pantanal? Se Já se fez nl­ 
gum trabalho ou algo pnrecido e nà~ foram boas 
ns perspectivas. por que não se partir para outra 
formo, talvez, 110 terreno, nbnndonnndo a prática e 
a teoria, já conH1grnda? 
Não nos entra na cabeça. como so diz ,·ulgnr­ 
mente. que hn-..endo romprovoclnmente ~etr6lco no 
Choco Paraguai, repito que nada mais é que o 
Pnntannl, no llngun espa1.holo, não ex111a nu Brn· 
sil, diante de uma simbólica fronteira, m largo 
trecho, decorrente de uma linha imaginária. (Como 
a Petrobrás explica a descoberta do Petróleo. em 
Porto Esperrnça, Distrito de Corumbá, em 19.39, 
havendo ordem na época para lacrar o poço e n­ 
cerrar a atividade da Companhia, liderada por Mon­ 
teiro Lobato'? Fica, portnnlo, repilo, mois nmn ,·~z 
rc,.inrudo o nos•o protesto e desencanto, com re­ 
la&ao a Petrobrás, por ausentar-se da Região Cen­ 
tro Oc,tr. 
Deputado GaHílo Muller 
Com presença de mais de 30 pro­ 
fissionais de imprensa, que reuniram ·pe 
na tarde de ontem no salão da Câmara 
Municipal foi fundado o Clube de Impr(n­ 
sa de Dourados CID tendo sido eleita sua 
primeira diretoria que ficou assim cons­ 
títuida: Presidente de honra, Dr. ,José 
Elias Moreira; Patrono Armando da Silva 
Cnrrr.eleo, Presidente 'l'heodorico L. Vie­ 
gas; Vice Presidente, João Natalicio de 
Oliveira; 1 o secretário, Cicero Faria Li­ 
ma; 2.0 Sec. Valfrido Silva 1felo; T1:,sou­ 
reiro, Nello Kegler; 2.o Tesoureiro, Jor· 
ge Prata; Conselho Fiscal: Wlademiro 
Muller do Amaral; Jorge Antonio Salo­ 
mão; Júlio Almeida; João Ricco e Mar­ 
co Antonio Cunha. Departamento Social: 
Albino Mendes; J. Alberto Merino; Valter 
Lombarde; Carlos Alberto de Matos Oli­ 
veira e Vander Verão. Assessoria Juri­ 
dica: Isaac Duarte de Barros; José Mar­ 
ques Lulz; Ayrton Barbosa e Altair da 
Costa Dantas. Departamento Feminino: 
Imera Fedrizzi; Adiles do Amura! 'I'orres'. I 
Eliza. Rosn Ramires; e Isaura !erino. 
Diretor do Patrimonlo; Sidney Gomes. 
Re!açõei: Públicas: Ezio Moreira e Mau­ 
rício José de Oliveira. 
AGRADECI- 
MEHTO 
[ r . Ava onso d a 	€C a s t a Mares 
ADVOCACIA EM GERAL 
Rua Voluntários dn Pátria, 376. Fone 210 
Bela Vista 	Mato Grosso 
Meus agradecimentos 
qmrndo o&llvc lutl'ruado 
no Hospital So Vicente 
de Paula pula atenção 
do Dr. RobervAl Borges, 
pelo. deúlcaçilo, cnriuhu e 
paciência da!! onfermui­ 
ras: Evn Hibuiro, Eliona 
Cnbrnl, Célia e do onfer­ 
mclro Ram1.io Ellchosr. 
Também meus sinceros 
agrucloclmen los 1101, uml­ 
gos Roberto A ornrllbn l:l 
Osc:ar que me socorre­ 
ram em tempo oportuno. 
''Amo e honre a pro­ 
fissão que lho foi ccnfia­ 
do.". 
João Luls Ribeiro 
leia e assine o 
Joraal Tribuna d 
Foi'eira 
1EMITO 
Li€IES 
O ponto da 
encontro da Soclo­ 
dade murtlnhnoso 
Rua Dr. Correa 
N9 56 
Porto Murtinho 
Mato Grosso 
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Produtor do Calcário 
"Uma Empresa que 
• Escritório em Jo.rdim - Avenida. Duque 
Bodoquena km. 54 - Rodóvia Jardim - Porto Murtinho 
acredita no sudoeste e no Novo Mato Grosso'' 
de Caxias (ao lado do Hotel Orientei) Cx. Po,tal 08

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A agricultura só é forte quando é mecanizada. 
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K• '  ,, 	• ,.. • • • 	• , •• / ·••'•l~'I. ~- . . .. , • . , 
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•;,; ~ • • • '.;~ ~. ,is~, .. ~ ;.w~ : 	.,.,.,,=· 
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g 2?5;>?::± S$;:fi$54r;"; .. "Sy-S3à 2;;s;;;- 
%22±e± ±a#J%2M - S _ ?é5 ti"bêsffftssétff f ::;.,.~ ';--s.c•!.;-.,;, ; ~- • ...:', ~--.---.-: "7'.:;"cL, _ •. • _ -~ - • .. ·· • ° g-+. .__,_ · -~ " 
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Bela Vista - ML. 
Trlbuaa ela Frrnntela 
19-G-77 
l 
O Jnsllluto Nacional do Colontz,1çã<, e 
Reforma Agrária - INCRA, través do 
Coordenador Regional no Estudo do Mu­ 
lo Grosso, com Indumento no artigo 3% 
do Decreto nº 7G,GU4, de 28 de novembro 
de 107íí, combinado com dltiposlo no1< ar­ 
tlgos 2 do Docreto Lei '.nº 1414 de 18 de 
ngoslo de 1975 e 5% da lei n0 4947, ae 
6 de abril de 193, convoca Adolfo Sn. 
Jomfi'>, Alady Escobar Nunes, Alclllo Lo­ 
reno Schaurlch, Ataíde Marques da Silva, 
Ary Domingues Vieirn, Alicio de Souza, 
Altair de Souza. Alvuir de Assis, rruerl­ 
co Feliu, Almançor Ferreira Leltl:l, Anto­ 
nio Pedro Zardln, Armindo Pydd, Arnal­ 
do Paes Barreto. Antonio Cardoso AU· 
guslo, Acloly de Souza, Beltrão Lopes 
da Silvo, Crlstovão Ifran Costa, Clovis Pu­ 
lrn da Rosn, Clementina de Souza, Cindir 
de Souza, Celso Coelho Xavle1•, Deollnda 
Medeiros, Epaminondas Escobar, Edson 
iledelros de Mores, Eládio Rojns, Evl­ 
láslo Nunes de Mlrandc., Flori Murano, 
Gentil Vargus da Rosa, Gilberto Klrchner, 
lforáclo Marques da Silva, Hugo Klrch· 
ner. Irineu Amaral Cardinal, Inah Pinto 
Curdlnal, J oo Loureiro Pinheiro, José 
Slmplício da Costa Marques, Jullu de O­ 
liveira C1mlinul, João Fernandes Cano, 
João Eslfwão de Castro, João Francisco 
da Silveira, Juvel!Ul de Souza, Leandro 
Acloly _de Souza, L~zaro Correu da 11- 
rr va, Manoel Rodrigues da Miranda, Miguel 
Antonius Remacre, Maria Antonia da Sil­ 
va Arce, Nndlr de Souza, oacir Garcia 
dos Santos, Nicanor Lima, Oscar Araújo, 
Ollmplo do Amaral Cardinal, Oliveira Vi­ 
tor, Pncáclo Aréco, Pêgo Loureiro de 
Almeida, Paulo Coelho de Souza, Rõmu- 
111 Pei·eiru, Rodolfo Gonçalves Terra, Ro­ 
berto Gcnçalves Terra. Sebastião Milton 
E Rosa, Sebastião Zacarias, Sergio Rober­ 
to Perondi, Tibiriçã Lour(!iro do Almeida 
1- 'irgílio Pereira dos Santos, Zoé Lourei- 
ro Pinheiro e demvis detentores de títu- 
1 los Nujeitos à ratificação. abrangidos. pe- 
1: 1 , Memorial Desorltlvo a seguir transcri­ 
t ), a apresentarem seus títulos e demais 
:, cLcumentos relar.lonados 110 artigo 3.o da 
eus parágrafos do Decreto n.o 76.6!:!4 
1 ele 28 de novembro de 1975 polo prazo 
de 6O (sesenta) dias corridos, contados 
partir das 8,00 boms do dia 20 de ju- 
nho e até às 17,00 hs. do di 19 de agos­ 
to de 1977. 
A apresentação dos citados documen­ 
tos deverá ser feita na Séde do Projeto 
Fundiário de Jardim, à Avenida Duque 
de Caxias, 989 em Jardim MT. 
A não apresentação dos citados docu­ 
mentos importará em ra6trições· legais 
relativamente aos imóveis cujos detento­ 
res nã.o se habilitarem ao processo rati­ 
ficatório uo prazo acim,a estipulado. 
riu uo :'lluníclpío de Dela Vi@ln )lt, com uma oon· 
formação irregular, abrangendo aproximadamente 
129.000 hectares (cento e vinte e nove mil hecta­ 
res),estando compreendido quase na sun 101.alirlu­ 
de, encre os rios Piripucu, Apa, Córrego Sombreiro 
e São Lui. Partindo da confluência dos rio Pi­ 
ripucu com o rio Apa, eguindo o rio Piripucu 
nc1mn mnrgeu1 C►<JUl'rdu ·em vários rumos e dis­ 
tância 016 11 coníloêncio com o córrego Siio Lniz. 
Segue dn( córrc::o São Luiz ncimn pela . margem 
esquerda em vários rumos e dist.inc1as uté encon­ 
trar o córrego Santa Vitória. Segue por este aci­ 
mu peln margem esquerdo ot6 u confluêncio com 
o arroio Sucuruy• Pelo arroio Sucuruy acima 
margem esquerda até a sua cabeceira. Daí segue 
por uma linha seca com rumo de 83.oo NW oté 
en.contrnr o córrego Silo Luiz. Seguindo, por este 
acima margem esquc-rcln nté sua cabeceira. Deste 
ponto defletindo o direito segue acompanhando o 
e•pigilo diYi~or dos 6;nas dos rios Apo e Mirondn 
num(l di,1üncin oproxunodo ele ,33.500 tu até encon-: 
trnr o cnbccciru mais oha do rio Piripucu. 
Daí por estr. Rio nboixo cm suo mor~cm direi• 
ta até o ponto mnls pr6ximo da cabeceira do cór­ 
rego Sombreiro. Daí, por amo linha seca numa dis• 
tüncin de 1.100 m rumo 33º 00' N E,. oté encontrar 
u cubeceiru mais alta do córrego Sombreiro. Daí por 
este córrego abaixo em sua margem direita até sua 
confluêm·in com o rio Apa. Deste ponto sc-gue rio 
Apo oboixo pelo sua margem direita eu vários ru­ 
mos e distâncias 11té o ponto inicial.do referido llle• 
morinl. na borr.t do rio Apu com o rio Piripucu. A 
óreo contida nos limites acima descritos é dtl oproxi­ 
rnadurncnte 129.ooo ho (cento e vinte e nove mil he­ 
ctaresl, tomando-se como reíerêncio Corta ilo Ser­ 
viço GeogrMico do Exérci10 na Escala de l.lpc.ooo .. 
Obs. Deverá ser excluído o área que compreende 
as zonas suburbanas e urbanos de Bela Vista MT 
com área 7153,3050 bo (sele mil, ccnlo ,e cinqu
1
;,­ 
to e tres hectares, trinca m:es e cinquenta centia­ 
rcs) cio área tlcscrltn no presente lllC!IJO•·iol. 
Cuiobá 26 de iunio 77 
Cel. Clovis Hodriguts llo.rbosn 
Cuordcnodor Regionnl do Incro • ,IT. 
Dr. Laucídio Valdez de Barro;:; 
Cirurgiã.o Dentista 
CRO 557 Mt. 
Clinica de Crianças e adultos - Ralo X 
Atende-se com horo morcudo 
Consultório Av. Duque do Caxias, 508 
(Ao Lndu cio llnnco Financial) 
Memorial Descritivo 
Refere-se o presente_ memorial à área para 
ratificações de títulos na faixa de fronteira situa- 
Escritório 
: de 
"üliançcn" 
., . ., ,. 
Declaração de Rendas-Pecuarlsta-Contràtos 
t 	i t 	« 
Registro de Promissórias - Recibos, etc. 
Rua Moreehnl Rondon, 419 • Jardim • llT, 
'.Iinlslério do Agricultura 
lnsrituto N11.clooal de- Colonlzrição e Re­ 
forma Agrária Incra Coordeuadorla regio­ 
nal de '.11tlo Groi- o CR (13) Projeto Fun­ 
diário Jardim CR (13) T (07) / DI:-'. 
Ratificação de allenaçlo ou cooce são 
de Terras já feitas pelo Estado de Mato 
Grosso na Faixa de Fronteira. 
D O C U ME N T O S 
, 
N.E CESSAR 10S 
Requerimento do Interessado dirigido 
ao exmo. Sr. Presidente do I CRA sollcl• 
tando a ratificação no termos do $ 1° do 
Artigo 5• da "t1:1I nº 4-.947,de 06 de ·abril 
de 1966, unexando os seguintes ducumen­ 
tos: 
I Do Imóvel 
a) Titulo dPfinltivo expedido pelo Esta­ 
do admitida fotocópia autenticada ou Cer­ 
tidão passada por autoridarle competente 
b) -- Certidão de tra'µscrição e, se fqr . 
o caso Cadefa Sucflssória completa; • 
1 
c)- Planta e memorial descritivo do imó­ 
vel, tirados por profissional habilitado 
em (3 vias), devendo a, planl.!1 ser· apre­ 
.sentada em, uma vi original (papel ve­ 
getal) Fotocópia da Carteira, do CREA 
(do engenheiro) e comprovante do paga­ 
mento da. anuidade do engenheiro: obs. 
'documentos estes autenticados e com fir­ 
mas reconhecidato. 
d) Prova• de quitação com o Imposto 
·terrítorlel Rural; e) Certidão negativa de 
litígios posse11s6rios::, • 
li De Pessoa Física: 
a) Prova de td,mtidade, de quitação 
com .o serviço -milltar .. e. de atendimento 
com as _obrigações eleitoral@; 
t>) - Cartão, dé fdentificação de contri­ 
buinte (CIC) 
c) - Certidão de casamento. 
III - De ·Pessoa Jurídica 
a - Estatuto ou contrato social e 11uas 
alterações passadas' por certidão dá 
junta· comercial ou Registro civil das 
Pessoas Jurídicas; 
b) - Docu·mentos·yessoais dos diretores 
mencionados no item, II, . que deténham 
poderes de representação da firma. 
c) - cartão de Inscrição no cadastro 
Geral de Contribuinte, CGC 
OBS:· - Os documentos poderão ser 
apresen,tados .nós oj,Jg:ináíà ou em foto- 
cópias autenticadas.' ' 
Dr. Ivan Manso, da Costa Mares 
ADVOCACIA EM GERAL' " 
Rua Volont.ários do P.itr:io, 376 - Fone 210 
Bela Vista 	Mato Grosso 
(Continuac;:ào) 
Fragelli pretende 
• ' 
deter corrupção 
com punição de 
Pedrossian pelo Al-5, 
, 
Sobre as den(molaa tel­ 
tai; pelo, Senadol' Mendes. 
Canalle aontra o Sr. Pe. 
dro Pedrosslau, o Sr. Fra­ 
galll• assegurou ,que apó­ 
ia o parlamentar arenls­ 
ta, "pois o Governo não 
• deve, em hipótese lgu- 
, ma, permitira presença 
de corruptos, sejam .da, 
Arena ou do MDB, na I­ 
da .pública". Julgo con­ 
venientc ,o Governo.pro11-, 
seguir com a1 oper11çõesr 
de preJerêncla. .atradM 
de um orgão oficial.e.i 
dõoeo, como 11. CGI (Co­ 
missão Cieral de Investi:. 
• gações) 
As lnvestJgações rea­ 
lfzadaR pelo Governo so 
bre o. enriquecimento do 
Senador Orestes Quércia 
(MDB-SP.), -na ·oplnlllo do,: 
ex- Governador, ''mos­ 
trem que a Revolução 
está fazendo o possível 
para· banir da vicia públi­ 
ca. os corruptos. Por I8so, 
deve-coÍ>tinuar, na,· sua, 
missão, sem. observar 
Partidos volítico11: ,Se., (). · 
Sr. Pedro Pedrossin er­ 
rou e corrompeu preud­ 
sa ser punido com base 
no Al-6. • ' ' " " 
As lideranças da Are­ 
na oofirmaram que. na 
próxima semuna dever 
ser divulgado. documento 
contendo uma série, de 
prova. que incriminam, 
1 o ex-prefeito, de,, Campo. 
Grande, Sr. Levi Dias-- 
do grupo Pedrossan,e.a 
colocam como pessoa, 
"que enriqueceu mais,, 
depressa e em, menos 
tempo_, que Orestes Quér- 
cia."" ex-Governador 
Peuro PedrossÍÀÍl ~o,lpJ 
encontrado _em sua, res±- 
dência, no bairro do Jasr­ 
dim dos Estados. Uma em 
pregada repetiu, apenas, 
informações anterioras 
"Ele. viajou para o inta­ 
rior". 
E IMPOR·IIDORB BELl YI.S.JI, tTDA 
• 	--: • " , ; .,. J.,- - - • ~:.: 
Sementes 
RUA 
Seletionadas· 
I 
L OSORIO S/N - 
Lubrificantes 
•)' .,. ' , 
BELA VISTA· - 
Inseticidas 
I 
MATO GROSSO

Bela Vsta - Mt. 
19-6.77 
-------=--- -- 
Triuna d Fro!"t 
--------- 
DCONTECEU 
O Deame com Charme no Balle da Rosa 
oom Amor 
DI 9 sábado foz 0 3 Ano Magistério sua 
entrad mapistrul no primeiro semeelro 
cio nno social cio 1977. 
Animou u fosl1L um mngalflco conjunto 
musical que honra lho seja feitn esteve 
inpro a ltu de todas us pedldu, do 
todas IH! aollcltuções animando o umbl­ 
ente, dando tunto o sabor moderno tão 
a o8to da mocidade, como nquele tom 
de velhos lompos que os velhos e os ma- 
• Is maduros sompn, gostaram. 
Logo upós o tempo rnuslral ex<:cutndo 
vem 110 microfone a flgm·a sempre que­ 
rid do GIUrn Lino, pura a nossa lntiml­ 
du.de, mas p111·n o O.mbllQ oflclnl u Exmu 
Srf•1 Delegudu l{eglo1111I ele Ensino upofun­ 
do o trabalho das jovens 3° aista do 
Magietérlo em suu bellsslmu "uvanl pre­ 
miar". 
e ela que nos fula conduzindo o desfilo: 
"Ainda bem que no Brasil só fuz frio, 
mesmo, no Sul. No r(•sto d
11 pais, pratl­ 
oamenle níio existe Inverno, pelo menos 
não o daquele frio Intenso bem europlclu, 
que a gente se uooslumou a ver nos fil­ 
mes, daí não ter seflllcio, nfio fnz1>r sen­ 
tido montar um guarde-roupa pesado Imi­ 
tando a mod11 Européia 
Escolha roupas leves como estae, prá • 
Uons e gostosas de usar. 
Nos dias mais frios, um Blnzer ou um 
Xale é o suficiente pura proteger você 
querida amiga e de um jeito muito femi­ 
nino, 
"Ná.dia Boutique", fazendo presença nes­ 
ta resta de luzes, de sonho e de amor, 
representados na flor que você deu a sua 
namorada, sua ftlha ou sua esposa, e ó. 
esta muito em particular, porque recorda 
e relembra os puros dias db sonho, suge­ 
re no decorrer desta festa esses e outros 
tantos modelos bonitos para serem usa­ 
dos neste Outono/Inverno de 1977. 
Toda ria, apreciemos os nossos mode­ 
los, todas eles senhoritas da nossa socie­ 
dade, e que não sendo maa.-quins profis­ 
sionais, desfilarão com todo seu jovem 
"charme" com sua elegancia descontrai­ 
da dando br!Iho à apresentação dos mo­ 
delos e às quais o 3º Magistério e ,.Nádia. 
Houtlque•·. agradecem scnslblllzudamente, 
pela colaboração tão u altura do encan­ 
to do momento. 
Com todas as mud110ças da moda. 
que ora valoriza o ,.terninho" e l)ra co• 
loca em evidência uma outra peça, u 
saia nunca pareie ponto. Feminina por 
definicllo, apresenta-se sempre com diver­ 
sificação de 1,stilos, vestindo .. bem" as 
mulheres de qualquer idade, ei-las que 
surgem: 
Luclene Galli em saia xadres. 
Aqui mulheres de sala reta. Ali 
mulheres de saia pregueada, lembrando 
a década de t960. Mais alem, pernas 
urgindo atravéz da fenda de uma sala 
,.semi" fechada por botões e presilhas. 
Afinal qual n. saia da moda? todae, não 
há uma só, um sõ tipo. Há muitos como 
este que Luciene nos apresenta, em lii 
escocesa xadrez colorida, tendo acaba­ 
meoto lateral em franjas e presa 
por um alfinete dourado. Acompanha 
blusa ,preta" e botas. 
Maria de Fatia Arguelho, sa­ 
ia e blusa 
Cheias de pregas e plissadus em 
tecidos leves, mas que aquecem, ns saias 
ue Inverno i::1lo super versáteis. Vencem 
o frio, facilitam os movimentos, valori­ 
zam a silhueta. Clássicas ou informais 
das são elegantes a qualquer hora. ' 
Seu andar se transforma uma dan­ 
ça, num vôo quunrlo voce se entrega à 
sua doce e irresistível caricia, Fátima 
veste, &companhando essa belisslma saia, 
blusa branc!l em nlgodilo sanfonado. 
Elizabete Araújo, saia e blusa. 
Beth, nos motra uma saia de ve­ 
ludo gel: com blusa em malha v11rme­ 
lha, tendo como detalhe prata, muita pra­ 
ta. 
Antes da uprer-;enlaçilo de mais do­ 
is "manequins" a múslca tocou e houve 
muita leria n0s corço0.. ,, Nunes 
Depois parece Dora Alice 
(Jcous) 
O jeans é sensacional! 
o jeans de "montão" pura alegrar 
a juventude Jeans é sensacional mesmo. 
fantf1stlco, um r::how de moda. ,Jeans. 
mas é cluro: a lndlspen. ável, irupagflvel, 
surrudn e dl'sbofada calça jeans. 
Que voce vai usar. Para vestir com e­ 
la oamlsetlnb11s bem esportivas formam 
es
1
eo gracioso conjunto que Dora Alice 
nos traz ... 
Slrlene Nabnn (macar./lo) 
• É a vida, {I a cor, é aquela dcscontra­ 
çfio mnravllbosa de poder vestir Jeans e 
estor eleganlérrlma. E voce pode. Sabe 
que u sua juventude permite. Purn voce 
selecionamos o brim verde-oliva, com a­ 
botoamento em zlpcr. Reparem os dela· 
lhes nos bolsos e pala em sutache doura,lo 
Depois do dt>senvolvltnento gracioso 
desta jovem apresentando seus modelos 
um pouco de música (e que musica! muito bôn 
música!) tivemos novnmcntc 
Luciene Galli apresentando-se em Dlusilo 
com cnpuz. 
Ounndo o pnpo é trnbnlho ou estudo, elns na 
garotas, querem curtir mesmo inteira liberdade 
de movimentos, sem deixar de ludo ,.nquele· chor• 
minho,. c•pecinl dos <letohe,, tilo carncter!stico& 
do modo jovem. Daí, tontos írnnzi<los e cavas enor• 
mes e os capuzes nos blusõe8 que os garotas ve­ 
tem com calças compridas, Deixando-nos lembrar 
as roupas <los esquiadores das montanhas suiças, 
Luciene nos apresento eslc lindo moclelo de blu­ 
silo com capuz, em molho trnbnlhodn, tendo como 
detalhe fitas de veludo em amarelo, uzul, verme­ 
lho e verde num rítimo espectro poli.:rômico. 
Scguindo-Fc•lhc Neuzinhn Borges, cm 
colçn e blusa. 
Caqui. Porn os Europeus, o côr se npro­ 
ximn dos verde• mmgos e olivo, mas o Caqui 
"inventa" uma tonnlicln<lc maia amarelado, com 
t6ques de mnrron e beije, muito mais adequada 
no tom moreno da pele brnsileiru f: ponto comum 
no Brasil de 'orle e ui o cúqui entrou com 
forço total no terreno da moda jovem e esportiva. 
Esse conjunto que Neusa, a graça feita ,gente" nos 
apresento é em calço <le brim delnvée e com is ela 
cum motivos apache 
Agora o duplo em ,.rer,rise., de apresentação 
ilorin de Fotimn Argnelho cm teminho. 
Peço elegante e requintado por definiçilo 
e origem, nasceu dos weekends" da nobreza bri­ 
tãnica, o ,bluzer" está no rigor da moda, fruto 
do estilo dandy" que colocou o ,..mulher de 
terno,, e camisa" e ,gravata", tudo tudo cem por 
cento como .,eles., ... !:;6 que muito mais lindo. 
Sendo clássico, pode atravessar várias esta­ 
ções e alguns anos, modificando-se naturalmente 
por evolução, apenas n mnneirn de usá-lo. Fátima 
nos apresenta em tom verde esse conjunto com 
detalhes em sutuche duurado e blusa vi­ 
nho com lumé dourado. 
e ao mesmo tempo ... 
ELJZABETE ARAUJO apresentando-se 
em conjunto. Esse .personagem é agorn 
o duae-peças surge em cena pa1·u ser 
usado em conjunto ou descnmbinadamen­ 
te reforçando também a volta do veludo. 
Nesta. e11tacão ele está desempenhando 
um papel clássico que não depende de 
aplausos para «ser sucesso» 
Assista tudo e escolha para voce es­ 
se lindo conjunto em veludo que a gra­ 
cl0Rldade juvenil de BETH nos apresen­ 
ta. Pertlmos desculpas imeas11s ao públi­ 
co, os nossos habitues do «Pedro Rufino» 
as nossas lindas modelos siio poucus dai 
sucederem-se as apresentações em pri­ 
ma seconda i terça vez, mas também 
loto não atrapalha. nada até é um 
colírio para muitos olhos presentes ver 
sempre e outra vez mais aquelas de 
que mais gostam. Falei. 
E para não mentir, aí estão ·outra 
vez E novamente Beth, Neuzinha, e Fa­ 
tima, a primeira, Elizabete Araújo em 
macacão. 
O veludo de algodiio Us:> ou cote~ 
lê nas mais diversas texturas é o: tecido 
que mais se destacou nas coleções do 
todoe· os fabricantes de modas do país. 
O macacão continua presente nes­ 
te Inverno, e aparece mais . ajustado, 
cheio de detalhes, ideal para ser usado 
em qualquer ocasião. 
Este modelo em veludo cotelê ver­ 
de que Lleth ,;e nos aprt>senta, é fecha­ 
do por grande ziper, que se r.epete ao 
fechamento dos bolsos na blusa e na 
calça. Neuziha Borges em vestido, 
• • 
de corte 
vestidos, »ot46, TO%%; nod de 
mas pertgito; @ mesmo "!}"i ão uno 
Inverno. E ainda que "O" copie esta 
e.i?{% a.cite.4o «se 
• :.%%± 
mInina, delicada, qU',, em veludo c2- 
te que a Neuza vee. 4 
es com bolsos urematalos 
tele marinho, d As fivelas pratea- 
em sutache branco, ua • letur 
das amurram o cinto, e para comp 
""%;na em calça preta e bus ta- 
bém preta 	·ti 
"Nadla Boutique" também quer pari 
cipur de f-ua el'lorla, escolhendo para 
você o que há de mais bonito para le­ 
var na mala rumo Norte, rumo sul. 
Preto, sempre o preto... é o que Fã,.. 
Uma nos traz em calço. de veludo preta 
o uma encantadora blusa também preta 
em "lurex prateada". Acompanhn um ca­ 
saco como você gostu: tipo japona, man­ 
gas raglã, bolsos lnterais e cupuz com 
pele. 
Outra vez múslcit, de)[clando a tods 
sútll e como um sonho preparando o am­ 
biente para a contlnuaçiio do espetáculo. 
...eo encanto se repete; ' 
Agora Slrlene, Neuzlnha, Dora e Luciene. 
Ainda que o Inverno esteja quase che­ 
gando, bom mesmo para a mocidade, é 
a moda livre, não rotulada com estações 
ideal para a dlversl!o. 
Slrlene Nabhan em conjunto ele veludo 
É inverno. e antes que você se Imagi­ 
ne envolta em longas peles, lembre-se 
que, num país tropical cs frios e cinzen­ 
tos dias de Inverno, não são assim tão 
frios e cinzentos, e que portanto, a mo­ 
da eacolheu, entre as tpndências nacio­ 
nais, os tecidos e modelos que mais se 
adaptam o. este clima Indeciso. 
O resultado Está aqui: Slrlene veste 
um lindo conjunto marroncafé em sáiu 
e bolerv, tendo como detalhes, gregas, 
numa linda combinação de cores. 
No interior blusa beije; nos pés o acom­ 
panhamento indefectível de botas. 
euza Borges, deslumbrante em calça 
de veludo azul. Junho, férias... Inverno? 
Bolas para esse frio úmido e cinzento. 
Neuza, nos mostra o conjunto apropri­ 
ado, calça de veludo marinho e urna "chi­ 
quérrima blusa, também em "marinho'' 
pala Inmê dourada com ciuninhas mari­ 
nho para não fugir do tom e gregas 
verticais douradas. 
Dorn Alice unes, um deslumbramento em Ycr­ 
melho de um conjunto moderninho. Um conjunto 
como você gosto, com mangas rn"lã, bolsos obJi. 
quos, muito confortável nos detalhes. Muito ele­ 
gante no curie. 
Dora vete um, moderninho e cm vermelho, de 
covas caldas. As mangas estão chegando, e, quan­ 
do longos, pedem sempre muitn nmplidüo. 
Completnndo•o, culça comprida e blusão com as 
listras da grande moda e com fendas laterni1 nmnr­ 
rodns com rolete. 
Finalmente nesta seleção de peços a presença 
sempre simpática de Luciene Gali, num vestido 
"Folk", 
Dentro das tendências básicas da moda, as con­ 
fecções brnsile1rns desenvoh-crnm os temas folcl6- 
ricos e tnmbém os linhus mais eoíisticndas com 
"brilhos" e saias amplos. 
A sua preocupação: o vestido certo paro uma 
festn. Você o quer mnrnvilboso, personnlíuimo 
cheio de charme, então, procure um "vestido ccr~ 
to" como ente que Luciene veste, 'conjunto em 
estampado, saia em pregas, barrada com flores 
que se repetem nu mangas. Bolero preto, enfei­ 
tado com gregas rosa. 
Para com pletnr o todo, botns marrom. 
Aqui houve a pausa mais que necessária, mo­ 
menta sofisticado de música bem brasileira, um 
sumblnhn <laqueies <le verdade, che1rnndo a praça 
II, bem carioca, foi realmente um 11contecimento 
Últimu npre,eutnções: Dora Alice Nunes, ve­ 
tindo um longo ... 
Os jerseis moles e as suedines têm um caimen. 
to maravilhoso e possibilitam ·mil variações d 
modelos. 	• 
Assim caminha o mocidade, envolta em tecidos 
molengos, que acentuam o corte superfeminin, 
dos modelos. 
Em tom brilhante e vermelho é o longo veat 
do_de Dora, que tem sua saia ampla._toda mn• 
tada em panos franzidos, e por detalhes: cin 
alta arrematada com _gregas e sutacbes }, ura 
o decote e mangas alem do que bota "m como 
Encerrando tivemo 
a oportunidade de ver 
também no mesmo Ins 
tante, Sirlene Nabhan, 
desfilando sutilmente. Ain­ 
cfornente num loago-:,r­ 
robali:.dor. 
O tão sonhado vesti!o 
de festa tem mesmo qu 
ser o mais lindo. Talvez 
por ser 11 mlG!ura Je to­ 
das cores o branco, é 
que o branco se mls• 
tura a toda!! as cores. 
Slrlene nos apresenta 
um vestido-túnica que 
pode ser usado com clrrto. 
Tem como detalhe fit 
de veludo em preto, su• 
taches prateados e tra­ 
balho em grega, urrema­ 
tando o decote e para 
realcur tudo. Voce no­ 
tou, Sirlene estava des­ 
calça. deslizava com u­ 
vidade pelo anião em 
forn ... em nosso pleno 
Inverno, como si fora em 
noite de verão. 
Depois disto tudo e a· 
pesar disto tudo o "ílalle 
uma rosa com amor" 
continuou mais animado 
do que nunc, e o cro­ 
nista deste pequeno re­ 
Hnto, viu lá moços e ve. 
lhos unidos fraternalmen­ 
te num apoio comum, a!e­ 
gres, sorridentes e de es­ 
pírito vivo e entusiasma 
do, dançando, dançando 
e eontinuando a dançar, 
depois o que vos escreve 
estas linhas saiu e isto Já 
beirando as tres e mela 
duma madr:igada com u­ 
ma lua já no ocldentf! la­ 
mlot1da e quase sem luz, 
mas com o céu corrus­ 
cante de estrelas satl.sfei· 
tas pela alegria que reina· 
va naquele pedacinho da 
terra, ali no Gremio, aqui 
em Bela Vista, nesta nos~ 
sa fronteira. 
Façam outra como es: 
ta e lá. estarei. 
Le Duc. 
FRAGELLI PRETENDE 
DETER CORRUPÇÃO 
COM PUNTQ.Ã.O DE PE­ 
DROSSIAN PELO A 1-5 
Campo Grande (MT)­ 
O ex- Governador de a­ 
to Grosso, Sr. José Fra­ 
gelli, disse ontem que o 
Governo federal deveria 
complementar as investi­ 
gações sobre casos de 
corrupções praticados pe 
lo ex.Governador Pedro 
Pedrossian no período de 
1966 a 1970. "suspeoden· 
d o seus dire-ito!' polílíco! 
por 10 anos, com base 
no· AI-5 para evitar que 
ele retor.ne a vida públi· 
ca e volte a corromper'·. 
O ex-Governador José 
Fragelli salientou qu2 nos 
últimos meses com a e­ 
fetivação da cÍivisão do 
Estado, 0 Sr. Pedro _Pe­ 
drossian faz o possível 
Para aparecer como um 
líder carismático em Ca 
po Grande "fato que não 
pode ser lévado em con- 
6ideração, porque o Sul 
de l'lato Grosso é rico 
em liderança politica e 
possui eltitorado ind 
0
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pendente. 
(continua ...) 
r 
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• VJ•ln • Mt. 
ai!.::..--------------- 	',:..I'I!.:.l~h~u~ _E!ôfJ(r Íf•----'--------~-----------1:..._
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AUTOMOTRiZ 
MÁQUINAS Qa]~ 
OLHEM LUCROS 
Indústria Brasileira 
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. ~ ,,----.,,.......,......_ • · é5i·6. 
. 	,,_ . 
ti@j2± -elsrs ifel@é<elas 
. ' ·. 1 . -· . . . - 	's. . • ·~......:. • J 
Ter uma Colheitadeira Autornotriz SLC é pos­ 
suir urna máquina que colhe lucros e também 
representa a conquista da tranqUilldade e se­ 
gurança na hora da QOlhella. 
Pois com a SLC está urna eficiente retle de 
Concessionários, à disposição do homem do 
campo. Gente 11uc, como ·oci:', está preocupa­ 
da cm assegurar a sua colhclla. 
Assistência Técruca com profissionais alta­ 
mente especializados, treinados na fábrica e 
sempre presentes na hora da colheita, com 
peças originais que asseguram a garantia e 
qualidade SLC. 
Você que planta soja, trigo, arroz (mesmo em 
terrenos alagados, para colher com esteiras), 
milllo (para colher com a :1ov11 Plataforma de 
3 ou 4 linhas> ou outros g1 ãos, encontrará um 
modelo de Colheit:ideira Automotriz SLC (do 
tamanho de sua lavoura) e seus opcionais, que 
lhe proporcionar:io tranqilllídade hoje e a 
certeza no amanhã. 
Por tudo isso, os que já c.onfiararn a sua co­ 
lheita a urna SLC acreditam no que plantam 
porque sabem com o que colhem. 
[2l ~IURCl!l CU4VIR4 lID4 
...... 
- 
r - 
1. 
!-· 
L-·-· 
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,.· 
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e 
~":~ :, ;,,._',. .... 	1 
?i . 	[ 
s,o 	• 
35E. 	j ?-' .... ,.,.. . ... ..... : 
% ·±%±h?s itism o-r-. 
Tratores Valmet . Colheitadeiras SLC - lmplementos St!lecionados_ ~ Assistência Técnica Permanente 
Matriz: Rua Marechal Floriana 2049 - Fone, 28$ - Cx. Postal 180 - Ponta Porã - Mt. 
FIU IS : l##ti WEL, V,tT 
..... 
J

196.7; 
Btln Vi h • 
1
ft. 
'Trbun d Fronte!ra 
HII CONTESTD 
SECREJ'RIO DE 
ENTREVISTII 
9 
EDUCIIÇBO 
D O DESTAQUES 
Culabá • O Deputado Paulo Saldanha 
criticou a entrevista que o s-,cratárlo da 
Educa.cão, professor Louremberg Nunes 
Rocha concodell à imprensa campogran­ 
denso defendendo a Implantação d Fo­ 
culdodn de Agronomia nnquela cldndo. 
"Hespello multo O secretário da Educa­ 
ção" . disso o deputarlo Paulo Saldanha 
. "pos1rna a quem reputo, um dos mnls 
1 
competentes auxllinroH do governo Garcia 
! Neto, entretanto, dlncordo t~talmeate do 
S. Excia quanto à localizaçio do Curso 
de Agronomia que, ao nosso V,?r dove­ 
ria ser na oldnde de Dourados • Salda­ 
oba refutou todos 01 argumentos apre­ 
sentados pelo secretario à imprensa cam 
pogr,mdenso uss<werando quo não via 011· 
trn região mu.ls propicia à lnstnlnçúo do 
curo de que n Área du grande Doura­ 
dos quo possui "lnsofismá vtl vocação a~ 
grícole.". 
"O professor Louremberg - disse o de­ 
putado . alegn que a relvlndtcuçiio dotJ­ 
radense é novn mas nós discordamos de- 
1,n. u.flrmntlva uma vez quo o. lei nº 2851 
de 30/9/1Hb8 já criava. o curso de agro­ 
nomia em Dourados. Os deputados Cttlso 
Amarnl e José Corveira, apresenta vum 
emenda à lei que restrutura va diretrizes 
e bases do Ensino Superior revigorando 
n criação da Faculdade de Agronomia de 
Dourados". 
"leso demonstra - prosseguiu Paulo Sal- 
lIA.TERTALISMO 
O homem da civilização do consumo 
em massa está perdendo n guerra para o 
1nhteriulismo. O conforto exagerado do 
corpo deoflbra. n alma. O conforto do cor­ 
po dá o ilusão de felicidade. É ilusão, 
mesmo. Em pua carne, o homem sente 
que lhe falta algo superior, que vern de 
cima e quo a tecuologia não lbe dá e 
nem lbe pode dr. Infelizmente, são pou­ 
cos (IS homens quo reagem. Por parado­ 
xal que pal"eça. quem reage violentamen­ 
te, é a tecnologin com medo de perder 
o freguês. Sempre e sempre mais, a téc­ 
nica mntciriulista cria novas fórmulas de 
comodismo e de- fel!cidude material. Está 
provado: ninguém. no mundo da tecnolo­ 
gia materiulist11., pode, hoje, dispensnr o 
pão e o vinho da religião. Só a religião 
não tem a nem deve ter compromissos 
com n matéria. A religião faz sorrir o es­ 
pírito. A religii'io faz crescer a criança in­ 
terior que todos nós devemos ser. A re­ 
ligião é fonte de libertaçüo perms.nente 
pnru uma vida feliz. Sem religião e com 
mnteri;ü1amo. o destino do homem será 
oste: 
Quanto mais comodismo exterior o ho• 
mem procura o alcança, tanto mais ele 
oe materializa a inslgntiicante se torna a 
vida de suu :i.lma. 
liberdade rio homem, como um boneco. 
A liderança não cria ódios e não se har­ 
moniza com a fórmula ditntorh1l: dividir 
puru reinar. O at:têntico líder trnbalhu 
sem bajulação. 
Porém, trabalha, aceitando a coopera­ 
ção de todos: o seu trabalho é importan­ 
te, mus o trabalho dos outros é mais im­ 
portante ainda. O conceito do líder pode 
ser sintetizado assim: 
Se queres ser lider de tus comunidade, 
procura com humildade, com respeito 
I 
e 
com sabedoria ser o melhor servidor de 
teu próximo. 
i l dlco.ção niio é uova 
dnha que a ro "fo. Os ropresem­ 
como nfirmou o secreIaT) • ,, tentos 
tantcs da áruu sempre estiver .. ~ u . " 
o problema «oftitatido essas providg?}, 
Saldanha prosseguiu em seu PQ"UI ldé­ 
meoto dizendo considerar ubam f1. ªr lt 
ia de se formar Agrônomos de as a. o, 
relegando segundo plano toda um8J' 
veutude de formação nitidamente agr1o 
"sentou ainda o deputa do Saldunlrn 
que u a Faculdade nüo visa atender apenas 
ao u,unleiplo dr Dourados mas, toda a 
região da Grande Dourados e, enfim, to. 
do o novo Estado que o Presidente Gei­ 
sei pretende criar no sul de Mato Gros- 
so. 
"O fmportunto é poEtsufr uma Fuculdn­ 
de de Agronomia funcionando emn uma 
áreu agrícola". Finallzaado Saldirnba d1s­ 
se "eslur11i ao Indo de Campo Grande na 
reivindicação da cursos que caibam aa­ 
quela cidade mas, o Curso de Agrono: 
mia tenham paciência, esse é nosso. Per­ 
tence à região da Grande Dourados com 
preendendo 29 municípios, o Celeiro Agri­ 
cola do Brasil". 
nem provoca doença nevoru. A neurose que gra­ 
ça na comunidade. é produzida o.o contrário pelo. 
precipitação do.s atitudes e pel11 prática. de o.tos 
impensados é folt.n de controle de si mesmo. E 
triste ver que, hoje, a nossa criança e o .nosso 
jovem vem desaprendendo n controlnr-ec e o. do 
minar os seus insti11tos e paixões. Será que eslÍI 
irritação à flor da pele e esta violência do mun• 
do atual não têm sua origem n falta de contro• 
lede si mesmo? O controle de si mesmo exige 
hábito: quem não pratica, não o.prende. A família 
preciso. ensinar. E também, é m1ssào fundo.mental 
da escola. O controle de si mesmo requer que o 
homem na comunidade seja nssim: 
Autêntico consigo mesmo, sabendo coope• 
rnr sem esnobismo e sem publi..:idude e decidindo 
as situações d~ vida diária sem explosões de rai­ 
va ou de violêndn. 
Flagrante <ln vida que valem llnnchete; 
Opinião de um filho sobre sua mãe; O sabiá 
cnnlo. e a mãe foz as melodia, agora eu se, porque 
todo. mãe sabe tantas e tão linda, ca.ntigns de ninar! 
LlNG'!!A COMPRIDA 
Saber falar é prata, mus saber calar é 
ouro. É multo mais fácil falar do que 
calar. Está. certo: a linguagem é arma po­ 
derosa que o homem possui. Basta conii­ 
tatar da eficiênci11. da linguagem nos me­ 
ios de comunicação. Na televilsão. No rá· 
dlo. Nos jornais. Nos livros. É, através 
da palavra, que nos comunicamos com 
nosso semelhante, na vida comunitária. 
A palavra tem um poder fora do comum. 
Pode agravar ou ferir. Pode convencer 
ou desesperar. Pode trazer a paz ou le­ 
var à guerra. Pode educar ou deseducar. 
Pode leuvar ou criticar. Porle construir 
LIDERANÇA 	ou destruir. Por isso, saber falar no mo- Cuida este dia' 
É d
.li . . 	mento oportuno é a chave para a solu- Ele é a •a • . . . . d ld · 
lícil ser líder numa comunidade. ção de muitos problemas comunitãrios: o E Vl a, a propria essência a v a 
esmo nas poquenas comunidades. A li- pelxe morre pela boca. Uma língua com- m_seu breve curso, 
derança está se tornando penosa. Os ho- prida fere mais que veneno de cucavel. Estão todas as verdades e realidades 
mens, em regra, desconfiam tia seu se- Sempre é vâlldo O provérbio: da tua_ existência; . 
melhante e não acreditam muito _em seu A palavra é prata 8 0 silêncio é ouro: A bençao do crescimento, 
espirito desinteressado de liderança. Nin- aprender a usar a língua é uma neces- A glória da açao, 
guém leva a sério que o líder possa rA• 1 sldnde, mas saber calar no momento pre- 1 O esplendor da realização. 
solver os grnnd1.-1s problemas da corou- ciso é um
11 ouperação de si mesmo Po1s o dia de ontem nao é senão um 
nidade. , 'orá um sinal dos tempos? É cer- ' 	• sonho 
to: o mundo vive sem lsgítlmou lideres. 	E o o.manhã somente uma visão 
Basta lançar-se numa viola panorâmica: CONTROLE PESSOAL Mas o dia de hoje beom vivido 
obre o governos das nações civiliza- Há pessoas importantes na comuni. transforma os dias de ontem 
dus ••• O quo se vê? Liderança nú.o 89 faz dude que são incapazes de controlnr-s Num son.ho do ventura., de es- 
co~ fo!QU o com violência. Liderança niio diante de um11 situnção menos normlll. Fnhn con- E os dias do manhã numa :visil.o 
10 
imi:ioe à. ba.ioneb e à pri11li.o. Lidnran- trole de si mesmo. O controle de si mesmo é u. perança. ois. do dia de hoje! 
o xz respeito ao homiom. Liderança a irds rouca. consteij4 o mgids d± rrci- S""° _"?}d à alvorada. 
islgmfica. confiar uo grupo. A liderança pilação em que vivemos. O controle de aI mcamo ~orto Mnrtinho _ llT. maio 77 
verdadeira. n!io mnsoucrn os diroltos hu- exige o domínio da Vontade: refrear _de«jos_e p yro Luiz 
manos. Lidoranca nunca foi subordinar a xões em prejudicar u nossa personalidade. O eon- 
Vi 	trole de si mesmo nlo recalca ninguém 
TROVA PARA MEDITAÇÃO 
'o inyeruo os galhos ressecam 
A alma triste da plo.nt.i 
a vida ns flores se secam 
E a chuva chora e não canto.. 
Saudação à Alvorada 
"Umu dia se compreenderá 
+erviso que procurei prestar«e 
pelo qual fui punido com una 
pena que a mim mais distin. 
gue do que desonra, eu do 
que preferem stender a mlo 
uo , crwi<lu do que curvar a ca­ 
beça ao vencedor". 
Curlu, l.ncer,IJ 
_Lacerda foi o gênio 
político que ousa r. I'or 
isso, muito acertou. lor is+o 
uio erra. Vivia lutc,ndo. Fui 
('<•ll'trutor e ,le+uulitlor... 'r 
Dep. Alencar Furtado 
Vim como brasileiro, 
prestar homenagem ao grande 
ciducl:io que serviu tanto à pá­ 
tria e tanto fez por nossa ci 
dade. Venho, coo pastor d 
diocese, pelo cristão que é 
chamado à casa do pai. E 
homenagem do pastor a eu 
filho,.. 
Oom Eugênio Sullei 
Com u morte de Cario, 
Lacerda desapareceu talvez 
11111ior liderança civil de ura, 
época . .Foi um hom,·10 qut 
se aproximou dos gi:nio,~. 
Senudw Dinartc )briz 
Sinto u sen,nçio de 
estar findo só. Juscelino. Jus 
rez Lo.cerda ... Até o Adi.remar 
me' foz falta"· 
Jinio Quadro; 
Carlos Lacerda 
Foi divulgado um pe· 
queno bilhete do ex-go 
vemador para sua mae, 
no dia em que embarca· 
va, exilado, para Cuba. 
logo após o golpe dlldo 
pelo .Maracbal Lott, eDl 
1955. A carta foi escrí!D 
ainda na Embaixada de 
Cuba, no Rio, num cader­ 
no de autógrafos que é 
uma verdadeira reliqui­ 
de família. O bilhete e 
0 
seguinte na íntegra: 
"Rio 16 de novern· 
bro do 1955. Minha ma· 
mãe, que lhs posso pe 
dir que a senhora Já nu.o 
me tsnha. dado? A vfda, 
o ex~mplo, n. inspiração, 
o amor, n:i.da me falto_u. 
Sou um homem feliz. 
Tenho por mim a fé e a 
esperança. Deu-me, a se· 
nhora, a caridade vinrlll 
das mãos da Deus. N'Ele j 
estA o seu consolo e a 
sua recompensa. 
Tada a sua vida te!Il 
sido a conformaçiio colll 
1:1 brutalidade dos fatos. 
Hoje, mais uma vez eles 
se impõem à nossn von· 
tade. O chamado gc;var· 
no do povo pelo povo e 
para o povo está trans 
formado no governo dos 
traidores, pelos traidores 
e para os traidores. 
Vou eontinuar a lu­ 
ta.. Conto com 11 sua pru­ 
dêneia, a sua confiança, 
ª sua certeza no seu fi· 
kg,gue ii d@ia este 
,,l]9 de amor e de gra­ 
l "º· Qarlos'' . 
(' 
I 
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do 
Bela VIta - Mt. 
a 
Trbun da Fronteira 	196-77 
As comemorações do Din da Impren­ 
a no Brasll, no dias quo transcorrem tem 
o sentido do convocação das forças vi­ 
vas da ocloddo para uma unlüo de von­ 
tades determinadas a preservar a lberda­ 
clo de informar e do opinar através dos 
veículos da comunicação social. No fal­ 
tarão os que desejam o retorno a uma 
situação vencida no Início do Governo 
do prenldento Erneuto Guinei. Os jornais 
naquolo momento, roouperumm a fula de­ 
pois do período de conslrunglmcntoll de 
má memória para a nossa Históriu. Gr­ 
ças à voz reanimda dos jorais foi mu­ 
dado o ambiente político nacional, alte­ 
ro.ndo-se a sua evoluçúo, almla que man­ 
tidos os instrnrnentos oaructerísllcos da 
excoçilo. O jornal foi a dlstena/lo alcan­ 
çada, o grande agente da murlunça da 
ambiência polítlca. A distenso deveu-se 
à recuperação do debate livre, à dit;cus­ 
são ousnda e crítica das decisões gover- 
namentais e dos fatos da vidn nacional. 
.A dlstens[lo hoje posta em cnusu foi o 
'l jornul liberado puru o exercício de sua 
~ função, indispensável numa sociedade 
que se quer democrática e pluralista na 
organização do Poder. Para que a dlsten­ 
s!io eontinuo sendo alguma colsn slgnlU­ 
outiva, terá de respeitar, notes de tudo 
o jornal livre de qualquer pela que ul. 
!rapasse as exigências do comportamen- 
to responsável. No sistema em que tenos 
vivido nos últimos anos, a imprensa es­ 
tá naturalmente chamada o. ucresct?utar 
aos seus deveres de informar e de 0pi­ 
nar, a obrigação de praticar o poder de 
)nvostlgaçfio . .ê essencial esse papel do 
Jornal na sociedade do mussus e nos re­ 
gimes dos governos agigantados em su­ 
as atribuições lil poderos. Reduzido o 
Oongresso pelos frlllos aplicados à sua 
ação, é fundamental à sociedade organi­ 
zada dispor do jornal como poder de in­ 
vestigação, de vlg!lfinciu e de controle 
do processo decisório govtirunmental. 
Este processo é a própria soberania em 
prática, e, sem alguma forma de contro­ 
le público e aborto, o processo decisório 
converte-se em demonstração de poder 
com pretensão à onipotência. 
Nas horas de crise, ativada8 por lnte- 
reses políticos radicalizantes, crescem 
as dificuldades do jornalismo orientado 
pelo respelto ao fato e à verdade. Os 
interesses contrariados pela expolção es­ 
crita. do 0011riitos cerrnm fileiras para 
obter do Poder da República o cercea­ 
mento da divulgação, <, sllcncio da cri­ 
tica o a erasculaçio do jornal como 
lnstrurnonto de inve ligação. Quem quer 
que possua poder. público ou privado, 
precisa entender que a vocação crtlea 
e investigadora da imprenso. moderna 
dave ser respeitada e estimuluda. Som 
jornalismo com tal vocação, os poderes 
se exacerbam e frequentemente violen­ 
tm os limitos impostos pela ordem ju­ 
rídica estável. 
Ao divulgar a agitação, o jornal não 
faz ngltaçüo. Ele, no contrário, mobiliza 
as vontades que valorizam a ordem. Ao 
divulgar a corrnpção, ainda • que uvan­ 
çundo juízos, elo faz recuar os poderosos, 
que assim encontram oportunidade de 
se corrigirem, quando não [or o caso do 
serem chamados à responsabilidade pá­ 
blica. 
As soeiedad('S do Ocidente, modela­ 
res porque cultivam os valores que esti. 
mamos, desfrutam estabilidade política 
mesmo quando atravessam crises i;oclals. 
Elas dispõem da eegurança trazida por 
jornuls se:npre dispostos o colocar bar­ 
reiras a08 excessos e às paixões. Essas 
flociedades (!zerara urna escolha entre do­ 
is riscos: o d(I terem uma Imprensa. llvre, · 
com o risco de irresponoabilidndes que 
poderu e devem ser corrigidas, ou de 
terom uma Imprensa muãa e cega com 
o risco de toda a sncledade toronr-se 
irresponsável por lhe faltar espelho im­ 
presso onde ela se vê como ela é. 
A situação brasllelrn só comporta 
mudança de orientaQfío que nmp!ie a 
função descrita dos jornais no encnmi­ 
nhamento das questõee que nos assober­ 
bam. Tais questões existem e só medi­ 
ante o reconhecimento público e aberto 
de seus desafios ficaremos em posição 
de encontrar respostas adequadas a o s 
nos&os propósitos de ordem com liber­ 
dnde (F SP) 
[l 
Pt2 
Em nome do MDB. o senador Lázaro 
Barbosa emprestou ontem "total solidn­ 
riedade" ao Manifesto dos Jornalistas à 
Nação,' divulgado terça-feira nas princi­ 
pais capitais do Pais com 2.557 assinatu­ 
rns, e pediu a Inclusão do documento aos 
anais do Senado. O senador Eurico Resen­ 
de, na qualidade de líder do governo, re­ 
bateu os conceitos emitidos pelo mani­ 
festo, mas nilo foi contra a lnclusilo do 
mesmo nos anais da Casa. 
Antes d3 ler a integra do ::nanifesto, no 
qual os jornalistas expressam seu incon 
[ormlsmo pela "censura prévia em alguns 
jornais e pela censura total a que estão 
sujeitos o rádio e a televisão", Lázaro 
Barbosa afirmou que "a Nação está-can­ 
sade e aflita, esperando que o Brasil seja 
recolocado na democracia que protege 
governantes e governados". 
Ressaltando que entre os signatários, 
Incluem-se destaque dos homens da im­ 
prensa nacional, Lázaro Barbos queixou­ 
se da revolução, "pelos seus 13 anos do 
iXistêncla «< apesar desse tempo, conti­ 
nuar utilizando os mecunismos de exce­ 
cio", em contraposição ao que qualificou 
de "ideais democráticos quo a inspiram • 
O representante oposicionista afirmou 
que "a plena. lfbardade é dlroito negado 
pela violência dna censura, Instituciona­ 
lizada de tal modo, que chegou até às 
escolas de comunicação do pais". Refe­ 
riu-se também, à "ameaça do AI'5, para 
publicações sujeitas à censura prévia". 
RESPOSTA 
Ao responder ao pronunciamento de 
Lázaro Barbc-sa, Eurico Resende fez vee­ 
mente protesto contra o manifesto dos 
jornnUstai>, argumentando que o documen­ 
to "fala inverdades ao dizer que o povo 
brasileiro não sabe o que· ocorre em seu 
próprio País", face ao cerceamento da 
informação e da expressão. 
O líder do governo afirmou que "os 
grandes jornais que podem influir no pen­ 
samento nacional, como a "Folha de S. 
Paulo", o "Jornal do Brasil", ''O Estado 
de S Paulo", "O Globo", e outros, publl­ 
ear diariamente, o que ocorre no País, 
e muitas vezes, até abusando". 
Eurico Resende disse que "os jornais tan­ 
to publicam· e têm acesso a· documentos, 
os quols muitas vezes devei-Iam ser man­ 
tidos em sigilo, que: por exemplo, no de­ 
bater em plenário o caso Lutfalla, o se­ 
nador Brossard valeu-se do noticiário da 
Imprensa, para fundamo n tar o seu pro­ 
nunciam ente". 
COLUNA DO ACiRI- PAULO 
CULTOR D EHÇAS . 
O ARROZ IAC/47 SALDANHA 
NUYA PRORRO- 
Dr. José Alberto Cotrim 
Há 4 doenças principais que infestam 
os arrozais dosln nossa regíão sulina. 
E são elas combatidas no campo pelo 
ogricultor usando defensivos caros e u­ 
pllnação paciente tudo fazendo p11ra sal­ 
ver sua colhelL-l. 
O controle natural dessas doenças, mais 
econômico fica requerendo apenas um 
pouco mais de compreen!ão que o con­ 
trole empregando substâncias quimices u­ 
ma vez que nem sempre uma ou duas a­ 
pllcações conseguem debelar a doença. 
Temos a1:11:lm a Bruzone, a Helmlntos­ 
poriose, a Cercosporiose e o Oidlum. Deo­ 
sas a de mais fácil dlstlnçào para o téc-· 
nico de campo são: 
Oidlum e n Cercoaporloc,e que atinge 
principalmente as variedades tardias po­ 
rem constltue uma doença de não fácil 
distinção. 
Das restantes a distinção técnica entre 
uma e outra não é fácil uma vez quo os 
sintomas se assemelham na planta ataca­ 
da. 
Havendo necessidade de distinção se­ 
ria melhor enviar amostras infectadas a 
um laboratório de fitopatologla e aguar­ 
dar os resultados. 
O fungo da Helmintosporiose é mais 
resistente do que o da Bruzone e parece 
que este ataca mais a planta afetal'.ldc a 
produção das espiguetas dando grãos 
chochos do que a Helrnlatosporiose que 
se manifesta nas folhas e consequente 
tambem na formação dos cachos mais 
tarde. 
Portanto tomando por base os livros 
que abordam este assunto, pode-se dizer 
que arrozal infectado por essas doenças 
apresentando grãos chochos é bruzone pe­ 
los seus sintomas. 
No entanto classificação correta sómen­ 
te um laboratório pode apresentar atra­ 
vés do seus mestres e aparelhos. 
Todos eles são Deuteromlcetos e sua 
classificação pode ser baseada nas fruti­ 
ficações de acordo com a tabela esporo- . 
lógica de Sacardo. 
Todos pertencem a mesma ordem sen­ 
do que 2 deles pertencem a familia dos 
Moniliacae o os restantes são Dematíacae. 
2 são fragmosporos, a da Bruzone e 
Helmintosporiose, temos um amerrosporo 
e finalmente um e1:rnolecosporo o da Cer­ 
cosporiose. 
Portanto pode ser diat!ngnido com al­ 
guma facilidade sob a lente de um mi, 
croscópio de algum laboratório e aos o­ 
lhos de algum arguto observador técnico. 
Siio tambem 1mas frutificações diferen­ 
tes uma vez que nos primeiros elas são 
livres e claras enquanto aquelas da fami­ 
lia Dematiacae são tabera livres porem 
escuros. 
Neste ensaio feito nesta cidade com ini .. 
cio em 28/10/76 foi registrado dia 7/1/77. 
"Presença de Helmiotosporiose e Oidium, 
plantas bem perfiladas porem não se de­ 
senvolvendo bem apresentando alto grau 
de infestação 
Portanto aos ô7 dias do vida estavam 
os canteiros contaminados e as plantas 
apresentando deficiência de desenvolvi­ 
mento normal no campo já havendo que­ 
da na produção. 
Sabendo que o arrozal não está apenas 
sob a infiaência de doenças e que as pra­ 
gas constituem um fator maior de queda 
de produção, no final do ciclo o rendi­ 
mento é pouco e o agricultor se deses- , 
pera culpando suas terras e a região que 
é imprópria ao planUo ou ao no que não 
é de arroz. 
No próximo comentário abordarei o as­ 
sunto de como conseguir um controle n­ 
tural dessas doenças e outros seguirão a­ 
bordando as pragas que ssolam o arrazol 
Gnçio 
SE NECES- 
, 
SARIO 
Assembléia Legi , l II t i v a 
de Mato Grosso resolveu 
prorrogar os seus traba­ 
lhos até o dia 30 de ju­ 
nho e se fôr necessário 
haverá outra prorroga­ 
ço", a afirmação é do 
deputabo estadual Paulo 
Saldanha, presidente do 
Lesgislativo mutogros- 
8ense. O parlamentar are­ 
nista lembrou que estn 
prorrogação não vai one­ 
rar o Tesoureiro Estadu­ 
al, pois ot1 deputados ss­ 
tadualo adotaram esta 
medida unicamente parn 
atender 2.011 interêsJes 
do Estado, considerando 
o grande volume de men- 
8agens enviadas pelo go­ 
vernador José Garcia Ne­ 
to. Como estas mensa­ 
gens são importantes pa­ 
ra a vida administrativa 
de Mato Grosso, os do 
pulados esêad11ala decidi­ 
ram sacrificar o período 
de recesso parlamentar 
regimental, que vai de 15 
de junbo a 15 de agosto. 
Entre estas mensagens 
existem algumas que i­ 
teressam a funcionários 
da Secretaria da Fazen­ 
da, ao Mioistério Público, 
ao Tribunal de Contas e 
à Auditoria .Militar . Mes­ 
mo com esta prorroga­ 
ção, explicou o deputa­ 
do estadual Paulo Salda­ 
nha, a Assembléia Legis­ 
lativa de Mato Grosso 
Astará reunida regimen­ 
tal.mente no fim do reces­ 
so, o que aoostitul uma 
decisiva colaboração do 
Poder Legislativo às ati­ 
vidades admínJatrativas 
do Estado. 
Preço deste 
Exemplar 
Cr$ 3,00

E FOQUE (FATOS E S 
SEREIJ,TA  AGRADECIMENTOS ,' oln de 
Verônlr-a L. Mcllo recebeu por ocnlo Os lunos da_7. série da I"",de- 
de seu nt, uma alegre orest que eun. 1.o e .o ru Castelo Branco 'h", 
tou 'com a presença de inúmeros cnmais cem _a todas s pessoas que """, ', 
do Movimetito Faltar. entre os quts colaboraram de uma forma, o %",,,,{ 
destaque! pela nimção contuglante; AI- ra a concretização do trub:.dbc 
berto - Orlllu, Gerí!y • Salomé, Antonio. Nu- Bela Vlstu. 
Ir, Clóvls • Ana. 	T 
0/6+1090 0 
a Fr nteira 
• / o da 
1
RrgíJ,, 
a rt ' 
JANTAR 
Nn resldõnclu do Sr. Fernndes Alveu 
Oom<'n aconteceu um juntar intimo, on­ 
de o prato principal ora curn<>h·o assado 
Compurecernm: Comndante Ederney Sil­ 
va o Sra, Diretor d CIretran Fernandes 
A. Gome11 Fº, Empresário Alfeu Hut!Ht11 
e Sra. noompa11h11dos da fllhu, a menina• 
moça Evunlr e seu namoradinho, os pe 
curistas Belinho Barbos e Nego Z«ca­ 
rJns, oomeromnlo Clóvls P. Rosa e Sra. 
Jurm111Etu Jvuldo Pereira e Sra, u Srtns. 
'l'llnlfl e Fútlmu ooru pua m!le, Sra. Hll­ 
dn. Em ambiente dl cot·dlulldudé prosse­ 
guiu o delloloso juntar, regado de multa 
bebida. 
, 
OHURRASCO 
Sr. Gumercindo e sua espo~a, Sra. Mou­ 
ra. proprietários da boulla fuzenda Sucu­ 
ri, comemoraram o dia de S{o. Antonio 
oom um suculento churrasco. Grande nº 
de convidados fizeram-e presentes. Na 
ocasião foi também comemorado o 1% a­ 
ninho de Marco .ntonlo Velusquez. Foi 
servido um gostoso bolo, decorado com 
motivos juninos (aJIAs, bastante elogiado 
pelo sabor) feito pela Sra. Salomé Melo 
Sll va. A os anfitriões nossos elogio~ pela 
festa e os parabéns ao l1arq11inho. 
toiro#3 
A "'IVERSÁRIOS 
O casal CJ.óvls e Iná, avós de Douglas 
Rosa Gomes comemoraram o nat do lin­ 
do garoto com um bem servido almoço, 
onde não faltou um lindo e delicioso bo­ 
lo. Ao ucontecimento compareceram inú­ 
meros amigos do casal. Parabens Douglas 
O ANIVERSARIO 
do 1º uninbo de Pedro J osê Palmleri 
Jr, também foi festejado com muita ale­ 
grl11 pelos seus pais: Pedro e Leda. Os 
convidados (que eram muitos) foram re­ 
cepcionados com um jantar. Ao gurotão 
votos de felicidades. 
VAIA 
É o noma que recebeu a 
tinha, filha do casal Amaurl 
e Eva. 
A ca.mura munlclpnl de Uola Vista, reu­ 
nlu-se ontem ("graças a problemas Infra­ 
estruturais a coluna e21!á suindo com to­ 
que de atualidade ... ") com a presença 
doe vereadores Afonso Dlllon, Ntvaldo 
de Barros, Ely de Araújo, José Marques, 
Osvaldo 'Turint, Noedl Laranjeira, Ildefon­ 
so Pinheiro e Gelúllo Lino. Faltou: vere&· 
dor Carlos Centurlilo. 
+-0%08309 
Inúmeros assuntos foram debà­ 
tldoe ,1e~tacnndo-se a ntunç!io do verea­ 
dor Nivaldo de Barros, que através de 
sollcltaçúo pediu a criação de uma Co­ 
missão pura levuotamento do patrimônio 
rla Câmara Municipal. .. Mttls notícias da 
Cmru na prlmrlra página ... eles mere­ 
cem. 
839006%3 
O leltnr da Tribuna a partir do próxi· 
mo número sentirá uma mudança. radi­ 
cal no aspecto do jornal. .. cada vez que 
o nosso Diretor vl!1j11 parn Silo Paulo "a­ 
parece" com idéias novas visando sem­ 
pre aprimorar o jornal. .. A edição de 
20 de Julho circulará mesmo com 80 pA­ 
ginas ... sem interromper a circulação 
normal. .. é dose. .. vai ser uma "Edl­ 
ç!l.o !Hstórica·• ... os pecuurlstae da regi­ 
ão estão colaborando, numa·prov1:1 cabal 
que a Tribuna é o "org!!.o que represen­ 
ta o pen11aCI'ento beluvistenae" ... o resto 
e:ilo meteurot1 que pae:sam, iluminam um 
pouco a estrada, mas não deixam o bri­ 
lho permanente" queremos ser a luz 
constante ... 
• 
PEDRO PEDREIRA 
Pedimos ao presidente do Gremio tr 
oro Rufmo que não esqueça o Papelab:. 
0 
jornal Promovo e co 
,j%" idades so«tis ,e cura 
de Bela Vl11ta e Merece o Oev1d(1 Respei­ 
to quanto ao tratumentó nilo vamo!' 
esá@cr que "«duccão é inerente %g""%} 
uer clduóúo com um mínimo de cu ura 
~uoca Pedimos Favores A lfnguem ••• se 
a Imprensa merece uma mesa permanen­ 
te nos clubes da cidade, uuo é por ques­ 
Uío de favor. e Rim, por respeito à at!• 
vMade. Se não Interessa au clubl.! a dt· 
vulgação de t:uas promoções: ProbletJ?a 
do Clube. Se a Diretoria uclm que nao 
merecemos uma Mesa nos o·iiles: Proble­ 
ma do Clube. Cobrem a mesa do (s) envia 
do (s) da Tribuna e quando precisarem do 
jornal ... procurem o nosso Departumen- 
to Cc.,merclal é justo. é lógico, é a 
voz da razão o que não podemos e 
Nunca adlmítimos é a Falta de Respeito 
À Nossa Profissão ... vamos ao Gremío 
não só por "dever social" mns, multo 
mais pelo Dever de Procurar a Infor­ 
mação ... mesmo as ·•sociais" ... 
0808$093 
Um leitor perguntou-me por ocasião da 
visita do Secrntário de Saúde se ''houve 
algum atrito no Aeroporto entre o vere­ 
ador Ely de A mujo Barbosa e o senhor 
prefeito mnnicípnl"... Rrsposta: Houve 
Um Sério Atrito mas a Direção do jor­ 
nal Vetou a publicação da matéria pelo 
bem da Arena(sic) 
Senador D rzi diz 
que Divisão de Mt. 
Poderá Quintuplicar 
Produção Regional 
0809%8683 
A l'LTREYA FESTIVA 
deu-se numa 5ª feira no salão do clube 
Paroquial. Contou com grande n? de pes­ 
soas. Deram palestras sobre a família 
(por sinal bastante interessante) o Cfisal 
Genil • Enoly e Pe. Haroldo. Na ocasião 
foram cmnprimtintados os novos casai:; 
cursilhistas: Pérsio - Elva, Reinaldo - lfoí­ 
sa, Alvaír - Catarina. Ten. Medeiros e Sra, 
Julio - Veronica, Laurindo - Iracema o Lur• 
des Nabhao, que também recebeu os 
cumprimentos pelo seu nat. Para en­ 
cerrar a reunião !estiva toram servidos 
deliciosos salgadinhos e bolo. 
k<o&$083 
BELA "1 TA 
está de parabens, mais um casal de 
Médicos p11ra e1::rvir nossa. comunidade. 
Dr .. Oto e Dra. Tazue vieram para ficar. 
Desejamos-lhes uma feliz estad!11 entre 
os belavistenses. 
linda garoti­ 
?lfascarenhas 
6-r±83& 	D8308-93 
Por motivos alheios a nossa vontade Meu amigo: Reserve seu espaço na e 
nüo pudemos compareeer a Inauguração I dlção ei,;pecial de 20 de julho ... vai ser 
da TELEMAT... nos11as congrorulações um e,;petáculo ... 50 páginas já estão 
a.o Dr. Guido Fregapaní e ao senhcr Pre- sendo "impressas" o jornal vai circular 
feito l1unicipal. .. Bela Vista ingress a em Oif-Selt ... legal pacas ... até a pró- 
"de fato" na era das comunicações... xirua se der. 
83839383 
Gostamos das pala Vras proferidas pelo 
vereador Nívali.lo de Barros enfocando o 
tro bulho do Diretório da ARENA ... real­ 
mente o partido d situação, em Bela 
Vista, tr!.'.balhou para tornar realidade 
inúmeras melhorias que hoje estão apa· 
recendo ... 
Há poucos dias ntriís, conversando com um 
amigo, advogado e polltico, e amigo de foto, disse 
à ele que estava lendo as reminiscencias de Car. 
los Lacerda e que eslll leitura estava ruarcando 
minhn mnneirn de ser. Respondeu me ,·om um 
sorriso nos ltlbios: Você é milito emocional. Mas 
como niio emocionnr-se vivendo e sentindo a lu­ 
ta do grande brasileiro. Lncerdn não morreu, Dis­ 
se um jornalista, da revista LIFE. .. o jornalis• 
ta, C• ,·crdadc,ro .Jornnhstn, é o que distingue his­ 
t6ria da eternidade". Carlos Lacerda passou a ser 
pnrn num este tipo de jornalista... o que distin<>ne 
hisc_ócia d11 eternidade. E lendo .. , relendo ... chetuel 
a diversas conclusões a respeito do papel do jor• 
nnl na soc,ednde. tlo bnsta fnzcr um 1ornnl boni• 
to, com belas fotos, com boas receitas culinárias 
e umn coluna social hnsl.Jlnte comentada· o verda­ 
deiro_ jornal vive de vida, Ter vida um jornal, é 
po11c1onar-sc perante os acontecimentos, com alto 
esp(rito cinco e çômpletnmente nlbeio ils contin­ 
gências da profi•silo. Trnduzindo em miúdos ... 
DESF'[LE 	I o j o r n a l i s t 11, m a is d o q u e t o• 
O desfile realizado por Nádia Boutiquo los. precisa ter Coragem. Jornalismo pigas che- 
w 	io de relese" é um mero bolenm a serviço das 
foi do agrado geral, porém, O que é de- classes domiantes. "Não pretendemos ocultar no­ 
sol&dor e que tu·a todo o incentivo de qual sn~ ínlbns e erro,, nem ser invulneráveis o, criu­ 
quer um, é a falta de participação do pú- cu, sobretudo as honestas. Mas também não 4%% 
blico n t U ·til [ l Ú remos que a opinião pública continue a er Is- 
.,resen e. m pu co r o um P • torcidn, luvacla 11 ncredii,,r cm coisn• que não ollo 
bUcn que não vibr11. com nad11, lol o que verdadeiras, formando julzo c.rrõneo· sobre os ~o-• 
notamos. Será que o. falta rle palmas foi vernantes, de diverso;; escalões, que tem a rcspon­ 
pcrque o desfile n!io agradou (cu duvido sabilidude dos atos, Desejamos, isto sim, estabe­ 
que seja) ou é a vergonll. de expandir leccr a Verdade em muitas áreas, eliminando a 
aquilo que setem? Agradou e muito ir. disse;ão c n intriga, para que o povo tenhefeti- 
b 	o vamente conhecimento real da situação brasileira 
Iene caolar. Patabens, lol o. mais nOVa -disse o Presidente Ernesto Geisel-. O compro­ 
revelação belavltense. 	misso do jornalista com o povo é o de Sempre 
-< 
BELA VISTENSE: Prestigie e colabore com 
o Clube Esportivo Belavistense é a tra­ 
dição e o urrojo de uma diretoria dinâ­ 
mica que estão elevando o patrimonio 
esportivo, social e cultural de nossa ci- 
dade ... força Abrão força Arciley ... 
estamos com vocês . 
RELATO (UM JEITO DOE CONVERSA) 
lvaldo Perera 
mostrnr a verdnde e mostrando-a colnborar nn for­ 
mação de uma opinião inteligente. Realmente, 
meu cnro nmigu, sou muito emocional. e todas 
às vezes em que viajo parn São Paulo volto ma­ 
is Emocional, Mai. Vibronte, mois jornafow, o 
amigo me emende. Há cinco meses não folo com 
o senhor prefeito municipal, parece impossivcl 
num lugar tão :pequeno como Bela Vista. Muita 
gente gosta e vibra com esta "falta de diálogo". 
t; um pequeno grupo ... diminuto ... carregados 
de ódios e de mn.ldades., . e mais uma , ez-, com 
Lacerda, afirmo:" ... se a razão que me leva ll 
fazer inimi.,os é •6 o interesse público e nada 
runis, quan~o no interc_ss<; público cou,·ém que 
me entenda com os inimigos, me entendo pela 
mesma razão. 	,- 
Do contrário, os inimigos que fazemos não por in­ 
teresse público e sim_por vaidade, ódio ou onutro 
sentimento particular". Não quero com isso dizer 
que o senhor Prefeito Municipal era ou é um ini­ 
migo, muito pelo contrário, é omn pessoa com 
imensa vonu,de de servir, um homem com inú­ 
meros serviço• prestados à Pátria, como militar e 
como civil e ainda mai, num homem que está vi­ 
snn<lo exclunvnmente o mtereue público. Já pro­ 
curei o senhor prefeito. am<>• dialogar, cortar as 
arestas, somar, por Beln Vialll, por nossos filhos. 
Aos "verdadeiros helavistenses" esta atitude será 
compreendida, aos"outros", os que comentam que 
Interesses econômicos estão em jogo" digo penas 
o seguinte: Estamos con três jornais, uma revis­ 
ta (Integração) que a partir de gosto terá sua 
circulação normalizada (trimestralmente), impressa 
"!n nff.,eu: estamo• elaborando umu ediçiio com 
oitenta páginas, tambem em off sett, montamos 
e está em plenuo funcionamento uma ráfica em 
Porto Murinho. A situação da empresa é tranqui- 
ao há dúvida alguma de 
que diviso de Mato Grosso 
em dois estados virá beneficiar 
bastante tanto 11 rt'!(lílo norte 
quanto a do sul salientou à 
reportagem, em Brasilia, o 3e. 
nador Saldanha Derzi. 
Solicitado a ,lar maiom 
detalhcP, assim falou o 1e11J• 
dor matogrossense da Arena 
•Com a rlivi•uo o apoio 
do governo federal para ar­ 
gião deverá aumentar convide. 
rávelmentc e consequcnteme.11, 
te, u proiluçào regional pode­ 
rá até mesmc•, quintupl,cnr. 
A industrialização te con­ 
,olidará pelo refurç!> imrdin­ 
to das empresas exi+tentes e 
pela crinçilo de novas peque­ 
na, médias e grandes indá­ 
trias, principalmente no setor 
agro-pecuário, através de fina­ 
ciamentos e incentivos oficiais. 
O imenso potencio! clt: rique­ 
zas naturais do ~uh solo, co· 
mo as jazids de ferro, manga­ 
nês, cassiterita, cobre e outrol 
minerais, passará a ser xplo 
rodo de moe.lo racional e com 
moderna tecnologia. A estru 
tura administrativa se organv 
zará visando total eficac,a na 
busca dos objetivos dvs dus 
regiões. O setor de ser1ços 
será moderni7.lldo. No,·as 
0
• 
portunidades de empr_ego Fll;· 
"irilo. O processo nugratóno 
poderá ser orientado e II par· 
ticipação da região para o rre,· 
cimento do Produto Intern? 
Bruto deverà ascender cons+ 
deravelente, permitindo o 
aumento do poder aquisit1 
da população•. 
Dai afirmarmos, coo, Et· 
gurança que o desmembrameh 
to se fez para reorganizar ese 
forços e paro quintuplicar re­ 
curo e produção e não pa 
rn dividir. Fez-se na esperan- 
ça de que a médio prazo, o, 
futuros Estados possam ofere 
cer 110 Pais n grnndc rontn· 1 
baição que, há tempos se ecs 
pera da região... <a- 
E assim couclurn o 3ena 
dor de llato Grosso· "Os re­ 
cnrsos que para lá estuo indo 
hoje, amanhã teriio um retor· 
no inigualável para_o desen­ 
volvimento nacional . 
la... dificuldades são inere 
tes às firmas que buscam e 
pandir-se e com isso mostrO 
que as cassandras. mais uma 
vez. perderam n batlllba. 
Finalizando ainda coID 
Lacerda "juntamente coID 
a idéia de missão, que 
nada tem de carismátiC
8 
no eeatido de mistifico· ... 
çü.o própria ou alheia, 
mas é ligada à providên· 
eia na medida em que ela 
nos dá a torça e a opor­ 
tunii.lade de resolver 
8 
decidir, tenho a idéia de 
dlliculdade. Nada do qie 
fiz ou faço, for ou é"% 
• cil. Em geral, minha v _ 
da tem sido uma coas 
. tante natação contra a 
col'l'ente sem sabe,r na­ 
dar .. 
PREÇO OESTE 
EXEMPLAR 
GRS S,00